CENTAURE, Echelles, Escabeaux, Echafaudages

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CENTAURE, Echelles, Escabeaux, Echafaudages
RUMO Á UMA
GERAÇÃO
LIVRE DO SIDA
Crianças e o SIDA
Sexto Relatório de Balanço, 2013
Unidos pelas crianças
Unidos contra o SIDA
Os relatórios de balanço sobre as Crianças e o SIDA são as principais publicações da campanha, Unidos pelas Crianças,
Unidos contra o SIDA. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lidera o desenvolvimento destas publicações,
como parte do seu compromisso para com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA (ONUSIDA), em
colaboração com os outros 10 co-patrocinadores. A ONUSIDA reúne os recursos do seu Secretariado e de 11 organizações
do sistema das Nações Unidas, na coordenação e responsabilização dos esforços no sentido de unir o mundo contra o
SIDA. A divisão do trabalho é a seguinte:
Agências Convocadas e os Parceiros
A divisão de tarefas
OMS, UNICEF, OIT, PNUD, UNESCO, FNUAP,
ACNUR, PMA e Banco Mundial
Previnem a mortalidade materna e impedem a
infecção pelo HIV em bebés.
OMS, OIT, PNUD, ACNUR, UNICEF, PMA.
Asseguram que as pessoas vivendo com o HIV recebem o tratamento.
OMS, OIT, UNICEF, PMA.
Impedem que as pessoas vivendo com o HIV morram de tuberculose.
UNODC, PNUD, UNESCO, FNUAP, UNICEF, OMS,
Banco Mundial.
Protegem os utilizadores de drogas da infecção pelo HIV e asseguram
o acesso aos serviços abrangentes de HIV nas prisões e em outras
configurações de reclusão.
PNUD, FNUAP, UNESCO,
OMS, Banco Mundial.
Capacitam os homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e
transexuais na protecção do HIV e no acesso total à terapia anti-retroviral.
PNUD, FNUAP, ONU/Mulheres, ACNUR, UNICEF,
UNODC, OIT, UNESCO, e a OMS.
Removem as leis, políticas, práticas punitivas, estigma e a
discriminação que impedem respostas eficazes contra o SIDA.
PNUD, FNUAP, ONU/Mulheres, OIT, UNESCO,
ACNUR, UNICEF, UNODC, PMA, OMS.
Atendem às necessidades das mulheres e raparigas relativamente ao
HIV e impedem a violência sexual e baseada no género.
UNICEF, FNUAP, OIT, UNESCO, ACNUR, PMA, OMS.
Capacitam os jovens a protegerem-se do HIV.
UNICEF, Banco Mundial, OIT, PNUD, ACNUR, PMA.
Abordam sobre o HIV em situação de emergências humanitárias.
ACNUR, PMA, PNUD, FNUAP, UNICEF, UNODC, OMS.
Integram a alimentação e a nutrição no âmbito da resposta ao HIV.
PMA, ACNUR, UNICEF, OMS.
Asseguram a educação de alta qualidade para uma
resposta mais eficaz ao HIV.
UNESCO, OIT, FNUAP, UNICEF, OMS.
Assegurar a educação de qualidade para uma resposta mais efectiva
contra o HIV.
Banco Mundial, OIT, PNUD, UNESCO, FNUAP,
Providenciam apoio estratégico, priorizam planos multissectoriais
da resposta ao SIDA e os respectivos custos.
ACNUR, UNICEF, UNODC, OMS, PMA.
Os resultados, interpretações, citações, conclusões e opiniões expressas no presente relatório e/ou no site da www.childrenandaids.org
não podem necessariamente ser atribuídas de forma individual a qualquer das organizações envolvidas na produção deste relatório.
Porque ainda persiste o estigma relacionado ao HIV e, de acordo com os padrões globais dos direitos da criança, e também em
concordância com a vontade explícita, o UNICEF tomou medidas para a protecção da identidade das crianças e das suas mães.
O UNICEF obtém o consentimento por escrito das pessoas vivendo com o vírus antes de identificá-las nas fotos ou em outros fóruns de
mídia. Salvo disposição em contrário, as pessoas representadas nesta publicação e nos materiais adicionais em versão electrónica, não
devem ser consideradas como estando a viver com o HIV.
© Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 2013
A autorização para a reprodução de qualquer parte desta publicação será concedida gratuitamente às organizações educacionais e sem
fins lucrativos.
Citação sugerida: Fundo das Nações Unidas para a Infância, Rumo á uma Geração Livre do SIDA - Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de
Balanço, 2013, UNICEF, Nova Iorque, 2013.
Dados e materiais de apoio encontram-se disponíveis em: <www.childrenandaids.org>.
Para qualquer rectificação e posterior impressão, visite o site do UNICEF em <www.unicef.org/publications>.
Foto da capa: No norte do Ruanda, crianças correm em direcção á casa depois da escola. Os alunos participaram de uma discussão em
grupo organizada para aumentar a consciencialização sobre questões sociais importantes, como a saúde, higiene, saneamento e o HIV.
© UNICEF/RWAA2011-00631/Noorani
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA
Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
INDÍCE
ii
Sobre este relatório
1
Sumário executivo:
Rumo á uma geração livre do SIDA
4
Capítulo 1
A resposta ao HIV na
primeira década de vida
24 Capítulo 2
A resposta ao HIV na
segunda década de vida
6 A primeira década: Progressos e desafios
15
Novos paradigmas, oportunidades e inovações
17 Estratégias para acelerar o progresso na primeira década de vida
26
A segunda década: Transição e vulnerabilidade
29
Desigualdades e barreiras de acesso aos serviços
32 Estratégias para acelerar o progresso na segunda década de vida
39 Manter os ganhos obtidos na primeira década de vida
40 Capítulo 3
Parcerias para uma
geração livre do SIDA
42 D uas décadas, muitos sectores
44 E nfrentar o HIV entre as crianças em situações de emergência:
Um caso para parcerias reforçadas
45 Rumo á uma geração sem o SIDA:
Colmatar lacunas e manter os ganhos
46 Referências
53 Anexo:
Quadros estatísticos
53
Notas sobre os dados
54 T abela estatística 1: Eliminação de novas infecções pelo
HIV em crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
58 Tabela estatística 2: Prestação de cuidados e tratamento
pediátrico do HIV
66 Tabela estatística 3: Demografia e epidemiologia do
HIV entre os adolescentes
70 Tabela estatística 4: Conhecimentos, testagem de HIV
e comportamento sexual entre os adolescentes
74 Tabela estatística 5: Epidemiologia, conhecimentos,
testagem do HIV e comportamento sexual entre populações
chave afectadas e menores de 25 anos
78 Tabela estatística 6: Protecção, cuidados e apoio
82 Fotos – Legendas e créditos
83 Acrónimos
ás crianças afectadas pelo HIV e o SIDA
SOBRE ESTE RELATÓRIO
O Sexto Relatório de Balanço centra-se na resposta do HIV
e o SIDA entre crianças em países de baixa e média1. O
relatório está estruturado em torno da primeira e segundas
décadas de vida da criança, e tem os seguintes objectivos:
•
rever o peso do HIV em crianças e adolescentes,
assim como, os progressos alcançados e
•
identificar as principais estratégias para acelerar
o acesso à prevenção, tratamento, protecção,
cuidados e apoio às crianças e adolescentes
• resumir as oportunidades decorrentes dos avanços
científicos recentes, novas tecnologias, inovações e
práticas emergentes
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
•
mobilizar os esforços nacionais e internacionais
para manter as crianças livres do HIV e garantir
que, aquelas que vivem com o HIV, permaneçam
sem o SIDA.
Enquanto os governos nacionais são, em última instância,
os responsáveis primários pelos seus compromissos internacionais e domésticos, este relatório tem por objectivo
informar sobre os esforços coordenados de todos as partes
interessadas, que se empenham para alcançar o objectivo
de uma geração livre do SIDA. As partes interessadas
incluem os doadores, especialistas, agências das Nações
Unidas, parceiros de implementação, sociedade civil e as
comunidades em diversas partes do mundo.
Para o sucesso das estratégias descritas neste relatório
é essencial o envolvimento dos adultos e adolescentes
vivendo como o HIV. Responder aos desafios do HIV é uma
responsabilidade conjunta e, alcançar uma geração livre
do SIDA será igualmente um triunfo a ser partilhado.
Ao longo deste relatório, o termo “crianças” aplica-se a
todos os indivíduos com idade inferior a 18 anos, incluindo
adolescentes, conforme definido na Convenção sobre os
Direitos da Criança. As Nações Unidas definem os adolescentes como pessoas com idade entre 10–19 anos, e os
jovens como pessoas com idades compreendidas entre os
15–24 anos.
Principais compromissos e estratégias globais
relacionadas às crianças e o SIDA
Contagem para Zero:
Estratégia 2011–2015
Expandir a Nutrição (EAN):
Um Quadro de Acção
Objectivos do
Desenvolvimento
do Milénio
Declaração do Milénio das
Nações Unidas
2000
ii
Declaração de
Compromisso sobre
o HIV/SIDA
2001
Estratégia Global do Secretario
Geral das Nações Unidas para a
Saúde das Mulheres
Declaração Política
sobre o HIV/SIDA
2006
Comissão Global sobre o
HIV e a Lei
2010
SUMÁRIO EXECUTIVO
RUMO Á UMA
GERAÇÃO LIVRE DO SIDA
Uma geração livre do SIDA começa na
primeira década de vida
As principais componentes da resposta ao HIV em crianças
estão bem estabelecidas – a eliminação da transmissão
vertical (PTV), o tratamento de crianças vivendo com o
HIV e a mitigação do impacto económico e social. O
desafio hoje, é o de aplicar os conhecimentos existentes
”
Uma geração livre do SIDA significa uma geração em que,
todas as crianças nascem livres do HIV e, permanecem
nesse estado durante as duas primeiras décadas de vida
isto é, do nascimento até a adolescência. Isso também
significa que, as crianças vivendo com o HIV ou afectadas
pelo vírus têm acesso ao tratamento, cuidados e o apoio
que necessitam para permanecerem vivas e saudáveis.
Pela primeira vez na história da epidemia do HIV a comunidade global acumulou conhecimentos, experiências e as
ferramentas necessárias para alcançar uma geração livre
do SIDA.
As crianças devem ser as
primeiras a beneficiarem-se
dos nossos sucessos na
derrota do HIV, e as últimas
a sofrerem as consequências
dos nossos fracassos.”
Anthony Lake, Director Executivo, UNICEF
buscando novas oportunidades e inovações – enquanto
se usam os recursos disponíveis de forma mais eficiente e
eficaz possível, para garantir que, as crianças sobrevivam
e cresçam na sua primeira década de vida.
Declaração Política sobre o HIV e
SIDA. Intensificar os esforços para
eliminar o HIV e o SIDA
Plano Global para a Eliminação
de Novas Infecções pelo HIV entre
as Crianças até 2015 e manter as
suas Mães Vivas
Abordagem de Investimentos para
uma resposta Eficaz ao HIV/SIDA
2011
O compromisso para a sobrevivência da criança: Uma
Promessa Renovada
Plano Global–Ano alvo
Planeamento Familiar 2020
Prazo dos ODMs
2012
2015
1
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
© UNICEF Malawi/2013/Marinovich
© UNICEF/NYHQ2012-1507/Jayasuriya
Entre 2009 e 2012, registou-se um progresso mais significativo comparativamente ao que foi alcançado na década
anterior. De acordo com os dados de 2012, estes mostram
um declínio de 35% de novas infecções pelo HIV entre
as crianças menores de 15 anos quando comparados a
20092. Em 2012, a cobertura dos medicamentos antiretrovirais (ARVs) para as mulheres grávidas vivendo com
o HIV alcançou os 62%, nos 22 países prioritários do
Plano Global Para a Eliminação de Novas Infecções pelo
HIV entre crianças até 2015 e manter suas mães vivas
(o “Plano Global”)3. No entanto, durante 2012, nesses
países4, aproximadamente 230.000 crianças (180,000–
300,000) foram infectadas pelo HIV, com uma média
diária de 630 (540–760) infecções. Embora actualmente
no mundo se reduza a infecção pelo HIV entre as crianças,
mais rapidamente do que em qualquer outro momento na
história, o ritmo terá de ser acelerado ainda mais, para se
poder alcançar o objectivo Plano Global em 2015.
Assegurar a saúde das mulheres grávidas e
lactantes vivendo com o HIV é fundamental
para se alcançar uma geração livre do SIDA
Nos últimos três anos, os países começaram a avançar
para o início precoce do regime da droga tripla e a
programação simplificada para eliminar a transmissão
vertical . Esta abordagem enfatiza a saúde a longo
prazo, das mulheres grávidas e lactantes vivendo com
o HIV, assim como, a prevenção da infecção pelo
HIV em crianças. As Directrizes Consolidadas da
Organização Mundial de Saúde de 2013, sobre o
Uso de Medicamentos Anti-retrovirais, no Tratamento e
Prevenção da Infecção pelo HIV, recomendam o início
da terapia anti-retroviral (TARV), ou ao longo da vida ou
2
© UNICEF/ZIMA2011-00003/Pirozzi
durante o período de risco de transmissão vertical, para
todas as mulheres grávidas e lactantes vivendo com o
HIV. Independentemente da contagem do CD4, os ARVs
devem ser providenciados ao longo da vida a todas as
crianças menores de 5 anos de idade e com o diagnóstico
de HIV5. O passo dado, relativo à provisão do TARV a
todas as mulheres grávidas e lactantes, representa uma
mudança importante de paradigma que coloca a saúde
e o bem-estar da mulher no centro de prevenção do HIV
em crianças. Manter as mães vivas e saudáveis é um dos
factores mais importantes para a sobrevivência da criança
nos primeiros estágios de vida.
Na prevenção de infecções pelo HIV em crianças, constitui
uma prioridade, impedir a infecção pelo HIV entre as
mulheres e raparigas em idade fértil e ajudar as mulheres
e raparigas que vivendo com o HIV a evitar uma gravidez
indesejada.
Mais crianças têm acesso ao TARV,
mas este progresso é de longe menor
do que o progresso em adultos
No geral, a cobertura do TARV para crianças menores de
15 anos vivendo com HIV em países de baixa e média
renda é consistentemente cerca da metade dos adultos
– 34% das crianças em 2012, comparativamente aos
64% de adultos no mesmo ano6. As crianças menores de
15 anos idade que precisam do TARV para sobreviver,
são significativamente menos propensas a receberem se
comparado com os adultos.
Na ausência de testes de HIV e a iniciação oportuna do
TARV, um terço das crianças vivendo com o HIV morrem
antes do primeiro ano de vida e mais de metade morre
antes de completar dois anos de idade7. É portanto,
necessário um esforço enorme para alcançar a meta
global de provisão do TARV para todas as crianças
elegíveis até 2015.
simultaneamente, como parte de uma abordagem multissectorial do HIV entre as crianças.
Os esforços para atender às necessidades das crianças que
vivem com o HIV, ou em famílias afectadas através de inter-
É necessário dar mais atenção, para prevenir
e tratar o HIV durante a adolescência, para
que, as crianças permaneçam livres do SIDA
na segunda década de vida
venções abrangentes de protecção, cuidados e de apoio
Enquanto a comunidade internacional reflecte sobre os
ganhos obtidos na primeira década de vida de uma
criança, não pode continuar a negligenciar a segunda
década crucial da infância. Até finais de 20128, cerca
de 2,1milhões de adolescentes (1.7–2.8 milhões), viviam
com o HIV no mundo e, aproximadamente dois terços
das novas infecções pelo HIV entre os adolescentes
com idade entre 15–19 anos ocorreram em raparigas9.
Os adolescentes experimentam uma segunda onda de
vulnerabilidade à infecção pelo HIV que é impulsionada
por vários factores, e ao mesmo tempo, deparam-se com
inúmeras barreiras no acesso aos serviços. Tratando-se
de crianças vivendo com o HIV, à medida que crescem
mudam também, o seu tratamento, cuidados, o tipo de
apoio e as necessidades.Os adolescentes enfrentam
novos desafios para a adesão aos medicamentos porque
aumentam as responsabilidades em relação a sua própria
saúde, no acesso aos serviços e informações que necessitam para levar uma vida saudável e produtiva. Em todo o
mundo, a prevalência do HIV é desproporcionalmente alta
entre as populações chaves de adolescentes – homens que
fazem sexo com homens, adolescentes que usam drogas
injectáveis, adolescentes exploradas sexualmente10. É
necessária uma estratégia abrangente para lidar com as
diversas necessidades.
importante para os cerca de 17,8 milhões de crianças
ainda não alcançaram uma ampla cobertura11.
Requer-se portanto, mais colaboração entre os sectores.
O apoio económico e psicossocial é particularmente
(16.1 milhões–21.6 milhões) que perderam um ou ambos
os pais devido ao SIDA12. Estas medidas não só aliviam
as dificuldades, mas podem ajudar a reduzir o risco
de infecção pelo HIV e apoiar na adesão à medicação
a longo prazo e a continuidade dos cuidados para as
crianças e suas famílias13.
Duas décadas, muitos sectores
Este relatório destaca os sucessos e as lacunas na resposta
ao HIV entre crianças na primeira e segunda décadas de
vida e sublinha a urgência de se alcançarem resultados
mais rapidamente e com os recursos disponíveis. Embora o
relatório enfatize os locais de alta prevalência, a preocupação é similar para os locais com baixa prevalência
e o desafio principal é manter e expandir os progressos
alcançados. Para alcançar este objectivo são apresentadas
inovações e novos paradigmas juntamente com as principais estratégias para acelerar o ritmo do progresso.
Uma geração livre do SIDA só será alcançada através
de uma liderança forte por parte dos governos e com
os parceiros a alinharem o seu apoio para os objectivos
comuns. A participação incondicional da sociedade civil
A protecção social e a protecção à criança,
a assistência e o apoio devem ajudar nos
esforços para intensificar as intervenções
de alto impacto durante as duas primeiras
décadas de vida
e das comunidades afectadas também é necessária, não
Criar uma geração livre do SIDA é mais do que um esforço
biomédico. É necessário abordar os factores económicos e
sociais do HIV como a pobreza, a insegurança alimentar,
uso de drogas e do álcool, marginalização social,
desigualdade de género, violência e exploração sexual,
e a falta do acesso à educação, incluindo a educação
sexual abrangente. Estes factores devem ser encarados
O caminho para uma geração livre do SIDA é claro. O
só como parceiras de implementação, mas também nos
processos de planeamento, tomada de decisão, sensibilização, promoção e fortalecimento da responsabilização e
prestação de contas.
mundo precisa agora de se empenhar fortemente para
manter os ganhos duramente conquistados e para enfrentar
as restantes desigualdades e lacunas na resposta ao HIV
entre as crianças.
3
CAPÍTULO 1
”
A eliminação de novas infecções pelo
HIV entre as crianças é uma meta
ambiciosa, mas alcançável. Com o
apoio da Iniciativa Toda mulher e
Toda a Criança, uma geração livre
do SIDA pode ser nossa. Não há
melhor investimento do que a saúde
de mulheres e das crianças.”
Ban Ki-moon,
Secretário-Geral das Nações Unidas
4
© UNICEF Malawi/2013/Marinovich
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
A RESPOSTA
AO HIV NA
PRIMEIRA
DÉCADA
DE VIDA
5
A PRIMEIRA DÉCADA:
PROGRESSOS E DESAFIOS
alcançar anualmente, um número estimado de 1,5 milhões
(1.4–1.7 milhões) de mulheres grávidas vivendo com o
HIV. Sem qualquer tipo de intervenção, cerca de 15 a
45% das crianças nascidas de mães infectadas irá contrair
o HIV, dos quais 5–10% durante a gravidez, 10–20%
durante o trabalho de parto, e 5–20% através de aleitamento materno18.
Desde a introdução do primeiro regime eficaz de TARV
para a prevenção da transmissão vertical (PTV) em 1994,
as perspectivas para as crianças nascidas de mães vivendo
com o HIV melhorou dramaticamente. Nos países de alta
renda, a transmissão vertical do HIV foi praticamente
eliminada . Hoje, com a constante expansão da cobertura
de ARVs mais eficazes e com novas abordagens na sua
provisão, existe a esperança que, a transmissão vertical do
HIV, também pode ser praticamente eliminada em países
de baixa e média renda.
Regista-se um progresso significativo na
expansão do acesso aos anti-retrovirais
para a PTV
Foram realizados progressos encorajadores na expansão e
melhoria da qualidade dos programas. Em 2012, cerca de
900.000 mulheres grávidas vivendo com o HIV em países
de baixa e média renda, recebeu ARVs para prevenir a
transmissão vertical, o TARV ou uma profilaxia eficaz para
a sua própria saúde . Este número representa um aumento
de um terço das mulheres que recebeu a terapia em 2009.
Enquanto o mundo actualmente reduz as novas infecções
pelo HIV entre as crianças, mais rapidamente do que em
qualquer outro momento na história, o ritmo terá de ser
acelerado ainda mais, para atingir a meta de 2015, que
é a redução em 90% (ver Figura 1.2).
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
O Plano Global Para a Eliminação de Nova Infecções pelo
HIV entre crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
(o “Plano Global”), identifica 22 países prioritários onde
ocorrem cerca de 90% de todas as novas infecções pelo
HIV entre as crianças. Destes países, 21 estão na África
subsaariana, sendo o outro país a Índia15. É um objectivo
importante do Plano Global16 a redução para menos de
5% da transmissão vertical, em crianças que estão sendo
amamentadas e para menos de 2% em crianças que não
se alimentam do leite materno. Com base em estimativas de 2012 (veja a Figura 1.1)17, isto significa ter que
Apesar da cobertura global dos medicamentos
figura 1.1
Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo com o HIV em países de baixa e média renda entre 1990–2012
1,5 milhões de mulheres grávidas
vivendo com o HIV (2012)
2,000,000
1,500,000
1,000,000
500,000
0
1990
1995
Nota: A área em azul indica a dúvida em torno das estimativas
Fonte: Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA de 2012
6
2000
2005
2010
2012
CAIXA
O Plano Global Para a Eliminação de Nova Infecções pelo HIV
entre crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
Desde o seu lançamento em 2011, o Plano Global apoiou a catalisação dos esforços para combater o HIV em
crianças e suas mães, através dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio 4 (reduzir a mortalidade infantil),
5 (melhorar a saúde materna) e, 6 (combater o HIV, tuberculose e a malária). Embora estejam incluídos todos
os países de baixa e média renda, o plano concentra-se em 22 países prioritários, que contam com quase 90%
das mulheres grávidas vivendo com o HIV no mundo, bem como, com cerca de 90% das novas infecções entre
as crianças. O Plano Global centra-se no alcance de dois objectivos globais nomeadamente:
• Objectivo 1: Reduzir em 90%, o número de novas infecções pelo HIV entre as crianças
• Objectivo 2: Reduzir em 50%, o número de mortes maternas devido ao SIDA.
Em 2011, o custo para o cumprimento dos objectivos do Plano Global para 17 dos 22 países prioritários foi estimado em cerca de 1 bilhão de dólares anuais, para um período de cinco anos. Deste montante, 43% foi para a
prestação de serviços de PTV para as mulheres grávidas vivendo com o HIV e para o tratamento da sua própria
saúde, 37% foi alocado à prevenção da infecção primária do HIV, 12% para o TARV pediátrico e os restantes
8% para o planeamento familiar.20 Vários países – incluindo o Botsuana, Namíbia e a África do Sul – estão a
fazer investimentos internos substanciais, no sentido de alcançarem os objectivos do Plano Global. Os principais
doadores internacionais deste esforço incluem-se o Fundo Global de Combate ao SIDA, Tuberculose e Malária
e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio do SIDA (PEPFAR).
figura 1.2
Estimativa do número de novas infecções pelo HIV em crianças (com idade entre 0–14 anos): Tendência global e projecções, 2001–2015
600,000
Tendência estimada
Tendência projectada
500,000
400,000
Declínio de 26% em 8
anos (média de 18.000
anual) 2001–2009
300,000
Objectivo do
Plano Global:
Redução em
90% em 2015
Declínio de 35% em 3
anos (média de 47.000
anual) 2009–2012
200,000
100,000
Necessário declínio de 85%
em 3 anos (média de 74.000
anual), 2012–2015
0
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
Fonte: Análise do UNICEF das estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012
7
anti-retrovirais para prevenção da transmissão vertical
em países de baixa e média renda tenha atingido os
62% em 2012, houve uma variação considerável entre
as regiões (ver Figura 1.3). Na África Oriental e Austral,
onde o peso do HIV é maior, três quartos das mulheres
grávidas tiveram acesso (66–85%). Na Europa central
e do leste e na Comunidade dos Estados Independentes
(ECL/CEI), reporta-se uma cobertura muito alta (superior a
95%), assim como, na América Latina e no Caribe (88%;
58–95%). Em todas as outras regiões estima-se que a
cobertura seja abaixo da metade21.
Um dos objectivos principais do Plano Global é providenciar os ARVs a 90% das mulheres grávidas vivendo
com o HIV no mundo, até o final de 2015. Este objectivo
está agora ao alcance pois, nos 22 países prioritários do
Plano Global, 62% das mulheres grávidas vivendo com o
HIV receberam em 2012, a profilaxia , comparativamente
aos 57% em 2011 e 49% em 201022. Desde 2009, a
maioria dos países mudou a política do uso de dose única
de nevirapina para regimes mais eficazes para a PTV.
Quatro dos países prioritários do Plano Global – Botsuana,
Gana, Namíbia e Zâmbia – já atingiram a meta de 90%,
estando Moçambique, África do Sul, Suazilândia e o
Zimbabwe próximos do alvo. No entanto, cinco países
– Quénia, Lesoto, Nigéria, África do Sul e Suazilândia –
experimentaram no ano passado declínios na cobertura da
PTV. Quatro dos países nomeadamente – Angola, Chade,
República Democrática do Congo e a Nigéria – tiveram
em 201223 uma cobertura nacional de menos de 20% de
medicamentos ARVs para a PTV.
As directrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS)
de 2013, sobre o TARV recomendam o teste de HIV
universal para todas as mulheres grávidas, como parte do
pacote básico dos serviços de atendimento pré-natal em
todos os locais. Em alguns países com prevalência baixa
ou concentrada da epidemia a oferta do teste de rotina
do HIV para todas as mulheres grávidas pode ser considerado proibitivo, quando comparado com o número de
casos detectados24. No Vietname e em outros países com
epidemias concentradas, o teste de HIV está sendo incorporado numa lista padrão de testes a serem feitos durante a
gravidez25. É fundamental que se estabeleça a referência,
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
figura 1.3
Estimativa da percentagem de mulheres grávidas vivendo com o HIV que recebem anti-retrovirais mais efectivos para a PTV
nas regiões do UNICEF, em todos os países de baixa e média renda e nos 22 países prioritários do Plano Global, 2005–2012
2005*
2010
2011
2012
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
África Oriental
e Austral
África Central
e Ocidental
Norte de
África e Médio
Oriente
Ásia Oriental
e Pacífico
Sul da Ásia
América
Latina e
Caribe
ECL/CEI
Todos os países
de baixa e
média renda
22 países
prioritários do
Plano Global
Nota: As linhas verticais indicam a dúvida em torno das estimativas. Os números da cobertura entre 2005–2009 não são comparáveis
com os 2012, porque são baseados nas directrizes anteriores de tratamento da OMS que incluem a dose única de nevirapina.
Fonte: ONUSIDA, UNICEF e OMS, Relatório de Progresso da Resposta Global do SIDA, 2013 e ONUSIDA e as estimativas do HIV e SIDA, 2012
8
© UNICEF/NYHQ2011-0238/Asselin
ligação e acompanhamento adequado dos serviços. Na
Índia, onde os números globais são elevados, e a população de mulheres vivendo com o HIV está dispersa por
todo o país, recomenda-se o início e a manutenção dos
ARVs para mulheres e crianças, como parte do pacote
de cuidados pré natais nos contextos de saúde materna e
infantil26. No Camboja também demonstrou-se que, esta
abordagem pode aumentar não só, o acesso ao tratamento
no nível de cuidados primários, mas também, pode resultar
na redução da perda de acompanhamento das mulheres e
das crianças diagnosticadas com o HIV.
receberam o TARV28. Em consonância com as directrizes
O acesso ao TARV para as mulheres grávidas
com vista a equilibrar a sua própria saúde
está a aumentar, mas ainda é reduzida
comparativamente a de outros adultos
média renda, ocorreram em 201230 cerca de 260.000
Nos países de baixa e média renda, a percentagem de
mulheres grávidas vivendo com o HIV (com níveis de
CD4 inferiores a 350 células por milímetro cúbico) e que
receberam o TARV para equilibrar a sua própria saúde, foi
de apenas 58% em 2012. As estimativas do mesmo ano
indicam que, 64% de todos os outros adultos (com níveis
de CD4 inferior a 350 células/mm3) receberam o TARV27.
ocorreu na África Oriental e Austral (130.000), na África
Em 2012, vários países prioritários do Plano Global –
incluindo Botsuana, Gana, Malawi, Namíbia, África do
Sul, Suazilândia e Zâmbia – informaram que, sob os
critérios da OMS de 2010, mais de 75% das mulheres
grávidas elegíveis para o TARV recebeu o tratamento,
enquanto que, em países como Quénia, Lesoto, República
Unida da Tanzânia e Zimbabwe, mais de 50% de mulheres
uma estimativa de 26% em 2009 para 17% em 2012. O
de 2013 da OMS sobre os ARVs29, espera-se que, esta
tendência continue à medida que mais países adoptam o
uso do TARV para todas as mulheres grávidas e lactantes
que vivendo com o HIV.
Aumentar o impacto: Estão a reduzir-se as
novas infecções entre crianças
Como resultado do recente progresso na EMTCT
(Eliminação da transmissão de mãe para filho), menos
crianças estão a contrair o HIV. Nos países de baixa e
novos casos de infecção entre as crianças e entre 2005 e
2012, foram impedidas nesses países31, mais de 850.000
infecções pelo HIV. Em 201232 a vasta maioria das
novas infecções pelo HIV entre crianças dos 0–14 anos
Ocidental e Central (98.000), seguida pelo sul da Ásia
(15.000), a Ásia Oriental e Pacífico (7.900), e por todas
as outras regiões, que registaram cada uma menos de
3.000 novas infecções.
Nos 22 países prioritários do Plano Global, registou-se
um declínio das taxas globais de transmissão vertical, de
número de crianças menores de 15 anos infectadas nesses
países, também registou um declínio de 36%, com uma
estimativa de 360.000 em 2009 para 230.000 em 2012.
Nesse período, sete países reduziram para a metade as
novas infecções pelo HIV entre as crianças (ver Figura
1.4)33.
9
figura 1.4
Progresso dos países na redução de novas infecções pelo HIV entre crianças dos
0–14 anos nos 21 países africanos prioritários no Plano Global, 2009–2012
DECLÍNIO RÁPIDO (50% OU MAIS)
DECLÍNIO MODERADO (30–49%)
DECLÍNIO LENTO (MENOS DE 30%)
Gana (76%)
República Unida da Tanzânia (49%)
Camarões (29%)
Namíbia (58%)
África do Sul (46%)
Costa do Marfim (27%)
Zimbabwe (55%)
Moçambique (45%)
Lesoto (17%)
Malawi (52%)
Uganda (45%)
República Democrática do Congo (15%)
Botsuana (52%)
Quénia (44%)
Nigéria (10%)
Zâmbia (50%)
Suazilândia (38%)
Chade (9%)
Etiópia (50%)
Burundi (31%)
Angola (9% increase)
Na maioria das regiões, tem-se registado melhorias na
redução da taxa de transmissão vertical do HIV. No
entanto, ainda há muito a ser feito. A região ECL/CEI
reporta a taxa mais favorável na redução da transmissão,
que ronda os 6%, seguida da América Latina e o Caribe
com 10%, com a África Oriental e Austral a registar uma
redução de 13%. Em todas as outras regiões os relatórios
indicam taxas de transmissão mais altas e preocupantes
e acima dos 20%, sendo o leste da Ásia e Pacífico, 22%;
África Ocidental e Central, 28%; Médio Oriente e Norte
da África, 34%; Sul da Ásia, 38%34.
CAIXA
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Fonte: Actualização do UNICEF para uma tabela publicada no Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA, Relatório Global: Relatório da
ONUSIDA sobre a epidemia global do SIDA, 2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, p.9.
Mais crianças têm acesso ao TARV,
mas o progresso em crianças é menor,
comparado com o progresso em adultos
A ausência de testes de HIV e a iniciação oportuna do
TARV, faz com que um terço das crianças vivendo com
o HIV morram antes do seu primeiro ano de vida, e a
metade morre antes de atingir os dois anos de idade41.
Globalmente, o ritmo da expansão do TARV para crianças
menores de 15 anos é apenas a metade comparado com
o progresso da expansão do tratamento em adultos. Em
2011–2012 foi registado um aumento do acesso das
Validação dos países que alcançaram a eliminação da transmissão vertical
Para além do âmbito do Plano Global, há países que também estão a fazer progressos para a EMTCT. Por
exemplo, Cuba e o Panamá,35 Tailândia36 e alguns países da Europa do leste, como a Arménia, Bielorrússia,
Geórgia, Cazaquistão e a República da Moldávia37, reportam uma aproximação de 2% das taxas de transmissão. As iniciativas regionais estão a impulsionar o momentum – por exemplo, foi elaborado em 201138, o
Plano de Acção Europeu para o HIV/SIDA 2012–2015 e existem também, iniciativas para a eliminação de
infecções pediátricas pelo HIV e sífilis congénita na Ásia Oriental e Pacífico e na América Latina e Caribe39.
Em reconhecimento desta tendência, a OMS estabeleceu critérios e processos de validação dos relatórios
desses países sobre a eliminação de novas infecções pelo HIV entre as crianças. Os países submetem os
relatórios à OMS, e o processo da sua validação é apoiada por entidades regionais e nacionais criadas para
o efeito. Foram estabelecidos critérios e processos para validar os relatórios sobre a eliminação do HIV e da
sífilis congénita40.
10
crianças ao TARV de 14% comparado com os 20% para
os adultos no mesmo período42. Em países de baixa e
média renda a cobertura global do TARV para as crianças
menores de 15 anos tem sido consistentemente a metade
da cobertura em adultos – 34% contra 64% para adultos
em 2012 (veja a Figura 1.5)43.
A região da ECL/CEI apresenta a maior cobertura de
TARV para crianças menores de 15 anos: 85% (80–89%),
seguida da América Latina e o Caribe com 67%
(50–83%). A região da Ásia Oriental e Pacífico reportou
a taxa de cobertura de 53% (41–72%), enquanto o Sul da
Ásia registou uma cobertura de 39% (30–49%). A África
Oriental e Austral, que é a região com maior necessidade,
reportou uma cobertura de 40% (35–46%). As coberturas mais baixas foram registadas nas regiões da África
Ocidental e Central, com 15% (13–18%), e do Médio
Oriente e África do Norte, com 7% (4–10%)44.
A cobertura do TARV para crianças menores de 15 anos
nos 22 países prioritários do plano global aumentou de
29% (500.000 crianças) em 2011 para 34% (560.000
crianças) em 2012, mas o ritmo da expansão nesses
países de baixa e média renda é inferior a dos adultos45.
Quatro dos países prioritários do plano global tiveram
uma cobertura do TARV superior a 50% em crianças
elegíveis nomeadamente o Botsuana (> 95%), Namíbia
figura 1.5
Percentagem de adultos (com mais de 15 anos) e crianças
(0–14 anos) vivendo com HIV que receberam em 2012 a terapia
anti-retroviral em países de baixa e média renda
(88%), África do Sul (63%) e a Suazilândia (54%), tendo
a cobertura duplicado nos últimos três anos em outros
nove países46. Outros países prioritários têm uma cobertura muito baixa e, em média, apenas uma em cada três
crianças elegíveis tem acesso à terapia anti-retroviral (veja
a Figura 1.6). É necessário portanto, um enorme esforço
para atingir a meta global de provisão do TARV para todas
as crianças elegíveis até 2015.
Providenciar o TARV pediátrico apresenta uma série de
desafios únicos e complexos. Entre os desafios está a
limitada disponibilidade de combinações de dose fixa,
o paladar pouco agradável das formulações pediátricas
actualmente recomendadas para as crianças, e a necessidade de utilizar testes virológicos para determinar a
infecção pelo HIV em crianças com idade inferior a 18
meses. No entanto, espera-se que, as novas drogas,
como a “polvilha” granular e as novas tecnologias para
a realização de testes virológicos nos locais onde são
providenciados os cuidados, ajudem a superar os desafios
e, facilitem uma melhor absorção e aderência.
O diagnóstico oportuno do HIV em
mulheres grávidas e crianças é fundamental,
mas a cobertura do teste varia muito e as
ligações com o tratamento e os cuidados
ainda são inadequadas
Uma parte significativa das mulheres grávidas e crianças
vivendo com o HIV permanecem sem diagnóstico ou, se
diagnosticadas, não são devidamente integradas nos
cuidados de saúde necessários.
Estima-se que em 2012, 40% das mulheres grávidas em
países de baixa e média renda fizeram os testes e receberam aconselhamento sobre o HIV, o que constitui um
64%
aumento de 26%, comparado com o ano de 200947. No
entanto, a cobertura varia consideravelmente entre os
34%
Adultos
(com + de 15 anos)
Crianças
(dos 0–14 anos)
Fonte: Programa Conjunto da Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
Relatório Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global
do SIDA, 2013. ONUSIDA Genebra, 2013,pp. A87, A84
países e regiões.
Quatro dos 22 países prioritários do Plano Global
(Botsuana, Moçambique, África do Sul e Zâmbia) ultrapassaram em 2012, os 95% da cobertura na testagem de
mulheres grávidas. Foi registada uma cobertura inferior a
25% em três países nomeadamente o Chade, República
Democrática do Congo e Nigéria48.
11
figura 1.6
Percentagem da cobertura do TARV entre os adultos elegíveis
(+ de 15 anos), crianças (0–14 anos) e de todas as idades nos
22 países prioritários do Plano global de 2012
Adultos (+ de 15 anos)
Crianças (0–14 anos)
Todas as idades
<95
Botsuana
88
Namíbia
86
85
45
Zimbabwe
81
38
Quénia
76
36
Malawi
33
Uganda
República Unida
da Tanzânia
70
68
26
68
24
Etiópia
21
Burundi
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
81
63
África do Sul
67
Gana
25
Lesoto
25
62
59
40
Índia
Costa do Marfim
16
Camarões
15
56
55
49
48
27
Moçambique
15
Angola
48
29
Chade
Total de Países
Prioritários
87
38
Zâmbia
Nigéria
91
54
Suazilândia
República
Democrática do Congo
>95
9
43
38
12
36
34
67
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Nota: Alguns números não somam devido ao arredondamento. A
estimativa da cobertura é baseada no número não arredondado e da
estimativa de crianças que recebem e elegíveis para o TARV.
Fonte: ONUSIDA, UNICEF e OMS, Relatório de Progresso da
Resposta Global contra o SIDA, 2013.
12
O diagnóstico infantil precoce
continua baixo
A OMS recomenda que, os bebés expostos ao HIV devem
ser testados nas primeiras 4 a 6 semanas de vida, com
recurso ao teste virológico49. O TARV deve iniciar-se assim
que, a criança for diagnosticada com o HIV, independentemente do seu quadro clínico e imunológico. Alguns
países estão a considerar fazer o teste antes, ou seja,
no momento do nascimento, especialmente em crianças
nascidas de mães que não receberam os cuidados de PTV.
Apesar de se registar o aumento do diagnóstico
infantil precoce (EID) em muitos países, as taxas
gerais de testagem em crianças permanecem baixas.
Estima-se que, em 2012, apenas 39% das crianças
em países de baixa e média renda tiveram acesso
ao teste de HIV recomendados, isto é, nos primeiros
dois meses após o nacimento. (Ver Figura 1.7)50.
De todas as regiões, a ECL/CEI foi a que apresentou
maior cobertura do EID com 72% (embora a faixa de
dúvida em torno das estimativas seja ampla: de 49%
para mais de 95%), seguida pela África Oriental e
Austral com 51% (45–57%), a América Latina e o
Caribe com 42% (27–57%) e a Ásia Oriental e o
Pacífico com 30% (20–45%). Estima-se que, na África
Ocidental e Central, o EID seja de 9% (8–11%). No
Sul da Ásia a cobertura é de apenas 2% (1–3%)51.
Entre os 22 países prioritários do plano global, apenas
dois providenciaram em 2012 o EID em mais de 80%
das crianças necessitadas nomeadamente a África do
Sul (85%) e a Suazilândia (81%). A seguir a estes países
encontram-se a Namíbia (74%), Lesoto (69%)52 e a Zâmbia
(61%). A cobertura do EID é inferior a 10% em cinco dos
países prioritários: Angola, Chade, República Democrática
do Congo, Malawi e Nigéria53. Nos países de baixa e
média renda a grande maioria das crianças diagnosticadas com o HIV em 2012, não iniciaram o TARV em
tempo oportuno. Apenas 34% das crianças menores de
15 anos diagnosticadas com HIV receberam o tratamento.
Como resultado estima-se que, nesse ano tenham morrido
210.000 (190,000–250,000) crianças como resultado de
doenças relacionadas com o SIDA54.
Os modelos actuais de prestação de serviços dependem
muito da provisão do tratamento do HIV pediátrico em
clínicas especializadas em HIV pediátrico ou em clínicas
de HIV para adultos. Deve-se considerar o revezamento e
figura 1.7
Percentagem estimada de crianças nascidas de mulheres que vivendo com o HIV, que fizeram o teste virológico aos 2 meses de idade, por região
do UNICEF. Todos os países de baixa e média renda e os 22 países prioritários do Plano Global, 2010–2012
2010
2011
2012
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
África Oriental
e Austral
África Central
e Ocidental
Norte de
África e Médio
Oriente
Ásia Oriental
e Pacífico
Sul da Ásia
América
Latina e
Caribe
ECL/CEI
Todos os países
de baixa e
média renda
22 países
prioritários do
Plano Global
Nota: As linhas verticais indicam a dúvida em torno das estimativas.
INICIATIVAS
Fonte: ONUSIDA, UNICEF, OMS, Relatório de Progresso da Resposta contra a SIDA, 2013 e estimativas de HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
O diagnóstico presuntivo no Lesoto
Em locais onde o diagnóstico infantil precoce é fraco, as doenças graves podem progredir rapidamente em
crianças vivendo com o HIV. O diagnóstico presuntivo permite que, os profissionais de saúde ofereçam imediatamente o TARV às crianças que apresentem sinais de doenças relacionadas com o HIV. Em algumas áreas no
Lesoto, por exemplo, com um terreno de difícil acesso, a obtenção dos resultados dos testes de HIV leva muito
tempo, com a agravante de, não ser fácil manter as reservas dos kits de teste. A entrega dos resultados dos testes
de HIV das crianças, pode levar entre 6 a 12 semanas, retardando assim, o início do tratamento e consequentemente o início tardio do tratamento para salvar a vida das crianças que necessitam. O diagnóstico presuntivo
elimina esse constrangimento por depender de uma avaliação imediata, ao invés da dependência dos resultados
dos testes de laboratório, como base para o início do TARV.
Em 2010, a Fundação Elizabeth Glaser para o SIDA Pediátrico (EGPAF) apoiou o Ministério da Saúde do Lesoto
no treinamento em diagnóstico presuntivo de enfermeiras dos serviços de saúde materno infantil em três hospitais.
Entre Janeiro de 2010 a Dezembro de 2011, as enfermeiras especialmente treinadas nesta área diagnosticaram
48 crianças com doenças severas devido ao HIV e iniciaram prontamente o TARV. Destas 48 crianças, 43
fizeram o teste de HIV, das quais 42 obtiveram resultado positivo e apenas uma obteve o resultado negativo.
A EGPAF pretende treinar mais profissionais de saúde nos critérios da OMS sobre o diagnóstico presuntivo. Foi
feita uma recomendação para a expansão desta iniciativa no Lesoto, enquanto se intensificam os esforços para
melhorar os sistemas de rotina para a EID.
13
a partilha de tarefas com outros profissionais de saúde ao
invés de se depender apenas dos médicos – para facilitar
o atendimento em níveis descentralizados, inclusive através
de serviços baseados na comunidade, deve ser priorizada
a melhoria do acesso55.
É necessária uma atenção especial para
assegurar que, as mulheres tenham acesso
aos anti-retrovirais e se mantenham nos
cuidados de saúde durante o período de
amamentação
Embora os dados sobre a cobertura de ARV durante o
período de amamentação sejam limitados a nível mundial
estima-se que, em 2012, quase a metade das mães nos 21
países prioritários do Plano Global em África não receberam ARVs durante o período de amamentação. Estima-se
que, cerca da metade de todas as novas infecções
ocorridas em crianças na África subsaariana resultaram
CAIXA
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
A amamentação é fundamental para a sobrevivência e
o crescimento da criança. A OMS recomenda que, as
mães vivendo com o HIV e que tomam os anti-retrovirais
amamentem exclusivamente os seus bebés durante os
primeiros seis meses de vida. Depois deste período, podem
proceder à introdução de alimentos complementares em
simultâneo com a amamentação até que, a criança atinja
os 12 meses de idade. A amamentação deve então parar
apenas quando estiver garantida uma dieta segura e
nutricionalmente adequada, sem o leite materno. Os filhos
de mães que estão sob o tratamento anti-retroviral devem
receber a profilaxia infantil com uma dose diária nevirapina durante 6 a 12 semanas. Existem alternativas para
as mulheres vivendo com HIV e que não amamentam56.
A prevenção primária e o planeamento
familiar necessários para as mulheres
vivendo com o HIV continuam inadequados
A provisão de ARVs tem sido substancial para as mulheres
e mães vivendo com o HIV tanto para prevenir a transmissão vertical (identificado no Plano Global como vertente
3 da PTV) como, para o tratamento das mães e crianças
que vivendo com o HIV com o propósito de melhorar a
própria saúde (vertente 4). Entretanto, o progresso na
prevenção primária entre as mulheres e raparigas em
idade fértil (vertente 1) não foi imponente, como também
não foi na redução da necessidade não atendida de
planeamento familiar (vertente 2). Nos países prioritários
do Plano Global em África, o número de mulheres que se
infectaram decresceu 10% entre 2009 e 2012. O Gana
reportou o maior declínio, com 44% nesse período, tendo
a África do Sul reportado um declínio de 21%58. Esta
tendência evidencia a necessidade de inovação no acompanhamento das mulheres grávidas que testam negativo
em HIV na sua primeira consulta pré-natal e evidencia
também, a importância de uma prevenção primária mais
ampla (fora do cuidados pré-natais), para as mulheres e
raparigas de modo a permitir alcançar o objectivo de uma
geração livre do SIDA.
A necessidade não atendida dos serviços de planeamento
familiar entre as mulheres vivendo com o HIV, continua a
minar os esforços para eliminar novas infecções entre as
O progresso na redução de novas infecções pelo HIV entre as crianças tem sido mais rápido do que
nunca. Mas para se atingir a meta de 2015, tem que se acelerar ainda mais o ritmo do progresso.
850
mil novas infecções pelo
HIV entre crianças (0–14 anos), foram
prevenidas entre 2005 e 2012, em
países de baixa e média renda.
14
da falta de provisão de ARVs57. É necessária uma atenção
especial em todos os países para garantir o acesso e a
manutenção do TARV para as mães durante o período de
amamentação.
39%
é o número estimado de crianças
(0–14 anos) que tiveram acesso ao teste de HIV
dentro do recomendado, ou seja, nos primeiros
2 meses após o nascimento, nos países de
baixa e média renda e apenas em 2012.
crianças59. Para as mulheres em países de baixa e média
renda, a necessidade não atendida do planeamento
familiar diminuiu ligeiramente, passando de 15% em
1990, para apenas 12% em 201060. A ONUSIDA reporta
que, na África Ocidental e Oriental, a necessidade não
atendida de serviços de planeamento familiar para mais
de 20% das mulheres não se alterou entre 1990 e 201061.
Isto significa que, mais de uma em cada cinco mulheres
que se encontram em relacionamentos estáveis e que
expressam a vontade de atrasar uma gravidez ou parar de
ter filhos não usa nenhum anticonceptivo.
O compromisso renovado e os recursos para o planeamento familiar por parte da comunidade global,
nomeadamente através da Iniciativa de Planeamento
Familiar 2020 são bem-vindos62. O planeamento familiar
para as mulheres vivendo com o HIV deve ser voluntário e
não coercivo. Os rumores de esterilização forçada e outras
tentativas de coerção para evitar que, as mulheres que
vivendo com o HIV tenham filhos ressaltam a importância
de uma abordagem baseada nos direitos humanos, inclusive para os serviços de planeamento familiar63.
da contagem de CD4, para proteger a sua própria
saúde, proteger os seus bebés e a saúde dos
parceiros sexuais do HIV. Esta abordagem enfatiza
a importância de as mulheres grávidas e lactantes
vivendo com o HIV, iniciarem o tratamento o mais
rapidamente possível. A abordagem também reduz
o risco de transmissão do HIV durante o período
de amamentação, desde que, as mães continuem
a tomar os anti-retrovirais. Simplificar o TARV para
mulheres grávidas e lactantes, através de uma
combinação padronizada de um comprimido diário
da dose fixa de três ARVs, deve também facilitar uma
maior descentralização e a inte-gração dos serviços
de HIV ao nível de cuidados primários, incluindo nos
serviços de saúde materna e infantil.
•
NOVOS PARADIGMAS,
OPORTUNIDADES E INOVAÇÕES
As directrizes da OMS de 201364 sobre os ARVs
oferecem oportunidades importantes para simplificar
e intensificar as intervenções para as crianças e as
suas mães. Estas directrizes incluem recomendações
em seis áreas que são as seguintes:
•
Oferecer o TARV para todas as mulheres grávidas
e lactantes vivendo com o HIV, independentemente
260,000
novas
Em 2012,
62%
Harmonizar os regimes de medicamentos ARVs para
as mulheres grávidas e lactantes, adultos e adolescentes vivendo com o HIV: As directrizes anteriores
da OMS recomendavam regimes diferentes de ARVs
para os adultos, PTV e tratamento. As directrizes da
OMS de 2013 sobre os ARVs recomendam como
terapia de primeira linha, o mesmo para todos os
adultos e adolescentes ou seja, uma dose fixa, de um
único comprimido da terapia tripla de drogas. Esta
abordagem irá simplificar a provisão do TARV, tanto
para o tratamento como para a prevenção, e vai
permitir que, as mulheres grávidas vivendo com o HIV
continuem o mesmo regime aquando do tratamento
para melhorar a sua própria saúde. A experiência do
Malawi sugere que, o regime simplificado é mais fácil
de ser aceite e melhora a aderência para além de
alinhar com os serviços de PTV, promo-vendo o acesso
desses serviços nas instalações
das mulheres
infecções pelo HIV entre crianças
grávidas vivendo com o HIV nos 22 países
(0–14 anos), ocorreram em países
prioritários do plano global recebeu ARVs
de baixa e média renda em 2012.
para prevenir a transmissão vertical.
Apenas
34%
das
crianças (0–14 anos)
recebeu o TARV necessário
para salvar a vida contra os
Sem o tratamento,
um terço
das crianças que vivendo com o HIV morrerá
64%
entre os adultos.
antes do seu primeiro ano de vida e a metade morrerá antes do segundo ano.
15
INICIATIVAS
O TARV ao longo da vida para as mulheres grávidas: Malawi encandeia o trilho
Em 2011, o Governo do Malawi foi pioneiro na provisão do tratamento simplificado ao longo da vida para
todas as mulheres grávidas e lactantes (anteriormente conhecido como Opção B +). Esta iniciativa foi iniciada
pelo provedor (não obrigatório) e usou uma “abordagem de teste e ameaça” independentemente da contagem
de CD4 ou quaisquer outros pré-requisitos. As crianças menores de 5 anos de idade também são priorizadas,
e sem condições prévias. Esta iniciativa foi amplamente divulgada, até aos níveis mais inferiores dos centros
de saúde. O tratamento simplificado consiste no regime de numa dose fixa diária, de um único comprimido
da terapia tripla de drogas para as mulheres grávidas vivendo com o HIV. O número de mulheres grávidas
e lactantes vivendo com o HIV que iniciaram o TARV aumentou de 1.257 no segundo trimestre de 2011, para
10.663 no terceiro trimestre de 201265. Em Junho de 2013, 13 dos 22 países prioritários do plano global
adoptaram a mesma política oferecendo o TARV ao longo da vida, para todas as mulheres grávidas
e lactantes vivendo com o HIV. O Lesoto e o Uganda (além do Malawi) já tinham dado início à implementação
desta abordagem.
Detalhes do progresso por país estão disponíveis no site da Equipa de Trabalho Interagências para a
Prevenção e Tratamento da Infecção pelo HIV em mulheres grávidas, mães e filhos: www.emtct-iatt.org.
dos cuidados de saúde primários66.
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
•
•
16
Expansão da provisão do TARV nos serviços de
cuidados pré-natais e de saúde materno-infantil: As
directrizes da OMS de 2013 sobre os ARVs67 incluem
uma recomendação específica que, em situações
de epidemia generalizada e para as todas as
mulheres elegíveis (grávidas ou parturientes) e as suas
crianças, o TARV deverá ter início e deve ser mantido
nos serviços dos cuidados saúde materna e infantil.
Estes serviços posteriormente, deverão ter ligações e
sistemas de referência com os serviços apropriados de
cuidados contínuos de HIV e TARV. Os governos estão
a responder à directriz, através da implementação de
medidas de revezamento de tarefas para permitir que,
as parteiras e outros quadros da saúde dêm início e
façam o acompanhamento do TARV68.
Fazer uso das novas tecnologias para a testagem
de crianças: as tecnologias de diagnóstico estão a
registar avanços rápidos. Nos próximos anos, estarão
disponíveis testes para o diagnóstico infantil no local
onde se prestam os cuidados. Isto permitirá que, os
enfermeiros e outros profissionais de saúde (e não
apenas os médicos) possam testar as crianças nas
unidades de saúde de nível inferior, sem a necessidade de enviar amostras para processamento em
laboratórios centrais. Este avanço importante deverá
permitir a identificação rápida de crianças infectadas
pelo HIV e promover também uma ligação célere com
os cuidados e tratamento.
•
Recomendar o TARV ao longo da vida para todas as
crianças menores de 5 anos de idade, independentemente dos níveis de CD4: Os bebés e as crianças são
vulneráveis à rápida progressão de doenças relacionadas com o HIV. Se não forem tratadas, a metade
das crianças nascidas com o HIV poderá morrer antes
do seu segundo ano de vida. De modo a facilitar o
rápido acesso ao tratamento das crianças até cinco
anos de idade69 e com diagnóstico de infecção pelo
HIV, as directrizes da OMS de 2013 sobre os ARVs
recomendam o início imediato do tratamento sem
a necessidade dos resultados dos testes de CD4.
•
Responder às necessidades das crianças expostas
ao HIV, mas que não estão infectadas: Evidências
crescentes sugerem que, todas as crianças nascidas
de mulheres vivendo com o HIV – quer estejam infectadas ou não – têm resultados de saúde mais pobres
comparativamente às crianças nascidas de mães
não infectadas pelo HIV70. Esta evidência ressalta
a importância da identificação precoce e a ligação
imediata dos cuidados e tratamento para as mulheres
grávidas vivendo com o HIV e destaca também, a
necessidade de dar maior ênfase à identificação
precoce de todas as crianças expostas ao HIV,
ligando as mães e os seus filhos à ampla gama de
serviços de apoio e cuidados existentes.
TARV para preservar a saúde do mulheres grávidas está a
tornar-se obsoleta. As directrizes da OMS de 2013 sobre
os ARVs71 e a prática que emerge actualmente nos países,
apoiam fortemente a integração da PTV e dos programas
ESTRATÉGIAS PARA ACELERAR
O PROGRESSOS NA PRIMEIRA
DÉCADA DE VIDA
Para consolidar os progressos registados nos últimos anos
e tirar proveito das novas oportunidades para enfrentar o
HIV entre as crianças na primeira década da infância, é
necessário adoptar as 11 estratégias seguintes:
de TARV enfatizando que, os resultados de HIV em crianças
são intrinsecamente associados à saúde das suas mães.
Além disso, a evidência crescente sobre os resultados
pobres de saúde em crianças nascidas de mães vivendo
com o HIV, independentemente do estado serológico,
apontam para a importância do tratamento precoce em
mulheres para protegerem a sua própria saúde e a dos seus
bebés. A provisão da profilaxia de ARV apenas durante
o período da gravidez e amamentação para as mulheres
vivendo com o HIV e com contagens de CD4 mais elevadas
A mudança de directriz sobre a provisão do TARV para
todas as mulheres grávidas e lactantes vivendo com o
HIV, independentemente da contagem de CD4 (anteriormente conhecida como opções B e B +), significa que, a
distinção feita anteriormente entre o ARVs como profilaxia
para prevenir a transmissão do HIV para as crianças e o
extinta o mais rapidamente possível.
(a abordagem anteriormente conhecida como a Opção A)
não é mais recomendada pela OMS, pelo que, deve ser
2. P revenir a transmissão vertical entre as
mulheres de populações chave
Fora da África subsaariana, a maioria dos casos de
Inovação
A combinação da tecnologia, tratamento e inovações programáticas estão a permitir a expansão
do acesso aos serviços de HIV e a aumentar a
prestação rápida dos serviços. Essas melhorias são
muito menos onerosas financeiramente comparativamente às anteriores. As inovações incluem:
• O uso da tecnologia de SMS, para a entrega
dos resultados dos testes e para os lembretes aos
pacientes no Malawi e na Zâmbia
• Máquinas em locais onde se prestam cuidados
e a tecnologia de comunicação em ambientes
descentralizados, que agilizam os diagnósticos na
África Oriental e Austral (apoiados pela UNITAID,
Iniciativa Clinton e o UNICEF)
• “Telemedicina” uma abordagem descentralizada
para os testes de HIV, tratamento e cuidados na
Índia (apoiado pelo Fundo MAC para o SIDA e o
UNICEF).
© UNITAID/2013/Giulio Donini
INICIATIVAS
1. C
olocar a saúde das mulheres no centro
da resposta ao HIV entre as crianças
17
© UNICEF South Africa/2013/Marinovich
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
transmissão de mãe para filho ocorre entre as populações chave onde se incluem mulheres que usam drogas
injectáveis, parceiras de homens que usam drogas
injectáveis, profissionais do sexo, parceiras de homens
que fazem sexo com homens e de outros grupos marginalizados, como por exemplo, mulheres reclusas em prisões.
Na Ucrânia por exemplo, onde a epidemia é impulsionada
pelo uso de drogas injectáveis, um estudo realizado em
2010 mostrou taxas de transmissão vertical de cerca de
11% em mulheres usuárias de drogas injectáveis contra
6% em mulheres não usuárias de drogas72. O reforço
de programas para a redução de danos e a integração
com os serviços de saúde sexual e reprodutiva, saúde
materna e infantil tem levado ao aumento substancial na
cobertura da testagem do HIV e do TARV em mulheres
grávidas que injectam drogas. Para alcançar a eliminação
da transmissão vertical nesta população, e onde quer que
habitem, são necessárias medidas adicionais para garantir
o acesso precoce aos serviços que podem atender tanto a
dependência de drogas, como as questões relacionadas
com o HIV, incluindo a provisão de medicação assistida
e tratamento de substituição para as mulheres com
dependência opióide73.
Anualmente, as mulheres representam cerca de 5 a
10% das mais de 30 milhões de pessoas encarceradas
em prisões. Esta proporção está a aumentar e as mulheres
nas prisões correm maior risco de contrair o HIV do
que as contrapartes masculinas . As mulheres podem
engravidar, dar à luz e amamentar enquanto estão
encarceradas em prisões ou em outras situações de
reclusão. Com o isolamento dos serviços de saúde
prisionais, dos serviços gerais de saúde, adicionado às
condições e serviços abaixo do padrão, incluindo os
serviços de saúde reprodutiva e de HIV significa que, o
acesso à PTV pode ser limitado. Os países devem priorizar
a inclusão das populações prisionais nos seus esforços
para prevenir a transmissão do HIV através dos serviços
18
completos e equivalentes aos da comunidade.
3. Integrar
a prevenção, diagnóstico e o
tratamento da TB como uma componente
central do pacote de cuidados de PTV em
ambientes de alta prevalência da doença
A tuberculose (TB) activa diagnosticada em mulheres
grávidas vivendo com o HIV é 10 vezes maior comparativamente às mulheres que vivem sem a infecção pelo
vírus75. Existem também evidências que mostram que, a
tuberculose não tratada em mulheres grávidas vivendo com
o HIV está associada a um risco maior de obter resultados
obstétricos e perinatais pobres, incluindo a morte da mãe
e do bebé. As mulheres grávidas vivendo com o HIV e que
contraíram a TB, correm o dobro do risco de transmissão
do HIV para o feto76. É portanto vital que, as actividades
de colaboração entre a TB e o HIV sejam incorporadas
como parte do pacote de assistência em todas as fases
nomeadamente no período da gravidez, neonatal,
pós-parto e cuidados pós-natal, particularmente em locais
com alta prevalência de HIV e TB. A inclusão de triagens
regulares dos sintomas de TB, como recomendado pela
OMS, irá ajudar a garantir o diagnóstico e o tratamento
precoce, como também, identificar as mulheres que não
têm tuberculose activa mas que são elegíveis para a terapia
preventiva com isoniazida77. Se a integração completa dos
serviços de diagnóstico, prevenção e tratamento da
tuberculose nos serviços de saúde materna, neonatal e
infantil não for possível então, devem ser estabelecidos
mecanismos de referência eficazes com os serviços de TB e
centrados na paciente.
4. A
celerar a introdução de novas
tecnologias para o diagnóstico e os
medicamentos
A implementação das directrizes da OMS de 2013 sobre
os ARVs78 deve ser uma prioridade para os países a fim
de agregar os programas de PTV e do TARV e simplificar
a aquisição e provisão dos ARVs. As formulações melhoradas de ARVs para as crianças com idade inferior a 3
anos, como por exemplo, “a polvilha” granular e que são
susceptíveis de estar disponíveis num futuro próximo, terão
de ser largamente expandidas para ajudar a superar as
limitações actuais no tratamento do HIV pediátrico.
São necessários mais esforços para desenvolver regimes de
TARV que devem ser harmonizados com os que estão a ser
aplicados aos bebés, crianças mais velhas, adolescentes
e adultos, tais como as combinações de rápida absorção
e de dose fixa. Deve constituir também, alta prioridade,
a introdução de novas tecnologias que permitem fazer os
testes virológicos, nos locais onde se processa o diagnóstico infantil precoce.
As inovações no uso da tecnologia de telefonia móvel
estão a aumentar a eficácia no lembrete sobre os
compromissos do tratamento e a providenciar informações
sobre a saúde, reduzindo assim, o tempo de resposta de
resultados laboratoriais.
5. D
escentralizar e integrar os serviços de
HIV centrados na família, incluindo o
revezamento de tarefas
Em muitos países, os serviços de TARV são providenciados
em locais distintos daqueles onde são prestados os
serviços de saúde materno e infantil, planeamento familiar
e outros serviços de saúde sexual e reprodutiva. Torna-se
essencial uma melhor integração desses serviços, incluindo a descentralização da testagem do HIV, tratamento
e cuidados ao nível dos cuidados primários, de modo
a fortalecer a continuidade dos cuidados de HIV para
mulheres e crianças.
INICIATIVAS
A OMS recomenda o revezamento de tarefas como uma
ferramenta fundamental para permitir a descentralização
do tratamento e dos cuidados. Podem ser alcançados
resultados clínicos comparáveis, se for providenciado
trei-namento e supervisão adequadas aos profissionais
afectos aos cuidados de saúde, especialmente o pessoal
não médico. O revezamento e a partilha de tarefas são
estratégias importantes para optimizar a capacidade dos
recursos humanos em locais com sistemas de
saúde deficientes79.
O início e a manutenção dos ARVs no contexto dos
serviços de saúde materno-infantil deve contribuir em
particular para o aumento do acesso ao tratamento ao
nível de cuidados de saúde primários e na redução da
perda de acompanhamento das mulheres e das crianças
diagnosticadas com o HIV80.
A integração através de canais não tradicionais, tais como
no sector de trabalho, oferece cada vez mais oportunidades para alcançar as mulheres que participam como
força de trabalho em vários sectores. Com o amplo apoio
da Convenção n° 183 da Organização Internacional do
Trabalho sobre a protecção da maternidade, 57 países têm
políticas nacionais sobre o HIV que providenciam uma
plataforma para facilitar a PTV e outros serviços relacionados como HIV81.
6. A
linhar o programa para todas as crianças
expostas ao HIV com os esforços mais
amplos na promoção da sobrevivência,
crescimento e desenvolvimento da criança
Nos últimos 20 anos foram registados grandes progressos
na redução da mortalidade materna e infantil: Entre 1990
e 2010, a mortalidade materna na África subsaariana
reduziu para 41% e entre 1990 e em 2012, a taxa de
mortalidade de crianças menores de cinco diminuiu para
47%86. O Relatório sobre a Responsabilização da Saúde
Materna, Neonatal e sobrevivência Infantil, da Contagem
Regressiva para 2015, lançado em 2013 reconheceu que,
o HIV não pode ser ignorado no progresso contra a
mortalidade materna86. O esforço contínuo a nível global
Integrar a PTV nos serviços de saúde materna e infantil
No Ruanda, a integração do programa nacional de PTV nos serviços de saúde materna e infantil existentes
ajudou a garantir que, praticamente todas as mulheres recebessem os seus resultados do teste duplicando a
proporção de crianças expostas ao HIV que receberam profilaxia de ARV. Estudos realizados em algumas áreas
mostram que, este número aumentou de 47% em 2007 para 96% em 2011. O envolvimento masculino também
aumentou82. Na África do Sul, onde o teste do HIV foi associado a um programa de imunização, as mães
envolvidas em tal programa afirmaram que, sentem-se confortáveis em ter seus bebés testados em clínicas de
imunização e que, recomendariam o mesmo a outras mães83.
19
de rotina, programas de saúde infantil ou programas de
nutrição, bem como, nos serviços de base comunitária e
instalações de saúde para crianças. Estes serviços podem
desempenhar um papel especialmente importante na identificação de crianças cujas mães não acedem aos serviços
pré-natais e de PTV durante a gravidez.
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
© UNICEF/NYHQ2011-2151/Esteve
7. F ortalecer as ligações entre programas
nacionais de HIV com os programas de
bem-estar social e de sistemas de apoio
baseados na comunidade
para a melhoria e aceleração da sobrevivência materna
e infantil – quer através de programas de vacinação de
rotina das crianças ou de iniciativas como o Compromisso
para a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada
– oferecem oportunidades para criar novos pontos de
entrada para a testagem do HIV e para os cuidados
melhorados, tanto para as crianças infectadas pelo HIV,
como também para crianças não infectadas, mas nascidas
de mulheres vivendo com o HIV, especialmente em
configurações de alta prevalência do HIV.
As fraquezas nos sistemas e serviços podem significar
que, embora o curso da acção seja claro e eficaz, as
acções podem não atingir a criança no momento certo.
Uma pesquisa mostrou que, a mortalidade em crianças
com diagnóstico de HIV pode ser reduzida em 67% com
a terapia de cotrimoxazol (antibiótico). Como profilaxia,
a cobertura deste antibiótico em países de baixa e média
renda ainda é insuficiente (44%)87. Na África Oriental e
Austral reportou-se em 2012, que a profilaxia do cotrimoxazol teve uma cobertura de 56%, tendo os países
da região da ECL/CEI uma cobertura de 69%. Todas as
outras regiões apresentaram coberturas muito mais baixas
(3–43%)88. Uma melhor integração e descentralização
das intervenções simples, como parte de uma gestão mais
ampla das doenças na infância poderão melhorar significativamente os resultados da saúde nas crianças89.
Os testes de HIV feitos por iniciativa do provedor de
serviços também precisam de estar amplamente disponíveis
em outros serviços para crianças, tais como na imunização
20
O HIV tem amplas consequências sociais e económicas
para as crianças e as suas famílias. As crianças órfãs
e vulneráveis, incluindo aquelas que vivem em famílias
afectadas pelo HIV, muitas vezes não recebem qualquer
tipo de apoio90.
A mitigação do impacto do HIV numa estimativa de 17,8
milhões (16.1–21.6 milhões) de crianças do mundo,
que perderam um ou ambos os pais devido ao SIDA91 –
85% dos quais vivem na África subsaariana92 – é uma
tarefa particularmente enorme. Embora o apoio social
abrangente para crianças e famílias afectadas pelo
HIV seja um elemento essencial da resposta ao HIV, é
frequentemente uma reflexão tardia em muitos programas
específicos. São necessárias ligações mais fortes entre os
programas de HIV e esforços amplos de protecção social
ao nível nacional e dos serviços baseados na comunidade
para garantir que, mais crianças e famílias recebam o
apoio que necessitam. Tais programas de protecção social,
em particular as transferências de dinheiro, parecem estar
a expandir-se rapidamente, com algumas estimativas a
sugerirem que, em África os programas duplicaram – de
120 programas implementados entre 2000 e 2009 para
cerca de 245 programas em 2012 – com um valor estimado de 10 bilhões de dólares americanos para o apoio a
programas de transferência de dinheiro em 2012 apenas93.
A protecção social já provou ter um impacto não só no
apoio às crianças e as famílias já afectadas pelo HIV, mas
também na prevenção do HIV e na melhoria do tratamento e consequentemente nos resultados dos cuidados de
saúde94. Existe agora, a oportunidade de se adaptarem
esses programas para incluir as populações afectadas pelo
HIV, estendendo o apoio oferecido às áreas como o de
transporte para as unidades de saúde, apoio nutricional,
transferência em dinheiro para as famílias pobres, apoio
9. R
eforçar a prevenção primária do HIV
e os serviços de planeamento familiar
psicossocial e serviços de cuidados paliativos.
Na Zâmbia, a inclusão do desenvolvimento na primeira
infância no Plano Sectorial de Educação (2012–2015) visa
a ampliar o acesso ao ensino e melhorar a sua qualidade,
assim como, a equidade especialmente para as crianças
órfãs, vulneráveis e as afectadas pelo HIV e o SIDA95. Na
Índia, estão sendo postos em prática mecanismos para
reduzir despesas inesperadas das pessoas afectadas
pelo HIV e apoiar o acesso aos cuidados primários de
saúde, inclusive através de centros de chamadas e na
coordenação do transporte grátis ou de baixo custo96. As
organizações comunitárias e organizações religiosas tem
uma longa tradição na prestação de serviços (de saúde,
sociais e económicos) relacionados com o HIV nas áreas
rurais e remotas. No Malawi por exemplo, a gestão de
casos realizado por agentes comunitários de saúde,
resultou não só na maior retenção das mães e seus bebés
nos cuidados de saúde, mas também na utilização dos
serviços pré e pós natal.
Cada infecção nova pelo HIV numa criança representa
também um fracasso na prevenção primária do HIV em
mulheres e raparigas. As mulheres grávidas podem estar
em maior risco de infecção e transmissão do HIV e as
taxas de seroconversão (o desenvolvimento de anticorpos)
durante a gravidez pode ser significativa, particularmente em ambientes de alta prevalência do HIV. Sendo
assim, devem ser reforçados os programas abrangentes e
compreensivos de prevenção do HIV para as mulheres e
raparigas, incluindo as mulheres grávidas nos serviços de
acompanhamento pré-natal.
O objectivo de reduzir para metade as novas infecções
pelo HIV entre as mulheres em idade reprodutiva é
essencial para o objectivo global de eliminação de novas
infecções pelo HIV entre crianças até 2015 e manter as
suas mães vivas.
Se a necessidade não atendida de planeamento familiar
entre as mulheres vivendo com o HIV fosse abordada,
nos 22 países prioritários, estima-se que haveriam menos
61,000 crianças com HIV só em 201599. É necessária a
disponibilização ampla do planeamento familiar não
coercivo e baseado nos direitos para as mulheres vivendo
com o HIV, nomeadamente nos pontos de entrada
subutilizados, como a saúde materno-infantil e serviços
de saúde sexual e reprodutiva, para além dos serviços de
cuidados de saúde primários.
Embora estas abordagens não tenham sido expandidas para outros ambientes97, o seu valor é cada vez
mais reconhecido, especialmente nas áreas rurais. No
entanto, a excessiva dependência em voluntários não
vai compensar adequadamente a falta de infra-estrutura
e serviços a serem providenciados pelo governo. A
construção de sistemas comunitários eficazes e sustentáveis
requer recursos humanos, financeiros e parcerias entre os
membros da comunidade e os sistemas de saúde, de bemestar social, protecção à criança, e dos sistemas jurídicos
e políticos.
As directrizes da OMS de 2013 sobre os ARVs enfatizam
que, o risco de transmissão pós-natal do HIV através da
amamentação será minimizado uma vez que, os países
estão transitar no sentido de oferecer o TARV a todas as
mulheres grávidas vivendo com o HIV, desde que estas
continuem o tratamento sem interrupção. As mulheres que
estão a amamentar devem fazê-lo exclusivamente – dando
aos seus bebés apenas o leite materno, sem qualquer outro
tipo de alimento ou líquido, até os 6 meses de idade98.
As mulheres precisam de apoio para fazer isso, e as
mensagens devem ser reforçadas durante todo o programa
de amamentação.
© UNICEF/NYHQ2011-1692/Pirozzi
8. F ortalecer os esforços e a mensagem
para a amamentação segura
21
© UNICEF/NYHQ2010-2928/Nesbitt
As mulheres que vivem com o HIV podem ter de enfrentar
uma complexa mistura de estigma e de desigualdades
baseadas no género, incluindo atitudes de julgamento
pelos prestadores de cuidados de saúde. Os desafios
podem ser ainda maiores para as mulheres jovens,
mulheres com deficiência, mães ou grávidas que usam
drogas injectáveis e mulheres reclusas e os seus filhos.
Para além do desafio da discriminação pelos prestadores
CAIXA
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
10. A
bordar o estigma e a discriminação
através do forte envolvimento da
comunidade
de serviços, estas mulheres podem temer pela guarda
dos filhos. O medo de revelar sua própria condição pode
inibir as mães de registarem as crianças em programas de
tratamento do HIV, especialmente quando há a obrigação
de consultar outros membros da família sobre as decisões
em relação aos cuidados de saúde104.
O envolvimento da comunidade é uma abordagem
fundamental para combater o estigma e a discriminação
relacionados com o HIV, proporcionando apoio às
crianças e famílias que vivem com o HIV. Uma análise
feita em oito países, constatou que, em quase todas as
Prevenção abrangente do HIV e o planeamento familiar para mulheres e raparigas
Estima-se que, a implementação abrangente da PTV poderia evitar cerca de 80% infecções pelo HIV em
crianças até 2015 em 25 países de elevada prevalência100. A provisão efectiva dos ARVs para as mulheres
grávidas vivendo com o HIV seria responsável por 60% das infecções evitadas em crianças.
A redução das novas infecções pelo HIV em mulheres em idade reprodutiva e a resposta às necessidades não
atendidas de planeamento familiar seriam responsáveis por cerca de 13%, enquanto que, os outros de 6%
seriam atribuíveis à limitação da duração do período de aleitamento materno nos 12 meses101. A testagem e o
aconselhamento de casais também constituem uma intervenção importante para o fortalecimento da prevenção,
nomeadamente através da disponibilização do TARV para casais sero-discordantes (em que um dos parceiros
é seropositivo e o outro não). Em 2013, a OMS recomendou que se providenciasse o TARV a todas as pessoas
vivendo com o HIV em relacionamentos sero-discordantes. Estudos sugerem que, a provisão de testes de HIV e o
aconselhamento para ambos os parceiros em conjunto, pode resultar na redução de novas infecções entre esses
casais102. Em alguns locais no Ruanda, as taxas de testagem de HIV de parceiros do sexo masculino durante os
cuidados pré-natais está actualmente acima dos 80 por cent103.
22
iniciativas, a advocacia baseada na comunidade ajuda a
identificar e divulgar os obstáculos no acesso ao tratamento do HIV, abordam o estigma e a discriminação e
promovem os direitos humanos e as mudanças para a
remoção de leis e práticas obstrutivas e discriminatórias105.
É também essencial a liderança a todos os níveis para
promover a reforma da lei e para pôr em práticas políticas
de apoio que contribuam para um ambiente propício para
uma resposta ao HIV entre mulheres e crianças.
À medida que as novas abordagens descritas nesta
secção são ampliadas, é necessária a pesquisa operacional para orientar a implementação. Estas pesquisas
ajudam sobretudo a identificar as melhores práticas na
prestação das intervenções de HIV para as mulheres e
crianças nos cuidados primários de saúde e na comunidade e, a optimizar as sinergias entre os programas de
HIV e os esforços de protecção social da criança.
Respondendo as questões sobre taxas gerais de transmissão e o impacto da programação relacionada com o
HIV na morbidade e mortalidade materna e infantil, deve
ser dada alta prioridade à pesquisa sobre a segurança
do TARV ao longo da vida para as mulheres grávidas
e lactantes de forma simultânea a contínua. A pesquisa
clínica também pode levar à expansão do leque de intervenções disponíveis para as mulheres e crianças, incluindo
opções de tratamento pediátrico melhorados, microbicidas
e vacinas. Reforçar a monitoria e a avaliação exigirá
um planeamento baseado em dados e uma análise de
resultados tendo em conta a equidade. O apoio dos
vários parceiros será não só desejável, mas um também
um pré-requisito para a obtenção de resultados combinados para servir os mais desfavorecidos e excluídos.
A monitoria e a avaliação eficaz de programas ao nível
dos cuidados primários de saúde também irá ajudar os
decisores locais a melhorar o desempenho do programa.
Por exemplo, foram efectuadas análises sobre os “nós de
estrangulamento” em cada um dos 22 países prioritários
do Plano Global, para identificar pontos de entrada
específicos para as melhorias e orçamentar os planos de
EMTCT para cada país. Este é um bom exemplo de como
as parcerias e os instrumentos adaptados podem agregar
um valor acrescentado e acelerar o ritmo do progresso.
© UNICEF/NYHQ2011-0268/Nesbitt
11. E
xpandir a base do conhecimento
através da pesquisa, monitoria e
avaliação
23
CAPÍTULO 2
Novas infecções entre os adolescentes
podem ser reduzidas para a metade
até 2020, se forem intensificadas
tanto as intervenções de alto
impacto, como o trabalho transversal
em todos os sectores.
© UNICEF/NYHQ2012-1507/Jayasuriya
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
A RESPOSTA
AO HIV NA
SEGUNDA
DÉCADA
DE VIDA
24
A SEGUNDA DÉCADA:
TRANSIÇÃO E VULNERABILIDADE
Um bom começo na vida tem uma clara influência no
desenvolvimento posterior. A adolescência constitui uma
oportunidade para reforçar as bases da saúde, nutrição
e educação, e os factores sociais e económicos que
contribuem para uma vida adulta saudável e produtiva.
uma pressão crescente para assumirem papéis e responsabilidades dos adultos e muitas vezes antes de estarem
física e psicologicamente maduros.
Estima-se em 1,2 biliões o número global de adolescentes
(entre os 10–19 anos) e, estes representam quase um
quinto da população mundial106. Quase um quarto de
todos os adolescentes vivem na África subsaariana e
o número de adolescentes na região deverá duplicar
em 2050107.
Uma passagem saudável para a segunda década de vida
é profundamente dependente de uma educação eficaz,
saúde, apoio, protecção e carinho da família, dos colegas
e da comunidade. Como os adolescentes experimentam
muitas pressões sociais e económicas que provêm da
transição para a idade adulta, estes podem tornar-se mais
vulneráveis ao HIV. Os adolescentes podem se tornar
sexualmente activos ou experimentarem as drogas e o
álcool, colocando-os em situação de risco. Muitas vezes
os adolescentes não se apercebem da sua vulnerabilidade
ao HIV.
A adolescência é reconhecida como um período de vida
que envolve mudanças físicas, fisiológicas e psicológicas
significativas que marcam a transição para a idade adulta.
Este é também, o período da vida em que são reforçados
os papéis sociais e de género. Os adolescentes enfrentam
Estima-se que, globalmente e em 2012 aproximadamente
2,1 milhões (1.7–2.8 milhões) de adolescentes viviam com
o HIV e mais de 80% destes encontravam-se na África
subsaariana (veja a Figura 2.1). Embora se tenha reduzido
em 30%, o número de mortes de adolescentes devido ao
FIGURA 2.1
1–999
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Estimativa do número de adolescentes com idades entre 10–19 vivendo com o HIV, por país e percentagens de rapazes e raparigas,
por região do UNICEF, 2012. Total de adolescentes: 2,1 milhões (1.7–2.8 milhões). Raparigas: 1,2 milhões; Rapazes: 930.000
ECL/CEI
Total: 22.000
Raparigas
Rapazes
América Latina
e Caribe
Total: 82.000
48% 52%
Norte de África e
Médio Oriente
Total: 17.000
Ásia Oriental
e Pacífico
Total: 110.000
48% 52%
49% 51%
57% 43%
Menos de 10.000
10.001–50.000
50.001–100.000
100.001–150.000
Acima de 150.001
Dados não disponíveis
1,000–9,999
10,000–49,999
50,000–99,999
100,000–149,999
150,000–311,,385
44% 56%
51% 49%
África Central
e Ocidental
Total: 390.000
Sul da Ásia
Total: 130.000
41%
59%
África Oriental
e Austral
Total: 1.300.000
Nota: Este mapa é estilizado e não tem escala. O mapa não reflecte a posição do UNICEF sobre a situação legal de qualquer país ou território ou a
delimitação de quaisquer fronteiras. A linha pontuada representa aproximadamente a Linha de Controlo em Jammu e Caxemira acordado entre a Índia
e o Paquistão. A delimitação final de Jammu e Caxemira ainda não foi acordada entre as partes. A fronteira final entre a República do Sudão e do
Sudão do Sul ainda não foi determinada. A situação final da área de Abyei ainda não foi determinada.
Data unavailable
Fonte: Análise do UNICEF das estimativas de HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
26
FIGURA 2.2
Estimativa do número de mortes devido ao SIDA entre crianças dos 0–4, adolescentes mais jovens com idade entre 10–14,
adolescentes mais velhos com idade entre 15–19 anos e os jovens entre os 20–24 anos, 2000–2012
Crianças dos 0–4
Adolescentes Jovens dos 10–14
Adolescentes dos 15–19
Jovens dos 20–24 anos
250,000
200,000
150,000
100,000
50,000
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Fonte: Análises do UNICEF das estimativas da ONUSIDA de 2012.
SIDA a nível global e para todas as idades entre 2005 e
2012, o número de infecções aumentou em 50% nesse
mesmo período (veja a Figura 2.2)108.
Enquanto o declínio de novas infecções entre crianças foi
marcante devido aos avanços na prevenção da transmissão vertical do HIV, o declínio de novas infecções entre
adolescentes tem sido muito mais modesto. Em 2012,
cerca de um terço de todas as novas infecções ocorreram
entre os jovens com idades compreendidas entre
15–24 anos (780 mil; (670,000–960,000). Destes,
cerca de 300.000 (250,000–390,000) eram adolescentes
com idades entre 15–19 anos (veja a Figura 2.3.)109.
Dados recentes sugerem que, a mudança de comportamento entre esses grupos etários está a fazer a diferença,
embora não tão rapidamente quanto necessário.
Globalmente, os rapazes tendem a reportar mais o uso
do preservativo contrariamente às raparigas. Na África
subsaariana, apenas uma em cada três raparigas adolescentes (15–19 anos) reportaram ter tido parceiros múltiplos
nos últimos 12 meses e usaram o preservativo na última
relação sexual110. Apesar do nível do uso do preservativo
continuar baixo, este método de protecção aumentou na
maioria das regiões, onde se registou também a redução
do número de parceiros sexuais entre os adolescentes com
idades compreendidas entre 15 e os 19 anos. É de referir
que, esta faixa etária tende a iniciar a actividade sexual
mais tarde do que no passado111, mas a região da ELC/
CEI parece afastar-se desta tendência. Estudos recentes
em vários países da região sugerem que, a idade de início
da actividade sexual entre os adolescentes está reduzir,
sendo a idade média da primeira relação sexual entre os
15–17 anos ou menos112.
A circuncisão médica masculina e voluntária (CMMV)
apoia evidências convincentes obtidas em três ensaios
clínicos separados que, demonstraram haver uma redução
de 60% no risco de transmissão sexual do HIV da mulher
para o homem113. As recomendações da OMS e da
ONUSIDA enfatizam que, a circuncisão masculina deve
ser considerada uma intervenção eficaz para a prevenção
do HIV em países com alta prevalência de HIV e baixa
prática da circuncisão masculina114. Alguns dos 14 países
prioritários em África que seguem este critério começaram
a obter resultados115. Há evidências que, os programas no
Quénia têm tido muito mais sucesso no alcance de jovens
menores de 25 anos116. Mudar as normas sociais será
fundamental para acelerar o progresso em culturas que
não praticam a circuncisão masculina.
De acordo com a ONUSIDA cerca de 3,2 milhões de
27
figurA 2.3
Estimativa do número de novas infecções pelo HIV entre crianças de 0–14, adolescentes dos 15–19 anos
e jovens com idades entre 20–24, 2000–2012
Crianças dos 0–14 anos
Adolescentes dos 15–19 anos
Jovens dos 20–24 anos
800,000
700,000
600,000
500,000
400,000
300,000
200,000
100,000
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
homens africanos foram circuncidados através dos serviços
específicos para CMMV. Embora o número acumulado de
homens circuncidados em 2012 foi quase o dobro do que
em 2011 (1,5 milhões), é improvável que se atinja a meta
de 20 milhões de homens circuncidados em 2015117.
Os países da África subsaariana estão agora a considerar
CAIXA
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Fonte: Análises do UNICEF das estimativas da ONUSIDA de 2012.
expandir a circuncisão masculina infantil precoce como
uma estratégia de prevenção do HIV a longo prazo. O
UNICEF e os seus parceiros estão a avaliar as primeiras
experiências na prestação de serviços de circuncisão
médica infantil masculina e precoce, usando as plataformas de saúde materna, neonatal e infantil que podem
levar à expansão desta intervenção em países com alta
As raparigas adolescentes e o HIV118
40%
das mulheres profissionais do sexo na América do Norte, Ásia
Oriental e Sul da Ásia iniciaram a actividade antes dos 18 anos.i
80%
ou mais, das novas infecções pelo HIV entre adolescentes dos
15–19 ano, em três países africanos, ocorreram em raparigas: África do Sul
(82%), Serra Leoa (85%), Gabão (89%).
17%
No sul da Ásia, o conhecimento abrangente do HIV é baixo – apenas
de raparigas e de rapazes com idades entre 15–19 anos anos.ii
34%
28
um terço
Em 35 países,
mais de
das mulheres com idade entre 20–24
já são casadas ou estão numa união
com apenas 18 anos de idade .iii
15 milhão
Mais de
de raparigas adolescentes entre os
15 e 19 anos de idade dão à luz
todos os anos.iv
prevalência de HIV. Os adolescentes enfrentam muitas
barreiras no acesso aos serviços de saúde e de apoio, e
são rotineiramente negligenciados nas estratégias nacionais e globais do SIDA. Isso tem que mudar. Sem prestar
maior atenção às necessidades dos adolescentes, poder-seá não alcançar uma geração livre do SIDA.
1 em cada 5
mulheres no mundo tem um filho
com a idade de 18 anos.v
Estima-se que,
210.000
países desta região, mais de 80% dos adolescentes com
idades entre 15–19 anos que foram infectados pelo HIV
em 2012 eram raparigas adolescentes – África
do Sul (82%), Serra Leoa (85%) e Gabão (89%)120.
um papel incisivo na vulnerabilidade das adolescentes
e dos níveis desproporcionais de HIV. O baixo estatuto
Três grandes grupos de adolescentes enfrentam enormes
barreiras para aceder às intervenções de prevenção,
tratamento e cuidados, nomeadamente: as raparigas
adolescentes, os adolescentes de populações chave e os
adolescentes vivendo com o HIV. A vulnerabilidade principal destes grupos encontra-se na desigualdade estrutural
quer socioeconómica ou de género, incluindo a deficiência
na protecção social e da criança. Esta situação pode
ser exacerbada onde os provedores de serviços não têm
habilidades ou não estão dispostos a trabalhar com, ou em
situação de risco com os adolescentes vulneráveis, o que
muitas vezes resulta na limitação do acesso às informações
precisas e aos serviços que necessitam.
Em 2012, aproximadamente dois terços das novas
infecções pelo HIV em adolescentes com idades
e com maior incidência na África subsaariana119. Em três
As desigualdades sociais e económicas desempenham
DESIGUALDADES E BARREIRAS
DE ACESSO AOS SERVIÇOS
As desigualdades sociais e económicas
resultam na infecção pelo HIV em
raparigas adolescentes
compreendidas entre 15–19 anos ocorreram em raparigas
social, a pobreza e a insegurança alimentar nas famílias,
a educação de má qualidade e a violência limitam todas
as oportunidades para as raparigas. A morte dos pais e
o papel de responsável pela família, que muitas vezes é
assumida por mulheres e raparigas pode ser limitante. A
promessa de oferendas e outros benefícios financeiros e
sociais, incluindo a potencial ascendência e de mobilidade social, pode induzir ao início precoce da actividade
sexual e motivar as raparigas a envolverem-se em relações
sexuais com indivíduos com idades díspares, sexo comercial ou casamento prematuro. Onde a prevalência do
HIV é alta, esses factores combinam-se com o aumento
da vulnerabilidade biológica, conhecimento limitado
sobre o HIV e baixa percepção do risco, o que faz com
que, as escolhas das raparigas e das suas famílias sejam
também limitadas120.
Populações chave: Excluídos,
estigmatizados e criminalizados
29%
20%
Na região Oriental e Austral de África (do UNICEF),
de mulheres e
de homens com idades entre 15–19 anos nunca foram testados em HIV ou receberam os
seus resultdados.vi
crianças menores de 15 anos morreram de
doenças relacionadas com o SIDA em 2012.
150 milhões
de raparigas e
73 milhões
de rapazes menores de 18 anos experimentaram a violência sexual.vii
13%
9%
Na África subsaariana, onde a prevalência do HIV é alta,
das raparigas e
dos rapazes com idade
entre 15–19 anos reportou ter dado inicio à vida sexual antes dos 15 anos. Taxas ligeiramente superiores são reportadas em
raparigas adolescentes na África Ocidental e Central (16%).viii
29
© UNICEF Serbia/2010/Maccak
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Em todo o mundo, reporta-se uma prevalência desproporcionalmente alta de HIV, entre os adolescentes do sexo
masculino que fazem sexo com homens, adolescentes que
usam drogas injectáveis e raparigas adolescentes exploradas sexualmente122. Num dos poucos relatórios sobre
o assunto, foi constatado que, mais de 95% das novas
infecções pelo HIV em adolescentes na Ásia e Pacífico
ocorreram em adolescentes pertencentes às “populações
chave” – pessoas cujos comportamentos coloca-os em risco
considerável de infecção pelo HIV e cuja idade jovem os
torna particularmente mais vulneráveis123. Em alguns países
seleccionados da Ásia, os dados limitados mas disponíveis,
sugerem que, mais de 60% dos jovens de populações
chave iniciam a actividade sexual muito cedo (por volta
dos 15–19 anos de idade) e que, as condições para a
testagem do HIV são limitadas124.
Os programas de prevenção na Ásia foram creditados em como a transmissão do HIV, está associada à
exploração sexual e ao sexo comercial, embora persista
a preocupação com os pontos críticos125. No entanto, a
transmissão do HIV durante o sexo desprotegido entre
homens, parece ser uma questão cada vez mais evidente
no alastramento da epidemia em vários países. Em locais
onde foi medida a incidência do HIV constatou-se uma alta
prevalência entre os homens que fazem sexo com homens.
Foi constatada uma prevalência de HIV superior a 10% em
cidades da China126, Índia127, Tailândia128 e Vietname129.
A epidemias impulsionadas por relações sexuais desprotegidas entre homens também predominam nas pequenas
nações do Pacífico, muito embora a prevalência do HIV
ainda seja baixa. O âmbito dos estudos para este grupo
populacional tende a ser limitado, e não está circunscrito
apenas a homens jovens.
A partilha de seringas contaminadas é uma forma
extremamente eficiente de transmissão do HIV, e o risco
de infecção aumenta drasticamente com o tempo contínuo
da injecção. Numa pesquisa realizada em 2012, em
Mianmar, constatou-se uma prevalência de HIV de 7%
entre os jovens de 15 19 anos que usavam drogas
injectáveis, e mais que o dobro (15%) entre os jovens
30
de 20–24 anos130. Estudos sugerem que, o consumo de
drogas injectáveis é responsável por mais de dois terços
de todas as novas infecções no Irão, 40% das novas
infecções na Europa do Leste e de mais de um terço nas
Filipinas131. No Paquistão, onde uso de drogas injectáveis
é um factor chave da epidemia, estudos indicam que, a
prevalência de HIV triplicou, passando de 11% em 2005
para 38% em 2011132. Evidências que emergem da
Europa do Leste sugerem uma pequena, mas importante
proporção de que, o uso de drogas injectáveis começa
durante a adolescência133.
Para além dos factores que aumentam a vulnerabilidade
em todos os adolescentes, a vulnerabilidade dos adolescentes pertencentes às populações chave é profundamente
agravada pelo enorme estigma social, assim como, com
as definições políticas e legais. A aplicação prática e
dura das leis que criminalizam os seus comportamentos,
fomentam a discriminação e a violência, dificultando o
acesso aos poucos serviços de saúde existentes, às
intervenções de prevenção, tratamento, protecção,
cuidados e apoio que visam suprir as necessidades
dessas populações.
Adolescentes que vivem com o HIV: Desligados
da testagem, tratamento e dos cuidados
Em muitas partes do mundo, a cobertura da testagem e
do aconselhamento do HIV é baixa entre os adolescentes
e, ainda mais baixa entre as populações chave. Embora
o acesso e a cobertura variam muito entre os países, os
dados da pesquisa de 2008–2012 na África subsaariana
indicaram que menos de um, em cada cinco adolescentes
com idades entre 15–19 anos tinham conhecimento do seu
estado serológico (veja a Figura 2.4)134.
A orientação de que, os testes devem ser estritamente
voluntários é clara. No entanto, há relatos que, o teste
em populações chave, em algumas situações têm sido
obrigatórios e sob coacção, e isso constitui uma grande
preocupação135. Apenas uma pequena proporção de
adolescentes que nasceram com o HIV e que sobrevivem
a longo prazo têm acesso ao TARV, e a maioria recebe
a medicação através de um número limitado de centros
especializados e localizados em áreas urbanas e periurbanas136. As taxas de retenção são igualmente baixas.
No geral, os programas de HIV tem dificuldades em
alcançar e manter os adolescentes e, são raros os incentivos para atrai-los aos serviços. Em muitos países137 as
figurA 2.4
Percentagem de adolescentes (rapazes e raparigas) com idades entre 15–19 anos e jovens (homens e mulheres) com idades
entre 20–24, que fizeram o teste de HIV e receberam os resultados, em países seleccionados da África Subsariana
Togo
República
Centro Africana
Senegal
ADOLESCENTES JOVENS E MULHERES
15–19 anos
20–24 anos
ADOLESCENTES JOVENS E HOMENS
15–19 anos
20–24 anos
Burkina Faso
Costa do Marfim
Zâmbia
Etiópia
Burundi
Moçambique
Camarões
Namíbia
Zimbabwe
Quénia
Gabão
República Unida
da Tanzânia
Lesoto
Ruanda
Uganda
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
Nota: Os países foram seleccionados com base na disponibilidade de dados.
© UNICEF/NYHQ2011-2154/Esteve
Fonte: Base de dados globais do UNICEF de 2013 e dados baseados nas Pesquisas Demográficas de Saúde (IDS),
Pesquisas de Indicadores Múltiplos (MICS) e outros inquéritos nacionais (2006–2012).
31
preocupações dos pais sobre como revelar a sua própria
Providenciar o tratamento ao longo da vida, para os
adolescentes que não podem ser adequadamente atendidos em programas de tratamento do HIV pediátricos
ou para adultos, apresenta desafios únicos. Se os adolescentes adquiriram o HIV quando crianças, devido à
transmissão vertical, ou mais tarde, através da transmissão
sexual ou uso de drogas injectáveis, a baixa adesão ao
TARV e as dúvidas que emergem sobre a divulgação do
seu estado serológico são questões fundamentais para
este grupo etário139. Em alguns casos, os adolescentes não
podem saber que estão infectados pelo HIV, mesmo tendo
sido diagnosticados e em tratamento. Para os adolescentes
que foram infectados através da transmissão vertical, as
ESTRATÉGIAS PARA ACELERAR
OS PROGRESSOS NA SEGUNDA
DÉCADA DE VIDA
INICIATIVAS
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
leis sobre a idade para o consentimento, frequentemente
limitam o acesso aos testes e a outras intervenções,
resultando no diagnóstico tardio do HIV em adolescentes
e consequentemente, o acesso tardio aos cuidados. A
falta de serviços amigáveis para os adolescentes tem
um papel preponderante nos resultados pobres do TARV
entre os adolescentes mais do que para os adultos na
mesma situação138.
condição podem afectar a decisão de explicar o estado
serológico ao adolescente. Abordar a sexualidade é um
desafio para a maioria dos adolescentes, mas também
viver com o HIV aumenta uma complexidade adicional
com potenciais consequências. Para agravar todos esses
cenários existe o estigma.
As oportunidades para um sucesso maior na redução do
impacto do HIV em adolescentes reside no aumento da
demanda no acesso e aderência às intervenções chave,
enquanto se abordam os factores sociais e económicos
que aumentam a vulnerabilidade dos adolescentes ao HIV
e limitam o acesso aos serviços que necessitam. A seguir
apresentam-se cinco estratégias que representam oportunidades para um maior impacto entre os adolescentes:
Encontrar formas persuasivas para envolver os adolescentes
Quando o UNICEF, a MTV e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio do SIDA
(PEPFAR) uniram forças para encontrar meios persuasivos para envolver adolescentes e jovens, sobre como se
proteger do HIV e do SIDA, estas organizações escolheram um dos sistemas de prestação mais antigos do mundo:
Contar uma história convincente. Shuga, é uma série dramática divulgada em vídeo e rádio que conta a história
de jovens em África em ambos os cenários – urbano e rural. Aborda a vida diária dos jovens e navega pelo
desafio e o risco do HIV. Esta história tornou-se logo a base para uma campanha multimídia de prevenção do HIV.
Foi lançada na televisão Queniana, em 2009, e em 2012 a série Shuga juntou-se Shuga: Amor, Sexo, Dinheiro,
uma série radiofónica acompanhada em seis países – Camarões, República Democrática do Congo, Quénia,
Lesoto, África do Sul e República Unida da Tanzânia – com uma audiência colectiva estimada em 45 milhões de
jovens.
A série radiofónica Shuga provocou nos jovens um impacto sobre os comportamentos relativos à saúde. Na
República Democrática do Congo, por exemplo, enquanto se difundia a série radiofónica, os governos locais e
oito ONGs seleccionadas financiavam e monitoravam os locais de testagem e aconselhamento do HIV na maior
área urbana de Kinshasa. Os dados recolhidos ao longo de 12 meses mostraram que, o número de adolescentes
e jovens com idades compreendidas entre 10–24 anos, que fizeram a testagem voluntária do HIV e receberam
aconselhamento aumentou em 50%, após o lançamento da série radiofónica e das revistas Shuga.
32
© UNICEF/INDA2011-00068/Crouch
1. A
umentar os testes de HIV e as acções
de aconselhamento para adolescentes e
fortalecer os vínculos com a prevenção,
tratamento, cuidados e apoio
consentimento para o teste de HIV ou procurar serviços
A ampliação dos serviços de testagem e aconselhamento
para os adolescentes, deve ser feita através de uma variedade de modalidades, por exemplo através de testagem
móvel, outras formas para os alcançar, abordagens
basea-das na comunidade, a testagem e o aconselhamento por iniciativa do provedor. É essencial abordar
o diagnóstico e o acesso tardio aos cuidados. Existem
sinais encorajadores e há países que estão a rever as leis
relacionadas com a idade de consentimento para teste de
HIV, para permitir que, os adolescentes tenham iniciativa.
Na Ucrânia, em 2010, foi revista a lei que rege a idade
de consentimento dos pais para o teste de HIV tendo sido
reduzida de 18 para 14 anos e, na Bósnia e Herzegovina,
a idade em que os adolescentes podem dar o seu
os serviços de cuidados e tratamento existentes devem
de prevenção e cuidados de HIV de forma independente,
reduziu de 18 para 15 anos. A Bielorrússia reduziu para
16 anos a idade de consentimento e, está a considerar
profundamente baixar para os 14 anos. Simultaneamente,
ser reforçados para garantir que, os adolescentes façam
a gestão da transição dos serviços de pediatria para os
serviços para adultos, onde podem aderir à medicação e
manterem-se nos cuidados de saúde ao longo da vida.
As directrizes de 2013 da OMS sobre os testes de HIV,
aconselhamento e cuidados para os adolescentes
vivendo com HIV propõe uma gama ampla de estratégias
para a expansão da testagem e aconselhamento e o
fortalecimento dos vínculos com os serviços de cuidados140.
Estas directrizes incluem a recomendação do teste de
HIV e o aconselhamento, com ligações à prevenção,
tratamento e cuidados a serem oferecidos aos adolescentes
33
INICIATIVAS
Adaptar as intervenções de alto impacto para os adolescentes mais necessitados
O sector da saúde tem a responsabilidade particular de tornar os serviços mais amigáveis para os adolescentes.
Os provedores do tratamento de HIV pediátrico e de adultos precisam de trabalhar de forma mais colaborativa
para ajudar os adolescentes na transição entre os serviços e fazer a ligação ao tratamento de longo prazo,
cuidados e apoio em ambientes apropriados, como os de cuidados primários e serviços de base comunitária
Muitas raparigas adolescentes têm conhecimento do seu estado serológico, através dos testes ligados à gravidez.
A integração da PTV nos serviços de saúde materna e infantil é, portanto, essencial para o bem-estar das
raparigas adolescentes vivendo com o HIV, particularmente nos países onde se está a avançar no sentido de
oferecer o tratamento ao longo da vida para todas as mulheres grávidas vivendo com o HIV. Os serviços de
saúde sexual e reprodutiva são importantes para ajudar a prevenir gravidez não planeada entre as raparigas
adolescentes e são também, uma plataforma importante para a integração no programa de PTV. No entanto, é
necessário prestar mais atenção ao abordar a qualidade e a aceitação dos cuidados relacionados com o HIV em
adolescentes nesses serviços.
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Iniciativas como a introdução da vacina do vírus do papiloma humano (VPH) que visam adolescentes com idades
entre 9–13 em escolas e ambientes comunitários, proporcionam uma oportunidade única para a integração com
outras intervenções sobre saúde sexual e reprodutiva para as adolescentes.
As populações chave enfrentam a discriminação, violência e uma ampla gama de barreiras no acesso aos
serviços de saúde. São necessários mais esforços para fazer face aos baixos níveis de consciencialização e
atitudes negativas sobre esses grupos entre os provedores de serviços nas unidades de saúde. As intervenções
localizadas, a sensibilização da comunidade, inclusive as abordagens orientadas para aumentar a consciencialização e a demanda de serviços, são susceptíveis de serem mais eficazes e mais aceitáveis nestes grupos. Por
exemplo, a Child Helpline International, um serviço de aconselhamento telefónico e de referência em funcionamento em mais de 140 países, apoia crianças e adolescentes de várias origens e situações, incluindo de
populações chave, num conjunto de questões sociais e de saúde141. Embora a informação e o encaminhamento
proporcionados sejam fundamentais, o contacto e o não julgamento é em si, um serviço.
de populações chave em ambientes epidemia concentrada
ou baixa, e para todos os adolescentes em ambientes de
epidemia generalizada.
2. A
mpliar as intervenções de alto impacto
com base numa abordagem deinvestimento
e adequá-las às necessidades dos
adolescentes em situação de maior risco
A Abordagem do Investimento da ONUSIDA propõe
concentrar os investimentos em HIV em seis intervenções com grande impacto: provisão de preservativos,
circuncisão médica masculina, prevenção direccionada
às populações chave, PTV, TARV e comunicação para
a mudança de comportamento142. Os investimentos nas
34
intervenções de alto impacto devem ser equilibrados com
investimentos sociais e programáticos dos “activadores
críticos” que, em sinergia com as actividades de desenvolvimento vão permitir melhorar os resultados, que podem
ter um efeito sobre as condições estruturais da vulnerabilidade ao HIV. São necessárias abordagens inovadoras
que aumentem a demanda de intervenções e permitam
adaptá-las de forma eficaz às necessidades específicas e
aos contextos culturais dos adolescentes.
Os relatórios Nacionais de Avaliação dos Custos com o
SIDA compilados pela ONUSIDA em países de alto risco
sugerem que, o investimento global na prevenção do HIV
para adolescentes deve ser mais sistemático e sustentável
a longo prazo143. A nova modelagem do UNICEF e do
Futures Institute para a avaliar o impacto da abordagem
de investimento da ONUSIDA para os adolescentes mostra
que, podem-se alcançar ganhos substanciais se for aumentado o orçamento para esta faixa etária e se esse aumento
for feito de forma bem direccionada144.
Foram modelados quatro cenários (veja a Figura 2.5).
Cenário 1 é o cenário base e assume a cobertura
constante para a prevenção e o tratamento até 2020;
Cenário 2 é a abordagem de investimento ideal e assume
a expansão dos serviços no decorrer de 2015; Cenário
3 é a abordagem de investimento atrasado e assume
que, serão alcançadas as metas de cobertura – mas com
um atraso de cinco anos (ou seja, não até 2020), e o
cenário 4 é o cenário de baixa implementação, ou a
abordagem de baixo investimento e assume metas mais
baixas do que o ideal, dos alvos da cobertura, com o
alcance de metas em atraso até 2020 e com um impacto
baixo da intervenção.
A modelagem mostra que, o Cenário 2 (a abordagem
de investimento ideal) poderia evitar 2 milhões de novas
infecções em adolescentes até 2020, ou seja, a metade
do número de novas infecções que ocorreriam em adolescentes se o investimento e o foco do programa nacional
mantivessem inalterados entre 2011 e 2020. Além disso,
iria reduzir a população de adolescentes vivendo com o
HIV de cerca de 2,1 milhões em 2011 para cerca de 1,6
milhões em 2020. A maioria das infecções evitadas seria
entre as raparigas145.
Uma resposta eficaz ao HIV específica para os adolescentes e baseada na abordagem de investimento iria
representar cerca de um quarto da necessidade global dos
recursos financeiros para o SIDA. Alcançar esse nível de
investimento ideal envolveria o aumento do financiamento
ao HIV para os adolescente em países de baixa e média
renda de pouco mais de 3,8 bilhões de dólares americanos em 2010, para quase 5,5 bilhões dólares em 2014.
Após 2015, a redução de novas infecções baixaria um
pouco a necessidade de financiamento em geral.
Além da necessidade urgente de intensificar as intervenções de alto impacto, a modelagem sugere que, a
programação para os adolescentes requer ênfase maior
nos activadores críticos e o desenvolvimento de sinergias,
mais do que na programação para os adultos. O desenvolvimento de sinergias chave para os adolescentes viriam
dos sectores de educação, protecção à criança, protecção
social, justiça e saúde. Após o Cenário 2, estima-se que, os
figurA 2.5
Projecção do número de novas infecções pelo HIV entre
adolescentes dos 10–19 anos por tipo de epidemia, 2000–2020
C enário 1 (base): Projecção de base com cobertura constante
de todas as intervenções
Cenário 2 (ideal): Todos os países aumentam os serviços para
atingir os alvos até 2015
Cenário 3 (demorado): Países não atingiram metas de
cobertura até 2020
Cenário 4 (baixo): Países não investem adequadamente em
intervenções para adolescentes
PAÍSES DE HIPER-EPIDEMIA
300,000
250,000
200,000
150,000
100,000
50,000
0
2000
2005
2010
2015
2020
PAÍSES DE EPIDEMIA CONCENTRADA
300,000
250,000
200,000
150,000
100,000
50,000
0
2000
2005
2010
2015
2020
PAÍSES DE EPIDEMIA GENERALIZADA
300,000
250,000
200,000
150,000
100,000
50,000
0
2000
2005
2010
2015
2020
Fonte: UNICEF e Futures Institute, “o impacto e custo do
Quadro de Investimento em HIV/SIDA para Adolescentes”
(documento não publicado).
35
recursos necessários para 2020, 25% dos recursos seriam
alocados para as intervenções de alto impacto, 50% para
os activadores críticos e 25% seriam para o desenvolvimento de sinergias de desenvolvimento. Conforme o
progresso, a alocação deslocar-se-ia em 2020 para 33%,
25% e 40 por cento, respectivamente.
comunidades minoritárias ou imigrantes, crianças e adolescentes com deficiência ou em instituições ou contextos de
justiça penal, também podem servir-se da atenção dos
activadores críticos do programa. É essencial a implementação de estratégias para promover a igualdade de género
na luta contra o HIV em adolescentes.
O Cenário 3 da modelagem, que é a abordagem de
investimento atrasado, sugere que, um atraso de cinco
anos na implementação iria reduzir o impacto em cerca de
um terço. O cenário 4 e de pobre implementação resultaria
no declínio pouco acentuado do número anual de novas
infecções. O esforço para obter os resultados ideais do
Cenário 2 exigirá como prioridade, uma liderança forte e
um compromisso político e sustentável nas respostas mais
eficazes e eficientes para os adolescentes.
As normas sociais podem promover o avanço educacional, engajamento social e de emprego, mas também
podem limitar as oportunidades de prosperidade para
alcançar o pleno potencial dos adolescentes. A violência
sexual, muitas vezes, revela-se como uma manifestação de
desequilíbrio de poder relacionada com o género e está
directamente ligada ao risco de contrair o HIV.
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
3. A
bordar as causas profundas da
vulnerabilidade ao HIV através dos
activadores críticos, dos serviços de
HIV de alto impacto e das sinergias
com os sectores de desenvolvimento
A Abordagem de Investimento da ONUSIDA enfatiza a
importância de tomar em consideração os activadores
críticos, envolver e investir estrategicamente nos sectores
de desenvolvimento, a fim de apoiar e sustentar os investimentos específicos do HIV. Estas actividades, podem ajudar
a reduzir os impedimentos legais, sociais e económicos
da vulnerabilidade dos adolescentes ao HIV. Os adolescentes precisam de ser incluídos nos planos nacionais e
em outras estratégias juntamente com as intervenções de
alto impacto.
Os activadores críticos são actividades que optimizam a
prestação de actividades básicas do programa específico
de HIV de alto impacto146. Estas actividades incluem leis
e políticas de implementação para proteger os direitos
humanos e as comunidades envolvidas na prestação de
serviços e criação de demanda. Os activadores críticos
chave para os adolescentes, incluem as actividades que
fortalecem os direitos da criança, consistentes com a
Convenção sobre os Direitos da Criança e seus Protocolos
Facultativos. Estes promovem a igualdade e fortalecem as
leis e práticas de aplicação da lei para reduzir o estigma
e a discriminação e consequentemente melhoram o acesso
aos serviços para as populações chave. Os interesses
de outros grupos marginalizados, tais como indígenas,
36
As pesquisas também mostram uma correlação entre
as experiências de violência na infância e mais tarde
a adopção de comportamentos de risco, como estando
associadas à probabilidade de contrair HIV147. A violência
do parceiro íntimo também está associada à probabilidade
de HIV148. Uma análise global recente, constatou que, as
mulheres que sofreram violência por parte do parceiro
íntimo têm mais de 50% de probabilidade de contrair
o HIV do que, as mulheres que não experimentaram
tal violência149. As normas sociais também moldam as
estratégias que as raparigas escolhem – ou que as famílias
impõem – para lidar com a pobreza, o casamento prematuro ou sexo comercial.
As abordagens baseadas nos direitos humanos são
essenciais para a prevenção do HIV entre adolescentes de
populações chave. Estas abordagens incluem a descriminalização da homossexualidade, enfatizando a saúde
pública – ao invés da justiça criminal. A abordagem
sobre o uso de drogas ilícitas deverá incluir programas de
redução de danos. A colaboração entre a justiça penal e
o sector de saúde pública é fundamental para apoiar os
direitos dos adolescentes que são explorados sexualmente.
O desenvolvimento de sinergias é definido como investimentos em todos os sectores que podem ter um efeito
positivo sobre os resultados do HIV150. Para os adolescentes, os sectores de protecção à criança, protecção
social e de educação, apresentam oportunidades chave e
específicas para alavancar de forma eficaz os resultados
de HIV.
A vulnerabilidade económica e a insegurança alimentar
são as ambas causas e consequências dos resultados
INICIATIVAS
negativos relacionados ao HIV para a saúde sexual e
reprodutiva dos adolescentes. Os programas de protecção
social proporcionam oportunidades para abordar alguns
dos motivos económicos da vulnerabilidade ao HIV nas
crianças, incluindo adolescentes. As transferências de
dinheiro, alimentos, subsídios de transporte, programas de
microcrédito e poupança têm sido eficazes na mitigação
do impacto do HIV em crianças e famílias afectadas e na
redução dos riscos relacionados ao HIV151. Os impactos
incluem melhores habilidades de negociação, o aumento
do uso do preservativo, redução do número de parceiros
sexuais, iniciação sexual tardia em raparigas e o aumento
da absorção dos testes, assim como, a frequência escolar
melhorada152. Ao invés de se concentrarem os esforços em
um ou outro sector, é necessária uma abordagem integrada para melhorar resultados sociais e de saúde.
A educação tem sido, por vezes descrita como uma
“vacina social”, especialmente para as raparigas e
associa-se o aumento do acesso à educação à redução
do casamento prematuro e gravidez precoce entre as
raparigas153. Embora em muitos países154 as escolas ofereçam uma plataforma chave para a resposta ao HIV, os
sistemas de ensino não têm cumprido com o seu potencial
Educação: O lado crítico do ambiente facilitador
Os Inquéritos Globais de Saúde nas escolas e com estudantes, conduzidos pela OMS junto de crianças em
idade escolar, em mais de 51 países mostram que, normalmente o início do comportamento sexual acontece
durante a adolescência155. Embora os programas baseados na escola por si só, não são suficientes para evitar
novas infecções pelo HIV e os riscos adjacentes, os programas podem ser uma forma menos onerosa e efectiva
de influenciar a vulnerabilidade156.
A pesquisa sugere que, os programas de educação sobre o HIV implementados através das escolas têm o
potencial de influenciar as determinantes do comportamento, em crianças, jovens e redes sociais de jovens e, a
longo prazo, o seu estatuto socioeconómico157. A frequência escolar também está relacionada com o aumento da
autoconfiança e, pode melhorar a capacidade das crianças de se protegerem, como constatado em programas
na África do Sul e no Uganda. Além disso, o aumento do acesso e a permanência na escola ajuda a prevenir a
infecção pelo HIV, particularmente evidente em raparigas, órfãos e outras crianças vulneráveis158.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (UNESCO) e outros co-patrocinadores
da ONUSIDA realizaram uma revisão de mais de 87 estudos a nível global, sobre o impacto dos programas
de educação sexual159. Mais de um terço dos programas revistos, resultaram no início tardio da actividade
sexual; cerca de um terço diminuiu a frequência das relações sexuais; e mais de um terço diminuiu o número de
parceiros sexuais, tanto na amostra total como em subamostras importantes. Embora alguns programas tenham
tido pouco ou nenhum efeito, nenhum dos programas acelerou o início da vida sexual.
O Grupo de Trabalho de Interagências da ONUSIDA sobre a Iniciativa Acelerada da Educação liderada pelo
Banco Mundial e parceiros técnicos, como a Parceria para o Desenvolvimento da Criança, apoiou os esforços
dos governos nacionais em 37 países da África Subsaariana160 e após uma década em 2010, alcançou-se um
marco importante: Todos os países possuíam políticas nacionais de saúde escolar, com 76% destes, a trabalharem sob estratégias e planos educacionais específicos para o HIV161.
Em 2012 foi feita uma análise mais profunda em 39 países e constatou-se que, 74% tinham incluído a resposta
ao HIV nos processos de planeamento e gestão da educação ao nível nacional162.
Instrumentos de advocacia e informações adicionais desta iniciativa estão disponíveis em:
www.schoolsandhealth.org.
37
habilidades ou as ligações aos serviços que poderiam
ajudá-los a reduzir o seu risco de contrair o HIV.
Além disso, as escolas confrontam-se continuamente com
desafios de abandono escolar de adolescentes e não têm
tipicamente políticas, pessoal treinado e o envolvimento
necessário dos pais e das comunidades para providênciar educação em saúde sexual e reprodutiva de alta
qualidade, apropriada à idade e sensível ao género. A
UNESCO, UNICEF, ONUSIDA, OMS e outros parceiros
apelaram para o estabelecimento de ligações práticas
e mais fortes entre todos os sectores, para providenciar
educação sexual e de saúde reprodutiva que aborde uma
série de questões interligadas, incluindo as normas sociais
e de género nocivas, à prevenção do HIV e da gravidez
na adolescência.
4. Aumentar a demanda dos serviços de
saúde sexual, reprodutiva e de HIV,
envolvendo e capacitando os adolescentes
A Convenção sobre os Direitos da Criança reconhece as
capacidades de desenvolvimento das crianças na primeira
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
e segundas décadas de vida e, defende o princípio que,
as crianças devem participar das decisões que lhes dizem
respeito, de acordo com as suas capacidades de desenvolvimento. Esta posição tem eco em diversos fóruns e
CAIXA
para providenciar aos adolescentes o conhecimento e as
Declaração Política sobre o HIV e SIDA:
Assembleia Geral das Nações Unidas
em 2011
Declaração Política sobre HIV e o SIDA insta os
países a “reafirmar o papel central da família,
na redução da vulnerabilidade ao HIV, tendo
em conta que, em diferentes sistemas culturais,
sociais e políticos existem diversas formas de
família, nomeadamente na educação e orientação dos filhos, e a ter em conta factores
culturais, religiosos e éticos, para reduzir a
vulnerabilidade das crianças e dos jovens,
garantindo o acesso de rapazes e raparigas
ao ensino primário e secundário, incluindo a
introdução do HIV e SIDA nos currículos para
os adolescentes, garantindo ambientes seguros
e protegidos, especialmente para as raparigas
jovens, expandindo informação de boa qualidade e de educação em saúde sexual e serviços
de aconselhamento dirigidas aos jovens, fortalecendo os programas de saúde reprodutiva e
sexual, envolvendo as famílias e os jovens no
planeamento, implementação e avaliação de
programas de HIV e o SIDA de prevenção e
cuidados “164.
repete-se nas questões da saúde da agenda pós-2015:
O Relatório da Consulta Temática e Global da Saúde,
afirma que “Os adolescentes são a próxima geração de
adultos e terão uma grande influência na concretização da
agenda pós-2015”. Capacitar os adolescentes no desenvolvimento da própria da saúde, incluindo as práticas
de saúde sexual e reprodutiva saudáveis ... que lhes
permitirão entrar na vida adulta com fortes capacidades,
melhor equipados para fazerem escolhas informadas para
si e para suas comunidades163”.
Sob ambas as perspectivas, tanto dos direitos, como da
saúde pública, os programas são mais eficazes quando os
beneficiários participam na sua concepção, implementação
e avaliação. Em todos os programas para adolescentes,
ao HIV. Em 2012, a Declaração do Fórum Global da
Juventude em Bali colocou ênfase especial nos grupos
marginalizados e vulneráveis e na criação de um ambiente
propício para a sua participação significativa e fez um
apelo para a formação de parcerias mais fortes165.
Em todo o mundo as várias formas de mídia estão a ter um
enorme impacto sobre as normas sociais, especialmente
entre os adolescentes. São necessários novos vínculos e
parcerias entre os sectores da saúde e desenvolvimento,
de modo a capitalizar o potencial da mídia especialmente
bem como nas actividades de apoio dos activadores
as plataformas de mídia social a favor dos adolescentes.
críticos e no desenvolvimento de sinergias, é necessário o
A tecnologia e mídia social oferecem um grande potencial
envolvimento e a capacitação dos adolescentes de forma
para envolver os adolescentes, capacitando-os de modo a
activa como participantes de pleno direito na resposta
apoiar os objectivos de prevenção e tratamento do HIV.
38
5. M
elhorar a recolha de dados e
informações estratégicas e incluir a
desagregação para informar os programas
MANTER OS GANHOS OBTIDOS
NA PRIMEIRA DÉCADA DE VIDA
Enquanto a comunidade internacional reflecte sobre os
ganhos obtidos na primeira década de vida – aumento da
cobertura das intervenções para tratar o HIV em crianças e
as suas mães, e os resultados significativos de investimentos
mais amplos para a sobrevivência, crescimento e desenvolvimento infantil – não pode continuar a negligenciar a
crucial segunda década de vida. Quando os adolescentes
procedem a transição para a idade adulta, enfrentam
desafios únicos que estão profundamente ligados à sua
vulnerabilidade económica e social, aos serviços de saúde
pouco receptivos e aos riscos associados ao HIV, que só
podem ser atendidos através de abordagens intersectoriais eficazes. É necessário um novo compromisso para
enfrentar os desafios da segunda década de vida para
que, todas as crianças – bebés, crianças e adolescentes –
tenham a oportunidade de se tornarem adultos saudáveis,
seguros e produtivos.
© UNICEF/NYHQ2011-0759/Asselin
Devido a questões éticas relativas à pesquisa com
crianças, a maioria dos países não captam dados
comparáveis para a faixa etária dos 10–14 anos, e os
dados sobre populações chave de adolescentes são ainda
mais difíceis de obter. Mesmo quando os dados existem, os
dados dos locais de prestação de serviços nem sempre são
desagregados por grupos etários de adolescentes, métodos
de recolha e indicadores que normalmente variam. A esta
situação acresce-se a falta de padronização necessária
para comparar os dados entre os países. É uma necessidade urgente que se obtenha informação estratégica e
desagregada por idade, sexo e risco, de modo a capitalizar as abordagens descritas neste capítulo e responder
mais eficazmente às necessidades dos adolescentes. O
planeamento para a expansão do TARV para os adolescentes e com base nas últimas directrizes da OMS, por
exemplo, requer uma estimativa precisa e desagregada
do número de adolescentes elegíveis para o tratamento,
bem como, de dados da cobertura real dos serviços e
das estimativas precisas dos custos dos serviços e outras
comodidades. Estimativas similares precisam ser obtidas
em relação ao número de adolescentes de populações
chave e de outras intervenções igualmente importantes. Isto
requer uma investigação epidemiológica, programática e
operacional com vista à prestação de serviços que sejam
efectivos e aceitáveis para o maior número possível de
comunidades de adolescentes.
39
CAPÍTULO 3
Uma geração livre do SIDA só será
alcançada com uma forte liderança
por parte dos governos e uma
participação activa da sociedade civil.
© UNICEF/ZIMA2011-00003/Pirozzi
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
PARCERIAS
PARA UMA
GERAÇÃO
LIVRE DO SIDA
40
41
DUAS DÉCADAS, MUITOS
SECTORES
A elaboração e a condução da resposta ao HIV para as
crianças não é da responsabilidade de qualquer actor.
Nas duas primeiras décadas de vida, trabalhar com
parcerias fortes dentro e, por entre os sectores nunca foi
tão crítico.
Uma geração livre do SIDA só será alcançada com
uma forte liderança dos governos, particularmente das
Comissões Nacionais do SIDA, os ministérios da saúde,
assim como, parlamentares, autoridades legais e agências
de protecção à criança. Isto exige a participação activa de
outros ministérios (como os das finanças, segurança social,
educação e juventude) e do governo local. A participação
activa da sociedade civil é importante e deve incluir
organizações não-governamentais, organizações de base
comunitária e religiosa. Trabalhar em parceria com as
comunidades afectadas, incluindo as pessoas que vivendo
com o HIV, mulheres, jovens e seus defensores, será fundamental não só para a implementação, mas também para
as actividades de advocacia, sensibilização e partilha
de responsabilidades. Ao nível local os compactos e os
gráficos da comunidade são mecanismos úteis.
Os organismos regionais têm sido muito activos no mundo,
e as iniciativas regionais introduziram novas formas de
acção. Por exemplo, a iniciativa Laços Sul-Sul composta
por oito países nomeadamente a Bolívia, Brasil, Cabo
Verde, Guiné-Bissau, Nicarágua, Paraguai, São Tomé
e Príncipe e Timor-Leste) focalizou-se fortemente nos
direitos humanos. Esta iniciativa tem por objectivo travar
a epidemia da SIDA através da partilha de informações,
estratégias e planos de acção e promoção da solidariedade. Em África foi aprovado na 19º Cimeira da União
”
Este relatório lembra-nos que uma geração livre do SIDA significa uma
geração em que todas as crianças nascem livres do HIV e permanecem nesse
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
estado – desde o nascimento e ao longo das suas vidas. Isso significa que,
deve haver o acesso ao tratamento para todas as crianças vivendo com o
HIV. Lembra-nos também que, a saúde e o bem-estar da mulher devem estar
no centro da resposta ao SIDA. Eu não tenho dúvida nenhuma que vamos
alcançar essas metas. O bem-estar das crianças não termina com o parar o
SIDA, mas inclui, a protecção das crianças contra os factores que as tornam
vulneráveis, como a pobreza, a discriminação, a marginalização social e
as violações dos seus direitos humanos, incluindo as violações sexuais. O
HIV é alimentado por uma série de factores graves durante a infância e na
adolescência, e as crianças precisam de informações e oportunidades que
lhes permitam um melhor começo possível na vida.”
Michel Sidibé, Director Executivo, ONUSIDA
42
Africana realizada em 2012, um novo Roteiro sobre a
Responsabilidade Partilhada e Solidariedade Global
para o SIDA, Tuberculose e a Malária Este roteiro foi
desenvolvido pela Comissão da União Africana e pela
Agência de Planeamento e Coordenação da Nova
Parceria para o Desenvolvimento em África (NEPAD) e
está estruturado em torno de três pilares estratégicos –
Governação da Saúde, Diversificação do Financiamento
e o Acesso aos Medicamentos. Esta iniciativa oferece um
conjunto de soluções práticas definidas e apoderadas pelos
africanos, para melhorar respostas sustentáveis em relação
ao SIDA, Tuberculose e a Malária, com metas definidas,
resultados esperados, papéis e responsabilidades para
manter as partes interessadas responsabilizadas ao longo
de um período de três anos, até 2015; o documento
enfatiza também, a busca de novas parcerias, contractos
de financiamento e novas formas de fortalecimento e
sustentabilidade das instituições africanas.
CAIXA
Ao nível internacional, as exigências de relatórios, muitas
vezes providencia material válido para a advocacia. A
todos os níveis, a transparência em torno dos dados e do
financiamento pode ajudar a criar e manter os compromissos e a partilha de responsabilidades. O compromisso
contínuo dos parceiros-chave, tais como o Fundo Global
e a PEPFAR, e as alocações nacionais fortalecidas será
fundamental para o sucesso futuro e na forma como será
ampliada a parceria com os profissionais de saúde, pesquisadores, sector privado, os quais tem papéis essenciais a
desempenhar nos programas.
Todas as agências co-patrocinadoras da ONUSIDA e
que abrangem vários sectores, têm responsabilidades
significativas na primeira e segunda década. Estas
responsabilidades compreendem o apoio directo à implementação de intervenções de alto impacto e o apoio à
criação de ambientes favoráveis sob o ponto de vista legal,
social e económicos para as crianças e as suas famílias.
Várias equipas de trabalho interinstitucionais (IATTs) são
operacionais e apoiam o progresso nos países166. Estas
equipas de trabalho são compostas por organizações
co-patrocinadoras da ONUSIDA e por organizações
parceiras de cariz técnico e político.
A Equipa de Trabalho de Interagências para a
Prevenção e Tratamento da Infecção pelo HIV em
Mulheres Grávidas, Mães e Crianças167 desempenha um
papel de liderança no apoio à implementação do Plano
Global liderado pelos próprios países. O mandato principal desta equipa é o de coordenar a assistência técnica,
desenvolver e disseminar orientações e ferramentas, assim
como o de acompanhar o progresso em direcção ás metas
do Plano Global. Embora o Plano Global seja presidido
pela ONUSIDA, PEPFAR, e o IATT é coadjuvado pelo
Comissão Global sobre o HIV e a Lei
No seu relatório sobre Riscos, Direitos e Saúde, a Comissão Global sobre o HIV e a Lei, facilitado pelo
Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), apela para a remoção de leis, políticas e práticas
discriminatórias que afectam as pessoas vivendo com o HIV. Simultaneamente esta comissão promove leis baseadas nos direitos humanos e apoiadas por evidências. O relatório, publicado em 2012, descreve como as leis que
protegem os direitos humanos, salvam vidas, economizam recursos financeiros e garantem respostas eficazes do
HIV. O relatório inclui recomendações específicas para as crianças e os adolescentes. Responder a este apelo
implica ajudar os países a implementar leis que proíbem a discriminação contra as crianças afectadas pelo SIDA
nas escolas, nas casa e nas suas comunidades; a promover modelos apropriados de cuidados centrados na
família para crianças órfãs do SIDA; a promover o acesso integral à educação sexual e à saúde para as crianças
dentro e fora da escola; e garantir que, os jovens sexualmente activos tenham acesso confidencial e independente
aos serviços de saúde. A trabalhar com uma série de parceiros, o UNICEF apoia os países a alinharem este trabalho com as obrigações inerentes dos Estados Signatários da Convenção sobre os Direitos da Criança.168
Riscos, Direitos e Saúde, Comissão Global sobre o HIV e a Lei, Julho de 2012,
www.hivlawcommission.org e www.undp.org.
43
© UNICEF Mozambique/2013
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
UNICEF e a OMS. A IATT foi estabelecida em 1998, e é
constituída por 32 organizações multilaterais, governamentais e não-governamentais, que trabalham no sentido de
reforçar as parcerias e os programas nacionais, regionais
e globais que abordam a sobrevivência de mulheres
grávidas, mães e crianças vivendo com o HIV.
ENFRENTAR O HIV ENTRE
CRIANÇAS EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA: UM CASO DE
PARCERIAS REFORÇADAS
Em 2012, crianças menores de 18 anos constituíam
46% das 45,2 milhões de pessoas deslocadas à força
em todo o mundo, como resultado de perseguições,
conflitos, violência generalizada e violações dos direitos
humanos. Ao longo da última década, esta proporção
variou de um mínimo de 41% em 2009 para um máximo
de 50% em 2004169.
Uma vez que, em situações de emergência e humanitárias,
as estruturas sociais sofrem danos, a insegurança
alimentar, violência, agressão sexual, pobreza e questões
adjacentes à protecção, exacerbam-se os riscos e as
vul-nerabilidades em relação ao HIV, particularmente
para as mulheres e raparigas. Em muitas situações de
emergência, existem desafios substanciais para manter
o acesso à informação – tais como registos e serviços
de saúde – incluindo o TARV, PTV e os serviços de saúde
materna e infantil. Assegurar a continuidade dos ARVs
e outras comodidades em situações instáveis é motivo
44
de extrema preocupação, tal como é manter os esforços
para sustentar a prevenção do HIV, incluindo o acesso
aos preservativos e a profilaxia pós-exposição. Dada a
incerteza da duração da maioria das emergências e a
propensão para situações humanitárias prolongadas, a
prevenção, tratamento e cuidados para as crianças e
adolescentes mais jovens devem ser incluídos desde o
início e aquando da avaliação do risco da emergência,
preparação e formação.
A interrupção no tratamento do HIV é um risco evidente em
situações de emergência. Em Moçambique, por exemplo,
as inundações na província de Gaza no início de 2013
deixaram mais de 12.000 pessoas em risco de perder o
acesso ao tratamento170. Como resultado das inundações,
os centros de saúde tiveram que ser fechados e as reservas
de medicamentos deterioraram; As vias de acesso dos
transportes tornaram-se inacessíveis resultando inicialmente
na escassez temporária de comodidades como os ARVs,
kits da profilaxia pós-exposição e preservativos.Através
das parcerias entre os ministérios do governo – incluindo o
Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, o Ministério
da Saúde, a Comissão Nacional do Combate ao SIDA,
ONGs e agências das Nações Unidas – os serviços de
rotina foram restaurados. Com vista a fazer face a futuras
situações, estão a ser realizadas sessões de formação
específica em duas das províncias com maior risco de
desastres naturais e com uma prevalência alta de HIV
(Gaza e Zambézia) ao mesmo tempo que, estão a ser
desenvolvidos planos de contingência para preparar o
governo e os parceiros na resposta adequada às questões
do HIV em emergências futuras.
Na República Centro Africana, a recente escalada do
conflito violento e o último de uma serie de crises que
afectam o país desde a década de 1990 resultou em
índices elevados de insegurança, violência, saques e
roubos. Desde os meados de 2013, dezenas de milhares
de pessoas fugiram para a floresta ou ficaram na condição
de deslocadas. Vários hospitais e postos de saúde foram
saqueados e muitos outros abandonados. O deslocamento
e a interrupção dos serviços de saúde tem deixado muitas
pessoas vivendo com o HIV sem acesso aos ARVs. Antes
da recente crise, 15.000 pessoas vivendo com o HIV
estavam sob o regime de TARV e com uma estimativa de
mais de 50.000 elegíveis para o tratamento, mas que
não poderam ser abrangidas. O Comité Nacional de Luta
contra o SIDA estima que, o número de pacientes cuja
terapia anti-retroviral foi interrompida pela crise situa-se na
INÍCIATIVAS
Adolescentes e o HIV em situações
de emergência
As situações de emergência podem tanto
aumentar os factores que tornam os jovens
vulneráveis ao HIV como interromper os
serviços vitais de prevenção, tratamento e
cuidados do HIV.
Embora o Haiti e a Costa do Marfim situem-se
a milhares de quilómetros de distância, estes
países enfrentam emergências cujas causas são
muito diferentes – um de carácter geológico e o
outro político – uma análise retrospectiva destas
duas emergências, constatou que, os resultados
para os adolescentes e jovens eram virtualmente
os mesmos. Entre as lições aprendidas existia a
necessidade de:
• assegurar o foco nos adolescentes aquando
da implementação das intervenções e incluir
raparigas adolescentes;
• envolver adolescentes e jovens como partici-
pantes das intervenções, para garantir que,
seja dada a devida atenção às suas ideias e
perspectivas;
• compreender as formas pelas quais as
emergências aumentam os factores que
tornam os jovens vulneráveis ao HIV.
A análise ressalta a urgência de colocar as
intervenções para adolescentes no local muito
antes da ocorrência real das emergências. A
preparação é fundamental: Sem a prontidão
necessária, os países correm o risco de
apressar-se na tentativa de avaliar as necessidades dos adolescentes e jovens enquanto
se lidam com os desafios de um cenário de
emergência.
casa dos milhares. Está em curso uma resposta bem coordenada que será levada a cabo por agentes humanitários
e de saúde para rastear os pacientes que perderam o
TARV e garantir a prestação do pacote mínimo para o HIV,
conforme descrito nas Directrizes do Comité Permanente
de Interagências para intervenções de HIV em Situações
Humanitárias171.
RUMO Á UMA GERAÇÃO SEM
O SIDA: COLMATAR LACUNAS E
MANTER OS GANHOS
As crianças não tinham um lugar de destaque na agenda
global do SIDA em 2001, quando foram estabelecidos
os ODMs e nem, quando foi realizada a primeira Sessão
Especial dobre o HIV/SIDA da Assembleia Geral das
Nações Unidas. Ambos os eventos, desde então, serviram
como impulsionadores principais para a mudança, levando
à criação do Fundo Global e do PEPFAR, assim como,
de um esforço global extraordinário para responder mais
eficazmente à pandemia do HIV.
Foram obtidos ganhos significativos na redução de novas
infecções entre crianças e manter suas mães vivas e
saudáveis. No entanto, o mesmo dinamismo deve ser aplicado para reduzir as lacunas persistentes na programação
em geral e especificamente em programas para os órfãos
e crianças vulneráveis, nos cuidados e no tratamento para
crianças e adolescentes.
Este relatório descreve os desafios substanciais que
persistem na abordagem do HIV entre as crianças, bem
como as novas oportunidades para ultrapassar tais
desafios. Enquanto a comunidade internacional começa a
aglutinar-se em torno de uma nova agenda de desenvolvimento para além de 2015, uma resposta maior ao HIV
entre as crianças pode ajudar a servir como um condutor
de novos ganhos e colaborações mais efectivas em relação
aos direitos da criança, saúde, sobrevivência
e desenvolvimento.
O caminho para uma geração sem SIDA é claro. Se é
para ser percorrido com sucesso, o mundo precisa de se
empenhar activamente agora, para manter e sustentar
os ganhos duramente conquistados e, para enfrentar os
restantes desigualdades e falhas na resposta eficiente ao
HIV entre as crianças.
45
REFERÊNCIAS
As economias dos países são classificadas de acordo com o rendimento nacional bruto per capita, que é calculado usando o Atlas
dos Métodos do Banco Mundial. As classificações de 1 de Julho de
2013, foram: Baixa renda, $1.035 ou menos; Média-baixa renda,
de $1,036 a $4.085; Média-alta renda de $4086 a $12.615.
Económica e Política; Nova Iorque e Cidade do Cabo, Julho de
2012.
1
2
3
4
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
5
Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA,
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, pp. 6, 39.
Os 22 países prioritários do Plano Global são: Angola, Botsuana,
Burundi, Camarões, Chade, Costa do Marfim, República
Democrática do Congo, Etiópia, Gana, Índia, Quénia, Lesoto,
Malawi, Moçambique, Namíbia, Nigéria, África do Sul,
Suazilândia, Uganda, República Unida da Tanzânia, Zâmbia
e Zimbabwe. A Índia é o único país prioritário fora da África.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
Contagem Regressiva para Zero: Plano Global Para a Eliminação de
Novas Infecções pelo HIV entre crianças até 2015 e manter as suas
mães vivas, ONUSIDA, Genebra, 2011; e a análise do UNICEF das
estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA de 2012.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
Contagem Regressiva para Zero: Plano Global Para a Eliminação de
Nova Infecções pelo HIV entre crianças até 2015 e manter as suas
mães vivas, ONUSIDA, Genebra, 2011; e a análise do UNICEF das
estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA de 2012.Os números entre
parênteses indicam as faixas de dúvidas em torno das estimativas.
Organização Mundial da Saúde, Directrizes Consolidadas sobre
o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
pública, OMS, Genebra, 2013.
6
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA,
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, pp. A87, A94
7
Newell, Marie Louise, et al, “A mortalidade em crianças infectadas
e não infectadas nascidas de mães infectadas pelo HIV em África:
uma análise conjunta. Lancet, vol. 364, n° 9441, 2 de Outubro de
2004, pp. 1236–1243.
8
ONUSIDA, HIV e SIDA, estimativas não publicadas, 2012.
9
Análise do UNICEF das estimativas do HIV e SIDA. ONUSIDA de
2012.
10
11
Baral, Stefan, et al., “Riscos e Associações da infecção pelo HIV
entre homens que fazem sexo com homens em zonas peri urbanas
da Cidade do Cabo, África do Sul, BMC Saúde Pública, vol. 11,
n. 1, 5 de Outubro de 2011, pp. 766–773; E Fay, Heather, et al,
“Estigma, Acesso aos Cuidados de Saúde e Conhecimento do HIV
entre homens que fazem sexo com homens no Malawi, Namíbia e
Botsuana, O Comportamento do SIDA vol. 15, n. 6 de Agosto de
2011, pp. 1088–1097.
Instituto de Medicina das Academias Nacionais, “Sumário da
Avaliação do PEPFAR “, Breve relatório, imprensa académica
Nacional; Washington, DC, Fevereiro de 2013; Miller, Elizabeth
e Michael Samson, “Protecção Social Sensível ao HIV: Estado da
evidência na África Subsaariana”; Fundo das Nações Unidas para
a Infância e o Instituto para a Pesquisa Económica e Política; Nova
Iorque e Cidade do Cabo, Julho de 2012
12
ONUSIDA, HIV e SIDA, estimativas não publicadas, 2012.
13
Miller, Elizabeth e Michael Samson, “Protecção Social Sensível
ao HIV: Estado da evidência na África Subsaariana”; Fundo
das Nações Unidas para a Infância e o Instituto para a Pesquisa
46
14
Programa conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
Contagem Regressiva para Zero: Plano Global Para a Eliminação
de Nova Infecções por HIV entre crianças até 2015 e manter as
suas mães vivas, ONUSIDA, Genebra, 2011, p.6.
15
Os 22 países prioritários do Plano Global são: Angola, Botsuana,
Burundi, Camarões, Chade, Costa do Marfim, República
Democrática do Congo, Etiópia, Gana, Índia, Quénia, Lesoto,
Malawi, Moçambique, Namíbia, Nigéria, África do Sul,
Suazilândia, Uganda, República Unida da Tanzânia, Zâmbia
e Zimbabwe. A Índia é o único país prioritário fora da África.
Programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA, Contagem
Regressiva para Zero: Plano Global Para a Eliminação de Novas
Infecções por HIV entre crianças até 2015 e manter as suas mães
vivas, ONUSIDA, Genebra, 2011.
16
Organização Mundial da Saúde: Conselho Rápido: O uso da droga
anti-retroviral para o tratamento de mulheres grávidas e prevenção
da infecção pelo HIV em crianças, OMS, Genebra, Junho de 2010,
p. 4.
17
ONUSIDA, HIV/SIDA, estimativas 2012.
18
De Cock, Kevin M., et al., “Prevenção do HIV de mãe para filho
em países com poucos recursos: Traduzir a pesquisa para políticas
e práticas”, Jornal da Associação Médica Americana, vol. 283,
número 9, de 1 de Março de 2000, pp. 1175–1182.
19
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA,
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, p. 38.
20
Equipa de Trabalho Interagências para a Prevenção e Tratamento
da Infecção pelo HIV em mulheres grávidas, mães e filhos,
“Seminário Regional sobre o Custo dos Planos Nacionais para a
Eliminação da Transmissão Vertical do HIV (PTV): Relatório técnico e
recomendações do seminário da equipa de Trabalho Interagências
para a Prevenção e Tratamento do HIV em mulheres grávidas, mães
e filhos, Nova Iorque, 30 de Novembro de 2012.
21
ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013: Relatório de Progresso da
Resposta Global contra o SIDA e Estimativas do HIV/SIDA da
ONUSIDA 2012.
22
Ibid.
23
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013. Veja anexos do País.
24
Fundo das Nações Unidas para a Infância, Crianças e o SIDA: O
perfil da resposta do UNICEF na Ásia Oriental e Pacífico, 2007,
UNICEF, Bangkok, 2010; Organização Pan-Americana da Saúde,
2012; Relatório de Progresso: Eliminação da transmissão vertical
do HIV e da sífilis congénita nas Américas, PAHO, Washington, DC,
2013 e Dados não publicados da ONUSIDA de 2012.
25
Comissão Nacional para o SIDA, drogas, prevenção e controle da
prostituição, Relatório de Progresso da resposta contra o SIDA no
Vietname 2012: Acompanhamento da Declaração Política sobre
o HIV/SIDA de 2011– Período coberto pelo relatório: Janeiro
2010–Dezembro de 2011, Governo do Vietname, Hanói, Março de
2012, p. 43.
26
Ministério da Saúde e Bem-Estar da Família “Uma abordagem
estratégica para a saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil
e do adolescente” (RMNCH + A) Índia: Para uma mãe e criança
Resposta contra o SIDA e estimativas do HIV/SIDA da ONUSIDA em
2012.
saudáveis, Governo da Índia, Nova Deli, Fevereiro 2013, p. 18.
27
28
29
30
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, pp. 42, A87.
Programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA, Relatório
de Progresso do Plano Global Para a Eliminação de Novas
Infecções pelo HIV entre crianças até 2015 e manter as suas mães
vivas, ONUSIDA, Genebra, Junho de 2013, pp. 12–13.
Organização Mundial da Saúde, Directrizes Consolidadas sobre
o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendações para uma abordagem de saúde
pública, OMS, Genebra, Junho 2013.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, p. 38.
45
ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013, Relatório de Progresso da
Resposta contra o SIDA e estimativas de HIV/SIDA da ONUSIDA em
2012.
46
Programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA, Relatório
de Progresso do Plano Global Para a Eliminação de Novas
Infecções por HIV entre crianças até 2015 e manter as suas mães
vivas, ONUSIDA, Genebra, Junho de 2013, Ver anexos do país.
47
Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a
Infância, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
Actualização Global sobre o Tratamento de HIV, 2013: Resultados,
impactos e oportunidades, OMS, Genebra, Junho de 2013, p. 60.
48
Ibid., p. 30.
49
Organização Mundial da Saúde, Recomendações da OMS sobre
o diagnóstico da infecção pelo HIV em infantes e crianças, OMS,
Genebra, 2010.
50
ONUSIDA, UNICEF, OMS: Relatório de Progresso da Resposta ao
SIDA,2013 e estimativas de HIV e SIDA, da ONUSIDA, 2012.
51
Ibid.
52
Dados do Lesoto de 2011, os dados 2012 não foram
disponibilizados.
Estimativas de HIV/SIDA, ONUSIDA, 2012.
31
32
Ibid.
33
Análise do UNICEF das estimativas do HIV/SIDA da ONUSIDA de
2012.
34
Ibid.
35
Organização Pan-Americana da Saúde: Relatório de Progresso:
Eliminação da transmissão vertical do HIV e sífilis congénita nas
Américas, 2012 PAHO, Washington, DC, 2013.
36
Coligação Nacional Tailandesa para o SIDA, Ministério da Saúde
Pública e o Departamento tailandês para o Controlo de Doenças,
“Relatório de Progresso do SIDA, 2012: “Um realce do estado”,
Governo da Tailândia, Bangkok, Março de 2012.
37
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,”
Relatórios de Progresso apresentados pelos países, 2012”,
ONUSIDA, Genebra, <www.unaids.org/en/dataanalysis/knowyourresponse/countryprogressreports/2012countries>, acedido a 27
de Agosto de 2013.
38
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Unidas para a Infância, Ásia Oriental e Pacifico, Escritório Regional,
Bangkok, Tailândia, Agosto de 2011; e a Organização Mundial da
Saúde, “Eliminação da Sífilis Congénita: Actualizações regionais”,
OMS, Genebra, 2013, <www.who.int/ reproductivehealth/topics/
rtis/cs_regional_updates/en/index.html>, acedida a 20 de Agosto
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40
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42
Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para
a Infância e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/
SIDA, Actualização Global do Tratamento do HIV 2013: Resultados,
impactos e oportunidades, OMS, Genebra, Junho de 2013, p. 13.
43
Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA, Relatório
Global: relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, pp. A87, A94.
44
ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013, Relatório de Progresso da
ONUSIDA, UNICEF, OMS: Relatório de Progresso da Resposta ao
SIDA, 2013 e estimativas do HIV/SIDA de 2012, da ONUSIDA.
53
54
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013,ONUSIDA, Genebra e 2013, pp. 48, A94.
55
A Organização Mundial da Saúde define o revezamento ou partilha
de tarefas como “a redistribuição racional de tarefas entre as
equipes de trabalho da saúde. As tarefas específicas são passadas
quando necessário de profissionais de saúde altamente qualificados
para profissionais de saúde com menos experiência, a fim de
fazer um uso mais eficiente dos recursos humanos disponíveis no
sector”. Organização Mundial da Saúde, Revezamento de tarefas:
Redistribuição racional de tarefas entre as equipes de profissionais
de saúde – recomendações globais e directrizes, OMS, Genebra,
2008.
56
Organização Mundial da Saúde, Directrizes Consolidadas sobre
o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
pública, OMS, Genebra, Junho 2013.
57
Programa conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA, Relatório
de Progresso do Plano Global Para a Eliminação de Novas
Infecções pelo HIV entre crianças até 2015 e manter as suas mães
vivas, ONUSIDA, Genebra, Junho de 2013, p. 9.
58
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra e 2013, pp. 41.
Fundo das Nações Unidas para a População, Prevenção do HIV e
da gravidez não intencional: Enquadramento Estratégico 2011–
2015 – Em apoio ao Plano Global Para a Eliminação de Novas
Infecções pelo HIV, entre crianças até 2015 e manter as suas mães
vivas – ONUSIDA, Nova Iorque, 2012.
59
60
Alkema, Leontine et al., “Tendências e Taxas Nacionais, Regionais e
Globais da prevalência contraceptiva e das necessidades não atendidas no Planeamento Familiar entre 1990 e 2015: Uma análise
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61
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013,ONUSIDA, Genebra e 2013, pp. 41–42.
47
62
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HIV-positivas nas unidades de saúde do Chile”, Centro para os
Direitos Reprodutivos, Nova Iorque, 2010, <www.genderandaids.
org/index.php?option=com_content&view=article&id=861:dignity-denied-violations-of-the-rights-of-hiv-positive-womeninchilean-health-facilities&catid=38:latin-america-and-thecaribbean&Itemid=118>.
64
Organização Mundial da Saúde, Directrizes Consolidadas sobre
o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
pública, OMS, Genebra, Junho 2013
65
Chimbwandira, Frank et al., “Impacto de uma abordagem inovadora para Prevenir a Transmissão Vertical do HIV”: Malawi, Julho
2011 a Setembro de 2012 , Relatório Semanal da Morbidade e
Mortalidade, vol. 62, n° 8, 01 de Março de 2013, pp. 148–151.
66
Ibid; e Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas
para a Infância, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o
HIV/SIDA, Actualização Global sobre o Tratamento de HIV, 2013:
Resultados, impactos e oportunidades, OMS, Genebra, Junho de
2013, p. 27.
73
Ibid; e Adelekan, Moruf L., “Uso de substâncias, infecção pelo HIV e
a abordagem de redução de danos na África Subsaariana”, Jornal
Internacional sobre a Política da Droga vol. 9, N° 5, 1 de Outubro
de 1998, pp. 315–323.
74
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o HIV em Ambientes Prisionais”, Breve Política, UNODC, Viena,
Áustria, 2008, p. 1; e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas
e Crime, Organização Internacional do Trabalho, Programa de
Desenvolvimento das Nações Unidas, Organização Mundial da
Saúde e Programa Conjunto Organização das Nações Unidas sobre
o HIV/SIDA, “Breve Política: Prevenção, tratamento e cuidados em
prisões e outras configurações fechadas – um pacote abrangente
das intervenções”, UNODC, Viena, Junho de 2013, p. 1.
75
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actividades de colaboração TB/HIV: Directrizes para os programas
nacionais e outras partes interessadas, OMS, Genebra, 2012.
76
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a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana”, Jornal
de Doenças Infecciosas, vol. 203, n° 3, 1 de Fevereiro de 2011,
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77
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para Pessoas Vivendo com HIV em locais com restrições de
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do tratamento integrado da Tuberculose e HIV em Crianças nos
Cuidados Primários de Saúde”, Revista Internacional da Tuberculose
e Doenças Pulmonares, vol. 17, n° 9, 1 de Setembro de 2013, pp.
1206–1211.
78
Organização Mundial da Saúde, Directrizes Consolidadas sobre
o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
pública, OMS, Genebra, Junho 2013.
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80
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o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
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67
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
68
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SIDA, Fundo das Nações Unidas para População e Organização
Mundial da Saúde: “Ligando a Saúde Sexual e Reprodutiva ao HIV:
Caminhos para a integração – Um estudo de caso no Ruanda – Um
vislumbre do futuro – A eliminação de novas infecções pelo HIV
entre crianças e manter as suas mães vivas”’, Governo do Ruanda,
IPPF, ONUSIDA, FNUAP e OMS, Ruanda, 2013, p. 13.
69
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o uso de medicamentos anti-retrovirais para tratar e prevenir a
infecção pelo HIV: Recomendação para uma abordagem de saúde
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Caminhos para a integração – Um estudo de caso do Ruanda – Um
vislumbre do futuro – A eliminação de novas infecções pelo HIV
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86
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Este trabalho é apoiado pela Fundação Hilton e o UNICEF.
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Ministério da Saúde e Bem-Estar da Família “Uma abordagem estratégica para a saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil e saúde
do adolescente” (RMNCH + A) Índia: Para uma mãe e criança
saudáveis, Governo da Índia, Nova Deli, Fevereiro 2013, p. 21.
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Kim, Maria H., et al, “O Programa Tingathe: uma intervenção
piloto usando agentes comunitários de saúde para manter a
continuidade dos cuidados na prevenção da transmissão vertical
(PTV) e os serviços em cascata no Malawi”, Jornal da Sociedade
Internacional do SIDA, vol. 15, suplemento 2, 11 de Julho de 2012,
doi: 10,7448 /IAS.15.4.17389.
98
Organização Mundial da Saúde, Programa Conjunto das Nações
Unidas sobre o HIV/SIDA, Fundo das Nações Unidas para a
População, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Directrizes
sobre alimentação infantil 2010: Princípios e recomendações para a
alimentação infantil no contexto do HIV e um resumo das evidências,
OMS, Genebra, 2010.
99
Stover, John e Mary Mahy, “O custo e a efectividade do
Planeamento Familiar na redução do número de crianças com
a infecção do HIV” Apresentação para a XVI Conferência
Internacional sobre o SIDA e DTSs em África, Adis Abeba, 04–08
Dezembro de 2011.
Ibid.
88
89
90
Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para
a Infância e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/
SIDA, Actualização Global do Tratamento de HIV 2013: Resultados,
impactos e oportunidades, OMS, Genebra, Junho de 2013; Ong’ech,
John O., et al, “Provisão de serviços e atendimento para crianças
expostas ao HIV: Comparação entre os modelos do Centro de
Saúde materno-infantil e da Clínica de Cuidados Abrangentes de
HIV”, Jornal do Síndroma de Imunodeficiência Adquirida, vol. 61,
n. 1, 1 de Setembro de 2012, pp. 83–89; Fayorsey Ruby, N., et
al, “Descentralização dos Cuidados e Tratamento em cinco países
da África Subsaariana”, Jornal do Síndroma de Imunodeficiência
Adquirida, vol.. 62, n° 5, 15 de Abril 2013, pp. 124–130, BoltonMoore, Carolyn, et al, “Resultados clínicos e a resposta das células
CD4 em crianças recebendo terapia anti-retroviral em Instituições de
Cuidados de Saúde Primários na Zâmbia”, Jornal da Associação
Médica Americana, vol. 298, n° 16, 24 de Outubro de 2007, pp.
1888–1899.
Instituto de Medicina das Academias Nacionais, “Sumário de
Avaliação do PEPFAR”, Breve Relatório, Imprensa da Academias
Nacional, Washington, DC, Fevereiro de 2013 e Miller, Elizabeth e
Michael Samson, “Protecção Social: Sensível ao HIV; O estado da
evidência na África Subsaariana, 2012”, Fundo das Nações Unidas
para a Infância e o Instituto de Pesquisa Económica e Política, Nova
Iorque e Cidade do Cabo, Julho de 2012.
100
Esses países incluem Angola, Botsuana, Burkina Faso, Burundi,
Camarões, Chade, Costa do Marfim, República Democrática
do Congo, Etiópia, Gana, Índia, Quénia, Lesoto, Malawi,
Moçambique, Namíbia, Nigéria, Ruanda, África do Sul, Sudão,
Suazilândia, Uganda, República Unida da Tanzânia, Zâmbia e
Zimbabwe; e Mahy, Mary, et al, “O que será necessário para
atingir a eliminação virtual da transmissão vertical? Uma avaliação dos progressos actuais e futuras necessidades” Doenças
Sexualmente Transmissíveis, vol. 86, suplemento 2, Dezembro de
49
2010, pp. ii48–ii55.
101
Ibid.
102
Organização Mundial da Saúde, A participação dos homens na
prevenção da transmissão vertical, OMS, Genebra, 2012.
103
Governo do Ruanda, Federação Internacional do Planeamento da
Paternidade, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/
AIDS, Fundo das Nações Unidas para a População e Organização
Mundial de Saúde, “Ligando Saúde Sexual e Reprodutiva e o HIV:
Caminhos para a integração – Um estudo de caso no Ruanda – Um
vislumbre do futuro – A eliminação de novas infecções pelo HIV
entre crianças e manter as suas mães vivas”, Governo do Ruanda,
IPPF, ONUSIDA, FNUAP e da OMS, Ruanda, 2013, p.13.
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
104
Thorne, Claire et all, Prevenção da Transmissão Vertical do vírus
da Imunodeficiência Humana entre mulheres grávidas, que usam
drogas injectáveis na Ucrânia2000-10 “Dependência” vol. 107,
n˚1, 1 de Janeiro 2012, pp. 118–128.
105
Coligação Internacional para a prontidão do Tratamento
“Falhando o alvo 10: Comunidades e Iniciativa de Tratamento
2.0 – Providenciar a expansão do próximo tratamento”, ITPC,
Banguecoque e Nova Iorque, Outubro de 2012.
106
Departamento das Nações Unidas para os Assuntos Económicos e
Sociais, Divisão da População, “Prospecto da População Mundial”:
Revisão de 2012, CD-ROM, DESA, Junho de 2013.
107
Fundo das Nações Unidas Para Infância, Progresso Para as
Crianças: Relatório sobre os adolescentes, N° 10, UNICEF, Nova
Iorque, Abril 2012, p. 9.
108
Análise do UNICEF das estimativas do HIV/SIDA da ONUSIDA de
2012.
109
ONUSIDA 2012, Estimativas não publicadas do HIV e SIDA.
110
Bases de dados globais do UNICEF, 2013, Baseado no IDS, MICS e
outros inquéritos nacionais, 2008–2012.
111
Ibid; e Mahy, Mary, Jesus Maria Garcia-Calleja e Kimberly Anne
Marsh, “Tendências da Prevalência do HIV entre os jovens em
epidemias generalizadas: Implicações na monitoria da epidemia
do HIV” Doenças Sexualmente Transmissíveis, vol. 88, 2012, pp.
65–75.
112
Rede da Redução de Danos da Eurásia, Jovens e o Uso de Drogas
injectáveis em Países Seleccionados da Europa Central e do Leste,
EHRN, Vilnius, 2009.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA e
Organização Mundial da Saúde, “Quadro Comum de Acção
Estratégica para Acelerar a Expansão da Circuncisão Masculina
Voluntária e Prevenção do HIV na África Oriental e Austral”
2012–2016,ONUSIDA e OMS, Genebra, Novembro 2011, p. 7.
113
para a Infância, O Estado das Crianças no Mundo, 2014 (em
preparação). (iv) Os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio,
Relatório de 2013, das Nações Unidas, Nova Iorque, Junho de
2013, p. 33 (v) Organização Mundial da Saúde, “Gravidez na
Adolescência”: Ficha n°364, OMS, Genebra, Maio de 2012,
<http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs364/en>, acedida
a 23 de Outubro,2013; (VI) Base de dados globais do UNICEF de
2013, Baseado no IDS, MICS e outros inquéritos, 2006–2012. (vii)
Pinheiro, Paulo Sérgio, Relatório Mundial sobre Violência contra
Crianças, Nações Unidas, Genebra, 2006, p. 12. (viii) Base de
dados globais do UNICEF de 2013, Baseado no IDS, MICS e outros
inquéritos, 2006–2012.
119
Análise do UNICEF das estimativas do HIV/SIDA da ONUSIDA de
2012.
120
Ibid.
121
Leclerc-Madlala, Suzanne, “Disparidades e Sexo entre Gerações na
África Austral: A dinâmica da híper-vulnerabilidade”, SIDA, vol. 22,
Suplemento 4, Dezembro de 2008, pp. S17–S25; Leclerc-Madlala,
Suzanne, “Escritos culturais para parcerias múltiplas e concorrentes
na África Austral: Por que é que a prevenção do HIV precisa da
antropologia, Saúde Sexual, vol. 6, n° 2 de Maio de 2009, pp.
103–110; Stroeken, Koen, et al., “HIV entre os jovens fora da
Escola na África Oriental e Austral: Uma revisão”, Cuidados do
SIDA, vol. 24, n°. 2, Fevereiro de 2012, pp. 186–194; e Cluver,
Lucie, et al., ‘Sexo Transaccional entre Adolescentes Órfãos e
Afectados pelo SIDA devido ao abuso e a pobreza extrema “, Jornal
do Síndroma da Imunodeficiência Adquirida, vol. 58, n° 3, 01 de
Novembro de 2011, pp. 336–343.
122
Baral, Stefan, et al., “HIV – Riscos e Associações da infecção pelo
HIV entre homens que fazem sexo com homens zonas Peri Urbanas
da Cidade do Cabo, África do Sul, BMC Public Health, vol. 11,
n° 1, 5 de Outubro de 2011, pp. 766–773; E Fay, Heather, et al,
“Estigma e o Acesso aos cuidados de Saúde, e o conhecimento
sobre o HIV entre homens que fazem sexo com homens no Malawi,
Namíbia e Botsuana “, Comportamento do SIDA, vol. 15, n° 6 de
Agosto de 2011, pp. 1088–1097.
123
Comissão sobre o SIDA na Ásia, Redefinir o SIDA na Ásia:
Engendrar uma resposta eficaz, Imprensa da Universidade de
Oxford, Nova Deli, 2008.
124
Fundo das Nações Unidas para a Infância, Vivendo em Perigo:
Jovens de Populações Chave e a epidemia do HIV na Ásia-Pacífico
(Ainda por publicar).
125
Organização Nacional de Controlo do SIDA – Índia, Ministério da
Saúde e Bem-Estar da Família, Governo da Índia, “Posto sentinela
de 2010–11: Uma resumo técnico”, Governo da Índia, Nova
Deli, Setembro de 2012 e; Bureau de Epidemiologia da Tailândia
“Relatório da Vigilância Serológica do HIV 2011 Tailândia – 29º
Ronda”, Banguecoque, 2012.
126
Equipa de Prevenção do HIV/SIDA entre homens que fazem sexo
com homens de Chengdu: “Situação da Prevenção do HIV/SIDA e
Análise da Resposta entre os Homens que fazem sexo com Homens
de Shegndu” Apresentação da Equipa de Prevenção do HIV/SIDA
de homens que fazem sexo com homens e populações transexuais,
na reunião da Initiative Multi-City, Hong Kong, 07–09 Dezembro de
2010.
127
Organização Nacional para o Controlo do SIDA, Índia, Ministério
da Saúde e Bem-Estar da Família e o Governo da Índia, “Posto sentinela de 2010–11: Um resumo técnico”, Governo da Índia, Nova
Deli, Setembro de 2012.
128
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA,
ONUSIDA Relatório sobre a Epidemia Global do SIDA: anexos,
ONUSIDA, Genebra, 2012.
129
República Socialista do Vietname, “Quarto Relatório Nacional sobre
o acompanhamento da aplicação da Declaração de Compromisso
Ibid.
114
115
Os 14 países prioritários na África são: Botsuana, Etiópia, Quénia,
Lesoto, Malawi, Moçambique, Namíbia, Ruanda, Suazilândia,
África do Sul, República Unida da Tanzânia, Uganda, Zâmbia e
Zimbabwe.
116
Cherutich, Pedro, et al., “O Progresso na Prestação de Serviços
para a Circuncisão Masculina Médica e Voluntária”: Quénia,
2008–2011, Morbidade e Mortalidade, Relatório Semanal, vol. 61,
n° 47, 30 de Novembro de 2012, pp. 957–961.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, Relatório
Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do SIDA
2013, ONUSIDA, Genebra, 2013, p. 18.
117
(i) Silverman, Jay G., “Trabalhadoras do Sexo Adolescentes:
Invisibilidade, Violência e o HIV”, Arquivos da Doenças na Infância,
vol. 96, n° 5, 28 de Fevereiro de 2011, pp. 478–481; (ii) Base
de dados globais do UNICEF de 2013, Baseado no IDS, MICS
e outros inquéritos, 2006–2012; (iii) Fundo das Nações Unidas
118
50
sobre o HIV e SIDA: Período de referência: Janeiro 2008 –
Dezembro de 2009”, Governo do Vietname, Hanói, Março de
2010.
Programa Nacional do SIDA (Mianmar), Departamento da Saúde
e Ministério da Saúde, Relatório da Vigilância da Sero-prevalência,
2012, Programa Nacional do SIDA, Naypyidaw (Mianmar), em
Fevereiro de 2013, p. 33.
130
131
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA: Relatório
sobre a Epidemia Global do SIDA anexos, ONUSIDA, Genebra,
2012, P 30.
132
Emmanuel, Faran, et al, “Segunda Geração da vigilância do HIV/
SIDA no Paquistão: Resultados da 4 ª ronda do Comportamento
Integrado e Pesquisa Biológica 2011–2012”, Infecções Sexualmente
Transmissíveis, publicado online: 02 de Agosto de 2013, doi:
10.1136/sextrans-2013-051161.
133
Busza, J., et al., “Comportamento no uso dos serviços entre os
jovens que injectam drogas na Albânia, Moldávia, Roménia e
Sérvia”, Jornal Internacional da Política da Droga, vol. 24, n° 5,
Setembro 2013, pp. 423–431, e Escritório Regional das Nações
Unidas para a ECL/CEI, Experiências do campo: A prevenção do
HIV entre a maioria dos adolescentes em risco na Europa Central
e do Leste e na Comunidade de Estados Independentes, Escritório
Regional para a CEE/CIS, Genebra, UNICEF 2013.
134
Bases de dados globais do UNICEF, 2013, Baseado no IDS, MICS e
outros inquéritos nacionais, 2008–2012.
135
Organização Mundial de Saúde, “Declaração sobre o
Aconselhamento e Testagem do HIV: OMS, ONUSIDA reafirmar
a oposição aos testes obrigatório de HIV” OMS, Genebra, 28 de
Novembro de 2012, <www.who.int/hiv/events/2012/world_aids_
day/hiv_testing_counselling/en/index.html>, acedida a 3 de Junho
de 2013.
136
Kasedde, Susan, et al, “Reduzir o HIV e o SIDA em adolescentes:
oportunidades e desafios”, Relatórios Correntes do HIV/SIDA, vol.
10, n° 2, Junho de 2013, pp. 159–168.
137
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Comissão
Global sobre o HIV e a Lei: Riscos, Direitos e Saúde, PNUD, Nova
Iorque, Julho de 2012.
138
Evans, Denise, et al., “Resultados do Tratamento de adolescentes
infectados pelo HIV que frequentam as clínicas de HIV do sector
público em Gauteng e Mpumalanga, África do Sul”, AIDS
Research and Human Retroviruses, vol. 29, n° 6, Junho de 2013,
pp. 892–900, e Shroufi, Amir, et al, “Adolescentes infectados pelo
HIV na África do Sul podem conseguir bons resultados no tratamento: Resultados de um estudo retrospectivo de uma coorte”, O
SIDA, vol. 27, n° 12, 31 de Julho de 2013, pp. 1971–1978.
139
140
Ferrand, Rashida A., et al., “Inquérito em Crianças com Acesso
aos Serviços de HIV numa configuração de alta prevalência de
HIV: Hora de Contar os Adolescentes?”, Boletim da Organização
Mundial da Saúde, vol. 88, n° 6, Junho de 2010, pp. 428–434;
Ferrand, Rashida A., et al, “As causas de hospitalização aguda
na adolescência: O peso e o espectro de morbidade relacionada
com o HIV num país com um início precoce e grave da epidemia
do HIV – um estudo prospectivo”, PLoS Medicine, vol. 7, n° 2, 2
de Fevereiro de 2010, pp. 1–11; Ferrand, Rashida A., et al, “A
infecção do HIV não diagnosticada entre os adolescentes que
procuram os cuidados primários de saúde no Zimbabué”, Doenças
Infecciosas, vol. 51, n°. 7, 2010, pp. 844–851; Arrivé, Elise, et al,
“Divulgação do Estado Serológico e a Retenção nos Cuidados e
Terapia Anti-retroviral (TARV) de Adolescentes Infectados pelo HIV na
África Ocidental”, PLoS One, vol. 7, n° 3, 21 de Março de 2012.
Ferguson, Jane, et al., “Directrizes da OMS sobre a testagem
e Aconselhamento e Cuidados para Adolescentes” Poster da
Conferência, a Organização Mundial de Saúde, Genebra, 2013.
141
Children Helpline International, Relatório Anual 2012: Dar voz às
crianças e jovens em todo o mundo, Children Helpline International,
Amsterdão, Junho de 2013.
142
Schwartlander, Bernhard, et al., “Rumo a uma abordagem de investimento melhorado para uma resposta eficaz ao HIV/SIDA”, Lancet,
vol. 377, n° 9782, 11 de Junho de 2011, pp. 2031–2041.
143
Birdthistle, Isolda, et al, “Investir nos Jovens: Uma revisão dos
gastos ao nível nacional para a prevenção do HIV de jovens em 16
países com epidemias generalizadas de HIV”’., Apresentado na XIX
Conferência Internacional do SIDA, em Washington, DC, 22–27
Julho de 2012; e a análise do UNICEF de dados não publicados do
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA, na Base
de Dados de Avaliações Nacionais dos Gastos do SIDA, Fevereiro
de 2013.
144
Fundo das Nações Unidas para a Infância e o Future Institute, O
Impacto e os Custos do Quadro de Investimento do HIV/SIDA para
os Adolescentes, UNICEF, Nova Iorque, 2013 (documento não
publicado).
145
Nesse período, o exercício de modelagem foi realizado, apenas
em 2011 e as estimativas estavam disponíveis. O modelo e os
resultados foram validados por especialistas do programa antes
do lançamento das novas estimativas de 2012 de cada país pela
ONUSIDA em Setembro de 2013. Os números relativos aos adolescentes quer de novas infecções, quer dos que vivem com o HIV ou
das mortes registadas devido ao HIV, aqui reportados em algumas
partes deste relatório, podem diferir das estimativas reais dos países
em 2012.
146
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA
e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,
“Compreender e agir sobre o Activadores Críticos e
Desenvolvimento de Sinergias para os Investimentos Estratégicos”
PNUD, Nova Iorque, 2012.
147
Anderson, Mark, et al, “Violência contra as Crianças na
Suazilândia: Os resultados de uma pesquisa nacional sobre a
violência contra as crianças na Suazilândia – 15 Maio – 16 Junho,
2007”, Fundo das Nações Unidas para a Infância e Centro para o
Controle e Prevenção dos Estados Unidos e Universidade da Saúde
e Ciências Associadas de Muhimbili “Violência contra as Crianças,
na Tanzânia: Os resultados de uma pesquisa nacional de 2009”,
UNICEF, Dar es Salaam, Agosto de 2011.
148
Jewkes, Rachel K., et al., “Violência do Parceiro Íntimo –
Relacionamento, Poder, Desigualdade e a Incidência da Infecção
pelo HIV em Mulheres Jovens na África do Sul: Um estudo de
coorte”, Lancet, vol. 376, n° 9734, 3 de Julho de 2010, pp.
41–48; Kouyoumdjian e Fiona, et al, “Violência do Parceiro Íntimo
está Associada à Incidência da Infecção pelo HIV em Mulheres
no Uganda”, O SIDA, vol. 27, n° 8, 15 de Maio de 2013, pp.
1331–1338.
149
Organização Mundial da Saúde, Estimativas Globais e Regionais
da Violência contra as Mulheres, OMS, Genebra, 2013, p. 22.
150
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/SIDA
e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,
“Compreender e Agir sobre os Activadores Críticos e o
Desenvolvimento de Sinergias para os Investimentos Estratégicos “,
PNUD, Nova Iorque, 2012.
151
Grupo de Trabalho Interagências sobre a Juventude “A intersecção
entre o Empoderamento Económico da Juventude e a Saúde Sexual
e Reprodutiva”, As Lentes da Juventude em Saúde Reprodutiva e o
HIV/SIDA, Pesquisa Breve, n°. 37, FHI 360, Washington, DC, Maio
de 2013; Programa conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/
SIDA e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,
“Compreender e Agir sobre os Activadores Críticos e o
Desenvolvimento de Sinergias para Investimentos Estratégicos “,
PNUD, Nova Iorque, 2012, e; Lutz, Brian, “As Transferências de
51
Dinheiro podem (condicionalmente) contribuir para a prevenção
do HIV em Raparigas?” Documento para discussão sobre Boas
Políticas e Práticas em HIV e Educação para a Saúde: Caderno 7
– Igualdade de género, HIV e educação, UNESCO, Paris, França,
2012, p. 38.
152
153
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
154
Erulkar, Annabel, et al, “Toque e Reposição da Juventude (TRY):
Providenciar o apoio social, económico e oportunidades de microcrédito para as mulheres jovens em áreas com alta prevalência do
HIV”, Panfleto SEED, vol. 23, Concelho da População, Nova Iorque,
2006 e; Baird, Sarah J., et al, “Efeito de um programa de transferência de dinheiro para o ensino em zonas de Prevalência do HIV e
Herpes Simplex de tipo. 2 no Malawi: Um ensaio aleatório” Lancet,
vol. 379, n°. 9823, 7 de Abril de 2012, pp. 1320–1329.
Rijsdijk, Liesbeth E., et al, “O Mundo Começa Comigo: Uma
avaliação a vários níveis de um programa abrangente de educação
sexual visando adolescentes no Uganda”, BMC Saúde Pública, vol.
11 de 18 de Maio de 2011, pp. 334–346; Grupo de Trabalho
Interagências sobre Educação, Comunicação e Ferramentas de
Advocacia: Guia do Utilizador, Instituto Americano para a Pesquisa,
Washington, DC, Janeiro de 2013, pp. 18–22; Jukes, Matthew,
Stephanie Simmons e Donald Bundy, “Educação e Vulnerabilidade:
O papel da escola na protecção do HIV em mulheres jovens
e raparigas na Africa Austral, O SIDA, vol. 22, suplemento 4,
Dezembro de 2008, pp. S41–S56; E Baird, Sarah J., et al, Efeito
de um programa de transferência de dinheiro para a educação
em zonas de prevalência de HIV e Herpes Simplex de tipo. 2 n°
Malawi: Um ensaio aleatório” Lancet, vol. 379, n°. 9823, 7 de
Abril de 2012, pp. 1320–1329.
Jukes, Matthew, Stephanie Simmons e Donald Bundy, “Educação
e Vulnerabilidade: O papel da escola na protecção do HIV entre
mulheres jovens e raparigas na Africa Austral, O SIDA, vol. 22,
suplemento 4, Dezembro de 2008, pp. S41–S56.
155
Dados disponíveis na Organização Mundial da Saúde de 155
países “Inquérito Global da Saúde em Estudantes baseados nas
escolas” OMS, Genebra, <www.who.int/chp/gshs/en/index.html>.
156
Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura, Orientação Técnica e Internacional sobre Educação Sexual:
uma abordagem baseada em evidências para as escolas, professores e educadores de saúde, UNESCO, Paris, Dezembro de 2009;
e Kivela, Jari, Evert Ketting e Rob Baltussen, “Análise do Custo de
Programas de Educação Sexual Escolar em seis países”, Custo
Eficácia e Alocação de Recursos, vol. 11, n. 17, 1 de agosto de
2013, pp. 1–7.
157
Jukes, Matthew, Stephanie Simmons e Donald Bundy, “Educação
e Vulnerabilidade: O papel da escola na protecção do HIV entre
mulheres jovens e raparigas na Africa Austral, O SIDA, vol. 22,
suplemento 4, Dezembro de 2008, pp. S41–S56.
158
Organização da Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA
e a Equipa de Trabalho Interagências de Educação, 2011–2012.
O Sector de Educação e o HIV e a Pesquisa Global sobre o SIDA:
Progressão, regressão ou estagnação? UNESCO, Paris, 2013;
Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura, Orientação Técnica Internacional sobre a Educação Sexual:
Uma abordagem baseada em evidências para escolas, professores
e educadores de saúde, UNESCO, Paris, Dezembro de 2009.
159
Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a
Cultura, Orientação Técnica Internacional sobre Educação Sexual:
Uma abordagem baseada em evidências para as escolas, professores e educadores de saúde, UNESCO, Paris, Dezembro de 2009.
160
Valério, Alexandria, et al, “Educação e HIV/SIDA: Um manual de
programas de prevenção de HIV/SIDA”, documento de trabalho,
Banco Mundial, Washington, DC, 2003; Beasley, Michael, Valerio,
Alexandria e Donald AP Bundy, eds, Educação e o HIV/SIDA: Um
52
manual de programas de prevenção do HIV/SIDA – abordagens
sectoriais na Educação, vol. 2, Banco Mundial, Washington, DC,
2008; Fundo das Nações Unidas para a Infância, Parceria para
o Desenvolvimento da Criança e o Banco Mundial, Promovendo a
Educação de Qualidade para Crianças Órfãs e Vulneráveis: Um
manual de experiências do programa na África Oriental e Austral,
UNICEF, Nova Iorque, Novembro de 2009; e O’Connell, Tara,
Mohini Venkatesh e Donald Bundy, eds, Fortalecimento da Resposta
do Sector da Educação para a Saúde Escolar, Nutrição e o HIV/
SIDA na região do Caribe: Uma pesquisa rápida em 13 países,
Banco Mundial, Washington, DC, Março de 2009.
161
Bundy, Donald, Repensando a Saúde Escolar: Uma componente
chave da educação para todos, Direcções para o Desenvolvimento,
Séries Banco Mundial, Washington, DC, 2011.
162
Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/
SIDA, Grupo de Trabalho interagências sobre Educação, Sector de
Educação e o HIV/SIDA Progresso da Pesquisa Global: Progressão,
regressão ou estagnação? UNESCO, Paris, 2013.
163
Equipa de Trabalho para a Consulta Global Temática de Saúde
para a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. “Saúde no
Pós-2015, Agenda: Relatório da consulta global temática sobre
saúde”, O Mundo que Queremos, Abril de 2013, p. 65.
164
Declaração Política das Nações Unidas, sobre o HIV/SIDA:
Intensificar os nossos esforços para eliminar o HIV e o SIDA, A/
RES/65/277, Nações Unidas, Nova Iorque, 10 de Junho de 2011.
165
Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento,
para além de 2014, “Declaração de Bali do Fórum Global da
Juventude”, CIPD, Nova Iorque, Dezembro de 2012.
166
“Sobre Nós”, 2010, <www.iattcaba.org/web/guest/aboutus>, acedida a 18 de Setembro de 2013, e Grupo de Trabalho
Interagências para a prevenção do HIV e os Jovens; Sobre a IATT,
de 2013, <www.youngpeopleandhiv.org/iatt_about.html>, acedida
a 18 de Setembro de 2013.
167
Grupo de Trabalho Interagências sobre a prevenção e o tratamento
da infecção pelo HIV em mulheres grávidas, mães e crianças, Nova
Iorque, 2013, <www.emtct-iatt.org>, acedida a 18 de Setembro de
2013.
168
Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos
Humanos, “Comité dos Direitos da Criança”, OHCHR, Genebra,
<www2.ohchr.org/english/bodies/crc/>, acedida a 20 de Agosto
de 2013.
169
Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados,
Deslocamento: O novo desafio do século 21 – ACNUR tendências
mundiais de 2012, ACNUR, Genebra, Junho de 2013.
170
Governo de Moçambique, “Relatórios do Ministério da Saúde:
TARV”, do Ministério da Saúde de Moçambique, de 2013, <www.
misau.gov.mz/index.php/hiv-sida/cat_view/82-hivsida/89informacao-estrategica-relatorios/90-relatorios-tarv>, acedida a 2 de
Outubro de 2013.
171
Grupo de Trabalho de Interagências para enfrentar o HIV em
situações de emergência humanitária, “Tratamento do HIV interrompido num conflito esquecido: A República Centro-Africana”,
Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e o
Programa Mundial para a Alimentação, Agosto de 2013 e o
Comité Permanente Interagências, Directrizes da IASC para abordar
intervenções do HIV em situações humanitárias, IASC, Genebra,
Setembro 2010. http://www.space.com/images/i/000/033/142/
original/GV-FP-239rv3.jpg?1380296021
Anexo: Quadros estatísticos
NOTAS SOBRE OS DADOS
Fontes de dados e a compilação
Os dados e as análises apresentadas no Sexto Relatório
de Balanço provêm de informações dos bancos de dados
globais do UNICEF, que são compilados a partir de várias
fontes. Estes dados incluem dados nacionais e representativos, recolhidos nas pesquisas domiciliares - por exemplo,
Pesquisas Demográficas e de Saúde, Pesquisas dos
Indicadores Múltiplos e Pesquisas sobre Saúde Reprodutiva;
recorre-se também aos programas e serviços nacionais de
estatísticas que são recolhidas anualmente pela ONUSIDA,
UNICEF e OMS para a elaboração do Relatório de
Progresso da Resposta Global contra o SIDA (GARPR):
estimativas nacionais sobre as necessidades de cuidados e
tratamento do HIV, modeladas pela ONUSIDA e a OMS,
em colaboração com os países, e estimativas do número de
nascimentos anuais por país da Divisão da População das
Nações Unidas.
Em 2013, a ONUSIDA, UNICEF e OMS recolheram dados
da cobertura dos programas nacionais de HIV em todo o
mundo, através do processo para a elaboração do GARPR
de 2013, o que constituiu uma ferramenta de comunicação
utilizada para monitorar e reportar o progresso a nível
nacional do avanço em relação aos objectivos e metas do
HIV e o SIDA. Esta ferramenta compreende indicadores
que acompanham o progresso rumo ao acesso universal da
prevenção, tratamento e cuidados, incluindo intervenções
de HIV para as mulheres e crianças, tais como a prevenção
vertical e o tratamento do HIV pediátrico. A ferramenta
apoiou também, a recolha de dados actualizados nas
pesquisas domiciliares sobre os conhecimentos de HIV e
o comportamento sexual. O GARPR substitui a ferramenta
do Relatório Conjunto sobre a resposta do HIV e SIDA, do
sector da saúde e recolhe os dados do programa de HIV
num período de 12 meses isto é, de Janeiro a Dezembro
de 2013.
As estimativas sobre os cuidados de HIV e as
necessidades de tratamento das crianças e
mulheres grávidas
Em 2013, a ONUSIDA e a OMS aperfeiçoaram a metodologia para calcular as estimativas do HIV e SIDA de modo
a reflectir dados mais confiáveis que são disponibilizados
a partir dos inquéritos populacionais de base, sistemas
de vigilância epidemiológica nos postos sentinela a nível
nacional e os programas e serviços estatísticos nos vários
países. Como resultado do aperfeiçoamento da metodologia,
a ONUSIDA produziu retrospectivamente novas estimativas
da prevalência do HIV, do número de pessoas vivendo com
o HIV, das necessidades de tratamento de HIV pediátrico e
de crianças cujos pais morreram devido a todas as causas ou
pelo SIDA de anos anteriores.
Para assegurar a consistência e estabelecer uma medida
comparativa do progresso, a análise das tendências
deve ser recalculada utilizando apenas as estimativas
recém produzidas.
Do mesmo modo, foram aperfeiçoadas as estimativas
globais sobre o número de crianças que precisam da
terapia anti-retroviral e do número de mulheres grávidas
vivendo com o HIV. Foram recalculadas as taxas de cobertura entre 2005-2011, utilizando as estimativas recém
produzidas. Estas estimativas incluíram os dados recentes
reportados pelos países em 2012. Os métodos e os
pressupostos da ONUSIDA e da OMS e o modelo para
elaborar as estimativas continua a evoluir e são regularmente actualizados à medida que são disponibilizados
novos dados. Como resultado, a proporção estimada de
crianças (0-14 anos) que receberam terapia anti-retroviral
em 2012 é de 34%, o que não difere muito da cobertura
estimada e publicada nos relatórios de balanço anteriores.
Qualquer alteração na estimativa da cobertura não está
relacionada ao aumento ou diminuição do número de
crianças que necessitam de receber a terapia anti-retroviral,
mas sim, devem-se às mudanças na metodologia de cálculo
das estimativas e na cobertura das intervenções dos
programas chave do HIV e SIDA, e em particular da PTV.
Perante estas mudanças as taxas de cobertura de 2012 não
devem ser comparadas com os valores da cobertura publicadas em versões anteriores dos relatórios de progresso,
incluindo os mesmos dados. Por esta razão e para o
relatório deste ano, foram recalculadas todas as estimativas
dos anos anteriores quer da terapia anti-retroviral pediátrica
como dos anti-retrovirais para a PTV. De uma forma geral,
as diferenças entre as estimativas recém produzidas e as
estimativas publicadas anteriormente não estão relacionadas com as tendências ao longo do tempo e portanto,
não são comparáveis. Do mesmo modo, aplica-se a outras
estimativas revistas, comparáveis com as estimativas
publicadas em anos anteriores. As tendências ao longo do
tempo podem ser avaliadas, no entanto, a utilização de
novas revisões metodológicas da ONUSIDA são aplicadas
retrospectivamente em dados anteriores do HIV e SIDA.
Detalhes adicionais sobre o dados, relatórios específicos
e por países específicos e a metodologia para estimativas de HIV, podem ser encontrados no seguinte site
www.unaids.org.
53
TABELA 1
Eliminação de novas infecções pelo HIV em crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado Plurinacional de)
Bósnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Estado da Palestina Estados Unidos
54
Cobertura dos
Estimativa da
cuidados pré-natais
prevalência do
pelo menos uma
HIV (%) entre
visita (%),
adultos (dos 15
2008–2012*
aos 49 anos), 2012
<0.1
17.9
–
–
–
2.3
–
–
–
0.4
0.2
–
–
0.2
–
–
<0.1
–
–
1.4
1.1
0.4
0.3
–
23.0
–
–
–
1.0
1.3
0.2
0.2
4.5
0.8
–
–
2.7
0.4
–
–
0.5
2.1
2.8
3.2
0.3
–
<0.1
–
1.2
–
<0.1
0.6
–
0.6
0.7
–
–
–
–
–
48
97
97
100
–
80
100
97
89
99
99
98
–
77
98
100
55
100
–
96
86
100
86
87
94
98
99
–
94
99
97
98
85
89
100
99
53
–
94
99
97
92
93
91
90
–
100
–
92
100
74
94
100
84
70
97
100
–
98
–
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Número
anual de
nascimentos
(milhares),
2012
1,053
1,102
40
699
–
934
1
565
946
695
41
305
80
168
6
20
3,150
4
129
8
371
103
273
34
48
3,009
7
70
683
443
15
10
820
386
391
340
579
246
18,455
13
912
26
165
731
74
41
108
64
24
–
1,898
128
131
328
230
58
21
493
130
4,226
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Estimativa
baixa
Estimativa
alta
–
280,000
–
–
–
15,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,400
–
–
–
13,000
–
–
–
5,400
5,100
–
–
27,000
–
–
–
12,000
–
–
–
–
–
3,100
20,000
–
–
–
–
<500
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
<100
260,000
–
<500
–
12,000
–
–
–
1,400
<100
<100
<100
<100
–
–
<100
<100
<200
<100
2,900
<200
<200
–
11,000
3,900
–
<100
4,400
3,900
<100
<100
23,000
<1,000
<200
–
10,000
<100
–
–
1,400
<200
2,700
16,000
–
<100
<100
<100
<500
–
<100
<500
–
<500
<500
<100
<100
<500
–
3,200
<1,000
310,000
–
<500
–
19,000
–
–
–
2,400
<100
<200
<200
<100
–
–
1,400
<100
<500
<100
4,000
<500
<1,000
–
14,000
5,300
–
<100
6,700
6,500
<100
<100
31,000
2,300
<500
–
16,000
<500
–
–
2,800
<500
3,500
24,000
–
<100
<100
<100
<500
–
<200
<1,000
–
1,200
<1,000
<100
<100
<1,000
–
11,000
Número estimado de mulheres
Número reportado
grávidas vivendo com o HIV que
de mulheres grávidas
recebeu
os ARVs para a PTV, 2012
vivendo com o HIV
Estimativa Estimativa
que recebeu os ARVs
Estimativa
baixa
alta
para a PTV, 2012
7
234,952
1
–
–
2,656
–
–
–
1,612
13
–
–
35
–
–
16
–
–
40
1,349
203
163
1
12,207
7,641
–
–
3,582
2,742
9
244
17,362
1,058
–
302
1,680
–
–
–
854
–
579
13,294
37
–
106
–
63
–
9
166
–
550
291
–
–
–
–
–
–
83
–
–
–
17
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
40
–
–
–
>95
–
–
–
66
54
–
–
64
–
–
–
14
–
–
–
–
–
19
68
–
–
–
–
20
–
–
–
–
–
46
–
–
–
–
–
1
75
–
–
–
14
–
–
–
63
22
–
–
37
–
–
4
–
–
44
34
83
21
–
86
>95
–
–
53
41
32
>95
56
61
–
–
11
–
–
–
30
1
17
55
–
–
>95
–
15
–
6
23
–
60
34
–
–
–
–
–
10
90
–
–
–
22
–
–
–
>95
>95
–
–
75
–
–
>95
–
–
60
47
>95
72
–
>95
>95
–
–
81
69
>95
>95
73
>95
–
–
18
–
–
–
59
2
22
84
–
–
>95
–
26
–
15
81
–
>95
69
–
–
–
–
–
Eliminação de novas infecções pelo HIV em crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
Países e zonas
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava da
Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Mali
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
Mianmar
Micronésia (Estados Federados da)
Moçambique
Cobertura dos
Estimativa da
cuidados pré-natais
prevalência do
pelo menos uma
HIV (%) entre
visita (%),
adultos (dos 15
2008–2012*
aos 49 anos), 2012
Número
anual de
nascimentos
(milhares),
2012
14
3,084
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Estimativa
baixa
Estimativa
alta
–
38,000
<100
32,000
<200
46,000
Número estimado de mulheres
Número reportado
grávidas vivendo com o HIV que
de mulheres grávidas
recebeu
os ARVs para a PTV, 2012
vivendo com o HIV
Estimativa Estimativa
que recebeu os ARVs
Estimativa
baixa
alta
para a PTV, 2012
–
1.3
–
43
–
99
23
–
–
–
–
–
–
–
–
0.2
<0.1
–
–
4.0
1.3
1.4
0.3
–
–
0.7
1.3
3.9
1.7
–
2.1
0.5
–
0.1
–
–
–
0.3
0.4
0.2
–
–
–
–
–
1.7
–
–
–
23.1
–
–
0.9
–
–
–
–
0.5
0.4
10.8
<0.1
0.9
–
0.1
1.2
0.4
0.2
0.6
–
11.1
–
100
91
100
100
95
98
96
98
100
–
93
92
93
85
86
90
97
–
47
100
81
74
74
96
97
78
100
–
–
99
99
–
99
100
92
92
96
79
93
–
100
–
86
97
95
99
75
100
77
–
84
96
83
80
91
1,690
18
2,383
61
792
53
77
794
59
2
110
474
16
63
428
26
265
208
98
752
–
–
17
25,642
4,736
1,454
1,037
71
5
156
563
50
1,071
192
67
57
23
62
150
130
–
34
6
781
516
639
8
705
4
739
14
131
2,269
922
2
995
–
–
–
–
–
1,500
–
9,500
–
–
–
–
–
2,200
6,300
–
5,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
16,000
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
68,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
94,000
–
<100
<200
<100
<1,000
1,300
<1,000
7,800
<100
–
<100
1,000
<100
1,600
5,000
<1,000
4,200
<500
<100
<500
–
–
–
27,000
8,100
<500
–
<100
<100
<100
<200
<500
<100
–
–
14,000
<100
–
<1,000
–
–
<100
<100
2,100
<500
61,000
<100
4,200
<100
<500
<100
<500
1,100
2,800
–
81,000
–
<100
<500
<100
1,700
1,900
1,300
11,000
<100
–
<100
4,600
<500
3,100
8,000
2,600
5,700
<1000
<100
2,400
–
–
–
49,000
20,000
1,100
–
<200
<100
<500
<500
<500
<100
–
–
17,000
<200
–
1,300
–
–
<100
<100
3,100
<1,000
75,000
<100
7,200
<100
<1,000
<100
<1,000
1,900
4,000
–
110,000
–
14
19
–
–
1,064
1,068
8,957
24
13
–
252
152
738
2,755
–
4,889
238
–
20
–
–
–
–
1,048
115
–
–
–
–
–
295
–
–
–
9,153
–
5
850
34
–
–
–
77
342
40,770
–
3,339
–
195
95
554
773
2,890
–
80,779
–
–
–
–
–
70
–
95
–
–
–
–
–
33
44
–
>95
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
58
–
–
87
–
–
–
–
–
–
60
–
–
–
–
–
–
–
–
–
86
–
71
9
–
–
57
80
77
36
–
–
8
48
25
34
–
85
37
–
1
–
–
–
–
5
11
–
–
–
–
–
61
–
–
–
52
–
–
69
–
–
–
–
2
48
54
–
44
–
35
>95
72
41
69
–
74
–
>95
18
–
–
87
>95
>95
79
–
–
36
>95
46
55
–
>95
60
–
6
–
–
–
–
13
27
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
64
–
–
>95
–
–
–
–
4
>95
67
–
77
–
65
>95
>95
67
>95
–
>95
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
–
15,828
–
41
–
35
–
49
55
TABELA 1
Eliminação de novas infecções pelo HIV em crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelândia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quirgizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática do Congo
República Democrática Popular do
Laos
República Dominicana
República Popular e Democrática
da Coreia
República Unida da Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé e Príncipe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri lanka
Sudão
Sudão do Sul
Suécia
Suíça
Suriname
Swazilândia
Tailândia
56
Cobertura dos
Estimativa da
cuidados pré-natais
prevalência do
pelo menos uma
HIV (%) entre
visita (%),
adultos (dos 15
2008–2012*
aos 49 anos), 2012
–
<0.1
–
13.3
–
0.3
0.3
0.5
3.1
–
–
–
–
–
–
0.7
0.5
<0.1
0.3
0.4
–
–
–
6.1
0.3
–
–
–
–
–
–
0.7
1.1
–
99
97
95
95
58
90
83
66
100
–
–
99
–
90
96
79
61
96
96
–
100
100
92
97
88
–
88
68
–
–
98
89
x
x
x
x
x
x
x
x
Número
anual de
nascimentos
(milhares),
2012
–
64
7
60
–
593
139
858
7,028
–
62
63
72
180
–
75
210
4,604
160
600
411
94
22
1,535
148
2
771
529
156
118
470
43
2,839
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Estimativa
baixa
Estimativa
alta
–
–
–
8,100
–
–
–
–
200,000
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
86,000
–
–
–
–
–
–
–
–
32,000
–
<100
–
6,700
–
<1,000
<200
2,500
170,000
–
<100
<100
<100
<100
–
<200
<1,000
1,000
<500
<1000
<200
<200
–
76,000
<100
–
<1000
–
–
<100
<100
<200
28,000
–
<100
–
9,700
–
1,200
<500
3,900
230,000
–
<100
<100
<100
<200
–
<500
1,100
3,200
<1,000
4,000
<500
<500
–
97,000
<200
–
1100
–
–
<100
<200
<500
37,000
Número estimado de mulheres
Número reportado
grávidas vivendo com o HIV que
de mulheres grávidas
recebeu
os ARVs para a PTV, 2012
vivendo com o HIV
Estimativa Estimativa
que recebeu os ARVs
Estimativa
baixa
alta
para a PTV, 2012
–
5
–
7,619
–
110
141
707
33,323
–
–
–
–
–
–
187
328
55
215
696
–
–
–
45,397
111
–
–
–
–
–
–
141
4,176
–
–
–
94
–
–
–
–
17
–
–
–
–
–
–
–
39
–
–
–
–
–
–
53
–
–
–
–
–
–
–
–
13
–
15
–
78
–
9
48
18
15
–
–
–
–
–
–
59
29
2
29
25
–
–
–
47
64
–
–
–
–
–
–
64
11
–
18
–
>95
–
18
>95
30
19
–
–
–
–
–
–
>95
51
6
>95
>95
–
–
–
60
>95
–
–
–
–
–
–
>95
15
0.3
54
181
–
<500
<500
49
–
13
19
0.7
99 x
218
–
<1,000
1,200
1,300
–
>95
>95
356
–
–
–
–
–
–
–
1,898
224
410
5
3
–
–
7
2
2
524
222
94
53
452
383
1,263
396
114
82
10
37
702
97,000
–
10,000
–
–
–
–
–
–
–
–
3,200
–
–
–
–
–
7,500
–
–
–
12,000
–
83,000
<100
9000
–
–
–
–
<100
–
–
2,000
2,300
<100
<100
1,100
<100
–
4,600
<100
<100
<100
11,000
4,400
110,000
<200
12,000
–
–
–
–
<100
–
–
3,300
4,800
<100
<100
2,700
<100
–
12,000
<200
<200
<200
13,000
6,200
73,955
–
9,057
1
12
–
–
36
17
4
1,000
3,018
–
–
57
5
191
1,002
–
–
107
10,167
4,918
77
–
87
–
–
–
–
–
–
–
–
93
–
–
–
–
–
13
–
–
–
83
–
66
–
75
–
–
–
–
42
–
–
30
67
–
–
2
6
–
8
–
–
>95
75
78
89
–
>95
–
–
–
–
86
–
–
48
>95
–
–
5
16
–
21
–
–
>95
92
>95
–
100
5.1
–
2.9
–
–
–
–
1.0
–
–
0.5
1.5
–
–
0.5
<0.1
–
2.7
–
–
1.1
26.5
1.1
88
94
98
93
99
100
–
98
100
–
93
93
99
–
26
99
74
40
100
–
91
97
99
x
x
x
x
x
x
Eliminação de novas infecções pelo HIV em crianças até 2015 e manter as suas mães vivas
Países e zonas
Cobertura dos
Estimativa da
cuidados pré-natais
prevalência do
pelo menos uma
HIV (%) entre
visita (%),
adultos (dos 15
2008–2012*
aos 49 anos), 2012
Número
anual de
nascimentos
(milhares),
2012
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Número estimado de mulheres
Número reportado
grávidas vivendo com o HIV que
de mulheres grávidas
recebeu
os ARVs para a PTV, 2012
vivendo com o HIV
Estimativa Estimativa
que recebeu os ARVs
Estimativa
baixa
alta
para a PTV, 2012
Estimativa
Estimativa
baixa
Estimativa
alta
–
–
5,100
–
–
–
–
–
–
–
100,000
–
–
–
<200
–
4,200
–
<500
<100
–
<100
–
2,000
88,000
<100
<500
–
<1,000
–
6,300
–
<500
<100
–
<200
–
3,900
120,000
<200
<1,000
–
62
–
4,411
–
–
9
–
–
–
5,220
73,870
–
508
–
–
–
86
–
–
–
–
–
–
–
72
–
–
–
11
–
70
–
–
17
–
–
–
>95
62
–
62
–
44
–
>95
–
–
52
–
–
–
>95
86
–
>95
–
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trindade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República Bolivariana)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
0.3
–
2.9
–
–
<0.1
–
–
–
0.9
7.2
0.7
0.1
–
79
84
72
98
96
98
99
92
97
99
93
96
99
84
x
x
x
265
40
245
3
20
189
111
1,268
–
495
1,591
49
623
7
0.6
0.4
12.7
14.7
94 x
94
94 x
90
601
1,440
608
439
–
–
79,000
68,000
1,000
<1,000
71,000
60,000
2,700
6,200
88,000
76,000
690
1,294
76,963
55,849
–
–
>95
82
25
11
87
72
67
86
>95
91
SUMÁRIO DOS INDICADORES
África subsaariana a/
África Oriental e Austral
África Ocidental e Central
África do Norte e Médio Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos desenvolvidos
Países de baixa e média renda
Mundo inteiro
4.5
6.9
2.3
0.1
<0.1
0.2
0.5
0.5
1.7
0.9
0.8
78
79
78
83
71
89
96
–
74
–
83
34,734
15,780
17,667
10,223
35,448
30,975
10,951
5,889
29,287
–
138,314
1,400,000
1,000,000
350,000
6,700
39,000
36,000
24,000
13,000
640,000
1,500,000
1,500,000
1,200,000
940,000
300,000
4,600
32,000
24,000
19,000
9,000
580,000
1,300,000
1,400,000
1,500,000
1,100,000
400,000
10,000
57,000
53,000
33,000
17,000
730,000
1,600,000
1,700,000
857,830
753,490
104,086
641
202
11,966
21,449
6,621
348,803
898,455
–
63
75
30
10
1
43
88
>95
63
62
–
55
66
26
6
<1
29
58
>95
52
57
–
73
85
36
14
1
66
>95
>95
74
70
–
DEFINIÇÃO DOS INDICADORES
Estimativa da prevalência de HIV (%) entre adultos dos
15 aos 49 anos, 2012: Percentagem de adultos (15-49 anos)
vivendo com HIV a partir de 2012.
Cobertura dos cuidados pré-natais - pelo menos uma
visita (%), 2008-2012: Percentagem de mulheres (15-49 anos),
que foi atendida por pessoal de saúde qualificado (médico,
enfermeiro, parteira) pelo menos uma vez durante a gravidez.
Número anual de nascimentos (em milhares), 2012:
Estimativa do número de nados vivos em 2012 (em milhares).
Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo com
o HIV, 2012: Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo
com o HIV a partir de 2012.
Número reportado de mulheres grávidas vivendo com
o HIV que recebeu a profilaxias de anti-retrovirais para
a PTV, 2012: Número de mulheres que testaram HIV-positivo,
durante as visitas às clínicas pré-natais, a quem foram
providenciadas anti-retrovirais (ARVs) mais eficazes para
prevenir a transmissão vertical do HIV. Exclui dose única de
nevirapina.
Estimativa da percentagem de mulheres grávidas vivendo
com HIV que recebeu anti-retrovirais para a PTV, 2012: A
estimativa é calculada dividindo o número reportado de mulheres
grávidas seropositivas, que recebeu anti-retrovirais mais eficazes
para a PTV (excluindo dose única de nevirapina) pelo número não
arredondado de mulheres grávidas vivendo com o HIV em 2012.
As estimativas pontuais e as variações são dadas aos países
com uma epidemia generalizada, enquanto que, aos países com
uma epidemia de baixa ou concentrada são dadas variações.
As variações das estimativas de cobertura são baseadas na
plausibilidade (incerteza) do denominador (ou seja, da estimativa
alta e baixa do número de mulheres grávidas vivendo com o HIV).
x
x
x
x
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
PRINCIPAIS FONTE DE DADOS
Estimativa da prevalência do HIV (%) entre adultos (15-49
anos), 2012: Relatório Global sobre a Epidemia do SIDA,
ONUSIDA 2013.
Cobertura dos cuidados pré-natais - pelo menos uma
visita (%), 2008-2012: Dados estatísticos fornecidos pelo
UNICEF, Secção de Dados e Análises, Setembro de 2013.
Número anual de nascimentos (em milhares), 2012:
Organização das Nações Unidas, Divisão da População.
Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo
com o HIV, 2012: Relatório sobre a Epidemia Global do SIDA,
ONUSIDA 2013.
Número reportado de mulheres grávidas vivendo com o
HIV que recebeu anti-retrovirais para a PTV, 2012: Relatório
de Progresso da Resposta Global contra o SIDA, ONUSIDA,
UNICEF, OMS, 2013.
Percentagem estimada de mulheres grávidas vivendo
com o HIV que recebeu anti-retrovirais para a PTV, 2012:
Relatório de Progresso da Resposta Global contra o SIDA,
ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013 e Relatório sobre a Epidemia
Global do SIDA, ONUSIDA 2013.
NOTAS
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a
população representa 50% ou mais, da população total
da região de interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são
incluídos no cálculo das médias regionais e globais, com
a excepção dos dados da Índia de 2005-2006. Não são
apresentadas as estimativas de anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se a apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período
de referência, estes são incluídos no cálculo das médias
regionais e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29
casos não ponderados). Não são apresentados dados com
menos de 25 casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são
classificados como tal pelo Banco Mundial desde Julho de
2013; Esses países formam a base para a análise de dados na
ONUSIDA, UNICEF e OMS.
57
TABELA 2
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Estimativa do número de crianças
(0–14 anos) vivendo com o HIV, 2012
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado
Plurinacional da)
Bósnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
58
Estimativa
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Estimativa do número de
crianças nascidas de
mulheres grávidas
vivendo com HIV e que
iniciou a profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
% de crianças nascidas de
mulheres grávidas vivendo
com o HIV e que iniciou a
profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
Baixa
Alta
Baixa
Alta
–
410,000
–
–
–
30,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
9,100
–
–
370,000
–
–
–
24,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7,700
–
–
450,000
–
–
–
39,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
11,000
–
–
280,000
–
–
–
15,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,400
–
<100
260,000
–
<500
–
12,000
–
–
–
1,400
<100
<100
<100
<100
–
–
<100
<100
<200
<100
2,900
<200
<1,000
310,000
–
<500
–
19,000
–
–
–
2,400
<100
<200
<200
<100
–
–
1,400
<100
<500
<100
4,000
<500
–
205,885
–
–
–
2,061
–
–
9
2,525
10
–
–
35
–
–
9
–
–
–
–
195
–
–
–
–
<200
<1,000
–
–
–
11,000
–
–
–
21,000
17,000
–
–
59,000
–
–
–
34,000
–
–
–
–
–
13,000
63,000
–
–
–
–
1,200
–
–
–
–
–
3,100
–
–
–
–
10,000
–
–
–
17,000
14,000
–
–
51,000
–
–
–
28,000
–
–
–
–
–
12,000
53,000
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
2,300
–
–
–
–
12,000
–
–
–
25,000
21,000
–
–
67,000
–
–
–
43,000
–
–
–
–
–
15,000
74,000
–
–
–
–
1,500
–
–
–
–
–
4,400
–
–
–
–
13,000
–
–
–
5,400
5,100
–
–
27,000
–
–
–
12,000
–
–
–
–
–
3,100
20,000
–
–
–
–
<500
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
11,000
3,900
–
<100
4,400
3,900
<100
<100
23,000
<1,000
<200
–
10,000
<100
–
–
1,400
<200
2,700
16,000
–
<100
<100
<100
<500
–
<100
<500
–
<500
<500
<100
<100
<500
–
14,000
5,300
–
<100
6,700
6,500
<100
<100
31,000
2,300
<500
–
16,000
<500
–
–
2,800
<500
3,500
24,000
–
<100
<100
<100
<500
–
<200
<1,000
–
1,200
<1,000
<100
<100
<1,000
0
8,688
–
–
–
1,907
2,149
–
62
5,277
470
–
306
558
–
197
–
–
0
–
4,951
50
–
1
–
–
–
–
–
–
–
166
–
–
–
–
68
–
–
–
35
42
–
–
19
–
–
–
4
–
–
–
–
–
–
25
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
26
–
–
–
–
73
–
–
–
13
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
67
–
–
–
11
–
–
–
>95
29
–
–
38
–
–
1
–
–
–
–
87
Número de crianças nascidas
de mulheres grávidas vivendo
com HIV, que iniciou a
profilaxia de antiretrovirais
para prevenir a transmissão
vertical, 2012
–
80
–
–
–
17
–
–
–
>95
>95
–
–
76
–
–
15
–
–
–
–
>95
–
239,434
–
–
–
2,061
–
–
–
2,525
12
–
–
31
–
–
11
–
–
44
432
204
–
–
15
–
62
–
–
–
29
33
–
>95
17
20
–
–
3
–
–
–
–
<1
–
21
–
–
3
–
–
–
–
–
–
–
18
–
–
–
–
76
–
–
–
43
55
–
>95
22
71
–
–
6
–
–
–
–
<1
–
31
–
–
8
–
–
–
–
–
–
–
36
–
–
–
–
11,818
7,436
–
–
1,732
2,149
–
62
10,564
960
–
309
1,650
–
3,305
–
–
1
–
7,641
50
–
108
–
22
–
9
–
–
550
280
–
–
–
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antigua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado
Plurinacional da)
Bosnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
% de crianças nascidas
de mulheres grávidas
vivendo com o HIV, que
iniciou a terapia
anti-retroviral para
prevenir a transmissão
vertical, 2012
–
84
–
–
–
13
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
13
–
–
78
–
–
–
11
–
–
–
>95
35
–
–
33
–
–
1
–
–
48
11
91
Número de crianças,
% de crianças, nascidas
nascidas de mulheres
grávidas vivendo com de mulheres grávidas vivendo
com o HIV, submetidas aos
o HIV, submetidas aos
testes virulógicos de HIV
testes virulógicos de
nos primeiros 2 meses de
HIV nos primeiros 2
vida, 2012
meses de vida, 2012
Número
Estimativa da cobertura
de crianças
da terapia anti-retroviral
(0 a 14 anos)
entre crianças
que receberam
(de 0 a 14 anos) (%), 2012
a terapia
anti-retroviral,
Estimativa Estimativa
2012
Estimativa baixa
alta
Estimativa do número de crianças
que necessita de tratamento antiretroviral baseado nas directrizes
da ONUSIDA/OMS, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
–
93
–
–
–
17
–
–
–
>95
>95
–
–
67
–
–
19
–
–
66
15
>95
–
240,546
0
–
–
1,010
–
–
63
190
7
–
–
38
–
–
–
–
–
44
432
162
–
85
–
–
–
7
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
13
–
–
78
–
–
–
5
–
–
–
8
21
–
–
41
–
–
–
–
–
48
11
72
–
94
–
–
–
8
–
–
–
14
>95
–
–
83
–
–
–
–
–
66
15
>95
–
220,000
–
–
–
19,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5,300
–
–
210,000
–
–
–
15,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
4,500
–
–
250,000
–
–
–
24,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
6,200
–
8
15
–
–
2,903
–
–
262
3,000
13
–
–
22
–
–
48
–
154
–
95
2,635
5
–
–
–
–
15
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
49
–
–
–
–
–
12
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
42
–
–
–
–
–
19
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
58
–
–
3
9
–
–
–
–
–
–
–
86
–
–
–
–
93
–
–
–
32
42
–
–
39
–
–
–
13
–
–
–
–
–
–
39
–
–
–
–
7
–
–
–
–
–
44
–
–
–
–
85
>95
–
–
26
33
–
>95
34
42
–
–
10
–
–
–
–
<1
–
32
–
–
>95
–
5
–
6
–
–
45
30
–
–
–
–
>95
>95
–
–
39
55
–
>95
45
>95
–
–
16
–
–
–
–
1
–
48
–
–
>95
–
9
–
14
–
–
>95
60
–
–
–
1
4,827
2,241
–
14
1,101
547
–
42
9,563
439
–
306
443
–
1,119
–
332
0
316
5,346
50
–
108
–
22
0
9
8
–
550
–
–
–
–
–
38
–
–
–
20
11
–
–
35
–
–
–
4
–
–
–
–
–
10
27
–
–
–
–
7
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
35
42
–
–
17
8
–
>95
31
19
–
–
3
–
–
–
12
<1
9
22
–
–
>95
–
5
–
6
1
–
45
–
–
–
–
–
42
57
–
–
25
14
–
>95
41
66
–
–
4
–
–
–
23
<1
12
34
–
–
>95
–
9
–
14
3
–
>95
–
–
–
–
–
10,000
–
–
–
12,000
9700
–
–
33,000
–
–
–
20,000
–
–
–
–
–
7,500
35,000
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
1,900
–
–
–
–
9900
–
–
–
9700
7800
–
–
29,000
–
–
–
17,000
–
–
–
–
–
6,600
29,000
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
1,400
–
–
–
–
10,000
–
–
–
14,000
12,000
–
–
38,000
–
–
–
25,000
–
–
–
–
–
8,500
41,000
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
2,600
–
–
–
1
10,261
–
–
6
6,863
2,023
66
4,595
4,992
–
5,812
–
–
–
6,249
1
1,148
61
5,620
–
24
–
40
0
550
42
335
–
632
–
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
59
21
–
–
15
–
29
–
–
–
–
–
15
–
16
–
–
–
6
–
–
–
–
–
34
–
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
49
17
–
–
13
–
24
–
–
–
–
–
13
–
14
–
–
–
5
–
–
–
–
–
26
–
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
72
26
–
–
17
–
37
–
–
–
–
–
17
–
19
–
–
–
8
–
–
–
–
–
46
–
–
–
–
–
59
TABELA 2
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Estimativa do número de crianças
(0–14 anos) vivendo com o HIV, 2012
Países e zonas
Estado da Palestina Estados Unidos
Estónia
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Etiópia
Ex República Jugoslava
da Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica
do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Mali
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
60
Estimativa
Baixa
Alta
Estimativa do número de
crianças nascidas de
mulheres grávidas
vivendo com HIV e que
iniciou a profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
% de crianças nascidas de
mulheres grávidas vivendo
com o HIV e que iniciou a
profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
Número de crianças nascidas
de mulheres grávidas vivendo
com HIV, que iniciou a
profilaxia de antiretrovirais
para prevenir a transmissão
vertical, 2012
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,200
<100
–
11,000
<200
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
170,000
140,000
200,000
38,000
32,000
46,000
7,001
18
15
22
7,072
–
–
–
–
–
–
0
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,600
–
28,000
–
–
–
–
–
5,900
14,000
–
12,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,000
–
23,000
–
–
–
–
–
4,500
11,000
1,700
10,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
4,200
–
33,000
–
–
–
–
–
7,700
17,000
6,100
14,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1,500
–
9,500
–
–
–
–
–
2,200
6,300
–
5,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
<200
<100
<1,000
1,300
<1,000
7,800
<100
–
<100
1,000
<100
1,600
5,000
<1,000
4,200
<500
<100
<500
–
–
–
27,000
8,100
–
<100
<500
<100
1,700
1,900
1,300
11,000
<100
–
<100
4,600
<500
3,100
8,000
2,600
5,700
<1,000
<100
2,400
–
–
–
49,000
20,000
–
8
–
–
–
371
1,070
2,236
24
11
–
121
127
–
2,275
–
1,168
–
–
7
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
24
–
24
–
–
–
–
–
–
36
–
24
–
–
–
–
–
–
–
–
–
40
–
–
–
19
81
20
32
–
–
3
42
–
29
–
20
–
–
<1
–
–
–
–
–
–
62
–
–
–
29
>95
29
69
–
–
12
>95
–
46
–
28
–
–
2
–
–
–
–
–
–
15
–
–
–
474
337
2,723
24
11
–
168
174
707
1,658
–
2,663
119
–
17
–
–
–
13,432
–
–
–
–
–
<500
1,100
74
–
7
16
77
–
–
–
–
–
–
–
–
–
38,000
–
–
3,700
–
–
–
–
–
–
180,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
34,000
–
–
3,100
–
–
–
–
–
–
160,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
42,000
–
–
4,400
–
–
–
–
–
–
200,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
16,000
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
68,000
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
<100
<100
<200
<500
<100
–
–
14,000
<100
–
<1,000
–
–
<100
<100
2,100
<500
61,000
<100
4,200
<100
<500
<100
<500
1,100
–
<200
<100
<500
<500
<500
<100
–
–
17,000
<200
–
1,300
–
–
<100
<100
3,100
<1,000
75,000
<100
7,200
<100
<1,000
<100
<1,000
1,900
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5
–
–
–
–
–
8
258
17,588
–
–
–
190
69
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
26
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1
36
23
–
–
–
34
81
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1
74
29
–
–
–
63
>95
–
–
–
–
–
–
–
338
–
–
–
–
–
5
604
–
–
–
–
8
258
36,667
–
–
–
190
72
45
–
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Países e zonas
Estado da Palestina Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava
da Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica
do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Malí
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
% de crianças nascidas
de mulheres grávidas
vivendo com o HIV, que
iniciou a terapia
anti-retroviral para
prevenir a transmissão
vertical, 2012
Número de crianças,
% de crianças, nascidas
nascidas de mulheres
grávidas vivendo com de mulheres grávidas vivendo
com o HIV, submetidas aos
o HIV, submetidas aos
testes virulógicos de HIV
testes virulógicos de
nos primeiros 2 meses de
HIV nos primeiros 2
vida, 2012
meses de vida, 2012
Número
Estimativa da cobertura
de crianças
da terapia anti-retroviral
(0 a 14 anos)
entre crianças
que receberam
(de 0 a 14 anos) (%), 2012
a terapia
anti-retroviral,
Estimativa Estimativa
2012
Estimativa baixa
alta
Estimativa do número de crianças
que necessita de tratamento antiretroviral baseado nas directrizes
da ONUSIDA/OMS, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
17,677
1
–
24
–
–
22
–
18
16
22
7,260
19
16
22
73,000
63,000
84,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7
–
–
–
–
–
–
–
–
31
–
29
–
–
–
–
–
32
26
–
54
–
–
–
–
–
–
–
–
–
75
–
–
–
25
26
24
32
–
–
4
58
23
21
–
47
18
–
1
–
–
–
27
–
–
>95
–
–
–
38
48
35
69
–
–
17
>95
43
33
–
63
29
–
4
–
–
–
49
–
–
5
8
–
–
681
–
1,702
24
4
–
206
71
–
8
–
3,901
176
–
2
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
45
–
18
–
–
–
–
–
–
<1
–
79
–
–
–
–
–
–
–
–
–
25
3
–
–
35
–
15
32
–
–
5
24
–
<1
–
68
26
–
<1
–
–
–
–
–
–
38
7
–
–
54
–
22
69
–
–
21
76
–
<1
–
92
43
–
<1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
2,000
–
14,000
–
–
–
–
–
3,300
8,300
–
6,700
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1,700
–
12,000
–
–
–
–
–
2,500
6,800
–
5,700
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
2,400
–
17,000
–
–
–
–
–
4,400
10,000
–
7,800
–
–
–
–
–
–
–
–
33
–
–
494
271
42
3,504
1
–
1,024
1,114
–
335
201
2,265
783
–
34,367
1,695
141
–
–
–
–
0
–
–
–
24
–
–
25
–
–
–
13
–
11
–
34
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
20
–
–
20
–
–
–
11
–
8
–
29
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
29
–
–
30
–
–
–
17
–
14
–
40
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7
17
40
–
4
9
–
–
–
0
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
62
–
–
–
–
–
–
54
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
70
–
–
–
–
–
–
48
–
–
–
–
<1
36
49
–
–
–
34
85
6
–
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
–
–
–
78
–
–
–
–
<1
74
61
–
–
–
63
>95
13
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5
564
–
–
–
–
4
258
2,830
–
777
–
190
14
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
4
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1
36
4
–
11
–
34
16
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1
74
5
–
19
–
63
21
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
22,000
–
–
2,100
–
–
–
–
–
–
100,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
19,000
–
–
1,800
–
–
–
–
–
–
90,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
24,000
–
–
2,500
–
–
–
–
–
–
110,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
454
–
–
–
55,439
70
–
–
5,395
–
4
430
–
–
–
–
14
490
36,441
0
1,912
–
244
10
51
–
–
–
–
–
–
38
–
–
–
25
–
–
20
–
–
–
–
–
–
36
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
34
–
–
–
22
–
–
17
–
–
–
–
–
–
33
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
45
–
–
–
27
–
–
24
–
–
–
–
–
–
41
–
–
–
–
–
–
61
–
29
–
TABELA 2
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Estimativa do número de crianças
(0–14 anos) vivendo com o HIV, 2012
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Mianmar
Micronésia (Estados
Federados da)
Moçambique
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelândia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quirgizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática
do Congo
República Democrática
Popular do Laos
República Dominicana
República Popular e
Democrática da Coreia
República Unida da
Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé e Príncipe
São Vicente e
Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri lanka
62
Estimativa
Baixa
Alta
Estimativa do número de
crianças nascidas de
mulheres grávidas
vivendo com HIV e que
iniciou a profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
% de crianças nascidas de
mulheres grávidas vivendo
com o HIV e que iniciou a
profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
Número de crianças nascidas
de mulheres grávidas vivendo
com HIV, que iniciou a
profilaxia de antiretrovirais
para prevenir a transmissão
vertical, 2012
–
–
–
–
2,800
4,000
1,288
–
32
45
–
–
–
–
–
–
0
–
–
–
3,134
0
180,000
–
–
–
18,000
–
–
–
–
430,000
–
–
–
–
–
–
–
3,100
–
–
–
–
–
–
200,000
–
–
–
–
–
–
–
–
150,000
–
–
–
16,000
–
–
–
–
370,000
–
–
–
–
–
–
–
2,300
–
–
–
–
–
–
180,000
–
–
–
–
–
–
–
–
220,000
–
–
–
22,000
–
–
–
–
500,000
–
–
–
–
–
–
–
4,100
–
–
–
–
–
–
240,000
–
–
–
–
–
–
–
–
94,000
–
–
–
8,100
–
–
–
–
200,000
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
86,000
–
–
–
–
–
–
–
–
81,000
–
<100
–
6,700
–
<1,000
<200
2,500
170,000
–
<100
<100
<100
<100
–
<200
<1,000
1,000
<500
<1,000
<200
<200
–
76,000
<100
–
<1,000
–
–
<100
<100
<200
110,000
–
<100
–
9,700
–
1,200
<500
3,900
230,000
–
<100
<100
<100
<200
–
<500
1,100
3,200
<1,000
4,000
<500
<500
–
97,000
<200
–
1,100
–
–
<100
<200
<500
60,571
–
2
–
–
–
72
100
239
8,562
–
–
–
–
–
–
168
–
0
113
–
–
–
–
–
76
–
–
–
–
–
–
60
64
–
–
–
–
–
–
–
–
4
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
54
–
6
–
–
–
6
32
6
4
–
–
–
–
–
–
56
–
<1
15
–
–
–
–
–
44
–
–
–
–
–
–
27
74
–
7
–
–
–
11
76
10
5
–
–
–
–
–
–
>95
–
<1
55
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
–
–
–
44
51,299
–
2
–
7,871
–
108
120
278
12,455
–
–
–
–
–
–
192
302
32
170
496
–
–
–
48,602
84
–
–
–
–
–
–
149
88,000
77,000
100,000
32,000
28,000
37,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<500
<500
14
–
4
5
32
–
–
–
–
<1,000
1,200
225
–
19
32
706
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
230,000
200,000
270,000
97,000
83,000
110,000
48,858
51
44
59
71,571
–
27,000
–
–
–
–
–
–
23,000
–
–
–
–
–
–
33,000
–
–
–
–
–
–
10,000
–
–
–
–
–
<100
9,000
–
–
–
–
<100
<200
12,000
–
–
–
–
<100
–
7,576
–
7
–
–
20
–
72
–
–
–
–
–
–
62
–
–
–
–
24
–
84
–
–
–
–
49
196
–
–
10
–
–
30
–
–
–
–
–
–
14
–
–
–
19
–
–
5,800
–
–
–
–
–
–
4,300
–
–
–
–
–
–
8,600
–
–
–
–
–
–
3,200
–
–
–
–
–
2,000
2,300
<100
<100
1,000
<100
–
3,300
4,800
<100
<100
2,700
<100
11
–
435
–
–
–
5
–
–
13
–
–
–
–
–
–
9
–
–
–
5
–
–
19
–
–
–
14
10
444
151
–
–
50
5
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Países e zonas
% de crianças nascidas
de mulheres grávidas
vivendo com o HIV, que
iniciou a terapia
anti-retroviral para
prevenir a transmissão
vertical, 2012
Mianmar
–
Micronésia (Estados
–
Federados da)
Moçambique
55
Mónaco
–
Mongólia
–
Montenegro
–
Namíbia
>95
Nauru
–
Nepal
–
Nicarágua
–
Níger
–
Nigéria
6
Niue
–
Noruega
–
Nova Zelândia
–
Oman
–
Países Baixos
–
Palau
–
Panamá
–
Papúa Nova Guiné
36
Paquistão
–
Paraguai
–
Peru
–
Polónia
–
Portugal
–
Qatar
–
Quénia
57
Quirguizistão
–
Quiribati
–
Reino Unido
–
República Árabe da Síria
–
República Centroafricana
–
República Checa
–
República da Coreia
–
República de Moldávia
–
República Democrática
–
do Congo
República Democrática
–
Popular do Laos
República Dominicana
–
República Popular e
–
Democrática da Coreia
República Unida de
74
Tanzânia
Roménia
–
Ruanda
–
Samoa
–
Santa Lúcia
–
São Cristóvão e Neves
–
São Marino
–
São Tomé e Príncipe
–
São Vicente e
–
Granadinas
Seicheles
–
Senegal
–
Serra Leoa
5
Sérvia
–
Singapura
–
Somália
–
Sri Lanka
–
Número de crianças,
% de crianças, nascidas
nascidas de mulheres
grávidas vivendo com de mulheres grávidas vivendo
com o HIV, submetidas aos
o HIV, submetidas aos
testes virulógicos de HIV
testes virulógicos de
nos primeiros 2 meses de
HIV nos primeiros 2
vida, 2012
meses de vida, 2012
Número
Estimativa da cobertura
de crianças
da terapia anti-retroviral
(0 a 14 anos)
entre crianças
que receberam
(de 0 a 14 anos) (%), 2012
a terapia
anti-retroviral,
Estimativa Estimativa
2012
Estimativa baixa
alta
Estimativa do número de crianças
que necessita de tratamento antiretroviral baseado nas directrizes
da ONUSIDA/OMS, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
78
>95
243
–
6
9
–
–
–
1,800
–
–
–
–
0
–
–
–
–
–
–
0
–
–
–
–
46
–
6
–
82
–
9
39
7
6
–
–
–
–
–
–
64
27
1
23
13
–
–
–
50
49
–
–
–
–
–
–
66
63
–
7
–
>95
–
17
92
11
7
–
–
–
–
–
–
>95
47
3
82
>95
–
–
–
64
>95
–
–
–
–
–
–
>95
34,553
–
2
–
5,989
–
40
66
33
8,276
–
–
–
–
–
–
65
270
7
160
248
–
–
–
33,777
14
–
–
–
–
–
–
144
37
–
–
–
74
–
–
–
–
4
–
–
–
–
–
–
–
32
–
–
–
–
–
–
39
–
–
–
–
–
–
–
–
31
–
6
–
62
–
3
21
1
4
–
–
–
–
–
–
22
24
<1
21
6
–
–
–
35
8
–
–
–
–
–
–
64
42
–
7
–
89
–
6
50
1
5
–
–
–
–
–
–
48
42
1
77
50
–
–
–
44
18
–
–
–
–
–
–
>95
100,000
–
–
–
13,000
–
–
–
–
260,000
–
–
–
–
–
–
–
1,800
–
–
–
–
–
–
150,000
–
–
–
–
–
–
–
–
88,000
–
–
–
12,000
–
–
–
–
220,000
–
–
–
–
–
–
–
1,400
–
–
–
–
–
–
130,000
–
–
–
–
–
–
–
–
120,000
–
–
–
15,000
–
–
–
–
290,000
–
–
–
–
–
–
–
2,300
–
–
–
–
–
–
170,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
0
27,164
4,033
11,340
–
699
104
673
31,556
–
–
–
–
–
139
0
256
722
181
495
–
–
–
–
1
825
–
–
63
4,751
163
–
–
–
27
–
88
–
–
–
–
12
–
–
–
–
–
–
–
–
39
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
9
–
–
–
–
23
–
80
–
–
–
–
11
–
–
–
–
–
–
–
–
30
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
8
–
–
–
–
32
–
>95
–
–
–
–
14
–
–
–
–
–
–
–
–
51
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
10
–
–
–
1,916
6
5
7
53,000
47,000
61,000
1,083
–
–
–
9
13
22
–
6
9
–
–
–
–
–
–
–
61
>95
522
–
45
73
–
–
–
32,407
26
22
30
–
–
–
–
–
–
–
–
–
207
–
–
–
64
86
26,608
28
24
32
130,000
110,000
150,000
7,597
43
36
52
–
–
–
–
–
–
36
–
–
–
–
–
–
73
190
7,760
1
7
–
–
0
–
74
–
–
–
–
–
–
63
–
–
–
–
<1
–
86
–
–
–
–
<1
–
18,000
–
–
–
–
–
–
15,000
–
–
–
–
–
–
21,000
–
–
–
–
–
1
3
–
2
2
–
11
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
14
–
–
–
–
–
–
1,207
–
–
–
–
13
3
–
–
2
5
–
22
6
–
–
5
14
11
296
88
1
–
–
2
–
–
3
–
–
–
–
–
9
2
–
–
–
2
–
15
4
–
–
–
5
–
–
3,000
–
–
–
–
–
–
2,200
–
–
–
–
–
–
4,700
–
–
–
–
10
2
457
–
43
24
140,541
–
–
15
–
–
–
63
–
–
11
–
–
–
57
–
–
24
–
–
–
69
63
TABELA 2
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Estimativa do número de crianças
(0–14 anos) vivendo com o HIV, 2012
Países e zonas
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Sudão
Sudão do Sul
Suécia
Suíça
Suriname
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trindade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República
Bolivariana da)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
Estimativa
Baixa
Alta
Estimativa do número de mulheres
grávidas vivendo com o HIV, 2012
Estimativa
–
19,000
–
–
–
22,000
–
–
–
17,000
–
–
–
–
–
–
–
190,000
–
–
–
–
12,000
–
–
–
20,000
–
–
–
14,000
–
–
–
–
–
–
–
160,000
–
–
–
–
28,000
–
–
–
25,000
–
–
–
21,000
–
–
–
–
–
–
–
230,000
–
–
–
–
7,500
–
–
–
12,000
–
–
–
5,100
–
–
–
–
–
–
–
100,000
–
–
–
–
–
–
–
160,000
180,000
–
140,000
160,000
–
170,000
200,000
SUMÁRIO DOS INDICADORES
3,000,000
África subsaarianaa/
África Oriental e Austral 2,100,000
África Ocidental e 860,000
Central
2,700,000
2,000,000
730,000
África do Norte e Médio
Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos
desenvolvidos
Países de baixa e média
renda
Mundo inteiro
Alta
–
4,600
<100
<100
<100
11,000
4,400
<200
–
4,200
–
<500
<100
–
<100
–
2,000
88,000
<100
<500
–
–
12,000
<200
<200
<200
13,000
6,200
<1,000
–
6,300
–
<500
<100
–
<200
–
3,900
120,000
<200
<1,000
–
–
1,000
–
79,000
68,000
<1,000
71,000
60,000
3,300,000
2,400,000
1,400,000
1,000,000
990,000
350,000
% de crianças nascidas de
mulheres grávidas vivendo
com o HIV e que iniciou a
profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
–
2
–
–
–
67
42
10
–
39
–
–
<1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
6
–
–
–
83
58
41
–
59
–
–
<1
–
–
–
–
–
–
–
–
Número de crianças nascidas
de mulheres grávidas vivendo
com HIV, que iniciou a
profilaxia de antiretrovirais
para prevenir a transmissão
vertical, 2012
–
259
–
–
–
9,092
2,560
68
–
2,476
–
–
0
–
–
–
–
–
–
–
1
–
3
–
–
–
74
–
–
–
48
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
240
–
–
–
8,459
4,822
67
–
2,982
–
–
5
–
2
–
–
–
–
521
1
2,700
–
–
–
–
–
6,200
88,000
76,000
1,342
41,095
36,711
–
52
54
21
46
48
>95
58
61
1,822
34,062
51,566
1,200,000
940,000
1,500,000
1,100,000
478,432
447,788
44
56
39
50
50
64
618,518
573,292
300,000
400,000
30,644
10
9
12
45,204
14,000
9,800
23,000
6,700
4,600
10,000
285
9
5
17
347
150,000
63,000
56,000
19,000
140,000
41,000
46,000
17,000
210,000
94,000
70,000
24,000
39,000
36,000
24,000
13,000
32,000
24,000
19,000
9,000
57,000
53,000
33,000
17,000
86
6,140
4,947
774
3
27
43
69
1
18
30
42
5
41
58
>95
13,588
14,653
16,458
1,599
1,500,000
1,400,000
1,800,000
640,000
580,000
730,000
159,451
41
34
48
189,631
3,200,000
3,000,000
3,700,000
1,500,000
1,300,000
1,600,000
490,664
44
38
50
665,304
3,300,000
3,000,000
3,700,000
1,500,000
1,400,000
1,700,000
–
–
–
–
–
DEFINIÇÃO DOS INDICADORES
Estimativa do número de crianças (0-14 anos) vivendo com o
HIV, 2012: Estimativa do número de crianças (0-14 anos) vivendo com
o HIV a partir de 2012.
Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo com o
HIV, 2012: Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo com o
HIV a partir de 2012.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV que iniciu a profilaxia com o cotrimoxazol, 2012:
Número reportado de crianças expostas ao HIV (nascidas de mães
HIV-positivas) que deu início à profilaxia de cotrimoxazol, nos
primeiros dois meses após o nascimento.
Percentagem de crianças nascidas de mulheres grávidas
vivendo como o HIV que iniciou a profilaxia de cotrimoxazol,
2012: A percentagem é calculada dividindo o número de crianças
expostas ao HIV que iniciou a profilaxia de cotrimoxazol, pelo número
estimado de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo com o
HIV. O denominador é o número estimado e arredondado de mulheres
grávidas vivendo com o HIV a partir de 2012.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV que iniciou a profilaxia de anti-retrovirais para
64
Baixa
Estimativa do número de
crianças nascidas de
mulheres grávidas
vivendo com HIV e que
iniciou a profilaxia de
cotrimoxazol, 2012
prevenir a transmissão de mãe para filho, 2012: Número
reportado de crianças expostas ao HIV que recebeu a profilaxia
anti-retroviral para a prevenção da transmissão vertical do HIV a
partir de 2012.
Percentagem de crianças nascidas de mulheres grávidas
vivendo com o HIV que iniciou a profilaxia de anti-retrovirais
para prevenir a transmissão vertical do HIV, 2012: A
percentagem é calculada dividindo o número de crianças expostas
ao HIV que iniciou a profilaxia anti-retroviral pela estimativa do
número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo com o
HIV. O denominador é o número estimado e arredondado de mulheres
grávidas vivendo com o HIV a partir de 2012.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV submetidas ao teste virológico para o HIV nos
primeiros dois meses após o nascimento em 2012: Número
reportado de crianças expostas ao HIV que fizeram o teste virológico
de HIV nos primeiros dois meses após o nascimento
Percentagem de crianças nascidas de mulheres grávidas
vivendo com o HIV submetidas ao teste virológico do HIV nos
primeiros dois meses após o nascimento, 2012: É calculada
dividindo o número de crianças expostas ao HIV que fizeram o teste
virológico de HIV pelo número estimado de crianças nascidas de
mulheres grávidas vivendo com o HIV. O denominador é o número
estimado e não arredondado de mulheres grávidas vivendo com o HIV
a partir de 2012.
Estimativa do número de crianças que necessita de
tratamento anti-retroviral baseado nas directrizes da
ONUSIDA/OMS, 2012: Estimativa do número de crianças (0-14
anos) vivendo com o HIV que necessitam de tratamento anti-retroviral
(TARV) a partir de 2012.
Número de crianças (0-14 anos) que recebeu a profilaxia antiretroviral, 2012: Número reportado de crianças (0-14 anos) vivendo
com HIV que recebeu o TARV a partir de 2012.
Percentagem da estimativa da cobertura da profilaxia antiretroviral entre crianças (0-14 anos), 2012. A percentagem é
calculada dividindo o número reportado de crianças (0-14 anos) a
receber o TARV, pelo número estimado de crianças (0-14 anos) que
necessita do TARV a partir de 2012.
FONTES PRINCIPAIS DE DADOS
Estimativa do número de crianças (0-14 anos) vivendo com
HIV, 2012: Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA,
Relatório Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do
SIDA, 2013, ONUSIDA, Genebra, 2013.
Prestação de cuidados e tratamento pediátrico do HIV
Países e zonas
% de crianças nascidas
de mulheres grávidas
vivendo com o HIV, que
iniciou a terapia
anti-retroviral para
prevenir a transmissão
vertical, 2012
Sudão
Sudão do Sul
Suécia
Suíça
Suriname
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trinidade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbekistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República
Bolivariana da)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
–
3
–
–
–
69
–
–
–
58
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
África subsaarianaa/
África Oriental e Austral
África Ocidental e Central
África do Norte e Médio
Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos
desenvolvidos
Países de baixa e média
renda
Mundo inteiro
–
2
–
–
–
63
78
10
–
47
–
–
10
–
–
–
–
–
–
62
–
Número de crianças,
% de crianças, nascidas
nascidas de mulheres
grávidas vivendo com de mulheres grávidas vivendo
com o HIV, submetidas aos
o HIV, submetidas aos
testes virulógicos de HIV
testes virulógicos de
nos primeiros 2 meses de
HIV nos primeiros 2
vida, 2012
meses de vida, 2012
–
5
–
–
–
77
>95
41
–
71
–
–
29
–
–
–
–
–
–
>95
–
–
–
–
–
–
9,898
3,802
–
–
837
–
–
5
–
3
–
–
–
–
239
–
–
–
–
–
–
81
–
–
–
16
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
73
62
–
–
13
–
–
10
–
–
–
–
–
–
28
–
Número
Estimativa da cobertura
de crianças
da terapia anti-retroviral
(0 a 14 anos)
entre crianças
que receberam
(de 0 a 14 anos) (%), 2012
a terapia
anti-retroviral,
Estimativa Estimativa
2012
Estimativa baixa
alta
Estimativa do número de crianças
que necessita de tratamento antiretroviral baseado nas directrizes
da ONUSIDA/OMS, 2012
Estimativa
Baixa
Alta
–
–
–
–
–
90
87
–
–
20
–
–
29
–
–
–
–
–
–
63
–
–
11,000
–
–
–
14,000
–
–
–
8,800
–
–
–
–
–
–
–
110,000
–
–
–
–
7,200
–
–
–
12,000
–
–
–
7,200
–
–
–
–
–
–
–
88,000
–
–
–
–
17,000
–
–
–
15,000
–
–
–
11,000
–
–
–
–
–
–
–
130,000
–
–
–
170
553
–
–
84
7,431
6,274
149
3
2,098
–
–
12
–
0
–
2,268
35,453
–
2,530
2
972
–
5
–
–
–
54
–
–
–
24
–
–
–
–
–
–
–
33
–
–
–
–
–
3
–
–
–
49
–
–
–
19
–
–
–
–
–
–
–
28
–
–
–
–
–
8
–
–
–
59
–
–
–
30
–
–
–
–
–
–
–
41
–
–
–
–
–
–
–
90
–
3
9
–
–
–
3,828
–
–
–
–
43
75
29
39
68
>95
48
85
955
48,188
23,192
–
61
34
15
54
30
>95
68
38
–
89,000
100,000
–
80,000
94,000
–
99,000
120,000
53
34,084
46,874
–
38
45
–
35
40
–
43
49
52
65
46
58
60
74
479,457
447,014
39
51
34
45
45
57
1,700,000
1,200,000
1,600,000
1,100,000
1,500,000
1,300,000
550,791
473,732
33
40
28
35
38
46
15
13
17
32,421
9
8
11
500,000
430,000
570,000
76,825
15
13
18
13
7
21
350
10
5
17
9,600
6,400
16,000
993
7
4
10
35
63
86
87
25
42
57
55
47
94
>95
>95
49
7,124
9,438
1,143
2
30
42
72
1
20
27
49
3
45
57
>95
91,000
45,000
39,000
12,000
82,000
32,000
33,000
12,000
130,000
64,000
49,000
13,000
35,266
23,933
26,499
9,024
39
53
67
85
30
41
50
80
49
72
83
89
49
41
58
91,737
22
18
25
860,000
770,000
970,000
209,136
28
23
32
52
45
61
497,748
39
34
45
1,900,000
1,700,000
2,100,000
646,852
34
31
39
–
–
–
–
–
–
–
1,900,000
1,700,000
2,100,000
–
–
–
–
Estimativa do número de mulheres grávidas vivendo com
HIV, 2012: Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA,
Relatório Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do
SIDA, 2013, ONUSIDA, Genebra, 2013.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV que iniciou a profilaxia do cotrimoxazol, 2012:
ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013: Relatório de Progresso da Resposta
Global contra o SIDA
Percentagem de crianças nascidas de mulheres grávidas
vivendo com o HIV que iniciou a profilaxia de cotrimoxazol,
2012: ONUSIDA, UNICEF, OMS, 2013: Relatório de Progresso da
Resposta Global contra o SIDA e Estimativas do HIV e SIDA da
ONUSIDA, 2012.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV que iniciou a profilaxia de anti-retrovirais para
prevenir a transmissão vertical do HIV, 2012: ONUSIDA, UNICEF,
OMS, 2013: Relatório de Progresso da Resposta Global contra o SIDA
e Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
Número de crianças nascidas de mulheres grávidas vivendo
com o HIV submetidas ao teste virológico do HIV nos
primeiros 2 meses após o nascimento, 2012: ONUSIDA, UNICEF,
OMS, 2013: Relatório de Progresso da Resposta Global contra o SIDA.
Percentagem de crianças nascidas de mulheres grávidas
vivendo com o HIV submetidas ao teste virológico do HIV nos
primeiros 2 meses após o nascimento, 2012: ONUSIDA, UNICEF,
OMS, 2013: Relatório de Progresso da Resposta Global contra o SIDA
e Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
Estimativa do número de crianças que necessitam de
tratamento anti-retroviral baseado nas directrizes da
ONUSIDA/OMS, 2012: Programa Conjunto das Nações Unidas
para o HIV/SIDA, Relatório Global: Relatório da ONUSIDA sobre a
Epidemia Global do SIDA, 2013, ONUSIDA, Genebra, 2013.
Estimativa da cobertura da anti-retroviral entre crianças (0-14
anos), 2012: Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/SIDA,
Relatório Global: Relatório da ONUSIDA sobre a Epidemia Global do
SIDA, 2013, ONUSIDA, Genebra, 2013.
NOTAS
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a população
representa 50% ou mais, da população total da região
de interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são incluídos no
cálculo das médias regionais e globais, com a excepção dos dados
da Índia de 2005-2006. Não são apresentadas as estimativas de
anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se a apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período de
referência, estes são incluídos no cálculo das médias regionais
e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29 casos
não ponderados). Não são apresentados dados com menos de 25
casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são classificados
como tal pelo Banco Mundial desde Julho de 2013; Esses países
formam a base para a análise de dados na ONUSIDA, UNICEF e OMS.
65
TABELA 3
Demografia e epidemiologia do HIV entre os adolescentes
Demografia
População
(milhares), 2012
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afeganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado Plurinacional da)
Bosnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
66
Epidemiologia
Total
10 a 19 anos
Adolescentes
dos 10 aos 19
anos como %
do total da
população
29,825
52,386
3,162
82,800
78
20,821
89
28,288
38,482
41,087
2,969
23,050
8,464
9,309
372
1,318
154,695
283
11,060
324
10,051
9,405
742
10,496
3,834
2,004
198,656
412
7,278
16,460
9,850
494
14,865
21,700
34,838
2,060
12,448
17,465
1,377,065
1,129
47,704
718
4,337
19,840
4,307
11,271
5,598
860
72
15,492
80,722
6,297
9,206
2,068
46,755
5,446
1,291
91,729
7,753
9,578
572
8,075
–
4,879
16
4,723
6,391
6,733
415
2,929
922
1,513
60
159
32,280
38
1,236
70
2,330
971
147
2,308
539
444
34,205
70
664
3,907
2,184
109
3,055
5,045
4,078
198
3,026
2,724
174,700
151
8,797
155
947
4,591
471
1,430
696
179
–
2,966
15,236
1,425
812
191
4,304
595
129
22,993
26.0
18.3
18,1
10
–
23.4
17.7
17
16,6
16.4
14.0
12.7
10.9
16.3
16.2
12.1
20.9
13.4
11.2
21.6
23.2
10.3
19.9
22.0
14.1
22.1
17.2
17.1
9.1
23.7
22.2
22.0
20.6
23.2
11.7
9.6
24.3
15.6
12.7
13.4
18.4
21.6
21.8
23.1
10.9
12.7
12.4
20.9
–
19.1
18.9
22.6
9
9.2
9.2
11
10.0
25.1
Estimativa do número de adolescentes
vivendo com o HIV, 2012
Total dos 10 Raparigas dos Rapazes dos
aos 19 anos 10 aos 19 anos 10 a 19 anos
Adolescentes
(dos 10 aos 19 anos)
Número de novas
vivendo com o
infecções pelo HIV Número de mortes
HIV como % de
pessoas (de todas entre adolescentes§
por HIV entre
as idades) vivendo (dos 10 aos 19 anos), adolescentes (dos 10
com o HIV, 2012
aos 19 anos), 2012
2012
310,000
210,000
100,000
5
56,000
11,000
–
–
13,000
–
–
–
–
7,900
–
–
–
–
5,400
–
–
–
–
5
–
–
–
–
2,500
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
4,500
–
–
–
–
7,800
–
–
–
16,000
11,000
–
–
29,000
–
–
15,000
–
–
–
–
–
7,200
35,000
–
–
–
<500
–
–
–
–
–
–
–
–
–
91,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
2,400
–
–
–
–
4,600
–
–
–
8,100
5,600
–
–
17,000
–
–
8,400
–
–
–
–
–
3,800
19,000
–
–
–
<500
–
–
–
–
–
–
–
–
–
47,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
2,100
–
–
–
–
3,200
–
–
–
7,700
5,200
–
–
13,000
–
–
7,100
–
–
–
–
–
3,400
16,000
–
–
–
<200
–
–
–
–
–
–
–
–
–
44,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
6
–
–
–
–
2
–
–
–
14
12
–
–
5
–
–
7
–
–
–
–
–
10
8
–
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
–
12
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<500
–
–
–
–
1,300
–
–
–
<1,000
<500
–
–
4,000
–
–
1,300
–
–
–
–
–
<500
2,600
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
2,300
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<500
–
–
–
–
<100
–
–
–
1,200
<1,000
–
–
1,900
–
–
1,300
–
–
–
–
–
<1,000
2,900
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7,900
Demografia e epidemiologia do HIV entre os adolescentes
Demografia
População
(milhares), 2012
Países e zonas
Estado da Palestina Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava da Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Malí
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
Epidemiologia
Total
10 a 19 anos
Adolescentes
dos 10 aos 19
anos como %
do total da
população
2,106
317,505
875
96,707
63,937
1,633
1,791
4,358
25,366
105
11,125
15,083
11,451
736
1,664
795
10,174
7,936
246,864
9,976
1,236,687
76,424
32,778
4,576
23,852
21
53
550
7,644
60,885
2,769
127,250
7,009
16,271
43,178
5,474
101
3,250
2,052
4,190
6,155
2060
3,028
524
22,294
29,240
15,906
338
14,854
428
32,521
1,240
3,796
120,847
103
38
2,796
621
273
42,958
158
20,817
7,753
351
416
507
5,576
20
1,061
3,537
2,633
156
376
173
2,243
1,793
44,619
1,046
238,563
11,790
7,492
584
6,010
–
–
124
1,224
5,788
560
11,822
1,399
2,420
9,622
1,047
22
466
498
949
1,097
198
343
64
5,319
5,558
3,796
68
3,412
51
6,063
192
841
23,529
26
–
473
85
13.0
14
18.1
21.5
12.1
21.5
23.2
11.6
22.0
18.8
9.5
23.5
23.0
21.2
22.6
21.7
22.0
22.6
18.1
10.5
19.3
15.4
22.9
12.8
25.2
–
–
22.6
16.0
9.5
20.2
9.3
20.0
14.9
22.3
19.1
22.2
14.3
24.3
22.6
17.8
9.6
11.3
12.3
23.9
19.0
23.9
20.1
23.0
11.8
18.6
15.5
22.2
19.5
25.2
–
16.9
13.6
Estimativa do número de adolescentes
vivendo com o HIV, 2012
Total dos 10 Raparigas dos Rapazes dos
aos 19 anos 10 aos 19 anos 10 a 19 anos
–
–
–
–
–
1,700
–
–
14,000
–
–
–
5,500
–
2,000
–
9,400
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
150,000
–
–
–
21,000
1,400
–
–
–
–
–
–
91,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1,000
–
–
7,600
–
–
–
–
–
1,200
–
5,100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
89,000
–
–
–
12,000
<1,000
–
–
–
–
–
–
49,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
6,900
–
–
–
–
–
<1,000
–
4,300
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
64,000
–
–
–
8,900
<1,000
–
–
–
–
–
–
42,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Adolescentes
(dos 10 aos 19 anos)
Número de novas
vivendo com o
infecções pelo HIV Número de mortes
HIV como % de
pessoas (de todas entre adolescentes§
por HIV entre
as idades) vivendo (dos 10 aos 19 anos), adolescentes (dos 10
com o HIV, 2012
aos 19 anos), 2012
2012
–
–
–
–
–
4
–
–
6
–
–
–
5
–
5
–
6
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
9
–
–
–
6
7
–
–
–
–
–
–
8
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<200
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
<500
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
18,000
–
–
–
2,900
<100
–
–
–
–
–
–
6,700
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<200
–
–
1,100
–
–
–
<500
–
<200
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7,800
–
–
–
1,200
<200
–
–
–
–
–
–
5,600
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
67
TABELA 3
Demografia e epidemiologia do HIV entre os adolescentes
Demografia
População
(milhares), 2012
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Mianmar
Micronésia (Estados Federados da)
Moçambique
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelândia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quirguizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática do Congo
República Democrática Popular do Laos
República Dominicana
República Popular e Democrática da
Coreia
República Unida de Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
Sao Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé and Príncipe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri Lanka
Sudão
Sudão do Sul
68
Total
10 a 19 anos
Epidemiologia
Adolescentes
dos 10 aos 19
anos como %
do total da
população
Estimativa do número de adolescentes
vivendo com o HIV, 2012
Total dos 10 Raparigas dos Rapazes dos
aos 19 anos 10 aos 19 anos 10 a 19 anos
Adolescentes
(dos 10 aos 19 anos)
Número de novas
vivendo com o
infecções pelo HIV Número de mortes
HIV como % de
pessoas (de todas entre adolescentes§
por HIV entre
as idades) vivendo (dos 10 aos 19 anos), adolescentes (dos 10
com o HIV, 2012
aos 19 anos), 2012
2012
25,203
52,797
2,259
10
27,474
5,992
17,157
168,834
1
4,994
4,460
3,314
16,714
179,160
21
3,802
7,167
6,687
29,988
38,211
10,604
2,051
62,783
21,890
4,525
10,660
49,003
3,514
4,647
65,705
6,646
10,277
24,763
4,805
47,783
21,755
11,458
54
5,835
9,299
530
–
6,354
1,319
3,956
37,675
–
642
606
557
2,007
39,901
–
690
1,601
1,395
5,804
4,132
1,094
171
7,264
4,749
1,042
995
6,350
424
861
15,400
1,554
1,997
3,940
830
10,828
2,230
2,774
–
23.2
17.6
23.5
–
23.1
22.0
23.1
22.3
–
12.9
13.6
16.8
12.0
22.3
–
18.2
22.3
20.9
19.4
10.8
10.3
8.3
11.6
21.7
23.0
9.3
13.0
12.1
18.5
23.4
23.4
19.4
15.9
17.3
22.7
10.3
24.2
–
100,000
–
9,300
–
–
–
–
170,000
–
–
–
–
–
–
–
–
1,300
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<200
–
53,000
–
–
–
–
170,000
–
22,000
–
68,000
–
5,200
–
–
–
–
93,000
–
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
32,000
–
–
–
–
97,000
–
11,000
–
34,000
–
4,100
–
–
–
–
74,000
–
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
22,000
–
–
–
–
69,000
–
11,000
–
7
–
4
–
–
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
11
–
–
–
–
11
–
11
–
17,000
–
1,000
–
–
–
–
21,000
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
7,700
–
–
–
–
21,000
–
<1,000
–
3,900
–
<500
–
–
–
–
11,000
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
3,300
–
–
–
–
10,000
–
1,200
–
189
42
22.2
–
–
–
–
–
–
31
109
181
189
181
54
31
188
1
92
–
20
32
42
–
18.3
17.8
22
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
40
3,162
–
14
21.5
23.0
–
15.1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5,979
1,358
22.7
2,800
2,000
<1,000
5
<1,000
<200
5,303
10,195
21,098
37,195
10,838
702
2,440
3,248
8,546
2,544
13.2
23.9
15.4
23.0
23.5
–
–
–
–
8,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<1,000
Demografia e epidemiologia do HIV entre os adolescentes
Demografia
População
(milhares), 2012
Adolescentes
dos 10 aos 19
anos como %
do total da
população
Total dos 10 Raparigas dos Rapazes dos
aos 19 anos 10 aos 19 anos 10 a 19 anos
Adolescentes
(dos 10 aos 19 anos)
Número de novas
vivendo com o
infecções pelo HIV Número de mortes
HIV como % de
pessoas (de todas entre adolescentes§
por HIV entre
as idades) vivendo (dos 10 aos 19 anos), adolescentes (dos 10
com o HIV, 2012
aos 19 anos), 2012
2012
Países e zonas
Total
Suécia
Suíça
Suriname
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trindade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República Bolivariana da)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
9,511
7,997
535
1,231
66,785
8,009
1,114
6,643
105
1,337
10,875
5,173
73,997
10
45,530
36,346
3,395
28,541
247
1,084
865
97
299
9,059
1,710
312
1,498
23
177
1,692
994
12,846
–
4,389
8,890
521
5,696
52
11.4
10.8
18.2
24.3
13.6
21.3
28.0
22.6
22.3
13.3
15.6
19.2
17.4
–
9.6
24.5
15.3
20.0
21.1
–
–
–
20,000
–
–
–
8,000
–
–
–
–
–
–
–
110,000
–
–
–
–
–
–
12,000
–
–
–
4,200
–
–
–
–
–
–
–
64,000
–
–
–
–
–
–
7,400
–
–
–
3,700
–
–
–
–
–
–
–
48,000
–
–
–
–
–
–
9
–
–
–
6
–
–
–
–
–
–
–
7
–
–
–
–
–
–
3,600
–
–
–
<500
–
–
–
–
–
–
–
15,000
–
–
–
–
–
–
<1,000
–
–
–
<1,000
–
–
–
–
–
–
–
6,300
–
–
–
29,955
90,796
14,075
13,724
5,537
14,819
3,357
3,327
18.5
16.3
23.8
24.2
–
–
82,000
120,000
–
–
43,000
63,000
–
–
39,000
55,000
–
–
7
9
–
–
5,500
6,900
–
–
4,400
6,500
913,135
441,512
433,568
425,055
1,650,019
2,074,608
604,436
408,336
878,097
–
7,040,823
209,363
101,842
98,796
79,451
328,314
297,376
111,047
53,017
200,309
–
1,185,392
23
23
23
19
20
14
18
13
23
–
17
1,700,000
1,300,000
390,000
17,000
130,000
110,000
82,000
22,000
900,000
2,100,000
2,100,000
1,000,000
800,000
220,000
9,100
62,000
55,000
35,000
11,000
510,000
1,200,000
1,200,000
720,000
550,000
170,000
8,300
64,000
53,000
46,000
11,000
390,000
900,000
930,000
7
7
6
7
6
4
5
2
8
6
6
210,000
160,000
43,000
5,300
24,000
34,000
17,000
5,200
96,000
290,000
300,000
97,000
70,000
27,000
<1,000
5,100
1,400
2,000
<1,000
54,000
110,000
110,000
SUMÁRIO DOS INDICADORES
África subsaarianaa/
África Oriental e Austral
África Ocidental e Central
África do Norte e Médio Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos desenvolvidos
Países de baixa e média renda
Mundo inteiro
DEFINIÇÃO DOS INDICADORES
10 a 19 anos
Epidemiologia
Estimativa do número de adolescentes
vivendo com o HIV, 2012
População (milhares) 2012: Estimativa total da população a
partir de 2012 (em milhares).
Adolescentes com idades entre 10-19 anos, como
percentagem da população total: Percentagem da população
total que é adolescente (entre 10-19anos).
Estimativa do número de adolescentes vivendo com o HIV,
2012: Estimativa do número de crianças (0-14 anos) vivendo com
o HIV a partir de 2012.
Adolescentes com idades (10-19 anos) vivendo com o HIV
como percentagem das pessoas (de todas as idades)
vivendo com o HIV, 2012: Percentagem do número estimado
de adultos (com + de 15) vivendo com HIV que são adolescentes
(dos 15-19 anos) vivendo com o HIV.
Número de novas infecções pelo HIV entre adolescentes
(com idade entre 15-19 anos), 2012: Estimativa do número de
novas infecções pelo HIV entre adolescentes (com idade entre
15-19 anos) a partir de 2012.
Número de mortes devido ao SIDA entre adolescentes
(entre 10-19 anos), 2012: Estimativa do número de mortes
atribuídas ao SIDA entre adolescentes (10-19 anos) a partir
de 2012.
FONTES PRINCIPAIS DE DADOS
População (milhares) 2012: Nações Unidas: Divisão da
População 2013.
Adolescentes entre 10-19 anos como % da população
total: Divisão de População das Nações Unidas, de 2013.
Estimativa do número de adolescentes vivendo com o HIV,
2012: Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
Os adolescentes (com idade entre 10-19) vivendo com HIV
como % das pessoas (de todas as idades) vivendo com o
HIV, 2012: Análise do UNICEF das estimativas do HIV/SIDA da
ONUSIDA de 2012
Número de novas infecções pelo HIV entre adolescentes
(com idade entre 15-19 anos), 2012: Estimativas do HIV e
SIDA da ONUSIDA, 2012.
Número de mortes devido ao SIDA entre adolescentes
(com idade entre 10-19), 2012: Estimativas do HIV e SIDA da
ONUSIDA, 2012.
NOTAS
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a população
representa 50% ou mais, da população total da região de
interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são
incluídos no cálculo das médias regionais e globais, com
a excepção dos dados da Índia de 2005-2006. Não são
apresentadas as estimativas de anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se a apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período
de referência, estes são incluídos no cálculo das médias
regionais e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29
casos não ponderados). Não são apresentados dados com
menos de 25 casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
§ O modelo actual do Software usado pela ONUSIDA assume
que, as infecções pelo HIV entre os adolescentes na faixa
etária dos 10-14 anos é resultado da transmissão vertical.
Não estão incluídas neste modelo, outras vias de transmissão
para essa faixa etária.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são
classificados como tal pelo Banco Mundial desde Julho de
2013; Esses países formam a base para a análise de dados na
ONUSIDA, UNICEF e OMS.
69
TABELA 4
Cohecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre os adolescentes
Conhecimentos
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que têm
conhecimento amplo do HIV,
2008–2012*
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado Plurinacional da)
Bosnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Estado da Palestina 70
Raparigas
Comportamento sexual
% de adolescentes (dos
% de adolescentes
15 aos 19 anos) com múltiplos
(dos 15 aos 19 anos) que
parceiros e que utilizaram o
tiveram relacções sexuais
preservativo na última
antes dos 15 anos, 2008–2012*
relacção sexual, 2008–2012*
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que
fizeram o teste de HIV e
receberam os resultados,
2008–2012*
Raparigas
Rapazes
Raparigas
Rapazes
Raparigas
Rapazes
Raparigas
Rapazes
2
–
36
–
–
21
–
–
0
–
–
2
–
–
–
–
–
–
–
–
1
–
–
1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
6
–
–
3x
–
–
–
–
–
–
8
–
10
5
1
–
–
–
2
1
–
–
10
0
–
8
–
–
–
–
–
7
9
13
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
33
–
–
–
–
–
–
–
57 p
–
–
–
52
–
–
–
–
–
–
–
45
–
25
32
–
–
64
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
40
–
43
–
–
–
–
–
76 p
–
–
–
70
–
–
94 p
–
–
–
–
–
51 p
49
70
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
0
–
–
0x
–
–
–
–
–
4
13 x
–
7
0
2
33 x
–
–
8
4
2
–
15
0
–
0
21
–
–
–
14
–
23
21
–
–
12
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
0
–
–
1x
–
–
–
–
–
–
13 x
–
10
2
3
–
–
–
2
9
–
–
11
0
–
0
–
–
–
–
–
–
24
14
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1x
–
1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
8x
–
–
–
–
–
–
–
14
16
10
–
28
7
–
14
–
–
–
–
18
–
10
19
–
–
19
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5x
–
–
–
–
–
–
–
7
11
–
–
13
3
–
14
–
–
–
–
–
–
4
11
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
12
–
10
–
–
3
–
–
11
–
–
39
17
–
20
42
–
–
–
–
29
43
22
–
26
43
–
30
10
–
–
–
21
–
8
15
–
–
54
–
16
–
3
–
–
–
–
–
–
–
5
x
x
x
y
x
Rapazes
% de adolescentes (dos
15 aos 19 anos) que tiveram
relacções sexuais com mais
de um parceiro nos últimos
12 meses, 2008–2012*
–
–
4
–
–
2x
–
–
–
–
–
–
31 x
–
24
41
–
–
–
–
31
45
–
–
30
41
–
30
–
–
–
–
–
–
18
21
–
–
–
–
–
–
16
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
0x
–
–
–
–
–
1
2
–
–
1
2
–
–
–
1
0
0
–
4
0
–
0
0
–
–
–
5
1
9
4
–
–
7
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Cohecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre os adolescentes
Conhecimentos
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que têm
conhecimento amplo do HIV,
2008–2012*
Países e zonas
Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava da Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Mali
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
Mianmar
Micronésia (Estados Federados da)
Raparigas
–
–
24
23
–
–
19
–
–
29
33
35
–
–
–
20
53
12
–
–
32
29
–
2
–
27
29
19
6
–
3
–
–
–
–
39
–
12
–
35
–
–
18
–
–
–
–
23
–
40
22
14
–
–
–
5
–
31
–
x
x,y
x
x
x
x,y
y
x,y
x
y
Rapazes
–
–
32
–
–
–
–
–
–
35
–
34
–
–
–
24
45
–
–
–
25
33
–
–
–
35
26
35
2
–
–
–
–
–
–
34
–
–
–
28
–
–
21
–
–
–
–
26
–
45
–
–
–
–
–
–
–
–
–
x
x
x
x,y
y
x
% de adolescentes (dos
15 aos 19 anos) que tiveram
relacções sexuais com mais
de um parceiro nos últimos
12 meses, 2008–2012*
Raparigas
–
–
0
–
–
–
–
–
–
9
1
2
–
–
–
1
1
5
–
–
2
2
–
–
–
5
–
0
–
–
–
–
–
–
–
16
–
–
–
2
–
–
8
–
–
–
–
3
–
1
–
1
–
–
–
–
–
–
–
p
x
x
x
Rapazes
–
–
1
–
–
–
–
–
–
15
–
3
–
–
–
13
8
–
–
–
14
16
–
–
–
10 x
–
1x
–
–
–
–
–
–
–
39
–
–
–
13
–
–
7x
–
–
–
–
14
–
5
–
2
–
–
–
–
–
–
–
Comportamento sexual
% de adolescentes (dos
% de adolescentes
15 aos 19 anos) com múltiplos
(dos 15 aos 19 anos) que
parceiros e que utilizaram o
tiveram relacções sexuais
preservativo na última
antes dos 15 anos, 2008–2012*
relacção sexual, 2008–2012*
Raparigas
–
–
–
–
–
–
–
–
–
58
–
22
–
–
–
–
–
56
–
–
42
39
–
–
–
–
15
–
–
–
–
–
–
–
–
56
–
–
–
37
–
–
11
–
–
–
–
7
–
42
–
–
–
–
–
–
–
–
–
p
x,p
p
p
x
p
Rapazes
–
–
–
–
–
–
–
–
–
77
–
–
–
–
–
79
86
–
–
–
58
73
–
–
–
–
–
39 x
–
–
–
–
–
–
–
75
–
–
–
60
–
–
29 x
–
–
–
–
9
–
36
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Raparigas
–
–
7
–
–
–
2
–
–
17
4
8
–
–
–
7
10
27
–
–
14
12
–
–
–
15
15
8
–
–
–
–
–
–
–
16
–
–
–
9
–
–
19
–
–
–
–
17
–
12
0
17
–
–
–
–
4
–
–
x
x
x
x
x
Rapazes
–
–
1
–
–
–
–
–
–
35
–
4
–
–
–
14
16
–
–
–
36
24
–
–
–
25
16
3
–
–
–
–
–
–
–
49
–
–
–
26
–
–
9
–
–
–
–
8
–
26
–
–
–
–
–
–
–
–
–
x
x
x
x
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que
fizeram o teste de HIV e
receberam os resultados,
2008–2012*
Raparigas
Rapazes
–
–
32
–
–
–
0
–
–
31
4
–
–
–
–
–
–
12
–
–
18
20
–
–
–
–
–
1x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
43
–
–
3x
–
–
–
–
8
–
–
–
7
–
–
–
2
–
88
–
–
–
25
–
–
–
–
–
–
11
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
8
4
–
–
–
–
–
1x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
19
–
–
1x
–
–
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
71
TABELA 4
Cohecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre os adolescentes
Conhecimentos
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que têm
conhecimento amplo do HIV,
2008–2012*
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Moçambique
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelândia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quiguizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática do Congo
República Democrática e Popular de
Laos
República Dominicana
República Popular e Democrática da
Coreia
República Unida da Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé e Princípe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri Lanka
Sudão
Sudão do Sul
Suécia
Suíça
72
Raparigas
27
–
28
–
62
8
25
–
12
22
–
–
–
–
–
–
–
–
2
–
17
–
–
–
42
19
41
–
6
16
–
–
–
13
Rapazes
% de adolescentes (dos
15 aos 19 anos) que tiveram
relacções sexuais com mais
de um parceiro nos últimos
12 meses, 2008–2012*
Raparigas
49
–
24
–
59 x
8x
33
–
14 x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
51
–
46
–
–
26
–
–
–
–
3
–
0
–
1x
–
–
–
0
3
–
–
–
–
–
–
–
–
–
6
1x
–
–
–
1
–
1
–
–
6
–
–
–
8
23
25
–
39
33
7
–
–
46
–
49
2
–
–
–
39
–
–
26
23
53
–
3x
–
4
8
–
–
41
–
44
5
–
–
–
39
–
–
28
–
43
–
–
–
–
–
–
–
3
–
0
–
–
–
–
1
–
–
0
8
3
–
–
–
–
4
–
–
x
x
x
x
x
x
x
4x
Rapazes
18
–
5
–
6x
–
2
–
0
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–x
–
–
–
4
7
17
–
–
17
–
–
–
–
Comportamento sexual
% de adolescentes (dos
% de adolescentes
15 aos 19 anos) com múltiplos
(dos 15 aos 19 anos) que
parceiros e que utilizaram o
tiveram relacções sexuais
preservativo na última
antes dos 15 anos, 2008–2012*
relacção sexual, 2008–2012*
Raparigas
43
–
–
–
77 x,p
–
–
–
–
44
–
–
–
–
–
–
–
–
–
50
–
–
–
–
–
–
–
–
–
28
–
–
–
18
Rapazes
Raparigas
44
–
68 p
–
84 x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
69 p
–
29
–
–
50
–
–
–
–
22
–
0
–
7
15
5
13
26
15
–
–
–
–
–
–
–
4
–
7
6
–
–
–
12
0
1
–
–
27
–
–
–
21
x
x
x
x
x
x
Rapazes
17
–
2
–
19
35
4
–
5
6
–
–
–
–
–
–
–
4
–
–
–
–
–
–
22
–
16
–
–
10
–
–
–
–
x
x
x
x
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que
fizeram o teste de HIV e
receberam os resultados,
2008–2012*
Raparigas
Rapazes
25
–
–
–
18 x
–
2
–
2x
7
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
28
–
–
–
–
13
–
–
–
6
10
–
–
–
8x
–
4
–
1x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
22
–
–
–
–
6
–
–
–
–
–
–
–
5
3
–
–
14 x
37 x
72 x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
7
–
0
–
–
–
–
7
–
–
1
–
15
–
–
–
–
–
–
–
38
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
10
–
–
–
–
–
6p
–
–
45
–
–
–
–
–
–
62 p
–
–
–
–
63
–
–
–
–
–
–
–
9
–
5
–
–
–
–
10
–
–
10
22
1
–
–
–
–
11
–
–
12
–
13
–
–
–
–
12
–
–
6
11
4
–
–
–
–
–
–
–
31
–
44
–
–
–
–
27
–
–
16
10
3
–
–
–
–
3
–
–
20
–
37
–
–
–
–
10
–
–
11
–
3
–
–
–
–
–
–
–
Cohecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre os adolescentes
Conhecimentos
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que têm
conhecimento amplo do HIV,
2008–2012*
Países e zonas
Raparigas
Suriname
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trinidade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzebequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República Bolivariana de)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
SUMÁRIO DOS INDICADORES
África subsaarianaa/
África Oriental e Austral
África Ocidental e Central
África do Norte e Médio Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos desenvolvidos
Países de baixa e média renda
Mundo inteiro
DEFINIÇÃO DE INDICADORES
40
56
46
11
11
33
–
49
15
4
–
31
39
36
–
27
14
Rapazes
x
x
x
x
x
x
x
–
51
36
46
26
34
21
–
17
–
–
–
22
–
21
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que têm
um conhecimento abrangente do HIV: Percentagem de
adolescentes (15-19 anos), que identificou correctamente as
duas principais formas de prevenir a transmissão sexual do
HIV (usar preservativos, fidelidade e parceiro não infectado) e
que rejeitam dois conceitos erróneos mais comuns sobre o HIV
e, que sabem que uma pessoa aparentemente saudável pode
transmitir o HIV.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que teve
relações sexuais com mais de um parceiro nos últimos
12 meses: Percentagem de adolescentes (15-19 anos) que
reportaram relações sexuais com mais de um parceiro nos
últimos 12 meses.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos) com múltiplos
parceiros que usaram preservativo na última relação
sexual: Percentagem de adolescentes (15-19 anos) que
reportaram relações sexuais com mais de um parceiro nos
últimos 12 meses e que usaram o preservativo na última relação
sexual.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos) que iniciaram
as relações sexuais antes dos 15 anos: Percentagem de
adolescentes (15-19 anos) que reportaram o início de relações
sexuais antes dos 15 anos.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que
foi testado e recebeu os resultados: Percentagem de
adolescentes (15-19 anos), que nunca foi testado em HIV ou
recebeu o resultado.
% de adolescentes (dos
15 aos 19 anos) que tiveram
relacções sexuais com mais
de um parceiro nos últimos
12 meses, 2008–2012*
Raparigas
Rapazes
–
52
–
9
15
36
–
–
–
–
–
57 x
33 x
35
–
–
–
2
1
–
–
–
4
–
2x
–
–
–
–
2x
2
–
0x
–
–
3
–
–
0
7
–
–x
–
–
–
–
8x
5
–
–x
–
–
–
–
–
–
47 p
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
92 p
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
66 x,p
56
–
–
–
10
3
–
0
1
12
–
5x
–
–
–
2x
1x
12
–
–
–
–
2
–
4
1
6
–
–
–
–
–
19 x
3x
18
–
–
–
–
–
38
42
–
0
2x
1
–
–
5x
3
–
–
47 x,p
–
–
–
50 x
66 p
–
0
7
4
–
–
9
4
3
2
4
–
0
–
–
–
2
–
–
5
5
–
–
1
–
–
–
–
–
–
36
39
–
–
34
–
–
–
–
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
Raparigas
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
Rapazes
Comportamento sexual
% de adolescentes (dos
% de adolescentes
15 aos 19 anos) com múltiplos
(dos 15 aos 19 anos) que
parceiros e que utilizaram o
tiveram relacções sexuais
preservativo na última
antes dos 15 anos, 2008–2012*
relacção sexual, 2008–2012*
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
Raparigas
35
–
37
–
–
–
–
–
–
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
FONTES PRINCIPAIS DE DADOS
Rapazes
–
–
–
–
39
–
–
–
–
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que têm um
conhecimento abrangente do HIV: Banco de Dados Globais
do UNICEF, 2013 e baseados no IDS, MICS e outras pesquisas
nacionais, 2006-2012.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que teve
relações sexuais com mais de um parceiro nos últimos 12
meses: Banco de Dados Globais do UNICEF, 2013 e baseados no
IDS, MICS e outras pesquisas nacionais, 2006-2012.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos) que iniciou as
relações sexuais antes dos 15 anos: Banco de Dados Globais
do UNICEF, 2013 e baseados no IDS, MICS e outras pesquisas
nacionais, 2006-2012.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos) com múltiplos
parceiros e que usou o preservativo na última relação
sexual: Banco de Dados Globais do UNICEF, 2013 e baseados no
IDS, MICS e outras pesquisas nacionais, 2006-2012.
Percentagem de adolescentes (15-19 anos), que foi
testado e recebeu os resultados: Banco de Dados Globais
do UNICEF, 2013 e baseados no IDS, MICS e outras pesquisas
nacionais, 2006-2012.
13
10
16
–
8
–
–
–
12
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
9
11
7
–
3
–
–
–
–
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
% de adolescentes
(dos 15 aos 19 anos) que
fizeram o teste de HIV e
receberam os resultados,
2008–2012*
Raparigas
Rapazes
–
–
–
–
–
8
–
–
0
–
–
–
–
45
–
–
–
–
–
–
–
–
8
–
–
–
–
–
–
–
25
–
–
–
–
7
21 x
25
–
–
9x
10
19
29
10
–
1
–
–
–
27
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
–
20
–
–
1
–
–
–
–
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
NOTAS
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a
população representa 50% ou mais, da população total
da região de interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são
incluídos no cálculo das médias regionais e globais, com
a excepção dos dados da Índia de 2005-2006. Não são
apresentadas as estimativas de anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se a apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período
de referência, estes são incluídos no cálculo das médias
regionais e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29
casos não ponderados). Não são apresentados dados com
menos de 25 casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são
classificados como tal pelo Banco Mundial desde Julho de
2013; Esses países formam a base para a análise de dados na
ONUSIDA, UNICEF e OMS.
73
TABELA 5
Epidemiologia, conhecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre populações chave afectadas e menores de 25 anos
Epidemiologia
Comportamento sexual
Prevalência do HIV (%) entre populações % da população de alto risco (menos de
25 anos) que usaram o preservativo na
chave e de alto risco nas cidades
última relacção sexual, 2007–2012*
capitais (menos de 25 anos), 2007–2012*
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado Plurinacional da)
Bósnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
74
Pessoas que
injectam
drogas
Trabalhadores de
sexo
2.7
–
0.0
–
–
–
–
–
1.4
0.0
1.7
–
1.7
–
–
0.7
–
6.8
–
4.8
–
–
–
–
–
–
–
11.9
–
–
–
–
–
2.6
–
2.6
–
3.7
0.0
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
0.0
0.0
–
–
0.3
–
–
–
7.2
–
–
4.3
–
0.0
0.0
–
1.2
–
–
0.2
–
0.0
0.0
13.3
–
0.4
0.6
–
–
–
–
0.0
8.6
24.3
0.5
–
27.5
–
19.6
1.0
–
0.2
–
0.5
0.0
3.8
–
–
0.9
–
12.5
–
–
–
–
–
1.5
–
–
1.2
–
–
Homens que Pessoas que
injectam
fazem sexo
drogas
com homens
0.0
–
3.0
8.2
–
–
–
–
9.4
3.5
–
–
0.0
15.0
–
0.0
–
0.0
10.5
–
–
3.8
–
–
–
–
–
0.0
1.3
1.1
–
1.1
28.8
2.2
–
0.3
7.3
5.6
–
9.5
–
20.2
–
–
6.2
–
–
16.0
8.8
–
–
–
–
–
–
10.9
–
–
43
–
48
–
–
–
–
–
65
54
27
–
8
–
–
43
–
58
–
60
–
–
–
43
–
–
–
68
–
–
–
–
–
40
–
56..2
–
47
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
18
Trabalhadores de
sexo
51
–
–
–
74
–
–
40
100
91
–
–
57
–
–
62
73
80
90
87
–
–
96
–
–
–
–
85
98
91
56
–
76
–
43
73
74
89
–
99
68
82
–
–
71
–
71
–
–
–
–
–
68
–
–
–
–
–
Acceso
Testes
% da população de alto risco (menos
% de pessoas que injectam
de 25 anos) que fez o teste de HIV e
drogas (menos de 25 anos) e
conhece o resultado, 2007–2012*
que reportaram o uso de
Pessoas que Trabalha- Homens que
Homens que
seringas esterilizadas na
fazem sexo
dores de
injectam
fazem sexo última vez que se injectaram,
com homens
sexo
drogas
com homens
2007–2012*
17
–
52
–
25
–
–
–
91
71
39
–
23
79
–
34
–
65
60
59
–
54
67
–
–
–
–
66
–
68
–
69
57
65
–
86
50
76
–
–
–
59
–
–
71
–
–
70
54
–
83
–
–
–
25
59
–
57
64
–
93
–
–
–
–
–
92
66
75
–
54
–
–
41
–
87
–
26
–
–
–
76
–
–
–
75
–
–
–
58
–
92
–
55
–
57
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
79
–
63
–
–
–
–
–
45
0
49
–
3
–
–
4
–
40
–
26
–
24
–
17
–
–
–
61
–
–
–
36
–
74
–
58
–
27
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
51
53
–
–
–
35
–
–
39
–
27
60
–
13
–
–
8
80
70
57
92
–
–
63
–
–
18
–
59
–
62
28
–
32
–
38
73
91
30
–
41
100
46
–
–
32
–
100
–
–
–
95
–
80
–
–
–
–
–
73
–
32
–
30
–
–
–
99
32
83
–
19
50
–
11
–
70
57
31
–
39
36
–
–
21
–
52
100
23
–
33
54
36
–
56
26
39
–
–
–
27
42
–
20
–
–
24
22
–
52
–
–
–
–
37
–
70
Epidemiologia, conhecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre populações chave afectadas e menores de 25 anos
Epidemiologia
Comportamento sexual
Prevalência do HIV (%) entre populações % da população de alto risco (menos de
25 anos) que usaram o preservativo na
chave e de alto risco nas cidades
última relacção sexual, 2007–2012*
capitais (menos de 25 anos), 2007–2012*
Países e zonas
Estado da Palestina Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava da Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guiné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshal
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Malí
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
Pessoas que
injectam
drogas
Trabalhadores de
sexo
36.4
–
0.0
12.0
–
9.5
–
–
–
–
1.1
–
–
8.8
–
–
–
–
–
–
–
0.0
5.3
11.6
–
–
–
–
5.3
–
6.6
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
5.8
–
–
–
–
0.0
0.0
–
4.8
–
0.0
–
–
1.7
–
–
6.9
11.1
–
0.0
4.1
0.0
0.3
–
–
–
–
–
–
–
–
–
14.8
–
22.2
1.4
6.6
6.7
–
1.7
8.0
–
–
–
–
1.7
–
0.0
–
–
–
–
–
1.3
–
–
–
–
15.0
–
–
–
–
0.0
–
0.3
1.1
–
0.0
25.7
–
1.0
11.1
–
0.9
Homens que Pessoas que
injectam
fazem sexo
drogas
com homens
0.0
–
0.0
10.8
–
1.5
–
1.5
–
–
3.0
–
–
–
–
59.7
–
–
4.1
–
13.3
4.0
3.5
6.1
3.1
–
–
–
3.5
–
0.0
–
–
–
–
–
25.7
1.2
–
–
–
3.1
–
–
–
–
0.0
–
–
6.2
–
0.0
–
–
3.3
8.3
4.6
12.4
41
–
53
54
–
16
–
–
–
–
50
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
21
13
56
–
–
–
–
13
–
24
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
62
–
–
–
–
–
–
–
25
–
–
–
–
28
16
–
38
Trabalhadores de
sexo
100
98
86
68
91
65
–
–
56
–
90
–
–
0
95
71
–
91
78
92
91
–
88
49
–
–
–
–
88
–
62
–
–
–
–
–
91
37
–
–
–
80
–
–
–
–
89
–
–
88
–
–
97
–
47
86
–
65
Acceso
Testes
% da população de alto risco (menos
% de pessoas que injectam
de 25 anos) que fez o teste de HIV e
drogas (menos de 25 anos) e
conhece o resultado, 2007–2012*
que reportaram o uso de
Pessoas que Trabalha- Homens que
Homens que
seringas esterilizadas na
fazem sexo
dores de
injectam
fazem sexo última vez que se injectaram,
com homens
sexo
drogas
com homens
2007–2012*
41
–
51
58
–
34
45
57
–
–
76
–
–
69
81
25
–
–
68
–
71
25
44
64
16
–
–
–
44
–
45
–
63
–
–
56
75
50
–
–
–
40
–
–
–
–
40
60
–
72
–
–
–
–
50
58
–
72
89
–
89
86
–
22
–
–
–
–
88
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
67
85
82
–
–
–
–
85
–
91
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
85
–
–
–
–
97
–
–
94
–
71
–
–
58
83
–
40
35
–
92
34
–
2
–
–
–
–
7
–
–
77
–
–
–
–
–
–
–
22
21
84
–
–
–
–
21
–
17
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
59
–
–
–
–
72
–
–
79
–
15
–
12
7
32
–
34
56
98
32
36
27
14
–
63
40
–
44
–
–
57
92
83
–
95
81
88
66
–
38
78
–
–
–
–
38
–
25
–
–
–
–
–
65
72
–
–
–
60
–
–
–
–
25
–
–
71
–
21
–
–
15
75
59
54
29
–
32
31
–
4
24
41
–
–
29
–
–
28
63
47
–
28
25
86
47
100
7
92
19
–
–
–
7
–
11
–
30
–
–
30
72
20
–
–
–
24
–
–
–
–
16
46
–
75
–
12
–
–
25
93
–
38
75
TABELA 5
Epidemiologia, conhecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre populações chave afectadas e menores de 25 anos
Epidemiologia
Comportamento sexual
Prevalência do HIV (%) entre populações % da população de alto risco (menos de
25 anos) que usaram o preservativo na
chave e de alto risco nas cidades
última relacção sexual, 2007–2012*
capitais (menos de 25 anos), 2007–2012*
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Mianmar
Micronésia (Estados Federados da)
Moçambique
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelâandia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quirguizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática do Congo
República Democrática e Popular de
Laos
República Dominicana
República Popular e Democrática da
Coreia
República Unida da Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé e Príncipe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri Lanka
Sudão
Sudão do Sul
76
Homens que Pessoas que
injectam
fazem sexo
drogas
com homens
Trabalhadores de
sexo
Acceso
Testes
% da população de alto risco (menos de
% de pessoas que injectam
25 anos) que fez o teste de HIV e
drogas (menos de 25 anos) e
conhecem o resultado, 2007–2012*
que reportaram o uso de
Pessoas que Trabalha- Homens que
Homens que
seringas esterilizadas na
fazem sexo
dores de
injectam
fazem sexo última vez que se injectaram,
com homens
sexo
drogas
com homens
2007–2012*
Pessoas que
injectam
drogas
Trabalhadores de
sexo
13.3
–
–
–
–
–
–
–
1.1
–
–
3.7
–
–
–
–
–
–
–
–
33.9
4.0
–
–
4.9
–
–
8.1
–
0.6
–
–
–
–
1.4
–
5.9
–
–
–
0.0
0.0
–
–
–
1.2
17.2
19.0
–
–
–
–
–
–
–
12.7
2.2
3.0
–
–
9.1
–
–
3.5
–
–
–
–
–
11.7
1.7
4.5
–
0.8
5.2
–
93
24
–
–
21
12
–
2.4
3.7
–
84
41
–
–
79
36
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
1.2
–
–
12.5
–
–
–
–
–
–
–
4.8
–
–
–
–
–
–
–
42.1
–
–
–
–
–
–
–
15.0
–
2.0
–
–
0.0
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
12.9
–
12.7
5.7
1.4
–
–
0.0
–
–
–
22
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
46
–
–
–
–
–
–
99
78
–
–
–
–
22
–
–
89
–
91
–
–
88
46
–
–
42
–
–
95
–
–
–
–
–
72
–
65
–
–
61
–
–
–
87
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
88
–
–
–
–
–
–
14
–
–
22
–
–
–
–
–
–
–
17
–
–
–
–
–
–
25
86
–
–
–
–
68
–
–
48
–
68
–
–
–
6
–
–
42
–
–
100
–
–
–
–
–
31
–
34
–
–
7
–
–
4.5
–
–
–
10.0
0.0
–
–
1.3
3.0
–
15.1
–
–
0.0
–
–
–
–
1.9
–
13.1
10.5
–
2.8
–
12.2
2.2
–
–
–
33.9
1.4
13.8
0.2
5.5
79
–
–
–
–
–
–
–
40
–
–
55
–
–
–
–
–
–
–
–
22
48
–
–
36
–
–
52
–
42
–
–
–
–
26
–
96
–
–
–
84
81
–
–
–
97
96
87
–
–
–
–
–
–
27
75
–
94
70
–
93
–
87
83
–
–
–
–
–
92
96
27
84
–
–
–
70
–
–
–
75
52
–
48
–
–
–
–
–
–
35
60
24
72
52
–
71
–
–
74
–
–
–
69
40
67
60
16
83
–
–
–
–
95
–
–
97
–
–
75
–
–
–
–
–
–
–
–
63
93
–
–
59
–
–
86
–
78
–
–
–
0
100
–
26
–
–
–
–
–
–
–
19
–
–
18
–
–
–
–
–
–
–
–
8
70
–
–
41
–
–
54
–
–
–
–
–
–
36
–
68
–
–
–
50
17
–
–
–
42
70
37
–
–
–
–
–
–
27
43
6
72
–
–
71
–
95
31
–
–
–
–
–
47
19
85
45
–
–
–
56
11
–
–
36
28
–
21
–
–
–
–
–
–
35
63
–
54
–
–
76
–
–
37
–
20
–
84
27
59
7
81
Epidemiologia, conhecimentos, testagem do HIV e comportamento sexual entre populações chave afectadas e menores de 25 anos
Epidemiologia
Comportamento sexual
Prevalência do HIV (%) entre populações % da população de alto risco (menos de
25 anos) que usaram o preservativo na
chave e de alto risco nas cidades
última relacção sexual, 2007–2012*
capitais (menos de 25 anos), 2007–2012*
Países e zonas
Pessoas que
injectam
drogas
Trabalhadores de
sexo
0.0
6.3
–
–
25.0
9.5
–
0.0
–
–
0.6
–
0.0
–
7.1
–
–
5.6
–
–
–
–
–
–
0.0
–
4.6
64.1
–
3.7
–
8.1
–
–
0.6
–
1.6
–
3.0
–
–
1.7
–
–
–
–
–
25.1
Suécia
Suíca
Surinama
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trindade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzebequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República Bolivariana da)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
DEFINIÇÃO DE INDICADORES
Prevalência do HIV (%) entre as populações de maior
risco nas cidades capitais (com idade inferior a 25 anos),
2007-2012: Percentagem de populações de maior risco e vivendo
com o HIV (pessoas que usam drogas injectáveis, profissionais
do sexo e homens que fazem sexo com homens com idades entre
0-24 anos).
Percentagem de populações de maior risco (com idade
inferior a 25 anos) que usaram o preservativo na última
relação sexual, 2007-2012: Percentagem de populações de
maior risco (pessoas que usam drogas injectáveis, profissionais
do sexo e homens que fazem sexo com homens com idades entre
0-24) que usaram o preservativo na última relação sexual.
Percentagem de pessoas que injectam drogas (com idade
inferior a 25 anos) que reportaram o uso de seringas
esterilizadas na última injecção, 2007-2012: Percentagem
de pessoas que injectam drogas (com idade entre 0-24) que
reportaram o uso de seringas esterilizadas na última injecção
Percentagem da população de maior risco (com idade
abaixo de 25 anos) que fizeram o teste de HIV e conhecem
o resultado, 2007-2012: Percentagem da população de maior
risco (pessoas que usam drogas injectáveis, profissionais do
sexo e homens que fazem sexo com homens com idade (0 -24),
que fizeram o teste de HIV e conhecem o resultado, nos últimos
12 meses.
Homens que Pessoas que
injectam
fazem sexo
drogas
com homens
0.7
2.1
–
–
5.3
1.4
–
19.8
–
5.8
9.8
–
1.7
–
4.2
–
6.9
2.0
–
–
–
3.0
–
–
6
49
–
–
49
72
–
0
–
–
32
–
17
–
58
–
–
55
–
–
–
55
–
–
Trabalhadores de
sexo
0
–
–
87
94
75
–
90
–
–
59
–
34
–
94
–
–
86
–
–
–
82
–
52
Acceso
Testes
% da população de alto risco (menos
% de pessoas que injectam
de 25 anos) que fez o teste de HIV e
drogas (menos de 25 anos) e
conhece o resultado, 2007–2012*
que reportaram o uso de
Pessoas que Trabalha- Homens que
Homens que
seringas esterilizadas na
fazem sexo
dores de
injectam
fazem sexo última vez que se injectaram,
com homens
sexo
drogas
com homens
2007–2012*
41
37
75
–
86
70
–
43
27
–
32
–
27
–
69
–
44
64
63
–
–
66
–
–
FONTES PRINCIPAIS DE DADOS
Prevalência do HIV (%) entre as populações de maior
risco (com idade inferior a 25 anos), nas cidades capitais
2007-2012: Banco de dados online da ONUSIDA www.
aidsinfoonline.org, acedida a 26 de Setembro de 2013.
Percentagem da população de maior risco (com idade
inferior a 25) que usou o preservativo na última relação
sexual, 2007-2012: Banco de dados online da ONUSIDA www.
aidsinfoonline.org, acedida a 26 de Setembro de 2013.
Percentagem de pessoas que usam drogas injectáveis
(com idade inferior a 25 anos) que reportaram o uso de
seringas esterilizadas na última injecção, 2007-2012:
Banco de dados online da ONUSIDA www.aidsinfoonline.org,
acedida a 26 de Setembro de 2013.
Percentagem da população de maior risco (com idade
abaixo de 25 anos) que fez o teste de HIV e conhece o
resultado, 2007-2012: Banco de dados online da ONUSIDA ,
www.aidsinfoonline.org,acedida a 26 de Setembro de 2013.
44
95
–
–
73
91
–
–
–
–
91
–
17
–
95
–
–
78
–
–
–
95
–
–
47
65
–
–
54
31
–
0
–
–
17
–
22
–
35
–
–
30
–
–
–
26
–
–
56
–
93
92
40
41
–
53
–
–
11
–
–
–
57
–
–
32
–
–
–
39
–
53
31
39
98
–
17
39
–
47
–
–
13
–
38
–
36
–
–
27
–
–
–
38
–
–
NOTES
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a
população representa 50% ou mais, da população total
da região de interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são
incluídos no cálculo das médias regionais e globais, com
a excepção dos dados da Índia de 2005-2006. Não são
apresentadas as estimativas de anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período
de referência, estes são incluídos no cálculo das médias
regionais e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29
casos não ponderados). Não são apresentados dados com
menos de 25 casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
δ Devido à cessação da República do Sul do Sudão da República
do Sudão em Julho de 2011, e a sua posterior admissão
às Nações Unidas a 14 de Julho de 2011, ainda não estão
disponíveis os dados desagregados para todos os indicadores
para cada um destes estados. Nestes casos são apresentados
dados agregados do período de pré-cessação do Sudão.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são
classificados como tal pelo Banco Mundial desde Julho de
2013; Esses países formam a base para a análise de dados na
ONUSIDA, UNICEF e OMS.
77
TABELA 6
Protecção, cuidados e apoio às crianças afectadas pelo HIV e o SIDA
Crianças órfãs e vulneráveis
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Afganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia (Estado Plurinacional da)
Bosnia e Herzegovina
Botswana
Brasil
Brunei Darussalam
Bulgária
Burkina Faso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Colômbia
Comores
Congo
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibouti
Dominica
Egipto
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritrea
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Estado da Palestina 78
Crianças que perderam um ou ambos
Crianças que perderam progenitores devido ao SIDA, 2012
um ou ambos
Estimativa Estimativa
progenitores devido a
baixa
Alta
todas as causas, 2012 Estimativa
–
4,000,000
–
–
–
1,100,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
450,000
–
–
–
160,000
–
–
–
980,000
680,000
–
–
1,300,000
–
–
–
960,000
–
–
–
–
–
220,000
1,300,000
–
–
–
–
43,000
–
–
–
–
–
160,000
–
–
–
–
–
2,500,000
–
–
–
120,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
43,000
–
–
–
120,000
–
–
–
130,000
89,000
–
–
330,000
–
–
–
170,000
–
–
–
–
–
64,000
380,000
–
–
–
–
7,200
–
–
–
–
–
21,000
–
–
–
–
–
2,300,000
–
–
–
87,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
36,000
–
–
–
100,000
–
–
–
110,000
73,000
–
–
300,000
–
–
–
140,000
–
–
–
–
–
58,000
340,000
–
–
–
–
5,600
–
–
–
–
–
14,000
–
–
–
–
–
2,700,000
–
–
–
170,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
51,000
–
–
–
130,000
–
–
–
160,000
110,000
–
–
380,000
–
–
–
200,000
–
–
–
–
–
72,000
440,000
–
–
–
–
8,700
–
–
–
–
–
30,000
–
–
–
–
Crianças cujos
progenitores (ambos)
morreram devido a
qualquer causa, 2012
–
1,100,000
–
–
–
170,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
60,000
–
–
–
46,000
–
–
–
160,000
140,000
–
–
250,000
–
–
–
180,000
–
–
–
–
–
39,000
240,000
–
–
–
–
7,100
–
–
–
–
–
25,000
–
–
–
–
Taxa de
Crianças cujos
frequência
progenitores (ambos)
morreram devido ao escolar de órfãos,
2008–2012*
SIDA, 2012
–
940,000
–
–
–
38,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
13,000
–
–
–
44,000
–
–
–
46,000
40,000
–
–
120,000
–
–
–
64,000
–
–
–
–
–
21,000
130,000
–
–
–
–
2,300
–
–
–
–
–
7,400
–
–
–
–
–
101
–
–
–
85
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
84 x
–
–
–
90 x
–
–
–
–
–
–
–
101
82
–
–
94
86
–
–
117
–
–
–
93
–
74 p
66
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
% de crianças cujos
agregados familiares
recebem apoio
externo, 2008–2012*
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
26 y
–
–
–
7x
–
–
–
9x
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Protecção, cuidados e apoio às crianças afectadas pelo HIV e o SIDA
Crianças órfãs e vulneráveis
Países e zonas
Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Ex República Jugoslava de Macedónia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiné Bissau
Guiné Conacri
Guné Equatorial
Haiti
Honduras
Hungria
Iémen
Ilhas Cook
Ilhas Marshal
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irão (República Islâmica do)
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kuwait
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Madagáscar
Malásia
Malawi
Maldivas
Mali
Malta
Marrocos
Maurícias
Mauritânia
México
Mianmar
Micronésia (Estados Federados da)
Crianças que perderam um ou ambos
Crianças que perderam progenitores devido ao SIDA, 2012
um ou ambos
Estimativa Estimativa
progenitores devido a
baixa
Alta
todas as causas, 2012 Estimativa
–
–
4,500,000
–
–
–
–
–
–
61,000
–
1,000,000
–
–
–
–
–
120,000
670,000
–
430,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
220,000
–
–
190,000
–
–
–
–
–
–
1,300,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
900,000
–
–
–
–
–
–
19,000
–
190,000
–
–
–
–
–
17,000
46,000
–
100,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
150,000
–
–
23,000
–
–
–
–
–
–
770,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
16,000
–
160,000
–
–
–
–
–
13,000
35,000
5,000
90,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
140,000
–
–
19,000
–
–
–
–
–
–
700,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
22,000
–
230,000
–
–
–
–
–
23,000
58,000
20,000
120,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
170,000
–
–
27,000
–
–
–
–
–
–
850,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Crianças cujos
progenitores (ambos)
morreram devido a
qualquer causa, 2012
–
–
650,000
–
–
–
–
–
–
9,900
–
140,000
–
–
–
–
–
21,000
100,000
–
61,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
64,000
–
–
30,000
–
–
–
–
–
–
270,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Taxa de
Crianças cujos
frequência
progenitores (ambos)
morreram devido ao escolar de órfãos,
2008–2012*
SIDA, 2012
–
–
130,000
–
–
–
–
–
–
6,000
–
53,000
–
–
–
–
–
6,000
15,000
–
29,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
59,000
–
–
7,500
–
–
–
–
–
–
240,000
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
90
–
–
–
–
–
–
101
106
76
–
–
–
–
–
109
73
–
96
92
–
–
–
–
–
72
–
–
94
–
–
–
–
–
–
–
–
98
–
–
85
–
–
–
–
74
–
97
–
92
–
–
–
100
–
–
–
x
x
x
p
% de crianças cujos
agregados familiares
recebem apoio
externo, 2008–2012*
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
13
8
–
–
5
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
15
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
17
–
–
–
–
–
–
–
–
–
x
x
x
x
79
TABELA 6
Protecção, cuidados e apoio às crianças afectadas pelo HIV e o SIDA
Crianças órfãs e vulneráveis
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Países e zonas
Moçambique
Mónaco
Mongólia
Montenegro
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Zelândia
Oman
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polónia
Portugal
Qatar
Quénia
Quirguizistão
Quiribati
Reino Unido
República Árabe da Síria
República Centroafricana
República Checa
República da Coreia
República da Moldávia
República Democrática do Congo
República Democrática e Popular do
Laos
República Dominicana
República Popular e Democrática da
Coreia
República Unida de Tanzânia
Roménia
Ruanda
Samoa
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marino
São Tomé e Príncipe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Somália
Sri Lanka
Sudão
Sudão do Sul
Suécia
Suíça
80
Crianças que perderam um ou ambos
Crianças que perderam progenitores devido ao SIDA, 2012
um ou ambos
Estimativa Estimativa
progenitores devido a
baixa
Alta
todas as causas, 2012 Estimativa
Crianças cujos
progenitores (ambos)
morreram devido a
qualquer causa, 2012
Taxa de
Crianças cujos
frequência
progenitores (ambos)
morreram devido ao escolar de órfãos,
2008–2012*
SIDA, 2012
% de crianças cujos
agregados familiares
recebem apoio
externo, 2008–2012*
2,000,000
–
–
–
130,000
–
–
–
–
11,500,000
–
–
–
–
–
–
–
320,000
–
–
–
–
–
–
2,600,000
–
–
–
–
–
–
–
–
5,100,000
740,000
–
–
–
76,000
–
–
–
–
2,200,000
–
–
–
–
–
–
–
13,000
–
–
–
–
–
–
1,000,000
–
–
–
–
–
–
–
–
390,000
640,000
–
–
–
62,000
–
–
–
–
1,900,000
–
–
–
–
–
–
–
7600
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
350,000
870,000
–
–
–
95,000
–
–
–
–
2,600,000
–
–
–
–
–
–
–
19,000
–
–
–
–
–
–
<100
–
–
–
–
–
–
–
–
440,000
420,000
–
–
–
25,000
–
–
–
–
2,000,000
–
–
–
–
–
–
–
43,000
–
–
–
–
–
–
410,000
–
–
–
–
–
–
–
–
860,000
260,000
–
–
–
22,000
–
–
–
–
750,000
–
–
–
–
–
–
–
3,900
–
–
–
–
–
–
290,000
–
–
–
–
–
–
–
–
140,000
91
–
102
–
100
–
72
–
67
100
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
95
–
–
–
–
88
–
–
–
74
–
–
–
–
–
–
80
–
–
–
–
–
–
–
98
–
–
–
–
–
–
–
–
–
3,100,000
–
590,000
–
–
–
–
–
–
–
–
370,000
–
–
–
–
–
470,000
–
–
1,200,000
–
120,000
–
–
–
–
–
–
–
–
26,000
–
–
–
–
–
110,000
–
–
1,000,000
–
110,000
–
–
–
–
–
–
–
–
18,000
–
–
–
–
–
67,000
–
–
1,300,000
–
140,000
–
–
–
–
–
–
–
–
37,000
–
–
–
–
–
170,000
–
–
570,000
–
110,000
–
–
–
–
–
–
–
–
56,000
–
–
–
–
–
75,000
–
–
370,000
–
47,000
–
–
–
–
–
–
–
–
7,800
–
–
–
–
–
34,000
–
–
95
–
91
–
–
–
–
–
–
–
97
88
–
–
78 x
–
–
78
–
–
7
–
13
–
–
–
–
4x
–
–
–
1
–
–
–
–
–
–
–
–
x
p
–
x
–
–
x
22
–
–
–
17
–
–
–
–
6
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
21
–
–
–
–
7
–
–
–
9
x
x
x
x
Protecção, cuidados e apoio às crianças afectadas pelo HIV e o SIDA
Crianças órfãs e vulneráveis
Países e zonas
Crianças que perderam um ou ambos
Crianças que perderam progenitores devido ao SIDA, 2012
um ou ambos
Estimativa Estimativa
progenitores devido a
baixa
Alta
todas as causas, 2012 Estimativa
Suriname
Swazilândia
Tailândia
Tajiquistão
Timor-Leste
Togo
Tonga
Trinidade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela (República Bolivariana da)
Vietname
Zâmbia
Zimbabwe
SUMÁRIO DOS INDICADORES
África subsaarianaa/
África Oriental e Austral
África Ocidental e Central
África do Norte e Médio Oriente
Sul da Ásia
Asia Oriental e Pacífico
América Latina e Caribe
ECL/CEI
Países menos desenvolvidos
Países de baixa e média renda
Mundo inteiro
DEFINIÇÃO DOS INDICADORES
–
120,000
–
–
–
360,000
–
–
–
–
–
–
–
2,700,000
–
–
–
–
–
–
1,400,000
1,200,000
56,000,000
27,900,000
28,100,000
5,500,000
40,800,000
26,900,000
7,800,000
6,200,000
42,900,000
140,000,000
150,000,000
Crianças que perderam um ou ambos os progenitores
devido a todas as causas: Estimativa do número crianças
(0-17 anos), que perderam um ou ambos os progenitores devido
a qualquer causa a partir de 2012.
Crianças que perderam um ou ambos os progenitores
devido ao SIDA: Estimativa do número de crianças (0-17 anos)
que perdeu um ou ambos progenitores devido ao SIDA a partir
de 2012.
As crianças cujos progenitores morreram devido ao SIDA:
Estimativa do número de crianças (0-17 anos) que perderam
ambos os progenitores devido ao SIDA a partir de 2012.
Taxa de frequência escolar de crianças órfãs: Percentagem
de crianças (10-14 anos) que perderam ambos os progenitores,
que frequentam actualmente a escola, como uma percentagem
das crianças não-órfãs da mesma idade ,que vivem com pelo
menos um dos progenitores e que frequentam a escola
Percentagem de crianças cujo agregado familiar recebeu
apoio externo, 2005-2009: Percentagem de crianças órfãs e
vulneráveis, cujo agregado familiar recebeu apoio básico externo
e gratuito para cuidar da criança.
–
78,000
–
–
–
90,000
–
–
–
–
–
–
–
1,000,000
–
–
–
–
–
–
670,000
890,000
–
69,000
–
–
–
75,000
–
–
–
–
–
–
–
860,000
–
–
–
–
–
–
600,000
810,000
Crianças cujos
progenitores (ambos)
morreram devido a
qualquer causa, 2012
Taxa de
Crianças cujos
frequência
progenitores (ambos)
morreram devido ao escolar de órfãos,
2008–2012*
SIDA, 2012
–
87,000
–
–
–
110,000
–
–
–
–
–
–
–
1,200,000
–
–
–
–
–
–
760,000
980,000
–
33,000
–
–
–
62,000
–
–
–
–
–
–
–
510,000
–
–
–
–
–
–
370,000
350,000
–
30,000
–
–
–
30,000
–
–
–
–
–
–
–
330,000
–
–
–
–
–
–
280,000
330,000
15,100,000 13,400,000 16,900,000
10,600,000 9,600,000 11,800,000
4,400,000 3,800,000 5,200,000
100,000
71,000
150,000
610,000
180,000 2,100,000
780,000
460,000 1,200,000
830,000
650,000 1,000,000
260,000
200,000
340,000
7,600,000 6,700,000 8,600,000
17,700,000 15,900,000 21,400,000
17,800,000 16,100,000 21,600,000
10,300,000
5,500,000
4,800,000
490,000
3,600,000
2,000,000
520,000
410,000
6,900,000
17,300,000
17,600,000
5,000,000
3,500,000
1,500,000
21,000
180,000
110,000
110,000
57,000
2,400,000
5,500,000
5,500,000
FONTES PRINCIPAIS DE DADOS
Crianças que perderam um ou ambos os progenitores
devido a todas as causas: Estimativas do HIV e SIDA da
ONUSIDA, 2012.
Crianças que perderam um ou ambos os progenitores
devido ao SIDA, 2012: Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA,
2012.
Crianças cujos progenitores morreram devido a qualquer
causa, 2012: Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
Crianças cujos progenitores morreram devido ao SIDA,
2012: Estimativas do HIV e SIDA da ONUSIDA, 2012.
Taxa de frequência escolar de crianças órfãs: Banco de
Dados Globais do UNICEF, 2013 e baseados no IDS, MICS e
outras pesquisas nacionais, 2006-2012
Percentagem de crianças cujos agregados familiares
receberam apoio externo: Banco de Dados Globais do
UNICEF, 2013 e baseados no IDS, MICS e outras pesquisas
nacionais, 2006-2012
–
100
93 x
–
75
86
–
–
–
–
–
–
98 x
87
–
–
–
–
–
–
92
92
91
90
91
–
72
–
–
–
88
–
–
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
% de crianças cujos
agregados familiares
recebem apoio
externo, 2008–2012*
–
41
21
–
–
6
–
–
–
–
–
–
–
11
–
–
–
–
–
–
19
21
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
x
x
x
x
y
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
ǂ
ǂ
ǂ
**ǂ
**ǂ
NOTAS
– Dados não disponíveis.
* Dados referentes ao ano mais recente, disponíveis durante
o período especificado no título da coluna.
**Exclui a China.
ǂ Médias regionais são calculadas apenas quando a
população representa 50% ou mais, da população total
da região de interesse.
x Os dados referem-se aos anos ou períodos, que não os
especificados no título da coluna. Esses dados não são
incluídos no cálculo das médias regionais e globais, com
a excepção dos dados da Índia de 2005-2006. Não são
apresentadas as estimativas de anos anteriores a 2005.
y Os dados diferem da definição padrão ou referem-se a apenas
a uma parte de um país. Se os dados abrangem um período
de referência, estes são incluídos no cálculo das médias
regionais e globais.
p Com base em pequenos denominadores (tipicamente 25-29
casos não ponderados). Não são apresentados dados com
menos de 25 casos não ponderados.
a/A África Subsaariana inclui o Sudão e Djibouti.
Algumas estimativas não se somam aos totais devido ao
arredondamento. Os países de baixa e média renda são
classificados como tal pelo Banco Mundial desde Julho de
2013; Esses países formam a base para a análise de dados na
ONUSIDA, UNICEF e OMS.
81
FOTOS – LEGENDAS E CRÉDITOS
Capa
Crianças correndo de em direcção á casa depois de participarem
numa discussão em grupo sobre saúde, higiene, saneamento e HIV.
© UNICEF/RWAA2011-00631/Noorani
Página 2
Esquerda: Ver legenda da páginas 4–5
Centro: Ver legenda da páginas 24–25
Direita: Ver legenda da as páginas 40–41
Páginas 4–5
Em Lilongwe, Malawi, uma mãe recebe tratamento a longo
prazo com medicamentos anti-retrovirais (ARV) e segura seu
filho recém-nascido.
© UNICEF Malawi/2013/Marinovich
Página 9
Na região de Worodougou, na Costa do Marfim, uma enfermeira
informa à mulher que o resultado do seu teste de HIV é negativo.
© UNICEF/NYHQ2011-0238/Asselin
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Um trabalhador de saúde realiza o teste rápido de HIV no
Hospital Público da Redenção, apoiado pelo UNICEF em
Monróvia, Libéria. Esses testes permitem o diagnóstico em
apenas uma visita.
© UNICEF/NYHQ2011-1757/Pirozzi
RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA – Crianças e o SIDA: Sexto Relatório de Balanço, 2013
Um profissional de saúde observa uma mulher grávida no centro
integrado de saúde na cidade de Maradi, no sul do Níger.
© UNICEF/NIGB2010-0032/Pirozzi
Página 17
Os diagnósticos nos Pontos de Prestação de Cuidados podem ser
usados sem a necessidade de uma infra-estrutura de laboratório
extensiva ou de habilidades técnicas.
© UNITAID/2013/Giulio Donini
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Página 21
Duas crianças brincam no Centro de Assistência do Dia de
Kaldirgoch, apoiado pelo UNICEF em Tashkent, Uzbequistão.
O Centro oferece atendimento e serviços médicos para crianças
vivendo com o HIV e suas famílias.
© UNICEF/NYHQ2011-1692/Pirozzi
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório
Uma menina de oito anos vivendo com o HIV na cidade de Ruilin
na China, é abraçada pela embaixadora do UNICEF e actriz
internacional de cinema Maggie Cheung.
© UNICEF China/2010/Liu
Notas e desenhos de crianças e trabalhadores sociais, no Centro
Crianças Felizes e Adolescentes patrocinado pelo UNICEF em
Freetown, Serra Leoa.
© UNICEF Sierra Leone/2011/Asselin
Página 22
Na Zâmbia rural, um menino de dois anos de idade, vivendo
com o HIV e em tratamento ARV, sorri para a tia. Ela assumiu
os cuidados do menino após a morte da mãe por complicações
relacionadas com o SIDA.
© UNICEF/NYHQ2010-2928/Nesbitt
Página 23
Uma enfermeira e parteira registada do Centro de Saúde de
Chelstone em Lusaka, capital da Zâmbia. Os serviços do Centro
incluem a prevenção da transmissão vertical.
© UNICEF/NYHQ2011-0268/Nesbitt
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Um gestor de casos de famílias vivendo com o HIV, usa o laço
vermelho da campanha de consciencialização do HIV/SIDA,
numa exposição na estação de comboios de Vijaywada na Índia.
© UNICEF/INDA2010-00379/Purushotham
Profissionais de saúde numa vila no Zimbabwe partem com as
suas bicicletas para providenciar serviços de saúde às comunidades rurais.
© UNICEF/AUSNC2012-0406/Tattersall
Em Moçambique, para o processamento de testes de carga viral,
era necessário o transporte das amostras que eram processadas
a muitos quilómetros de distância. As novas máquinas podem
processar os testes localmente, em apenas uma hora.
© UNITAID/2013/Giulio Donini
Páginas 24–25
Uma rapariga que vive e trabalha nas ruas de Colombo, Sri
Lanka, tem um calendário de bolso distribuído num evento
de consciencialização do HIV, organizado pelo Think Wise
partnership.
© UNICEF/NYHQ2012-1507/Jayasuriya
Uma adolescente que vive com o HIV em Tamil Nadu vestida para
ir á escola. O MAC, AIDS Fund, UNICEF e o Governo da Índia
estão a lançar uma iniciativa de telemedicina para prestar serviços
a famílias como a dela.
© UNICEF India/2013
Página 30
Um adolescente injecta drogas num prédio abandonado na
Europa do Leste.
© UNICEF Serbia/2010/Maccak
Página 18
Uma mulher sul-africana que vive com HIV segura a pílula que
toma diariamente para o TARV – uma abordagem inovadora que
acaba com a necessidade de um regime diário de várias pílulas.
© UNICEF South Africa/2013/Marinovich
Página 20
Uma mulher que vive com HIV abraça a sua filha num hospital
em Moundou, no Chade. A mãe participou no programa de
eliminação da transmissão vertical (EMTCT) e a criança está
livre do HIV.
© UNICEF/NYHQ2011-2151/Esteve
82
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Trabalhadores de sexo transexuais e adolescentes numa rua
turística e popular em Laos.
© UNICEF Laos
Uma jovem, de 15 anos, na cama de um dos quartos do bordel,
onde recebe clientes em Abidjan, Costa do Marfim.
© UNICEF Côte d’Ivoire/2013/Asselin
Página 31
Um adolescente faz uma careta no momento em que o profissional
de saúde recolhe uma amostra de sangue para o teste de HIV,
num Centro de jovens que oferece testes gratuitos em Mondou,
Chade.
© UNICEF/NYHQ2011-2154/Esteve
Página 33
Jovens que participam no programa Clube do Laço Vermelho
na Índia para a prevenção do HIV e caminham pelo Distrito de
Chandrapur em Maharashtra, Índia. O clube é um fórum voluntário para a prestação de informações sobre o HIV nas aldeias.
© UNICEF/INDA2011-00068/Crouch
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Num centro juvenil em Moundou, Chade, uma rapariga ri durante
uma sátira sobre a prevenção do HIV. O centro ensina aos adolescentes a protegerem-se contra o vírus e oferece teste de HIV.
© UNICEF/NYHQ2011-2156/Esteve
Adolescentes assistem a uma sessão de consciencialização sobre
o HIV e o SIDA durante um seminário de prevenção na comunidade indígena Shipibo-Conibo de Nuevo Saposoa na Região
Ucayali na Amazónia Peruana.
© UNICEF/NYHQ2010-2084/Markisz
Uma rapariga assiste a um seminário para educadores de HIV
e SIDA num centro de serviço social apoiado pelo UNICEF, na
cidade de Aden, no Iémen.
© UNICEF/NYHQ2007-1660/Pirozzi
Página 39
Um rapaz de onze anos de idade, cujos pais morreram de causas
relacionadas com o SIDA, na casa de seu tio em Freetown, Serra
Leoa. A criança foi expulsa da casa da sua tia quando ela soube
que vivia com o HIV.
© UNICEF/NYHQ2011-0759/Asselin
ACRÓNIMOS
ACNUR Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas
ARV Anti-retroviral (droga)
CD4
Aglomerado de células de diferenciação ou
designação 4: medida de contagem de glóbulos
brancos para a elegibilidade do TARV
CDC
Centro para Controlo e Prevenção de Doenças
CMMV
Circuncisão Médica Masculina e Voluntária
EGPAF
Fundação Elizabeth Glaser para o SIDA Pediátrico
EID Diagnóstico Infantil Precoce (de HIV)
EMTCT Eliminação da Transmissão Vertical (de HIV)
FG
Fundo Global para o Combate ao SIDA,
Tuberculose e Malária
FNUAP Fundo das Nações Unidas para a População
GARPR
Relatório de Progresso da Resposta Global do SIDA
HIV Vírus da Imunodeficiência Humana
IATT
Equipa de Trabalho de Interagências
IDS
Inquéritos Demográficos e de Saúde
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
MICS Inquérito de Indicadores Múltiplos
Uma menina de 15 anos de idade, que vive com o HIV, escreve
na parede da casa abandonada que divide com a sua família
na Ilha de Zanzibar, na Tanzânia.
© UNICEF/NYHQ2010-1842/Noorani
NEPAD Nova Parceria para o Desenvolvimento de África
ODM Objectivos do Desenvolvimento do Milénio
OIT Organização Internacional do Trabalho
Páginas 40–41
Uma mulher vivendo e com o HIV e a neta, de 14 anos, na sua
casa numa aldeia a sul de Bulawayo, Zimbabwe. Esta é uma
de muitas famílias que se beneficiam do apoio social.
© UNICEF/ZIMA2011-00003/Pirozzi
OMS Organização Mundial da Saúde
ONG
Organização não-governamental
Página 44
Tenda para a prestação de tratamento anti-retroviral (TARV) no
campo de Chiaquelane, distrito de Chokwé, Moçambique.
© UNICEF Mozambique/2013
Fotos adicionais na versão electrónica deste relatório:
Uma enfermeira no município de Ouham, República Centro
Africana, carrega uma criança órfã, cuja mãe morreu de causas
relacionadas com o SIDA. A enfermeira cuida da criança.
© UNICEF/NYHQ2011-0814/Grarup
Uma mulher que vive com HIV fala com o pessoal do UNICEF no
bairro degradado de Bouldougu nos arredores da cidade
de Djibouti.
© UNICEF/NYHQ2011-1357/Takahashi
Uma rapariga de dezasseis anos, observa o campo de
deslocados onde vive em Port-au-Prince, Haiti. Ela está grávida
e vivendo com o HIV.
© UNICEF/NYHQ2011-1324/Dormino
ONUSIDA Programa Conjunto das Nações Unidas sobre
o HIV/SIDA
PEPFAR Plano de Emergência do Presidente dos Estados
Unidos para o Alívio do SIDA
PMA Programa Mundial de Alimentação
PNUD Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento
PTV Prevenção da Transmissão Vertical (do HIV)
SIDA Síndroma da Imunodeficiência Adquirida
SMI
Saúde Materna e Infantil
SMS Serviço de Mensagens Curtas (mensagens de texto)
TARV
Terapia Anti-retroviral
TB
Tuberculose
UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação,
Ciência e Cultura
UNICEF Fundo das Nações Unidas para a Infância
UNODC
Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime
VPH Vírus do Papiloma Humano
Pela primeira vez na história da epidemia do HIV, a
comunidade global tem acumulado o conhecimento, a
experiência e as ferramentas para conseguir uma geração
livre do SIDA. Isso significa, uma geração em que todas
as crianças nascem livres do HIV e permanecem nesse
estado nas duas primeiras décadas de vida, isto é, do
nascimento até a adolescência. Isso também significa
que, as crianças que vivem ou estão afectadas pelo HIV
têm acesso ao tratamento, protecção, cuidado e o apoio
que precisam para permanecem vivas e saudáveis.
Incidindo sobre a primeira e a segunda décadas de
vida, o Sexto Relatório de Balanço de 2013 : Crianças
e o SIDA:
analisa o peso do HIV entre as crianças e os
•
adolescentes assim como, os progressos registados,
identifica as principais estratégias para acelerar o
•
acesso à prevenção, tratamento, protecção, cuidados
e apoio para crianças e adolescentes
resume as oportunidades decorrentes dos avanços
•
científicos recentes, novas tecnologias, inovações e
práticas emergentes
procura mobilizar esforços nacionais e internacionais
•
para manter as crianças livres do HIV e garantir
que, as crianças vivendo com o HIV permaneçam
sem o SIDA.
P ara a obtenção de mais dados e materiais de
apoio, visite: www.childrenandaids.org.
Unidos pelas crianças, Unidos contra o SIDA
Fundo das Nações Unidas para a Infância
3 Praça das Nações Unidas
Nova Iorque, NY 10017, USA
E-mail: [email protected]
Website: www.childrenandaids.org
ISBN: 978-92-806-4750-1
© Fundo das Nações Unidas para a Infância
(UNICEF), November 2013