1. La rémunération des cadres de direction dans la Fonction

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1. La rémunération des cadres de direction dans la Fonction
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras - Habilitação
Português/Inglês
Jardim - MS
Novembro / 2012
- Aprovado pela Deliberação CE/CEPE-UEMS Nº 86 de 6/12/2004*.
- Homologado pela Resolução CEPE-UEMS Nº 520, de 28/4/2005.
- Corrigido pela CI - SAP/DGLB/PROE/UEMS Nº 012, de 1 de junho de 2009.
- Reformulado pela Deliberação CE/CEPE-UEMS Nº 225, de 22/11/2012**.
- Homologado, com alterações, pela Resolução CEPE-UEMS Nº 1.290, de 25/4/2013.
- Corrigido pela CI/SAP/ROE/UEMS Nº 013, de 13 de maio de 2014
* Desativado, gradativamente, a partir de 2013.
** Implantado, gradativamente, a partir de 2013.
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Comissão de Reformulação do Projeto conforme Portaria UEMS nº 012, de 24 de
fevereiro de 2012, publicada no D.O 8140 de 28 de fevereiro de 2012 pg. 15 e Portaria
UEMS nº 021, de 20 de março de 2012, publicada no D.O 8157 de 22 de março de
2012 pg. 71.
Profª Drª Susylene Dias de Araujo (Presidente)
Prof. Me Clemilton Pereira Santos (Membro)
Profª Drª Dami Glades Maidana Baz (Membro)
Profª Me Patrícia Gressler Groendendal (Membro)
Profª Me Roseli Peixoto Grubert Martinez (Membro)
Prof. Me Rosicley Andrade Coimbra (Membro)
COLABORADORES
Profª Me Adélia Maria Evangelista Azevedo
Profª Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros
Prof. Hudson Lolli Ghetti
Profª Me Lucilene Soares da Costa
Prof. Dr. Luis Otávio Batista
Profª Me Marilete Osmari
Profª Me Rosemere Almeida Aguero
Formatação: Bruno Galassi Ferreira (Acadêmico do Curso de Letras)
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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MATO GROSSO DO SUL
SUMÁRIO
1. Identificação ..........................................................................................................04
3. Histórico Institucional ............................................................................................08
4. Justificativa............................................................................................................11
5. Objetivos gerais e especificos do curso ................................................................12
6. Perfil profissional do egresso ................................................................................13
7. Competência e habilidades ...................................................................................14
8. Relação entre teoria e prática: a prática como componente curricular..................15
9. Concepção e composição da avaliação ................................................................17
10. Relação entre ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação ..............................18
11. Concepção e composição do estagio curricular supervisionado .........................19
12. Concepção e composição das atividades complementares (AC)........................21
13. Concepção e definição do trabalho de conclusão do curso (TCC)......................23
14. Disciplinas preparatórias para as disciplinas das séries subsequentes ..............23
15. Matriz curricular...................................................................................................24
16. Resumo Geral da Matriz Curricular .....................................................................26
17. Quadro de equivalências.....................................................................................26
18. Ementa, objetivos e bibliografia das disciplinas ..................................................29
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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MATO GROSSO DO SUL
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1 Curso de licenciatura em Letras – Habilitação Português/Inglês
1.2 Proponente: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
1.3 Titulação: Licenciado em Letras – Habilitação Português/Inglês
1.4 Turno de oferecimento: Noturno
1.5 Local de oferta: Unidade Universitária de Jardim
1.6 Número de vagas: 50 vagas
1.7 Modalidade de oferta: Presencial/anual
1.8 Período de Integralização: mínimo 04 anos e máximo de 07 anos
1.9 Carga horária total:
CNE: 3600 horas
UEMS: 3635 horas
1.10 Tipo de ingresso: processo seletivo/SISU
2. LEGISLAÇÃO BÁSICA
2.1 Legislação Geral
Constituição Federal de 1988. Lei n°. 9394, de 20 de dezembro de 1996, que institui
a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
2.2 Legislação Institucional
Constituição Estadual, promulgada em 13 de junho de 1979, em seu art. 190 – Cria
a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com sede na cidade de Dourados.
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Projeto Pedagógico
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MATO GROSSO DO SUL
Lei Estadual nº. 533, de 12 de março de 1985 – Autoriza a instalação da
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Constituição Estadual, promulgada em 5 de outubro de 1989 – Art. 48 das
Disposições Transitórias – Cria a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul,
com sede em Dourados.
Lei Estadual nº. 1.461, de 20 de dezembro de 1993 – Autoriza o Poder Executivo a
instituir a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Decreto Estadual nº. 7.585, de 22 de dezembro de 1993 – Institui sob a forma de
fundação, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Deliberação nº. 4.787, de 20 de agosto de 1997 – Concede o credenciamento, por
cinco anos, à Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Deliberação CEE/MS nº. 6.602, de 20 de junho de 2002 – Prorroga o ato de
Credenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS,
concedida através da Deliberação CEE/MS nº. 4787/97, até o ano de 2003.
Deliberação CEE/MS nº. 6.603, de 20 de junho de 2002 – Prorroga os atos de
Autorização e de Reconhecimento de Cursos da Universidade Estadual de Mato
Grosso do Sul – UEMS de Dourados e dá outras providências.
Deliberação CEE/MS nº. 7.447, de 29 de janeiro de 2004 – Recredencia a
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS, sediada em Dourados-MS,
pelo prazo de 05 (cinco) anos, a partir de 2004, até o final de 2008.
Deliberação CEE/MS nº. 8955, de 16 de dezembro de 2008 – Prorroga o ato de
Recredenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, pelo prazo de
03 (três) anos a partir de 01/01/2009 a 31/12/2011.
Decreto nº. 9.337, de 14 de janeiro de 1999 – Aprova o Estatuto da Fundação
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Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Lei nº. 2.230, de 02 de maio de 2001 – Dispõe sobre o Plano de Cargos e Carreiras
da Fundação Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
Resolução COUNI-UEMS nº. 227 de 29 de novembro de 2002 – Edita o Regimento
Geral da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, alterada pela Resolução
COUNI-UEMS nº. 352, de 15 de dezembro de 2008.
Lei nº. 2.583, de 23 de dezembro de 2002 – Dispõe sobre a autonomia da
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, alterada pela Lei nº. 3485 de 21 de
dezembro de 2007.
Resolução COUNI-UEMS nº. 348, de 14 de outubro de 2008 – Aprova o Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI, da Universidade Estadual de Mato Grosso do
Sul, sediada em Dourados, MS, para o período de 2009 a 2013.
Resolução CEPE-UEMS nº. 867, de 19 de novembro de 2008 – Aprova o Regimento
Interno dos Cursos de graduação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
2.3 Legislação Federal e do Conselho Nacional de Educação
Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro 2005 – Regulamenta a Lei nº. 10.436, de 24
de abril de 2002, e o art. 18 da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000 – Inclusão
da LIBRAS como Disciplina Curricular.
Portarias do Ministério da Educação
Portaria MEC nº. 4.059, de 10 de dezembro de 2004 – Autoriza a inclusão de
disciplinas não presenciais em cursos superiores reconhecidos.
Legislação do Conselho Nacional de Educação
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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Parecer CNE/CES nº. 067, de 11 de março de 2003 – Referencial para as Diretrizes
Curriculares Nacionais – DCN dos Cursos de Graduação.
Parecer CNE/CP nº. 003, de 10 de março de 2004 – Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História
e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Resolução nº. 001, de 17 de junho de 2004 – Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História
e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Parecer CES/CNE nº. 261/2006, 9 de novembro de 2006 – Dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras
providências.
Resolução nº. 3, de 2 de julho de 2007 – Dispõe sobre procedimentos a serem
adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras providências.
Resolução nº. 01 de 18 de março de 2011, no qual se verifica que a carga horária
necessária para a formação em uma única habilitação do curso de Letras,
Licenciatura, é, pois de 2800 horas.
Parecer CNE/CP nº. 028, de 2 de outubro de 2001 – Dá nova redação ao Parecer
CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP nº. 001, de 18 de fevereiro de 2002 – Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP nº. 002, de 19 de fevereiro de 2002 – Institui a duração e a
carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de
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Curso de Letras
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professores da Educação Básica em nível superior.
Parecer CNE/CES nº. 492, de 03 de abril de 2001 – Diretrizes Curriculares
Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação
Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.
Parecer CNE/CES nº. 1363, de 12 de dezembro de 2001 – Retificação do Parecer
CNE/CES 492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social,
Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.
RESOLUÇÃO CEPE-UEMS nº. 1.163, de 10 de maio de 2012. Homologa a
deliberação nº. 207, da Câmara de Ensino, do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão, de 23 de novembro de 2011, que altera o anexo da Resolução CEPEUEMS nº. 977, de 14 de abril de 2010, que aprova as diretrizes para elaboração de
projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Mato
Grosso do Sul.
2.4. Atos Legais Comuns aos Cursos de Graduação da UEMS.
- Deliberação CE-CEPE-UEMS nº. 231, de 25 de abril de 2013 – Aprova objetivo
geral, ementa, bibliografia básica e complementar da disciplina de Língua Brasileira
de Sinais – LIBRAS, para os projetos pedagógicos dos cursos de graduação
ofertados na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, e dá outras
providências.
3. HISTÓRICO INSTITUCIONAL
A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), com sede na cidade
de Dourados, foi criada pela Constituição Estadual de 1979 e ratificada em 1989,
conforme disposto em seu artigo 48, Ato das Disposições Constitucionais Gerais e
Transitórias. É uma Fundação com autonomia didático-científica, administrativa,
financeira, disciplinar e patrimonial, de acordo com as Leis Estaduais nº. 1.543, de 8
de dezembro de 1994, e nº. 2.583, de 23 de dezembro de 2002, e com o Decreto
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Curso de Letras
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MATO GROSSO DO SUL
Estadual nº. 10.511, de 8 de outubro de 2001. Rege-se por seu estatuto, oficializado
por meio do Decreto Estadual nº. 9.337, de 14 de janeiro de 1999.
Embora criada em 1979, a implantação da UEMS somente ocorreu após a
publicação da Lei Estadual nº. 1.461, de 20 de dezembro de 1993, e do Parecer do
Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul CEE/MS nº. 08, de 09 de
fevereiro de 1994. Mais tarde, por meio do parecer CEE/MS nº. 215 e da
Deliberação CEE/MS nº. 4.787, ambos de 20 de agosto de 1997, foi-lhe concedido
credenciamento por cinco anos, prorrogado até 2003, pela Deliberação CEE/MS nº.
6.602, de 20 de junho de 2002. Por meio da Deliberação CEE/MS nº. 7.447, de 29
de janeiro de 2004, deliberou pelo recredenciamento da UEMS até dezembro de
2008. A Deliberação CEE/MS nº. 8955, de 16 de dezembro de 2008, prorrogou o ato
de Recredenciamento da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul pelo prazo
de três anos, a partir de 01/01/2009 a 31/12/2011, artigo 68 da Deliberação CEE/MS
9042/2009 prorrogada por mais um ano até 31 de dezembro de 2012.
Em 1993, foi instituída uma comissão para Implantação da Universidade
Estadual de Mato Grosso do Sul, com o intuito de elaborar uma proposta de
universidade
que
tivesse
compromisso
com
as
necessidades
regionais,
particularmente com os altos índices de professores em exercício sem a devida
habilitação, e, ainda, com o desenvolvimento técnico, científico e social do Estado.
Com essa finalidade, a UEMS foi implantada, com sede em Dourados e em
outros 14 municípios como Unidades de Ensino, hoje Unidades Universitárias, uma
vez que, além do ensino, passaram a desenvolver atividades relacionadas à
pesquisa e à extensão, essenciais para a consolidação do “fazer universitário”.
Essas Unidades foram distribuídas nos seguintes municípios: Aquidauana,
Amambaí, Cassilândia, Coxim, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju,
Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. A
Resolução CEPE/UEMS nº. 040, de 24 de maio de 1996, estabeleceu a extinção da
unidade de Três Lagoas a partir do mês de agosto daquele ano, uma vez que o
único curso ofertado – Direito – passou a ter a demanda atendida pela Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ambas funcionavam no mesmo local. Em
2001, por meio da Resolução COUNI-UEMS nº. 184, de 10 de outubro de 2001,
alterada pela Resolução Conjunta COUNI-CEPE nº. 26 de 08 de julho de 2009 foi
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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MATO GROSSO DO SUL
criada a Unidade Universitária de Campo Grande.
Em 1994 foi inaugurada a Unidade da UEMS no Município de Jardim com o
oferecimento do Curso de Ciências – Habilitação em Biologia. Desde sua
implantação, a Unidade Universitária de Jardim tem assumido a função de responder
à demanda da população, aproveitando a localização do município para atender aos
estudantes oriundos dos municípios de Guia Lopes da Laguna, Bela Vista, Bonito,
Caracol, Nioaque e Porto Murtinho. Em 1999 houve o ingresso da primeira turma do
Curso de Letras – Português/Inglês. Com mais de 10 anos de funcionamento, a
Unidade da UEMS em Jardim já formou mais de 600 profissionais nos cursos de
Licenciatura em Biologia, Letras, Normal Superior e Turismo com ênfase em
Ambientes Naturais, contribuindo assim para o desenvolvimento e o crescimento da
cidade de Jardim e dos municípios circunvizinhos.
3.1 Histórico do Curso de Letras na Unidade de Jardim
No ano de 2004, por meio da Resolução CEPE/UEMS Nº 478 de 06 de
dezembro de 2004 é criado o curso de Letras-habilitação Português/Inglês no âmbito
da UEMS. Esta Resolução teve a redação alterada em seu artigo 1º por meio da
Resolução CEPE/UEMS Nº 1072 de 07de dezembro de 2010. Com esta alteração
fica criado o curso de Letras/Inglês na unidade de Jardim. No entanto o curso já
vinha funcionando desde 1999 e até o início de 2012, já se formaram 10 turmas,
perfazendo um total de 250 formandos. Dessas turmas, muitos alunos foram
aprovados com destaque em concursos públicos e já atuam nas redes municipal e
estadual de ensino, não somente em Jardim, como também em cidades vizinhas e
em todo o território nacional. Além do exercício profissional na educação básica,
alguns estão inseridos no contexto da pós-graduação e, atualmente, no quadro
docente do curso, um de seus egressos, com mestrado concluído na Universidade
Federal da Grande Dourados, atua como professor colaborador.
A respeito do corpo docente, a maioria dos professores é do quadro efetivo,
com gradativa efetivação por concurso público, e formação compatível ao nível de
Mestrado e Doutorado. Vêm desenvolvendo diversos projetos de pesquisa, extensão
e ensino, envolvendo alunos e criando oportunidade de contato direto com os três
eixos de formação universitária. Muitos deles participaram do Programa de Iniciação
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Curso de Letras
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Científica – PIBIC/UEMS e PIBIC/CNPq e PIBEx e do Programa Institucional de
Monitoria, com bolsas de estudo. Atualmente o curso oferece 12 bolsas de iniciação
à docência e faz parte do Projeto Institucional PIBID/UEMS.
No último ENADE, em 2008, a nota atribuída ao curso foi 03 e na renovação
de seu reconhecimento pelo Conselho Estadual de Educação, que ocorreu em 2011,
por meio do Parecer 333/2011 o curso recebeu nota 03.
Destacam-se
ainda
as
seguintes
informações
e
condições
para
o
oferecimento do curso:
•
Biblioteca (informatizada), com ar-condicionado e acervo na área de Letras de
799 títulos e 2.202 exemplares – (acervo total da biblioteca: 2706 títulos e
7065 exemplares);
•
Auditório com 200 (duzentos) lugares, com ar-condicionado;
•
Laboratório de Informática;
•
Rampas de acessibilidade no estacionamento, na entrada da Unidade, no
Auditório, na Biblioteca e para as salas de aulas.
•
Acesso a Internet wireless para acadêmicos e docentes nas salas e na
biblioteca, com livre acesso a sites de pesquisa acadêmica;
•
Sala de estudo e acesso a computadores no interior da biblioteca;
•
Salas de aula climatizadas;
4. JUSTIFICATIVA
Historicamente os cursos de Letras nas universidades brasileiras surgem com
o compromisso da formação de professores. Como licenciatura que habilita para o
exercício do magistério, esta proposta se justifica por reafirmar a formação de
professores como um dos principais eixos de atuação da Universidade Estadual de
Mato Grosso do Sul.
No município de Jardim, localizado na região Sudeste de Mato Grosso do
Sul, o curso, com mais de 10 anos de trabalho ininterrupto já formou 250
profissionais que atuam na região e em diferentes municípios e estados da
Federação.
Desse conjunto, destacam-se egressos que se dedicaram à pós-graduação e
atuam como pesquisadores da área das Letras. Além daqueles que buscam na
formação em Letras, o aprimoramento da comunicação, incluindo novas percepções
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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para expressividade artística, para a utilização de novas tecnologias encaradas
como linguagens digitais e ainda conhecimento para complementação de outras
áreas profissionais como Pedagogia, História, Filosofia etc.
Sendo assim, nosso histórico confirma que a formação em Letras, na UEMS,
em Jardim, não tem sido mera reprodução de conhecimentos e, na medida em que
cumpre seu papel, visa proporcionar conhecimento aprofundado da linguagem em
suas diferentes vertentes, indicando possibilidades de aplicação do conteúdo
apreendido para o exercício da cidadania intelectual, social, política e cultural.
De modo particular, Mato Grosso do Sul abriga aspectos relevantes para a
consideração da Língua Portuguesa, destacando-se sua posição geográfica de
fronteira com países de língua espanhola, pela presença e herança de grupos
indígenas e, ainda, pela diversidade que o português vai ganhando a partir das
raízes históricas da região.
A reformulação deste projeto justifica-se também pela necessidade do
atendimento às Diretrizes Nacionais para os Cursos de Graduação em Letras e da
legislação específica para a área de Letras quanto à dupla habilitação, conforme
recomendação do CEE por meio do Parecer do CEE–MS nº. 333 de 21/12/2011, que
renova o reconhecimento do Curso.
5. OBJETIVOS GERAIS E ESPECIFICOS DO CURSO
A comunicação, a informação, a interação e a formação do ser humano é o
principal objeto de estudo do curso de Letras. O aluno se ocupará, de maneira geral,
dos diferentes aspectos da linguagem, que vão da gramática de uma língua – sua
história e estrutura – até a mais alta expressão cultural e artística de um povo, que é
a literatura produzida por ele, além do processo de variação e mudança linguísticas,
sócio-culturais, ideológicas e históricas concernentes à língua e à cultura desse
povo. Ao mesmo tempo em que o curso de Letras forma pesquisadores, habilitandoos a adentrar numa inesgotável fonte de riqueza cultural; um de seus grandes
objetivos é a preparação de professores competentes e compromissados com a
qualidade
do
processo
ensino/aprendizagem
e
com
a
busca
conhecimentos e reflexões para desenvolver o seu fazer pedagógico.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
12
de
novos
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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5.1 Objetivos Específicos:
•
ampliar a formação linguístico-discursiva, proporcionando a prática da
linguagem em todos os níveis;
•
buscar e despertar e aprimorar a percepção estética da língua, preparar
para uma atuação consciente na educação básica, especialmente aquela
que priorize o trabalho e a reflexão sobre a linguagem em uso e
possibilitar atitudes de pesquisa pela análise crítica das teorias
relacionadas à ciência e à sociedade;
•
formar professores comprometidos com a prática pedagógica, que saibam
trabalhar com as diferenças linguísticas de cada região, e que
culturalmente contribuam para o crescimento do Brasil em todas as
regiões e estados da nação, pois, em geral, os cursos de Letras
historicamente ainda podem ser considerados como espaços de busca e
reflexão cultural e artística;
•
proporcionar o domínio da língua-padrão, principalmente sobre como
ensinar essa língua-padrão sem desrespeitar ou discriminar as inúmeras
variedades linguísticas detectadas em sala de aula. É importante destacar
que a Universidade não poderá desenvolver um trabalho desvinculado da
realidade sócio-histórica a que está inserida;
•
propiciar condições para que o aluno em formação possa interferir na
realidade vivenciada, tornando-se agente de mudanças na sociedade;
•
formar profissionais habilitados em língua e literatura, reflexivos e
preparados
para
a
busca
contínua
de
novos
conhecimentos
e
acompanhamento das transformações linguístico-sócio-culturais, aptos
para o trabalho em escolas, na imprensa e no mundo científico.
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
Espera-se do egresso, formação e conhecimento necessários à ocupação dos
espaços de convivência cultural, ampla e diversa. Atualmente, uma pessoa formada
em Letras pode ser professor de língua e literatura em escolas na rede pública ou
privada. Os egressos do curso de Letras podem também, utilizar-se dos
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Projeto Pedagógico
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conhecimentos linguísticos obtidos para trabalhar em funções administrativas, posto
que o estudo da linguagem está presente em sua formação, sobretudo, em leitura e
produção de textos que podem ser concernentes a tais atividades. É possível
pensar, ainda, para o profissional da área de Letras, a execução de atividades de
revisão, interpretação de textos e de produção de material didático. Uma vez levado
para a pós-graduação, o egresso ainda poderá atuar como pesquisador das diversas
vertentes da linguagem.
Quanto à formação em Língua Inglesa, especificamente, além das
possibilidades profissionais na área do ensino de língua estrangeira, o graduado
pode atuar em trabalhos de tradução e interpretação de textos ou, ainda, como
intérprete na comunicação oral em atividades ligadas à hotelaria e similares. Em
síntese, espera-se que esse profissional realize transformações no ensino, nos
valores e costumes de um povo, por meio de sua competência, sua capacidade, sua
vontade, desde que esta se traduza no desejo de fazer uso dos conhecimentos
linguísticos, discursivos e culturais adquiridos.
Na operacionalização do projeto, pretende-se formar profissionais reflexivos,
com a capacidade de apresentar amplo domínio da linguagem ao final da
graduação, incluindo o conhecimento literário, pois o curso em questão não será
reduzido ao campo instrumental e deverá voltar-se ao enriquecimento cultural e a
formação humanística.
7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O Curso de Licenciatura em Letras/Português e Inglês deverá contribuir para
que o aluno desenvolva as seguintes competências e habilidades:
– dominar as Línguas Portuguesa e Inglesa em suas manifestações oral e escrita em
termos de compreensão e produção de textos;
– compreender que a língua é um fenômeno social, histórico, educacional, cultural,
político, ideológico e semiológico;
– refletir sobre os conceitos de linguagem, língua, literatura, língua estrangeira,
ensino/aprendizagem, avaliação e formação de professores;
– articular, de forma teórica e epistemológica, conhecimentos linguísticos, literários e
pedagógicos,
– dominar os conhecimentos práticos sobre o ensino e a docência;
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
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Curso de Letras
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– desenvolver uma postura crítica e comprometida com o ensino, pesquisa, com a
construção do conhecimento por parte dos alunos, com as disciplinas que irão
ministrar e, principalmente, com sua formação como educador;
– ser capaz de resolver, tomar decisões, de trabalhar em equipe e comunicar-se a
partir de uma multiplicidade de saberes que compõem a formação de professor.
8. RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA
Desde a implantação da Lei 9394/96 (LDB), o componente da prática tomou
um novo significado nos cursos de Licenciatura. Isso significa que o termo “prática
de ensino” passou a ter uma dimensão conceitual que transcendeu algumas esferas
do processo ensino/aprendizagem. Por exemplo, (1) o Estágio Supervisionado como
o único responsável pela inserção do aluno no contexto escolar ou em outros
contextos educativos; (2) as disciplinas pedagógicas como espaços únicos e
exclusivos para a articulação teoria e prática; (3) a concepção de que as atividades
de ensino deveriam ocorrer apenas nos últimos anos do curso de Licenciatura,
momento em que se acreditava que o aluno já possuía maiores conhecimentos
teóricos para serem trabalhados em sala de aula.
Por conta dessas mudanças em todos os cursos de Ensino Superior, a
relação teoria x prática x teoria passa a ser vista como elemento fundamental e
interdependente. Estes elementos devem ser mediados por uma reflexão que
possibilite a atitude da práxis. Nos marcos legais, a prática como componente
curricular está definida no Parecer CNE/CES nº. 15/2005, item 4, p.3:
[...] conjunto de atividades formativas que proporcionam experiências
de aplicação de conhecimentos ou de desenvolvimento de
procedimentos próprios ao exercício da docência. Por meio destas
atividades, são colocados em uso, no âmbito do ensino, os
conhecimentos, as competências e as habilidades adquiridos nas
diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso. As
atividades caracterizadas como prática como componente curricular
podem ser desenvolvidas como núcleo ou como parte de disciplinas
ou de outras atividades formativas. Isto inclui as disciplinas de caráter
prático relacionadas à formação pedagógica, mas não aquelas
relacionadas aos fundamentos técnico-científicos correspondentes a
uma determinada área do conhecimento.
O Parecer CNE/CP nº. 28, de 02 de outubro de 2001, item 2, explicita que a
prática, como componente curricular, terá necessariamente a marca dos projetos
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
15
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
pedagógicos das instituições formadoras, ao transcender da sala de aula para o
conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar, articulando-se com os
órgãos normativos e executivos dos sistemas.
A prática como componente curricular deve ser planejada desde a elaboração
do projeto pedagógico e passa a acontecer desde o início do processo formativo e
se estende ao longo de todo o curso. Em articulação intrínseca com toda a matriz
curricular da licenciatura descrita neste projeto, a prática como componente
curricular será assegurada na carga horária de todas as disciplinas através de
atividades que possibilitem ao aluno o contato com a realidade do mundo discursivo
que melhor será compreendido com a aquisição das competências da área das
Letras. No que diz respeito à educação escolar, atividades que possibilitem o
contato com todos os segmentos da escola e com os órgãos de representação
profissional também serão oferecidas.
Cumprindo as legislações mais atualizadas, este projeto busca superar as
dicotomias entre a teoria e a prática, bem como entre o ensino e a pesquisa, por
adotar o “componente curricular”, como um dispositivo essencial, levando o aluno a
perceber que a prática atualiza e questiona a teoria. As atividades de prática como
componente curricular, neste projeto, poderão ser organizadas nas seguintes
modalidades:
– seminários, leituras compartilhadas e trabalhos científicos previamente
definidos em sala de aula e executados em outros espaços;
– análise de filmes e iconografia proposta e apresentada nos materiais
didático-pedagógicos disponíveis nas unidades de ensino/escolas;
– produção de materiais didático-pedagógicos diversos como, textos de
diferentes tipologias textuais, maquetes, slides, jogos, dentre outros;
– construção de projetos temáticos;
– estudos, eventos e passeios que possibilitem a articulação entre o curso e
as possibilidades linguísticas de Mato Grosso do Sul e da região, incluindo museus,
arquivos, bibliotecas e espaços culturais;
– pesquisas e estudos de casos;
– organização de mostras;
– estudos e divulgação de projetos em ambientes literários e culturais;
– simulações, mini-aulas;
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
16
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
– análise de conteúdos específicos das diversas disciplinas nos livros
didáticos de ensino fundamental e médio, quanto à concepção de linguagem,
ideologia, metodologias de ensino/aprendizagem, competências e habilidades,
avaliações e possibilidade de aquisição do Inglês como língua estrangeira etc.
Em suma, a prática como componente curricular deverá ser planejada,
orientada, avaliada e supervisionada primeiramente pelos docentes responsáveis
por cada uma das disciplinas e acompanhada pela coordenação do curso e pelo
colegiado, inclusive na proposta do plano de ensino. Permeando toda a concepção
do ementário do curso, no total da carga horária das disciplinas, já estão reservadas
as horas necessárias a essa dimensão, que deverá ser cumprida de maneira
presencial no horário de oferecimento das aulas.
9. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DA AVALIAÇÃO
9.1 Do projeto pedagógico
A partir da implantação desta proposta, a cada dois anos, com critérios
propostos pelo Colegiado de Curso, o projeto pedagógico passará por um processo
de avaliação. Com a iniciativa do Presidente do Colegiado e do Coordenador do
Curso, será preparado um instrumento avaliativo, seja por questões previamente
elaboradas, ou até mesmo em reuniões de trabalho, com o objetivo de diagnosticar
o desenvolvimento teórico e prático das disciplinas, as condições estruturais para o
desenvolvimento do curso, incluindo o uso de recursos audiovisuais e laboratórios,
serviços de apoio e acervo específico para o atendimento acadêmico.
9.2 Da aprendizagem
No que diz respeito ao processo de avaliação do ensino/aprendizagem, é
necessário compreender as possibilidades e limites nos procedimentos que
compõem a organização do trabalho pedagógico em sala de aula. Abrangendo
critérios de produção e frequência, no mínimo duas avaliações deverão ser
realizadas durante o período de oferecimento das disciplinas, recorrendo-se a
atividades diferenciadas. De acordo com as normas vigentes na Instituição, as
avaliações da aprendizagem previstas no plano de ensino deverão ser realizadas
em dia letivo, no horário de aulas da disciplina/turma e estabelecidas com
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
17
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
antecedência de, no mínimo 7 (sete) dias de sua realização. As notas das
avaliações, inclusive aquelas obtidas em disciplinas cursadas pelo Regime Especial
de dependência (RED) – deverão ser registradas no diário de classe e publicadas
pelo professor, no prazo máximo de 20 dias após sua realização. Todos os
resultados das avaliações do processo ensino/aprendizagem, bem como as notas
das médias finais, serão expressos em notas na escala de 0 (zero) a 10 (dez), com
uma casa decimal e aproximação matemática. A ausência às avaliações, inclusive
ao exame final, bem como a não apresentação das atividades no prazo
determinado, implicará em nota 0 (zero) atribuída à atividade em questão. Ao final do
ano letivo, será atribuída ao aluno, em cada disciplina cursada, uma média das
notas obtidas nas avaliações realizadas.
Cada docente, responsável pela elaboração e desenvolvimento de seu plano
de ensino, deverá buscar critérios explícitos que deverão ser compartilhados com a
Coordenação do Curso e divulgados no início da oferta da disciplina, considerando a
participação discente em atividades regulares do curso, seu desempenho e a
produção exigida. Levando em conta a especificidade do Curso de Letras, a
avaliação estará centrada nas práticas de leitura e escrita, conhecimento cultural,
humanístico, técnico e histórico dos conteúdos arrolados no interior do Curso. No
desenvolvimento das disciplinas, trabalhos escritos poderão ser realizados de forma
individual ou em grupo. O professor poderá promover ainda avaliações com ou sem
consulta, atividades avaliativas produzidas dentro ou fora de sala, seminários,
resenhas, relatórios, auto-avaliações, etc.
10. RELAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
Na articulação entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, esse projeto prevê a
interdisciplinaridade como elemento fundamental para a formação de Professores e
para o enriquecimento cultural de seus egressos. O conjunto de disciplinas e as
atividades oferecidas pelo curso devem formar professores aptos a oferecer aos
alunos das escolas de ensino fundamental e médio atividades de leitura e
compreensão de obras importantes, a buscar atividades que garantam a expressão
na escrita da língua padrão (linguagem socialmente legitimada) e que ainda
provoquem um movimento constante entre diferentes linguagens e códigos.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
18
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
O curso de Letras da Unidade Universitária de Jardim, cujo quadro docente
encontra-se em constante processo de qualificação deverá ofertar o curso de PósGraduação lato sensu. Reconhece-se a necessidade de implantação de Cursos de
Pós-Graduação lato sensu, especialmente pela oferta crescente da modalidade
stricto sensu em nosso Estado, que conta hoje com 05 opções de cursos de pósgraduação em nível de Mestrado, um destes inclusive, na área de Letras, na
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, na Unidade de Campo Grande.
Acredita-se que, na graduação, o primeiro passo para a integração com a
pós-graduação concentra-se no incentivo à pesquisa, por intermédio da participação
acadêmica em projetos desenvolvidos por docentes do curso, seja pelo acesso à
Iniciação Científica, ou mesmo pela participação em eventos científicos. Tais
procedimentos estimulam o interesse do aluno à continuidade de seus estudos e ao
aperfeiçoamento profissional.
11. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente
de trabalho, que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade
profissional e a contextualização curricular com o objetivo de formar o educando
para a vida cidadã e para o trabalho.
O Estágio Curricular Supervisionado possibilitará aos alunos do Curso de
Letras a vivência da experiência docente. Assim, o estagiário terá oportunidade de
delinear sua prática a partir de um processo reflexivo que lhe possibilitará lidar, de
forma adequada, com a complexa realidade profissional. Será realizado de acordo
com as normas vigentes e terá regulamentação interna elaborada pela Comissão de
Estágio Curricular Supervisionado (COES). A organização do Estágio Curricular
Supervisionado será realizada pela COES, juntamente com os professores de
estágio em articulação com a PROE.
12.1 Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
Na
concretização
deste
projeto
pedagógico,
o
Estágio
Curricular
Supervisionado Obrigatório terá uma carga horária de 400 horas em Língua e
Literatura de Língua Portuguesa e 300 horas em Língua e Literatura de Língua
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
19
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Inglesa e deverá ocorrer em duas etapas: a primeira, no 3º ano, será desenvolvida
no Ensino Fundamental, totalizando 200 horas para Língua Portuguesa e 150 horas
para Língua Inglesa. Na segunda etapa, no quarto ano de oferecimento do curso, o
Estágio será realizado no Ensino Médio ou no Curso de Formação de Jovens e
adultos (EJA), totalizando 200 horas para Língua Portuguesa e Literatura e 150
horas para Língua Inglesa. De caráter obrigatório, o não cumprimento de quaisquer
etapas do Estágio Curricular Supervisionado implicará em reprovação.
Conforme legislação em vigor, até o final do segundo ano de implantação do
Projeto Pedagógico, será encaminhada à Divisão de Estágios Curriculares a
proposta de Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado (RECS), elaborada
pela Comissão de Estágio Supervisionado (COES), a fim de respaldar a aprovação
do Colegiado de Curso, na qual deverá constar toda organização do processo.
A carga horária do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório deverá ser
dividida, preferencialmente entre quatro (04) docentes e terá a seguinte carga
horária para efeito de lotação:
Estágio Curricular Supervisionado em Língua e em Literaturas de Língua Portuguesa
I – 05 horas - aula semanais.
Estágio Curricular Supervisionado em Língua e em Literaturas de Língua Portuguesa
II – 05 horas -aula semanais.
Estágio Curricular Supervisionado em Língua Inglesa I – 04 horas-aula semanais.
Estágio Curricular Supervisionado em Língua Inglesa II – 04 horas-aula semanais.
Os professores responsáveis pelo Estágio farão o acompanhamento dos
estagiários de forma presencial, articulando as relações entre a Universidade e a
Escola. O professor de estágio deverá acompanhar os alunos em atividade de
observação participativa, regência e no desenvolvimento de relatórios que lhe serão
apresentados. Com base neste acompanhamento os professores poderão oferecer
orientações pedagógicas e específicas da área. Os alunos que já atuam como
professores regulares no Ensino Básico poderão ter redução de até 200 horas na
carga horária do Estágio. (Resolução CNE/CP 2/2002 e Art. 179 da Resolução
CEPE-UEMS nº. 867).
Dentre as atividades desenvolvidas poderá constar no conjunto da
abordagem prática realização de mesas redondas, minicursos, fóruns de discussão,
oficinas, palestras, seminários, sessões de estudo etc., organizados pelos
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
20
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
estagiários sob a orientação dos professores-orientadores do Estágio e com a
colaboração dos demais docentes do curso, como forma de preparo para a atuação
dos estagiários como docentes ou como forma de socialização do conhecimento
advindo do confronto com a realidade da escola básica. Ao término do período de
estágio, após o cumprimento da carga horária, os alunos deverão entregar aos
professores da disciplina de Estágio o relatório final contendo todas as atividades
desenvolvidas nesse período, para ser arquivado na Coordenadoria do Curso e
ainda, se solicitada, uma cópia poderá ser enviada para a Instituição Concedente.
11.2 Estágio Curricular Supervisionado Não-Obrigatório
O estágio curricular supervisionado não-obrigatório é uma atividade opcional,
subordinada às exigências curriculares do curso, que contribui para a formação
acadêmico-profissional do aluno e enriquece sua formação humana, porém, não
possibilitará a substituição do estágio supervisionado obrigatório.
12. CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC)
Compreende-se nesta especificidade da formação o acesso a outras formas
de atividades de enriquecimento didático, curricular, científico e cultural, voltadas aos
seguintes itens:
•
participação em atividades acadêmicas (monitoria, projetos de ensino, cursos
especiais, eventos, colóquios, módulos temáticos, seminários, congressos
estudantis, conferências, palestras, discussões temáticas, visitas técnicas);
•
participação em atividades científicas (projetos de pesquisa, eventos
científicos, projetos de iniciação científica).
•
participação em atividades de extensão (projetos e/ou atividades de extensão,
projetos ou eventos culturais, festivais, exposições).
A participação dos alunos em atividades acadêmico-científico-culturais
promovidas pela UEMS ou por outras Instituições será considerada como atividades
complementares se devidamente reconhecidas pelo coordenador do curso e
registradas nas pró-reitorias competentes, e os comprovantes necessários a tais
participações deverão ser entregues nos prazos estipulados, observando-se a
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
21
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
legislação interna em vigor.
12.1 Temas a Serem Ofertados em Forma de Projetos de Ensino
Os temas relacionados a seguir poderão ser oferecidos pelo curso em forma
de projetos de ensino, fora do período normal de aula. A oferta, que pode ser
concomitante entre os temas ou aleatória leva em conta a formação em atividades
complementares, necessária à totalidade da carga horária e ser integralizada:
C/H
Temas a serem ofertados em forma de Projetos de Ensino
mínima
1. Educação e diversidade étnico-raciais
68
2. Orientações técnicas e metodológicas para elaboração de Trabalho
de Conclusão de Curso
68
3. Introdução à Pesquisa Sociolinguística
68
4. Inglês Instrumental
68
5. Tópicos especiais em Literatura
68
6. Formação de Professores para a Educação Ambiental
68
Dos temas mencionados, o aluno poderá buscar aquele que mais lhe
interessar, e não lhe será exigida a obrigatoriedade. A participação do aluno nessa
atividade poderá ser computada como atividade complementar, desde que sejam
seguidas as normas internas em vigor.
12.2 Práticas no Laboratório de Línguas
Para
promover
oportunidades
de
desenvolvimento
das
habilidades
fundamentais para o aluno em formação na área de línguas estrangeiras e assim
conectá-lo com a prática de leitura, escrita, oralidade e audição na língua alvo, tornase necessária a utilização do Laboratório de Línguas. No espaço do laboratório será
reforçada a relação entre a teoria e a prática, especialmente, porque as atividades
realizadas se voltarão para o aperfeiçoamento constante, promovendo a
compreensão oral, a pronúncia de forma eficiente, o aprimoramento da entonação e
do ritmo, o contato e o reconhecimento das especificidades fonético-fonológicas
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
22
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
lexicais e gramaticais da segunda língua em processo de aquisição. Destaca-se,
ainda, a importância do espaço para o fomento da imersão cultural, proporcionando
ao aluno o contato direto com a cultura dos países que têm a língua inglesa como
idioma oficial. Na possibilidade de ampliação da utilização, vislumbra-se ainda a
oferta de cursos de diferentes idiomas, como espanhol, italiano e francês, na
modalidade de Projeto de Extensão a ser coordenado por algum docente do curso.
Sobre as normas de funcionamento do Laboratório de Línguas do Curso de Letras
da Unidade de Jardim, o Colegiado de Curso, no segundo ano de implantação do
Projeto Pedagógico, se encarregará do conjunto de normas que tornará o seu
funcionamento possível.
13. CONCEPÇÃO E DEFINIÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO
(TCC)
Entende-se por TCC, uma atividade de pesquisa que trata de um tema
abordado pelo aluno em consonância com as questões relacionadas ao uso da
Linguagem, isto é, um tema que aborde as disciplinas básicas de formação,
tomando por ponto de partida as diferentes linhas de pesquisa da área de Letras. O
trabalho de conclusão de curso, a ser definido no início da terceira série, deverá
estar de acordo com as normas vigentes na instituição. Até o final do segundo ano
de implantação do Projeto Pedagógico a proposta de regulamentação do TCC,
elaborada e aprovada pelo Colegiado de Curso, sob responsabilidade de seu
presidente, será encaminhada ao Núcleo de Ensino para análise e publicação pela
PROE.
14. DISCIPLINAS PREPARATÓRIAS PARA AS DISCIPLINAS DAS SÉRIES
SUBSEQUENTES
No Curso de Letras, considera-se a necessidade do conteúdo de certas
disciplinas serem preparatórias para outras, da mesma área, exigindo continuidade
nas séries subsequentes, especificamente no desempenho que se exige das
disciplinas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Conforme o quadro abaixo, as
disciplinas preparatórias para as disciplinas das séries subsequentes estarão
distribuídas da seguinte forma:
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
23
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
14.1 Disciplinas de Formação Geral Básica: Área de Língua Portuguesa
Disciplina
Preparatória
Língua Portuguesa II
Língua Portuguesa I
Língua Portuguesa III
Língua Portuguesa II
Língua Portuguesa IV
Língua Portuguesa III
14.2. Disciplinas de Formação Específica: Área de Língua Inglesa
Disciplina
Preparatória
Língua Inglesa II
Língua Inglesa I
Língua Inglesa III
Língua Inglesa II
Língua Inglesa IV
Língua Inglesa III
15. MATRIZ CURRICULAR
1ª SÉRIE
Aula
Semanal
Disciplina
A
Língua Portuguesa I
A
Língua Inglesa I
A
Introdução aos Estudos Literários
A
Introdução aos Estudos Lingüísticos
A
Iniciação à Pesquisa em Linguagem
A
História e Filosofia da Educação
A
Leitura e Produção de Textos
A
Língua Brasileira de Sinais- LIBRAS
A
Língua e Cultura Latina I
A
Total de Carga Horária da Série
Disciplina
Língua Portuguesa II
Língua Inglesa II
Linguística I
Literatura Brasileira I
Literatura Portuguesa I
Teoria da Literatura I
Políticas e Legislação da
Educação Nacional
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
Carga horária
PT
102
68
56
56
56
56
68
56
56
574
PCC
34
34
12
12
12
12
34
12
12
174
2ª SÉRIE
Aula
Semanal
A
A
A
A
A
A
A
PT
68
68
68
68
68
56
PCC
34
34
34
34
34
12
A
56
12
24
PL
34
34
Total
136
136
68
68
68
68
102
68
68
782
Semanal
04
04
02
02
02
02
03
02
02
23
Carga Horária
PL
34
Total
102
136
102
102
102
68
Seman
al
68
02
03
04
03
03
03
02
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Linguística Aplicada ao Ensino
A
de Língua Inglesa
Língua e Cultura Latina II
A
Total de Carga Horária da Série
3ª SÉRIE
Aula
Semanal
Disciplina
A
Língua Portuguesa III
A
Língua Inglesa III
A
Linguística II
A
Literatura Britânica
A
Literatura Brasileira II
A
Teoria da Literatura II
A
Literatura Portuguesa II
A
Psicologia da Educação
A
Didática
A
Total de Carga Horária da Série
Disciplina
4ª SÉRIE
Aula
Semanal
A
A
A
Língua Portuguesa IV
Língua Inglesa IV
Literaturas Africanas de Língua
Portuguesa
Literatura Norte Americana
Tópicos em Literaturas de Língua
Inglesa
Literatura Brasileira Contemporânea
Literatura Infanto- Juvenil e
Formação do Leitor
Linguagem e Diversidade
Tópicos em Educação Especial
Novas Tecnologias em Educação
Total de Carga Horária da Série
56
564
12
218
34
68
02
68
816
02
24
Carga Horária
PT
68
68
68
68
68
56
68
68
56
588
PCC
34
20
34
34
34
12
34
34
12
248
PL
14
14
Total
102
102
102
102
102
68
102
102
68
850
Sema
nal
03
03
03
03
03
02
03
03
02
25
Carga Horária
Total
102
102
Sema
nal
12
68
02
56
12
68
02
A
56
12
68
02
A
56
12
68
02
A
56
12
68
02
A
A
A
56
56
56
584
12
12
12
147
68
68
68
748
02
02
02
22
PCC
34
17
A
56
A
PT = Parte Teórica
PCC = Prática como Componente Curricular
PL = Prática em Laboratório
25
12
PT
68
68
Abreviaturas
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
56
PL
17
17
03
03
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
16. Resumo Geral da Matriz Curricular
H/aula
H/Relógio
3.196
2.663
Total de carga horária de Estágio Curricular em Língua
Portuguesa
-
400
Total de carga horária de Estágio Curricular em Língua
Inglesa
-
300
Total de carga horária de Atividades Complementares
-
200
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
-
100
Total da carga horária da matriz Curricular
-
3.663
Total de carga horária das Disciplinas
17. QUADRO DE EQUIVALÊNCIAS*
DISCIPLINAS DA MATRIZ CURRICULAR
DISCIPLINAS DA MATRIZ
EM EXTINÇÃO
CURRICULAR A PARTIR DE 2013
Disciplinas
Série
Língua Portuguesa I
1ª
Língua Inglesa I
Carga
Carga
Disciplinas
Série
136
Língua Portuguesa I
1ª
136
1ª
136
Língua Inglesa I
1ª
136
Teoria da Literatura I
1ª
68
2ª
68
Psicologia da Educação
1ª
102
3ª
68
1ª
68
1ª
102
1ª
68
Introdução à
Metodologia Científica
Leitura e Produção de
Textos
História e Filosofia da
Educação
Horária
Teoria da Literatura
I
Psicologia da
Educação
Horária
Iniciação à
1ª
68
Pesquisa em
Linguagem
1ª
102
1ª
102
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
26
Leitura e Produção
de Textos
História e Filosofia
da Educação
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Literatura InfantoLiteratura Infanto-juvenil
1ª
68
juvenil e Formação
4ª
68
4ª
68
1ª
68
1ª
68
1ª
68
do Leitor
Novas Tecnologias
Sem equivalência
em Educação
Introdução aos
Sem equivalência
Estudos Linguísticos
Introdução aos
Sem equivalência
Estudos Literários
Língua Brasileira de
Sem equivalência
Sinais - LIBRAS
Língua Portuguesa II
2ª
102
Língua Portuguesa II
2ª
102
Língua Inglesa II
2ª
136
Língua Inglesa II
2ª
136
Lingüística I
2ª
102
Linguística I
2ª
102
2ª
68
1ª
68
2ª
68
2ª
102
3ª
102
2ª
68
Linguística aplicada
Sem equivalência
ao Ensino de Língua
Inglesa
Língua Latina
2ª
102
Língua e Cultura
Sem equivalência
Latina I
Língua e Cultura
Sem equivalência
Latina II
Literatura Portuguesa I
2ª
102
Didática
2ª
102
Estrutura e
Funcionamento da
Sem equivalência
Literatura
Portuguesa I
Didática
Políticas e
2ª
68
Educação Nacional
Legislação da
Educação Nacional
Língua Portuguesa III
3ª
102
Língua Portuguesa III
3ª
102
Língua Inglesa III
3ª
102
Língua Inglesa III
3ª
102
Lingüística II
3ª
102
Linguística II
3ª
102
Literatura Brasileira I
3ª
102
Literatura Brasileira I
2ª
102
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
27
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Literatura Britânica I
3ª
68
Sem equivalência
Literatura Norte
Sem equivalência
Literatura Britânica
Literatura Norte
3ª
102
4ª
68
3ª
102
4ª
102
3ª
68
Literatura Portuguesa II
3ª
102
Língua Portuguesa IV
4ª
102
Língua Inglesa IV
4ª
102
Língua Inglesa IV
4ª
102
Literatura Brasileira II
4ª
102
Literatura Brasileira II
3ª
102
4ª
68
4ª
68
4ª
68
4ª
68
4ª
68
Americana
Literatura de Língua
Inglesa
Literatura Britânica II
Americana
Literatura
Portuguesa II
Língua Portuguesa
IV
Tópicos em
4ª
68
Literatura de Língua
Inglesa
4ª
68
Sem equivalência
Literatura Brasileira
Sem equivalência
Contemporânea
Literaturas Africanas
Sem equivalência
de Língua
Portuguesa
Linguagem e
Sem equivalência
Tópicos em Educação
Especial
Diversidade
4ª
68
Tópicos em
Educação Especial
* Quando não houver equivalências entre disciplinas oferecidas entre um projeto e
outro, ao aluno ingressante pelo projeto de 2005 será resguardado o direito de oferta
da disciplina original da grade. Para tal oferta, de preferência será lotado um
professor do quadro efetivo. Tal medida deve ser respeitada para que o aluno possa
integralizar o curso no prazo máximo de 07 anos.
17.2 Prazo de implantação
O novo Projeto Pedagógico será implantado a partir de 2013, para as turmas
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
28
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
ingressantes por meio do processo seletivo vigente. Os alunos retidos, cujo ingresso
fora em anos anteriores a 2013, deverão integralizar o curso respeitando as
possibilidades expostas no quadro de equivalência. Caso isso não seja possível, a
esse aluno será resguardada a oferta de disciplina ou modalidade de Estágio
Curricular Supervisionado condizente com a matriz curricular do projeto extinto. (PP
Letras/Jardim-2005)
e
nesta
circunstância
as
disciplinas
oferecidas
serão
ministradas preferencialmente por professores efetivos e titulares desde que esteja
dentro do período de integralização do curso.
18. EMENTA, OBJETIVOS E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS
LÍNGUA PORTUGUESA I
Ementa
Princípios da análise mórfica. Morfemas do português: conceito, tipologia, princípios
da análise mórfica. Processos de formação e classificação de palavras. Flexão e
categorias gramaticais. Emprego dos tempos e modos verbais. Princípios gerais da
fonética articulatória. Transcrição fonética. Processos fonológicos básicos. Prática da
expressão da linguagem formal: atividades envolvendo os processos sintáticos da
regência, concordância, paralelismo sintático e semântico.
Objetivos
Refletir sobre a estrutura da língua portuguesa preparando o aluno para a atuação
docente por intermédio de reflexões teóricas concernentes ao uso da língua.
Proporcionar produção e compreensão de mensagens verbais e não verbais em
situações concretas de uso, despertando no aluno a valorização dos diversos
dialetos e a utilização de conhecimentos linguísticos no processo de interpretação e
produção textual.
Bibliografia Básica
CÂMARA JR. J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1992.
CUNHA, Celso. Gramática do Português Contemporâneo. Belo Horizonte: Álvares,
1985
KENDHI, V. Formação de Palavras em Português. São Paulo: Ática, 1992.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
29
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do Português. São Paulo:
Editora UNESP, 2000.
SILVA, Maria Cecília P. de Souza & KOCH, Ingedore Villaça. Linguística aplicada ao
Português – Morfologia. 12 ed., São Paulo: Cortez, 2001.
Bibliografia Complementar
BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. São Paulo: Ática, 1987.
BORBA, Francisco da Silva. Teoria sintática. Soa Paulo: EDUSP, 1979.
KEHDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 1993.
MACAMBIRA, José Rebouças. A estrutura morfo-sintática do português – aplicação
do estruturalismo linguístico. São Paulo: Pioneira, 2001.
MONTEIRO, José Lemos. Morfologia portuguesa. Campinas/SP: Pontes, 2002.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP:
Mercada de Letras, 1996.
ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.
PERINI, Mário. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1995.
WIESEMANN, U.; MATTOS, R. Metodologia de análise gramatical. Petrópolis:
Vozes, 1980.
LÍNGUA PORTUGUESA II
Ementa
Estudo dos aspectos sintáticos, semânticos e pragmáticos da frase em língua
portuguesa. Critérios de abordagem da análise sintática: enfoque tradicional,
abordagens estruturalista e gerativista, e sintático semântico. Teoria do texto e
teorias semióticas: sintaxe narrativa.
Objetivos
Refletir sobre a relevância dos estudos sintáticos no ensino de Língua portuguesa e
sobre os processos de constituição dos enunciados, em seus aspectos sintáticos,
semânticos e pragmáticos. Reconhecer as diversas abordagens dos estudos
sintáticos e suas contribuições situacionais, bem como sua importância nas
atividades de leitura e produção de texto, oferecendo condições para um melhor
domínio da língua padrão e da competência para o uso da sintaxe na comunicação,
em sincronia com os aspectos semânticos da língua. Produzir textos utilizando
adequadamente os recursos sintáticos, semânticos e pragmáticos da língua.
Bibliografia Básica
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
30
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
CARONE, F. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1992.
CEREJA, W. R. e MAGALHÃES, T.C. Gramática reflexiva: texto, semântica e
interação. São Paulo: Atual, 1999.
PERINI, M. A. Sofrendo a Gramática: ensino sobre a linguagem. São Paulo: Ática,
1999.
POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de
Letras, 1996.
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de gramática
no 1º. e 2º. graus. São Paulo: Cortez, 1997.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, N. M. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Nacional, 1991.
______. Gramática metódica da língua portuguesa. 34 ed., São Paulo: Nacional,
1991.
BASTOS, L. K. A produção da escrita e a gramática. São Paulo: Martins Fontes,
1985.
FIORIN, J. L. (Org.). Introdução à linguística I: Objetos Teóricos. São Paulo:
Contexto, 2002.
IGNÁCIO, S.E. Análise sintática em três dimensões: uma proposta pedagógica. São
Paulo: Ribeirão Gráfica, 2003.
LUFT, C. P. F. Dicionário Prático de Regência Verbal. São Paulo: Ática, 2003.
LYONS, J. Língua(gem) e linguística. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (Org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras,
v. 1. São Paulo: Cortez, 2001.
NEVES, M. H. M. A gramática funcional. São Paulo: Contexto, 1997.
_______. Gramática de Usos do português. São Paulo: Editora da UNESP, 2000.
RAPOSO, E. Teoria da gramática: a faculdade da linguagem. Lisboa: Caminho,
1992.
LÍNGUA PORTUGUESA III
Ementa
O objeto da semântica. Noções básicas: sentido, significado, referência, frase e
enunciado. Diferenciação entre semântica formal, semântica da enunciação e
semântica cognitiva. Papéis semânticos; pressupostos e subentendidos; implícitos;
ambiguidades e dêixis. Aspectos argumentativos da semântica enunciativa.
Objetivos
Compreender o texto como manifestação de linguagem, que se organiza formal e
significativamente a partir dos recursos semânticos da língua. Interpretar e usar
adequadamente os recursos argumentativos nas diversas modalidades discursivas.
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31
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Bibliografia Básica
KOCH, I. V. Inter(ação) pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2000.
ILARI, R. Introdução à Semântica: brincando com a gramática. São Paulo: Contexto,
2001.
MARQUES, M. H. D. Iniciação à Semântica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
OLIVEIRA, L. Manual de Semântica. São Paulo: Editora Vozes, 2008.
PERINI, M. A. Gramática Descritiva do Português. São Paulo: Ática, 1995.
Bibliografia Complementar
BENVENISTE, É. Níveis de análise linguística. In: Problemas de Linguística Geral I.
(trad.) NOVAK, M.G.;NERI, M.L.; revis. SALUM, I.N.. 4ªed. Campinas, SP: Pontes,
1995.
_______________Subjetividade da linguagem. In: Problemas de Linguística Geral I.
(trad.)
DUCROT, O. Princípios de semântica linguística: dizer e não-dizer. (trad. VOGT,C.).
São Paulo: Cultrix.1976.
FLORES, V.N.; TEIXEIRA. Introdução à linguística da enunciação. 1ª ed. São Paulo:
Contexto, 2008.
KOCH, I.V. Argumentação e Linguagem. São Paulo: Ática, 2000.
ILARI, R.; GERALDI, J. W. Semântica. São Paulo: Ática, 1994.
NORMAND, C. Émile Benveniste: Qual Semântica? In: Convite à Linguística.
FLORES, V. N.; BARBISAN, L. B. (orgs.). (trad.) BIRCK, C.C.V et al.São Paulo:
Contexto, 2009.
_____________Semiologia, semiótica, semântica: observações sobre o emprego
desses termos por Émile Benveniste. In: Convite à Linguística. FLORES, V. N.;
BARBISAN, L. B. (orgs.). (trad.) BIRCK, C.C.V et al.São Paulo: Contexto, 2009.
OLIVEIRA, R. P. Semântica. In: MARQUES, M. H.D. Introdução aos Estudos
Linguísticos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
LÍNGUA PORTUGUESA IV
Ementa
Origem histórica e formação da língua portuguesa, do século IXX ao século XXI,
abordando aspectos diacrônicos e transformacionais da língua. Períodos da Língua
Portuguesa. Mudanças fonéticas, morfossintáticas e semânticas. Análise do
português atual.
Objetivos
Entender os fatos linguísticos referentes à fala e à escrita da língua portuguesa por
meio de estudos diacrônicos. Conhecer os aspectos sincrônicos da língua
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
32
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
portuguesa para que possam entender a modificação da língua no decorrer dos
séculos. Dominar a norma padrão da Língua Portuguesa, visando a aplicação dessa
variedade da língua tanto na oralidade como na escrita, levando em consideração os
aspectos sincrônicos e diacrônicos da língua.
Bibliografia básica
COUTINHO, I. de L. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica,
1968.
ELIA, S. A língua portuguesa no mundo. São Paulo: Ática, 1976.
FARACO, C. A. Linguística histórica. São Paulo: Ática, 1998.
HAUY, A. B. História da língua portuguesa: I – séculos XII, XIII e XIV. São Paulo:
Ática, 1994.
______. História da língua portuguesa: V – século XIX. São Paulo: Ática, 1988.
Bibliografia Complementar
CARNEVALLI, L. Sistema metodológico para o ensino de metaplasmos. Assis SP:
FCL/UNESP, 1990 (Dissertação de Mestrado).
CRESSOT, M. O estilo e suas técnicas. Lisboa: ed. 70, 1989.
MORAIS, A. G de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2010.
PAIVA, D. de F. História da língua portuguesa. II – século XV e meados do século
XVI. São Paulo: Ática, 1988.
PINTO, R. M. História da língua portuguesa: IV – século XVIII. São Paulo: Ática,
1988.
PINTO, E. P. História da língua portuguesa: VI – século XX. São Paulo: Ática, 1988.
VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Revista de Ciências
Humanas e Sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999.
______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
Ementa
Definições de leitura e produção de texto. Estratégias e práticas de leitura segundo
aspectos funcionais. Gêneros textuais: teoria e prática. Noções de texto e
textualidade. Noções de letramento e literacia como competência para o exercício de
cidadania.
Objetivos
Refletir sobre os fundamentos teórico-práticos acerca das diferentes estratégias e
concepções de leitura, de organização e de estruturas textuais;. Demonstrar
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33
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
competência comunicativa de leitura e produção textual nos diferentes gêneros que
perpassam a educação básica e a educação superior; Desenvolver competências
para as práticas de leitura e produção de texto.
Bibliografia Básica
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
KOCH, I. G. V. Desvendando os segredos do texto. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2003.
_____; TRAVAGLIA, L. C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
2001.
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A.
P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêneros textuais e ensino. Rio de
Janeiro: Lucerna, 2002.
Bibliografia Complementar
ARAÚJO, J. C. Internet & ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2007.
BRANDÃO, H. N. Gêneros do discurso na escola. São Paulo, Cortez: 2000.
FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. São Paulo: Vozes,
1999
GUEDES, P. C. Manual de Redação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul:
Porto Alegre, 1998.
KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas: Insular, 1993.
_____,Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 8ª edição,
2004.
KOCH, I. V. A coerência textual. 12. ed. São Paulo: Contexto, 2001.
KOCH, I. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2002.
MEURER, J. L.; MOTTA ROTH (Orgs.). Gêneros textuais. Bauru/SP: Edusc, 2002.
SERAFINI, M. T. Como escrever textos. São Paulo: Globo, 2000.
LÍNGUA INGLESA I
Ementa
Introdução à compreensão, à produção oral, escrita e gramatical, na Língua Inglesa,
em nível elementar, considerando uma visão de linguagem como prática social.
Objetivo
Fazer uso das quatro habilidades da língua e da gramática em nível elementar, no
sentido de suprir deficiências linguístico-comunicativas quanto à construção do
conhecimento na Língua Inglesa, de modo a atingir um nível desejável de uso em
práticas discursivas.
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Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Bibliografia Básica
BIBER, D. & CONRAD, S. & LEECH, G. Longman Student Grammar of Written and
Spoken English. London/New York: Longman, 2002.
OSHIMA, A. & HOGUE, A. Writing Academic English. London/New York: Longman,
2007.
SASLOW, J. & ASCHER, A. Top Notch 1. New York: Longman, 2008.
SWAN, M. Practical English Usage. Oxford: OUP, 1980.
UNDERWOOD, M. Teaching Listening. Longman, 1989.
Bibliografia Complementar
AZAR, B. F. Fundamentals of English Grammar. 3rd
Ed. London: Longman Pearson, 2002.
Cambridge Learner's Dictionary C/CD ROM. Cambridge: Cambridge
University Press, 2005.
MURPHY, R. Essential Grammar in Use. Cambridge: C.U.P, 1990.
OXFORD, R. L.; CHRISTIE, S. Tapestry Listening and Speaking 2. Boston,
MA: Thomson Heinle, 2000.
PIKE-BAKY, M. Tapestry Writing 2. Boston, MA: Thomson Heinle, 2000.
RICHARDS, J. C.; ECKSTUT DIDIER, S. Strategic Reading: Building Effective
Reading Skills. Cambridge: CUP, 2003.
ROBERTS, R. Discover Elementary English Grammar. MFP Publications,1997.
ROACH, P English Phonetics and Phonology. Cambridge: Cambridge
University Press, 1993.
SMITH, L. C.; MARE, N. N. Themes for today. Boston: Thompson & Heinle, 2004.
WILLIS, J. A framework for task based learning: Longman handbooks for language
teachers. Longman, 1996.
LÍNGUA INGLESA II
Ementa
Aprimoramento
da
competência
comunicativa
do
aprendiz
em
nível
pré-
intermediário da língua. Estudos dos aspectos fonéticos e fonológicos da Língua
Inglesa. Desenvolvimento de atividades de “Listening” e “speaking”.
Objetivos
Identificar os sons da Língua Inglesa em diferentes situações de realizações
linguísticas vivenciadas por falantes da Língua Inglesa. Sons da Língua Inglesa em
consonância com outras modalidades d e competência, incluindo habilidades de
leitura, escrita, fala e uso da língua alvo.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
35
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Bibliografia
HANCOCK, Mark. English Pronunciation in Use. Cambridge: Cambridge University
Press, 2004.
OGDEN, R. An Introduction to English Phonetics. . Edinburgh: Edinburgh University
Press, 2010.
WELLS, J. C. Longman Pronunciation Dictionary. London: Longman, 1990.
RICHARDS, J. C. English for international communication. Cambridge University
__________ Tactics for Listening: Developing Tactics for Listening Student. Oxford:
Oxford Bookworms, 2003.
Bibliografia Complementar
AVERY, P.; EHRLICH, S. Teaching American English Pronunciation. Oxford: Oxford
University Press, 1992.
Blackwell Publishers Ltd., 1996.
CAMBRIDGE International Dictionary of English, CUP.
CELCE MURCIA, M. et al. Teaching Pronunciation. New York: Cambridge University
Press, 1996.
EASTWOOD, John & Mackin Ronald. A Basic English Grammar. Oxford University
Press, 1982.
HALLIDAY, M. A. K. An introduction to functional grammar. London: Edward Arnold,
1985.
MOLINSKY, S. J; BLISS B. Word by word Picture dictionary. Prentice Hall Regents,
Englewood Cliffs, N. J. 07632, 1994.
MURPHY, R., ALTMAN R. e RUTHERFORD W. E. Grammar in Use. Cambridge
University Press, 1993.
QUIRK, R. A University Grammar of English. Longman Publishing Group, 1993.
SWAN, Michael. Practical English Usage. 3rd edition, London: Oxford University
Press, 2005.
MCCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity. English Vocabulary in Use: Elementary
(with answers), CUP.van Valin, R. D. An introduction to Syntax. Cambridge
University Press, 2001.
WILLIS, Dave. Collins Cobuild Student’s Grammar. London: Harper Collins
Publishers, 1991.
LÍNGUA INGLESA III
Ementa
Consolidação da competência comunicativa do em nível intermediário da língua.
Estudo dos aspectos culturais da língua. Leitura e análise de textos literários e não
literários.
Desenvolvimento
aprofundado
da
competência
da
produção
e
interpretação de textos em inglês. Atividades com foco nas competências de
“Reading” e “Writing”.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
36
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
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MATO GROSSO DO SUL
Objetivos
Desenvolver habilidades de leitura e escrita em nível intermediário. Ler e interpretar
textos acadêmicos, visando à ampliação de conhecimentos aspectos culturais da
língua alvo.
Bibliografia
ALEXANDER, L. Longman Advanced Grammar. London: Longman, 1993.
AZAR, B. S. Fundamentals of English Grammar. Englewood Cliffs. New Jersey:
Prentice Hall Regents, 1993.
HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press,
1999.
MASTER, P. Systems in English Grammar. Englewood Cliffs, N.J: Prentice Hall
Regents, 1996.
MOLINSKY, S. J; BLISS B. Word by word Picture dictionary. Prentice Hall Regents,
Englewood Cliffs, N. J. 07632, 1994.
Bibliografia complementar
AZAR, B. F. Fundamentals of English Grammar. 3 Ed. London: Longman Pearson,
2002.
GOLDSTEIN, Ben. Framework Pre-Intermediate Level 2 (Student’s Book and
Workbook). London: Richmond Publishing, 2005. (unidades 1-3).
HAMP-LYONS, L.; HEASLEY, B. Study Writing. Cambridge: Cambridge
University Press, 2006.
HORNBY, A. S. Oxford Advanced Learner's Dictionary. Oxford: Oxford University
Press, 2005.
LARSEN-FREEMAN, D. Grammar Dimensions: form, meaning, and use
(Series). Boston, MA: Heinle & Heinle, 2000.
MURPHY, R., ALTMAN R. & RUTHERFORD W. E. Grammar in Use. Cambridge
ROSENTHAL, M. S. e FREEMAN, D. B. Photo dictionary. Longman, 1984.
MURPHY, R. Essential Grammar in Use. Cambridge: C.U.P, 1990.
ROBERTS, R. Discover Elementary English Grammar. MFP Publications,1997.
SOARS, J.; SOARS, L. New Headway English Course: Pre-Intermediate. Student´s
book. Oxford: Oxford University Press, 2000. (Unidades 1-3)
TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa. Editora Saraiva, 1993.
LÍNGUA INGLESA IV
Ementa
Práticas integradas de comunicação oral, leitura e escrita em contextos presenciais e
virtuais, organizadas e planejadas a partir dos seguintes temas: cidadania global;
Língua Inglesa e diversidade; World Englishes.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
37
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MATO GROSSO DO SUL
Objetivos
Desenvolver temas em situações relacionadas a diferentes visões da realidade.
Estudar e refletir sobre a estrutura e o vocabulário da língua inglesa.
Bibliografia
BRYDON, D. Why community matters. In: BRYDON, D.; COLEMAN, W. D.
Renegotiating Community – Interdisciplinary Perspectives, Global Contexts.
Vancouver, Toronto: UBC Press, 2008.
GRELLET, F. Developing reading skills. Great Britain: Cambridge University Press,
2001.
JOHNSON, K. E. Second language teacher education: a sociocultural perspective.
New York and London: Routledge, 2009.
PENNYCOOK, A. Global Englishes and Transcultural Flows. Routledge, 2006.
SMITH, L.C.; MARE, N. N. Themes for today. Boston: Thompson & Heinle, 2004.
Bibliografia complementar
BAKER, J; WESTRUP H. Essential Speaking Skills. A handbook for English
Teachers. London: Continuum International Publishing, 2003.
BAUMAN, R. & BRIGGS, C. Voices of Modernity: language ideologies and the
politics of inequality, Cambridge, Cambridge University Press, 2003.
CUNNINGHAM, S.; BOWLER, B. New Headway Pronunciation Course. Intermediate.
Oxford: Oxford University Press, 2000.
GIBALDI, J. Handbook for writers of research papers. The Modern Language
Association of America, 2003.
KAY, S. et al. American Inside Out –. Macmillan, Oxford, 2004.
LACOSTE, Y; RAJAGONPALAN, K. A geopolítica do Inglês. São Paulo: Parábola,
2005.
MCCARTHY, M. English Phrasal Verbs in Use. Cambridge: Cambridge
University Press, 2004.
MONTE MÓR, W. Foreign languages teaching, education and the new literacies
studies: expanding views. In: Gonçalves, G. R. et al (orgs) New Challenges in
Language and Literature. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2009.
OXFORD, R. L.; CHRISTIE, S. Tapestry Listening and Speaking 2. Boston,
MA: Thomson Heinle, 2000.
RICHARDS, J. C. English for international communication. Cambridge University
Press, 2000.
LINGUA E CULTURA LATINA I
Ementa
Morfossintaxe da Língua Latina: os elementos fonéticos e fonológicos, a
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
38
Curso de Letras
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MATO GROSSO DO SUL
classificação, a flexão, a sintaxe dos casos latinos, o sistema verbal, as técnicas de
tradução de textos latinos e a leitura de obras consagradas da cultura latina,
destacando a importância dos estudos latinos para a formação do profissional das
Letras.
Objetivos
Demonstrar capacidade de descrição e o domínio das estruturas da língua latina, por
meio da morfossintaxe, em paralelo com a língua portuguesa. Refletir sobre a cultura
da língua latina, a partir da leitura de obras consagradas com embasamento e
fundamentação teórica no ir e vir entre o latim e o português em análises e
traduções de textos latinos.
Bibliografia básica
ALMEIDA, N. M. de. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 1995.
______. Literatura latina. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
COUTINHO, I. de L. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica,
1998.
GRIMAL, P. A Vida em Roma na Antiguidade. Portugal: Publicações Europa
América, 1995.
REZENDE, A. M. de. Latina essentia. Belo Horizonte: UFMG, 2000.
Bibliografia complementar
CARDOSO, Z. de A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989.
COUTINHO, I. de L Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica,
1958.
MELO, G. C. de. Iniciação à filologia e à linguística portuguesa. Rio de Janeiro:
Acadêmica, 1971.
GRIMAL, P. A Civilização Romana. Lisboa: Edições 70, 1984.
GAILLARD, J. Introdução à literatura: Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito,
1994.
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: UNB, 2000
NASÃO, P. O. Metamorfoses. São Paulo: Hedra, 2000.
RÓNAI, P. Gradus primus: curso básico de latim. São Paulo: Cultrix, 2001.
VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Publicado na Revista
de ciências humanas e sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999.
______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011
LÍNGUA E CULTURA LATINA II
Ementa
Visão panorâmica da Literatura Latina através da leitura e análise de textos de
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
39
Curso de Letras
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
autores latinos com ênfase nas questões de estrutura gramatical, nos aspectos
estilísticos e nas questões de natureza cultural as quais os textos se veiculam,
buscando fazer uma interface com a língua portuguesa na prática de ensino em sala
de aula, fomentando debates acerca das contribuições estruturais, didáticas,
metodológicas e culturais para o estudo da Língua latina e da Língua portuguesa.
Objetivos
Refletir sobre as contribuições que a Língua latina oferece para os estudos e a
prática de ensino em torno das irregularidades e regularidades da língua portuguesa.
Demonstrar conhecimentos básicos e indispensáveis sobre a cultura latina e suas
especificidades para melhor compreensão dos hábitos culturais nas comunidades
neolatinas ou românicas atuais.
Bibliografia Básica
GAILLARD, J. Introdução à literatura: Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito,
1994.
GRIMAL, P. A Vida em Roma na Antiguidade. Portugal: Publicações Europa
América, 1995.
VIARO, Mário Eduardo. A Importância do Latim na atualidade. Revista de ciências
humanas e sociais, São Paulo, Unisa, v. 1, n. 1, p. 7 12, 1999.
______. Etimologia. São Paulo: Contexto, 2011.
BASSETTO, B. F. Elementos de filologia românica: história externa das línguas. São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Letícia Pereira de. “O ir e vir semântico: Latim/Português. Disponível em:
www.filologia.org.br/revista/35/08.htm. Acesso em: 15 de fevereiro de 2011.
BAYET, J. Literatura latina. Barcelona: Ariel, 1981.
CARDOSO, Z. de A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989.
COUTINHO, I. de L. Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica,
1958.
MELO, G. C. de. Iniciação à filologia e à linguística portuguesa. Rio de Janeiro:
Acadêmica, 1971.
GRIMAL, P. A Civilização Romana. Lisboa: Edições 70, 1984.
GAILLARD, J. Introdução à literatura. Das origens a Apuleio. Mem Martins: Inquérito,
1994.
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: UNB, 2000
NASÃO, P. O. Metamorfoses. São Paulo: Hedra, 2000.
RÓNAI, P. Gradus Primus: curso básico de latim. São Paulo: Cultrix, 2001.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
40
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS
Ementa
Estudo da natureza e função da Literatura, gêneros literários, reconhecimento de
técnicas de análise textual. Leituras orientadas de obras clássicas da literatura
universal.
Objetivos
Conhecer o conjunto de obras clássicas da literatura universal. Refletir acerca da
Teoria da Literatura. Identificar a organização interna da obra suscetível de ser
apreendida pela imaginação – corpo e alma do discurso literário. Reconhecer a
abrangência do termo “Literatura” situando-a através do tempo e do espaço.
Bibliografia Básica
ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998
CULLER, Jonathan. Teoria literária. São Paulo: Beca, 1999.
LAJOLO, Marisa. Literatura: leitores & leitura. São Paulo: Moderna, 2001
SOUZA, Roberto Acízelo de. Introdução aos Estudos Literários. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
TODOROV, Tzvetan. A Literatura em perigo. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
Bibliografia Complementar
BARTHES, Roland. Mitologias. São Paulo: Difel, 1975.
CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
______. Seis Propostas para o Próximo Milênio. São Paulo: Companhia das Letras,
1990.
CAMPOS, G. Pequeno dicionário de arte poética. 3ed. rev. e aum. São Paulo:
Cultrix, 1978.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad.
Cleonice Paes Barreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. Belo Horizonte: UFMG,
2003.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 2
ed., São Paulo: Martins Fontes, 1994.
GONÇALVES, M. T.; BELLODI, Z. C. Teoria da literatura “revisitada”. Petrópolis/RJ:
Vozes, 2005.
JOBIM, J. L. (Org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Trad. de Olga Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1982.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Altas literaturas. São Paulo: Companhia das Letras:
1994.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
41
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
TEORIA DA LITERATURA I
Ementa
Estudo das diferentes vertentes dos estudos literários. Apreensão e caracterização
dos diferentes gêneros literários constitutivos da prosa, da poesia e do drama.
Fornecer subsídios para compreensão da periodização no seu espaço tempo e
exercícios de análise literária.
Objetivos
Analisar obras literárias, apreendendo idéias e caracterizando os gêneros literários
de acordo com critérios estéticos e de literariedade. Questionar a natureza da
literatura, passando pelo universo da ficção, discutindo sobre os gêneros literários,
os limites entre prosa e poesia, os elementos da narrativa e as teorias do conto e do
romance.
Bibliografia Básica
BARTHES, Roland. Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1982.
BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. Trad. José Marcos Macedo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1986.
CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 2
ed., São Paulo: Martins Fontes, 1994.
Bibliografia Complementar
BERNDT, Z. Introdução à literatura negra. São Paulo: Brasilense, 1988.
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
______. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1983.
CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. São Paulo: TA Queiróz, 2000.
HALL, Stuart. A. Identidade e cultural na pós-modernidade. Trad. Tomás Tadeu da
Silva e Guaraciaba Lopes Louro. 4 ed., Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São
Paulo: Martins Fontes, 1994.
JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária.
Trad. Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994.
LUKÁCS, Georg. A teoria do romance. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São
Paulo: Duas Cidades, Editora 34, 2006.
MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1986.
RAMALHO C. (org.). Literatura e feminismo: propostas teóricas e reflexões críticas.
Rio de Janeiro: Elo, 1999.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
42
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
TEORIA DA LITERATURA II
Ementa
Apresentação de diferentes correntes da crítica literária do Séc. XX e do início do
Séc. XXI. Noções de Literatura Comparada e de Estudos Culturais na Literatura.
Apresentação de poéticas de vanguarda na contemporaneidade. Compreensão da
relação da literatura com outras artes
Objetivos
Apresentar uma visão sistêmica das principais correntes literárias, bem como das
diferentes literaturas como a feminina e de autoria de minorias étnicas e sexuais.
Analisar textos a partir das diferentes possibilidades criticas, sobretudo à luz dos
estudos culturais e comparados.
Bibliografia Básica
BONNICI, Thomas; ZOLIN, Lúcia (Org.). Teoria literária: abordagens históricas e
tendências contemporâneas. Maringá: EDUEM, 2009.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. 7. ed. São Paulo: Nacional, 1985.
CARVALHAL, Tania Franco. Literatura comparada. 4.ed. rev. e ampliada. São Paulo:
Ática, 2006.
CEVASCO, Maria Eliza. Dez lições sobre Estudos Culturais. São Paulo: Boitempo,
2003.
SOUZA, Eneida Maria de. Crítica Cult. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
Bibliografia Complementar
ROLAND BARTHES. O Prazer do Texto. Editora Perspectiva, 1987.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet.
São Paulo: Brasiliense, 2008.
CARVALHAL, Tânia Franco, O próprio e o alheio: ensaios de literatura comparada.
São Leopoldo: Editora da Unisinos, 2003.
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê? Trad. Laura Taddei Brandini. Belo
Horizonte, UFMG,. 2009.
CULLER, Jonathan. Sobre a desconstrução: teoria e crítica do Pós-estruturalismo.
Trad. Patrícia Burrowes. São Paulo, Rosa dos Ventos, 1997.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. São
Paulo: Martins Fontes, 2006.
LIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da literatura em suas fontes. Trad. Luiz Costa Lima et
al. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, 2 v.
NITRINI, Sandra. Literatura Comparada: história, teoria e crítica. São Paulo, EDUSP,
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
43
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
1997.
PASSOS, Cleusa Rios (coord.). Revista Literatura e sociedade. Vol. 10 (Psicanálise).
Revista do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da
Universidade de São Paulo. São Paulo: USP, 2007. (versão impressa e online).
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de janeiro:
DIFEL, 2009.
LITERATURA BRASILEIRA I
Ementa
Estudo dos movimentos literários e culturais do século XVI ao século XIX: Literatura
Informativa
sobre
o
Brasil,
Barroco,
Arcadismo,
Romantismo,
Realismo,
Parnasianismo e Simbolismo. Análise de textos literários e/ou ensaísticos que
possibilitem o conhecimento de questões das representações da cultura indígena e
afro-brasileira por intermédio da literatura.
Objetivos
Apresentar uma visão abrangente de cada movimento literário em seu contexto
histórico, estético e ideológico. Ter contato direto com as obras literárias de
relevância, produzidas entre os séculos XVI e XIX, mediante a produção poética do
período por intermédio de obras da crítica e de teoria literária que forneçam
informação literária e cultural da formação do Brasil até o final do Século XIX.
Bibliografia
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 32 ed., São Paulo: Cultrix,
1994.
______. Dialética da colonização. 3. ed. São Paulo:Companhia das Letras, 1999.
______; GARBUGLIO, José Carlos; CURVELLO, Mário; FACIOLI, Valentim (Orgs.).
Machado de Assis. São Paulo: Ática, 1982. (Escritores Brasileiros: antologia e
estudos).
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 4 ed.,
São Paulo: Martins, 1975. 2v.
PICCHIO, L. S. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 1997.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, J. M. G. de. A tradição regionalista no romance brasileiro. Rio de Janeiro:
Topbooks Editora, 1999.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática,
1985.
_________. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
_________. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1970.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
44
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
_________. Literatura e Sociedade. São Paulo: TA Queiróz, 2000.
COUTINHO, Afranio. Aspectos da literatura barroca. Rio de Janeiro: Colégio Pedro
II, 1951.
________. A Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Sul Americana, 1955. v. II e III.
________. Do Barroco: ensaios. Rio de Janeiro: UFRJ/Tempo Brasileiro, 1994.
GUINSBURG, Jacó (Org.). O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1993.
MOISÉS, Massaud. A Literatura Brasileira através dos Textos. Cultrix, 1986, São
Paulo.
LITERATURA BRASILEIRA II
Ementa
Estudo dos movimentos literários do século XX: Pré-Modernismo, Modernismo,
Tendências Contemporâneas. Leitura sincrônica e diacrônica da cultura brasileira do
Séc. XX à contemporaneidade, a partir das reflexões sobre a literatura e outras
artes, como o cinema, a pintura, os movimentos musicais, etc. Reflexões sobre a
utopia modernista, as vanguardas e seus desdobramentos nas artes; literatura em
tempos de repressão;
Objetivos
Adquirir uma visão abrangente dos movimentos literários apresentados em seu
contexto histórico, estético e ideológico. Analisar as obras literárias de relevância,
produzidas no século XX, por meio do exercício de análise da produção poética
desse século. Caracterizando o processo de tradição e ruptura na poética do
período.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, J. M. G. de. A tradição regionalista no romance brasileiro. Rio de Janeiro:
Topbooks Editora, 1999
ANDRADE, M. de. O movimento modernista. Rio de Janeiro: Casa do estudante do
Brasil, 1942.
SANTIAGO, S. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva, 1978.
SÜSSEKIND. Flora. Literatura e vida literária. Brasil, os anos de autoritarismo. Rio
de Janeiro: Zahar, 1985.
TELES, Gilberto Mendonça (org.). Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. 19ª
ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, J. A. de. A metáfora crítica. São Paulo: Perspectiva, 1974.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
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45
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994.
_________.
O
pré-modernismo.
São
Paulo:
Perspectiva,
1978.
CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira (momentos decisivos). São Paulo:
Martins, 1964.
________. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática,1985.
GALVÃO. Walnice Nogueira. Mitológica Rosiana. São Paulo, Ática, 1978;
MOISÉS, M. A. Literatura Brasileira através dos Textos. São Paulo: Cultrix, 1986.
NUNES. Benedito. O Drama da linguagem. São Paulo: Ática, 1995.
SANTIAGO, Silviano. Vale quanto pesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
Ementa
Estudo da produção literária contemporânea a partir de diferentes regiões do país a
partir das últimas décadas; Compreensão do processo de assimilação dos discursos
históricos, biográficos, autobiográficos e memorialistas que impulsionam essa
produção no contexto atual. Apresentação de representações da literatura marginal
e da produção paralela ao cânone brasileiro.
Objetivos
Analisar obras literárias de relevância, produzidas por escritores representativos da
literatura brasileira na contemporaneidade como tentativa de sistematização da
expressão literária produzida pelos novos autores que se apresentam nos dias
atuais em diferentes suportes de mediação. Analisar a produção da chamada
“geração 00” ativando novas possibilidades de leitura e interpretação. Conhecer e
apreciar criticamente a recente produção cyber-literária.
Bibliografia Básica
AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Trad. Vinicius
Nicastro Honesko. Chapecó/SC: Argos, 2009.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 2005.
GOLDMANN, Lucien. Sociologia da Literatura. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1976.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2009.
SCHWARTZ, Adriano (org.). Memórias do presente: 100 entrevistas do Mais! São
Paulo: Publifolha, 2003.
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
46
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
ARRIGUCCI, D. Jr. Enigma e comentário: ensaios sobre literatura e experiência. São
Paulo: Companhia das Letras, 1987.
BOSI, Alfredo. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, 1984.
FRANCO, R. A festa: o itinerário político do romance pós-64. São Paulo: Unesp,
1998.
LAFETÁ, J. L. et al. O nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo:
Brasiliense, 1983.
PELLEGRINI, Tânia. Gavetas vazias: ficção e política nos anos 70. São Carlos/SP:
UFSCar/Mercado de Letras, 1996.
SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra. São Paulo: Cia. das Letras, 1985.
______. Vale quanto pesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
SÜSSEKIND, Flora. Literatura e vida literária: polêmicas, diários & retratos. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985.
______. Tal Brasil, qual romance? Rio de Janeiro: Achiamé, 1984.
XAVIER, I. O conto brasileiro e sua trajetória: a modalidade urbana dos anos 20 aos
anos 70. Rio de Janeiro: Padrão, 1987.
LITERATURA INFANTO JUVENIL E FORMAÇÃO DO LEITOR
Ementa
Letramento literário e o papel do professor como mediador de leitura. Estratégias
para a formação de leitores crianças, jovens e adultos. Leitura: conceito, condições e
produção na escola. Formação do leitor. A formação de contadores de histórias.
Conceitos de Literatura Infanto-Juvenil. Literatura e escola: a escolarização do texto
literário. Identificação da produção literária Infanto-Juvenil brasileira contemporânea.
A literatura popular: contos de fadas, mitos, lendas, cordel, folclore. Leitura e análise
de textos.
Objetivos
Refletir sobre o trabalho didático pedagógico na formação de leitores. Identificar as
características da literatura infantil e juvenil, bem como a ideologia subjacente nesse
tipo de literatura. Analisar e selecionar obras compatíveis ao ensino básico,
fundamental e médio e trabalhar com os modernos formatos existentes no mercado
literário.
Bibliografia básica
BETTELHEIM, B. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1978.
COSSON, Rildo. Letramento Literário: Teoria e Prática. 2. ed., 1ª Reimpressão. São
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
47
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Paulo: Contexto, 2011.
CADEMARTORI, Ligia. O que é literatura infantil? 2. ed. São Paulo: Brasiliense,
1986.
COELHO, N. N. Literatura infantil. Teoria, análise, didática. São Paulo: Ática, 1991.
ZILBERMANN, R.; LAJOLO, M. Literatura infantil brasileira. História & histórias. São
Paulo: Ática, 1982.
Bibliografia Complementar
COELHO, N. N. Literatura infantil. Teoria, análise, didática. São Paulo: Ática, 1991.
GEBARA, A. E. L. A poesia na escola: leitura e análise de poesia para crianças.
(Col. Aprender e ensinar com textos, v.10). São Paulo: Cortez, 2002.
HUTCHEON, L. Uma teoria da paródia. Lisboa: Edições 70, 1989.
KLEIMAN, A. B. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre
a prática social da escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1995.
MANGUEL, A. Uma história da leitura. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2004.
MARTINS, M. H. Crônica de uma utopia: leitura e literatura infantil em trânsito. São
Paulo: Brasiliense, 1989.
OLSON, D.; TORRANCE, N. Cultura escrita e oralidade. 2. ed. São Paulo:
Ática, 1997.
TURCHI, M. Z.; SILVA, V. M. T. (Orgs.). Leitor formado e leitor em formação: leitura
literária em questão. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 2006.
VON FRANZ, M.-L. A interpretação dos contos de fadas. São Paulo: Paulinas, 1990.
LITERATURA PORTUGUESA I
Ementa
Estudo da formação da Literatura Portuguesa, suas primeiras manifestações, bem
como dos movimentos literários Trovadorismo, Humanismo, Classicismo, Barroco,
Arcadismo e Romantismo destacando seus principais traços e temáticas. Estudo
diacrônico de obras e autores representativos do sistema literário português entre os
séculos XI e XIX. Análise imanente de textos literários buscando contemplar a
diversidade dos gêneros cultivados em Portugal (poesia lírica e épica, historiografia,
epistolografia, teatro e romance) e os temas, imagens e processos históricos que
são recorrentes na cultura e literatura daquele país;
Objetivos
Discutir as relações dos textos literários com os contextos em que se inserem.
Interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros e explicitar o processo
argumentativo utilizado para justificar a interpretação. Relacionar o texto literário
vinculado à literatura de Portugal com questões e concepções dominantes na cultura
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48
Curso de Letras
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MATO GROSSO DO SUL
do período em que foi escrito, observando-o e comparando com concepções do
presente.
Bibliografia Básica
ABDALA, Benjamim & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura
portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
CUNHA, Márcia & MONGELLI Lênia. A literatura portuguesa em perspectiva
(classicismo, barroco, arcadismo). Vol. 2. São Paulo: Atlas, 1993.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix,
1997.
MONGELLI, Lênia. VIEIRA, Yara. A literatura portuguesa em perspectiva
(trovadorismo, humanismo). Vol. 1. São Paulo: Atlas, 1993.
SARAIVA, António & Lopes, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto,
1996.
Bibliografia Complementar
ALCOFORADO, Sóror Mariana. Cartas portuguesas. Porto Alegre: L&PM, 2010.
AZEVEDO FILHO, L. Problemática geral da lírica de Camões. In: Sonetos de Luís de
Camões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2004.
BOCAGE, Manuel du. Poemas. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2005.
CAMÕES, Luis. Lírica. (sel. Massaud Moisés). São Paulo, Cultrix, s/d.
HERCULANO, Alexandre. Lendas e narrativas. Porto Alegre: Pradense, 2008.
GARRETT, Almeida. Folhas caídas . Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1965.
LOPES, Fernão. As crônicas de Fernão Lopes (org. António José Saraiva). Lisboa:
Gradiva, 1993.
MONGELLI, Lênia. Fremosos cantares: antologia da lírica medieval galego
portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
SPINA, Segismundo. Lírica trovadoresca. São Paulo: Edusp, 2001.
TENGARRINHA, José. (Org.). História de Portugal. Bauru/São Paulo: Edusc/Editora
Unesp, 2001.
LITERATURA PORTUGUESA II
Ementa
Estudo dos movimentos literários Realismo, Simbolismo, Modernismo, suas
principais temáticas e as Tendências Contemporâneas buscando apreender seus
traços mais característicos. Apresentar e discutir os autores representativos da
literatura portuguesa entre os séculos XX e XXI;
Objetivos
Analisar textos literários, buscando contemplar a diversidade dos gêneros cultivados
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
49
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MATO GROSSO DO SUL
em Portugal (poesia, teatro, crônica, conto e romance), os temas, imagens e
processos históricos que são recorrentes na literatura e cultura daquele
país;.Estabelecer e discutir as relações dos textos literários da literatura portuguesa
com os contextos em que se inserem no mundo moderno e na contemporaneidade.
Interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros, explicitando o processo
argumentativo utilizado para justificar a interpretação escolhida;
Bibliografia Básica
ABDALA, Benjamim & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura
portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
GOMES, Álvaro. A literatura portuguesa em perspectiva (simbolismo e modernismo).
Vol. 4. São Paulo: Atlas, 1994.
_______. A voz itinerante: ensaio sobre o romance português contemporâneo. São
Paulo: EDUSP, 1993.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix,
1997.
SARAIVA, António & Lopes, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto,
1996.
Bibliografia Complementar
ABDALA JUNIOR, B. A escrita neo-realista. São Paulo: Ática, 1981.
BUENO, Aparecida et al. Literatura portuguesa: história, memória e perspectiva. São
Paulo: Alameda, 2007.
GOMES, Á. C. A voz itinerante. São Paulo: EDUSP, 1993.
LOURENÇO, Eduardo. Fernando Pessoa revisitado: Leitura estruturante do drama
em gente. Porto: Editora Inova, 1993.
_______. Tempo e poesia. Porto: Editorial Inova, 1987.
MINÉ, Elza. 150 anos de Eça de Queirós (anais). São Paulo, Centro de estudos
portugueses/USP, 1997.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro. São
Paulo: Martins Fontes, 1982.
TENGARRINHA, José (org). História de Portugal. São Paulo Bauru: Unesp/Edusc,
2001.
VÁRIOS AUTORES. Saramago segundo terceiros. São Paulo, Humanistas/FFLCH,
1998.
VECHI, Carlos Alberto et al. A literatura portuguesa em perspectiva (romantismo,
realismo). Vol. 3. São Paulo: Atlas, 1993.
LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa
Estudo das literaturas oriundas das ex-colônias portuguesas; Apresentação da prosa
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50
Curso de Letras
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
e poesia em língua portuguesa de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique
e São Tomé e Príncipe, buscando destacar as representações identitárias do
período colonial e pós-colonial.
Objetivos
Analisar obras significativas das literaturas africanas de Língua Portuguesa, durante
o período colonial e pós-colonial (séculos XIX ao XXI), destacando suas principais
características. Fazer leituras contrastivas e comparativas entre as literaturas,
tentando sistematizar um quadro que as uniriam para além da língua em comum;
Compreender como a questão cultural é representada literariamente a fim de criar
uma identidade própria.
Bibliografia Básica
ABDALA, Benjamim. Literaturas de língua portuguesa: marcos e marcas. São Paulo:
Arte & Ciência, 2007.
ANDRADE, Mário de. Antologia temática da poesia africana. V.1 e 2. Lisboa: Sá da
Costa, 1975.
FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de expressão portuguesa. São Paulo:
Ática, 1987.
FERREIRA, Manuel. 50 poetas africanos (antologia de poesia de Angola,
Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde e Guiné Bissau). Lisboa: Plántano editora, s/d.
SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidade. São Paulo: Ática, 1985.
Bibliografia Complementar
ABDALA JÚNIOR, Benjamim. Literatura, história e política: literaturas de língua
portuguesa no século XX. São Paulo: Ateliê editorial, 2007.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas: literatura e nacionalidade (entrevista com
os autores). Lisboa: Veja, 1994.
FERREIRA, Manuel. Literatura africana de expressão portuguesa. São Paulo: Ática,
1987.
HAMILTON, Russel G. Literatura africana literatura necessária I: Angola. Lisboa:
Edições 70, 1981.
_____. 50 poetas africanos: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São
Tomé e Príncipe. Lisboa: Plátano, 1989.
LARANJEIRA, Pires. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa:
Universidade Aberta, 1995.
LEITE, Ana Mafalda. Literaturas africanas e formulações pós coloniais. Lisboa:
Edições Colibri, 2003.
MARGARIDO, Alfredo. Estudos sobre literaturas das nações africanas de Língua
Portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
MOURÃO, Fernando Augusto Albuquerque. A sociedade angolana através da
literatura. São Paulo: Ática, 1978.
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51
Curso de Letras
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
REVISTA VIA ATLÂNTICA. Revista do Programa de Estudos Comparados de
Literaturas de Língua Portuguesa. Universidade de São Paulo (versão impressa e
online).
LITERATURA BRITÂNICA
Ementa
Estudo panorâmico de obras literárias de autores britânicos desde a formação desta
literatura aos dias atuais. Interpretação crítica das diversas formas e estilos literários.
Estudo de obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas.
Objetivo
Desenvolver o letramento crítico por meio de obras literárias do contexto da literatura
inglesa. Compreender panoramicamente o recorte temporal de sua formação até os
dias atuais. Refletir sobre diferentes formas de concepção do objeto literário desta
literatura na multiplicidade de estéticas contemporâneas, ampliando assim a visão
de leitura do acadêmico.
Bibliografia Básica
BURGESS, A. A Literatura Inglesa. 2.ed. Trad. Duda Machado.São Paulo: Ática,
1999.
GRUNEWALD, J. L. Grandes Poetas da língua Inglesa do Século XIX. 4. ed. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
SILVA, A. M. Literatura Inglesa para Brasileiros. Rio de Janeiro: Ed. Ciência
Moderna Ltda, 2006.
THORNLEY, G. C. e ROBERTS, G. An Outline of English Literature Literature.
Harlow: Longman, 2006.
XAVIER, I. O Discurso Cinematográfico. A Opacidade e a Transparência. S. Paulo:
Paz e Terra, 1984.
Bibliografia Complementar
BLOOM, Harold. The Invention of the Human. New York: Riverhead, 1998.
______. The Western Canon. New York: Riverhead, 1995.
BRODEY, K. e MALGARETTI, F. Focus on English and American Literature. Milan:
Modern Languages, 2002.
CRYSTAL, D. & CRYSTAL, B. Shakespeare’s Words. London: Penguin, 2003.
HIRSH, E. How to Read a Poem. New York: Harcourt Brace & Co., 1999.
LAWRENCE D. H. The Complete Short Stories. 3 Vols. Harmondsworth: Penguin
Books, 1979.
MANSFIELD, K. Stories. Int. Jeffrey Meyers. New York: Vintage Classicas, 2000.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
52
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
PINSKY, R. The Sounds of Poetry. New York: Farrar, Straus & Giroux, 1998.
VIZIOLI, P. A Literatura Inglesa Medieval. São Paulo: Nova Alexandria, 1992.
WOOLF, Virginia. A Haunted House and Other Short Stories. New York: Harvest
Book – Harcourt, Brace & World, Inc, 1972 .
LITERATURA NORTE- AMERICANA
Ementa
Estudo de romances e contos, drama e poesia de autores norte-americanos desde a
concepção desta literatura até os dias atuais; seleção panorâmica do recorte mais
expressivo desta literatura. Interpretação crítica das diversas formas e estilos
literários, estudo de obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas
advindas da expressão literária em questão.
Objetivos
Conhecer as produções literárias norte- americanas. Desenvolver o letramento
crítico por meio de obras literárias de autores estadunidenses. Ampliar a perspectiva
de concepção do objeto literário na multiplicidade de estéticas contemporâneas,
expandindo assim a visão de leitura em relação à expressão literária em questão.
Bibliografia Básica
BRODEY, K. & M. F. Focus on English and American Literature. Milan: Modern
Languages, 2002.
FARRELL, T. S. C. Planejamento de atividades de leitura para aulas de idiomas.
Tradução de Itana Summers Medrado. São Paulo: Special Book Services Livraria,
2003.
GRICE, H. et al. Beginning Ethnic American Literatures. Manchester: Manchester
University Press, 2001.
HIGH, P. B. An Outline of American Literature. New York: Longman Group Limited
1986.
NABUCO, C. Retrato dos Estados Unidos à luz de sua Literatura. 2. ed. rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
Bibliografia Complementar
BAYM, Nina (ed.). The Norton Anthology of American
BRADBURY, M. O Romance Americano Moderno. Tradução. Heliodora, Bárbara.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.
Britain: Richard Clay, 1970.
CUNLIFFE, M. The Literature of the United States. Great
ECO, U. Os Limites da Interpretação. São Paulo: Perspectiva, 1995.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
53
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
FINKELSTEIN, S. Existencialismo e Alienaçãona Literatura Norte-Americana. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1969.
GRIGOLETTO, M. & CAMARGNANI, A. M. (org.). English as a foreign language:
identity, practices and textuality. São Paulo: Humanitas, 2001.
KIRSZNER, K. Literature: Reading, Reacting, Writing. Florida: Harcout Brace College
Publishers, 1997
LAZAR, G. Literature and Language Teaching. Glasgow: Cambridge University
Press, 1993
Literature. New York: W. W. W. Norton Ltd., 2001
RIEDINGER, E. A. A brief overview of American Literature. Rio de Janeiro: Waldyr
Lima Editora, 1976.
ROYOT, D. A Literatura Americana. São Paulo: Ática, 2009.
LITERATURAS DE EXPRESSÃO EM LÍNGUA INGLESA
Ementa
Introdução à análise da literatura produzida fora dos centros hegemônicos de língua
inglesa, enfocando a literatura representativa das ex-colônias inglesas, através de
obras teatrais, textos poéticos e adaptações cinematográficas.
Objetivos
Fazer a inter-relação entre a literatura e a sociedade na forma como está expressa
nas obras não canonizadas Conhecer a representação identitária das literaturas das
ex-colônias inglesas.
Bibliografia Básica
ABREU, M. Cultura letrada. Literatura e leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
BONNICI, T. O pós colonialismo e a Literatura: estratégias de leitura. Maringa:
Editora da UEM, 2000.
COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2007.
GONÇALVES, G. R. et al (orgs) New Challenges in Language and Literature. Belo
Horizonte: FALE/UFMG, 2009.
XAVIER, I. O Discurso Cinematográfico. A Opacidade e a Transparência. S. Paulo:
Paz e Terra, 1984.
Bibliografia Complementar
ASHCROFT, B., Griffiths, G., Tiffin, H., (Eds.). The Post Colonial Studies Reader.
London: Routledge, 1995.
BHABHA, H. Nation and Narration. London: Routledge, 1990.
BAKER, H. Blues, Ideology and Afro American Literature. Chicago: Univ. Chicago
Press, 1984.
BLOOM, H. The Western Canon. New York: Riverhead, 1995.
BURGESS, Anthony. A literatura inglesa.São Paulo: Ática, 1996
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
54
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
CRYSTAL, D. & CRYSTAL, B. Shakespeare’s Words. London: Penguin, 2003.
DUDLEY A. J. The Major Film Theories. New York: Oxford, 1976
GATES, Henry Louis Jr. "Race", Writing & Difference. Chicago: University of Chicago
Press, 1986.
SAID, E. Culture & Imperialism. London: Vintage, 1994.
SPIVAK, G. In Other Worlds: Essays in Cultural Poetics. N.Y.: Methuen, 1987.
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS
Ementa
Abordagem histórica dos estudos da linguagem, anteriores a Ferdinand Saussure,
enfatizando se as diferentes fases de formação do método linguístico: a antiguidade,
o comparatismo e a escola dos neogramáticos. Estudo histórico das concepções de
linguagem e gramática.
Objetivos
Conhecer a historicidade dos estudos da linguagem. Refletir sobre as diferentes
abordagens das mudanças lingüísticas; Adquirir embasamento teórico sobre os
diversos casos de mudança lingüística. Conhecer as bases históricas que deram
origem às diversas correntes linguísticas contemporâneas.
Bibliografia Básica
CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. História da linguística. 3.ed., Petrópolis: Vozes,
1979.
FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica: uma introdução ao estudo da história
das línguas. São Paulo: Ática, 1998.
LEROY, Maurice. As grandes correntes da linguística moderna. Trad. Izidoro
Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 1971.
NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São
Paulo: Editora UNESP, 2002.
WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da linguística. Trad. Marcos Bagno. São
Paulo: Parábola Editorial, 2002.
Bibliografia Complementar
DUBOIS, Jean. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993.
FARACO, Carlos Alberto. Estudos pré saussurianos. In: MUSSALIN, Fernanda e
BENTES, Anna Cristina (Orgs.). Introdução aos estudos linguísticos, volume 3:
fundamentos epistemológicos. São Paulo: Cortez, 2002.
BENVENISTE, Emile. Problemas de linguística geral I e II. Campinas: Pontes, 1995.
BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. São Paulo: Pontes,
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
55
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
2000.
CABRAL, Leonor Scliar. Introdução à linguística. Rio de Janeiro: Globo, 1985.
CULLER, Jonathan. As ideias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979.
FIORIN, José Luis. Introdução à linguística. Vol. I e II. São Paulo: Contexto, 2003.
MARTINET, André. Elementos de linguística geral. São Paulo: Martins Fontes, 1978.
SAFATI, Georges-Élia & PAVEAU, Marie-Anne. As grandes teorias da linguística.
São Paulo: Claraluz, 2006.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cultrix, 2003.
LINGUÍSTICA I
Ementa
Princípios da Linguística Geral. Fonética e Fonologia. Teorias Linguísticas relevantes
como o Estruturalismo, a Teoria gerativo transformacional, as teorias do
texto/discurso/conversação, a concepção de linguagem como ação, interação e
cognição (reflexão).
Objetivos
Por meio dos estudos das correntes linguísticas, demonstrar capacidade de
descrever explicar as línguas naturais. Analisar e refletir sobre os sistemas
semióticos linguísticos e os seus discursos, como sistema e processo de
significação. Conhecer, a estrutura da língua, seu funcionamento, suas mudanças
no eixo da história, suas relações com os sistemas semióticos não verbais, a cultura
e a sociedade;. Apresentar domínio dos três níveis de conhecimentos necessários
para ler, entender e produzir textos. Conhecer o sistema linguístico, o contexto sócio
histórico e cultural em que o texto foi construído. Conhecer; conhecimento d os
mecanismos de estruturação do significado.
Bibliografia Básica
BENVENISTE, Emile. Problemas de linguística geral I. 4. ed. Campinas SP: Pontes,
1995.
BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. 11 ed., Campinas
SP: Pontes, 1991.
CALLOU, Dinah & LEITE, Yone. Iniciação à fonética e à fonologia. Rio de Janeiro:
Zahar, 1990.
LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. 18 ed., São Paulo: Cultrix,
2003.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. 20. ed. São Paulo: Cultrix:
1995.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
56
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Bibliografia Complementar
CÂMARA JR, J. M. Princípio de linguística geral. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1973.
CHRISTÓFARO, T. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003.
CHALUB, Samira. Fonética e fonologia do português. São Paulo: Contexto, 2003.
COSERIU, Eugenio. Lições de linguística geral – linguística e filologia. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.
DUBOIS, Jean. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993.
FIORIN, José Luis. (Org.). Introdução à linguística: princípios de análise. Vol I e II.
São Paulo: Contexto, 2002.
JAKOBSON, Roman. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1989.
LYONS, John. Introdução à linguística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979.
______. As ideias de Chomsky. 3 ed., São Paulo: Cultrix, 1976.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. O que é linguística. São Paulo: Brasiliense, 2000.
PERINI, Mario. A gramática gerativa: introdução ao estudo da sintaxe portuguesa.
Belo Horizonte: Vigília, 1979.
LINGUÍSTICA II
Ementa
Aspectos da Linguística aplicada ao ensino de língua, dando ênfase à
Sociolinguística/Dialetologia.
Língua
e
sociedade.
Língua
como
sistema
heterogêneo. Significado social das variantes. A variação e mudança linguística.
Variação linguística e ensino. Aspectos da variação e mudança no português falado
e escrito. Conceitos de norma. As diferentes instâncias do uso da língua e ensino.
Aspectos da heterogeneidade dialetal e o ensino do português. Língua e dialeto.
Áreas dialetais no Brasil. Geolinguística monodimensional e pluridimensional.
Políticas linguísticas no Brasil. As tipologias das situações plurilíngues.
Objetivos
Refletir sobre temas relacionados à Sociolinguística, Dialetologia e Geolinguística.
Refletir sobre estudos que se mostrem significativos para a investigação da variação
diatópica e diastrástica do português brasileiro e de línguas em contato. Demonstrar
conhecimentos de dialetologia e geolinguística articulados no Brasil. Discutir
aspectos teóricos e metodológicos relacionados aos estudos geosociolinguísticos.
Conhecer o sistema lingüístico, o contexto sócio-histórico-cultural em que o texto foi
construído e os mecanismos de estruturação do significado.; Conhecer as variações
e mudanças linguísticas que são inerentes às línguas naturais. Compreender as
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
57
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
diferentes abordagens sociolingüísticas, históricas e culturais e suas implicações
para o ensino de língua.
Bibliografia Básica
ALTENHOFEN, Cléo Vilson. Áreas linguísticas do português falado no sul do Brasil:
um balanço de fotografias linguísticas do ALERS. In.: P. Vandresen (Org.), Variação
e mudança no português falado na região Sul. Pelotas: Educat, 2002.
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola, 2000.
BORTONI RICARDO, Stella Maria. Educação em língua materna: a sociolinguística
na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.
CALVET, Louis Jean. Sociolinguística: uma introdução. Trad. M. Marciolino. 4.ed.
São Paulo: Parábola, 2002.
FERREIRA, Carlota & CARDOSO, Suzana. A dialetologia no Brasil. São Paulo:
Contexto, 1994.
Bibliografia Complementar
BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1995.
BAGNO, Marcos (Org.) Linguística da norma. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.
CAMACHO, Roberto Gomes. A variação linguística. In: São Paulo (Estado).
SE/CENP. Subsídios à proposta curricular de língua portuguesa. São Paulo:
SE/CENP/UNICAMP, 1988.
DUBOIS, J. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993.
DUBOIS, J. et al. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1993.
FONSECA, Maria Stella Vieira da, e NEVES, Moema Facure. Sociolinguística. Rio
de Janeiro: Eldorado, 1974.
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Contradições no ensino do português. São Paulo:
Contexto, 1995.
MONTEIRO, José Lemos. Para compreender Labov. Petrópolis: Vozes, 2001.
TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 2001.
SILVA, Fábio Lopes da e MOURA, Heronides Maurilia de Melo. O direito à fala: a
questão do preconceito linguístico. Florianópolis: Insular, 2000.
LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
Ementa
Panorama histórico da Linguística Aplicada no Brasil. Discussões das várias
definições atribuídas a essa ciência. Definição dos conceitos de abordagem, ensinar,
aprender, avaliar e linguagem. Apresentação das principais teorias de aquisição no
ensino de Língua Inglesa.
Objetivo
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58
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Refletir sobre o status da Linguística Aplicada no Brasil enquanto uma ciência que
estuda questões de usos da linguagem em vários contextos. Refletir sobre o papel
da Linguística Aplicada no contexto de ensino de Língua Inglesa. Apreender os
conceitos de abordagem, ensino/aprendizagem, avaliação, linguagem e as teorias
de aquisição, a partir de um enfoque retroativo e contemporâneo.
Bibliografia Básica
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Linguística Aplicada, ensino de línguas e comunicação.
Campinas: Pontes Editores, 2005.
KLEIMAN, A. B. & CAVALACANTI, M. C. Linguística Aplicada: suas faces e
interfaces. Campinas: Mercado de Letras, 2007.
MOITA LOPES, L. P. da. Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
PASCHOAL, M. S. Z. & CELANI, M. A. A. Linguística Aplicada: da aplicação da
linguística à Linguística Transdisciplinar. São Paulo: Educ, 1992.
SIGNORINI, I. C. & CAVALCANTI, M. C. (Orgs.). Linguística Aplicada e
Transdisciplinariedade. São Paulo: Mercado de Letras, 1998.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, J. C. P. A abordagem orientada da ação do professor. In:
________ (Org.). Parâmetros atuais para o ensino de Português/Língua Estrangeira.
Campinas: Pontes, 1997.
________. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes
Editores, 1993.
CASTRO, S. T. R. As teorias de aquisição/aprendizagem de segunda língua/Língua
Estrangeira: implicações para a sala de aula. Contexturas, n. 3, 1996.
CAVALCANTI, M. C. A propósito de Linguística Aplicada. Trabalhos de Linguística
Aplicada, 1986.
CELANI, M. A. A. A relevância da Linguística Aplicada na formulação de uma política
educacional brasileira. In: FORTKAMP, M. B. & TOMICH, L. M. B. (Orgs.). Aspectos
da Linguística Aplicada. Florianópolis: Insular, 2000.
ELLIS, R. Understanding second language acquisition. Oxford: OUP, 1985.
KRASHEN, S. D. Principles and practice second language acquisition. Oxford:
Pergamon Press, 1982.
LARSEN FREEMAN, D. Tecniques and principles in language teaching. Oxford:
OUP, 1986.
MOITA LOPES, L. P. de. Oficina de Linguística Aplicada. São Paulo: Mercado de
Letras, 1996.
SCARAMUCCI, M. V. R. O professor avaliador: sobre a importância da avaliação na
formação do professor de Língua Estrangeira. In: ROTTAVA, L. (Org.). Ensino e
Aprendizagem de Línguas: Língua Estrangeira. Editora da UNIJUÍ, 2006.
LINGUAGEM E DIVERSIDADE
Ementa
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
59
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Estudo sobre variação lingüístico-social, bilingüismo e multilinguismo. Preconceito
lingüístico, ensino bilíngüe; Apresentação e análise de legislação sobre diversidade
lingüística entre indígenas, afro descendentes, comunidades fronteiriças e
imigrantes.
Objetivos
Refletir sobre questões relacionadas ao preconceito lingüístico. Ampliar reflexões
teóricas e metodológicas evidenciando as diferenças sociolinguísticas entre o ensino
monolíngue e bilíngüe. Analisar legislações que garantem direitos linguísticos
reconhecidos
por
organizações
internacionais
e
nacionais
a
indígenas,
afrodescendentes, fronteiriços e imigrantes entre outros povos. Estimular pesquisas
sobre variedades linguísticas dialetais existentes e à disposição do uso dos falantes
em circunstâncias diversas.
Bibliografia Básica
BAGNO, M. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz. 7ª ed. São Paulo:
Edições Loyola. 2001.
CASTRO, E. V. A inconstância da Alma Selvagem. São Paulo: Cosac Naify.2011.
OLIVIERA, G. M. (org.). Declaração universal dos direitos linguísticos.Campinas, SP:
Mercado de Letras, Associação de Leitura do Brasil (ALB), Florianópolis: IPOL,
2003.
RAJAGOPALAN, K. A geopolítica da língua inglesa e seus reflexos no Brasil. In: A
geopolítica do inglês. Lacoste, Yves (Org.). São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
TEIXEIRA, R. F. A. As línguas indígenas no Brasil. In: A temática indígena na
escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus. (A. L. Silva, L. D. B.
Grupioni (Orgs.), p. 29 59. MEC, São Paulo. 1995.
Bibliografia Complementar
ALTENHOFEN, C. V.. Interfaces entre a dialetologia e história.In: MOTA, Jacyra &
CARDOSO, Suzana Alice Marcelino (orgs.). Documentos 2; Projeto Atlas Linguístico
do Brasil. Salvador: Quarteto, 2006. p. 159-185.
AGAMBEN, G. Infância e história. São Paulo:Editora Hidalgo. São Paulo. 2010.
BENVENISTE, E. A linguagem e a experiência humana. In: Problemas de Linguística
Geral I (trad. NOVAK, Maria da Gloria.; NERI, Maria Luiza). 3ª ed. Campinas, São
Paulo: Pontes: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1991.
_________________Esta linguagem que faz a história. In: Problemas de Linguística
Geral II (trad. GUIMARÃES, E.). Campinas, São Paulo, 1989.
___________________. Estrutura da língua e estrutura da sociedade. In: Problemas
de Linguística Geral II. (trad. GUIMARÃES, E.). Campinas, São Paulo: Pontes, 1989.
CASTRO, E. V. No Brasil todo mundo é índio exceto quem não é. Site:
pib.socioambiental.org/files/PIB institucional/ No_Brasil_todo_mundo_é_índio.pdf.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
60
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
________________ Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. Site:
http:⁄⁄repositorio.ufsc.br⁄xmlui⁄handle⁄123456789⁄1421.
LÉVI-STRAUSS, C. Tristes Trópicos. São Paulo: Papirus. 2012.
OLIVEIRA, G. M. de ; Altenhofen, C. V. O in vitro e o in vivo na política da
diversidade lingüística do Brasil: inserção e exclusão do plurilinguismo na educação
e na sociedade. In: Mello, Heliana; Altenhofen, Cléo & Raso, Tommaso (orgs.). O
contato linguístico e o Brasil. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.
HISTÓRIA E FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
Ementa
Pressupostos
Caracterização
filosóficos
da
que
reflexão
fundamentam
e
da
prática
as
concepções
filosófica.
A
de
educação.
Práxis
educativa
contemporânea. Os filósofos e suas visões de educação. Análise do fenômeno
educacional e de suas articulações com a filosofia, com ênfase nas determinantes
sociais, culturais, éticas e políticas da ação educativa. Estudo da educação como
agir racional do homem em sociedade. A história da educação no Brasil: problemas
e perspectivas.
Objetivos
Conhecer os fundamentados da história e da filosofia da Educação. Refletir sobre as
diferentes visões filosóficas e históricas da Educação brasileira.
Bibliografia Básica
ALVES, R. Conversa com quem gosta de ensinar. 22 ed. São Paulo: Cortez, 1988.
ARANHA, M. L. Filosofia da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1996.
ARANHA, M. L. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989.
COTRIM, G. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15 ed. São Paulo:
Saraiva, 2000.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra. S.d
Bibliografia Complementar
COTRIM, G. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo:
Saraiva, 2000.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967
______. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
GILBERTO, R. As idéias atuais em pedagogia. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
GILES, T. Filosofia da educação. São Paulo: EPU, 1987.
GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
61
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
1987.
LUCKESI, C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1990.
MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
NUNES, B. A filosofia contemporânea. São Paulo: Ática, 1991.
ZILLES, U. Grandes tendências na filosofia do século XX e sua influência no Brasil.
Caxias do Sul, RS: EDUCS, 1987.
DIDÁTICA
Ementa
Abordagem técnica e prática da educação com vistas à formação da consciência
crítica e reflexiva e do compromisso com a práxis educacional. O processo
ensino/aprendizagem de língua. Tipos de planejamento. Processo de Avaliação
coerente e condizente com a realidade vivida em sala de aula.
Objetivos
Conhecer as teorias pedagógicas e relacioná-las às práticas do trabalho docente,
numa abordagem crítico-reflexiva. Analisar o processo ensino/aprendizagem e suas
implicações, tendo em vista a qualidade do ensino. Executar planos de ensino
específicos da área de estudo.
Bibliografia Básica
LIBÂNEO, J. Adeus professor, adeus professora? novas exigências profissionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 1998.
________. Didática. São Paulo: Cortez, 1992.
LUCKESI. A avaliação da aprendizagem escolar. 7 ed., São Paulo: Cortez, 1998.
SAVIANI, D. A escola e a democracia: teorias educacionais, curvatura da vara, onze
teses sobre a educação e política. São Paulo: Cortez, 1983.
VEIGA, I. P. Escola fundamental, currículo e ensino. Campinas SP: Papirus, 1989.
Bibliografia Complementar
ALVES, G. L. O trabalho didático na escola moderna: formas históricas. Campinas,
SP: Autores Associados, 2005.
CANDAU, V. M. (Org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
VEIGA, I. P. A. Didática: o ensino e suas relações. Campinas, SP: Papirus, 1996.
______. (Org.). Repensando a didática. Campinas, SP: Papirus, 1991.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
62
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
FREIRE, P. A pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009.
LONGAREZI, A. M.; PUENTES, R. V. (orgs.). Panorama da didática: Ensino, prática
e Pesquisa. Campinas, SP: Papírus, 2011.
SAVIANI, D. Escola e democracia. 14 ed., São Paulo: Autores associados, 1986.
________. Pedagogia, histórico crítica: primeiras aproximações. 6 ed., Campinas
SP: Autores associados, 1997.
VEIGA, I. P. A. (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção
possível. 15ª ed., Campinas-SP: Papirus, 2002.
GASPARIN, J. L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Campinas, SP:
Autores Associados, 2003.
POLÍTICAS E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL
Ementa
Educação: Conceito, objetivos e finalidades. Educação Brasileira por meio da
História. Sistema de Ensino. O ensino Básico: Educação Infantil, Ensino
Fundamental, Ensino Médio. Educação Profissional. Currículo. Organização
Administrativa e Disciplinar da Escola. Formação Profissional do Magistério.
Educação de Jovens e Adultos. Educação Especial. Educação a Distância.
Educação Indígena. Financiamento da Educação. SAEB. ENEM.
Objetivos
Compreender a evolução da Educação Brasileira por meio da História e percebê-la
como resultante das transformações sociolinguísticas e culturais. Conhecer a
legislação educacional brasileira como forma de apreensão do espaço profissional
em que irá atuar.
Bibliografia Básica
BRZEZINSKI, I. (Org). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. Campinas
SP: Papirus, 1997.
MENEZES, J. G. de C. et al. Estrutura e funcionamento da educação básica. 2 ed.,
São Paulo: Pioneira, 2001.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental/Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica Brasília: Ministério da
Educação, 1999.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino médio/Ministério da Educação.
Secretaria de Educação Média e Tecnológica Brasília: Ministério da Educação,
1999.
RIBEIRO, M. L. S. História da educação brasileira. Campinas SP: Autores
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
63
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
associados, 1998.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO, J. M. L. A educação como política pública. São Paulo: Autores
Associados, 2001.
KUENZER, A. As políticas públicas neoliberais para o ensino médio São Paulo:
Cortez, 1997.
SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Saraiva, 1973.
LIBÂNEO, J. C., OLIVEIRA, J. F. de, TOSCHI, M. S. Educação Escolar: Políticas,
estrutura e organização. 10. Ed. São Paulo: Cortez, 2011.
SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Saraiva, 1973.
VIEIRA, E. A. Os direitos e a política social. São Paulo: Cortez, 2004.
VIEIRA, S. L. Estrutura e funcionamento da educação básica. Fortaleza: EdUECE,
2002.
OLIVEIRA, R. P. de; ADRIÃO, T. (Orgs.) Organização do ensino no Brasil: níveis e
modalidades na CF/88 e na LDB. São Paulo: Xamã, 2002.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Ementa
Psicologia e ciência; psicologia da educação e seu papel na formação do professor;
psicologia da educação: correntes teóricas; as contribuições das teorias do
desenvolvimento para o processo de ensino-aprendizagem. O autoconhecimento.
Relação do professor com a comunidade escolar.
Objetivos
Identificar as teorias da aprendizagem e do desenvolvimento e sua contribuição para
o processo ensino-aprendizagem. Apresentar conhecimentos sobre as teorias da
psicologia relativos à sua prática pedagógica. Utilizar o conhecimento sobre as
teorias da Psicologia como elemento de analise do próprio comportamento,
estimulando o autoconhecimento e a autoavaliação.
Bibliografia Básica
COLL, C. et al. (Orgs.). Psicologia da educação. v. 2. Porto Alegre: Artes Médicas,
1995.
FREITAG, B. Escola, Estado e Sociedade. São Paulo: Cortez, 1979.
FREIRE, Paulo. Educação com prática da liberdade. Rio de Janeiro: Terra e Paz,
1979.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
64
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1967.
VIGOTSKY, L. S. Linguagem e pensamento. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
Bibliografia Complementar
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. Psicologias: Uma introdução ao
estudo da Psicologia. São Paulo: Atlas, 1996.
CAMPOS, D. M. de S. Psicologia do desenvolvimento humano. Rio de Janeiro:
Vozes, 1997.
______. Psicologia da adolescência. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
FERREIRA, M. G. Repensando a Psicologia educacional. São Paulo: Autores
Associados, 1986.
MARCHAND, M. A afetividade do Educador. São Paulo: Summus, 1985.
MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa. Brasília: Universidade de Brasília,
1999.
PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 9. ed. São Paulo: Forense Universitária, 2003.
PIAGET, J.; BARBEL, I. Psicologia da criança. 19. ed. Rio de Janeiro: Diflel, 2003.
URT, S. da C. (Org) Psicologias e práticas educacionais. Campo Grande: UFMS,
2000.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
TÓPICOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
Ementa
Aspectos históricos da Educação especial. Movimento internacional e a política
nacional
de
Educação
especial.
Caracterização
da
educação
especial
e
direcionamento. Exclusão/Integração/Inclusão da diferença. A Educação especial na
LDB. Educação especial e currículo. Processo pedagógico e atendimento da
diversidade.
Objetivos
Analisar as políticas educacionais no ensino regular e especial, por meio de
discussões das diferentes tendências assumidas no atendimento à pessoa com
necessidades especiais, ao longo da história da humanidade, Refletir sobre as
novas propostas de inclusão no ambiente escolar.
Bibliografia Básica
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
65
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
CARVALHO, Rosita Edler. A nova LDB e a Educação Especial. Rio de Janeiro:
WVA, 1997.
FERREIRA, Júlio Romero. A Exclusão da Diferença: a educação do portador de
deficiência. São Paulo: UNIMEP, 1993.
FONSECA, Vitor da. Educação Especial. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
JANUZZI, Gilberta. Políticas Sociais Públicas da Educação Especial. Santa Catarina,
1991. Congresso Brasileiro de Neurologia e Psiquiatria Infantil, Blumenau.
MAZZOTTA, Marcos J. da S. Fundamentos da Educação Especial. São Paulo:
Pioneira;1982.
Bibliografia Complementar
ARAUJO, Eliane G. de, JAINES, L. T. Vivendo o desafio: a libertação das
deficiências físicas. 2. ed. Ilus. José Raul Soares Winter. São Paulo, Loyola, 1980.
DECLARAÇÃO DESALAMANCA E ENQUADRAMENTO DA ACÇÃO NA ÁREA DAS
NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE
NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS:ACESSO E QUALIDADE
Salamanca, Espanha, 7 10 de Junho de 1994
FONSECA, V. da. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de
Janeiro: WVA, 1997. 176p.
MANNONi, M. A criança retardada e a mãe. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
MANTOAN, M. T. E. (1988). Compreendendo a deficiência mental: novos caminhos
educacionais. São Paulo: Scipione.
MANTOAN, M. T. E. (Org.). (1997). A integração de pessoas com deficiência:
contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnom, SENAC.
MARCHESI, A., & MARTÍN, E. Da terminologia do distúrbio às necessidades
educativas especiais. In COLL, C. & MARCHESI, A & PALÁCIOS, J. (Orgs.).
Desenvolvimento psicológico e educação: Vol. 3. Necessidades educativas especiais
e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
Ementa:
A deficiência auditiva e a surdez. Fundamentos históricos, filosóficos e legais da
educação do Surdo. O sujeito surdo e sua cultura. Abordagens metodológicas na
educação do surdo: oralismo, comunicação total e bilinguismo. A estrutura da Língua
Brasileira de Sinais: sinais básicos. Serviços de Apoio para atendimento das
pessoas com surdez: e a mediação do intérprete.
Objetivo Geral:
Compreender os fundamentos históricos, filosóficos, antropológicos, linguísticos e
legais envolvidos no processo sociocultural e educacional da pessoa com
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
66
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
surdez e apropriar-se de conhecimentos básicos relativos à LIBRAS e aos
serviços de apoio especializado.
Bibliografia básica:
DAMÁZIO,
Mirlene
Ferreira
Macedo.
Atendimento educacional especializado:
pessoa com surdez. Brasília, DF: SEESP / SEED / MEC, 2007. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da. pdf - Acesso em:15/10/2009.
FERNANDES, Eulália. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2004.
QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, L. B (col.). Língua de sinais brasileira,
estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
QUADROS, R. M. de. Secretaria de Educação Especial. O tradutor e intérprete de
língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília, DF: MEC; 2004.
Bibliografia Complementar:
VILHALVA, Shirley. O Despertar do Silêncio. Rio de Janeiro: Arara Azul. 2012.
CAPOVILLA, Fernando
César;
RAPHAEL,
Walkiria
Duarte.
Dicionário
enciclopédico ilustrado trilíngue de língua brasileira.São Paulo: EDUSP, 2001. 1 e 2
v.
STROBEL, K. L; Dias, S. M. da S. (Orgs.). Surdez: abordagem geral. Curitiba:
FENEIS, 1995.
Skliar, Carlos (org.). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre:
Mediação, 1998.
GESUELI, Z.; KAUCHAKJE, S; SILVA, I. Cidadania, surdez e linguagem: desafios e
realidades. São Paulo: Plexus Editora, 2003.
NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO
Ementa
Discutir questões referentes à aprendizagem de línguas mediada pelo computador e
à formação de professores em/para contextos digitais, abordando aspectos teóricopráticos do uso desse recurso tecnológico para propósitos educacionais, em
ambientações presenciais, semipresenciais e digitais.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
67
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Objetivo
Lidar com diferentes ambientes midiáticos, como os das plataformas TelEduc e
Moodle (ambientes gratuitos), no sentido de refletir sobre outros espaços
pedagógicos, além do escolar.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M.E.B. Inclusão digital do professor: formação e prática pedagógica.
Editora Articulação Universidade Escola, 2004.
COSTA, J.W. & OLIVEIRA, M.A.M. (org.). Novas línguas e novas tecnologias:
educação e sociabilidade. São Paulo: Editora Vozes, 2004.
GIUSTA, A.C. & FRANCO, I.M. Educação a distância: uma articulação entre teoria e
a prática. Belo Horizonte: PUCMinas, 2003.
KENSKI, V.M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas:
Papirus, 2007.
RAMAL, A.C. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, F. J. de. Educação e Informática: Os Computadores Na Escola. São
Paulo: Cortez, 1988.
ARAUJO, J. C. (org.). Internet e ensino: novos gêneros, outros desafios. Lucerna,
2007.
BARBOSA, R. L. L. (org.). Trajetórias e perspectivas da formação de educadores.
Editora UNESP, 2004.
FIORENTINI, L.M.; MORAES, R. A. (Org.). Linguagens e interatividade na educação
à distância. DP&A Editora, 2003.
LÈVY, P. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.
MORAN, J. M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2000
PAIVA, V.L.M.O. Tecnologia na docência em línguas estrangeiras: convergências e
tensões. SANTOS, L.L.C.P. (Org.). Convergências e tensões no campo da formação
e do trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
SALE, J.T.L. Alunos, professor e computador, o que une esse trio? Revista Virtual de
Estudos da Linguagem – ReVEL. Ano 2, n. 2 (www.revelhp.cjb.net )
SANCHO, J. M. Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURA
PORTUGUESA I
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
68
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Ementa
Integração entre o ensino superior e a educação básica mediante acompanhamento,
por parte do estagiário, de atividades desempenhadas pelo professor regente;
realização de atividades de verificação e observação co-participativas desenvolvidas
pelos acadêmicos sob supervisão do professor orientador no ambiente escolar;
desenvolvimento de projetos de ensino conforme as necessidades visualizadas
durante o período de observação co-participativa a partir dos conhecimentos
adquiridos nas disciplinas cursadas e em curso.
Objetivos
Conhecer o ambiente escolar e aplicar as teorias apreendidas em sala de aula,
colocando em prática a sua futura profissão e o ensino da Língua Portuguesa e da
produção textual no ensino fundamental. Vivenciar experiências concretas que o
prepare para o efetivo exercício da profissão. Desenvolver habilidades e
comportamentos necessários à ação docente, mediante estudo, elaboração,
participação e desenvolvimento de projetos de ensino na educação básica.
Reconhecer a importância de fazer uma reflexão crítica da prática de ensino de
Língua e Literatura em Língua Materna.
Bibliografia Básica
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Terceiro e Quarto Ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CARVALHO, A. M. P. de. Prática de ensino: os estágios na formação do professor.
São Paulo: Pioneira, 1985.
CHIAPPINI, L. (org.). Aprender e ensinar com textos de alunos. Vol 1, 2 e 3. São
Paulo: Cortez, 1997. (Coleção Aprender e Ensinar com textos).
CORACINI, M. J. O jogo discursivo na Aula de Leitura. São Paulo: Pontes, 1995.
CUNHA, M. I. da. O bom professor e sua prática. 2 ed., Campinas SP: Papirus,
1992.
Bibliografia Complementar
FARIA, M. A. O Jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, l989.
FAZENDA, I. C. A. et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas
SP: Papirus, 1991.
GERALDI, J. W. (Org.) O texto na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Ática, 2001.
MAGNANI, Maria do Rosário. Leitura, Literatura e Escola. Campinas: Martins
Fontes, 1989.
NOSELLA, M. de L. C. D. As belas mentiras: ideologia subjacente aos textos
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
69
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
didáticos. 8 ed., São Paulo: Moraes, 1981.
POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas SP: Mercado
de Letras, 1996.
RAMOS, J. M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1992.
SILVA, E. T. da. A produção da leitura na escola. São Paulo: Ática, 1998.
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática
no 1º e 2 º graus. 2 ed., São Paulo: Cortez, 1997.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURA
PORTUGUESA II
Ementa
Tratamento teórico metodológico do ensino da Língua Portuguesa e suas literaturas
no Ensino Fundamental e Médio; as concepções de linguagem e sua relação com o
ensino de “gramáticas” em uso. Estudo dos Parâmetros Curriculares Nacionais e sua
aplicação na sala de aula; as concepções de gênero, movimentos literários e sua
relação com o ensino da literatura brasileira.
Objetivos
Investigar as questões teórico-metodológicas que envolvem o ensino de Língua
Portuguesa e suas literaturas. Vivenciar experiências concretas que o prepare para o
efetivo exercício da profissão. Desenvolver habilidades e comportamentos
necessários à ação docente.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Terceiro e Quarto Ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CARVALHO, A. M. P. de. Prática de ensino: os estágios na formação do professor.
São Paulo: Pioneira, 1985.
CORACINI, M. J. O jogo discursivo na Aula de Leitura. São Paulo: Pontes, 1995.
COSTA VAL, M. G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,1994.
CUNHA, M. I. da. O bom professor e sua prática. 2 ed., Campinas SP: Papirus,
1992.
Bibliografia Complementar
FAZENDA, I. C. A. et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas
SP: Papirus, 1991.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
70
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
GERALDI, J. W. (Org.) O texto na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Ática, 2001.
NOSELLA, M. de L. C. D. As belas mentiras: ideologia subjacente aos textos
didáticos. 8 ed., São Paulo: Moraes, 1981.
PÉCORA, A. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas SP: Mercado
de Letras, 1996.
RAMOS, J. M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1992.
TARDELI, M. C. O ensino de língua materna: interações em sala de aula. v9. São
Paulo: Cortez 2002.
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática
no 1º. e 2º. graus. 2 ed., São Paulo: Cortez, 1997.
ZILBERMAN, R. (org.). O ensino de literatura no Segundo grau. Porto Alegre:
Marcado Aberto, s.d.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E EM LITERATURAS
DE LÍNGUA INGLESA I
Ementa
Acompanhamento in loco da realidade de sala de aula através de observações coparticipativas, auxiliando o professor regente em todas as suas atividades docentes:
intervenção nas escolas por meio de projetos e regências. Desenvolvimento de
ações voltadas ao exercício dos novos letramentos e multiletramentos como
propostas educacionais envolvendo as sociedades digitais e globalizadas; análise de
questões educacionais e pedagógicas do ensino de línguas estrangeiras a partir da
vivência de experiências em sala de aula no contexto do ensino fundamental.
Objetivos
Conhecer a realidade do ensino de língua inglesa nas escolas da educação básica;
Aplicar estratégias de ensino/aprendizagem de língua Inglesa visando à formação
identitária do professor de língua estrangeira sobre a diversidade da sala de aula,
especialmente no ensino público Discutir sobre a percepção da relação local e global
de alunos e professores ao construírem sentidos. a Demonstrar compreensão sobre
a formação de professor quanto à epistemologia, metodologias locais e regionais e
implicações na formação de cidadão crítico.
Bibliografia Básica
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
71
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental. Língua estrangeira. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília,
1998.
______. Ministério da Educação e Secretaria de Educação Média e Tecnológica.
Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira
moderna. Brasília: MEC, 1999.
______. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Línguas Estrangeiras.
Secretaria da Educação Básica. . Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias. Brasília:
MEC SEB, 2006.
COPE, B.; KALANTZIS, M. Multiliteracies: literacy learning and the design of social
futures. London: Routledge, 2000
MACIEL, R. & ARAUJO, V. (Orgs). Formação de Professores de Línguas: ampliando
perspectivas. São Paulo: Paco editorial, 2011.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas.
Campinas: Pontes, 1998.
______________________ P. O Professor de Língua Estrangeira em
Formação. Campinas: Pontes, 1999.
CELCE-MURCIA, M. Teaching English as a second or foreign language.
Boston: Heinle & Heinle. 1991
GEE, J. Literacies, schools and kinds of people: educating people in the new
capitalism. In: KALANTZIS, M.; COPE, B. (eds.) Transformations in Language and
learning: perspectives on multiliteracies. Common Ground, 2001
LANKSHEAR, C. & KNOBEL, M. New Literacies: Changing Knowledge and
Classroom Research. Buckingham: Open University Press, 2003
LUKE, A.; FREEBODY, P. Shaping the social practices of reading. In: MUSPRATT,
S.; LUKE, A.; FREEBODY, P. (Ed.) Constructing critical literacies. St. Leonards,
Australia: Allen & Unwin, 1997.
MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Lingüística Aplicada. A natureza
social e educacional dos processos de ensino e aprendizagem de línguas.
Campinas, SP: Mercado das Letras, 2001.
PENNYCOOK, A. (2007) Global Englishes and Transcultural Flows. Londres,
Routledge.
PEREIRA, R.C.M. & ROCA, M. P. (Orgs.). Linguística Aplicada – um caminho com
diferentes acessos. São Paulo: Contexto, 2009.
SOUSA, R. Professores de Inglês da Escola Pública: investigações sobre suas
identidades numa rede de conflitos. São Paulo: Paco editorial, 2011.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA E LITERATURAS DE LÍNGUA
INGLESA 2
Ementa
Desenvolvimento de estudo crítico, discussão e reflexão sobre questões
concernentes aos conceitos de linguagem; aprender, ensinar e avaliar em Língua
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
72
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Inglesa a formação do professor de línguas; articulação da teoria e da prática no que
se refere ao desenvolvimento de saberes, habilidades, competências e atitudes,
tomando se por base o contexto de escola pública, mais especificamente, o de
Ensino Médio.
Objetivos
Reconhecer o lócus de sua futura atuação, bem como sua inserção neste meio, no
sentido de desenvolver as competências próprias da atividade profissional e a
contextualização curricular. Realizar uma prática planejada, sistemática e críticoreflexiva. Conhecer a realidade do Ensino Médio, por meio de observação,
participação e regência.
Bibliografia Básica
ARROYO, M. O ofício de ser mestre: imagens e auto imagens. São Paulo: Editora
Vozes, 2000.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Base do Ensino. Decreto lei de 1996.
BRASIL. Ministério da educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais: 5ª a
8ª série. CE: Brasília, 1998.
LIMA, D. C. (org.). Inglês em escolas públicas não funciona? Uma questão, múltiplos
olhares. São Paulo: Parábola, 2011.
PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores. São Paulo: Cortez, 1997.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas.
Campinas: Pontes, 1998.
________________________. O professor de Língua Estrangeira em formação.
Campinas: Pontes, 2005.
FIGUEIREDO, F. J. Q. de. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa
de ensino de línguas. 2ª edição. Goiânia: Ed. UFG, 2002.
FREITAS, M. A.; BELINCANTA, C. I. B.; CORREA, H. C. M. O professor de Língua
Inglesa em formação: mudando crenças e atitudes. Trabalhos em Linguística
Aplicada, 39, jan jun, 2002.
GIMENEZ, T. (Org.). Trajetórias na formação de professores de línguas. Londrina:
Ed. UEL. 2002
LARSEN-FREEMAN, D. Techniques and Principles
in Language Teaching.
Oxford: Oxford University Press, 2000.
MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Lingüística Aplicada. A natureza
social
e educacional dos processos de ensino e aprendizagem de línguas.
Campinas, SP:
Mercado das Letras, 2001.
NÓVOA, A. (org.). Profissão professor. Portugal: Porto Ed., 1999.
ORTENZI, D.; GIMENEZ, K.; GIMENEZ, T.; CRISTOVÃO, V.; FURTUOSO, V.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
73
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
Roteiros pedagógicos para a prática de ensino de inglês. Londrina: EDUEL.
PAIVA, V.
L. M. O.
(Org.). Ensino de Língua Inglesa: reflexões
experiências. Campinas: Pontes, 1996.
e
INICIAÇÃO À PESQUISA EM LINGUAGEM
Ementa
Fundamentos da teoria do conhecimento, conceituação de metodologia científica.
Leitura e análise de textos científicos na área de Letras; Apresentação de
especificidades da redação científica a partir de fichamentos, resenha científica,
citação científica, resumo científico, normas para trabalhos acadêmicos, diretrizes da
ABNT. Passos para encaminhamento e elaboração de projetos tendo a linguagem
como objeto de pesquisa.
Objetivos
Conhecer tópicos introdutórios da metodologia do trabalho científico e da elaboração
de textos científicos diversos. Iniciar um trabalho de análise crítica e reflexiva sobre a
pesquisa em letras, a partir de fundamentos normativos e epistemológicos, voltados
a seu principal objeto de pesquisa: a linguagem.
Bibliografia Básica
ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas,
2003.
D’ONÓFRIO, Salvatore. Metodologia do Trabalho Intelectual. São Paulo, Atlas,
2000.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São
Paulo: Atlas, 1991.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Atlas, 1992.
SEVERINO, A J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar
BARROS, A. P. Paes de. & LEHFELD, N.A. de Souza. Fundamentos de
Metodologia: um guia para a iniciação científica. São Paulo: McGraw Hill, 1986.
CERVO, Amando Luiz & BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 4ª ed. São
Paulo: MAKRON, 1996.
CARVALHO, Maria Cecília M de. Construindo saber: técnicas de metodologia
científica. Campinas: Papirus, 1989.
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed. 1991.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
74
Curso de Letras
Projeto Pedagógico
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
MATO GROSSO DO SUL
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a Aprender – Introdução à
Metodologia Científica. Petrópolis: Editora Vozes, 10a ed, 1998.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 2ed São Paulo: Editora
Atlas, 1989.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Editora
Atlas, 5ª ed, 1999.
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed, 1991.
LUNGARZO, Carlos. O que é ciência? São Paulo: Editora Brasiliense, 1989.
SKEFF, Alvisto. O prazer de escrever. Fortaleza: Geração 2000, 1993.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras
75