1. La rémunération des cadres de direction dans la Fonction
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1. La rémunération des cadres de direction dans la Fonction
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras - Habilitação Português/Inglês Jardim - MS Novembro / 2012 - Aprovado pela Deliberação CE/CEPE-UEMS Nº 86 de 6/12/2004*. - Homologado pela Resolução CEPE-UEMS Nº 520, de 28/4/2005. - Corrigido pela CI - SAP/DGLB/PROE/UEMS Nº 012, de 1 de junho de 2009. - Reformulado pela Deliberação CE/CEPE-UEMS Nº 225, de 22/11/2012**. - Homologado, com alterações, pela Resolução CEPE-UEMS Nº 1.290, de 25/4/2013. - Corrigido pela CI/SAP/ROE/UEMS Nº 013, de 13 de maio de 2014 * Desativado, gradativamente, a partir de 2013. ** Implantado, gradativamente, a partir de 2013. Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Comissão de Reformulação do Projeto conforme Portaria UEMS nº 012, de 24 de fevereiro de 2012, publicada no D.O 8140 de 28 de fevereiro de 2012 pg. 15 e Portaria UEMS nº 021, de 20 de março de 2012, publicada no D.O 8157 de 22 de março de 2012 pg. 71. Profª Drª Susylene Dias de Araujo (Presidente) Prof. Me Clemilton Pereira Santos (Membro) Profª Drª Dami Glades Maidana Baz (Membro) Profª Me Patrícia Gressler Groendendal (Membro) Profª Me Roseli Peixoto Grubert Martinez (Membro) Prof. Me Rosicley Andrade Coimbra (Membro) COLABORADORES Profª Me Adélia Maria Evangelista Azevedo Profª Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros Prof. Hudson Lolli Ghetti Profª Me Lucilene Soares da Costa Prof. Dr. Luis Otávio Batista Profª Me Marilete Osmari Profª Me Rosemere Almeida Aguero Formatação: Bruno Galassi Ferreira (Acadêmico do Curso de Letras) Projeto Pedagógico do Curso de Letras 2 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL SUMÁRIO 1. Identificação ..........................................................................................................04 3. Histórico Institucional ............................................................................................08 4. Justificativa............................................................................................................11 5. Objetivos gerais e especificos do curso ................................................................12 6. Perfil profissional do egresso ................................................................................13 7. Competência e habilidades ...................................................................................14 8. Relação entre teoria e prática: a prática como componente curricular..................15 9. Concepção e composição da avaliação ................................................................17 10. Relação entre ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação ..............................18 11. Concepção e composição do estagio curricular supervisionado .........................19 12. Concepção e composição das atividades complementares (AC)........................21 13. Concepção e definição do trabalho de conclusão do curso (TCC)......................23 14. Disciplinas preparatórias para as disciplinas das séries subsequentes ..............23 15. Matriz curricular...................................................................................................24 16. Resumo Geral da Matriz Curricular .....................................................................26 17. Quadro de equivalências.....................................................................................26 18. Ementa, objetivos e bibliografia das disciplinas ..................................................29 Projeto Pedagógico do Curso de Letras 3 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Curso de licenciatura em Letras – Habilitação Português/Inglês 1.2 Proponente: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul 1.3 Titulação: Licenciado em Letras – Habilitação Português/Inglês 1.4 Turno de oferecimento: Noturno 1.5 Local de oferta: Unidade Universitária de Jardim 1.6 Número de vagas: 50 vagas 1.7 Modalidade de oferta: Presencial/anual 1.8 Período de Integralização: mínimo 04 anos e máximo de 07 anos 1.9 Carga horária total: CNE: 3600 horas UEMS: 3635 horas 1.10 Tipo de ingresso: processo seletivo/SISU 2. LEGISLAÇÃO BÁSICA 2.1 Legislação Geral Constituição Federal de 1988. Lei n°. 9394, de 20 de dezembro de 1996, que institui a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 2.2 Legislação Institucional Constituição Estadual, promulgada em 13 de junho de 1979, em seu art. 190 – Cria a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com sede na cidade de Dourados. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 4 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Lei Estadual nº. 533, de 12 de março de 1985 – Autoriza a instalação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Constituição Estadual, promulgada em 5 de outubro de 1989 – Art. 48 das Disposições Transitórias – Cria a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com sede em Dourados. Lei Estadual nº. 1.461, de 20 de dezembro de 1993 – Autoriza o Poder Executivo a instituir a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Decreto Estadual nº. 7.585, de 22 de dezembro de 1993 – Institui sob a forma de fundação, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Deliberação nº. 4.787, de 20 de agosto de 1997 – Concede o credenciamento, por cinco anos, à Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Deliberação CEE/MS nº. 6.602, de 20 de junho de 2002 – Prorroga o ato de Credenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS, concedida através da Deliberação CEE/MS nº. 4787/97, até o ano de 2003. Deliberação CEE/MS nº. 6.603, de 20 de junho de 2002 – Prorroga os atos de Autorização e de Reconhecimento de Cursos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS de Dourados e dá outras providências. Deliberação CEE/MS nº. 7.447, de 29 de janeiro de 2004 – Recredencia a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS, sediada em Dourados-MS, pelo prazo de 05 (cinco) anos, a partir de 2004, até o final de 2008. Deliberação CEE/MS nº. 8955, de 16 de dezembro de 2008 – Prorroga o ato de Recredenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, pelo prazo de 03 (três) anos a partir de 01/01/2009 a 31/12/2011. Decreto nº. 9.337, de 14 de janeiro de 1999 – Aprova o Estatuto da Fundação Projeto Pedagógico do Curso de Letras 5 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Lei nº. 2.230, de 02 de maio de 2001 – Dispõe sobre o Plano de Cargos e Carreiras da Fundação Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Resolução COUNI-UEMS nº. 227 de 29 de novembro de 2002 – Edita o Regimento Geral da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, alterada pela Resolução COUNI-UEMS nº. 352, de 15 de dezembro de 2008. Lei nº. 2.583, de 23 de dezembro de 2002 – Dispõe sobre a autonomia da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, alterada pela Lei nº. 3485 de 21 de dezembro de 2007. Resolução COUNI-UEMS nº. 348, de 14 de outubro de 2008 – Aprova o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, sediada em Dourados, MS, para o período de 2009 a 2013. Resolução CEPE-UEMS nº. 867, de 19 de novembro de 2008 – Aprova o Regimento Interno dos Cursos de graduação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. 2.3 Legislação Federal e do Conselho Nacional de Educação Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro 2005 – Regulamenta a Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002, e o art. 18 da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000 – Inclusão da LIBRAS como Disciplina Curricular. Portarias do Ministério da Educação Portaria MEC nº. 4.059, de 10 de dezembro de 2004 – Autoriza a inclusão de disciplinas não presenciais em cursos superiores reconhecidos. Legislação do Conselho Nacional de Educação Projeto Pedagógico do Curso de Letras 6 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Parecer CNE/CES nº. 067, de 11 de março de 2003 – Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN dos Cursos de Graduação. Parecer CNE/CP nº. 003, de 10 de março de 2004 – Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Resolução nº. 001, de 17 de junho de 2004 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Parecer CES/CNE nº. 261/2006, 9 de novembro de 2006 – Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências. Resolução nº. 3, de 2 de julho de 2007 – Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras providências. Resolução nº. 01 de 18 de março de 2011, no qual se verifica que a carga horária necessária para a formação em uma única habilitação do curso de Letras, Licenciatura, é, pois de 2800 horas. Parecer CNE/CP nº. 028, de 2 de outubro de 2001 – Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP nº. 001, de 18 de fevereiro de 2002 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP nº. 002, de 19 de fevereiro de 2002 – Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de Projeto Pedagógico do Curso de Letras 7 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL professores da Educação Básica em nível superior. Parecer CNE/CES nº. 492, de 03 de abril de 2001 – Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia. Parecer CNE/CES nº. 1363, de 12 de dezembro de 2001 – Retificação do Parecer CNE/CES 492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia. RESOLUÇÃO CEPE-UEMS nº. 1.163, de 10 de maio de 2012. Homologa a deliberação nº. 207, da Câmara de Ensino, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, de 23 de novembro de 2011, que altera o anexo da Resolução CEPEUEMS nº. 977, de 14 de abril de 2010, que aprova as diretrizes para elaboração de projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. 2.4. Atos Legais Comuns aos Cursos de Graduação da UEMS. - Deliberação CE-CEPE-UEMS nº. 231, de 25 de abril de 2013 – Aprova objetivo geral, ementa, bibliografia básica e complementar da disciplina de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, para os projetos pedagógicos dos cursos de graduação ofertados na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, e dá outras providências. 3. HISTÓRICO INSTITUCIONAL A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), com sede na cidade de Dourados, foi criada pela Constituição Estadual de 1979 e ratificada em 1989, conforme disposto em seu artigo 48, Ato das Disposições Constitucionais Gerais e Transitórias. É uma Fundação com autonomia didático-científica, administrativa, financeira, disciplinar e patrimonial, de acordo com as Leis Estaduais nº. 1.543, de 8 de dezembro de 1994, e nº. 2.583, de 23 de dezembro de 2002, e com o Decreto Projeto Pedagógico do Curso de Letras 8 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Estadual nº. 10.511, de 8 de outubro de 2001. Rege-se por seu estatuto, oficializado por meio do Decreto Estadual nº. 9.337, de 14 de janeiro de 1999. Embora criada em 1979, a implantação da UEMS somente ocorreu após a publicação da Lei Estadual nº. 1.461, de 20 de dezembro de 1993, e do Parecer do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul CEE/MS nº. 08, de 09 de fevereiro de 1994. Mais tarde, por meio do parecer CEE/MS nº. 215 e da Deliberação CEE/MS nº. 4.787, ambos de 20 de agosto de 1997, foi-lhe concedido credenciamento por cinco anos, prorrogado até 2003, pela Deliberação CEE/MS nº. 6.602, de 20 de junho de 2002. Por meio da Deliberação CEE/MS nº. 7.447, de 29 de janeiro de 2004, deliberou pelo recredenciamento da UEMS até dezembro de 2008. A Deliberação CEE/MS nº. 8955, de 16 de dezembro de 2008, prorrogou o ato de Recredenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul pelo prazo de três anos, a partir de 01/01/2009 a 31/12/2011, artigo 68 da Deliberação CEE/MS 9042/2009 prorrogada por mais um ano até 31 de dezembro de 2012. Em 1993, foi instituída uma comissão para Implantação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com o intuito de elaborar uma proposta de universidade que tivesse compromisso com as necessidades regionais, particularmente com os altos índices de professores em exercício sem a devida habilitação, e, ainda, com o desenvolvimento técnico, científico e social do Estado. Com essa finalidade, a UEMS foi implantada, com sede em Dourados e em outros 14 municípios como Unidades de Ensino, hoje Unidades Universitárias, uma vez que, além do ensino, passaram a desenvolver atividades relacionadas à pesquisa e à extensão, essenciais para a consolidação do “fazer universitário”. Essas Unidades foram distribuídas nos seguintes municípios: Aquidauana, Amambaí, Cassilândia, Coxim, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. A Resolução CEPE/UEMS nº. 040, de 24 de maio de 1996, estabeleceu a extinção da unidade de Três Lagoas a partir do mês de agosto daquele ano, uma vez que o único curso ofertado – Direito – passou a ter a demanda atendida pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ambas funcionavam no mesmo local. Em 2001, por meio da Resolução COUNI-UEMS nº. 184, de 10 de outubro de 2001, alterada pela Resolução Conjunta COUNI-CEPE nº. 26 de 08 de julho de 2009 foi Projeto Pedagógico do Curso de Letras 9 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL criada a Unidade Universitária de Campo Grande. Em 1994 foi inaugurada a Unidade da UEMS no Município de Jardim com o oferecimento do Curso de Ciências – Habilitação em Biologia. Desde sua implantação, a Unidade Universitária de Jardim tem assumido a função de responder à demanda da população, aproveitando a localização do município para atender aos estudantes oriundos dos municípios de Guia Lopes da Laguna, Bela Vista, Bonito, Caracol, Nioaque e Porto Murtinho. Em 1999 houve o ingresso da primeira turma do Curso de Letras – Português/Inglês. Com mais de 10 anos de funcionamento, a Unidade da UEMS em Jardim já formou mais de 600 profissionais nos cursos de Licenciatura em Biologia, Letras, Normal Superior e Turismo com ênfase em Ambientes Naturais, contribuindo assim para o desenvolvimento e o crescimento da cidade de Jardim e dos municípios circunvizinhos. 3.1 Histórico do Curso de Letras na Unidade de Jardim No ano de 2004, por meio da Resolução CEPE/UEMS Nº 478 de 06 de dezembro de 2004 é criado o curso de Letras-habilitação Português/Inglês no âmbito da UEMS. Esta Resolução teve a redação alterada em seu artigo 1º por meio da Resolução CEPE/UEMS Nº 1072 de 07de dezembro de 2010. Com esta alteração fica criado o curso de Letras/Inglês na unidade de Jardim. No entanto o curso já vinha funcionando desde 1999 e até o início de 2012, já se formaram 10 turmas, perfazendo um total de 250 formandos. Dessas turmas, muitos alunos foram aprovados com destaque em concursos públicos e já atuam nas redes municipal e estadual de ensino, não somente em Jardim, como também em cidades vizinhas e em todo o território nacional. Além do exercício profissional na educação básica, alguns estão inseridos no contexto da pós-graduação e, atualmente, no quadro docente do curso, um de seus egressos, com mestrado concluído na Universidade Federal da Grande Dourados, atua como professor colaborador. A respeito do corpo docente, a maioria dos professores é do quadro efetivo, com gradativa efetivação por concurso público, e formação compatível ao nível de Mestrado e Doutorado. Vêm desenvolvendo diversos projetos de pesquisa, extensão e ensino, envolvendo alunos e criando oportunidade de contato direto com os três eixos de formação universitária. Muitos deles participaram do Programa de Iniciação Projeto Pedagógico do Curso de Letras 10 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Científica – PIBIC/UEMS e PIBIC/CNPq e PIBEx e do Programa Institucional de Monitoria, com bolsas de estudo. Atualmente o curso oferece 12 bolsas de iniciação à docência e faz parte do Projeto Institucional PIBID/UEMS. No último ENADE, em 2008, a nota atribuída ao curso foi 03 e na renovação de seu reconhecimento pelo Conselho Estadual de Educação, que ocorreu em 2011, por meio do Parecer 333/2011 o curso recebeu nota 03. Destacam-se ainda as seguintes informações e condições para o oferecimento do curso: • Biblioteca (informatizada), com ar-condicionado e acervo na área de Letras de 799 títulos e 2.202 exemplares – (acervo total da biblioteca: 2706 títulos e 7065 exemplares); • Auditório com 200 (duzentos) lugares, com ar-condicionado; • Laboratório de Informática; • Rampas de acessibilidade no estacionamento, na entrada da Unidade, no Auditório, na Biblioteca e para as salas de aulas. • Acesso a Internet wireless para acadêmicos e docentes nas salas e na biblioteca, com livre acesso a sites de pesquisa acadêmica; • Sala de estudo e acesso a computadores no interior da biblioteca; • Salas de aula climatizadas; 4. JUSTIFICATIVA Historicamente os cursos de Letras nas universidades brasileiras surgem com o compromisso da formação de professores. Como licenciatura que habilita para o exercício do magistério, esta proposta se justifica por reafirmar a formação de professores como um dos principais eixos de atuação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. No município de Jardim, localizado na região Sudeste de Mato Grosso do Sul, o curso, com mais de 10 anos de trabalho ininterrupto já formou 250 profissionais que atuam na região e em diferentes municípios e estados da Federação. Desse conjunto, destacam-se egressos que se dedicaram à pós-graduação e atuam como pesquisadores da área das Letras. Além daqueles que buscam na formação em Letras, o aprimoramento da comunicação, incluindo novas percepções Projeto Pedagógico do Curso de Letras 11 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL para expressividade artística, para a utilização de novas tecnologias encaradas como linguagens digitais e ainda conhecimento para complementação de outras áreas profissionais como Pedagogia, História, Filosofia etc. Sendo assim, nosso histórico confirma que a formação em Letras, na UEMS, em Jardim, não tem sido mera reprodução de conhecimentos e, na medida em que cumpre seu papel, visa proporcionar conhecimento aprofundado da linguagem em suas diferentes vertentes, indicando possibilidades de aplicação do conteúdo apreendido para o exercício da cidadania intelectual, social, política e cultural. De modo particular, Mato Grosso do Sul abriga aspectos relevantes para a consideração da Língua Portuguesa, destacando-se sua posição geográfica de fronteira com países de língua espanhola, pela presença e herança de grupos indígenas e, ainda, pela diversidade que o português vai ganhando a partir das raízes históricas da região. A reformulação deste projeto justifica-se também pela necessidade do atendimento às Diretrizes Nacionais para os Cursos de Graduação em Letras e da legislação específica para a área de Letras quanto à dupla habilitação, conforme recomendação do CEE por meio do Parecer do CEE–MS nº. 333 de 21/12/2011, que renova o reconhecimento do Curso. 5. OBJETIVOS GERAIS E ESPECIFICOS DO CURSO A comunicação, a informação, a interação e a formação do ser humano é o principal objeto de estudo do curso de Letras. O aluno se ocupará, de maneira geral, dos diferentes aspectos da linguagem, que vão da gramática de uma língua – sua história e estrutura – até a mais alta expressão cultural e artística de um povo, que é a literatura produzida por ele, além do processo de variação e mudança linguísticas, sócio-culturais, ideológicas e históricas concernentes à língua e à cultura desse povo. Ao mesmo tempo em que o curso de Letras forma pesquisadores, habilitandoos a adentrar numa inesgotável fonte de riqueza cultural; um de seus grandes objetivos é a preparação de professores competentes e compromissados com a qualidade do processo ensino/aprendizagem e com a busca conhecimentos e reflexões para desenvolver o seu fazer pedagógico. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 12 de novos Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 5.1 Objetivos Específicos: • ampliar a formação linguístico-discursiva, proporcionando a prática da linguagem em todos os níveis; • buscar e despertar e aprimorar a percepção estética da língua, preparar para uma atuação consciente na educação básica, especialmente aquela que priorize o trabalho e a reflexão sobre a linguagem em uso e possibilitar atitudes de pesquisa pela análise crítica das teorias relacionadas à ciência e à sociedade; • formar professores comprometidos com a prática pedagógica, que saibam trabalhar com as diferenças linguísticas de cada região, e que culturalmente contribuam para o crescimento do Brasil em todas as regiões e estados da nação, pois, em geral, os cursos de Letras historicamente ainda podem ser considerados como espaços de busca e reflexão cultural e artística; • proporcionar o domínio da língua-padrão, principalmente sobre como ensinar essa língua-padrão sem desrespeitar ou discriminar as inúmeras variedades linguísticas detectadas em sala de aula. É importante destacar que a Universidade não poderá desenvolver um trabalho desvinculado da realidade sócio-histórica a que está inserida; • propiciar condições para que o aluno em formação possa interferir na realidade vivenciada, tornando-se agente de mudanças na sociedade; • formar profissionais habilitados em língua e literatura, reflexivos e preparados para a busca contínua de novos conhecimentos e acompanhamento das transformações linguístico-sócio-culturais, aptos para o trabalho em escolas, na imprensa e no mundo científico. 6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO Espera-se do egresso, formação e conhecimento necessários à ocupação dos espaços de convivência cultural, ampla e diversa. Atualmente, uma pessoa formada em Letras pode ser professor de língua e literatura em escolas na rede pública ou privada. Os egressos do curso de Letras podem também, utilizar-se dos Projeto Pedagógico do Curso de Letras 13 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL conhecimentos linguísticos obtidos para trabalhar em funções administrativas, posto que o estudo da linguagem está presente em sua formação, sobretudo, em leitura e produção de textos que podem ser concernentes a tais atividades. É possível pensar, ainda, para o profissional da área de Letras, a execução de atividades de revisão, interpretação de textos e de produção de material didático. Uma vez levado para a pós-graduação, o egresso ainda poderá atuar como pesquisador das diversas vertentes da linguagem. Quanto à formação em Língua Inglesa, especificamente, além das possibilidades profissionais na área do ensino de língua estrangeira, o graduado pode atuar em trabalhos de tradução e interpretação de textos ou, ainda, como intérprete na comunicação oral em atividades ligadas à hotelaria e similares. Em síntese, espera-se que esse profissional realize transformações no ensino, nos valores e costumes de um povo, por meio de sua competência, sua capacidade, sua vontade, desde que esta se traduza no desejo de fazer uso dos conhecimentos linguísticos, discursivos e culturais adquiridos. Na operacionalização do projeto, pretende-se formar profissionais reflexivos, com a capacidade de apresentar amplo domínio da linguagem ao final da graduação, incluindo o conhecimento literário, pois o curso em questão não será reduzido ao campo instrumental e deverá voltar-se ao enriquecimento cultural e a formação humanística. 7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O Curso de Licenciatura em Letras/Português e Inglês deverá contribuir para que o aluno desenvolva as seguintes competências e habilidades: – dominar as Línguas Portuguesa e Inglesa em suas manifestações oral e escrita em termos de compreensão e produção de textos; – compreender que a língua é um fenômeno social, histórico, educacional, cultural, político, ideológico e semiológico; – refletir sobre os conceitos de linguagem, língua, literatura, língua estrangeira, ensino/aprendizagem, avaliação e formação de professores; – articular, de forma teórica e epistemológica, conhecimentos linguísticos, literários e pedagógicos, – dominar os conhecimentos práticos sobre o ensino e a docência; Projeto Pedagógico do Curso de Letras 14 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL – desenvolver uma postura crítica e comprometida com o ensino, pesquisa, com a construção do conhecimento por parte dos alunos, com as disciplinas que irão ministrar e, principalmente, com sua formação como educador; – ser capaz de resolver, tomar decisões, de trabalhar em equipe e comunicar-se a partir de uma multiplicidade de saberes que compõem a formação de professor. 8. RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA Desde a implantação da Lei 9394/96 (LDB), o componente da prática tomou um novo significado nos cursos de Licenciatura. Isso significa que o termo “prática de ensino” passou a ter uma dimensão conceitual que transcendeu algumas esferas do processo ensino/aprendizagem. Por exemplo, (1) o Estágio Supervisionado como o único responsável pela inserção do aluno no contexto escolar ou em outros contextos educativos; (2) as disciplinas pedagógicas como espaços únicos e exclusivos para a articulação teoria e prática; (3) a concepção de que as atividades de ensino deveriam ocorrer apenas nos últimos anos do curso de Licenciatura, momento em que se acreditava que o aluno já possuía maiores conhecimentos teóricos para serem trabalhados em sala de aula. Por conta dessas mudanças em todos os cursos de Ensino Superior, a relação teoria x prática x teoria passa a ser vista como elemento fundamental e interdependente. Estes elementos devem ser mediados por uma reflexão que possibilite a atitude da práxis. Nos marcos legais, a prática como componente curricular está definida no Parecer CNE/CES nº. 15/2005, item 4, p.3: [...] conjunto de atividades formativas que proporcionam experiências de aplicação de conhecimentos ou de desenvolvimento de procedimentos próprios ao exercício da docência. Por meio destas atividades, são colocados em uso, no âmbito do ensino, os conhecimentos, as competências e as habilidades adquiridos nas diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso. As atividades caracterizadas como prática como componente curricular podem ser desenvolvidas como núcleo ou como parte de disciplinas ou de outras atividades formativas. Isto inclui as disciplinas de caráter prático relacionadas à formação pedagógica, mas não aquelas relacionadas aos fundamentos técnico-científicos correspondentes a uma determinada área do conhecimento. O Parecer CNE/CP nº. 28, de 02 de outubro de 2001, item 2, explicita que a prática, como componente curricular, terá necessariamente a marca dos projetos Projeto Pedagógico do Curso de Letras 15 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL pedagógicos das instituições formadoras, ao transcender da sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar, articulando-se com os órgãos normativos e executivos dos sistemas. A prática como componente curricular deve ser planejada desde a elaboração do projeto pedagógico e passa a acontecer desde o início do processo formativo e se estende ao longo de todo o curso. Em articulação intrínseca com toda a matriz curricular da licenciatura descrita neste projeto, a prática como componente curricular será assegurada na carga horária de todas as disciplinas através de atividades que possibilitem ao aluno o contato com a realidade do mundo discursivo que melhor será compreendido com a aquisição das competências da área das Letras. No que diz respeito à educação escolar, atividades que possibilitem o contato com todos os segmentos da escola e com os órgãos de representação profissional também serão oferecidas. Cumprindo as legislações mais atualizadas, este projeto busca superar as dicotomias entre a teoria e a prática, bem como entre o ensino e a pesquisa, por adotar o “componente curricular”, como um dispositivo essencial, levando o aluno a perceber que a prática atualiza e questiona a teoria. As atividades de prática como componente curricular, neste projeto, poderão ser organizadas nas seguintes modalidades: – seminários, leituras compartilhadas e trabalhos científicos previamente definidos em sala de aula e executados em outros espaços; – análise de filmes e iconografia proposta e apresentada nos materiais didático-pedagógicos disponíveis nas unidades de ensino/escolas; – produção de materiais didático-pedagógicos diversos como, textos de diferentes tipologias textuais, maquetes, slides, jogos, dentre outros; – construção de projetos temáticos; – estudos, eventos e passeios que possibilitem a articulação entre o curso e as possibilidades linguísticas de Mato Grosso do Sul e da região, incluindo museus, arquivos, bibliotecas e espaços culturais; – pesquisas e estudos de casos; – organização de mostras; – estudos e divulgação de projetos em ambientes literários e culturais; – simulações, mini-aulas; Projeto Pedagógico do Curso de Letras 16 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL – análise de conteúdos específicos das diversas disciplinas nos livros didáticos de ensino fundamental e médio, quanto à concepção de linguagem, ideologia, metodologias de ensino/aprendizagem, competências e habilidades, avaliações e possibilidade de aquisição do Inglês como língua estrangeira etc. Em suma, a prática como componente curricular deverá ser planejada, orientada, avaliada e supervisionada primeiramente pelos docentes responsáveis por cada uma das disciplinas e acompanhada pela coordenação do curso e pelo colegiado, inclusive na proposta do plano de ensino. Permeando toda a concepção do ementário do curso, no total da carga horária das disciplinas, já estão reservadas as horas necessárias a essa dimensão, que deverá ser cumprida de maneira presencial no horário de oferecimento das aulas. 9. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DA AVALIAÇÃO 9.1 Do projeto pedagógico A partir da implantação desta proposta, a cada dois anos, com critérios propostos pelo Colegiado de Curso, o projeto pedagógico passará por um processo de avaliação. Com a iniciativa do Presidente do Colegiado e do Coordenador do Curso, será preparado um instrumento avaliativo, seja por questões previamente elaboradas, ou até mesmo em reuniões de trabalho, com o objetivo de diagnosticar o desenvolvimento teórico e prático das disciplinas, as condições estruturais para o desenvolvimento do curso, incluindo o uso de recursos audiovisuais e laboratórios, serviços de apoio e acervo específico para o atendimento acadêmico. 9.2 Da aprendizagem No que diz respeito ao processo de avaliação do ensino/aprendizagem, é necessário compreender as possibilidades e limites nos procedimentos que compõem a organização do trabalho pedagógico em sala de aula. Abrangendo critérios de produção e frequência, no mínimo duas avaliações deverão ser realizadas durante o período de oferecimento das disciplinas, recorrendo-se a atividades diferenciadas. De acordo com as normas vigentes na Instituição, as avaliações da aprendizagem previstas no plano de ensino deverão ser realizadas em dia letivo, no horário de aulas da disciplina/turma e estabelecidas com Projeto Pedagógico do Curso de Letras 17 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL antecedência de, no mínimo 7 (sete) dias de sua realização. As notas das avaliações, inclusive aquelas obtidas em disciplinas cursadas pelo Regime Especial de dependência (RED) – deverão ser registradas no diário de classe e publicadas pelo professor, no prazo máximo de 20 dias após sua realização. Todos os resultados das avaliações do processo ensino/aprendizagem, bem como as notas das médias finais, serão expressos em notas na escala de 0 (zero) a 10 (dez), com uma casa decimal e aproximação matemática. A ausência às avaliações, inclusive ao exame final, bem como a não apresentação das atividades no prazo determinado, implicará em nota 0 (zero) atribuída à atividade em questão. Ao final do ano letivo, será atribuída ao aluno, em cada disciplina cursada, uma média das notas obtidas nas avaliações realizadas. Cada docente, responsável pela elaboração e desenvolvimento de seu plano de ensino, deverá buscar critérios explícitos que deverão ser compartilhados com a Coordenação do Curso e divulgados no início da oferta da disciplina, considerando a participação discente em atividades regulares do curso, seu desempenho e a produção exigida. Levando em conta a especificidade do Curso de Letras, a avaliação estará centrada nas práticas de leitura e escrita, conhecimento cultural, humanístico, técnico e histórico dos conteúdos arrolados no interior do Curso. No desenvolvimento das disciplinas, trabalhos escritos poderão ser realizados de forma individual ou em grupo. O professor poderá promover ainda avaliações com ou sem consulta, atividades avaliativas produzidas dentro ou fora de sala, seminários, resenhas, relatórios, auto-avaliações, etc. 10. RELAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO Na articulação entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, esse projeto prevê a interdisciplinaridade como elemento fundamental para a formação de Professores e para o enriquecimento cultural de seus egressos. O conjunto de disciplinas e as atividades oferecidas pelo curso devem formar professores aptos a oferecer aos alunos das escolas de ensino fundamental e médio atividades de leitura e compreensão de obras importantes, a buscar atividades que garantam a expressão na escrita da língua padrão (linguagem socialmente legitimada) e que ainda provoquem um movimento constante entre diferentes linguagens e códigos. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 18 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL O curso de Letras da Unidade Universitária de Jardim, cujo quadro docente encontra-se em constante processo de qualificação deverá ofertar o curso de PósGraduação lato sensu. Reconhece-se a necessidade de implantação de Cursos de Pós-Graduação lato sensu, especialmente pela oferta crescente da modalidade stricto sensu em nosso Estado, que conta hoje com 05 opções de cursos de pósgraduação em nível de Mestrado, um destes inclusive, na área de Letras, na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, na Unidade de Campo Grande. Acredita-se que, na graduação, o primeiro passo para a integração com a pós-graduação concentra-se no incentivo à pesquisa, por intermédio da participação acadêmica em projetos desenvolvidos por docentes do curso, seja pelo acesso à Iniciação Científica, ou mesmo pela participação em eventos científicos. Tais procedimentos estimulam o interesse do aluno à continuidade de seus estudos e ao aperfeiçoamento profissional. 11. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular com o objetivo de formar o educando para a vida cidadã e para o trabalho. O Estágio Curricular Supervisionado possibilitará aos alunos do Curso de Letras a vivência da experiência docente. Assim, o estagiário terá oportunidade de delinear sua prática a partir de um processo reflexivo que lhe possibilitará lidar, de forma adequada, com a complexa realidade profissional. Será realizado de acordo com as normas vigentes e terá regulamentação interna elaborada pela Comissão de Estágio Curricular Supervisionado (COES). A organização do Estágio Curricular Supervisionado será realizada pela COES, juntamente com os professores de estágio em articulação com a PROE. 12.1 Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório Na concretização deste projeto pedagógico, o Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório terá uma carga horária de 400 horas em Língua e Literatura de Língua Portuguesa e 300 horas em Língua e Literatura de Língua Projeto Pedagógico do Curso de Letras 19 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Inglesa e deverá ocorrer em duas etapas: a primeira, no 3º ano, será desenvolvida no Ensino Fundamental, totalizando 200 horas para Língua Portuguesa e 150 horas para Língua Inglesa. Na segunda etapa, no quarto ano de oferecimento do curso, o Estágio será realizado no Ensino Médio ou no Curso de Formação de Jovens e adultos (EJA), totalizando 200 horas para Língua Portuguesa e Literatura e 150 horas para Língua Inglesa. De caráter obrigatório, o não cumprimento de quaisquer etapas do Estágio Curricular Supervisionado implicará em reprovação. Conforme legislação em vigor, até o final do segundo ano de implantação do Projeto Pedagógico, será encaminhada à Divisão de Estágios Curriculares a proposta de Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado (RECS), elaborada pela Comissão de Estágio Supervisionado (COES), a fim de respaldar a aprovação do Colegiado de Curso, na qual deverá constar toda organização do processo. A carga horária do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório deverá ser dividida, preferencialmente entre quatro (04) docentes e terá a seguinte carga horária para efeito de lotação: Estágio Curricular Supervisionado em Língua e em Literaturas de Língua Portuguesa I – 05 horas - aula semanais. Estágio Curricular Supervisionado em Língua e em Literaturas de Língua Portuguesa II – 05 horas -aula semanais. Estágio Curricular Supervisionado em Língua Inglesa I – 04 horas-aula semanais. Estágio Curricular Supervisionado em Língua Inglesa II – 04 horas-aula semanais. Os professores responsáveis pelo Estágio farão o acompanhamento dos estagiários de forma presencial, articulando as relações entre a Universidade e a Escola. O professor de estágio deverá acompanhar os alunos em atividade de observação participativa, regência e no desenvolvimento de relatórios que lhe serão apresentados. Com base neste acompanhamento os professores poderão oferecer orientações pedagógicas e específicas da área. Os alunos que já atuam como professores regulares no Ensino Básico poderão ter redução de até 200 horas na carga horária do Estágio. (Resolução CNE/CP 2/2002 e Art. 179 da Resolução CEPE-UEMS nº. 867). Dentre as atividades desenvolvidas poderá constar no conjunto da abordagem prática realização de mesas redondas, minicursos, fóruns de discussão, oficinas, palestras, seminários, sessões de estudo etc., organizados pelos Projeto Pedagógico do Curso de Letras 20 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL estagiários sob a orientação dos professores-orientadores do Estágio e com a colaboração dos demais docentes do curso, como forma de preparo para a atuação dos estagiários como docentes ou como forma de socialização do conhecimento advindo do confronto com a realidade da escola básica. Ao término do período de estágio, após o cumprimento da carga horária, os alunos deverão entregar aos professores da disciplina de Estágio o relatório final contendo todas as atividades desenvolvidas nesse período, para ser arquivado na Coordenadoria do Curso e ainda, se solicitada, uma cópia poderá ser enviada para a Instituição Concedente. 11.2 Estágio Curricular Supervisionado Não-Obrigatório O estágio curricular supervisionado não-obrigatório é uma atividade opcional, subordinada às exigências curriculares do curso, que contribui para a formação acadêmico-profissional do aluno e enriquece sua formação humana, porém, não possibilitará a substituição do estágio supervisionado obrigatório. 12. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) Compreende-se nesta especificidade da formação o acesso a outras formas de atividades de enriquecimento didático, curricular, científico e cultural, voltadas aos seguintes itens: • participação em atividades acadêmicas (monitoria, projetos de ensino, cursos especiais, eventos, colóquios, módulos temáticos, seminários, congressos estudantis, conferências, palestras, discussões temáticas, visitas técnicas); • participação em atividades científicas (projetos de pesquisa, eventos científicos, projetos de iniciação científica). • participação em atividades de extensão (projetos e/ou atividades de extensão, projetos ou eventos culturais, festivais, exposições). A participação dos alunos em atividades acadêmico-científico-culturais promovidas pela UEMS ou por outras Instituições será considerada como atividades complementares se devidamente reconhecidas pelo coordenador do curso e registradas nas pró-reitorias competentes, e os comprovantes necessários a tais participações deverão ser entregues nos prazos estipulados, observando-se a Projeto Pedagógico do Curso de Letras 21 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL legislação interna em vigor. 12.1 Temas a Serem Ofertados em Forma de Projetos de Ensino Os temas relacionados a seguir poderão ser oferecidos pelo curso em forma de projetos de ensino, fora do período normal de aula. A oferta, que pode ser concomitante entre os temas ou aleatória leva em conta a formação em atividades complementares, necessária à totalidade da carga horária e ser integralizada: C/H Temas a serem ofertados em forma de Projetos de Ensino mínima 1. Educação e diversidade étnico-raciais 68 2. Orientações técnicas e metodológicas para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso 68 3. Introdução à Pesquisa Sociolinguística 68 4. Inglês Instrumental 68 5. Tópicos especiais em Literatura 68 6. Formação de Professores para a Educação Ambiental 68 Dos temas mencionados, o aluno poderá buscar aquele que mais lhe interessar, e não lhe será exigida a obrigatoriedade. A participação do aluno nessa atividade poderá ser computada como atividade complementar, desde que sejam seguidas as normas internas em vigor. 12.2 Práticas no Laboratório de Línguas Para promover oportunidades de desenvolvimento das habilidades fundamentais para o aluno em formação na área de línguas estrangeiras e assim conectá-lo com a prática de leitura, escrita, oralidade e audição na língua alvo, tornase necessária a utilização do Laboratório de Línguas. No espaço do laboratório será reforçada a relação entre a teoria e a prática, especialmente, porque as atividades realizadas se voltarão para o aperfeiçoamento constante, promovendo a compreensão oral, a pronúncia de forma eficiente, o aprimoramento da entonação e do ritmo, o contato e o reconhecimento das especificidades fonético-fonológicas Projeto Pedagógico do Curso de Letras 22 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL lexicais e gramaticais da segunda língua em processo de aquisição. Destaca-se, ainda, a importância do espaço para o fomento da imersão cultural, proporcionando ao aluno o contato direto com a cultura dos países que têm a língua inglesa como idioma oficial. Na possibilidade de ampliação da utilização, vislumbra-se ainda a oferta de cursos de diferentes idiomas, como espanhol, italiano e francês, na modalidade de Projeto de Extensão a ser coordenado por algum docente do curso. Sobre as normas de funcionamento do Laboratório de Línguas do Curso de Letras da Unidade de Jardim, o Colegiado de Curso, no segundo ano de implantação do Projeto Pedagógico, se encarregará do conjunto de normas que tornará o seu funcionamento possível. 13. CONCEPÇÃO E DEFINIÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) Entende-se por TCC, uma atividade de pesquisa que trata de um tema abordado pelo aluno em consonância com as questões relacionadas ao uso da Linguagem, isto é, um tema que aborde as disciplinas básicas de formação, tomando por ponto de partida as diferentes linhas de pesquisa da área de Letras. O trabalho de conclusão de curso, a ser definido no início da terceira série, deverá estar de acordo com as normas vigentes na instituição. Até o final do segundo ano de implantação do Projeto Pedagógico a proposta de regulamentação do TCC, elaborada e aprovada pelo Colegiado de Curso, sob responsabilidade de seu presidente, será encaminhada ao Núcleo de Ensino para análise e publicação pela PROE. 14. DISCIPLINAS PREPARATÓRIAS PARA AS DISCIPLINAS DAS SÉRIES SUBSEQUENTES No Curso de Letras, considera-se a necessidade do conteúdo de certas disciplinas serem preparatórias para outras, da mesma área, exigindo continuidade nas séries subsequentes, especificamente no desempenho que se exige das disciplinas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Conforme o quadro abaixo, as disciplinas preparatórias para as disciplinas das séries subsequentes estarão distribuídas da seguinte forma: Projeto Pedagógico do Curso de Letras 23 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 14.1 Disciplinas de Formação Geral Básica: Área de Língua Portuguesa Disciplina Preparatória Língua Portuguesa II Língua Portuguesa I Língua Portuguesa III Língua Portuguesa II Língua Portuguesa IV Língua Portuguesa III 14.2. Disciplinas de Formação Específica: Área de Língua Inglesa Disciplina Preparatória Língua Inglesa II Língua Inglesa I Língua Inglesa III Língua Inglesa II Língua Inglesa IV Língua Inglesa III 15. MATRIZ CURRICULAR 1ª SÉRIE Aula Semanal Disciplina A Língua Portuguesa I A Língua Inglesa I A Introdução aos Estudos Literários A Introdução aos Estudos Lingüísticos A Iniciação à Pesquisa em Linguagem A História e Filosofia da Educação A Leitura e Produção de Textos A Língua Brasileira de Sinais- LIBRAS A Língua e Cultura Latina I A Total de Carga Horária da Série Disciplina Língua Portuguesa II Língua Inglesa II Linguística I Literatura Brasileira I Literatura Portuguesa I Teoria da Literatura I Políticas e Legislação da Educação Nacional Projeto Pedagógico do Curso de Letras Carga horária PT 102 68 56 56 56 56 68 56 56 574 PCC 34 34 12 12 12 12 34 12 12 174 2ª SÉRIE Aula Semanal A A A A A A A PT 68 68 68 68 68 56 PCC 34 34 34 34 34 12 A 56 12 24 PL 34 34 Total 136 136 68 68 68 68 102 68 68 782 Semanal 04 04 02 02 02 02 03 02 02 23 Carga Horária PL 34 Total 102 136 102 102 102 68 Seman al 68 02 03 04 03 03 03 02 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Linguística Aplicada ao Ensino A de Língua Inglesa Língua e Cultura Latina II A Total de Carga Horária da Série 3ª SÉRIE Aula Semanal Disciplina A Língua Portuguesa III A Língua Inglesa III A Linguística II A Literatura Britânica A Literatura Brasileira II A Teoria da Literatura II A Literatura Portuguesa II A Psicologia da Educação A Didática A Total de Carga Horária da Série Disciplina 4ª SÉRIE Aula Semanal A A A Língua Portuguesa IV Língua Inglesa IV Literaturas Africanas de Língua Portuguesa Literatura Norte Americana Tópicos em Literaturas de Língua Inglesa Literatura Brasileira Contemporânea Literatura Infanto- Juvenil e Formação do Leitor Linguagem e Diversidade Tópicos em Educação Especial Novas Tecnologias em Educação Total de Carga Horária da Série 56 564 12 218 34 68 02 68 816 02 24 Carga Horária PT 68 68 68 68 68 56 68 68 56 588 PCC 34 20 34 34 34 12 34 34 12 248 PL 14 14 Total 102 102 102 102 102 68 102 102 68 850 Sema nal 03 03 03 03 03 02 03 03 02 25 Carga Horária Total 102 102 Sema nal 12 68 02 56 12 68 02 A 56 12 68 02 A 56 12 68 02 A 56 12 68 02 A A A 56 56 56 584 12 12 12 147 68 68 68 748 02 02 02 22 PCC 34 17 A 56 A PT = Parte Teórica PCC = Prática como Componente Curricular PL = Prática em Laboratório 25 12 PT 68 68 Abreviaturas Projeto Pedagógico do Curso de Letras 56 PL 17 17 03 03 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 16. Resumo Geral da Matriz Curricular H/aula H/Relógio 3.196 2.663 Total de carga horária de Estágio Curricular em Língua Portuguesa - 400 Total de carga horária de Estágio Curricular em Língua Inglesa - 300 Total de carga horária de Atividades Complementares - 200 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) - 100 Total da carga horária da matriz Curricular - 3.663 Total de carga horária das Disciplinas 17. QUADRO DE EQUIVALÊNCIAS* DISCIPLINAS DA MATRIZ CURRICULAR DISCIPLINAS DA MATRIZ EM EXTINÇÃO CURRICULAR A PARTIR DE 2013 Disciplinas Série Língua Portuguesa I 1ª Língua Inglesa I Carga Carga Disciplinas Série 136 Língua Portuguesa I 1ª 136 1ª 136 Língua Inglesa I 1ª 136 Teoria da Literatura I 1ª 68 2ª 68 Psicologia da Educação 1ª 102 3ª 68 1ª 68 1ª 102 1ª 68 Introdução à Metodologia Científica Leitura e Produção de Textos História e Filosofia da Educação Horária Teoria da Literatura I Psicologia da Educação Horária Iniciação à 1ª 68 Pesquisa em Linguagem 1ª 102 1ª 102 Projeto Pedagógico do Curso de Letras 26 Leitura e Produção de Textos História e Filosofia da Educação Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Literatura InfantoLiteratura Infanto-juvenil 1ª 68 juvenil e Formação 4ª 68 4ª 68 1ª 68 1ª 68 1ª 68 do Leitor Novas Tecnologias Sem equivalência em Educação Introdução aos Sem equivalência Estudos Linguísticos Introdução aos Sem equivalência Estudos Literários Língua Brasileira de Sem equivalência Sinais - LIBRAS Língua Portuguesa II 2ª 102 Língua Portuguesa II 2ª 102 Língua Inglesa II 2ª 136 Língua Inglesa II 2ª 136 Lingüística I 2ª 102 Linguística I 2ª 102 2ª 68 1ª 68 2ª 68 2ª 102 3ª 102 2ª 68 Linguística aplicada Sem equivalência ao Ensino de Língua Inglesa Língua Latina 2ª 102 Língua e Cultura Sem equivalência Latina I Língua e Cultura Sem equivalência Latina II Literatura Portuguesa I 2ª 102 Didática 2ª 102 Estrutura e Funcionamento da Sem equivalência Literatura Portuguesa I Didática Políticas e 2ª 68 Educação Nacional Legislação da Educação Nacional Língua Portuguesa III 3ª 102 Língua Portuguesa III 3ª 102 Língua Inglesa III 3ª 102 Língua Inglesa III 3ª 102 Lingüística II 3ª 102 Linguística II 3ª 102 Literatura Brasileira I 3ª 102 Literatura Brasileira I 2ª 102 Projeto Pedagógico do Curso de Letras 27 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Literatura Britânica I 3ª 68 Sem equivalência Literatura Norte Sem equivalência Literatura Britânica Literatura Norte 3ª 102 4ª 68 3ª 102 4ª 102 3ª 68 Literatura Portuguesa II 3ª 102 Língua Portuguesa IV 4ª 102 Língua Inglesa IV 4ª 102 Língua Inglesa IV 4ª 102 Literatura Brasileira II 4ª 102 Literatura Brasileira II 3ª 102 4ª 68 4ª 68 4ª 68 4ª 68 4ª 68 Americana Literatura de Língua Inglesa Literatura Britânica II Americana Literatura Portuguesa II Língua Portuguesa IV Tópicos em 4ª 68 Literatura de Língua Inglesa 4ª 68 Sem equivalência Literatura Brasileira Sem equivalência Contemporânea Literaturas Africanas Sem equivalência de Língua Portuguesa Linguagem e Sem equivalência Tópicos em Educação Especial Diversidade 4ª 68 Tópicos em Educação Especial * Quando não houver equivalências entre disciplinas oferecidas entre um projeto e outro, ao aluno ingressante pelo projeto de 2005 será resguardado o direito de oferta da disciplina original da grade. Para tal oferta, de preferência será lotado um professor do quadro efetivo. Tal medida deve ser respeitada para que o aluno possa integralizar o curso no prazo máximo de 07 anos. 17.2 Prazo de implantação O novo Projeto Pedagógico será implantado a partir de 2013, para as turmas Projeto Pedagógico do Curso de Letras 28 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL ingressantes por meio do processo seletivo vigente. Os alunos retidos, cujo ingresso fora em anos anteriores a 2013, deverão integralizar o curso respeitando as possibilidades expostas no quadro de equivalência. Caso isso não seja possível, a esse aluno será resguardada a oferta de disciplina ou modalidade de Estágio Curricular Supervisionado condizente com a matriz curricular do projeto extinto. (PP Letras/Jardim-2005) e nesta circunstância as disciplinas oferecidas serão ministradas preferencialmente por professores efetivos e titulares desde que esteja dentro do período de integralização do curso. 18. EMENTA, OBJETIVOS E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS LÍNGUA PORTUGUESA I Ementa Princípios da análise mórfica. Morfemas do português: conceito, tipologia, princípios da análise mórfica. Processos de formação e classificação de palavras. Flexão e categorias gramaticais. Emprego dos tempos e modos verbais. Princípios gerais da fonética articulatória. Transcrição fonética. Processos fonológicos básicos. Prática da expressão da linguagem formal: atividades envolvendo os processos sintáticos da regência, concordância, paralelismo sintático e semântico. Objetivos Refletir sobre a estrutura da língua portuguesa preparando o aluno para a atuação docente por intermédio de reflexões teóricas concernentes ao uso da língua. Proporcionar produção e compreensão de mensagens verbais e não verbais em situações concretas de uso, despertando no aluno a valorização dos diversos dialetos e a utilização de conhecimentos linguísticos no processo de interpretação e produção textual. Bibliografia Básica CÂMARA JR. J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1992. CUNHA, Celso. Gramática do Português Contemporâneo. Belo Horizonte: Álvares, 1985 KENDHI, V. Formação de Palavras em Português. São Paulo: Ática, 1992. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 29 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do Português. São Paulo: Editora UNESP, 2000. SILVA, Maria Cecília P. de Souza & KOCH, Ingedore Villaça. Linguística aplicada ao Português – Morfologia. 12 ed., São Paulo: Cortez, 2001. Bibliografia Complementar BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. São Paulo: Ática, 1987. BORBA, Francisco da Silva. Teoria sintática. Soa Paulo: EDUSP, 1979. KEHDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 1993. MACAMBIRA, José Rebouças. A estrutura morfo-sintática do português – aplicação do estruturalismo linguístico. São Paulo: Pioneira, 2001. MONTEIRO, José Lemos. Morfologia portuguesa. Campinas/SP: Pontes, 2002. POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP: Mercada de Letras, 1996. ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000. PERINI, Mário. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1995. WIESEMANN, U.; MATTOS, R. Metodologia de análise gramatical. Petrópolis: Vozes, 1980. LÍNGUA PORTUGUESA II Ementa Estudo dos aspectos sintáticos, semânticos e pragmáticos da frase em língua portuguesa. Critérios de abordagem da análise sintática: enfoque tradicional, abordagens estruturalista e gerativista, e sintático semântico. Teoria do texto e teorias semióticas: sintaxe narrativa. Objetivos Refletir sobre a relevância dos estudos sintáticos no ensino de Língua portuguesa e sobre os processos de constituição dos enunciados, em seus aspectos sintáticos, semânticos e pragmáticos. Reconhecer as diversas abordagens dos estudos sintáticos e suas contribuições situacionais, bem como sua importância nas atividades de leitura e produção de texto, oferecendo condições para um melhor domínio da língua padrão e da competência para o uso da sintaxe na comunicação, em sincronia com os aspectos semânticos da língua. Produzir textos utilizando adequadamente os recursos sintáticos, semânticos e pragmáticos da língua. Bibliografia Básica Projeto Pedagógico do Curso de Letras 30 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CARONE, F. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1992. CEREJA, W. R. e MAGALHÃES, T.C. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 1999. PERINI, M. A. Sofrendo a Gramática: ensino sobre a linguagem. São Paulo: Ática, 1999. POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras, 1996. TRAVAGLIA, L. C. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º. e 2º. graus. São Paulo: Cortez, 1997. Bibliografia Complementar ALMEIDA, N. M. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Nacional, 1991. ______. Gramática metódica da língua portuguesa. 34 ed., São Paulo: Nacional, 1991. BASTOS, L. K. A produção da escrita e a gramática. São Paulo: Martins Fontes, 1985. FIORIN, J. L. (Org.). Introdução à linguística I: Objetos Teóricos. São Paulo: Contexto, 2002. IGNÁCIO, S.E. Análise sintática em três dimensões: uma proposta pedagógica. São Paulo: Ribeirão Gráfica, 2003. LUFT, C. P. F. Dicionário Prático de Regência Verbal. São Paulo: Ática, 2003. LYONS, J. Língua(gem) e linguística. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (Org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras, v. 1. São Paulo: Cortez, 2001. NEVES, M. H. M. A gramática funcional. São Paulo: Contexto, 1997. _______. Gramática de Usos do português. São Paulo: Editora da UNESP, 2000. RAPOSO, E. Teoria da gramática: a faculdade da linguagem. Lisboa: Caminho, 1992. LÍNGUA PORTUGUESA III Ementa O objeto da semântica. Noções básicas: sentido, significado, referência, frase e enunciado. Diferenciação entre semântica formal, semântica da enunciação e semântica cognitiva. Papéis semânticos; pressupostos e subentendidos; implícitos; ambiguidades e dêixis. Aspectos argumentativos da semântica enunciativa. Objetivos Compreender o texto como manifestação de linguagem, que se organiza formal e significativamente a partir dos recursos semânticos da língua. Interpretar e usar adequadamente os recursos argumentativos nas diversas modalidades discursivas. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 31 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Bibliografia Básica KOCH, I. V. Inter(ação) pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2000. ILARI, R. Introdução à Semântica: brincando com a gramática. São Paulo: Contexto, 2001. MARQUES, M. H. D. Iniciação à Semântica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. OLIVEIRA, L. Manual de Semântica. São Paulo: Editora Vozes, 2008. PERINI, M. A. Gramática Descritiva do Português. São Paulo: Ática, 1995. Bibliografia Complementar BENVENISTE, É. Níveis de análise linguística. In: Problemas de Linguística Geral I. (trad.) NOVAK, M.G.;NERI, M.L.; revis. SALUM, I.N.. 4ªed. Campinas, SP: Pontes, 1995. _______________Subjetividade da linguagem. In: Problemas de Linguística Geral I. (trad.) DUCROT, O. Princípios de semântica linguística: dizer e não-dizer. (trad. VOGT,C.). São Paulo: Cultrix.1976. FLORES, V.N.; TEIXEIRA. Introdução à linguística da enunciação. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2008. KOCH, I.V. Argumentação e Linguagem. São Paulo: Ática, 2000. ILARI, R.; GERALDI, J. W. Semântica. São Paulo: Ática, 1994. NORMAND, C. Émile Benveniste: Qual Semântica? In: Convite à Linguística. FLORES, V. N.; BARBISAN, L. B. (orgs.). (trad.) BIRCK, C.C.V et al.São Paulo: Contexto, 2009. _____________Semiologia, semiótica, semântica: observações sobre o emprego desses termos por Émile Benveniste. In: Convite à Linguística. FLORES, V. N.; BARBISAN, L. B. (orgs.). (trad.) BIRCK, C.C.V et al.São Paulo: Contexto, 2009. OLIVEIRA, R. P. Semântica. In: MARQUES, M. H.D. Introdução aos Estudos Linguísticos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. LÍNGUA PORTUGUESA IV Ementa Origem histórica e formação da língua portuguesa, do século IXX ao século XXI, abordando aspectos diacrônicos e transformacionais da língua. Períodos da Língua Portuguesa. Mudanças fonéticas, morfossintáticas e semânticas. Análise do português atual. Objetivos Entender os fatos linguísticos referentes à fala e à escrita da língua portuguesa por meio de estudos diacrônicos. Conhecer os aspectos sincrônicos da língua Projeto Pedagógico do Curso de Letras 32 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL portuguesa para que possam entender a modificação da língua no decorrer dos séculos. Dominar a norma padrão da Língua Portuguesa, visando a aplicação dessa variedade da língua tanto na oralidade como na escrita, levando em consideração os aspectos sincrônicos e diacrônicos da língua. Bibliografia básica COUTINHO, I. de L. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1968. ELIA, S. A língua portuguesa no mundo. São Paulo: Ática, 1976. FARACO, C. A. Linguística histórica. São Paulo: Ática, 1998. HAUY, A. B. História da língua portuguesa: I – séculos XII, XIII e XIV. São Paulo: Ática, 1994. ______. História da língua portuguesa: V – século XIX. São Paulo: Ática, 1988. Bibliografia Complementar CARNEVALLI, L. Sistema metodológico para o ensino de metaplasmos. Assis SP: FCL/UNESP, 1990 (Dissertação de Mestrado). CRESSOT, M. O estilo e suas técnicas. Lisboa: ed. 70, 1989. MORAIS, A. G de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2010. PAIVA, D. de F. História da língua portuguesa. II – século XV e meados do século XVI. São Paulo: Ática, 1988. PINTO, R. M. História da língua portuguesa: IV – século XVIII. São Paulo: Ática, 1988. PINTO, E. P. História da língua portuguesa: VI – século XX. São Paulo: Ática, 1988. VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Revista de Ciências Humanas e Sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999. ______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Ementa Definições de leitura e produção de texto. Estratégias e práticas de leitura segundo aspectos funcionais. Gêneros textuais: teoria e prática. Noções de texto e textualidade. Noções de letramento e literacia como competência para o exercício de cidadania. Objetivos Refletir sobre os fundamentos teórico-práticos acerca das diferentes estratégias e concepções de leitura, de organização e de estruturas textuais;. Demonstrar Projeto Pedagógico do Curso de Letras 33 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL competência comunicativa de leitura e produção textual nos diferentes gêneros que perpassam a educação básica e a educação superior; Desenvolver competências para as práticas de leitura e produção de texto. Bibliografia Básica BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. KOCH, I. G. V. Desvendando os segredos do texto. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2003. _____; TRAVAGLIA, L. C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989. 2001. MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. Bibliografia Complementar ARAÚJO, J. C. Internet & ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. BRANDÃO, H. N. Gêneros do discurso na escola. São Paulo, Cortez: 2000. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. São Paulo: Vozes, 1999 GUEDES, P. C. Manual de Redação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Porto Alegre, 1998. KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas: Insular, 1993. _____,Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 8ª edição, 2004. KOCH, I. V. A coerência textual. 12. ed. São Paulo: Contexto, 2001. KOCH, I. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2002. MEURER, J. L.; MOTTA ROTH (Orgs.). Gêneros textuais. Bauru/SP: Edusc, 2002. SERAFINI, M. T. Como escrever textos. São Paulo: Globo, 2000. LÍNGUA INGLESA I Ementa Introdução à compreensão, à produção oral, escrita e gramatical, na Língua Inglesa, em nível elementar, considerando uma visão de linguagem como prática social. Objetivo Fazer uso das quatro habilidades da língua e da gramática em nível elementar, no sentido de suprir deficiências linguístico-comunicativas quanto à construção do conhecimento na Língua Inglesa, de modo a atingir um nível desejável de uso em práticas discursivas. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 34 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Bibliografia Básica BIBER, D. & CONRAD, S. & LEECH, G. Longman Student Grammar of Written and Spoken English. London/New York: Longman, 2002. OSHIMA, A. & HOGUE, A. Writing Academic English. London/New York: Longman, 2007. SASLOW, J. & ASCHER, A. Top Notch 1. New York: Longman, 2008. SWAN, M. Practical English Usage. Oxford: OUP, 1980. UNDERWOOD, M. Teaching Listening. Longman, 1989. Bibliografia Complementar AZAR, B. F. Fundamentals of English Grammar. 3rd Ed. London: Longman Pearson, 2002. Cambridge Learner's Dictionary C/CD ROM. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. MURPHY, R. Essential Grammar in Use. Cambridge: C.U.P, 1990. OXFORD, R. L.; CHRISTIE, S. Tapestry Listening and Speaking 2. Boston, MA: Thomson Heinle, 2000. PIKE-BAKY, M. Tapestry Writing 2. Boston, MA: Thomson Heinle, 2000. RICHARDS, J. C.; ECKSTUT DIDIER, S. Strategic Reading: Building Effective Reading Skills. Cambridge: CUP, 2003. ROBERTS, R. Discover Elementary English Grammar. MFP Publications,1997. ROACH, P English Phonetics and Phonology. Cambridge: Cambridge University Press, 1993. SMITH, L. C.; MARE, N. N. Themes for today. Boston: Thompson & Heinle, 2004. WILLIS, J. A framework for task based learning: Longman handbooks for language teachers. Longman, 1996. LÍNGUA INGLESA II Ementa Aprimoramento da competência comunicativa do aprendiz em nível pré- intermediário da língua. Estudos dos aspectos fonéticos e fonológicos da Língua Inglesa. Desenvolvimento de atividades de “Listening” e “speaking”. Objetivos Identificar os sons da Língua Inglesa em diferentes situações de realizações linguísticas vivenciadas por falantes da Língua Inglesa. Sons da Língua Inglesa em consonância com outras modalidades d e competência, incluindo habilidades de leitura, escrita, fala e uso da língua alvo. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 35 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Bibliografia HANCOCK, Mark. English Pronunciation in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. OGDEN, R. An Introduction to English Phonetics. . Edinburgh: Edinburgh University Press, 2010. WELLS, J. C. Longman Pronunciation Dictionary. London: Longman, 1990. RICHARDS, J. C. English for international communication. Cambridge University __________ Tactics for Listening: Developing Tactics for Listening Student. Oxford: Oxford Bookworms, 2003. Bibliografia Complementar AVERY, P.; EHRLICH, S. Teaching American English Pronunciation. Oxford: Oxford University Press, 1992. Blackwell Publishers Ltd., 1996. CAMBRIDGE International Dictionary of English, CUP. CELCE MURCIA, M. et al. Teaching Pronunciation. New York: Cambridge University Press, 1996. EASTWOOD, John & Mackin Ronald. A Basic English Grammar. Oxford University Press, 1982. HALLIDAY, M. A. K. An introduction to functional grammar. London: Edward Arnold, 1985. MOLINSKY, S. J; BLISS B. Word by word Picture dictionary. Prentice Hall Regents, Englewood Cliffs, N. J. 07632, 1994. MURPHY, R., ALTMAN R. e RUTHERFORD W. E. Grammar in Use. Cambridge University Press, 1993. QUIRK, R. A University Grammar of English. Longman Publishing Group, 1993. SWAN, Michael. Practical English Usage. 3rd edition, London: Oxford University Press, 2005. MCCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity. English Vocabulary in Use: Elementary (with answers), CUP.van Valin, R. D. An introduction to Syntax. Cambridge University Press, 2001. WILLIS, Dave. Collins Cobuild Student’s Grammar. London: Harper Collins Publishers, 1991. LÍNGUA INGLESA III Ementa Consolidação da competência comunicativa do em nível intermediário da língua. Estudo dos aspectos culturais da língua. Leitura e análise de textos literários e não literários. Desenvolvimento aprofundado da competência da produção e interpretação de textos em inglês. Atividades com foco nas competências de “Reading” e “Writing”. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 36 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Objetivos Desenvolver habilidades de leitura e escrita em nível intermediário. Ler e interpretar textos acadêmicos, visando à ampliação de conhecimentos aspectos culturais da língua alvo. Bibliografia ALEXANDER, L. Longman Advanced Grammar. London: Longman, 1993. AZAR, B. S. Fundamentals of English Grammar. Englewood Cliffs. New Jersey: Prentice Hall Regents, 1993. HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. MASTER, P. Systems in English Grammar. Englewood Cliffs, N.J: Prentice Hall Regents, 1996. MOLINSKY, S. J; BLISS B. Word by word Picture dictionary. Prentice Hall Regents, Englewood Cliffs, N. J. 07632, 1994. Bibliografia complementar AZAR, B. F. Fundamentals of English Grammar. 3 Ed. London: Longman Pearson, 2002. GOLDSTEIN, Ben. Framework Pre-Intermediate Level 2 (Student’s Book and Workbook). London: Richmond Publishing, 2005. (unidades 1-3). HAMP-LYONS, L.; HEASLEY, B. Study Writing. Cambridge: Cambridge University Press, 2006. HORNBY, A. S. Oxford Advanced Learner's Dictionary. Oxford: Oxford University Press, 2005. LARSEN-FREEMAN, D. Grammar Dimensions: form, meaning, and use (Series). Boston, MA: Heinle & Heinle, 2000. MURPHY, R., ALTMAN R. & RUTHERFORD W. E. Grammar in Use. Cambridge ROSENTHAL, M. S. e FREEMAN, D. B. Photo dictionary. Longman, 1984. MURPHY, R. Essential Grammar in Use. Cambridge: C.U.P, 1990. ROBERTS, R. Discover Elementary English Grammar. MFP Publications,1997. SOARS, J.; SOARS, L. New Headway English Course: Pre-Intermediate. Student´s book. Oxford: Oxford University Press, 2000. (Unidades 1-3) TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa. Editora Saraiva, 1993. LÍNGUA INGLESA IV Ementa Práticas integradas de comunicação oral, leitura e escrita em contextos presenciais e virtuais, organizadas e planejadas a partir dos seguintes temas: cidadania global; Língua Inglesa e diversidade; World Englishes. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 37 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Objetivos Desenvolver temas em situações relacionadas a diferentes visões da realidade. Estudar e refletir sobre a estrutura e o vocabulário da língua inglesa. Bibliografia BRYDON, D. Why community matters. In: BRYDON, D.; COLEMAN, W. D. Renegotiating Community – Interdisciplinary Perspectives, Global Contexts. Vancouver, Toronto: UBC Press, 2008. GRELLET, F. Developing reading skills. Great Britain: Cambridge University Press, 2001. JOHNSON, K. E. Second language teacher education: a sociocultural perspective. New York and London: Routledge, 2009. PENNYCOOK, A. Global Englishes and Transcultural Flows. Routledge, 2006. SMITH, L.C.; MARE, N. N. Themes for today. Boston: Thompson & Heinle, 2004. Bibliografia complementar BAKER, J; WESTRUP H. Essential Speaking Skills. A handbook for English Teachers. London: Continuum International Publishing, 2003. BAUMAN, R. & BRIGGS, C. Voices of Modernity: language ideologies and the politics of inequality, Cambridge, Cambridge University Press, 2003. CUNNINGHAM, S.; BOWLER, B. New Headway Pronunciation Course. Intermediate. Oxford: Oxford University Press, 2000. GIBALDI, J. Handbook for writers of research papers. The Modern Language Association of America, 2003. KAY, S. et al. American Inside Out –. Macmillan, Oxford, 2004. LACOSTE, Y; RAJAGONPALAN, K. A geopolítica do Inglês. São Paulo: Parábola, 2005. MCCARTHY, M. English Phrasal Verbs in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. MONTE MÓR, W. Foreign languages teaching, education and the new literacies studies: expanding views. In: Gonçalves, G. R. et al (orgs) New Challenges in Language and Literature. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2009. OXFORD, R. L.; CHRISTIE, S. Tapestry Listening and Speaking 2. Boston, MA: Thomson Heinle, 2000. RICHARDS, J. C. English for international communication. Cambridge University Press, 2000. LINGUA E CULTURA LATINA I Ementa Morfossintaxe da Língua Latina: os elementos fonéticos e fonológicos, a Projeto Pedagógico do Curso de Letras 38 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL classificação, a flexão, a sintaxe dos casos latinos, o sistema verbal, as técnicas de tradução de textos latinos e a leitura de obras consagradas da cultura latina, destacando a importância dos estudos latinos para a formação do profissional das Letras. Objetivos Demonstrar capacidade de descrição e o domínio das estruturas da língua latina, por meio da morfossintaxe, em paralelo com a língua portuguesa. Refletir sobre a cultura da língua latina, a partir da leitura de obras consagradas com embasamento e fundamentação teórica no ir e vir entre o latim e o português em análises e traduções de textos latinos. Bibliografia básica ALMEIDA, N. M. de. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 1995. ______. Literatura latina. São Paulo: Martins Fontes, 2003. COUTINHO, I. de L. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1998. GRIMAL, P. A Vida em Roma na Antiguidade. Portugal: Publicações Europa América, 1995. REZENDE, A. M. de. Latina essentia. Belo Horizonte: UFMG, 2000. Bibliografia complementar CARDOSO, Z. de A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989. COUTINHO, I. de L Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1958. MELO, G. C. de. Iniciação à filologia e à linguística portuguesa. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1971. GRIMAL, P. A Civilização Romana. Lisboa: Edições 70, 1984. GAILLARD, J. Introdução à literatura: Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito, 1994. GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: UNB, 2000 NASÃO, P. O. Metamorfoses. São Paulo: Hedra, 2000. RÓNAI, P. Gradus primus: curso básico de latim. São Paulo: Cultrix, 2001. VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Publicado na Revista de ciências humanas e sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999. ______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011 LÍNGUA E CULTURA LATINA II Ementa Visão panorâmica da Literatura Latina através da leitura e análise de textos de Projeto Pedagógico do Curso de Letras 39 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL autores latinos com ênfase nas questões de estrutura gramatical, nos aspectos estilísticos e nas questões de natureza cultural as quais os textos se veiculam, buscando fazer uma interface com a língua portuguesa na prática de ensino em sala de aula, fomentando debates acerca das contribuições estruturais, didáticas, metodológicas e culturais para o estudo da Língua latina e da Língua portuguesa. Objetivos Refletir sobre as contribuições que a Língua latina oferece para os estudos e a prática de ensino em torno das irregularidades e regularidades da língua portuguesa. Demonstrar conhecimentos básicos e indispensáveis sobre a cultura latina e suas especificidades para melhor compreensão dos hábitos culturais nas comunidades neolatinas ou românicas atuais. Bibliografia Básica GAILLARD, J. Introdução à literatura: Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito, 1994. GRIMAL, P. A Vida em Roma na Antiguidade. Portugal: Publicações Europa América, 1995. VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Revista de ciências humanas e sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999. ______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011. BASSETTO, B. F. Elementos de filologia românica: história externa das línguas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001 Bibliografia Complementar ANDRADE, Letícia Pereira de. “O ir e vir semântico: Latim/Português. Disponível em: www.filologia.org.br/revista/35/08.htm. Acesso em: 15 de fevereiro de 2011. BAYET, J. Literatura latina. Barcelona: Ariel, 1981. CARDOSO, Z. de A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989. COUTINHO, I. de L. Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1958. MELO, G. C. de. Iniciação à filologia e à linguística portuguesa. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1971. GRIMAL, P. A Civilização Romana. Lisboa: Edições 70, 1984. GAILLARD, J. Introdução à literatura. Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito, 1994. GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: UNB, 2000 NASÃO, P. O. Metamorfoses. São Paulo: Hedra, 2000. RÓNAI, P. Gradus Primus: curso básico de latim. São Paulo: Cultrix, 2001. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 40 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS Ementa Estudo da natureza e função da Literatura, gêneros literários, reconhecimento de técnicas de análise textual. Leituras orientadas de obras clássicas da literatura universal. Objetivos Conhecer o conjunto de obras clássicas da literatura universal. Refletir acerca da Teoria da Literatura. Identificar a organização interna da obra suscetível de ser apreendida pela imaginação – corpo e alma do discurso literário. Reconhecer a abrangência do termo “Literatura” situando-a através do tempo e do espaço. Bibliografia Básica ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998 CULLER, Jonathan. Teoria literária. São Paulo: Beca, 1999. LAJOLO, Marisa. Literatura: leitores & leitura. São Paulo: Moderna, 2001 SOUZA, Roberto Acízelo de. Introdução aos Estudos Literários. São Paulo: Martins Fontes, 2006. TODOROV, Tzvetan. A Literatura em perigo. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009. Bibliografia Complementar BARTHES, Roland. Mitologias. São Paulo: Difel, 1975. CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. ______. Seis Propostas para o Próximo Milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. CAMPOS, G. Pequeno dicionário de arte poética. 3ed. rev. e aum. São Paulo: Cultrix, 1978. COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. Belo Horizonte: UFMG, 2003. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 2 ed., São Paulo: Martins Fontes, 1994. GONÇALVES, M. T.; BELLODI, Z. C. Teoria da literatura “revisitada”. Petrópolis/RJ: Vozes, 2005. JOBIM, J. L. (Org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999. PAZ, Octavio. O arco e a lira. Trad. de Olga Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. PERRONE-MOISÉS, Leyla. Altas literaturas. São Paulo: Companhia das Letras: 1994. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 41 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL TEORIA DA LITERATURA I Ementa Estudo das diferentes vertentes dos estudos literários. Apreensão e caracterização dos diferentes gêneros literários constitutivos da prosa, da poesia e do drama. Fornecer subsídios para compreensão da periodização no seu espaço tempo e exercícios de análise literária. Objetivos Analisar obras literárias, apreendendo idéias e caracterizando os gêneros literários de acordo com critérios estéticos e de literariedade. Questionar a natureza da literatura, passando pelo universo da ficção, discutindo sobre os gêneros literários, os limites entre prosa e poesia, os elementos da narrativa e as teorias do conto e do romance. Bibliografia Básica BARTHES, Roland. Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1982. BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. Trad. José Marcos Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1986. CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 2 ed., São Paulo: Martins Fontes, 1994. Bibliografia Complementar BERNDT, Z. Introdução à literatura negra. São Paulo: Brasilense, 1988. BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ______. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1983. CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. São Paulo: TA Queiróz, 2000. HALL, Stuart. A. Identidade e cultural na pós-modernidade. Trad. Tomás Tadeu da Silva e Guaraciaba Lopes Louro. 4 ed., Rio de Janeiro: DP&A, 2000. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1994. JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. Trad. Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994. LUKÁCS, Georg. A teoria do romance. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Duas Cidades, Editora 34, 2006. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1986. RAMALHO C. (org.). Literatura e feminismo: propostas teóricas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Elo, 1999. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 42 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL TEORIA DA LITERATURA II Ementa Apresentação de diferentes correntes da crítica literária do Séc. XX e do início do Séc. XXI. Noções de Literatura Comparada e de Estudos Culturais na Literatura. Apresentação de poéticas de vanguarda na contemporaneidade. Compreensão da relação da literatura com outras artes Objetivos Apresentar uma visão sistêmica das principais correntes literárias, bem como das diferentes literaturas como a feminina e de autoria de minorias étnicas e sexuais. Analisar textos a partir das diferentes possibilidades criticas, sobretudo à luz dos estudos culturais e comparados. Bibliografia Básica BONNICI, Thomas; ZOLIN, Lúcia (Org.). Teoria literária: abordagens históricas e tendências contemporâneas. Maringá: EDUEM, 2009. CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. 7. ed. São Paulo: Nacional, 1985. CARVALHAL, Tania Franco. Literatura comparada. 4.ed. rev. e ampliada. São Paulo: Ática, 2006. CEVASCO, Maria Eliza. Dez lições sobre Estudos Culturais. São Paulo: Boitempo, 2003. SOUZA, Eneida Maria de. Crítica Cult. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. Bibliografia Complementar ROLAND BARTHES. O Prazer do Texto. Editora Perspectiva, 1987. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2008. CARVALHAL, Tânia Franco, O próprio e o alheio: ensaios de literatura comparada. São Leopoldo: Editora da Unisinos, 2003. COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê? Trad. Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte, UFMG,. 2009. CULLER, Jonathan. Sobre a desconstrução: teoria e crítica do Pós-estruturalismo. Trad. Patrícia Burrowes. São Paulo, Rosa dos Ventos, 1997. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. São Paulo: Martins Fontes, 2006. LIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da literatura em suas fontes. Trad. Luiz Costa Lima et al. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, 2 v. NITRINI, Sandra. Literatura Comparada: história, teoria e crítica. São Paulo, EDUSP, Projeto Pedagógico do Curso de Letras 43 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 1997. PASSOS, Cleusa Rios (coord.). Revista Literatura e sociedade. Vol. 10 (Psicanálise). Revista do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo. São Paulo: USP, 2007. (versão impressa e online). TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de janeiro: DIFEL, 2009. LITERATURA BRASILEIRA I Ementa Estudo dos movimentos literários e culturais do século XVI ao século XIX: Literatura Informativa sobre o Brasil, Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo, Parnasianismo e Simbolismo. Análise de textos literários e/ou ensaísticos que possibilitem o conhecimento de questões das representações da cultura indígena e afro-brasileira por intermédio da literatura. Objetivos Apresentar uma visão abrangente de cada movimento literário em seu contexto histórico, estético e ideológico. Ter contato direto com as obras literárias de relevância, produzidas entre os séculos XVI e XIX, mediante a produção poética do período por intermédio de obras da crítica e de teoria literária que forneçam informação literária e cultural da formação do Brasil até o final do Século XIX. Bibliografia BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 32 ed., São Paulo: Cultrix, 1994. ______. Dialética da colonização. 3. ed. São Paulo:Companhia das Letras, 1999. ______; GARBUGLIO, José Carlos; CURVELLO, Mário; FACIOLI, Valentim (Orgs.). Machado de Assis. São Paulo: Ática, 1982. (Escritores Brasileiros: antologia e estudos). CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 4 ed., São Paulo: Martins, 1975. 2v. PICCHIO, L. S. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 1997. Bibliografia Complementar ALMEIDA, J. M. G. de. A tradição regionalista no romance brasileiro. Rio de Janeiro: Topbooks Editora, 1999. CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 1985. _________. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987. _________. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1970. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 44 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL _________. Literatura e Sociedade. São Paulo: TA Queiróz, 2000. COUTINHO, Afranio. Aspectos da literatura barroca. Rio de Janeiro: Colégio Pedro II, 1951. ________. A Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Sul Americana, 1955. v. II e III. ________. Do Barroco: ensaios. Rio de Janeiro: UFRJ/Tempo Brasileiro, 1994. GUINSBURG, Jacó (Org.). O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1993. MOISÉS, Massaud. A Literatura Brasileira através dos Textos. Cultrix, 1986, São Paulo. LITERATURA BRASILEIRA II Ementa Estudo dos movimentos literários do século XX: Pré-Modernismo, Modernismo, Tendências Contemporâneas. Leitura sincrônica e diacrônica da cultura brasileira do Séc. XX à contemporaneidade, a partir das reflexões sobre a literatura e outras artes, como o cinema, a pintura, os movimentos musicais, etc. Reflexões sobre a utopia modernista, as vanguardas e seus desdobramentos nas artes; literatura em tempos de repressão; Objetivos Adquirir uma visão abrangente dos movimentos literários apresentados em seu contexto histórico, estético e ideológico. Analisar as obras literárias de relevância, produzidas no século XX, por meio do exercício de análise da produção poética desse século. Caracterizando o processo de tradição e ruptura na poética do período. Bibliografia Básica ALMEIDA, J. M. G. de. A tradição regionalista no romance brasileiro. Rio de Janeiro: Topbooks Editora, 1999 ANDRADE, M. de. O movimento modernista. Rio de Janeiro: Casa do estudante do Brasil, 1942. SANTIAGO, S. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva, 1978. SÜSSEKIND. Flora. Literatura e vida literária. Brasil, os anos de autoritarismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. TELES, Gilberto Mendonça (org.). Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. 19ª ed. Petrópolis: Vozes, 2009. Bibliografia Complementar BARBOSA, J. A. de. A metáfora crítica. São Paulo: Perspectiva, 1974. CANDIDO, Antonio. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 45 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994. _________. O pré-modernismo. São Paulo: Perspectiva, 1978. CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira (momentos decisivos). São Paulo: Martins, 1964. ________. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática,1985. GALVÃO. Walnice Nogueira. Mitológica Rosiana. São Paulo, Ática, 1978; MOISÉS, M. A. Literatura Brasileira através dos Textos. São Paulo: Cultrix, 1986. NUNES. Benedito. O Drama da linguagem. São Paulo: Ática, 1995. SANTIAGO, Silviano. Vale quanto pesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA Ementa Estudo da produção literária contemporânea a partir de diferentes regiões do país a partir das últimas décadas; Compreensão do processo de assimilação dos discursos históricos, biográficos, autobiográficos e memorialistas que impulsionam essa produção no contexto atual. Apresentação de representações da literatura marginal e da produção paralela ao cânone brasileiro. Objetivos Analisar obras literárias de relevância, produzidas por escritores representativos da literatura brasileira na contemporaneidade como tentativa de sistematização da expressão literária produzida pelos novos autores que se apresentam nos dias atuais em diferentes suportes de mediação. Analisar a produção da chamada “geração 00” ativando novas possibilidades de leitura e interpretação. Conhecer e apreciar criticamente a recente produção cyber-literária. Bibliografia Básica AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Trad. Vinicius Nicastro Honesko. Chapecó/SC: Argos, 2009. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 2005. GOLDMANN, Lucien. Sociologia da Literatura. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. SCHWARTZ, Adriano (org.). Memórias do presente: 100 entrevistas do Mais! São Paulo: Publifolha, 2003. Bibliografia Complementar Projeto Pedagógico do Curso de Letras 46 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL ARRIGUCCI, D. Jr. Enigma e comentário: ensaios sobre literatura e experiência. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. BOSI, Alfredo. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, 1984. FRANCO, R. A festa: o itinerário político do romance pós-64. São Paulo: Unesp, 1998. LAFETÁ, J. L. et al. O nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1983. PELLEGRINI, Tânia. Gavetas vazias: ficção e política nos anos 70. São Carlos/SP: UFSCar/Mercado de Letras, 1996. SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra. São Paulo: Cia. das Letras, 1985. ______. Vale quanto pesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. SÜSSEKIND, Flora. Literatura e vida literária: polêmicas, diários & retratos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985. ______. Tal Brasil, qual romance? Rio de Janeiro: Achiamé, 1984. XAVIER, I. O conto brasileiro e sua trajetória: a modalidade urbana dos anos 20 aos anos 70. Rio de Janeiro: Padrão, 1987. LITERATURA INFANTO JUVENIL E FORMAÇÃO DO LEITOR Ementa Letramento literário e o papel do professor como mediador de leitura. Estratégias para a formação de leitores crianças, jovens e adultos. Leitura: conceito, condições e produção na escola. Formação do leitor. A formação de contadores de histórias. Conceitos de Literatura Infanto-Juvenil. Literatura e escola: a escolarização do texto literário. Identificação da produção literária Infanto-Juvenil brasileira contemporânea. A literatura popular: contos de fadas, mitos, lendas, cordel, folclore. Leitura e análise de textos. Objetivos Refletir sobre o trabalho didático pedagógico na formação de leitores. Identificar as características da literatura infantil e juvenil, bem como a ideologia subjacente nesse tipo de literatura. Analisar e selecionar obras compatíveis ao ensino básico, fundamental e médio e trabalhar com os modernos formatos existentes no mercado literário. Bibliografia básica BETTELHEIM, B. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978. COSSON, Rildo. Letramento Literário: Teoria e Prática. 2. ed., 1ª Reimpressão. São Projeto Pedagógico do Curso de Letras 47 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Paulo: Contexto, 2011. CADEMARTORI, Ligia. O que é literatura infantil? 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. COELHO, N. N. Literatura infantil. Teoria, análise, didática. São Paulo: Ática, 1991. ZILBERMANN, R.; LAJOLO, M. Literatura infantil brasileira. História & histórias. São Paulo: Ática, 1982. Bibliografia Complementar COELHO, N. N. Literatura infantil. Teoria, análise, didática. São Paulo: Ática, 1991. GEBARA, A. E. L. A poesia na escola: leitura e análise de poesia para crianças. (Col. Aprender e ensinar com textos, v.10). São Paulo: Cortez, 2002. HUTCHEON, L. Uma teoria da paródia. Lisboa: Edições 70, 1989. KLEIMAN, A. B. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1995. MANGUEL, A. Uma história da leitura. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. MARTINS, M. H. Crônica de uma utopia: leitura e literatura infantil em trânsito. São Paulo: Brasiliense, 1989. OLSON, D.; TORRANCE, N. Cultura escrita e oralidade. 2. ed. São Paulo: Ática, 1997. TURCHI, M. Z.; SILVA, V. M. T. (Orgs.). Leitor formado e leitor em formação: leitura literária em questão. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 2006. VON FRANZ, M.-L. A interpretação dos contos de fadas. São Paulo: Paulinas, 1990. LITERATURA PORTUGUESA I Ementa Estudo da formação da Literatura Portuguesa, suas primeiras manifestações, bem como dos movimentos literários Trovadorismo, Humanismo, Classicismo, Barroco, Arcadismo e Romantismo destacando seus principais traços e temáticas. Estudo diacrônico de obras e autores representativos do sistema literário português entre os séculos XI e XIX. Análise imanente de textos literários buscando contemplar a diversidade dos gêneros cultivados em Portugal (poesia lírica e épica, historiografia, epistolografia, teatro e romance) e os temas, imagens e processos históricos que são recorrentes na cultura e literatura daquele país; Objetivos Discutir as relações dos textos literários com os contextos em que se inserem. Interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros e explicitar o processo argumentativo utilizado para justificar a interpretação. Relacionar o texto literário vinculado à literatura de Portugal com questões e concepções dominantes na cultura Projeto Pedagógico do Curso de Letras 48 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL do período em que foi escrito, observando-o e comparando com concepções do presente. Bibliografia Básica ABDALA, Benjamim & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. CUNHA, Márcia & MONGELLI Lênia. A literatura portuguesa em perspectiva (classicismo, barroco, arcadismo). Vol. 2. São Paulo: Atlas, 1993. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1997. MONGELLI, Lênia. VIEIRA, Yara. A literatura portuguesa em perspectiva (trovadorismo, humanismo). Vol. 1. São Paulo: Atlas, 1993. SARAIVA, António & Lopes, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto, 1996. Bibliografia Complementar ALCOFORADO, Sóror Mariana. Cartas portuguesas. Porto Alegre: L&PM, 2010. AZEVEDO FILHO, L. Problemática geral da lírica de Camões. In: Sonetos de Luís de Camões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2004. BOCAGE, Manuel du. Poemas. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2005. CAMÕES, Luis. Lírica. (sel. Massaud Moisés). São Paulo, Cultrix, s/d. HERCULANO, Alexandre. Lendas e narrativas. Porto Alegre: Pradense, 2008. GARRETT, Almeida. Folhas caídas . Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1965. LOPES, Fernão. As crônicas de Fernão Lopes (org. António José Saraiva). Lisboa: Gradiva, 1993. MONGELLI, Lênia. Fremosos cantares: antologia da lírica medieval galego portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 2009. SPINA, Segismundo. Lírica trovadoresca. São Paulo: Edusp, 2001. TENGARRINHA, José. (Org.). História de Portugal. Bauru/São Paulo: Edusc/Editora Unesp, 2001. LITERATURA PORTUGUESA II Ementa Estudo dos movimentos literários Realismo, Simbolismo, Modernismo, suas principais temáticas e as Tendências Contemporâneas buscando apreender seus traços mais característicos. Apresentar e discutir os autores representativos da literatura portuguesa entre os séculos XX e XXI; Objetivos Analisar textos literários, buscando contemplar a diversidade dos gêneros cultivados Projeto Pedagógico do Curso de Letras 49 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL em Portugal (poesia, teatro, crônica, conto e romance), os temas, imagens e processos históricos que são recorrentes na literatura e cultura daquele país;.Estabelecer e discutir as relações dos textos literários da literatura portuguesa com os contextos em que se inserem no mundo moderno e na contemporaneidade. Interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros, explicitando o processo argumentativo utilizado para justificar a interpretação escolhida; Bibliografia Básica ABDALA, Benjamim & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. GOMES, Álvaro. A literatura portuguesa em perspectiva (simbolismo e modernismo). Vol. 4. São Paulo: Atlas, 1994. _______. A voz itinerante: ensaio sobre o romance português contemporâneo. São Paulo: EDUSP, 1993. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1997. SARAIVA, António & Lopes, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto, 1996. Bibliografia Complementar ABDALA JUNIOR, B. A escrita neo-realista. São Paulo: Ática, 1981. BUENO, Aparecida et al. Literatura portuguesa: história, memória e perspectiva. São Paulo: Alameda, 2007. GOMES, Á. C. A voz itinerante. São Paulo: EDUSP, 1993. LOURENÇO, Eduardo. Fernando Pessoa revisitado: Leitura estruturante do drama em gente. Porto: Editora Inova, 1993. _______. Tempo e poesia. Porto: Editorial Inova, 1987. MINÉ, Elza. 150 anos de Eça de Queirós (anais). São Paulo, Centro de estudos portugueses/USP, 1997. PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1982. TENGARRINHA, José (org). História de Portugal. São Paulo Bauru: Unesp/Edusc, 2001. VÁRIOS AUTORES. Saramago segundo terceiros. São Paulo, Humanistas/FFLCH, 1998. VECHI, Carlos Alberto et al. A literatura portuguesa em perspectiva (romantismo, realismo). Vol. 3. São Paulo: Atlas, 1993. LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA Ementa Estudo das literaturas oriundas das ex-colônias portuguesas; Apresentação da prosa Projeto Pedagógico do Curso de Letras 50 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL e poesia em língua portuguesa de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, buscando destacar as representações identitárias do período colonial e pós-colonial. Objetivos Analisar obras significativas das literaturas africanas de Língua Portuguesa, durante o período colonial e pós-colonial (séculos XIX ao XXI), destacando suas principais características. Fazer leituras contrastivas e comparativas entre as literaturas, tentando sistematizar um quadro que as uniriam para além da língua em comum; Compreender como a questão cultural é representada literariamente a fim de criar uma identidade própria. Bibliografia Básica ABDALA, Benjamim. Literaturas de língua portuguesa: marcos e marcas. São Paulo: Arte & Ciência, 2007. ANDRADE, Mário de. Antologia temática da poesia africana. V.1 e 2. Lisboa: Sá da Costa, 1975. FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de expressão portuguesa. São Paulo: Ática, 1987. FERREIRA, Manuel. 50 poetas africanos (antologia de poesia de Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde e Guiné Bissau). Lisboa: Plántano editora, s/d. SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidade. São Paulo: Ática, 1985. Bibliografia Complementar ABDALA JÚNIOR, Benjamim. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no século XX. São Paulo: Ateliê editorial, 2007. CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas: literatura e nacionalidade (entrevista com os autores). Lisboa: Veja, 1994. FERREIRA, Manuel. Literatura africana de expressão portuguesa. São Paulo: Ática, 1987. HAMILTON, Russel G. Literatura africana literatura necessária I: Angola. Lisboa: Edições 70, 1981. _____. 50 poetas africanos: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe. Lisboa: Plátano, 1989. LARANJEIRA, Pires. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta, 1995. LEITE, Ana Mafalda. Literaturas africanas e formulações pós coloniais. Lisboa: Edições Colibri, 2003. MARGARIDO, Alfredo. Estudos sobre literaturas das nações africanas de Língua Portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980. MOURÃO, Fernando Augusto Albuquerque. A sociedade angolana através da literatura. São Paulo: Ática, 1978. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 51 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL REVISTA VIA ATLÂNTICA. Revista do Programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa. Universidade de São Paulo (versão impressa e online). LITERATURA BRITÂNICA Ementa Estudo panorâmico de obras literárias de autores britânicos desde a formação desta literatura aos dias atuais. Interpretação crítica das diversas formas e estilos literários. Estudo de obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas. Objetivo Desenvolver o letramento crítico por meio de obras literárias do contexto da literatura inglesa. Compreender panoramicamente o recorte temporal de sua formação até os dias atuais. Refletir sobre diferentes formas de concepção do objeto literário desta literatura na multiplicidade de estéticas contemporâneas, ampliando assim a visão de leitura do acadêmico. Bibliografia Básica BURGESS, A. A Literatura Inglesa. 2.ed. Trad. Duda Machado.São Paulo: Ática, 1999. GRUNEWALD, J. L. Grandes Poetas da língua Inglesa do Século XIX. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. SILVA, A. M. Literatura Inglesa para Brasileiros. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna Ltda, 2006. THORNLEY, G. C. e ROBERTS, G. An Outline of English Literature Literature. Harlow: Longman, 2006. XAVIER, I. O Discurso Cinematográfico. A Opacidade e a Transparência. S. Paulo: Paz e Terra, 1984. Bibliografia Complementar BLOOM, Harold. The Invention of the Human. New York: Riverhead, 1998. ______. The Western Canon. New York: Riverhead, 1995. BRODEY, K. e MALGARETTI, F. Focus on English and American Literature. Milan: Modern Languages, 2002. CRYSTAL, D. & CRYSTAL, B. Shakespeare’s Words. London: Penguin, 2003. HIRSH, E. How to Read a Poem. New York: Harcourt Brace & Co., 1999. LAWRENCE D. H. The Complete Short Stories. 3 Vols. Harmondsworth: Penguin Books, 1979. MANSFIELD, K. Stories. Int. Jeffrey Meyers. New York: Vintage Classicas, 2000. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 52 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL PINSKY, R. The Sounds of Poetry. New York: Farrar, Straus & Giroux, 1998. VIZIOLI, P. A Literatura Inglesa Medieval. São Paulo: Nova Alexandria, 1992. WOOLF, Virginia. A Haunted House and Other Short Stories. New York: Harvest Book – Harcourt, Brace & World, Inc, 1972 . LITERATURA NORTE- AMERICANA Ementa Estudo de romances e contos, drama e poesia de autores norte-americanos desde a concepção desta literatura até os dias atuais; seleção panorâmica do recorte mais expressivo desta literatura. Interpretação crítica das diversas formas e estilos literários, estudo de obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas advindas da expressão literária em questão. Objetivos Conhecer as produções literárias norte- americanas. Desenvolver o letramento crítico por meio de obras literárias de autores estadunidenses. Ampliar a perspectiva de concepção do objeto literário na multiplicidade de estéticas contemporâneas, expandindo assim a visão de leitura em relação à expressão literária em questão. Bibliografia Básica BRODEY, K. & M. F. Focus on English and American Literature. Milan: Modern Languages, 2002. FARRELL, T. S. C. Planejamento de atividades de leitura para aulas de idiomas. Tradução de Itana Summers Medrado. São Paulo: Special Book Services Livraria, 2003. GRICE, H. et al. Beginning Ethnic American Literatures. Manchester: Manchester University Press, 2001. HIGH, P. B. An Outline of American Literature. New York: Longman Group Limited 1986. NABUCO, C. Retrato dos Estados Unidos à luz de sua Literatura. 2. ed. rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. Bibliografia Complementar BAYM, Nina (ed.). The Norton Anthology of American BRADBURY, M. O Romance Americano Moderno. Tradução. Heliodora, Bárbara. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998. Britain: Richard Clay, 1970. CUNLIFFE, M. The Literature of the United States. Great ECO, U. Os Limites da Interpretação. São Paulo: Perspectiva, 1995. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 53 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL FINKELSTEIN, S. Existencialismo e Alienaçãona Literatura Norte-Americana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. GRIGOLETTO, M. & CAMARGNANI, A. M. (org.). English as a foreign language: identity, practices and textuality. São Paulo: Humanitas, 2001. KIRSZNER, K. Literature: Reading, Reacting, Writing. Florida: Harcout Brace College Publishers, 1997 LAZAR, G. Literature and Language Teaching. Glasgow: Cambridge University Press, 1993 Literature. New York: W. W. W. Norton Ltd., 2001 RIEDINGER, E. A. A brief overview of American Literature. Rio de Janeiro: Waldyr Lima Editora, 1976. ROYOT, D. A Literatura Americana. São Paulo: Ática, 2009. LITERATURAS DE EXPRESSÃO EM LÍNGUA INGLESA Ementa Introdução à análise da literatura produzida fora dos centros hegemônicos de língua inglesa, enfocando a literatura representativa das ex-colônias inglesas, através de obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas. Objetivos Fazer a inter-relação entre a literatura e a sociedade na forma como está expressa nas obras não canonizadas Conhecer a representação identitária das literaturas das ex-colônias inglesas. Bibliografia Básica ABREU, M. Cultura letrada. Literatura e leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2006. BONNICI, T. O pós colonialismo e a Literatura: estratégias de leitura. Maringa: Editora da UEM, 2000. COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2007. GONÇALVES, G. R. et al (orgs) New Challenges in Language and Literature. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2009. XAVIER, I. O Discurso Cinematográfico. A Opacidade e a Transparência. S. Paulo: Paz e Terra, 1984. Bibliografia Complementar ASHCROFT, B., Griffiths, G., Tiffin, H., (Eds.). The Post Colonial Studies Reader. London: Routledge, 1995. BHABHA, H. Nation and Narration. London: Routledge, 1990. BAKER, H. Blues, Ideology and Afro American Literature. Chicago: Univ. Chicago Press, 1984. BLOOM, H. The Western Canon. New York: Riverhead, 1995. BURGESS, Anthony. A literatura inglesa.São Paulo: Ática, 1996 Projeto Pedagógico do Curso de Letras 54 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CRYSTAL, D. & CRYSTAL, B. Shakespeare’s Words. London: Penguin, 2003. DUDLEY A. J. The Major Film Theories. New York: Oxford, 1976 GATES, Henry Louis Jr. "Race", Writing & Difference. Chicago: University of Chicago Press, 1986. SAID, E. Culture & Imperialism. London: Vintage, 1994. SPIVAK, G. In Other Worlds: Essays in Cultural Poetics. N.Y.: Methuen, 1987. INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS Ementa Abordagem histórica dos estudos da linguagem, anteriores a Ferdinand Saussure, enfatizando se as diferentes fases de formação do método linguístico: a antiguidade, o comparatismo e a escola dos neogramáticos. Estudo histórico das concepções de linguagem e gramática. Objetivos Conhecer a historicidade dos estudos da linguagem. Refletir sobre as diferentes abordagens das mudanças lingüísticas; Adquirir embasamento teórico sobre os diversos casos de mudança lingüística. Conhecer as bases históricas que deram origem às diversas correntes linguísticas contemporâneas. Bibliografia Básica CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. História da linguística. 3.ed., Petrópolis: Vozes, 1979. FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Ática, 1998. LEROY, Maurice. As grandes correntes da linguística moderna. Trad. Izidoro Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 1971. NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo: Editora UNESP, 2002. WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da linguística. Trad. Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2002. Bibliografia Complementar DUBOIS, Jean. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993. FARACO, Carlos Alberto. Estudos pré saussurianos. In: MUSSALIN, Fernanda e BENTES, Anna Cristina (Orgs.). Introdução aos estudos linguísticos, volume 3: fundamentos epistemológicos. São Paulo: Cortez, 2002. BENVENISTE, Emile. Problemas de linguística geral I e II. Campinas: Pontes, 1995. BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. São Paulo: Pontes, Projeto Pedagógico do Curso de Letras 55 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 2000. CABRAL, Leonor Scliar. Introdução à linguística. Rio de Janeiro: Globo, 1985. CULLER, Jonathan. As ideias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979. FIORIN, José Luis. Introdução à linguística. Vol. I e II. São Paulo: Contexto, 2003. MARTINET, André. Elementos de linguística geral. São Paulo: Martins Fontes, 1978. SAFATI, Georges-Élia & PAVEAU, Marie-Anne. As grandes teorias da linguística. São Paulo: Claraluz, 2006. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cultrix, 2003. LINGUÍSTICA I Ementa Princípios da Linguística Geral. Fonética e Fonologia. Teorias Linguísticas relevantes como o Estruturalismo, a Teoria gerativo transformacional, as teorias do texto/discurso/conversação, a concepção de linguagem como ação, interação e cognição (reflexão). Objetivos Por meio dos estudos das correntes linguísticas, demonstrar capacidade de descrever explicar as línguas naturais. Analisar e refletir sobre os sistemas semióticos linguísticos e os seus discursos, como sistema e processo de significação. Conhecer, a estrutura da língua, seu funcionamento, suas mudanças no eixo da história, suas relações com os sistemas semióticos não verbais, a cultura e a sociedade;. Apresentar domínio dos três níveis de conhecimentos necessários para ler, entender e produzir textos. Conhecer o sistema linguístico, o contexto sócio histórico e cultural em que o texto foi construído. Conhecer; conhecimento d os mecanismos de estruturação do significado. Bibliografia Básica BENVENISTE, Emile. Problemas de linguística geral I. 4. ed. Campinas SP: Pontes, 1995. BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. 11 ed., Campinas SP: Pontes, 1991. CALLOU, Dinah & LEITE, Yone. Iniciação à fonética e à fonologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1990. LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. 18 ed., São Paulo: Cultrix, 2003. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. 20. ed. São Paulo: Cultrix: 1995. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 56 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Bibliografia Complementar CÂMARA JR, J. M. Princípio de linguística geral. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1973. CHRISTÓFARO, T. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003. CHALUB, Samira. Fonética e fonologia do português. São Paulo: Contexto, 2003. COSERIU, Eugenio. Lições de linguística geral – linguística e filologia. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980. DUBOIS, Jean. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993. FIORIN, José Luis. (Org.). Introdução à linguística: princípios de análise. Vol I e II. São Paulo: Contexto, 2002. JAKOBSON, Roman. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1989. LYONS, John. Introdução à linguística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979. ______. As ideias de Chomsky. 3 ed., São Paulo: Cultrix, 1976. ORLANDI, Eni Pulcinelli. O que é linguística. São Paulo: Brasiliense, 2000. PERINI, Mario. A gramática gerativa: introdução ao estudo da sintaxe portuguesa. Belo Horizonte: Vigília, 1979. LINGUÍSTICA II Ementa Aspectos da Linguística aplicada ao ensino de língua, dando ênfase à Sociolinguística/Dialetologia. Língua e sociedade. Língua como sistema heterogêneo. Significado social das variantes. A variação e mudança linguística. Variação linguística e ensino. Aspectos da variação e mudança no português falado e escrito. Conceitos de norma. As diferentes instâncias do uso da língua e ensino. Aspectos da heterogeneidade dialetal e o ensino do português. Língua e dialeto. Áreas dialetais no Brasil. Geolinguística monodimensional e pluridimensional. Políticas linguísticas no Brasil. As tipologias das situações plurilíngues. Objetivos Refletir sobre temas relacionados à Sociolinguística, Dialetologia e Geolinguística. Refletir sobre estudos que se mostrem significativos para a investigação da variação diatópica e diastrástica do português brasileiro e de línguas em contato. Demonstrar conhecimentos de dialetologia e geolinguística articulados no Brasil. Discutir aspectos teóricos e metodológicos relacionados aos estudos geosociolinguísticos. Conhecer o sistema lingüístico, o contexto sócio-histórico-cultural em que o texto foi construído e os mecanismos de estruturação do significado.; Conhecer as variações e mudanças linguísticas que são inerentes às línguas naturais. Compreender as Projeto Pedagógico do Curso de Letras 57 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL diferentes abordagens sociolingüísticas, históricas e culturais e suas implicações para o ensino de língua. Bibliografia Básica ALTENHOFEN, Cléo Vilson. Áreas linguísticas do português falado no sul do Brasil: um balanço de fotografias linguísticas do ALERS. In.: P. Vandresen (Org.), Variação e mudança no português falado na região Sul. Pelotas: Educat, 2002. BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola, 2000. BORTONI RICARDO, Stella Maria. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004. CALVET, Louis Jean. Sociolinguística: uma introdução. Trad. M. Marciolino. 4.ed. São Paulo: Parábola, 2002. FERREIRA, Carlota & CARDOSO, Suzana. A dialetologia no Brasil. São Paulo: Contexto, 1994. Bibliografia Complementar BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1995. BAGNO, Marcos (Org.) Linguística da norma. São Paulo: Ed. Loyola, 2002. CAMACHO, Roberto Gomes. A variação linguística. In: São Paulo (Estado). SE/CENP. Subsídios à proposta curricular de língua portuguesa. São Paulo: SE/CENP/UNICAMP, 1988. DUBOIS, J. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993. DUBOIS, J. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993. FONSECA, Maria Stella Vieira da, e NEVES, Moema Facure. Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974. MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Contradições no ensino do português. São Paulo: Contexto, 1995. MONTEIRO, José Lemos. Para compreender Labov. Petrópolis: Vozes, 2001. TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 2001. SILVA, Fábio Lopes da e MOURA, Heronides Maurilia de Melo. O direito à fala: a questão do preconceito linguístico. Florianópolis: Insular, 2000. LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Ementa Panorama histórico da Linguística Aplicada no Brasil. Discussões das várias definições atribuídas a essa ciência. Definição dos conceitos de abordagem, ensinar, aprender, avaliar e linguagem. Apresentação das principais teorias de aquisição no ensino de Língua Inglesa. Objetivo Projeto Pedagógico do Curso de Letras 58 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Refletir sobre o status da Linguística Aplicada no Brasil enquanto uma ciência que estuda questões de usos da linguagem em vários contextos. Refletir sobre o papel da Linguística Aplicada no contexto de ensino de Língua Inglesa. Apreender os conceitos de abordagem, ensino/aprendizagem, avaliação, linguagem e as teorias de aquisição, a partir de um enfoque retroativo e contemporâneo. Bibliografia Básica ALMEIDA FILHO, J. C. P. Linguística Aplicada, ensino de línguas e comunicação. Campinas: Pontes Editores, 2005. KLEIMAN, A. B. & CAVALACANTI, M. C. Linguística Aplicada: suas faces e interfaces. Campinas: Mercado de Letras, 2007. MOITA LOPES, L. P. da. Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. PASCHOAL, M. S. Z. & CELANI, M. A. A. Linguística Aplicada: da aplicação da linguística à Linguística Transdisciplinar. São Paulo: Educ, 1992. SIGNORINI, I. C. & CAVALCANTI, M. C. (Orgs.). Linguística Aplicada e Transdisciplinariedade. São Paulo: Mercado de Letras, 1998. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO, J. C. P. A abordagem orientada da ação do professor. In: ________ (Org.). Parâmetros atuais para o ensino de Português/Língua Estrangeira. Campinas: Pontes, 1997. ________. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes Editores, 1993. CASTRO, S. T. R. As teorias de aquisição/aprendizagem de segunda língua/Língua Estrangeira: implicações para a sala de aula. Contexturas, n. 3, 1996. CAVALCANTI, M. C. A propósito de Linguística Aplicada. Trabalhos de Linguística Aplicada, 1986. CELANI, M. A. A. A relevância da Linguística Aplicada na formulação de uma política educacional brasileira. In: FORTKAMP, M. B. & TOMICH, L. M. B. (Orgs.). Aspectos da Linguística Aplicada. Florianópolis: Insular, 2000. ELLIS, R. Understanding second language acquisition. Oxford: OUP, 1985. KRASHEN, S. D. Principles and practice second language acquisition. Oxford: Pergamon Press, 1982. LARSEN FREEMAN, D. Tecniques and principles in language teaching. Oxford: OUP, 1986. MOITA LOPES, L. P. de. Oficina de Linguística Aplicada. São Paulo: Mercado de Letras, 1996. SCARAMUCCI, M. V. R. O professor avaliador: sobre a importância da avaliação na formação do professor de Língua Estrangeira. In: ROTTAVA, L. (Org.). Ensino e Aprendizagem de Línguas: Língua Estrangeira. Editora da UNIJUÍ, 2006. LINGUAGEM E DIVERSIDADE Ementa Projeto Pedagógico do Curso de Letras 59 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Estudo sobre variação lingüístico-social, bilingüismo e multilinguismo. Preconceito lingüístico, ensino bilíngüe; Apresentação e análise de legislação sobre diversidade lingüística entre indígenas, afro descendentes, comunidades fronteiriças e imigrantes. Objetivos Refletir sobre questões relacionadas ao preconceito lingüístico. Ampliar reflexões teóricas e metodológicas evidenciando as diferenças sociolinguísticas entre o ensino monolíngue e bilíngüe. Analisar legislações que garantem direitos linguísticos reconhecidos por organizações internacionais e nacionais a indígenas, afrodescendentes, fronteiriços e imigrantes entre outros povos. Estimular pesquisas sobre variedades linguísticas dialetais existentes e à disposição do uso dos falantes em circunstâncias diversas. Bibliografia Básica BAGNO, M. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz. 7ª ed. São Paulo: Edições Loyola. 2001. CASTRO, E. V. A inconstância da Alma Selvagem. São Paulo: Cosac Naify.2011. OLIVIERA, G. M. (org.). Declaração universal dos direitos linguísticos.Campinas, SP: Mercado de Letras, Associação de Leitura do Brasil (ALB), Florianópolis: IPOL, 2003. RAJAGOPALAN, K. A geopolítica da língua inglesa e seus reflexos no Brasil. In: A geopolítica do inglês. Lacoste, Yves (Org.). São Paulo: Parábola Editorial, 2005. TEIXEIRA, R. F. A. As línguas indígenas no Brasil. In: A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus. (A. L. Silva, L. D. B. Grupioni (Orgs.), p. 29 59. MEC, São Paulo. 1995. Bibliografia Complementar ALTENHOFEN, C. V.. Interfaces entre a dialetologia e história.In: MOTA, Jacyra & CARDOSO, Suzana Alice Marcelino (orgs.). Documentos 2; Projeto Atlas Linguístico do Brasil. Salvador: Quarteto, 2006. p. 159-185. AGAMBEN, G. Infância e história. São Paulo:Editora Hidalgo. São Paulo. 2010. BENVENISTE, E. A linguagem e a experiência humana. In: Problemas de Linguística Geral I (trad. NOVAK, Maria da Gloria.; NERI, Maria Luiza). 3ª ed. Campinas, São Paulo: Pontes: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1991. _________________Esta linguagem que faz a história. In: Problemas de Linguística Geral II (trad. GUIMARÃES, E.). Campinas, São Paulo, 1989. ___________________. Estrutura da língua e estrutura da sociedade. In: Problemas de Linguística Geral II. (trad. GUIMARÃES, E.). Campinas, São Paulo: Pontes, 1989. CASTRO, E. V. No Brasil todo mundo é índio exceto quem não é. Site: pib.socioambiental.org/files/PIB institucional/ No_Brasil_todo_mundo_é_índio.pdf. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 60 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL ________________ Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. Site: http:⁄⁄repositorio.ufsc.br⁄xmlui⁄handle⁄123456789⁄1421. LÉVI-STRAUSS, C. Tristes Trópicos. São Paulo: Papirus. 2012. OLIVEIRA, G. M. de ; Altenhofen, C. V. O in vitro e o in vivo na política da diversidade lingüística do Brasil: inserção e exclusão do plurilinguismo na educação e na sociedade. In: Mello, Heliana; Altenhofen, Cléo & Raso, Tommaso (orgs.). O contato linguístico e o Brasil. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011. HISTÓRIA E FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Ementa Pressupostos Caracterização filosóficos da que reflexão fundamentam e da prática as concepções filosófica. A de educação. Práxis educativa contemporânea. Os filósofos e suas visões de educação. Análise do fenômeno educacional e de suas articulações com a filosofia, com ênfase nas determinantes sociais, culturais, éticas e políticas da ação educativa. Estudo da educação como agir racional do homem em sociedade. A história da educação no Brasil: problemas e perspectivas. Objetivos Conhecer os fundamentados da história e da filosofia da Educação. Refletir sobre as diferentes visões filosóficas e históricas da Educação brasileira. Bibliografia Básica ALVES, R. Conversa com quem gosta de ensinar. 22 ed. São Paulo: Cortez, 1988. ARANHA, M. L. Filosofia da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1996. ARANHA, M. L. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989. COTRIM, G. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15 ed. São Paulo: Saraiva, 2000. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra. S.d Bibliografia Complementar COTRIM, G. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Saraiva, 2000. FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967 ______. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. GILBERTO, R. As idéias atuais em pedagogia. São Paulo: Martins Fontes, 1986. GILES, T. Filosofia da educação. São Paulo: EPU, 1987. GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Projeto Pedagógico do Curso de Letras 61 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL 1987. LUCKESI, C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1990. MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. NUNES, B. A filosofia contemporânea. São Paulo: Ática, 1991. ZILLES, U. Grandes tendências na filosofia do século XX e sua influência no Brasil. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 1987. DIDÁTICA Ementa Abordagem técnica e prática da educação com vistas à formação da consciência crítica e reflexiva e do compromisso com a práxis educacional. O processo ensino/aprendizagem de língua. Tipos de planejamento. Processo de Avaliação coerente e condizente com a realidade vivida em sala de aula. Objetivos Conhecer as teorias pedagógicas e relacioná-las às práticas do trabalho docente, numa abordagem crítico-reflexiva. Analisar o processo ensino/aprendizagem e suas implicações, tendo em vista a qualidade do ensino. Executar planos de ensino específicos da área de estudo. Bibliografia Básica LIBÂNEO, J. Adeus professor, adeus professora? novas exigências profissionais e profissão docente. São Paulo: Cortez, 1998. ________. Didática. São Paulo: Cortez, 1992. LUCKESI. A avaliação da aprendizagem escolar. 7 ed., São Paulo: Cortez, 1998. SAVIANI, D. A escola e a democracia: teorias educacionais, curvatura da vara, onze teses sobre a educação e política. São Paulo: Cortez, 1983. VEIGA, I. P. Escola fundamental, currículo e ensino. Campinas SP: Papirus, 1989. Bibliografia Complementar ALVES, G. L. O trabalho didático na escola moderna: formas históricas. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. CANDAU, V. M. (Org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. VEIGA, I. P. A. Didática: o ensino e suas relações. Campinas, SP: Papirus, 1996. ______. (Org.). Repensando a didática. Campinas, SP: Papirus, 1991. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 62 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL FREIRE, P. A pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. LONGAREZI, A. M.; PUENTES, R. V. (orgs.). Panorama da didática: Ensino, prática e Pesquisa. Campinas, SP: Papírus, 2011. SAVIANI, D. Escola e democracia. 14 ed., São Paulo: Autores associados, 1986. ________. Pedagogia, histórico crítica: primeiras aproximações. 6 ed., Campinas SP: Autores associados, 1997. VEIGA, I. P. A. (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 15ª ed., Campinas-SP: Papirus, 2002. GASPARIN, J. L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Campinas, SP: Autores Associados, 2003. POLÍTICAS E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL Ementa Educação: Conceito, objetivos e finalidades. Educação Brasileira por meio da História. Sistema de Ensino. O ensino Básico: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio. Educação Profissional. Currículo. Organização Administrativa e Disciplinar da Escola. Formação Profissional do Magistério. Educação de Jovens e Adultos. Educação Especial. Educação a Distância. Educação Indígena. Financiamento da Educação. SAEB. ENEM. Objetivos Compreender a evolução da Educação Brasileira por meio da História e percebê-la como resultante das transformações sociolinguísticas e culturais. Conhecer a legislação educacional brasileira como forma de apreensão do espaço profissional em que irá atuar. Bibliografia Básica BRZEZINSKI, I. (Org). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. Campinas SP: Papirus, 1997. MENEZES, J. G. de C. et al. Estrutura e funcionamento da educação básica. 2 ed., São Paulo: Pioneira, 2001. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental/Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica Brasília: Ministério da Educação, 1999. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino médio/Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica Brasília: Ministério da Educação, 1999. RIBEIRO, M. L. S. História da educação brasileira. Campinas SP: Autores Projeto Pedagógico do Curso de Letras 63 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL associados, 1998. Bibliografia Complementar AZEVEDO, J. M. L. A educação como política pública. São Paulo: Autores Associados, 2001. KUENZER, A. As políticas públicas neoliberais para o ensino médio São Paulo: Cortez, 1997. SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Saraiva, 1973. LIBÂNEO, J. C., OLIVEIRA, J. F. de, TOSCHI, M. S. Educação Escolar: Políticas, estrutura e organização. 10. Ed. São Paulo: Cortez, 2011. SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Saraiva, 1973. VIEIRA, E. A. Os direitos e a política social. São Paulo: Cortez, 2004. VIEIRA, S. L. Estrutura e funcionamento da educação básica. Fortaleza: EdUECE, 2002. OLIVEIRA, R. P. de; ADRIÃO, T. (Orgs.) Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na CF/88 e na LDB. São Paulo: Xamã, 2002. PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ementa Psicologia e ciência; psicologia da educação e seu papel na formação do professor; psicologia da educação: correntes teóricas; as contribuições das teorias do desenvolvimento para o processo de ensino-aprendizagem. O autoconhecimento. Relação do professor com a comunidade escolar. Objetivos Identificar as teorias da aprendizagem e do desenvolvimento e sua contribuição para o processo ensino-aprendizagem. Apresentar conhecimentos sobre as teorias da psicologia relativos à sua prática pedagógica. Utilizar o conhecimento sobre as teorias da Psicologia como elemento de analise do próprio comportamento, estimulando o autoconhecimento e a autoavaliação. Bibliografia Básica COLL, C. et al. (Orgs.). Psicologia da educação. v. 2. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. FREITAG, B. Escola, Estado e Sociedade. São Paulo: Cortez, 1979. FREIRE, Paulo. Educação com prática da liberdade. Rio de Janeiro: Terra e Paz, 1979. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 64 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1967. VIGOTSKY, L. S. Linguagem e pensamento. São Paulo: Martins Fontes, 1990. Bibliografia Complementar BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. Psicologias: Uma introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo: Atlas, 1996. CAMPOS, D. M. de S. Psicologia do desenvolvimento humano. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. ______. Psicologia da adolescência. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. FERREIRA, M. G. Repensando a Psicologia educacional. São Paulo: Autores Associados, 1986. MARCHAND, M. A afetividade do Educador. São Paulo: Summus, 1985. MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa. Brasília: Universidade de Brasília, 1999. PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 9. ed. São Paulo: Forense Universitária, 2003. PIAGET, J.; BARBEL, I. Psicologia da criança. 19. ed. Rio de Janeiro: Diflel, 2003. URT, S. da C. (Org) Psicologias e práticas educacionais. Campo Grande: UFMS, 2000. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998. TÓPICOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL Ementa Aspectos históricos da Educação especial. Movimento internacional e a política nacional de Educação especial. Caracterização da educação especial e direcionamento. Exclusão/Integração/Inclusão da diferença. A Educação especial na LDB. Educação especial e currículo. Processo pedagógico e atendimento da diversidade. Objetivos Analisar as políticas educacionais no ensino regular e especial, por meio de discussões das diferentes tendências assumidas no atendimento à pessoa com necessidades especiais, ao longo da história da humanidade, Refletir sobre as novas propostas de inclusão no ambiente escolar. Bibliografia Básica Projeto Pedagógico do Curso de Letras 65 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CARVALHO, Rosita Edler. A nova LDB e a Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA, 1997. FERREIRA, Júlio Romero. A Exclusão da Diferença: a educação do portador de deficiência. São Paulo: UNIMEP, 1993. FONSECA, Vitor da. Educação Especial. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987. JANUZZI, Gilberta. Políticas Sociais Públicas da Educação Especial. Santa Catarina, 1991. Congresso Brasileiro de Neurologia e Psiquiatria Infantil, Blumenau. MAZZOTTA, Marcos J. da S. Fundamentos da Educação Especial. São Paulo: Pioneira;1982. Bibliografia Complementar ARAUJO, Eliane G. de, JAINES, L. T. Vivendo o desafio: a libertação das deficiências físicas. 2. ed. Ilus. José Raul Soares Winter. São Paulo, Loyola, 1980. DECLARAÇÃO DESALAMANCA E ENQUADRAMENTO DA ACÇÃO NA ÁREA DAS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS:ACESSO E QUALIDADE Salamanca, Espanha, 7 10 de Junho de 1994 FONSECA, V. da. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995 SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997. 176p. MANNONi, M. A criança retardada e a mãe. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1988. MANTOAN, M. T. E. (1988). Compreendendo a deficiência mental: novos caminhos educacionais. São Paulo: Scipione. MANTOAN, M. T. E. (Org.). (1997). A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnom, SENAC. MARCHESI, A., & MARTÍN, E. Da terminologia do distúrbio às necessidades educativas especiais. In COLL, C. & MARCHESI, A & PALÁCIOS, J. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação: Vol. 3. Necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS Ementa: A deficiência auditiva e a surdez. Fundamentos históricos, filosóficos e legais da educação do Surdo. O sujeito surdo e sua cultura. Abordagens metodológicas na educação do surdo: oralismo, comunicação total e bilinguismo. A estrutura da Língua Brasileira de Sinais: sinais básicos. Serviços de Apoio para atendimento das pessoas com surdez: e a mediação do intérprete. Objetivo Geral: Compreender os fundamentos históricos, filosóficos, antropológicos, linguísticos e legais envolvidos no processo sociocultural e educacional da pessoa com Projeto Pedagógico do Curso de Letras 66 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL surdez e apropriar-se de conhecimentos básicos relativos à LIBRAS e aos serviços de apoio especializado. Bibliografia básica: DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez. Brasília, DF: SEESP / SEED / MEC, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da. pdf - Acesso em:15/10/2009. FERNANDES, Eulália. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2004. QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, L. B (col.). Língua de sinais brasileira, estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. QUADROS, R. M. de. Secretaria de Educação Especial. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília, DF: MEC; 2004. Bibliografia Complementar: VILHALVA, Shirley. O Despertar do Silêncio. Rio de Janeiro: Arara Azul. 2012. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue de língua brasileira.São Paulo: EDUSP, 2001. 1 e 2 v. STROBEL, K. L; Dias, S. M. da S. (Orgs.). Surdez: abordagem geral. Curitiba: FENEIS, 1995. Skliar, Carlos (org.). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. GESUELI, Z.; KAUCHAKJE, S; SILVA, I. Cidadania, surdez e linguagem: desafios e realidades. São Paulo: Plexus Editora, 2003. NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO Ementa Discutir questões referentes à aprendizagem de línguas mediada pelo computador e à formação de professores em/para contextos digitais, abordando aspectos teóricopráticos do uso desse recurso tecnológico para propósitos educacionais, em ambientações presenciais, semipresenciais e digitais. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 67 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Objetivo Lidar com diferentes ambientes midiáticos, como os das plataformas TelEduc e Moodle (ambientes gratuitos), no sentido de refletir sobre outros espaços pedagógicos, além do escolar. Bibliografia Básica ALMEIDA, M.E.B. Inclusão digital do professor: formação e prática pedagógica. Editora Articulação Universidade Escola, 2004. COSTA, J.W. & OLIVEIRA, M.A.M. (org.). Novas línguas e novas tecnologias: educação e sociabilidade. São Paulo: Editora Vozes, 2004. GIUSTA, A.C. & FRANCO, I.M. Educação a distância: uma articulação entre teoria e a prática. Belo Horizonte: PUCMinas, 2003. KENSKI, V.M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2007. RAMAL, A.C. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. Bibliografia Complementar ALMEIDA, F. J. de. Educação e Informática: Os Computadores Na Escola. São Paulo: Cortez, 1988. ARAUJO, J. C. (org.). Internet e ensino: novos gêneros, outros desafios. Lucerna, 2007. BARBOSA, R. L. L. (org.). Trajetórias e perspectivas da formação de educadores. Editora UNESP, 2004. FIORENTINI, L.M.; MORAES, R. A. (Org.). Linguagens e interatividade na educação à distância. DP&A Editora, 2003. LÈVY, P. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. MORAN, J. M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2000 PAIVA, V.L.M.O. Tecnologia na docência em línguas estrangeiras: convergências e tensões. SANTOS, L.L.C.P. (Org.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. SALE, J.T.L. Alunos, professor e computador, o que une esse trio? Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. Ano 2, n. 2 (www.revelhp.cjb.net ) SANCHO, J. M. Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURA PORTUGUESA I Projeto Pedagógico do Curso de Letras 68 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Ementa Integração entre o ensino superior e a educação básica mediante acompanhamento, por parte do estagiário, de atividades desempenhadas pelo professor regente; realização de atividades de verificação e observação co-participativas desenvolvidas pelos acadêmicos sob supervisão do professor orientador no ambiente escolar; desenvolvimento de projetos de ensino conforme as necessidades visualizadas durante o período de observação co-participativa a partir dos conhecimentos adquiridos nas disciplinas cursadas e em curso. Objetivos Conhecer o ambiente escolar e aplicar as teorias apreendidas em sala de aula, colocando em prática a sua futura profissão e o ensino da Língua Portuguesa e da produção textual no ensino fundamental. Vivenciar experiências concretas que o prepare para o efetivo exercício da profissão. Desenvolver habilidades e comportamentos necessários à ação docente, mediante estudo, elaboração, participação e desenvolvimento de projetos de ensino na educação básica. Reconhecer a importância de fazer uma reflexão crítica da prática de ensino de Língua e Literatura em Língua Materna. Bibliografia Básica BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998. CARVALHO, A. M. P. de. Prática de ensino: os estágios na formação do professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CHIAPPINI, L. (org.). Aprender e ensinar com textos de alunos. Vol 1, 2 e 3. São Paulo: Cortez, 1997. (Coleção Aprender e Ensinar com textos). CORACINI, M. J. O jogo discursivo na Aula de Leitura. São Paulo: Pontes, 1995. CUNHA, M. I. da. O bom professor e sua prática. 2 ed., Campinas SP: Papirus, 1992. Bibliografia Complementar FARIA, M. A. O Jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, l989. FAZENDA, I. C. A. et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas SP: Papirus, 1991. GERALDI, J. W. (Org.) O texto na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Ática, 2001. MAGNANI, Maria do Rosário. Leitura, Literatura e Escola. Campinas: Martins Fontes, 1989. NOSELLA, M. de L. C. D. As belas mentiras: ideologia subjacente aos textos Projeto Pedagógico do Curso de Letras 69 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL didáticos. 8 ed., São Paulo: Moraes, 1981. POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas SP: Mercado de Letras, 1996. RAMOS, J. M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes, 1997. SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1992. SILVA, E. T. da. A produção da leitura na escola. São Paulo: Ática, 1998. TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2 º graus. 2 ed., São Paulo: Cortez, 1997. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURA PORTUGUESA II Ementa Tratamento teórico metodológico do ensino da Língua Portuguesa e suas literaturas no Ensino Fundamental e Médio; as concepções de linguagem e sua relação com o ensino de “gramáticas” em uso. Estudo dos Parâmetros Curriculares Nacionais e sua aplicação na sala de aula; as concepções de gênero, movimentos literários e sua relação com o ensino da literatura brasileira. Objetivos Investigar as questões teórico-metodológicas que envolvem o ensino de Língua Portuguesa e suas literaturas. Vivenciar experiências concretas que o prepare para o efetivo exercício da profissão. Desenvolver habilidades e comportamentos necessários à ação docente. Bibliografia BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998. CARVALHO, A. M. P. de. Prática de ensino: os estágios na formação do professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CORACINI, M. J. O jogo discursivo na Aula de Leitura. São Paulo: Pontes, 1995. COSTA VAL, M. G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,1994. CUNHA, M. I. da. O bom professor e sua prática. 2 ed., Campinas SP: Papirus, 1992. Bibliografia Complementar FAZENDA, I. C. A. et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas SP: Papirus, 1991. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 70 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL GERALDI, J. W. (Org.) O texto na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Ática, 2001. NOSELLA, M. de L. C. D. As belas mentiras: ideologia subjacente aos textos didáticos. 8 ed., São Paulo: Moraes, 1981. PÉCORA, A. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 1983. POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas SP: Mercado de Letras, 1996. RAMOS, J. M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes, 1997. SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1992. TARDELI, M. C. O ensino de língua materna: interações em sala de aula. v9. São Paulo: Cortez 2002. TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º. e 2º. graus. 2 ed., São Paulo: Cortez, 1997. ZILBERMAN, R. (org.). O ensino de literatura no Segundo grau. Porto Alegre: Marcado Aberto, s.d. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA I Ementa Acompanhamento in loco da realidade de sala de aula através de observações coparticipativas, auxiliando o professor regente em todas as suas atividades docentes: intervenção nas escolas por meio de projetos e regências. Desenvolvimento de ações voltadas ao exercício dos novos letramentos e multiletramentos como propostas educacionais envolvendo as sociedades digitais e globalizadas; análise de questões educacionais e pedagógicas do ensino de línguas estrangeiras a partir da vivência de experiências em sala de aula no contexto do ensino fundamental. Objetivos Conhecer a realidade do ensino de língua inglesa nas escolas da educação básica; Aplicar estratégias de ensino/aprendizagem de língua Inglesa visando à formação identitária do professor de língua estrangeira sobre a diversidade da sala de aula, especialmente no ensino público Discutir sobre a percepção da relação local e global de alunos e professores ao construírem sentidos. a Demonstrar compreensão sobre a formação de professor quanto à epistemologia, metodologias locais e regionais e implicações na formação de cidadão crítico. Bibliografia Básica Projeto Pedagógico do Curso de Letras 71 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Língua estrangeira. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília, 1998. ______. Ministério da Educação e Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999. ______. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Línguas Estrangeiras. Secretaria da Educação Básica. . Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias. Brasília: MEC SEB, 2006. COPE, B.; KALANTZIS, M. Multiliteracies: literacy learning and the design of social futures. London: Routledge, 2000 MACIEL, R. & ARAUJO, V. (Orgs). Formação de Professores de Línguas: ampliando perspectivas. São Paulo: Paco editorial, 2011. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas: Pontes, 1998. ______________________ P. O Professor de Língua Estrangeira em Formação. Campinas: Pontes, 1999. CELCE-MURCIA, M. Teaching English as a second or foreign language. Boston: Heinle & Heinle. 1991 GEE, J. Literacies, schools and kinds of people: educating people in the new capitalism. In: KALANTZIS, M.; COPE, B. (eds.) Transformations in Language and learning: perspectives on multiliteracies. Common Ground, 2001 LANKSHEAR, C. & KNOBEL, M. New Literacies: Changing Knowledge and Classroom Research. Buckingham: Open University Press, 2003 LUKE, A.; FREEBODY, P. Shaping the social practices of reading. In: MUSPRATT, S.; LUKE, A.; FREEBODY, P. (Ed.) Constructing critical literacies. St. Leonards, Australia: Allen & Unwin, 1997. MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Lingüística Aplicada. A natureza social e educacional dos processos de ensino e aprendizagem de línguas. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2001. PENNYCOOK, A. (2007) Global Englishes and Transcultural Flows. Londres, Routledge. PEREIRA, R.C.M. & ROCA, M. P. (Orgs.). Linguística Aplicada – um caminho com diferentes acessos. São Paulo: Contexto, 2009. SOUSA, R. Professores de Inglês da Escola Pública: investigações sobre suas identidades numa rede de conflitos. São Paulo: Paco editorial, 2011. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA 2 Ementa Desenvolvimento de estudo crítico, discussão e reflexão sobre questões concernentes aos conceitos de linguagem; aprender, ensinar e avaliar em Língua Projeto Pedagógico do Curso de Letras 72 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Inglesa a formação do professor de línguas; articulação da teoria e da prática no que se refere ao desenvolvimento de saberes, habilidades, competências e atitudes, tomando se por base o contexto de escola pública, mais especificamente, o de Ensino Médio. Objetivos Reconhecer o lócus de sua futura atuação, bem como sua inserção neste meio, no sentido de desenvolver as competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular. Realizar uma prática planejada, sistemática e críticoreflexiva. Conhecer a realidade do Ensino Médio, por meio de observação, participação e regência. Bibliografia Básica ARROYO, M. O ofício de ser mestre: imagens e auto imagens. São Paulo: Editora Vozes, 2000. BRASIL. Lei de Diretrizes e Base do Ensino. Decreto lei de 1996. BRASIL. Ministério da educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais: 5ª a 8ª série. CE: Brasília, 1998. LIMA, D. C. (org.). Inglês em escolas públicas não funciona? Uma questão, múltiplos olhares. São Paulo: Parábola, 2011. PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores. São Paulo: Cortez, 1997. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas: Pontes, 1998. ________________________. O professor de Língua Estrangeira em formação. Campinas: Pontes, 2005. FIGUEIREDO, F. J. Q. de. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa de ensino de línguas. 2ª edição. Goiânia: Ed. UFG, 2002. FREITAS, M. A.; BELINCANTA, C. I. B.; CORREA, H. C. M. O professor de Língua Inglesa em formação: mudando crenças e atitudes. Trabalhos em Linguística Aplicada, 39, jan jun, 2002. GIMENEZ, T. (Org.). Trajetórias na formação de professores de línguas. Londrina: Ed. UEL. 2002 LARSEN-FREEMAN, D. Techniques and Principles in Language Teaching. Oxford: Oxford University Press, 2000. MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Lingüística Aplicada. A natureza social e educacional dos processos de ensino e aprendizagem de línguas. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2001. NÓVOA, A. (org.). Profissão professor. Portugal: Porto Ed., 1999. ORTENZI, D.; GIMENEZ, K.; GIMENEZ, T.; CRISTOVÃO, V.; FURTUOSO, V. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 73 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Roteiros pedagógicos para a prática de ensino de inglês. Londrina: EDUEL. PAIVA, V. L. M. O. (Org.). Ensino de Língua Inglesa: reflexões experiências. Campinas: Pontes, 1996. e INICIAÇÃO À PESQUISA EM LINGUAGEM Ementa Fundamentos da teoria do conhecimento, conceituação de metodologia científica. Leitura e análise de textos científicos na área de Letras; Apresentação de especificidades da redação científica a partir de fichamentos, resenha científica, citação científica, resumo científico, normas para trabalhos acadêmicos, diretrizes da ABNT. Passos para encaminhamento e elaboração de projetos tendo a linguagem como objeto de pesquisa. Objetivos Conhecer tópicos introdutórios da metodologia do trabalho científico e da elaboração de textos científicos diversos. Iniciar um trabalho de análise crítica e reflexiva sobre a pesquisa em letras, a partir de fundamentos normativos e epistemológicos, voltados a seu principal objeto de pesquisa: a linguagem. Bibliografia Básica ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2003. D’ONÓFRIO, Salvatore. Metodologia do Trabalho Intelectual. São Paulo, Atlas, 2000. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1992. SEVERINO, A J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. Bibliografia Complementar BARROS, A. P. Paes de. & LEHFELD, N.A. de Souza. Fundamentos de Metodologia: um guia para a iniciação científica. São Paulo: McGraw Hill, 1986. CERVO, Amando Luiz & BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: MAKRON, 1996. CARVALHO, Maria Cecília M de. Construindo saber: técnicas de metodologia científica. Campinas: Papirus, 1989. LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed. 1991. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 74 Curso de Letras Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a Aprender – Introdução à Metodologia Científica. Petrópolis: Editora Vozes, 10a ed, 1998. DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 2ed São Paulo: Editora Atlas, 1989. GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Editora Atlas, 5ª ed, 1999. LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed, 1991. LUNGARZO, Carlos. O que é ciência? São Paulo: Editora Brasiliense, 1989. SKEFF, Alvisto. O prazer de escrever. Fortaleza: Geração 2000, 1993. Projeto Pedagógico do Curso de Letras 75