Siemens LF98GA542 HOTTE DECOR ILOT 90 740M3/H INOX

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ANÁLISE TEMPORAL DA MANCHA BACTERIANA EM PLANTIOS CLONAIS DE
EUCALIPTO.
Mara Elisa Soares de Oliveira1, Fabiano Silva Fernandes2, Murilo Azevedo Glória Junior2,
Alvaro Soares de Oliveira3, Maria Alves Ferreira4
1
Universidade Federal de Lavras, Departamento de Fitopatologia, Lavras, MG, Brasil,
[email protected], 2Universidade Federal do Tocantins, Gurupi, TO, Brasil, 3InfoRural,
Gurupi, TO, Brasil; 4Universidade Federal de Lavras, Departamento de Fitopatologia, Lavras,
MG, Brasil
A mancha bacteriana é uma importante doença em Eucalyptus spp., pois pode causar
desfolha, afetando o desenvolvimento da planta. Para o controle da doença é importante um
melhor conhecimento sobre a epidemiologia da doença, que é escasso para a área florestal,
Dessa forma, objetivou-se com o presente trabalho, analisar o progresso temporal da
mancha bacteriana no estabelecimento inicial, de diferentes clones de eucalipto, a campo no
município de Novo Acordo - TO e correlacionar a incidência e a área abaixo da curva de
progresso de doença (AACPD) com as variáveis relacionadas ao crescimento e com os
dados meteorológicos. Foram analisadas curvas de progresso da mancha bacteriana
baseadas na incidência. Realizou-se o cálculo AACPD. O coeficiente de Pearson foi
empregado para verificar as correlações entre a incidência e AACPD da mancha bacteriana
com crescimento inicial dos clones e os fatores meteorológicos. Os modelos Gompertz ou
Logístico foram os que melhor se ajustaram aos dados de acordo com o clone avaliado.
Verificou-se diferença da AACPD entre os clones quanto à incidência da mancha bacteriana
durante o período de avaliação. Os clones foram agrupados em três grupos, com diferentes
níveis de resistência. Houve correlação negativa entre a incidência da mancha bacteriana, a
AACPD e as variáveis de crescimento dos clones estudados.
Durante o período de
avaliação, a temperatura média do ar, a precipitação pluvial e a umidade relativa do ar
favoreceram a incidência da doença. Considerando que a implantação dos plantios na
região do Tocantins ocorrerá em condições climáticas favoráveis ao progresso da mancha
bacteriana e que sua incidência interfere no crescimento inicial dos clones, o manejo desta
doença deverá ocorrer de forma preventiva. Os clones A469, VM01 e 373 foram os mais
resistentes. Entretanto, outros estudos são necessários com esses e outros clones a fim de
verificar a adaptabilidade nessa região.