Championnat de France de Ski Alpin 2017 Règlement des Courses
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Championnat de France de Ski Alpin 2017 Règlement des Courses
Intenção de consumo reflete melhora nas expectativas Indicador registrou aumento mensal em todos os componentes da pesquisa Variação Variação Mensal Anual Indicador out/16 Emprego Atual Perspectiva Profissional Renda Atual Compra a Prazo Nível de Consumo Atual Perspectiva de Consumo 105,6 98,8 89,9 66,8 47,5 62,7 +0,8% +1,4% +1,7% +2,2% +2,3% +7,9% -0,4% +0,8% -8,2% -11,7% -17,6% +0,7% Momento para Duráveis ICF 46,1 73,9 +3,4% +2,4% -10,2% -5,7% A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou elevação de 2,4% na comparação com setembro de 2016 e queda de 5,7% em relação a outubro de 2015. Nos últimos três , todos os componentes da pesquisa tiveram variação positiva na comparação mensal. No entanto, o índice ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, ou seja, continua abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual. Adicionalmente, o nível anual dos indicadores ainda registra forte queda. O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou melhora de 2,1% na comparação mensal; e o daquelas com renda acima de dez salários mínimos apresentou aumento de 3,7%. O índice das famílias mais ricas está em 83,7 pontos; e o das demais, em 72,1 pontos. Os índices abertos por faixa de renda também continuam abaixo dos 100 pontos. Na base de comparação regional, todas mostraram variação mensal positiva, exceto a região Nordeste. A maior variação ocorreu na região Sudeste, melhora de 4,8% na intenção de consumo. A confiança do consumidor teve aumento em janeiro e fevereiro deste ano, embora de baixa intensidade. Em março, houve a primeira queda do ano, tendência que ainda permaneceu até o mês de junho. Em julho, o índice não teve mudanças na avaliação mensal e apresentou estabilidade. Agosto foi o primeiro mês a registrar aumento na intenção de consumo desde fevereiro. Em setembro, o indicador teve a maior variação mensal da série, ocasionada principalmente pela evolução do componente Perspectiva de Consumo, que registrou o maior aumento mensal da série histórica. Em outubro, a evolução também foi favorável. Embora os indicadores de confiança estejam registrando avanço, principalmente nas expectativas, essa melhora de humor ainda não se transformou em vendas. Em parte, isso ocorre devido à inflação ainda alta, principalmente nos alimentos. A demora para que ocorra uma efetiva recuperação do mercado de trabalho ou da situação financeira das famílias leva à sustentação de um comportamento cauteloso por parte do consumidor. As vendas no segmento de hiper e supermercados recuaram 2,2% ante agosto de 2015, refletindo uma inflação de 16,8% no item alimentação no domicílio, medido pelo IPCA. 1 A queda no número de trabalhadores com carteira assinada, a menor massa de rendimento e a taxa de juros alta contribuem para a queda na venda de itens não essenciais como móveis e eletrodomésticos (-9,3%), outros artigos de uso pessoal e domésticos (-10,8%) e tecidos, vestuário e calçados (-10,4%). Mercado de trabalho: Componente Emprego Atual tem quarta alta consecutiva Satisfação com o emprego atual Menos seguro 25,0% Mais seguro 30,5% Igual ao ano passado 26,4% Não sabe / não respondeu 18,1% O componente Emprego Atual registrou aumento de 0,8% em relação ao mês anterior e queda de 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao Emprego Atual é de 30,5% ante 30,3% em setembro de 2016. As regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sul são as mais confiantes em relação ao Emprego Atual (131,4, 108 e 106,1 pontos, respectivamente), com variações mensais de -0,6%, +0,2% e +2,5%, na ordem respectiva. Por outro lado, as regiões Norte e Sudeste registraram menor nível de confiança, contabilizando 103 e 98,8 pontos, respectivamente. O índice geral e os regionais, exceto o do Sudeste, estão acima da zona de indiferença, de 100 pontos. Consumo: Componente Nível de Consumo Atual aumenta por quatro meses seguidos O componente Nível de Consumo Atual apresentou aumento de 2,3% em relação ao mês anterior e queda de 17,6% comparativamente ao mesmo período do ano passado. A maior parte das famílias declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado (63,6%, ante 64,4% em setembro de 2016). O índice está em 47,5 pontos. O componente Acesso ao Crédito teve aumento de 2,2% na comparação mensal e queda de 11,7% em relação a outubro de 2015. Momento para duráveis Mau 73,8% Bom 19,9% Não sabe / Não respondeu 6,3% O item Momento para Duráveis apresentou aumento de 3,4% na comparação mensal, a terceira variação positiva consecutiva desde fevereiro deste ano. Em relação a 2015, o componente mostrou recuo de 10,2%. O índice segue abaixo da zona de indiferença. A taxa de juros para o consumidor, representada pela taxa média de juros das operações de crédito com recursos livres para pessoas 2 físicas e divulgada pelo Banco Central, está em um patamar bastante elevado e no segundo maior valor da série iniciada em março de 2011. A taxa estava em 72,01% ao ano na divulgação referente a julho de 2016 e, em agosto de 2016, número mais recente, registrou 71,85%. A maior parte das famílias – 73,8%, ante 74,7% em setembro de 2016 – considera o momento atual desfavorável para aquisição de duráveis. Por corte de renda, as famílias com renda de até dez salários mínimos registraram aumento de 2,9% no quesito Momento para Duráveis na comparação mensal, e as com renda acima de dez salários apresentaram aumento de 4,7%. Regionalmente, esse indicador variou de 68,3 pontos (Sul) a 27,8 pontos (Norte). Expectativas: Variações anuais positivas nas perspectivas de consumo e profissional Perspectiva profissional Negativa 46,2% Positiva 44,9% Não sabe / não respondeu 8,9% As famílias apresentaram aumento de 1,4% nas perspectivas em relação ao mercado de trabalho, na comparação mensal. Em relação ao mesmo período do ano passado, o componente apresentou aumento de 0,8%, a primeira variação anual positiva desde dezembro de 2012. A maior parte das famílias – 46,2% – considera negativo o cenário para os próximos seis meses. O índice registrou 98,8 pontos, resultado ainda abaixo da zona de indiferença (de 100 pontos). O item Perspectiva de Consumo registrou aumento de 7,9% em relação a setembro de 2016. Foi a segunda maior evolução mensal desde o início da série histórica. Na comparação anual, o índice apresentou aumento de 0,7%, a primeira variação anual positiva desde agosto de 2014. Na base de comparação mensal, as famílias com renda até dez salários mínimos mostraram aumento de 6,3%; e aquelas com renda acima de dez salários apresentaram aumento de 14,1%. Embora a percepção de que a crise vem lentamente perdendo força, a reboque da retomada gradual da confiança de consumidores e de empresários, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou suas expectativas de queda do varejo restrito de -5,2% para -5,4% e do varejo ampliado de -9,4% para -9,5% ao final de 2016. Para os economistas da entidade, mesmo diante de expectativas menos desfavoráveis, dificilmente o varejo deixará de registrar seus piores resultados históricos. Sobre a Intenção de Consumo das Famílias: A pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir, com alta precisão, a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de 3 vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo presente e futuro. Os resultados da ICF podem ser avaliados sob dois ângulos. O primeiro é o grau de satisfação e insatisfação dos consumidores, por meio de sua dimensão, já que o índice abaixo de 100 pontos indica uma percepção de insatisfação, enquanto o acima de 100 (com limite de 200 pontos) indica o grau de satisfação em termos de seu emprego, renda e capacidade de consumo. O segundo ângulo é o da tendência desse grau de satisfação e insatisfação, por meio das variações mensais da ICF total. A pesquisa é composta por sete itens. Quatro deles – Emprego Atual, Renda Atual, Compra a Prazo e Nível de Consumo Atual – comparam a expectativa do consumidor em relação a igual período do ano anterior. Os demais itens referem-se a perspectivas de melhoria profissional para os seis meses seguintes, expectativas de consumo para os três meses seguintes e avaliação do momento atual quanto à aquisição de bens duráveis. Para o comércio, a ICF cumpre um papel altamente relevante, ao fundir as percepções pessoal e familiar, capturando informações em todas as unidades da Federação. Tais informações são obtidas com base em 18 mil questionários, analisados mensalmente. Outro fator que destaca a ICF ante outros indicadores antecedentes baseados na percepção do consumidor é o seu caráter de curto prazo. As avaliações do consumidor em relação ao futuro são tomadas em um horizonte que varia de três a seis meses. 4