HONDA CBR 600 F 01-06
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Resíduos Sólidos Geotecnia Ambiental 1 Resíduo • Qualquer matéria que é descartada ou abandonada ao longo de atividades industriais, comerciais, domésticas ou outras. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 2 Resíduos peculiariedades • lodos provenientes de sistema de tratamento d’água • lodos gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição • líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgoto ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia disponível NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 3 Periculosidade • característica apresentada por um resíduo, que, em função das propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, pode apresentar: – risco à saúde pública, provocando ou acentuando, de forma significativa, um aumento de mortalidade ou incidência de doenças; e/ou – riscos ao meio ambiente, quando o resíduo é manuseado ou destinado de forma inadequada NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 4 características infecto-contagiosas • DL50 (oral, ratos) - dose letal para 50% da população dos ratos testados quando administrados por via oral • CL50 (concentração letal 50) - concentração de uma substância que, quando administrada por via respiratória, acarreta a morte de 50% da população exposta • DL50 (dérmica, coelhos) - dose letal para 50% da população de coelhos testados quando administrados em contato com a pele NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 5 classe dos resíduos • Classe I - perigosos • Classe II - não-inertes • Classe III - inertes NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 6 Classe I -perigosos • apresentam periculosidade ou uma das seguintes características – inflamabilidade – corrosividade – reatividade – toxidade NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 7 inflamabilidade • ser líquido e ter ponto de fulgor inferior a 600 C, excetuando-se as soluções aquosas com menos de 24% de álcol em volume • não ser líquido e ser capaz, sob condições de temperatura e pressão de 250 C e 0,1 MPa, produzir fogo por fricção, absorção de umidade ou por alterações químicas espontâneas e, quando inflamado, queimar vigoroso e persistentemente, dificultando a extinção do fogo NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 8 inflamabilidade • ser um oxidante definido como substância que pode liberar oxigênio e, como resultado, estimular a combustão e aumentar a intensidade do fogo em outro material NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 9 corrosividade • aquoso e apresentar pH inferior ou igual a 2, ou superior ou igual a 12,5 • líquido e corroer o aço (SAE 1020) a uma razão maior que 6,35 mm ao ano, a uma temperatura de 550 C, de acordo com o método NACE (National Association of Corrosion Engineers) TM-01-69 ou equivalente NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 10 reatividade • ser normalmente instável e reagir de forma violenta e imediata • reagir violentamente com a água • formar misturas potencialmente explosivas com a água • gerar gases, vapores e fumos tóxicos em quantidades suficientes para provocar danos à saúde ou ao meio ambiente, quando misturados com água NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 11 reatividade • possuir em sua constituição anions, cianeto ou sulfeto, que possa, por reação, liberar gases, vapores ou fumos tóxicos em quantidade suficientes para colocar em risco a saúde humana ou o meio ambiente • ser capaz de produzir reação explosiva ou detonante sob ação de forte estímulo, ação catalítica ou da temperatura em ambientes confinados NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 12 reatividade • ser capaz de produzir, prontamente, reação ou decomposição detonante ou explosiva a 250 C e 0,1 MPa • ser explosivo, definido como substância fabricada para produzir um resultado prático, através de explosão ou de efeito pirotécnico, esteja ou não esta substância contida em dispositivo preparado para este fim NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 13 toxidade • possuir quando testado, uma DL50, oral para ratos menor que 50 mg/kg ou CL50, inalação para ratos menor que 2 mg/L ou uma DL50, dérmica para coelhos menor que 200 mg/kg • quando o extrato obtido de uma amostra contiver qualquer um dos contaminantes em concentração superiores aos valores constantes na listagem 7 (anexo G) da NBR 10.004 (arsênio, bário, cádmio, chumbo, cromo, fluoreto, mercúrio, prata, selênio, aldrin, clordano, DDT, dieldrin, endrin, etc.) NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 14 toxidade • possuir uma ou mais substâncias constantes na listagem 4 (anexo D) e apresentar periculosidade – alcatrão de carvão, aldrin, anilinam benzeno, cádmio, cianeto, clorofórmio, cresoto, DDT, endrin, éter clorometilmetílico, fenol, flúor, gásmostarda, mercúrio, naftaleno, nicotina, nitroglicerina, piridina, prata, sacarina, tolueno, etc. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 15 toxidade avaliação da periculosidade • natureza da toxidez apresentada pelo resíduo • concentração do constituinte no resíduo • potencial que o constituinte, ou qualquer produto tóxico de sua degradação, tem de migrar do resíduo para o ambiente, sob condições impróprias de manuseio NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 16 toxidade avaliação da periculosidade • persistência que o constituinte ou qualquer produto tóxico de sua degradação • potencial que o constituinte ou de qualquer produto tóxico de sua degradação, tem de se degradar em constituintes não perigosos, considerando a velocidade de degradação • extensão que o constituinte, ou qualquer produto tóxico de sua degradação, é capaz de bioacumulação no sistema NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 17 toxidade (cont.) • constituído por restos de embalagens contaminadas com substâncias da listagem 5 (substâncias agudamente tóxicas) • resíduos de derramamento ou produtos fora de especificação de qualquer substância constantes nas listagens 5 e 6 (substâncias tóxicas) NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 18 patogenecidade • um resíduo é caracterizado como patogênico se uma amostra representativa dele contiver microorganismos ou se suas toxinas forem capazes de produzir doenças • não se incluem nesse item os resíduos sólidos domiciliares e aqueles gerados em estações de tratamento de esgotos domésticos NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 19 Classe II não-inerte • são aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I (perigosos) ou de resíduos classe III (inertes) • podem ter propriedades como combustibilidade, biodegrabilidade ou solubilidade em água NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 20 Classe III inerte • são os resíduos que, quando amostrados de forma representativa e submetidos a um contato estático ou dinâmico com água destilada ou deionizada, à temperatura ambiente, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se os padrões de aspecto, cor, turbidez e sabor NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 21 Classe III inerte exemplos • rochas • tijolos • vidros NBR 10.004 • plásticos • borrachas Geotecnia Ambiental 22 Rejeitos da Mineração • Minério: rocha que contém um mineral valioso que pode ser explorado economicamente; • Mineração: lavra + beneficiamento. • Lavra: retirada do minério da jazida • Beneficiamento: preparar granulometricamente, concentrar ou purificar minérios NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 23 Rejeitos da Mineração • Estéreis: resíduo da lavra • Rejeitos: resíduo do beneficiamento NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 24 Características e propriedades geotécnicas • Dependem do tipo de minério e do processo de beneficiamento NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 25 DISPOSIÇÃO DE REJEITOS • REJEITOS FINOS: Barragens convencionais, núcleos argilosos • REJEITOS GRANULARES: barragens alteadas com os próprios rejeitos É o mais antigo, simples e econômico método de construção de barragens. É o mais dispendioso, porém mais seguro É possível a utilização de zonas de drenagem internas em todas as fases de alteamento, o que possibilita o controle da linha de saturação. DISPOSIÇÃO DE REJEITOS • PILHAS DE REJEITOS Características e propriedades geotécnicas • Transporte e disposição • Caminhões: pasta • Tubulações: fluidos • Características dependem da deposição: floculação, sedimentação e adensamento NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 28 • Floculação: partículas aumentam de tamanho • Sedimentação: partículas sedimentam no fundo do reservatório • Adensamento: partículas depositadas transmitem tensões NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 29 TIPOS DE REJEITOS • Em função do tipo de minério e do tratamento utilizado, os rejeitos podem variar de materiais arenosos não plásticos (rejeitos granulares) até solos de granulometria fina e alta plasticidade (lamas). Junho-2011 Rejeitos Granulares Areias finas e médias ↑Permeabilidade ↑ Resistência ao Cisalhamento ↓Compressibilidade Lamas Siltes e Argilas ↑Plasticidade ↑ Compressibilidade Difícil Sedimentação Problemas e Acidentes NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 31 PROBLEMAS E ACIDENTES • ESTABILIDADE • VIDA ÚTIL DE BARRAGENS • GALGAMENTO • FUNDAÇÃO • EROSÃO: Rejeitos granulares finos - sílica • LIQUEFAÇÃO: Rejeitos granulares finos – saturados, dilatância, ausência de coesão – Barragens de montante onde há negligência de compactação e drenagem; • DRENAGEM ÁCIDA Estabilidade e Vida Útil NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 33 Liquefação • Rejeitos arenosos ou siltosos quando dispostos hidraulicamente de forma inadequada em barragens alteadas para montante, tendem a formar camadas com baixas densidades, que apresentam suscetibilidade ao fenômeno “fluxo por liquefação”. • Liquefação: definido como um fenômeno gerado pelos acréscimos rápidos de poropressões em materiais granulares e/ou finos com baixa coesão, fofos e saturados, não passíveis de dissipação imediata, que implicam em súbita redução da tensão efetiva, caracterizando uma queda substancial na resistência ao cisalhamento. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 34 Drenagem Ácida NBR 10.004 • A Drenagem Ácida de Minas (DAM) é resultante da oxidação natural de minerais sulfetados que ocorre quando no processo de mineração estes são expostos ao ar ou a água. A DAM caracteriza-se por ser um efluente de elevada acidez e altas concentrações de ânions sulfato de metais principalmente sulfato de alumínio, de cobre, de ferro, de magnésio, de manganês e de zinco) e compostos orgânicos. • Esse efluente é considerado como um dos problemas ambientais mais preocupantes para as agências fiscalizadoras do meio ambiente e para as mineradoras, pois acarreta conseqüências irreversíveis ao meio ambiente, tais como: contaminação do solo e de corpos hídricos, erosão, assoreamento de águas superficiais, além de redução da biodiversidade dos ecossistemas aquáticos e terrestres. Geotecnia Ambiental 35 PARÂMETROS DE PROJETO • Determinação e avaliação de parâmetros de projeto para análise de estabilidade de minas a céu aberto, minas subterrâneas e barragens / pilhas de rejeitos; • Estudo e avaliação de características de compressibilidade e resistência de rejeitos depositados sob forma de lama; • Avaliação de parâmetros para o estudo de efeitos de infiltração de efluentes de mineração em solos e rochas; • Obtenção de parâmetros de projeto para avaliação de possíveis vazamentos em reservatórios e outras análises de percolação. Segurança ambiental visando prevenção de contaminações. Junho-2011 OPERAÇÃO E CONTROLE • Caracterização: – Dispersão de índice de vazios, densidade, permeabilidade e resistência; – Lançamento de polpa: floculação, sedimentação, adensamento; – Segregação hidráulica; – Alta variabilidade das propriedades > tratamento estatístico; • Monitoramento geotécnico: – Evolução de poro-pressão na fundação, dique inicial e no maciço alteado; – Pressões e recalques na galeria de fundo; – Vazão dos drenos da fundação; – NA do reservatório. Resíduos da Construção Civil • Resíduos da Construção e Demolição (RSD) • CONAMA 307 (2002): materiais provenientes de construções, reformas, reparos e demolições da construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassas, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica e etc. e são comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 38 Resíduos de Construção Civil • 13% a 67% dos RSU´s • Geração per capita no Brasil 500 kg (hab./ano) (Curitiba: 2.467 t/dia) • Resíduos sólidos inertes: grandes volumes e a disposição irregular • Não podem ser dispostos em aterros sanitários NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 39 Resíduos de Construção Civil NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 40 Produção de RCD NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 41 Resíduos da Construção Civil • 80% pode ser reciclado: agregado, base e sub-base de pavimentos. • Madeiras, embalagens e gesso: não são recicláveis. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 42 Reciclagem RCD • • • • Concentração: separação dos componentes Britagem ou moagem Peneiramento Transporte, secagem e homogeneização • Grande variação das características! NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 43 Base e sub-base • Centrais de reciclagem para obras de pavimentação • NBR 15.115 – Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – execução de camadas de pavimentação – Procedimentos (2004) • NBR 15.116 – Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos (2004). NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 44 Lodo de ETA NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 45 Lodo de ETA NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 46 Produção de Lodo de ETA Tipo de Manancial Produção de resíduos (g de sólidos secos por m³ de água tratada) Reservatórios de boa qualidade 12 – 18 Reservatórios de qualidade média 18 – 30 Rios com qualidade média 24 – 36 Reservatórios de qualidade ruim 30 – 42 Rios de qualidade ruim 42 – 54 NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 47 Reutilização NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 48 Controle de odores - Esgotos sanitários NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 49 Cobertura de aterro sanitário NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 50 Recuperação de áreas degradadas NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 51 Incorporação em Blocos cerâmicos NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 52 NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 53 Resíduos Sólidos Urbanos • São aqueles gerados nas residências, nos estabelecimentos comerciais, nos logradouros públicos e nas diversas atividades desenvolvidas nas cidades, incluindo os resíduos de varrição de ruas e praças. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 54 Projeto e operação dos aterros sanitários • Comportamento mecânico, hidráulico e bioquímico da massa de resíduos • RSU – nova unidade geotécnica, conceitos da mecânica dos solos, incorporando peculiaridades do material quando necessário NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 55 RSU NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 56 Características RSU Componente Características Resíduos alimentares Muito úmido, putrescível, rapidamente degradável, compressível Papel, trapos Seco a úmido, compressível, degradável, inflamável Resíduos de jardinagem Úmido, putrescível, degradável, inflamável Plástico Seco, compressível, pouco degradável, inflamável Metais ocos Seco, corrosível, pode ser amassado Metais maciços Seco, fracamente corrosível, rígido Borracha Seco, inflamável, compressível, não pode ser amassado, pouco degradável Vidro Seco, pode ser esmagado, pouco degradável Madeiras, espumas Seco, pode ser amassado, compressível, degradável, inflamável Entulho de construção Úmido, pode ser amassado, erodível, pouco degradável Cinzas, pó Úmido, possui características de solo, compressível, pode ser ativo quimicamente e parcialmente solúvel NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 57 Classificação morfológica RSU Dimensão Características 0 Grãos (diâmetro < 8 mm) 1 Fibras 2 Folhas, objetos planos 3 Volumes NBR 10.004 Geotecnia Ambiental Forma 58 Composição Gravimétrica NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 59 Composição Gravimétrica NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 60 Teor de Umidade Velocidade de degradação Desenvolvimento de pressões neutras Recalques Componente Teor de Umidade (%) Metais 19,6 Papel 74,8 Vidro 5,9 Plástico 41,5 Borracha 24,5 Têxteis 55,0 Pedra 12,6 Madeira 69,8 Matéria putrescível 47,0 NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 61 Peso Específico Fonte Peso Específico (kN/m³) Benvenuto e Cunha (1991) Condição drenada:10 Condição não drenada: 13 Santos e Presa (1995) Resíduos recém lançados: 7 Após a ocorrência de recalques: 10 Kaimoto e Cepollina (1996) Resíduos novos, não decompostos e pouco compactos: 5 a 7 Após compactação e ocorrência de recalques: 9 a 13 Mahler e Iturri (1998) 10,5 (seção com 10 meses de alteamento) Abreu (2000) Resíduos soltos: 1,5 a 3,5 Resíduos medianamente densos: 3,5 a 6,5 Resíduos densos: 6,5 a 14 NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 62 Geração de chorume e gases • Degradação – Aeróbica: poucas horas a um semana – geração de gás carbônico, água e calor (60º.C). 5 a 10% da matéria – Anaeróbica ácida: 1 a seis meses – gás carbônico e ácidos orgânicos. 15 a 20% da matéria – Metanogênica acelerada: 3 meses a 3 anos – gás metano – Metanogênica desacelerada: até 40 anos – gás metano. 50 a 70% da matéria NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 63 Estimativa de geração de metano • • • • • Aproveitamento energético Comercialização dos créditos de carbono Biogás = metano + gás carbônico Vários modelos matemáticos Banco Mundial (2003): – QCH4 = k.L0.mi.e-kt – – – – k-constante de velocidade de geração de metano L0-potencial de geração de metano mi-massa de resíduo depositado no ano i t-tempo após o fechamento NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 64 Estimativa de geração de chorume • Chorume é o efluente da massa de resíduos resultante da percolação de águas de precipitação e da própria decomposição dos resíduos • Dimensionamento dos sistemas de coleta e tratamento de chorume e para a análise da estabilidade do maciço sanitário NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 65 Estimativa da geração de chorume • Estimada por modelos que calculam o balanço hídrico a partir de dados climatológicos locais e das propriedades hidráulicas das camadas de cobertura do aterro sanitário e da massa de resíduos • Programas computacionais: Help, Unsath-H, Bowahald, SoilCover, Hydrus, etc. NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 66 Permeabilidade • Eficiência do sistema de drenagem • Baixas permeabilidades: formações de bolsões de gás e chorume, desenvolvimento de pressões neutras NBR 10.004 Geotecnia Ambiental 67
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