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Guia do Estudante 2.º CICLO - MESTRADOS 2014 -15 Faculdade de Economia e Gestão Católica Porto Rua Diogo Botelho, 1327 4169-005 Porto PORTUGAL T. +351 226 196 269 www.feg.porto.ucp.pt Índice Mapa do campus Foz 2 Universidade Católica Portuguesa 4 Católica Porto Faculdade de Economia e Gestão mensagem da diretora da faculdade de economia e gestão 5 mensagem da diretora 2.º ciclo da faculdade de economia e gestão 6 Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão 7 planos de estudo 8 double degree 17 seminários de investigação 18 strategic leadership hub (slh) 19 Consciência ética e de cidadania 20 provedor do estudante Perguntas frequentes 21 calendário letivo 2014-15 24 calendário de exames 1.º semestre 2014-15 26 calendário de exames 2.º semestre 2014-15 30 calendário trabalho final de mestrado 2014-15 34 calendário de inscrições 2014-15 36 regulamento 37 contactos 49 Guia do Estudante do 2.º ciclo - 7.ª edição. Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa. EST U DANT E Praça do Império Entrada 1 1 Botelho G UIA DO 2.º C I C L O Entrada go Rua Dio 2 2 2 3 4 5 6 FAC UL DA DE 1 E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Edifício das Artes Auditório Ilídio Pinho Bar das Artes Comunicação Estudantes e Empregabilidade Gabinetes de Professores Livraria Presidência e Direções Strategic Leadership Hub (SLH) Zonas de Estudo Salas EA001 - EA107 3 DE 2 Edifício Central Auditório Carvalho Guerra Associação de Estudantes (AEFEG) Bar Central Biblioteca Capela Cantina – Espaço Panorâmico Dependência Bancária Informações / Receção Laboratórios de Informática Mobilidade e Relações Internacionais Reprografia Sala de Leitura Sala de Professores Serviços Académicos Serviços Informáticos – Suporte Tesouraria UDIP Zonas de Estudo Zona do Relvado AIESEC Porto Católica Católica Students’ Corporation (CSC) Católica Solidária (CASO) Sala 22 Salas EC001 - EC139 4 Edifício Américo Amorim Católica Porto Business School Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA) Gabinetes de Professores Restaurante Salas de Formação de Executivos Salas EAA1 - EAA8 6 5 Edifício de Restauro Edifício Paraíso Centro de Estudos em Gestão e Economia (CEGE) BEO LAB - Laboratório de Comportamento, Economia e Organizações SLab - Centro para a Excelência nos Serviços (em remodelação) Salas ER102 - ER207 3 4 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Economia e Gestão A Universidade Católica Portuguesa é a única Universidade de âmbito nacional. Fundada em 1967 está presente em 4 cidades em Portugal: Braga, Porto, Viseu e Lisboa. Porto e Lisboa são os dois maiores campi. Afirma-se como pioneira no ensino da Gestão de Empresas, em Lisboa, desde 1972, e no Porto, desde 1987. A Faculdade de Economia e Gestão é uma das maiores faculdades da Católica Porto. Oferece programas de formação de 1.º ciclo (licenciaturas) e 2.º ciclo (mestrados) e tem uma intervenção ativa, através dos seus Centros de Estudos, na comunidade científica e na sociedade civil. No que se refere a esta última, a escola organiza inúmeras ações que têm em vista contribuir para o desenvolvimento equilibrado e sustentável da sociedade, ao nível regional e nacional. A Universidade Católica Portuguesa é a Universidade portuguesa mais internacional e coopera com uma vasta rede de Universidades em todo o mundo. A Universidade tem uma oferta multidisciplinar que compreende as ciências sociais, as engenharias, as ciências da saúde e as artes. Apresenta uma forte ligação à sociedade, prestando serviços de consultoria nos diversos domínios científicos. A Universidade faz parte de uma vasta rede de Universidades Católicas em todo o mundo e tem fortes relações com as Universidades Católicas no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul), Angola (Luanda), Moçambique (Maputo) e China (Macau). A Faculdade de Economia e Gestão adota um modelo de gestão inovador assente nos princípios da responsabilização e do mérito, subordinados à construção de uma escola de excelência no que respeita ao ensino e à investigação. Está organizada em departamentos académicos, à semelhança das melhores escolas de negócios, abrangendo as áreas científicas da economia, gestão e estratégia, finanças e contabilidade, marketing, comportamento organizacional e operações e sistemas. Programas de formação FEG Católica Porto Com uma matriz humanista, a Católica Porto tem como Missão “produzir e partilhar conhecimento crítico, inovador e socialmente relevante, ao serviço do desenvolvimento integral da pessoa e em prol do bem comum”: ,Pioneira, há mais de 30 anos, no lançamento da primeira licenciatura em Direito a norte de Coimbra; ,Capital de conhecimento excecional e único, diversificado pelas ciências sociais, engenharias, ciências da saúde e artes; ,Fiel ao princípio da excelência no serviço para o desenvolvimento das pessoas e de uma comunidade coesa e sustentável; ,Promove a transdisciplinaridade tendo em vista a inovação no ensino, na investigação e na consultoria, ambicionando a liderança. Licenciaturas Economia Gestão Mestrados Auditoria e Fiscalidade Banca e Seguros Business Economics Economia Social Finance Gestão Gestão de Recursos Humanos Gestão de Serviços Marketing MBA’s MBA Atlântico MBA Internacional FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Sofia Salgado Pinto Diretora da Faculdade de Economia e Gestão A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa é reconhecida pela excelência e por ser uma escola inovadora no ensino da economia e da gestão, com uma influência que vai além fronteiras. Temos por missão preparar profissionais para os negócios globais com um grande foco no empreendedorismo, na sustentabilidade e no respeito pelas pessoas, antecipando as necessidades futuras das organizações e promovendo o desenvolvimento científico e o conhecimento aplicado. A nossa escola promove o crescimento do capital humano pela oferta integrada de conhecimento técnico e de competências transversais. Acreditamos que o desenvolvimento profissional é holístico e sustentado em fortes valores. Isto é conseguido através de uma experiência de campus e de contacto com empresas, da partilha de conhecimento, da exposição a novos métodos de aprendizagem e a novos ambientes, através da reflexão-ação e de desafios individuais e de grupo. Os nossos graduados são reconhecidos no mercado de trabalho como detendo um portefólio de conhecimento e competências sólido, que lhes permite ambicionar carreiras profissionais ou académicas de sucesso. A Faculdade de Economia e Gestão sustenta esta abordagem na competência técnica e na qualidade humana do seu corpo docente, na relação próxima com o meio empresarial, assim como na oportunidade de experiência internacional oferecida aos seus alunos. É um prazer dar-lhe as boas vindas à nossa Faculdade e desejar-lhe uma experiência exigente e muito enriquecedora! 5 6 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Francisca Guedes de Oliveira Diretora do 2.º Ciclo A Faculdade de Economia e Gestão da Católica Porto oferece um conjunto de programas de mestrado num leque diversificados de áreas do saber. Os nossos stakeholders reconhecem a excelência, rigor e exigência dos nossos programas que se traduzem numa elevada e crescente colocação dos nossos graduados no mercado de trabalho. Ao elevado reconhecimento do nosso corpo docente juntamos uma estreita colaboração com empresas e organizações, com profissionais das mais diversas áreas, para garantir uma experiência de aprendizagem enriquecedora. Aliada a uma sólida formação técnica e científica, apostamos ativamente no desenvolvimento de competências diversas. Os centros de competências, os workshops de liderança, são exemplos da aposta contínua numa formação integral que pretendemos oferecer aos nossos estudantes. Os resultados desta aposta refletem-se no perfil dos profissionais que formamos. Sem dificuldades de colocação, os diplomados da Faculdade ocupam posições de destaque no mundo académico e empresarial, em Portugal e no estrangeiro. Certos que com trabalho, dedicação e empenho, a experiência será única, damos-lhes as boas vindas e desejamos-lhes um excelente ano 2014/15. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão Mestrados em Parceria com as Empresas 18 meses Mestrados Generalistas Partnerships with Companies 24 meses Business Economics (Inglês) 18 months Generic Programmes Gestão 24 months Business Economics (English) Management Marketing Auditoria e Fiscalidade Marketing Auditing and Taxing Finance (Inglês) Banca e Seguros Finance (English) Banking and Insurance Service Management Human Resources Management Mestrados Especializados Specialized Programmes Gestão de Serviços Economia Social Gestão de Recursos Humanos Social Economics 7 8 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Planos de Estudo Auditoria e Fiscalidade I Semestre Luisa Anacoreta (Diretora MSc AF) [email protected] ECTS n.º de horas Contabilidade e Controlo de Gestão 6 30 Contabilidade e Relato Financeiro 6 30 Direito das Sociedades Comerciais 6 30 Direito Fiscal 6 30 Finanças Empresariais 6 30 ECTS n.º de horas II Semestre Ciclo de seminários e formação na empresa (formação em ambiente real numa auditora internacional) 18 Preparação do Trabalho Final de Mestrado 12 III Semestre ECTS n.º de horas 6 30 Contabilidade Internacional 6 30 Direito do Mercado de Valores 3 15 Direito do Trabalho 3 15 Manipulação de Demonstrações Financeiras 3 15 Planeamento Fiscal 3 15 Processo e Contencioso Tributário 3 15 Tópicos Avançados de IVA 3 15 ECTS n.º de horas Auditoria Ciclo de seminários de organizações profissionais e de regulação IV Semestre Trabalho Final de Mestrado 30 O Mestrado em Auditoria e Fiscalidade inicia-se em fevereiro de cada ano e termina 2 anos depois com a concretização do Trabalho Final de Mestrado. Para o segundo semestre a Faculdade de Economia e Gestão efectua as parcerias necessárias à afetação dos alunos a auditoras internacionais representadas em Portugal. No quarto semestre são promovidas parcerias com empresas diversas e outras organizações, para além das referidas auditoras, que facilitam a realização de projetos ou estágios. FAC UL DA DE banca e seguros I Semestre DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO PAULO ALVES RICARDO CRUZ (Diretor MSc BS) (Diretor MSc BS) [email protected] ECTS n.º de horas Avaliação de Ativos Financeiros 6 30 Bancos e Empresas de Seguros 6 30 Contabilidade de Bancos e Seguros 6 30 Direito Comercial 6 30 Direito de Bancos e Seguros 6 30 ECTS n.º de horas Comunicação 3 15 Metodologias de Investigação 6 30 Negociação 3 15 Seminários de Ética e Responsabilidade Social 3 15 Trabalho em equipa 3 15 Estágio e preparação do Trabalho Final de Mestrado 12 II Semestre Desenvolvimento de competências pessoais (primeira parte do Estágio remunerado numa instituição financeira e início do Trabalho Final de Mestrado) III Semestre ECTS n.º de horas Modelos de Gestão de Riscos 6 30 Regulação e Supervisão Financeira 6 30 Disciplinas Obrigatórias Disciplinas Optativas Os alunos devem escolher um total de 18 ECTS de entre as seguintes disciplinas, devendo escolher as optativas de acordo com a instituição financeira em que realizam o estágio: Cálculo Atuarial e Sinistralidade 3 15 Contratos de Seguro do Ramo Real 3 15 Contratos de Seguro do Ramo Vida 3 15 Crédito a Empresas 3 15 Crédito a Particulares 3 15 Fusões, Aquisições e Reestruturação Empresarial 3 15 Gestão de Carteiras 3 15 Gestão de Operações em Serviços 3 15 Inovação Financeira 3 15 Marketing de Serviços Financeiros 3 15 ECTS n.º de horas IV Semestre Trabalho Final de Mestrado em contexto empresarial 30 9 10 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E business economics Semester I LEONARDO COSTA (Diretor MSc BE) [email protected] ECTS Hours Financial Statement Analysis and Performance 6 30 Macroeconomics for Business 8 40 Microeconomics for Business 8 40 Quantitative Methods for Business and Economics 8 40 Research Seminars Semester II 12 ECTS Hours Business Strategy 6 30 Financial Economics 6 30 Human Resource Economics and Management 6 30 International Business 6 30 Elective I* 6 30 Research Seminars Semester III Master’s Final Work (*) To be selected from a set of courses offered by other FEG’s master programmes. 18 ECTS 36 Hours FAC UL DA DE economia social I Semestre DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO AMÉRICO MENDES (Diretor MSc ES) [email protected] ECTS n.º de horas Análise e Avaliação de Políticas Públicas 6 30 Economia e Gestão das Organizações de Economia Social 6 30 Economia dos Problemas Sociais 6 30 Fundamentos de Economia Social 6 30 Métodos de Investigação 6 30 Seminários de Investigação II Semestre 12 ECTS n.º de horas Economia e Gestão de Recursos Humanos 6 30 Planeamento Estratégico em Organizações de Economia Social 6 30 Políticas Sociais e de Desenvolvimento Territorial 6 30 Sistemas de Gestão da Qualidade em Organizações de Economia Social 6 30 Sustentabilidade, Empreendedorismo e Inovação Social 6 30 Seminários de Investigação III Semestre Trabalho Final de Mestrado 18 ECTS 36 n.º de horas 11 12 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E finance Semester I RICARDO CUNHA ( Diretor MSc F ) [email protected] ECTS Hours Capital Investment Valuation 6 30 Finance 6 30 Financial Statement Analysis and Performance 6 30 Investments 6 30 Quantitative Methods in Finance 6 30 Research Seminars Semester II 12 ECTS Hours Corporate Financial Strategy 6 30 Research Methods 6 30 Risk Management 6 30 Elective I (*) 6 30 Elective II (*) 6 30 18 Research Seminars Semester III ECTS Hours Master’s Final Work 36 Elective Courses ECTS Hours Corporate Restructuring 6 30 Financial Intermediation 6 30 International Financial Management 6 30 (*) To be selected from the portfolio of specific courses or from a set of courses offered by other FEG’s master programmes. FAC UL DA DE DE gestão I Semestre E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO RICARDO MORAIS ( Diretor MSc G ) [email protected] ECTS n.º de horas Informação Financeira e Desempenho Empresarial 6 30 Gestão de Operações 6 30 Gestão de Pessoas 6 30 Marketing 6 30 Organização e Estratégia 6 30 Seminários de Investigação II Semestre 12 ECTS n.º de horas Direito dos Negócios 6 30 Optativa I (*) 6 30 Optativa II (*) 6 30 Optativa III (*) 6 30 Optativa IV (*) 6 30 Seminários de Investigação III Semestre Trabalho Final de Mestrado Cadeiras Optativas 18 ECTS n.º de horas 36 ECTS n.º de horas Comportamento, Economia e Organizações 6 30 Entrepreneurship and Opportunity Recognition 6 30 (*) A escolher entre optativas específicas do Mestrado em Gestão ou algumas das disciplinas oferecidas por outros mestrados da Faculdade de Economia e Gestão. 13 14 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E gestão de recursos humanos I Semestre CAMILO VALVERDE ( Diretor MSc GRH ) [email protected] ECTS n.º de horas Direito do Trabalho 5 30 Economia dos Recursos Humanos 5 30 Gestão Estratégica de Recursos Humanos 6 30 Psicologia do Trabalho 6 30 Recrutamento, Seleção e Socialização de Talentos 6 30 Seminários em Gestão de Recursos Humanos I 2 15 ECTS n.º de horas Criatividade na Resolução de Problemas de Liderança 5 30 Formação e Desenvolvimento 6 30 Gestão do Desempenho e Remunerações 5 30 Metodologias de Investigação em Gestão de Recursos Humanos 6 30 Segurança e Saúde no Trabalho 6 30 Seminários em Gestão de Recursos Humanos II 2 15 ECTS n.º de horas II Semestre III e IV Semestres Trabalho Final de Mestrado* 60 (*) O Trabalho Final de Mestrado (TFM) toma como objeto uma realidade organizacional na área da Gestão de Recursos Humanos (GRH). Alunos que não trabalhem e sem experiência em GRH terão obrigatoriamente de realizar o TFM em contexto empresarial. Alunos que trabalhem, ou com experiência considerada significativa em GRH, terão de elaborar um TFM em contexto académico ou misto. FAC UL DA DE gestão de serviços I Semestre DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO RUI SOUSA ( Diretor MSc GS ) [email protected] ECTS n.º de horas Gestão de Operações de Serviços 6 30 Gestão de Pessoas 6 30 Marketing de Serviços 6 30 Modelos de Otimização e Decisão em Serviços 6 30 Organização e Estratégia 6 30 Seminários de Investigação II Semestre 12 ECTS n.º de horas Aplicações de Análise Quantitativa de Dados 3 15 Gestão da Cadeia de Abastecimento em Serviços 3 15 Gestão da Qualidade e Lean Thinking 6 30 Tecnologias de Informação e E-Business 6 30 Optativa I (*) 6 30 Optativa II (*) 6 30 Seminários de Investigação III Semestre Trabalho Final de Mestrado Cadeiras Optativas 18 ECTS n.º de horas 36 ECTS n.º de horas Gestão da Inovação em Serviços 6 30 Gestão de Projetos 6 30 (*) A escolher entre optativas específicas do Mestrado em Gestão de Serviços ou algumas das disciplinas oferecidas por outros mestrados da Faculdade de Economia e Gestão. 15 16 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E marketing I Semestre SUSANA COSTA E SILVA ( Diretora MSc M ) [email protected] ECTS n.º de horas Análise de Mercados 6 30 Comportamento do Consumidor 3 15 Marca 6 30 Marketing 6 30 Organização e Estratégia 6 30 Publicidade 3 15 Seminários de Investigação II Semestre 12 ECTS n.º de horas Comunicação 3 15 Marketing de Serviços 6 30 Marketing Internacional 6 30 Modelos de Suporte de Decisão em Marketing 3 15 Optativa I (*) 6 30 Optativa II (*) 6 30 Seminários de Investigação III Semestre Trabalho Final de Mestrado Cadeiras Optativas 18 ECTS n.º de horas 36 ECTS n.º de horas E-Marketing 6 30 Gestão Comercial 3 15 Novas Tendências de Consumo 3 15 (*) A escolher entre as disciplinas optativas específicas do Mestrado em Marketing ou algumas das disciplinas oferecidas por outros mestrados da Faculdade de Economia e Gestão. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Double Degree Três dos nossos mestrados integram o programa do double degree com a Lancaster University Management School (LUMS): Business Economics, Finance e Gestão. Na LUMS os alunos podem escolher de entre quatro mestrados: Finance, International Business, Management e Money Banking and Finance. O double degree permite os seguintes percursos entre mestrados: MSc Business Economics MSc Finance MSc International Business MSc Finance MSc Money, Banking and Finance MSc Gestão MSc Management Durante o primeiro ano, os estudantes terão que realizar as unidades curriculares pré-definidas no mestrado a que se candidatam na FEG. No segundo ano, os estudantes frequentarão o programa de mestrado a que se candidatam na LUMS. Aqui o semestre está dividido em 3 períodos: Michaelmas (outubro – dezembro), Lent (janeiro – março) e Summer (abril – setembro). Com exceção do programa Money Banking and Finance (que termina a parte curricular em março permitindo aos alunos regressarem em abril) os estudantes deverão assistir a workshops de investigação no período “Summer” tendo que permanecer em Lancaster até finais de junho. A dissertação pode ser realizada na FEG ou na LUMS. No caso do mestrado em Gestão o Trabalho Final de Mestrado (TFM) terá que ser obrigatoriamente realizado na LUMS. Independentemente da escola onde o TFM é realizado, para obter o grau de mestre na FEG, o aluno terá que submeter o seu trabalho a uma defesa pública. 2.º ano out. 1.º Semestre mar. 2.º Semestre out. jan. Michaelmas Lent mar. jul. Summer set. A localização depende da escolha do MSc na LUMS e das opções acerca do TFM 17 18 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Seminários de Investigação Os Seminários de Investigação (SI) pretendem familiarizar os estudantes do 2.º ciclo com o processo de investigação. Após a frequência dos seminários, os estudantes deverão ser capazes de elaborar um plano de Trabalho Final de Mestrado (TFM) que enquadre teórica, metodológica e empiricamente a sua investigação. Não tendo créditos atribuídos, os SI são obrigatórios para todos os mestrados (exceto Auditoria e Fiscalidade, Banca e Seguros e Gestão de Recursos Humanos), uma vez que a aprovação no módulo de SI é pré-requisito para inscrição em TFM. Os SI decorrem durante o ano letivo num total de 30 horas de contacto, organizadas em 10 sessões de 3 horas cada. As sessões pretendem ajudar a desenvolver no estudante competências de pesquisa, análise, leitura crítica e pensamento crítico que lhe permitam realizar o seu próprio trabalho de investigação no semestre dedicado ao Trabalho Final de Mestrado. É condição necessária para aprovação nos SI a presença num mínimo de 6 das 10 sessões. Um estudante que falte a mais do que 4 sessões fica automaticamente reprovado e consequentemente impedido de se inscrever em TFM. No final das 10 sessões de SI o estudante deve produzir o seu plano de TFM, que será submetido a aprovação por um dos docentes de SI e também pelo orientador da FEG atribuído ao estudante. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Strategic Leadership Hub O Strategic Leadership Hub (SLH) é uma aposta inovadora da Faculdade na área do desenvolvimento de soft skills e na ligação ao tecido empresarial e toda a rede business alumni. O objetivo do SLH é contribuir para a promoção do desenvolvimento pessoal e profissional dos estudantes potenciando assim a sua empregabilidade. Por outro lado, procura responder às necessidades e expetativas do mercado de trabalho promovendo iniciativas de aproximação e cooperação em toda a rede nacional e internacional de parceiros estratégicos. Nas diversas iniciativas do SLH, os estudantes são incentivados a envolverem-se em experiências curriculares e extracurriculares que potenciem a sua diferenciação, através do reforço das suas competências transversais, e estimulem a aproximação progressiva às práticas do mercado de trabalho. O SLH disponibiliza aos estudantes dos programas de mestrado diversas modalidades de intervenção. centro de avaliação de competências Assessment dinamizado por consultora especializada. Consiste num momento de avaliação de competências transversais dos estudantes de mestrado, com feedback personalizado sobre o desempenho e certificado de avaliação de competências. Programa de Mentoring Processo privilegiado de orientação vocacional e de carreira através do contacto sistemático com um profissional da área da economia e da gestão, atribuído de acordo com os interesses e objetivos de cada estudante. Programa que conta com o apoio da Google constituindo uma oportunidade única de desenvolvimento de competências e aproximação ao tecido empresarial e rede alumni. (En)Cena Sessão de simulação de uma apresentação oral, com feedback personalizado sobre o desempenho do(s) estudante(s). Pode ser solicitado no âmbito de apresentações orais de trabalhos académicos do mestrado, no momento de preparação da defesa do Trabalho Final de Mestrado, entre outros. Workshops Ações de formação sobre diversas temáticas onde os estudantes podem beneficiar do contacto com profissionais especializados, internos ou externos à Universidade, participando em exercícios e desafios práticos que contribuem para o seu processo de formação e desenvolvimento. Menu de Experiências Oportunidades para os estudantes se envolverem ativamente em diversas experiências, como organizadores ou participantes, proporcionando um contexto de desenvolvimento de competências de planeamento e gestão de tempo, liderança e trabalho em equipa, criatividade e empreendedorismo. Contactos [email protected] 226 196 200 - ext. 103/178 19 20 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Consciência ética e de cidadania A Faculdade assume como objetivo promover uma consciência ética, social e ambiental e de cidadania nos futuros profissionais. Esta consciência é fomentada quer em atividades curriculares nos conteúdos programáticos nas diversas disciplinas, quer em atividades extracurriculares, como as iniciativas de voluntariado na Católica Porto. UDIP – Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa Uma área que promove oportunidades de SER+ na Católica Porto, possibilitando a desejável interação entre estudantes de todos os cursos da Universidade. Com o apoio de alunos, docentes e colaboradores, propõe anualmente um conjunto de ações em diversas áreas e para diferentes públicos procurando desenvolver competências culturais, espirituais, sociais e solidárias da comunidade Católica Porto. CASO | CAtólica SOlidária – possibilidade de realizar voluntariado em diversas áreas, com acompanhamento da Equipa CASO. GAS`África – possibilidade de uma experiência de 2 meses de voluntariado em África após 6 meses de formação. Nas7quintas – conversa entre duas pessoas mediáticas sobre os seus percursos pessoais e experiências de vida. CAM | Conhecimento e Aprofundamento de Mim – momentos informais de introspeção e partilha de experiências dinamizados por docentes. Ciclo de Cinema – projeção de filmes atuais, com um comentário inicial. Caminhos – um ou mais dias de encontro, reflexão em contacto com a natureza. Encontros temáticos – momentos de convívio. Contactos www.udip.porto.ucp.pt [email protected] 226 196 272 / 939 196 278 provedor do estudante O Provedor do Estudante tem como missão promover e defender os direitos e os interesses dos estudantes da Universidade Católica Porto, no contexto da vida universitária. Francisco Carvalho Guerra Contactos www.porto.ucp.pt/provedor-do-estudante [email protected] 937 288 612 FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Perguntas Frequentes O que é e como se acede ao eSCA? Como inicio um processo de equivalências? A partir do campus online tem acesso eletrónico aos Serviços Académicos e Tesouraria (eSCA Serviços ao Cidadão Académico). No eSCA pode consultar classificações, fazer inscrições, etc. Também pode editar alguns dos seus dados pessoais nomeadamente os contactos. Problemas com o eSCA devem ser resolvidos junto dos Serviços Académicos. No processo de candidatura ou o mais cedo possível, mediante requerimento ao diretor do 2.º ciclo. Deve anexar os programas das disciplinas realizadas bem como o certificado do seu aproveitamento. O que é e como se acede ao Campus online? A partir do portal da Católica Porto (www.porto.ucp.pt), site da Faculdade de Economia e Gestão (www.feg.porto.ucp.pt), eSCA ou diretamente em https://campus.porto.ucp.pt tem acesso ao campus online. O campus online está organizado por comunidades: uma parte pública e outra privada, que poderá aceder mediante username e password. Obtém o username e a password via email após a matrícula ou junto do serviço Sistemas e Tecnologias de Informação ([email protected]). Na parte privada do campus online tem acesso às páginas das unidades curriculares (UCs) as quais se encontra inscrito, assim como aos conteúdos e atividades. Nesta parte terá, igualmente, acesso à Comunidade da Faculdade de Economia e Gestão. Fazem parte desta comunidade os estudantes, docentes e funcionários que colaboram com a Faculdade. Este espaço é editado pela Direção da Faculdade e aqui encontra, entre outros, uma pasta do 2.º ciclo (mestrados) com avisos da Direção, horários, regulamentos, fichas de disciplinas, etc. Para mais informações sobre o campus online poderá consultar os materiais disponíveis na Comunidade de Estudantes ou contactar [email protected]. Quando devo pagar as propinas? Há financiamento? As propinas são pagas mensalmente, até ao dia 10 de cada mês, de outubro a julho. É também possível pagar a totalidade das propinas referentes ao semestre/ano no seu início, havendo lugar a um pequeno abatimento. Quando os prazos não são respeitados são aplicadas multas. O pagamento pode ser realizado presencialmente na Tesouraria ou via multibanco (consultar referências para pagamento via multibanco na página pessoal do eSCA). Se não conseguir pagar deve avisar atempadamente a Tesouraria. Existem também Bolsas Sociais às quais se pode candidatar. Para saber mais sobre estas bolsas dirija-se ao serviço de Estudantes e Empregabilidade (EE) ou envie um e-mail para [email protected]. Recomenda-se que contacte EE durante o mês de outubro. O que é o SLH – Strategic Leadership Hub? É uma aposta inovadora da FEG e tem como objetivo a promoção do desenvolvimento intencional e continuado de competências que são transversais a diferentes profissões. Os Centros de Competências são obrigatórios? Quanto custam? Os Centros de Competências apenas são obrigatórios para estudantes que queiram concorrer ao Trabalho Final de Mestrado em contexto misto ou empresarial (temas propostos por organizações) e não tenham experiência profissional anterior. Os Centros de Competências não têm ECTS associados nem custos para os estudantes que os 21 22 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E frequentam, a não ser que os referidos estudantes faltem ao dia para si estabelecido sem apresentar, previamente, uma justificação válida. A falta de comparência, sem aviso prévio ao SLH ([email protected]), até 24 horas de antecedência, implica a imputação de um custo de um valor de 200 euros. Como posso validar a minha experiência profissional anterior? Enviando ao SLH ([email protected]), CV atualizado que ateste a referida experiência profissional, na altura da inscrição nos Centros de Competências. A quem são divulgados os resultados dos Centros de Competências? Os resultados dos Centros de Competências são apenas divulgados ao estudante através de um feedback personalizado e de um certificado de avaliação de competências. Cabe ao estudante a decisão de partilhar estes resultados com as organizações a que se candidata. Os Centros de Competências não constam do Diploma do curso de Mestrado, nem do Suplemento ao Diploma, nem da Carta de Mestrado. Gostava de fazer um estágio ou de trabalhar. Como saber de oportunidades? O SLH divulga oportunidades de estágios curriculares no âmbito de Trabalho Final de Mestrado (TFM). O serviço de Estudantes e Empregabilidade (EE) divulga oportunidades de trabalho e de estágios, fora do âmbito de TFM, que existem ao longo do ano e no verão. O mesmo sucede com o serviço de Mobilidade e Relações Internacionais (MRI), no que refere a oportunidades de estágio além-fronteiras. Como posso aproveitar a dinâmica internacional da FEG? A FEG tem diversos acordos de mobilidade internacional (ERASMUS e outros), os quais permitem aos estudantes de mestrado realizarem um semestre curricular numa Universidade estrangeira, com possibilidade de reconhecimento académico após regresso. A realização do Trabalho Final de Mestrado (TFM) numa Instituição ou Empresa internacional é igualmente possível, por exemplo, através da realização de um estágio com enquadramento na modalidade de TFM em contexto empresarial. Para informações adicionais, tais como lista de Universidades parceiras da Faculdade de Economia e Gestão, regulamentos etc., visite a página da FEG, consulte a documentação disponível no campus online, ou entre em contacto com o Gabinete de Mobilidade e Relações Internacionais da Católica Porto, junto aos Serviços Académicos ([email protected]). Para questões curriculares, nomeadamente, reconhecimento de disciplinas estrangeiras, contacte a coordenação académica dos programas de mobilidade internacional na FEG, Maria João Marques ([email protected]). É necessário proceder à inscrição em exames? Na época normal não é necessária a inscrição. Na época de recurso é sempre necessária a inscrição. A inscrição num exame da época de recurso realiza-se nos Serviç os Académicos até 3 dias úteis antes da data de realização do exame, mediante pagamento de uma taxa. Como está organizado o processo de candidaturas a temas de Trabalho Final de Mestrado? Anualmente, a FEG recolhe propostas de temas de Trabalho Final de Mestrado (TFM) junto de docentes e de organizações e procede a um concurso para a respetiva afetação aos estudantes. As propostas aprovadas por cada diretor de mestrado são divulgadas aos estudantes inscritos nesse mestrado, no campus online, previamente ao concurso. Estudantes que pretendam aceder ao TFM e que não se submeteram ao concurso terão de escolher entre os temas disponíveis após o concurso (temas sobrantes). Em qualquer dos casos, o TFM tem início no semestre subsequente ao da atribuição do tema e requer o cumprimento por parte dos estudantes das condições estabelecidas no artigo 23.º do Regulamento Geral de Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa. FAC UL DA DE A candidatura aos temas de TFM disponibilizados pela FEG, terá de ser submetida na plataforma de candidaturas e gestão de TFM disponível em http://feg.ucp.tbfiles.com, de acordo com as datas previstas no calendário. O que é e como se acede à Plataforma de Candidaturas e Gestão de Trabalho Final de Mestrado? A plataforma de candidaturas e gestão de TFM, tem como objetivo acompanhar os processos de atribuição de tema, entrega do plano e inscrição em TFM. DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO A aprovação deste plano é uma das condições de acesso ao Trabalho Final de Mestrado. No caso de temas propostos por organizações, o estudante poderá contactar a organização para esclarecer dúvidas e solicitar informação necessária à elaboração do plano. Todos os contactos com as organizações devem ser feitos com o conhecimento do SLH (Valquíria Dias, [email protected]). É possível entregar o Trabalho Final de Mestrado antes do prazo? Têm acesso à plataforma as alunos que pretendam apresentar proposta de tema TFM ou participar na candidatura aos temas TFM disponibilizados pela FEG. É, se o parecer do orientador for favorável e o estudante pagar a totalidade das propinas relativas ao Trabalho Final de Mestrado. Contudo, a discussão pública só pode ocorrer depois de terminado o curso de mestrado. Para ter acesso à plataforma é necessário previamente o estudante efetuar o registo de utilizador em http://feg.ucp.tbfiles.com. É possível prorrogar o prazo de entrega do Trabalho Final de Mestrado? A quem me posso dirigir para esclarecer dúvidas sobre os temas de Trabalho Final de Mestrado propostos pela FEG? No caso de temas propostos por organizações os estudantes podem esclarecer dúvidas contactando o SLH (Valquíria Dias, [email protected]. pt) ou aproveitando as sessões de apresentação e esclarecimento de dúvidas realizadas por algumas empresas. No caso de temas propostos por docentes os estudantes devem contactar os docentes proponentes. Posso propor um Tema para de trabalho Final de Mestrado? Sim, nas condições e prazos estabelecidos pela Direção da FEG. Estudantes que proponham temas não podem concorrer aos temas da FEG, a não ser que os temas por si propostos venham a ser recusados pela FEG. O que devo incluir no plano de Trabalho Final de Mestrado? Tenho apoio para a sua elaboração? O plano deve incluir os elementos definidos na plataforma de candidaturas e gestão de TFM. Normalmente, espera-se que o Trabalho Final de Mestrado (TFM) possa ser entregue após uma inscrição (semestral). No entanto, de acordo com o Regulamento Geral dos Mestrados (arts. 11.º e 28.º), os estudantes podem efetuar um máximo de 3 inscrições a TFM, desde que essas inscrições não ultrapassem o prazo máximo previsto no art. 11.º (5 semestres consecutivos de frequência do mestrado). A segunda inscrição a TFM só é possível com a apresentação de um parecer do orientador e a terceira inscrição a TFM, para além do parecer do orientador, requer também a apresentação de um parecer do diretor de mestrado. Estudantes que não entreguem o TFM apenas podem obter o curso de mestrado (que corresponde à parte curricular). Estou inscrito num programa de Mestrado da FEG. É possível solicitar a transferência para outro programa de Mestrado? É, para o efeito, o estudante tem de requerer à Direção da FEG a referida transferência, que se concretiza se o pedido for aprovado. A aprovação ou a rejeição do pedido cabe à Direção da FEG, ouvidos os diretores dos programas de mestrado envolvidos. 23 24 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário letivo 2014-15 1.º SEMESTRE mês scc sl 2.ª 3.ª setembro 36 1 2 3 4 5 6 7 setembro 37 8 9 10 11 12 13 14 setembro 38 15 16 17 18 19 20 21 setembro 39 22 23 24 25 26 27 28 outubro 40 1 29 30 1 2 3 4 5 outubro 41 2 6 7 8 9 10 11 12 outubro 42 3 13 14 15 16 17 18 19 outubro 43 4 20 21 22 23 24 25 26 novembro 44 5 27 28 29 30 31 1 2 novembro 45 6 3 4 5 6 7 8 9 novembro 46 7 10 11 12 13 14 15 16 novembro 47 8 17 18 19 20 21 22 23 novembro 48 9 24 25 26 27 28 29 30 dezembro 49 10 1 2 3 4 5 6 7 dezembro 50 11 8 9 10 11 12 13 14 dezembro 51 12 15 16 17 18 19 20 21 dezembro 52 13 22 23 27 28 janeiro 1 13 janeiro 2 14 5 6 7 8 janeiro 3 15 12 13 14 janeiro 4 16 19 20 janeiro 5 17 26 fevereiro 6 18 fevereiro 7 19 F 4.ª 5.ª 6.ª sábado dom. Imaculada Conceição 24 Férias de Natal 29 25 F 1 Férias de Natal 4 9 10 11 15 16 17 18 21 22 23 24 25 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Férias de Natal 31 26 Férias de Natal 3 Férias de Natal 30 F Natal Férias de Natal Ano Novo 2 Férias de Natal Férias de Natal scc - semana do calendário civil; sl - semanas letivas Cursos de Homogeneização Avaliação Época Recurso 1.º S 2014-15 Aulas 1.º S. 2014-15 Avaliação Época Normal 1.º S 2014-15 FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Calendário letivo 2014-15 2.º SEMESTRE mês ssc sl 2.ª 3.ª fevereiro 8 1 16 fevereiro 9 2 março 10 março F 4.ª 5.ª 6.ª sábado dom. 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 1 3 2 3 4 5 6 7 8 11 4 9 10 11 12 13 14 15 março 12 5 16 17 18 19 20 21 22 março 13 6 23 24 25 26 27 28 29 abril 14 7 30 31 1 abril 15 7 abril 16 8 abril 17 maio Carnaval 2 Férias da Páscoa 6 F 3 Sexta-feira Santa 4 Férias da Páscoa F 5 Páscoa 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 9 20 21 22 23 24 25 26 18 10 27 maio 19 11 4 5 6 7 maio 20 12 11 12 13 maio 21 13 18 19 maio 22 14 25 junho 23 15 junho 24 junho Férias da Páscoa F Dia da Liberdade 28 29 30 F 1 2 3 8 9 10 14 15 16 17 20 21 22 23 24 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 16 8 9 10 11 12 13 14 25 17 15 16 17 18 19 20 21 junho 26 18 22 23 24 25 26 27 28 julho 27 19 29 30 1 2 3 4 5 julho 28 20 6 7 8 9 10 11 12 julho 29 21 13 14 15 16 17 18 19 julho 30 22 20 21 22 23 24 25 26 Dia do Trabalhador F Dia de Portugal F São João scc - semana do calendário civil; sl - semanas letivas Aulas 2.º S 2014-15 Avaliação Época Normal 2.º S 2014-15 Avaliação Época Recurso 2.º S 2014-15 25 26 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário de exames 1.º semestre 2014-15 época normal Auditoria e Fiscalidade segunda 5 jan. Business Economics Economia Social Microeconomics for Business Finance Investments Economia dos Problemas Sociais terça 6 jan. quarta 7 jan. quinta 8 jan. sexta 9 jan. Finance Macroeconomics for Business Fundamentos de Economia Social segunda 12 jan. Capital Investment Valuation terça 13 jan. quarta 14 jan. quinta 15 jan. Financial Intermediation Análise e Avaliação de Políticas Públicas sexta 16 jan. segunda 19 jan. Financial Statement Analysis and Performance Métodos de Investigação Financial Statement Analysis and Performance terça 20 jan. quarta 21 jan. Quantitative Methods for Business and Economics 1.º grupo quinta 22 jan. Quantitative Methods for Business and Economics 2.º grupo sexta 23 jan. Quantitative Methods in Finance Economia e Gestão das Organizações de Economia Social sábado 24 jan. Unidades curriculares oferecidas em inglês (alunos Erasmus). Nota: os exames que têm lugar durante a semana realizam-se às 18h00. Ao sábado realizam-se às 10h00. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Gestão Gestão Serviços Gestão de Recursos Humanos Marketing Organização e Estratégia Organização e Estratégia Direito do Trabalho Strategy and Organization Brand Management Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas Psicologia do Trabalho Comportamento do Consumidor Economia dos Recursos Humanos Gestão de Operações Gestão de Operações de Serviços Gestão Estratégica de Recursos Humanos Análise de Mercados Informação Financeira e Desempenho Empresarial Publicidade Modelos de Otimização e Decisão em Serviços Marketing Recrutamento, Seleção e Socialização de Talentos Marketing Marketing de Serviços 27 28 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário de exames 1.º semestre 2014-15 época de recurso Auditoria e Fiscalidade Business Economics Finance Economia dos Problemas Sociais segunda 26 jan. terça 27 jan. Economia Social Microeconomics for Business Investments quarta 28 jan. quinta 29 jan. sexta 30 jan. Macroeconomics for Business Fundamentos de Economia Social Capital Investment Valuation segunda 2 fev. terça 3 fev. Finance Quantitative Methods for Business and Economics Análise e Avaliação de Políticas Públicas quarta 4 fev. quinta 5 fev. sexta 6 fev. Financial Intermediation Métodos de Investigação segunda 9 fev. terça 10 fev. quarta 11 fev. quinta 12 fev. Economia e Gestão das Organizações de Economia Social sexta 13 fev. sábado 14 fev. Financial Statement Analysis and Performance Unidades curriculares oferecidas em inglês (alunos Erasmus). Nota: os exames que têm lugar durante a semana realizam-se às 18h00. Ao sábado realizam-se às 10h00. Quantitative Methods in Finance Financial Statement Analysis and Performance FAC UL DA DE Gestão Gestão Serviços Gestão de Recursos Humanos DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Marketing Direito do Trabalho Organização e Estratégia Strategy and Organization Economia dos Recursos Humanos Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas Brand Management Psicologia do Trabalho Comportamento do Consumidor Gestão de Operações Gestão de Operações de Serviços Gestão Estratégica de Recursos Humanos Análise de Mercados Marketing de Serviços Publicidade Organização e Estratégia Marketing Informação Financeira e Desempenho Empresarial Modelos de Otimização e Decisão em Serviços Recrutamento, Seleção e Socialização de Talentos Marketing 29 30 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário de exames 2.º semestre 2014-15 época normal segunda 1 jun. Auditoria e Fiscalidade Business Economics Economia Social Contabilidade e Relato Financeiro – 5.ª Ed. Human Resources Economics Management Economia e Gestão de Recursos Humanos Finance terça 2 jun. quarta 3 jun. quinta 4 jun. Auditoria – 4.ª Ed. Sustentabilidade, Empreendedorismo e Inovação Social sexta 5 jun. sábado 6 jun. Research Methods segunda 8 jun. Direito das Sociedades Comerciais – 5.ª Ed. terça 9 jun. quarta 10 jun. quinta 11 jun. Contabilidade Internacional – 4.ª Ed. Financial Economics Políticas Sociais e Desenvolvimento Territorial Direito Fiscal – 5.ª Ed. sexta 12 jun. segunda 15 jun. Corporate Financial Strategy Direito do Trabalho – 4.ª Ed. terça 16 jun. Business Strategy Sistemas de Gestão da Qualidade em Organizações de Economia Social quarta 17 jun. quinta 18 jun. Corporate Restructuring Finanças Empresariais – 5.ª Ed. International Financial Management sexta 19 jun. Planeamento Estratégico de Organizações de Economia segunda 22 jun. terça 23 jun. quarta 24 jun. quinta 25 jun. Tópicos Avançados de IVA – 4.ª Ed. sexta 26 jun. Contabilidade e Controlo de Gestão – 5.ª Ed. Risk Management International Business Algumas disciplinas do Mestrado em Auditoria e Fiscalidade – 4.ª Ed. têm o seu exame final (época normal) no decurso do semestre, nas seguintes datas: Planeamento Fiscal – 9 de maio (10h00); Manipulação de Demonstrações Financeiras – 16 de maio (10h00); Direito do Mercado de Valores – 23 de maio (10h00); Processo e Contencioso Tributário - 30 de maio (10h00). Unidades curriculares oferecidas em inglês (alunos Erasmus). Nota: os exames que têm lugar durante a semana realizam-se às 18h00. Ao sábado realizam-se às 10h00. FAC UL DA DE Gestão Gestão Serviços Gestão de Recursos Humanos DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Marketing Gestão da Qualidade e Lean Thinking Marketing Communications Direito dos Negócios Criatividade na Resolução de Problemas de Liderança E-Marketing Gestão do Desempenho e Remunerações Gestão Comercial Gestão de Projetos Marketing Engineering Metodologias de Investigação em Gestão de Recursos Humanos International Marketing Aplicações de Análise Quantitativa de Dados Segurança e Saúde no Trabalho Marketing de Serviços Novas Tendências de Consumo No Mestrado em Gestão o regime de avaliação de Entrepreneurship and Opportunity Recognition e Comportamento, Economia e Organização não prevê exame. No Mestrado de Gestão de Recursos Humanos o regime de avaliação de Formação e Desenvolvimento não prevê exame. No Mestrado de Gestão de Serviços o regime de avaliação de Gestão da Cadeia de Abastecimento em Serviços; Tecnologias de Informação e E-Business e Gestão da Inovação em Serviços não prevê exame. 31 32 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário de exames 2.º semestre 2014-15 época de recurso Auditoria e Fiscalidade Business Economics Economia Social segunda 29 jun. Planeamento Fiscal – 4.ª Ed. Financial Economics Sustentabilidade, Empreendedorismo e Inovação Social terça 30 jun. Contabilidade e Relato Financeiro – 5.ª Ed. quarta 1 jul. Research Methods quinta 2 jul. Direito das Sociedades Comerciais – 5.ª Ed. sexta 3 jul. Manipulação de Demonstrações Financeiras – 4.ª Ed sábado 4 jul. Contabilidade Internacional – 4.ª Ed. segunda 6 jul. Direito Fiscal – 5.ª Ed. terça 7 jul. quarta 8 jul. Human Resources Economics Management Economia e Gestão dos Recursos Humanos Corporate Financial Strategy Business Strategy Políticas Sociais e Desenvolvimento Territorial Auditoria – 4.ª Ed. quinta 9 jul. International Business sexta 10 jul. Direito do Mercado de Valores – 4.ª Ed. segunda 13 jul. Direito do Trabalho – 4.ª Ed. Planeamento Estratégico de Organizações de Economia terça 14 jul. quarta 15 jul. Finance International Financial Management Corporate Restructuring Finanças Empresariais – 5.ª Ed. Sistemas de Gestão da Qualidade em Organizações de Economia Social quinta 16 jul. sexta 17 jul. Tópicos Avançados de IVA – 4.ª Ed. sábado 18 jul. Contabilidade e Controlo de Gestão – 5.ª Ed. segunda 20 jul. Processo e Contencioso Tributário – 4.ª Ed. Risk Management Algumas disciplinas do Mestrado em Auditoria e Fiscalidade – 4.ª Ed. têm o seu exame final (época normal) no decurso do semestre, nas seguintes datas: Planeamento Fiscal – 9 de maio (10h00); Manipulação de Demonstrações Financeiras – 16 de maio (10h00); Direito do Mercado de Valores – 23 de maio (10h00); Processo e Contencioso Tributário - 30 de maio (10h00). Unidades curriculares oferecidas em inglês (alunos Erasmus). Nota: os exames que têm lugar durante a semana realizam-se às 18h00. Ao sábado realizam-se às 10h00. FAC UL DA DE Gestão Gestão Serviços Gestão de Recursos Humanos DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Marketing Marketing Engineering Gestão do Desempenho e Remunerações Marketing de Serviços Direito dos Negócios Criatividade na Resolução de Problemas de Liderança Marketing Communications Metodologias de Investigação em Gestão de Recursos Humanos Novas Tendências de Consumo Gestão de Projetos E-Marketing Intenational Marketing Aplicações de Análise Quantitativa de Dados Segurança e Saúde no Trabalho Gestão Comercial Gestão da Qualidade e Lean Thinking No Mestrado em Gestão o regime de avaliação de Entrepreneurship and Opportunity Recognition e Comportamento, Economia e Organização não prevê exame. No Mestrado de Gestão de Recursos Humanos o regime de avaliação de Formação e Desenvolvimento não prevê exame. No Mestrado de Gestão de Serviços o regime de avaliação de Gestão da Cadeia de Abastecimento em Serviços; Tecnologias de Informação e E-Business e Gestão da Inovação em Serviços não prevê exame. 33 34 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário Trabalho Final de Mestrado 2014-15 TFM FEG Data limite 10 out. 2014 Entrega de CV para certificação de Competências Profissionais* e Inscrição nos Centros de Competências ** 23 fev. 2015 só para o MSc Auditoria e Fiscalidade Publicação de Temas de TFM 28 abr. 2015 Candidatura a Temas de TFM 08 mai. 2015 Atribuição de Temas de TFM 11 jun. 2015 Aceitação do Tema de TFM pelo Estudante 16 jun. 2015 Candidatura aos Temas de TFM sobrantes 19 a 22 jun. 2015 Publicação de Temas de TFM atribuídos 25 jun. 2015 Entrega do Plano de TFM (para realização no 1.º semestre 2015-16) 21 jul. 2015 Aprovação do Plano de TFM (para realização no 1.º semestre 2015-16) 11 set. 2015 Inscrição em TFM (para realização no 1.º semestre 2015-16) 25 set. 2015 Entrega do TFM Final 1.º semestre 2.º semestre 10 mar. 2015 10 set. 2015 Local SLH Valquíria Dias Andreia Ferreira [email protected] campus online / Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM http://feg.ucp.tbfiles.com/ Serviços Académicos [email protected] ** Para estudantes com experiência profissional que pretendem candidatar-se a TFM, em contexto empresarial. ** Obrigatório para estudantes que pretendem realizar o TFM em contexto organizacional ou misto, caso não tenham obtido certificação das competências profissionais. FAC UL DA DE TFM iniciativa do Estudante Data limite 10 out. 2014 Entrega de CV para certificação de Competências Profissionais* e Inscrição nos Centros de Competências ** DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Local 23 fev. 2015 SLH Valquíria Dias Andreia Ferreira [email protected] 28 nov. 2014 30 mar. 2015 Assessoria da Direção [email protected] só para o MSc Auditoria e Fiscalidade Proposta de Temas de TFM para realização no 2.º semestre 2014-15 para realização no 1.º semestre 2015-16 Aceitação / Atribuição de Temas de TFM para realização no 2.º semestre 2014-15 para realização no 1.º semestre 2015-16 14 jan. 2015 21 abr. 2015 Entrega do Plano de TFM para realização no 2.º semestre 2014-15 para realização no 1.º semestre 2015-16 26 jan. 2015 21 jul. 2015 Aprovação do Plano de TFM para realização no 2.º semestre 2014-15 para realização no 1.º semestre 2015-16 Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM http://feg.ucp.tbfiles.com/ 19 fev. 2015 11 set. 2015 Inscrição em TFM para realização no 2.º semestre 2014-15 para realização no 1.º semestre 2015-16 Entrega do TFM Final 1.º semestre 2.º semestre 26 fev. 2015 25 set. 2015 10 mar. 2015 10 set. 2015 Serviços Académicos [email protected] ** Para estudantes com experiência profissional que pretendem candidatar-se a TFM, em contexto empresarial. ** Obrigatório para estudantes que pretendem realizar o TFM em contexto organizacional ou misto, caso não tenham obtido certificação das competências profissionais. 35 36 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Calendário de inscrições 2014-15 1.º semestre 1.ª Inscrição em TFM Reinscrição em TFM ou Prorrogação do prazo de entrega do TFM Data limite Local 26 set. 2014 Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM http://feg.ucp.tbfiles.com/ de 10 set. 2014 a 20 set. 2014 Inscrição em unidades curriculares e turmas Alunos de continuidade de 18 set. 2014 a 26 set. 2014 Novos alunos * 03 out. 2014 Pedido de Reingresso 17 set. 2014 Inscrição nos exames da Época de Recurso até 3 dias úteis antes da data do exame Secretaria Virtual (e-SCA) Tesouraria Escolar 2.º semestre Inscrição em unidades curriculares e turmas 20 e 21 jan. 2015 Mestrados em : Auditoria e Fiscalidade, Economia Social, Finance e Gestão de Recursos Humanos entre as 10h00 e as 24h00 Mestrados em : Business Economics, Gestão de Serviços e Marketing entre as 10h00 e as 24h00 Mestrado em : Gestão 1.ª Inscrição em TFM Reinscrição em TFM ou Prorrogação do prazo de entrega do TFM Pedido de Reingresso Inscrição nos exames da Época de Recurso 23 e 24 jan. 2015 Secretaria Virtual (e-SCA) 29 e 30 jan. 2015 entre as 10h00 e as 24h00 26 fev. 2015 de 06 mar. 2015 a 13 mar. 2015 Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM 2.ª inscrição Plataforma de Candidaturas e Gestão de TFM 3.ª inscrição Secretaria Virtual (e-SCA) 30 jan. 2015 Secretaria Virtual (e-SCA) até 3 dias úteis antes da data do exame Tesouraria Escolar * Por defeito os alunos ficam inscritos a todas as unidades curriculares do plano de estudos do curso. *Alterações devem ser solicitadas presencialmente ou por email para [email protected]. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO REGULAMENTO 37 38 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Regulamento Geral dos Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa Capítulo 1 Disposições gerais Artigo 1.º – Objeto e âmbito de aplicação 1.O presente regulamento estabelece os princípios gerais que regem os mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa, em desenvolvimento do disposto no DecretoLei n.º 74/2006 de 24 de março (alterado pelos Decretos-Lei n.º 107/2008 de 25 de junho, 230/2009 de 14 de setembro e 115/2013 de 7 de agosto) e demais legislação aplicável. 2.O presente regulamento aplica-se a todos os ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa (doravante designada por FEG - UCP), podendo ser complementado por regulamentos específicos. 3.Na ausência de regulamentos específicos aplicam-se as regras gerais constantes do presente regulamento. Artigo 2.º – Grau de mestre 1.A Universidade Católica Portuguesa, através da Faculdade de Economia e Gestão, confere o grau de mestre numa especialidade, podendo as especialidades ser desdobradas em áreas de especialização. 2.As especialidades (doravante denominadas “mestrados”) e correspondentes áreas de especialização são aprovadas pelo Conselho Científico da FEG - UCP, mediante proposta da Direção da FEG - UCP. 3.O grau de mestre pode ser conferido pela Universidade Católica Portuguesa em regime de associação com outros estabelecimentos de ensino superior, nacionais ou estrangeiros, nos termos do disposto nos artigos 41.º a 43.º do DL 74/2006 de 24 de março alterado pelo DL n.º 115/2013 de 7 de agosto. 4.Nos termos do presente regulamento e da legislação em vigor, o grau de mestre é conferido a quem demonstre: a) possuir conhecimentos e capacidade de compreensão a um nível que sustentando-se nos conhecimentos obtidos no nível do 1.º ciclo, os desenvolva e aprofunde, e que permitam e constituam a base de desenvolvimentos e/ou aplicações originais, em muitos casos em contexto de investigação; b) s aber aplicar os seus conhecimentos e a sua capacidade de compreensão e de resolução de problemas em situações novas e não familiares, em contextos alargados e multidisciplinares, ainda que relacionados com a sua área de estudo; c) capacidade para integrar conhecimentos, lidar com questões complexas, desenvolver soluções ou emitir juízos em situações de informação limitada ou incompleta, incluindo reflexões sobre as implicações e responsabilidades éticas e sociais que resultem dessas soluções e desses juízos ou os condicionem; d) ser capaz de comunicar as suas conclusões, e os conhecimentos e raciocínios a elas subjacentes, quer a especialistas, quer a não especialistas, de uma forma clara e sem ambiguidades; e) competências que lhe permitam uma aprendizagem ao longo da vida, de um modo fundamentalmente auto-orientado ou autónomo. Artigo 3.º – Condições gerais de acesso aos mestrados 1. Podem candidatar-se aos mestrados da FEG - UCP: a) os titulares do grau de licenciado ou equivalente legal; b) os titulares de um grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do processo de Bolonha por um Estado aderente a este processo; FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO c) os titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido pelo Conselho Científico da FEG - UCP como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado; d) os que, muito embora não satisfaçam os requisitos referidos nas alíneas a), b) e c), sejam detentores de um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido pelo Conselho Científico da FEG - UCP como atestando capacidade para a realização do mestrado a que se propõem. 2.Os candidatos devem ser titulares de diploma oficial de inglês, nivel oficial B2 de The Council of Europe’s Common European Framework of References for Languages. (http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/cadre_ en.asp), ou diploma equivalente reconhecido (Cambridge FCE, Cambridge Michigan ECCE and ECPE, TOEFL1, IELTS2). 3.Os que não satisfaçam o requisito referido no ponto 2. têm acesso a um teste diagnóstico, gratuito, que em caso de aprovação, substitui a apresentação do referido diploma. Artigo 4.º – Candidatura A apresentação de candidaturas aos mestrados engloba o preenchimento do formulário de candidatura, a entrega do curriculum vitae e de outros elementos devidamente anunciados. Artigo 5.º – Critérios de seleção e seriação 1.Os candidatos são selecionados segundo os seguintes critérios: a) currículo académico e científico; b) classificação da licenciatura; c) experiência profissional ou de investigação. Artigo 6.º – Frequência casuística de unidades curriculares 1.É permitida a frequência, por parte de alunos que preencham as condições referidas no art. 3.º, de unidades curriculares dos mestrados, mediante parecer favorável do respetivo diretor de mestrado. 2.Esta frequência casuística de unidades curriculares é regulada por regulamento próprio dos Serviços Académicos. Artigo 7.º – Prazos e calendário letivo Os prazos de candidatura e inscrição, bem como o calendário letivo, são fixados anualmente pela Direção da FEG - UCP. Artigo 8.º – Condições de funcionamento 1.As vagas para cada mestrado são definidas anualmente pela Direção da FEG - UCP. 2.A Direção da FEG - UCP estabelece anualmente o número mínimo de inscrições indispensável ao funcionamento de cada mestrado. Artigo 9.º – Organização dos mestrados 1.Os mestrados da FEG - UCP organizam-se em regime de créditos (ECTS), acumulando um total compreendido entre 90 e 120 ECTS. 1 Para equivalência ao nível B2, exige-se classificaçãoo igual ou superior a 85 (escala 0-120) no caso de internet-based TOEFL (IBT) e igual ou superior a 170 (escala 0-300) no caso de computer-based TOEFL (CBT). 2 Para equivalência ao nível B2, exige-se classificação igual ou superior a 7 (escala 0-9). 39 40 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E 2. Cada mestrado integra obrigatoriamente: a) um curso de especialização, denominado curso de mestrado, constituído por um conjunto organizado de unidades curriculares que formam a fase letiva, a que corresponde um mínimo de 50 % do total de créditos do plano de estudos; b) um trabalho final de mestrado, que se traduz numa dissertação de natureza científica ou num trabalho de projeto, original e especialmente realizado para o fim de obtenção do grau de mestre, ou num estágio de natureza profissional objeto de relatório final, a que corresponde um mínimo de 30 ECTS. 3.Os mestrados poderão ainda incluir seminários e ciclos de conferências com objetivos de formação, que não correspondem a unidades curriculares. Artigo 10.º – Estrutura curricular, plano de estudos e créditos A estrutura curricular, o plano de estudos e os créditos respetivos de cada mestrado são definidos pela respetiva direção e aprovados pelo Conselho Científico da FEG - UCP. Artigo 11.º – Prescrições, suspensões e reingressos 1.A prescrição da matrícula é fixada em 5 semestres letivos consecutivos após a inscrição inicial, salvo os casos de contagem de prazos legalmente previstos. 2.O aluno pode suspender a sua matrícula, em cada semestre letivo, a uma ou várias unidades curriculares ou ao trabalho final de mestrado. 3.A suspensão da matrícula a todas as unidades curriculares ou ao trabalho final de mestrado, assim como a não inscrição a pelo menos uma unidade curricular ou ao trabalho final de mestrado, por um período superior a um semestre letivo cessa, de forma definitiva, a inscrição do aluno na edição do mestrado a que foi admitido. 4.Após a prescrição de matrícula, bem como a suspensão ou a não inscrição a que alude o número anterior, o reingresso num determinado mestrado é possível, sem necessidade de nova candidatura, mas fica sujeito à apreciação, pelo respetivo diretor de mestrado, das unidades curriculares completadas em edições anteriores desse mestrado e, caso seja aplicável, do tema e plano de trabalho final de mestrado, cabendo à Direção FEG - UCP a decisão final. Capítulo II Curso de mestrado Artigo 12.º – Curso de mestrado 1.O curso de mestrado compreende unidades curriculares semestrais e tem uma duração mínima de 2 semestres letivos. 2.As unidades curriculares que integram o curso de mestrado organizam-se no regime de créditos (ECTS), fixados em conformidade com o disposto no artigo 9.º. 3.Qualquer uma das unidades curriculares que integram o curso de mestrado poderá ser lecionada em língua estrangeira. 4.As unidades curriculares que integram o curso de mestrado são lecionadas por doutores ou por especialistas de reconhecido mérito. Artigo 13.º – Regime de ensino O regime de ensino é presencial, excetuando os casos dos mestrados à distância e outros utilizando outras tecnologias de comunicação. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Artigo 14.º – Isenções de frequência 1.A direção de cada mestrado pode conceder aos alunos isenções de frequência e/ou de avaliação a determinadas unidades curriculares, num limite máximo de 50 % dos créditos (ECTS) previstos para o curso de mestrado. 2.Nos casos previstos no número anterior, às unidades curriculares não realizadas na Universidade Católica Portuguesa, não será atribuída qualquer classificação. 3.O limite máximo referido no número um apenas poderá ser ultrapassado mediante deliberação do Conselho Científico da FEG - UCP ou nos casos de reingresso referidos no art. 11.º. Artigo 15.º – Regime de transferência entre programas de mestrado 1.Os alunos podem requerer à Direção da FEG - UCP a transferência entre mestrados desta Faculdade. 2.A aprovação do requerimento referido no número anterior compete à Direção da FEG - UCP, ouvidos os diretores dos mestrados nele envolvidos. Artigo 16.º – Regime de precedências Não há regime de precedências nas unidades curriculares do curso de mestrado. Artigo 17.º – Avaliação 1.As unidades curriculares que integram o curso de mestrado são objeto de avaliação traduzida numa classificação final. 2.Os elementos de avaliação exigidos em cada unidade curricular e a respetiva ponderação na classificação final constam da ficha de cada unidade curricular aprovada anualmente pela direção de cada mestrado, denominada ficha da disciplina. 3.A avaliação em cada uma das unidades curriculares que integram o curso de mestrado decorre em época normal e em época de recurso, nos seguintes termos: a) a avaliação em época normal, é feita através de exame final ou de outra forma de avaliação que inclua pelo menos um elemento de avaliação individual (doravante designado “elemento individual de avaliação final”), podendo ainda integrar meios complementares de avaliação, a realizar individualmente ou em grupo, nos termos previstos na ficha da disciplina; b) a avaliação em época de recurso, de carácter excecional, incide sobre o elemento individual de avaliação final, mantendo o aluno as classificações parciais obtidas nos restantes elementos de avaliação exigidos em época normal; porém, caso a classificação no elemento individual de avaliação final seja superior à que resulta da ponderação de todos os elementos de avaliação requeridos na ficha da disciplina, apenas será tida em consideração a primeira. 4.Têm acesso à época de recurso os alunos que se inscrevam junto da secretaria dos Serviços Académicos. 5.Na época de recurso, cada aluno apenas se pode inscrever a um máximo de 18 créditos (ECTS) ou a 3 unidades curriculares (caso a soma de ECTS destas ultrapasse os 18). Artigo 18.º – Classificações 1.Em cada unidade curricular, as classificações de todos os elementos parciais de avaliação, incluindo o elemento individual de avaliação final, devem ser atribuídas numa escala de 0 a 20 valores. 2.A classificação final em cada uma das unidades curriculares que integram o curso de mestrado é a que resulta da ponderação de todos os elementos de avaliação exigidos, constantes da ficha da disciplina. 3.As classificações finais nas unidades curriculares que integram o curso de mestrado são atribuídas numa escala de 0 a 20 valores, com consideração apenas da primeira casa decimal e arredondamento à unidade. 4.As melhorias de classificação apenas podem ser realizadas na época de recurso respeitante ao ano letivo de frequência da unidade curricular, nos moldes descritos no n.º 3.b) do art. 17.º. A nota final na unidade curricular será a mais elevada entre a obtida na época normal e na época de recurso. 41 42 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Artigo 19.º – Aprovação 1.São considerados aprovados numa unidade curricular do curso de mestrado os alunos que tenham obtido a classificação final mínima de 10 valores, salvo o disposto no número seguinte. 2.Para a aprovação em cada uma das unidades curriculares que integram o curso de mestrado o aluno tem de obter uma classificação igual ou superior a 7,5 valores no elemento individual de avaliação final. 3.São considerados aprovados no curso de mestrado os alunos que obtenham aprovação nas unidades curriculares correspondentes ao número de créditos (ECTS) requerido. Artigo 20.º – Prazos para publicação das classificações do curso de mestrado 1.Na época normal os docentes das unidades curriculares do curso de mestrado deverão publicar as classificações finais em pauta até um mês após a data da realização do respetivo elemento individual ou até 3 dias antes da respetiva data de realização em época de recurso. 2.Na época de recurso os docentes das unidades curriculares do curso de mestrado deverão publicar as classificações finais em pauta até uma semana após a data de realização do respetivo exame. Artigo 21.º – Emolumentos, taxas e propinas Os emolumentos, taxas e propinas correspondentes aos mestrados constam de tabela aprovada pela Direção do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa. Capítulo III Trabalho final de mestrado Artigo 22.º – Funcionamento 1.O Conselho Científico da FEG - UCP delega a organização das atividades necessárias à preparação e realização dos TFM nos diretores de mestrado que efetuam as diligências necessárias para que todo o processo decorra de forma adequada. 2.Os diretores de mestrado submetem à aprovação do Conselho Científico da FEG - UCP todas as decisões que não tenham um carácter estritamente operacional. Artigo 23.º – Acesso ao trabalho final de mestrado 1.Os alunos que cumpram os requisitos estabelecidos nos números seguintes têm a possibilidade de aceder ao trabalho final de mestrado (doravante designado por TFM). 2.O acesso ao TFM depende, cumulativamente: a) da obtenção de aprovação no curso de mestrado; b) da obtenção de aprovação do plano de TFM; c) da aprovação nos seminários de investigação para os programas de mestrado em que este curso é obrigatório. A aprovação nos seminários de investigação implica a aprovação do plano de TFM. 3.Excecionalmente, poderão aceder ao TFM alunos a quem faltem 12 ECTS para completar o seu curso de mestrado, desde que obtenham, cumulativamente: a) um parecer favorável do respetivo diretor de mestrado; b) aprovação do plano de TFM e dos seminários de investigação nos programas de mestrado em que este curso é obrigatório. Artigo 24.º – Plano de TFM 1.O plano de TFM deverá ser submetido observando as regras ditadas anualmente para o efeito. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO 2.Nos cursos de mestrado que oferecem seminários de investigação a avaliação do plano deverá ser realizada pela equipa docente destes seminários após parecer do orientador. 3.Nos restantes cursos de mestrado a avaliação do plano deverá ser realizada pelo diretor de mestrado após parecer do orientador. Artigo 25.º – Seminários de investigação O funcionamento e avaliação dos seminários de investigação são regulados em procedimento a ser publicado anualmente pela Direção da FEG - UCP. Artigo 26.º – Conteúdo e contexto de TFM 1.O TFM pode ser realizado em contexto académico, organizacional ou misto. 2.O TFM deve ser original, especialmente realizado para a obtenção do grau de mestre e representar um contributo para uma análise crítica de uma matéria económica ou empresarial. 3.Em qualquer um dos contextos o TFM é um trabalho escrito de investigação e análise de um tema da área de conhecimento dos mestrados. O TFM deve incluir o enquadramento do trabalho no corpo do conhecimento científico relevante, definição dos objetivos de investigação, seleção das metodologias de investigação, análise e discussão dos resultados e conclusão. Artigo 27.º – Orientação 1.Na elaboração do TFM, cada aluno é orientado por um doutor da FEG - UCP ou por um especialista de reconhecido mérito, nacional ou estrangeiro, a ser aprovado pela direção de cada mestrado. 2.A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação, quer por orientadores nacionais, quer por nacionais e estrangeiros, desde que seja aprovada pela direção de cada mestrado. No caso da realização de TFM em ambiente misto ou organizacional, cabe à organização parceira designar um co-orientador para o efeito do acompanhamento do desenvolvimento do trabalho. Artigo 28.º – Inscrição no TFM 1.Para realizar o seu TFM e beneficiar da orientação referida no art. 27.º, o aluno deve proceder à sua inscrição a TFM na secretaria dos Serviços Académicos dentro dos prazos previstos. 2.A inscrição a TFM processa-se com base em semestres letivos. 3.O aluno deve efetuar, no mínimo, uma inscrição a TFM, e pode efectuar um máximo de 3 inscrições, desde que essas inscrições não ultrapassem o prazo máximo previsto no art. 11.º. 4.A segunda inscrição a TFM só é possível com a apresentação de um parecer do orientador e a terceira inscrição a TFM, para além do parecer do orientador, requer também a apresentação de um parecer do diretor de mestrado. 5.A partir da segunda inscrição a TFM, o aluno está sujeito ao pagamento de propinas por cada mês de inscrição a TFM, até à respetiva entrega. Artigo 29.º – Fases do processo de preparação e realização do TFM 1.Anualmente é publicado um calendário que informa os prazos do processo de preparação e realização dos TFM. Todo o processo decorre dentro do calendário escolar previsto para cada ano letivo. 2.Este calendário inclui quatro grandes fases: a) fase I: apresentação, divulgação e candidatura a temas dos TFM; b) fase II: atribuição dos temas e orientadores e realização do plano de TFM; c) fase III: realização e entrega de TFM; d) fase IV: provas públicas e discussão do TFM. 43 44 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Fase I: apresentação, divulgação e candidatura a temas de TFM Artigo 30.º – Apresentação de propostas de temas de TFM 1.Os temas de TFM devem inserir-se nas áreas científicas dos mestrados. 2.Os temas de TFM podem ser propostos por docentes da FEG - UCP ou pelas empresas e outras organizações, designados por temas de TFM - FEG. 3.Excecionalmente os alunos podem propor temas para TFM, designados por temas de TFM - Estudante. A proposta deve incluir um plano de trabalho, sendo acompanhada de uma justificação detalhada do interesse do aluno no desenvolvimento desse trabalho. O aluno pode propor um orientador. Contudo, a decisão relativa à aceitação da proposta e indicação do orientador cabe ao diretor do mestrado. 4.As propostas devem ser apresentadas observando as regras fixadas anualmente pela Direção da FEG - UCP nos prazos fixados no calendário letivo. 5.Todas as propostas têm de ser aprovadas pelo diretor do mestrado. Artigo 31.º – Divulgação das propostas de temas de TFM e candidaturas 1.Compete aos Serviços Académicos, após aprovação dos diretores de mestrado, a divulgação dos: a) temas de TFM - FEG abertos a concurso (temas propostos por docentes e por empresas e outras organizações). As propostas de temas aprovadas serão colocadas no campus online da Direção da FEG - UCP; b) t emas de TFM - Estudante aceites, com indicação do aluno e orientador. 2.No período de candidatura a temas de TFM - FEG, os docentes, empresas ou outras organizações proponentes podem realizar, se assim o entenderem, sessões públicas de apresentação das suas propostas de tema. Para organizar estas sessões os interessados devem contactar o secretariado da Direção da FEG - UCP antes do início do período de candidatura fixado no calendário letivo. Os alunos devem esclarecer as dúvidas sobre as propostas, contactando o Strategic Leadership Hub no caso de propostas de empresas ou outras organizações, ou o docente respetivo, no caso de propostas de docentes. 3.As regras relativas ao processo de candidatura a temas de TFM - FEG são fixadas anualmente pela Direção da FEG - UCP, ouvidos os diretores de mestrado e o Strategic Leadership Hub. Fase II: atribuição de temas e orientadores e realização do plano de TFM Artigo 32.º – Atribuição dos temas e orientadores de TFM - FEG 1.O processo de atribuição de temas e orientadores observa as regras fixadas anualmente pela Direção da FEG - UCP e deverá estar concluído até à data limite fixada no calendário letivo. 2.Nos casos de TFM realizado em contexto organizacional ou misto, é da competência da organização acolhedora a seleção dos candidatos. 3.No caso de TFM em contexto misto, pode ser celebrado um Acordo de Trabalho de Projeto, que formaliza a relação entre a FEG - UCP, as organizações envolvidas no projeto e o aluno. 4.No caso de TFM em contexto organizacional, deve ser celebrado um Acordo de Estágio que formaliza a relação entre a FEG - UCP, a organização do estágio e o estagiário, garantindo que o estágio não envolve relações de trabalho entre a organização e o estagiário e que o estagiário se encontra coberto pelo seguro escolar, desde que se mantenha como aluno da FEG - UCP. Para efeitos do TFM em contexto organizacional, a duração mínima do estágio deverá ser de quatro meses ou de 560 horas de trabalho. 5.Nas situações previstas nos dois números anteriores, o secretariado da Direção da FEG - UCP solicita ao Strategic Leadership Hub a celebração dos Acordos de Trabalho de Projeto ou de Estágio, arquivando uma cópia de cada acordo e informando o diretor do mestrado. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Fase III: realização e entrega do TFM Artigo 33.º – Realização do TFM – orientação, conteúdo e forma 1.O processo de orientação de TFM deverá ser conduzido com rigor, dando especial atenção ao cumprimento dos prazos estabelecidos para a sua realização e entrega, respeitando as indicações de estrutura, conteúdo e forma estabelecidas em documento próprio, disponível no campus online. 2.Compete ao aluno e ao orientador resolver eventuais conflitos. Em caso de impossibilidade, quer o orientador quer o aluno podem recorrer por escrito ao diretor do mestrado, o qual desencadeará as ações necessárias para a resolução do problema. 3.O TFM não pode ter uma extensão superior a 25.000 palavras (excluindo o sumário executivo, a bibliografia, os anexos e os apêndices) e a sua formatação deve cumprir o estabelecido no Manual de Estilo da FEG, disponível no campus online. Artigo 34.º – Entrega do TFM 1.A entrega do TFM deve ser acompanhada de parecer favorável do orientador ou co-orientadores. 2.No caso do TFM realizado em contexto misto ou organizacional, o parecer do orientador deve ter em consideração o parecer do orientador da organização envolvido no processo. 3.O TFM é entregue nos Serviços Académicos da seguinte forma: a) q uatro cópias em papel (cinco cópias no caso de ter havido co-orientação), encadernadas conforme estabelecido no Manual de Estilo da FEG; b) cinco cópias em suporte digital (CD / DVD); c) u m formulário de repositório institucional com indicação do tipo de divulgação pretendida, disponível no campus online; d) um Curriculum Vitae atualizado; e) uma declaração anti-plágio; f) o original do acordo de confidencialidade, quando aplicável. 4. Só são aceites TFM entregues por alunos: a) que tenham completado o respetivo curso de mestrado; b) devidamente inscritos a TFM, tal como previsto no art. 28.º. Fase IV: provas públicas e discussão do TFM Artigo 35.º – Júri do mestrado 1. O TFM é objeto de discussão pública por um júri nomeado pelo Reitor, por proposta do Conselho Científico da FEG - UCP, e a sua composição deve ser comunicada ao candidato e afixada nos locais de estilo da Universidade. 2.O júri é constituído por três a cinco membros, devendo um destes ser o orientador. Sempre que exista mais do que um orientador, apenas um pode integrar o júri. 3.Os membros do júri devem ser especialistas no domínio em que se insere o TFM e são nomeados de entre nacionais e estrangeiros titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido como tal pelo Conselho Científico da FEG - UCP. 4.O orientador do TFM não poderá presidir ao júri do mestrado. 5.O arguente não deverá ter tido participação na realização do TFM. 6.A presidência do júri do mestrado cabe ao diretor do mestrado, excepto nos casos previstos no número seguinte. 45 46 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E 7.A participação do diretor do mestrado no júri e a respetiva presidência pode ser delegada noutro professor da FEG - UCP com grau académico equivalente, sendo a delegação da presidência obrigatória quando o diretor do mestrado é também o orientador do TFM. 8.Ao presidente do júri compete convocar e presidir às reuniões de júri, marcar as datas para a realização do ato público de defesa do TFM e comunicar à Direção da FEG - UCP todos os factos relevantes. Artigo 36.º – Prazos máximos para a realização do ato público de defesa do TFM 1.É fixado em seis meses a contar da entrega do TFM o prazo máximo para a realização do respetivo ato público de defesa. 2.Para efeitos de contagem do prazo referido no número anterior não é contabilizado o mês de agosto. Artigo 37.º – Ato público de defesa do TFM 1.A discussão pública do TFM só pode realizar-se com a presença de um mínimo de três membros do júri, entre os quais deverá estar obrigatoriamente o arguente. 2.A duração total da discussão pública não pode exceder sessenta minutos, podendo intervir todos os membros do júri. 3.A discussão pública inicia-se com uma apresentação oral pelo candidato, que não deverá exceder vinte minutos e que sintetiza o trabalho realizado, focando em particular os seus objetivos, os métodos e as principais conclusões. 4.Ao candidato é proporcionado, na resposta, tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri, competindo o controlo do tempo ao presidente do júri. Artigo 38.º – Deliberação do júri do mestrado 1.Concluída a defesa do TFM, o júri reúne de imediato e em privado para apreciação da prova e deliberação sobre o resultado da mesma. 2.A apreciação da prova e a deliberação sobre o resultado da mesma deverão atender aos critérios de classificação fixados em documento próprio disponível no campus online. 3.O resultado da defesa do TFM é expresso por ‘Não aprovado’ ou ‘Aprovado’, neste último caso com classificação entre 10 e 20 valores. 4.O júri delibera sobre a classificação do candidato em votação nominal fundamentada, não sendo permitida a abstenção. 5.Em caso de empate, o presidente do júri tem voto de qualidade. 6.Da reunião do júri é lavrada ata, da qual constam os votos de cada membro do júri com a respetiva fundamentação, e a classificação da prova de defesa pública. Artigo 39.º – Confidencialidade Nos casos em que tenha sido celebrado um acordo de confidencialidade, os membros do júri deverão ser informados da existência desse acordo aquando da prova pública. Capítulo IV Classificação final e diplomas Artigo 40.º – Classificação final do grau de mestre 1.Ao grau académico de mestre é atribuída uma classificação final, expressa entre 10 e 20 valores da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO 2.A classificação final do aluno no mestrado será obtida somando os produtos da multiplicação da classificação obtida em cada unidade curricular e da classificação da defesa pública do TFM pelo número correspondente de créditos (ECTS), até ao limite do total de créditos (ECTS) requerido, e dividindo por esse mesmo número total de créditos (ECTS), com consideração apenas da primeira casa decimal e arredondamento à unidade. 3.As menções qualitativas que acompanham as classificações finais do mestrado são as seguintes: a) 10 a 13 suficiente (rite); b) 14 e 15 bom (feliciter); c) 16 e 17 muito bom (magna cum laude); d) 18 a 20 excelente (summa cum laude). Artigo 41.º – Carta de mestrado 1.O grau de mestre é titulado por uma carta de mestrado emitida pelo Reitor da UCP e pelo Diretor da FEG - UCP, que mencionará a especialidade do grau. 2.A emissão da carta de mestrado, bem como das respetivas certidões, é acompanhada da emissão de um suplemento ao diploma elaborado nos termos e para os efeitos do DL n.º 42/2005 de 22 de fevereiro. Artigo 42.º – Certidão de registo do curso de mestrado 1.A aprovação no curso de mestrado é titulada por uma certidão de registo do curso de mestrado que mencionará a sua especialidade. 2.A emissão da certidão de registo do curso de mestrado, bem como das respetivas certidões, é acompanhada da emissão de um suplemento ao diploma elaborado nos termos e para os efeitos do DL n.º 42/2005 de 22 de fevereiro. Artigo 43.º – Prazo de emissão da carta de mestrado e suas certidões, da certidão de registo do curso de mestrado e do suplemento ao diploma A carta de mestrado e o respetivo suplemento ao diploma, a certidão de registo do curso de mestrado e o respetivo suplemento ao diploma e as certidões serão elaborados no prazo máximo fixado nos termos do regulamento dos Serviços Académicos, desde que o aluno tenha a sua situação regularizada. Capítulo V Processo de acompanhamento dos mestrados Artigo 44.º – Processo de acompanhamento 1.Cada mestrado tem, obrigatoriamente, uma direção. 2.A direção de cada mestrado compete a um diretor nomeado pelo Conselho Científico da FEG - UCP, mediante proposta da Direção da FEG - UCP. 3.Compete ao diretor de cada mestrado garantir a qualidade científica e pedagógica do programa, cuidar do seu bom funcionamento, promover a sua visibilidade externa e responsabilizar-se pelo processo de acreditação do mestrado junto da Agência de Acreditação e Avaliação do Ensino Superior (A3ES). 4.No cumprimento da sua função, compete em especial ao diretor de cada mestrado: a) elaborar a sua estrutura curricular, o plano de estudos e os créditos respetivos, submetendo-os para aprovação no Conselho Científico da FEG - UCP; b) aprovar isenções de frequência de unidades curriculares do mestrado; c) solicitar, em cada ano letivo, a lecionação das unidades curriculares do curso de mestrado aos diretores dos departamentos da FEG - UCP envolvidos, submetendo a respetiva distribuição do serviço docente à aprovação da Direção da FEG - UCP; 47 48 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E d) solicitar, em cada ano letivo, a lecionação das unidades curriculares do curso de mestrado que não sejam abrangidas pelos departamentos da FEG - UCP à Direção da FEG - UCP; e) aprovar, no início de cada semestre letivo, a ficha da disciplina relativa às unidades curriculares do curso de mestrado; f) pronunciar-se e sugerir alterações nas linhas programáticas das unidades curriculares que entenda necessárias para se atingirem os objetivos globais de formação do mestrado; g) fomentar processos de atualização e inovação ao nível das linhas programáticas das unidades curriculares e dos métodos de ensino; h) aprovar os planos de TFM; i) aprovar os especialistas de reconhecido mérito, nacionais ou estrangeiros, que sejam considerados para efeitos de orientação ou co-orientação de TFM; j) presidir aos júris de mestrado; arantir a execução dos objetivos de ensino e aprendizagem e a sua correspondência aos créditos k) g atribuídos a cada unidade curricular do mestrado; l) s ubmeter à aprovação do Conselho Científico da FEG - UCP os regulamentos específicos que venha a elaborar; m) elaborar um orçamento anual a ser aprovado pela Direção da FEG - UCP; n) c oordenar a realização do mestrado e realizar todas as atividades que lhe sejam cometidas no presente regulamento. Capítulo VI Disposições Finais Artigo 45.º – Casos omissos As situações não contempladas no presente regulamento seguem o disposto no DL n.º 74/2006 de 24 de março (alterado pelos Decretos-Lei n.º 107/2008 de 25 de junho, 230/2009 de 14 de setembro e 115/2013 de 7 de agosto) e demais legislação aplicável, sendo os casos omissos decididos pelo órgão competente para o efeito. Artigo 46.º – Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor no ano letivo 2014/15, deve ser publicitado nos termos gerais da Universidade Católica Portuguesa e incide sobre todos os alunos que se inscrevam pela primeira vez nas edições dos mestrados FEG - UCP a iniciar nesse ou em anos letivos posteriores. Porto, julho de 2014 FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO CONTACTOS 49 50 G UIA DO 2.º C I C L O EST U DANT E Faculdade de Economia e Faculdade de Economia e Gestão Gestão www.feg.porto.ucp.pt Assessoria da Direção mestrados FEG Madalena Araújo (coordenação) [email protected] Mestrado em Auditoria e Fiscalidade LUISA ANACORETA (Diretora MSc AF) [email protected] Daniela Sousa e Silva (2.º ciclo) [email protected] 226 196 269 Teresa Alves de Sousa (1.º ciclo) [email protected] 226 196 269 Maria Baldaque SILVA [email protected] 226 196 269 Maria João Marques (Mobilidade Internacional) [email protected] 226 196 294 Mara carvalho (Investigação e Consultoria) [email protected] 226 196 245 Strategic Leadership Hub (SLH) [email protected] 226 196 200 - ext.103/178 Mestrado em Banca e Seguros PAULO ALVES (Diretor MSc BS) RICARDO CRUZ (Diretor MSc BS) [email protected] Master in Business Economics LEONARDO COSTA (Diretor MSc BE) [email protected] Mestrado em Economia Social AMÉRICO MENDES (Diretor MSc ES) [email protected] Master in Finance RICARDO CUNHA (Diretor MSc F) [email protected] Mestrado em Gestão RICARDO MORAIS (Diretor MSc G) [email protected] Mestrado em Gestão de Recursos Humanos CAMILO VALVERDE (Diretor MSc GRH) [email protected] Mestrado em Gestão de Serviços RUI SOUSA (Diretor MSc GS) [email protected] Mestrado em Marketing SUSANA COSTA E SILVA (Diretora MSc M) [email protected] FAC UL DA DE DE E CO N O MIA E G E STÃO C ATÓ L IC A PO R TO Biblioteca e Gestão de Informação provedor do estudante [email protected] 226 196 241 Francisco Carvalho GuerrA [email protected] 937 288 612 Campus online [email protected] Sistemas e Tecnologias de Informação [email protected] 226 196 297 Estudantes e Empregabilidade Serviços Académicos 2.ª a 6.ª 9h45 - 11h45 | 14h15 - 16h15 | 18h00 - 20h00 [email protected] (Serviços Académicos FEG) [email protected] (Geral Serviços Académicos) 226 196 206 Teresa Lopes (Diretora) [email protected] maria lopes cardoso (Diretora) [email protected] 226 196 226 dora bastos (2.º Ciclo) [email protected] Ana Martins (Consulta Psicológica) [email protected] Célia Rios (1.º Ciclo) [email protected] Lara Pacheco (Ofertas de Emprego e Transição para Mercado de Trabalho) [email protected] Andreia Rodrigues [email protected] Luisa Barbosa (Bolsas e Apoios Sociais) [email protected] maria josé miranda [email protected] Tesouraria ESCOLAR Mobilidade e Relações Internacionais [email protected] 226 196 285 Isabel Noverça [email protected] 226 196 205 Raquel Cabral [email protected] 226 196 205 51 Faculdade de Economia e Gestão, Universidade Católica Portuguesa Porto, setembro de 2014 Guia do Estudante 2.º CICLO - MESTRADOS 2014 -15 Faculdade de Economia e Gestão Católica Porto Rua Diogo Botelho, 1327 4169-005 Porto PORTUGAL T. +351 226 196 269 www.feg.porto.ucp.pt