2007 Results Pascal Contest Cayley Contest Fermat
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Conjuntura Nacional • Com a morte de Vargas quem assumiu foi o vice-presidente, João Café Filho, que era politicamente fraco e aliado dos entreguistas. • Os nacionalistas do PTB faziam forte oposição ao governo de Café Filho, que seguia à risca as determinações do FMI, ao passo que também permitia os investimentos estrangeiros no Brasil sem nenhuma restrição (Instrução 113-Sumoc). Conjuntura Nacional • As medidas impostas pelo FMI eram recessivas: redução de salários e contenção da inflação. A situação era de crise econômica. • No campo político o fantasma de Vargas ainda assombrava a UND. Como disse um político da época: “Vargas comandava do túmulo os acontecimentos”. A UND temia que o próximo presidente fosse do PTB, por isso, conspirava. As Eleições de 1955 • Juscelino Kubitschek de Oliveira (JK) era o candidato do PSD/PTB. A UND temia a volta do varguismo e apoiava Juarez Távora. • A imagem divulgada de JK durante a campanha era de uma pessoa sorridente, simpática e moderna. JK foi apoiado por amplos setores da sociedade, pois a UDN estava em baixa após o suicídio de Vargas. O vice-presidente eleito, João Goulart, foi eleito com 500 mil votos a mais que JK. As Eleições de 1955 • Repetia-se nas ruas “Vargas não morreu”. • A UDN tentou impugnar a eleição de JK e Jango (João Goulart), o mesmo que havia tentado fazer com Getúlio Vargas em 1951. • Um clima de golpe tomou conta do Brasil entre a eleição e a posse. JK conseguiu assumir a presidência com o apoio do Marechal Henrique Teixeira Lott. O Governo de JK • Juscelino prometeu 50 anos de desenvolvimento em seu governo, era o “50 anos em 5”. • JK deu continuidade à política de substituição de importações. Com uma forte participação do Estado, porém, com o aumento gradativo da influência dos investimentos estrangeiros. • Ao contrário de GV que investiu na indústria de Bens de Produção, JK investiu na indústria de Bens de Consumo Duráveis. O Governo de JK • A política econômica de JK contou com o apoio de amplos setores da sociedade, principalmente da classe média, que agora poderia comprar produtos que antes eram importados. • Juscelino tinha também o apoio do exército. O Plano de Metas • O Plano de Metas do governo JK tinha 5 pilares: energia, transporte, indústria, alimentos e educação, bem como a construção de Brasília. • Fontes de recursos para implementação do Planos de Metas: emissão de papel moeda, criação de novos de impostos, empréstimos externos e investimento internacionais. Modernização Conservadora • O Plano de Metas de JK teve êxito: • A produção industrial cresceu; • Extração de petróleo; • Geração de energia elétrica; • Produção de aço; • Construção de rodovias; • Produção nacional de automóveis; • Construção de Brasília, entre outros. Modernização Conservadora • Consequências do desenvolvimento: • Lucros elevados da multinacionais; • Classe média eufórica com o consumo; • Priorização do transporte rodoviário em detrimento do ferroviário; • Alta inflacionária; • Enorme dívida externa; • Aumento da desigualdade regional; • Arrocho salarial. Crise Política de JK • Apesar dos enormes lucros, setores da burguesia, associados aos militares, tinham receio da abertura democrática. • O movimento trabalhista urbano, a UNE e as Ligas Camponesas deixavam a direita em alerta. • A esquerda tinha a concepção de que o desenvolvimento social evitaria uma revolução. Em parte JK também concordava. Eleições de 1960 • A aliança PTB/PSD lançou o General Henrique Teixeira Lott. • A UND, tentado alguém de caráter populista, lançou um aventureiro chamado Jânio Quadros. • O resultado foi uma vitória esmagadora de Jânio. Finalmente a direita golpista assumiu o poder. • Entretanto havia um problema, o vice presidente era João Goulart, do PTB. O governo de Jânio • Jânio não tinha um programa de governo, muito menos um partido político forte. • Formou um ministério conservador e reacionário. • Jânio não tinha foco nas questões principais do país e gastava suas energias com assuntos menores. • Chegaram a duvidar da sua sanidade mental. O governo de Jânio • Jânio criticava todos os partidos e dizia não ter compromisso com nenhum deles. • Conduzia uma política econômica liberal e seguia a cartilha do FMI. Essa política, gerava inflação e só aumentava a crise social. Seu governo estava se tornando impopular. • O governo de Jânio era contraditório: no plano interno era conservador, no plano externo demonstrava apoio a independência do 3º mundo. A renúncia de Jânio • A crise política se agravou com a condecoração de Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul. • Em 25 de Agosto de 1961 Jânio encaminhou uma carta de renúncia, semelhante a carta de Getúlio. A ideia, acredita-se, é que essa carta tivesse o mesmo efeito da carta de GV. • Jânio esperava que, com medo do getulismo de Jango (vice), as forças armadas e um amplo movimento popular o apoiassem. A renúncia de Jânio • Era a cartada política de Jânio para livrar-se de todos os partidos que faziam oposição a ele e governar como um ditador. • Mas sua renúncia foi aceita. • O problema é que o vice-presidente, João Goulart, estava em viagem diplomática à China. • A direita golpista, mas uma vez, tentou quebrar o jogo democrático. A posse de Jango • Em uma coisa Jânio estava certo, os militares e setores reacionários da burguesia não queriam a posse de Jango. Não permitiram que ele regressasse ao Brasil e foi ameaçado de ser preso se o fizesse. • Entretanto, uma forte reação legalista exigia a posse de Jango. Leonel Brizola criou a Cadeia da Legalidade. • A solução encontrada foi a implantação do parlamentarismo. A posse de Jango • No regime parlamentarista quem governa é o primeiro ministro, que é escolhido pelo parlamento (congresso). Jango tomaria posse como presidente, entretanto, sem poderes. • O acordo previa que após um ano de parlamentarismo haveria um plebiscito para decidir pela continuidade ou não desse regime. • No plebiscito o resultado foi não, e Jango assumiu os poderes de fato. Jango com poderes de fato • Foi um período de grande politização das massas urbanas e rurais. • O governo era pressionado por dois lados: o povo querendo reformas e a elite querendo proibi-las. • Jango lança o Plano Trienal, pacote de medidas econômicas que objetivavam sair da crise. Entretanto, a estrutura econômica montada, exauria cada vez mais as riquezas do país. Golpe militar e queda de Jango • Jango encaminha para o Congresso uma proposta de reforma agrária, que foi recusada. • O dia 13 de março de 1964 Jango faz o Comício da Central do Brasil, se comprometendo a fazer reformas. • Os militares reagem dizendo que o Brasil estava prestes a virar comunista. • Em 31 de Março de 1964, sob a liderança do general Castelo Branco, um golpe derruba o governo Jango.
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