L`Inserm vient d`acquérir deux nouveaux outils de

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L`Inserm vient d`acquérir deux nouveaux outils de
U N I V E R S I D A D E C AT ÓL I CA P O RT U GUE S A
FACULDADE DE ENGENHARIA
Disciplina de
VI AS DE COM UNI CA ÇÃO
Contexto da Disciplina
Horas de Trabalho do Aluno
Curso(s): Mestrado em Engenharia Civil (2º ciclo)
Aulas Teóricas
30 h
Ano Curricular | Semestre: 1º ano | 1º semestre
Aulas Teórico-Práticas
30 h
Ano Académico: 2010 / 2011
Total de horas de Contacto
60 h
ECTS: 6 créditos
Total de horas sem Contacto
108 h
Tipo de Aulas: Teóricas & Teórico-Práticas
Total de horas de Trabalho do Aluno
168 h
Descrição e Objectivos da Disciplina
O objectivo geral da disciplina é o de fornecer os elementos teóricos e práticos essenciais à concepção e
ao projecto de vias de comunicação e, particularmente, de estradas e auto-estradas. Pretende-se dotar os
alunos com capacidade para perceber e projectar infra-estruturas simplificadas de transporte e transmitir
os conhecimentos das opções e técnicas para a construção destas infra-estruturas.
Deste modo são abordados os seguintes aspectos:

Conceitos Gerais sobre Transportes e Infra-Estruturas de Transporte;

Faseamento e Generalidades sobre Projectos de Vias de Comunicação;

Projecto de Estradas;

Movimento de Terras, Geotecnia Rodoviária e Pavimentos, Drenagem, Sinalização e Segurança.
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Programa
PARTE I – CONCEITOS GERAIS SOBRE TRANSPORTES E INFRA-ESTRUTURAS DE TRANSPORTE l Transporte
Rodoviário, Ferroviário, Marítimo e Aéreo. Estradas, Vias Férreas e Aeroportos
PARTE II – FASEAMENTO E GENERALIDADES SOBRE PROJECTOS DE VIAS DE COMUNICAÇÃO l II.1 –
Planeamento Rodoviário e Ferroviário, Tipos de Vias, Funções e Características l II.2 – Fases de um
Projecto. Elementos de um "Estudo Prévio" e de um "Projecto de Execução" l II.3 – Elementos de uma
Estrada e Via Férrea: Terraplenagens, Pavimentação/ Carris, Drenagem, Sinalização e Segurança, Obras de
Arte, Equipamento Complementar l II.4 – Definição Geométrica Geral: em Planta, em Perfil Longitudinal e
em Perfil Transversal l II.5 – Condicionantes do Traçado: Segurança e Comodidade, Características da
Região (Topografia, Clima, Hidrologia, Geotecnia, Ocupação do Solo, Paisagismo), Aspectos Económicos l
II.6 – Noções Gerais de Tráfego, Nível de Serviço e Capacidade. Velocidades Relevantes a Considerar nos
Estudos: Velocidade de Circulação, de Projecto, de Operação, de Tráfego. Distâncias de Visibilidade
PARTE III – PROJECTO DE ESTRADAS l III.1 – Traçado em Planta: Elementos da Directriz, Estudo da Curva
Circular, Estabilidade na Circulação em Curva, Sobreelevação, Raios Mínimos, Sobrelargura, Curvas de
Transição em Planta, Disfarce da Sobreelevação e da Sobrelargura l III.2 – Traçado em Perfil Longitudinal:
Noções Fundamentais, Curvas de Concordância, Condições de Visibilidade, Estabilidade e Comodidade,
Raios Mínimos, Vias para Lentos, Implantação de Curvas Verticais l III.3 – Homogeneidade do Traçado e
Coordenação Planta-Perfil l III.4 – Perfil Transversal: Faixa de Rodagem, Bermas, Guardas de Segurança,
Valetas, Separador Central e Taludes, Perfis Transversais-Tipo
PARTE IV – MOVIMENTO DE TERRAS l Cálculo de Áreas de Perfis Transversais, Cálculo de Área de Taludes
e de Área a Expropriar, Cálculo de Volumes, Distribuição de Terras, Distância Média de Transporte,
Empolamento de Terras, Gráfico de Brückner
PARTE V – ASPECTOS COMPLEMENTARES l Geotecnia Rodoviária e Pavimentos, Drenagem, Sinalização e
Segurança, Intersecções e Nós Rodoviários (Breve Descrição)
PARTE VI – VISITAS DE ESTUDO
Equipa Docente
Paulo Simões | [email protected]
Assistente com Regência na Universidade Católica. Doutorando em Engenharia e Infra-estruturas dos
Transportes na Universidade Politécnica de Madrid. Mestre em Transportes (IST-UTL) em 1997. Licenciado
em Engenharia Civil (IST-UTL) em 1991. Responsável Técnico por diversas Obras de Construção Civil de
Edifícios. Actividade de Consultoria Independente e Colaborador de Várias Empresas nas Áreas da
Engenharia Rodoviária, Tráfego e Planeamento de Transportes.
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Metodologia de Ensino
Em termos teóricos, pretende-se que os alunos tomem contacto com os factores que condicionam a
elaboração dos projectos e as suas vertentes mais relevantes (traçado, drenagem, geotecnia,
pavimentação, segurança e sinalização). Em termos práticos, pretende-se que os alunos, quando
concluírem a disciplina, tenham adquirido os conhecimentos necessários à elaboração do projecto de uma
estrada, sendo proposto o projecto de um trecho relativamente simples de uma estrada com duas vias
(implantação da directriz e definição da rasante, perfis transversais e cálculos associados às
terraplenagens).
A leccionação é complementada com recurso a visitas técnicas de estudo sobre aspectos da matéria
leccionada.
Metodologia de Avaliação
Aplicam-se as Regras Gerais de Avaliação de Conhecimentos da Faculdade de Engenharia (Tipo I – Avaliação
Contínua e Exame Final):

Trabalho Prático – 40% da avaliação final c/ nota mínima de 8 valores, permitindo a admissão a exame;

Exame Final/ Exame de Recurso – 60% da avaliação final c/ nota mínima de 10 valores;

Classificação Final c/ nota mínima de 10 valores.
Bibliografia
BIBLIOGRAFIA OBRIGATÓRIA: APRESENTAÇÕES DAS AULAS; TEXTOS DA DISCIPLINA; NORMA DE TRAÇADO
– JUNTA AUTÓNOMA DE ESTRADAS, 1994
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA: Ingeniería de Carreteras; Volume I e II; C. Kraemer, J. M. Pardillo, S. Rocci,
M. G. Romana, V. S. Blanco, M. A. del Val; Mc Graw Hill, 2003. Pavimentos Rodoviários; Fernando Branco,
Paulo Pereira, Luís Picado Santos; Livraria Almedina, 2005. Drenagem em Infra-estruturas de Transportes e
Hidráulica de Pontes; C. Matias Ramos; LNEC, 2005. Manual de Drenagem Superficial em Vias de
Comunicação; Instituto das Estradas de Portugal, 2001. Norma de Marcas Rodoviárias; Junta Autónoma de
Estradas, 1995. Norma de Sinalização Vertical de Orientação; Junta Autónoma de Estradas, 1995.
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