Dossier de presse Livraisons d`été

Transcription

Dossier de presse Livraisons d`été
RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL
DE SAÚDE – COREMU - UFPR
GUIA DO CANDIDATO
2014/2015
NÚCLEO DE CONCURSOS DA UFPR
Campus I (Agrárias)
Rua dos Funcionários, 1540 - Juvevê
CEP 80035-050 - Curitiba - PR
tel.: (41) 3313-8800
fax: (41) 3313-8831
COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE - COREMU
Setor de Ciências Agrárias – Hospital Veterinário
Setor de Ciências Biológicas
Setor de Ciências da Saúde
Hospital de Clínicas da UFPR
Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão
Rua General Carneiro, 181 - Centro
CEP 80060-900 - Curitiba - PR
tel.: (41) 3360-1839
REITOR DA UFPR
Prof. Dr. Zaki Akel Sobrinho
PRÓ-REITOR DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Prof. Dr. Edilson Sergio Silveira
1
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
MEMBROS DA COREMU – 2014
Diretor de Ensino Pesquisa e Extensão do HC-UFPR
Prof. Dr. Eduardo Murilo Novak
Coordenação Geral Programa Residência Multiprofissional Atenção
Esp. Vânia Mari Salvi Andrzejevski
Hospitalar UFPR
Coordenador Residência Multiprofissional em Saúde da Família
Prof. Dr. Rafael Gomes Ditterich
Coordenador Programa Residência em Área Profissional da Saúde
Dr. Nelson Luís Barbosa Rebellato
Buco-Maxilo-Faciais
Coordenador Programa Residência em Área Profissional da Saúde
Prof. Dr. Rogério Ribas Lange
Medicina Veterinária – Campus I Curitiba – Hospital Veterinário
Coordenador Programa Residência em Área Profissional Saúde
Profª Drª Fabíola Bono Fukushima
Medicina Veterinária - Campus Palotina
Coordenadora Programa Residência Integrada Multiprofissional em
Esp. Vânia Mari Salvi Andrzejevski
Atenção Hospitalar UFPR
Tutor Programa Residência em Área Profissional da Saúde Buco- Prof. Dr. Nelson Costa
Maxilo-Faciais
Tutor Programa Residência em Área Profissional Saúde Medicina Prof. Dr. Nelson Luiz Melo Fernandes
Veterinária - Campus Palotina
Tutor Programa Residência em Área Profissional da Saúde Medicina Profa. Dra. Simone Domit Guérios
Veterinária – Campus I Curitiba
Tutor Programa Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Profa. Rita Aparecida Bernardi Pereira
Hospitalar UFPR
Tutor Residência Multiprofissional em Saúde da Família
Profa. Verônica Azevedo Mazza
Preceptor Programa Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Dr. Álvaro Luiz Perseke Wolff
Hospitalar UFPR
Preceptor Programa Residência em Área Profissional da Saúde Jefferson Torres Martins
Medicina Veterinária – Campus I Curitiba
Preceptor Residência Multiprofissional em Saúde da Família
Leise Carla Dziecinny Ferreira
Coordenador Programa Residência em Área Profissional Saúde Dr. Marcio Hamamura
Medicina Veterinária - Campus Palotina
Bianca de Oliveira Cata Preta, Alan Gustavo
Representante dos Residentes
Stahlhoefer, Aline Monise Sebastiani,
Marco Antônio F. da Silva
DIRETORES E CHEFES DOS DEPARTAMENTOS – 2014
Prof. Dr. Flavio Daniel Saavedra Tomasich
Diretor Geral
Prof. Dr. Eduardo Murilo Novak
Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão
Prof. Dr. Edson Novak
Diretora do Corpo Clínico
Profª Drª Marilene Loewn Wall
Diretora de Enfermagem
Farm. MSc. Monica Evelise Silveira
Diretora de Administração
Jaqueline Cavalari Sales
Diretora Financeira
Prof. Dr. Adonis Nasr
Diretor de Assistência
Profª Drª Claudete Reggiani
Diretora do Setor de Ciências Saúde
Prof. Dr. Eduardo Teixeira da Silva
Diretor do Setor de Ciências Agrárias
Prof. Dr. Elisandro Pires Frigo
Diretor do Setor Palotina
Prof. Dr. Ivan Roque de Barros Filho
Diretor do Hospital Veterinário de Curitiba
Prof. Dr. Anderson Luiz de Carvalho
Diretor do Hospital Veterinário de Palotina
Prof. Dr. Prof. Jorge Vinicius Cestari Felix
Chefe Departamento de Enfermagem
Prof. Dr. João Luiz Carlini
Chefe Departamento de Estomatologia
Prof. Dr. Carlos Eduardo Rocha Garcia
Chefe Departamento de Farmácia
Prof. Dr. Peterson Triches Dornbusch
Chefe Departamento de Medicina Veterinária
Profª Drª Rubia Carla Formighieri Giordani
Chefe Departamento de Nutrição
Prof. Dr. Adriano Furtado Holand
Chefe Departamento de Psicologia
Profa Dra Marilene da Cruz Magalhães Buffon
Prof. Dr. Renato Nickel
Chefe Departamento Saúde Comunitária
Chefe Departamento Terapia Ocupacional
Profa Dra
Coordenadora do Curso de Fisioterapia
Vera Lúcia Israel
Profª Dr. Jayson Vaz Guimarães
Coordenador da Câmara do Serviço Social
2
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Calendário
Evento
Data
22/09 a 10/10/14
(Até as 12h00min).
Período de Inscrição
Local
www.nc.ufpr.br
Entrega obrigatória (pessoalmente ou por sedex) do formulário de inscrição
impresso, datado e assinado, com uma foto 3x4 recente e os seguintes
documentos:
22/09 a 10/10/14
- fotocópia do RG ou CR da profissão.
- fotocópia do CPF.
- fotocópia do diploma de graduação ou declaração fornecida pela coordenação
do curso, em papel timbrado, de estar cursando o último semestre do curso da
área profissional pretendida reconhecido pela SESu/MEC, indicando que a
colação de grau será realizada até 20 de fevereiro de 2015 (tempo hábil para
solicitar o nº de inscrição no Conselho de Classe Profissional antes de
iniciar as atividades no Programa de Residência);
- aos candidatos que se graduaram em universidade estrangeira, será exigido,
além da documentação necessária, que o diploma profissional seja revalidado por Núcleo de Concursos
universidade pública brasileira.
Os documentos devem ser colocados dentro de um envelope, especificando o
nome do candidato, a especialidade, o número do edital, além de mencionar:
COREMU – documentos para inscrição.
No ato da assinatura do contrato do curso, em fevereiro ou dia 06 de março
de 2015, o candidato deverá obrigatoriamente estar de posse da carteira de
Registro no Conselho de Classe Profissional, sob pena de perda da vaga.
Os candidatos deverão obrigatoriamente, por ocasião da inscrição, selecionar um
dos programas ofertados pela residência e que comporte a sua formação
profissional.
Serão aceitas inscrições de candidatos com até 4 anos de formados, exceto
para Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais.
22/09 a 26/09/2014
Pedido de isenção do pagamento de taxa – CadÚnico
01/10/2014
Resultado da solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição
Até 10/10/2014
Pagamento da taxa de inscrição.
Rede bancária ou casas lotéricas
A partir de 24/10/2014
Confirmação das inscrições consolidadas, após análise dos documentos
comprobatórios enviados pelo candidato.
www.nc.ufpr.br
A partir de 05/11/2014
Disponibilização do comprovante de ensalamento.
www.nc.ufpr.br
09/11/2014
Primeira fase – prova geral e prova de área profissional, com início às
www.nc.ufpr.br (comprovante de
08h00min e duração de 04h00min duração. As portas de acesso aos prédios ensalamento)
serão fechadas às 7h30min. Local a ser definido.
09/11/2014 a partir das
14h00min.
Divulgação do gabarito provisório, após término da realização das provas.
www.nc.ufpr.br
10 e 11/11/2014
Interposição de recursos (até as 17h30min).
www.nc.ufpr.br
A partir de 19/11/2014
Divulgação do gabarito oficial (após análise dos recursos das questões) e da
www.nc.ufpr.br
relação dos classificados para a segunda fase.
20 a 21/11/2014
(Das 8h30min às
17h30min)
Núcleo de Concursos da UFPR Campus I (Agrárias). Rua dos
Entrega do Curriculum Vitae dos candidatos classificados para a segunda fase Funcionários, 1540, CEP 80035-050
(Enviar o documento pelo correio ao Núcleo de Concursos da UFPR, em Cabral - Curitiba – PR. Especificando no
envelope individual: COREMU/UFPR:
envelope individual).
documentos para inscrição do
NÃO SERÃO ACEITOS CURRÍCULOS ENVIADOS PARA A COREMU/UFPR.
Programa de Residência
Multiprofissional ou Área Profissional
– Especificando a Área de
Concentração pretendida.
www.nc.ufpr.br
Defesa do curriculum vitae – consultar datas, locais e horários no site do NCA partir do dia 25/11/2014 UFPR. Ver lista de aprovados fixada no Hospital de Clínicas, no Hospital
até o dia 09/12/2014
Veterinário de Curitiba, no Departamento de Estomatologia e de Saúde
Comunitária ou no site www.nc.ufpr.br
Site do NC-UFPR
www.nc.ufpr.br
Até o dia 10/12/2014
Site do NC-UFPR
Divulgação da nota da análise e defesa do currículo
3
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
www.nc.ufpr.br
11/12/2014
Até as 18h00min
Interposição de recursos - análise e defesa do currículo
Site do NC-UFPR
www.nc.ufpr.br
Até 22/12/2014
Resultado Final - divulgação dos candidatos aprovados e disponibilização dos
recursos.
Ver lista de aprovados fixada no Hospital
de Clínicas, Hospital Veterinário Curitiba
ou no site www.nc.ufpr.br
De 15/01/2015 a
24/01/2015
Matrícula dos aprovados ONLINE e preenchimento do formulário de matrícula
conforme orientações no site do NC www.nc.ufpr.br para os residentes
classificados nos Programas:
(1) Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar
(2) Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família
(3) Programa de Residência em Área Profissional em Cirurgia e Traumatologia
Buco-Maxilo-Faciais
(4) Programa de Residência em Área Profissional em Medicina Veterinária.
(1) Hospital de Clínicas
Secretaria da COREMU, (2) Depto
Medicina Comunitária - Setor Ciências
da Saúde; (3) Depto Ostomatologia Jardim Botânico; (4) Hospital Veterinário
- Campus I/ Curitiba.
Em data, local e hora a
ser definido pela
COREMU
Efetivação da matrícula online dos Residentes dos Programas de Residência
Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da UFPR, com assinatura de
contrato e coleta de digitais.
site www.nc.ufpr.br
Fevereiro e Março de
2015 Em data a ser definida
pela Coordenação do
Programa
Serviço de Treinamento Hospital de
Reuniões preparatórias para o início da Residência Integrada Multiprofissional em
Clínicas
Atenção Hospitalar com o Serviço de Treinamento na Unidade de Gerência de
Informações: (41)3360-1845 ou no site
Pessoas do HC/UFPR – CARÁTER OBRIGATÓRIO
www.nc.ufpr.br
02/03/2015
Início oficial dos Programas de Residência Multiprofissionais e em Área
Profissional da Saúde da UFPR.
Locais indicados no ato da assinatura do
Residente que não comparecer será considerado desistente. O residente que não contrato
apresentar a cópia do registro no Conselho de Classe Profissional no ato de
posse ou no primeiro dia do início do programa (02/03/2015) será eliminado.
Horário de atendimento do Núcleo de Concursos
Atendimento da secretaria:
Segunda a sexta-feira, das 08h30min. às 17h30min.
Central de Teleatendimento:
Segunda a sexta-feira, das 08h00min. às 18h00min.
4
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Sumário
Normas ..................................................................................................... .................. 6
Especialidades, vagas e duração ............................................................. .................. 7
Inscrição ................................................................................................... .................. 9
Seleção ..................................................................................................................... 10
Programas .................................................................................................. .............. 15
Matrícula .................................................................................................... ............... 28
5
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Normas
Os Programas de Residência Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde da Universidade Federal do Paraná são
de responsabilidade do Hospital de Clínicas da UFPR, Hospital Veterinário - Campus I/Curitiba, Departamento de
Estomatologia e do Departamento de Saúde Comunitária. São regulamentados pela Lei nº 11.129, de 30 de junho de
2005 e suas complementações, pelas deliberações da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional e em Área
Profissional da Saúde do Ministério da Educação/SESu e pelas Resoluções vigentes do Conselho de Ensino e Pesquisa da
UFPR. Os Programas estão oficialmente autorizados e credenciados junto ao MEC, emitindo, em favor daqueles que
efetivamente cumpram os Programas de Residência, o Certificado de Residência em Saúde, que constitui documento hábil
para registro de especialidade junto aos Conselhos de Classe, conforme a legislação em vigor e a especificidade de cada
Conselho Profissional.
O funcionamento dos Programas de Residência Multiprofissional e em Área Profissional de Saúde da UFPR é assegurado
pelos seguintes órgãos: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Setor de Ciências da Saúde, Setor de Ciências Agrárias,
Comissão de Residência Multiprofissional em Saúde (COREMU-UFPR), Conselho de Administração do HC, Hospital
Veterinário Campus I/Curitiba e pelos diversos Departamentos e Serviços envolvidos, devidamente regulamentados pelos
seus Regimentos e pelos Regimentos de cada Programa de Residência da UFPR. Os Programas de Residência estão
assim distribuídos: Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar – Hospital de Clínicas; Residência
Multiprofissional em Saúde da Família – Setor de Ciências da Saúde; Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-MaxiloFaciais – Setor de Ciências da Saúde / Departamento de Estomatologia e Residência em Medicina Veterinária – Setor de
Ciências Agrárias, Hospital Veterinário.
Os Programas de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde constituem modalidade de ensino de pósgraduação lato sensu, sob a forma de curso de especialização, caracterizado por treinamento em serviço, com carga
horária presencial de 60 (sessenta) horas semanais, duração de 2 (dois) ou 3 (três) anos e em REGIME DE
DEDICAÇÃO EXCLUSIVA. De acordo com a legislação vigente, não é permitido ao residente realizar outras
atividades, sejam de cunho acadêmico ou profissionais, concomitante à participação no Programa de Residência,
sob pena de exclusão.
A presente seleção será regida pelas NORMAS constantes neste Guia do Candidato e pelo Edital nº 03/2014 –
COREMU/UFPR, pelas NORMAS do NC/UFPR e pelas resoluções da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional
em Saúde.
A seleção para Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar, Residência Multiprofissional – Programa
Saúde da Família, Residência em Área Profissional da Saúde - Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais e Residência
em Área Profissional da Saúde Medicina Veterinária Campus I – Curitiba 2014/2015 tem públicos distintos de candidatos
formados por diversos profissionais da área da saúde, a saber: enfermagem, farmácia, farmácia-bioquímica, fisioterapia,
medicina veterinária, nutrição, odontologia, psicologia, serviço social e terapia ocupacional. Para todos os programas a
seleção será composta de duas fases.
Primeira Fase:
A prova teórica será elaborada pela COREMU/UFPR, cuja aplicação será coordenada pelo Núcleo de Concursos (NC) da
Universidade Federal do Paraná, sendo composta de 50 (cinquenta) questões de múltipla escolha.
Segunda Fase:
Serão classificados e convocados para a segunda fase candidatos em número igual a duas vezes o número de vagas mais
três, para cada Programa e na sua área de formação profissional, em ordem decrescente de nota e constará de:
- Análise e defesa de curriculum vitae: avaliado conforme quesitos e pontuação constantes no quadro da página 12 deste
Guia do Candidato. Nesta fase haverá uma etapa de entrevista que será gravada em áudio e vídeo.
6
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Especialidades, vagas e duração
Para Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar*
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO PROGRAMA
ÁREAS PROFISSIONAIS
Vagas
Duração
Enfermagem
02
2 anos
CARDIOVASCULAR
Farmácia
02
2 anos
Nutrição
01
2 anos
Psicologia Psicanálise
02
2 anos
Farmácia e Bioquímica
02
2 anos
Farmácia
02
2 anos
ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA
Nutrição
02
2 anos
Odontologia
02*
2 anos
Psicologia Analítica
02
2 anos
Terapia Ocupacional
02
2 anos
Enfermagem
02
2 anos
SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Fisioterapia
03
2 anos
Psicologia Psicanálise
02
2 anos
Farmácia
02
2 anos
Fisioterapia
04
2 anos
SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO
Nutrição
03
2 anos
Terapia Ocupacional
02
2 anos
Psicologia Psicanálise
02
2 anos
Enfermagem
02
2 anos
Psicologia Psicodrama
01
2 anos
SAÚDE DA MULHER
Serviço Social**
01
2 anos
Terapia Ocupacional
02
2 anos
Enfermagem
02
2 anos
Farmácia e Bioquímica
01
2 anos
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
Fisioterapia
02
2 anos
Psicologia Sistêmica
02
2 anos
Total
52
* A Área profissional aguarda a liberação das vagas ofertadas pelo MEC - Em análise pela CNRMS-MEC.
** Um percentual das disciplinas específicas de Serviço Social, a ser definido pelo professor responsável pela
tutoria do residente, será ministrado no Setor Litoral/UFPR, na cidade de Matinhos.
A proposta dos estágios para cada Área de Concentração está disponível no endereço:
http://www.hc.ufpr.br/?q=content/coremu
Para Residência Multiprofissional – Programa Saúde da Família
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO PROGRAMA
ÁREAS PROFISSIONAIS
Enfermagem
Farmácia
Nutrição
Odontologia
Total
PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
Vagas
Duração
02
04
04
04
14
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
As atividades práticas serão realizadas nas Unidades de Saúde da Família no Município de Curitiba-PR e no
município de Colombo – PR, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso.*∗
Para Residência em Área Profissional da Saúde – Buco-Maxilo-Faciais
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO PROGRAMA
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAIS
ÁREAS PROFISSIONAIS
Odontologia
Total
Vagas
Duração
02
02
3 anos
Vagas
Duração
3
2
2 anos
2 anos
Para Residência em Área Profissional da Saúde - Medicina Veterinária
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO PROGRAMA
CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS
CLINICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS
ÁREAS PROFISSIONAIS
Médico Veterinário
Médico Veterinário
∗
Alterado pelo edital n° 05/2014 – COREMU|
* Alterado pelo edital nº 06/2014- COREMU
7
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE GRANDES ANIMAIS
Médico Veterinário
CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE ANIMAIS SELVAGENS
Médico Veterinário
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Médico Veterinário
ORNITOPATOLOGIA
Médico Veterinário
ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA
Médico Veterinário
PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA
Médico Veterinário
PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA – Área de atuação em
Médico Veterinário
Biologia Molecular
ODONTOLOGIA VETERINÁRIA
Médico Veterinário
ONCOLOGIA VETERINÁRIO
Médico Veterinário
OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA
Médico Veterinário
MEDICINA DO COLETIVO
Médico Veterinário
PATOLOGIA VETERINÁRIA
Médico Veterinário
Total
2
2
1
1
3 + 01*
1
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
1*
2 anos
1
1
1
4 + 01*
2
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
2 anos
25
*Em análise pela CNRMS-MEC a liberação de mais uma vaga adicional para estas áreas
profissionais
*Alterado pelo edital nº05/2014- COREMU.
8
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Inscrição
A inscrição poderá ser feita pela Internet, no site www.nc.ufpr.br.
A inscrição só será consolidada após o pagamento da taxa de inscrição.
Período de inscrição: do dia 22 de setembro de 2014 até as 12h00min do dia 10 de outubro de 2014, podendo o
pagamento ser efetuado durante o dia 10 de outubro de 2014.
Valor da taxa de inscrição: R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais)
Local de pagamento: Rede bancária ou casas lotéricas.
O simples agendamento do pagamento da taxa de inscrição não é suficiente para sua efetivação.
A inscrição somente será confirmada após a identificação eletrônica do pagamento da taxa.
Período de solicitação de isenção da taxa de inscrição
Poderá ser concedida isenção da taxa de inscrição ao candidato que comprove não poder arcar com tal ônus junto ao
Núcleo de Concursos, mediante inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico,
conforme Decreto 6.593 de 02/10/08. O pedido de isenção deverá ser solicitado no período compreendido entre os dias 22
a 26 de setembro de 2014 em um formulário específico que estará disponibilizado no site www.nc.ufpr.br. Para solicitar a
isenção o candidato deverá primeiramente preencher o formulário de inscrição. No formulário do pedido de isenção deverá
ser informado o Número de Identificação Social – NIS, atribuído pelo CadÚnico e o número do protocolo de inscrição. Não
serão aceitos pedidos de isenção após a data acima especificada. A resposta, acerca do deferimento ou não do pedido de
isenção, será disponibilizada no site www.nc.ufpr.br, a partir do dia 01 de outubro de 2014. Aqueles que não obtiverem
isenção deverão consolidar sua inscrição efetuando o pagamento do boleto bancário até o dia 10 de outubro de 2014.
Envio dos documentos: Após fazer a inscrição, o candidato deverá imprimir, assinar o formulário de inscrição, colar uma
fotografia 3x4 recente no local indicado e anexar os seguintes documentos:
• fotocópia do RG ou Carteira do Conselho de Classe Profissional;
• fotocópia do CPF;
• fotocópia do diploma de graduação ou declaração fornecida pela coordenação do curso, em papel timbrado, de estar
cursando o último semestre do curso da área profissional pretendida reconhecido pela SESu/MEC, indicando que a colação
de grau será realizada até 20 de fevereiro de 2015 (tempo hábil para solicitar o nº de inscrição no Conselho de Classe
Profissional antes de iniciar as atividades no Programa de Residência);
O candidato classificado para assumir uma vaga nos Programas de residência ofertados pela UFPR, somente poderá
fazê-lo se estiver de posse da carteira de registro profissional no dia 02/03/2015, sob pena de ser desclassificado.
Aos candidatos que se graduaram em universidade estrangeira, será exigido, além da documentação mencionada
anteriormente, que o diploma seja revalidado por universidade pública brasileira em tempo de poder emitir o registro
profissional até a data de início do Curso, em 02/03/2015, sob pena de ser desclassificado.
Serão aceitas inscrições de candidatos com até 04 anos de formado para o Programa de Residência Integrada
Multiprofissional em Atenção Hospitalar; até 04 anos para o Programa de Residência em Saúde da Família e até 04 anos
para o Programa de Residência em Medicina Veterinária. O período de tempo que o candidato é formado não deve
ultrapassar a 04 anos contados desde a imposição de grau até a assinatura do contrato da residência na UFPR.
Durante o período de inscrição, o formulário de inscrição e demais documentos mencionados acima devem ser
colocados em um envelope e protocolados diretamente na Secretaria no Núcleo de Concursos, das 8h30 às
17h30, ou enviados via Sedex para:
NÚCLEO DE CONCURSOS DA UFPR - CAMPUS I (AGRÁRIAS)
Rua dos Funcionários, 1540 –– Juvevê - CEP 80035-050 – Curitiba – PR.
Citar no envelope a área na qual o candidato está inscrito: COREMU – HC – Assunto: documentos para inscrição
em Programa de Residência:
– Programa: Atenção Hospitalar– HC/UFPR;
– Programa: Saúde da Família – SCS/ Departamento Saúde Comunitária;
9
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
– Programa: BMF – SCS /Departamento Estomatologia – Botânico;
– Programa: Medicina Veterinária – SCA – Hospital Veterinário.
A COREMU e o NC não se responsabilizam por endereços ou dados incorretos constantes do Formulário de Inscrição.
10
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Seleção
A seleção para Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde será realizada em duas fases distintas:
primeira fase e segunda fase.
PRIMEIRA FASE
A primeira fase constará de prova teórica objetiva de conhecimentos na área de saúde e em área profissional, composta
por 50 (cinquenta) questões, aplicada aos candidatos à Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde e
será realizada no dia 09/11/2014 (domingo) em local a ser divulgado no comprovante de ensalamento a partir do dia
05/11/2014, e terá início às 8 horas, com duração total de quatro horas, sendo incluído nesse período de tempo o
preenchimento do cartão-resposta. O fechamento das portas de acesso será às 07h30min.
Prova Geral
A parte geral será composta de 10 (dez) questões para a Medicina Veterinária e 15 (quinze) questões para os demais
profissionais do tipo múltipla escolha, com cinco alternativas, das quais apenas uma deverá ser assinalada.
Prova Específica da Área Profissional do Programa
A parte da área profissional será aplicada a todos os candidatos inscritos nos programas, de acordo com a área profissional
e o respectivo Programa de Residência, e versará sobre conhecimento do candidato em sua área de formação profissional
(Enfermagem, Farmácia, Farmácia e Bioquímica, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social, Terapia
Ocupacional). Será composta por 35 (trinta e cinco) questões do tipo múltipla escolha, com cinco alternativas, das quais
apenas uma deverá ser assinalada como correta. Para os candidatos da Medicina Veterinária, a segunda parte da prova
teórica será composta de 40 (quarenta) questões do tipo múltipla escolha, com cinco alternativas, das quais apenas uma
deverá ser assinalada como correta.
Para fins de classificação geral, a prova teórica (que contempla conhecimentos gerais e de área profissional) valerá 100
(cem) pontos e terá peso 5 (cinco).
Material e documentos necessários
Os candidatos deverão trazer os seguintes documentos e materiais para realizar a prova da primeira fase:
• Documento de identidade.
• Comprovante de ensalamento, disponível na Internet (www.nc.ufpr.br) a partir de 05 de novembro de 2014, cabendo
aos candidatos a responsabilidade de imprimi-lo em tempo hábil.
• Caneta esferográfica transparente com TINTA PRETA, escrita grossa, lápis ou lapiseira e borracha.
Cartão-resposta
O cartão-resposta deve ser assinado pelo candidato e preenchido com caneta esferográfica transparente com tinta preta o
círculo correspondente à resposta de cada uma das questões. Rasuras ou questões em que mais de uma resposta for
assinalada resultarão em anulação da questão. Ressalta-se que o correto preenchimento do cartão-resposta faz parte da
prova, devendo o mesmo ser assinalado de forma que o processo de leitura óptica não fique comprometido e prejudique,
em última análise, o próprio candidato. Em hipótese alguma utilize borracha, lápis ou corretivos no cartão-resposta. Não
será fornecido cartão-resposta suplementar.
Divulgação do resultado da primeira fase
A divulgação do resultado da primeira fase e a convocação dos candidatos para a segunda fase será feita pela Internet
(www.nc.ufpr.br) a partir do dia 19 de novembro de 2014.
Não serão emitidas convocações por via postal, nem fornecidas notas ou classificações por telefone. Faz parte integrante
das normas da Seleção que o candidato interessado procure informar-se da sua classificação e dos prazos a serem
cumpridos através do site www.nc.ufpr.br.
Recursos
No dia 09 de novembro de 2014, após o término da realização das provas, o NC divulgará na Internet (www.nc.ufpr.br) o
gabarito oficial (provisório) da prova geral e das provas específicas.
Serão considerados pela COREMU questionamentos que, na concepção do requerente, possam resultar na alteração do
gabarito divulgado. Os questionamentos devem estar devidamente fundamentados e apresentados em formulário
específico que estará disponível no site www.nc.ufpr.br. O candidato deve cadastrar os questionamentos (por questão) no
sistema de recursos das 8h30min do dia 10 até as 17h30min do dia 11 de novembro de 2014 e seguir as instruções
contidas no site do NC.
Serão desconsiderados pela COREMU questionamentos que não estiverem redigidos no formulário específico, ou que não
estiverem devidamente fundamentados, bem como encaminhados de forma diferente ao estabelecido neste Guia. Serão
desconsiderados pela COREMU questionamentos relativos ao preenchimento do cartão-resposta. Se qualquer recurso for
julgado procedente, será emitido novo gabarito na Internet (www.nc.ufpr.br). A Banca Examinadora constitui última
instância para recurso, sendo soberana em suas decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais. Os pontos
relativos às questões porventura anuladas serão atribuídos a todos os candidatos que fizeram a prova. Se houver
alteração, por força de impugnações, de item integrante do gabarito provisório, essa alteração valerá para todos os
candidatos, independentemente de terem recorrido.
11
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Classificação para a segunda fase
Serão classificados e convocados para a segunda fase candidatos que obtiverem as melhores notas em número igual a
duas vezes o número de vagas mais três, para cada área profissional de acordo com o Programa - Área de Concentração,
que o aluno deverá escolher no momento da inscrição, em ordem decrescente de nota. Ocorrendo empate na última
colocação correspondente a cada Área de Concentração ou Programa, todos os candidatos nessa condição passarão à
segunda fase.
Informações adicionais
Durante a aplicação das provas, não será permitido o uso de equipamentos eletrônicos (calculadoras, máquinas
fotográficas, telefones celulares, MP3, ou qualquer outro meio de comunicação); os relógios de pulso deverão ser
guardados. Qualquer comunicação ou tentativa de comunicação resultará na imediata eliminação do candidato.
Os relógios do NC e da COREMU serão acertados pelo horário oficial de Brasília, de acordo com o Observatório Nacional,
disponível no serviço telefônico - 130.
Os portões de entrada dos prédios onde serão realizadas as provas serão
fechados às 07 horas e 30 minutos.
NÃO SERÃO ADMITIDOS RETARDATÁRIOS
Com o objetivo de garantir a lisura e a idoneidade da Seleção, será solicitada
dos candidatos a autenticação da ficha de identificação por meio da coleta de
impressões digitais; os 3 (três) últimos candidatos de cada turma somente
poderão retirar-se simultaneamente.
O NC, quando couber, utilizará equipamentos eletrônicos para garantir a
segurança nos locais de prova.
SEGUNDA FASE
A segunda fase da Seleção é composta da análise e defesa do curriculum vitae.
Análise e Defesa do Currículo (para todos os candidatos)
Os candidatos aprovados, e que preenchem os critérios de convocação para a segunda fase, deverão entregar no Núcleo
de Concursos da UFPR o curriculum vitae, devidamente documentado e encadernado, seguindo a sequência do quadro da
página 12 desde Guia (não serão considerados documentos avulsos ou entregues fora do prazo), entre os dias 20 a 21 de
novembro de 2014 das 8h30min às 17h30min, quando receberão o comprovante de entrega. Nessa oportunidade, o
candidato será informado da data, horário e local onde ocorrerá a defesa do curriculum vitae. A não entrega do curriculum
vitae nas datas e local acima estabelecido acarretará em eliminação da seleção. Não serão aceitos e nem pontuados
documentos avulsos (não encadernados no curriculum vitae ou entregues fora do prazo).
Para análise e defesa do curriculum vitae serão considerados: histórico escolar, estágios curriculares e não-curriculares,
conhecimento de línguas estrangeiras, participação em pesquisas, congressos e atividades afins, e outras atividades
diretamente relacionadas com a área de escolha do Programa, todas devidamente comprovadas com seus respectivos
certificados, conforme a pontuação e critérios descritos a seguir.
Análise do curriculum vitae
A prova de análise do curriculum será feita mediante avaliação dos documentos apresentados pelos candidatos pela
Comissão Julgadora. Somente serão considerados para efeito de avaliação e atribuição da nota os itens que forem
devidamente comprovados através de cópia do documento original, entregues no prazo e locais definidos neste Guia do
Candidato. Nenhuma atividade poderá ser pontuada mais de uma vez.
Os candidatos são responsáveis pela veracidade e autenticidade dos documentos comprobatórios e, na eventual
identificação da fraude, o candidato será eliminado da seleção, sem prejuízo e outras cominações legais.
Na análise do curriculum vitae, serão considerados para pontuação os seguintes grupos de quesitos / atividades,
mediante comprovação que deverá ser encadernada em um único documento, os quais serão atribuídas às pontuações
descritas a seguir:
12
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
OS DOCUMENTOS DO CURRÚCULO DEVERÃO SER ENCADERNADOS COM PÁGINAS NUMERADAS E SEGUIR A
SEQUÊNCIA APRESENTADA NO FORMULÁRIO ABAIXO. NÃO SERÃO ACEITOS DOCUMENTOS SOLTOS E FORA
DESTA SEQUÊNCIA.
G
GRUPO I
HISTORICO ESCOLAR – IRA (índice de rendimento acumulado)
GRUPO II
OUTRAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
1.
Monitoria e Projeto de Extensão
a. Monitoria
b. Projetos de Extensão
2.
5,0 pontos por ano
2,5 pontos por semestre
5,0 pontos para projetos com mais de 100h
2,5 pontos para projetos de até 100h
Pesquisa
2,5 pontos até 50h
5,0 pontos acima de 51h
10 pontos trabalho completo publicado em revista
científica
2,5 pontos apresentação de Pôster/Tema Livre
a. Iniciação Científica
b. Publicações
3.
5.
6.
7.
8.
A
T
É
5
0
Estágio Não Obrigatório
0,5 pontos por estágio com as seguintes
características:
- duração mínima de 60h;
- em hospitais universitários; ou hospitais com
programa de Residência Multiprofissional em
Saúde; ou unidades atuantes na área de
interesse;
- estágios com carga horária superior a 60h,
poderão ser pontuados (1,0 ponto) a cada 60h
(ex.120h = 2,0 pontos; 150 h = 2,0 pontos; 180h =
3,0 pontos (frações não são consideradas)
4.
Até 50
pontos na
nota
Língua Estrangeira
a. Proficiência na língua
b. Conhecimentos apurados pela comissão
Eventos Científicos, Outras Funções e
Premiações
a. Eventos de Extensão/Jornada
b. Congressos
c. Cursos (acima de 100h)
d. Representações e Premiações na graduação
Participação em Diretoria de Centros
Acadêmicos e assemelhados
Certificado de conclusão em Programa de
Pós-graduação com prática em área de
interesse na especialidade pretendida. (Em
serviço)
Certificado de conclusão em Programa de
Pós-graduação sem prática em área de
interesse na especialidade pretendida (em
serviço)
* Somente para a língua inglesa
5,0 pontos
2,5 pontos*
(Pontuado por evento)
0,5 pontos
1,0 pontos
2,5 pontos
1,0 pontos
P
O
N
T
O
S
N
A
N
O
T
A
0,25 pontos (semestre)
20 pontos
10 pontos
- Atribui-se ao currículo nota entre zero e cem, pela somatória das pontuações dos quesitos dos Grupos I e II, e terá peso
2,5 (dois vírgula cinco).
- Entre os candidatos de uma mesma área de formação profissional e programa, será atribuída pontuação máxima (50
pontos) ao grupo I aquele que obtiver maior pontuação na soma do quesito desse grupo. Da mesma forma, será atribuída
nota máxima (50 pontos) ao grupo II aquele que obtiver maior pontuação na soma dos quesitos desse grupo. A nota
alcançada pelos demais candidatos nos quesitos dos grupos I e II será obtida por critério de proporcionalidade aplicandose a “regra de três” a cada grupo de quesitos.
- Para pontuação do quesito do Grupo I será considerado o Índice de Rendimento Acumulado – IRA constante no histórico
escolar do candidato; o candidato que não entregar o histórico escolar anexado ao curriculum vitae receberá nota zero
neste quesito.
- O Índice de Desempenho Acumulado – IRA será calculado pela fórmula a seguir:
IRA = somatória (nota x carga horária da disciplina cadastrada no histórico escolar)
carga horária total cadastrada no histórico x 100
13
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
- Aos candidatos em cujo histórico escolar não conste o IRA calculado como no item anterior, o índice será calculado pela
comissão julgadora considerando a fórmula acima.
- Na eventualidade de o Histórico Escolar apontar como critério de desempenho do aluno conceitos de A a E, ao invés de
notas, adotar-se-á para fins de cálculo de IRA a seguinte tabela:
CONCEITO
NOTA
A
B
C
D
E
85 (oitenta e cinco)
75 (setenta e cinco)
65 (sessenta e cinco)
55 (cinquenta e cinco)
50 (cinquenta)
DEFESA DO CURRICULUM
- A Prova de defesa do curriculum vitae consistirá de entrevista do candidato pela Comissão Julgadora e será gravada em
áudio e vídeo.
- A entrevista de que trata o item anterior versará sobre as atividades previstas nos quesitos do grupo II (respeitando-se a
área do conhecimento, programa da seleção ou área de concentração pretendida), sobre a utilidade futura da Residência
Multiprofissional em Saúde e sobre a aptidão do candidato para o Programa pretendido.
- Cada membro da Comissão Julgadora atribuirá aos candidatos nota entre zero e cem para esta prova;
- Atribui-se aos candidatos para a prova de defesa do curriculum nota entre zero e cem, obtida pela média aritmética das
pontuações dos examinadores e terá peso 2,5 (dois vírgula cinco).
A etapa da segunda fase do Processo Seletivo dos Programas de Residência da UFPR será realizada nos seguintes locais:
1) Programas de Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar - Hospital de Clínicas
2) Programa de Residência Multiprofissional em Atenção a Saúde da Família - Setor de Ciências da Saúde
3) Programa de Residência em Área Profissional da Saúde – Buco-Maxilo-Faciais - Campus Jardim Botânico
4) Programa de Residência em Área Profissional da Saúde - Medicina Veterinária - Campus Agrárias
A banca examinadora será constituída por membros da COREMU ou outros profissionais que participam da Residência
Multiprofissional em Saúde e em Área Profissional da Saúde (docentes, preceptores ou tutores) convidados pela COREMU.
O local, data e horário onde serão realizadas as defesas do curriculum vitae estarão disponíveis a partir da entrega do
curriculum vitae no NC-UFPR. O não comparecimento no dia, local e horário estabelecidos acarretará na eliminação do
candidato.
Cálculo da nota da segunda fase
A segunda fase será pontuada entre 0 (zero) e 100 (cem) pontos, resultante da média da pontuação obtida pela análise de
e defesa do curriculum (entrevista gravada e filmada) e terá peso 05 (cinco) para efeito de pontuação e de classificação
final dos candidatos.
Classificação final
A classificação final será calculada pela soma dos pontos obtidos nas duas fases da seleção conforme fórmula a seguir:
(PONTUAÇÃO PT X 5) + (PONTUAÇÃO ANÁLISE E DEFESA CV X 2,5) + (PONTUAÇÃO ENTREVISTA X 2,5)
10
PT = Prova Teórica
CV = Curriculum Vitae
Serão convocados para a matrícula os melhores classificados até o preenchimento do número de vagas ofertadas para
cada área profissional em área de concentração do programa, definido pelo candidato no momento da inscrição no
processo seletivo.
Divulgação do resultado
O resultado final dos candidatos aprovados e suplentes da seleção será divulgado no site do Núcleo de Concursos e por
edital em local a ser definido pela COREMU, após a conferência e homologação do Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão
e da COREMU da UFPR.
A data limite para divulgação da lista dos aprovados será 22/12/2014.
14
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Suplentes
Serão considerados suplentes os candidatos que, após a primeira e a segunda fase, não conseguirem classificação
suficiente para estar entre os aprovados para preencher o número de vagas ofertadas. Poderão, no entanto, na ocorrência
de desistência ou impedimento de candidatos mais bem classificados, serem convocados para preenchimento de vaga,
seguindo-se rigorosamente a ordem de classificação.
Os suplentes poderão ser convocados até a data limite de 02 de abril de 2015 por meio de telefonema, e-mail ou do envio
de carta, que será enviado para o endereço constante no Formulário de Inscrição. O suplente convocado terá um prazo de
24 horas, contadas a partir da hora do telefonema, e-mail ou da carta, para efetivamente assumir sua vaga. Caso não o
faça no prazo estabelecido, sem justificativa por escrito aceita pela COREMU, o candidato perderá a vaga e será
convocado o próximo suplente, obedecendo a ordem de classificação.
15
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Programas
PROVA CONHECIMENTOS GERAIS
1) PARA OS PROGRAMAS DE ATENÇÃO HOSPITALAR, BUCO-MAXILO-FACIAIS E SAÚDE DA FAMÍLIA – 15
QUESTÕES
História das políticas públicas de saúde no Brasil; Sistema Único de Saúde – princípios e diretrizes; SUS Legislação
(Normas Operacionais Básicas); Controle Social e participação da comunidade; Planejamento e organização de serviços de
saúde; Promoção da Saúde; Atenção primária à saúde; Vigilância em saúde: vigilância epidemiológica, vigilância sanitária;
Estratégia em Saúde da família princípios e fundamentos; Saúde do trabalhador; Determinantes do processo saúdedoença: condições de vida e trabalho dos indivíduos, famílias e comunidade; as interações entre o ambiente, o meio social
e os aspectos ligados ao indivíduo; Como intervir no processo saúde-doença: a promoção da saúde, a prevenção de
doenças, o diagnóstico precoce, a cura e a reabilitação; A ética como conteúdo fundamental para o relacionamento do
profissional com o paciente e a sociedade; A educação e a comunicação em saúde; Epidemiologia, métodos estatísticos e
metodologia científica; Trabalho em equipe e em sociedade e Temas de Sociologia e Antropologia ligados a área da saúde.
2) PARA O PROGRAMA DE MEDICINA VETERINÁRIA – 10 QUESTÕES
Saúde pública: Políticas públicas no Brasil voltadas à saúde ambiental e medicina veterinária, Sistema Único de Saúde –
SUS e Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF, vigilância sanitária (zoonoses, antropozoonoses, zooantroponoses),
doenças infecciosas e parasitárias, controle de população animal em área urbana, medicina veterinária na vigilância
sanitária, bem-estar único – animais sentinelas, emergência em zoonoses, anatomia, fisiologia, patologia, semiologia,
farmacologia, microbiologia e imunologia.
PROVA DA ÁREA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
1) PROGRAMA RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR
Enfermagem: Prevenção de doenças crônico-degenerativas; Prevenção de doenças transmissíveis; Saúde do trabalhador;
Relacionamento terapêutico e promoção da saúde mental; Tecnologias e assistência de enfermagem; Assistência de
enfermagem ao paciente crítico; Assistência de enfermagem no pré, trans e pós operatório; Assistência de enfermagem ao
paciente crônico e família; Assistência de enfermagem ao paciente em situações de urgência e emergência; Assistência à
saúde do adulto, idoso, mulher e da criança; A dor e as intervenções de enfermagem; Segurança do paciente; Aspectos
éticos e legais da atuação do profissional de enfermagem.
Farmácia: Política de medicamentos no Brasil; Pesquisa Clínica e Ética em Pesquisa; Farmacocinética, Farmacodinâmica
e Equivalência Terapêutica; Ciclo de Assistência Farmacêutica e a Farmácia Hospitalar; Farmacoterapia para o tratamento
de problemas de saúde ligados as Doenças Infecciosas, Cardiovasculares, Oncológicas, Hematológicas, Diabetes Mellitus,
Asma, DPOC, Hepatopatias e Nefropatias em pediatria, adulto, idoso e gestantes; Saúde baseada em evidências.
Farmácia-Bioquímica
Aspectos clínicos laboratoriais sobre os seguintes temas: Legislação RDC 302 /05; Hematologia; Bacteriologia; Virologia;
Parasitologia; Micologia; Bioquímica; Imunologia; líquidos biológicos.
Fisioterapia: Avaliação e Tratamento Multidimensional do Adulto/Idoso e Pediátrico institucionalizado; Avaliação e
Tratamento fisioterapêutico nas clínicas médica, neurologia, infectologia, clínicas cirúrgicas como ortopedia, cirurgia geral,
neurocirurgia, clinica e cirurgia pediátrica, urgência e emergência, unidade de terapia intensiva adulto e pediátrico;
Aplicação de técnicas modernas em fisioterapia respiratória e motora todas as faixas etárias, contemplando desde a baixa
até a alta complexidade; Tratamento fisioterapêutico do paciente hemofílico; Modalidades de ventilação mecânica;
Assistência ao paciente crítico e emergencial adulto e pediátrico.
Nutrição: Diagnóstico e Avaliação Nutricional; Hipertensão Arterial Sistêmica; Dislipidemia; Doença Arterial Coronária
Crônica; Insuficiência Cardíaca; Obesidade e Síndrome Metabólica; Diabetes Mellitus; Distúrbios Motores do Esôfago;
Doença do Refluxo Gastro-Esofageano; Tratamento das Doenças do Estômago; Pancreatite; Diarréia Aguda; Diarréia
Crônica; Doença Celíaca; Doença de Crohn; Retocolite Ulcerativa; Constipação Intestinal; Síndrome do Intestino Irritável;
Doença Diverticular dos Cólons; Distúrbios Gastrointestinais no Idoso; Doenças Hepáticas; Anemias; Doença Cérebro
Vascular; Doenças Renais; Cirurgias do Sistema Digestivo; Cuidados Nutricionais no Câncer; Cuidados Nutricionais na
AIDS; Terapia Nutricional Enteral e Parenteral.
Odontologia:
Estomatologia; Manifestações bucais de doenças sistêmicas; Manejo odontológico do paciente oncológico, Manejo
odontológico do paciente com discrasias sanguíneas; Assistência odontológica no pré, trans e pós transplante de medula
óssea e quimioterapia antineoplásica; Câncer Bucal e da região de cabeça e pescoço; Neoplasias hematológicas; Falência
medular; Exame hematológicos; Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal, Protocolos de referência e
contrarreferencia em saúde bucal, Telessaúde.
16
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Psicologia: Psicologia Hospitalar; Psicodiagnóstico; Psicologia e SUS; Afetos: Stress, Ansiedade e Depressão,
Psicoterapia Familiar Sistêmica; Teoria dos Sistemas e sua Aplicação; Técnica Psicanalítica e Escuta Clínica; Ética
Profissional; Pesquisa Qualitativa em Psicologia; Equipes de Saúde, Psico Oncologia.
Serviço Social: Ética e regulamentação profissional; Fundamentos e produção do conhecimento do Serviço Social; Serviço
Social e Saúde; Assistência Social e Saúde – SUAS e SUS; Família, Saúde e Violência; Direitos Humanos e Sociais;
Gestão, Controle Social e Intersetorialidade.
Terapia Ocupacional: O adolescente, o adulto e idoso, sua família e a hospitalização; As transformações do cotidiano e
reações psicossociais aos processos de adoecimento e hospitalização; Prevenção de infecção hospitalar e segurança do
paciente; Equipe multiprofissional em contextos Hospitalares; Morte, Luto e Perdas; Cuidados Paliativos; A Atuação do
Terapeuta Ocupacional em Contexto Hospitalar nas Condições Clínicas Predominantes nas Áreas de Clínica Cirúrgica,
Clínica Médica, Hematologia, Infectologia, Neurologia e Oncologia e Saúde da Mulher, Interconsulta de Terapia
Ocupacional; Programas de Humanização e Terapia Ocupacional; Fundamentos da Terapia Ocupacional; Modelos e
Abordagens da Terapia Ocupacional; Métodos e Técnicas de Avaliação; Atividades e Recursos Terapêuticos em Terapia
Ocupacional, Ética e Regulamentação Profissional.
2) PROGRAMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL DA SAÚDE – PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
Enfermagem - Saúde da Família: Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente, Atenção à Saúde da Mulher, Atenção à
Saúde do Adulto, Atenção à Saúde do Idoso, Atenção em Saúde Mental, Lei do Exercício Profissional e código de Ética,
Normas e Práticas de Biossegurança, Atenção à Saúde em Doenças Transmissíveis, Procedimentos de Enfermagem,
Intervenções Básicas em Urgência e Emergências, Processo de Enfermagem, Administração em Enfermagem, Vigilância à
Saúde, Processo de trabalho na Atenção Básica, Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Processo Saúde Doença,
Calendário vacinal do PNI e cuidados na conservação dos imunobiológicos, Cuidar em Saúde; Necessidades em Saúde;
Humanização; Ética e Enfermagem.
Farmácia - Saúde da Família: Assistência Farmacêutica (Assistência Farmacêutica no SUS, Assistência Farmacêutica na
Atenção Básica, Assistência Farmacêutica na estratégia de saúde da família, Gerenciamento da Assistência Farmacêutica);
Política Nacional de Medicamentos; Atenção Farmacêutica; Farmacovigilância.
Odontologia - Saúde da Família: Políticas de Saúde Bucal; Modelos Assistenciais em Odontologia; Atenção Primária à
Saúde e a Estratégia Saúde da Família; Redes de Atenção à Saúde; Epidemiologia em Saúde Bucal; Saúde Bucal na
Estratégia Saúde da Família; Vigilância em Saúde Bucal no Sistema Único de Saúde; Epidemiologia das doenças do
Biofilme Dental; Princípios de Cariologia na Promoção da Saúde; Métodos e Estratégias para o Controle do Biofilme Dental,
Aspectos Clínicos e Epidemiológicos da Fluorose Dentária; Fluoretos; Políticas Públicas e Epidemiologia do Câncer Bucal;
Avaliação de Risco Social e Biológico para as Doenças Bucais; Planejamento, Programação e Avaliação em Saúde Bucal;
Saúde e Trabalho em Odontologia; Prevenção e Promoção em Saúde Bucal.
Nutrição - Saúde da Família: Política Nacional de Alimentação e Nutrição; Sistema Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional – SISAN; Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional; Diagnóstico nutricional individual e de coletividade;
Nutrição Materno Infantil; Terapia nutricional nas doenças crônicas não transmissíveis e desnutrição.
3) PROGRAMA RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAIS
Odontologia: Anatomia de Cabeça e Pescoço; Propedêutica Cirúrgica (pré-operatório, trans-operatório, pósoperatório); anestesiologia; Terapêutica Aplicada; Radiologia ( exames intra-bucais, exames extra-bucais, métodos
alternativos de avalição do complexo buco-maxilo-facial); Cirurgias Buco-Maxilo-Faciais (métodos e técnicas de
biópsias, cirurgias reparadoras, cirurgias de dentes inclusos, cirurgias paraendodônticas, cistos e tumores
odontogênicos, reconstruções dos rebordos alveolares, seio maxilar, articulação temporomandibular); Traumatologia
Buco-Maxilo-Faciais (princípios gerais e urgências em traumatologia buco-maxilo-faciais, traumatismos alvéolosdentários, fraturas de mandíbula, fraturas do complexo zigomático-orbitário, fraturas do terço médio da face,
traumatismo craniano, fraturas do nariz, fraturas naso-etmóido-orbitárias); Cirurgias Ortognáticas; Patologias;
Emergências Médicas; Noções de Implantodontia e enxertias.
4) PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA
GERAL Médico Veterinário
Saúde pública: Políticas públicas no Brasil voltadas à saúde ambiental e medicina veterinária, Sistema Único de Saúde –
SUS e Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF, vigilância sanitária (zoonoses, antropozoonoses, zooantroponoses),
doenças infecciosas e parasitárias, controle de população animal em área urbana, medicina veterinária na vigilância
sanitária, bem-estar único – animais sentinelas, emergência em zoonoses, anatomia, fisiologia, patologia, semiologia,
farmacologia, microbiologia, imunologia.
ESPECÍFICO Médico Veterinário: Toxicologia, epidemiologia, fisiopatologia da reprodução, terapêutica, anestesiologia,
clínica médica, clínica cirúrgica, patologia animal, diagnóstico por imagem, patologia aviária, oftalmologia, odontologia,
oncologia.
17
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Livros e artigos sugeridos
PROVA CONHECIMENTOS GERAIS:
1) PARA OS PROGRAMAS DE ATENÇÃO HOSPITALAR, BUCO-MAXILO-FACIAIS E SAÚDE DA FAMÍLIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
ALMEIDA FILHO, Naomar; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia. Rio de Janeiro: MEDSI, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Prático do Programa Saúde da Família.
Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
CAMPOS, G. W. S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec / Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006, 871p.
GIOVANELLA L, LOBATO L, NORONHA J, CARVALHO I. Políticas e Sistemas de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz/Cebes, 2008.
GUSSO, Gustavo e MAURO FILHO, José. Tratado de Medicina de Família e Comunidade. Artmed, Porto Alegre, 2012.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2003.
ROSE, Geoffrey. Estratégias da Medicina Preventiva. Porto Alegre: ARTMED, 2010, 192p.
STARFIELD, Bárbara. Atenção Primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. UNESCO,
Ministério da Saúde, Brasília, 2002.
PROVA DA ÁREA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL:
1) PROGRAMA RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR
ENFERMAGEM
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. 8 ed. rev. Brasília: Ministério da
Saúde,
2010.
[Internet].
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Primária. N. 30. Procedimentos. – Brasília: Ministério da
Saúde,
2011.
[Internet].
Disponível
em:
http://www.medlearn.com.br/ministerio_saude/atencao_basica/cadernos_atencao_basica_30_procedimentos.pdf
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Primária. N. 29. Rastreamento. Brasília: Ministério da Saúde,
2010.
[Internet].
Disponível
em:
http://www.medlearn.com.br/ministerio_saude/atencao_basica/cadernos_atencao_basica_29_rastreamento.pdf
BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento de DCNT 2011-2022. Brasília:
Ministério da saúde, 2011. [Internet]. Disponível em:
file:///C:/Users/COORDENF8/Downloads/cartilha_dcnt.pdf
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria 485/2005. Aprova e regulamenta a Norma Regulamentadora n.32
de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de saúde. 2005. [Internet]. Disponível em:
http://sbbq.iq.usp.br/arquivos/seguranca/portaria485.pdf
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução 259/2001. Dispõe sobre a Residência em Enfermagem.
Conselho
Federal
de
Enfermagem.
2001.
[Internet].
Disponível
em:
http://www.anent.org.br/images/anexos/resolucao/resolucao_259_2001.pdf
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Decreto 94406/87. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986,
que dispõe sobre o exercício da enfermagem, e dá outras providências. Conselho Federal de Enfermagem. [Internet].
1986. [Internet]. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/decreto-n-9440687_4173.html
DUNCAN, B.B.; SCHIMIDT, M.I.; GIUGLIANI, E.R.J. e colaboradores. Medicina ambulatorial: condutas de atenção
primária e baseadas em evidências; 2006. Seções III, IV, VI, VII, VIII, XIII.
HAZINSKI, M.F. Destaques das Diretrizes da American Heart Association para Ressuscitação Cardiopulmonar e
Atendimento Cardiovascular de Emergência. 2010. [Internet]. Disponível em: http://www.heart.org/idc/groups/heartpublic/@wcm/@ecc/documents/downloadable/ucm_317343.pdf
INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA. Organizador Luiz Cláudio Santos. ABC do
câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: INCA, 2012. [Internet].
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/ABC_do_cancer_2ed.pdf
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo para a prática de higiene das mãos em serviços de saúde. [Internet]. 2013.
[Internet].
Disponível
em:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/segurancadopaciente/documentos/julho/PROTOCOLO%20HIGIENE%20DAS%20M%
C3%83OS.pdf
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de identificação do paciente. 2013. [Internet]. Disponível em:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/segurancadopaciente/documentos/julho/Protocolo%20%20Segura%C3%A7a%20na%20Prescri%C3%A7%C3%A3o,%20uso%20e%20%20Administra%C3%A7%C3%A3o%
20de%20Medicamentos.pdf
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamento. 2013.
[Internet].
Disponível
em:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/segurancadopaciente/documentos/julho/Protocolo%20Identifica%C3%A7%C3%A3o%
20do%20Paciente.pdf
18
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
14. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de prevenção de quedas. 2013. [Internet].
Disponível em:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/segurancadopaciente/documentos/julho/Protocolo%20%20Preven%C3%A7%C3%A3o%20de%20Quedas.pdf
15. POTTER, P. Fundamentos de enfermagem. [tradução de Mayza Ritomy Ide ... et al.] Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
FARMÁCIA
1. BRASIL. Legislações brasileiras aplicáveis à farmácia hospitalar, medicamentos e produtos para a saúde e a pesquisa
clínica.
2. Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes: 2013-2014. São Paulo: 2014.
3. Sociedade Brasileira de Cardiologia. V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Arq Bras
Cardiol 2013.
4. V Diretrizes de Monitoração Ambulatorial Da Pressão Arterial (MAPA) e III Diretrizes de Monitoração Residencial da
Pressão Arterial (MRPA). Arq. Bras. Cardiol., São Paulo, v. 97, n. 3, Sept. 2011 .
5. Sociedade Brasileira de Cardiologia. VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq. Bras. Cardiol. São Paulo, v. 95, n.
1, 2010.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para adultos vivendo com HIV/Aids – 2013.
Disponível em: http://www.aids.gov.br/publicacao/2013/consenso-adulto.
7. Sutton, A.J.; Abrams, K.R; Jones, D.R.; Sheldon, T.A.; Song, F. Methods for Meta-Analysis in Medical Research.
Wiley: 2000. 317 p.
8. Higgins, J.P.T.; Green, S. Cochrane Handbook for Systematic Reviews of Interventions. Version 5.1.0 [updated March
2011]. ed: The Cochrane Collaboration, 2011.
9. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o Manejo da Asma - 2012. Jornal Brasileiro de
Pneumologia. 2012 Nov 1;32(Suplemento 1):S1–S46.
10. STORPIRTIS, S. et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Ed. Guanabara Koogan, 2008.
11. GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências Farmacêuticas – Uma abordagem em Farmácia Hospitalar. Ed. Ateneu,
2001.
12. LEXI-COMP INC. Drug Information Handbook. 21. ed. Rio de Janeiro. Lexi-comp. Inc, 2010-2011.
FARMÁCIA-BIOQUÍMICA
1. BURTIS,C.A; ASHWOOD, E. R.; BRUNS, D. E. Tietz Textbook of Clinical Chemistry and Molecular Diagnostics. 5ºed.;
Sauders. 2012.
2.GREER J.P; FOERSTER,J.lukens; J.N.Wintrobe’s. Clinical Hematology ,11ºed. Lippincott Willians e Wilkins. Publishers
2003.
3. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 6ª ed; Artmed. 2014.
4. Berg; J. M.; Stryer, L.; Tymoczko, J. L. Bioquimica. 7ª ed; Guanabara Koogan. 2014.
5. NEVES, P. D. Parasitologia Humana. 9ª ed. São Paulo: Atheneu, 1995.
6. FIELDS, B. N.; KNIPE, D. M.; HOWLEY, P. M. Virology, Philadelphia, Leppincott-Raven, Dois Volumes, Última Edição.
7. LENNETTE, Edwin, H.; LENNETTE, David, A.; LENNETTE, Evelyne, Diagnostic Procedures for Viral, Rickettsial, and
Chlamydial Infections. 7th Ed. Washington: American Public Helth Association
8. MURRAY, P. R. et al. Manual of Clinical Microbiology. ASM Press Washington, DC., 9 ed v.1 e 2, 2007.
9. NEAL NATHANSON. Viral Patogenesis. Editora Litpincott-Haven. Philadelphia, New York. Última edição
10. SANTOS, N.S.O.; ROMANOS, M.T.V.; WIGG, M.D. INTRODUÇÃO À VIROLOGIA HUMANA. 2. ed., Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogann, 2008, 548 p.
11. Flow Cytometry in Hematopathology- A Visual Approach to Data Analysis and Interpretation. Doyen Nguyen, MD,
Lawrence W. Diamond, MD, Raul C. Braylan, MD - HUMANA PRESS 2003.
12. Handbook of hematologic Pathology. Harold R. Schumacher, William Rock Jr, Sanford Stass. Marcel Decker (ed) USA
2000.
13. BAIN, B. J. Blood cells. A practical guide. 4. ed. Oxford: Blackwell Publishing Ltd, 2006.
14. BAIN, B. J.; GUPTA, R. A – Z of Haematology. 1. ed. Oxford: Blackwell Publishing Ltd, 2003.
15. BROWN, B. A. HEMATOLOGY: Principles and Procedures. 6. ed., Malvern: Lea & Febiger, 1993.
16. GREER, J.P., BITHELI, T.C., FOERSTERS, J., LUKENS, J.N., RODGERS, G.M., PARASKEVAS, F., GLADER, B.
Wintrobe’s – Clinical Hematology. Lippincott Williams & Wilkins. 11. ed. 2004.
17. McPherson, R. A.; Pincus, M. R.. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21ª ed;
Manole, 2013.
18. HOFFBRAND, A.V., PETTIT, J.E., MOSS, P.A.H. Fundamentos em Hematologia. 4. ed. Artmed, Porto Alegre, 2004.
19. HOFFMAN, R. et al. Hematology: Basic Principles and Practice. 5. ed., Philadelphia: Elsevier, Churchill, Livingstone,
2008.
20. LEWIS, S. M.; BAIN, B. J.; BATES, I. Dacie and Lewis Practical Haematology. 10. ed., Philadelphia: Churchill
Livingstone Elsevier, 2006.
21. LICHTMAN, M. A.; BEUTLER, E. et al. Williams – Hematology. 7. ed., Nova York: McGraw-Hill Companies, 2007.
22. NAOUN, P.C. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo, Sarvier, 1997.
23. NAOUN, P.C. Diagnóstico das Hemoglobinopatias. São Paulo, Sarvier, 1987.
24. OLIVEIRA, R. A. G. Hemograma: como fazer e interpretar. 1. ed. São Paulo: Livraria Médica Paulista LTDA., 2007.
25. SILVA, P. H.; HASHIMOTO, Y. Interpretação laboratorial do eritrograma. 1. ed., São Paulo: Lovise, 1999.
26. SILVA, P. H.; HASHIMOTO, Y. Interpretação laboratorial do leucograma. 1. ed. Robe Editorial, 2003
19
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
27. SILVA, P.H. & HASHIMOTO, Y. Coagulação: visão laboratorial da hemostasia primária e secundária. Revinter, Rio de
Janeiro, 2006.
28. ZAGO, M.A.; FALCÃO, R.P.; PASQUINI, R. Hematologia fundamentos e prática. São Paulo: Atheneu, 2001.
29. SIDRIN, J.C. Fundamentos Clínicos e Laboratoriais. 2. ed. Guanabara Koogan. 2008.
30. Manual de Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica para o controle de Infecção Hospitalar, Ministério da Saúde,
Brasília: Ministério da Saúde, 2000.
31. WINN JR, W et al. Koneman’s Color Atlas and Text Book of Diagnóstic Microbiology. LWW Press, 6. ed, Philadelphia,
2006.
FISIOTERAPIA
1. Castilho-Weinert, L.V.; Forti-Bellani, C.D. Fisioterapia em Neuropediatria. Curitiba: Omnipax Editora Ltda.,
2011.
2. Ferreira, A. S. Lesões nervosas periféricas: diagnóstico e tratamento. São Paulo: Editora Santos, 2006.
3. Guy Postiaux. Fisioterapia Respiratória Pediátrica. Ed. Artmed, 2º ed, 2004.
4. Jan S.Tecklin. Fisioterapia Pediátrica.Ed. Artmed, 3º ed, 2002.
5. Sarmento, G. Fisioterapia respiratória em pediatria e neonatologia. Ed Manole, 2007.
6. Irwin, S.& Tecklin,J.S.Fisioterapia Cardiopulmonar.3.ed.Manole, São Paulo, 2003.
7. Umphead, Darcy A. Reabilitação Neurológica, 4 Ed Manole, 2004.
8. Greve, J.M.D. Tratado de medicina de reabilitação. São Paulo: Roca, 2007.
9. Israel,V.L.; Bertoldi, A.l.S. Deficiência físico-motora: interface entre educação especial e repertório funcional.
Curitiba/PR: Editora IBPEX, 2010.
10. Kauffman, T. Manual de Reabilitação Geriátrica. Guanabara Koogan, 2001.
11. Kisner C, Colby LA. Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas. Manole, 5ª edição, 2009.
12. Kisner C, Colby LA. Exercícios resistidos para melhora do desempenho muscular. Exercícios Terapêuticos:
Fundamentos e Técnicas. 3º ed. Manole. 2009.
13. Machado. M.G.R. Bases da Fisioterapia Respiratória Terapia Intensiva e Reabilitação. Guanabara Koogan,
2008.
14. Organização Mundial de Saúde (OMS). Classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e
saúde (CIF). São Paulo: Editora da USP, 2003
15. Pacheco, LRL Wolff, ALP. Ortopedia e Fisioterapia em Hemofilia. Editora Manole, 2013.
17. Papalia, D.E.; Olds, S.W. Desenvolvimento humano. 7.ed.Porto Alegre/RS: Artes Médicas Editora, 2000.
18. Pediatria e neonatogia, autor Knobel, Elias. Ed. Atheneu. 2005.
19. Pryor, J.A. Webber, B.A. Fisioterapia para Problemas Respiratórios e Cardíacos. 2. Ed. Guanabara. Rio de
Janeiro, 2002.
20. Umeda, I.I.K. Manual de Fisioterapia na Cirurgia Cardíaca. 1.ed.Manole, São Paulo, 2004.
21. Knobel, Elias. Pediatria e neonatogia, Ed. Atheneu, 2005.
NUTRIÇÃO
1. AGUILAR-Nascimento JE; DOCK-Nascimento DB. Nutrição Enteral Precoce. In: WAITZBERG, Dan L. Nutrição Oral,
Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 4. ed. Vol.1.São Paulo: Atheneu, 2009. cap 44.
2. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Projeto Diretrizes. Brasília, CFM, 2011.
3. BAXTER YC, et al. Critérios de Decisão na Seleção de Dietas Enterais. In: WAITZBERG, Dan L. Nutrição Oral, Enteral
e Parenteral na Prática Clínica. 4. ed. Vol.1.São Paulo: Atheneu, 2009. cap. 48.
4. COPPINI LZ; WAITZBERG, DL. Critérios de Complicações em Nutrição Enteral. In: WAITZBERG, Dan L. Nutrição Oral,
Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 4. ed. Vol.1.São Paulo: Atheneu, 2009. cap 52.
5. CUPPARI. Nutrição clínica no adulto. São Paulo, Ed. Manole, 2002.
6. DIRETRIZES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES – São Paulo: AC Farmacêutica, 2013.
http://www.diabetes.org.br/diretrizes-e-posicionamentos
7. GAROFOLO. Nutrição clínica, funcional e preventiva aplicada à oncologia. Rio de Janeiro, Ed. Rubio, 2012.
8. ORNELAS, L.H. Técnica dietética seleção e preparo de alimentos. 8 ed. Atheneu editora, 2007.
9. MAHAN, L.K. ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005 apêndice 56.
10. SCOTT-STUMP, S; KRAUSE, K. L.M. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia – 11 ed. 2005.
11. SANTOS, RD et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz sobre consumo de gorduras e saúde cardiovascular.
Arq Bras Cardiol. 2013;100(1supl.3). http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2013/Diretriz_Gordura.asp
12. SILVA, S.; M., C.S. e MURA, J.D.P. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo, Roca.2007.
13. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. VI diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq Bras Cardiol
2010:95(1 supl.1). http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2010/Diretriz_hipertensao_associados.pdf
14. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia: Projeto Diretrizes: Obesidade: Tratamento Dietético. 2005.
Disponível em: http://www.endocrino.org.br/diretrizes-da-sbem/
15. ZAINA, KOWALOKI, LOPES. Terapia Nutricional nas doenças hepáticas. Curitiba, Ed. Bruma, 2009.
16. WILKES, KG. Terapia nutricional para distúrbios renais. In: Mahan, L.K. Escott-Stump, S. Krause: Alimentos, nutrição e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005 cap. 39.
20
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
ODONTOLOGIA
1. CAWSON, R.A.; ODELL, E.W. Cawsons – Fundamentos Básicos de Patologia e Medicina Oral, 8ª.ed., Santos Editora,
2013. Capítulos: 01, 16, 17, 22, 23, 35.
2. NEVILLE, B.; BOUQUOT, J.E.; DAMM, D.D.; ALLEN, C.M. Patologia Oral e Maxilofacial, 3 ª.ed., Elsevier/Medicina
Nancional, Rio de Janeiro, 2009. Capítulos: 10, 13, 16.
3. MARCUCCI G. Fundamentos de Odontologia: Estomatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Capítulos: 01,
02.
4. LITTLE, J.W.; FALACE, D.A.; MILLER, C.S.; RHODUS, N.L. Manejo Odontológico do Paciente Clinicamente
Comprometido. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Capítulos: 2, 22, 23, 24, 25, 26.
PSICOLOGIA
1. Análise de uma fobia de um menino de cinco anos – 1909; Recomendações aos Médicos que Exercem a Psicanálise –
1912; Sobre o Início do Tratamento – 1913; in . Freud, S. Obras Completas. Editora Imago. Rio de Janeiro. 1972.
2. Análise Psicodramática - Victor R. C. Dias - Ed. Àgora. 1994
3. Aspectos Psicológicos da Violência: Pesquisa e Intervenção Cognitivo-comportamental – Org. Lucia Cavalcanti de
Albuquerque Williams, Joviane Marcondelli Dias Maia e Karyne de Souza Augusto Rios. 1 ed. Santo André, SP.
ESETec Editores Associados, 2011. V25
4. CARTER, B. As Mudanças no Ciclo Vital Familiar. Porto Alegre.Artes Médicas.2001
5. CARVALHO, A. e al. Temas em Psico-Oncologia. Editora Summus. São Paulo. 2008.
6. Código de Ética Profissional - Conselho Federal de Psicologia
7. COSTA JÚNIOR, Á.L. (2001). O Desenvolvimento da Psico-Oncologia: Implicações para a Pesquisa e Intervenção
Profissional em Saúde. Psicologia: Ciência e Profissão, 21(2), 36-43.
8. DSM-IV-TRtm. (2002) Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Trad. DORNELLES, C.; AMERICAN
PSYCHIATRIC ASSOCIATION - 4ed Revisada. Porto Alegre: Artmed,
9. DSM-V. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Trad. Maria Inês Correa Nascimento;
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Porto Alegre: Artmed. 2014, 948p.
10. Família, redes, laços e políticas públicas Ana Rojas Acosta Editora: Cortez
11. FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. História da violência nas prisões. Ed. Vozes. Petrópolis. Rio de Janeiro
12. GONZALES, R.F. & BRANCO, R. (2003). A Relação com o Paciente. Teoria, Ensino e Prática. Editora Guanabara
Koogan S. A. Rio de Janeiro. 324p.
13. HUMANIZAÇÃO E CUIDADOS PALIATIVOS, A Organizador: PESSINI, LEOCIR Editora: LOYOLA
14. Intervenções grupais nas organizações - Marra M. M., Fleury H. J. – Ed. Ágora. 2005
15. JUNG, Carl Gustav. A Vida Simbólica: Escritos Diversos. Obras Completas, volume XVIII/I. Editora Vozes Ltda.
Petrópolis, RJ. 1997, 472p.
16. KAPLAN, H.I. Compendio de Psiquiatria – ciências do comportamento e psiquiatria clinica. Artmed. 1997. Porto Alegre.
Psicopatologia
17. KOVACS, M.J.. Educação para a Morte Temas e Reflexões. São Paulo Casa do Psicólogo.Fapesp.2003
18. LACAN, J. Nota sobre a criança. Outros escritos. Jorge Zahar Editor. 2003. Rio de Janeiro.
19. Lições de Psicodrama - C. S. Gonçalves, J. R. Wolff, W. C. de Almeida - Ed. Àgora. 1988
20. LUNA FILHO, B. (2010). A Ciência e a Arte de Ler Artigos Médicos. Edição Revista e Atualizada. São Paulo. Editora
Atheneu. 176p.
21. Luto e Melancolia – 1916; Neurose e Psicose -1924; A Perda da Realidade na Neurose e na Psicose –1924; Inibição,
Sintoma e Angústia – 1925; Psicanálise e Medicina. 1926 in . Freud, S. Obras Completas. Editora Imago. Rio de
Janeiro. 1972.
22. MADSEN, W.. Trabalhando com Famílias Multiestressadas. Ed. Roca São Paulo.2010
23. Manifesto do Fórum sobre medicalização da educação e da sociedade. Crp 06 link:
www.crpsp.org.br/medicalizacao/manifesto_forum.aspx
24. MCGOLDRICK, MONICA Novas Abordagens de Terapia Familiar: Raça , Cultura e Gênero na Pratica Clinica.Ed.
Rocca.2003
25. Morte da Família; sobrevivendo ás perdas . Walsh Froma.Ed. ARTMED.1998.
26. Mulher, Parto e Psicodrama - Pamplona V. – Ed. Ágora. 1990
27. PARKES, C. M. (1998). Luto. Estudos sobre a Perda na Vida Adulta. 2ª Edição. São Paulo. Editora Summus. 290p.
28. PARKES, C. M. (2009). Amor e Perda: as Raízes do Luto e suas Complicações. 2ª Edição. São Paulo. Editora
Summus. 446p.
29. PASSOS, Elizete. Ética e Psicologia: Teoria e Prática. Editora Vetor. São Paulo. 2007, 190p.
30. Psicodrama - J. L. Moreno -10ª edição. Ed Cutrix. 2006
31. Psicodrama: Teoria e Prática - Victor R. C. Dias - Ed. Àgora. 1987
32. Psicologia Hospitalar e da saúde: consolidando pratica e saberes na Residência. Maria Stella T. Filgueiras,
Fernanda D. Rodrigues, Tânia Mara Silva Benfica (organizadoras) 2 ed – Petrópolis, RJ: Vozes, 2011
33. Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos. Makilim Nunes Baptista, Rosana Righetto Dias – e2 ed.
– Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012
34. RAPPAPORT, C.R. et al. Psicanálise e introdução à práxis Freud e Lacan. E.P.U. 1992.
35. REY, F.G. Pesquisa qualitativa e subjetividade – os processos de construção da informação. Ed. Pioneira.2005
36. REY, F.G. Pesquisa qualitativa em Psicologia caminhos e desafios. Ed. Pioneira.2002
37. ROMANO, B.W. A Prática da Psicologia nos Hospitais. São Paulo. Ed. Pioneira. 2002.
38. SANTOS, Franklin Santana. Cuidados Paliativos: Diretrizes, Humanizações e Alívio de Sintomas. São Paulo, SP.
Editora Atheneu, 2011, 654p.
21
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
39. Sobre Psicoterapia – 1904 in ,Freud, S. Obras Completas. Editora Imago. Rio de Janeiro. 1972.
40. TRAD.Leny A.Bonfim. Família Contemporânea e Saúde :Significados,práticas e políticas publicas.Ed. FIO CRUZ.2010
41. Urgências Psicológicas no Hospital. Valdemar Augusto angerami- Camon (organizador) São Paulo, Pioneira
Thomsom Learning, 2002
42. WALSH, FROMA Fortalecendo a Resiliencia Familiar.2005
SERVIÇO SOCIAL
1. BARROCO, Maria Lucia Silva & TERRA, Sylvia Helena. Código de Ética do/a Assistente Social Comentado.
Conselho Federal de Serviço Social (organizador). São Paulo; Cortez, 2012.
2. BRAVO, Maria Inês Souza e MENEZES, Juliana Souza Bravo de. Participação popular e controle social na saúde. In:
BRAVO, Maria Inês Souza Bravo & MENEZES, Juliana Souza Bravo de (orgs). Saúde na atualidade: por um sistema
único de saúde estatal,universal, gratuito e de qualidade / Organizadoras, Rio de Janeiro: UERJ, Rede Sirius, 2011.
(p.29-33).
Disponível
em:
http://abepss.hospedagemdesites.ws/wpcontent/uploads/2012/07/Revista_cadernos_de_Saude_adufrj_pelasaude.pdf
3. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições de promoção e recuperação da saúde, a
organização e o financiamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8080.htm
4. BRASIL. Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema
Único de Saúde – SUS, e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá
outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm
5. ______. Lei 8.662, de 07 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8662.htm
6. ______. Lei nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993. Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras
providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm
7. ______. Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra
mulher, nos termos do parágrafo 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a eliminação de todas as
formas de Discriminação contra as mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a
Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher;
altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências. Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm
8. ______. Lei n. 12.435, de 06 de julho de 2011. Altera a Lei n. 8.742, de 07 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a
organização
da
Assistência
Social.
Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20112014/2011/Lei/L12435.htm
9. ______. Ministério da Saúde. Carta dos direitos dos usuários da saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_integra_direitos_2006.pdf
10. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização.
Humaniza SUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. 4.ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde,
2008. Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_gestores_trabalhadores_sus_4ed.pdf
11. CISLAGHI, Juliana Fiuza. Hospitais Universitários Federais e Novos Modelos de Gestão: faces da contrarreforma do
Estado no Brasil. In: BRAVO, Maria Inês Souza Bravo & MENEZES, Juliana Souza Bravo de (orgs). Saúde na
atualidade: por um sistema único de saúde estatal,universal, gratuito e de qualidade / Organizadoras, Rio de Janeiro:
UERJ,
Rede
Sirius,
2011.
(p.56-63).
Disponível
em:
http://abepss.hospedagemdesites.ws/wpcontent/uploads/2012/07/Revista_cadernos_de_Saude_adufrj_pelasaude.pdf
12. CORREIA, Maria Valéria Costa. Por que ser contra aos novos modelos de gestão do SUS? In: BRAVO, Maria Inês
Souza Bravo & MENEZES, Juliana Souza Bravo de (orgs). Saúde na atualidade: por um sistema único de saúde
estatal,universal, gratuito e de qualidade / Organizadoras, Rio de Janeiro: UERJ, Rede Sirius, 2011. (p.43-49)
Disponível
em:
http://abepss.hospedagemdesites.ws/wpcontent/uploads/2012/07/Revista_cadernos_de_Saude_adufrj_pelasaude.pdf
13. _____. Resolução n. 383 de 29 de março de 1999. Caracteriza o assistente social como profissional da saúde.
Disponível em: http://www.cfess.org.br/arquivos/resolucao_383_99.pdf
14. _____. Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social. Brasília:
CFESS/CRESS, 2009. Disponível em: http://www.cfess.org.br/arquivos/Cartilha_CFESS_Finalgrafica.pdf
15. ______. Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Saúde. Brasília: CFESS/CRESS, 2010. Disponível em:
www.cresses.org.br/cress/imagens/file/.../parametros_a_s_na_saude.pdf
16. GRANEMANN, Sara. Fundações Estatais: Projeto de Estado do Capital. In: BRAVO, Maria Inês Souza Bravo &
MENEZES, Juliana Souza Bravo de (orgs). Saúde na atualidade: por um sistema único de saúde estatal,universal,
gratuito e de qualidade / Organizadoras, Rio de Janeiro: UERJ, Rede Sirius, 2011. (p.50-55). Disponível em:
http://abepss.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2012/07/Revista_cadernos_de_Saude_adufrj_pelasaude.pdf
17. IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social.
5.ed. São Paulo: Cortez, 2011. (Capítulo II, itens 2 e 3; Capítulo III, itens 1, 2, 3 e 3.1; Capítulo IV, item 2 e 2.1).
18. JUNQUEIRA, Luciano A. Prates. Novas formas de gestão na saúde: descentralização e intersetorialidade. Saúde e
Sociedade n.6 (vol.2), pp. 31-46, 1997.
19. LANZA, Líria Maria Bettiol; CAMPANUCCI, Fabrício da Silva and BALDOW, Letícia Orlandi. As profissões em saúde e
o Serviço Social: desafios para a formação profissional. Rev. katálysis [online]. 2012, vol. 15, n.2 [cited 2013-06-25],
pp. 212-220. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rk/v15n2/06.pdf
20. MARTINELLI, Maria Lúcia. O trabalho do assistente social em contextos hospitalares: desafios cotidianos. Serviço
Social e Sociedade. [online]. 2011, n.107, pp. 497-508.
22
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
21. MIOTO, Regina Célia. Família, trabalho com famílias e Serviço Social. Serviço Social em Revista. [on line] janjun/2010. Vol. 12, n. 2, p. 163-176.
Disponível em http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/7584/6835
22. MOTA, Ana Elizabete. Serviço Social brasileiro: profissão e área do conhecimento. Katálysis. Florianópolis, vol. 16, n.
especial, p. 17-27, 2003. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rk/v16nspe/03.pdf
23. MOTA, Ana Elisabete et al (orgs.). Serviço Social e Saúde: Formação e Trabalho Profissional. ABEPSS/OPAS, 2006.
Serviço
social
e
práticas
democráticas
na
saúde,
2007.
(Parte
II).
Disponível
em:
http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/sumario.htm
24. OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Direitos humanos no diálogo entre os campos de conhecimento. Rev. katálysis [online].
2011, vol.14, n.2, pp. 147-149.
25. POUGY, Lilia Guimarães. Desafios políticos em tempos de Lei Maria da Penha. Rev. katálysis [online]. 2010, vol.13,
n.1, pp. 76-85.
26. RAICHELIS, Raquel; SALVADOR, Evilásio. O Controle Social Democrático na Gestão e Orçamento Público 20 Anos
Depois. In: CFESS. Conselho Federal de Serviço Social. Seminário Nacional: Controle Social e a Consolidação do
Estado Democrático de Direito. Brasília, 2011. Disponivel
em: http://www.cfess.org.br/arquivos/livrosite_seminariocontrolesocialCFESS-CRESS.pdf
TERAPIA OCUPACIONAL
1. AMERICAN OCCUPATIONAL THERAPY ASSOCIATION (AOTA). Estrutura da Prática da Terapia Ocupacional:
Domínio e Processo 2.ª Edição. Occupational therapy practice framework: Domain and process - 2nd Tradução. de:
Daniel Gustavo de Sousa Carleto, Alessandra Cavalcanti A.Souza, Marcelo Silva, Daniel Marinho Cezar da Cruz e
Valéria Sousa de Andrade. (versão original: AOTA. Occupational Therapy Practice. Framework: Domain & Process.
2nd. The American Journal Occupational Therapy. Nov/Dec 2008,v. 63, n. 6. 625-683). Rev. Triang.: Ens. Pesq. Ext.
Uberaba
–
MG,
v.3.
n.2,
p.
57-147,
jul/dez.
2010.
p.
61.
Disponível
em:
<http://www.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/revistatriangulo/article/view/150/17>. Acesso em 04/08/2014.
2. BOTEGA, N.J. Reação à doença e à hospitalização. In: BOTEGA, N.J (Org.). Prática psiquiátrica no hospital geral:
interconsulta e emergência. 2 ed. Porto Alegre: Artmed editora, 2006.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização.
Política Nacional de Humanização: o que é, como implementar (uma síntese das diretrizes e dispositivos da PNH em
perguntas e respostas). Brasília, 2010. Disponível em: Humanizasus: Política Nacional de Humanização. Brasília, DF,
2004. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_2004.pdf>. Acesso em 04/08/2014.
4. CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. (Org.). Terapia Ocupacional – Fundamentação & Prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007
5. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução nº425, De 08 de Julho de 2013.
Estabelece o Código de Ética e Deontologia da Terapia Ocupacional. (D.O.U. nº 147, Seção 1 de 01/08/2013).
Disponível em: <http://www.coffito.org.br>.
6. DE CARLO, M. M. R. P.; BARTALOTTI, C. C. Terapia Ocupacional no Brasil - Fundamentos e Perspectivas. 3.
ed,São Paulo: Plexus, 2001.
7. DE CARLO, M. M. R. P.; M. C. M. Terapia Ocupacional: Reabilitação Física e Contextos Hospitalares. São Paulo:
Roca, 2004.
8. DE CARLO, M. M. R. P.; QUEIROZ, M. E. G. Dor e Cuidados Paliativos: Terapia Ocupacional e Interdisciplinaridade.
São Paulo: Roca, 2008.
9. HAGEDORN, R. Fundamentos da prática em Terapia Ocupacional. Trad.José Batista. rev. técnica Selma Lacman.
São Paulo: Dynamis, 1999.
10. HAGEDORN, R. Ferramentas para a Prática em Terapia Ocupacional: Uma Abordagem Estruturada
aosConhecimentos e Processos Centrais. Tradução por Melissa Ticko Muramoto. São Paulo: Roca, 2007.
11. NEISTADT, M.; CREPEAU, E. B. Willard & Spackman - Terapia Ocupacional. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002
12. OTHERO, M. B. (Org.). Terapia Ocupacional – Práticas em Oncologia. São Paulo: Roca, 2010.
13. PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional: Capacidades Práticas para as Disfunções Físicas. São Paulo:
Roca, 2005.
14. TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na Reabilitação Física. São Paulo: Roca, 2003,
15. TROMBLY, A. C.; RADOMSKI, M. V. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas. 5. ed. São Paulo: Santos, 2005.
16. UCHOA-FIGUEIREDO, L. R.; NEGRINI. S. F. B. M. (Orgs.). Terapia Ocupacional: diferentes práticas em hospital
geral. Ribeirão Preto, SP: Legis Summa, 2009.
2) PROGRAMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL DA SAÚDE – PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
ENFERMAGEM – SAÚDE DA FAMÍLIA
1. Andrade, FA; Pereira, LV; Sousa, FAEF. Mensuração da dor no idoso: uma revisão. Rev Latino-am Enfermagem 2006
março-abril; 14(2):271-6
2. ANVISA Infecção relacionada à assistência à saúde. Modulo 5 Risco ocupacional e medidas de precauções e
isolamento. 2004.
3. Atenção ao pré-natal de baixo risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012
4. Boyer, M.J. Cálculo de dosagem e Preparação de Medicamentos. 7ª ed Rio de Janeiro e: Guanabara Koogan, 2010
5. Brasil . Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher : Princípios e Diretrizes / Ministério da Saúde, Secretaria de
23
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – 1. ed., 2. reimpr. Brasília : Editora do
Ministério da Saúde, 2011.
Brasil Estatuto do Idoso - Lei 10741/03 | Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003
http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/98301/estatuto-do-idoso-lei-10741-03
Brasil Ministério da Sáude -portaria Nº 1.271, de 6 junho de 2014.
Brasil, Caderno de atenção Básica. Saúde da Criança: Nutrição Infantil Aleitamento Materno e Alimentação
complementar. Brasília:Editora Ministério da Saúde, 2009.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_nutricao_aleitamento_alimentacao.pdf
BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Caderno de atenção Básica Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento.
Brasília – DF, 2012.
http://www.medlearn.com.br/ministerio_saude/atencao_basica/cadernos_atencao_basica_33_saude_crianca_crescime
nto_desenvolvimento.pdf
Brasil. LEI MARIA DA PENHA. Lei N.°11.340, de 7 de Agosto de 2006.
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas técnicas e rotinas operacionais do programa nacional de triagem
neonatal, 2ª edição ampliada, Brasília, Ministério da Saúde, 2004.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. – Brasília: Ministério
da Saúde, 2012. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_triagem_auditiva_neonatal.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Linha de cuidado para a atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e suas famílias em situação de violências:
orientação para gestores e profissionais de saúde / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual de condutas
para úlceras neurotróficas e traumáticas / Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Departamento de
Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2002
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual
dos centros de referência para imunobiológicos especiais 3º ed Brasília : Ministério da Saúde, 2006.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_centro_referencia_imunobiologicos.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Planejamento e Orçamento. Plano Nacional de
Saúde – PNS : 2012-2015 / Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Planejamento e Orçamento. –
Brasília : Ministério da Saúde, 2011
Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.Controle dos cânceres do colo do útero e da
mama / Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. –Brasília : Ministério da Saúde, 2006.
Brasil.Manual de vigilância de Febre Amarela, 2004.
Brasil.PORTARIA Nº 2.527, DE 27 DE OUTUBRO DE 2011.
ftp://ftp.saude.sp.gov.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2011/iels.out.11/Iels205/U_PT-MS-GM-2527_271011.pdf
Conselho Federal de Enfermagem. Lei n. 7.498/86, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do
exercício da enfermagem e dá outras providências [online]. [acesso 2010 Mar 10]. Disponível em:
http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=22&sectionID=35.
COREN – SP. Erros de medicações. Definições e estratégias de prevenção. São Paulo 2011. Disponível em:
http://inter.coren-sp.gov.br/sites/default/files/erros_de_medicacao-definicoes_e_estrategias_de_prevencao.pdf
Dealey, C. Cuidando de Feridas: Um guia para enfermeiras. São Paulo: Atheneu editora, 2008
DECRETO N 94.406/87 Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da
Enfermagem, e dá outras providências. http://www.cofen.gov.br/decreto-n-9440687_4173.html
24. Elizabeth Fujimori, Conceição Vieira da Silva Ohara. (Org.). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica.
Barueri: Manole, 2009
25. Figueredo LTM Febres hemorrágicas por vírus no Brasil Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
39(2):203-210, mar-abr, 2006 http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v39n2/a14v39n2.pdf
26. Geovanini, T. Junio, A.G.O. Manual de Curativos 2. Ed. Ver. E ampl. São Paulo: Corpus, 2008
27. Giovani, A.M. Enfermagem – Cálculo e Administração de Medicamentos. São Paulo: Legnar Informática & Editora,
1999
28. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epid_febre_amarela.pdf
29. http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/iras/M%F3dulo%205%20%20Risco%20Ocupacional%20e%20Medidas%20de%20Precau%E7%F5es%20e%20Isolamento.pdf
30. Lowdermilk et al. Saúde da Mulher e Enfermagem Obstétrica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
31. Ministério da Saúde -ANVISA – Medidas de precaução. Disponível em:
http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/precaucoes_a3.pdf
32. Ministério da Saúde/INCa. Nomenclatura Brasileira para Laudos Cervicais e Condutas Preconizadas: Recomendações
para Profissionais de Saúde • J Bras Patol Med Lab • v. 42 • n. 5 • p. 351-373 • outubro 2006
33. Ministério da Saúde: Classificação de Risco dos Agentes Biológicos Brasília – DF 2010 Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/biosseguranca_saude_prioridades_estrategicas_acao_p1.pdf
34. Montagnini M. Dor no Idoso. In:Neto, OA; Costa CMC; Siqueira, JTT; Teixeira MJ. Dor: Principios e Prática. Porto
Alegre: Artmed, 2009.
35. NAZARIO, Afonso Celso Pinto; REGO, Mychely Fernandes; OLIVEIRA, Vilmar Marques de. Nódulos benignos da
mama: uma revisão dos diagnósticos diferenciais e conduta.Rev. Bras. Ginecol. Obstet.,Rio de Janeiro ,v. 29,n.
4,Apr.2007.
36. Paraná. Calendário básico de vacinação da criança, 2014.
http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/canlendario_vacinal_04042014.pdf
24
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
37. PNUD.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Disponível em: <http://www.pnud.org.br/home/>. Acesso
em: nov. 2008.
38. Portal da Saúde – Ministério da Saúde – www.saude.gov.br. http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/708-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/hantavirose/11301-informacoestecnicas
39. Portal da Saúde – Ministério da Saúde – www.saude.gov.br. http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/secretarias/svs/dengue
40. PORTARIA Nº 1.459, DE 24 DE JUNHO DE 2011 Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede
Cegonha.- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
41. Queiroz, FM ET al. Úlcera venosa e terapia compressiva para enfermeiros: desenvolvimento de curso online. Acta paul.
enferm. vol.25 no.3 São aulo 2012
42. Santa Catarina Tribunal de Justiça de Santa Catarina ESTATUTO DA CRIANçA E DO ADOLESCENTE -ECA Lei nº
8.069/90 atualizado com a Lei nº 12.010 de 2009. Florianópolis;2012
https://www.tjsc.jus.br/infjuv/documentos/ECA_CEIJ/Estatuto%20da%20Crian%C3%A7a%20e%20do%20Adolescente
%20editado%20pela%20CEIJ-SC%20vers%C3%A3o%20digital.pdf
43. Secretaria Municipal de Saúde (BR). Pré-natal, parto, puerpério e atenção ao recém nascido. Curitiba: 2012.
44. SOBECC – Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirurgico, Recuperação pós anestésica e centro de material
e esterilização – Práticas recomendadas 4ª edição, 2007
45. Trissel LA. Guia de bolso para fármacos injetáveis. 14ed. Porto Alegre: Artmed, 2008
46. Valera, GG; Carezzato, NL; Vale, FAC, Hortense, P. Adaptação cultural para o Brasil da escala Pain Assessment in
Advanced Dementia – PAINAD* Rev Esc Enferm USP 2014; 48(3):462-8
FARMÁCIA – SAÚDE DA FAMÍLIA
01. ALMEIDA FILHO, N; BARRETO, ML. Epidemiologia & Saúde. Fundamentos, métodos, aplicações. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 2011
02. BISSON, MP. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Manole, 2003.
03. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 44/2009
04. BRASIL. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Boletim de Farmacovigilância. Ano III nº 4 | jan / jun de
2014.
05. BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Assistência farmacêutica no SUS. Brasília: CONASS, 2011.
06. BRASIL. Ministério da Saúde. Aquisição de medicamentos para assistência farmacêutica no SUS: orientações básicas.
Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Brasília, 2006
07. BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização.
Brasília, 2006.
08. BRASIL. Ministério da Saúde. Avaliação da assistência farmacêutica: estrutura, processo e resultados. Brasília:
OMS/OPAS/Ministério da Saúde, 2005.
09. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Medicamentos. Brasília, 2001.
10. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 154/2008. Criação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF.
Brasília: Ministério da Saúde. 2008.
11. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria no. 2048 de 03 de setembro de 2009. Aprova o Regulamento do Sistema Único
de Saúde (SUS).
12. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria no. 4279, de 30 de dezembro de 2010. Estabelece diretrizes para a organização
da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
13. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de
Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 92 p. - (Série B. Textos Básicos de Saúde).
14. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de
medicamentos 2001/Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília:
Ministério da Saúde, 2001. – (Série C. Projetos, Programas e Relatórios, n.25)
15. BRASIL. Ministério da Saúde. Avaliação da assistência farmacêutica: estrutura, processo e resultados. Brasília:
OMS/OPAS/Ministério da Saúde, 2005.
16. BRASIL. Ministério da Saúde. Decreto 7508/2011. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2011/decreto/D7508.htm.
17. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional da Assistência Farmacêutica Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
18. CASTRO, LLC. Fundamentos de Farmacoepidemiologia: uma introdução ao estudo da farmacoepidemiologia. Campo
Grande: GRUPURAM [Grupo de Pesquisa em Uso Racional de Medicamentos], 2001.
19. DIAS, MF. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Sistema Nacional de Farmacovigilância. Boletim
Epidemiológico Paulista, 2005
20. DIAS, MF; SOUZA, NR; BITTENCOURT, MO; NOGUEIRA, MS. Vigilância Sanitária e Gerenciamento do Risco em
Medicamentos, Revista Fármacos & Medicamentos. Disponível
em:http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/61df7800474588df9298d63fbc4c6735/RACINE_RISCO2.pdf?MOD=AJPER
ES
21. Farmacopéia Homeopática Brasileira 3ª. ed. Fontes et al. 2012.
22. FERREIRA, AO. Guia prático da farmácia magistral. 3 ed. Volume 1. São Paulo: Pharmabooks, 2008.
23. GAZZI, BJ. org. Conselho Regional de Farmácia do Paraná. O CRF-PR e a Assistência Farmacêutica no SUS. 5º
edição. Curitiba: CRF-PR, 2012.
24. IVAMA, AM; NOBLAT, L; CASTRO, MS; OLIVEIRA, NVBV; JARAMILLO, NM; RECH, N. Consenso Brasileiro de
Atenção Farmacêutica: proposta. Brasília, 2002
25
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
25. IVAMA, AM; SOUZA, NR. A Importância da Farmacovigilância: Monitorização da Segurança dos
Medicamentos. Revista Racine. Disponível
em:http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d4978f004745781c8597d53fbc4c6735/RACINE_MONITORIZA.pdf?MOD=A
JPERES
26. MENDES, EV. Redes de atenção à Saúde. Brasília: Organização PanAmericana da Saúde, 2011
27. OGA, S; BASILE, AC; CARVALHO, MF. Guia Zanini-Oga de Interações Medicamentosas. São Paulo: Atheneu, 2002
28. ORGANIZAÇÂO PAN-AMERICANA DE SAÚDE/ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. A Importância da
Farmacovigilância: monitorização da segurança de medicamentos. OPAS, 2005.
29. POLACOW, M; MENEGASSO, PE; RIZZI, RCD. Serviços Farmacêuticos. Projeto Farmácia Estabelecimento de Saúde,
Fascículo 3. CRF-SP; OPAS, 2010
30. ROZENFELD, S.; VALENTE, J. Estudos de utilização de medicamentos – considerações técnicas sobre coleta e análise
de dados. Rev. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 13, p. 115-123, abr/jun, 2004.
31. SECOLI, SR; PADILHA, KG; LITVOC, J; MAEDA, ST. Farmacoeconomia: perspectiva emergente no processo de
tomada de decisão. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2005, vol.10, suppl., pp. 287-296. ISSN 1413-8123.
32. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq. Bras. Cardiol. 95, 2010, p.
1-51.
33. SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes: 2013-2014. São Paulo: AC
Farmacêutica, 2014
34. UFSC. UNA-SUS. Gestão da Assistência Farmacêutica. Módulo 3 – Políticas de Saúde e Acesso ao Medicamento.
2011
NUTRIÇÃO – SAÚDE DA FAMÍLIA
01. BRASIL, Ministério da Saúde. Departamento de atenção Básica. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição/CGPAN. Política Nacional de Alimentação e Nutrição – PNAN. Edição revisada. Brasília/DF. 2008.
02. BRASIL. Lei n°11.346, de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Disponível
em:
https://www.planalto.gov.br/consea/static/eventos/LOSAN%20%20Lei%2011.346%20de%2015%20de%20setembro%20de%2020061.pdf
03. BRASIL. Lei nº 8234 de 17 de setembro de 1991. Regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras
providências. Brasília, 1991.
04. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica. MATRIZ DE
AÇÕES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE. Série A. Normas e Manuais Técnicos.
Brasília/DF, 2009
05. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica. Protocolos do
Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN na assistência à saúde. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília,
2008
06. BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN: Orientações básicas para a coleta e análise
de dados antropométricos em serviços de saúde. Brasília: MS. 2011.
07. BRASIL. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Brasilia: Ministério da
Saúde, 2009.
08. CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL - CONSEA. Construção do Sistema e da
Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional: a experiência brasileira. Brasília, novembro de 2010.
09. CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL - CONSEA. A Segurança Alimentar e
Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil - indicadores e monitoramento - da Constituição de 1988
aos dias atuais. Resumo executivo. Brasília, novembro de 2010.
10. FISBERG,M.;MARCHIONI,D.M. Inquéritos Alimentares Métodos e Bases Científicos, Manole, 2005
11. KAC, G.; SICHIERI, R.; GIGANTE, D.P. Epidemiologia Nutricional. Rio de Janeiro, Fiocruz/Atheneu, 2007.
12. REZENDE, F. A. C. et al. Avaliação da aplicabilidade de fórmulas preditivas de peso e estatura em homens adultos.
Rev. Nutr. 2009, vol.22, n.4, pp. 443-451.
13. TADDEI JA, et al., editores. Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Editora Rubio Ltda; 2011. 640 p.
14. VASCONCELOS, F. A.G. Avaliação nutricional de coletividades: texto de apoio didático. 3ª ed. Florianópolis: UFSC,
2000.
15. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2008.
ODONTOLOGIA – SAÚDE DA FAMÍLIA
01. ANTUNES, J. L. F.; PERES, M. A. Epidemiologia da Saúde Bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006;
02. BALTAZAR, M. M. M.; BERTI, M; FURLANETTO, D. L. C. Etiologia e diagnóstico diferencial das manchas brancas do
esmalte dental. In: MOYSÉS, S. J.; GROISMAN, S. Programa de Atualização em Odontologia Preventiva e Saúde
Coletiva. Porto Alegre: Artmed / Panamericana Editora, 2008. p. 47-89.
03. BORGES, E. L. et al. Princípios para o cuidado domiciliar por profissionais de nível superior. Belo Horizonte:
Nescon / UFMG, 2013
04. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de atenção básica: Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
05. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Nacional de Saúde Bucal. I Encontro
Nacional de Centros de Especialidades Odontológicas - CEO e Equipes de Saúde Bucal da Estratégia Saúde da
Família: Documento
Final.
Brasília:
MS,
2009.
4p.
Disponível
em:http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/1encontro_ceo.pdf Acesso em: 27 ago 2012.
06. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Nacional de Saúde Bucal. I Encontro
Nacional de Centros de Especialidades Odontológicas - CEO e Equipes de Saúde Bucal da Estratégia Saúde da
26
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Família: Documento
Final.
Brasília:
MS,
2009.
4p.
Disponível
em:http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/1encontro_ceo.pdf Acesso em: 27 ago 2012.
07. BRASIL. Ministério da Saúde. Perfil de competências profissionais do técnico em higiene dental e do auxiliar de
consultório dentário. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 24p
08. Brasil. Ministério da Saúde. Projeto SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Saúde Bucal – Resultados Principais.
Brasília:MS, 2011.
09. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acesso e
Qualidade Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade dos Centros de Especialidades odontológicas
(PMAQ-CEO): Manual Instrutivo. Brasília: MS, 2013;
10. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação
Nacional de Saúde Bucal. Diretrizes da política nacional de saúde bucal. Brasília: MS, 2004.
11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia de
recomendações para o uso de fluoretos no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
12. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de
Promoção da Saúde. Brasília: MS, 2006.
13. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Prático do
Programa Saúde da Família. Brasília: MS, 2000.
14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica Guia Prático do
Programa Saúde da Família. Brasília: MS, 2000.
15. FRENCKEN, J. E.; HOLMGREN, C. J. Tratamento restaurador atraumático (ART) para a cárie dentária. São
Paulo; Ed. Santos, 2001.
16. GÓES, P. S. A., MOYSÉS, S. J.(Orgs). Planejamento, Gestão e Avaliação em Saúde Bucal. São Paulo: Artes
Médicas, 2012.
17. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA. Coordenação Geral de Ações
Estratégicas. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Estimativa 2014: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro:
INCA, 2014.
18. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da
Família: passo a passo das ações do departamento de atenção básica. Brasília: MS, 2011. Disponível
em:http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/passo_passo_acoes_sb.pdf Acesso em: 01 ago 2014
19. MOYSÉS, S. J. Saúde coletiva: políticas, epidemiologia da saúde bucal e redes de atenção odontológica. São Paulo:
Artes Médicas, 2013.
20. PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Divisão de Saúde Bucal. Rede de Atenção à Saúde Bucal. 2014.
Disponível em: http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3027Acesso em: 01 ago 2014
21. SILVA, A. N.; SENNA, M. A. A. Fundamentos em saúde bucal coletiva. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
22. WALTER, L. R. F. et al. Manual de Odontologia para Bebês. São Paulo: Artes Médicas, 2014.
3) PROGRAMA RESIDÊNCIA ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE – CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILOFACIAIS
ODONTOLOGIA
1. ANDREASSEN, J.O & ANDREASSEN, F. S. Textbook and Color Atlas of Traumatic Injuries to the Teeth, 3 ed.
Mosby, Copenhagen, 1994.
2. CHIAPASCO, M. Atlas de Cirurgia Oral. Ed. Santos, São Paulo, 2005.
3. BETTS, N.J et all.: Diagnosis and treatment of the transverse maxillary deficiency. Int J Adult Orthod Orthognatic
Surg. 1995; 10: 75-96.
4. DRAKE, R. L.; VOGL, A.W. & MITCHEL, A.W.M. GRAY’S Anatomia para estudantes. 2 ed. Rio de Janeiro, Elsevier,
2010.
5. EBLING, H. et AL. Cistos e tumores odontogênicos. 3 ed. Editora da URGS e Macgrall-Hill. Porto Alegre e São Paulo.
1977
6. ELLIS III E., ZIDE M. F. Surgical approaches to the facial skeleton. Williams& Wilkins. Baltimore, 1995.
7. EPKER, B. N, STELLA, J. P, FISH, L. C. Dentofacial deformities-integrated orthodontic and surgical correction 2d.
Mosby, St Louis. vol. 1, 1995. vol. 2, 1996. vol. 3, 1998. vol.4, 1999.
8. FONSECA, R.J. et alii. Oral and Maxillofacial Trauma. W.B. Saunders. Philadelphia, 1997.
9. FONSECA. R. J, BETTS, TURVEY, T. A. Oral and Maxillofacial Surgery. 2ed., W.B. Saunders, Philadelphia, 2000.
10. HAMMER, B. Fraturas orbitárias. Editora Santos. São Paulo. 2005.
11. KNON, P.H. & LASKIN, D.M. Clinician´s manual of oral and maxillofacial surgery. 1991. Quintessence.
12. LANNIGAN, D.T; HEY, J. H & WEST, R. A. Major Vascular Complication of Orthognathic Surgery: Hemorrhage
Associated With Le Fort I Osteotomies J. Oral Maxillofac. Surg. 48: 561-573, 1990.
13. MALAMED, S. F. Manual de anestesia local. 5.ed. Elsevier. Rio de Janeiro. 2005
14. MAZZONETTO, R., DUQUE NETO, H., NASCIMENTO, F.F. Enxertos ósseos em implantodontia. Editora Napoleão.
Nova Odessa. 2012
15. McMINN, R.M.H., HUTCHINGS, R. T., LOGAN, B.M. Atlas Colorido de Anatomia da Cabeça e Pescoço. São Paulo,
2 ed., Artes Medicas, 1998.
16. MEDEIROS, P. J. & MEDEIROS, P. P. Cirurgia Ortognática para o Ortodontista. 2ed. Editora Santos. São Paulo,
2004.
17. MILORO. M. et al. Peterson’s Principles of Oral and Maxillofacial Surgery, 2 ed., B.C Decker Inc, Londres, 2004.
18. NEVILLE, BW, DAAMM D D, ALLEN C M A, BOUQUOT J E. Patologia oral & maxilofacial. Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 2ª edição, 2008.
27
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
19. PETERSON, J. L.; ELLIS III, E.; HUPP, J. R.; TUCKER, M. R. Cirurgia Oral e Maxilo-Facial Contemporânea, 2.
ed.Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro. 1996.
20. PREIN, J. Manual of Internal Fixation in the Cranio-Facial Skeleton. Springer, Berlin, 1998.
4) PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA
1. Auer, J. Equine Surgery, 4 ed.1999
2. Boag; Amanda. BSAVA Manual of canine and feline emergency and critical care. 2007.
3. BRASIL, MAPA. Plano de Contingência para Influenza Aviária e Doença de Newcastle. 2009. Disponível em
www.agricultura.gov.br/arq.../pano%20de%20contingencia.pdf
4. BRASIL. Ministério da Saúde. ABC do SUS Doutrinas e Princípios, 1990.
5. BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z, 3ª ed., 2009.
6. Brinker, Piermattei and Flo's Handbook of Small Animal Orthopedics and Fracture Repair Piermattei, DL; Flo, G;
DeCamp, C. Editora: Elsevier
7. Calvin N. Kobluk,Trevor R.Ames e Raymond J. Geor. The Horse, Diseases and Clinical Management –W.B. Saunders
Company, 1995.
8. CARLOS DALECK, ANDRIGO DE NARDI, SUELY RODASKI, ONCOLOGIA EM CÃES E GATOS. 2009
9. CARVALHO, Cibele F. Ultrassonografia em Pequenos Animais. 2°ed. São Paulo: Gen Roca, 2014, 468p.
10. Constituição Federal Brasileira. 2008.
11. Cubas, Silva e Catão-Dias, Tratado de Animais Selvagens – Medicina Veterinária. 2006. Ed. Roca.
12. http://dab.saude.gov.br/portaldab/residencia_multiprofissional.php
13. Johnson, Ann L.; Vannini, Rico; Houlton, John E. F. AO Principles of Fracture Management in the Dog And Cat
Editora: Thieme Medical Pub
14. KANEKO, J.J.; HARVEY, J.W.; BRUSS, M. L. Clinical Biochemistry of Domestic Animals; 6ª Edição, Academic Press,
2008.
15. KAREN TOBIAS & SPENCER A. JOHNSTON, VETERINARY SURGERY SMALL ANIMAL, 2012
16. M. Donald McGavin, James F. Zachary, BASES DA PATOLOGIA VETERINÁRIA, 4ª. Edição, 2009.
17. Mader. Reptile Medicine and Surgery 2º Ed. Sauders Elsevier, 2006.
18. MILLER, EZAWISTOWSKI; Shelter Medicine for Veterinarians and Staff, Editora Blackwell Publiching, 2013, Segunda
Edição.
19. NELSON, R.W & COUTO, C.G. MEDICINA INTERNA DE PEQUENOS ANIMAIS. 4ª ed. Editora: Elsevier. 2010.
20. Paul Q. Mitchell. Odontologia de Pequenos Animais. Ed. Roca, 2004.
21. Radostits, O.M. et al. Clínica veterinária. Guanabara Koogan, 9ª ed. 2002
22. Riet-Correa, F., et al. Doença dos ruminantes e equídeos. 3°ed. Vol.2. Ed. Palloti, 2007
23. Sally M Turner. Oftalmologia em Pequenos Animais. Série Clínica Veterinária na Prática. Ed. Elsevier, 2010.
24. SIMONE T. KUDNIG & BERNARD SÉGUIN, VETERINARY SURGICAL ONCOLOGY, 2012
25. Smith, B.P. Medicina Interna de Grandes Animais. Ed. Manole. 3ed. 2006.
26. Stephen Reed e Warwick Bayly, Medicina Interna Equína, 2000. Editora Guanabara Koogan – páginas 544
27. STOCKHAM, S.L.; SCOTT, M.A. Fundamentals of Veterinary Clinical Pathology, Second Edition – Blackwell Publishing.
2008.
28. Swenson, M.J., Reece, W.O. Dukes Fisiologia dos animais domésticos, 1993. Ed Guanabara Koogan AS, 1996.
29. TEIXEIRA, C. F. O SUS e a Vigilância da Saúde. PROFORMAR. FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 2003. 1-25p
30. Teixeira, C. Os princípios do sistema único de saúde. Conferência municipal e estadual de saúde. Salvador-BA.2011 –
1-10p.
31. THERESA WELCH FOSSUM, SMALL ANIMAL SURGERY, 2013
32. Thrall DE. Textbook of Veterinary Diagnostic Radiology – 6ed. 2013.
33. THRALL, M.A. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. Editora Roca, 1ª Edição, 2007.
34. Tobias, K. Veterinary Surgery: Small Animal Editora: Elsevier
35. TRANQUILLI, WJ; THURMON, JC; GRIMM, KA. LUMB & JONES’Veterinary Anesthesia and Analgesia. 4 ed. Blackwell
Publishing. 2007. 1096p.
36. TYLLEY, L.P; SMITH JR., F.W.K. Consulta Veterinária em 5 minutos. Espécies canina e felina. 2 ed. Editora: Manole.
2002.
37. WITHROW & MACEWEN, SMALL ANIMAL CLINICAL ONCOLOGY. 2007
28
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
Matrícula – ONLINE
Todos os candidatos aprovados nos Programas de Residência da Universidade Federal do Paraná deverão,
obrigatoriamente, realizar sua matrícula online. Para tanto, deverão preencher os formulários disponibilizados no site
(www.nc.ufpr), no período de 15 a 24 de janeiro de 2015. Os formulários de matrícula para os candidatos aprovados
serão disponibilizados a partir do dia 15/01/2015 e deverão ser preenchidos online. Para acessar os formulários no
site www.nc.ufpr.br o candidato deve ter em mãos o número do CPF e a data de nascimento.
PARA PREENCHIMER OS CAMPOS DA MATRICULA ONLINE OCANDIDATO APROVADO PRECISARÁ DOS
SEGUINTES DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES:
• Documento de identidade (RG) com data de emissão e órgão expedidor;
• Cadastro de Pessoa Física – CPF (em situação REGULAR);
• Identificação no Registro no Conselho Regional de Classe Profissional do Paraná (caso ainda não possua,
providenciar OBRIGATORIAMENTE até a data de inicio da residência em 02/03/2015 e entregar cópia na COREMU,
SOB PENA DE SER DESCLASSIFICADO);
• Carteira de Trabalho com o número do PIS;
• Número da conta-corrente em seu nome, em um dos bancos credenciados pela UFPR (Banco do Brasil, Caixa
Econômica Federal ou Itaú) (ATENÇÃO – somente será aceita a conta poupança da Caixa Econômica Federal, dos
demais bancos credenciados somente contas correntes)
• Endereço, CEP, telefone residencial, telefone celular, e-mail;
• Título de Eleitor (em situação REGULAR);
• Cópia do diploma do curso profissional, para o qual fez inscrição no presente concurso, concluído em escola
devidamente credenciada pelo MEC (COLOCAR NO FORMULÁRIO DO NÚCLEO DE CONCURSOS OS DADOS
SOLICITADOS PELO MEC SOBRE CERTIFICADO – ANO DE CONCLUSÃO, IINSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
EM QUE CONCLUÍU O CURSO DE GRADUAÇÃO, DATA E CIDADE).
•No ato da assinatura do contrato do curso, em fevereiro ou dia 06 de março de 2015, o candidato deverá
obrigatoriamente estar de posse da carteira de Registro no Conselho de Classe Profissional, sob pena de
perda da vaga.
• Carteira de Reservista (somente para sexo masculino).
Observações:
A falta de qualquer um destes documentos acarretará na impossibilidade de cadastro no SIAPE – Sistema Integrado de
Administração de Recursos Humanos – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e, consequentemente, a não
liberação da bolsa residência e a impossibilidade de execução das atividades pelo residente. (Não será necessária a
apresentação de fotocópias dos documentos ou impressão dos formulários, imprimir somente o comprovante do NC-UFPR
“matrícula realizada com sucesso”).
Ato de Posse – CONFIRMAÇÃO DA MATRÍCULA
Ocorrerá em data e local a ser informada no site do NC www.nc.ufpr.br.
Na ocasião, o residente deverá apresentar o comprovante de matrícula online (emitido pelo site do NC – “matrícula
realizada com sucesso”) e o documento de identidade.
Nesta oportunidade serão coletadas as assinaturas e digital nos documentos oficiais.
Na impossibilidade de comparecimento na data prevista, o candidato aprovado deverá entrar em contato com a Diretoria de
Ensino, Pesquisa e Extensão - COREMU-HC para justificar e fundamentar por escrito a sua ausência, a qual será
submetida à análise e parecer.
O candidato que não comparecer pessoalmente para o ATO DE POSSE e confirmar a sua matrícula ONLINE, nos dias
estipulados, sem justificativa e parecer favorável desta Comissão, será considerado DESISTENTE, sendo a sua vaga
preenchida com a convocação IMEDIATA do suplente.
Não serão aceitas matriculas por procuração, tendo em vista a necessidade da coleta de digital no ATO DE POSSE.
O Ato de Posse dos Programas de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Universidade Federal
do Paraná será realizado nos seguintes locais:
1) Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar - Hospital de Clínicas
2) Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família – Departamento de Saúde Comunitária, Setor de
Ciências da Saúde
3) Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais – Departamento de Estomatologia, Jardim
Botânico
29
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015
4) Programa de Residência em Medicina Veterinária - Hospital Veterinário, Setor de Agrárias
Reuniões preparatórias para o início da Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar.
As reuniões preparatórias para o início da Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar são de caráter
obrigatório e ocorrerão no mês de fevereiro de 2015 com datas, locais, horários e programação a serem estabelecidos pelo
serviço de treinamento – UAP – DAD, disponíveis para consulta a partir do dia 10 de fevereiro/2015 no site do NC.
Início das atividades
Todos os programas de Residência da Universidade Federal do Paraná terão início, obrigatoriamente, no dia 2 de março
de 2015.
Convocação de suplentes
Os candidatos classificados como suplentes dos Programas de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da
Saúde da Universidade Federal do Paraná poderão ser convocados até o dia 02 de abril de 2015, de acordo com a
Resolução Nº 3 da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde, de 16 de abril de 2012, para
preencherem vagas decorrentes de desistência, desligamento, abandono ou impedimento de candidato melhor classificado.
Os suplentes serão convocados rigorosamente por ordem de classificação por meio de telefonema, carta ou e-mail, enviado
para o endereço constante no Formulário de Inscrição.
O SUPLENTE CONVOCADO TERÁ UM PRAZO DE 24 HORAS contadas a partir da hora do contato ou recebimento da
carta ou e-mail, para efetivamente assumir sua vaga. Caso não o faça dentro desse prazo estabelecido, independente do
motivo, novo suplente será convocado subsequentemente.
30
UFPR/SCS/HC/COREMU – Guia do Candidato 2014/2015