REGLEMENT DU JEU " PORTES OUVERTES SUR LE MAGHREB
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REGLEMENT DU JEU " PORTES OUVERTES SUR LE MAGHREB
0 ÍNDICE 1. Introdução.....................................................................................02 2. O que é Pregação?.......................................................................02 3. Exatidão Exegética.......................................................................03 4. Definição de Homilética...............................................................03 5. Principais Tipos de Sermões......................................................03 6. A Estrutura da Mensagem...........................................................06 7. O Título da Mensagem.................................................................07 8. Introdução da Mensagem............................................................08 9. A Proposição................................................................................09 10. Lista de Palavras Chaves...........................................................11 11. As Divisões.................................................................................11 12. As Subdivisões...........................................................................12 13. A Ilustração.................................................................................12 14. A Aplicação.................................................................................13 15. A Conclusão do Sermão............................................................13 16. Bibliografia..................................................................................14 1 1. INTRODUÇÃO Este curso simples tem por objetivo trazer uma visão prática de como estar ministrando a Palavra do Senhor com o visando atingir o ouvinte e despertar nele o interesse pela mensagem da Palavra de Deus. O foco é despertar o interesse dos ouvintes, como diz João Calvino: “É certo que se vamos à igreja, não ouviremos apenas um homem mortal falando, mas sentiremos que Deus (por meio de seu poder secreto) está falando à nossa alma; sentiremos que Ele é o professor. Ele nos toca de tal forma, que a voz humana entra em nós e nos favorece de modo que somos revigorados e alimentados por ela. Deus nos chama para si como se estivesse falando-nos por sua própria boca e 1 pudéssemos vê-lo ali, em pessoa.” 2. O QUE É PREGAÇÃO? O termo grego ke•rýs•so, traduzido por "pregar", significa ‘fazer proclamação como arauto, ser um arauto, oficiar como arauto, proclamar (como conquistador)’. O substantivo aparentado é ké•ryx e significa ‘arauto, mensageiro público, enviado, pregoeiro (que fazia proclamação e mantinha a ordem nas assembleias, etc.)’. Outro substantivo aparentado é ké•ryg•ma, que significa ‘aquilo que é bradado por um arauto, proclamação, anúncio (de vitória nos jogos), mandado, intimação’.. De modo que ke•rýs•so não transmite a idéia de se proferir um sermão para um grupo restrito de discípulos, mas sim a de uma proclamação aberta e pública. Isto é ilustrado pelo uso dessa palavra para descrever o "forte anjo [a] proclamar [ke•rýs•son•ta] com voz alta: ‘Quem é digno de abrir o rolo e de soltar os seus selos? ’" A palavra eu•ag•ge•lí•zo•mai significa "declarar boas novas". Palavras aparentadas são: di•ag•gél•lo, "divulgar; notificar; declarar" ) e ka•tag•gél•lo, "publicar; falar a respeito; proclamar; propalar". Então, o que é pregação? A pregação, toda a pregação, é constituída de quatro coisas: 1. É proclamar a mensagem dada pelo Rei (kerusso). Isto nos fala sobre a fonte da mensagem e a autoridade que a acompanha. 2. É anunciar boas-novas (euangelizo). Isto nos fala sobre a qualidade da mensagem e o espírito com que ela é apresentada. 3. É dar testemunho dos fatos (martureo). Isto nos fala sobre a natureza da mensagem e a base na qual ela está construída. 4. É um esclarecimento das implicações da mensagem (didasko). Isto nos fala sobre o alvo da mensagem (a consciência do ouvinte) e a medida do seu sucesso (ela muda a vida de alguém?). 1 Steven J. LAWSON. A Arte Expositiva de João Calvino. Vol. 2, p. 38. 2 3. EXATIDÃO EXEGÉTICA Nossa tarefa é clara: temos de usar os lábios para explicar e proclamar a Palavra de Deus, aplicando-a à consciência e vida das pessoas que nos ouvem. Mas, onde encontramos a Palavra de Deus? Tudo o que Deus tem a dizer aos homens e mulheres foi escrito nas palavras e sentenças que constituem a Bíblia. Essas palavras e sentenças possuem um significado intencional. Portanto, nada — nada mesmo — pode ser mais importante do que conhecer o significado correto. O estudo que revela o significado intencional das palavras e sentenças da Bíblia chama-se exegese. Não haverá um pregador verdadeiro, se tudo o que este disser não estiver fundamentado em exatidão exegética. “Pecamos quando pregamos aquilo que achamos que as Escrituras afirmam, e não pregamos o seu verdadeiro significado. Também pecamos quando pregamos os pensamentos que a Palavra desperta em nosso intelecto e não aquilo que a Palavra realmente declara. Um arauto é um traidor, se não transmite exatamente o que o Rei diz. Quem ousará colocar-se diante de uma congregação e proclamar: “Assim diz o Senhor”, afirmando em seguida, no nome do Senhor, aquilo que Ele não disse? Precisamos enfatizar novamente: na pregação, não existe nada — nada mesmo — que seja mais importante do que 2 a exatidão exegética.” 4. DEFINIÇÃO DE HOMILÉTICA O termo Homilética é derivado do Grego "HOMILOS" o que significa, multidão assembleia do povo, derivando assim outro termo, "HOMILIA" ou pequeno discurso do verbo "OMILEU" conversar. O termo Grego "HOMILIA" significa um discurso com a finalidade de Convencer e agradar. Portanto, Homilética significa "A arte de pregar". A arte de falar em público nasceu na Grécia antiga com o nome de Retórica. O cristianismo passou a usar esta arte como meio da pregação, que no século 17 passou a ser chamada de Homilética.3 5. PRINCIPAIS TIPOS DE SERMÃO De forma geral, os sermões são classificados como: Temático, Textual e Expositivo. Definições: SERMÃO TEMÁTICO “Sermão temático é aquele cujas divisões principais derivam do tema, independentemente do texto.” 4 2 Stuart OLYOTT. Pregação Pura e Simples. Vol. 1, p. 29. SOLA ESCRIPTURA. Ev. José Ferraz. Disponível em http://solascriptura-tt.org/Ide/Homiletica-JoseFerraz.htm 4 BRAGA, James. Como Preparar Mensagens Bíblicas. Vol. 11, p. 17. 3 3 Bem, o que entendemos desta definição, é que o sermão temático gira em torno de um tema, e não requer um texto base para a mensagem. As divisões principais sairão a partir da escolha do tema da mensagem. Apesar de não ter um texto base, suas divisões deverão ter o apoio da Palavra de Deus. Cada divisão estará embasada em um ou mais versículos da Bíblia. EXEMPLO DE SERMÃO TEMÁTICO Título: QUANDO CRISTO MARCA A NOSSA VIDA. I – Nos tornamos adoradores verdadeiros. (João 4.23) II – Vivemos uma vida de Fidelidade ao Senhor. (Gálatas 5.22,23) III – Influenciamos as vidas que estão ao nosso redor. (Romanos 13.13,14) IV – Passamos a ter uma vida de aventuras com Deus. (Atos 1.8) Título: VOCÊ É IMPORTANTE PARA DEUS! Porque... I – Deus te fez de forma especial. (Gênesis 1.26) * Somos únicos. * Somos semelhantes à Deus. II – Deus te amou de forma especial. (João 3.16) lll - Deus agiu na história. (Gálatas 4.4) * Deus se tornou homem e veio habitar entre nós. * Jesus Morreu na Cruz para nos Salvar. III – Deus não quer que você se perca. (Romanos 10.9) Note bem que em ambos os casos todas as verdades que foram apresentadas giraram em torno do Tema, e a partir desse tema as verdades foram sendo construídas e tendo como amparo os textos bíblicos concernentes. É imprescindível que ao elaborar um sermão temático, o pregador esteja trabalhando minuciosamente o contexto de cada versículo a ser usados nas verdades apresentadas. Isto, para não acontecer de se usar versículo fora de contexto e assim forçar a aplicação dos versículos nas verdades que estarão sendo apresentadas. O pregador ao elaborar a mensagem deverá estar envolvido com a oração e atento para não errar ao usar os versículos que estarão dando amparo à sua argumentação. SERMÃO TEXTUAL Sermão Textual é aquele em que as divisões principais são derivadas de um texto constituído de uma breve porção da Bíblia. Cada uma dessas divisões é usada como uma linha de sugestão e o texto fornece o tema do sermão. 4 No sermão textual, temos o texto como base para as divisões principais da mensagem. Todo o esboço principal está baseado estritamente no texto. Não há um padrão homilético para a quantidade de versículos, contudo, normalmente no sermão textual o número de versículos é bem pequeno. Caso seja muito maior o texto, fatalmente esse sermão estará sendo enquadrado num outro tipo de sermão que estaremos abordando posteriormente chamado de “Sermão Expositivo”. As divisões principais são derivadas do texto, que também fornece o tema. EXEMPLO DE SERMÃO TEXTUAL: Título: JESUS O NOSSO SUMO SACERDOTE Texto: Hebreus 4.14-16 I – Temos um Sumo Sacerdote. (v.14) II – Temos um Sumo Sacerdote, que se compadece das nossas fraquezas. (v.15) III – Temos um Sumo Sacerdote, que intercede por nós junto a Deus. (v.16) Observe que todas as divisões foram extraídas do próprio texto. Por isso esse tipo de sermão recebe o nome de textual. SERMÃO EXPOSITIVO O sermão expositivo é aquele em que uma porção mais ou menos extensa da Escritura é interpretada em relação a um Tema ou assunto. A maior parte do material desse tipo de sermão provém diretamente da passagem, e o esboço consiste em uma série de ideias progressivas que gira em torno de uma ideia principal. O sermão está baseado em uma porção que de acordo com James Braga terá um mínimo de quatro versículos, contudo, sem limites para o número máximo de versículos. No sermão expositivo, o tema é tirado de vários versículos, o que o difere dos sermões textual e temático no qual a avaliação está restrita a poucos versículos. No sermão expositivo, tanto as divisões, como as subdivisões, estão todas estritamente ligadas a passagem bíblica. Deve haver uma explanação minuciosa observando os detalhes e de forma progressiva e ligada ao tema, trazer luz ao significado do texto bíblico, aplicando a mensagem aos dias de hoje. EXEMPLOS DE SERMÃO EXPOSITIVO Efésios 6.10-18 Título: “A BOA LUTA DA FÉ” Assunto: ASPECTOS RELACIONADOS COM A GUERRA ESPIRITUAL DO CRENTE. I – A Moral do crente. Vv 10-14 a 5 1- Deve ser elevada. V.10 2- Deve ser firme. Vv 11-14 a II – A Armadura do crente. Vv 14-17 1- Deve ter caráter defensivo. Vv 14-17 a 2- Deve ter caráter ofensivo. V 17b III – A Vida de Oração do crente. V.18 1- Deve ser persistente. V.18 2- Deve ser intercessora. V.18b Título: BECO SEM SAÍDA Êxodo 14.1-14 I – “Beco sem saída”. É o lugar a que às vezes Deus nos leva. Vv 1-4 a 1- Mediante ordem específica. Vv 1,2 2- Para seus próprios propósitos. Vv 3,4 a II – “Beco sem saída”. É o lugar em que Deus nos prova. Vv 4b-9 1- No caminho da obediência. V.4b 2- Permitindo que nos venham circunstâncias difíceis. Vv 5-9 III – “Beco sem saída”. É o lugar em que às vezes falhamos com o Senhor. Vv.10-12 1- Por nossa falta de fé. V.10 2- Por nossas reclamações. Vv 11-12 IV – “Beco sem saída”. É o lugar em que Deus nos ajuda. Vv 13,14 1- No momento certo. V.13 2- Tomando o controle. V.14 6. A ESTRUTURA DA MENSAGEM Estaremos à partir de agora abordando alguns pontos concernentes à estrutura da mensagem. É importante que o sermão tenha uma estrutura, afim de que o pregador não se perca em sua mensagem e alcance os seus objetivos propostos. É importante que o sermão seja elaborado de forma clara e progressiva facilitando assim a compreensão dos ouvintes. Eles precisam entender a mensagem principal que está sendo abordada e os aspectos concernentes a esta mensagem. Segue um formato de esboço: Tema ____________________________________________________ Título _____________________________________________________ Texto _____________________________________________________ 6 Introdução _________________________________________________ _____________________________________________________ _____________________________________________________ Proposição _________________________________________________ Sentença interrogativa ________________________________________ Sentença de transição ________________________________________ I – Primeira divisão principal ____________________________________ a. Primeira subdivisão ____________________________________ b. Segunda subdivisão ____________________________________ Ilustração_____________________________________________ Transição ______________________________________________ II – Segunda divisão principal ____________________________________ a. Primeira subdivisão _____________________________________ b. Segunda subdivisão ____________________________________ Ilustração_____________________________________________ Transição ______________________________________________ III – Terceira divisão principal ____________________________________ a. Primeira subdivisão _____________________________________ b. Segunda subdivisão ____________________________________ Ilustração_____________________________________________ Transição ______________________________________________ Conclusão _____________________________________________________ _____________________________________________________ 7. O TÍTULO DA MENSAGEM No preparo do sermão, normalmente se prepara o título no final. Isto, porque antes procura-se preparar primeiro a PROPOSIÇÃO e o ESBOÇO PRINCIPAL. 7 Assunto, tema e título, como defini-los? Bem, o assunto ou o tema é aquilo que forma a base para a nossa discussão ou estudo. Ele pode ter uma abrangência grande ou estar estritamente ligado ou limitado a uma área de estudo. Você pode estar tratando do tema “graça”, contudo especificamente falando de um de seus aspectos como por exemplo: o significado da graça, os efeitos da graça, a manifestação da graça ou outros. Assim, o título é um embelezamento do assunto. Por exemplo: se o tema for Condições para o crescimento na graça, o Título do sermão a ser anunciado no boletim ou informativo da igreja, pode ser: “Como crescer na Graça” ou “Amadurecendo na estatura Espiritual”. Princípios para a preparação de títulos: 1- O título deve ser pertinente ao texto ou à mensagem. 2- O título deve ser interessante. 3- O título deve estar de acordo com a dignidade do público. 4- O título, em geral deve ser breve. 5- o título pode vir em forma de afirmação, interrogação ou exclamação. 6- O título pode consistir em uma frase seguida de uma pergunta. 7- O título pode, às vezes, aparecer na forma de um sujeito composto. 8. INTRODUÇÃO DA MENSAGEM Da mesma forma que o título, a introdução também é preparada no final da mensagem, isto, porque após concluir o esboço do sermão, é que o ministro estará pensando em uma boa introdução para a sua mensagem. “Assim, introdução é o processo pelo qual o pregador procurar preparar a mente dos ouvintes e prender-lhes o interesse na mensagem que vai proclamar.” Ele também afirma que a introdução tem como objetivo dois pontos fundamentais: 1- Conquistar a boa vontade dos ouvintes. 2- Despertar interesse pelo tema. Alguns princípios para a preparação da introdução: 1- Em geral, deve ser breve. 2- Deve ser interessante. 3- Deve levar à ideia dominante ou ponto principal da mensagem. 4- Deve consistir em poucas e breves sentenças ou frases, e cada ideia deve ocupar. 8 9. A PROPOSIÇÃO Definição: Proposição é uma declaração simples do assunto que o pregador se propõe apresentar, desenvolver, provar ou explicar. Em outras palavras, é uma afirmativa da principal lição espiritual ou da verdade eterna do sermão, reduzida a uma sentença declarativa. É classificada também de tese, grande ideia, ideia homilética ou sentença do assunto ou tema. Consiste numa afirmativa clara da verdade fundamental, eterna e de aplicação universal. Algumas verdades eternas: A palavra de Deus é o alimento do crente. O pecado gera morte. Jesus é a verdade que liberta o homem do pecado. A proposição é importante, pois é o aspecto mais essencial na preparação do sermão. Isto é evidenciado por dois motivos principais: 1- A proposição é o fundamento de toda a estrutura do sermão. 2- A proposição indica claramente o rumo que o sermão deve tomar. Para se desenvolver a proposição, alguns pontos importantes devem ser observados: 1- Uma avaliação completa da passagem, pelo crivo exegético. É imprescindível que se avalie exegeticamente a passagem para que a exposição da mesma seja correta e fiel. 2- Apresentação da “ideia exegética”. Esse termo foi desenvolvido por Haddon W. Robinson, que expande a ideia do que normalmente é chamado de tema ou assunto. Alguns princípios para a formulação da proposição: 1- A proposição deve expressar, numa sentença completa, a ideia principal ou essencial do sermão. Para se ter uma sentença completa, é importante que a mesma tenha dois elementos essenciais: um sujeito e um predicado. O sujeito é a coisa da qual estaremos falando, o predicado é o que vamos dizer do sujeito. Ex.: “A segunda vinda de Cristo é a esperança dos crentes que sofrem.” 2- A proposição deve se uma sentença declarativa. “Isto significa que a tese, ou sentença do assunto, deve ser uma afirmativa explícita e positiva, não negativa.” 3- Proposição deve ser uma verdade eterna, em geral formulada no tempo presente. 4- A proposição deve ser formulada com simplicidade e clareza. 5- A proposição deve ser a afirmação de uma verdade vital. 6- A proposição deve ser específica. 9 7- A proposição deve ser apresentada tão concisamente quanto possível, sem a perda da clareza. Relacionando a proposição às divisões principais. Normalmente a proposição aparece ligada ao sermão por uma pergunta, seguida de uma frase de transição. Para se ligar a proposição aos pontos principais do sermão, pode se usar qualquer um dos cinco advérbios interrogativos: porque, como, o que, quando e onde. Eis a sequência do esboço: Proposição: Oração Interrogativa: Oração de Transição: Normalmente na oração de transição o pregador estará usando também de um importante recurso homilético que é a palavra-chave, que estará presente nas divisões principais do sermão. Exemplo extraído do livro “Como Preparar Mensagens Bíblicas”. Título: “A VIDA DE DEPENDÊNCIA” Proposição: A vida cristã é uma vida de constante dependência. Oração Interrogativa: Por que a vida cristã é de constante dependência? Oração de Transição: Vários são os motivos pelos quais podemos dizer que a vida Cristã é de constante dependência. I – Dependemos de Cristo para a Salvação. (Tito 3.5) II – Dependemos constantemente da Palavra de Deus para o Crescimento espiritual. (I Pedro 2.2) III –Dependemos constantemente da Oração para o poder espiritual. (Tiago 5.16) IV – Dependemos constantemente de comunhão para o estímulo mútuo. (I João 1.3) Observe que na oração de transição foi usada uma palavra-chave: “dependência” que ficou fortemente marcada em todas as divisões principais do sermão com a expressão “dependemos...” Esse recurso ajuda o ouvinte a compreender e fixar melhor a mensagem que está sendo ministrada. 10 10. LISTA DE PALAVRAS CHAVES 11. AS DIVISÕES As divisões são as verdades que se quer apresentar no sermão, e que são organizadas de forma progressiva e distinta, contribuindo para se chegar à ideia dominante da mensagem. Um sermão bem elaborado, bem dividido, sem dúvida contribuirá: * Para com a exposição do pregador. 11 * Ajudará para que o ouvinte tenha uma boa compreensão da mensagem. Pontos importantes acerca das divisões: * Devem estar em consonância com o tema e proposição. * Devem ser distintas. * Devem ser organizadas de forma progressiva. * Não precisam seguir a ordem do texto. Palavra-chave ou frase A palavra ou frase chave é a expressão que será usada pelo pregador em cada uma das divisões. Como já foi mencionado anteriormente sem dúvida estará ajudando na compreensão dos ouvintes. Transições Ao apresentar a discussão de uma divisão, subdivisão, introdução e conclusão, o pregador precisará sempre ao sair de uma parte para a outra, fazer uma transição, que chamamos de oração de transição. É nesse momento que o ouvinte percebe claramente que o pregador estará passando de uma parte para a outra do sermão. Essa transição deve ser suave, objetiva e levar o ouvinte à expectativa do novo ponto que será abordado a seguir. 12. AS SUBDIVISÕES As subdivisões quando necessárias aparecem para ajudar o pregador a expor de forma mais clara o sermão e o ouvinte compreendê-lo melhor. Elas são derivadas das divisões principais e obedecem a proposta das mesmas. Apesar das subdivisões aparecerem no esboço, o pregador não deve enunciá-las no decorrer do sermão. Isto traria aos ouvintes a possibilidade de confundi-las com as divisões. Elas servem de guia para o pregador no decorrer do discurso. Deve mencioná-las somente em extremas necessidades, em casos que seriam raríssimos. Como acontece nas divisões principais, as subdivisões não precisam seguir a ordem do texto. 13. ILUSTRAÇÃO Ilustrar é “lançar luzes” sobre um assunto ou ideia. Ilustração são palavras ou combinação de palavras que tem como objetivo criar imagens mentais da verdade em destaque.5 É fazer uma comparação com a ideia do ponto. 5 Nilson COCOLETE. Apostila de Homilética. p. 20. 12 Materiais para a ilustração: • A Bíblia. • Literatura: (Comentários, revistas de EBD, livros evangélicos...) • Outros (Literatura comum e outros...) • Experiência pessoal do pregador. • Observação do mundo que nos cerca. • Usar a própria mente. • Histórias fictícias. 14. A APLICAÇÃO Na aplicação, as verdades contidas na mensagem são aplicadas na vida do pregador e ouvintes. A aplicação traz a verdade direta ao indivíduo, persuadindo-o a reagir de modo favorável. Normalmente a aplicação acontece a cada vez que a verdade bíblica é apresentada. Requisitos indispensáveis para o pregador que quer fazer uso da aplicação eficaz: • Deve viver em comunhão com Deus. • Deve possuir boa educação formal. • Deve ter compreensão da natureza humana. • Deve conhecer as condições e interesses dos membros da congregação. • Deve falar com naturalidade. • Deve depender inteiramente da operação do Espírito Santo. 15. A CONCLUSÃO DO SERMÃO Existem várias formas de se concluir um sermão. Pela praticidade, adotamos a forma da RECAPITULAÇÃO. Nela o pregador faz uma breve recapitulação das verdades que foram apresentadas. Nesta apresentação o pregador estará preparando os ouvintes para o impulso final. Normalmente o pregador não usa as mesmas palavras das divisões principais, mas usa afirmações concisas e incisivas para expressá-lo. Por fim encerra com ênfase na ideia principal do sermão. 13 BIBLIOGRAFIA WIKIPÉDIA. Pregação. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Prega%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 22 de setembro de 2014. BRAGA, James. Como Preparar Mensagens Bíblicas. Vol. 11. São Paulo – SP: Ed. Vida, 1997. SOLA ESCRIPTURA. Homilética – Ev. José Ferraz. Disponível em: http://solascripturatt.org/Ide/Homiletica-JoseFerraz.htm OLYOTT, Stuart. Pregação Pura e Simples. Vol. 1. São Paulo – SP: Ed. Vida Nova, 1990. CARMO, Waldyr Silva do. Apostila – Curso Para Pregadores. Laje do Moriaé – RJ, 2007. COCOLETE, Nilson. Apostila – Homilética. Cascavel – PR, 2012. 14
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