.... ^jQC XIX 6` Année. N" 121. Le Numero : 5o cent. 3 2 2 Février
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xxy. .... ^jQC ]['XU XIX Le Numero : 5o cent. 322 6' A n n é e . N" 1 2 1 . Février 1 9 0 6 . ¿e I"et le IS de chatjue Publications Pierre Lafittc mois. PARIS, 9. Avenue de ['Opâ»^ TeWiih. a8t.-î*, aio-j6. 3S»-es.— Je Si^it i ml. — Ttmina. — ^'l'ica. Vil au Grand Jlir — Fcriu#i if Cbaltaux l?unesit • MISS Miss ROOSEVELT iD'apréi le p..irtralt de Chartnim. RooseVeit /lancée à M. Longworth. _TiraP(>; 'TV y l.'^S.OOO exemplaires. VVV VVV CORSETS } PERFECTIONNES 1» ^ ^. ^T°''-6 A U C H A M O I S SPÉCIALITÉ DE GANTS ET VRAIES DENTELLkS MUSSET J. 16, R u e C h a u v e a u = I,iiSarde (Allait liit RrfitlàT^rd ÀífíltihtriFCS.J Grand choix de "Boléros. "Btoases, Jaquettes et Habits en v é r l t a i l e I r l a n d e , Clung, Sric ges, 'Dítchesse, Venise, etc. ¿ EMPLOI E X C L U S J F O E B A L E I N E Î- Choix NEUVE Exiger la M a r q u e . 'fJt.Á Réparstians Rabat Irlande Transformations G a n U 'SALIRA·RÍCTAME. VíntalilE Irlande a u g U i s e . 1 1 5 f r . 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On y vient de partout, de Londres et de Paris, de ironie et de Berlin, d e fi t — M o n D i e u , macJièrG, Coraraent est-tu si j o l i e , a u j o u r d ' h u î p Q u e f a l s - t u ? — Tulevois, e'estgrlceaU3:píadiíitsde¡'J'íií(t(«((ít!iieaíií¿,26,pf Vendóme. Robe de taffetas noir et blanc quadrillé Tunique de dsnleile di laine avért-buis^ incrusté He hroderte anglûiss écrue. sur jupe de taffetas. Ceinture de ta^ff'eCeinture pékin n o i r et blanc. Gilet lurtas plissé, ^lioise itvsc biais noir. csi Irnposaible dít&vèr pius ne souplesse et d e pharme que n'ûn possèdent î t s sílhoucttM ffani nllliS modernes : colles, du inoins, qui o n t s d o p t i i a p r t c i e u s * c r é i t i o n do M"" B Í J B S U B Ü E J í e " C o r j E t d e lu Favultí ", Par sa fòrnüs rationuolle, ce Çm-seï lnisso au corps u n e a i s m c e abioluo. CDiicilie líiyoiírie i v e c U b i a n t é plastique et f é a l i s t J'idial d a p s l'art, e n d b n n a n l i toute femtnc k p l u s a g r é a R e âilhûnccte. . Mcmbfo d u J u r y . Ilors £:oncDUrs.à l ' E x p o s i d o n d u Valais d e la F e m m e , M" VRSmRVZRSJ; 365, r u e Jatnt'JHonorS, J*arÍR, e n v o l e s u r d e m a n d e s e s Catalogue* illustrés d e CocstCS, Lingeries et J î é s l w b i i l é s . LA MAISON N'A D E S U C C U R S A L E NI E N F R A N C E N I A L'ÉTRANGER (U - Vienne et de Saint-Pétersbourg, de Kéw-Vork et de Buenos-Ajrcs. Toutes lés nationalités s'y coudoient, tous les langages s'y entre-croiseiit, tous les rnondes s'y frûlent. Chaque cité dé la ii¡viera, c'est Casmopolis, et c'est Babel. Les h6tes de marque, les grands personnages que l'on cite dans les journaux sont arrivés. Les fenêtres des blanches TÎllaS au style bizarre, qu'atchitectUrèrent les mauvais imitateurs du gran d Charles Garnier, se sont partout ouvertes sur lafmer o t se mire le ciel. C'est là que le duc dû Chartres se repose; q u e la grande-duchesse VÎUdimir et se.s iîls essaient de ne pas trop penser a u x horreurs qui,ensanglantent la Russie; que le prince royal de Suède tuche de se consoler d'avoir perdu )a Norvège ; que le firiijce dp HoÉenlohe écarte de ses'yeüs ies nokês Visions .diplomatiques. Les feuilles du littoral nous apprennent cliaque jour de nouveaux arrivants': Don Jaime de Bourbon, le prince de Saxe-Meiningeti, le grand-dUc Nicolas Michailovîtch, le prince Troubetzltoï, la marquise de Montalenjbert, la princesse Cantacuzène, la comtesse d'Oui tremont, la princesse Raáiívill. Les Tennis-Club do Monte-Carlo, de Nice et de Cannes regorgent de champions et de championnes de la raqueue; le golf a s e s fervents et ses ferventes à Cann es. Rarement, enfin, l«s pesages do i'hippodromedu Variurent plus btlUtuits que cette saison. Est-ce que la mode Empire aurait déjà fait son temps P N'aurail-elle vécu que O 'u :VS1 ¡3 3 ÍDSNTIFRICE - A. S E RR. d e s G U I N P O U D R B P P . , B o r d e a u x M E M B R E DU JURY HORS CONCOURS Exposition Universelle Paris 1900 ivr^Tcsn-Mo-» . n a . A X S O X a - @ \ * PAKIS, 26, Rue d'Enghien. Í à LOHDKES W,. 30. Gerrard Street, BEAUTÉ L A PRODUIT*S D'HYGIÈNE ( E x t r a i t Teint — Soins d u virage — Rîdes Lia impeTrccliors, du tclilt eî de l'épîdermc, Ibs divWiM affectJDJis quî êîî aítèrant îa benufé sont dues Vnilîue £ij/cnc« ncMUrait avoir une üúiioii urîverselle. La HE se. ttE.îte. paint comiuc- u n comidsm. • Voici commeTit on traite les cas k s plus fré^uirntSi C R È M E A T H É N A , pour rentrtrien purnalíái' dit visage • cKtz Ici, pi^rscmnM ayant u n épjderruiî fiûcraj, gü¿t-it et pT-ëvknt îwfiowî, Êiffioî. Tcug&wn, darireti dornt bîûrtchciir, sou.picsWj.ct SEiVOUfûUsc b a a i u ^ l e pût frûiKO 3 fr. L A I T C A L Y P S O . 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F o n t rniïi^rir Eiiremeni et snns dnnger ; doïwïînt de }3. sveîfeits ^ disparition de « A TnAVflits LA Bc-tuTÎ 1}, guide pratique d'Iiygièneet debeftuté de la femnie, par te D^' ]cai^ d'Auteull. Recettes precíeme*, Curíeuíeí anecdotes ítistotiques. U a joU voliimei franco poste tecommandé, 1 fr. i J , Soins des yeux — Beauté regard, c i l s ét s o u r c i l s du R O S É E D ' O R I E N T , Produit mttu^ljeux pour SOCIÉTÉ ATHÉNA 3 . R u e d^Abbeville; P A R I S Se râcommaiider du journal Femina^ - DENTELL·ES mPAGNIE DES INDES ':^LM MODE DE FEMIJ^M G eorgfes MARTIN. m RUE DE RICHELIEU MAISONS A : B R U X E L L E S -1 RUE DE LA L·ILLE -, l'espace d'une demi-saison et serait-elle déjà fanée? A peine si, çà et l i , dans quelques soirées, on en découvre quelques jolis et derniers modèles. Aux courses, autour des « courts » de tennis, chez Je pâtissier à la mode, pas d'Eiupire. ' Les « tailleurs » nous offrent les vraies nouveautés du jour ; loutpeilts paletots-sacs, très amples et très courts, de deux types assez différents. L'un est en drap blanc-craie, se garnit d'un large velours noir, et convient ainsi, à cause de sa clarté et de la simplicité de sa ligne, aux très jeunes femmes,! celles au moins dont la taille a su rester indemne,de tçut embonpoint. L'autre, plus propice à tous les âges et à toutes les tailles,.se fait dans la gamme des tons foncés, depuis le bleu, le tabac et le prune jusqu'au gris et ait vert. Notons méme.un retour oiTensif du rouge, un rouge cru, un rouge ardent qui prêta son éclat à d'assez jolis costumes taillciiis, qui ne peuvent guère être ponés que par de très jeunes femmesMais revenons au petit paletot-sac de drap foncé : il sesurohargedobroderles ton sur ton, ou exotiques, ou encore de toutes n u a n - RÉGENCE .ZS0UARE-JUSmU. Robe en sniin blanc coupé de bandes d'irlande. Ceinture de soie rase. _ Sur ie tablier et m bas de la jupe, des Robe de dentelle bianehe sur fourreau de roses sont peintes. satin orange. Bertiie de dentelle et rubans de satin Brandi. ces et de tnut style.-' Il vise ainsi à une certaine originalité, dont on. fera bien d'ailleurs de ne pas abuser. Je citerai, dans.cet ordre d'idées, lin modèle d'une élégance et d'un goût parfaits .que j'ai vu sur la promenade des Anglais. C'était' un drap marine très foncé, le petit paletot fort court, à manches immetises.'tout bradé sur velours bleu-marine d'une broderie feutileTmorte de plusiéùrs'tiins.' Les jupes qui accompagnent ces petits, paletots sont de formes très varices,, soit à volants, soit à plis piqués.Les-volants se'portent toujours, mais, ils nie semblent un pea lourds sur des étoffes qui manquent eiies-mèmes de légèreté. Quant aux plis piqués, avec un étroit tablier'devant, ils me paraissent tout à fait dans la note d'un costume simple et pratique. Pour les très fines tailles qui pe se soucieraient pas de s'enfouir dans les plis amples d'un petit paletot, je recomùianderaî urie veste très courte, à .basques arrondies, ouverte sur un gilet légèrement décolleté, que ¡a dernière ïT)ode coupe dans un pétiné noir et blanc qui se marie iieurcusei-nept avec certaine,5 leinte.s. Sous le gilet, puisqu'il est légèrement ouvert, apparaît u n petit empiècement de fin linon blanc ou de dentelle. ' ' Le boléro se porte u n peu uioins avec le,« tailleur s. On le réserve pour lés toilettes plus habillées, en étoffe plus légère, que l'on prépare pour, les batailies de fleurs et lés fêtes du CarnavaL On'l'historié'béaiicou-p,, bu ledécoupc', on le rogne, on le dénature. - o 'u - ¡2 Petit îtratne à ptopos de Chiffons X Jf M Alfflû HixE (snirant). ~^ Bonjoa'r, ohéfel.,. Mais quoi! vous paraisse^ navrée I Mmi! ZîiDï (Aûrs d'elle), ~- Ke ra'êa pariez piis ! Je suis furieuse Hlïs (avse intéi-et), — ? î f M""» .ZitDE (éclatant), — Tenez, je iOds (iis jtige 1 jReptrdeî ce costume et dites s'il est possible d'étfe ainsi fagotée I fupe et Corsuge, tout est i rofnire I Ali I ces couturières III Je n's.i pourtiiit pas d'yeus derriire la tétel.., M"" Hai (consolatitej, — Mais pordofl, ma di^risJ Rien n'est plus simple que de suiveiller soi-même l'esaayage d'un costume, dans tous les senst même de dos. Mmo ZiDt (iittrêiale). — Comment ça f îiian H U E f^iifg 4e effet). — Mais, mon amour, arec le MIROIR BROT (i) tout simplement.Tenez, venez avec mol. pt filk pari avee son amie chex CHARLES BROT, ie mJraîiicr bfeH connu, 89, fauboufg aiiut-Denis.ùîicelie-c!, toervej;iéa do TOir àa fine silhoueut reflátde de k tête a u i pieds,, de race, de Profil et de Dos, s'empresse de faire l'flcquisitioo d'un MIÎÎOÎR BROT et s'en re^flcot toute • consolda. ÉPJLOQOE Joie mêlae d'étonnemetit de M. Z6de, le soir, ia retrouvant sa, femiaB d'humeur cliarmanti;. JSÎ L e Miroir Brot Chiffonnier if fit C a t a l o g u é i l l u s t r é n° S f r a n c o sur Nûweau modèle BreireU S.G. Dl G. ft dematidc. ft E n v e n t e l e 1 5 Février prochaiti c h e s GHA RLE S nR O % Miroitier ). > Avec le Miroir Brot On. se voit de l'ace, de Profil et de Don. 8 9 , F a u i o u r g Sa,înt=I»eiïis, P A R I S «9: z^9 KIMONO SADA YACCO 7 sis HejWe ijápoíío dans le monde entier Éligante Robe de chambi'd en étoffe authéntiqte du Japon, de conpe ¡aponíiisea, et de forme iclw quelle esc porteé • par les dames japo; PAiiU- ' r^RMeHj tiÉDAiLiit: as i9tS PAR!-^ MÉ'D4iLLE D'OR 1905 LIÈGE K.IMONO en crépon ramages miilti- « A colores et or i . La même doilr • n fr. blé....,-..,lo. En crépon lafr. Vablecolsqiè. ô U Le même don- ,*> y- fr. blé En tissvi btüohé imitaht labroderiefond crème, dessla cigognes ciel, rose, rouge, mauve ou noit pour deuil, doublé.. Col satin, Moiièle de la pboto ci-contfe. Prix 30 En très belle sole de K A . G A S A K I tiuati. ces - .d.lverses, doublé en sûlc. • ¿m • fr. Pcix 0 5 • Lem^meexiste pourdeuIL M E S m Ë DÉ LA NUQVE A TERRE Franco contre mandat, 0 fr. S i en plas.- ) - ) I 3 ! j M"' Welaonn, du Vaudeville. a 8, R u e dé la Paix, et i) 3 S , b o u l e v a r d dea C a p v c i n e s POUK t E GROS.ET LES COMMANDES, 4t, AVENUE DE L'OPitRA PiiRIS AU. MIKA (Ci, luytr.) ! 2> O : La p o u d r e de R i s à l ' E a u d e ï,»jbin,complète íisoubüit, avec l'Eau d e T o i l e U e d e L u b l a e t î e S a v o ^ à l ' E a u d e L u b i n , u i i trio désormais c é l è b r e , U ;^02)B D E rEMINM Ces dernières toilettes font áppel.autañtetaSj nm taffetas de •plus en :pluB souple, qui tombe eh plis moélJeux comme de la -mousseline de soie ou d a crêpe. On l'emploie rarement seul, à moins qu'il ne soit qiiadrillé ; dans -cederr nier cas, il offre des costumes complets, moins habillés, mais entorefoit seyants. On y note souvent trois tons, formant cama'ieu. . ,'. Au taffetas uni, on adjoint souvent la dentelle de laine, qui, lancée cet hiver au théâtre, se répandit peu à peu à la Silie et "commence diaintenant 'i jouir des faveurs de la mode. Si l' « Empire » se montre très rare, on voit en revanche beaucoup de jupes à corseiist, qui se portent surtout avec des blouses de dentelle ou de guipure Robe de noiié couleur sable incrusté de Robe de taffetas corail. Col de i^Uipure mile mime ton et 'brodé blanc. Liens écrue. Bandes de tafftías ptqité.Jormant et biais de velourssjibeline. Ceinture de pointes au Votant de la Jupe, velours. (U ancienne, et des robes tout à fait « princesse » auxquelles on adjoint devant — ce qui est vraiment neuf — u n e élole entièrement brodée. Ce genre byzantin n'est pas désagréable. Certes, Une toilette dans cet esprit m'a frappée: elle étaiten crêpe de Chine vert-saule, et la robe a princesse » semblait Sô composer de deu.ï jupes, dont la seconde, à.peine plus courte que la première, formait en même temps tout le corps de la robe, t e corsage était absolument uni, lacé dans le d o s ; les manches, froncées en travers, très bouffantes à l'épaule, allaient en s'amincissant jusqu'à devenir très serrées a u i poignets. Une m e r - / veilleuse étole de grosse soie verte partait d u col et descendait tout droit jusqu'au bas de la seconde jupe. Cette éloie était merveilleusement brodée d'applications de velours, cefoées de broderies du même ton, disctètemènt míilsnníirtC /ip. file fi*nr ^'nr-oant al .-S.- .nil- 1- - ....... ¿talt Sl pSf- ,, . , , ~ - r dernier mot. N o u s allons entrer ce mois-ci dans la brillante.période desfetes du Carnaval, Celles de mes lectrices que leur boune fortune amènera sur les bords d e l à Méditerranée, celles aussi qui prendront p a r t à ¡a croisière que Femina organisa dans'des condiuons particulièrement favorables, pourront prendre sur place un avaiit-goûtde nos modes d u printemps. Quant aux autres, je as manquerai pas de les tenir au courant d a n s les colorínes de leur journal. MiWÉ-AnNE L'Heumdx, O 'u ¡3 g - ... MÀRIUS HENG 3 3 s rue Bergère^, Paris Téléphone 210=72 II est admis aujourd'hui que les p l u s jolies coiffures sont faites à l'aide de postiches., deveaus l'accessoire indispcnsaîjic à la beauté d e l à f e m m e et à la conservation de- sa chevelure. Grâce au postiche (quand, il est fait avec des cheveuK frisant û â t u r e l l e ment), une daine p e u t se coiffer'.ellem ê m e , rapidement, é l é g a m m e n t et au • goût du jour, sans .abîmer ses •propres cheTeux, et sa coiffure reste toujours ondulée et n o u e , p a r n ' i m p o r t e quel t e m p s , à la ville ou h la m e r ; il n'est d o n c pas é t o n n a n t que ; n o s plus élégantes Parisiennes aient j adopté le postiche. \ Mais, p o u r les .cheveux c o m m e pour / bien d'autres choses, il s'agit de n e ' rien acheter à la légère, •Nombre de d a m e s négligent leur coiflfure, ne sachant à qui s'adresser dé confiance ; aussi pensons-ttous être agréables a u x lectrices de Femiita en l e u r r e c o m m a n d a n t toat particulièrement la m a i s o n Marius H e n g , 3 3 , r u e B e r g è r e , à Paris, qui excelle d a n s l'art difficile de l'exécution des postiches. Cette m a i s o n est arrivée (avec l'expérience, la p r a t i q u e et le désir de satisfaire ses clientes) au dernier p e r f e c t i o n n e m e n t dans cet art. Il est juste d'ajouter qu'elle n'emploie q u e des cheveux de toute p r e m i è r e qualité et d ' u n soj^eux incomp a r a b l e , bien q u e ses p r i x défient t o u t e concurrence Les dessins r e p r o d t i i t s ici ne donnent q u ' u n e faible i d i c des coilVures q u e l'on p u u t o b t e n i r avec t j e s modirli'H de lu ni;ÜM:m Morius H e n g , N o s lutîtriciiS p r t u n o n t s'un r e a d r c cotniHe e n ulliutt, 3 3 , rue Hergère, ussiiyur gratuiteaiunî diverses créations de cette mal·ion. N" I S 7 . — Avec le « TRLANON * on peut foire soi-merae toutes les coiffures que l'on disire, N» u 8 . — Coiffure completo ppur dame âgée. N» l3i, — Li; « Nf }IJ VIÎAU ÜENRE » pourfuiliuru du ville. N« 129 et iSû. - Coiffures de soirée faites-ayec le « TOUR DE TÉTE , et une touffe de boudes Oraemcnts : nœud Lgais XVI, couronne et plume, Madame ^ MARIUS HENG Vous prient de leur faire l'honneur de Visiter' leur exposition de coiffures postiches. 33, rue -Bergère, Taris ENVOI DU CATALOGUE FRANCO NUMERO 1 2 1 . î« PIEPPE HPITTE ef Cíe, Ai^enue de lOpéra, Pari», Pour la Publicité : H U G U E T . M I N A f t T it Cit. 4 . Rut SiTÎbt. Abonntmcnis annuels. France, i i fr.; Étranger, ao fr. Édition d ourrages (14 patrons découpés et 48 ouvr.igcs de d.inicsl. France, FEVRIER 1 0 0 6 . fr • Etranger, 3o tr. u i— 'u I.a tiilentueuse ailisie du Vaudeville, i i remarquée vient d'être nommée pensionnaire de ta Comedie prochaine ; ' í í c f de Maurice [)onna%l'.iraiirt:. récemmeni Française. dans Elle ta C o u s i n e Retic. débutera ,iani la 21 F e m m e s notoires L'Enfance des QUE VOTÍ rAlllîE EXTJ{ÈMEMETiT SVHVnE QUESTïOT^ IlsITÉTtESSMTE .- l ' E A " ET F ^ J V C E -DE FEMMES mTOI^ES. SH/EÏ" f-EXTiVE ETi RTiECHOTES CHÎÎJEli* J{MUSA?nES. neuf ans?,.. Elle osa, oui elle osa nnnnquor de respect'à Canrobert, maréchal de France et .uni de son grand-pèj-e, le colonel de Gonncville- Voici à quel propos. Etant en visite chez le maréchal, Gyp souffrait des' dents. « U n'y a rien á faire contre ce m a l » , dit le maféchàt, s'adressant au colonel. Et elle, avec iin air malicieux.-. * Moi, j'aais bien un r'mcde, ~ Quoi ? » Alors, regardant Canrobert bien en faca : « On met dl'eau dans sa bouche eton s'assoit sur un poêle jiisqu'â c'qu'elle soit chaude.... » Puis elle eut un petit geste de la tSte qui pouvait bien iï croiricîî-vous?... M"'FelíaLitYÍne—la délicieuse Alceste de l'Opéra-Gòmiqüe — est-une descendante de M'" de-La ValIiÈre ; là fille de M"» de LaYallière, M"^de Blois, avait ¿pouséle prince de Conti. Plus tard uii des Conti émigraau Canada et y fonda une familleîLa mère de M.'"LilTÍne est issue de cette famille. U a jeune Russe, etimyé !à-bas pour faire ses études commerciales, vit la jeuneCanâ4ie£)ne,s'éf)ritde sa beauiéetl'épousa.,.. De cette union naquirent un garçon et trois filles : l'une d'elles devait plus tard épouser Ed. de Reské le c h a n t e u r bien connu, et la plus jeuQC — FeUa Litvlne •— devenir elle-même l'une des premières chanteuses du monde. La petite Felta est née à Saint-Pétersbourg dans une luxueuse maison qui L appartenait à son père et située juste en face du Théâtre ImpérialEtrange coïncidence I Et que de rapports entre ce voisinage et le rêve de l'enfant qui voulait être la première artiste de ce théâtrcl.. .Pressentait-elle qu'elle serait un jour soliste de l'Empereur (CI.Eug. PIRRTU.) (titre insigne là-bas) et la première chanteuse de toutes les Russies. . '• La fillette rêva toujours de théâtre. Par foût, par • instinct, par vocation, les planclios l'attiraient. — Je ne savais pas exactement ce que je voulais, me dit la gracieuse artiste, car je souhaitais tour à tour être chanteuse, danseuse, comédienne. Pendant des heures, entières, toute seule, je me racontais des histoires où naturellement il fallait danser, jouer la cuniédie, faire de. grands gestes et des révérences. Des êtres imaginaires m'écoutaient, me répondaient, m'admiraient, » Gyp — de son vrai norncotntcsse de Martel — l'aùtcur' detant de romans connus, eut aussi un aïeul illustre ; le célèbre orateur Gabriel Riquetti de iViirabeau ; même, Gyp naquit cent ans jour pour jour après lui. Elle m'avoue avoir été une enfant tapageuse, autoritaire, • remuante. Le cheval — à sept ans elle était déjà une jarfaite écuyère,— les longues courses, le plein air, 'espace, lesjeux bruyants, voilà ce qu'elle aimait.... Et, avec cela, espifcgle et diable, malicieuse 1 Savez-vous ce qu'osa faire cette petite masque âgée de S3 signifier : « Attrape I » Le maréchal eut beau rire, le colonel gronda très fort sa petite fille, lui qui pourtant n'aimait pas gronder. Malheureuse enfant ! elle ne savait donc pas ce que c'était qu'un maréchal de France?... Hé non !... Et pour elle le maréchal (£11. ANILINIIYF'S.} était seulement le vieil M'í^t CORA LAPAECEiírE-RicHEPiw, ami qui l'aiiiiait et la faisait goûter dans son parc. Ohl ce parci Quelle merveille 1.., Il y avait des paons magnifiques. Qu'il faisait bon mettre'le pied sur leur queue et emporter les pluraes qui restaient sous la semelle du soulier L.. — Et voilà pourquoi, ajouie Gyp en riant, le maréchal ne sut jamais pourquoi ses paons étaient toujours tout déplumés. » •.Une autre enfant aussi espiègle, aussi vive, aussi primesautièrc, ce fut Louise Abbéma. Son enfance fut d'ailleurs un enchantement, comme toutes les enfances heureuses. Elle passa les prernières années de sa vie en Italie. Est-ce. le beau ciel et le sokil vif de l'Italie qui dévelûppÈrent tant de qualités artistiques innées en elle? Louise Abbéma est une âme essent ellement artiste.... Cela se devine à tout ce ou'elle dit et pense. Elle est du reste aussi simple qu'intelligenteI Toujours elle eût le goût de la peinture. De retour en France — elle avait cinq ou six ans — elle entendit parler (on en parlait tant!) de la décoration Cl. CALÏO-A-,:.] - o 5o 'u 3 jeunesse de rêve, quelle jeunesse unique eut iW."" Myriam Harrv. Elle est née à /érusalem ; et, dès que ses yeux furent ouverts à la lumière, ils se repo.sèrent sur le mont des Oliviers et sur la montag.ne de Sion. iWais vouicï-vous que je la laisse parler? «J'ai eu peur nourrice, dit-elle, une Arabe de Beethléem, Ouarda (la Rose), qui allaitait en même tempsque moi son fjls Ibshara, Ahi mode du pays, ma nourrice me portait à cheval sur une de ses épaules et mon frère de lait sur l'autre. Nous étions séparés par sa coiffure, une sorte de tour carrée sur laquelle nous faisions la dînette. C'est en p-i;v-T lo-ir^L!--:?;..' de cette façon que pe« Í- ' l i ' e p a rJcs de j'ai accompli rnes pei'.>;~r qu.î c'c^i du premières promenaparu 'v-i.'j.... Qu'elles des à travers les me laissent " KCLilczouks et les bazars meni leur dire que de Jérusalem, Ouarj'ai souvenance da connaissait beaud'une enfant bieu coup d'histoires campée sur ses petits merveilleuses ou termollets ous, très ribles, JVlon esprit brune avec des bouse peuplait Vite alors cles n o i r e s , de d'unanias de choses grands yeus. qui ,si fantastiques que prenaient tout sou la vie ne ra'appavisage et une fossette raissait plus qu'e au menton . Et, comme un conte de comme toutes les enfées et que rien ne fances 'heureuses, la me semblait plus sienne n'a pas d'hisnaturel que ce qui toire, l'était le moins. ParLa belle Jane Hatout je voyais des ding est enfant delà brigands, des sorballe.... L'admirable ciers, Longtemps j'ai interprÈté de Serge cru mon père^ maPjmna et du Maître gicien, do Forges débuta à «-Mûn père contritrois ans, et dans le bijaît un'peu à cela. Bossu, sur les bras Ei==¡.) ICI.Joíuít.)'."' (Cl. Chalîit.) Ji·í.m^J ZAiM.nii.LLI. Lui áüssf:áimait à M » t .Hatto. de son père, coméMÛiû HAûItTG. • mb,-conter- toutes dien très cbnnu, • • ^ sortes de légendes et à scvitir de costumes''magnifiques et divers, • M ' " H á t t o , la charmante artiste de l'Opéra, ne rêvait ni. de Paris puis souvent il'disparaissait de façon myst'ériéuse et devenait quelque ni dé gloire.';, et. jusqu'à quatorze ou quinze ans rien ne laissa prévoir taiïips après, escortéde Bédouins, l'avenir. Brillant que le sort lui'réservait. « Ces Bédouins ont'joué un grand râle dans mon enfonce. Ils exalM™ Juliette Toutain-Grün, le distingué compositeiir à qui les taient en moi l'amour du. merveilleux. Ils me' faisaient pèùr et femmes doivent de pouvoir concourir à présent pour le prix, de Rome, jouait ià Marseillai.ia à trois ans et demi..,, avec un doigt, fant-il m'attiraient.. Je les devinais'héroïques et puérils, chimériques et sauvages. Ils me gâtaient beaucoup et me" comblaséh-t de Présents : ajouter pou'r.ct're plus vraie. autrudie3j,jeunesgazelles,.-ct petites hyènes que j'élevais autbjberon IViagdelelhe Godard, là célèbre violoniste .et sœur de Benjamin et dont je faisais,m'es jduets; i» ! ' .-' • Godard, vécut heureuse avec ses parents fortunés et dans un inilieu Je veux, pour.terminer, parler.d'une personnalité qui, je le sais, artistique qui ne coiitribtta pas peu à développer spn goût, pour la est sympathique aux lectrices de FèJ)í!«íï : Séverine. njusique,... pour le violon plutôt, puisque, tout enfant, avec une Elle est douce, elle est bonnev J'ai 'entendu quelqu'un la nornmer obstination rare, elle refusa d'apprendre le'piann.'et ne devint une ia.bonne rfame ^e-P/erre^bníí,?,'parce qu'elle vit les trois quans de docile élève que lorsqu'on lui mit un violondàns.les mains, l'année à Pierrefonds, fé.dfée' de' Paris. Ce nom lui sied bien, je le Avez-vous lu les Charmes, le beau volume de vers de M"" Catulle • iiii laisserai; Que fut son enfance? Ce que Mendès? Dans ces pages exquises, délicates,. • • '^fut^tcJute sa-vie, tendre et compatissante. passionnées, vous retrouverez ia petite fille : Sx Et dites-moi si, dans la petite ñlle qui aux sensible et déjà si fière qu'était M"' Catulle » \ V ; • '"iMileries .se 'mêlait aux querelles enfantines Mendès.,.. Si fière qu'elle eût trouvé humipour-arracher le plus faible dos mains du liant, par exemple, de releveruna injustice, • plijs fort et qui pleurait de pitié et de rage une acctjsation fausse, préférant en souffrir ' rien qu'à voir soufî'rir un petit moineau, de toute sa petite âme trop tendre,,., si fière . dites-moi si l'on ne reconnaît pas là la qu'elle ne pouvait concevoir le mensonge et Séverine qui l'autre jour me disah avec un qu'elle écoutait alors toutes choses avec une doux sourire : touchante crédulité,... Aussi quelle déception « Non, je ne suis pas bonne...-. Ja suis — c'est chagrin qu'il faut dire — lorsqu'il encore moins une révoltée comme certains fallut enfin se convaincre par exemple que ont voulu le faire croire,... Je hais l'injusle père Noël n'existait pas et ne descendait tice et j'ai pitié. La première me révolte, la point dans les cheminées I ^• seconde m'attendrit. s> Elle fut d'ailleurs élevée par une marraine Cette étude forcément iticomplète met pour— jolie et si jeune ! —dans la croyance des fées, tant en scène une femme romancier (Gyp), une Kt l'enfant les cherchait partout : dans le calice femme poète (M*' Catulle iVlendès), trois comédes fleurs ou entre deux brins d'herbe.... Elle diennes (iVI"'" Judie, Jane Hading, Cora Laarrivait sur la pointe des pieds pour mieux les Darcerie-Richepin), deux chanteuses, IVI"*" Felia surprendre. Les fées ne se montraient point. i.itvine et Hatto, u n e virtuose, M"" Magdeleine Vo.usavezdû connaître ces déccpdons, clières Godard et une danseuse Zaïpbelli, toutes lectrices? Qui de nous n'a pas cru aux fées ef arrivées sinon à la gloire, du moins à la céléaux princesses des contes bleus ? brité. Nous avions raison. Notre enfance n'a tant de charme qu'à cause de la poésie que lui Et toutes se souviennent avec attendrissement ' i donnent toutes nos puériles croyances qui sont de l'époque charmante où les rêves ambitieux autant d'illusions. qui devaient être réalisés plus, tard n'étaient encors que vaguement formulés dai-is leur petite Demandez plutôt à iVl"^" Myriam Harry, à'qui cervelle pleine de songes merveilleux et de nous devons ce livre vraiment très beau ; la poétiques chimères ! Conquête de Jérusalem, quels rêves ont bercé [Cl. DiíLiquc) sa première jeunesse I Et si vous saviez quelle M " " Amka JldkT, M.AIUK L . i p a k c i î i u e , de Rosa Bo;ilicur par l'Impératrice, Cet événement impressionna beaucoup la fillette, et Jéi:i(iaJe sa carrière... Jusque-là, elle avait cru que les hommes seuls pouvaient être peintres. v; Ek bien, moi ausii, se dit-elle, je serai une i'eujme peintre,,., ungranti peintre, » Kl le s'est tsou parole. A propos de voc=ttion irrésistible, W" Cora La-^ parcpi-ic liî do thcntre en dépit de ses parents, très; hoatlli:s..., To'ùic petite, elle ne rêvait que de diéâlrc et jciiai; l a comédie avec ses poup¿cs. Je l'ai trop connue, elle est trop ma sœur pour (U 'o^ m 2 'a tims jnTEc M. n. lor^GWOfiTTi; DÉPVTE 7>EIA T>3VXIÈMF-'CITÎCOJV- SCfflPTTOTi B £ V .ce.que r.oa peut appeler une nouvellç sensationnelle. '; Rien de ce qui touche la per-, sonnalité énergique, intelligente et tout à fait originale de la fille du président .de • la •République des Etats-Unis ne saurait nous être étranger. Elle partage,.en effet, a^iec-. certains autres personnages contemporains,'la çhaiice — d'aucuns ; disent l'infortune d e n è pouvoir, se déplacer, écrire unç lettre-ou. se fairephotographier, sans^que la Re- ; nommée a u x c e n t ' b o u c h e s ' s ' e b - : pare-deicet ihcideiit, le• multiplie,- KampUfie et le répande à u i 'quatre coins du monde i : Donc j-niss Roosevelt,' •qui est-une fille du premier lit..de M. Théodore: Rooseveh,- est fiancée à M. Nicolas Lon.gworth,membr'e du Congrès pour là píemière circonscription de Cincinnati (Ohio). ,-, -, , , . • ' L'histoire de ces fiançailles est.bieri amusante et tout à-iait originale. La '-yqici dans toute sa sayenr": 'Vous n'êtes pas sans vous souvenir du voyage, retealissant, mi-politique, mi-artistique que 'Et miss Roosevelt au Japon, en Chine et aux PhilippinesM. Nicolas Longworth était un des passagers :du paquebot que prit, miss Roosevelt à .•ion,départ., La traversée était longue et pas^ sablcment monotone. Un bal ,Un concert? Une représentation théâtrale? Penh I /Aiss OILA ! L¿ damier portrait deia ¡ille du président de la République des Etais-Utiii. cij^cimAn (omo). '«l-'# • Roosevelt troitva ' mieux. Elle, fit, • apporter une immense piscined'eau douce au milieu du pont et dit au, député de la,première circoriscription.de Cincinnati (Oliio) : « j e parie que vous ne sautez pas là dedans tout habillé 1 » Le futur . fiancé hésita, — il y avait de quoi ! Miss Roo.sevelt n'eut point de tergiversation :'e]lepritson élan,sauta (en corsage clair et robe tailleur) . dans la piscine et y nagea joyeusement. Que fit le député.de Cincin- naiî (Obló')?'il n'hésita point et .suivit l'exemple si allègrement donné par k ,jeune Américaine. Miss-,Roosevelt, après,une- épreuve,de ce genre, ne devait plus avoir besoin de réliejiion.-Elle se décida à devenir plus tard réponse d'un gectiemah aussi galant que couraéeUx, . , . , ,Chaque peuple a une sentimentalité cou¬ . fqrme'a son, géfiie. spécial qui se,manifeste dift'ércmment : c'est le'poignard de l'Espagnol, la chaise do poste de l'enlèvement français, l'échelle de soie d e r i t a h e n , etc., etc. L'Amérique a maintenant sa piscine, pas plus ridicule, à tout prendre, que tellefigurcde cotillon où une jeune- filie, selon la bonne humeur et l'adresse qu'il montre, fait choix d'un prétendant. Ajoutons que' ce mariage rapproche de la France miss Alice Roosevelt, puisque celle-ci (U - ai. LOKCWORTK. • Leflfincéde Miss Alice Roosevelt. •(Cl.Nad.v.! Hl:at ET Iïlll«-R00SE7t:i.T. Alice Roasettelt à guatorKC ans et sa mère. devient.la belle-sœur du comte de Chambrun et la parente de M"i' Savorgnan de Brazza, . Oci annonce d'ailleurs qoe dans le voyage de noces que fera la jeune M""" Lonpvsforth, Paris ne sera pas oublié. H. MOSAKDUS. o M-O CO,flTESSE DE CHAÎIUEON. Née Longworth, est la soiur du fíancé de Miss Roosevelt. E>2 'u 3 'a A princesse Victorift-Engénie de Baueiiberg, qnei'on appelle, dans la famille roj-aie d'Angleterre, du Oli nom d'Ena, est la petite-fille de a reine Victoria, la nièce du roi Edouard VU et lafille de la princesse Béatrice, veuve depuis 1 8 9 6 du prince Henry de Baitenberg, qui était, de son XIII, „o> Ï ^ ' E S P A C K F vivant, gouverneur-capitaine de l'île En imi/orme de\'énéroÎl Allah. L Cl.H„¡rl,«MMulll.s.) LA pruMCCSSIl E S A DE BirTENÙERC. La fiitvre reine d'Espagne. <CI. Ilucbcs el I,fii11ii[s.| PMNCBSSE BÈATlîlCE. Mére de la fiancée, veuve du prince Hsnrv de Battenberg. de Wight et colonel dans l'armée anglaise. La future reine d'Espagne est née le î 4 octobre 1 8 8 7 au château deBalmotâl.EUe entre donc dans sa dix-neuvième année. Sa marraine, l'ex-impérairice Eugénie, mettra dans • la corbeille de noces plusieurs millions. L'attachement de la veuve de Napoléon 111 pour sa filleule estd'autant plus grand que la princesse Béatrice avait dû épouser le prince impérial, mort si prématurément et si tragiqTiement. La maison princière d e Battenberg estd'origine récente. Elle date du mariage morganatique du prince Alexandre de Hesse avec la comtesse Julie de ' H a u c k e , princesse de Battenberg, fille de l'ancien ministre de la Guerre etvoïvode du royaume de Pologne. De ce mariage sont issu.-;, outre le prince Heuiy de Battenberg, père de la princesse Enailc prince Louis-Alexandre, contre-amiral dans la marine britannique ; le prince Alesan- ,,. LA paiNciîSSE E E A C E B A T T E M E E U O • ' h l'âge de s e f ^ c ans. GoiTACE D E L ' J L E m dre-Josepl), qui régna, s u r la Bulgarie jusqu'en iSaSjépousaeosutteunecanlatrlce, se lit appeler le comte de Harienaujdevint colonel dans l'armée autricliienne et mourut en i8g3. Son plus jeune frère, François-Joseph, a épousé u n e princesse de Monteiiegro,sœurde la reine Hélène d'Italie. La princesse Ena de Battenberg a PBIKCÏ H E N S Ï D E EATrENISÈaG. Mort en iSgâ. Pèrc_de la fiancée. Wisiir Ou s.ecoHlèrent les premières années de la fiancée du roi d'Espagne. trois frères ; le premier, Alexandre-Albert, aura vingt ans Cette a n n é e ; le prince Léopold en a dix-sept ; et le prince Maurice e s t n é en iSçi. La princesse Béatrice habite avecsafllle, àLondres, le palais royal de Buckingham, et, dans l'ile de W i g h t , le chàleaw de Carlsbrook, Elles passent généralement l'hiver à Cennés. Le roi E d o u a r d Vîl, d o n t la p!us jeune fille est aujourd'hui reine de Norvège, s'esi montré très favorable à l'élévation au trbne d'Espagne de s a charmante nièce Ejia. U n'y aTïiit q u ' u n obstacle A cetteuniOQileroi AlphonseXUI est catholique, la princesse . Ena p r o t e s t a n t e ; mais la jolie petite reine future consent 4 l'abiurátion. . L'Espagne désire de t o u s ses vœux ce mariage, qui aura . lieu satis dûtitc avant l'été de cette année. La princesse E n a étudie, en attendant, l'espagnol avec ardeur. (U - o D e NiELlES. ¡3 3 3'une Prison S.-B. Sehksinger L'émotion pd .« déga/rc du pnimc et de la musique qui l'accompagne esplique le succès qui accueille ce lied dans tous /e.T salons où il est chanté. ette 'mélodie, écrite sur les célèbres C paroles de Paul Verlaine^ est l'une des plus folies qu'ait écrites, le' délicat composi- ^ leur qui a nom Sébastian B.' Scklesingsr, % im m ® ® © CHAKT 76 m •PIANO • ^ ^ ^ ^ .cielestpard655ugl9 ^ ^ Joli ^ ^ ^ ^ .tiièii si i 9 eaUme ü n ^ sr.brepardessus!a sa, pal pal toit . me. me., , ^ U ' ^ BÎoolie ^ M LU., dans la ciBi qu'on _voil I I - - n o u . oe _ ment M VA ^ 1 J M TJn úi.eeausitrl'artogu'Dn u-i ' l 1 d j ' ^^^^'^'^^· voit Ciïaû.tû . aa PJ 1 r» 'Kl- 1' ^ r d 1 •"^ "E n cJ-o r e p¿yr—=—1 l u g lent i 1 - 1 1! n i - — 1 _ ,1 .• j'f 1 J 8 " i 1 U á peu p l u a . v i t e . . I ,1. -1 1 L_ , 1 . - ploin i .t - - t - i 1 Ita f to, i _ J J 4 3 r ^ j ^ ¿ . . i , i n " M La ^ Bor_oQ Si Rit. m caatnbile \Á—t , . ( . • v i l .. - EJ^ d é p ô t A 1, S o d i M musLciite (S, A s i r u . Cl C ) , P a v i U m d a I l a n J v r c , 'u le sounentr du fiancé brillant officier de l'armée des Indes, dont le retour est •proche, et qui Vient en effet rejoindre la malade à Hyéres, où elle s'est résignée avenir 'passer l'hiver, loin du bruit, sur une colline dominant la fille el la mer. Le bonhejtr de la malheureuse, it l'arrinée d'Harry Astler, n'est ms sans mélange. Une atroce inquiétude vient Í a troubler. Et c'est la présence de Gladys,amie d'Ellen, charmante mais un peu volage, conduite là par le hasard, qui la provoque. Gladys est si jolie l.. et Harry, séduit par sa beauli, résiste mal aux coquetteries proï^Ocanies de la jeune fille. Ellen, désespérée, provoque Une explication décisine. piUiynàie phiisií qui amparta son pire, .us deux soiurs, son /rire... î.ndy ¿íornsbr, sa mere, une ricfiissime An¿•¡aíss, /ait a'pnel à la science du cétibre doc teur Harmemy. Celui-ci lui reproche de ne pas avoir le courage de s'opipúsér aux caprices aanr gereux de scn^enfani ^ui l?rúle same au gré ao ses plaisirs et de ses fantaisies.:.. Les prescriptions dusavanl praticien sont rigouretises-: s'y soumettre est pour la malade sa dernière cítame de salut. Aussi la malheureuse mère s'efforce-, t-elle de décider sa chire Ellen il l'abandon des joies mondaines qui l'épuisent, qui hâtent le. déitmisment fatal. Elle y parvient en évoquant VIII • TROIS DAMES lîAKS l'ÎLE. donner? Vous ne m'avez pas gâtée aujourd'hui! — Oui, je S a i s ; j'ai eu tort. Vous allez tne reprocher Gladys. —• Ai-je prononcé le 'nom de Gladys ? I! ne s'agit que de nous deiix, de moi surtout. Vous partez demain;.ne pouvez-vous me donner une heure? Qui sait si nous nous reverrons jamais? — Ahl vous voilà bien. — Oui. qui sait si nous nous rcvorrons jatnais ? itisistait la voix alentic d'ElIen. Vous n'avez pas une heure à nie donner? Si, n'est-ce pas?Tenez, je vais allumer une lampe», et la jeune fille se levait; « c'est lugubre, ces bougies! on dirait une veillée de mort, » Harry s'était asslsà l'autre bout de la table. Impatienté,' ses doigts en tambotitinaient le rebord, « Ça va donc être long? — Mais asses, répondait Ellen en venant s'asseoir; nous allons'agiter des choses graves. — Si graves que cela ? OE L - A . A Í I L B Ü C E L , . . » — Mais oui, puisque je viens les traiter la nuit; et même assez difficiles à aborder. Aussi, pour m'aider, j'ai apporté un livre»; et la jeune fille retirait de son corsage un petit album relié en tnaroquin vert. « U n livre! vous venez me faire la lecture maintenant! —Oh ! trois cents lignes au plus. C'est un petit conte de moi. — Un conte de vousl Vous écrivez donc, maintenant? — Il faut bien passer le temps! Une malade! — Ah ! c'est votre journal de jeune fille ! U fallait le dire — Non pas ; ce serait bien monotone, mon journal; il n'y a rien dans ma vie; C'est un recueil de contes. Vous savez qufe dans la famille nous ayons la manie d'écrire. Mon frère Edwards a laissé un très intéressant journal ; rnais moi, qui ne suis qu'une petite fille, j'écris des contes, des contes imités de Gabriel Dante Rosettt et de notre Swinburne. — A h l vous lisez Swiiihurne; vous êtes devenue tout à fait femme-auteur? » Ellen ne relevait pas l'impertinence. «Cousine, est-ce que matante sait que vous écrivez? — Non, mit mère ne sait pas tout ce que je fais ; mais mon mari l'aurait su. Ecoutez mon conte, Harry; c'est le dernier que j'ai composé : je l'ai écrit ici, je l'ai rêvé dans les ruines du château. — Ahl — 11 faut bien faire quelque chose pour les enfants, n'est-ce pas? » Et la jeune fille, ayant approché la lampe, commençait d'une voix calme et grave. Harry Astler se déshabUlait, • Il avait soigneusement amorti le bruit de ses pas en montant l'escalier. Une légère angoisse • lui avait serré le cccur en entrant dans le silence de la demeure ; la maison était comme morte, toutes ses fenêtres éteintes, • et pourtant il avait cru entendre se rel'er' mer line croisée derrière les persiennes closes, au moment où il prenait congé • de Gladys; mais.sûrement il avait rêvél... Quelquedomestîq tie,peut-être. La chambre d'Eilen donnait sur la terrasse de l'autre ' côté de.là route; il y avait beau temps que •toutes les femmes de la maison étaient couchées, lls'étaitglissé comme un voleur • dans la solitude du vestibule et avait esca-, *MA0S, ELLEB, C ' E S T ' ladë à pas de loup le bois craquant deb marches, et maintenant, la porte fermée, le verrou tiré., il.se dévêtait dans petite chambre claire que lui avait donnée lady Horneby, Il avait allumé trois bougies'et, sa tunique déj^ ùtée, il dégi-atait devant la glace ie satin noir de son hausse^col. Un léger bruit lui faisah dresser l'oreille ; on heurtait timidement à sa porte. En effet, quelqu'un était là. « C'est vous, ma tante?» disait-il én allant ouvrir; il croyait à une visite de lady Horneby ; il se savait en faute et s'attendait à de justes-remontrances. • •« iNon, c'est moi I moi, EUen! » Et la jeune fille, demeurée blottie dans l'ombre, pénétrait, svclte et vive, dans la chambre de l'officier. Harry avait un mouvement de recul. C'était elle, toute blanche dans une longue robe d'intérieur de soie molle; elle avait jeté un grand manteau de drap blanc sur ses épaules. La gravité de ses yeux; démentait l'enjouement de son sourire ; il y avait comme une décision écrite^ dans l'ensemble de ses traits. « Remettez-vous, Harry ! Quittez cet air" efiFaréI.,.Oui, c'est moi! J'ai à vous parler.» La jeune fille avait refermé la porte. «Vous m'avez attendu, balbutiait l'ofTicier; au moins vous n'êtes pas malade ? — Non. Oui, je vous aî attendu, puisque j'avais à vous parler. ».Harry Astler sentait sa tête chavirer. & Mais ici, dans ma -chambre, Ellen I vous n'y songez pas?Si votre mère soupçonnait,.,. •— D'abord, elle ne soupçonne pas; elle dort, pauvre mèrel Elle est si TKOIS DAMES DANS L'iLlt. fatiguée i Nous lui avons, vous et moi, donnéquelquesémotions aujourDans un Jardin d été trois dames sont assises, trots dames an jeud'hui... . — Mais.... — Il ne peut y avoir d'inconvenance entre nous, nesse et de beauté, toutes les trois vitties d'étoffes fleuries et de nuances Harry; .ne suis-jepas votre fiancée? — C'est justeraent cela.... —Mais • à la /ois si douces et dé/aillantes que le regara semble s'y caresser; une fiancée.si platoniqueI Croyez bien, mon cousin, que je ne . leurs pieds nus reposent dans l'kerb.e et, derrière elles, de claires serais pas ici si vos regards ne m'avaient avertie que je suis ici roses tremieres érigent leurs ikyrses oii des Jleurs de soie se. fripent chez le plus loyal et le plus dévoué de mes amis. — Ohl cela, et se déploient, rouges comme le vin nouveau. "EUen.... — J'ai dit de mes áinis », et la voix de la jeune fille se nuançait de tristesse. «Nulle part je ne me sens plus en sûreté qu'auprès « En effet, tout à fait du Swinburne I Vous avez de la mémoire, dç vous. Vous ne m'aveï pas dit de m'asseoir, Harry;j"e Iefais.»Et, preEllen 1 — Ne m'interrompez pas et laissez-moi lire ! » La jeune : fille nant une chaise, la malade s'installait auprès de la table. Elle s'y accoureprenait. dait dans une pose de nonchalance et, élevant vers son cousin la pureté 'desonprofil : «Allumez donc uhequatrièmebougie! trois lumières, cela Elles se dressent si claires dans le bleti du ciel d'août, íes hautes porte malheur. — Mais, Ellen, c'est de .la démence 1 faisait l'officier roses tremieres, que l'on dirait des cierges allumés en plein midi; à 'interloqué de cette assurance et de ce naturel. Songez qu'il est plus de l'horij^on, k bleu du ciel baise le bleu de la. mer qui yerdoie: et, sur le dix heures et que vous êtes dans ma chambre. Allons, assez d enfanrivage liséré d'argent, le bleu vert de la mer se confond avec le vert tillage ; il faut rentrer chez vous. —'.Il n'y a pas d'enfantillage ici, des prairies ; il y neige des aubépines roses, qui sont des pommiers Harry; je vous assure que c'est très sérieux. Toute la maison repose, tardifs, et des pommie>-s nains, qui sont des aubépines précoces. Des moutons errent dans la prairie et sur les flots en lapis-la^uli s'ar' rotidilla voile d'une blanche galère; mais ks troisdames, ledos tourna au paysage, ne s'inquièténl ni des troupeaux épars, tels des flocons « Oçstla dernière soirée que vous passez ici; ne pouvez-vous me la d'écume, ni de la galèn à la proue recourbée, tel un cygne. (I) Vûir Feminn depuis l e i " octobre. (U o ^ ^ 'u ..... i^. 3 'a souvenons de Florence I N O U S avons vu les Primitifi^! » souHait l'officier. Ellen le faisait taire D un geste. : « N O U S NOUS La première tiçnt à la main un sistre un petit sistre en forme de ccturUoni les cordes sont autant de fils d'or; et ses yeux bleus., du bleu des pervenches d'avril, s'danguissent de mélancolie. .. • . . «Votre portrait, cousine! — Si vous voulez, » '{ Elle est la plus pâle des irois, et sur sa robe, du vert changeant Hes • mers d'orale, s'efeuilleniçà et là des bouquets de molettes mêles de fleurs d'iris. Son mile bleuâtre a glissé le long de ses épaules, ses épaules frêles d'une blancheur d'hostie, et de ses doigts exsmgues, alourdis de joyaux, elle'tourmente indolemment les cordes d or du • sistre en marmonnant tout bas des lambeaux de chansons. ' ; C'est l'Espérance, « Une bien belle dame I » soulignait Harry, , •/ La seconde, gainée dans une longue robe de brocart d'argent qiii la fait ressembler à un lis, ouvre tout grands deux yeux profonds, deux yeux pleins d'ombre dont le regard brûle et défaille eomiiie une Jîdmtne sous lapluie. • / «Vos yeux, Ellen I» La jeune fille haussait les épaules, « Vous tra¬ vaillez diaprés vous-même; vous êtes la M'"" Vigée-Lebrun de: là plume. » La jeune, fille poursuivait, . Un lourd ceinturon bossue de rubis étreint sesfla'ocs si sîriciemenl • qu'il îss meurtrit; et, couronnée de bleus chardons des dunes, elle n'en sourit pas moins sàus le feuillage déchiqueté qui la pique et, toutiS. la fa^B'extasiée, elle appuie sur son cœur une gerbe 'des mêmes ch'ar^ • dons bleus et de branches de houx, «Oh'i imaginative que vous êtes! Vous avez le cuLte de la souf- • • france,—Peut-être. Mais laissez-moi vous lire. » , Un ciboire est à ses pieds, qui luit dans l'herbe, enrichi de pierreries; et des rubis scintillent dans sa coupe, des rubis ou du sang. La face de la dame resplendit toute rose, toutes roses ses épaules, toute rose sa gorgé dans sa robe d'argent; mais il y a'des fleurs rouges dam 'les.plis de rétoffe,.otc sa main appuie les chardons et les • houx, et parfois c'est la robe entière qui devient rose, tandis que le visage, les bras nus et la gorge blêmissent et que la chevelure couleur de ténèbres devient soudain rousse, rousse ou rouge de sang. C'est la Ferveur: « Mais je ne vous soupçonnais pas ce talent d'écrivain. » La troisième, hautaine au profil délicat, avec une bouche charnue, ' les ailes du he^ mobiles ^t des veux de caresse...: •• . • « Mais c'est Gladys, cette , nait. FOIS 1 » S'exclamait l'officier; et Ellen repre- ...La troisième, hautaine au profil délicat,... peignéavec un peigne d'or une longue- chevelure jaune parsemée d'éscarb'ouclès. • « Une chevelure jaune 1 non, ce n'est plus Gladys. Je retire ce que • j'avais DIT. » •. .,, Ellepeignesa chevelure et rit de foutes ses dmitsàun miroir pâli qu'encadrent dejix vivires ; elle tient le clair miroir à la hauteur de ses lèvres, et sa nudité ondule et frémit à travers les mailles brillantes et bruissantes d'un étroitfilet d'or. Des aigues-inarines, des émeraudes et, des opales, toute ime forai' son de gemmes translucides et changeantes, ruissellent le long de ses bras nus, de ses seins et de ses épaules prise.^ aux mailles au filet. Elle a des bracelets aux bras et des anneaux aux chenues et des bagues aux orteils; tout en elle est reflet; lueur et rayonnement, mais entre ses seins jaunit un bouquet de roses sèches, et son rire sonne faux, et faux le cliquetis de ses joyaux scintillants. C'est l'illusion. '•'.'.' « Notre MAÎTRESSE à.TOUS,» Et l'Espérance, dans sa robe verte o i t das fleurs se fanent, maigrit'at pâlit chaque jour; elle se lasse d'attendre celui qui ne vient plus et de chanter des chants que personne n'écouté; une inortelle'tristesse envahit ses yeux bleus, son f rôtit de jour en jour fléchit, fléchit plus • lourd sous le ruisseau de ses cheveux d'heure en heure plus jidles. , . . . Ses mains exsangues n'ont ntêtne plu.v'la force de rattacher son voile, son voile trqnsparent couleur de ciel et d'eau derrière les plis duquel l'Espérance apparaissait jadis, désirable aux hommes, aux hommes qui l'oublient. Bile les a trompés si longtemps. La Ferveur, dans sa robe de neige ensau' • glantéa, elle, continue, indifférente à tout, à se meurtrir la poitrine et les tempes; sa soufL ' Ó F F I C I E I Í S E PEBCHAir france l'exalte, et sa chair éperdue de cruelles , „f fláfñille délices palpiteJJ Que lui imporlc à clic la galère et se:i ^''''-'^ ^'•'1'= '^'•'^«•^e l,^^. prolongeant son elle aime sa torture et boit, dans k aboire bra,^iZZ';,.s. .<,on propre propre sang sang qu qui lafait vivre. :£nt'deprerVeries.,.m douleur et s' àplJsir, «L'AïssaouadiT trio», goguenardait le jeune honime. Quant à musîon, dans sa f - í ' ^ . ^ r ' ^ ^ f i r ^ / í í ^ í i ; " / í í ^ f ^ s'eíf appelée Circe et^atypsu, ti f-„„,.^„ .... .. , - . . . . ,^ des mensonges et des fables, ne croient plus aux baisers. Seule dans son {le, ou iwl vaisseau n'abordera plus, elle s'affok devant un miroir, éprise qu'elle est de sa forme mine, elle s éblouit les yeux de l'éclat de ses joyaux et se grise l'oreilk de leur froia cliquetis. • Ei entre deux rires elle pro.clame, orgueilleuse : « Je suis l'Amour et là Jeunesse».. Et ia Ferveur répond, les prunelles agrandies, baU butiante d'extase -• « Ma plaie m'enivre, f aime et je vis ». tandis que l'Espérance, morne, attristée et lasse, secoue sa tête blonde et dit: «Je n'attends plus-a. Et l'innocence des brebis bêlantes et des agneaux errants dans file anime seule les pelouses et les vergers en Aeurs oà ihoinme de ces temps ne vient plus, - Dans un jardin d'été trois dames sont assises, trois dames de jeunesseet de beauté, toutés.les trois vêtues d'éioffesfleuries. finit „ . une variante,—Et laquelle?» . . T le Jeu de sa cousine pour dérouter les soupçons. « Je ne 1 ai pas encore établie dans sa forme définitive, ma.h en voici à peu près le •ond. Un jeune étranger >bûrde dans l'île; il la visite et la traverse eu tous sens, mais ne remarque pas les trois dames: il ne voit pas plus l'Espérance que la Ferveur et pas plus ia Ferveur que l'Illusion, mais elles ont suivi du regard le visiteur; et, quand l'étranger remonte dans sa galère, leurs yeus à toutes trois se rencontrent, et elles se voient telles qu'elles sont. Elles s'apparaissent décrépites, fanées, amaigries, exténuées et défaites dans leur inutile attente et l'inahité de leurs rêves stériles. Elles ne s'étaient jamais regardées, absorbées qu'elles étaient chacune dans le mensonge de leur extase. Elles s'apparaissent, telles qu'elles sont, corn prennent l'indifférence des hommes et leur solitude, mais, incapables de se mentir plus longtemps à elles-mêmes, elles penchent doucement le front et se laissent mourir, pareilles toutes les • trois à des lampes q t i s'éteignent..,. Et tous ces préambules, mon cher cousin, pour vous dire que vous ne m'aimez plus et que je vous rends • votre parole.» • • . . La jeune fille, s'était levée ef, toute droite dans la lueur de la lampe,, souriait d'Une lèvre triste. « Votre paroleI mais vous êtes folle, Ellen I Je ne vous comprends pasi s'indignait le jeune homtne, levé, lui aussi. « Si, vous me comprenez. L Espérance, la . Ferveur et l'IlluBion sont mortes. A quoi bon mentir à ces cadavres?— Maïs je vous assure, Ellen.,,, — C'est un peu de mon ârne que je vous ai montré là. L'Espérance, la Ferveur et rlllusioa vivaient u n peu en moi, dans l'enceinte de ces ruines ; oh I d'une vie bien fragile et bien précaire! mais elles vivaient enfin. Aujourd'hui, elles ne sont plus. Quelque chose a passé qui les a efFeuiliées comme des fleurs sèches. A quoi bon prolonger un mensonge qui ne les fera pas revivre? — Mais vous vous méprenez, Ellen, Je vous aime. — Oui, je sais, comme une malade et comme une sœur, mais plus comme une fiancée. Vous '• ne savez pas mentir, Harry, et je vous en sais gré. Tout le monde ici ment, autour de moi ; ma mère, le médecin. M " ' Ayrargues aussi; . et moi, j e mens tous les jours à maman, et cette comédie, à la longue, m'excède et mefaitmal. Vous, au moins, vous ne mentez pas 1 vous ne savez même pas mentir, Harry. C'est pour cela queje vous aiine et que je suis venue causer en toute sincérité avec vous. --• Mais c'est de la folie,Je vous j u r e . — Non, c'est de la clairvoyance. On ne trompe pas une femniieamoureuse, et je vous aime encore. Voilà pourquoi je vous rends votre parole. Je vous veux neureux et vous ne pouvez plus l'être avec moi; — J e vous prouverai le contraire, — Non, Harry;pour ces sortes de choses, la volonté ne suffit pas. Je ne veux pas être U N cher devoir; je N'accepte pas votre pitié et je ne VEUX pas abuser de votre belle âme. » ' • - Le jeune homme reconnaissait les phrases insidieuses de miss Harvey. «'Vous avez entendu? • ^ Les malades ont l'ouïe trè-s fine. — Vous étiez là? — Peut-être, — Alors vous nous ayez épiés, vous, Ellen? — On défend son bonheur comme on peut. Vous voyez que je n'ai pas su garder le mien, » • L officier s'était emparé des mains de la jeune tille. « Ellen, je vous défends de parler ainsi. » 'o^ (A suivre.) SCSI L A M.lLABl; S T 'LA E A I S A I T L O K G U K Í L S N T S U E L E TOONT, JEAN LoTiRAiK (l). ( 0 Fcmina est u n s des très rares piiblications p i r k d i q u c s n e d o o n i n t q u e des romans et d e s ariiclis i n i d i t s « spàeialemcnt dcrlts pour ses lectrices 'u • sur la Glace — U saison d'hiver, la Suiise, iijonciée l'été de tourîsltsqui móntenla l'assaut des pics eétèbriii, possède toute une série diiivernctirs qui, à Davos ou à SaintMoritz, supponent les plus durs frimas pour >;e livrer sans contrainte cï avec passion à leur sport favori : le patinage. Ï,C5 grands hôtels restent occunés par une foule cosmopolite : les Anglais sont nombreux et les ¿ Suédois qui viennent prendre part ^ aux championnats de patinage ' organisés sur les lacs, et de l'Amérique même viennent des athlètes célèbres qui disputent la victoire à la vieille Europe. iWais le sport, grand maître, n'est pas seul maître. Tous ceux qui restent pendant la saison dans les stations hivernales ne sont pas toujours des champions; et les jeunes hiles Scandinaves ou anglaises dout.le teint rosit aux piqûres du froid • n'ont pas toutes le souci de revenir à Stockholm ou à Londres avec le prestige d'un triomphe sportif. Il y a bien des c h a m p i o n n a t s de femmes, mais ce sont pour aiâsi dire des protessionnelles qui les disputent, et les . misses blondes qui glissent sur la glace éblouissante ne cherchent pas toutes à battre des records ou à faire des prouesses. 11 s'agit principalement dese divertir, et c'est pourquoi chaque année on organise à Davos ou à SaintMorttz de grandes fêtes un peu sportives, mais surtout élégantes et fantaisistes, qui per¬ mettent à tous et à toutes des triomphes plus ihondains. L'élégance, d'ailleurs, est un peu particulière : il ne s'agitpasd'exhiber des fourrures coûteuses et de promener sur la glace des robes, chefs-d'œuvred'habiies couturiers; le costume est tout à fait spécial et les fins cheveux blonds s'échappent à peine en mèches folles des asse-monlâgnes strictement clos, tes jerseys épais, des manteaux solidement boutonnés, des jupes courtes et, sur les bas de laine, de robustes brodequins lacés; les echarpes et les cache-nez qui volent à la bise, complètent lecostume des grands jours de SaintMbritz, Mais, malgré tout, lés jetines filles et les jeunes femmeis ont sous cet accoutrement plus pratique qu'élégant une grâce et une légèreté infinies. A les voir glisser d'un mouvement harmonieux et souple sur l'étendue unie, on le.i devine fines et nerveuses M•.^·l!.^^•í Aiieléenpar quatre, des Jeuiies femmûs se disputtîfit la i^ictûîre. Le ichaggan de toutes les files àej'hiver suisse n'est pas oublié. ¡I s'agissait de résoudre un problème facile et de rejoindre le but. E Les jeunes filles poussaient, ce véhicule dangereux, des petits garçons qui n'étaient pas l¡ l'abri des chutes. TATÍA'EVSES. — IOT GYJtr- sous k s vêtements, et le sourire garde tout son charme et toute sa grâce féminine au bord des yeux profonds et bleus, sous les cils oCl s'accroche un diamant de givre. Les hommes en culotte courte filent sur les lames, s'entraînant pour de longs parcours, ce pendant que les femmes font des dehors ou des huit, qu'une chute anodine vient troubler quelquefois. Cette année, on a organisé à Saint-Moritz un gymkhana qui a obtenu le plus grand succès. Tout le monde a assisté pendant l'été à ce<; divertissements de grand air, où l'on imagine en quelque sorte des figures de cotillon qui permettent aux jeunes' gens et aux eunes filles de moiiirer leur habióte et leur adresse. Les gymkhanas du Racing-Club, ceux du Tennis-Club, ceux du Polo de Bagatelle sont particulièrement suivis ; celui de Saint-Moritz cette année avait attiré tous les hiverneurs de la région et il a laissé un souvenir inattendu et charmant à tous ceux qui ont pu y assister. Des figures relati¬ . vement faciles quand on est sur le gazon de Bagatelle ou du Pré-Catelan devenaient particulièrement difficiles sur la glace, et de nombteux cris de joie ont souligné souvent des chutes inaitendues qui culbutaient les plus fines patineuses et les plus réputés patineurs. Une figure entre autres, qui est extrêmement facile sur la ten;e ferme, a suscité des rires sans nombre. Des chaises étaient rangées eii demi-cercie autour d'un point central d'où le départ était donné aux patineuses. Il s'agissait de gagner la chaise, de s'asseoir en croisant une jambe, de ariilbnner une pensée sur un bout de papier et de revenir au point de départ. Ceci semble assez simple; mais, quand les patineuses se sont assises, k jambe qui reposait sur la glace, entraînée par le poids de l'autre, partit en avant surla lame du patin, et ce n'est qu'au bout de deux ou trois essais que les plus heureuses parvinrent à un résultat brillant. Une figure presque semblable obtint un agréable succès, d'autant que la difficulté était plus grande encore. On avait remis à chacune des concurrentes une enveloppe fermée qui contenait l'énonce d'un problème rolative- - Si o ¡3 saient, comme-un traîneau improvisé, les patineurs. Ceriains sièges ne résistèrent pas au dur travail qu'on leur avait imposé.. La course par équipes tut plus sportive ue fantaisiste, et. dispuiéc sur une istanee as-sez considérable, clic permit aux meilleurs patinenrj de faire a |) Co:IR.SI! l'AK ÉQUIPES. La cours? par équipes relamit plutôt du vrai sport qiie du sport gai; et ce sont de véritables spùrtsmen qufonî triomphé, ment facile. Les jeu,ñ£s filles prirent leur départ, parcoururent quatre cents mitres à grande allure, puis s'assirent sur la glace. Là, ils'aaissait d'ouvrir, l'enveloppe et de trouver la solution du. problème, puis, après avoir écrit tant bien que mai cette solution, les jeunes filles devaieni regagner le bul, et la gagnante a été non seulement la plus habile patineuse,, noais là plus perspicace niathcmaiicieiihe.' • Dans la hâte qu'elles mirent à se relever, quelques-unes enc'ore connurent les mauvais instants d'une glissade inattendue! • U n n U t n é r o e u t u n succès inoui': celui Étant donnée iaposition des. patineurs, nos lectrices ne s'étonneront pas de voir que les Jeunes femmes n'ont pas participé à celte épreuve. de la co.tarse des pelleS. Un jeune homme etune^jëune fille formaient equipe, munie' ti'une large pelle en bois. La jeune fille d'abord s'assit sur la,pelle et,, preuve de toute leur virtuosité, poussée par son cavalier, gagna le but assez éloigné ; là, changernent : joh mouvement vif et cadencé, s'élancer les couples sur la glace. Le le cavalier reprenait la place de la jeuhe fille, qui à son tour poussait corps incliné en avant, les mains unies,1es patineurs, ii leur retour, vers le point de départ la pelle et le patineur. Au moindre heurt, la donnaient une impression infinie de légèreté, de grâce et de souplesse. pelle s'arrêtait net, et l'infortuné voyagetir, suivant la lancée, s'allonL'inévitable toboggan, joie des hivers suisses, ne perdit point ses geait sur la glace. droits, mais il eut un sort particulier. Dos â dos, un couple s installait Une course semblable eut lieu, mais cette fois, ce fut de petits sur ie petit traîneau, et l'homme, à grands coups de patins, s'efforçait garçons qui furent traînés par les jeunes filles, et les grands cris de de l'aire avancer sur la glace l'instrument lourdement chargé. frayeur et de joie qu'ils poussèrent donnèrent à cette partie sportive Les courses d'eiifants n'eurent pas un plus tiède accueil, et une allure de jeunesse toute fait réjouissante. Les petits cavaliers, c'est après une journée bien remplie et particulièrement brillante qu'on chevauchant le manche en bois et mal fixés sur la selle, se cramponrentra, lanterneseii mains, dans les hùiels de la ville. naient de toutes leurs forces pour éviter les heurts fâcheux, bien vaiMais, sans contredit, .le numéro qui déchaîna des rires et valut aux nement d'ailleurs, car, moins habiles que leurs aînés.et peut-être plus concurrents les applaudissements sans nombre du public prodigieucraintifs, ils entraînèrent dans leurs c lutes les charmarites sponswosement amusé, c'était une course par équipes réservée spécialement men qui se disputaient la victoire avec une folle ardeur. aux hommes, et nos lectrices ne s'étonneront pas d'apprendre que Attelées par quatre, avec des les jeunes filles aient dédaigné guides croisées tenues en main celte épreuve. L'un des patipar un patineur, les patineuses neurs, au lieu de meitre des eurent encore à disputer une patins à ses pieds, en avait épreuve difficile : .il s'agissait chausséses mains, et, la tête en non moins de sélectionner les bas, les pieds soutenus par son plus rapides d'entre elles, que coéquipier, tous deux devaient, decoiijposcr une équipe homodans cette attitude bizarre, pargène permettant un effort d'en¬ courir cinq cents mètres envi. semb e. Et e'e!,t l'une des ron. Certaines équipes firent équipes qui paraissaient avoir des prodiges, et l'étonnement fut les moindres chances qui,grâce d'autant plus grand de voir à des qualités communes, d'aussi habiles concurrents, arracha une diiTicile victoire. que les spectateurs pré.'ients se Le conducteur lui-même avait rendaient un compte exact de le rôle délicat de maintenir son la difficulté que comportait cette attelage, et son habileté entrait course bizarre. pour une large part dans la Il est assez curieux de consréus.site. tater qu'à cette époque de l'anIl y eut aussi la course classinée, dans les stations suisses, que de l'œuf dans la cuiller, et les Français et les Françaises le plus diificlle était certainesont infiniment peu nombreux. ment de ramasser l'œuf surla La dureié du climat, si sain glace, quand une chute ne cependant, leseffraiesans doute, Pavait pas brisé. et ils préfèrent à l'âpre plaisir La course des chaises obtint du patinage les randonnées en un plein succès ; les jeunes automobile au soleil de k Côte filles étaient assises sur des L'S CIlATSE-rCAIKEiü. d'Azur. telle course fut une des plus réussies et elle permit aux meilleurs patineurs de chaises très légères que pousremporter une victoire disuutée. M a x RiviiïitE- • [ 3. .^i ^ 1 i \ i 5S AUTEUR & INTERPRETE . w. S E 0 7 Î G E S QTiT<-ET ET íí"" TMKE JíJÍDim, vmreXl1{ m -• MAtTTiE DE r0J{GES-, HACONT£TiT LEUR'CJlTiiilÈKE ET TJ[ CtVE-Bm CT{-ÉATRlCE MÍX lEi^TT^CñS VE F E M I N A . il Si » HEZ l'auteur du Maître de Forges, la veille de la reprise de Serge Panine à la Gaîté. La pièce est petite,chaude, coufortahlc,.., 11 doit y faire bon penser et travailler, C'est là que Georges Ohnet pense et travaille. J'entre. Deux personnes causent doucement: fauteur et sa belle interprète, M™" Jane Hading, Et de quoi causeraient-ils? sinon de îareprësentaiiondedcmain.du la pièce, de leur pièce, puisqule, lorsque auteur et interprètes'entende ;it si parfaitement et sont aussi satisfaits l'un de l'autre et C Sortant de son hôtel de Neuilty-sur-Seine. ' Dans le saton du magnifique hôtel dû M. son iKTEBptiÈTE, Trudaine, OÍL l'auteur de Serge Panine a accumulé les œuvres d'art, GEOKGES OHNET ET l'aitenue que leurs efforts réunis donnent un aussi gros succès, il y a part ésale au Mariage, de Gyp,.., Il y avait quatre ans que j'étais à Paris; dans les bénéfices, u*est-il pas vrai? et c'est une véritable collaboje jouais l'opérette à la Fîenai'ssance, au Palais-Royal.... Kt puis, à la ration, suite d'un accident,, j'eus la voix abîmée. Qr, comme mule ma vie, Ils, sont tous deux asse¡; réfractaires à l'interview;... Mais ¡e et ai/ani même de faire du cliani, j'avais joué la comédie..,, suis là.,..JaneHadingcsttrop bicnvodiante et trop simple, iM, Georges - C'est vrarl nous vous montrons dans i'''eî«/«a même à côté du Gbnet trop enclin à etreagréahle aux contrèrcsl comédien connu que fut votre pérel... « La chance, me dît-il, semble avoir èié la caractéristique de ma - J'ai déhuté dans ses bras, à trois ans, au théâtre de Marseille. O n vie. Même — surtout peut-ctre — dans les décisions que j'ai prises, jouait ie Bossu ! on avait besoin d'un gosse •- j étais là, on me prit..,. elle paraît m'avoir uniquement guidé. J'ai déhuté dans la littérature Donc, comme j'avais lou ours joué la comédie, je crus pouvoir acpar du théâtre. Après le succès de Regina Sarpietde Marthe, qui cepter l'enuagement que Ivoning m'olTrail cliez lu!.,.. Pouriant, conme fit bien augurer de l'avenir, je présentai deu\ nouvelles pièces : tinue la délicieuse arti.sie, lorsque Koning me proposa pour créer Serge Panine et le M ai Ire de Forges. Personne n'en voulut, aurais Clnirede Beaulieu. mon auteur, que voici, jii la^firimace. » pu, n'est-ce pas? m'auarder dans la vote que Pavais Et Georges Ohnet de continuer en matière d'acquiescement ; avais choisie. clioisie, íet écrire' encore, et sans plus réussir, une deuxième, . .• , . « Jane Ilading !.., mais ce n'est pas une troisième pièce. C'est là qu'une fois unecomédiennel,,. Elle jouel'opéretie I Elle encore ma chance m'inspi'a : changeant a une toute petite voix. Ce n'est pas ia bravement mon lusd d'épaule, ¡e tirai, de • femtne de mon rôlel... Je veux une autre mes deux pièces refusées, deux romans. intfrprète,.,. » — Dûnlle succès fut tel.... iVl*"" Jane Hading rit à ce souvenir, — Que Koning, le directeur du GymJe dis i Georges Olineî ; nase, me fît appeler et me demanda-., . « Vous vous trompiez, comme les direc— De msttre Ser^e Panine et le Maîtreteurs qui avaient relusé vos piècesl » de Forges à la scène, achève en rianr Laimahic auteur en convient, très catéM°" Jane Hading. gorique, puisqu'il est vrai que Jane Haiiing — Précisément! continue Georges Ohiiet. e-il ÍK Caire de Reaulieu rêvée du Maître A quoi ¡e répliquai ; « Le temps de prendre; de Forges et q ue Georges Ohnet ne pouvait « une voiture et de revenirici, et ¡e vousap-' souhaiter pour Serge Panine une plus <•< pane Serge Panine. prête àemrer en répéconsciencieuse ni plus grande arti.ste. « tition.... 11 y a longtemps qu'elle eiíí faite; Peu dé jours après cet entretien, la « votreprédéceî-seur me lavait reliisée.i>' reprise de ceite pièce vigoureuse, éner— Et c'est a.ussi ce même Maître de gique, hiinnâlvi, remportait un vif succès Forges qu'on vous avait refusé,... avec rin'erptétaiion de iVl. Casiillan, de ~ Qui fit d'un coup plus de deux cents M""' Jane Hading, LéonieYahne et Blanrhe représentations et un milHon cent mille francs Toutain Succès comparable à celui de jande reccitcs. » vier 1 S 8 2 où, comme l'a fait remarquer un Je me retournai vers Jane Hadingcritique, « il y eut foule chaque soir au Gym« Je crois, du reste, madame, que le Maître La LËCTDRÏ, nase pour applaudir ce drame sobre, rapide, de Forges a été votre début dans la comédie, M. Georges Oknct faisant la lecture d'une scène à émouvant, qui était une véritable tragédie — C Êst-à-dire aue j'ai eu là mon premier il/>"« Jane Hûding et lui donnant -ses iiidicutiom moderne avant que ce mot ne devînt à d'auteur. gros succès.... Mais j'avais joué avant AWFOHI' la mode. » Sm]L!s. • - '0^ 'u • 3• !. C O S T U M E Ü E C I S M E N Í . Jttps de satín abricot avec résiilc de dieniiie liannstoii: chemisette de mousseline de soie et boléro de irelours hanneton tout brodé d'or. Grand feutre Us très relevé devant- — II. C O S T U M E B E n a u Q U E T i i B E P O K I > A Jupe très ample en taffetas vert paie, toiile garnie de guirlandes de roses. Habit de satin vieux rose avec nceuds de velnurs mousse. Tablier de ' dentelle. Capeline de paille d'Italie, cerclée de velours mousse et relevée d'une couronne de roses pompon. — TIL. C O S T U M E D Í R E C T O I K E « L A uîraYEMciE C O T I L L Û K » : Péplum de crêpe de Chine bleu pâle frangé d'argent. Coiffiire à la [grecque, résille de perles et plumes blanches. — [ V . C O S T U M E DE sounuBr-fU s c c o r n i EsiPiriE! Costume en • indienne Manche à (leurs'.tes rouges, garni de petits velours hoirs. Tablier de mousseline plissée. — V. A S T A I T Î : Costume de DOUE; C'EST •L'ÉPOQUE on L'ON SE PlíEPJ¡T¡JE MUX SJILS TT{MVESIU. ® S — FEMJNA EST «EKTÎEWSE D'0TTT{J1i Jl SES LECTUJCES ® ' b s t une questicin délicalû, qui revient â l'ordre du jour tous les ans à pareille époque. La poste vous a apporté, madame,- le joli carton par lequel les X... vous invitent au premier bal costume de la saison. Vous voilà ravie, car rien ne vous amuse autant que la pensée de revêtir un travesti. Mais quel travesti? Quelle époque, quel style, quelle mode d'autrelbis ou quelle fantaisie d'aujourd'hui vous iournira le mo.cie étincelant qui conviendra le mieux à votre genre de beauté ? Au déjeuner, le bal costumé des X... fait tous lesfrais de !a conversation. Vous suggérez, madame, qu'un « couple » serait peut-être moins banal et que les « entrées » ne manquent jamais d'avoir leur suecos. Au surplus, dites-vous, l'histoire ne nous fournit-elle pas assez d'exemples d'amants célèbres et malheureux pour que, dans le nombre, i^n on trouve qui aient eu le bon goût de naître et de mourir •à une époque où les costuj-nes étaient particulièrement seyants. Mais un sourire nioqueur voua interrarapt. « Roméo et Juliette », fait monsieur votre mari.-Et il ajoute t « C'est pompier, ma chère; coco comme-tout! » Monsieur votre mari est en effet: ukra-moderne ; les lantaisies de l'actualité seules le tentent. Il vous voit très bien en «Ballon dirigeable», en «Madame Je sais tout » ou en «Conférence d'Algésiras », ce qui vous fait pousser des cris d'indignation. Non! vous ne C i , ••1 flíOKMs/ine Je íoíe blm sombre tout iirûdé_ de coiombes. Coiffure ei manteau formis d'une peau de lion. ~ VI. Jupe de mile bleu Ifnf/Jll'if.rL ^Sf-f^'J' "f'T' ' i î " ^ ' / ' l " ^'•^•"^ ''^ " ' Î " - ^ ' " ^ ^ arlésisnne. leuteüe et ptíours noir. - VU., D i L i t i : Tu^i?™ rfe criïé ftroiíá de Bíeí·í-eries. Mire ¿ or et de perlés. Touffes de roses se prolongeant en guirlande et se mélangeant aux cheveux. - V I I I . Louis XVÎ : Robe desaim lijleur de pâclier !>. Jupe tre^ ample Corsage b pointe. Fichu de dentelle, echarpe de gasie ourlée d'un cordon de roses. Grand chapeau develours "Àfi.tfÂS'W Ji"'"ï' -'^F'^^· """'^ '"""^ ^ pomme de jade. - IX. M í L i S A N ü E i Voiísíís jiíoyítM âge en foile blana. Manches de velours COSTCHE DE MIEEÏLLE : COSTUME fautes brodées de perles..—)L.lQí¡.srs<i a-icai¡!t^ Collereiie d argent. Ceinture et diadème de pierreries. motSB DUN Robe Empire en brocart d'argent tout rtbrod^ de\. grandes o fleurs or, verles et iur- diamants. TRAVESTI QUELQUES SPÊCÏJHEm DE COSTtfJlfES ÈLÉGJTNTS ET mTÈU'ESSAmS, SOTlJJim DE IJl -RJITlJlttTÈ. # ®® consentirez, pas, n'est-ce pas ? à faire figure de commère de revue au bal des X... ; tout ce qui a un air de caricamrc vous fait horreur. Si nous allions donc, tout de suite, au plijs court, qui est aussi le plus joli. Le théâtre nous fournit le plus joli choix de travestis qui se puisse imatiiner. Faisons défiler devant nos veux quelques-uns - Hcglqn. 11 y a ceux de .leanne Granier, de Jane Hading et de Cécile Sorel. Voilà un choix. Et peui-etre bien, madame qui êtes très blonde et très Parisienne, que, perchée sur les hauts talons rouffes qui hausseront votre taille, noyée dans les flots de.satin fleur de pêcher qui étoiFeront votre silhouette gracieusement fardée avec au coin de la lèvre et de I ' C E Í I les mouches assassines, .merveilleusement poudrée et encore grandie par l'immense chapeau tout emplumé de rose et de vert, et portant la M,-A. L H . •a o LA S A i S O N A I J l « SFMOJV » JMOmAmt SE ruAmPOTil'E CTCAÇHTE ANTHÉE PBNDAMT QUELQUES SEMTimES A P^UOV BJl^S DES CJlOtESSEMJmTiE EXQUIS SE DÉHaULENT D'ADMIUJ!. BLtSCn •SSESETSECOU/iEJVrOtSE?). SATÎUMMELZES EPJiEUVES HIPPIQUES, 1» I» » • ^f. saison mondaine n'aiielnt son •/•i épanouissernent complet qu'à la fin -Ij' de janvier. Olfloiellcment ouverte dis les premiers jours de(iéceiiibre,elie semble se,refermer un. pi u , au momeni des fétês de Noai et du Jourde l'An, dans l'intimitá du sweethome si.cher.aux-An^lo-Saxons. / ¿ La ;hronique,nB trouve guère d'alimeat ^ ( J H C O I N nu P E S A G E . , A V A N T [,A l'RKitlEKE CguRSE. Ai. if M M de Miramon avec.un groupe d'amis dans un entr'acte d'une 'réunion importante, De droite à gauche : M. de Lessepi, Jlf"» de GailiJ'cliM'i^'Prince, eie. prêtent peu, parleur distinction même, à l'improvisation brillante. Aussi bien sommes-nous actuellement dans la période d'auente qui précède; ei • annonce les événements qu'on escompte. • Un peu de recuei lement convient au. m o ment où se présente à notre ardeur de vivre le calendrier à peine rempli de joies et de tristesses, 'volontiers on fait un retour sur le passé dont on tire l'enseignemcnt.et l'on jette sur l'avenir qu'on souhaite <;i>nformc à ses vceùx un regard frileux qui se défie et n'ose guère, La vie cependant poursuit à Pau, comme ailleurs, son train coutuniier. Les chasses au renard, reprises depuis novembre, conr tinuent de grouper l'élite des amazones à la notable en ces réceptions d'où le cérénionial exclu et qui entie-biillent pour les seuls amis les portes toujours fleuries des blanches. villas béarnaises. Pénéirer dans un salon à l'heure du crépuscule pyrénéen, si clair, si rayonnant de splendeur discrète, recevoir des mains d'une rieuse jeune fille le thé fumant et. les mufflns à ia croùie dorée, s'asseoir dans un cercle Rttcntif à noter les détafls inédits, d'une lolleue lleuriiit l'officine à: là mode de la rue de la Pai.\, s'informer de ceci et.de cela; éehanger des confidences, dèsrenseignemen.ts et des touvenirs pondant, que la-brise incline au dehors le faîte tremblant des palmiers .p'antés en pleine terre, ce i-om.là des plaisits délicats dont tour Parisien connaît la s a v e t r é t qui i ,^ : i \, \ . Si • ^' i \ i Smt LA PELCUEE. Cette phùio^raphie montre bien .J'iispcrf charmant, animé el mondain que présente taule réun!^-^ hippique à ran. qvel que .•loii le i,,„w n.pér^ieur ml ad„ lAaqtUZToljecuy 'u ¡3 taille mince et des jOlis cavaliers* fin liabii rouge. Le -TiKÎtre d'éqîilpageSj M. Henfj Ridgway, remplit toujours avec le même taci ses delicaies ei Onéreuses fonctions qui exigent, outre des rcssuar,-ss matérielles considérables, une connaissance parfaite dcs hommes . et des choses. H se cuuforme aux tradiuons inaugurées en 1S40 parlepremîer master'sirHenry ü.íden, et si brillamment maintenues par James Gurdo.t-Benneil, sir Victur Brooke, \V. K,. T h o r r e , le baron Lejeune, le biron d"Este ei lani d'auires qui ont laissé des iouvtnirs imijérissablcs en Béarti et consacré le renu.Tt uràverstl du Pau-Hunt. A ses côtés se distinguent par leur assiduité M " " L et A. . , nionsid'un caractère plus rustique et tout aussi élégant. A uloron en particulier, grâce à l'activité de ¡VL Fierre Uarljeren, le distingué conseiller général, l'élite de la socicté se plaît à papoter suus les vastes tentes devant le merveilleux décor des Pyrénées neigeuses. Quant à la Société d'Encouragement, que preside avec tant de compétence M, le comte J. de Goniaut-Biron,€lle continue d'attirersur l'hippodrome une foule d é p l u s en plus nombreuse où les bérets des indigènes, passionnés pour le cheval, se rnSlont aux Sv^bres toilettes des sportswomen. Une mention particulière est due au GoliClub, Fondé en ta56 et, installé sur les excellents links de BiUère, il est le plus ancien UHE GAEDEK'PAIÎTY. ... """^ '^^"^ réunion particuliàrcmeut Jàlk, donnée ait mUieu des eapins, on remarquait ie comte et la comtesse de Gailiffel, Huilón, MU<« de Monlebelio . M"" de Lasscnce, ,M""i WrigM, etc. ' de France et a devancé de longtemps la mode Hutton, Polter.Platt.M""»-la vicomtesse Werlé, que devaient suivre en 1888 Biarritz, en 1890 Forbes-Morgan, M.Vl, le duc de Brissac, baron Dinard, en iBça Hyères et Cannes. de Palaminy, baron de Vaufreland, comte Enhn le Concours hippique, dont l ï d'Asiors, comte de Castelbajac, marfondation toute récente est due'à l'i n itiaquis de Saini-Sauveur, Wright, Auriol, tivc d'un sportsman universellement princo Volfcnnsky, H. Hutton, Barron, connu en Franceet aussi grand seigneur ïicomle d'Elva.. vicomiede Rodez, Craque h ardí cava lier, M, le vicomte Cil, de . mail, W. -K.. Thorne, Eurgess, D' ËaLa Rochefoucauld, nous promet en enell, Brooke, de üanay, colonel Rawmars prochain des surprises qui éclipiins, Morgan^ de Toyiot, de Labu-'iseront, s'il est pnssible, les résultats quetto, de Lesparda, de Sambiicy, de inespérés de l'an dernier, où lo comité Gourcuff, etc. a distribué pour plus de ¡.4000 francs Les rendcz.vous de chasse, savamde prix. ment répartis sur tous les points du Ce rapide aperçu, écrit au début de territoire, .'.ont très suivis par la colola saison, au moment oti la vie paloise nie étrangère et par les touristes de se concentre encore dans les villas, passage. Les meel méritent d'être con^ suffira peut-être k montrer les éléments sidérés comme de veritables reunions de di.straction, de plaisir et d'étude mondaines plus encore que sportives, . . - qu'oÊfre, de novembre à avril, la où l'on s4 retrouve entre gens du même somptueuse et claire capitale du Béarn. bord, où l'on cause librement comme dans En dépit des modes changeantes, la patrie u n salon plus vaste, dans la fraîcheur des d'Henri IV demeure tûtijûurs l'asile discret, beaux matins lumineux. Ils sont la plus élégant et intime, propre ù abriter une évitlente et [a plus charmante caractéristique société cmineninicnl raSinéc. de la vie paloise. Les crosE-couatries, dus à l'inliiaiive du baron d'Esté, constiiuart également des réuliUNttï Sl'UN'r. tJii o f u t H A H A A P A U . - , . - 13^ CHAPEAU FANTAISIE. CHAPEAU) PAILLE TAGAi.. Crin, tabac avec entre-deux ie dentelle de crín. Nœud tiiûlre vieux 'roas glacé vert. Plumes roulées vieux rase, marron et or. aille tagal tabac. Calotte de satin tendu tête de nègre. Tour de roses .mancies. Nœud de saiinhberty vieux rose. Cache-peigne de ruban. i - i \, \ . ' • C H A P E A U U E GRIK n n i s avee eoWonne de petites roses vieux ions. A'amd aerriàre en moire bleu-lavande. Bord de paille slfynd de velours. Tour de roses mouimics. Nceufi liberty vieux rose. o CHAÎ>KAU PAIÍ.LE p E ftlZ BOUGE. Avec le bord retour né en paille manille tabac. No'ud de rubans rubis. Plumes café au lait. i \ , i Ceseinq modèles ont été spécialement créés par Lenihâric pour les lectrices de Femiiia \ 'u ¡3 i - i \, \ . Sl HOBES D E SOIRÉE. (ModilîS spícíalcmenlr deasincs polir ics cctrjccs de'Fc^m'íIii.J ™ * í ií Utetly cUI fnncie csiipés Ji íianilti de MaUtia. Y-oUmU ¿irctcitai far un «tu di «teríj) c!d mm a (Jreifí ' A MuMnts Bii Mvigc tiu! niic toiiffí ie mul, • - T ~ ¡ , J , j,t „¡,„„CI¡IK 7\ Matitiis, Csnaj* JKadciíU ÍÍÍ mh rojs oi-nsa -rfs vclanli drapé.soiK un yícíji ;írar;B'd) ie MXe rcie. garniz dt Imffei ii cfiSs awc cüca/ja d'c o i \ i - T O I L E T T E S POUR N I C E (Spédalemm dessinées pour les kctrice» de Femini.) •££¿x^^íi?'.tr'.-¿£:íi •gyr^^.í-jts.fíTLí,:^;^:;; K^^r^^v¡!^:^ttA¡t^ 'u • O- TOILETTES DE DEMLSAISON ( M o d e l e s s p é c i a J c m e n t d e s s m c s p o u r l e s l e c t r i c e s d e Fsmiiiir.) c C A Í N et A B E L , p a rM a x et A l e x F I S C H E R .tïiobilisait son vor sur la pierre où il l'avait ui adressait un discours : -tu bieiv ne pas bouger, sale petite bête I Si tu Vécu de nombreuses années dans l'intique tu vas m'échapper! Attends, attends un peu miié du premier ménage. Adam, Eve, et leurs que j e t e coupe en morceaux. célèbres i n f a n t s Abel et Caïn, réprirent le Caïn avait longuement hésité, Il chemin dé leur caverne./ . ' ne parvenait pas à fixer son clioix En cé temps-là, Ádiam s'était déjà, sur le supplice q^u'il importail d'infliv u contraint d'évacuer le, Paradis ,. ^ ger au prisonnier. Il avait songé .à terrestre. La volonté divine l'avait , ; le noyer. Cette torture ne lui avait même obligé, on s'en souvient, à trap8S paru suiEsamment barbare. Il vailler pour subvenir à ses besoins. Il se conavait ensuite pensé le-brûler. solait a n peu du deuil qui venait déle frapper; ', Armé d'un éclat de silex, il se disposait à la perle regrettable de s o n ara.i lui fournissait lé séparer en six tranches égales. u n prétexte plausible pouf s'ocfroyer quarante• Abel survint. huit heures de repos . Il devina le crime que Caïn allait com¬ Peut-être les femtnes' possèdent-elles un .mettre. cœur plus sensible P Eve versait des larmes ,11 conjura son frère, montra son ver de abondantes. Cet admirable c h i m p a n z é , u n terre, P t vanta son bonheur. des ; plus beaux spécimens de la race, lui — Épargne-le, suppliait-il. Je crois d'ailavait souvent tenu Cornpagnic, aux heures oit. leurs me souvenir d'une leçon do choses que Adam vaquait à ses occupations, .l'oncle Coco nous a donnée u n soir. Ne nous Abei et Caïn marchaient derrière'., Parce que sa mère sanglotait,'Abel répandait'•'des. A E E . [ . suitVJHT. I L iiE;yiNA L.E CRI.UE Q L E C A Í ' N A L L A I T C O Ï I - a-l-il pas raconté que, lorsqu'on sectionne de semblables bestioles, les tronçons ne pleurs. Son ami ne .lui apportci:ait plus, à .V.ETTRE: ] L ' ÇÛHjpisA S O K r [ l È l E , Í10WTEA SOt VEFt D E . tardent pas à se souder à nouveau ? chacune de ses. visites, les noix si'savoureuses ' T E Î I E E , E T VABTA SOH UDÏÎJIEUR. — T a es sûr de ce que tu avances ià ? des cocotiers. Il ne remercierait plus jamais, par u n baiser, celui qu'il gratifiait du nom de *; mon bon oncle Le nom de défunt l'oncle Coco, tombé dans !a conversation, venait Coco » , Sur sa r o u t e , i l laissa passer sans uti regard les tou-ious qui de suggérer à l'inexorable Caïn un projet. . , ', grondent oîWOM ottaott et les minets'qui murmurent ron ron. .^vec le manque de cœur qu'on lui connaît, il résolut d'enterrer Caïn, égoístc, cherchait déjà à se tiisirairo. En marchant il souleson ver do terre, tout vif, L A dernière pelletée de terre était'torobée sur le cét-cueil du grand singe, qui avait vait, avec,ses pieds, dés nuages de poussière. Si un animal do d i m e n sions imposantes croisait la; petite caravane, il courait se incttre à l'abri dans les jambes.de ses parents, cl, de ce refuge, il tirait au Carnivore u n s langue irrévéircncieusc. Un a n i m a l chétif se présonlait-il à sa portée ? Il s<î précipitait hardiment i sa poursuite et lui tirait la queue. Sur le seuil du logis, Adam et Èvé se tourtVèrent vers leurs fils. Ils jugeaient inutile de les attrister par le spectacle de leur douleur : .:— Allez, dit Adam, allez donc voir au Paradis terrestre si j'y suis, les enfants! Arause2-\'ous. Pliais soyez bien sagí'S. Ati pied d'un chêne, non loin de la grotte où les époux Adam avaient élu domicile, Caïn creusa-un trou. La cavilé devenait d'instant en instant plus profonde. Use réjouissaii. — Ah! Ail! sale peliie bétel Je crois que pour un tombeau, c'est un tombeau! Si jamais l'en rcchapp< s ! A.bel sa désolciit. 1! tenta, eu vain, une deruièro fois, d'arracher à un trépas trop dotiloureux le frère, ou le père, do son petit ve-ver à lui. — T u as raison, verse cina ou six larmes, ricanait Caïn. A un enterrement, il est d'un excellent effet qu'il .se trouve quelqu'un qui pleure. Le caveau prêt, il y descendit ie ver condamné à mort. Pai- poignées' successives, il rejeta la' terre remuée sur le corps desa victime, fi termina le mausolée par l'apposition de trois cailloux d'importantes dimensions, • L'indignation arracha à Abcl un cri : «. Assassin ' » Une dispute éclata. Adam, attiré par le bruit, parut sur le seuil de la caverne. — Voyons ! les enfants, voyons, que se passe-t-il ? 11 répugnait à Abel de jouer le râle dedélatcur. ; Il se tut. Son frère, qui tirait vanité de ses îires méfaits, prit la parole. Il e.xposa roidement le motif de la querelle. Et comment Abel avait installé son ver de terre_ dans une boîte. Et de quelle manière, lui, s'était comporté vis-à-vis du sien. Adam fronça le sourcil. Il leva sa main paternelle habituée à distribuer le châtiment. Abel considéra avec commisération les joues de son aîné, La main d'Adam's'était-elle trompée de direction? Abel reçut trois gifles sonores, Vlan! vlan! et puis vlan 1 , — vais d'ailleurs le dire à ta mère, Abel. T u seras privé de dessert ce soir. Ça t apprendra à martyriser ainsi u n e • pauvre bête q-ui. ne t'a rien fait. Et'Adatn ajouta ; — Caïn mangera ta part. Abel etCa"ít\longeaicnttiaruÍ3Sclet.Surunc pierre,dressée avi bord de l'eauj deux vers de terre se prélassaient au soleil.'Amusé par par leur façon de se traîner-sur un ventre qui coinmencetoujours et no finit jamais. Abelles considéra, u n instant, en silence, : —Ca'in, Caïn, viens vite I . Caïn s'employait activement à bombarder de menus crachais u n escargot, pour 1 obliger à réintégrer sa coquille. Il accourut. — Admire,.., murmura Abel, admire ces deux vers de terre. Soiitilg assez jolis ! . — Le plus gros m'appartient, na I aiFirma Caïn. Abel se consola de ne posséder que le plus petit. Sans doute ce ver de terre grandirait. . . . Abel songea 'à assurer u n bonheur définitif à son protégé. IÍ le logea dans le creux de sa main droite. 11 le caressa. Il,se rappela que", lorsqu'il rentrait au logis avec des genoux terreux, Eve, sa mère, le lavait dans l'eau courante. Quelques grains de sable encrassaient les anneaux de son filleul rampant; il le plongea dans le ruisselct, Le ver ne témoigna aucune joie decesablutioris. .Abel ne s'en iilquiéta guère. Lui-même,, en pareille; circonstance, avait maintes, fois expriirié quelque mécontenternent, Il façonna ensuite u n e boîte en bois. U décida d'y Ibger son ami. Afin qu'il ne souffrît point-de la fraîcheur des nuits, il lui confectionna un lit de mousse sèche. Son père avait fréquemment formulé, en sa présence, qu'il est perni.oieux pour l'estomac d'apporter quelque irrégularité dans l'absorption des repas H résolut que son pensionnaire mange¬ ' rait aux mêmes heures que lui..Dans la caissette, il ménagea une fente. Il y glisseráitdes graines,des rognures de viande, et, parfois, u n peu de dessert. Ce ver de terre promettait d'être pro- C A I S MllOJÏILlSAIT son Y E l S Ü B L A H B i a E O U I L L ' i V A l T digieusement heureux. TAISAIT UH DtSCOlmi. i 'o^ i \, Si o TUOUVâ. I L I Ul i Max e t A l e x F i s c h e r . \ , i \ 'u ¡3 (U - ÍL til M<^<^ Faîtières seront seçondis dans la difficile tuche des rècevlions h fÉlrsde par la charmante et suicrianiejmne fille, taule de grâcs e! de modestie, qu'est M»' A:ií¡c Falltires, -.^ 'u s.... On a récemment célébré dans l'église de Saint-Léry fMarbHinn) Je marinjte au vicomte Hippolyte de Lorgeril, fils Ju vicomte ce LorKeriL, ancien zouave ponnfical, décédé, et de la vicomtesse, née dû Dûuiiyde K o n i i i n a n - Miss Maad Míinnlle. Miss MJiUd MarviUe, la seule femme qui ail pris.pjirt. on ne l'a pas oublié, u la TOupt Herko rimer, est une intrépide chauffeuse. Ce n'était pas, lors de ia coupe, la première fois qu'elle pilotait •uriC' voiture dans une épreuve de tourÎMTie, et, depuis, que de kilomètres dévorés anr les routes i the.avecMiieMiiriedes . Pr02deLaiHor;ai.i, fille du vicomte de La iVlorlais et de la vicomtesse, n é e de Boii-ridieuï. L^t bénédiction nuptiale a été donnée.par l'ab bi'de Mon tiierrnont, cousin des fiancés,.qui a prononcé une éltqu eni e et touchaute allocucion. Les témoins étaient: pour le marié: M , de Sitgszan, ancien capitaine de frégttte, et le murquis de ' SainteMarie-d'Aifirieanx, i ses (Cl. E/;jtliugL!i., oncles ; pour la mar jéc : • Visomiesss H. de Lorgeril. [Cl, g j j i - _ ^ fV^I^I^^^^^^I^HVm^^H U ^^^HI^^^^^^^H A '^'-•t^'. iCâHB '^^jff *l B H B l I _ _ I ^ * ^ ^ J*H^»»i ~ 1- ^-'^"iniiiwrT^^^^ffff-^"' • ^œ^rKî Í" — — Bciaer.) (P- Maa^lp.) ' Mis Cfc- Montigny. M. Beneiût. Le mnrt.iiîe de Mn« Charlotte Montigny, belle-fiile du i colonel l^usset, d.éputé de, 1' Meuse, avec M, Jean tionezet, secrétaire du oon.iulat généraldc France à Landre,, a eu licúen l'église Saiut-Plerre du Gros-Ctillou. I f 5 Ar^P^I j t e m OrTEJiTS,PAT{ Fcmina rappellu qu'elle offrci^ratuittiinentà tes abonnées deus jolies épingliis à chnpe.m, bijoui niodernrs et lort anistiques d'niic. y.a;Jeur du 14 Trônes, Mais ce n'e.st pas^t^'ut, feminn olfre d'autres avaniajjes ^ ses abonnées : réducilun de 5o p. ico leur est iiihe sur les tarifs des patrons découpés payes de garde, éelios de I i 'i^^i'mi ,>üiiiaÍ^ih=^^Sr dentina] ¡ Tous les,renseignements qu'elles veulent bien nous dtîinandcr'icur sont ^raliéduetiûk de îa couverture de lAnslca paru cieusement donnés.' par lettre (nos le i6 jant'ier. lectrices non abonnées doivent joindre LA M. dû Boiirîchcax, son oncle, et le comte Le Gon:dec de Tratssiiii, dé puté d'flfe-cr-Vîliioe. On a beaucoup iidmiré l'artistique d«cûration de la curieuse éslise de Saint-Léry, nul date du xi" siècle. AiirïS le dénié i la iacristie, I.-! vicomtesse des Prez de La MorI l s a'donné i-Ti cliâtcau du Lob un déjeuner suivi d'une réception au cours de iaquelle on a admiré le.s nombreux cadeaus oiTerLS aux ieurie. épou\. Reconnu dans l'élégante assistai.ce: Y"" et..M"" de Loríjoi-íl, M " et JM'i' de Montpciat, . W"" et M'icdeSagazan, G'= etO^d'Hérouville, Vt= etVss'R. de U " o r . lais, Vss» de Naday, née Colbert ; M"» de ûloiirgcrmont, etc. 3 ^ •FÉVJtJE'R, AU 4 MA\S. — VitfiMEnATiE MAW™^ Miss folm Newton. Miss .iohû Newton détient le record féminin da mille en automobile. Elle l'a couvert en une minute quinze se ondes et se dispose, dit-on, il baure, ellï-méme et avant peu, ce propre record. Miss Jûlin Newton appartient il celte eatésorie de cliauft'enses américaines qui bravent tous les dangers. M'^'SertiicBaron liaoul de Crépy. de' Gai^. . On a béni i Toulou.ie, en l'église Saint-Exnpère, dans l'intimité, , îe mariai;e du bûfin Raoul de Gala dé M.rlvirade avec Mi'' Berthe.de Crépy, fi!le du m ,rqtils de Crépy et de la marquise de Crépy, née d'Ar«illi. FEMINA a ses ABOmtES. 3o ccntinie.'î en timbre-poste à chaque deminde de rensei^tnemt-ntsji La valeur des prix attribuée aux lauréat^ de loua nos concours, sera doublée en faveur de nos ùboiinées. R;ippelons ealiii que nos abonnées reçoivent, sans.oii^mertation de prix, le numéro de Noël, vendu un franc; qu'il leur .'•uflît d'en faire la demande pour ponvûir réassortim'impoi lequel numéro des Publicaiions Lafitie; queies numéros de Femina qui pourraient leur arriver en mauvais élat seront toujours Réduction de la couverture de Formes gratuitemeni remplacés etCliiteaux du mois de janvier. CROISIÈRE ORGANISÉE BH (Cl. SiiûOftir.j 12 ÎOTIG Dï PAR ZA COTE VAZllJ{ PEmjlNT FEMINA IE CAUNArAl. •• " S * S On sait ce qu'est la Côte d'Aïur, et l'on devine les merveilles que la croisière Se rembarquant à 3 heures dans l'après-midi, les touristes ne cesseront 'Fcmina permettra d'y contempler. Voici, pour répondre à de nombreuses d'admirer le spiendide panorama de la côte jusqu'à Gènes, o£i ils arriveront demandes de nos lectrices, quelques "in lications s u r le littoral italien, la soir du même jour. moms connu, qui .s'étend de Menton à Gênes. . . Le lendc'main sera consacré à la visite d e cette grande et belle cité, pauie La Revue générale des Sciences, à qui il faut toujours recourir quand illustre de Christophe .Colomb. On verra d'abord le vieux quartier avoi¡1 s'agit.non seulement de science, mais de , ^ - 7 = . . s i n a n t le port; les églises Saint-Georges, ' ' un exemple ' que, f . d^^'^^'^-.^^.-^-^-i, c.>:<" g „ „ ^ , M . , , ; n A ; r n . , . i i „ • 1, voyage, nous, a donné dans la mesure du possible, nous allons S A , r - : . v - r - — : : - , : . v . - . - . . ^ — " T ^ vills ueuvo, k caihédfale San Matteo, le suivre. Chaque fois qu'elle organise u n e •'^ Pa^aísro^al, lePalaisRosso, lePalaisBiancroisière, elle a.soin d'oiîrir à ses touristes, Cû, le Palais Durazzo. le Palais des Pallavien uiie plaquette élégante et documentée, ciai,que décorentde splendides peintures; parfois en un gros volume, la description Je Campo Santo, le plus extraordinaire cides pays ob elle seprqpose de conduire ses metière de ritalie ; le Palais municipal, le passagers. Disons tout de suite que, dès la Palais Doria, !e Palais ducal,etc. Enlia, on sortie de la rade de Menton, les toumontera au phare et au d 6 me de Santa ristes de Femina auront, jusqu'au Maria di Carlgnano,d'où se découvre, soir, vue sur la rive italienne. Ls pafi-^ au delà d e toute la ville, la superbe seront devant la pimpante et toute campagne qui l'enserre. charmantevilledeBordighéra, qu'ha-, Telles sont les beautés naturelles et bite, chaque hiVer, une ' nornbreuse les grands monuments que JFemma colonie'd'Anglais. A Saui^.emo, le montrera à ses touristes, pour clore navire Fera escale pojir qià'éfl'œMSSar la croisière de neuf jours pendant lesgers puissent',visiter ce petifS^^^dJî,-; • quels, grâce à l'amabilité do la Jieiíut pêche qui est extrêmement pitWfèsr ., générale des Science.!, elle disposera que. Un labyrinthed^nefites-maisoDsbla'ad'Ile-dc-France. Le navire ramènera les pasches enroule-aufóur.d'une colline, d e l à sagers à Vi 1 1 efran che, et. ia croisière Femina base ati somiiííít¿: constitue toute la viUe. éiaîit alors terminée, vite II regagnera MarLes passagers prendront plaisir à suivre, -íeíile pour emporter bientôt, à destination depuis lerivaHC usqu'à l'exu'émité aoropode la Corso, de la Sicile, de ia Tunisie et de •laire de la cité, a ruelle étroite et sombre la Tripolitaine", la XXIX" croisière de la . quis'accroche en voltite aux flancs du monKepuegénérale des Sciences. ticule et l'escalade entièrement. i - . \i \, o • i Lk IîÉMOÈ a IIORD. i 70 ' \, ¡3 lue .'Française KV.X ZTiOUR-RJt-TZrir, VEUVE T>V. GOU VI-WEWi DE VOCE^mE ril-'^MÇAtSE, A SîïiJV -yOTÍUt Océanie ECnjüE POmi P E M I N A LES JOLŒS El FjrrOTiESQÏiES PXZSSlom QUE VOTi VJl ?' ( s © du grand paque• Les Canaques- sont trop fiers bot halète, l'ancre dérape ou trop indolents pour porter periL-/ avec un bruit sinistre..,. sonne, et ils dédaignent l'argent. Oh ! le vilain frisson qui vous Ils m'offrirent la pirogue • en saisit lorsqu'on quitte la France compensation, et j'acceptai. pour la première loisl . G'estunelorïguebarqueét'roite, . U semble que toutes les libres creusée dans un tronc d'arbre, intimes sebrisent. On se retourne munie d'un balancier pour la navré vers ceux qit'on laisse, on maintenir et d'une pagaie pour ileure ses amis, on regrette ses la diriger. labitudes, le chemin parcouru On a juste ia place pour s'aschaque jour, le home familier,... seoir; le moindre mouvement En vérité, pourra-t-on jamais intempestif )a fait chavirer, vivre ailleurs qu'en ce cher étin. Nous avons remonté ainsi la celant Paris? On a entassé dans rivière de Taoutira large, claire, ses tualles mille bibelots inutiles, bordée de bouaros fleuris qui encombrants, afin de retrouver laissent tomber leurs corolles au bout du monde le confortable pourpres sur l'eau bleue, L'Oroïmoderne. Et déjà, à peine.monté na s élève au fond; majestueux, à bord, on commenceàl'oublter. alfier ; son front totJcbé" les Le mal de mer, trop souvent, ntiagesi Personne' n'a pu aïtein"- • vous accablé, ne voua laissant dré sa crête aiguë et rocheuse, plus qu'un, besoin : celui de l'immais lesdieuxy descéridenfqUèlmohijité. On vogue, perJant la quéfois, nousdtiient avec'-te'spi'Ct notion des heures, di:i temps. les indigènes. — Là sblilu'de est Quand on arrive aux. pays profonde, le site gi-aridiosc ;;il se ÎOrient, le soleil vous envedégage de cette hàttirè vJergè'une loppe, vous caresse ; c'est l'enineliablepaiS:, ; :^ chantement soudain, imprévu, Nous restons quelques jours.en la révélation' de la vie dans la cette tranquillité'reposante, meCesi suruiiifhatseà porieui-s qu'on se dirige, v^i'íí^a piantagne. lumière. nant l'exiitence primitive,- logés Tahiti est baignée par ie soleil et par les flols du Pacifique qui le en une Çase de'bambous, oubliant que noussiDmmeS.dés .civilisés.,.', reflètent, harmonie mérve.illeu.se, fusion vibrante de l'onde et du Avant de repariir, nous otfrons un testin d'adieu dans la Fai-e'-Uté, ciel. L'éveil quotidien de ces contrées est une fête. Maison du'.Peuple. J'àî à mon le du district : il a une fouriRien de plus exi:]uis que la promenade matinale à 5 heures du chette comihe. moi, mais est malheureux de s'en servir! matin. Le ciel est d une ieini'e rose très fine, les verdures humectées A la tin-..du repas, i'Inténée paraît et 's'avance vers néusi C'est luisent, les bananiers rougeâtres où pendent les régimes lourds lo choeur tallitien, jusiement célèbre, très ancien, très savantv comredressent leurs jeunes pousses transparentes, les cocotiers posé d'homincs et de femmes. vainqueurs lancent leur colonne flexible, leurs palmes s'inchnentet Les femmes étaient vêtues de blanc, couronnées de fleurs de liares bruissent. odorants, habilement ircssés en guirlandes. L'île embaume. Tout est allégresse: les indigènes quittent leur natte Elles dénièrent, une à une, muettes et graves, déplièrentà ferre et se mettent une fleur sur foreille pour courir au i¡íáa. Les femmes une large natte, s'assirent dessus les jambes croisées, .serrées les unes y jouent, y bavardent, y ' " contre les autres, groupées nattent ' leur chevelure par parties. Les hommes noire et revêtent, en sorie tenaient den ière, .soutetant, leur langue robe nant les chanteuses par des flottante en toile légère, notes basses., à bouches costume si commode des fermées, Là première pays chauds, si agréable à chanteuse, iWîia, entonna, adopter. lançant une longue phrase On s'affranchit aisément d'appel ; les autres la suide ia mode, et l'on s'habivirent,brodant sur le thème tue très vite à l'ampleur des d'étranges arabesques. Le vêtements, nécessaire pour rythme est bizarre, l'accent les excursions hardies. guttural; cene sont pas des cris sauvages, mais bien J'avais rêvé, en allant en une harmonie étudiée et Océanié (ce n'était pas ma dirigée. prernière étape mondiale), d'explorer les hautes monL'effet est saisissant. Ils tagnes, comme à la Réuchantèrent toute la nuit nion, OVL l'on gravit les sans se lasser. Ils sont passommets, portée, en un sionnés pour la musique. fauteuil de bois, sur les Un peu à l'écart se terobustes épaules de quatre naient deux femmes pom0noirs aux pieds nus et sûrs tous, en robe de deuil dans les sentiers abrupts. noire, emèrites plongeuses Cette manière de locomode perles.On me les amena; tion, an peu eflarante aux elles avaient d'énormes débuts, est vraiment très couronnes d'îbiscus'; le pittoresque, et j'avais emchagrin ne proscrit point porté mon fauteuil pour en les fleurs. EK NoUVÏCLE-ZÈLAaUE, user. 11 ne servit pomt. A Arué, le district charTypes de beautés maories. A chciTiinéc côté chef <u - 'o^ 'u - B 'a 0 antique en bois sculpté où les liki p,o. mant aux maisons de bois peintes eu tecteur.s, les dieux lares, gardent les bleu pâle, les indigènes vinrent, avec le derniers Maoris, si nobles, si lorts, dit la •prince Inoî, dernier descendiint auiheniique tradition, ceux qui descendent de .Vla-oui, de Poraaré, nous apporter des présents de le demi-dieu. bienvenue. , , , ^ . .„ Les t e n i m s s étaient s u p e r b e s ; le visage régulier; les yeux noirs, prolbiKÎs ; les lèvres lûoi, en blanc, la rosette de la Légion d honarquées, charnues, s'ouvrant en un joyeux neur sur son veston, grand, gros et toujours de belle humeur, marchait en tête; il nous sourire sur des dents ébloui.ssanies ; le teint fit un discoursen français des plus courtois. doré; le menton bien des.'iiné e t . . . tatoué; Les Canaques portaient, sur leurs épaules, des barres dures le hachaient. C ' é i a i t la suattachés..à des .bambous, des,régimes de baprême élégance : pour les vrais iMaons, point nanes, de féîs, des racines ,de taros, des noix d'élégante sans tatouage 1 de coco fraîches rc mplies de crè me Eavou re u se. On trouve encore quelques types admides oranges en bouquets, et des volailles qui, rables- Elles sont grandes et fortes: plus la suspendues par les pattes, gioussatent épercaste est noble et plusellcsdoivent être vigoudument. • , . _ reuses. Les débileset les maigres sont de petite Toutes ces richesses furent déposées a nos race. pieds. Les femmes. Jes fillettes se groupèrent Ce peuple a gardé ses usages. Ils vivent autour de nous;en souriant, contentes de nous entre eus, dignes, un peu farouches. Ils ne voir; les vieilles baisaient la main de mes veulent point se mêler aux Européens. enfants, et j'éprouvais, au milieu de ces êtres Ils établissent leur campement près des primitifs, très doux, très bons, un sentiment sources chaudes de Taupo ou des geysers de de grande sécurité. ; , Waimangu. lis se réchauffent en se baignant ' Aux îles iVlarquises, les habitants sont dans le lac aux eaux tièdes de Tokaanu. beaucoup plus • sauvages.. Ils étaîeni autreLes femmes font cuire leurs aliments dans fois anthropophages; tl? le redeviendraient les crevasses du sol, autour des gej'sors jaildemain, «quand ¡In'y aura'plusnigendarnnes, issants- 11 faut connaître les endroits et être ni missionnaires», prétendent-ils. Koua-moa, très prudente, car ces fourneaux naturels ou'on nous présenta,, pourrait bien avoir sur sont capricieux et souvent dangereux. l estomac quelque blanc disparu sans laisser . Elles préparent leurs poissons dans des marde traces; son père, mort depuis, a^'ait été mites en fer, attachent des cordes à l'anse et, déporté à Nouméa pour avoir dévoré sa belloC'sst en se frottsnt^tie^ contre nci ^ii'un se salue prestement, les glissent dans mere.Koua-moa, qui arevétu, en Noiiiielle-Zélande, pour la circonstance, l'antique ce bain-marie magique ; k costume de gala en chevelures cuisson y est rapide. Elles se humaines, paraît trouver cela rendent compte du temps très' naturel. sans horloge, tirent la corde, atteignent leur récipient, le A midi, l'heure brillante, posent à terre et le couvert est l'heure de la sieste, des coups de canon dans la rade nous mis. Chacun plonge avec ses sortirent • un jour de notre doigts. douce torpeur. Les Maoris s'habillent it présent à l'européenne. Le.s • C'était le Mûkaia, bâtiment n éo-zélandais, qu i entrait dan s iemtnes ont une jupe d'inla rade, saluait ie pavillon dienne courte et un petit cafrançais et nous amenait en raco fait de pièces de toutes visite les députés et sénateurs couleurs qu elles appellent .présidés par Monsieur le Preleï-feï. mier, président du Conseil, Cela n'a aucun caractère et il y eut d'abord visite offiestloriliiid; heureu.scmetitquc cielle, du président au gou- ' le manteau, .semblable ii un verneur, très solennelle, très plaid, tissé à la main, en plucorrecte; puis, ensuite, tous mes, ou en paille tressée, pamles bons .députés ruraux, à' j¡ liée d e bri ndi 11 es de fougères face rubiconde, arrivèrent. srunes sèches, ces merveilIls étaient enperforiiiance, leuses fougères arborescentes en costume de voyage' extraqui poussent autour des casordinaire, depuis le cachecades de Toupouna, a été conC H C Î V R D E JEM.'HES, Les femmes •}f poussière jaune jusqu'au piservé. Ils s y drapent tous íalútiennes nonimeni « Iménées » les chonirs qu'elles organisent. jama rose tendre, tous armés d'énormes avec majesté. Les femmes ont beaucoup parasols verts.Cineût dit l'entrée du cirque J / de noblcsie d'attitude. Candie, de ChicagoElies emploient volontiers pour leur Mais ils nianitcstèrent un tel enthouparure les ailes du kivi, oiseau sacré d'un siasme pour la France que j'éprouvai une / joli gris, elles les piquent dans leur che¬ émotion reconnaissante, quand ils heur-íí; velure ondée, s u r l'oreille, comme les tèrent leurs coupes de champagne aux y -V fleurs des Tahitiennes, nôtres en s'écriant spontanément ; m Les hommes les plantent menaçâmes « Hurrahl for France l -— Hurrah 1 fur \ sur leur crâne, ce qui complète leur aspect the Governor and Iiis family 1 — Hurrah ! * Ijorrifique quand ils" ont le visage zébré for Ne-w Zealand 1 » ' ' de lignes biene.*;. .Et ils nous firent promettre de rendre Le baiser maori est célèbre. Il, consiste leur visite. a s e frotter tîézcontre nez en se donnant Douze jours de mer pour arriver à la main. Aucliland, sur ce Pacifique baptisé p r Cestla meilleure marque de tendresse, .ironie, où la houle de fond est horrible ; C'est très amusant à voir ; les fillettes mais l'arrivée en Nouvelle-Zélande est lontcola si gentiment qu'on a envie de .vraiment johe! La baie sinueuse, bien à les imiter. labri, est encadrée par la ville riante, et LesMaorisprétendent qu'ils sont sortis lepays esfsplendide,. du chaos a v a n t nous et que Ma-oui, le L'intérêt réel, le charme, en dehors premier Fils de la Terre, leur a apprLs à\\ business anglo-saxon, ce sont les toutes-'chûses.' Maoris, la belle race qui meurt pour Alors, quoi est le vrai baiser? L'authen.faire.place aux vainqueurs. tique ? Le premier?,.. Il en reste fort peu, réfugiés dans les Est-ce le leur ? Est-ce le nôtre i' montagnes, .près des lacs ou des sources chaudes. Alix On les trouve encore là, avec leur case - ÉDOUAiiD-PuTir. P l O N O E U S E S D S PEÍÍ1.IÍS. 7a liiiptirnerb ii« lifmhm. — lÎn. Ciiííï (U Le Gérant: .BBIIJR.iL- 'u 'a ECHOS NOTRE CORBEILLE A OUVRAGE. DE " F E M I N A 99 UN CENTRE D'ÉLÉGANCE' SECRETS D E BEAUTE. A maison voulez plaire, conservei: au vi. Hoirat e.ii sage la séduction de la fraîcheur, et sana certainement Bmáciu Aiiti.Rídís cíFort V O U S autez In grûce nn des cenJ et le , sourire —• Pour tres parisiens 3, Ir. ibrav. S. G. O. G.) éprouver ^ la saiisfaction les plus éléddlieicuîe d'offrir a tous gants qui les regards la vision d'une soient dans impeccable beauté, suivez notre Paris les conseils deM»"^ Atíiiír. qui en corn pte Célèbre dans les deux • tant. 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Mais, si vous ne trouvez pas d'amélioration très sensible, si vous ne voyez pas la guérison approcher à grands pas, cessez tout et prenez au plus tôt les Poudres de Cock, car les Poudres de Coclc guérissent chaque fois : elles rendent aussitôt l'appétit, font admirablement digérer et suppriment comme par enchantement tous ies enntils, toutes les angoisses, tons les malaises que suscitent toujours les gastrites, dyspepsies, gastralgies, dilatation, indigestion, yómis.íement, embarras gastrique ou toute autre maladie d'estomac, parce qu'elles guérissent toujours l'estomac" lui-même. Bien plus, griice à leur merveilleuse composition, les Poudres de Cock.ne peuvent pas ne pas guérir. C'est donc un défi que nous adressons h tous ceux qui souffrent de l'éfitomac. Et notez bien quelesPoudres de Cock sont toujour.i inoflensives et peuvent toujours être prises en n'importe quelle circonstance, aussi bien par les dames que par les homm es. Seulement, un point de la plus haute unpùrtaiice est de ' n'accepter que les boîtes de Poiidres de Cock s fr. 5o et de refuser énergiqucment tout autre produit que certains pharmaciens" offrent chaqué , fols d leur place.'Voilà assurément un remède bien efficace' et bien facile. Le jour oii vous le prendrez, vous irez iriieui. Vous qui alinezà bien manger, quiallez souvent,à des dîners, h des ' banquets, essayez donc le? Poudres de Cock. S L I VOUS C R A H C A O S S T Al <u - L V U O 'u ¡3 3 AUX JEUNES ARTISTES. 'ATELIER de dessin, peinture, eau-forte de L F. Desmouiins, 12 6iî, rue Legendre, est ouvert toute l'année pour dames et .demoiselles. Cours d'enfants le jeudi. AIÍTI-R1DKS I N S T A N T A N É D I L S O N N . ' E pierveillcus produit enlève .les rides instantinément ; essai, gratuit. 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Les années, en effet, se sont écoulées depuis son crime,'et Michel Prinson rie çeut se résoudre à la ruine de ses rêves. C'e,st pourquoi il vlem trouver son l'rère, le député Bernard Prlnson, pour lui tenir à peu prés ce langage: Lorsque cumu avec des tiommes à ma solde dans le centre de l'Afrique, y conquérir tin vasté empire; ce sera mon cadeau à la France, à qui je pourrai crier bien haut mon-nom.. Seulement, pour réussir, j'ai besoin de ton appui, de ton inllucnce •Il me faut en effet l'auto, • riaation défaire passer des . armes et des munitions sur lesterritoiras français. » Mais Bernard Prinson ne veut rien eméndre. L'aventure lui parait extravagante, surtout avec u n nomme - aussi dangereux que son frère- Il a d'ailleurs diantres projets. Michel a eu jadis une (jlle,. Hélène, qu'il a abandonnée avec sa mère, morte depuis. Bern ard a pris l'orpheline auprès de lui. Cette Hélène est une jeune personne dé caractère farouche et prompte à la révolte; elle hait ce père qui l'a abandonnée jadis,' elle et sa mère, et dont elle ignore marne le nom, ' mRis elle se sent attirée vers Michel Priftson,.surtout lorsqu'elle apprend de sa bouche le récit de . son crliiie. « Nous nous ressemblons, lui dit-elle; nous avons les mêmes instincts, les mêmes goûts. Nous sommes tous les deux sans iamille. Voulez-vous me prendre avec vous. Je serai votre iille. » Michel refuse, parce qu'il ne veut pas faire partager son effroyable existence à une ' créature innocente, • parce qu'aussi il a entendu tomber dos lèvres d'Hé¬ Díliís le rôle d'líílàne du Coup d'aile.' ' lène des paroles de haine contre son père. •« H y a • entre nous iin gouffre »^ s'écric-t-il. « Je le comblerai », riposte Hélène. Comment Hélène va-t-eiie c o m b l ' r ce gouffre et se mettre au niveau de cet homme, vers qui, 1 etitratne un Irrésistible a i m a n t ? E n insultant le drapeau, qui, par le hasard des grandes manœuvres, se trouve, sn m é m o ' t e m p s que le colonel d un répriment d'infanterie, logi dans la maison de Bernard Prinson, et que nous avons vu y pénétrer au premier acte, salué par Michel (ui-méraç. J'avoue que je m'attendais à une injure publique violente, choquante, bien dans le caractère de cette fllle sauvage., Mais les convenances, la crainte des manifestations ont fait reculer l'ameur et le directeur du théâtre devant le seul dénouement logique. Hélène — cela fait sourire — se contente de Voler le drapeau du régiment, et la puérilité'du moyen, employé pour combler le gouffrenous laisse une impression ineffaçable de désenchantement, Maisjeveux réagir contre cette impression, caree serait une grave injustice que dé ss laisser dominer par elle. Non helle ne doit pas, elle ne peut pas nous faire' ' oublier qu'il y n d e grandes beautés dans la piècede M. Krançûis de Curel; que, si cette pièca_est incomplète, elle n'est du moins Jamais banale; que si, enfin, rémotion qui s'en dégage n'atteint pas toujours notre cœur, elle intéresse du moins fortement notre, pensée. M. Antoine a supérieurement joué le rôle de Michel Prinson. M"»"Van Doren lui a donné tres intelligemment la réplique. M. Signoret avait u n rôle mou : il eu a tiré le meilleur parti possible. Il faut signaler encore Mf Grumbach et M. Mosnier, et faire le silence sur les autres. On a joué, en même temps que le Coup d'aile, u n e amusante piécette de M. Robert'Dietidonné, qui est un collaborateur de Femina. Mais jamais Fetnina ne pourrait publier son Employé ¿ k Ga^;, Et elle aurait du! mal à lui pardonner cette scabreuse fantaisie, si peu dans sa note, s'il n'y avait fait preuve de pas mal d'esprit et de quelque adresse. L'Émpioyi du Ga;^ est bien jouée par Desfontainos, Bernard et M"° Jeanne Lion. Marcel L'Heürküx, - Si o 'u Grand Concour d u CHOCOLAT RATIONNEL des Pharmaciens Français SSThzmand^ par phts de 3500~^Doct,ur, et Tharmacîens comme vlS^^al^^^^^^^l^J^. 3 0 0 P R I X irAr^-^^l 6 0 0 0 F r . m: publiée Ce conconrs sera dipi0 en 11 séries et un classement gênêrah dans le premier numéro de F e m i n a de chaque mots, à partir du 1" aVriî 1906 liftfft flf.R P r i x , distribués s a n s Pour chacune des 11 séries : Au Prix ; U n quart d'Obligation de la ville de Paris. • Aux 3 ' , 3» et 4' Pris : U n Bon. de la Presse, Du S'.âu 25' Prix: U n Lot de chocolat .d'une valeur de io à 3o'fr., chacun, soit ¿5 prix. tirage a u s o r t , comportera, savoir : Pour ie classement générai des lauréats des 11 séries r Cinq quarts d'Obligation de la ville de Patris. Sept Bons de la Presse. D i s Lots de chocolat d'une valeur de 3o fr. chacun. Douse Lots de chocolat d'une valeur de so fr. chacun. 13^ il troilvefa u n bulletin donnant Ses conditions du concours et 16 droit d'y participer. Toutes les solutions devront.ètre adressées à Fmina, 5, avenue de l'Opéra, en ayant soin d'inscrire sur l'enveloppe : C o n c o u r s d u C h o c o l a i i-atlonnel. Elles 'seront reçues J partir du i"'février jua.qu'ïu î5 pour la 1" Sfjrie, et, pour les suivantes, dti 20 février au î5 mars, et ainsi de suite, Z> Classement des Candidats, opéré par Femina;, sera fait - S a n s Tirage a u Sort ïVIll CONCOURS f r e í s sotxîîïîlÈs, N c t r e «.Icsiin c o n t e n n l t trois souliajis. Lesquels ? Pour les iroüvcr^ il s'agisaait simple ni L-nt de prtfiiJrc la d i m e n s i o n (rte U l i g n e qui ¿taít placée au centre de DOirE dessin, l.es lÉttrefi disiariies k s uiiûif des- auîTfts ÍÍC la. l o n g u e u r de cottg ligne Jûvalûnt èire r i u n i a s et formaient ainsi iroja s o u UaiEs : (Í S^ntâ, bojikout st pra^périîé, » Learices o n t participé à ce c o a ' cours. 3a4B POîii- í'flífrífilitio» íteí J priK eí ¿Tes j - í o Tíícnífoní, rnaiM ¿mires, jüíj^aflí Í Í rí^ieíiiertt tíe « o s (xwcoiirsj ítroeérfE à • Bfl- íírflfffi « w a o r í enfr* l«& concurrentes aya-Ai trouva ta. ^IvtUm exacte. Le tirage ftw SQTÏ fl (líonní íc? í-tótffíats Csul·u. ^ Cliubwt. — Til. COUBÍ- - CalUá. — Cartsstí». — M , ChovûUlw, -7- Calajal. j . CdItifí. — Cla^uô, >- Caucmoln, -* E. Dotíia. — EMcroU. — P. Do». ~ UnçJiai, Jjjwdlí.— üilitanL — R, Dáintu^n, — Drottlteay, - DérgLiliL - D a l l i t í , _ DcEnllo. - Ballet. - Ducrttct. — G, Pjvin, — Eelttvíiiid. — Duhçi, ~ DewaTlInfi^ — £ Tídltli j , . — EícímlScr. — Huelolina, — A Etionr*. — Evratd. — Bpplev — EyhcTt. - FonlnCayüt, - powl. lijcaiifi. T. FlïÇiiC. — P. FÍtmiKiiill. — FBIII-. — Pe la Fr¿naic> — M. Fílli:. — a Frlqiwtl· — FwppBfc — FûUtEn. — Erímiot. — Gamby. — Gonliidard. — J. Gqfloftoy. - GniErior. - Gaïon, ^ K, G<iutlcr. — p . Gusto. — A , GrytntdCll. w. Gniaoui — GuBwl. — GrgHiir. Bisrbeaus — HtrrmiiMi. J. Uostieí, - Hnyinpiis. — V. Bdbait. — E, Humfalot. — Hiiït^uii. ^ O. d'HAiiioiii-e. G. HaussarJ. — t laarodût s. — J!gulc-.iS. — M J^llkuu^ ~ A- Jallas. —Jflburt. — C Jquis, — J, — C. Jo-Aaitt-J. r- G, )QUHi). TCer^iner, — Lu Clftcli, - 1». t.aiiiii!iw. — G. Lanálolí, — C. do ^afond. — Z. LpquBu,— L- L-çbJond, — Lontuet. — L·tias. — Lfljuir, — Líi Coünt, - McUSenrat. - J, MAR|EH.il. M. MaTileÍ. ^ M, KallliFi — J , Wcrtl. ^ L NvsSflil. C. Komhtaü. — W. Tí.. H- Oltvcaa, — C. l'orrín, — Poûnclrah — l·I. Pwïiniet. — j . P¿TÍ:, — Vick, -w QulUflt, — A. RlUes, — A . iUcharfl, Ktvliïû, — L. RMIMm - K. R&uy Raison. - S. s a n t o n i . A. SmepnTi.. — bteir, ~ A. do Tauligiiaû. TiiUaud. - L . Vflrie. - E. VlHaiidlÈ^u, - M. au sort cjitre ¡es concurrc:^iES trouvé !a solution exacte. La tiraga aa. sort a donné ï i s tats miittints ; ayant résuh I " P R I X : U n s a u t o i r t i t r e û x c CñtalogîiéSsfr. ; LiERLi-ULR. cataJogud 24fr. : M " ' CIIA.HPOH> 3, rve PaSUitf, GrcHoble. S* V'u.iii : Un-Ulbtítn pcitir coîlcction de cariis postales : M™ V i o ü , sg, / K Ç de JíiiinïiiK. MTÓÍÜFITIÁ J ^ / Í * . Siie^, París. titfe : DESTKBÍ;, s í , . tü^ L. Le chrysantïiMei , c^JTtes poííalis : M , G U R D I E R , Oí, bOtíieyard LafayçtUfCaMs [J^.-oíeC.). , Heníions/ MMi Aubiiii - Alaplilllppo. — G- ARLJFLBS, — M. AlbaiU — M. Aiidnot. - Abord, — AdamEalDmon- — AatRÍlu Attajuaot. J. AÍtl+ — L . ArnDilIt. — C. Aniflcï. —. J. A&tlt;. Urilbt. — l)Ï.uâ. — M. BcUion. C Bimaaud — A. nannal- -rr M. Boxzfi. — Daudot - S c k c •— BAMJIRRITI — Houillíird. — A. n^uflua. — R. Butrey, — r,. BoiiUcauE. — n^firiet. - BenottGmcs. — BESSTRA, — Bftnwqi'ií- — M . Hav^r. LE Míw p , Anítrcpir. - T - R í . ArniiuL ™ AlUtigeSîîo^is «171005 doüiní d e u x corr'Ès. il - A l o r ç c , - BJirhRcat-- 1;. linpil-tjr. Beküs'aci&^nit û'co d i c o u p e r u n et de l'eûche- B, Bnplçt-GIcr-q.-C. Ulciiriiit. - L. Üt-qual véirûr de tûll" sorte d a n s l i deüsíaiae ~ Bicíiafü, - A, Uoyer. <;iv. Üolïseity. qu'un c l i r y s a n t h è m c a p p a r d i s û . Ban, — Christ, - A. Çarrc. — CalHj. — Woirc desr.ÍD indique ¿ o m m c ü t ü • Clit|<ifit. — C.trcsmal. - Dtazau. — Dulanlie. — cünvefiait de s'y prendre p o u r obiuûlr le T, DiiQOiit' — Hariom:. r— rhjhai. — UoiiuuiEe, i* PílflPtioy··W^l·- tlKüent. - « Etoile FtiEûr+Qt. — M. da li Préñalo, 2 6 0 2 abannii^ï o n t piia part X co ton*, Fijin^ûï,P. FlflíCCHlt, — H. GruElor. — Granl. cours. A, Gulirtmrd, — L. GuiTJaux. - Giilmano. — H. CQtnT)y, — E. G^Wé. — £. Gras^oi-nuplun. P o « r l'attHàution des prlx çt d « mtn^ tior. — J. GïaniHoiicrio, M. dp Kaia. ,— tiona, nous « w n s j w o c W i j áwVffnr /e E. H u b t î t - G. HunibcrU ^ ncuilcMllun, ^ Hûfil. " B Houaar, Holm. llnji. ^ TÏfi·'eniení i^e TIDÎ ççíicours, d çtn tirage /fííí iSuissí); M " ' Ï Î 0 J R Ï 0 5 , Pervisnan; OlsÉAü liE i-ASSA<íE. Siïiftí-Aíafíícnt; M A P G U E F U T B FRAKClïETTr, Ro\Km \ M""" MAmitr / 7 , í"wc Sah^t'Phrrc, Aíonírfíffríï- íSOífltfieJ ; 4MAn;í;tjpr*l'í'ri ^RVIJ-AUIJ^ Tfjíiíï VBaTSí U I Í E I ' A Ï S A N H I Í ; U B E M É RANCOI-rqui;; BKATA; P E S Í P L I A I A K , itaulsmrd V o i í a i t e ; yoi_iMini Í R U U E Í I . , 5, l've THodore-ds-BíinfíiHe; M.^iittiiî PftiiDJîii, â, r i í í rA¿Cirfí>í'<í-íí4i£lan:ííí/c; M " ' ' E. CAIDLY, Í - C Í J Í rfs ía Soiitm*; L O U I S E MOUHEAUK, 6, î t i e D í r c e í ; XAfbi; JÍT\UY£7(E UTOLTOIJMB; M W S I M O ' HiM, iG, r^e Maurice-Signard, Gray SUiï BONHEUR. •• M"*, Su^AtTMB JàûURiDiH, 35, rite Bois-. tiei, Anffcm; M""? CUIP.IÍ&.AY-JOLLÏ, J 3 , • î-itÉ du TempÏÉ, A i ù i e i T e ; M ' " ' B ^ K T H P LcGíM-ííi; r u e Pofíft: Jí^^ V M Í I ^ , c i t í . F H î f i o n ; M"""'•VAiTZLPEüüiílt. lS, rue Je¿ln-}.1^sv\iit,,^i^írt ; M""> A n u t s Miri.AñAi-f 76, (tiisiiiifi (iti c?r,aflíí'Cft^!Tfl, Fars SaîJit-Mavr ', M"' P E I.ANeAl·En.tE, Si""" C f^lîAILtlL, Ard!SSíríHíty-/iI'Cdíí iC6Ud'Or)-/yi"' M. D o Y c u t s . i c a / i ^ r i Voiíflíríj Na^gís iSein^-fi^Mctfnà) ; Rose Oíi- M " ' G A ^ R I E L · L E ELpftv; M " » ^ K P T Í Ï Í : MAÍÍS. .3, í7'c /JocAe, N-srort lOíse);M"' D . , &Í5, rtiíi du iWisc. Vi-n^ ccnrtesj D A J Í E M O V T J Í Í . Fi^^-Croix JI3A7HHÍ; L E BÍÍAS, Pont'Croiít tFiniS' Voici la li^tD des mejitioDS de notre' c o u c o u r s : fi. Quel est le v r a i bonhcufr,' CQJ!coiers jv- :í55> dt. l / d f W H i î W'f» SOJPTBTJK, i'ííía qiHi. NOTRE.CONCOURS fix^-. c r i c LAMAUQÎIE; LIKEIION; M " " JEAUftiALftïi, -íí>. fup (íes Rcvipart$ íCMnsy, Lyt^nt M"" B. RoTTÛ, 4, boulevard ¿fa ííi ÎtêpubHque. ÁtffeTi M'i"» M A M E - - A. VûSsul, —VlifíCUJí, — lï. Vwhat. — R. VNV liirt. — E. VBUhr, — V#Tto. — A. Voliiiud, — Voi:*:!. ~ Vùicùticux. Tí» P R I X : U n e a u p c r b c b o u r s e t i t r e l i x e catalDffués ^Sfr. : M^L'' J . E T C H E - , • 2» Piujt Î i7it pofte-crayoTí JOUTiHX.-JIYIBÎTB.- A.JnllM.—iBuafi'rc.— G, JusiUtnLi.— KIWîflr.— HUntzBl. - r Luftvre. - C. Lozi. - Lfl T.TarB3rtnU - 1^ par? ai ml m. U-ONFTL.*. ™ r.,BMfl|£n, .-MirntitoTi. — LahibikL - P e LainnzîiM. - Livy.Anciwi, - Lncrdx, J. Luftvic. -r- l-. Mwiïol, — 7(1, Mirts. HuMtu. - itnÎïrtgt. - M. Miirlrtllt. - M- Mal liwx, — RUtrelb. - « . hMSPWncüví, — MánriM, - L. MoLclicbKUÍ. — \ . Mnltscoi, - M. J^iafro, - Mtffie - M L . Monnet. - H, Mndel, _ H. Mayater — M. L. Mnan'Ci-, - WrPDr. -r Kouy. — a. Noé. J. ûfli:û\'. - Picot, — Plnrson. - Pic, - e. - PiííJCS, - W, Plan^ l - PuArnhr, ^ Párl^íl-MOríy. — C, Potrsort. — M, Pinsnllo. — RÍFijlltor. - J, RirtlBnTt. — Rolerr, ^ ÏÎBKacho. •• Rover, Rxrvell. — G, R * H ) m I . - A - H a u l t . - Roy, - Surfr*. Snlptour, - V. Siiraliiftrl». - àu StiJoiimS. Doç^clllqn. si™^^. - c . S a « l i s ¿ . - SCIIHÍI. d o r , - C o SaJ,ifPi». .SaJ'lartl. — ÏSq SühtJiiou. SftWîiift — l ï 4n BcvcJInRca. ~ X , StmtiçcE, - H. TMirnii. —M. L. TWÏUSO, _ G. riiût. TU, de TftdlM - TiwralÈrcs. - t o TSuiclais, - L.TIlllc(.«T»¿íl,-T(íTtay.Dsirrl. Mn. — TqjHIIOUU, w J . TliWaniîint. — J.Tûll. trul — A. TjDlihûS. ^ H. Tiiinlllius. — Ë. l'nc- YON; Mef.eriat (Ain)i G ¿ W J E I,A E n u n i : ; ^tii" AMÈLIJÎ DuTiir L A P R E N I T Ï , 4j, apertue i^armentUr ; JMr-i-r.v EÍIII.TIÍ L i E M u R A T j AriHf; DETHLÉVES^ I j3, rue 'Qusíav^'Flfíttbtri.. Rouen; Sv3, M ; Awí".iï.iNE binERT^ A f û n î i / J (Rhône); GA•Éi.L^ í f i í ' M í ) ! M A D K L E I H E D E CirAw 3ACÎ PlËU-l>'ATOUERTEJ LEOTIUCE DE FcmiïîiT, d SífiRéjt^ò; í^"' P A U L Bours- • EONj CULÍSÍFLLLFÍJÍC fMARÛUlSUlTE BiSHQER,' J S fis, boulepara lisaumarckniji ; MAtiU A , JÍÏ7, ''w* .':flí»í-/)n;ní»íífle; ErLEJïA. i^/'Îmes; CroALfi!_HmomiEtL)E; DB S A I H T - C ¿ R Y T ¿ ; TiiiïitÈSE A s s ï J c , jig, rue (/& fiQmpe ; M"^ DïiiorrsET, TouInjtse; JAtfE liANKESi CÎboure, pe^r SaÍJtt'J'eitn·d6-L·tíí(-f MERYE-M; EKIM DÛ LE GOMMENT ON OBTIENT UNE d o m BravurE est ciflonirc, rend les 'plus grands services • a u x damcB dásireuscs d'EToir u n e p o i t r i n e i d é a l e et u n s taille p a i ï a i t e . T o u t e n t i e r çn batiste, s a n s b u s e . A L baleinâ^O!. c'est par u n e c o u p e spéciale, très I t i g á n i e u s e , qu'il / r c m p U i le b u t dÉsiiil tout en r e s t a n t í n v í s i b l C f Il «st i n d i s p e n s i b l t j u ï l d a m e s qui foril d u t e n - \ nia, m o u l e n t à cheVAij ainsi q u e ÎOUS la e h e m i ^ e i i e l é g é t c et, lUX b a i n s d c m e r , i q u s i e çostuBie. BELLIPOITRINi • • La femuni; cet surtout caractérisée, par Ê O N busto. L'ampleur d'un» ptiitrjno biai) formée el^ qui SB tiint, donne aux épeulea OT an OOL l e s ountoura grooieux; et ¿léganSsqitó toüt&a les ftmines peuveid raeheroliprpbúr leur avontogti, s a n E déroger á la loi d e s convenances. BUea a r r i Y c r o n t au î>ut désiré e n prenant pendant '^'""es PILULES ORIENTALES Cea pilules ont on effet la vertu de développer ot dg reooneütuer los formes de la poitrine en stimalantles lilandes nmm moires ot m eoeumuiant autoiir d'elles !» tissu coUqio-gïaIsseas qni doit, niaiéfial-' lomwtj fermer les 3?ina ou Isa reoonsUtiiâr. Los Orimtadjls ont eoeoro pour effet ftomplémanbairs d'aoliv«r la nutrition so» laa parties do la poitrine environnant les seins, d'en oomtilef lift vides et d'en sffaoer lea sailliea en donnant au trnsto la plénitude et la fermelé £(u'jl doit avoir. Elles ooDviennent aux jeunes filles aussi bien qu'aux daines atrivéee à l'ûg^c adulte qui n'ont jamais -eu de poitrinû ou qui l'ont perdue par la maladie oa les accidents auxquels la femme est sujette naturellement. Enfin, le mode d'action dos pilules Okientales et leurs puopriÈtds fortifiantes indiquent suffisamment gu'ûn peut an foire Usage sane orfliiito <i'all«rer sa aantô, quelle que soit la délicatesse du tempéraUieati. Ls résultai; obtenu est des plus duraMes. VOITURES POUR E N F A N T S FliMtea&Fiies, en tous goiires Irticlns n o u m m el broTcMJ. - C i t s l o p o J, taina , 16, A v e n n e de B o u ï i n e s , P a r i s . iOURIRE D'AVRIL iVl"'*SEURRE,Ungèfe qui est en mesure d'établir des modèles par correspondance. SS, DBS EiéoafK!» et fermeté ANEMIE terruaineus, COmE ' liiâs^ré onnuolqubsBomtiLnDadDirait/amcnt. ' M f i n U m : H,ll.FAUÏIÍ.MIll. Plel'-f, M » . B"fi lioUf. av. Iiintruct.; o n v . í " ú , j n ' " B'BIÍ 3*ilr.í!Hmti!tk>'JflB(lflNA",26,t.BltlBr.Pam. E U R A S T H É N I E , FA I R L U S S E Uiror •tiUlTR.ES FINES J.J. Manches ou Vert» tünotiong. jioiminnenient dea crsetanifio, «omileriás ils-'.—iînvoi frjnîOwntremRndut — 1 l)anii.'pii'CBAUMBÍ.. Farit. liJ, Hue UAFAVETfE et Pi"' de Iti Les Comprimés "WÎRIAHA" a basa d'herbes naturelles iii oilônaivcs assurent i lu Fetnntia et ù tout âpa la beauté etlapuroté dosformes. Succès Alfred Glllot AtWîACHpN COl·lS POSTAUX FIIANCO DOMICILE d'HËMOGLOBINE DE$CHIENS JKlloJ loKllp, ter vital 4u sang, prescrit par Pôlite méáioale, B a p i i i ^ e u i > , i l la vlrmdB crue. B ioiii. niite 61, iflHi, B fr, 11) imf, iliillwi bl. eslío, (r. Rond S a u t é , F o r é e , X e a u t è i. t o n s , 6 ftiii. IMtra Hi • 'fi-SB 11 Jilii. Iluta v. nll.SO hommes, (emraes, entants, qui seuteut coztstinaïw'oa, Exiger i« Nom ils DEaoHIENg. Ancienne MnHsn VldO du PJwsli.ct Lifentaii SmauJtea votre pootéur sur lo F a s , de dt, l'AvanLiH de VlUicra ot du MulcaUgrbea. (U Pris an riaooii ivoo iuatuuûïïoa ; Sfr. — Envol fraaco coTiftü e ' S S . 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II et 13, raedi:Toarnon,P;"V¡^ CONCOURS n o u s s o m m e s aptrçu que i t i t e dernière ne jious ¿tait p a s adressée. Il n o u s fallut d o n c TfipUcer dans U caisse les ûbjcis tels qu'ils y é t a w n c - a u p a r a v i n t , a lu difficulté qoû n o u s avons e u t p o L r ce faire n o u s R s'Qggéré Vîdtcdc s o i j m c t t u î la question à nós k c t r i c e s . La caisse p U l e rcpròscntülc u n carré parfait q u e f,A.vA.ïD&; JEANNETTE: MARG. VA.T,DB£, í í ¡ } , me an Faubourg-Paissahnière \ A Mi. lis S.; Un ï;ÊVIÎ; M^" EDWAHH ScH n. Í s c [11L u, Fraricj o rl·SMï'-Aie m ; M-™" IÍI.LDÍ, ï"Fi3 AíonípTíi/icí, P<iris; MAriTiFE 1Í.0NDLT, JSpcfîtûi^; MnO Ü E T T G n i ; u l î , ; MAPIÜ-ABTOIWHTTE EGrPTJiiHat: GAÛT BoHñ ; A LiirL£ BMiE iïni;A.M : BniETnNpiî ; Aï.icE ServûJ-iî, í'ár^iíflTiftK ; Mil" M. SEMAMGR, ^•íií-ís; M " " ALICE BOTTEMAKME^ Bí'íïififf-^c Cojîiic; LOUISE S E G U V , Z . y a n ; C.\TriE, à Wiori; Aj^HY D E L O U K ; C. GtftAUjj; HiiiuïTDÉLLu; COMTESSE ui: SÊciLLUM^ VannBR ; M-*» N . GOULOMB' Bl^N-c, ATifltes; Cu.^-sCfm\ Paris; J. LURO. í ' f l r í í ; GTOHIUGHAÍI, M Mans: K"^' Láv\-B?.ÍGER, Bord mu?:; S . DucnoirUN ; È m i a n G. ; J U L I E T T E GRAWfiiïîn; L"fi:MAfi-30K, i'flris ; 70V3 pourrez jrocoiistLcLcr au m o y e n at-s quatre Jigncs üEoitca qui formeront los quatre oStfiâ. E s s a y e z d o n c d'y fiica tonir jeu obietg tais qu'iis aont représ e n t e s e t s a n s q u ' u n s r a l d e ces objeta louche L'autre, Les 'soluüooa seront rcfuca jusqu au i5 í í v c i c r t t l e s r ¿ s u U m pubTiüS d i u s n o t r e numéro d-u i& ûiara.. i " P i u K : U a c s u p e r b e g l a a e arEont contrais. E'PrïiM : Unesupsrbe&^MClÉiie ceinture argent liiCô u n certain nombre d e l e t t r e s . CC& « r e i e s , placcz-Jes s u r l e Ëi¿CDUpez contrôlé, 3 ' Pnijc : Un a í i ü m pOM- colUctioji cartes postales. de l>¿títohei' lû b o n l u c o n û O u r F d deBEOua e t l e Qoller s u t l ' e n v c l o p l i û cûDtcnuat 1D s a l u t i o n . ,,,-iiiii.iiBBwiiiBfrT rm~~ ¿^íí--— ^SSi ^ m T V C O I i î ï S 2(i3 ^ ij. LUJ\<^^t4J\o ^ '(Li I'J\'OIÍIMIÍK.; Concours Réservé à a-os seukñ nbonnéÉs^ Les guatre cercles. D a n s quatre d i ces cercles n o u s a v o n s dans PiuK : U n e îjourtja m n l l i o a flncs contrôlé, coTticnant franco an argent D u 2* AU 7« Pt\rï : Un stipcvDc porte- Joindre lADaattcd'abDuatniBnt Ain tolutJon Dt indiquer «uz reo^elQjppc: qui laqfionUtiiï: coacouTi n" 2G3. T d c ; P. L.j SítÍHí-MíiiïíMí; Cvcr.AMRS dûs nom , Les sûlutîoni fieront reçues jusqtl'ftu iî'fij'iJtt arffmi conirûlé^ j5 f¿vnur i t les ïésultüts publnis dbns aiitLii nuoifiro d u i5 m u r s . • nfitficlier Tô Bfrti â.u c o n û D u t s c l i^r PJ!.IK : u n e b o u c l e d e o e i n t u r o d c a s o u s <it l e c u i l e r sut i'onvclopps UTgBut c o n t r ô l a . contenant la solution. 2 " P m x i Un stíptrbe poric-crayùn argent cantróü, S" PKIX : On album pour collection dû tartes posíaícs. GBOfttrJîTrB T / I I ' I E ; JbjUN L A M U E R T , PÍITÍF; u D C ; M^* SnEPirEtr FUSÎA ¡ M ' " " AMÉLIE Jairin., Boni^nux; EPIILTJÍ; tiûi^TZ R.» Pari^Sj M='^ IDA MATUAY, SUiiftîwsi; M°"* J. Haïe.-U, AetiJis: Ml" FsRiNAMDLl·i LBÜHASD, Parîs; M'l" MAÍILEA N T O I M E T T E KoLrR.H)[ER, Carcassonnc ; lijigHOji.DE, 5ÍIÍJIÍ-¿ÍI£ÍÍ'¿-ÍÍÉ;-CÜEV o i r i a iKîfe n'áííí. q_uíiirc plans nu-flcssus, d t celle çoiiequCf aiTOUS auivM l e c h c t n i n trací c a pointilLi» voua puiasïcü reconstituer u n p r o v í r b e compesíí de cinq m o t s . unes absolument inédit(;s, Qu'e'las p^inquièteiît auprès d e leur, c o r d o n bleu dû q u e l q u e njarilère rare et inÉdhe d e préparer u n plat dû c a r n a v a l , c i flous r i c o m p i n s é r o n s les recettes l e s m e i l leures. L e s recettes s e r o n t ¡ug¿cs e t exûcutées p a r - u n jury s p í t i ñ í , s o u s Ifl pj-isldeiice et lû diçcctioïi d ' u n d e s d i c r s parisiûiis l e s plüü r¿put¿s^ , Les a o l u t i o n s s e r o n t reçues j u s q u ' a u i5 février et l e i n i s u l t a t s publi¿s d a n s u n d e s n u m é r o s d u m o i s d e mnrP. nvtre fTlùtsvtau.) M COT^COWiS J^" 262 (iVauvtait,) Pour îûiites not lectrices. Plat de carnaval. Pour îouies nos lectrices. Voici le m o i u c n i d c faire confectionner, ù. L'occasiim d u Mardi gras, des f r i a n dilues telle:; quccrâpes, beignets, etc.^ etc. N o u s d c m a n d o J i s à n o s ïcctrîccs, e t il n e n'agit ici', bieiiiiiiterulu, quü d e j ^ ç í t m a ••a,ppori:ajit à ces ' friaudisûa, d e n o u s indu^uiir h,î;11iîî: unconnaisBcntqucIqucs- Étrennes, NDusrEceviDEs ces jours-ci, à l'occasion da Jour d e l ' A n , u n e caisse r e n f e r m a n t les obiûts roprésentd-i par n o t r e d e s s i n . A p r è s l e s avOrr enlevés de l a caisse, n o u s CROIXDE BERCEAU ARTISTIQUE Concours nouveau'PARFUW ;uccËç I- 5AUZÉ II 7:»..2S2. ' w M.» I k . ^ ' "ii^M 9j » "' t^^^ • t j i j . WÜ El-ÊCAMTETDfSTiriuUE I FRÈRES-PARFUMEURS- 8 8 , b o u l e v a r d t^Uíl·' SUCCES DENT'S GtOVES portroyal.PARIS 1 te — O h i q u e l joli c a d e a u ! Les Meilleurs Gants I I CADEAU P O U R DEHT'S GLOÏES NOUVEAU-NÉ Gïund Py}x " P a i i s Í900 [ON h Paris, pass.Leónidas, 8etai>'>(r..St-Eitgétue) L Rev. 3.5oo f. env. Jl. à p, Eo,ooo f. A adj. s. i énch. h.noi. Paris, 6févr.M'>Boui!UEL, not., 3ù, r. Bouret. ftÏTTTlTil ( míñV, 8 février 1006, 4 Montfort-s-Risîe W U j J M l l U ñ (Eure). Etude de Duiots, not. r é s e n c B Mo T H I E E S O K , not. îi St-Georges-dii-Vièvre. mi MAISON A MOKTiWlIMISlil elle vaiîêe dé, la Risîe. S'adresser aus: nbtaii-ûâ. Lire le Numéro ê «3 de' E'ermes et Châteaux DU En Vente Partout D.PETER.tnventeur TOUTE AUTRE ssi Prix : 1 F r a n c i PREMIER LAIT C H O C O L A T AU MARQUE M O N D E . VEVEY ( S u i s s e ) E S T UME IMlTATIQt» _ a . B 0 ü D f l l ^ . 4 D . 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ITIH* pridnll de paKimpriB ur jiul MK Molaire in (A.lial*Wrrg), ^ 4 0O«OO«0««*0**«0**«*0««*0*«P Il n ' y a p a s -âne p l u m e à r é s e r v o i r • égal© à l a ai Saptt LE BEIIFI I pntdu rpsÈo fûii adniottto dwi5 l ï s Ai^îiaiiiïi íïí /ííïWí. £ L e n a u n n 3 f r . , in; s i x F l a e o n B l O f r a n e s . £t Se Iroava dimE t o u t e s l e » PisTanolBB I SE TíiPían DES IKJTATÍOKS mPAlirAlïSS 3sr JITJïPflCACEa g) ^ J¡ SWAN Indispensables Toutes k s plumes s o n t garanties e t peuTent itce í c h a n g í e s s l elles n e c o n v i e n n i a i p a s . i\ t o u s c e u x q u i écrivent. CAIALEGAE ¡V' 4 FITMCA. Elf QUATF.S GRJHO£USS: F r s : 1 5 ,23.S0, 3 S È 61.30, TEINTURES BROUX CPVEÜX ET BtVRBE Maison trií aíripMse Succis gífantl APPhiCATIONS gue durée. GROS S é c h a g e s.u E T Détail: PElONE iftAOIOUE E. BIGOT. 3 a , rue de Turin ( 8 ' ) M'" BROUX M^fro, STATII^N. ROM. 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Cours Beiriat\ s, URurgasLE. ^ li pt¡x pl'uu colis post,! ^OÜR DlenfiosnarsonnesTOUtlralentinnlgrlP.iíiiila Hésitent a leratre,dBVuui i'inaucoès ou, m ê m e , lea d a n g e r s d e s tralteihetiis y a n l é a . j e d i s tt cas p e r s e n o e S ! Ne f a l i « s l i e n , s i v o u a t e n e z i v o i r a a u n t e . n n ' y a, qu'un s e i a vrai i D o y e i i s û r e t r a p t a e p o u r n t a l g r l r &antt d a n g e r , Sl v o u a l e d e a l r e a , J e y o U 3 l ' l n ü ! g m i r n l (lí'tKís, p a r l e t t r e ( e r r a ê e e i s a n s e n - t ê i e . C e r e n s e l g u e i n e i i t n e eoftte r i e n . Eerivez. mol et j e m e enorge d e voua renüre initiées. 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" " - par H E N R I O T (Suite) — C e s t V i c t o r H n g n q u i Jji d i i , m a m i n : u n e p e n t e iiiJi^Eans p o u p è i , c'est c o m m e u n e uiaiiiaii süTis e n f a n t s . . . . La m ' t n n c e s t çassùe; achète-m'en une autre. P R E N E X — V o u s r c s a u r i e z c r o i r e coiubjcjn nu on m a r i est a v a r e I . . T l v i c n r d'Être dëconi d e J a Léfí'on d ' h o n f:Éur : ch b : o n , U a l a i t L i n d r u e n r o u g e t u u s ses r u b a n s violets. PÂUES GARDE, - z o i i i i r - , JFrsna^ dono ioaa les Joars cíeiiar «li·cvciLX PENTINTS LANTS JOÚRA. lîcpniÍTist{Íniíl.-inte.LEllílC.i.-nfl(!rm]5, euttíraercSofl JOURS. líçpnnBRÍTist{Íniíl.-inte.LEllílC.I|ía cíe THYRO'ipiNE BOUTYt v o t r e îaiJJd d '^^^^'''P'^^^''^F^^''^'-' \líf!\VLt, j T o s f i o r a ou r^dspivndra. avelts. — Le^acûnâA i·uiSíj.líjaUeOii fXnigées es^p^'djd früíU'u par- le LABûkatoire . .^y/iídL5^íii!|iÉTCE gf; ao a . E u e d â G h à l e a u d m , f u r i a , €un!rü narda'-vtisl" de l O C tfíijrUEUJí, OILV'cïSòurclTsècKG^ïTl^fiím T i l A l T E M E N T I H O P F l B Ë Ï f E T ABÜOLUMEHT CEíinfAlH. ÏBFRINLD, ûfa. - UERNTUREE BaiciaíBscaftimrOh^altépBue uncí vijiuiireuauniiiril nvcc In S ê v e o a p i l ai|^C. Le; pul tu Hûmméi oi OOíii' bñit Os/na?, C D u v e t s Et B a r b s íKiiuila loiilouiB AVOIR eoíe DE hm iwMi(\s : ThjroWne Bouty. iktsloéuí mustió Ht manléto de flreniírít rUiLO ca une fci5. La boUe t rplufirtm-a, o i s fiance. Mnndit du timbres i D f l l l O 9" DUVETS ÜBçracfo;!!: dn "vJsíipo ec dücnrpíu f 4. P o s s o l j cñijü^ B*Fillcs.du.fl·ilvfiírfl, PFIRISR Notice cinllspoup T o u t e s les IWalaaioB „ , ue la Femme : Reina mohulea. Hernies, DeoocrtOfl, PLcaû lî Re.;dchiimentiiû ia P a i o iafaio- LES SEINS •CLAVËH£B,Sp¿^^^lll•Bl*,33*^Fa^ll;«5-^M5rtlr^,ùParis. <rllll ^ ^^I'^'^"^^'*'="il"P'^"'· Iflíanti'ín dofi'eii(luJJarraaáop / PaÜVriETÉ DU SANG NEURASTHENIE^ GRDISSAKCE , CONVALESfiEBCE lie tputes filalafliesj ^0JOURS ÎÎKIR.SVÎÎiîCEMT.PAyL Seul Forruginf?IJX assimilable ne cott$tiparit'pftSr ; Srí™fCONFiTÜREí.S'VINCENUPAÜl [WETHODE AMERICAíNE Tl·aitment ríísooné aes sows da \¡ -ise, EFÎJWEFJI pramptùment lea tL&&&t PCINTRË NOII^ •COUPEROA^Í. ETO,,. EÍ ASSURANT AIR TADNT une PURETÉ ÉCJATANFCE. ]i\\.\kí ilcJii Eiiiiiú'íftilrJcciin JIFRUAC^ Ounsuíistfom ili.iíOfi, ef pa^ CúH-esf tafíh^Bf M" aiAiiX-ÏI.a.t. RHJ DU BAC Pflñrs. 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