Satellite A100

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Satellite A100
RESOLUÇÃO/CONSUNI Nº 30/2013
Aprova a reelaboração do Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
de Graduação em Engenharia Civil
O Presidente do Conselho Universitário do Centro
Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do
Itajaí - UNIDAVI, no uso das atribuições que lhe são
conferidas pelo art. 28 do Estatuto da Universidade
e, de acordo com o Parecer/CAEN Nº17/2013,
aprovado em 02/10/2013.
RESOLVE
Art. 1º Aprovar a reelaboração do Projeto Pedagógico do Curso de graduação em
Engenharia Civil, a ser oferecido na sede, em regime regular com 50 vagas
semestrais, para os ingressantes a partir de 2/2013, conforme anexo.
Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data da sua publicação e revogam-se as
disposições em contrário, em especial a Resolução CONSUNI 34/2012.
Rio do Sul, 03 de outubro de 2013.
Prof. CÉLIO SIMÃO MARTIGNAGO
Presidente do CONSUNI
Projeto Pedagógico de Curso
Fls. 2
ENGENHARIA CIVIL
BACHARELADO
2013
Fls. 3
CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO
ITAJAÍ
Reitor
Célio Simão Martignago
Vice-Reitor
Alcir Texeira
Pró-Reitor de Administração
Alcir Texeira
Pró-Reitor de Ensino
Charles Roberto Hasse
Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
Charles Roberto Hasse
Coordenadora do Curso
Andreia Pasqualini
Fls. 4
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
BACHARELADO
Comissão Responsável:
Coordenadora de Curso
M. ª Andreia Pasqualini
Colaboração
Assessoria Pedagógica - Prof. M.ª Helena Justen de Fáveri
Núcleo Docente Estruturante (NDE)
M.ª Fernanda Souza - assessora pedagógica indicada pela PROEN
Professores:
Dr. Fábio Alexandrini
M.e Pablo Martins Belchor
Prof. Cassiano Paulo Giacomini
Ficha Catalográfica
Nome do Bibliotecário e inscrição no conselho.
UNIDAVI
Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
Rua Guilherme Gemballa, 13 - Jardim América
Rio do Sul – Santa Catarina
CEP: 89160-932
Fone: 47 3531-6000
Fls. 5
SUMÁRIO
PRIMEIRA PARTE
ORGANIZAÇÃO E DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO - CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
CIVIL - BACHARELADO ............................................................................................ 8
2 CONTEXTO EDUCACIONAL .................................................................................. 8
2.1 JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE SOCIAL ...................................................... 9
2.2 HISTÓRICO DO CURSO ....................................................................................... 9
3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ...................................... 9
3.1 OBJETIVO ............................................................................................................. 9
3.2 POLÍTICAS DE ENSINO...................................................................................... 10
3.3 POLÍTICAS DE PESQUISA ................................................................................. 10
3.3.1 Linhas de Pesquisa .......................................................................................... 10
3.4 POLÍTICAS DE EXTENSÃO ................................................................................ 11
3.4.1 Formas de Extensão ........................................................................................ 11
3.5 RESPONSABILIDADE SOCIAL .......................................................................... 12
3.6 PERFIL ACADÊMICO-PROFISSIONAL .............................................................. 13
3.6.1 Perfil do Ingressante ........................................................................................ 13
3.6.2 Políticas e ações de apoio ao discente ............................................................ 14
3.6.3 Perfil do Concluinte .......................................................................................... 14
3.6.4 Perfil do Docente do Curso .............................................................................. 15
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................................... 16
4.1 MATRIZ CURRICULAR PARA INGRESSANTES A PARTIR DE 2/2013 ............. 16
4.2 EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS .......................................................................... 19
4.3 DISTRIBUIÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES POR NÚCLEO DE
CONTEÚDO .............................................................................................................. 50
4.4 FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................................ 52
4.5 FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE ............................. 52
4.6 FORMAS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA................................. 53
4.7 METODOLOGIA DE ENSINO APRENDIZAGEM ................................................ 53
4.8 ESTÁGIOS .......................................................................................................... 54
4.8.1 Estágio Curricular Supervisionado ................................................................... 54
4.8.2 Estágio Não-obrigatório .................................................................................... 55
4.9 TRABALHO FINAL DE CURSO ........................................................................... 56
4.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES.................................................................. 56
4.11 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ................................... 56
4.12 MAPA CONCEITUAL......................................................................................... 57
4.13 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E APRENDIZAGEM .................... 57
4.14 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ... 58
4.15 FORMAS DE INTEGRAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO ................................ 59
Fls. 6
SEGUNDA PARTE
ESTRUTURA E INFRAESTRUTURA
5 CORPO DOCENTE ................................................................................................ 61
5.1 QUALIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE............................................................ 61
5.2 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE .............................................. 61
5.3 NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ............................................................. 61
6 ESTRUTURA FÍSICA............................................................................................. 62
6.1 INSTALAÇÃOES FÍSICAS .................................................................................. 62
6.2 INFRAESTRUTURA LABORATORIAL ................................................................ 63
6.2.1 Laboratórios didáticos especializados .............................................................. 64
6.3 BIBLIOTECA ....................................................................................................... 68
6.4 PERIÓDICOS ...................................................................................................... 69
6.5 MONITORIA ........................................................................................................ 70
7 REFERÊNCIAS ...................................................................................................... 71
8 ANEXOS E APÊNDICES ...................................................................................... 72
Fls. 7
PRIMEIRA PARTE
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Fls. 8
1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO - Curso de Graduação em Engenharia Civil Bacharelado
Código de área no CNPq
Código do curso no E-mec
Nome da mantenedora e CNPJ
Nome da mantida
Modalidade
Titulação
Início de Funcionamento do Curso
Número de vagas
Turno
Regime de Funcionamento
Matrícula
Integralização Curricular
Total de créditos acadêmicos
Carga Horária Total do curso
Formas de Ingresso
Local de Oferta
Área de atuação
Unidade de origem
Legislação que regula a profissão
30100003
1156193
Fundação Universidade para o Desenvolvimento do Alto
Vale do Itajaí - CNPJ 85.784.023/0001-97
Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale
do Itajaí
Bacharelado
Engenheiro Civil
2/2011
50 vagas semestrais
Noturno
Regular
Semestral, por créditos
Duração Mínima: 5 anos
Duração Máxima: 10 anos
247
4.446 horas/aula
3.705 horas/relógio
Vestibular do Sistema ACAFE, Processo Seletivo Especial,
ENEM e Edital específico.
Na sede
O Engenheiro Civil atua em órgãos públicos e em
empresas nas obras de infraestrutura de barragens, de
transportes e de saneamento; em construção de obras
ambientais e hidráulicas; em escritórios de edificações
residenciais; em pesquisa científica e tecnológica. Também
pode atuar de forma autônoma em empresa própria ou
prestando consultoria.
Área das Ciências Naturais, da Computação e das
Engenharias (CINCE)
Resolução nº.010/2005 CONFEA/CREA
2 CONTEXTO EDUCACIONAL
No contexto educacional da UNIDAVI constata-se a necessidade de um
aprendizado contínuo, que desperte no educando a capacidade de análise e o
desenvolvimento de competências e habilidades educacionais, profissionais e
pessoais na aplicabilidade do conhecimento da Engenharia Civil ao longo da vida. O
trabalho educativo torna-se protagonista da construção de uma sociedade
emancipadora e igualitária. Adquirir capacitação no conhecimento da Engenharia
Civil representa um elemento essencial na modernização da sociedade atual.
O curso na UNIDAVI foi criado em atendimento a uma demanda
identificada em consulta à sociedade da região do Alto Vale do Itajaí. Através de
pesquisa qualitativa, realizada mediante entrevistas a personalidades integrantes de
segmentos sociais atuantes, foram relacionadas menções às potencialidades da
região e apontada a Engenharia Civil como uma das áreas mais promissoras para
criação de um curso de Graduação.
No ano de 2010, em um programa interno denominado Raio-X, os alunos
dos terceiros anos do Ensino Médio das diversas escolas da região do Alto Vale do
Itajaí visitaram a UNIDAVI, aleatoriamente, responderam a uma pesquisa de
interesse e, significativamente, apontou-se o curso de Engenharia Civil como
destaque.
Fls. 9
A UNIDAVI atua no entorno de uma região, englobando um total de 28
municípios circunvizinhos e atende a uma demanda maior que 50% (cinquenta por
cento) dos seus acadêmicos que vêm desses municípios. Assim, direta e
indiretamente o ensino da Engenharia Civil contribui significativamente para a
reversão do quadro social e econômico de toda a região do Alto Vale do Itajaí.
2.1 JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE SOCIAL
O curso de Engenharia Civil justifica-se pela necessária e importante
atuação do Engenheiro Civil no desenvolvimento da sociedade por ser um
profissional habilitado a atuar em diversos ramos de atividades, além de, pela sua
formação generalista, poder transitar em outras áreas.
A Engenharia Civil está na base das atividades necessárias para o
crescimento do País. O crescimento da indústria da construção civil e de obras de
infraestrutura aumentou de forma significativa à demanda de engenheiros civis tanto
na elaboração quanto na execução de projetos, segundo pesquisa da Confederação
Nacional da Indústria (CNI).
O desenvolvimento do Alto Vale tornou-se mais expressivo nos últimos
anos e seu processo de crescimento se deu também por uma progressiva
industrialização dos setores têxteis, agrícolas e construção civil, como consequência
natural do progresso econômico.
Com base em informações de 1995 a 2009, do IBGE e do Conselho
Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC) o número de
licenças expedidas para os municípios do Estado e áreas a construir aumentou em
51% e 61%, respectivamente.
2.2 HISTÓRICO DO CURSO
O curso de Engenharia Civil obedece à Resolução CNE/CES 11, de 11 de
março de 2002 do Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior
que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Engenharia.
O curso na UNIDAVI foi criado pela Resolução/RE no.006/11 de
20/04/2011 recebendo a matriz curricular no.1064 e a sigla EGC. As aulas tiveram
início no dia 1o/08/2011 com entrada de 57 acadêmicos. O primeiro coordenador de
curso foi o engenheiro civil MSc. Marilan Pedro Dumke.
Em 2013 a professora Andreia Pasqualini assumiu a coordenação do
curso de Engenharia Civil e, com o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e discentes
constatou a necessidade da reformulação da matriz curricular visando atender as
demandas do mercado regional.
3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
3.1 OBJETIVO
Formar profissionais para o desenvolvimento de atividades técnicocientíficas e administrativas na área de Engenharia Civil, intervindo nos processos
de construção civil, contribuindo na melhoria da produtividade e qualidade da
indústria de construção civil, considerando aspectos políticos, econômicos, sociais
e ambientais.
Fls. 10
3.2 POLÍTICAS DE ENSINO
A atividade docente demanda uma reflexão sobre a formação e a
continuidade do aprendizado. Nesse caminho, as políticas de Ensino da UNIDAVI
são tidas como ações presentes com vistas ao futuro a longo prazo, que assegure
as oportunidades de educação a todos.
Contudo, políticas de ensino universalistas e homogêneas não dão conta
das diferenças e singularidades presentes na região do Alto Vale do Itajaí, e por isso
destacam-se aqui as seguintes políticas de Ensino, pensadas nas especificidades
locais e regionais:
I - ensino voltado ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia;
II - educação para todos;
III - ambiente favorável para a produção do conhecimento;
IV - formação continuada;
V - inovação no Ensino.
As mesmas políticas institucionais serão aplicadas no curso de
Engenharia Civil.
.
3.3 POLÍTICAS DE PESQUISA
A Pesquisa sustenta todo o processo educativo emancipatório, ao se
revelar como a atitude de “aprender a aprender”. Do mesmo modo, ela funda o
Ensino, evitando o simples repasse copiado. Para Demo (2004), “quem não
pesquisa, nada tem a ensinar, pois apenas ensina a copiar”.
Imbuída desse espírito de produção, e não apenas de reprodução, para a
condução das pesquisas, desde a Iniciação Científica até a Pós-Graduação, a
UNIDAVI tem como norte cinco macrolinhas de Pesquisa. Essas linhas contemplam
temas ou áreas que norteiam os NDEs de todos os cursos e os demais movimentos
de construção e de formação de grupos. São elas:
a) Gestão, Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional
b) Justiça e Cidadania
c) Saúde e Meio Ambiente
d) Ciência, Tecnologia e Inovação
e) Humanidades e Artes.
As mesmas políticas institucionais são aplicadas no curso de Engenharia
Civil, por meio de linhas de Pesquisa específicas.
3.3.1 Linhas de Pesquisa
Devido às grandes áreas de atuação dos engenheiros civis, a linha de
Pesquisa para o Curso de Engenharia Civil fica direcionada para a área de
Tecnologia e Inovação, ficando assim habilitados tecnicamente a pesquisar nas
seguintes áreas:
- Construções
- Geotecnia
- Estruturas
- Hidrotecnia
- Saneamento
- Pavimentação e transportes.
Fls. 11
Para alcançar esses objetivos serão realizadas ações de Iniciação
Científica, envolvendo acadêmicos e professores, mediante projetos específicos.
3.4 POLÍTICAS DE EXTENSÃO
As políticas da UNIDAVI reafirmam a extensão universitária como
processo acadêmico de forma a direcionar o desenvolvimento das suas atividades
se inscrevendo no processo de desenvolvimento e integração comunitária. Nesse
sentido, a UNIDAVI apresenta as seguintes políticas de Extensão:
I - priorização de práticas voltadas ao atendimento de necessidades regionais e
locais emergentes;
II - geração de novos meios e processos de produção, inovação e transferência de
conhecimentos;
III - qualificação interna de acadêmicos, professores e funcionários para a prática da
Extensão.
As principais diretrizes que norteiam as ações de Extensão do curso de
Engenharia Civil se constituem em:
- promover e definir a prestação de serviços à comunidade como meio de integração
entre os diversos segmentos comunitários, empresariais e a instituição;
- oportunizar atualização e aperfeiçoamento como prática acadêmica visando
integrar a instituição e suas áreas de conhecimento por meio de cursos, seminários,
congressos, fóruns, encontros e outros eventos;
- elaborar e realizar programas e projetos de Extensão integrados ao Ensino e
Pesquisa;
- divulgar as atividades de Extensão às empresas regionais, a órgãos e instituições
interessadas, por meio dos diversos meios de comunicação e manter um
intercâmbio sistemático com instituições congêneres.
Além das proposições do Curso de Engenharia Civil a UNIDAVI incentiva a Pesquisa
e Extensão mediante:
- concessão de bolsas especiais em categorias diversas;
- auxílio para execução de projetos específicos;
- realização de convênios com entidades nacionais e internacionais;
- intercâmbio com outras instituições científicas, estimulando os contatos entre
profissionais diversos e o desenvolvimento de projetos em comum acordo;
- divulgação das pesquisas e dos trabalhos de Extensão realizados pela UNIDAVI;
- promoção de congressos, simpósios e seminários para estudo e debate de temas
de interesse.
3.4.1 Formas de Extensão
O Curso de Engenharia Civil tem compromisso com a sociedade,
principalmente a de baixa renda, que não tem acesso a profissionais habilitados.
Dessa maneira, o curso de Engenharia Civil incentiva a criação de programas que
visem atuar diretamente na área de projetos, administração de obras, consultorias e
diagnósticos contribuindo para a formação de mão de obra e pesquisas que visem
minimizar esse desequilíbrio, mediante:
I - prestação de serviços à comunidade por meio de sua estrutura física (laboratórios
e salas de aula);
II - desenvolvimento de projetos que atendam a reivindicações da comunidade;
III - busca de parcerias com empresas que atendam a interesses sociais;
Fls. 12
IV - consultorias, avaliações e proposições de soluções a problemas municipais,
desenvolvendo uma relação de parceria institucional com as prefeituras da região;
V - promoção de seminários, cursos e palestras, com participação de convidados de
outras instituições, de empresas e da comunidade local.
A atividade de Extensão é extracurricular e deverá contar com
participação ativa do corpo docente e discente do Curso de Engenharia Civil.
O curso oferecerá ainda :
- visitas técnicas a obras de pequeno, médio e grande porte, como complementação
de estudos das disciplinas profissionalizantes;
- visitas a indústrias de materiais empregados na construção civil, feiras de
construção e outros;
- oportunidade aos acadêmicos para participarem de intercâmbio com universidades
estrangeiras.
O curso desenvolve nas fases intermediárias atividades de Extensão,
envolvendo principalmente os aspectos relacionados à formação profissional como
um todo - técnico e comportamental, sendo estimulada a Pesquisa e a participação
em atividades sociais.
A grande preocupação é o de inserção no mercado de trabalho,
promovendo a profissionalização integral do acadêmico, com valorização ao meio
ambiente, recursos e à sociedade, ou seja, desenvolvem-se ações de
responsabilidade social.
3.5 RESPONSABILIDADE SOCIAL
A UNIDAVI é uma instituição sólida que trabalha com recursos próprios e
garimpa verbas e subsídios por meio de projetos, emendas e convênios com
organismos públicos e privados, com vistas a minimizar os custos para os
acadêmicos. Nesta condição atua fortemente em alguns programas e projetos:
UNIDAVI Responsável: presta auxílio a acadêmicos interessados em
solicitar bolsas de estudo e financiamentos estudantis em programas como ProUni,
FIES, projetos sociais, iniciação científica, Pesquisa e Extensão.
A instituição dispõe da Central de Estágios que auxilia o acadêmico
cadastrado para o ingresso no mercado de trabalho. Há o Núcleo de Apoio a
Pessoas com Necessidades Especiais (Nopne) que desenvolve projeto
de acessibilidade. O objetivo é mediar as relações ensino-aprendizagem; contribuir
para a inclusão; orientar estudantes, professores e coordenadores nas questões de
educação inclusiva e organizar recursos didáticos e pedagógicos.
UNIDAVI Comunitária: presta apoio jurídico e psicológico (em espaço
próprio e adequado). Dispõe do Programa Vida em Equilíbrio com cursos voltados
para a comunidade. Criou a Praça do Estudante e exerce a cidadania participando
de ações sociais realizadas em parcerias ou próprias.
UNIDAVI Comunicativa: oferece o Programa Raio-X, pelo qual alunos do
ensino médio têm a oportunidade de conhecer a estrutura e os cursos da instituição.
Tem também o Programa Test Drive Universitário que leva os alunos do ensino
médio às cadeiras da graduação para assistirem, conforme agendamento, a
disciplinas de interesse. A UNIDAVI tem ainda Rádio Educativa, Portal do Egresso e
Editora.
UNIDAVI Esportiva: participa, a cada dois anos, da Confraternização dos
Funcionários Administrativos das Fundações Educacionais de Santa Catarina
(Cofafe). Disponibiliza à comunidade acadêmica ginásio de esportes, com duas
quadras, e academia de Educação Física.
Fls. 13
UNIDAVI Cultural: no Parque Universitário está localizado o Museu da
Madeira que dispõe de uma serraria que representa o modelo pioneiro, movido à
força hidráulica. Há outros espaços destinados à cultura, arte e ao entretenimento:
Salão Nobre do bloco G, Sala Magna, Área Azul, Auditório do Núcleo de Práticas de
Gestão e Jurídica e Auditório do Parque Universitário. A UNIDAVI oferece ainda:
coral, banda marcial, corpo coreográfico e balé.
UNIDAVI Ambiental: tendo consciência da importância do meio ambiente
para as futuras gerações foi criado o Programa Proteja a Vida, que entrega à
mamãe e ao futuro bebê, ainda na maternidade, uma planta nativa. A instituição
possui gerador próprio para a climatização de todos os espaços, especialmente as
salas de aula, além de cisterna para coleta e aproveitamento da água da chuva. O
Horto Florestal é destinado para estudo, conservação e recuperação da canela
sassafrás. São plantadas, quase de forma contínua, nas margens do Rio Itajaí-Açu,
mudas de espécies nativas.
UNIDAVI Empreendedora: a instituição possui o Núcleo Gerador de
Empresas de Desenvolvimento Integrado de Incubação (GTEC) que conta com a
parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa
Catarina (Fapesc). O Laboratório de Microbiologia é referência com acreditação do
Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).
UNIDAVI sem Fronteiras: oferece intercâmbio internacional e acordos
com instituições da Alemanha, Estados Unidos, França, Chile e Itália além do Fundo
de Apoio às Viagens Técnicas Discentes (Favited) e do Centro de Idiomas, com
cursos de Inglês, Espanhol, Alemão e Italiano.
UNIDAVI Tecnológica: realiza inovação constante em equipamentos e
softwares; projetores multimídia em todas as salas de aula; sala de
videoconferência; câmeras de vigilância; catracas e portões digitais; wireless e
laboratórios de informática.
UNIDAVI Institucional: oferece amplo espaço de lazer e de
entretenimento infantil; Mérito Acadêmico; formação continuada; sistema de
bibliotecas; Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica
(Parfor); Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação
Superior (Fumdes) e cursos de Pós-Graduação, em nível de Especialização.
3.6 PERFIL ACADÊMICO-PROFISSIONAL
Para a formação do Engenheiro Civil é central o desenvolvimento dos
seguintes perfis:
3.6.1 Perfil do Ingressante
Durante o processo de formação o discente da UNIDAVI, consideradas as
suas especificidades, recebe capacitação para desenvolver competências,
habilidades e atitudes. Estas devem o possibilitar compreender a si e ao mundo por
meio dos conhecimentos adquiridos, como formação integral, para agir de forma
melhor em sociedade.
Em função disso, espera-se que os discentes do curso de Engenharia
Civil sejam capazes de:
- revelar postura ética que lhe permita exercer plenamente sua cidadania
respeitando o direito à vida e ao bem-estar dos cidadãos;
- atender às exigências do meio acadêmico;
- vislumbrar possibilidades de ampliação do conhecimento;
Fls. 14
- adquirir visão do contexto sociopolítico, cultural e econômico;
- demonstrar espírito científico e pensamento reflexivo;
- contribuir com o trabalho de Pesquisa e promoção da Extensão por meio da ciência
e da tecnologia;
- promover e divulgar conhecimentos culturais, científicos e técnicos.
3.6.2 Políticas e ações de apoio ao discente
O apoio ao discente da UNIDAVI se dá pelo desenvolvimento de ações
extraclasse e psicopedagógicas de atividades de nivelamento e de ações
extracurriculares como as atividades complementares e participação em centros
acadêmicos e intercâmbios.
Extraclasse:
- Nivelamento: com o propósito de inserir o acadêmico ao meio
universitário, a Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) oferece duas vezes ao ano cursos
de nivelamento (Matemática e Português). O nivelamento tem como objetivo dar
suporte ao ingressante no curso escolhido.
- Apoio psicopedagógico: atendimento feito pela equipe do Núcleo de
Orientação às Pessoas com Necessidades Especiais (NOPNE) e objetiva facilitar os
processos de aprendizagem em todos os contextos que envolvem o acadêmico, seja
no cognitivo, emocional ou social. Elabora-se o diagnóstico e fazem-se intervenções
específicas para cada caso ou encaminha-se a um serviço especializado.
- Monitoria: é entendida como recurso pedagógico para o fortalecimento
do processo ensino-aprendizagem, por meio da utilização de práticas e
instrumentação que promovam a oportunidade da obtenção do conhecimento. São
atividades assistidas por docentes e executadas por acadêmicos, que possuem
suficiência e comunicabilidade satisfatórias, de modo a incrementar e facilitar o
processo da aquisição do conhecimento.
Extracurriculares:
- Centros Acadêmicos: enquanto o Diretório Central dos Estudantes
(DCE) representa todos os discentes, os Centros Acadêmicos representam os
cursos da UNIDAVI. É o contato direto entre o acadêmico e o seu curso.
- Intercâmbios: propicia aos acadêmicos experiências com outros
métodos de ensino-aprendizagem como experiência no exterior, mais
especificamente no Chile, com vagas uma vez ao ano.
- Programas de Iniciação Científica: compreende a dimensão da
produção do conhecimento e seu efetivo reflexo na sociedade. É aquela que se
articula naturalmente ao Ensino e à Extensão.
- Programas de Extensão: forma o elo com a comunidade, permite a
difusão do conhecimento científico, prioriza as práticas de atendimento às
necessidades regionais.
3.6.3 Perfil do Concluinte
De acordo com a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que
institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia,
os egressos devem apresentar “sólida formação técnico-científica e profissional
geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua
atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética
e humanística, em atendimento às demandas da sociedade”.
Fls. 15
Como componentes do perfil do Engenheiro Civil, o Curso deverá dar
condições ao seu egresso de adquirir um perfil profissional que compreenda o:
- desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais,
autárquicas e de economia mista e privada;
- planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidade, obras, estruturas,
transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção
industrial;
- estudo de projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação
técnica;
- Ensino, Pesquisa, experimentação e ensaios.
Ainda a:
- fiscalização, direção e execução de obras e serviços técnicos;
- aplicação de conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais
à engenharia;
- projeção e condução de experimentos e interpretação de resultados;
- conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
- comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
- atuar em equipes multidisciplinares;
- aplicar a ética e responsabilidades profissionais;
- avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
- assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
3.6.4 Perfil do Docente do Curso
Desenvolver e exercer o conhecimento e o senso crítico são condições
essenciais para o domínio e transmissão do conhecimento científico e para o pleno
alcance dos objetivos propostos. Nessa linha de pensamento o perfil do docente da
UNIDAVI deve contemplar aspectos básicos como:
- ser líder intelectual;
- estar em constante acompanhamento das mutações sociocientíficas;
- traduzir didaticamente os conteúdos selecionados;
- desafiar o estudante a desenvolver projetos acadêmico-científicos;
- administrar a diversidade para a construção de visão de mundo;
- atuar de forma solidária, crítica, ética contribuindo para a melhoria das relações
sociais;
- estabelecer situações complexas de aprendizagem por meio da seleção e da
organização de conteúdos relevantes, inovadores;
- fazer uso de linguagem específica para resolver situações de aprendizagem. A
comunicação se faz por meio de linguagens que se manifestam nas mais diversas
formas;
- administrar as emoções, seus problemas, sua ansiedade, criando um contexto de
aprendizagem em que o acadêmico se motive a aprender e sinta-se num mundo
intelectualizado sendo envolvido para crescer continuamente;
- apresentar valores morais e culturais de identidade mundial;
- valorizar a dignidade humana nas relações de aprendizagem e de vida;
- desenvolver a ciência colocando o ser humano no centro da pesquisa com todos
os direitos humanos;
- ser um educador inovador cujas ideias e ações promovam e sustentem o
desenvolvimento regional;
Fls. 16
- fazer uso das novas tecnologias para melhorar as interações pessoais e fortalecer
as potencialidades didáticas;
- estabelecer conexão entre a teoria e a prática;
- aplicar a avaliação diagnóstica e formativa no processo de ensinar e de aprender;
- efetuar constantemente sua autoavaliação;
- reavaliar as ações didático-pedagógicas, considerando os
resultados da
avaliação institucional;
- adotar procedimentos administrativo-pedagógicos recomendados pela UNIDAVI;
- socializar suas vivências, experiências, conhecimentos com habilidade de modo a
atingir outros segmentos sociais;
- criar ambiente favorável ao ensino e a aprendizagem por competências.
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A estruturação e a sistematização do currículo do curso de Engenharia
Civil se dão pela subdivisão das áreas de conhecimento em disciplinas e atividades,
hierarquizadas e integradas horizontal e verticalmente, de modo que os futuros
profissionais desenvolvam competências e habilidades inter, multi e transdisciplinar.
Os componentes curriculares estão agrupados em três núcleos de
conteúdos:
I - Núcleo de Conteúdos Básicos que fornecerá embasamento teóricoprático necessário para que o profissional possa desenvolver o seu aprendizado;
II - Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes que fornecerá a
identidade do profissional, integrando as subáreas de conhecimento que
identifiquem as mínimas atribuições, deveres e responsabilidades para formação do
profissional em Engenharia Civil;
III - Núcleo de Conteúdos Específicos que será responsável pelo
aprofundamento dos conteúdos do núcleo de disciplinas essenciais, garantindo o
aprimoramento e desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas
neste projeto e, quando couber, pela inserção no currículo do atendimento às
peculiaridades locais e regionais formando uma identidade própria.
4.1 MATRIZ CURRICULAR PARA INGRESSANTES A PARTIR DE 2/2013
Fase
I
COMPONENTES CURRICULARES
Cálculo I
Física I
Geometria Descritiva
Introdução à Engenharia Civil
Língua Portuguesa
Metodologia de Trabalhos Acadêmicos
Subtotal
II
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo II
Desenho Técnico
Física II
Probabilidade e Estatística
Subtotal
III
Subtotal
Cálculo III
Mecânica Geral
Projetos de Edificações
Química Geral
Topografia I
CH
72
108
72
36
72
36
396
72
72
72
108
72
396
72
72
72
108
72
396
CA
4
6
4
2
4
2
22
4
4
4
6
4
22
4
4
4
6
4
22
CF
4
4
4
2
4
2
20
4
4
4
4
4
20
4
4
4
4
4
20
Pré-requisitos
Cálculo I
Física I
Cálculo II
-
CL
2
2
2
2
2
2
Fls. 17
IV
Fenômenos dos Transportes
Geologia
Informática Aplicada
Materiais de Construção Civil I
Resistência dos Materiais I
Topografia II
Cálculo Numérico
Hidrologia
72
36
108
108
72
36
432
72
72
4
2
6
6
4
2
24
4
4
4
2
4
4
4
2
20
4
4
Materiais de Construção Civil II
108
6
4
Mecânica dos Solos I
72
4
4
Resistência dos Materiais II
72
4
4
396
22
20
Alvenaria Estrutural
72
4
4
Hidráulica
72
4
4
Subtotal
V
Subtotal
Mecânica dos Solos II
72
4
4
Técnicas Construtivas I
108
6
4
Teoria das Estruturas I
72
4
4
396
22
20
Estradas e Transportes I
72
4
4
Estruturas de Concreto I
72
4
4
Instalações Elétricas Prediais
Instalações Hidrossanitárias Prediais
36
36
2
2
2
2
Técnicas Construtivas II
108
6
4
Teoria das Estruturas II
72
4
4
396
22
20
Estradas e Transportes II
72
4
4
Estruturas de Concreto II
72
4
4
Estruturas Metálicas
72
4
4
Fundações I
72
4
4
Metodologia de Projetos
72
4
2
Projetos de Sistemas de Prevenção
Contra Incêndio
36
2
2
396
36
22
2
20
2
36
2
2
Estágio Curricular Supervisionado
216
12
4
Estruturas de Concreto III
72
4
4
VI
Subtotal
VII
Subtotal
VIII
Subtotal
Administração
Desempenho Térmico e Acústico das
Edificações
IX
Mecânica Geral
Topografia I
Materiais de
Construção Civil I
Resistência dos
Materiais I
Projetos de
Edificações
Mecânica dos
solos I
Materiais de
Construção Civil
II
Resistência dos
Materiais II
Mecânica dos
Solos II e
Topografia II
Resistência dos
Materiais II
Física II
Hidráulica
Técnicas
Construtivas I
Teoria das
Estruturas I
Estradas e
Transportes I
Estruturas de
Concreto I
Resistência dos
Materiais II
Mecânica dos
Solos II
Todas as
disciplinas até a
7ª Fase
-
2
2
4
2
2
-
2
2
-
2
2
-
2
2
-
Todas as
disciplinas até a
8ª Fase
Estruturas de
Concreto II
-
-
Fls. 18
Estruturas de Madeira
36
2
2
Filosofia
Fundações II
Planejamento e Orçamento da
Construção
36
72
2
4
2
4
72
4
4
576
36
32
2
24
2
36
2
2
36
2
2
Pontes
72
4
4
Saneamento
72
4
4
Segurança do Trabalho na Construção
72
4
4
Sociologia
36
2
2
Subtotal
Engenharia Econômica
Impactos Ambientais e Gestão de
Resíduos Sólidos
Legislação Profissional
X
Trabalho Final de Curso
Subtotal
Total componente curricular
Atividades complementares
TOTAL GERAL
180
10
4
540
4.320
126
4.446
30
240
7
247
24
208
208
Resistência dos
Materiais II
Fundações I
Técnicas
Construtivas I
-
-
Estruturas de
Concreto I
Instalações
Hidrossanitárias
e Prediais
-
-
-
Todas as
disciplinas até a
9ª Fase
-
-
18
18
CH – Carga Horária
CA – Crédito Acadêmico
CF – Crédito Financeiro
CL- Créditos de Laboratório
Disciplinas Optativas
Patologia das Construções
Libras
CH
72
36
CA
4
2
CF
4
2
Pré-requisito
-
CL
-
Observação:
1) Atendendo à Resolução/CONSUNI Nº 122/2007 o curso apresenta 247 créditos
acadêmicos que multiplicados por 18 horas-aula de 50 minutos totalizam 4.446
horas-aula. Essas convertidas em horas relógio correspondem a 3.705 horas.
2) Atendendo ao Decreto no. 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que regulamenta a Lei
no. 10.436 de 24 de abril de 2002 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) e o art. 18 da Lei no. 10.098 de 19 de dezembro de 2000 e a Resolução
CONSUNI no. 52 de 12 de dezembro de 2008, a Libras é oferecida como disciplina
optativa com, no mínimo, dois créditos acadêmicos e financeiros.
3) As disciplinas e atividades curriculares do curso contemplam ainda:
a) Lei n. 11.645, de 10 março de 2008 que altera a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura AfroBrasileira e Indígena”.
b) Políticas de Educação Ambiental – Lei nº. 9795 de 27 de abril de 1999 e Decreto
nº. 4281 de 25/06/2002 e a Resolução CNE n. 2, de 15 de junho de 2012 que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental.
Fls. 19
c) Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 que estabelece as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.
4.2 EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS
FASE I
Cálculo I
Ementa: Conjuntos numéricos. Funções. Limites e continuidade. Derivadas.
Aplicações da derivada. Integrais definidas e indefinidas.
Referências Básicas
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
KUHLKAMP, Nilo. Cálculo 1. 4. ed. rev. Florianópolis: UFSC, 2009.
STEWART, James. Cálculo. v. 1. São Paulo: Thomson, 2006.
Referências Complementares
ANTON, Howard. Cálculo. v. 1. Porto Alegre: Bookman, 2007.
HIMONAS, Alex; HOWARD, Alan. Cálculo: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
ROCHA, Mauro Luiz. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos,
670 exercícios com respostas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
SALAS, S. L., HILLE, E., ETGEN, G. J. Cálculo. 9. ed. v.1. Rio de Janeiro: LTC,
2005.
THOMAS, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo. v. 1. 12. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
Física I
Ementa: Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Momento linear. Cinemática e dinâmica da rotação. Momento angular.
Oscilações. Ondas em meios elásticos. Ondas sonoras. Atividades de laboratório.
Referências Básicas
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física: mecânica. 9.
ed. v.1. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física: gravitação,
ondas e termodinâmica. 9. ed. v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
YOUNG, H.D., FREEDMAN, R.A. Física I: mecânica. Editora: Addison-wesley, 2008.
Referências Complementares
JEWETT, J.W. Jr., SERWAY, R. A. Física para cientistas e engenheiros:
mecânica. 8. ed. v. 1. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
JEWETT, J.W. Jr., SERWAY, R. A. Física para cientistas e engenheiros:
oscilações, ondas e termodinâmica. 8. ed. v. 2. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: mecânica. 4. ed. v. 1. São Paulo:
Edgard Blucher, 2002
TIPLER, Paul A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. v. 1. Rio
de Janeiro: LTC, 2009.
YOUNG, H.D., FREEDMAN, R.A. Física II: termodinâmica e ondas. 12. ed. Editora:
Addison-wesley, 2008.
Fls. 20
Geometria Descritiva
Ementa: Sistemas de Projeção. Sistema de projeção ortogonal (Mongeano). Estudo
do ponto, da reta e do plano. Pertinência e posições relativas. Métodos Descritivos.
Representação, secção e planificação de sólidos. Intersecção de planos e sólidos.
Intersecção de sólidos.
Referências Básicas
MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva. São Paulo: Edgard Blücher, 2004.
PRÍNCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo:
Nobel, 1983.
RICCA, G. Geometria Descritiva: método de Monge. Editora: Fundação Calouste
Gulbenkian , 2011.
Referências Complementares
BORGES, G. C.M. Noções de geometria descritiva: teoria e exercícios. 7. ed.
Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2002.
DAGOSTIM, M. S.; GUIMARÃES, M. M.; ULBRICHT, V. R. Noções básicas de
geometria descritiva. Florianópolis: UFSC, 1994.
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva: teoria e exercícios. 27. ed. São Paulo:
Atual, 1991.
PEREIRA, Aldemar A.. Geometria descritiva 1. Rio de Janeiro: Quartet, 2001.
PINHEIRO, V.A. Noções de geometria descritiva. v.1 Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.
Introdução à Engenharia Civil
Ementa: Conceito e história da Engenharia Civil. Engenharia, ciência, tecnologia e
sociedade. Engenharia e meio ambiente. A função social do Engenheiro. Áreas de
atuação. Mercado de trabalho. Entidades representativas da classe. O curso de
Engenharia Civil na UNIDAVI: organização, estrutura curricular, laboratórios e
recursos disponíveis para estudo.
Referências Básicas
BAZZO, W. A. & PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia. Florianópolis: Editora
UFSC, 2012.
BAZZO, W.A. Ciência Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação
Tecnológica. Florianópolis: Editora UFSC, 2011.
RODRIGUES, A. V. História breve da Engenharia Civil: pilar da civilização
Ocidental. Portugal: Ordem dos Engenheiros, 2007.
Referências Complementares
AGOPYAN, V., JOHN, V.M. Desafio da sustentabilidade na construção civil. São
Paulo: Blucher, 2011.
BAZZO, W. A., PEREIRA, L.T.V., LINSINGEN, I.V. Educação tecnológica:
enfoques para o ensino de Engenharia. Florianópolis: Editora UFSC, 2000.
CUNHA, J.C. A história das construções. v. 1. Belo Horizonte: Autêntica Editora,
2009.
CUNHA, J.C. A história das construções. v. 2. Belo Horizonte: Autêntica Editora,
2009.
Fls. 21
HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
Língua Portuguesa
Ementa: Estudo da teoria da comunicação. Orientação sobre estratégias de leitura,
compreensão, interpretação e produção de gêneros textuais. Exame de questões
gramaticais e ortográficas. Introdução aos princípios da apresentação pública
(oratória).
Referências Básicas
CIPRO NETO, P., INFANTE, U. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:
Scipione, 2010.
POLITO, R. Assim é que se fala: como organizar a fala e transmitir idéias. São
Paulo: Saraiva, 2006.
SAVIOLI, F.P.; FIORIN, J.L. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática,
1996.
Referências Complementares
AZEREDO, José Carlos de. Fundamentos de gramática do português. 5. ed. rev.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 17. ed.
Petrópolis: Vozes, 2004.
JACOBSON, R. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 2003.
POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições. 111. ed. São Paulo:
Saraiva, 2006.
SERAFINI, M. T. Como escrever textos. 11 ed. São Paulo: Globo, 2001.
Metodologia de Trabalhos Acadêmicos
Ementa: Produção Acadêmica: Ensino, Pesquisa e Extensão. A normatização dos
trabalhos acadêmicos e sua estruturação (ABNT). Artigos científicos. Resumos.
Resenhas críticas.
Referências Básicas
ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:
Atlas, 2010.
BASTOS, C. L., KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia
científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
BLOGOSLAWSKI, I. P. R., FACHINI, O., FÁVERI, H. J. Educar para a pesquisa:
normas para a produção de textos científicos. 3. ed. rev. e atual. Rio do Sul: Nova
Letras, 2010.
Referências Complementares
MARCONI, M. A., LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MÁTTAR NETO, J.A. Metodologia científica na era da informática. 3. ed. rev. e
atual. São Paulo: Saraiva, 2008.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Fls. 22
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3.ed. rev.
e atual. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do
conhecimento. 7. ed. rev. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.
FASE II
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Ementa: Matrizes. Sistemas lineares. Vetores. Transformações lineares.
Autovetores e autovalores. Produto interno. Retas e planos. Cônicas e quádricas.
Referências Básicas
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. São Paulo:
Bookman, 2012.
CAMARGO, I, BOULOS, P. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. São
Paulo: Pearson Education, 2005.
LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc Lars. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2011.
Referências Complementares
POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Thomson, 2004.
REIS, Genésio Lima dos. Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
STEINBRUCH, Alfredo, WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo:
Makron Books, 1987.
STEINBRUCH, Alfredo, WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo:
Makron Books, 1987.
WINTERLE, Paulo. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Pearson Education,
2000.
Cálculo II
Ementa: Técnicas de integração. Aplicações da integral definida. Integrais
impróprias. Funções de várias variáveis. Derivadas parciais e suas aplicações.
Integração múltipla.
Referências Básicas
ANTON, H., BIVENS, I., DAVIS, S. Cálculo. v. 1. Porto Alegre: Bookman, 2007.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo B: funções de várias
variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo:
Prentice Hall. 2007.
Referências Complementares
HOFFMANN, Laurence D, BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton O. Cálculo: funções de
uma e várias variáveis. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
Fls. 23
ROCHA, Mauro Luiz. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais múltiplas,
equações diferenciais ordinárias, séries, 600 exercícios com respostas. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1990.
SALAS, S. L., HILLE, E., ETGEN, G. J. Cálculo. 9. ed. v.2. Rio de Janeiro: LTC,
2005.
STEWART, James. Cálculo. v. 2. São Paulo: Thomson, 2006.
Desenho Técnico
Ementa: Introdução ao desenho técnico à mão livre. Escalas e cotas. Vistas
ortográficas principais, auxiliares e seccionais de peças simples. Perspectiva.
Desenho arquitetônico. Acessibilidade. Planta baixa, cortes, elevações, plantas de
situação, locação e cobertura.
Referências Básicas
FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica.
8. ed. São Paulo: Globo, 2005.
NEUFERT, Peter. A arte de projetar em arquitetura. 18. ed. Barcelona: Editorial
Gustavo Gili, 2013.
SPECK, Henderson José; PEIXOTO, Virgílio Vieira. Manual básico de desenho
técnico. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2001.
Referências Complementares
BUENO, C. P.; PAPAZOGLOU, R.S. Desenho técnico para engenharias. Curitiba:
Juruá, 2008.
NEIZEL, Ernst. Desenho técnico para construção civil 1. São Paulo: EPU, 2010.
MONTENEGRO, G.A. Desenho arquitetônico. 4. ed. São Paulo. Edgard Blucher,
2001.
SILVA, A., RIBEIRO, C.T., DIAS, J., SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2010.
Física II
Ementa: Temperatura. Calor. Leis da termodinâmica. Entropia. Carga elétrica.
Campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitores e dielétricos. Corrente
e resistência elétrica. Força eletromotriz e circuitos elétricos. Campo magnético. Lei
de Ampére. Lei de Faraday. Indutância. Atividades de laboratório.
Referências Básicas
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física: gravitação,
ondas e termodinâmica. 9. ed. v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física:
eletromagnetismo. 9. ed. v.3. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
YOUNG, H.D., FREEDMAN, R.A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. Editora:
Addison-wesley, 2009.
Referências Complementares
JEWETT, J.W. Jr., SERWAY, R. A. Física para cientistas e engenheiros:
oscilações, ondas e termodinâmica. 8. ed. v. 2. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Fls. 24
JEWETT, J.W. Jr., SERWAY, R. A. Física para cientistas e engenheiros:
eletricidade e magnetismo. 8. ed. v. 3. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. v. 1. Rio
de Janeiro: LTC, 2009.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. v. 2. Rio
de Janeiro: LTC, 2012.
YOUNG, H.D., FREEDMAN, R.A. Física II: termodinâmica e ondas. 12. ed. Editora:
Addison-wesley, 2008.
Probabilidade e Estatística
Ementa: Estatística descritiva. Teoria da probabilidade. Variáveis aleatórias.
Distribuições de probabilidade. Teoria da amostragem. Estimação de parâmetros.
Testes de hipóteses. Correlação e regressão.
Referências Básicas
BUSSAB, W., MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 8 ed. São Paulo: Saraiva,
2013.
MEYER, P. L.. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C.. Estatística aplicada e
probabilidade para engenheiros. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Referências Complementares
BARBETTA, P., REIS, M. M., BORNIA, A. C.. Estatística para cursos de
engenharia e informática. São Paulo: Atlas, 2004.
FONSECA, J. S., MARTINS, G. A., TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
MONTGOMERY, D. C., RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F. Estatística aplicada à
engenharia. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
OLIVEIRA, F.E.M. Estatística e probabilidade: teoria, exercícios resolvidos,
exercícios propostos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
TOLEDO, G. L., OVALLE, I. I. Estatística básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
III FASE
Cálculo III
Ementa: Funções vetoriais. Integrais curvilíneas. Integrais de superfície. Equações
diferenciais de 1ª e 2ª ordem. Equações lineares de ordem n. Transformada de
Laplace.
Referências Básicas
BOYCE, W.E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas
de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BRONSON, R., COSTA, G. Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre: Bookman,
2008.
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo B: funções de várias
variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo:
Prentice Hall. 2007.
Fls. 25
Referências Complementares
ANTON, H., BIVENS, I., DAVIS, S. Cálculo. 8. ed. v. 2. Porto Alegre: Bookman,
2007.
MATOS, M.P. Séries e equações diferenciais. São Paulo: Prentice-Hall, 2002.
SALAS, S. L., HILLE, E., ETGEN, G. J. Cálculo. 9. ed. v.2. Rio de Janeiro: LTC,
2005.
STEWART, James. Cálculo. v. 2. São Paulo: Thomson, 2006.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Makron
Books, 1994.
Mecânica Geral
Ementa: Estática dos pontos materiais. Sistemas equivalentes de força. Equilíbrio
dos corpos rígidos. Centróides e baricentros. Treliças. Forças em vigas e cabos.
Atrito. Momento de inércia. Cinemática e dinâmica dos corpos rígidos.
Referências Básicas
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Mecânica vetorial para engenheiros: estática.
5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Mecânica vetorial para engenheiros:
cinemática e dinâmica. 5 ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo:
Pearson Education, 2011.
Referências Complementares
BORESI, A. P., SCHIMIDT, R. J. Estática. São Paulo: Thomson, 2003.
MERIAN, J.L., KRAIGE, L.G. Mecânica para Engenharia: estática. Rio de Janeiro:
LTC.
NELSON, E.W., BEST, C.L., MCLEAN, W.G., POTTER, M.C. Engenharia mecânica
estática. Porto Alegre: Bookman, 2013.
SHAMES, I.H. Dinâmica: mecânica para Engenharia. São Paulo: Prentice-Hall,
2003.
SHAMES, I.H. Estática: mecânica para Engenharia. São Paulo: Prentice-Hall,
2002.
Projetos de Edificações
Ementa: Introdução ao software de desenho assistido por computador (CAD).
Ferramentas do software de desenho. Aplicação do software CAD para desenhos de
projetos: arquitetônico, estrutural, instalações hidrossanitárias e instalações
elétricas.
Referências Básicas
LIMA, C. C. Estudo dirigido de AutoCAD 2014. São Paulo: Érica, 2013.
RIBEIRO, A. C., PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho técnico e
AutoCAD. São Paulo: Pearson Education, 2013.
WEDDING, J., PROBERT, D. Introdução ao AutoCAD Civil 3D 2009. Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2009.
Fls. 26
Referências Complementares
BALDAM, R., LOURENÇO; Costa. AutoCAD 2013: utilizando totalmente. São Paulo:
Érica, 2012.
CHAPPEL, E. AutoCAD Civil 3D 2012: essencial. Porto Alegre: Bookman, 2012.
MONTENEGRO, G.A. Desenho arquitetônico. 4. ed. São Paulo. Edgard Blucher,
2001.
NEIZEL, Ernst. Desenho técnico para construção civil 1. São Paulo: EPU, 2010.
PIZA, J.T, NETO, A. Desenho técnico para construção civil 2. São Paulo: EPU,
2010.
Química Geral
Ementa: Estrutura atômica. Classificação periódica. Ligações químicas.
Quantidades químicas. Estequiometria. Soluções. Cinética química. Termoquímica.
Introdução à termodinâmica. Equilíbrio químico. Eletroquímica. Oxidação e redução.
Atividades de laboratório.
Referências Básicas
BRADY, J.E., SENESE, F. Química: a matéria e suas transformações. v. 2. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
RUSSELL, J. B. Quimica geral. 2. ed. v. 1. São Paulo: Makron Books, 1994.
RUSSELL, J. B. Quimica geral. 2. ed. v. 2. São Paulo: Makron Books, 1994.
Referências Complementares
BROWN, T. L., LEMAY JR., H. E., BURSTEN, B. E., BURDGE, J. R. Química: a
ciência central. 9. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
FELTRE, R. Química. v.1. São Paulo: Moderna, 2008.
FELTRE, R. Química. v.2. São Paulo: Moderna, 2008.
KOTZ, J.C., TREICHEL, P., WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6.
ed. v.1. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2009.
KOTZ, J.C., TREICHEL, P., WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6.
ed. v.2. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2009.
Topografia I
Ementa: Introdução à topografia. Equipamentos topográficos. Sistemas de
coordenadas. Medidas de ângulos. Medidas de distâncias. Métodos de
levantamento planimétrico. Cálculo de áreas e volumes. Altimetria. Métodos de
nivelamento. Desenho topográfico. Atividades práticas.
Referências Básicas
CASACA, J. M., MATOS, J. L., DIAS, J. M. B. Topografia geral. 4. ed. atual. e aum.
Rio de Janeiro: LTC, 2007.
COMASTRI, J.A., TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3. ed. Viçosa: Editora UFV,
1999.
MCCORMAC, J. C. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Referências Complementares
BORGES, A.C. Exercícios de topografia. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
BORGES, A.C. Topografia: aplicada a Engenharia Civil. v. 1 . São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
Fls. 27
BORGES, A.C. Topografia: aplicada a Engenharia Civil. v. 2 . São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
GODOY, R. Topografia básica. Piracicaba: Ed. FEALQ/USP, 1998.
LOCH, C., CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis:
Editora UFSC, 1995.
IV FASE
Fenômenos dos Transportes
Ementa: Introdução à mecânica dos fluídos. Propriedades físicas dos fluídos.
Estática dos fluídos. Cinemática dos fluídos. Dinâmica dos fluídos. Análise
dimensional. Transferência de calor e massa.
Referências Básicas
BIRD, R. B., STEWART, W. E., LIGHFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2010.
FOX, R. W., MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2010.
LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos
básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Referências Complementares
BENNETT, C. O. Fenômenos de transporte de quantidade de movimento calor
e massa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
INCROPERA, F. P. Fundamentos de transferência de calor e massa. 6. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011.
POTTER, M. C., WIGGERT, D. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Thomson, 2004.
ROMA, W.N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. São Carlos:
Rima, 2006.
SISSOM, L. E. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
Geologia
Ementa: Estrutura e características da Terra. Tectônica de placas. Sismos. Minerais.
Rochas. Intemperismo. Formação dos solos. Erosão. Geologia do Brasil e de Santa
Catarina. Geologia estrutural. Métodos de investigação. Geologia aplicada à
Engenharia Civil.
Referências Básicas
LEINZ, V. Geologia geral. 14. ed. rev. São Paulo: Editora Nacional, 2001.
SANTOS, A. R. . Geologia de engenharia: conceitos, métodos e prática. 2. ed. rev.
e ampl. São Paulo: ABGE, 2009.
TEIXEIRA, Wilson. Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2009.
Referências Complementares
FOSSEN, H. Geologia Estrutural. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
MENDES, J. C., PETRI, S. Geologia do Brasil. Rio de Janeiro: MEC, 1971.
POPP, J. H. Geologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
PRESS, F. Para entender a terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Fls. 28
SUGUIO, K. Geologia do quaternário e mudanças ambientais. São Paulo: Oficina
de Textos, 2010.
Informática Aplicada
Ementa: Conceito de Algoritmos e Estruturas de Dados, Estruturas de Decisão e
Repetição, Vetores, Matrizes. Linguagens de Programação. Atividades de
Laboratório.
Referências Básicas
FARRER, Harry at Ali. Algoritmo Estruturados. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Kougar, 1989
GUIMARÃES , Ângelo de Moura e LAGES, Nilton Alberto de Castilho. Algoritmos e
Estrutura de Dados. Rio de Janeiro:LTC Editora 1994.
LOPES, Anita. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de
Janeiro: Campus, 2002.
Referências Complementares
FORBELLONE, A. L. V. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas
de dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
PINTO, Wilson Silva. Introdução ao desenvolvimento de algoritmos e estrutura de
dados. São Paulo: Erica, 1994.
SALVETTI, Dirceu Douglas. Algoritmos. São Paulo: Makron Books, 1998.
ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 2. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Thomson, c2004. 552 p.
ZIVIANI, Nívio. Projeto de algoritmos. São Paulo: Pioneira, 1993.
Materiais de Construção Civil I
Ementa: Classificação e propriedades dos materiais de construção. Normatização.
Pedras naturais. Agregados. Aglomerantes. Argamassas. Concretos. Aditivos e
adições minerais para argamassas e concretos. Atividades de laboratório.
Referências Básicas
ISAIA, G. C. (Ed). Concreto: ciência e tecnologia. v.1. São Paulo: Instituto
Brasileiro do Concreto - IBRACON, 2011.
ISAIA, G. C. (Ed). Concreto: ciência e tecnologia. v.2. São Paulo: Instituto
Brasileiro do Concreto - IBRACON, 2011.
NEVILLE, A.M., BROOKS, M.M. Tecnologia do concreto. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013.
Referências Complementares
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. 5. ed. v. 1. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2011.
HELENE, P.; TERSIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São
Paulo: Pini, 1992.
GOMES, P. C. C., BARROS, A. R. B. Métodos de dosagem de concreto
autoadensável. São Paulo: Pini, 2009.
ISAIA, G. C. (Ed.). Materiais de construção civil e princípios de ciência e
engenharia de materiais. 2. ed., atual. e ampl. v.1. São Paulo: Instituto Brasileiro do
Concreto - IBRACON, 2010.
Fls. 29
ISAIA, G. C. (Ed.). Materiais de construção civil e princípios de ciência e
engenharia de materiais. 2. ed., atual. e ampl. v.2. São Paulo: Instituto Brasileiro do
Concreto - IBRACON, 2010.
Resistência dos Materiais I
Ementa: Ações em estruturas. Vínculos e reações de apoio. Tensão. Deformação.
Propriedades mecânicas dos materiais. Tração e compressão. Cisalhamento.
Torção. Flexão simples. Flexão composta.
Referências Básicas
BEER, F. O., JOHNSTON, R. E. Resistência dos materiais. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 2004.
GERE, J. M., GOODNO, B.J. Mecânica dos materiais. 7 ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010.
Referências Complementares
MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 14. ed. São
Paulo: Érica, 2004.
NASCH, W. Resistência dos materiais. São Paulo: McGraw-Hill, 2001.
POPOV, E. P.. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
TIMOSHENKO, S. P., GERE, J. E. Mecânica dos sólidos. v. 1. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
TIMOSHENKO, S. P., GERE, J. E. Mecânica dos sólidos. v. 2. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
Topografia II
Ementa: Planialtimetria. Taqueometria. Topologia. Batimetria. Emprego da planta
topográfica. Divisão de terras. Locação de obras. Terraplenagem. Geotecnologias.
Noções de fotogrametria e fotointerpretação. Atividades práticas.
Referências Básicas
BORGES, A.C. Topografia: aplicada a Engenharia Civil. v. 2 . São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
CASACA, J. M., MATOS, J. L., DIAS, J. M. B. Topografia geral. 4. ed. atual. e aum.
Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MCCORMAC, J. C. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Referências Complementares
BORGES, A.C. Topografia: aplicada a engenharia civil. v. 1 . São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
ERBA, D.A.; THUM, A.B.; SILVA, C.A.U.; SOUZA, G.C.; VERONEZ, M.R.;
LEANDRO, R.F.; MAIA, T.C.B. Topografia para estudantes de arquitetura,
engenharia e geologia. São Leopoldo: Editora UNISINOS, 2003.
ESPARTEL, L. Curso de topografia. São Paulo: Editora Globo, 1990.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos,
2008.
Fls. 30
GONÇALVES, J. A., MADEIRA, S., SOUSA, J.J. Topografia: conceitos e
aplicações. 3. ed. São Paulo: Lidel-Zamboni, 2012.
V FASE
Cálculo Numérico
Ementa: Noções de Matemática Computacional, Erros, Aritmética Digital, Resolução
Numérica de Sistemas Lineares, Zeros de Função, Interpolação, Ajuste de Função,
Integrais Numéricas, Resolução Numérica de Equações Diferenciais.
Referências Básicas
CLAUDIO, Dalcídio Moraes. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. 3
ed. São Paulo: Átlas, 2000.
FERNANDES COSTA, M. A. Cálculo numérico com Pascal. Lisboa: Editora
Escolar, 1993.
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: 5. ed., rev. e ampl. São Paulo: Makron Books,
1992. 617 p.
Referências Complementares
GILAT,Amos; SUBRAMANIAM, Vish. Métodos numéricos para engenheiros e
cientistas. Bookaman, 2008.
HOFFMANN, Laurence D.. Cálculo: Rio de Janeiro: LTC, 1990-. 2 v.
LEITHOLD, Louis. O cálculo: 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986. 526 p.
RUGGIERA, Marcia Gomes. Cálculo numérico ¿ Aspectos Teóricos e
Computacionais. São Paulo: Makron Books, 1997.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron
Books, 1994-. 2 v.
Hidrologia
Ementa: Ciclo hidrológico. Balanço hídrico. Bacias hidrográficas. Precipitação.
Escoamento superficial. Infiltração. Evaporação e evapotranspiração. Águas
subterrâneas. Hidrogramas. Medições de vazão. Previsão de enchentes.
Propagação de enchentes. Controle de enchentes. Regularização de vazões.
Referências Básicas
GARCEZ, L. N., ALVAREZ, G.A. Hidrologia. Rio de Janeiro: Edgard Blucher, 2004.
PINTO, N. L. S., HOLTZ, A. C. T., MARTINS, J. A. Hidrologia básica. São Paulo:
Edgard Blücher, 2003.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 4. ed. Porto Alegre:
UFRGS/ABRH, 2007.
Referências Complementares
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina
de Textos, 2005.
GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais.
São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PAIVA, J.B. D., PAIVA, E. M. C. D. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas
bacias hidrográficas. Porto Alegre: ABRH, 2001.
SANTOS, I. Hidrometria aplicada. Curitiba: LACTEC, 2001.
Fls. 31
TOMAZ, P. Cálculos hidrológicos e hidráulicos para obras municipais. São
Paulo: Navegar, 2002.
Materiais de Construção Civil II
Ementa: Madeiras. Materiais cerâmicos. Materiais metálicos. Vidros. Tintas e
vernizes. Polímeros. Materiais betuminosos. Atividades de laboratório.
Referências Básicas
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. 5. ed. v. 2. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2011.
ISAIA, G. C. (Ed.). Materiais de construção civil e princípios de ciência e
engenharia de materiais. 2. ed., atual. e ampl. v.1. São Paulo: Instituto Brasileiro do
Concreto - IBRACON, 2010.
ISAIA, G. C. (Ed.). Materiais de construção civil e princípios de ciência e
engenharia de materiais. 2. ed., atual. e ampl. v.2. São Paulo: Instituto Brasileiro do
Concreto - IBRACON, 2010.
Referências Complementares
BALBO, J.T. Pavimentação asfáltica: materiais, projeto e restauração. São Paulo:
Oficina de Textos, 2007.
FAZENDA, J. M.R. Tintas: ciência e tecnologia. São Paulo: Edgard Blücher, 2009.
MANO, E. B. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Edgard
Blücher, 2010.
NENNEWITZ, I., NUTSCH, W., PESCHEL, P., SEIFERT, G. Manual de tecnologia
da madeira. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2012.
PETRUCCI, E.G.R. Materiais de construção. Porto Alegre: Globo, 1976.
Mecânica dos Solos I
Ementa: Tipos de solos quanto à origem. Estrutura dos solos. Índices físicos.
Granulometria. Plasticidade e estados de consistência. Classificação. Tensões em
solos: geostáticas e induzidas. Permeabilidade dos solos. Percolação de água nos
solos. Compressibilidade e adensamento. Atividades de laboratório.
Referências Básicas
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. v. 1. Rio de Janeiro:
LTC, 1988.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed São Paulo: Oficina de
Textos, 2006.
Referências Complementares
AZEVEDO, I.C. D. Análise de tensões e deformações em solos. Viçosa: UFV,
2007.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. v. 2. Rio de Janeiro:
LTC, 1987.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 4. ed. v. 3. Rio de Janeiro:
LTC, 1987.
DAS, B. M. Fundamentos de engenharia geotécnica. 7 ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2011.
Fls. 32
FIORI, A. P., CARMIGNANI, L. Fundamentos de mecânica dos solos e das
rochas. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
Resistência dos Materiais II
Ementa: Análise de tensões e deformações. Estado plano de tensões. Tensões
principais e transformações de tensões. Tensão de cisalhamento máxima. Estado
triplo de tensões. Círculo de Mohr. Critérios de ruptura. Deformações: linha elástica,
método de Mohr e método das diferenças finitas. Flexão assimétrica. Flambagem.
Métodos de energia.
Referências Básicas
BEER, F. O., JOHNSTON, R. E. Resistência dos materiais. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 2004.
GERE, J. M., GOODNO, B.J. Mecânica dos materiais. 7 ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010.
Referências complementares
NASCH, W. Resistência dos materiais. São Paulo: McGraw-Hill, 2001.
POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
RILEY, W. F., STURGES, L.D., MORRIS, D.H. Mecânica dos materiais. 5. ed. Rio
de Janeiro, 2003.
TIMOSHENKO, S. P., GERE, J. E. Mecânica dos sólidos. v. 1. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
TIMOSHENKO, S. P., GERE, J. E. Mecânica dos sólidos. v. 2. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
FASE VI
Alvenaria Estrutural
Ementa: Introdução à alvenaria estrutural. Materiais e suas propriedades.
Modulação. Aspectos de projetos de alvenaria estrutural. Execução de alvenaria
estrutural. Princípios básicos do projeto estrutural. Parâmetros de dimensionamento.
Projeto estrutural.
Referências Básicas
MALHO, M. A., CORRÊA, M. R. S. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural.
São Paulo: Pini, 2003.
MANZIONE, L. Projeto e execução de alvenaria estrutural. 2. ed. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2007.
PARSEKIAN, G. A., HAMID, A. A., DRYSDALE, R. G. Comportamento e
dimensionamento de alvenaria estrutural. São Paulo: Edufscar, 2012.
Referências complementares
MOLITERNO, A. Caderno estrutura em alvenaria e concreto simples. São Paulo:
Edgard Blucher, 2001.
Fls. 33
PARSEKIAN, G. A., SOARES, M.M. Alvenaria estrutural em blocos cerâmicos:
projeto execução e controle. São Paulo: O Nome da Rosa, 2011.
PARSEKIAN, G. A. Parâmetros de projeto de alvenaria estrutural com blocos de
concreto. São Paulo: Edufscar, 2012.
SANCHEZ, E. Nova normalização brasileira para alvenaria estrutural. Rio de
Janeiro: Interciência, 2013.
TAUIL, C.A., NESE, F. J. M. Alvenaria estrutural. São Paulo: Pini, 2010.
Hidráulica
Ementa: Princípios fundamentais. Pressões e empuxo. Princípios gerais do
movimento dos fluídos e teorema da energia de Bernoulli. Orifícios, bocais, tubos
curtos e vertedores. Escoamento em tubulações. Cálculo de tubulações sob
pressão. Condutos forçados. Tubulações e acessórios. Instalações elevatórias.
Golpe de ariete. Sistemas de tubulações. Escoamento uniforme em canais. Cálculo
do escoamento em canais. Hidrometria. Sistemas urbanos de hidráulica aplicada.
Referências Básicas
AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2000.
BAPTISTA, M. B., COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica.
3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
PORTO, R. M. Hidráulica básica. 4. ed. São Paulo: EDUSP, 2006.
Referências Complementares
GARCEZ, L. N. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo:
Edgard Blücher, 1974.
GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais.
São Paulo: Cengage Learning, 2008.
LINSINGEN, I. V. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis: UFSC,
2001.
MACINTYRE, A. J. Bombas e instalações de bombeamento. Rio de Janeiro: LTC,
1997.
PORTO, R. M. Exercícios de hidráulica básica. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2007.
Mecânica dos Solos II
Ementa: Compactação dos solos. Exploração do subsolo. Resistência ao
cisalhamento dos solos. Empuxos de terra. Estabilidade de taludes: teoria, taludes
naturais, barragens e aterros sobre solos moles. Estruturas de arrimo. Atividades de
laboratório.
Referências Básicas
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,
1987. v. 2.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1987. v. 3.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Fls. 34
Referências Complementares
GERSCOVICH, D. M.S. Estabilidade de taludes. São Paulo: Oficina de Textos,
2009.
GUIDICINI, G., NIEBLE, C. M. Estabilidade de taludes naturais e de escavação.
São Paulo: Edgard Blucher, 2003.
MARCHETTI, O. Muros de arrimo. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.
MOLITERNO, A. Caderno de muros de arrimo. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed São Paulo: Oficina de
Textos, 2006.
Técnicas Construtivas I
Ementa: Etapas da construção. Serviços preliminares. Canteiro de obras. Locação
de obras. Escavações e aterros. Fundações rasas e profundas. Obras de contenção.
Estruturas de concreto armado: fôrmas, armaduras e concretagem. Vedações
verticais. Atividades práticas.
Referências Básicas
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1997.
BORGES,A.C. Prática das pequenas construções. 9. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2009. v.1.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. 11 ed. São Paulo: Pini, 2013.
Referências Complementares
ABEF. Manual de execução de fundações e geotecnia: práticas recomendadas.
São Paulo: Pini, 2012.
BAUD, G. Manual de pequenas construções. São Paulo: Hemus, 2002.
LORDSLEEM JR, A. C. Execução e inspeção de alvenaria racionalizada. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2000.
NAZAR, N. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo: Pini, 2007.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. São Paulo: Érica,
2009.
Teoria das Estruturas I
Ementa: Morfologia das estruturas. Classificação das estruturas. Grau de
estaticidade. Análise de estruturas isostáticas: vigas simples, vigas Gerber, vigas
inclinadas, treliças, pórticos, cabos, arcos e grelhas. Cargas móveis em estruturas
isostáticas. Linhas de influência. Deslocamento em estruturas isostáticas.
Referências Básicas
CASCÃO, M. Estruturas isostáticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
MACHADO JR, E. F. Introdução à isostática. São Paulo: Edusp, 1999.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2010.
Referências Complementares
HIBBELER, R. C, SANTOS, J. M. C. Estática: mecânica para engenharia. 12. ed.
São Paulo: Pearson Education, 2011.
HIBBELER, R.C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education,
2013.
Fls. 35
KRIPKA, M. Análise estrutural para Engenharia Civil e Arquitetura: estruturas
isostáticas. 2.ed. São Paulo: Pini, 2012.
MARTA, L.F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro:
Campus, 2010.
POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
FASE VII
Estradas e Transportes I
Ementa: Sistemas de transportes. Noções de planejamento de transportes.
Geotecnia aplicada às estradas. Solos: ensaios de caracterização, compactação e
índice de suporte (CBR). Terraplenagem. Pavimentação. Materiais empregados na
pavimentação. Dimensionamento de pavimentos flexíveis e rígidos. Drenagem de
pavimentos.
Referências Básicas
BALBO, J. T. Pavimentação asfáltica: materiais, projeto e restauração. Rio de
Janeiro: Oficina de Textos, 2007.
RODRIGUES, P. R. A. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à
logística internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2000.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. 2. ed.. São Paulo: Pini, 2008. v.
1.
Referências complementares
DNIT. Manual de Pavimentação. Rio de Janeiro, 2006.
MELLO, J.C. Planejamento dos transportes. São Paulo: McGraW-Hill,1975.
RICARDO, H. S. R., CATALANI, G. Manual prático de escavação: terraplenagem e
escavação de rocha. 3. ed. São Paulo: Pini, 2007.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. v. 2. São Paulo: Pini, 2001.
SUZUKI, C.Y., AZEVEDO, A. M., KABBACH JR, F. I. K. Drenagem subsuperficial
de pavimentos: conceitos e dimensionamento. Rio de Janeiro: Oficina de Textos,
2013.
Estruturas de Concreto I
Ementa: Introdução ao concreto armado. Diretrizes para durabilidade das estruturas
de concreto. Critérios de projeto. Materiais constituintes e suas propriedades.
Aderência. Ancoragem das armaduras. Emendas das barras. Segurança e estados
limites. Ações nas estruturas. Limites para dimensões, deslocamentos e abertura de
fissuras. Flexão simples. Cisalhamento. Dimensionamento e detalhamento de vigas.
Referências Básicas
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 3. ed. v.1. Rio Grande: Dunas, 2010.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 3. ed. v.2. Rio Grande: Dunas, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de Estruturas de
Concreto - Procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
Fls. 36
Referências Complementares
BORGES, A. N. Curso prático de cálculo em concreto armado: projeto de
edifícios. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2010.
CARVALHO, R. C., FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. 3. ed. São Carlos: Edufscar, 2007.
FUSCO, P.B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 2013.
GUERRIN, A. Tratado de concreto armado: cálculo do concreto armado. São
Paulo: Hemus, 2002. v.1.
GRAZIANO, F. P. Projeto e execução de estruturas de concreto armado. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2005.
Instalações Elétricas Prediais
Ementa: Componentes das instalações elétricas prediais. Simbologia para projetos
elétricos. Determinação das cargas de luz e tomadas. Ligação de tomadas e
comandos de iluminação. Divisão de circuitos. Dimensionamento de condutores.
Dimensionamento da proteção dos circuitos. Dimensionamento de eletrodutos.
Cálculo da demanda. Dimensionamento do alimentador. Instalações telefônicas.
Projeto elétrico de edificação.
Referências Básicas
COTRIM, A. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2008.
CREDER, H. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São Paulo:
Érica, 2011.
Referências Complementares
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações elétricas prediais. 21. ed. São Paulo:
Érica, 2011.
CRUZ, E. C. A., ANICETO, L. A. Instalações elétricas: fundamentos, prática e
projetos em instalações residenciais e comerciais. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012.
NERI, N. Instalações elétricas: princípios e aplicações. São Paulo: Érica, 2011
NEGRISOLI, M. E. M. Instalações elétricas: projetos prediais em baixa tensão. 3
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.
WALENIA, P. S. Projetos elétricos prediais. Curitiba: Base, 2011.
Instalações Hidrossanitárias Prediais
Ementa: Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de água quente.
Instalações prediais de esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais.
Instalações para aproveitamento da água da chuva. Projeto hidrossanitário de
edificação.
Referências Básicas
BOTELHO, M. H. C. Instalações hidráulicas prediais: usando tubos de PVC e
PPR. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
CARVALHO JR , R. C. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 6. ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 2013.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
Fls. 37
Referências Complementares
MACINTYRE, A. J. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de
Janeiro: LTC, 1990.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2010.
MELO, V. O., AZEVEDO NETTO, J. M. Instalações prediais hidráulico-sanitárias.
São Paulo: Edgard Blucher, 1988.
SALGADO, J. Instalação hidráulica residencial: a prática do dia a dia. São Paulo:
Érica, 2010.
TOMAZ, Plínio. Aproveitamento de água de chuva: para áreas urbanas e fins não
potáveis. São Paulo: Navegar, 2003.
Técnicas Construtivas II
Ementa: Revestimentos de paredes e tetos. Pintura. Impermeabilização. Pisos e
pavimentações. Esquadrias. Vidros. Instalações: elétricas, hidrossanitárias, gás,
prevenção e combate a incêndio. Coberturas. Isolamento térmico e acústico.
Sistemas de gestão de qualidade na construção civil. Atividades práticas.
Referências Básicas
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Edgard Blucher,1987.
BORGES,A.C. Prática das pequenas construções. 9. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2009. v.1.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. 11 ed. São Paulo: Pini, 2013.
Referências Complementares
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1997.
FIORITO, A. J. S. I. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e
procedimentos de execução. 2. ed. São Paulo: Pini, 2010
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo:
Pini, 2001.
UEMOT, K. L. Projeto, execução e inspeção de pinturas. São Paulo: O Nome da
Rosa, 2002.
Teoria das Estruturas II
Ementa: Estruturas hiperestáticas. Método dos esforços. Método dos
deslocamentos. Processo de Cross. Linhas de influência em estruturas
hiperestáticas. Noções sobre análise matricial de estruturas.
Referências Básicas
ANDRE, J. C., MAZZILLI, C. E. N., BUCALEM, M. L., CIFÚ, S. Lições em mecânica
das estruturas: trabalhos virtuais e energia. Rio de Janeiro: Oficina de textos, 2011.
MARTA, L.F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro:
Campus, 2010.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: método das forças e método dos
deslocamentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006.
Fls. 38
Referências Complementares
HIBBELER, R.C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education,
2013.
LEET, K. M., UANG, C.M., GILBERT, A. M. Fundamentos da análise estrutural. 3.
ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2009.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos de estruturas. São Paulo: Zigurate, 2007.
MARTA, L.F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro:
Campus, 2010.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005.
FASE VIII
Estradas e Transportes II
Ementa: Rodovias. Projeto geométrico de estradas. Estudos de traçado.
Características técnicas para projeto. Alinhamento horizontal. Curvas horizontais
circulares. Curvas horizontais de transição. Superelevação e superlargura.
Alinhamento vertical. Curvas verticais. Projeto de terraplenagem.
Referências Básicas
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 3. ed. Florianópolis:
Edufsc, 2008.
PIMENTA, C.R.T., OLIVEIRA, M.P. Projeto geométrico de rodovias. 2.ed. São
Carlos: Rima, 2004.
SENÇO, W. Manual de técnicas de projetos rodoviários. São Paulo: Pini, 2008.
Referências Complementares
ANTAS, P.M., VIEIRA, A., GONÇALO, E. A., LOPES, L. A. S. Estradas: projeto
geométrico e de terraplenagem. Rio de Janeiro: Interciência, 2010.
DNIT. Diretrizes básicas para elaboração de estudos e projetos rodoviários:
escopos básicos/instruções de serviço. 3. ed. Rio de Janeiro, 2006.
DNIT. Manual de sinalização rodoviária. 3. ed. Rio de Janeiro, 2010.
DNIT. Manual de implantação básica de rodovia. 3. ed. Rio de Janeiro, 2010.
DNIT. Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de Janeiro, 1999.
Estruturas de Concreto II
Ementa: Dimensionamento e detalhamento de lajes. Torção. Punção. Compressão
simples. Flexão composta normal e oblíqua. Dimensionamento e detalhamento de
pilares. Escadas e reservatórios.
Referências Básicas
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 3. ed .v. 2. Rio Grande: Dunas, 2010.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 3. ed. v. 3. Rio Grande: Dunas, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
concreto - procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
Referências Complementares
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado.3. ed. Rio Grande: Dunas, 2010. v.4.
BOTELHO, M. H. C. Concreto armado eu te amo. 3. ed. v.2. São Paulo: Edgard
Blucher, 2011.
Fls. 39
BOTELHO, M. H. C., MARCHETI, O. Concreto armado eu te amo. 7. ed. v.1. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.
CARVALHO, R. C., FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. 3. ed. São Carlos: Edufscar, 2007.
GUERRIN, A., LAVAUR, R.C. Tratado de concreto armado: reservatórios, caixas
d’água, piscinas. v.5. São Paulo: Hemus, 2003.
Estruturas Metálicas
Ementa: Aços estruturais: propriedades físicas e mecânicas. Ações e segurança
nas estruturas de aço. Dimensionamento de elementos estruturais submetidos à
compressão, tração, flexão simples e composta. Ligações. Ações do vento.
Referências Básicas
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
PINHEIRO, A. C. F. B. Estruturas metálicas: cálculos, detalhes, exercícios e
projetos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
PUGLIESE, M., LAUAND, C. A. Estruturas metálicas. São Paulo: Hemus, 2005.
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios: NBR 8800. Rio de
Janeiro: ABNT, 2008.
BELLEI, I. H. Edifícios industriais em aço: projeto e cálculo. 6. ed. São Paulo: Pini,
2010.
CHAMBERLAIN, Z., FICANHA, R., FABEANE, R. Projeto e cálculo de estruturas
de aço: edifício industrial detalhado. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2013.
DIAS, L. A. M. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. São Paulo. 6.
ed. São Paulo: Zigurate, 2008.
SILVA, V. P., PANNONI, F.D. Estruturas de aço para edifícios: aspectos
tecnológicos e de concepção. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
Fundações I
Ementa: Investigação do subsolo. Tipos de fundações. Características técnicas para
projeto. Critérios para escolha do tipo de fundação. Verificação da segurança ao
colapso. Coeficientes de segurança. Fundações diretas e profundas: capacidade de
suporte e estimativa de recalques. Provas de carga em fundações. Rebaixamento do
lençol freático.
Referências Básicas
ALONSO, U. R. Previsão e controle das fundações. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2011.
VELLOSO, D. A., LOPES, F. R. Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
WALTEMIR, H. et al. (Ed.). Fundações: teoria e prática. São Paulo: Pini, 2002.
Referências Complementares
ALONSO, U.R. Exercícios de fundações. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
ALONSO, U.R. Dimensionamento de fundações profundas. São Paulo: Edgard
Blücher, 2012.
Fls. 40
CINTRA, J.C.A., AOKI, N., ALBIERO, J.H. Fundações diretas: projeto geotécnico.
São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
CINTRA, J.C.A., AOKI, N. Fundações por estacas: projeto geotécnico. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
SCHNAID, F. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações.
2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
Metodologia de Projetos
Ementa: Métodos e técnicas de Pesquisa e a Pesquisa em si. Estrutura básica de
projetos. Relatório de estágio.
Referências Básicas
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GRESSLER, L. A. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. 3. ed. rev. atual.
São Paulo: Loyola, 2007.
PEREIRA, J. M. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3.ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2012.
Referências Complementares
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Atlas, 2010.
BASTOS, L. R., PAIXÃO, L., FERNANDES, L.M., DELUIZ, N. Manual para a
elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e
monografias. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MORAES, I. N., AMATO, A. C. M. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo:
Rocca, 2008.
POURCHET-CAMPOS, M. A. Iniciação à pesquisa científica: bases da
metodologia. São Paulo: SN publicidade LTDA, 1996.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 40. ed. Petrópolis:
Vozes, 2012.
Projetos de Sistemas de Prevenção Contra Incêndio
Ementa: Triângulo e tetraedro do fogo. Propagação do fogo. Classes de incêndio.
Métodos de extinção do fogo. Agentes extintores. Sistemas de combate a incêndio.
Normatização. Sistema preventivo por extintores. Sistema hidráulico preventivo.
Saídas e iluminação de emergência. Sistemas de abandono do local, alarme e
detecção. Instalações prediais de gás combustível (GLP). Projeto preventivo e de
combate a incêndio.
Referências Básicas
CARVALHO JR , R. C. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 6. ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 2013.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE SANTA CATARINA. Normas de segurança
contra incêndio. 2. ed. rev. e ampl. Florianópolis: EDEME, 1992.
GOMES, A. G. Sistemas de prevenção contra incêndio. Rio de Janeiro:
Interciência, 1998.
Fls. 41
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Saídas de emergência em
edifícios: NBR 9077. Rio de Janeiro: ABNT, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistema de proteção por
extintores de incêndio: NBR 12693. Rio de Janeiro: ABNT, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de detecção e
alarme de incêndio – projeto, instalação, comissionamento e manutenção de
sistemas de detecção e alarme de incêndio – requisitos: NBR 17240. Rio de
Janeiro: ABNT, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistema de iluminação de
emergência: NBR 10898. Rio de Janeiro: ABNT, 2013.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2010.
FASE IX
Administração
Ementa: Organizações e administração. Princípios da administração. Funções
administrativas. Funções empresariais. Noções de administração da produção,
financeira e suprimentos. Contabilidade e balanço.
Referências Básicas
CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. 3. ed. São Paulo:
Makron Books, 2000.
GROPPELLI, A. A., NIKBAKHT, E. Administração financeira. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da produção. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
Referência Complementar
ARAÚJO, L. C. G. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas
de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial.
5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 2. ed. rev. e atual.
Rio de Janeiro: Campus, 2000.
KOONTZ, H. Princípios de administração: uma análise das funções
administrativas. São Paulo: Livraria Pioneira, 1955.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
Desempenho Térmico e Acústico das Edificações
Ementa: Conforto térmico, acústico e luminoso. Bioclimatologia. Geometria solar.
Sistemas de proteção solar. Ventilação e iluminação natural das edificações.
Desempenho térmico e acústico das edificações. Normatização.
Referências Básicas
BITTENCOURT, L., CÂNDIDO, C. Introdução à ventilação natural. 2. ed. Maceió:
UFPAL, 2006.
FROTA, A. B., SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:
Nobel, 2005.
Fls. 42
SILVA, M. L. Iluminação: simplificando o projeto. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna. 2009.
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Desempenho térmico de
edificações: NBR 15220. Parte 1 a 4. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Edificações habitacionaisdesempenho: NBR 15575. Parte 1, 3, 4 e 5. Rio de Janeiro: ABNT, 2013.
BITTENCOURT, L. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. Maceió:
UFPAL, 2009.
ROMÉRIO, M. A., REIS, L.N. Eficiência energética em edifícios. São Paulo:
Manole, 2009.
TOLEDO, E. Ventilação natural das habitações. Maceió: UFPAL, 1999.
Estágio Curricular Supervisionado
Ementa: Estágio curricular supervisionado em instituição pública ou privada na área
de Engenharia Civil. Elaboração do trabalho de conclusão de estágio de acordo com
as normas técnicas brasileiras. Defesa pública com banca avaliadora.
Referências Básicas
ALMEIDA, M. S. Elaboração de projeto, TCC, dissertação e tese: uma abordagem
simples, prática e objetiva. São Paulo: Atlas, 2011.
BIANCHI, A. C. M., ALAVARENGA, M., BIANCHI, R. Manual de orientação: estágio
supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
MEDEIROS, J.B. Redação técnica: elaboração de relatórios técnico- científicos e
técnica de normalização textual. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
BASTOS, L. R., PAIXÃO, L., FERNANDES, L.M., DELUIZ, N. Manual para a
elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e
monografias. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
BRASILEIRO, A. M. M. Manual de produção de textos acadêmicos e científicos.
São Paulo: Atlas, 2013.
FRAGA, M. L. Metodologia para elaboração de trabalhos científicos. Rio de
Janeiro: Fundo de Cultura, 2009.
MARCONI, M. A., LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3.ed. rev.
e atual. São Paulo: Atlas, 2012.
Estruturas de Concreto III
Ementa: Concepção estrutural de edifícios. Elaboração do projeto estrutural de um
edifício em concreto armado. Fundamentos básicos de concreto protendido.
Materiais. Sistemas de protensão.
Referências Básicas
ARAÚJO, J. M. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. 2. ed. Rio
Grande: Dunas, 2009.
Fls. 43
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
concreto - procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
CARVALHO, R. C. Estruturas em concreto protendido: pós-tração, pré-tração e
cálculo e detalhamento. São Paulo: Pini, 2012.
Referências Complementares
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 3. ed. v.1 a v.4. Rio Grande: Dunas,
2010.
BUCHAIM, R. Concreto protendido: tração axial, flexão simples e força cortante.
Londrina: EDUEL, 2007.
EMERICK, A. A. Projeto e execução de lajes protendidas. Rio de Janeiro:
Interciência, 2005.
FUSCO, P.B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 2013.
KIMURA, A. E. Informática aplicada em estruturas de concreto armado. São
Paulo: Pini, 2007.
Estruturas de Madeira
Ementa: Estrutura da madeira. Propriedades físicas e mecânicas da madeira. Ações
e segurança nas estruturas de madeira. Dimensionamento de elementos estruturais
submetidos à compressão, tração, flexão simples e composta. Ligações.
Referências Básicas
CALIL, C. JR, LAHR. F. A. R., DIAS, A. A. Dimensionamento de elementos
estruturais de madeira. São Paulo: Manole, 2003.
CALIL, C. JR, MOLINA, J.C. Coberturas em estruturas de madeira: exemplos de
cálculo. São Paulo: Pini, 2010.
PFEIL, W., PFEIL, M. S. Estruturas de madeira. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
madeira: NBR 7190. Rio de Janeiro: ABNT, 1997.
CALIL, C. JR, MOLINA, J.C. Manual de projeto e construção de passarelas em
estruturas de madeira. São Paulo: Pini, 2012.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
NEGRÃO, J., FARIA, A. Projecto de estruturas de madeira. Portugal:
Publindústria, 2009.
NENNEWITZ, I., NUTSCH, W., PESCHEL, P., SEIFERT, G. Manual de tecnologia
da madeira. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2012.
Filosofia
Ementa: Senso Comum. Arte. Ciência.
Epistemologia. Lógica. Estética. Ética.
Religião.
Metafísica.
Ontologia.
Referências Básicas
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 4.ed. São Paulo: Ática. 1985.
FAVERI, José Ernesto de. O filosofar e a ética nas organizações: convite a
reflexão e ação. Blumenau: Nova Letra, 2009.
Fls. 44
MACHADO, Nivaldo; SEGATA, Jean. Filosofia(s). 2 ed. Rio do Sul: Editora
UNIDAVI, 2010.
Referências Complementares
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. col. Os pensadores. Trad. Leonel Vallandro e
Gerard Bornheim. São Paulo: Abril cultural, 1973.
LAW, Stephen. Filosofia. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2009.
MONDIN, Batista. Curso de filosofia. Trad. Benôni Lemos. São Paulo: Paulus,
1981-1983. V. I, II, III
PLATÃO. A república. col. Os Pensadores. São Paula: Abril Cultural, 1973.
REALE, Giovani. História da filosofia antiga. Trad. Marcelo Perine, São Paulo:
Loyola, 1994.
Fundações II
Ementa: Dimensionamento e detalhamento de fundações diretas. Dimensionamento
e detalhamento de fundações profundas. Elaboração do projeto de fundações de um
edifício.
Referências Básicas
ALONSO, U.R. Dimensionamento de fundações profundas. São Paulo: Edgard
Blücher, 2012.
VELLOSO, D. A., LOPES, F. R. Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
WALTEMIR, H. et al. (Ed.). Fundações: teoria e prática. São Paulo: Pini, 2002.
Referências Complementares
ALONSO, U.R. Exercícios de fundações. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
ALONSO, U. R. Previsão e controle das fundações. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2011.
CINTRA, J.C.A., AOKI, N., ALBIERO, J.H. Fundações diretas: projeto geotécnico.
São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
CINTRA, J.C.A., AOKI, N. Fundações por estacas: projeto geotécnico. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
GUERRIN, A., LAVAUR, R.C. Tratado de concreto armado: as fundações. São
Paulo: Hemus, 2002. v. 2.
Planejamento e Orçamento da Construção
Ementa: Gestão de projetos. Planejamento e gestão de obras. Metodologias de
planejamento: diagrama de Gantt, PERT/CPM, linha de balanço. Cronograma físico.
Orçamento na construção civil. Composição de preços e de custos. Cronograma
físico-financeiro. Controle e análise de desempenho. Sistemas de informações
gerenciais.
Referências Básicas
MATTOS, A.D. Planejamento e controle de obras. São Paulo: Pini, 2010.
TABELAS DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS PARA ORÇAMENTO – TCPO 14. 14.
ed. São Paulo: Pini, 2012.
TISAKA, M. Orçamento na construção civil: consultoria, projeto e execução. São
Paulo: Pini, 2011.
Fls. 45
Referências Complementares
GOLDMAN, P. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção
civil brasileira. 4. ed. São Paulo: Pini, 2004.
LIMMER, C. V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: LTC, 1997.
MATTOS, A.D. Como preparar orçamentos de obras. São Paulo: Pini, 2005.
NOCÊRA, R. J. Planejamento e controle de obras com o MS-Project 2010:
fundamental. São Paulo: RJN, 2012.
VARALLA, R. Planejamento e controle de obras. São Paulo: O Nome da Rosa,
2003.
FASE X
Engenharia Econômica
Ementa: Juros. Taxas de juros. Fluxo de caixa. Equivalência de capitais. Sistemas
de amortização. Métodos de análise e seleção de alternativas de investimentos.
Inflação. Correção monetária. Análises de risco.
Referências Básicas
BRANCO, A. C. C. Matemática financeira aplicada: com valiosos exemplos de
aplicação do método algébrico, de calculadora financeira e do programa Microsoft
Excel. São Paulo: Pioneira, 2002.
BRUNI, A. L., FAMÁ, R. Matemática financeira com HP12C e excel. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos: aplicações práticas
para economistas, engenheiros, analistas de investimentos e administradores. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2000.
Referências Complementares
BRUNI, A. L., FAMÁ, R. As decisões de investimentos com aplicação HP 12C e
excel. São Paulo: Atlas, 2003.
CASAROTTO FILHO, N., KOPITTKE, B. H. Análise de investimentos: matemática
financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial 9. ed.
São Paulo: Atlas, 2000.
PILÃO, N. E., HUMMEL, P. R. V. Matemática financeira e engenharia econômica:
a teoria e a prática da análise de projetos de investimentos. São Paulo: Thomson,
2003.
SOUZA, A. B. Projetos de investimentos de capital: elaboração, análise e tomada
de decisão. São Paulo: Atlas, 2003.
SOUZA, A., CLEMENTE, A. Decisões financeiras e análise de investimentos:
fundamentos, técnicas e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Impactos Ambientais e Gestão de Resíduos Sólidos
Ementa: Conceito de impacto ambiental. Agenda 21. Protocolo de Kyoto. Impactos
ambientais causados pela construção civil. Legislação ambiental. Resolução
CONAMA nº 307. Licenciamento ambiental. Gestão ambiental de resíduos de
construção e demolição. Tratamento de resíduos sólidos.
Fls. 46
Referências Básicas
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. 2002. Resolução n.
307/2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos
resíduos da construção civil.
MARQUES NETO, J.C. Gestão dos resíduos de construção e demolição no
Brasil. São Paulo: Rima, 2005.
SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São
Paulo: Oficina de Textos, 2006.
Referências Complementares
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. 1997. Resolução n.
237/1997. Dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios
utilizados para o licenciamento ambiental.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. 1986. Resolução n.
001/1986. Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para a avaliação de
impacto ambiental.
GUERRA, A. J. T., CUNHA, S.B. (Org.). Impactos ambientais urbanos no Brasil.
6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
LIMA, J. D. Sistemas integrados de destinação final de resíduos sólidos
urbanos. Campina Grande: ABES, 2005.
TRENNPOHL, C., TRENNPOHL, T. Licenciamento ambiental. 5. ed. Niterói:
Impetus, 2013.
Legislação Profissional
Ementa: Sistema profissional. Legislação profissional. Exercício profissional.
Atribuições profissionais. Código de ética profissional. Responsabilidades
profissionais. Código de defesa do consumidor. Anotação de responsabilidade
técnica. Registro e carteira profissional. Acervo técnico. Registro de direito autoral.
Remuneração profissional.
Referências Básicas
BRASIL. Lei Nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das
profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras
providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF.
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Código de ética
profissional da engenharia, da arquitetura, da agronomia, da geologia, da
geografia e da meteorologia. Brasília, 2002.
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Resolução Nº 1010
(22/08/2005). Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais,
atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais
inseridos no sistema CONFEA/CREA, para efeito de fiscalização do exercício
profissional.
Referências Complementares
BRASIL. Lei Nº 4.950-A, de 22 de abril de 1966. Dispõe sobre a remuneração de
profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e
Veterinária. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF.
BRASIL. Lei Nº 6.619, de 16 de dezembro de 1978. Altera dispositivos da Lei nº
5.194, de 24 de dezembro de 1966, e dá outras providências. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília, DF.
Fls. 47
BRASIL. Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Dispõe sobre a proteção do
consumidor, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil, Brasília, DF.
BRASIL. Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispões sobre sanções penais e
administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá
outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF.
SÁ, A. L. Ética profissional. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Pontes
Ementa: Definições. Elementos constituintes. Classificação das pontes. Processos
construtivos. Elementos para a elaboração do projeto. Ações nas pontes:
permanentes, variáveis, excepcionais e combinações das ações. Sistemas
estruturais. Superestrutura. Mesoestrutura. Infraestrutura. Dimensionamento.
Detalhes construtivos.
Referências Básicas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de
pontes de concreto armado e protendido - procedimento: NBR 7187. Rio de
Janeiro: ABNT, 2003.
FREITAS, M. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Edgard Blucher,
2001.
MARCHETTI, O. Pontes de concreto armado. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Carga móvel em ponte
rodoviária e passarela de pedestre: NBR 7188. Rio de Janeiro: ABNT, 1984.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Cargas móveis para
projeto estrutural de obras ferroviárias: NBR 7189. Rio de Janeiro: ABNT, 1985.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Execução de obras de arte
especiais em concreto armado e protendido - procedimento: NBR 10839. Rio de
Janeiro: ABNT, 1989.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
concreto - procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
FUSCO, P.B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 2013.
Disciplinas Optativas
Saneamento
Ementa: Introdução ao saneamento básico. Características das águas de
abastecimento. Sistemas de abastecimento de água. Estimativa populacional.
Consumo de água. Captação. Adução. Reservação. Redes de distribuição de água.
Sistemas de esgotos sanitários. Redes coletoras de esgotos sanitários. Redes de
esgotos pluviais. Elaboração de projetos. Noções sobre tratamento de água e
esgotos sanitários.
Referências Básicas
GARCEZ, L. N. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1976.
HELLER, L., PÁDUA, V.L. (Org.). Abastecimento de água para consumo
humano. 2. ed. rev. e atual. 2 volumes. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
Fls. 48
NUVOLARI, A. (coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso
agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2011.
Referências Complementares
ALVES, C. Tratamento de águas de abastecimento. 3. Ed. Portugal: Publindústria,
2012.
BOTELHO, M.H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas cidades. 3.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
CRESPO, P. G. Sistema de esgotos. Belo Horizonte: UFMG, 1997.
GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais.
São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PHILIPPI JR, A., GALVÃO JR, A. C. Gestão de saneamento básico:
abastecimento de água e esgotamento sanitário. São Paulo: Manole, 2012.
Segurança do Trabalho na Construção
Ementa: Acidentes e doenças do trabalho: conceitos, investigação, estatísticas e
prevenção. Legislação e Normatização. Serviço especializado em engenharia de
segurança e em medicina do trabalho. Comissão interna de prevenção de acidentes.
Equipamentos de proteção individual e coletiva. Programa de controle médico de
saúde ocupacional e de prevenção de riscos ambientais. Atividades e operações
insalubres e perigosas. Ergonomia. Condições e meio ambiente de trabalho na
indústria da construção. Proteção contra incêndios. Condições sanitárias e de
conforto nos locais de trabalho. Sinalização de segurança.
Referências Básicas
ATLAS. Manuais de legislação: segurança e medicina do trabalho. 72. ed. São
Paulo: Atlas, 2013.
MATTOS, U.A.O., MASCULO, F. S (Coord.). Higiene e segurança do trabalho. Rio
de Janeiro: Campus, 2011.
ROUSSELET, E.S., FALCÃO, C. A segurança na obra. Rio de Janeiro: Interciência,
1999.
Referências Complementares
BARBOSA FILHO, A. N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
CAMILLO JR, A.B. Manual de prevenção e combate a incêndios. 15. ed. São
Paulo: Senac, 2013.
FELIX, M.C. (Coord.). Engenharia de segurança do trabalho na indústria da
construção: acessos temporários de madeira, medidas de proteção contra quedas
de altura, instalações elétricas temporárias em canteiros de obras. 2. ed. São Paulo:
Fundacentro, 2011.
MASCULO, F.S., VIDAL, M.C. (Org.). Ergonomia: trabalho adequado e eficiente.
Rio de Janeiro: Campus, 2011.
SÁ, A. S., AVELAR, C.L.F. Manual prático NR 18: condições e meio ambiente de
trabalho na indústria da construção. São Paulo: LTr, 2010.
Fls. 49
Sociologia
Ementa: As principais correntes sociológicas e seus precursores. Indivíduo,
sociedade e meio ambiente. Cultura, ideologia e trabalho. Direitos humanos. Raça,
etnia e história da cultura afro-brasileira e indígena.
Referências Básicas
DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. tradução de: Ronaldo Cataldo Costa; revisão
técnica : Fernando Coutinho Cotanda. 6. ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
SELL, Carlos Eduardo. Sociologia clássica: Durkheim, Weber e Marx. Itajaí: Ed.
UNIVALI, 2001.
Referências Complementares
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. tradução de : Sérgio
Bath. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
BAUMAN, Zygmunt; MAy, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. tradução
de: Alexandre Werneck. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010.
BRYM, Robert J. et Al. Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo :
Cengage Learning, 2010.
COSTA, Cristina. Introdução à ciência da sociedade. 4. Ed. Sa Paulo : Moderna,
2010.
DIAS, Reinaldo. Sociologia & Administração. 4. ed. Campinas, SP: Editora Alínea,
2009.
Trabalho Final de Curso
Ementa: Sintetização e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso
por meio de um projeto completo de um edifício com no mínimo cinco pavimentos:
projeto de fundações, projeto estrutural, projeto de instalações elétricas e
hidrossanitárias, projeto de preventivo e de combate a incêndio, planejamento e
orçamento. Os projetos serão realizados em equipe de até seis alunos, sendo que
cada aluno será responsável por um projeto complementar. Apresentação do projeto
final em equipe.
Referências Básicas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
concreto - procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE SANTA CATARINA. Normas de segurança
contra incêndio. 2. ed. rev. e ampl. Florianópolis: EDEME, 1992.
TABELAS DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS PARA ORÇAMENTO – TCPO 14. 14.
ed. São Paulo: Pini, 2012.
Referências Complementares
ARAÚJO, J. M. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. 2. ed. Rio
Grande: Dunas, 2009.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São Paulo:
Érica, 2011.
Fls. 50
MELHADO, S. B. (Coord.). Coordenação de projetos de edificações. São Paulo:
O Nome da Rosa, 2005.
VELLOSO, D. A., LOPES, F. R. Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
Disciplina Optativa
Patologia das Construções
Ementa: Introdução. Conceitos. Agentes causadores de patologias. Patologias das
estruturas metálicas: corrosão, fissuração, ataque de agentes agressivos.
Patologia das estruturas de concreto e das fundações. Patologia dos revestimentos:
argamassas, cerâmicas e pintura. Problemas em impermeabilizações. Análise de
estruturas acabadas. Diagnóstico. Prevenção.
Referências Básicas
GOMIDE, T. L. F.; PUJADAS. F. Z. A.; FAGUNDES NETO, J. C. P. Técnicas de
inspeção e manutenção predial. São Paulo. PINI. 2006.
RIPPER, V. C. M. S. T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de
concreto. São Paulo. PINI. 1998.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios – causas prevenção e recuperação. São Paulo.
PINI. 1989.
Referências Complementares
CASCUDO, Oswaldo. O Controle da corrosao de armaduras em concreto:
inspeção e técnicas eletroquímicas. São Paulo: Pini, 1997.
COUTINHO, C. B. Materiais Metálicos Para Engenharia. Belo Horizonte:
Fundação Cristiano Otoni, 1992.
CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos.7ª ed. ABM, 2005.
GENTIL, V. Corrosão. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MARQUES, P.V. Tecnologia da Soldagem. Belo Horizonte: ESAB/UFMG, 1991,
352p.
4.3 DISTRIBUIÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES POR NÚCLEO
DE CONTEÚDO
Componentes Curriculares
CH
Créditos
Acadêmicos
72
72
108
72
36
72
72
108
72
72
72
72
108
72
72
4
4
6
4
2
4
4
6
4
4
4
4
6
4
4
Núcleo de Conteúdos Básicos
Língua Portuguesa
Cálculo I
Física I
Geometria Descritiva
Metodologia de Trabalhos Acadêmicos
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo II
Física II
Desenho Técnico
Probabilidade e Estatística
Cálculo III
Mecânica Geral
Química Geral
Cálculo Numérico
Resistência dos Materiais I
Fls. 51
Fenômenos dos Transportes
Resistência dos Materiais II
Informática
Administração
Filosofia
Impactos Ambientais e Gestão de Resíduos Sólidos
Sociologia
Engenharia Econômica
Total
Total (%)
72
72
108
36
36
4
4
6
2
2
36
36
36
1584
2
2
2
88
Componentes Curriculares
36,67
CH
CA
Topografia I
72
4
Geologia
36
2
Topografia II
36
2
Materiais de Construção Civil I
108
6
Mecânica dos Solos I
72
4
Materiais de Construção Civil II
108
6
Hidrologia
72
4
Hidráulica
72
4
Teoria das Estruturas I
72
4
Mecânica dos Solos II
72
4
Técnicas Construtivas I
108
6
Teoria das Estruturas II
72
4
Técnicas Construtivas II
Saneamento
108
72
6
4
Segurança do Trabalho na Construção
72
4
1152
64
Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
Total
Total (%)
Componentes Curriculares
26,67
CH
CA
Introdução à Engenharia Civil
36
2
Projetos de Edificações
72
4
Alvenaria Estrutural
72
4
Instalações Elétricas Prediais
36
2
Estradas e Transportes I
72
4
Instalações Hidrossanitárias Prediais
36
2
Estruturas de Concreto I
72
4
Estruturas de Concreto II
72
4
Estradas e Transportes II
72
4
Fundações I
72
4
Estruturas Metálicas
72
4
Projetos de Sistemas de Prevenção Contra Incêndio
36
2
Estruturas de Concreto III
72
4
Planejamento e Orçamento da Construção
72
4
Fundações II
72
4
Núcleo de Conteúdos Específicos
Fls. 52
Desempenho Térmico e Acústico das Edificações
36
2
Estruturas de Madeira
36
2
Pontes
72
4
Legislação Profissional
36
2
Metodologia de Projetos
72
216
4
12
180
1584
10
88
Estágio Curricular Supervisionado
Trabalho Final de Curso
Total
Total (%)
36,67
4.4 FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
O processo de flexibilização curricular trouxe avanços significativos a
serem considerados na formação do profissional, eliminando a rigidez estrutural,
além de imprimir ritmo e duração mínima do curso. As relações de produção e de
trabalho não podem ser ignoradas pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) que
deve estar atento à demanda da sociedade de modo a formar profissionais críticos e
conscientes de sua responsabilidade para com a população, principalmente os
ligados ao ensino das línguas, quer seja materna ou estrangeira.
E nesse processo considera-se que são as novas formas de integralização
curricular, permitidas pela flexibilidade, que levarão ao “novo” perfil de formação
para o acadêmico com as competências e habilidades requeridas no mundo do
trabalho.
A flexibilização curricular acontece sob diferentes formas e uma delas é a
oferta opcional para o acadêmico da disciplina de Libras, atendendo ao Decreto nº.
5626, de 22 de dezembro de 2005. Este regulamenta a Lei nº. 10.436 de 24 de abril
de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e o artigo 18 da Lei
nº. 10.098 de 19 de dezembro de 2000 e a Resolução CONSUNI nº. 52/2008 de 12
de dezembro de 2008.
A flexibilização também se dá no desenvolvimento de habilidades pela
oferta de disciplinas de livre escolha cumpridas em outros cursos da instituição, além
de viagens de estudo, visitas, participação em bancas, nivelamento e formação
discente.
Para a integralização curricular considerar-se-á como tempo mínimo a
carga horária estabelecida na legislação em vigor, pois esta visa a reforçar a carga
do aprendizado, podendo ser acrescidos 100% do tempo mínimo estabelecido para
a integralização curricular.
A essência doutrinária da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB) contempla e incentiva esses princípios, pois a duração dos cursos nada mais
é que uma norma de natureza educacional, própria das Instituições de Ensino
Superior (IES), principalmente aquelas contempladas com a autonomia para a
definição e fixação dos currículos de seus cursos e programas.
4.5 FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade é entendida como uma estratégia de abordagem e
tratamento do conhecimento em que duas ou mais disciplinas/unidades curriculares,
são ofertadas simultaneamente. Estas estabelecem relações de análise e
interpretação de conteúdos, com a finalidade de propiciar condições de apropriação,
pelo discente, de conhecimento mais abrangente e contextualizado.
Fls. 53
É um exercício imerso na reflexão. Fazenda (2002) ressalta que é preciso
se perceber interdisciplinar, esse é o movimento fundamental em direção a um
‘fazer’ interdisciplinar. No entendimento da UNIDAVI, a interdisciplinaridade surge
como esse conhecimento que se produz nas regiões em que as fronteiras se
encontram e criam espaços de interseção, onde o eu e o outro, sem abrir mão de
suas características e de sua diversidade, abrem-se disponíveis à troca e à
transformação.
Qualquer prática interdisciplinar acontece considerando essa postura de
expansão de campos e de abertura de fronteiras. É necessário enfatizar, no entanto,
que a interdisciplinaridade não implica somente criar espaços de encontros e de
interseções entre as áreas do conhecimento, mas constitui uma postura
interdisciplinar que permite esse movimento de aproximação e transformação que
vai além das disciplinas, incluindo-se nesse processo, a Pesquisa e a Extensão.
Para a UNIDAVI, a interdisciplinaridade se desenvolve por diferentes
meios, como:
a) Realização de atividades integradas planejadas conjuntamente pelos docentes
de forma a abranger conteúdos de diferentes disciplinas de uma mesma fase do
curso.
b) Utilização de casos de estudo como estratégia de ensino, contemplando
situações complexas que exijam análise interdisciplinar para a resolução.
c) Realização de estágio obrigatório.
d) Elaboração de Trabalho de Curso.
e) Desenvolvimento de atividades de Pesquisa e Extensão.
4.6 FORMAS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA
O saber-fazer docente desperta o interesse dos educadores da UNIDAVI
que atuam na Iniciação Científica, de certa forma, e integram suas pesquisas ao
cotidiano da sala de aula, possibilitando a integração do conhecimento subjacente
do aluno com o do professor reflexivo-crítico a uma prática política sobre e na
complexidade da educação, facilitando a práxis.
A partir da compreensão da competência, propõe-se a UNIDAVI, em seu
Colegiado de Área, analisar o que é e como se dá a relação entre teoria e prática no
âmbito da acumulação flexível, em particular no que diz respeito às demandas da
base social, que desloca a necessidade do conhecimento, substituindo a capacidade
de fazer pela capacidade de enfrentar eventos não previstos. Em seguida, nesse
âmbito, são discutidos os procedimentos pedagógicos mais adequados ao
estabelecimento possível da relação entre conhecimento científico e práticas
laborais, o que nos remete aos pressupostos didático-metodológicos que devem
orientar a elaboração de ações educativas.
4.7 METODOLOGIA DE ENSINO APRENDIZAGEM
A operacionalização e o desenvolvimento do trabalho pedagógico docente
dar-se-ão pelo emprego de várias estratégias didático-metodológicas e técnicas de
ensino disponíveis no site da UNIDAVI para consulta, quando do planejamento da
aula estruturada.
Assim, o desenvolvimento dos conteúdos programáticos buscará, sempre,
criar condições para que o acadêmico possa desenvolver sua criatividade,
capacidade de planejamento, comunicação, visão da realidade social, econômica e
cultural e, preferencialmente, adquirir sólidos conhecimentos teóricos e práticos.
Fls. 54
Entre os procedimentos metodológicos mais empregados encontramos:
Metodologias
Criativo
Crítico
Ensino libertador
Ensino inovador
Progressista
Reconstrutivo
Solução de problemas
Prática pedagógica ética,
crítica,
reflexiva
e
transformadora
Dialética da ação-reflexãoação
Metodologias mais comuns
Aula expositiva dialogada
Aulas de campo
Estudo dirigido
Exercícios
Leituras de textos
Pesquisa na internet
Seminários
Simulações
Recursos mais comuns
AVA
Computadores-programas
Datashow - slides
Ilustrações diversas
Internet/jogos/pesquisa
Laboratórios
Livros/textos/apostilas/jornais
Lousa digital
Tempestade de ideias
Quadro acrílico/de giz
Trabalhos em grupos
Retroprojetor
Software
Videoconferência - vídeos
4.8 ESTÁGIOS
Uma das principais atividades
desenvolvimento de habilidades para a
oportunidades que norteiam o cotidiano
sintonia com os avanços tecnológicos
nesses cenários.
O estágio pode ser:
a) obrigatório;
b) não-obrigatório.
atribuídas aos cursos de Graduação é o
crítica e para a análise de problemas e
das sociedades e das organizações, em
que estabelecem frequentes mudanças
4.8.1 Estágio Curricular Supervisionado
Carga horária
Forma de apresentação
Convênios
Orientação
Coordenação
216 horas
Projetos e Bancas
Com instituições públicas e privadas.
Professores do curso
Coordenador de curso
O Estágio Curricular Supervisionado é entendido como uma atividade de
aprendizagem social, profissional, cultural obrigatória proporcionada ao estudante
pela participação em situações reais de vida e de trabalho.
É um importante componente para a consolidação dos desempenhos
profissionais desejados inerentes ao perfil do formando. É o momento de conhecer e
diagnosticar problemas e oportunidades para sugerir e/ou programar ações
estratégicas com novas perspectivas. Requer um planejamento de estudo elaborado
em forma de projeto e em conformidade com as normas metodológicas da
instituição.
Tem a duração estipulada na matriz curricular do curso, cuja carga
horária é requisito indispensável para aprovação e respectiva obtenção do diploma.
Tem regulamento próprio (Anexo I), elaborado em conformidade com o regimento de
estágio da instituição.
É uma atividade voltada para a complementação da formação profissional
do acadêmico. Compreende diferentes etapas, ou seja, abrange desde as atividades
Fls. 55
de observação até a realização do confronto dos aspectos teórico-práticos
pertinentes às diferentes áreas de atuação do profissional socializadas em Banca.
O acadêmico não deve pensar que essas operações são fixas e
imutáveis. No seu desenvolvimento podem surgir situações imprevistas que devem
ser consideradas. A introdução de novas tecnologias nos processos educativos e
produtivos exige dos profissionais, criatividade para resolução e/ou minimização de
problemas, na medida em que essa base tecnológica opera fundamentalmente por
meio de símbolos e do pensamento científico. O graduando deve estar preparado
tecnicamente para enfrentar as mudanças no mercado de trabalho.
O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser realizado na área da
Engenharia Civil, a qual abrange construções, geotecnia, estruturas, hidrotecnia,
saneamento e pavimentação e transportes. Por ter uma formação abrangente, com
estudo de disciplinas na área de Administração e Economia, o acadêmico pode
também atuar em outras áreas do conhecimento como gestor e administrador em
diversos setores da indústria e dos serviços.
Para a realização dos estágios pode-se recorrer aos serviços de agentes
de integração públicos e privados, entre o sistema de ensino e os setores de
produção, serviços, comunidades e governo, tais como: prefeituras municipais,
associação de engenheiros, associação dos municípios, sindicato da indústria da
construção e empresas conveniadas, mediante condições acordadas em
instrumento jurídico adequado.
O projeto deverá ser elaborado, baseando-se nas orientações recebidas
na etapa da disciplina que antecede o Estágio Curricular do Curso na disciplina de
Metodologia de Projetos, norteado pelas Diretrizes dos Programas de Pesquisa,
pelas Diretrizes de Extensão da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e
Extensão que constituem a etapa em que o acadêmico passa a conhecer e utilizar
métodos de investigação científica. Tem-se o compromisso de consolidar e
incrementar a produção científica na Instituição, mediante o apoio à realização de
pesquisas feitas por acadêmicos em fase de conclusão de Graduação.
Aos acadêmicos que efetuarem suas experiências/vivências curriculares
em programas específicos da Extensão mantidos pela UNIDAVI e com ela
conveniados, poderão ser concedidas bolsas de manutenção, de acordo com as
diretrizes dos órgãos colegiados superiores da UNIDAVI, incluindo o seguro de vida.
4.8.2 Estágio Não-obrigatório
“O Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescida à carga horária regular e obrigatória” (§ 2º Lei no. 11.788/08). A UNIDAVI
estimula a aplicação de conhecimentos adquiridos durante a vida acadêmica e por
essa razão tem seus dispositivos amparados na Lei no. 11.788/08, que altera a
redação do art. 428 da Constituição das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo
Decreto-Lei no.5452, de 1º de maio de 1943, e a lei no. 9.394, de 20 de dezembro de
1996, revoga as Leis nos. 6.494, de 07 de dezembro de 1977, e 8.859, de 20 de
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no. 9394, de 20 de dezembro de
1996, e o art. 6º da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001.
A UNIDAVI se compromete a celebrar convênios; termos de compromisso
com o educando e com a parte concedente; avaliar as instalações da parte
concedente; indicar professor orientador e solicitar os relatórios dos educandos,
ainda, apresenta em anexo as normas complementares de avaliação.
O acadêmico, por ter o espaço para a realização dessa experiência, em
contrapartida transfere para as instituições públicas e/ou privadas, ancorado em
Fls. 56
bases científicas e tecnológicas, um conjunto de saberes que poderá contribuir para
o desenvolvimento destas nas mais variadas áreas.
4.9 TRABALHO FINAL DE CURSO
O Trabalho Final de Curso (TC) é uma atividade voltada para a
complementação da formação profissional do acadêmico. Promove a realização de
uma pesquisa orientada e propicia o desenvolvimento da pesquisa científica.
Consiste em apropriar-se de conhecimentos que viabilizem o alcance dos objetivos
constantes deste projeto.
O projeto do TC deverá ser elaborado considerando as orientações
recebidas na etapa da disciplina que o antecede, e norteadas pelas Diretrizes dos
Programas de Pesquisa, pelas Diretrizes de Extensão da Pró-Reitoria de PósGraduação, Pesquisa e Extensão, etapa em que o acadêmico passa a conhecer e
utilizar métodos de investigação científica. Tem-se o compromisso de consolidar e
incrementar a produção científica no Centro Universitário, mediante apoio à
realização de pesquisas feitas por acadêmicos em fase de conclusão de curso.
O Trabalho Final de Curso é obrigatório no curso de Engenharia Civil,
como atividade de síntese do curso e como forma de integração dos conhecimentos.
Todos os procedimentos e etapas relativas ao desenvolvimento do Trabalho Final de
Curso foram estabelecidos para promover a formação plena do Engenheiro Civil, e
estão normatizados pelo Regulamento (em anexo).
4.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares possibilitarão o desenvolvimento de
competências e habilidades de forma intra e extraescolar, com vistas a expandir o
currículo do acadêmico com vivências e experiências que caminham paralelamente
ao curso.
As atividades poderão ser exercidas junto à sociedade, empresas
públicas e privadas, instituições e na própria UNIDAVI. Abrangem participação em
eventos de relevância científica, profissional e acadêmica como: seminários,
palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização, atendimento
comunitário de cunho social, apresentação de trabalhos, painelistas, debatedores,
moderadores, coloquiadores, pesquisas entre outros.
Essas atividades deverão ser desenvolvidas pelos acadêmicos nos
campos do Ensino, da Pesquisa e da Extensão, com carga horária constante da
Matriz Curricular do curso, em conformidade com regulamente próprio (em anexo).
4.11 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
A UNIDAVI dispõe de um Setor de Tecnologia de Informação e de um
Núcleo de Informática que atende nos três turnos. Também conta com pessoal de
apoio e manutenção; de desenvolvimento, administrativo e de controle de redes.
Possui softwares de controle administrativo pela própria instituição e outros
adquiridos para tanto, além de completa estrutura de móveis. Nesse núcleo, existem
dois segmentos de trabalho:
a) desenvolvimento desktop: trata do desenvolvimento e administração dos sistemas
que geram aplicações não vinculadas à tecnologia web. Inclui também o banco de
dados e infraestrutura dos sistemas de informação da Instituição.
Fls. 57
b) desenvolvimento web: gerencia e engloba o desenvolvimento para web (internet
e intranet).
Entende-se as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como
mais uma forma de melhorar o aprendizado além de incentivar os acadêmicos a
aprenderem no ambiente real de sala de aula.
A tecnologias educacionais no curso de Engenharia Civil deixam de ser
encaradas como meras ferramentas que se tornam cada vez mais eficientes e
eficazes por se encontrarem sedimentadas, passando a ser consideradas como
elementos estruturantes de um outro modo de pensar o ensinar e aprender em sala
de aula.
4.12 MAPA CONCEITUAL
4.13 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E APRENDIZAGEM
Na UNIDAVI, as formas de avaliação mais frequentes no desenvolvimento
das competências, habilidades e atitudes são:
Modalidade
Avaliação discente
Provas
Quiz
Simulado
Estudos Dirigidos
Monitorias
Exame
Acompanhamento
Testes, exercícios, apresentação trabalhos,
artigos, estudos de caso, seminários, provas,
tarefas extraclasse.
Monitoradas
Monitorado
Assistido
Assistidos
Orientadas
Suficiência
Finalidade
Aprendizagem
Interdisciplinares
Enade
Enade
Acompanhamento
Aprendizagem
Progressão
Fls. 58
O sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem da UNIDAVI
seguirá as normas estabelecidas em seu Regimento Geral.
Toda política avaliativa é diagnóstica e formativa, o que significa dizer que
a avaliação deve estar ligada, pelo menos a uma estratégia, ou permitir a adoção de
diferentes estratégias que possibilitem contribuir com o desenvolvimento do
conhecimento.
No desenvolvimento das aulas estruturadas, cada professor estabelecerá
nos seus planos de Ensino, e respectivos planos de aula, as técnicas, os critérios e
o cronograma de avaliação de acordo com a realidade específica e o referencial
teórico-prático que orienta o trabalho. Tudo isso em conformidade com as normas
vigentes, enfatizando as competências e as habilidades reveladas pelos
acadêmicos. Obrigatoriamente, os planos de ensino são apresentados aos
acadêmicos no início do semestre letivo.
4.14 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
A Avaliação Institucional objetiva identificar a realidade do curso por meio
de um processo permanente que possibilita a reflexão e análise da estrutura
docente, administrativa e gerencial. Os dados do processo avaliativo servem para o
monitoramento da qualidade dos serviços relacionados ao Ensino, Pesquisa,
Extensão e Gestão e dos agentes que os realizam.
Esse processo na UNIDAVI acontece mediante pesquisas de opinião,
cujos instrumentos de coleta dos dados são aplicados aos discentes. A
sistematização das informações é realizada pela Avaliação Institucional com
abordagem quantitativa e qualitativa e encaminhada aos gestores. Os dados
permitem uma análise crítica dos processos e são utilizados para a elaboração de
metas de melhorias e direcionamento das ações que nortearão o futuro da
instituição. Assim, esse processo:
a) corrige eventuais falhas detectadas;
b) melhora a política de atendimento aos alunos;
c) direciona as tomadas de decisões;
d) dá retorno aos discentes;
e) aumenta a fidelidade nas respostas.
Na condução dos processos de avaliação, considerando sua missão
como responsabilidade compartilhada por todos os docentes, discentes e gestores,
são analisados os seguintes aspectos:
a) o desempenho dos acadêmicos conforme as diretrizes nacionais de avaliação;
b) o curso, em atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão e suas relações com a
instituição e com a comunidade;
c) a infraestrutura física e pedagógica do curso;
d) a docência;
e) a autoavaliação dos discentes;
f) a imagem institucional.
A Avaliação Institucional para o curso objetiva gerar nos membros da
comunidade acadêmica a ciência de suas qualidades, a identificação de problemas
e a superação de desafios para o presente e o futuro, através de mecanismos
institucionalizados e participativos.
A avaliação no curso acontece de forma processual e sistemática, ao final
de todos os semestres e em todos os componentes curriculares são realizadas
avaliações escritas, via Comissão Própria de Avaliação (CPA) e através de diálogo
Fls. 59
entre professor, estudante e coordenação no decorrer das atividades, buscando
rever a proposta do curso, o perfil do egresso e dos objetivos de cada componente
curricular. O processo de avaliação é acompanhado diretamente pela coordenação e
Núcleo Docente Estruturante (NDE).
Busca-se, quando identificados os problemas e os desafios que
professores e estudantes envolvam a comunidade interna e externa nas discussões
promovidas pelo curso; em eventos como congressos, seminários e capacitações.
Também são analisados os resultados com o NDE e uma força tarefa é deflagrada,
por meio de reuniões, envolvendo alunos, professores e líderes de turma,
individualmente e ou coletivamente.
4.15 FORMAS DE INTEGRAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO
Os egressos dos cursos de Graduação da UNIDAVI poderão realizar
cursos em nível de Pós-Graduação nas áreas específicas ou afins.
A proposta do curso é promover o conhecimento, a partir de uma
metodologia de Ensino na qual a teoria tem como suporte as experiências práticas
do acadêmico.
Dentro das diversas possibilidades de Pós-Graduação destacam-se:
- Engenharia Civil
- Inteligência de Negócios
- Gestão de Pessoas
- Gestão Ambiental
- Gestão de Projetos
- Ergonomia e Segurança do Trabalho
- Gestão de Emergências de Desastres Naturais.
Fls. 60
SEGUNDA PARTE
ESTRUTURA E INFRAESTRUTURA
Fls. 61
5 CORPO DOCENTE
5.1 QUALIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE
Nível
Doutorado
Mestrado
Especialização
Total
Quantidade
11
19
12
42
Percentual
26.19
45.24
28.57
100
5.2 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
Nível
Integral
Parcial
Horista
Total
Quantidade
22
2
18
42
Percentual
52.38
4.76
42.86
100
5.3 NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
No que diz respeito à Gestão; ao Ensino, Pesquisa e Extensão; às
inovações da estrutura organizacional institucional e às Diretrizes Curriculares
Nacionais, o Núcleo Docente Estruturante do curso é composto por 30% do
conjunto de professores de maior titulação. São nomeados por portaria para
responder mais diretamente pela reestruturação, socialização e consolidação do
Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
A ideia de ter parte do corpo docente acompanhando, consolidando e
avaliando o PPC é significativa e proveitosa para toda a comunidade acadêmica.
Isso possibilita que os cursos estejam em constante sintonia com as mudanças
sociais e tecnológicas e que processem tais mudanças de forma mais amena para
os acadêmicos e para os docentes a fim de que estes se ponham na vanguarda do
desenvolvimento, tendo à frente um grupo que efetivamente tenha vivenciado o
PPC.
O NDE tem como objetivo rever, implementar e consolidar o Projeto
Pedagógico do Curso, tendo como parâmetro os Referenciais Curriculares
Nacionais; as Diretrizes Curriculares Nacionais, definidas pelo MEC, e os
instrumentos normativos internos que orientam a UNIDAVI, como o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI).
Composição
Coordenador(a) de
curso
Assessoria
Pedagógica
Docente
Qualificação
Coordenador
Docente
Professor
Docente
Professor
Representante da
PROEN
Professor
Responsabilidade
Coordenador(a) do Curso e responsável pela Reelaboração
do PPC com visão geral
Responsável pela compreensão pedagógica
Do Núcleo de Conteúdos Básicos e responsável pela
Pesquisa no curso
Do Núcleo de Conteúdos Específicos e responsável pela
Formação Específica dos acadêmicos
Do Núcleo de conteúdos profissionalizantes e responsável
pelos Estágios e Trabalho Final de Curso.
Fls. 62
Docente
Professor
Do Núcleo de conteúdos profissionalizantes e responsável
pelos Estágios e Trabalho Final de Curso.
6 ESTRUTURA FÍSICA
6.1 INSTALAÇÃOES FÍSICAS
A UNIDAVI conta com uma excelente estrutura física. Banheiros e
sanitários para o sexo masculino e feminino, apropriados também para deficientes
físicos, em cada pavimento nos 09 (nove) blocos, sendo um deles de 06 (seis)
andares. Há murais em praticamente todos os andares, mais de 20 (vinte) projetores
multimídia. Conta com um Sistema Acadêmico integrado à rede com divulgação de
Planos de Ensino, individual por disciplinas.
No quadro a seguir apresenta-se as principais instalações físicas da
UNIDAVI que estão disponíveis para o curso de Engenharia Civil.
Professores tempo
integral
02
Coordenação do
Curso
01
Sala dos
Professores
01
Salas de Aula
74
Departamento de
Tecnologia da
Informação
01
A sala é ampla, arejada, bem iluminada, conta com ar
condicionado, mesas e armários individuais, balcão,
cadeiras executivas, CPU, impressora, monitor, telefone em
bom estado de conservação oferecendo comodidade aos
seus usuários.
A sala é ampla, arejada, bem iluminada, conta com ar
condicionado, mesas e armários individuais, balcão,
cadeiras executivas, CPU, impressora, monitor, telefone e
ambiente para atendimento individual.
É ampla, arejada, bem iluminada, conta com aparelhos de
ar condicionado, armário bebedouro, balcão para
armazenamento de materiais, bancada, câmera de
segurança, computadores, televisão, escaninhos pessoais,
expositor de materiais, impressora, mesas, cadeiras, sofá
São espaçosas, munidas de aparelhos de ar condicionado
e quadros brancos para disposição de conteúdo, via
marcador de texto, cadeiras estofadas, com mesas
inteiriças, (quando necessário adaptadas às necessidades
especiais) além de murais, pontos de acesso à Internet,
iluminação adequada e ambiente claro e arejado, com
banheiros próximos.
Atende nos três turnos e conta com pessoal de apoio e
manutenção, de desenvolvimento e administrativo, além do
controle de redes. Possui vários softwares de controle
administrativo desenvolvidos pela própria instituição e
outros, adquiridos, além de completa estrutura de móveis.
Há dois segmentos de trabalho:
a) desenvolvimento desktop – trata do desenvolvimento e
administração dos sistemas que geram aplicações não
vinculadas à tecnologia web. Inclui, também, o banco de
dados e infraestrutura dos sistemas de informação da
Instituição;
Laboratório de
Grupos
01
Laboratório de
01
b) desenvolvimento web – gerencia e engloba o
desenvolvimento para web (internet e intranet).
Climatizado, equipado com espelho, almofadas e tapetes
para aulas de variados cursos e para o atendimento de
grupos terapêuticos, operativos, de prevenção e promoção
de saúde
É composto por uma sala climatizada anexa ao Núcleo de
Fls. 63
Avaliação
Psicológica
Laboratório
Multimídia
01
Laboratório de
Línguas
01
climatizado
Núcleo de
Orientação às
Pessoas Especiais
01
climatizada
Sala
de
videoconferência
01
climatizada
Núcleo Gerador de Empresas de
Desenvolvimento Integrado de
incubação (GTEC)
Estudos Avançados em Psicologia. Conta com um grande
número de instrumentos de avaliação psicológica (testes,
escalas, inventários) na qual utiliza as salas da Clínica de
Psicologia para sua aplicação.
Possui 24 computadores com 2GB de RAM e 160Gb de
HD, Windows 7 Professional, Office 2010 e programas
específicos para a produção de textos, editoração eletrônica
e tratamento de imagens. Outros softwares também podem
ser manuseados como Macromedia Studio MX, Adobe
PageMaker 7.0, Adobe Photoshop CS 5 e Corel Draw X5 e
climatizada.
Serve de instrumento para a prática de conversação e
audição das línguas. No local são usados gravadores
digitais de fácil operação, através dos quais o acadêmico
participa de diversas e estimulantes atividades de Ensino,
individualmente, em duplas ou em conjunto com o docente.
O acadêmico é exposto a exemplos autênticos da língua,
com fontes de áudio que o ajuda a se concentrar na
compreensão e na fluência oral, especialmente o deficiente
auditivo e visual.
Objetiva mediar as relações que envolvem o processo
ensino-aprendizagem e que devam contribuir para a
inclusão de pessoas com necessidades especiais. Propõe a
aceitação das diferenças e principalmente a quebra de
barreiras atitudinais e educacionais. Possui placas de
identificação regular e especial espalhadas pelo campus,
bem como banheiros adaptados e duas vagas no
estacionamento.
Sua área é de 92,93 m2 e faz parte do GTEC, com
equipamentos de última geração e acesso à internet em
alta velocidade, totalmente climatizada. Nela, acadêmicos,
professores e comunidade participam de aulas a distância,
seminários e reuniões de trabalho.
Visa o desenvolvimento regional e o empreendedorismo
através de incubadores e infraestrutura adequada com
acompanhamento dos docentes das áreas de formação do
curso.
SETORES DE SERVIÇOS: Além de internet, auditórios, tesouraria, secretarias,
Divisão de Procedimentos Acadêmicos, Serviço de Apoio ao Estudante, Setor de Audiovisuais,
Capela, duas cantinas e área de lazer, a UNIDAVI conta com terminais bancários e de consulta a
dados da secretaria. Possui ainda placas de identificação espalhadas por todo o campus, bem
como dois estacionamentos internos próprios para professores e funcionários. É servida por rede
de transporte público e particular.
6.2 INFRAESTRUTURA LABORATORIAL
O curso de Engenharia Civil utiliza a estrutura existente na Instituição
sendo necessários:
Laboratórios acadêmicos para o desenvolvimento do núcleo de disciplinas
básicas: Informática, Física e Química
Laboratórios profissionalizantes: Topografia e Geoprocessamento;
Construção Civil.
Nos laboratórios acadêmicos os professores e os estudantes realizam a
parte prática de seus trabalhos e projetos, atuando nas áreas de Ensino, Pesquisa e
Extensão. As outras estruturas serão constituídas ao longo da consolidação do
curso.
Fls. 64
Os laboratórios acadêmicos geralmente são solicitados para atestarem a
integridade de atuais e/ou novos produtos e tecnologias, transformando-se em
núcleos de excelência. Quando eficientemente equipados são capazes de
acompanhar as inovações tecnológicas e exigências do mercado quanto à
qualificação e certificação do bem consumido pela comunidade.
6.2.1 Laboratórios didáticos especializados
Laboratório de Informática: Laboratórios didáticos especializados: quantidade
Laboratórios
Quantidade
Salas
236
237
Laboratório de Manutenção e Redes
Desenvolvimento de Sistemas
17 computadores
17 computadores
238
Desenvolvimento de Sistemas
25 computadores
239
240
241
242
Programação
Atendimento
Informática
Informática
24 computadores
31 computadores
29 computadores
40 computadores e 3 servidores
Total - 7 laboratórios
Total - 186 computadores
Laboratório de Informática - Laboratórios didáticos especializados: qualidade
Configuração
Laboratórios
237
Desenvolvimento de
Sistemas
238
Desenvolvimento de
Sistemas
239
Programação
240
Atendimento
241
Informática
242
Informática
236
Laboratório
Manutenção
Redes
de
e
Intel Core 2 Duo 2.33GHz; 4GB de
Ram; 160GB HD; Monitor Dell LCD 17”
Sistema Operacional Windows 7 64
Bits e Ubuntu 12.10
Intel Pentium 4 HT 3.20GH; 3GB
de Ram; 80GB HD; Monitor Dell LCD
17”; Sistema Operacional Windows 7
32 Bits
Intel Pentium 4 HT 3.20GHz; 1,75GB
de Ram; 80GB HD; Monitor Dell LCD
17”; Sistema Operacional Windows 7
32 Bits
Intel
Celeron
3.0GHz;
2GB
de Ram; 80GB HD; Monitor Dell CRT
17”e Sistema Operacional Windows 7
32 Bits
Intel Core 2 Duo 2.80GHz; :2GB
de Ram; 160GB; HD; Monitor Dell LCD
17” e Sistema Operacional Windows 7
64 Bits
Intel Celeron 3.20GHz; 2GB de Ram;
160GB
HD; Monitor Dell LCD 17” e Sistema
Operacional: Windows 7 32 Bits
Três servidores, equipamentos de
manutenção de computadores, chaves
e peças sobressalentes, equipamentos
para aulas de redes de computadores:
Softwares
Office 2013, Argo UML, Astah
Community,
Netbeans,
Pascal,
Power
Architect,
PostgreSQL,
WampServer,
Aptana,
Eclipse,
Robocode.
Office 2013, Argo UML, Astah
Community,
Netbeans,
Pascal,
Power
Architect,
PostgreSQL,
WampServer.
Office 2013, Argo UML, Astah
Community,
Netbeans,
Pascal,
Power
Architect,
PostgreSQL,
WampServer.
Office 2013, Pascal, WampServer.
Office 2013, Astah Community,
Netbeans, Power Architect, PsPad,
WampServer, BrModelo.
Office 2013, Astah Community,
Netbeans, Pascal, Power Architect,
PostgreSQL, WampServer, PsPad.
Sistemas Operacionais Windows e
Linux, Software de Virtualização
Fls. 65
material
switches.
de
cabeamento,
hubs,
Laboratório de Informática - Laboratórios didáticos especializados: serviços
Responsável
técnico
pelos
laboratórios
Suporte técnico em
Redes
Suporte técnico em
Eletrônica
Formação
Graduado
em
Sistemas
de
Informação, Pós-Graduado em
Inteligência de Negócios.
Graduado
em
Sistemas
de
Informação e Pós-Graduado em
Redes de Computadores
Tecnólogo e Pós-Graduado em
Redes de Computadores, Técnico
em Eletrônica.
Estagiário:
atendimento
Graduando
Informação.
de
Sistemas
Estagiário:
atendimento
Aluno do Ensino Médio.
de
Função
Atendimento de alunos e professores,
manutenção dos equipamentos, controle
de reservas, instalação de softwares.
Manutenção dos equipamentos e apoio
na parte de redes e servidores.
Atendimento de alunos e professores e
manutenção dos equipamentos.
Atendimento de alunos e professores e
manutenção dos equipamentos, controle
de reservas, instalação de softwares.
Atendimento dos alunos, controle de
reservas.
Laboratório Didático Especializado: Física
Laboratório Didático Especializado: Física - Quantidade
Laboratórios
Quantidade
Salas
01 Banco Óptico Linear
01 Conjunto de Mecânica Arete
01 Cuba de ondas Val
01 Dilatometro Linear Cabral
01 Escala em Graus
01 Escala Milimetrada
01 Fonte de Controle de Frequência
01 Gerador Eletrostático de Corrente
Física
01 Lanterna de Luz Branca
01
01 Lanterna Para Cuba de Ondas
01 Painel Óptico
01 Painel Para Hidrostática
08 Tripé Universal Wackerritt
01 Vasos Comunicantes
01 Vibrador para Cuba de Ondas
Laboratório Didático Especializado: Física - qualidade
Fabricante
Laboratório de física
Banco Óptico Linear
Conjunto de Mecânica Arete
Cuba de ondas Val
Escala em Graus
Escala Milimetrada
Fonte de Controle de Frequência
Gerador Eletrostático de Corrente
Lanterna de Luz Branca
Lanterna Para Cuba de Ondas
Painel Óptico
Painel Para Hidrostática
Tripé Universal Wackerritt
CIDEPE
Fls. 66
Vasos Comunicantes
Laboratório Didático Especializado: Física - serviços
Responsável
Técnica do
Laboratório de
Física
Graduada
Engenharia
Química
em
Atendimento de alunos e professores, manutenção dos
equipamentos, controle de reservas.
Laboratório Didático Especializado: Química - Quantidade
02
Química Geral
01 Computador
01 Autoclave
01 Forno Mufla
01 Balança Analítica
01 Balança Semi-analítica
01 PHmetro de Bancada
02 Estufas
01 Destilador de Água
01 Centrífuga
01 Espectrofotômetro Visível
01 Capela de Exaustão
01 Chapa Elétrica
01 Banho-maria
02 Determinadores de Gordura
02 Determinadores de Fibra Alimentar
02 Determinadores de Proteína
01 Chuveiro / Lava-olhos
01 Geladeira
01 Freezer
01 Impressora
01 Almoxarifado
Laboratório Didático Especializado de química qualidade
Computador
Autoclave
Forno Mufla
Balança Analítica
Balança Semi-analítica
PHmetro de Bancada
Estufas
Destilador de Água
Centrífuga
Espectrofotômetro Visível
Capela de Exaustão
Chapa Elétrica
Banho-maria
Determinadores de Gordura
Determinadores de Fibra Alimentar
Determinadores de Proteína
Geladeira
Freezer
Impressora
Fabricante
LG
Phoenix
Quimis
Boeco
Digimed
Quimis
Quimis
Fanem
Presvac
Hach
BVN
Quimis
Quimis
Quimis
Quimis
Tecnal
Continental
Continental
HP
Fls. 67
Laboratório Didático Especializado: Química - serviços
Serviços
Responsável
Técnica do
Laboratório de
Química
Formação
Graduada
Engenharia
Química
Função
em
Atendimento de alunos e professores, manutenção dos
equipamentos, controle de reservas. Realização de análises
físico-químicas para a comunidade.
Laboratório de Topografia e Geoprocessamento: quantidade, qualidade e serviços
Natureza
Quantidade Qualidade
Serviços
Topografia: atenderá às necessidades das
Laboratório
de 01 Sala
01
Topografia
e
Computador disciplinas de Topografia, do desenvolvimento de
Geoprocessamento
01 Estação tecnologia em sistemas de informações
geográficas, do tratamento de imagens e
Total
geoprocessamento.
Topcon
GTS-245N
Na sua estrutura física há a sala com os
materiais
de consumo utilizados nas aulas práticas de
topografia.
Além do computador com o sistema
TopoGRAPH,
software para processamento de dados
topográficos,
cálculos de volumes de terraplenagem, projetos
viários, etc.
Trata dos métodos e instrumentos empregados
no levantamento e representação dos acidentes
naturais e artificiais de uma porção restrita da
superfície terrestre (não sendo necessário levar
em consideração a curvatura terrestre).
Seus dois ramos principais são a Planimetria e
a Altimetria. Trata, ainda, da locação de obras no
campo, como estradas, carreadores, barragens,
edificações etc. Os equipamentos topográficos
principais são: Teodolito Eletrônico, Estação
Total, Nível de Precisão, Teodolito.
Geoprocessamento:
Conjunto
de
técnicas
empregadas
no
levantamento,
análise,
representação
e
armazenamento de dados georreferenciados.
Destacam-se
as
técnicas
envolvendo
a
Topografia, o Sensoriamento Remoto, os Sistemas
de Informações Geográficas (SIG), os Sistemas
Globais de Posicionamento e Navegação por
Satélites (GNSS) e a Cartografia Digital.
Laboratório de Construção Civil (materiais de construção e técnicas construtivas):
quantidade, qualidade e serviços
Natureza
Laboratório
de
Construção
Civil
(Materiais
Quantidade
01 Sala – 01
coordenador
– 01 monitor
bolsista
Qualidade
01 Computador
01 Máquina de
Ensaio de
Compressão
01 Máquina
Serviços
O Laboratório de Construção Civil avalia os
elementos utilizados nas mais diferentes obras
de Engenharia Civil .
Atende as necessidades das disciplinas
relacionadas a Materiais de Construção e
Fls. 68
de
construção
e técnicas
construtivas)
Universal de Ensaio
de Tração
01 Agitador de
Peneiras
01 Balança
eletrônica 2,0kg e
sens 0,01g
01 Balança
Eletrônica de
Bancada MS30K1
30kg
01 Balança
Eletrônica Digital
5.500g
01 Betoneira
Possomaic Motor
245L
01 Deionizador de
Água 50L por hora
01 Esclerômetro de
Impacto
01 Retífica para
Corpo de Prova de
Concreto
Resistência dos Materiais.
A estrutura possui capacidade para 60 alunos
e todo o equipamento necessário para ensaios
de tração e compressão de materiais, assim
como cálculo de granulometria e estudo de
confecção de corpos de prova a serem testados
no próprio laboratório.
As necessidades de infraestrutura específica
desse laboratório demandam:
- área suficiente para atender estudantes
acomodados em bancadas específicas;
- espaço para armazenamento de aglomerantes
e argamassa industrializadas, livre de umidade
e guarda dos equipamentos e ferramentas;
- espaço para armazenar materiais granulares
entre outros, para o desenvolvimento de aulas
demonstrativas de técnicas de construção;
- monitor para o desenvolvimento das atividades
no laboratório e em atividades de campo.
6.3 BIBLIOTECA
A Biblioteca Central e Setoriais adotam o Pergamum como Sistema
Gerenciador de Informação. Através dele gerencia-se, armazena-se, organiza-se e
dissemina-se toda e qualquer informação que diz respeito ao acervo bibliográfico, a
fim de atender os interesses e necessidades de informação dos usuários. Por ser
um Sistema integrado o Pergamum oferece acesso a um catálogo coletivo de
pesquisa tanto para as bibliotecas internas como para as Bibliotecas Universitárias
do País que fazem parte desta Rede.
A Biblioteca Central está localizada no Campus de Rio do Sul, dividida em
dois pisos, estes ocupam uma área de 1431,33 m². No primeiro piso encontram-se a
Coordenação, Secretaria, Seção de Desenvolvimento e Processamento das
Coleções, Seção de Atendimento ao Usuário, Coleções de: Referências, Periódicos,
Multimeios, Manuscritos e Braille, além de Gabines de Estudo Individual.
No segundo piso encontra-se a Coleção de Livros, três Salas de Estudo
em Grupo e sala de Informática.
Tipo de Material
Almanaque
Anuário
Atlas
Braile
Cartazes
Catálogos
CD-Roms
Compêndio
Dicionário
Disquete
Dissertações
Enciclopédia
Folhetos
Acervo Geral da Biblioteca Central
Títulos
20
18
59
06
47
31
345
05
326
57
106
89
614
Exemplares
22
19
113
10
47
46
801
16
560
149
124
231
813
Fls. 69
Glossário
Gravação de Som
Gravação de vídeo
Guia
Indicador
Legislação
Literatura
Livros
Mapas
Miscelânea
Monografia
Normas
Periódicos
Relatório
Teses
Transparências
Vocabulário
Total
12
178
674
61
03
43
1620
21008
73
11
541
164
916
37
20
03
18
27105
24
526
1286
95
03
43
2338
56639
91
24
668
201
30603
47
27
03
37
95606
Acervo Geral da Biblioteca Central Engenharia Civil (específicos)
Tipo de Material
Títulos
Exemplares
Anuário
07
07
Braile
01
02
CD-Roms
21
33
Dicionário
04
08
Disquete
01
01
Dissertações
06
06
Folhetos
05
05
Glossário
01
01
Gravação de Vídeo
36
86
Guia
02
02
Livros
748
2288
Monografia
02
04
Normas
67
88
Periódicos
27
659
Teses
04
04
Vocabulário
01
01
Total
933
3195
Acervo Geral da Biblioteca Central Engenharia Civil (afins)
Tipo de Material
Títulos
Exemplares
CD-Roms
50
180
Disquete
06
13
Dissertações
04
04
Folhetos
08
20
Gravação de vídeo
07
11
Livros
1176
3471
Monografia
20
26
Periódicos
40
931
Teses
02
02
Total
1313
4658
6.4 PERIÓDICOS
Nome do Periódico
TÉCHNE. São Paulo: PINI, v.
CONSTRUÇÃO: Mercado. São Paulo: PINI, v.
www.crea-sc.org.br
Formas de Acesso
On-line
Fls. 70
www.confea.org.br
www.abnt.org.br
www.engenium.net/biblioteca-de-engenharia
www.ecivilnet.com
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciTechnol/index
http://www.set.eesc.usp.br/cadernos/cadernos_det.php?nro=-1
http://cee.mit.edu/
http://www.abcem.org.br/revista-construcao-metalica.php
http://engenhariaearquitetura.com.br/
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/juee/index
www.rem.com.br
http://www.abcem.org.br/revista-construcao-metalica.php
http://www.revistahabitare.com.br/
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/semexatas
http://www.scielo.br
http://www.sbfisica.org.br/rfai/
http://www5.fgv.br/fgvonline/default.aspx
6.5 MONITORIA
O Conselho Universitário da UNIDAVI estabelece normas para o
Programa Integrado de Desenvolvimento e Capacitação Estudantil, que
regulamenta, além dos projetos de Extensão citados no item anterior, projetos de
monitoria e de apoio ao desenvolvimento institucional.
Os professores do Curso participam como orientadores de projetos
dessas categorias e estimulam os estudantes a participarem como bolsistas ou
voluntariamente.
Fls. 71
7 REFERÊNCIAS
BLOGOSLAWSKI, Ilson Paulo Ramos; FACHINI, Olimpio; FAVERI, Helena Justen
de. Educar para a pesquisa: normas para produção de textos científicos. Rio do
Sul: UNIDAVI, 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(Lei n. 9394/96), art. 3º, inciso VII, arts. 9º, 13, 43, 61, 62, 64, 65 e 67.
BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Superior. Referenciais Curriculares
Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura. Brasília: 2010. Disponível
em:www.mec.gov.br. Acesso em 28 de jun. de 2013. (em homologação).
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação Resolução n. 3,
de 2 de julho de 2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto
ao conceito de hora-aula. Disponível e: www.mec.gov.br Acesso em: 11 set. 2010.
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. RESOLUÇÃO
CNS/CES 11, de 11 de Março de 2002.
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Lei de Estágios (Lei 11788/2008),
que dispõe sobre o estágio de estudantes, de 25 de Setembro de 2008.
CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO
ITAJAÍ . Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Rio do Sul: UNIDAVI,
2012.
CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO
ITAJAÍ. Resolução / Reitoria nº 07/13. Fixa normas para a elaboração e
reelaboração dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs) dos cursos de graduação
e sequenciais da Unidavi.
FREITAS, Ieda Maria Araújo Chaves. Avaliação da Educação Superior.
Florianópolis: Insular, 1997.
Fls. 72
8 ANEXOS E APÊNDICES
8.1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
A Coordenação e o Núcleo Docente
Estruturante (NDE) do curso de Graduação
em Engenharia Civil do Centro Universitário
para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
– UNIDAVI.
RESOLVEM
Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado
TÍTULO I
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
CAPÍTULO I
DA NATUREZA
Art. 1º. As normas dispostas nesta resolução regulamentam as atividades de Estágio
Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário para
o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI).
Art. 2º. O Estágio é uma atividade curricular de aprendizagem social, profissional e
cultural, obrigatória, proporcionada ao estudante, pela participação em situações
reais e ou simuladas de vida e de trabalho, de acordo com a legislação vigente, nas
dimensões de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Art. 3o O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Civil da
UNIDAVI, desenvolve-se ao final do curso.
Art. 4o. O Estágio Curricular Supervisionado na Engenharia Civil constitui-se em um
espaço/tempo específico de formação teórico-prática de profissionais para atuarem
nos campos profissionais específicos, baseado nos princípios da prática
investigativa como abordagem metodológica e exercício da reflexão, entendendo-a
como um instrumento sistemático do desenvolvimento do pensamento e da ação.
Art. 5o. O Estágio Curricular Supervisionado deve desenvolver uma atitude de
compromisso do acadêmico, tornando-o corresponsável pela sua formação, criando
e recriando a sua prática profissional, fundamentada no exercício de sua profissão.
CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS
Art. 6o. São objetivos do Estágio Curricular Supervisionado:
Fls. 73
I – proporcionar ao acadêmico a participação em situações reais e ou simuladas de
trabalho e experiências de ensino e de aprendizagem, visando à educação
profissional continuada;
II – proporcionar ao acadêmico a construção de competências e habilidades
adequadas ao desempenho profissional;
III - oportunizar a vivência dos conhecimentos em atividades relacionadas à sua
formação acadêmica, para promover e desenvolver a cidadania;
IV - planejar ações práticas que se aproximem da solução dos problemas
apresentados, considerando a percepção crítica, reflexiva e interpretativa da
realidade em que irá atuar o profissional de Engenharia Civil;
V – confrontar o referencial teórico estudado no curso com a realidade investigada;
VI – realizar experiências que possibilitem a produção científica, como exercício
profissional.
TÍTULO II
ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR
CAPÍTULO I
REGULAMENTAÇÃO DA CARGA HORÁRIA E DA MATRÍCULA
Art. 7o. O Estágio Supervisionado terá a duração estipulada na matriz curricular do
curso de Engenharia Civil, conforme previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais e
legislação vigente, sendo cumpridos dentro do período letivo regular.
Art. 8o. As matrículas nas disciplinas de Estágio Supervisionado do Curso de
Engenharia Civil da UNIDAVI obedecem às mesmas normativas de matrícula das
demais disciplinas do Curso.
Art. 9º. Nenhum acadêmico poderá colar grau sem ter cumprido as exigências do
Estágio Curricular Supervisionado.
CAPÍTULO II
INSTRUMENTOS LEGAIS
Art. 10. Os estágios realizados junto às pessoas físicas ou jurídicas devem estar
apoiados em instrumentos jurídicos, celebrados entre a UNIDAVI e unidade
concedente.
§ 1o. A realização do Estágio por parte do acadêmico não cria vínculo empregatício
de qualquer natureza, mesmo que receba bolsa ou outra forma de contraprestação
por pessoa física, empresa ou instituição concedente.
§ 2o. O Termo de Compromisso, padrão do Centro Universitário (Anexo I), será
celebrado entre o estudante e a entidade/empresa assinado pelo coordenador do
curso, documento suficiente para comprovação da inexistência de vínculo
empregatício.
§ 3o. O acordo ou convênio para a realização do estágio deve ser celebrado
diretamente entre a UNIDAVI e a concedente do Estágio.
§ 4º. Cabe à UNIDAVI, garantir, diretamente ou por intermédio da entidade/empresa,
o seguro contra acidentes pessoais em favor do estudante estagiário.
Art. 11. Os acordos ou convênios e termos de compromisso devem explicitar, além
dos aspectos legais específicos e educacionais, as peculiaridades do Curso de
Engenharia Civil da UNIDAVI.
Fls. 74
TÍTULO III
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
CAPÍTULO I
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
Art. 12. É de responsabilidade do coordenador do curso a supervisão geral do
Estágio Curricular.
Art. 13. A coordenação do curso deverá articular-se obrigatoriamente com as áreas
de Ensino, Pesquisa e Extensão, com o orientador de Estágio, com o agente de
integração e com as entidades/empresas para prover vagas.
CAPÍTULO II
ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO
Art. 14. Entende-se por orientação de Estágio, o acompanhamento dado ao
acadêmico, no decorrer de suas atividades, de forma a proporcionar-lhe o pleno
desempenho de ações pertinentes à realidade da profissão.
Art. 15. O orientador de Estágio será nomeado pelo coordenador em conformidade
com as linhas de pesquisa do curso. O professor deve pertencer ao quadro de
docentes da UNIDAVI, sendo que o estagiário deve formular o pedido de orientação
mediante formulário próprio (Anexo II).
§ 1º. O orientador poderá anular a solicitação de orientação, caso o orientando não
atenda às exigências já citadas anteriormente.
§ 2º. Cada orientador de Estágio terá, sob sua responsabilidade, no máximo, seis (6)
estagiários individuais.
§ 3º. Cada orientador terá alocada (8) oito horas-aulas para cada Estágio
Supervisionado, independentemente de ser em dupla ou individual.
§ 4º. Durante o Estágio, serão necessários, no mínimo, (8) (oito) encontros entre
orientador e orientado. Os encontros devem ser registrados em formulário próprio
(Anexo III) apresentado ao coordenador do curso na conclusão do Estágio.
Art. 15. O agente de integração é o profissional externo à UNIDAVI, vinculado à
entidade/empresa, com a responsabilidade de integrar o estagiário na organização,
facilitar-lhe o trabalho, atestar o relacionamento do estagiário com os membros da
organização e o cumprimento da carga horária de Estágio.
Art. 16. Os estagiários em conformidade com a legislação vigente:
§ 1º. serão orientados por um (1) docente-orientador da UNIDAVI, podendo ter
coorientador, porém, neste caso, a UNIDAVI não assume compromisso com os
honorários do coorientador.
§ 2º. precede a realização do Estágio a elaboração do projeto de estágio, realizado
na disciplina de Metodologia de Projetos, que deverá receber aprovação do
respectivo orientador.
Fls. 75
CAPÍTULO III
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO
Art. 17. A UNIDAVI considera, como campo de Estágio, entidades, empresas
privadas e públicas.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 18. Compete ao coordenador do curso:
I – supervisionar o Plano de Ensino dos Estágios no que tange à organização e
operacionalização, tanto nos aspectos administrativos quanto pedagógicos;
II – criar condições favoráveis para a realização dos Estágios Curriculares;
III – supervisionar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades
pertinentes ao Estágio.
Art. 19. Compete aos orientadores de Estágio:
I – orientar individualmente os acadêmicos, na escolha do campo de Estágio e
organização das atividades a serem desenvolvidas;
II – orientar o planejamento e desenvolvimento do Estágio e o relatório;
Parágrafo único – As atividades de orientação deverão ser realizadas em locais que
assegurem as exigências pedagógicas e profissionais.
Art. 20. Compete aos acadêmicos:
I – apresentar ao orientador o projeto de Estágio;
II – participar de todas as etapas para a realização do Estágio e relatório;
III – cumprir as datas, os horários e as determinações referentes ao Estágio;
IV – comunicar, com antecedência, ao professor, as alterações e/ou adaptações
imprevistas;
V – atender aos princípios de comunicação, relações humanas e ética profissional.
CAPÍTULO V
AVALIAÇÃO
Art. 21. A avaliação integra todas as experiências em que a teoria e a prática são
percebidas de forma totalitária.
Art. 22. A avaliação do Estágio será feita por defesa pública em banca especial
composta pelo orientador, um docente escolhido por ele e por um docente do curso
a ser escolhido pela coordenação do curso.
§ 1º. O acadêmico deverá ter frequência mínima de 100% nas atividades do Estágio
Supervisionado, controle este realizado pelo supervisor responsável na empresa.
§ 2º. A avaliação será feita pela média aritmética das notas do: supervisor de campo
e as atribuídas pelos membros da banca avaliadora em conformidade com o
regimento da instituição, que estabelece os critérios mínimos para aprovação.
Fls. 76
Art. 23. A defesa pública fica condicionada à aprovação do relatório de Estágio pelo
respectivo orientador.
Art. 24. O estagiário deverá enviar três (3) cópias (encadernação simples) para a
banca examinadora com dez (10) dias de antecedência da defesa.
Art. 25. O relatório final, contendo as correções e retificações recomendadas pela
banca avaliadora deverá ser entregue ao coordenador do curso em até 20 (vinte)
dias úteis, após a apresentação em banca, em mídia digital (CD-ROM).
Art. 26. A avaliação final do Estágio Supervisionado fica condicionada à entrega da
mídia digital corrigida.
Parágrafo único - A avaliação somente será liberada após a conferência das
correções pelo presidente da banca.
TÍTULO IV
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 27. Aos acadêmicos que efetuarem seus Estágios Supervisionados em
programas específicos da Extensão mantidos e conveniados pela UNIDAVI poderão
ser concedidas bolsas de manutenção, de acordo com as diretrizes dos órgãos
colegiados superiores da UNIDAVI, incluindo o seguro de vida.
Art. 28. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela coordenação do
Curso, cabendo recurso ao Colegiado de Área e deste à Câmara de Ensino - CAEN.
Art. 29. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação e revogam-se
as disposições em contrário.
Rio do Sul
Coordenação do Curso de Engenharia Civil
Fls. 77
ANEXOS DO REGULAMENTO DO ESTÁGIO
8.1.1 Termo de Compromisso
CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO
VALE DO ITAJAÍ – UNIDAVI
TERMO DE COMPROMISSO
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO entre o
CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO
ITAJAÍ – UNIDAVI E __________________________________ CONCEDENTE DE
ESTÁGIO. Com base na Lei nº 6.494 de 07/12/77, alterada pela Lei n° 8.859 de
23/03/94 e artigo 82 da Lei nº 9.394 (LDB) de 20/12/96 e regulamentadas pelo
Decreto 87.497 de 18/08/82, modificado pelos Decretos 89.467 de 21/03/84 e 2.080
de 26/11/96, bem como as Resoluções no. 11, de 11 de março de 2002 do CNE/CES
que instituem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Engenharia, apresenta em seu art. 7º a obrigatoriedade do Estágio Curricular e
adequado ao Art. 1º, Lei nº. 11.788/08.
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
INSTITUIÇÃO: Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí –
UNIDAVI,
Endereço: Rua Dr. Guilherme Gemballa, nº 13
Bairro - Centro
Cidade – Rio do Sul
Estado de Santa Catarina
CEP – 89.160-000
Telefone: 3531-6000
Representada pela coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Civil
A CONCEDENTE
Nome:
Endereço:
Cidade:
CEP:
Representada por:
Bairro
Estado de Santa Catarina
Telefone
O ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço:
Cidade:
CEP:
Bairro
Estado de Santa Catarina
Telefone
Neste ato celebram entre si este acordo de cooperação convencionando as
cláusulas e condições seguintes:
Fls. 78
CLÁUSULA 1ª. O presente Termo de Compromisso de Estágio Curricular
Obrigatório tem por objetivo formalizar as condições básicas de formação teóricoprática de profissionais para atuarem nas diversas áreas da Engenharia Civil em
conformidade com as linhas de pesquisa do curso.
CLÁUSULA 2ª. Em decorrência do presente acordo, celebra-se o Termo de
Compromisso de Estágio entre o estudante e a unidade concedente com a
interveniência e assinatura da instituição, nos termos do § 1º do Art. 6º do Decreto
87.497/82, o qual constituirá comprovante da inexistência de vínculo empregatício.
CLÁUSULA 3ª. Compromete-se a instituição de ensino a indicar um professor que
oriente as atividades concernentes ao desenvolvimento do Estágio dentro do Projeto
Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Civil.
Cláusula 4ª A EMPRESA elaborará Programa de Atividade a ser cumprido pelo
ESTAGIÁRIO, em conformidade com as disciplinas cursadas por ele respeitados os
horários de obrigações do ESTAGIÁRIO com a UNIDAVI.
Cláusula 5ª. O período de Estágio poderá ser prorrogado mediante prévio
entendimento entre as partes.
Cláusula 6ª Tanto a EMPRESA, como o ESTAGIÁRIO poderão, a qualquer
momento, dar por terminado o Estágio, mediante comunicação escrita.
Cláusula 7ª. Pelas reais e recíprocas vantagens técnicas e administrativas, a
EMPRESA designará como supervisor de campo de Estágio o Engenheiro
_________________, ________________, ao qual caberá a avaliação do
ESTAGIÁRIO.
Cláusula 8ª. O ESTAGIÁRIO declara concordar com as normas internas da
EMPRESA, conduzir-se dentro da ética profissional e submeter-se a
acompanhamento e avaliação de seu desempenho e aproveitamento.
Cláusula 9ª. O ESTAGIÁRIO se obriga a cumprir fielmente a programação de
estágio, comunicando em tempo hábil a impossibilidade de fazê-lo, e no mesmo
procedimento deverá propor novo cronograma em conformidade com o calendário
acadêmico da UNIDAVI.
Cláusula 10. O ESTAGIÁRIO responderá pelas perdas e danos consequentes da
inobservância das normas internas ou das constantes do presente termo.
Cláusula 11. O ESTAGIÁRIO se compromete a elaborar relatório sobre o Estágio
realizado apresentando-o à EMPRESA e à UNIDAVI através de protocolo na
Secretaria Acadêmica.
Cláusula 12. A EMPRESA se responsabilizará por despesas relativas a atividades
extras impostas ao ESTAGIÁRIO.
CLÁUSULA 13. Elegem como seu representante e órgão de apoio, o Foro da cidade
de Rio do Sul, para decisão de eventuais controvérsias, que atinjam esfera judicial.
Fls. 79
E, por estarem justos e convencidos, assinam este documento em 03 (três) vias de
igual teor.
Cláusula 3ª Art. 10º - Fica firmado o presente em 3 (três) vias de igual teor.
Assinam:
Instituição:__________________________________________
Empresa:___________________________________________
Prof. Orientador:_____________________________________
Supervisor de Campo:_________________________________
Acadêmico:_________________________________________
Rio do Sul, ___/___/____.
Fls. 80
8.1.2 Comunicado ao acadêmico do professor orientador e respectivo aceite
Rio do Sul, ____/____/____
Do coordenador: ______________________________
Para acadêmico: ______________________________
Sua orientação na disciplina Estágio Supervisionado, em conformidade
com as linhas de pesquisa do curso, constantes do Projeto Pedagógico do curso
será:
O prof.: _________________________________________
Atenciosamente,
___________________________________________
Ciência do acadêmico em ___/___/___
Do professor-orientador: ____________________________
Para coordenação e acadêmico: ______________________
Coordenador e acadêmico,
Comunico que estou de acordo com seu Estágio e aceito orientá-lo, no
_____ semestre de _____________, desde que observados os preceitos deste
Regulamento.
Atenciosamente,
___________________________________________
Prof. orientador em ___/___/____
Fls. 81
8.1.3 Avaliação do estagiário pela banca avaliadora do curso de Engenharia
Civil
Estagiário: _________________________________________
Prof._orientador:____________________________________
Membros da Banca:
a) ______________________________________________-_
b) ________________________________________________
c) ________________________________________________
Fatores de avaliação
Nota
campo
Conteúdo/Metodologia
Criatividade/Inovação
Aspectos Técnicos
Empenho nas Atividades
Domínio
Média Final
Data da Avaliação: _____/_____/_____
Rubrica dos três membros da banca:
Sup. Nota 1
Nota 2
Nota3
Média
Fls. 82
8.2 REGULAMENTO DO TRABALHO FINAL DE CONCLUSÃO DE CURSO
(TCC) DE ENGENHARIA CIVIL
A Coordenação do curso de Graduação em
Engenharia Civil do Centro Universitário para
o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí –
UNIDAVI
RESOLVE
Aprovar o Regulamento do Trabalho Final de Curso (TCC)1.
Art. 1º. Este regulamento fixa as normas básicas a serem observadas pela
Coordenação, professores e acadêmicos do curso de Engenharia Civil, no que se
refere à elaboração, apresentação e socialização do Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC).
Art. 2º. A Coordenação dos Trabalhos de Curso fica ao encargo da Coordenação
do Curso de Engenharia Civil, consoante disposição regimental.
Art. 3º. Os professores orientadores serão do curso de Engenharia Civil ou afins da
UNIDAVI, em conformidade com as linhas de pesquisa.
§ 1º. A coordenação deverá indicar o nome e área de atuação do professororientador apto.
§ 2º. A área de atuação de cada professor é restrita à área das linhas de pesquisa
para as quais estiver apto.
§ 3º. Quando houver desligamento de professor orientador dos quadros da
UNIDAVI, o acadêmico deverá firmar termo de acordo com novo orientador
designado pela Coordenação, que se desejar poderá aproveitar os trabalhos já
realizados.
§ 4º. Outros professores da UNIDAVI poderão ser convidados pela coordenação
para orientar, coorientar e/ou participar da socialização dos Trabalhos do Curso de
Engenharia Civil.
Art. 4º. O cronograma de atividades estabelece 03 (três) períodos:
I - Período de opção - consiste no período de indicação do professor-orientador pelo
coordenador do curso alinhado às linhas de pesquisa;
II - Período de orientação – é o período que vai do aceite da incumbência pelo
professor-orientador até o momento em que inicia a socialização do trabalho perante
a coordenação e professor orientador.
III - Período de socialização - o acadêmico deve socializar seu Trabalho Final de
Curso, no máximo seis semanas antes do fim do semestre letivo, conforme Edital da
coordenação.
§ 1º. A coordenação poderá dispor o período de apresentação de forma seriada ao
longo do semestre, conforme interesse da instituição ou dos acadêmicos.
1
O Trabalho Final de Curso de Engenharia Civil é denominado doravante de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC).
Fls. 83
§ 2º. O acadêmico deverá apresentar à coordenação do curso, mediante protocolo,
na Divisão de Procedimentos Acadêmicos, documento emitido pelo professor
orientador de que o seu trabalho está apto para socialização no prazo estabelecido
pelo edital semestral que definir o cronograma das orientações.
§ 3º. O acadêmico que perder o prazo estabelecido no parágrafo anterior não
poderá apresentar o seu Trabalho Final de Curso no semestre, salvo em se tratando
de acadêmico que deva concluir o curso até o final do semestre. Nesse caso, poderá
formular requerimento no qual justifique seu atraso e comprove o pagamento de taxa
específica.
§ 4º. O acadêmico deverá apresentar à Coordenação, mediante protocolo, na
Secretaria Acadêmica, 03 (três) vias simples, encadernadas em espiral e uma
eletrônica, no prazo estabelecido pelo edital que definir o cronograma das
orientações, devendo o coordenador encaminhá-las ao professor orientador para
avaliação, e que este no mínimo, 10 dias para efetuar a leitura do texto do TCC.
§ 5º. A via eletrônica a que se refere o parágrafo anterior deverá ser CD.
Art. 5º. Compete ao coordenador do Curso:
I - administrar e supervisionar o desenvolvimento dos trabalhos;
II - baixar normas e instruções ao professor orientador e acadêmicos;
III - definir cronograma, indicando período oficial de orientação e de socialização;
IV - emitir correspondências no âmbito de sua competência;
V - orientar o acadêmico na operacionalização de suas atividades;
VI - agendar e divulgar o cronograma de socialização dos trabalhos;
VII – registrar, no sistema, a nota final atribuída aos trabalhos;
VIII - divulgar, na medida do possível, os trabalhos junto à comunidade;
IX - aprovar os modelos de formulários necessários;
X - exercer as demais atribuições decorrentes da função.
Art. 6º. Compete ao professor-orientador:
I - aceitar formalmente o pedido de até 06 (seis) orientações por semestre,
formalizando documento e encaminhando à coordenação, bem como participar da
socialização dos seus orientados;
II - participar de até 8 (oito) socializações. Nesse número, inclusas as de suas
orientações;
III - fornecer ao acadêmico a assistência didático-pedagógica e metodológica
necessária, desde a elaboração até a conclusão do trabalho;
IV - acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos sob sua responsabilidade, e que
deverão ser apresentados pelos acadêmicos;
V - orientar a pesquisa bibliográfica para a fundamentação das atividades
desenvolvidas, acompanhando e avaliando a programação de leituras, quando achar
necessário;
VI - participar das reuniões que forem convocadas pela coordenação;
VII - estabelecer o cronograma para o acadêmico e acompanhar a sua execução;
VIII - manter orientação com o acadêmico, conforme horário estabelecido;
IX - promover a avaliação dos trabalhos;
X - submeter Termo de Condições de Orientação ao acadêmico, conforme modelo
anexo;
XI - emitir ao final do trabalho de seu orientando o Termo de Aptidão para a banca.
Fls. 84
Art. 7º. Compete ao acadêmico as seguintes atribuições:
I - recorrer ao coordenador do curso ou professor-orientador, quando necessitar de
esclarecimentos quanto às normas e procedimentos;
II - executar o trabalho, respeitando o cronograma;
III - apresentar as atividades desenvolvidas ao professor-orientador;
IV - entregar o trabalho dentro do prazo estipulado pelo coordenador ou professororientador;
V - cumprir todas as exigências e as normas estabelecidas por este Regulamento,
especialmente as determinações de seu professor-orientador;
VI - assinar o Termo de Condições de Orientação submetido pelo professor e
cumprir as obrigações lá estabelecidas.
Art. 8º. A estrutura do TCC deve observar as normas básicas para elaboração e
apresentação de produções científicas especificadas no livro Educar para Pesquisa,
sempre na sua edição mais recente.
Art. 9º. Para a socialização devem estar presentes 03 (três) membros, sendo:
§ 1º. O professor orientador do Trabalho;
§ 2º. Dois professores, indicados pela coordenação, podendo um ser da área
metodológica e outro da área afim do Trabalho, ou dois desta última área, ou ainda,
outro da UNIDAVI i, para promover a interdisciplinaridade.
Art. 11. Na socialização do Trabalho, o acadêmico terá até 20 (vinte) minutos para
expor sinteticamente os seguintes tópicos:
I - justificativa;
II - objetivos;
III - metodologia do trabalho;
IV - aspectos relevantes do conteúdo;
V - considerações finais.
Parágrafo único. Cabe aos professores participantes da socialização o tempo de até
10 (dez) minutos para fazer sua arguição e questionar o acadêmico sobre o trabalho
apresentado, que disporá de igual tempo para responder.
Art. 12. A atribuição das notas dar-se-á após o encerramento da etapa de arguição,
obedecendo ao sistema de notas individuais por avaliador cujos tópicos levarão em
consideração aspectos relacionados ao texto escrito, à exposição oral e à arguição
pela Banca Avaliadora.
§ 1º. Utiliza-se, para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais,
consoante anexo a ser divulgado pela coordenação, nas quais o professor apõe
suas notas para cada item a ser considerado.
§ 2º. A nota final do acadêmico é o resultado da média aritmética das notas
atribuídas pelos membros presentes na socialização, expressa numa única nota de
um a dez (um a 10).
§ 3º. Para aprovação o acadêmico deve obter nota igual ou superior a 6 (seis) na
média das notas individuais atribuídas pelos membros avaliadores.
Fls. 85
§ 4º. As notas referentes à apresentação constituirão no máximo 30% da avaliação
do Trabalho de Curso.
§ 5º. O trabalho que contenha plágio e/ou tenha partes ou trechos sem indicação de
autoria e/ou elaborado por terceiros, não será avaliado, sendo excluído com nota 0
(zero).
§ 6º. O trabalho plagiado não poderá ser retificado e/ou corrigido. Dessa forma, o
acadêmico, além de sujeito às sanções regimentais, é considerado reprovado.
Art. 13. Quando os avaliadores perceberem que determinado trabalho tem falhas
metodológicas e/ou ortográficas, bem como pequenas necessidades de
complementação, poderá determinar que o acadêmico apresente as correções
necessárias no prazo de 10 (dez) dias, a contar da data da socialização.
Art. 14. A avaliação final assinada pelos avaliadores e pelo acadêmico, deve ser
registrada em ata ao final da socialização.
§ 1º. Enquanto o acadêmico não encaminhar a via final de seu Trabalho de Curso,
nos moldes estabelecidos neste Regulamento e com as correções e assinaturas
necessárias, a nota/conceito atribuído fica suspensa.
§ 2º. Na ata, no espaço destinado às observações, deverá constar o nome dos
acadêmicos que assistiram a apresentação e defesa do Trabalho de Curso, valendo
cópia dessa ata, uma vez conferida, como prova da atividade complementar
realizada.
Art. 15. O acadêmico, que se considerar prejudicado na avaliação, poderá
encaminhar recurso escrito e fundamentado dirigido à coordenação do Curso, que
será submetido a análise para eventual reconsideração.
Parágrafo único. Os equívocos serão corrigidos por simples determinação do
professor orientador, e as retificações que importem em alteração do resultado, pela
deliberação da maioria dos membros avaliadores presentes.
Art. 16. A versão definitiva do TCC consistirá em novo encaminhamento de
encadernação simples em espiral, e de outra via eletrônica. Desta feita, ambas com
as correções que se fizerem necessárias, e deverão vir acompanhadas de
declaração do orientador de que foi revisada e verificada conforme.
Parágrafo único. Quando se tratar de encadernação para o acervo da biblioteca do
curso, deverá ser encaminhada à coordenação, encadernada em preto, com
gravação em dourado do nome do seu autor e orientador, seu título, local e data,
bem como conter a cópia da ata de aprovação.
Art. 17. A entrega da versão definitiva do TCC é requisito para a colação de grau e
deve ser entregue dentro dos prazos já estipulados por este Regulamento.
Parágrafo único. O acadêmico, que não atender ao disposto no caput deste artigo,
poderá requerer à coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Civil que
autorize a apresentação da versão final de seu TCC fora do prazo, mediante
procedimento formal junto à Secretaria Acadêmica, ocasião em que deverá anexar
justificativa do motivo da perda do prazo, bem como comprovante do pagamento da
taxa e deverá aguardar a decisão da coordenação para colar grau.
Fls. 86
Art. 18. Fica possibilitado aos acadêmicos realizarem TCC, que envolva pesquisa de
campo. Nesse sentido, deverá comprovar à coordenação que cursou e teve
aproveitamento em disciplinas que envolveram conteúdo de estatística, com
pesquisa qualitativa e quantitativa, ou de disciplinas com foco na pesquisa
qualitativa.
Parágrafo único. O acadêmico que desejar aproveitar trabalho de pesquisa
realizado, ou em realização, deverá aperfeiçoar os trabalhos que venha
desenvolvendo, acrescentando elementos novos e individuais para adequá-lo às
regras do presente Regulamento, de tal forma que, no seu conjunto, seja
diferenciado e constituído como um novo trabalho distinto daquele inicialmente
realizado para pesquisa.
Art. 19. Os professores que efetuarem orientações receberão o valor
correspondente a 08 (oito) horas por semestre, para cada orientação. Nesse valor, já
está incluída a participação na socialização de seus orientados.
§ 1º. Os professores da UNIDAVI que requererem receberão 0,5 hora por
participação na condição de membro.
§ 2º. Os professores convidados da instituição (quarto membro), e convidados
externos, terão direito somente a uma certidão de participação no evento.
Art. 20. A nominata dos professores orientadores estará disponível até o final do
primeiro mês do semestre letivo, considerando válida, na falta de nova publicação, a
publicada no semestre anterior.
Art. 22. É facultado ao acadêmico um segundo orientador, ou coorientador, sendo
que sua admissão será efetuada somente com a concordância do orientador,
correndo por conta do acadêmico as despesas de coorientação, salvo se for um
professor da casa e dividir a remuneração com o orientador principal, na proporção
em que julgarem apropriada.
§1º. O coorientador deverá ter formação específica, ou afim em relação ao tema
escolhido e/ou na área metodológica, bem como, no mínimo, condição de
especialista.
§2º. O coorientador poderá restringir-se à verificação metodológica se assim
entender o acadêmico e o orientador. Dessa forma, não integrará o grupo como
avaliador, mas poderá substituir o orientador em caso de impossibilidade deste.
Nessa ocasião e circunstância, presidirá o ato.
§3º. A remessa do trabalho ao coorientador é responsabilidade exclusiva do
acadêmico, sendo que este somente participará da socialização sem a presença do
orientador, quando da estrita impossibilidade deste.
Art. 21. É facultado a admissão um quarto membro, que apresentará apenas um
parecer opinativo, sendo que esse membro poderá ser pessoa da comunidade.
Art. 22. A nota máxima somente deverá ser aplicada aos trabalhos que, por sua
qualidade, já na primeira apresentação, não tiverem qualquer tipo de reparo,
inclusive gramatical ou metodológico.
Fls. 87
Art. 23. Os trabalhos com nota superior ou igual a 9,76 e recomendados pela banca
avaliadora para publicação, se os autores desejarem, poderão encaminhá-los para
publicação em revistas científicas.
Art. 27.
O presente Regulamento entra em vigor na data da sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
Rio do Sul
Coordenação do Curso de Engenharia Civil
Fls. 88
8.2.1 Ficha de avaliação da socialização
NOME DO(A) ACADÊMICO(A): ________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
DATA DA APRESENTAÇÃO _____/_____/_____
TÓPICOS PARA AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO
Capacidade de síntese e vocabulário na apresentação.
Clareza e objetividade na apresentação
Cumprimento dos objetivos traçados
Domínio do tema na apresentação
MÉDIA PARCIAL
NOTA (1 a 10)
TÓPICOS PARA AVALIAÇÃO
Clareza e objetividade nas respostas
Acertos nas respostas quanto aos questionamentos
MÉDIA PARCIAL
NOTA (1 a 10)
TÓPICOS PARA AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO
NOTA (1 a 10)
Técnica de pesquisa e observância da metodologia
Cumprimento dos objetivos traçados, com nexo entre a
proposição especificada na introdução e o conteúdo das
considerações finais e/ou conclusão
Capacidade de síntese, vocabulário e clareza no texto.
MÉDIA PARCIAL
MÉDIA FINAL (soma dos tópicos dividida por três)
OBS.
Assinatura Prof. avaliador:
Fls. 89
8.2.2 Termo de acordo de orientação do trabalho final de curso (TCC)
Por
este
Termo
de
Acordo,
o
(a)
professor
(a)_____________________________________ compromete-se a orientar o
acadêmico(a)
_____________________________________,
regularmente
matriculado na UNIDAVI, na elaboração de seu Trabalho Final de Curso, sobre o
tema:
___________________________________________________________________
_____________________________________________________________.
O professor compromete-se a respeitar o cronograma comum de trabalho a ser
elaborado conjuntamente com o acadêmico e aplicar orientações sobre:
( ) conteúdo
( ) metodologia
Dessa forma, compromete-se ainda ao final dos trabalhos encaminhar documento,
indicando se o trabalho está apto ou não para socialização.
O acadêmico, por sua vez, compromete-se a acatar todas as deliberações da
orientação, agir com lisura, comprometendo-se a garantir a inexistência de plágio.
Nesse sentido, assume responsabilidade sobre a remissão das fontes apresentadas
para garantir a integralidade de transcrição.
Compromete-se, ainda, respeitar a quantidade de laudas definidas na normatização
interna, encaminhar para correção a quantidade de capítulos que o professor
determinar, na periodicidade que este definir, observando o padrão definido pelo
orientador.
Por fim, o acadêmico declara estar ciente de que antes do prazo previsto no § 2º, do
art. 4º, do Regulamento, deverá ser remetido documento assinado pelo orientador,
declarando se o trabalho está apto ou não para submeter-se à avaliação.
Orientador e orientado assinam o presente documento para que conste dos registros
o aceite oficial e o compromisso com as regras mínimas de orientação.
Rio do Sul, ____ de _______________ de ____
Orientador:_____________________________
Orientando:______________________________
Fls. 90
8.2.3 Termo de aptidão
ILUSTRÍSSIMO SENHOR COORDENADOR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA CIVIL DA UNIDAVI.
_________________, professor(a) desta IES na disciplina de _______________ e
orientador(a) do Trabalho Final de Curso – TCC do(a) acadêmico(a) de Engenharia
Civil ______________ que desenvolveu seu trabalho sobre o tema
_______________________, comunico, atendendo ao Regulamento do Trabalho
Final de Curso, que o referido TCC preenche os requisitos de conteúdo e
metodologia.
Rio do Sul, _____ de ________ de 20 ___
Orientador: ________________________
Fls. 91
8.2.4 Ata de realização da Socialização
Aos _____dias do mês de_____________________de 20 ____. o (a)
acadêmico(a)_____________________________________ apresentou o Trabalho
Final de Curso conforme descrito a seguir:
Curso:
Campus:
Área de Conhecimento
Engenharia Civil - Bacharelado
Central – Rio do Sul
Área das Ciências Naturais, da Computação e das Engenharias –
CINCE
Título do Trabalho:
Palavras-chave:
Data da Banca:
Local de realização:
Membros
da
Banca
Avaliadora:
Nome
Assinatura
NOTA GERAL
Observações:
Rubricas
Acadêmico(a):
Professor Orientador:
Coordenador do Curso:
Nome
Assinatura
Fls. 92
8.2.5 Certidão de orientação e participação na socialização
Certificamos que os professores abaixo discriminados participaram da socialização
do Trabalho Final de Curso, identificado no quadro e que o presidente dos trabalhos
foi o orientador do autor do Trabalho de Curso.
ACADÊMICO:
DATA:
TÍTULO:
ORIENTADOR:
MEMBRO PRESIDENTE:
MEMBRO:
MEMBRO:
NOTA:
RESULTADO:
Rio do Sul, ___ de _____________ de 20 ___
Coordenador do curso de Engenharia Civil
Fls. 93
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A Coordenação do Curso de Graduação em
Engenharia Civil do Centro Universitário para
o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
(UNIDAVI), no uso de suas atribuições,
RESOLVE
Aprovar o Regulamento das Atividades Complementares
Art. 1º. O presente regulamento tem por finalidade normatizar as Atividades
Complementares do Curso de Engenharia Civil, da UNIDAVI, em conformidade com
o estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais, totalizando carga horária global
de 108 h/a. para efeito da integralização do total da Carga Horária prevista para o
curso.
Art. 2º. As Atividades Complementares do Curso de Engenharia Civil da UNIDAVI
são obrigatórias e estão divididas em três classes, assim discriminadas:
I - atividades de Pesquisa;
II - atividades de Ensino;
III - atividades de Extensão.
Art. 3o. Entende-se por Atividades Complementares do Curso de Engenharia Civil
da UNIDAVI todas as atividades relativas ao Ensino, Pesquisa e Extensão,
presenciais e/ou à distância, previstas no presente regulamento, mediante
documentação comprobatória e que complementam a formação profissional.
§1º. Serão priorizados os trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares,
visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias,
participação em empresas juniores e as atividades empreendedoras.
DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
SEÇÃO I
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE ENSINO
Art. 4º. As Atividades de Ensino compreendem:
I - disciplinas profissionalizantes não previstas no currículo do Curso de Engenharia
Civil da UNIDAVI;
II - atividades de monitoria em disciplinas pertinentes ao curso de Engenharia Civil;
III - participação, assistindo defesas de trabalho de conclusão de curso, de
monografia, dissertação de mestrado e tese de doutorado;
IV - atividades extracurriculares desenvolvidas em laboratórios e empresas que
atuam nos segmentos de propósito da formação do perfil de egresso do Engenheiro
Civil;
V - participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros,
cursos de atualização, visitas técnicas em empresas e outros.
§ 1º - As Atividades de Ensino possibilitam quantificar até 60 horas para fins de
aproveitamento e registro.
§ 2º - As atividades referidas no inciso I só poderão ser consideradas desde que não
aproveitadas para convalidar outra disciplina do currículo.
Fls. 94
§ 3º - Ao cursar disciplinas optativas na UNIDAVI, além das que forem necessárias
para complementação da carga mínima exigida pelo curso, as mesmas poderão ser
aproveitadas como Atividades Complementares de Ensino.
SEÇÃO II
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE PESQUISA
Art. 5º. As Atividades de Pesquisa na área de Engenharia Civil compreendem:
I – participação em programas de bolsas de Iniciação Científica ou Programas
Institucionais de Bolsa de Iniciação Científica, mediante documentação
comprobatória, até 40 horas;
II - programa institucional de Bolsa de Iniciação Científica, até 40 horas;
II – participação em grupos de pesquisa, como acadêmico pesquisador; até 50
horas;
III - trabalhos científicos publicados na íntegra pertinentes à área de Engenharia,
equivalentes de 10h/a a à 30h/a, conforme deliberação da Coordenação do Curso;
IV - publicação de livro ou capítulo de livro e publicação de trabalhos em anais, na
área técnica, até 50h/a, conforme deliberação da Coordenação do Curso;
V – participação em eventos científicos de pesquisa, com apresentação de trabalhos
e com publicação em cadernos de resumo do evento 10h/a a 30h/a, conforme
deliberação da Coordenação do Curso.
Parágrafo único - As Atividades de Pesquisa possibilitam quantificar até 40 h/a para
fins de aproveitamento e registro.
SEÇÃO III
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE EXTENSÃO
Art. 6º. As Atividades de Extensão na área de Engenharia Civil compreendem:
I – programa Institucional de Extensão da UNIDAVI;
II – atividades relativas à realização de palestras, seminários, congressos, fóruns e
conferências, organização de encontros e cursos de atualização na área do curso ou
afim;
III – prestação de serviços de atendimento comunitário de cunho social, serviço
voluntário indicado ou solicitado pelo curso e reconhecido pelo Colegiado ou
Coordenador do Curso a que o acadêmico está vinculado, relacionados à área
técnica (palestras, cursos, participação em ação social, serviço voluntário, etc.),
desde que autorizados pelo Coordenador do Curso;
IV - apresentação de trabalhos, painéis e congêneres, desde que acolhidos pelo
Coordenador do Curso;
V - estágios profissionais, desde que conveniados com a UNIDAVI.
§ 1º. As atividades de Extensão possibilitam quantificar até 26 h/a para fins de
aproveitamento e registro.
§ 2º. A participação como painelista, moderador, ou debatedor nos eventos referidos
nos incisos I e II poderão ter as horas quantificadas em dobro.
§ 3º. As atribuições de horas nas atividades promovidas pela UNIDAVI já constarão
da programação e do certificado.
Fls. 95
DOS PRAZOS
Art. 7º. Dias 31/05 e 31/11 de cada ano são as datas limite para o acadêmico
protocolar na DPA os documentos relativos às Atividades Complementares.
Parágrafo único - A comprovação das assistências às apresentações de Relatórios
de Estagio Supervisionado de Engenharia Civil poderá ser entregue até o último dia
letivo do semestre.
Art. 8º. O aproveitamento das horas de Atividades Complementares será divulgado
na primeira quinzena do mês de agosto, relativo ao primeiro semestre, e na primeira
quinzena de março, relativo ao segundo semestre.
§ 1º - No caso de formando, o aproveitamento será divulgado pela Coordenação do
Curso no prazo da publicação das notas do semestre.
§ 2º. A Coordenação informará no penúltimo período do curso, os nomes dos
acadêmicos que eventualmente não tenham alcançado a quantidade necessária de
h/a de atividades complementares e que tenham requerido aproveitamento final.
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 9º. O Coordenador do Curso poderá computar horas de participação em outras
atividades não contempladas nos artigos anteriores, desde que requeridas.
Art. 10º. Caberá ao acadêmico efetuar o requerimento de averbação das atividades
complementares na Secretaria Acadêmica.
Parágrafo único - Os documentos originais serão devolvidos ao interessado, após a
certificação e conferência na cópia entregue.
Art. 11. É da exclusiva competência do Coordenador do Curso o deferimento das
h/a de Atividades Complementares de cada acadêmico, dentro dos limites, prazos e
normas fixados neste regulamento.
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 12. Das decisões da Coordenação caberá recurso ao Colegiado de Área, no
prazo de 05 (cinco) dias úteis, contados da publicação das análises dos
documentos.
Art. 13. As viagens de estudo que não fizerem parte de conteúdo curricular
disciplinar poderão ser utilizadas como atividades de Ensino, Pesquisa ou Extensão,
desde que acolhidas pela Coordenação do curso.
Art. 14. As palestras e eventos realizados em sala de aula e/ou em substituição a
alguma atividade curricular, não constituem Atividades Complementares.
Parágrafo Único – O disposto neste artigo não se aplica aos acadêmicos que não
estiverem matriculados na disciplina cuja atividade foi substituída.
Fls. 96
Art. 15. Os casos omissos a este regulamento serão deliberados pela Coordenação
do Curso, cabendo recurso ao Colegiado de Área.
Art. 16. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Revogam-se as
disposições em contrário.
Rio do Sul
Coordenação do Curso de Engenharia Civil
Fls. 97
8.4 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO DA ÁREA DAS CIÊNCIAS NATURAIS, DA COMPUTAÇÃO E DAS
ENGENHARIAS
O Presidente do Colegiado de Área das
Ciências Naturais, da Computação e das
Engenharias do Centro Universitário para o
Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí –
UNIDAVI
RESOLVE
Aprovar o Regulamento das Atividades de Monitoria dos cursos de Graduação da
Área das Ciências Naturais, da Computação e das Engenharias (CINCE).
TÍTULO I
DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS
CAPÍTULO I
DA NATUREZA
Art. 1º. As normas dispostas nesta Resolução regulamentam o desenvolvimento das
atividades de monitoria do CINCE da UNIDAVI, obedecendo ao estabelecido nas
Diretrizes Curriculares Nacionais.
Art. 2º. A monitoria é entendida como recurso pedagógico para o fortalecimento do
processo ensino-aprendizagem, por meio da utilização de práticas e instrumentação
que promovam a oportunidade da obtenção do conhecimento. São atividades
assistidas por docentes e executadas por acadêmicos, que têm suficiência e
comunicabilidade satisfatórias, de modo a incrementar e facilitar o processo da
aquisição do conhecimento.
CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS
Art. 3º. O Programa de Monitoria de Ensino tem os seguintes objetivos:
I - estimular a participação de acadêmicos dos cursos de graduação no processo
educacional, nas atividades relativas ao Ensino e na vida acadêmica da Instituição;
II - oferecer atividades de reforço escolar ao acadêmico, com a finalidade de superar
problemas de repetência escolar, evasão e falta de motivação;
III - propor formas de acompanhamento de acadêmicos em suas dificuldades de
aprendizagem;
IV - estimular a participação em projetos de Pesquisa e Extensão, no âmbito da
disciplina.
TÍTULO II
DOS REQUISITOS E DAS ATRIBUIÇÕES
Fls. 98
CAPÍTULO I
DOS REQUISITOS
Art. 4º. São requisitos básicos para o acadêmico participar do Programa de
Monitoria:
I - ser acadêmico regularmente matriculado em curso de graduação da UNIDAVI:
II - ter obtido aprovação na disciplina na qual pleiteia a monitoria, demonstrando
domínio desta;
III - apresentar coeficiente acadêmico igual ou superior a seis, resultante da média
aritmética das notas das disciplinas cursadas no ano anterior;
IV - ter disponibilidade de tempo para atender às atividades programadas;
V - não estar cumprindo pena disciplinar.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES
Seção I
DO MONITOR
Art. 5º. São atribuições do monitor:
I - colaborar com o docente no desempenho de tarefas didáticas, tais como:
preparação de aulas práticas, aplicação de exercícios e outros de natureza similar;
II - auxiliar os acadêmicos na realização de trabalhos práticos ou experimentais,
sempre que compatível com seu grau de conhecimento e experiência;
III - cooperar no atendimento e orientação aos acadêmicos, visando à sua
adaptação e maior integração com a área de conhecimento do referido curso;
IV - identificar eventuais falhas na execução do processo de ensino, propondo ao
professor medidas alternativas;
V - apresentar relatório semestral de atividades ao coordenador de curso.
§ 1º. É vedado ao monitor o exercício da docência, a realização de atividades de
responsabilidade exclusiva do professor, tais como: registro de frequência, digitação
de notas, aplicação de provas.
§ 2º. As atividades programadas para o monitor não poderão estar sobrepostas ao
seu horário de aula, do bloco semestral em que esteja matriculado.
Seção II
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL
Art. 6º. São atribuições do professor responsável:
I - orientar o monitor no desempenho das atividades programadas;
II - capacitar o monitor no uso de metodologias de ensino/aprendizagem adequadas
à sua atuação nas atividades propostas;
III - promover o aprofundamento dos conhecimentos do monitor quanto aos
conteúdos da disciplina;
IV - avaliar, de forma contínua, o desempenho do monitor mediante critérios
previamente estabelecidos, e que sejam do conhecimento do monitor;
Fls. 99
V - acompanhar o desempenho do acadêmico nas disciplinas de seu curso,
identificando possíveis interferências das atividades da monitoria sobre o seu
desempenho acadêmico, a fim de evitar comprometimento de seu processo de
aprendizagem em sua totalidade;
VI - identificar falhas eventuais no Programa de Monitoria, propor mudanças e
encaminhá-las para a Coordenação de curso.
TÍTULO III
DAS CATEGORIAS, DA REMUNERAÇÃO, DA SELEÇÃO E INDICAÇÃO DE
MONITORES, DO CANCELAMENTO DA ATIVIDADE DE MONITORIA
CAPÍTULO I
DAS CATEGORIAS E DA REMUNERAÇÃO
Art. 7º. Serão consideradas duas categorias de monitores: a dos bolsistas, que terão
uma retribuição financeira, sob forma de bolsa; e a dos voluntários, que não terão
nenhuma compensação financeira pelo exercício de monitoria.
§1º. O número de vagas disponíveis para monitor bolsista e monitor voluntário
deverá ser claramente apresentado no edital de convocação de seleção.
§2º. O monitor voluntário deverá assinar um Termo de Concordância, logo após o
ato de seleção, de que não perceberá qualquer incentivo financeiro pelo exercício da
monitoria.
Art. 8º. O exercício da monitoria quer para bolsistas, quer para voluntários,
implicará cumprimento de 10 (dez) horas semanais de atividades, as quais não
poderão ser coincidentes com o horário das aulas do acadêmico, em seu curso
regular.
Parágrafo único. A remuneração do monitor dar-se-á na forma de desconto na
mensalidade do curso.
CAPÍTULO II
DA SELEÇÃO E INDICAÇÃO DE MONITORES
Art. 9º. A seleção dos acadêmicos, para assumirem a monitoria, é feita por análise
curricular do desempenho do acadêmico, e posterior convite para o exercício da
mesma.
CAPÍTULO III
DO CANCELAMENTO DA ATIVIDADE DE MONITORIA
Art. 10.O exercício da monitoria será cancelado nas seguintes circunstâncias:
I - por suspensão imposta ao acadêmico no período em que se encontrar no
exercício da monitoria;
II - por trancamento de matrícula;
III - por obtenção de frequência inferior a oitenta por cento nas atividades de
monitoria, a cada mês;
IV - por não apresentar o relatório mensal ao coordenador de curso, ao qual o
monitor estiver vinculado, em prazo hábil.
Fls. 100
TÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art.11. Excluir-se-á, em qualquer hipótese, a configuração de vínculo empregatício
do monitor com a UNIDAVI, ou com a mantenedora desta.
Art.12. Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Ensino.
Art.13. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se
as disposições em contrário.
Rio do Sul,
Presidente do CINCE
Fls. 101
MATRIZ ANTERIOR, EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS EM ANDAMENTO N. 1064
Fase
I
Componentes curriculares
CH
CA
CF
72
72
72
72
36
36
360
36
72
72
36
72
72
360
72
72
72
36
72
36
360
72
72
72
36
72
108
4
4
4
4
2
2
20
2
4
4
2
4
4
20
4
4
4
2
4
2
20
4
4
4
2
4
6
4
4
4
4
2
2
20
2
4
4
2
4
4
20
4
4
4
2
4
2
20
4
4
4
2
4
0
36
468
72
36
36
72
72
72
360
72
72
36
36
2
26
4
2
2
4
4
4
20
4
4
2
2
2
20
4
2
2
4
4
4
20
4
4
2
2
72
4
4
72
360
4
20
4
20
Estruturas de Concreto Armado II
72
4
4
Fundamentos de Engenharia de Segurança
Estruturas de Fundações e Obras de Contenção
Gerenciamento e Planejamento de Obras
Introdução à Pavimentação
Sistemas Prediais de Instalações de Segurança
contra Incêndio
36
72
72
72
2
4
4
4
2
4
4
4
36
2
2
360
72
20
4
20
4
Introdução à Engenharia Civil
Cálculo I
Física I
Geometria Analítica e Descritiva
Desenho Tec. Aplicado à Eng. Civil I
Metodologia do Trabalho Científico
Subtotal
II
Função Social do Engenheiro
Informática Aplicada à Engenharia
Cálculo II
Desenho Tec. Aplicado à Eng. Civil II
Física II
Álgebra Linear e Equações Diferenciais
Subtotal
III
Cálculo III
Materiais de Construção I
Topografia Aplicada
Mecânica Geral
Fenômenos de Transporte
Química Básica
Subtotal
IV
Materiais de Construção II
Topografia e Geoprocessamento
Resistência dos Materiais I
Geologia de Engenharia
Teoria das Estruturas e Estabilidade das Construções
Estudo de Práticas de Engenharia I: Tecnologia
das Construções
Cálculo e Métodos Numéricos Computacionais
Subtotal
V
Construção Civil I
Hidrologia
Hidráulica Aplicada
Estática e Isostática
Resistência dos Materiais II
Estatística
Subtotal
VI
Estruturas de Concreto Armado I
Construção Civil II
Sistemas Prediais de Instalações Hidro-Sanitárias
Sistemas Prediais de Instalações Elétricas
Saneamento, Tratamento de Águas e Esgotos
Sanitários e Meio Ambiente
Mecânica dos Solos
Subtotal
VII
Subtotal
VIII
Arquitetura e Planejamento Urbano
Prérequisitos
Const.Civil I
Estrut.de
Conc.Arm.I
Fls. 102
Estruturas Metálicas
Estruturas de Madeiras
Pavimentação Urbana e Industrial
72
36
72
4
2
4
4
2
4
Obras de Terra
72
4
4
108
6
0
36
468
252
2
26
14
2
20
4
72
4
4
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto
72
4
4
Patologia de Construções
Alvenaria Estrutural
72
72
540
4
4
30
4
4
20
Estágio em Engenharia Civil
198
11
8
Empreendedorismo
72
4
4
Concreto Protendido, Pontes e Viadutos
72
4
4
36
72
450
4086
234
4320
2
4
25
227
13
240
2
4
22
202
0
202
Estudo de Práticas de Engenharia II: Construção
Civil Pesada e Grandes Construções
Controle e Desperdício na Construção
Subtotal
Projeto de Estágio/TCC
Fundamentos de Engenharia de Tráfego e
Transportes
IX
Subtotal
X
Introdução ao Direito e Legislação
Engenharia de Avaliações e Perícia
Subtotal
Total
Atividades Complementares
TOTAL GERAL
1)
2)
3)
4)
Estrut Fund. e
Obras de
Contenção
Estrut.de
Conc.Arm.II
Todas as
disciplinas até
a IX fase
Estrut.de
Conc.Arm.II
Observação:
Atendendo à Resolução CONSUNI nº 23/2007 o curso apresenta 240 créditos que,
multiplicados por 18 horas/aula de 50 minutos, totalizam 4320 horas/aula. Estas,
convertidas em hora relógio, correspondem a 3600horas.
Atendendo ao Decreto no. 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que regulamenta a Lei
no. 10.436 de 24 de abril de 2002 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) e o art. 18 da Lei no. 10.098 de 19 de dezembro de 2000 e a Resolução
CONSUNI no. 52 de 12 de dezembro de 2008, a Libras é oferecida como disciplina
optativa com, no mínimo, dois créditos acadêmicos e financeiros.
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana. Resolução CNE/CP nº. 01 de 17 de junho de 2004;
Políticas de Educação Ambiental – Lei nº. 9795 de 27 de abril de 1999 e Decreto nº.
4281 de 25/06/2002 e a Resolução CNE n. 2, de 15 de junho de 2012 que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental.
22.3 DISCIPLINAS OPTATIVAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
CIVIL
Fase
IX
Disciplinas Optativas
Sistemas Especiais em Cerâmica Vermelha
CH
36
CA
2
CF
2
Sistemas Especiais em Saneamento e
Impacto Ambiental
36
2
2
Pré-requisitos
Materiais de Construção
II e Construção Civil II
Saneamento,
Tratamento de Águas e
Esgotos Sanitários e
Fls. 103
Meio Ambiente
Subtotal
X
Sistemas Especiais em Estruturas PréMoldadas de Concreto e Tecnologia do
Concreto
Sistemas Especiais em Estruturas
Metálicas
Sistemas Especiais em Estruturas de
Madeira
Subtotal
Total
72
36
4
2
4
2
36
2
2
Estruturas Metálicas
36
2
2
Estruturas Pré-Moldadas
de Concreto
108
180
6
10
6
10
Estruturas Pré-Moldadas
de Concreto
22.4 QUADRO RESUMO COMPLEMENTAR
Descrição
Atividades Complementares
Estágio em Engenharia Civil
Projeto de Estágio/TCC
Disciplinas Optativas
Total
CH
234
198
252
180
864
CA
13
11
14
10
48
% da carga do curso
5,42%
4,58%
5,83%
6,67%
20%
Observação:
O percentual do quadro acima foi verificado com base na carga horária total do
curso, considerando a hora de 60 minutos, sem o cômputo das horas das disciplinas
optativas, ou seja, a carga de 4320 horas. É importante ressaltar que os índices
percentuais, se aplicados em relação à carga horária com as disciplinas optativas,
não ultrapassaram aos 20% estabelecidos pela legislação educacional.
22.5 EMENTÁRIO E REFERÊNCIAS DAS DISCIPLINAS
FASE I
Introdução à Engenharia Civil
Ementa: A história da engenharia civil. Áreas de atuação. Aspectos regimentais. As
ferramentas de trabalho do engenheiro - projeto, otimização, inovação, criatividade,
modelos e simulação. Pesquisa tecnológica, formação e processos básicos mais
utilizados. Relações entre ciência, tecnologia e sociedade. Atribuições profissionais
e perspectivas do mercado de trabalho.
Referências Básicas
BAZZO, W. A. & PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis:
Editora: UFSC, 2000.
FERRAS, HERMES. A Formação do engenheiro: um questionamento humanístico.
São Paulo: Atica, 1983.
HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Rio de
Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2006.
Referências Complementares
CUNHA, J.C.. A História das construções – Volume 1. Belo Horizonte: Autêntica
Editora, 2009.
CUNHA, J.C.. A História das construções – Volume 2. Belo Horizonte: Autêntica
Editora, 2009.
Fls. 104
KAWAAMURA, L.L.I.K. Engenheiro: Trabalho e Ideologia. São Paulo: Atica, 1981.
TELLES, Pedro C.S. História da engenharia no Brasil. Rio de Janeiro: 1984.
VARGAS, M. Para uma filosofia da tecnologia. Editora Alfa Omega. 1994.
Cálculo I
Ementa: Funções de uma ou mais variáveis. Limites e continuidade. Derivadas.
Referências Básicas
KUHLKAMP, Nilo. Cálculo 1. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2001.
ROCHA, Mauro Luiz 1922. Cálculo 1: limites, derivados, integrais, exercícios
resolvidos 670 exercícios com respostas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
THOMAS JR., George B. Cálculo. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1966.
Referências Complementares
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 5. ed., rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992.
HIMONAS, Alex; HOWARD, Alan. Cálculo: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro:
LTC, c2005.
ROCHA, Mauro Luiz 1922-. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais
múltiplas, equações diferenciais ordinárias, séries, 600 exercícios com respostas. 2.
ed., 3. tiragem 1995. São Paulo: Atlas, 1990.
SALAS, Saturnino L.; HILLE, Einar; ETGEN,Garret J.. Cálculo. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC, c2005. 2 v.
Cálculo I
Ementa: Funções de uma ou mais variáveis. Limites e continuidade. Derivadas.
Referências Básicas
KUHLKAMP, Nilo. Cálculo 1. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2001.
ROCHA, Mauro Luiz 1922. Cálculo 1: limites, derivados, integrais, exercícios
resolvidos 670 exercícios com respostas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
THOMAS JR., George B. Cálculo. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1966.
Referências Complementares
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 5. ed., rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617 p.
HIMONAS, Alex; HOWARD, Alan. Cálculo: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro:
LTC, c2005.
ROCHA, Mauro Luiz 1922-. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais
múltiplas, equações diferenciais ordinárias, séries, 600 exercícios com respostas. 2.
ed., 3. tiragem 1995. São Paulo: Atlas, 1990.
SALAS, Saturnino L.; HILLE, Einar; ETGEN,Garret J.. Cálculo. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC, c2005. 2 v.
Física I
Ementa: Medidas Físicas. Vetores. Movimento em uma dimensão e um plano. Leis
de Newton. Leis da conservação. Cinemática Vetorial. Dinâmica da partícula.
Fls. 105
Trabalho e energia. Temperatura. Termodinâmica. Física experimental aplicada em
laboratório.
Referências Básicas
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 2 v.
SEARS, Francis Weston. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967. v. 3.
SERWAY, Raymond. Física. 3. ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1996. 4 v.
Referências Complementares
PEREIRA NETTO, João Cardoso. Física, matemática e química. Mogi das Cruzes:
Indústria Gráfica Brasil, 2001. 2 v.
RAMALHO JUNIOR, Francisco. Elementos de física. São Paulo: Moderna, 1986.
TIPLER, P. A. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995.
TIPLER, Paul A.. Física: para cientistas e engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 1995-.
UENO, Paulo T.. Noções fundamentais de física. São Paulo: Moderna, 1988.
Geometria Analítica e Descritiva
Ementa: Álgebra vetorial, retas, planos, cônicas, quádricas e circunferências.
Coordenadas cartesianas. Sistemas de coordenadas e representação de superfícies
no espaço.
Referências Básicas
DAGOSTIM, Maria Salete; GUIMARÃES, Marília Marques; ULBRICHT, Vânia Ribas.
Noções básicas de geometria descritiva. Florianópolis: UFSC, 1994.
EDWARDS, C. H. Cálculo com geometria analítica. 4.ed. Rio de LTC 1994. v. 1.
LOPES, Elizabeth Teixeira; KANEGAE, Cecília Fujiko. Desenho geométrico: 6. ed.
[S.L.]: Scipione, [S.D.].
Referências Complementares
BORGES, Gladys Cabral de Mello. Noções de geometria descritiva. 7. ed. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2002.
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio do Sul: Ao Livro Técnico, 1976.
LARSON, Roland; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
geometria analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
MARCHESI JÚNIOR, Isaías. Desenho geométrico. 11. ed. São Paulo: Ática, 1997. 4 v.
MURDOCH, D.C. Geometria Analítica. Editora LTC, 1971.
Desenho Técnico Aplicado à Engenharia Civil I
Ementa: Sistemas de referências e ponto. Reta. Planos. Cortes. Perspectivas.
Paralelismo e perpendicularidade. Representação de poliedros. Métodos
descritivos. Normas e convenções.
Referências Básicas
BORTOLUCCI, M. A. & CORTESI, M. Desenho arquitetônico. São Carlos:
EESC/USP, 1994.
BORTOLUCCI, M.A. (org). Desenho: teoria e prática. São Carlos: EESC/USP,
2005.
FRENCH, T.E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. São Paulo: Globo, 1989.
Fls. 106
Referências Complementares
MONTENEGRO, Gildo A.Ventilação e cobertas. São Paulo: Edgar Blucher , 2001.
NEIZEL, E. Desenho técnico para construção civil. São
Paulo: EPU-Edusp, 1976.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo: . Ed. GG, 2004.
OBERG, Lamartine. Desenho geométrico. Rio de Janeiro. Ao livro técnico, 1989.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes,
2001.
Metodologia do Trabalho Científico
Ementa: Universidade: Natureza do conhecimento. Ciência e método.
Universidade: seus programas e projetos de pesquisa e extensão. Leitura e
técnicas de estudo e pesquisa como forma de saber. A normatização dos trabalhos
acadêmicos e sua estruturação. Tipos de trabalhos acadêmicos.
Referências Básicas
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos de graduação. 6. ed.São Paulo: Atlas, 2003.
BLOGOSLAWSKI, Ilson Paulo Ramos; FACHINI, Olímpio; FÁVERI, Helena Justen
de. Educar para a pesquisa: normas para a produção de textos científicos. 3. ed.
rev. e atual. Rio do Sul: Unidavi, 2010.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Referências Complementares
CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodologia científica. 2. ed. Rio de Janeiro: Axcel
Books, c2003. 324 p.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 175 p.
MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. 3.
ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2008. 308 p.
RUIZ, J. Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 3. ed.,
São Paulo: Atlas, 1993.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: 7. ed. rev. Rio de
Janeiro: Lamparina, 2007. 190 p.
FASE II
Função Social do Engenheiro
Ementa: Sociologia aplicada. Função social do engenheiro, Os clássicos da
sociologia. A antropologia social e empresarial. Relação entre a sociologia e
engenharia. Ética normativa, descritiva e prescritiva. Conjunto de princípios e
regras de conduta e os deveres no exercício da profissão. Ética.
Referências Básicas
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo:
Moderna, 2002.
FERREIRA, Delson. Manual de sociologia. São Paulo: Atlas, 2001.
SILVA, Cândido; Sung, Jung. Conversando sobre ética e sociedade. 7 ed.
Fls. 107
Petrópolis: Vozes, 2000.
Referências Complementares
BERGER, Peter L.. A construção social da realidade: tratado de sociologia do
conhecimento. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 247 p.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações: uma análise do homem e
das empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira, 1999.
RAMOS. Guerreiro. Administração e estratégia do desenvolvimento: elementos
de uma sociologia especial da administração. Rio de Janeiro: FGV, 1966.
SEOANE, José e TADDEI, Emílio (Orgs.). Resistências mundiais: de Seattle a
Porto Alegre. Petrópolis: Vozes, 2002.
SCURO, Pedro. Sociologia: ativa e didática. São Paulo: Saraiva, 2003.
Informática Aplicada à Engenharia
Ementa: Sistemas de computação, funções principais, formas de apresentação de
dados. Ferramentas: processadores de texto, planilhas, bancos de dados,
programas de desenho assistido por computador, introdução ao cálculo numérico e
visualização de funções, gerenciadores de projetos, linguagens de programação.
Referências Básicas
FERRER, Harry et.al. Algoritmos estruturados. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Kougar, 1989.
GOODRICH, Michael T.; TAMASSIA, Roberto. Estruturas de dados e algoritmos
em Java. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
LOPES, Anita. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de
Janeiro: Campus, 2002.
Referências Complementares
FIGUEIREDO, Francisco Constant. Dominando gerenciamento de projetos com
Ms Project 2000.São Paulo: Ciência Moderna, 2001.
FRYE,,Curtis. Microsoft Office Excel 2007 - Passo a Passo. Editora Bookman,
2007.
PREDABON, Edilar. Solid Works 2004 projeto e desenvolvimento. São Paulo:
Editora Ética, 2005.
ROHLEDER, Edison. Tutoriais de modelagem 3D utilizando o Solid Works.
Florianópolis: Visual Books, 2006.
ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 2. ed.
rev. e ampl. São Paulo: Thomson, c2004.
Cálculo II
Ementa: Técnicas de integração. Estudo de sequências, séries e equações
diferenciais ordinárias e parciais. Aplicações de integral definida e indefinida.
Referências Básicas
ANTON, Howard. Cálculo: Porto Alegre:: Bookman, 2007.
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. Porto Alegre:
Makron Books, 2000.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 1970.
Fls. 108
Referências Complementares
COSTA, Fernanda. Cálculo numérico com Pascal. São Paulo: Editora Escolar ,
2000.
HILDEBRAND, Francis B. Advanced calculus for applications. Second Edition.
Prentice-Hall. Engewood Cliffs, New Jersey. 2000.
MORETTIN, Pedro A. Cálculo funções de uma e várias variáveis. Sâo Paulo:
Editora Saraiva, 2003.
RUGGIERA, Marcia Gomes. Cálculo Numérico. Porto Alegre: Makron Books ,
2000.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. Porto Alegre
Makron Books, 1994.
Física II
Ementa: Teoria cinética dos gases. Gravitação. Oscilações. Ondas
mecânicas. Eletricidade. Magnetismo. Eletromagnetismo. Eletrostática.
Corrente e resistência elétrica. Força eletromotriz e circuitos elétricos.
Fenômenos eletromagnéticos dependentes do tempo. Física experimental
aplicada em laboratório.
Referências Básicas
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 2 v.
SERWAY, Raymond. Física: 3. ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1996. 4 v.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, G.. Física: 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006.
Referências Complementares
BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física: cinemática, cinemática
vetorial, dinâmica, gravitação universal, estática e mecânica dos fluídos. São Paulo:
FTD. 1985.
MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz Gonçalves de. Física: São Paulo:
Scipione, 2003.
NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blücher,
1996-. 4 v. SEARS, Francis Weston. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967.
3 v. TIPLER, Paul A. Física: Rio de Janeiro: LTC, 2000.
Desenho Técnico Aplicado à Engenharia Civil II
Ementa: Introdução ao programa de desenho, utilizando sistemas computacionais.
Fundamentos do desenho arquitetônico. Representação de projetos de engenharia e
arquitetura.
Referências Básicas
BORTOLUCCI, M. A. & CORTESI, M. Desenho arquitetônico. São Carlos:
EESC/USP, 1994.
BORTOLUCCI, M.A. (org). Desenho: teoria e prática. São Carlos: EESC/USP, 2005.
FRENCH, T.E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. São Paulo, Globo, 1989.
Referências Complementares
MONTENEGRO, Gildo A.Ventilação e cobertas. São Paulo. Edgar
Fls. 109
Blucher Ltda, 2001.
NEIZEL, E. Desenho técnico para construção civil. São Paulo.
PU-Edusp, 1976.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo:
Ed. GG, 2004.
OBERG, Lamartine. Desenho Geométrico. Rio de
Janeiro: Ao livro técnico, 1989.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
Álgebra Linear e Equações Diferenciais
Ementa: Matrizes. Sistemas lineares. Determinantes. Vetores. Estudos
complementares de matemática básica.
Referências Básicas
BOLDRINI, José Luiz. Álgebra linear. São Paulo. McGraw Hill do Brasil 1985.
LIMA, R. B. Elementos de Álgebra linear. Rio de Janeiro: Editora Nacional 1996.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron
Books, 2004. 647 p
Referências Complementares
GONÇALVES, Z. M. Curso de geometria analítica com tratamento vetorial. Rio
de Janeiro. Ed. Científica, 1969.
LEHMANN, C. H. & BOULOS, P. Geometria analítica com tratamento vetorial.
São Paulo. Mcgraw-hill do Brasil,1994.
LISPCHUTZ, S. Álgebra linear. São Paulo: Mcgraw-hill do Brasil. 1996
POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Thomson, 2004. 689 p.
STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed.. São
Paulo. Makron Books do Brasil ,2004..
STEINBRUCK, A. Álgebra linear e geometria analítica. São Paulo. McGraw-HilI
do Brasil. 1973
FASE III
Cálculo III
Ementa: Introdução às equações diferenciais parciais, integrais múltiplas. Integrais
de linha e de superfície. Séries de potências. Transformada de Laplace. Séries de
Fourier.
Referências Básicas
ANTON, Howard. Cálculo: Porto Alegre: Bookman, 2000. v.
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. Porto Alegre:
Makron Books, 2000..
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. São
Paulo: Técnicos e Científicos Editora , 2006.
Referências Complementares
COSTA, Fernanda. Cálculo Numérico com Pascal. São Paulo: Editora Escolar,
2000.
Fls. 110
HILDEBRAND, Francis B. Advanced Calculus for Applications. Second Edition.
Prentice-Hall. Engewood Cliffs, New Jersey, 2000.
MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton O. Cálculo: funções de
uma e várias variáveis. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
RUGGIERA, Marcia Gomes. Cálculo Numérico. Porto Alegre: Makron Books,
2006.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. Porto Alegre:
Makron Books, 1994.
Materiais de Construção I
Ementa: Propriedades físicas e mecânicas, aplicações e controle de qualidade de
argamassas e concretos convencionais confeccionados com cimento Portland, cal e
agregados naturais. Avaliações técnicas e experimentais das características dos
principais materiais utilizados para a construção civil. Ensaios em laboratório.
Referências Básicas
ALVES, Jose Dafico. Materiais de construção. 7. ed. Goiania : Ed. da UFG : CEFET,
1999. 298p.
CALLISTER JUNIOR, William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução.
Rio de Janeiro: LTC, 2008. 705 p.
PETRUCCI, Eládio Geraldo Requião. Materiais de construção. 11. ed. Porto Alegre :
Globo, 1998.
Referências Complementares
BAÍA, L. L. M.; SABBATINI, F. H. Projeto e execução de revestimento de argamassa.
São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. Rio de Janeiro: Elsevier,
2004. 299 p. GRAIG, JR., R.R. Mecânica dos materiais. 2. ed. São Paulo : LTC, 2003.
REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2000.
THE OPEN UNIVERSITY. Materiais de construção e outras matérias brutas: bloco 2.
Campinas: Ed. da UNICAMP, 1995. 89 p.
Topografia Aplicada
Ementa: Conceitos, fundamentos e Geodésia. Instrumentação. Planimetria.
Altimetria. Planialtimetria. Sistema de coordenadas. Desenho topográfico.
Avaliações de áreas e volumes. Medidas. Ângulos. Distâncias. Topologia.
Taqueometria. Batimetria. Nivelamento. Cartografia aplicada à topografia. Práticas
de campo.
Referências Básicas
ERBA, D. A.; THUM A. B.; SILVA, C. A. U.; SOUZA, G. C.; VERONEZ, M. R.;
LEANDRO, R. F.; MAIA, T. C. B. Topografia para estudantes de
arquitetura, engenharia e geologia. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2003.
GEMAEL, C. Introdução ao ajustamento de observações, aplicações
geodésicas. Curitiba: UFPR, 1994.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea, planimetria, 2 ed.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2000.
Fls. 111
Referências Complementares
MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS:
descrição, fundamentos e aplicações. São Paulo: {S.l], 2009.
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e
metodologias de aplicação. 2.ed. Rio de Janeiro: , UFV, 2003.
NOVO, Evlyn M. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações,
2.ed., São Paulo : Edgard Blücher, 2002.
RIBEIRO Jr. P.J. Métodos geoestatísticos no estudo da variabilidade espacial
de parâmetros físicos do solo. Master's thesis, ESALQ/USP, 1965.
ROCHA, C. H. B. Geoprocessamento - Tecnologia transdisciplinar. 2. ed. Juiz
de Fora, MG: Ed. Do Autor, 2002.
Mecânica Geral
Ementa: Princípios e conceitos fundamentais da mecânica. Dinâmica. Cinemática.
Cinética. Forças. Diagrama de esforços e momentos. Equilíbrio dos corpos.
Propriedades Geométricas de Áreas Planas. Esforços internos solicitantes. Centro
de gravidade.
Referências Básicas
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR., E. Russell. Mecânica vetorial para
engenheiros. São Paulo: Pearson Education, 1994. 2 v.
BEER, Ferdinand e JOHNSTON, Russell. Mecânica vetorial para engenheiros
Estática, 7. ed. São Paulo: Makron Books, 2006.
HIBELLER, R. C. ESTÁTICA - mecânica para engenharia 10. ed, São Paulo:
Makron books, 2005.
Referências Complementares
IRVING H. Shames. Dinâmica - Mecânica para engenharia. São Paulo: Makron
Books, 2003.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 2. ed. São Paulo: Érica, 2001.
PROVENZA, Francesco. Mecânica aplicada. São Paulo, SP: Escola Pro-Tec, 1985
3 v.
POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Ed. Edgar Bucher,
1978.
TIMOSHENKO, S. Mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1992.v.1.
Fenômenos de Transporte
Ementa: Fundamentos da termodinâmica. Propriedades dos fluidos e dos meios
contínuos. Fundamentos de transferência de calor e massa. Unidades de medida.
Equações de estado. Gás perfeito. Escoamento laminar e turbulento. Massa e
força. Estática dos fluidos. Conservação da energia. Higrometria. Relações
energéticas.
Referências Básicas
BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E.; LIGHFOOT, Edwin N. Fenômenos de
transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2004.
LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para
cursos básicos. Rio de Janeiro: LTC, c2004.
SISSOM, Leighton E.. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara,
Fls. 112
1988.
Referências Complementares
BENNETT, Carroll Osborn. Fenômenos de transporte de quantidade de
movimento calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 812p.
FOX, R. W.; PRITCHARD, PHILIP J. e McDONALD, A. T. Introdução à mecânica
dos fluídos .6. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora Guanabara, 2006.
FRANK M. WHITE. Mecânica dos fluidos. 4. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
2006.
GARCEZ, L. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo, Edgard
Blucher 2006.
POTTER, M.C. & Wiggert, D.C., Mecânica dos fluidos, São Paulo:
Thomson, 2004.
Química Básica
Ementa: Estudo da matéria e cálculos químicos. Funções inorgânicas e orgânicas.
Fundamentos de equilíbrio químico. Introdução à química dos materiais da
construção civil. Reações de oxidação e redução, neutralização, soluções, cinética
das reações, pH, determinação de Cálcio e Magnésio. Química experimental
aplicada em laboratório.
Referências Básicas
BRADY, James E.. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. 2 v.
FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna, 1995. v. 1 e 2.
MAHAN, Bruce M.. Quimíca um curso universitário. 4. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 1995.
Referências Complementares
NABUCO, João Roberto da Paciência. Química geral e inorgânica. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978.
REVISTA - Química Nova - Órgão de divulgação da Sociedade Brasileira de
Química – SBQ
RUSSEL, B. John. Química Geral. São Paulo: Makron Books, 1994. v. 1 e 2.
RUSSEL, John B. Química Geral. 2. ed. São Paulo, Makron Books, 1994. 2v.
SARDELLA, Antônio e Mateus, Edegar. Curso de Química. São Paulo, Ática,
1998. 3 v.
FASE IV
Materiais de Construção II
Ementa: Propriedades, durabilidade, aplicações e controle de qualidade de materiais
utilizados na construção civil. Tecnologia do concreto de cimento Portland. Concretos
especiais. Argamassas especiais. Aditivos. Aglomerantes. Compósitos. Sistemas de
revestimentos. Normas brasileiras. Ensaios em laboratório.
Referências Básicas
ALVES, Jose Dafico. Materiais de construção. 7. ed. Goiania : Ed. da UFG : CEFET,
1999.
CALLISTER JUNIOR, William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução.
Fls. 113
Rio de Janeiro: LTC, 2008. 705 p.
PETRUCCI, Eládio Geraldo Requião. Materiais de construção. 11. ed. Porto Alegre :
Globo, 1998.
Referências Complementares
BAÍA, L. L. M.; SABBATINI, F. H. Projeto e execução de revestimento de argamassa.
São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. Rio de Janeiro: Elsevier,
2004. 299 p.
GRAIG, JR., R.R. Mecânica dos materiais. 2. ed. São Paulo : LTC, 2003.
REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2000.
THE OPEN UNIVERSITY. Materiais de construção e outras matérias brutas: bloco 2.
Campinas: Ed. da UNICAMP, 1995.
Topografia e Geoprocessamento
Ementa:
Mapeamento
computadorizado.
Técnicas
cartográficas.
Geoposicionamento. Georeferenciamento. Princípios, métodos, características e
organização e estruturação dos dados geográficos espaciais: da fotogrametria, do
sensoriamento remoto e do Sistema de Posicionamento Global - GPS. Sistema
de Informação Geográfica - SIG: componentes e características.
Referências Básicas
BORGES, A. de C. Exercícios de topografia. São Paulo: Edgar Blücher, 1999.
COMASTRI, José Aníbal. Topografia: Altimetria. Viçosa: UFV-MG, Imprensa
Universitária, 1977.
MCCORMAC, Jack C. Topografia. 5. ed. São Paulo: Editora LTC, 2007.
Referências Complementares
BORGES, Alberto de C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo:
Edgar Blücher, 1977. v. 1.
BORGES, Alberto de C. Topografia aplicada a engenharia civil.. São Paulo:
Edgar Blücher, 1977. V. 2
ERBA, Diego Alfonso. Topografia para Estudantes de Arquitetura,
Engenharia e Geologia. Porto Alegre: Unisinos, 2003.
ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. 8. ed. Porto Alegre: Globo, 1980.
LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria.
Florianópolis: UFSC, 1995.
Resistência dos Materiais I
Ementa: Conceito de tensão, deformação e deslocamento. Esforços, tração,
compressão e cisalhamento. Torção. Flexão. Lei de Hooke. Deformações em vigas:
linha elástica. Solicitações múltiplas. Estado plano tensão. Critérios de ruptura.
Flambagem.
Referências Básicas
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR., E. Russell. Resistência dos materiais. 3.
ed. São Paulo: Makron Books, 2004.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 14. ed. São
Fls. 114
Paulo: Érica, 2004.
POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
Referências Complementares
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos: características gerais,
tratamentos térmicos, principais tipos. 7. ed. ampl. e rev. São Paulo: [S.l], 2005.
DOYLE, Lawrence E. Processos de fabricação: e materiais para engenheiros. Rio
de Janeiro: Programa de Publicações Didáticas, 1966.
MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. São Paulo: Scipione,
2000.
SHAMES, Irving H. Estática. São Paulo: Prentice-Hall, 2002. V.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio
de Janeiro: Elsevier, c2003.
Geologia de Engenharia
Ementa: Origem e formação da Terra. Perfis e mapas geológicos. Solos e as suas
implicações nas condições técnicas das obras e de emprego como materiais de
construção. Estruturas geológicas. Mineralogia. Rochas. Geologia do Estado de Santa
Catarina e do Brasil. Águas subterrâneas. Aplicações de rochas na engenharia. Geologia
experimental aplicada em laboratório.
Referências Básicas
BRADY, N. C. Natureza e propriedades dos solos. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1989.
LEINZ, V.; AMARAL, S. E. do. Geologia geral. São Paulo: Nacional, 1995.
SANTOS, Álvaro Rodrigues dos. Geologia de engenharia - conceitos, método e
prática. 2. ed. São Paulo: Ed. O Nome da Rosa. 2009.
Referências Complementares
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1994.
MASSAD, Faiçal. Obras da terra. São Paulo, Oficina de Textos, 2003.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2006. 247p.
POPP, J. H. Geologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C. M. de; FAIRCHILD, T.; TAIOLI, F. Decifrando a terra.
São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
Teoria das Estruturas e Estabilidade das Construções
Ementa: Conceitos fundamentais: Força e momento, condições de equilíbrio, graus
de liberdade e reações de apoio, estaticidade e estabilidade, esforços simples e
cargas. Morfologia das estruturas. Concepção e lançamento de estruturas. Cargas
em estruturas. Cabos. Arcos. Treliças. Vigas. Pórticos. Grelhas. Cálculo de
deslocamentos em estruturas isostáticas. Estruturas hiperestáticas: Métodos das
Forças. Método dos deslocamentos.
Referências Básicas
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5 ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall. 2004.
Fls. 115
HIBBELER, R.C. Resistência dos materiais. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
NASH, WILLIAM A. Resistência dos materiais. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 1982 (Coleção Schaum).
Referências Complementares
ALMEIDA, M. C. Estruturas isostáticas. São Paulo, Oficina de textos, 2009.
BEER & JOHNSTON. Resistência dos materiais. 3. ed. São Paulo: Pearson
Makron Books. 1995.
JR. CRAIG, ROY R. Mecânica dos materiais
POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher
Koogan. 2006.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v. I e II.
Estudo de Práticas de Engenharia I – Tecnologia das Construções
Ementa: Elaboração de um estudo de prática de engenharia envolvendo a
interdisciplinaridade. Análise de desempenho dos sistemas construtivos. Processos
construtivos tradicionais e industrializados. Canteiro de obras. Detalhamento
técnico-construtivo das etapas executivas da edificação.
Referências Básicas
MEHTA, P. K. e MONTEIRO, P. J. M. Concreto: microestrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: PINI, 1994.
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo:
Editora Pini, 2001.
YAZIGI, W.. A técnica de edificar. 6. ed. São Paulo: . Editora PINI, 2004.
Referências Complementares
BAÍA, L. L. M., SABBATINI, F.H. Projeto e execução de revestimento de
argamassa. São Paulo: CTE, 2000.
FIORITTO, A.J.S.I. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e
procedimentos de execução. São Paulo, Pini, 1994.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: microestrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: PINI, 1994.
NAZAP, Nilton. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo, Pini, 2007.
RECENA, Fernando Antônio Piazza. Conhecendo argamassa. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2008.
Cálculo e Métodos Numéricos Computacionais
Ementa: Solução numérica de sistemas de equações lineares e não lineares.
Interpolação. Ajuste de curvas. Integração numérica. Soluções aproximadas para
equações diferenciais ordinárias e equações diferenciais parciais. Erros.
Convergência. Série de Taylor. Ferramentas matemáticas de auxílio aos
tratamentos numéricos.
Referências Básicas
CLAUDIO, Dalcídio Moraes. Cálculo numérico computacional: Teoria e Prática. 3
ed. São Paulo: Átlas, 2000.
FERNANDES COSTA, M. A. Cálculo numérico com Pascal. Lisboa: Editora
Escolar, 1993.
Fls. 116
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: 5. ed., rev. e ampl. São Paulo: Makron Books,
1992. 617 p.
Referências Complementares
GILAT,Amos; SUBRAMANIAM, Vish. Métodos numéricos para engenheiros e
cientistas. Porto Alegre: Bookaman, 2008.
HOFFMANN, Laurence D.. Cálculo: Rio de Janeiro: LTC, 1990-. 2 v.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo: 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986. 526 p.
RUGGIERA, Marcia Gomes. Cálculos numéricos: aspectos teóricos e
computacionais. São Paulo: Makron Books, 1997.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron
Books, 1994-. 2 v.
FASE V
Construção Civil I
Ementa: Serviços preliminares, movimentação de terra e locação. Fundações.
Estruturas. Os sistemas construtivos e serviços de execução. A mão de obra e
canteiro de obras na construção civil. Implantação e equipamentos usuais de
construção. Técnicas de execução e desempenho. Visita a canteiros de obras.
Referências Básicas
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo
Pini, 2001.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios. São Paulo: Pini., 2002.
YAZIGI, W. A. Técnica de edificar, 6. ed., São Paulo: Editora Pini, 2004.
Referências Complementares
FIORITTO, A.J.S.I. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e
procedimentos de execução. São Paulo, Pini, 1994.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: microestrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: PINI, Paulo, 1994.
NAZAP, Nilton. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo, Pini, 2007.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção, 11. ed., Rio de Janeiro, [S.l], 1987.
RECENA, Fernando Antônio Piazza. Conhecendo argamassa. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2008.
Hidrologia
Ementa: Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Escoamento superficial.
Infiltração. Evapotranspiração. Manipulação de dados, medições e regularização de
vazão.
Vazões de enchentes. Controle de cheias e erosões. Noções sobre o gerenciamento
dos recursos hídricos. Propagação de enchentes em reservatórios e canais.
Referências Básicas
ALFARO, P. M. et alli. Fundamentos de Hidrogeologia. Madrid: Mundi Prensa Libro
s, 2006.
BRANDÃO, V. S.; CECÍLIO, R. A.; PRUSKI, F. F.; SILVA, D. D. Infiltração da água
no solo. 3. ed. Viçosa: UFV, 2006.
Fls. 117
CARPENA, R. M.; RODRIGUEZ, A. R. Hidrologia agroforestal. Madrid: Mundi Pren
sa Libros, 2005.
Referências Complementares
CRUZ, Jussara Cabral; SILVEIRA, André L. L. da; SILVEIRA, Geraldo Lopes da.
Seleção ambiental de barragens: análise de favorabilidades ambientais em escala
da bacia hidrográfica. Santa Maria: UFSM, 2005.
GRIBBIN, John E. Introdução à hidráulica e hidrologia na gestão de águas
pluviais. 3. ed. Norte americana. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
MENDES, C. A. B.; CIRILLO, J. A. Geoprocessamento em recursos hídricos
: Princípios, Integração e Aplicação. Porto Alegre: ABRH, 2001.
MÜLLER, Arnaldo. Hidrelétricas, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo,
Makron Books, 1995.
PAIVA, J. B. D.; PAIVA, E. M. C. D. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas
bacias hidrográficas. Porto Alegre: ABRH, 2001.
Hidráulica Aplicada
Ementa: Introdução à hidráulica. Principais propriedades físicas dos fluídos.
Viscosidade. Escoamento. Esforços nos fluídos. Orifícios. Bocais. Vertedores.
Equação de Bernoulli. Perda de carga. Empuxo em superfícies. Corpos imersos e
flutuantes. Equação da continuidade. Princípio de Arquimedes. Manometria.
Sistemas de Recalque. Hidrometria. Ensaios em laboratório.
Referências Básicas
AZEVEDO NETTO, J. M.; FERNANDEZ, M. F.; ARAUJO, R.; ITO, A. E. Manual de
hidráulica. 8. ed. São Paulo: EDGARD BLUCHER, 1999.
BAPTISTA, Márcio; LARA, Márcia. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2.
ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
CREDER, Helio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1991.
Referências Complementares
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004.
DELMÉE, G. J. Manual de medição de vazão. 3 ed. São Paulo: Ed. Edgard
Blücher., 2003.
GARCEZ, L. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo, Edgard
Blucher 2006.
GRIBBIN, John E. Introdução à hidráulica e hidrologia na gestão de águas
pluviais. 3. ed. norte-americana .São Paulo: Cengage Learning, 2009.
MACINTYRE, A. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2 ed. Rio de Janeiro
: Editora LTC, 1997.
Estática e Isostática
Ementa: Noções básicas e resolução de estática e isostática. Definição e
classificação de forças. Apresentação dos sistemas estruturais. Determinação de
esforços e deformações. Morfologia das estruturas. Linhas de influência. Resolução
de estruturas hiperestáticas. Processo dos esforços e dos deslocamentos. Análise
matricial de estruturas. Esforços internos e diagramas.
Fls. 118
Referências Básicas
CAMPANARI, F.A. Teoria das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro. Guanbara . 2004.
v. 1-4.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. São Paulo: : Ed. Ciência Moderna, 2007
SUSSEKIND, J.C. Curso de análise estrutural. Rio de Janeiro, Ed. Globo. 2007..
V. 1- 3.
Referências Complementares
BEER, F.P., JOHNSTON, F.R. Estática para engenheiros. Rio de Janeiro:.
McGraw Hill, 2004.
BORESI, A.P., SCHIMIDT, R.J. Estática. São Paulo:. Thompson, 2004.
MERIAM, JAMES L. Mecânica estática. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2003.
SORIANO H. L. Análise de estruturas. São Paulo: Ciência Moderna, 2004. v 1.
SUSSEKIND, J.C. Curso de análise estrutural, v. I.
Resistência dos Materiais II
Ementa: Teoremas gerais para deformações em vigas. Esforços combinados.
Flexão simétrica composta e assimétrica. Análise das tensões e deformações.
Teorias de colapso dos materiais. Princípios de linhas elásticas e Flambagem.
Solicitações simples e compostas.
Referências Básicas
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR., E. Russell. Resistência dos materiais. 3.
ed. São Paulo: Makron Books, 2004.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall.2004.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. .v. I e II.
Referências Complementares
MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. São Paulo: Scipione,
2000.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 14. ed. São
Paulo: Érica, 2004.
POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
SHAMES, Irving H. Estática. São Paulo: Prentice-Hall, 2002. V.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio
de Janeiro: Elsevier, c2003.
Estatística
Conceitos e métodos estatísticos na análise de dados. Estatística descritiva. Teoria
das probabilidades. Distribuição de probabilidade. Estimativas. Teste de hipóteses.
Relações entre variáveis. Amostragem. Variáveis aleatórias. Intervalos de
confiança. Correlação e regressão. Medidas de dispersão e tendência central.
Referências Básicas
AZEVEDO, A. G. & CAMPOS, P. H. B. Estatística básica. Rio de Janeiro: Ed.
LTC,1979.
BARBETA, Alberto Pedro. Estatística aplicada a ciências sociais. 4. ed.
Fls. 119
Florianópolis: UFSC, 2001
OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade: 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1995.
Referências Complementares
AKANIME. Carlos Takeo, Estudo dirigido de estatística descritiva. São Paulo:
Érica, 1988.
SILVA, Nelson Peres da. Estatísticas auto explicativa. São Paulo: Érica 1998.
SILVER, Mick. Estatística para administração, tradução Sonia Vieira, José
Eduardo Corrente. São Paulo: Atlas, 2000.
SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1984.
TOLEDO, Geraldo L. & OVALE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 1983.
FASE VI
Estruturas de Concreto Armado I
Ementa: Concepção e análise estrutural de edifícios. Ações e segurança nas
estruturas de concreto armado. Normas brasileiras e simbologia. Dimensionamento
e verificação de elementos lineares. Estados limites últimos e de utilização.
Domínios de deformação. Dimensionamento à flexão, esforço cortante e à torção.
Ancoragem. Aderência. Fissuração. Cálculo e detalhamento de lajes e vigas em
concreto armado. Projeto das fôrmas de um pavimento tipo de um edifício.
Referências Básicas
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado, eu te amo. São Paulo:
Edgard Blucher, 2009.v.1.
CONCRETO: Ensino, pesquisa e realizações. São Paulo: Ed. G.C. Isaia.,
Ibracon, 2005. 2v
PFEIL, Walter. Concreto armado: dimensionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1976.
Referências Complementares
GUERRIN, A. LAUAND, C. Tratado de concreto armado. São Paulo, Hemus,
2002. v. I.
GUERRIN, A. LAUAND, C. Tratado de concreto armado. São Paulo, Hemus,
2002. Volume IV.
MORAES, Marcello da Cunha. Concreto armado. São Paulo: Editora Mc GrawHill, 1980.
ROCHA, A. M. Concreto armado. 19. ed. São Paulo: Nobel. 1985. v. 1.
ROCHA, A. M. Concreto armado. 19. ed. São Paulo: Nobel. 1985. v. 2.
Construção Civil II
Ementa: Noções de gerenciamento e planejamento na construção civil.
Tecnologias construtivas apropriadas e sistemáticas de controle da construção.
Técnicas de elaboração de orçamentos e métodos de controle de custos. Gestão
de qualidade na construção civil. Racionalização. Licitações de obras públicas e
privadas. Impermeabilização das construções. Sistemas prediais e interferências.
Fls. 120
Referências Básicas
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo:
Editora Pini, 2001.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios. São Paulo: Editora: Pini,. 2002.
YAZIGI, W. A. Técnica de edificar. 6. ed. São Paulo: Editora Pini, 2004.
Referências Complementares
FIORITTO, A.J.S.I. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e
procedimentos de execução. São Paulo, Pini, 1994.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: microestrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: PINI, 1994.
NAZAP, Nilton. Formas e escoramentos para edifícios. São Paulo: Pini, 2007.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de Construção, 11. ed., Rio de Janeiro: [S.l] 1987.
RECENA, Fernando Antônio Piazza. Conhecendo argamassa. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2008.
Sistemas Prediais de Instalações Hidro-Sanitárias
Ementa: Instalações prediais de água fria e quente. Instalações prediais de
esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais.
Referências Básicas
BAPTISTA, Márcio; LARA, Márcia. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2. ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, , 2003.
BORGES, R. S. e BORGES, W. L. Manual de instalações prediais
hidráulico-sanitárias e de gás. São Paulo: Ed. PINI, 1992.
GRIBBIN, John E. Introdução à hidráulica e hidrologia na gestão de águas
pluviais. 3. ed. Norte americana. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
Referências Complementares
AZEVEDO NETTO, J. M.; FERNANDEZ, M. F.; ARAUJO, R.; ITO, A. E. Manual de
hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1999.
BAPTISTA, Márcio; LARA, Márcia. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2. ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
CREDER, Helio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1991.
GARCEZ, L. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo: Edgard
Blucher, 2006.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editores, 1996.
Sistemas Prediais de Instalações Elétricas
Ementa: Instalações prediais elétricas. Telecomunicações. Luminotécnica.
Compreender a eletrotécnica e saber elaborar projetos de instalações elétricas
prediais de baixa tensão.
Referências Básicas
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos,1984.
CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais. São
Fls. 121
Paulo: Érica 2009.
EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. 2. ed. São Paulo: Shoum, McGrawHill, 1985.
Referências Complementares
LIMA FILHO. Domingos Leite. Projeto de instalações elétricas. São Paulo:
Edgard Blücher, 2009.
NBR 5.410 (11/1997;2003) – Instalações elétricas de baixa tensão.
NISKIER, Júlio e MACINIYRE, A. J. Manual de instalações elétricas. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008.
NISKIER, Júlio. Manual de instalações elétricas. São Paulo: Editora LTC.1996.
Saneamento, Tratamento de Águas e Esgotos Sanitários e Meio Ambiente
Ementa: Introdução ao saneamento. Saneamento ambiental. Controle da poluição
da água, ar e solo. Sistemas de tratamento, abastecimento e distribuição de água.
Projeto de tratamento de esgoto doméstico e aterro sanitário. Poluição hídrica.
Sistemas de tanques sépticos. Resíduos sólidos urbanos. Sistemas de coleta de
esgoto e rede de galerias pluviais.
Referências Básicas
BRAGA, Benedito. Introdução a engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson, 2009.
MAGALHÃES, Márcio. Manual de saneamento. Monte Santo, ES.LJ, nd.
TSUTIVA, Milton Tomoyuski. Abastecimento de água. USP, 2004
VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1998.
Referências Complementares
AZEVEDO NETTO, J. ; BOTELHO, M. Manual de saneamentos de cidades e
edificações São Paulo: Pini, 1991.
CHERNICHARO, Carlos Augusto de Lemos. Reatores anaeróbios. .ed.ampl.atual.
Belo Horizonte: UFMG, 2008.
GARCEZ, Lucas. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo,
Edgard Blucher, 2006.
VON SPERLING, M. V. Lagoas de estabilização. Belo Horizonte, UFMG, 2009.
VON SPERLING, M. V. Lodos ativados. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
Mecânica dos Solos
Ementa: Características e propriedades de comportamento de solos. Percolação e
permeabilidade.
Distribuição
de
tensões
e
pressões.
Adensamento.
Deformabilidade. Resistência. Compressibilidade. Cisalhamento. Índices físicos.
Plasticidade e consistência. Compacidade. Amostragem, caracterização e
compactação de solos. Ensaios de laboratório, equipamentos e controle no campo.
Referências Básicas
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1994. v. 1.
CRAIG, R.F. Mecânica dos solos .7. ed. . Rio de Janeiro: Editora LTC, 2007.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed São Paulo: Oficina de
Fls. 122
Textos, 2006.
Referências Complementares
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1994, v. 2.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1994, v. 3.
HASUI, H., Mioto, J. (1978). Geologia geral. Comp. Ed. Nac.
MACIEL FILHO. Introdução à geologia de engenharia. Santa Maria: UFSM,
1991.
OLIVEIRA, A.M.S, Brito, S.N.A. Geologia de engenharia. ABGE. São Paulo, 1998.
VARGAS, M. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill,
2000.
FASE VII
Estruturas de Concreto Armado II
Ementa: Estados limites de serviço. Projeto, dimensionamento e detalhamento de
pilares e lajes especiais. Dimensionamento à punção. Flexo-compressão reta e
oblíqua. Tração centrada e excêntrica. Flexo-tração. Torção em elementos
lineares. Ancoragem. Cisalhamento. Instabilidade e efeitos de segunda ordem.
Estabilidade global de edifícios. Escadas. Reservatórios e piscinas.
Referências Básicas
CONCRETO: Ensino, Pesquisa e Realizações. Ed. G.C. Isaia. São Paulo: Ibracon,
2005. 2v
MORAES, Marcello da Cunha Concreto armado. São Paulo: Editora Mc GrawHill, 1980.
PFEIL, Walter. Concreto armado: dimensionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1976.
Referências Complementares
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado, eu te amo, para
arquitetos. São Paulo: Edgard Blucher, 2009. 224 p.
GUERRIN, A. LAUAND, C. Tratado de concreto armado. São Paulo: Hemus,
2002. v. I.
GUERRIN, A. LAUAND, C. Tratado de concreto armado. São Paulo: Hemus,
2002. v. IV.
ROCHA, A. M. Concreto armado. 19. ed. São Paulo: Nobel. 1985. v 1.
ROCHA, A. M. Concreto armado. 19. ed. São Paulo: Nobel. 1985. v 2.
Fundamentos de Engenharia de Segurança
Ementa: Conceituação de segurança na engenharia civil. Normas e legislações.
Equipamentos de proteção individuais e coletivos. Ergonomia. Condições e meio
ambiente de trabalho na indústria da construção. Atividades e operações insalubres
e perigosas. Agentes físicos, químicos e biológicos.
Referências Básicas
OLIVEIRA, C. D. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e
saúde no trabalho. São Paulo: Editora LTR. 1996.
Fls. 123
SALIBA, Tuffi M. e SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de segurança, acidente do
trabalho e saúde do trabalhador. São Paulo: Editora LTR, 2000.
TAVARES, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em
segurança do trabalho. São Paulo: Senac , 2010.
Referências Complementares
BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças profissionais ou do trabalho. São Paulo:
Senac, 2009.
BISSO, Ely Moraes. O Que é segurança do trabalho? Brasília: Editora
Brasiliense, 2006.
GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de segurança e saúde no trabalho. São
Paulo: Ed. LTR, 2008.
MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e Medicina do trabalho. 56 ed.
São Paulo, 2005.
RODRIGUES, Celso L. P. Introdução à engenharia de segurança do trabalho.
João Pessoa: DEP/UFPB, 1998.
Estruturas de Fundações e Obras de Contenção
Ementa: Fundações: conceito, classificação e dimensionamento. Capacidade de
carga e recalques de fundações rasas e profundas. Estacas. Análise e
interpretação de provas de carga. Controle de execução e avaliação de
desempenho de fundações. Estruturas de contenção: tipos; empuxos de terra;
efeitos de água, sobrecarga e compactação. Muros de arrimo. Cortinas.
Ancoragens. Escavações escoradas. Solos reforçados.
Referências Básicas
MASSAD, Faiçal. Obras da terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2003.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Fundações: guia prático de projeto,
execução e dimensionamento. São Paulo: Zigurate, 2008. 238 p.
VELLOSO D.A.; LOPES, F.R. Fundações - critérios de projeto - investigação do
subsolo - fundações superficiais. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. v.1.
Referências Complementares
ALONSO, Urbano Rodrigues. Previsão e controle das fundações. São Paulo, Ed.
Edgard Blücher. 1991.
CARMIGNANI, L.; FIORI, A. P. Fundamentos de mecânica dos solos e das
rochas. Curitiba: UFPR, 2009.
CONSOLI, Nilo Cesar; MILITITSKY, Jarbas. Patologia das fundações. São Paulo:
Oficina de textos, 2008.
HACHICH, W. Fundações: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Pini, 1988.
SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2009.
Gerenciamento e Planejamento de Obras
Ementa: Programação da obra. Custos de edificações. Contratação de obras.
Planejamento e gerenciamento de empreendimentos.
Sistema de gestão da qualidade e certificação. Orçamentação.
Técnicas de planejamento: gráfico de Gantt, diagramas PERT/CPM, linha de balanço.
Sistemas de controle e informações gerenciais.
Fls. 124
Administração dos materiais e equipamentos. Gestão de recursos humanos.
Referências Básicas
BERNARDES, M. M. S.. Planejamento e controle da construção civil para
empresas de construção civil. Rio de Janeiro: LTC. 2003.
GOLDMAN P.. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil
brasileira. 4 ed. São Paulo: PINI, 2004.
LIMMER, C. V. Planejamento, orçamento e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: LTC, 1997.
Referências Complementares
BOITEUX, C. Demaria; Administração de projetos; São Paulo: Editora Interciência,
1979.v. 1-2.
CARVALHO, H. Martins; Introdução à teoria do planejamento. Brasília: Ed.
Brasiliense, 2010.
CAVALCANTE, F. L. Gerenciamento de construção em condomínio Um Caso Prático. João Pessoa: UNIPÊ, 2003,
FORTES, R. B.. Planejamento de obras. São Paulo: Nobel, 1988,
WOODHEAD, Antill; CPM Aplicado às construções. Rio de Janeiro: Editora Livros
Técnicos e Científicos, 1971.
Introdução à Pavimentação
Ementa: Conceitos, componentes, funções e tipos de pavimentos. Terraplenagem.
Materiais para pavimentação. Camadas de um pavimento. Mecânica dos
pavimentos. Drenagem. Materiais betuminosos. Dimensionamento de pavimentos
flexíveis. Estudos complementares. Seções, concordâncias, alinhamentos e perfis.
Ensaios de laboratório. Projetos e execução de pavimentos.
Referências Básicas
CARVALHO, M.P. Curso de estradas. 4. ed. Rio de Janeiro: Ed. Cuentífica,2009.
PIMENTA, C.R.T. & OLIVEIRA, M.P. Projeto Geométrico de rodovias. São
Carlos: Ed. Rima, 2004.
SENCO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo: Pini,
1997. v 1 e 2.
Referências Complementares
BALBO, José Tadeu. Pavimentação asfáltica. São Paulo: Oficina de textos, 2007.
BALBO, José Tadeu. Pavimentos de concreto. São Paulo: Oficina de textos,
2009.
CARVALHO, M. Pacheco de. Curso de estradas. 3. ed. Rio de Janeiro: Científica,
1996. v 1 e 2.
CATALANI, G.; RICARDO, H. Manual prático de escavação. São Paulo: Pini
2007.
SHU, Han Lee. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. Florianópolis:
UFSC, 2008.
NBR 14276: Programa de brigada de incêndio.
Fls. 125
Sistemas Prediais de Instalações de Segurança Contra Incêndio
Ementa: Normas técnicas e instruções normativas. Legislação e documentação
específica. Sistemas de automação e de segurança predial. Dimensionamento e
instalações dos sistemas de segurança contra incêndio. Dispositivos, acessórios e
materiais.
Referências Básicas
NBR 14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão
NBR 14349: União para mangueira de incêndio - Requisitos e métodos de ensaio.
SANTA CATARINA, Polícia Militar. Corpo de Bombeiros. Normas de segurança
contra incêndio. 2. ed. rev. e ampl. Florianópolis: EDEME, 1992.
Referências Complementares
MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas. São Paulo, Edgard Blucher
1984.
CREDER, Helio. Instalações de ar condicionado. 6. ed. São Paulo: Editora LTC,
2004.
NBR 9441 - Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio.
NR 23, da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho: Proteção Contra Incêndio para
Locais de Trabalho.
FASE VIII
Arquitetura e Planejamento Urbano
Ementa: Estudo de edificações residenciais, comerciais e industriais. Tipos de
projetos arquitetônicos. Planejamento arquitetônico e estrutural. Avaliação dos
componentes de ambiência e economia. Interação entre clima e edificação.
Desempenho e conforto térmico, acústico e lumínico. Sistemas de planejamento
e engenharia urbanos. Cidade e meio ambiente. Desenvolvimento urbano
sustentável.
Referências Básicas
LAMAS, José M. R. Garcia. Morfologia urbana e desenho da cidade. Rio de
Janeiro: Fundação C. Gulbenkian, 2000.
LE CORBUSIER. A carta de Atenas. São Paulo: Hucitec: Edusp, 1993.
MORRIS, A. E. J. Historia de Ia forma urbana, Editorial GG, Barcelona, 1984.
Referências Complementares
ABIKO, Alex Kenia. Introdução à gestão habitacional. São Paulo: EPUSP,
1995.
AZEREDO, Hélio Alves. O edifício até a sua cobertura. São
Paulo: Edgard Blücher, 2004.
HOWARD, Ebenezer. Cidades- jardins do amanhã. São Paulo: Hucitec:
Edusp, 1996.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico. São Paulo: Edgard Blücher,
2003.
MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas. São Paulo: Edgard Blücher,
2003.
Fls. 126
Estruturas Metálicas
Ementa: Aço: propriedades e produtos, ações e segurança. Dimensionamento às
solicitações simples e combinadas. Barras e ligações. Concepção e projeto de
edifícios em aço e normas técnicas. Sistemas estruturais em estrutura metálica.
Referências Básicas
MALITE, M. et. al. Vigas mistas aço-concreto. São Carlos: EESC-USP, 1993.
PFEIL, W. Estruturas de Aço. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1995.
QUEIROZ, G. Elementos das estruturas de aço. Belo Horizonte: UFBH, 1993.
QUEIROZ, G.; PIMENTA, R.J.; MATA, L.A.C. Elementos das estruturas mistas
aço-concreto. Belo Horizonte: UFBH, 2001.
Referências Complementares
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 8681. Ações e
segurança nas estruturas. Rio de Janeiro: ABNT. 2003.
BELLEY, I. Hélio. Edifícios industriais em aço. São Paulo: Ed. Pini, 1998.
INSTITUTO BRASILEIRO DE SIDERURGIA.
Edifícios de pequeno porte estruturados em aço.
Rio de Janeiro: IBS/CBCA, 2004.
SÁLES, J.J.; MUNAIAR NETO, J.; MALITE, M.; GONÇALVES, R.M. Segurança
nas estruturas: teoria e exemplos. São Carlos: Departamento de Engenharia de
Estruturas - EESC-USP, 2005,
SILVA, V.P. Estruturas de aço em situação de incêndio. São Paulo: Zigurate,
2001.
Estruturas de Madeiras
Ementa: A madeira como material estrutural. Madeira: propriedades físicas e
mecânicas, espécies empregadas na construção. Critérios de dimensionamento às
solicitações simples e combinadas. Normas técnicas de dimensionamento.
Ligações em estruturas de madeira.
Referências Básicas
CALIL JR. C.; MOLINA, J. C. (Orgs). Coberturas em estruturas de madeira:
exemplos de calculo. São Paulo: PINI, 2010.
CALIL JR., C. - Roteiro de projetos de telhados com treliças de madeira.
S.Carlos: EESC/USP, 1989.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 3.
ed. São Paulo: PINI, 2010.
Referências Complementares
ANAIS, dos Encontros brasileiros em madeiras e em estruturas de madeira.
São Carlos: UFSC, 1992.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de
madeira (NBR 7190), 1996,
MOLITERNO, A. Projetos de telhados em estruturas de madeira. Rio de Janeiro:
Editora Edgard Blucher.1992.
MONTENEGRO, G. A. Ventilação e cobertas. São Paulo: Edgard Blucher, 1984.
PFEIL, W. Estruturas de madeira. 6. ed. São Paulo: LTC, 2003.
Fls. 127
Pavimentação Urbana e Industrial
Ementa: Conceitos gerais, componentes e desempenho. Pavimentação asfáltica.
Pavimentação com blocos de concreto e paralelepípedos. Pavimentos de Concreto.
Pátios, estacionamentos e depósitos. Dimensionamento estrutural. Especificação
de materiais. Gerência de pavimentos.
Referências Básicas
BERNUCCI, Liedi B. et al. Pavimentação asfáltica: formação básica para
engenheiros. Rio de Janeiro: Petrobrás, Abeda., 2006.
SENCO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo: Pini,
1997. v1.
SENCO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo: Pini,
1997. v 2.
Referências Complementares
BALBO, José Tadeu. Pavimentos de concreto. 2. ed. São Paulo: Oficina de
textos, 2009.
BALBO, José Tadeu. Pavimentação asfáltica. São Paulo,:Oficina de textos, 2007.
CATALANI, G.; RICARDO, H. Manual prático de escavação, São Paulo, Pini
2007.
DOMINGUES, F.A. Manual para Identificação de defeitos de revestimentos
Asfálticos de Pavimentos. São Paulo: PMSP, 1993
MAGALHÃES, Sidclei Teixeira. Misturas de módulo elevado para pavimentos de
alto desempenho. Rio de Janeiro: Coppe, UFRJ., 2004.
Obras de Terra
Ementa: Elementos de projetos e instrumentação de obras de terra. Empuxos de
terra. Estruturas de contenção. Escoramento de valas. Aterros. Percolação d’água
em meios contínuos. Drenagens e rebaixamentos do nível da água. Estabilidade de
taludes. Barragens de terra e enrocamento. Condutos enterrados de obras de terra.
Referências Básicas
LEINZ, Viktor. Geologia geral. 14. ed. rev. São Paulo: Editora Nacional, 2001.
MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo. Geossistemas: a história de uma
procura. São Paulo: Contexto, 2000. 127 p.
STREETER,V.L. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Editora McGraw - Hill do Brasi.,
1974.
Referências Complementares
BRITO, Ignacio Machado. Bacias sedimentares e formações pós-paleozóicas
do Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 1979.
MCALESTER, A. Lee. História geológica da vida. São Paulo: Edgard Blücher,
1971.
MENDES, Josué Camargo; PETRI, Setembrino. Geologia do Brasil. Rio de
Janeiro: MEC, 1971. 207P.
SALGADO-LABOURIAU, Maria Léa. História ecológica da terra. 2. ed. rev. São
Paulo: Edgard Blücher, 2004.
THE OPEN UNIVERSITY. Recursos, economia e geologia: uma introdução :
bloco 1. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1994.
Fls. 128
Estudo de Praticas de Engenharia II – Construção Civil Pesada e Grandes
Construções
Ementa: Elaboração de um estudo interdisciplinar de prática de engenharia. Modo
de execução, tipos de materiais e equipamentos para a resolução de problemas
especiais em muros de arrimo, reservatórios, silos, pontes, barragens, túneis.
aeroportos, pavilhões industriais, escolas, hospitais, hotéis (tipos de projetos,
instalações, normas). Técnicas para concretagem de grandes maciços,
impermeabilização, isolamento acústico e térmico, drenagem, grandes movimentos
de terra, sistemas de escoramento, transporte de materiais, redes de
abastecimento e saneamento, fundações especiais para grandes obras.
Referências Básicas
LEONHARD F., Monning E. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: ,
Interciência, 2009. v.1-3.
MORAES, Marcello da Cunha Concreto armado. São Paulo: Editora Mc Graw-Hill,
1980.
RICARDO, H. S. CATALANI, G. Manual prático de escavação: terraplenagem e
escavação de rocha. 2 ed. São Paulo. Pini, 1990.
Referências Complementares
ABNT. NBR 7197/89 - Projeto de estruturas de concreto protendido. Associação
Brasileira de Normas Técnicas.2002.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos
aplicados. São Paulo: Pini, 2008. v. 2.
MAGALHÃES, Sidclei Teixeira. Misturas de módulo elevado para pavimentos
de alto desempenho. Coppe, Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
PFEIL, Walter. Concreto armado. São Paulo:, LTC, 1989. v. 1-2.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de concreto. São Paulo: Editora Globo, 1989. v.
1-2.
USCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos
aplicados. São Paulo: Pini, 2008. v 1.
Controle e Desperdício na Construção
Ementa: Histórico do desperdício na construção. Causas do desperdício. Impacto
nos custos das edificações. Indicadores de perdas. Instrumentos de controle,
medição e quantificação do desperdício. Diretrizes para a implantação de uma
política de redução de perdas.
Referências Básicas
OLIVEIRA, M. et al. Sistema de indicadores de qualidade e produtividade para
a construção civil: manual de utilização. 2 ed. rev. Porto Alegre: Serviço de
Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul - SEBRAE/RS, 1995.
SANTOS, A. et al. Método de intervenção para a redução de perdas na
construção civil: manual de utilização. Porto Alegre: Serviço de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul - SEBRAE/RS, 1996.
SCARDOELLI, L. et al. Melhorias de qualidade e produtividade: iniciativas das
empresas construtoras. Porto Alegre, SEBRAE / RS, 1995.
Fls. 129
Referências Complementares
CAPRA, Fritjof. A Teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas
vivos. São Paulo: Cultrix, c1996.
GONÇALVES, Reynaldo de Souza. Contabilidade controlada: auditoria : a fraude
e o desperdício. Rio de Janeiro: Forense, 1967.
MARANHÃO, M. ISO série 9000: manual de implementação. Rio de Janeiro.
Qualitymark, 1993.
RIBEIRO, Berta G.. Amazônia urgente: cinco séculos de história e ecologia, guia
da exposição. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1992.
SEWELL, Granville H.. Administração e controle da qualidade ambiental. São
Paulo: EPU, 1978.
FASE IX
Projeto de Estágio/TCC
Ementa: Elaboração de uma monografia a partir das áreas de conhecimento e
linhas de pesquisa do curso sob orientação. Defesa em banca avaliadora,
precedido de projeto elaborado segundo as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
Referências Básicas
ABNT. NBR 6023. Como fazer referências bibliográficas em documentos
técnico-científicos. Rio de Janeiro: ABNT, agosto de 2002 (NB 66).
ABNT. Normas da ABNT para documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
VARGAS, Milton. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro: Globo,
1985.
Referências Complementares
ANDRADE, Maria M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1998.
CERVO, Amado L. BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.
DE OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira
Thompson Learning, 2004.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1992.
STOFFEL, Inácio. Administração do desempenho: metodologia gerencial de
excelência. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.
Fundamentos de Engenharia de Tráfego e Transportes
Ementa: Planejamento e logística de transportes. Sistemas de transportes e
componentes. Elementos de tráfego e variáveis fundamentais. Sinalização.
Impactos ambientais. Avaliação de projetos. Análise de custos e benefícios.
Estrutura organizacional. Características dos veículos e vias. Sociedade e sistemas
de transportes. Planejamento urbano e plano diretor.
Referências Básicas
BRUTON, M. Introdução ao planejamento dos transportes. Interciências, Rio de
Janeiro, 1979.
Fls. 130
NOVAES, Antônio Galvão. Sistemas de transportes, Análise da demanda.São
Paulo: Editora Edgar Blücler, 1986. V1.
VALENTE, Amir Mattar. Gerenciamento de transporte e frotas. São Paulo:
Pioneira, 2003.
Referências Complementares
BRASILEIRO, Anisio; HENRY, Etiene. Viação Ilimitada: ônibus das cidades
brasileiras. São Paulo, Cultura editores associados, 1999.
NOVAES, Antônio Galvão. Sistemas de transportes, análise da oferta. São
Paulo: Editora Edgar Blücler, 1986. v 2.
NOVAES, Antônio Galvão. Sistemas de transportes, equilíbrio oferta-demanda.
São Paulo: Editora Edgar Blücler, 1986. v 3.
Revista CNT (Confederação Nacional de Transportes).
VASCONCELOS, E. A. Transporte urbano, espaço e equidade: análise, das
políticas públicas. São Paulo: Annablume, 2001.
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto
Ementa: A industrialização da construção. Tipos de elementos. Vantagens e
desvantagens. Produção. Manuseio. Armazenamento e transporte. Montagem.
Projetos. Ligações. Estruturas compostas. Comportamento estrutural. Cisalhamento
na interface. Tipologia das construções pré-moldadas: galpões, edificações de
vários pavimentos e diversas obras civis.
Referências Básicas
EL DEBS, M.K. Concreto pré-moldado: fundamentos e aplicações. São Carlo:
EESC/USP, 2000. Projeto Reenge.
MELO, C. E. E.. Manual munte de projetos em pré-fabricados em concreto. São
Paulo:Editora PINI, 2004.
MORAES, Marcello da Cunha. Concreto armado, Rio de Janeiro: Editora Mc
Graw-Hill, 1980.
Referências Complementares
EL DEBS, M. K.. Concreto Pré-moldado: fundamentos e aplicações. Escola de
Engenharia de São Carlos, São Carlos: UFSC, 2000.
FUSCO, Péricles B. Estruturas de concreto. Rio de Janeiro: Edit. Guanabara
Dois, 1981.
HAAS, A.M. Precast concrete: design and applications. London, Applied Science,
1983.
MEHTA, P.K., MONTEIRO, P.J.M. Concreto, estrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: Pini, 1994.
PINHEIRO, Libânio M. Concreto armado: Tabelas e Ábacos. São Carlos: EESC,
1986.
Patologia de Construções
Ementa: Manifestações patológicas. Durabilidade, desempenho e qualidade das
estruturas e dos materiais de construção. Patologias associadas ao concreto.
Avaliações, laudos e pareceres técnicos. Patologia dos revestimentos e pinturas.
Patologias das fundações. Patologias de impermeabilização. Elaboração de
diagnósticos.
Fls. 131
Referências Básicas
CUNHA, A.J.P., LIMA, N.A., SOUZA, V.C.M. Acidentes estruturais na
construção civil. São Paulo: Pini, 1997.
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo:
Editora Pini, 2001.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios - causas, prevenção e recuperação. São
Paulo: Editora PINI. 1989.
Referências Complementares
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118: Projetos de
estruturas de concreto – procedimentos.
CANOVAS, M.F. - Patologia e terapia do concreto armado. São Paulo: Pini,
1988.
CORRÊA, Márcio R. S.; RAMALHO, Marcio A. Projeto de edifícios de alvenaria
estrutural. São Paulo: Editora Pini, 2008.
FURNAS, Equipe Concretos: massa, estrutural, projetado e compactado com rolo Ensaios e propriedades. São Paulo. PINI. 1997.
MEHTA, P.K., MONTEIRO, P.J.M. Concreto, estrutura, propriedades e
materiais. São Paulo: Pini, 1994.
Alvenaria Estrutural
Ementa: Introdução à alvenaria estrutural. Critérios de cálculo e dimensionamento.
Problemas patológicos. Materiais empregados. Métodos de análise e os elementos
estruturais. Modulação e padronização. Processos construtivos. Tipologia de
projetos. Parâmetros utilizados em projeto: normas, tecnologia de controles e
avaliação das características. Execução e controle de obras.
Referências Básicas
CORRÊA, Márcio R. S.; RAMALHO, Marcio A. Projeto de edifícios de alvenaria
estrutural. São Paulo: Pini, 2008.
MANZIONE, LEONARDO. Projeto e execução de alvenaria estrutural. 2. ed.
São Paulo: Editora: O nome da rosa, 2008.
TAUIL, C. A; NESSE, F. J. M. Alvenaria estrutural. São Paulo: PINI, 2010.
Referências Complementares
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concretos. São
Paulo: PINI, 2007. v. 1.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos
aplicados. São Paulo: Pini, 2008. v. 2.
MANZIONE, LEONARDO. Projeto e execução de alvenaria estrutural. São
Paulo: Editora: O nome da rosa, 2007.
NAZAP, Nilton. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo: Pini, 2007.
SANCHEZ, EMIL. Alvenaria estrutural novas tendências técnicas e de
mercado. São Paulo: Editora: Interciencia. 2008.
FASE X
Estagio em Engenharia Civil
Realização de estágio supervisionado nas áreas de atuação da Engenharia Civil.
Fls. 132
Apresentação de um relatório completo fundamentado segundo a Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Referências Básicas
ABNT. NBR 6023. Como fazer referências bibliográficas em documentos
técnico-científicos. Rio de Janeiro: ABNT, agosto de 2002 (NB 66).
ABNT. Normas da ABNT para documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
BLOGOSLAWSKI, Ilson Paulo Ramos; FACHINI, Olímpio; FÁVERI, Helena Justen
de. Educar para a pesquisa: normas para a produção de textos científicos. 3. ed.
rev. e atual. Rio do Sul:Unidavi, 2010.
Referências Complementares
ANDRADE, Maria M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1998.
CERVO, Amado L. BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.
DE OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira
Thompson Learning, 2004.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1992.
Empreendedorismo
Ementa: Definição de Administração. Funções do administrador. Teorias da
Administração. Funções empresariais. Empreendedorismo. Perfil de empreendedor.
Motivações e realidade. Pré-requisitos de novas organizações. Empresas
empreendedoras. Gestão de carreira. Organização interna e planejamento do
trabalho em empresas de Engenharia Civil.
Referências Básicas
DORNELAS, José C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. Rio de janeiro: Campus, 2005.
DORNELAS, José Carlos Assis. Planos de negócio que dão certo: um guia para
pequenas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
SEIFERT, P. Quadros. Empreendendo novos negócios em corporações;
estratégia, processo e melhores praticas. São Paulo: Atlas, 2005.
Referências Complementares
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos,
estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito
empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004.
DEGEN, Ronald Jean. O Empreendedor: Fundamentos de Iniciativa Empresarial.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1989.
DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo: Sextante, 2008.
HISRICH, Robert PETERS, Michael. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman,
2004.
Concreto Protendido, Pontes e Viadutos
Ementa: Concreto protendido: propriedades, materiais empregados, os processos
Fls. 133
e equipamentos usados. Aços para protensão. Perdas de protensão. Peças
protendidas. Dimensionamento e verificação. Pontes e Viadutos: elementos
básicos, solicitações, torção do tabuleiro, deformações, distribuição de esforços,
dimensionamento e detalhes construtivos. Meso e infraestruturas de pontes. Tipos
e métodos construtivos. Teorias usuais de cálculo. Estados limites. Noções sobre
perdas, esforços hiperestáticos e fluência.
Referências Básicas
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concretos. São
Paulo: PINI, 2007.
MARCHETTI, Pontes de concreto armado. São Paulo: BLUCHER, 2008.
ROCHA, A. M. Concreto Armado. São Paulo: Nobel, 1983. v 1.
Referências Complementares
ABNT. NBR 7197/89 - Projeto de Estruturas de Concreto Protendido.
Associação Brasileira de Normas Técnicas.1989.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos
aplicados. São Paulo: Pini, 2008.
MAGALHÃES, Sidclei Teixeira. Misturas de módulo elevado para
pavimentos de alto desempenho. Coppe. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
ROCHA, Mauro Luiz 1922. Cálculo 1: limites, derivados, integrais, exercícios
resolvidos 670 exercícios com respostas. 10. ed. São Paulo: Atlas, 1992.
SANTOS, José Odálio dos. Avaliação de empresas: cálculo e interpretação do
valor das empresas. São Paulo: Saraiva, 2005.
Introdução ao Direito e Legislação
Ementa: Noções de Direito Civil, Público e Privado. Tópicos do Direito
Administrativo. Direito de Propriedade e de Construir. Responsabilidade civil,
criminal, trabalhista, administrativa e previdenciária. Legislação do trabalho.
Regulamentações especiais. Organizações sindicais. Código de defesa do
consumidor. Licitações e contratos. A legislação profissional e as de interesse dos
engenheiros civis. Importância dos aspectos legais na engenharia.
Referências Básicas
COTRIM, Gilberto. Direito fundamental: Instituições de Direito Público e Privado.
23 ed. São Paulo: Saraiva. 2010.
MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 9. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
PINTO, Antônio Luiz de Toledo; WINDT, Márcia Cristina Vaz dos Santos;
CÉSPEDES, Lívia. Vade mecum. 9 ed. atual. e ampl., São Paulo: Saraiva, 2010.
Referências Complementares
CARVALHO, KILDARE Gonçalves. Direito constitucional. 14. ed. Revista
Atualizada e Ampliada, Belo Horizonte: Del Rey, 2008.
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed.,
São Paulo: Saraiva, 2005.
GAGLIANO, Pablo Stolze. Novo curso de direito civil: parte geral. 10. ed. São
Paulo: Saraiva, 2008. v 1.
GUSMÃO, Paulo Dourado. Introdução ao estudo do direito. 41. ed. Rio de
Janeiro: Forense, 2009.
Fls. 134
PINHO, R. R.; NASCIMENTO, A. M. Instituições de direito público e privado:
Introdução ao Estudo do Direito e Noções de Ética Profissional. 24. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
Engenharia de Avaliações e Perícias
Ementa: Tópicos de avaliação financeira. Estatística aplicada a avaliações e
perícias. Avaliações de imóveis urbanos, rurais, de equipamentos e máquinas.
Arbitramento de aluguéis. Avaliação de glebas urbanizáveis. Perícias.
Referências Básicas
CAIRES Helio de, CAIRES, Roberto R. de. Avaliação de glebas urbanizáveis.São
Paulo: PINI , 2007.
MOREIRA, Alberto Lélio. Princípios de engenharia de avaliações. São Paulo:
Editora Pini, 2008.
NB- 140 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção
para incorporação de edifícios em condomínio.
Referências Complementares
NB- 502 Avaliação de Imóveis Urbanos.
NB- 613 Avaliação de Imóveis Rurais.
NB- 899 Avaliação de Glebas Urbanizáveis.
NB- 900 Avaliação de Unidades Padronizadas.
NB- 901 Avaliação de Máquinas, Equipamentos, Instalações e Complexos
Industriais.

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