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Press release Data: 16 de setembro de 2014 Contato: Marta Telles Tel: (11) 3526-4508 [email protected] Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 [email protected] Ranking IBEVAR 2014 aponta as 120 maiores companhias do varejo brasileiro Em sua quarta edição, o levantamento mais detalhado do setor mostra que, juntas, as 120 maiores faturaram quase R$ 380 bilhões O IBEVAR – Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo – divulga hoje o ranking das 120 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro. O levantamento, realizado pelo PROVAR (Programa de Administração de Varejo da FIA) e com o apoio da PwC Brasil, mostra que, juntas, as 120 empresas ranqueadas faturaram R$ 379 bilhões no ano passado. Esse conjunto representa quase 30% de todo consumo de bens no Brasil, excluindo- se a venda de automóveis e combustíveis. Este valor é 13,2% maior que o observado em 2012, que era de R$ 326 bilhões. Quanto à posição do ranking, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) continua no topo da lista com faturamento de R$ 64.4 bilhões no período. O GPA lidera o chamado “clube do bilhão” - título conferido às 82 empresas que superaram R$ 1 bilhão em faturamento anual. No ranking deste ano, passaram a fazer parte do seleto grupo 10 novas empresas: Arezzo, Dia Brasil, EletroZema, Grupo Claudino, Leo Madeiras, Lojas Quero-Quero, Restoque, Supermercados Mundial, Tellerina (Vivara e Etna) e Tok & Stok. Espaço para crescimento – se compararmos o faturamento da primeira empresa (GPA) do ranking com a que ficou na 10ª posição (Raia Drogasil), é possível notar uma diferença dez vezes maior. Esse intervalo sugere que há espaço para a entrada de novos competidores no mercado e também a possibilidade de futuros movimentos de fusões e aquisições. Essa distribuição do faturamento entre as empresas ranqueadas já apresenta alguma mudança. “Embora as dez maiores concentrem 51% do bolo, observa-se certa desconcentração de 2012 para 2013. Enquanto o faturamento do grupo completo cresceu 13,2% nesse período, as cinco maiores varejistas aumentaram suas vendas em 10,7%”, analisa o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Conselho do IBEVAR e do PROVAR. Além do faturamento, o ranking traz uma relação entre produtividade e número de lojas. “Examinando os resultados fica nítido que a variação da produtividade do trabalho é sensivelmente menor que a detectada para a variável loja. Esse resultado se explica pela relativa padronização da operação comercial em contraponto com a ampla diversidade dos formatos de lojas”, esclarece Jorge Inafuco, diretor da PwC Brasil e especialista em consumo e varejo. O ranking das 120 maiores empresas de varejo foi desenvolvido em duas grandes etapas. Na primeira construiu-se o cenário da economia em 2013, em seguida relacionaram-se as empresas separando-as em seus principais segmentos. Ao traçar as perspectivas do consumo, Nuno Fouto, professor e Diretor de Pesquisas do PROVAR, resume os fatores que explicam a evolução das vendas. “O faturamento do varejo depende essencialmente de três variáveis de acordo com sua importância: a massa real de rendimentos, o volume de crédito e a relação prazo – juros. Essas variáveis explicam 81% das vendas”. É com base nessas relações que o ranking finaliza as projeções do crescimento das vendas. O professor Felisoni explica que essa é uma iniciativa singular. Embora outros levantamentos identifiquem também as empresas com maior faturamento, apenas o Ranking IBEVAR trata especificamente das organizações varejistas que operam no território nacional. “Para todo aquele que quer conhecer em detalhes o varejo no Brasil, essa é uma grande fonte de referência”, sugere o professor Felisoni. Sobre o IBEVAR O IBEVAR - Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 2009, em São Paulo, por um grupo de profissionais ligados ao mercado de varejo e consumo, com o propósito de estabelecer um grupo de discussão, relacionamento e conhecimento a respeito deste mercado. Os principais objetivos do instituto são incentivar e promover o desenvolvimento dos seus 800 associados, cultivando os princípios da ética profissional, social e empresarial no varejo, e proporcionar ambientes e meios propícios ao intercâmbio de ideias e conhecimentos profissionais, promovendo 2 of 3 pesquisas, simpósios, palestras e atividades correlatas, relacionadas à administração e gestão do varejo e mercado de consumo. Sobre PROVAR O PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA) foi criado em 1992 com o objetivo de promover pesquisas e oferecer treinamento para o setor, que é um dos maiores do setor terciário da economia brasileira e grande empregador da mão de obra. O propósito do programa é manter uma estreita parceria entre acadêmicos e executivos de organizações ligadas direta ou indiretamente ao varejo, à distribuição, aos serviços e ao mercado de consumo. Sobre a PwC As firmas do network PwC assessoram empresas e indivíduos a criar o valor que eles buscam. Somos um network de firmas que atuam em 157 países com 184.000 profissionais que se dedicam a prestar serviços de alta qualidade em auditoria, consultoria tributária e societária e de negócios. Saiba mais sobre nossos serviços acessando www.pwc.com.br © 2014 PricewaterhouseCoopers Brasil Ltda. Todos os direitos reservados. Neste documento, ‘‘PwC’’ refere-se à PricewaterhouseCoopers Brasil Ltda., a qual é uma firma membro do network da PricewaterhouseCoopers, sendo que cada firma membro constitui-se em uma pessoa jurídica totalmente separada e independente. O termo ‘‘PwC’’ refere-se à rede (network) de firmas membro da PricewaterhouseCoopers International Limited (PwCIL) ou, conforme o contexto determina, a cada uma das firmas membro participantes da rede da PwC. Cada firma membro da rede constitui uma pessoa jurídica separada e independente e que não atua como agente da PwCIL nem de qualquer outra firma membro. A PwCIL não presta serviços a clientes. A PwCIL não é responsável ou se obriga pelos atos ou omissões de qualquer de suas firmas membro, tampouco controla o julgamento profissional das referidas firmas ou pode obrigá-las de qualquer forma. Nenhuma firma membro é responsável pelos atos ou omissões de outra firma membro, nem controla o julgamento profissional de outra firma membro ou da PwCIL, nem pode obrigá-las de qualquer forma. 3 of 3
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