LA CEINTURE PELVIENNE La ceinture pelvienne réunit la colonne
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LA CEINTURE PELVIENNE La ceinture pelvienne réunit la colonne
MARIA DE LOURDES DALAZEM IGNACIO AGRESSIVIDADE CENTRO DE EDUCA<;AO INFANTll INTEGRAL" AUGUSTO CESAR SANDINO EM CRIAN<;AS DE 07 A 12 ANOS. Monografia de conclusao do Curso de PosGraduo<;:oo, no nive! de especiaHzo90o em Pedagogia TerapeuticQ, apresentada 00 CEPPE - Centro de P6s-Graduo90o, Pesquisa e Extensoo, do $ociedade Orientodora Gabordo. CURITIBA 1995 Educacional professora Carmem Tuiuti. Lucia SUMARIO INTRODU!;AO CAPiTULO . 3 I... 1 A TEORIA SOBRE AGRESSIVIDADE 1.1 0 PAPEL DA ESCOLA CAPiTULO 2 II 3 INFANTIL/ESCOLA 8 . . APRESENTA!;AO 10 DO RESULTADO DA PESQUISA E LEITURA DENOTATIVA DA ESCOLA.. CAPiTULO 3 10 16 III. ANALISE DA RELA!;AO ENTRE A PESQUISA BIBLIOGRAFICA REALIZADA....................... CONClUSAO REFERENCIAS ANEXOS . BIBLIOGRAFICAS . . DE CAMPO E A PESQUISA 16 20 24 25 INTRODUC;:ii.O A agressividadeinfantil e hoje, um grande desofio poro a moiorio dos escolas brasileiras. E tao preocupante que pode gerar a fracasso escolar, coracterizodo pelo numero elevado de crion<;:asque noo oproveitom a escolo mesmo estondo nelo em periodo integral. Portonto, 0 principal objetivo deste trabalho, sera analisor como a escolo identifica equal 0 encaminhamento metodologico dado " crian<;:oconsiderado agressiva. Minha preocupac;:aoenquanto educadora, seraanalisare compreender ate que ponto a agressividade pode ofetor 0 desenvolvimenlo do aprendizogem no crianc;:a.A escola integral esta preparada pora receber a crianC;Q agressivo? aumentor a A estrutura Fisicae humana do escola [pode diminuir au agressividade do crianc;:a? Como conseqOencia do ogressividade, geralmente, pouco produz pois ela pode ser agitada, inquieta, instavel e inibido, dificultando assim,suo integroc;:aono escolo e afetando o seu desenvolvimento no processo ensino-aprendizagem. trabalho apresenta-se em tres capitulos, sendo que, no primeiro trato-se do especificamente teoria de base sobre a a agressividade agressividade em infontil. causas e conseqLiencias. geral e Tambem se abordara a estrutura educacionallinstitui<;:ao escolar, sua pr6tica e desenvolvimento o nos dias atuais. segundo capitulo apresenta 0 resultado da pesquisa de campo realizada junto a equipe tecnico administrativa, professorese alunos do CEIAugusto Cesar Sandino, em Curitiba - PRo Ainda se dedica a leitura denotativa da estrutura fisica da escola. Ja, 0 terceiro e ultimo capitulo faz uma analise do relaC;ao entre a pesquisa bibliografica e a pesquisa de campo, realizada de acordo com a realidade da escola acima mencionada, CAPiTULO I 1 A TEORIA SOBRE AGRESSIVIDADE INFANTILjESCOLA Uma defini<;:aosimples para a agressividade "1'0qualquer alo que vise ferir pessoas au propriedades descreve a meioria dos casas de egresseo". (DAVIDOFF, 1983, p.42) Tendo em visla que grande parte da agressao humana e verbal, nao vamos deixar de salientar a agressao fisico, pais sabemos que dais tipos de egresseo, geralmente com as crianc;as, ocorrem em seu conjunto, conforme a cila<;:ao abaixo: Os at05 agressivos geralmente sao chamados de anti-sociais que podem incluir comporiamentos destrutivos. A crian<;a que se envolve em comporiamenfos destrutivQs, hostis, intrusivos como uma crionc;a que possui sentimentos profundos de ira, sentimentos de rejeic;:60, inseguranc;a e ansiedade, magoe e muitas vezes urn sense de identidade difuso. Geralmente os Ot05 agressivos nao s60 a verdadeira expressao do raiva mas desvies des sentimentos reais. (OAKLANDER, 1980, p. 233) Entendemos, porianto, que ate a mais cordial relayao amorosa entre uma crianya e seus pais, educadores, irmaos e irmas e colorida por alguma 4 mistura vinda do forma agressiva de nosso sistema de impulsos, e pode S8 lornar inofensiva se lralada com cuidado. Os verios estudos sabre "Frustroc;:oo e Agressoo" documentaram as velhas suspeilas e FREUD,denlro dessa linha, e moslraram eslalislicamente que a simplesfrustra<;:aodas necessidades basicas ou de metas importantes no vida de uma crianya podem ser suficientes para provocar quantidades inconlrolaveis de agressao e deslrutividade. Sociologos e anlropologos ja documentaram a capacidade de produ<;:aode odio da pobreza, da desigualdade social, da desorganiza<;:ao social. dos problemas nas estruturas das escolas, da crian<;:adesconlente com a familia, talta de omor, atenc;:oo, compreensoo, entre outros. E muilo dificil para pais e educadores compreenderem agressod' nos crianc;:os. Em gera!, nem os lares que "0 odio e a as produziram originalmente, nem as escolas que freqOentam, nem os amigos, nem a comunidade nas quais vivem, aceitam e sao capazes de tolerar sues otitudes. Uma razoo agressivas, e muito simples para isso as crionc;:os que geralmente sao crianc;:os que ninguem odeiam e sao quer. Exislemalguns aspectos que caracterizam a agressividade infantil: 1 • A manifestac;ao agressiva: que envolve sentimenlos profundos de ira, rejei<;:ao,inseguran<;:a,ansiedade, magoa que geralmenle sao dirigidos diretamente 00 ambiente e au outras pessoas pr6ximas. 5 Expressa-se a maneira considerada o grau de manifestm;:ao 2 - A manifestat;clO de E sao definidos. maneira QutenticQ, conscientes, que no sentido em que e a mesma as e motivo causador da raiva. Expressa-sede 00 socialmente. apresento S8 sentimentos a raiva sao conhecidas, mais aceit6vel A auto-estimo envolve expresseo razoes que alimentam dirigido diretomente ambiente detona 0 agressivo. raiva: uma anti-social. preservada, com donas possfveis de facil restauraC;ao. Existemmuitos fatores que contribuem para estimular a manifestoc;:ao agressiva como: 1 - FRUSTRA<;:AO para - A frustrac;:aoserio a interferencia nos ac;:6esvolt ados um objetivo. diante de uma possibilidade Quando exemplo tentam - sempre situoc;:ao de do crianc;a relac;::60 a outra que 2 - MODELO Elo nem manifestar nao tenha conduz real da sofrido as mesmas a crianc;a, agressividade ensinar que a crian<;a agressao, pon§m, he maior comporiamento agressivo A crianc;:a identifica-se frente as pais brigam com a frustrac;:ao severa no nao deve 00 "quebras". exemplo do odulto. estao demonstrando mesmo em momento ser agressiva. em um que 6 A importancio do modelo e gronde. Muitos estudos comprovam que as crian<;os com modelos agressivos do que aquetes 3 - RECOMPENSA tranqOilos com apresentando modelos comporiamenro menos agressivos. - As coancos em gera!, tendem a fazer coisas pelas quais recebem recompense. A 0<;60 do meio ambiente estimula sentimentos no crian<;a. 0 meio funciona modele positiv~ ou negativo. falta com 0 a como rofeiro, referencial, crianca habilidade em lidar ambiente que Ihe proporciona medo ou raiva. A coanca nao sobe lidar com os sentimentos dentro dela em funcao de um ambiente hostil. Dessa forma a reacao da crianca e agredir ambiente o ideal 0 pOis noo sabe reagir de outro maneira. e que se apresente a coanca uma ligacao social. atraves de uma relo<;oo que noo ameaee, visando restabelecer a confionc;:a e urn vinculo proplcio para 0 relacionamento. Segundo VIGOTSKI(1993, p.49), para se estudar das coancas, "deve-se comecar com 0 0 desenvolvimento entendimento da unidade dialetica enlre duas linhasradicalmenle diferenles: a biologica e a cullural." Tomando-se aqui desenvolvimenlo como 0 processo do qual a crianca conslroi alivamenle, nas relacoes que estabelece com 0 ambienle Fisicoe social sues caracterlsticas. Tendo em visla que j6 aos 7-12 anos a crianca sofre profundos influencias do ambienle e vivendo em um ambienle familiar e escolar agressivo. a manifesta<;:ao agressiya tende a se faixas de idade mais avanc;:adas. Muitas vezes a crianc;:a atraves do manifestac;:ao agressiva tenta pedir ajuda, ou seja, uma forma de se socializar pais a sua ligo<;:aocom Se 0 0 social esta amea<;:ada. ambiente em que a crianc;:a vive e de total desestruturac;:ao social. economica, afefiYa. com muita agressiYidade por parte dos pais ou familiares. existe uma forte tendencia de formar-se uma crian<;:a agressiya pelos fortes estfmulos recebidos porque a erian<;:a eonyiYe com a agressiYidade on de s6 se consegue as eoisas com atitudes agressiyas. Poi alco61atra que lidero a familia: mae que concentro no educac;:ao dos filhos toda a suo agressividade como a unica forma de defesa: pais desempregados frutos de uma sociedade cultural e principalmente economicamente desestruturada socialmente, eyidencia-se como principais causas no aumento da agressiYidade infantil. Enfatiza-seaqui a crianc;:ade menor poder aquisitivo, pois a crianc;:ade maior poder aquisitiYotem condi<;:oes.se considerada agressiva, de procurar assistenciapSicol6gica e psiquiotrica au psicopedag6gica. Enfim, muitas sao as causas que fortificam a agressividade infantil dentro do eonvivio familiar, social e comunitario. Maior enfase, neste trabalho, dar-se-6 agressividade infantil dentro do eseola, 0 que esta tenta produzir com 0 ensino, sendo que a mesma recebe crianc;:asjo consideradas agressivas.A crianc;:aentra pelo portao do escola 8 com 0 estimulo da agressividade bem aguc;:ado e entoo pergunta-se: 0 sistema educacional est6 preparado para receber esta crian<;:o? 1.1 0 PAPEL DA ESCOLA "Remeter para fora da escola todas as causas do fracasso da crianc;:a carente resulta em retirar dela a relativa autonomia que suponho que possui em face da determinac;:oo social." (MELLO. 1986.p.IOO) "Par outro lado, absolutizar a autonomia do escola serio aceitar a ilusoo liberal de que ela. por si sa. poderia promover a igualdade social no medida em que oferecesse iguais oportunidades para todos se educarem. Sabemos que nao poderia existir uma escola igualitaria numa sociedade desigual." (MELLO. 1986.p.lOO) o professor. na escola. trabalha com expectativas positivas au negativas. Espera 0 0 aluno em cima de fracasso do aluno par nao conseguir perceber uma forma de evita-Io. sendo que 0 professor precisa de algo mais do que expectativas positivas. ou seja. precisa ser capaz de planejar e realizor um trabalho positiv~. realizar um trabalho didatico- pedagagico eficiente para a aprendizagem dos alunos pobres/agressivos. A escola que segue a Pedagogia progressista.observa-se: A pedagogia progressista tem-se manifesfado em tn§s tendencias: a libertadora;a liberlaria;a critico-socialdos conteudos que. diferentemente 9 dos anteriores, ocentua a primazia dos conteudos no seu confronfo com as realidades socia is. A tendemcia do pedagogic critico-social dos conteudos propoe uma sfntese superadoro dos pedagogics tradicional e renovadora, valorizando a QyaO pedagogica enquonto inserida no pratica social concreto. Entende a escola como mediac;ao entre 0 individual e 0 social. exercendo oi a articulac;ao entre a transmissao os conteudos e a assimilac;:aootiva par parte de um aluno concreto (inserido num contexte de rela<;::6es socials); dessa articulac;ao resulta 0 saber criticamente reelaborado (LUCKESI, 1991, p.64) Ate 0 presente agressividade infantil e 0 momento onolisou-se, atraves do teoria, a popel do escola e professorno desenvolvimento do aluno. No capitulo posteriorapresentar-se-6 0 resultado das entrevistasfeitas com os professorese equipe tecnico-pedagogica do escola e tambem as expectativas de algumas crianyas consideradas agressivas pelo eEl Augusto Cesar Sandino de como gostariam que fossea sua escola. 10 CAPiTULO 2 APRESENTAc;:iiO DO RESULTADO II DA PESQUISA E LEITURA DENOTATIVA DA ESCOLA Parlindo do objetivo de conhecer a agressividade infantil dentra da realidade da escola Augusto Cesar Sandino, elabarou-se enlrevista com a equipe tecnico-pedagogica e professorespara responder questionamentos sobre a crian<;:aagressiva dentro da escola quais darao subsidiospara se compreender mais a agressividade infantil; como ela se apresenta; qual procedimento adotado 0 frente a ela dentro da escola; sua possivel inferferencia no processo ensino-aprendizagem. e tambem como e Feito 0 encaminhamenlo metodologico para facilitar a integra<;:aoda crian<;:ano desenvolvimento da aprendizagem. Estes sao os motivos porque se escolheu crianc;as agressivas para melhor analise e compreensao da tearla ora apresentada no CAPiTULOI diante da realidade a que a escola se encontra. Com as crian<;as agressivas buscou-se saber do sua satisfoc;ao em estar no Centro de Educa<;:ao Integral em perfodo integral, 0 que Ihe 11 agrada ou desagrada, e seusporques? Como serio a escola ideal segundo o pensar as crian<;:as?Entrevistasfeitas con forme Anexos 1e 2, Segundo G.E.B.B. professora de primeira serie, a crionya agressiva demonstra revolta, sendo identificada apresenta, e 0 pelo comportamento procedimento adotado para lidar com a mesma hostil que ea familia; observando que a agressividade pode interferirmuito no comportamento do crian<;:a,0 encaminhamento metodologico e feito pelas professoras,pois a escolo nao conto com assistente social. ve N.C., orientadora educacional, a agressividade como urna maneira do crian<;:ademonstrar algumas situa<;:6esque est60 em desagrado, identificada atraves de dificuldade de se relacionar com os colegas e professores,Como medida, geralmente procura-se estudar 0 coso com a crionya e a familia. Ese necessaria, faz-se encaminhamenlo medico, clinicQ, neurologico ou psicologico, A crian<;:aagressiva, segundo a orientadora, sempre apresenta dificuldade aprendizagem, principal mente, de concentra<;:ao e reten<;:ao do nos dias em que demonstra agressividade no grupo em que esta inserida,Conciui dizendo que a escola nao tem atendido adequadamente embora a crian<;:a dentro das suas dificuldades e limita<;:6es, alguns professores deem 0 encaminhamento metodologico adequado. H.S.C.. supervisoraescolar, coloca que a agressividade infantil e uma maneira fragil e mais inteligente do crian<;:achamar a alen<;:ao daqueles 12 que fazem a mediac;ao do conhecimento sincretico e identificada sintetico. A agressividade para 0 conhecimento quando a propria escola a exclui do sala de aula. A escola tem olerecido ao oIuno a propria condena<;ao, dando a senten<;a m6gica de reprovado, nao cumprindo seu papel de ensinar e aprender. Diz a supervisoraque a agressividade interfere no desenvolvimento do aprendizagem quando elc vern carregada pedagogicos condenadas como 00 os que querem a patologia fracasso. A escola aprender e os que N.M.W.N., supervisora quando noD de vfcios as crian<;as pobres sao possuiuma clfnica dicot6rnica entre estao dispostos a ensinar. escolar, enfatiza que a agressividade e a manilesta<;aode um comportamento negativo. Eidentilicada nos intervalos dos aulas, recreio e olmoyo. 0 procedimento adotado pela escola e 0 di610go que tanto a prolessora quanta a orientadora educacional lazem com a crionc;o e a familia. Esto atitude pode prejudicor aprendizagem quando acontece encaminhamento metodologico e dentro da 0 sala processo de de aula. 0 leito com di610go com os pais, em primeiro lugar, facilitando a integra<;ao do crionc;a sendo que a10uns casos sao encaminhados aos psicologos para serem acompanhados. Para M.E.A.P.S .. Coordenadora Administrativa a agressividade e um descontrole que a crian<;asolre por press6esexternasque independem de sua vontade. A crian<;aagressiva e identilicada pela escola como aqueJe elemento que transgride as normas da mesma. A escola a encaminha para o servi<;:o de orienta<;:iioeducacional que faz entrevistas com a pais. A crionc;a agressiva geralmente passu! desequilibrio emocional, portanto a escola acompanha a crian<;:acom recupera<;:iio paralela de conteudos alam de encaminhar para lerapia e sala de repouso. Para A.L.G., professora de pre a 4° serie, a crian<;a pode ser agressiva par varios motivos, manifestando-se verbal ou fisicamente, na escola, com os colegas e/ou professares.Euma crian<;:aarredia, com dificuldades para uma conviv€mcia normal. E identificada, pelo escola, pelo seu comportamento arredio, perturbando aos outros e a ela mesma. A escola alravas de orienta<;ao e di61ogo com os pais e a crion<;a tento descobrir os motivQs que a levam a agir desta forma. A agressividade pode, em alguns casos, interterir no aprendizagem do "Ten to focilitor aprendizagem valoriza-Ias crianC:;Q, conforme a protessora. a infegrO(;ao crian<;os procurando no meio escolar, de assim no proceS50 ensino- descobrir nelas as qualidades que podem motivondo-as assim a socializac;ao e a vontade de aprender", con forme a professora. Para L.B., professora da Classe Especial. a agressividade infantil a quando a crian<;:aapresenta comportamento que foge dos padroes da agressividade propria da infancia, quando ferem a liberdade de seus companheiros, quer com palavras, ge5t05 escola identificar a crian<;o agressiva nem au agress6es corpora is. Para a sempre e muito vezes, ela a confundida com indisciplina, "birras" etc. focil pais, muitas A crian<;:aagressiva 14 pode apresentor dificuldades de atenc;oo e memoria. par iSSQ, a imporiancia da avalia<;:aa psica-educacianal. bosicamente. a encaminhamenta e feita atraves de conversas otenc;do, coso otividades de interesse. Quando 0 e mais seria salicita uma avalia<;:aa. mas s6 depais de esgatadas tadas as lenlalivas. Nas entrevistas cam as crian<;:asableve-se a seguinle percentual: 80% gastam de passaraita haras na escala. 70%das crian<;:asgastam de brincar (recreia). e tambem as aulas de Educa<;:aa Artislica parque padem desenhar. pinlar. dramatizar; 95% das crian<;:as naa gastam na escala aguardanda na sal. da alma<;:ae este se realiza nas dependencias das aulas de educa<;:aa fisica. 100%das crian<;:asrespaderam que gaslariam e ter uma escola limpa, arejada, encortinada, banheiros e parques abertos no hor6rio da alma<;:a.salas de brinquedas e televisaa. mesas cam jagas debaixa das arvores. Cansideranda as respastas abtidas nas entrevislas cam as crian<;:as evidencia-se a necessidode de apresentar as dodos fisicosdo Escola para maior compreensoo do realidade vivenciada pelos crionc;os. Abaixa descreve-se. alraves de uma leitura denatativa. a CEI - Augusla Cesar Sandina. escala municipal de Curitiba. siluada na Jardim Alian<;:a (Santa Candida). a qual canla cam tres pavimenlas em alvenaria senda distribuidas em Camplexa I e Camplexa II. senda que a Camplexa I dispoe de dais pavimentas 1 cam seis salas de aula. sala a supervisaa; sala da 15 orientac;:ao; banheiro das meninas; banheiro dos meninos. 0 pavimento contem quotro salas de Quia, secretaria professores, sola do com direC;ao e a vice-direC;ao, banheiro banheiro para outr~ para as as crianc;os, sola de mecanografia, sola dos professores. Complexo II, um predio com tres andares, sendo 01° piso dedicado a EducoC;ao Fisicoque tambem funciona como refeitorio; no 2" piso, desenvolvem-se as aulas de Educac;:aoArtistica; no 3" piso, funcionam a biblioteca, Educac;:ao Ambiental e midia. Este pavimento conta com 4 lances de escada. A escola tem um portao grande no entrada e outr~ menor no lateral. um parque com balanc;os quebradas, um escorregador, um pouco de areia e pouca grama plantada, que nao e utilizado. A escola tem muitas arvores uma parte com grama, outra sem, e uma quadra pora jogos de educac;:ao fisica. A instituic;:aocomporta em torno de 500 crianc;:as,sendo que, no periodo integral mais ou menos 280 crianc;:as. Conto com mais au orientadoras educacionais, menos 40 professores, 2 coordenadora supervisoras, 2 administrativa, 2 secretarias, vice-diretora, diretora, 15 funcion6rios entre cantineiras, inspetores e responsaveispela limpeza, distribuidosentre manha e tarde. No proximo capitulo far-se-a uma analise entre os resultados obtidos nos entrevistas com as crianc;os, professores e equipe tecnico-pedag6gica do escola e a teoria de base acrescentada no capitulo I. 16 CAPITULO 3 ANALISE DA RELA<;:iiO BIBLIOGRAFICA III ENTRE A PESQUISA DE CAMPO E A PESQUISA REALIZADA o e processo de escolariza<;60 diferenfe para cada uma dos classes socia is, em bora a teologia tente mostrar que 0 mesmo. A cia sse empresarial recebe uma escolarizac;:ao que Ihe permite abter as conhecimentos necessarios para 0 seu exerdcio de c1asse dirigente. A classe trabalhadora passa por uma rede de escolarizac;:60 que Ihe possibilifa apenas exercer urn trabalho disciplinado dentro de sua condi<;60 de classe dirigida." IMEKSENAS, 1990). e A disciplina rigida, a responsabilidade total do professor em transmitir conhecimentos e 0 dever do oluno em reelaborar conhecimentos recebidos, a numero elevado de alunos em sola de aula, sao fatores que prejudicam 0 desestimuladores que faz a desenvolvimento integral do crian<;a, ou seja, sao do aprendizagem. escola, tambem No realidade, serio ideal Fosse respons6vel pela conhecimentos e tambem participasse do disciplina, junto que 0 as oluno transmissao de 00 professor e 6 escola como um tode. Para se tornar realidade, existe ainda muito "medo" "inseguranya" do ser humano em criar caminhos novos, seguir um trabalho dentro da sua realidade comunit6ria, quando escola e comunidade, Ela existe par que a 17 crian<;:aparticipa dela. Entao, por que este participante naG pode ser 0 seu proprio dirigente respons6vel? De um modo geral, observou-se pelas entrevistas feitas, que a agressividade ea infontil E em que convive. manifestoc;:oo a crianc;:a que de desacordo e revolta com nao criou vfnculos escolares, 0 meio au sejo, nao sabe 0 porque e obngada a ir para a escola todo dia, pois fez 0 que Ihe mandam. Nao agressividade existe verbal motivac;:ao, integro<;oo e interesse au fisica do a crianc;:o em pelc escoto. Pela relayoo aos professores ou colegas, e feita a identifica<;:aodo cnan<;:acom agressividade infantil. Em nenhum momento, nas entrevistas, foi a considerada crionyo aparentemente quieta, pois segundo a teona, esta tambem apresenta caracterfsticas No de agressividade. maioria dos respostas crianc;:a ser encaminhada com as orientadoras considerado com 0 notou-se que a orienta<;oo a primeira a causa descobrem-se vern do familia. a causa, alternativa educacional e os pais dos crionc;::as. Mais uma a escolo, problema, para A crionc;o sao feitos para vez 0 entrou e a entrevista problema e no escolo encominhamentos clinicos, terapeuticos, psico-pedag6gicos. Alguns professoresdemonstraram exercer di610gosdentro da escola em rela<;:aoa agressividade com seu aluno. E de grande importdncia para os professoresidentificar fatores do ambiente que estejam contnbuindo para a insatisfa<;:aodo crian<;:a,tendo 18 como consequenda, silencio, rigidez no agressivQs, como a exig€mcia do comportamentos disciplina, atividades desinteressantes, ausemcia de alividades ainda podem ocorrer falores organicos como: dor de cabec;:a, febre, calicos; fatares emocionais como: a raiva no momento, a decepC;ao par noo ser esqueceu E respeito 0 primeiro,noo ter tirado boa nota, a frustrac;ao, quando 0 material necessario, gerando imagem negativa de si mesma. unanime a afirmac;:aodo equipe pedagogica do escola no que diz a interfer€mcia do agressividade A calma, a Iranquilidade, 0 no processo ensino aprendizagem. afelo lalvez ajudem a crianc;:aa valorizar a 5i mesma, com comportamentos saudaveis, como respellar os colegas e professorese lambem a sua escola, Ela precisa saber claramente que a escola e sua, portanto devo saber 0 que lem e como preservar. No geral. 0 encaminhamenlo melodologico que a escola utiliza e Orientac;:aoEducacional e os casos que julga patologicos encaminha para psicologos e clinicas de psico-pedagogia. o desenvolvimenlo do crianc;:a passa por varios eslagios de amadurecimento, saber respeita-Ios e valoriza-Ios e de sumo importancia. Nossos gestos em reloc;oo a crianc;a devem ser sinceros, transmitir seguranc;a e respeito. Procurer sempre usar urn tom de voz agrad6vel e com carinho estabeJecer "limites"quando necessario com voz firme e segura, e explicando 0 porque "pode" <3eterminadosmomentos. e "nao pode" e claro, agir de tal forma em 19 Na maioria dos casosde agressividadeinfantil dentro da escola, podese dor atendimento dentro da mesma, desde que participem da institui<;:ao professorese equipe diretiva preparada para uma 0<;00 redproca e conjunta, desenvolvendo no crianc;a urn vinculo escolar, a responsabilidade por tambem ser dono da escola, aprendendo valorizar a si proprio e tambem aos outros, S6 podemos formor e preparar 0 homem para 0 exercicio de sua cidadania como um ser social, quando somos cidadaos e participamos de alguma forma da sociedade, 20 CONClUSAO o problema da educa<;:ao no Brasil passa em primeiro lugor pelo fracasso escolar. Todos tem direito 6 aprendizagem escolar neste e 0 direito de aprender. Portanto, para dar necessaria 0 com urg€mcia melhorar a institui900 pars. Para garantir a fodas as crianc;::asuma efetivo igualdade de oportunidade para aprender, a escolo que se quer democratica deve olender a diversificac;::ao do sua clientela. Para tanto. ela deve considerar em seu frabaJho as experiencias de vida e as caracterfsticas psicologicas e sociocullurais dos alunos que atende, buscando uma adequo<:;ao pedagogicodid6tica 6 sua clientele, fernando passlvel urn processo de aprendizagem realmenle significalivo",(DAVIS& OLIVEIRA. 1993p.ll) Toma-se como base a fundamenta<;:ao teorica juntamente com a pesquisa de campo realizada e identificam-se tres causas importantes que afetam a crian<;:a agressiva dentro da escola; estrutura fisica da escola integral analisada encaminhamento metodol6qico e competencia humane. Com rela<;:ao6 estrutura fisica constata-se a grande dificuldade que a escola enfrenta pela falta de: refeitorio (as crian<;:asfazem as refei<;:aesno ambiente destinado 6s aulas de educa<;:ao fisica); banheiros pora a higiene iPflhcipalmente escovor os dentes, lavor as maos), salas paro leituro e TV, 21 abertura e funcianamenta do parque que existe no escala. A folta destas principais estruturasfisicasdescaracteriza a fun<;:aodo escola integral para atendimento as crionc;as oito horos par die. A crian<;a passa a sofrer uma imposi<;:aoexacerbada de limites.sufocando sua liberdade para descansar. brincar e se expresser. Uma boa no escolo, pois ela contribuira estrutura flsico e de uma sumo importancia sensivelmente para diminuir a agressividade infantil dentro do mesma. Quanto 00 encaminhamento metodologico. observa-se a dificuldade pela falta de uma metodologia propria do escola. bOsica.que possa ajudar a crionc;a a agressividade veneer seus problemas agressivos. Aqui, enfotiza-se a nao como comprometimento. com as comporiamentos 0 um problema patologico. mas falta trabalho coletivo junto as crian<;:ascomo: valorizar sQud6veis, evitar comparo<;oes com Qutros crianc;as, reconhecer e otender as necessidades do crionc;a no momento. identificor fatores que estao contribuindo para a insatisfa<;:ao do crian<;:a.A escala nao conto com estrutura intelectual e autonomic para reavaliar 0 encaminhamento metodologico dentro do sua realidade. As mudan<;:asno encaminhamento metodologico requerem algumas medidas urgentes e necessarias dentre elas. uma pratica de ensino em sala de aula motivadora e abrangente. que possa prender a aten<;:ao das crian<;:asatraves de atividades criativas. Tudo isso. vai exigir do educador observer. comparar, selecionar e analisar sua otuac;ao capacidade de dentro do pratica 22 pedagogica. Necessita do competencia do professorafeto - e, acima de tude. 0 compromisso a cogni<;:ao e 0 profissiona1. Existeuma grande preocupa<;:aodo sociedade brasileirapelo ingresso do criano:;:a no escola, mas nao pelo qualidade de ensino pois ela exige humana. E necessaria competencia profissionais tambem do um investimento no otuolizaC;ao educa<;ao, valorizando-os profissionalmente. Dar a noo 56 economicamente dos como educa<;:ao prioridade absoluta, pois somente um povo educado, vai conseguir viver com dignidade. A fun<;:ao principal da escola e reproduzir dentro dela 0 homem valorizando como 0 conhecimento, formando e um ser social e humane e noD urn ser irraclonal que vem a escola para regredir e agravar seusproblemas psicologicos. A maiaria des profissionais do educo<;ao entrevistados definem agressividade infantil: como a defesa de cada crian<;:a,que pode ferir a liberdade dos seuscompanheiros, resposta a alguma frustra<;:ao,sendo que a crian<;a encontra dificuldades para conviver com Qutros colegas. Os metodos utilizados pela institui<;:ao escolar, geralmente levam ao encaminhamento do crian<;:apara uma avalia<;:aodiagnostica do problema com 0 orientador educacional, psicologico ou psicopedagogo, ou seja, nada est6 amarrado ao encaminhamento metodologico. 0 rendimento escolar noo e 0 mesmo de urna crianc;a noD agressiva, respondem os educadores, a escola realmente nao est6 preparada para atender a crionc;a agressiva, esta e normalmente rotulada como a crionc;o diflcil. 23 Afirmam ainda os educadores, direcionado a e necessaria compreensao e socializac:;:ao do crianc;o, criar junto a mesma o vinculo aluno-professor para que aprendizagem. um atendimen~o_~speCial S8 efetive Segundo DAKLANDER0 ambienle 0 processo de ensino- e a relo<;:oo de inlera<;:oo do adulto com a criom;a contribuem sensivelmente para diminuir a agressividade infantil facilitando social do crian<;:a. assim 0 desenvolvimento cognitiv~, afefivo e 24 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS BACH, R. George. 1978. Agressividade CURY, Carlos R. Jami!. 1987. criallva. Educa<;ao Pslcologia de Janeiro: Jose Olympio, e conlradl<;ao. DALTON, Jorge Alberto. Conversando de Janeiro: Universal, 1987. DAVIS, Claudia. Rio sobre a rela<;ao na educa<;ao. GIL Antonio Carlos. Como elaborar Atlas, 1989. 3.ed. projelos Sao Paulo: Cortez, medico pacienle. 2,ed. Sao Paulo: Cortez, 1993. de pesqulsa. 2.ed. Sao Paulo: MELLO,Guiomar Namo de. Magislerio de 1° Grau, Da CompelEmcia ao compromisso politico. 6.ed. Sao Paulo: Cortez, 1986. OAKLANDER,Violet, Descobrindo crian<;as. 0 lar e a escola. lecnica Sao Paulo: Summus, 1980. SECRETARIAMUNICIPAL DA CRIANC;:A. Documento tecnico de supervisores em 1992. WElL,P. Gilles. A crlan<;a, Brasileira, 1986. Rio elaborado pelo grupo Rio de Janeiro: Civilizo<;:ao WINEMAN, David; REDL,Frilz. A crian<;a agresslva. Fonles, 1985. l.ed. Sao Paulo: Martins 25 ANEXOS 26 ANEXO 1 Ficha de entrevista com a equipe tecnico-administrativa e pedagogica da EscolaAugusto Cesar Sandino, em Curitiba Parana. NOME: FUNC;:AO: 1.1 0 que voce entende por agressividade infantil? 1.2 Como a Escolaidentifica a crian<;:aagressiva? 1.3 Qual 0 procedimento adotado pela Escolafrente a crian<;:aagressiva? 1.4 A agressividade pode interferir no desenvolvimento da aprendizagem da crian<;:a? 1.5 Qual 0 encaminhamento metodologico que a Escola vem utilizando para facilitar a integra<;:aoda crian<;:aagressiva no processo ensinoaprendizagem? OBSERVAC;:OES: 27 ANEXO 2 ENTREVtSTA COM AS CRtAN<;:AS Seu nome: Suaidade: PERGUNTAS: 1 - Voce gosta de passara dia todo no Escoto? 2. 0 que voce mais gosta aqui no sua Escoto?Parque? o que voce menos gosta? Parque? 3. Se voce fosse a dono de uma Escola a que voce faria para deixa-Ia confortavet e especial para suascrianc;:as?
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