Vegetarian Chili - Parenting in Ottawa
Transcription
Vegetarian Chili - Parenting in Ottawa
Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores Prof. Dr. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Concentradores • os principais coletores concentradores podem ser classificados como a seguir: • Coletor de Calha Parabólica (PTC); • Refletor Linear de Fresnel (LFR); • Prato Parabólico; • Torre Central. Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Concentradores Coletor de Calha Parabólica Torre central Refletor Linear de Fresnel Coletor de Prato Parabólico Fundamentos de Engenharia Solar Classificação dos sistemas solares de acordo com as temperaturas • Baixa - até 100 C; • Média - até 400 C; • Elevada - acima de 400 C. Reddy et al, 2013 Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores - terminologia • Coletor: sistema completo, incluindo receptor e concentrador; • Receptor: componente do sistema onde a radiação direta é absorvida e convertida em outra forma de energia (inclui absorvedor pp.,coberturas associadas e isolamento); • Concentrador ou sistema ótico: parte do coletor que dirige a radiação direta para o absorvedor; • abertura do concentrador: entrada da radiação. Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Rendimento do sistema 𝑠𝑖𝑠𝑡 = ó𝑡 × 𝑟𝑒𝑐 × 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠 × 𝑎𝑟𝑚 × 𝑐𝑜𝑛𝑣 com as abreviações significando: • Sistema • Ótico • Receptor • Transporte • Armazenamento • conversão Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Concentradores - paradoxo • a eficiência do coletor diminui com o aumento da temperatura de operação; • a eficiência da máquina térmica aumenta com sua temperatura de operação. Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Concentradores • a radiação é oticamente concentrada antes de ser transformada em calor; • a concentração pode ser obtida por reflexão ou refração da radiação solar por meio de espelhos ou lentes; • a radiação refletida ou refratada é concentrada em uma zona focal, aumentando o fluxo de energia no alvo. Fundamentos de Engenharia Solar Concentração ótica 𝐺𝑟 𝐶ó𝑡 = 𝐺 onde: Gr: irradiação na superfície do receptor; G: irradiação incidente. Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração geométrica 𝐴𝑐 𝐶𝑔 = 𝐴𝑟 onde: Ac área de abertura do coletor; Ar: área de abertura do receptor. Fundamentos de Engenharia Solar Concentração geométrica Meio ângulo subtendido pela radiação solar: 𝑠 = sin−1 𝑟 = 0,27° ≅ 4, 7𝑚𝑟𝑎𝑑 𝑅 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Coletores circulares (tridimensionais): Cmax = 45.000 Coletores lineares (bidimensionais): Cmax = 212 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Reflexão em cones de raios Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Calha parabólica com refletor perfeito 𝑥2 𝑦= 4𝑓 Distância focal: 𝑊 𝑓= 4𝑡𝑔 𝑅 2 rr Raio de borda: 2𝑓 𝑟𝑟 = 1 + 𝑐𝑜𝑠𝑅 Ângulo de borda: Lovegrove, 2012 𝑊/2 4𝑓𝑊/2 𝑡𝑔𝑅 = = 2 𝑓 − 𝑧𝑅 4𝑓 − 𝑊/2 2 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Refletor parabólico perfeito em alvo plano Ângulo de aceitação Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Ângulo de aceitação em PTC Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Concentrações máximas Derivada da concentração em relação a R para a calha parabólica : 𝑑𝐶𝑔 𝑑𝑅 =0 𝑅 = 0, 45, 90… • Com máximo em R = 45, ângulo de aceitação s = 4,65 mrad, resulta em Cg 108 com receptor plano. • Para calha e receptor cilíndrico, Cg 68,5. • Para o prato parabólico, máximo R = 45, com receptor plano ou cilíndrico, Cg 11.600. Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Otimização do receptor Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Refletor parabólico perfeito em alvo de seção transversal circular d 𝑑 = 2𝑟𝑟 𝑠𝑒𝑛 𝑠 𝑊 𝐶𝑔 = 𝑑 Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Trajetória da radiação difusa ou erro de rastreamento Barakos, 2006 Fundamentos de Engenharia Solar Concentração Distribuição da radiação no foco Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Fatores práticos redutores da concentração : desvio padrão • esp: erro de especularidade, (em quanto os raios refletidos seguem a lei da reflexão, i = r), função de propriedades microscópicas da superfície. • sup: erro de ondulação da superfície, como desvio das normais à superfície das direções ideais. Erros de 4 mrad são encontrados em superfícies precisas, sendo 5 mrad usual. • for: erro de forma, sendo o concentrador construído por partes, estas podem ter orientação incorreta, devida à expansão térmica, carga de vento ou liberação de tensões residuais. • ras:erro de rastreamento, com o concentrador não apontando diretamente para o sol 𝑡𝑜𝑡 = 2𝑒𝑠𝑝 + 2𝑠𝑢𝑝 + 2𝑓𝑜𝑟 + 2𝑟𝑎𝑠 Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Coletores compostos e concentradores Absorvedor tubular com refletor posterior difuso Concentrador parabólico Absorvedor tubular com cúspides refletoras especulares Refletor de Fresnel (ou refrator) Absorvedor plano com refletores planos Fileira de heliostatos com receptor central Duffie; Beckman Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Parabólicos Compostos (CPC) diferentes absorvedores com refletor involuto Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Coletores Parabólicos Compostos (CPC) • os lineares são mais Usual// coberto práticos; • absorvedores de forma variada; Trecho parabólico • orientação do eixo ao longo N-S ou L-O; • estacionários ou rastreadores. Trecho circular Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Concentração e Temperatura do receptor Eficiência de coleta entre 40 e 60% Perdas térmicas = energia absorvida Duffie; Beckman Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Tubo Evacuado (ETC) • princípio de supressão da convecção; • eficiência mais elevada com pequenos ângulos de incidência; • desenvolvimento de ciclo de evaporação-condensação do fluido de trabalho (p.ex., metanol). Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Tubo evacuado Sistema linear concentrador • tubo absorvedor cilíndrico (receptor); • concentrador linear. 25 comprimento 150 m Schottsolar Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Esquema básico IEA, 2011 Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Ciclos Turbinas a vapor – Rankine Orgânico de Rankine (ORC) Turbinas a gás - Brayton Motor de Stirling Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Esquema híbrido solar e GN Ciclos combinados de Rankine e Brayton Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares de Potência Métodos de geração Reddy et al. 2013 Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Ciclo Rankine Turbinas a vapor com geração mais recomendada de 250 MWe, pressão acima de 10MPa e temperatura até 700 C. Rino, G Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Ciclo Orgânico de Rankine (ORC) • Sistemas pequenos – alguns MWe; • O&M elevados; • Adequado para baixas temperaturas; • Cloreto de metila, tolueno, R-11, R-113 e R-114. Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Turbinas a gás - ciclo Brayton • Fluido de trabalho: ar, hidrocarbonetos, combustível de avião, Diesel, GLP, biogás. • Temperaturas antes da expansão da ordem de 1000 C. • Elevada eficiência: > 50%. Lovegrove, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Geração de energia elétrica com motor de Stirling Consiste em câmaras em diferentes temperaturas que aquecem e arrefecem um gás de forma alternada, provocando expansões e contrações cíclicas, o que faz movimentar êmbolos ligados a um eixo comum. Fluidos de trabalho: hidrogênio, hélio e ar. ? wikipedia Fundamentos de Engenharia Solar Motor de Stirling – pequenas aplicações dezenas de kWe Fundamentos de Engenharia Solar Sistemas Solares Térmicos de Potência Desempenho de Sistemas Solares Concentradores Kalogirou Coletor de Calha Parabólica (PTC) Fraunhofer Fundamentos de Engenharia Solar Solar Energy Generating System (SEGS) • Anos 1980: instalados nove sistemas parabólicos no sul da Califórnia; • potências instaladas entre 14 MWe e 80 MWe, totalizando 354 MWe; • sistemas híbridos, com auxílio de gás natural; • Custos da energia entre US$ 90 e US$ 280 por MWh; • substituição de espelhos de vidro por folhas circulares de filme plástico aluminizado. CERPCH Fundamentos de Engenharia Solar Solar Energy Generating System (SEGS) googlemaps Fundamentos de Engenharia Solar Solar Energy Generating System (SEGS) Detalhes Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Solar Energy Generating System (SEGS) Wikipedia Fundamentos de Engenharia Solar Solar Energy Generating System (SEGS) Detalhes • espelhos parabólicos; • reflectância, = 94% (para espelhos simples, = 70%); • espelhos são rastreadores ao longo do dia (eixo N-S); • a causa de rompimento dos vidros é o vento; • substituição de 3.000 vidros/ano; • operadores podem acionar protetores durante ventanias; • há mecanismo de lavagem automática dos vidros. Wikipedia Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) Nevada, 64 MWe Shottsolar Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) Plantas Valle 1 y Valle 2: • 50 MWe de potência cada uma; • campo solar de 510.000 m2 de colectores; • sistema de armazenamento de calor com sais fundidos que, permite fornecer energia elétrica até 7 horas na ausência de radiacão solar. Torresol Energy Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) Parâmetros de projeto do coletor Eurotrough-150 Moya, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) • tecnologia mais consolidada de coletores térmicos para produção de energia elétrica; • maior planta é a Solar Electric Generating System encontra-se na Califórnia, com 354 MWe instalados; • em segundo lugar, está a Plataforma Solar de Almeria, com 1,2 MWe; • superfície refletivas podem ser obtidas com vidro refletivo ou material adesivo (vida útil de 5 - 7 anos). Fundamentos de Engenharia Solar Coletor Concentrador Rastreador Solar • dispositivo ótico entre a fonte de radiação e a superfície absorvedora; • fluido de trabalho a temperaturas mais elevadas do que o do coletor plano; • eficiência térmica mais elevada; • área do receptor menor em relação à área de coleta dos FPC, viabilizando economicamente o tratamento de superfície e vácuo; • exigência de rastreamento torna-o mais complexo. Fundamentos de Engenharia Solar Coletor com refletores adicionais Teste comparativo Fraunhofer Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) • atinge temperaturas entre 50 e 400 ºC; • o princípio de fabricação é a conformação de uma superfície refletiva à forma parabólica; • o eixo pode ser orientado N-S rastreando o sol L-O, ou vice-versa; • horizontal N-S coleta mais radiação no verão e menos no inverno e o contrário para L-O. Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores – rastreamento solar Coletor de um eixo Osman Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) • modos controle de rastreamento: • mecanismos que empregam motores controlados eletronicamente por calendário; • mecanismos que empregam motores controlados por computador com malha de controle fechado alimentada por sensores de radiação solar. Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores – rastreamento solar Sensor LDR (Light Dependent Resistor) - resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre o mesmo. Material: sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). Wikipedia Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores – rastreamento solar AttributesSpecifications De um eixo horizontal Sun Flower Energy • Surface Area 215 s.f.; • Tracking Axis Single Axis Automatic Tracking (East West); • Maximum Angle 40-degree in both directions; • Drive Design (Actuators) DC 24V ; • 4.5 mm/sec ; • Wind load resistance 90 mph; • Wind Protection optional; array automatically stows at 0° at pre-programmed wind speed; • Control Method calendar & timer (open-loop); • Weight 770 lbs. Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores – rastreamento solar De dois eixos Sun Flower Energy Fundamentos de Engenharia Solar Coletores concentradores – rastreamento solar Detalhes de componentes Sun Flower Energy Fundamentos de Engenharia Solar Coletor de Calha Parabólica (PTC) 25 comprimento 150 m Schottsolar Fundamentos de Engenharia Solar Detalhes técnicos do receptor Tubo receptor Cobertura de vidro Schottsolar • precisão ótica dos espelhos; • vidros do receptor de elevada transmitância (borosilicato, p.ex.) e baixa reflectância; • superfície do absorvedor de elevada absortância e baixa emitância no IV (300 – 400 ºC). Fundamentos de Engenharia Solar Detalhes técnicos do receptor Absortância e emitância Tipo de material da Absortância camada de tratamento da Solar superfície Tungstênio dentítrico 0,96 Silício sobre Prata Níquel Negro Cromo Negro Cromo Negro sobre níquel prateado ZrNy sobre prata Emitância Solar 0,26 Fator de Desempenho / 3,7 0,76 0,90 0,98 0,93 0,06 (773 K) 0,08 (573 K) 0,19 (573 K) 0,19 (573 K) 12 11 5,1 4,8 0,85 0,03 (600 K) 24 Fernandes, Guaronghi Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Coeficiente de perda de calor por convecção e radiação na superfície do receptor e por condução na estrutura de suporte Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Coeficiente de convecção, hw: v* Re v Para fluxo de ar cruzado com tubo em ambiente externo, segundo McAdams apud Duffie; Beckman: Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Coeficiente de radiação: onde: : constante de Stefan – Boltzmann, = 5,6697 * 10-8 W/m2 * K4; : emissividade para a superfície absorvedora; T: temperatura média para radiação (K). Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Coeficiente de radiação do tubo de cobertura para o ambiente, hr: Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Coeficiente de radiação entre o tubo receptor (absorvedor) e o tubo de cobertura, hr, c - a: ℎ𝑟,𝑟−𝑐 𝑇22 + 𝑇12 𝑇2 + 𝑇1 = 1 − 1 1 1 − 2 𝐴1 + + 1 𝐹12 2 𝐴2 Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Não há transferência por convecção entre o tubo receptor e o tubo de cobertura através do espaço evacuado. Assim, o Coeficiente Global será: hw hr, c-a hr, r-c Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho térmico Com a estimativa de UL, verifica-se a temperatura da cobertura, estimada de 50 ºC: que fornece um valor de Tc se for necessária mais uma iteração. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico • considerando gradientes de temperatura no receptor, o desenvolvimento é semelhante ao de coletores planos, mas com geometria particular; • a resistência de transferência de calor da superfície externa do tubo receptor para o fluido no tubo interno deve considerar a parede do tubo. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico onde: U0: transmitância térmica baseada baseada no diâmetro externo do tubo receptor; Di e Do : diâmetros interno e externo do tubo receptor; hfi : coeficiente de transferência de calor para dentro do tubo; k: condutibilidade do material do tubo. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico Ganho Útil de Energia por unidade de comprimento, expresso em termos da temperatura do receptor e do ar ambiente Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico Ganho Útil de Energia por unidade de comprimento, expresso em termos da temperatura do receptor e do fluido. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico eliminando Tr onde F’ é o Fator de eficiência do coletor. Recordando, F’, num local específico, representa a relação entre o ganho de energia real e o ganho de energia que resultaria se o receptor estivesse à mesma temperatura do fluido local. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico de onde vem o ganho útil de calor do coletor : sendo FR o Fator de Remoção de calor do coletor. Recordando, FR é um fator que relaciona o ganho de energia útil real de um coletor com o ganho útil se toda a superfície do coletor estivesse à temperatura de entrada do fluido. Fundamentos de Engenharia Solar Sistema linear concentrador – desempenho térmico Fator de vazão do coletor, F’’ O Fator de vazão do coletor é função unicamente da taxa de capacitância do coletor: Fundamentos de Engenharia Solar Temperatura de saída do fluido (To) 𝑄𝑢 𝑇𝑜 = 𝑇𝑖 + 𝑚 × 𝐶𝑝 onde: Ti: Temperatura do fluido na saída do coletor (C); Qu: ganho útil de calor do coletor (W); m: vazão de fluido no coletor (kg/s); Cp : calor específico do fluido de trabalho (kJ/kg C). Fundamentos de Engenharia Solar CC – desempenho ótico A energia absorvida por unidade de área da abertura não sombreada do coletor, S, é dada por: onde: : fator de interceptação, definido como a fração da radiação refletida que incide na superfície de absorção do receptor; : transmitância da cobertura do receptor; : absortância do absorvedor para a radiação refletida e transmitida; K : modificador do ângulo de incidência (considera desvios da radiação incidente na abertura em relação à normal). Mais detalhes: Duffie;Beckman, cap.7. Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Fresnel Mills, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) As fileiras de tiras lineares de espelhos concentram a radiação em um receptor linear. Fundamentos de Engenharia Solar Lentes e Refletores de Fresnel a) Lentes poliméricas focam os raios solares em um receptor pontual; b) Tiras de espelhos lineares concentram a luz em receptor linear ou em torre. Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Fresnel - características: • refletores rotacionam para rastrear o sol; • atinge concentração de 35 sóis na faixa central do receptor. Abbas et al, 2013 Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) • absorvedor fixo; • refletores planos ou elasticamente curvados; • problema com sombreamento. Receptor com face para baixo Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Espaçamento e orientação para reduzir sombreamento Kalogirou Mills Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Detalhes Mills, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Receptor de tubo único Mills, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Refletor Linear de Fresnel (LFR) Receptor com vários tubos Mills, 2012 Fundamentos de Engenharia Solar Refletor de Prato Parabólico (PDR) Consiste em coletor com foco em um ponto, onde se encontra o receptor, com rastreamento solar em dois eixos. Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Refletor de Prato Parabólico (PDR) • atinge temperaturas acima de 1500 ºC; • é o tipo de coletor mais eficiente; • possui concentração entre 600 e 2000, sendo adequado para absorção de energia térmica e geração de potência; Apud Costa, Fábio S Fundamentos de Engenharia Solar Inovações tecnológicas Z20 features two 11m2 collectors, mounted on a dual axis tracker that concentrates incoming solar power onto a receiver. The receiver consists of a multi junction PV coupled to heat exchanger that converts concentrated solar flux into electrical power (A) and thermal power (B). (A) DC electrical power from the PV cells is converted to AC power and fed to the grid. (B) Thermal energy is pumped through a closed loop system to the various users and applications Combined Heat and Power (CHP) generation; combined efficiency of >72% Fundamentos de Engenharia Solar Inovações tecnológicas Featuring • 2 – axis high precision tracking mechanism with zero backlash, using performance feedback-driven, closed loop that continually positions the mirrors for maximum effectiveness • State-of-the-art high efficiency Multi-Junction PV cells • Engineered high efficiency multi-channel heat exchanger • Designed for 20 year service, constructed from highly durable materials • Environmentally friendly, 99% recyclable by weight • Reliable operation, easy installation and servicing • Required minimal area, only 70-90m2 for a single Z20 unit, 15.5kWp combined output (<6m2/kWp) • Packaged equipment, minimizing balance-of-system cost Fundamentos de Engenharia Solar Inovações tecnológicas: Zenithsolar Z20 Fundamentos de Engenharia Solar Inovações tecnológicas: Zenithsolar Z20 Fundamentos de Engenharia Solar Torre central Torresol Energy Fundamentos de Engenharia Solar O sistema de conversão de potência consiste de um gerador de vapor e turbina, com acessórios, que convertem energia térmica em eletricidade e alimentam a rede. Gemasolar - Espanha Fundamentos de Engenharia Solar Torre central Princípio: emprega segmentos de espelhos levemente côncavos nos heliostatos para direcionar grandes quantidades de energia para cavidade de um gerador de vapor, em altas pressão e temperatura. Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Torre central - vantagens • coletam energia solar oticamente, minimizando o transporte de energia; • atingem concentrações entre 300 e 1500 e são muito eficientes, tanto na coleta como na conversão da energia em eletricidade; • podem armazenar energia; • são muito grandes (acima de 10 MW), beneficiando-se da economia de escala. Fundamentos de Engenharia Solar Torre central - armazenamento K Kalogirou Fundamentos de Engenharia Solar Torre central – parâmetros geométricos e óticos de parque de heliostatos (Jodhpur e Delhi) 50 Mwe steam power plant Rankine cycle Grace apud Reddy et al, 2013