l`abécédaire de planétarium
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Câmpus de Bauru Plano de Ensino Curso 2003/08 - Arquitetura e Urbanismo Ênfase Identificação Disciplina 0006092A - Técnicas Retrospectivas Docente(s) Rosio Fernandez Baca Salcedo Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo Créditos 6 Carga Horaria 90 Pré - Requisito Co - Requisito Seriação ideal 4 Câmpus de Bauru Plano de Ensino Objetivos - Identificar, conhecer e valorizar as edificações, as áreas urbanas e os sítios históricos representativos da cultura dos povos. - Usar adequadamente os métodos, técnicas e regulamentações sobre a preservação, conservação, restauração, reabilitação e revitalização, para a elaboração de projetos de intervenção nas áreas históricas, em concordâncias com as determinantes econômicas, sociais, culturais e físico-espaciais, tecnológicas e estéticas da realidade. Conteúdo Importância da disciplina Técnicas Retrospectivas na contribuição da formação profissional. 1. EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO SOBRE A SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO CULTURAL. 2. GESTÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL MUNDIAL E NO BRASIL 2.1. Instituições Internacionais e Legislação Brasileira: UNESCO, ICOMOS, IPHAN entre outros. 2.2. Instituições Nacionais, Estaduais e Municipais: IPHAN, CONDEPHAAT e CODEPAC. 3. PRESERVAÇÃO NO CONTEXTO URBANO: CENTROS HISTÓRICOS 3.1. Centro histórico: conceito e categorias. 3.2. Centro histórico: legislação. 3.3. Centro histórico: gestão e planejamento urbano. 3.4. Centro histórico: planejamento e gestão do turismo. 3.5. Centro histórico: percepção ambiental. 4. O TOMBAMENTO E A DOCUMENTAÇÃO DO PATRIMÔNIO URBANO 5. PESQUISA E PROJETO URBANO DE PRESERVAÇÃO EM CENTROS HISTÓRICOS 5.1. Programas e projetos públicos de intervenção em centros históricos e áreas históricas. Estudos de caso internacional e nacional. 5.2. Metodologia de pesquisa para a intervenção em centros históricos.. 5.3.Estudo de caso: Centro Histórico de Santos. Visita didática, levantamento de dados e proposta de preservação. 6. TEORIA E HISTÓRIA DA CONSERVAÇÃO E DO RESTAURO 6.1.Teoria e história da conservação e do restauro: Viollet-le Duc, Ruskin, Giavannoni, Boito, Brandi. 6.2. Carta de Veneza e Carta de restauro, 1972; Carta de Cracóvia, entre outros. 7. INTERVENÇÃO ARQUITETÔNICA EM CENTROS HISTÓRICOS 7.1. Restauração 7.2. Reabilitação. 7.3. Projeto novo. 8. PESQUISA E PROJETO DE INTERVENÇÃO ARQUITETÔNICA EM CENTROS HISTÓRICOS 8.1. O tombamento e a documentação do patrimônio arquitetônico com vistas a formação de acervo histórico. 8.2. O patrimônio arquitetônico no Estado de São Paulo. 8.3. Reabilitação de centros urbanos e habitação social 8.4. Metodologia e projetos de intervenção arquitetônica em centros históricos. 8.5. A experiência internacional e nacional sobre a intervenção arquitetônica em centros históricos. Câmpus de Bauru Plano de Ensino 8.6. Estudo de caso: projeto de intervenção arquitetônica em centros históricos. Visitas a canteiros de obras de restauração. Metodologia Aulas expositivas teóricas e debates. Aulas práticas, visitas didáticas: centro histórico de Santos, no primeiro semestre e, no segundo semestre ao Teatro São Paulo, na cidade de São Paulo. Atividades discentes: Individual: participação em aulas teóricas e práticas, elaboração de trabalhos individuais (leitura de textos e proposta de intervenção urbana e arquitetônica em centros históricos) Grupo: debates e, levantamento de dados e proposta de preservação do Centro Histórico de Santos. Bibliografia BÁSICA BIDOU-ZACHARIASEN, Catherine (Coord.). De volta à cidade. São Paulo: Annablume, 2006. CHOAY, F. A alegoria do patrimônio. Tradução de Luciano Vieira Machado. São Paulo: Estação Liberdade: Editora UNESP, 2001. 282 p. CURY, Isabelle (Org.). Cartas Patrimoniais. Rio de Janeiro: IPHAN, 2004. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO NACIONAL (Brasil). Caderno de Documentos: Estudo de Tombamento. Rio de Janeiro: IPHAN, 1995. MARICATO, Ermínia. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. Petrópolis: Vozes, 2001. SALCEDO, Rosío F.B. A reabilitação das residências nos Centros Históricos da América Latina. Cusco (Peru) e Ouro Preto (Brasil). São Paulo: Editora UNESP, 2007 COMPLEMENTAR BOITO, Camilo. Os restaurardores. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002. BRANDI, C. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kulh. Cotia: Ateliê, 2004. BRASIL, Constituição 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Rio de Janeiro : Ed. Saraiva, 1995. COELHO, Gustavo Neiva e VALVA, Milena Dáyala. Patrimônio Cultural Edificado. Goiânia, Editora da UCG, 2001. COLÉGIO, Oficial de Arquitetos de Madrid. Curso de Rehabilitación. Madrid, Colégio Oficial de Arquitectos de Madrid, 1984, Vol. 1: La Teoria. KUHL. Beatriz M. Arquitetura do ferro e Arquitetura Ferroviária em São Paulo: reflexões sobre a sua preservação. São Paulo, Ateliê Editorial : Fapesp : Secretaria da Cultura, 1998, p. 103. MEC-IPHAN/PRÓ-MEMÓRIA. Restauração e Revitalização de Núcleos Históricos. Brasília, 1995. PREFEITURA DE BAURU. Lei n.º 3486: CODEPAC (Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Bauru). Bauru, 1992. RIO, V. del; OLIVEIRA, L. (Org.). Percepção ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel; São Carlos: Editora da UFSCar, 1996. 265 p. RUSKIN, J. Las siete lámparas de la arquitetura. Buenos Aires: El Ateneu, 1956. 285 p. RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável. A proteção do meio ambiente. Campinas: Papirus, 1997. SALCEDO, Rosío F.B. História e teoria da restauração. In: Revista Multiciência, São Carlos, v. 4, Câmpus de Bauru Plano de Ensino p. 150-160, 2000. ______ A percepção ambiental na proposta de diretrizes projetuais para a salvaguarda dos centros históricos. Estudo de caso Paraty. In: Revista OLAM, Rio Claro, 2004,1 CD. SALCEDO, R. F. B.; NIRSCHLA, A,; SIQUEIRA, H. A importância da representação gráfica na Documentação do patrimônio arquitetônico como instrumento de análise para o projeto de restauro. In: Revista Educação Gráfica, ISSN 1414-3895, Bauru, n. 8, p. 95-106, 2004. SILVA, Fernando Fernandes da. As Cidades Brasileiras e o Patrimônio Cultural da Humanidade. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. SIMÃO, M. C. R. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. VARGAS, Heliana Comin; CASTILLO, Ana Luisa Howard de (Org.). Intervenções em Centros Urbanos: objetivos, estratégias e resultados. São Pauo:Manole, 2006. Critérios de avaliação da aprendizagem (C) Nota de conceito: freqüência, participação em sala de aula, leitura de textos, relatórios, viagens didáticas e trabalhos de campo: Peso 0,8 (D) Debates em grupo sobre temas propostos e relatórios de trabalhos (D1, D2, D3, D4). Peso 3,2 (PCH) Entrega e apresentação da Proposta de salvaguarda do centro histórico de Santos, em grupo. Peso 3,0 (IA) Entrega e apresentação de projetos: Intervenção arquitetônica em áreas históricas, individual. Peso 3,0 Media Final = [0,8(C) + 3,2 (D1 + D2 + D3 + D4) + 3,0 (PCH) + 3,0 (IA)] /10,0 Ementa (Tópicos que caracterizam as unidades do programa de ensino) Fornecer as informações teóricas e técnicas necessárias para a preservação, restauração, conservação e revitalização do Patrimônio Histórico. Fazendo ênfase no Patrimônio Arquitetônico. Aprovação Conselho Curso 11/04/2012 Cons. Departamental 22/04/2013 Congregação 22/04/2013
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