Forelle Blau In letzter Sekunde Melodiker am Klavier Sonne im

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Forelle Blau In letzter Sekunde Melodiker am Klavier Sonne im
Enfoque Pastoral
Editorial
Comunicação
e Misericórdia
um encontro fecundo
A
Igreja celebrou no dia 08
de maio por ocasião da festa da
Ascensão do Senhor, o 50º Dia
Mundial das Comunicações
Sociais com a mensagem do
papa Francisco que afirma: “O
Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a
misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação
viva de Deus Misericordioso, é
chamada a viver a misericórdia
como traço característico de
todo o seu ser e agir. O amor,
por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se
isolando”. Como sempre nos
surpreende sua forma simples
de comunicar . Destacamos as
seguintes afirmações:
Como filhos de Deus,
somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão.
A comunicação tem o poder
de criar pontes, favorecer o
encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade.
Gostaria de encorajar
a todos a pensar a sociedade
humana não como um espaço
onde estranhos competem e
procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre
aberta e se procura aceitar uns
aos outros.
Comunicar
significa
partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é
muito mais do que ouvir. Ouvir
diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação
e requer a proximidade. Escutar nunca é fácil. E-mails, SMS,
redes sociais, chat podem ser
formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas
o coração do homem e a sua
capacidade de fazer bom uso
dos meios ao seu dispor.
O encontro entre a comunicação e a misericórdia é
fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida,
conforta, cura, acompanha e faz
festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar
com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária
proximidade entre os filhos de
Deus e irmãos em humanidade.
FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS:
Diretor Geral: Pe. Marcos V. Clementino - [email protected]
Jornalista Resp.: Diácono Rodrigo M. Lovatel - MTB. 46.412 - SP
Secretária: Caetana Cecília Filha
Orientação Pastoral: Pe. Otacílio F. Lacerda
Editoração Eletrônica: Luiz Marcelo Gonçalves - 11 991346144
Impressão: Gráfica Marmar - Fone: 11 99961-4414
Cúria Diocesana - Av. Gilberto Dini, 519 - Bom Clima - Cep: 07122-210
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Tiragem: 29.000 exemplares - www.diocesedeguarulhos.org.br
2
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
A Pastoral de Conjunto
e a espiritualidade de comunhão
A
PASTORAL DE CONJUNTO ou
PASTORAL ORGÂNICA é fruto de um
longo caminho, de modo especial, iniciado com a realização do Concílio Vaticano
II. Portanto, não se trata de uma Pastoral
específica ou nova a ser implantada na
Igreja, mas de uma nova mentalidade, de
um espírito novo, que norteie as dioceses, e com isto o esforço de aglutinação
e articulação de metas e princípios na
ação evangelizadora.
Uma das preocupações da Pastoral de Conjunto é a promoção da unidade na Igreja, estabelecendo o alicerce da
estrutura pastoral, fundamentada numa
espiritualidade de comunhão. Evidentemente que esta proposta de unidade não
deve anular a criatividade nem extinguir a
ação do Espírito Santo.
A Pastoral de Conjunto não
tem como objetivo a padronização das
pastorais, tão pouco a desfiguração da
variedade de dons, carismas e serviços
presentes nas comunidades. É preciso
que cada grupo ou movimento eclesial,
com sua espiritualidade e objetivos específicos, coloque-se em sintonia com
as metas que a Igreja com um todo deseja alcançar.
Revendo a história, constatamos que o primeiro “Plano de Pastoral
de Conjunto” (1966-1970), elaborado
pela CNBB - Confederação dos Bispos no Brasil - propunha seis “linhas de
trabalho”, chamadas de “dimensões”:
Dimensão Comunitária e Participativa;
Dimensão Missionária; Dimensão Bíblico-Catequética; Dimensão Litúrgica;
Dimensão Ecumênica do Diálogo Religioso; Dimensão Sócio-Transformadora.
Atualmente, usamos o termo “urgências”
da Evangelização, que amplamente exploramos neste espaço.
Passado alguns anos, o episcopado latino-americano (Puebla – 1979)
definiu a Pastoral de Conjunto como a
ação global, orgânica e articulada, que a
comunidade eclesial realiza sob a direção
do bispo, destinada a levar a pessoa e
todos os membros, à plena comunhão
de vida com Deus.
Em 2007, a Conferência Geral
do Episcopado Latino-americano e do
Caribe, reforçou a necessidade de uma
Pastoral Orgânica: “A Diocese, presidida
pelo Bispo, é o primeiro espaço da comunhão e da missão. Ele deve estimular e
conduzir uma ação pastoral orgânica renovada e vigorosa, de maneira que a variedade de carismas, ministérios, serviços
e organizações se orientem no mesmo
projeto missionário para comunicar vida
no próprio território...” (n. 169). E ainda:
“O Projeto Pastoral da Diocese, caminho
de pastoral orgânica, deve ser resposta
consciente e eficaz para atender às exigências do mundo de hoje com ‘indicações programáticas concretas, objetivos
e métodos de trabalho, formação e valorização dos agentes e a procura dos meios
necessários que permitam que o anúncio
de Cristo chegue às pessoas, modele as
comunidades, e incida profundamente na
sociedade e na cultura, mediante o testemunho dos valores evangélicos” (n. 371).
Com isto, temos o fortalecimento dos Conselhos de Pastoral como instrumento articulador da evangelização;
onde se estuda e se aplica os Planos
Pastorais das Dioceses; sem interpretações pessoais, subjetivismo e “grupismo”; não há lugar para isolamentos e
espírito de “grupismo”.
Evidentemente que requer avaliação, planejamento, com abertura à iluminação do Espírito Santo, o verdadeiro protagonista da Evangelização, porque um
Plano Pastoral, por mais perfeito que seja,
pode resultar em nada, se o espírito que o
anima não nascer da caridade pastoral de
Cristo, o Bom Pastor, que vai ao encontro da ovelha perdida (Lc 15,1-7), numa
Igreja verdadeiramente missionária e “em
saída”, como nos diz o Papa Francisco.
Concluindo, reiteramos que a
“PASTORAL DE CONJUNTO” ou “PASTORAL ORG NICA”, são nomes que damos ao esforço de todos os batizados,
verdadeiros discípulos missionários do
Senhor (papa, bispos, padres, religiosos/
as, cristãos leigos/leigas, seminaristas),
que colocam em comum seus carismas
e dons; exercendo com dedicação os ministérios que lhes são próprios, a serviço
do anúncio e do testemunho da Boa-Nova do Evangelho, a todos os povos e em
todos os lugares.
Pe. Otacilio F. Lacerda
Coordenador Diocesano de Pastoral
Leigos
Agenda do Bispo
01
09h30 – Codipa e 14h30 – Atendimento Cúria
19h30 – Visita Pastoral – Par. Sta Cruz e N.Sra. Aparecida - Dutra
02
09h30 – Conselho de Presbíteros
19h30 – Visita Pastoral – Paróquia São Vicente de Paulo
03
14h30 – Atendimento Cúria
04
15h45 – Palestra Congresso Eucarístico - Par. S. Coração de Jesus
17h – Missa S. C. de Jesus e 19h – Crisma Par. N. Sra. Bonsucesso
05
08h – Crisma Paróquia. Sagrada Família
18h – Crisma Paróquia S. João Batista – Comunidade São Paulo
06
Encontro com os padres com mais de 10 anos de ordenação
7-9
79ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 em Aparecida
10
10h – Reunião HSM e 15h – Reunião com seminaristas – Lavras
19h30 – Visita Pastoral – Paróquia N. Sra. Guadalupe
11
17h – Missa Paróqui Sto Antonio – Bairro do Limão – São Paulo
12
07h30 – Crisma Paróquia Santa Cruz e N. Sra. do Carmo - Taboão
15h – Ordenação Presbiteral do Diácono Luiz Brito – Tranquilidade
13
09h – Missa Paróquia Santo Antônio – Parque Sto. Antônio
11h – Missa Sem. Propedêutico e 15h – Missa Par Sto Antonio – Vila Augusta
20h – Encontro sobre Leitura Orante – Forania Fátima
14
09h30 – Economato e 14h30 – Atendimento Cúria
20h – Conselho Forâneo de Pastoral - Forania Bonsucesso
15
09h30 – Reunião Geral do Clero e 20h – CFP Forania Fátima
16
07h – Missa e Encontro Seminário Propedêutico
14h30 – Atendimento Cúria e 20h – CFP Forania Imaculada
17
10-13h – Reunião São Paulo e 20h – CFP Forania Aparecida
18
15h – Reunião com a Equipe Diocesana de Catequese – CDP
20h – Presença no pós encontro 3ª. etapa – Tranquilidade
19
09h15 – Missa com. São Paulo – Par. N. Sra. Aparecida – Bela Vista
15h – Crisma Paróquia N. Sra. Aparecida – Cocaia
19h30 – Crisma Paróquia São João Batista
21
09h30 – Conselho deliberativo da Cáritas Diocesana - Cúria
14h30 – Atendimento Cúria
19h30 – Visita Pastoral – Paróquia São Roque
22
09h30 – Atendimento Cúria
14h30 - Reunião Equipe de Formadores – Lavras
19h30 – Visita Pastoral – N. Sra. de Fátima – Vila Fátima
23
09h30 – CDAE
14h30 – Reunião equipe de formadores do diaconato permanente
19h30 – Missa com. São João Batista – Par. Santa Luzia - Alvorada
24
09h30 – Atendimento Cúria
25
19h30 – Crisma Santuário São Judas Tadeu
26
15h – Crisma Paróquia N. Sra. Aparecida – Cocaia
19h – Crisma Paróquia N. Sra. Fátima – Tranquilidade
27-30
Retiro para o Clero de Taubaté - Itaici
e a vida política
P
az a todos !
Perdoem-me se começo esta
coluna fazendo citações. São coisas que
precisam ser recordadas:
1. “Aos leigos compete, por vocação própria, buscar o reino de Deus, ocupando-se das coisas temporais, ordenando-as
segundo Deus. Vivem no mundo, isto é, no
meio de todas e cada uma das atividades e
profissões, e nas circunstâncias ordinárias
da vida familiar e social, as quais como que
tecem a sua existência. Aí os chama Deus
a contribuírem, do interior, à maneira de fermento, para a santificação do mundo, ... a
manifestarem Cristo aos outros...” (Lumen
Gentium, 31, Concílio Vaticano II)
2. “Promova-se cada vez mais a participação social e política dos cristãos leigos
e leigas nos diversos níveis e instituições,
por meio de formação permanente e ações
concretas. Com a crise da democracia representativa, cresce a importância da colaboração da Igreja no fortalecimento da
sociedade civil, na luta contra a corrupção,
bem como no serviço em prol da unidade
e fraternidade dos povos, em especial na
América Latina e Caribe.” (DGAE 20152019, 15 – CNBB)
Poderia ainda recordar outros textos orientadores da Igreja para os irmãos
e irmãs de nossas paróquias e comunidades, que ainda não entendem a missão e
apostolado dos leigos, que inclui também
a participação na política partidária e concorrência a cargos representativos e eletivos no poder público.
Os leigos e as leigas que sentem
o chamado de Deus para atuação na vida
política, o fazem por vocação. Descobrem
este chamado desde a comunidade eclesial, pois aí são alimentados pela Palavra e
pelos Sacramentos. A mensagem do evangelho lhes toca de tal modo o coração que
sentem o desejo de trabalhar, numa forma específica, para uma sociedade onde
estejam presentes os valores do reino de
Deus. Trata-se de uma entrega de amor,
pois num ambiente de disputa de poderes, querem fazer presente o Cristo manso
e humilde de coração, aquele que serve e
não é servido. Além de ser serviço ao bem
comum, é caminho de santidade, quando
se faz por Cristo, com Cristo e em Cristo.
É absurda a atitude de irmãos e irmãs nas comunidades que querem afastar
estes irmãos e irmãs que se apresentam
como pré candidatos, do trabalho pastoral
Voz do
Pastor
que exercem há anos, sob o falso pretexto
que estejam se aproveitando do trabalho
pastoral para propaganda política. Não
estão entendendo a vocação laical e muito
menos o que é ser Igreja no coração do
mundo. Estar presente na catequese, nas
ações da pastoral familiar, encontros de
formação pastoral, participação na liturgia
etc não constituem propaganda eleitoral.
Reitero com veemência o que disse na edição anterior da Folha Diocesana:
Que as celebrações não sejam lugares
de apresentar as propostas políticas dos
candidatos e candidatas. Nem mesmo as
reuniões ordinárias de cada comunidade.
Os párocos, podem sim, abrir espaços
extraordinários para que os candidatos,
católicos de fato, possam nas comunidades apresentar suas propostas (não promessas). Atenção, eu disse os párocos
podem, não os párocos devem.
Os candidatos e candidatas que
se dispuseram a prestar este serviço ao
bem comum, lembrem-se que não são
candidatos da Igreja Católica e nem concorrem às eleições para simplesmente defenderem a Igreja Católica. Estão ali para
buscar o bem comum e defender a vida em
todos os seus âmbitos. São irmãos e irmãs
católicos, sim, que na campanha eleitoral e
futuro cargo que irão assumir, são chamados a viver na sociedade a missão de ser
Igreja. A vivência do Evangelho no mundo
da política será o grande distintivo.
Peço aos irmãos e irmãs das comunidades que não discriminem os candidatos das nossas comunidades. Olhem
para eles como irmãos que estão se dispondo a uma missão. E, a menos que seja
pedido do próprio candidato(a), não sejam
afastados(as) de seus trabalhos pastorais.
Eles e elas não podem ser privados da
participação da vida da comunidade, simplesmente porque se dispuseram a ser um
testemunho cristão no mundo da política.
Que toda comunidade reze por seus irmãos
e irmãs que se dispuseram a esta missão,
para que sejam perseverantes na fé.
Podemos divergir na opção pelas propostas políticas dos partidos. No
entanto, o que realiza a nossa unidade e
comunhão é a nossa fé em Jesus Cristo.
Lembrem-se disso os irmãos e irmãs que
estão com a fofoca e maledicência espalhando o verme da desunião em nossas
paróquias e comunidades.
+Edmilson Amador Caetano, O.Cist.
Bispo Diocesano
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
3
Vida Presbiteral
Vocação
Agradeço a Deus
por ser Sacerdote
A Alegria do Ministério
V
ivemos um tempo feliz em
nossa Diocese, estamos acolhendo em nosso meio três
novos diáconos e um presbítero. Os diáconos Rodrigo
Lovatel, Renan Araujo e Fábio
Herculano terminaram os estudos filosóficos e teológicos,
estão vivendo o ano pastoral e
se preparam para exercer plenamente o serviço ao Senhor,
servindo a nossa Diocese e o
seu povo. Luiz Brito já vive seu
ministério diaconal e agora dá
um passo a mais e como padre
poderá servir mais profunda e
eficazmente a nossa amada
Igreja de Guarulhos.
Estas ordenações nos
permitem refletir sobre a ALEGRIA do MINISTÉRIO. Que
nosso Senhor, Sacerdote por
excelência, conceda-nos esta
graça, para sermos servos verdadeiramente.
Que os exemplos dos
grandes e santos sacerdotes
possam nos iluminar. Santo
Cura d’Ars, modelo do ministério sacerdotal em nossos dias,
nos guie para compreender de
novo a grandeza e a beleza do
ministério sacerdotal.
O sacerdote não é
simplesmente alguém que detém um ofício, como aqueles
de que toda a sociedade necessita, para que possam se
cumprir nela certas funções.
Ao contrário, o sacerdote faz o
que nenhum ser humano pode
fazer por si mesmo: pronunciar
em nome de Cristo a palavra de
absolvição de nossos pecados,
transformando assim, a partir de
Deus, a situação de nossa vida.
Pronuncia sobre as oferendas
do pão e do vinho as palavras
de ação de graças de Cristo,
que são palavras de transubstanciação, palavras que tornam presente a Ele mesmo, o
Ressuscitado, seu Corpo e seu
sangue, transformando assim
4
os elementos do mundo; são
palavras que abrem o mundo a
Deus e o unem a Ele. Portanto,
o sacerdócio não é um simples
“ofício”, mas sim um sacramento: “Deus se vale de um homem
com suas limitações para estar,
através dele, presente entre os
homens e atuar em seu favor.
Esta audácia de Deus, que se
abandona nas mãos dos seres
humanos; que, embora conhecendo nossas debilidades, considera aos homens capazes de
atuar e apresentar-se em seu
lugar é realmente a maior grandeza e alegria que se oculta na
palavra sacerdócio.”
(Homilia de Bento XVI no encerramento
do Ano Sacerdotal)
Queremos assim, ensinar aos jovens que esta vocação, esta comunhão de serviço
por Deus e com Deus, existe;
e mais ainda, que Deus está
esperando nosso “sim”. Junto
com a nossa Diocese, queremos destacar que temos que
pedir a Deus a vocação. Com
alegria peçamos trabalhadores
para a messe do Senhor, e que
este pedido seja transformado
em oração e ao mesmo tempo,
um chamado de Deus ao coração dos jovens que possam
serví-lo com vontade, disposição e alegria.
Que o servir contagie o
nosso jovem e o atraia para o
Senhor no ministério sacerdotal. Que saibam perguntar ao
Senhor: que devo fazer para
não arruinar-me, para não desperdiçar minha vida com a falta de sentido? E que um dia
possam afirmar: que sejamos
pessoas vivas por tua fonte, e
sejamos também fonte, que dá
a água viva ao nosso tempo.
Senhor, abençõa as
vocações sacerdotais!
Padre Francisco G. Veloso Jr
Reitor do Seminário Diocesano
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
N
o último dia 15 aconteceu o encontro dos padres com até 10 anos
de sacerdócio com Dom Edmilson.
Um dia de oração, partilha e convivência. A maioria teve a oportunidade
de morar na mesma época no seminário, conviver diariamente; logo, veio
a ordenação e cada um vai para sua
paróquia.
Partilhamos um delicioso café;
como foi bom ver todos novamente
na mesma mesa. Várias histórias foram lembradas, algumas cobranças
por louças não pagas, quem fazia o
pior café, quem se esquecia de buscar o pão, etc. Logo em seguida rezamos juntos, a hora média; como não
se lembrar dos momentos de oração
juntos, atrasos, melodias que ninguém
conseguia acompanhar, equipe de
canto, homilias. A maior lembrança foi
quando Pe. Francisco Veloso decretou
que todos deveriam cantar os Salmos
da liturgia das horas na sua semana.
Muitas risadas surgiram, pois a cada
semana era uma aventura.
Depois fizemos uma dinâmica,
onde cada padre deveria partilhar sua
maior experiência como sacerdote.
Um a um apresentou suas experiências, como era bom ouvi-las, como
era bom ver como cada um crescia
diante dos desafios que foram surgindo. O que mais se repetia, era como
era gratificante ser padre da nossa
diocese, como todos demonstravam
ser apaixonados por suas paróquias.
Como o ser padre era bom, como
amam o ministério sacerdotal.
Algo comum era que todos
estavam cansados, decorrentes de
reformas, campanhas, missões, festas de padroeiros e comunidades,
várias missas no final de semana
devido ao pouco número de padres.
Mas uma coisa era clara, cansados
sim, desanimados jamais.
Nossa vocação de Servos de
Cristo foi renovada a cada testemunho, cada irmão que partilhava sua
vida e Ministério, confirmava que eram
homens de Deus, que realmente esse
era o caminho que deviam seguir e,
testemunhar. Que cada sacramento celebrado eram Instrumentos de
Cristo, que não são Eles que realizam,
mas o próprio Cristo. Que a cada ano
de sacerdócio somos mais agraciados
com a graça Santificante, que a cada
Semana Santa temos a alegria de renovar as promessas sacerdotais, de
morrer com Cristo e Ressuscitar com
Ele no domingo de Páscoa.
Rezemos pelos padres, para
que a Virgem Maria Mãe dos sacerdotes
os protejam como verdadeiros filhos.
Pe. Paulo Leandro
Representante dos Presbíteros
Falando da Vida
Formação
Namoro na Adolescência
Dia da Sobriedade
Até onde os pais podem chegar na questão dos limites?
C
S
ó quem tem filhos adolescentes sabe o
quanto é complicado quando chega a fase
de namoro. Seria muito bom se pudéssemos contar com um manual de instruções
sobre o assunto, mas como não temos, o
melhor é encarar o fato sem apavoramentos.
Percebo pela minha experiência
de consultório que os pais, influenciados
pelo liberalismo apresentado na mídia,
têm medo de assumir uma posição conservadora, pois não querem ser tachados
de quadrados, sobretudo numa sociedade em que o ideal é ser moderno.
Mas a questão é: Será que um
adolescente na faixa dos 13 anos pode namorar? Numa idade em que o corpo e a
mente ainda estão em formação e o jovem
está voltado para si mesmo, as emoções de
qualquer natureza são muito intensas, mas
passageiras. Nesse sentido, um adolescente
não está pronto para lidar com um vínculo
formal regulado por regras e compromissos.
Quando um adolescente diz que
está amando, leia-se: “Eu quero muito essa
pessoa” ou “Eu não vou viver sem ela”. Esse
“amor” não pode ser levado a sério, pois
nessa fase, o egoísmo é natural e faz parte
do desenvolvimento psicológico. O adolescente não quer abrir mão de nada, pois a
sua tolerância à frustração é baixa.
Pais que assumem uma postura
liberal e permitem que o namoro aconteça
numa boa, muitas vezes o fazem por comodidade ou por omissão. Dizer: “Veja lá
o que você vai fazer. Eu confio em você”
é delegar ao jovem uma responsabilidade
para a qual ele não está preparado.
Por outro lado, posições do tipo:
“Você não vai namorar e fim de papo” também não surtem efeito, pois se não houver
uma relação de respeito e obediência por
parte dos filhos, eles vão namorar às escondidas o que seria pior. O canal de comunicação entre pais e filhos tem que ser
mantido a despeito de qualquer conflito.
É importante, porém que os pais
não tenham medo de participarem. Se, ao
longo de anos, uma família construiu valores
morais e religiosos que tanto pai como mãe
prezam e seguem, por que ignora-los quando se trata de orientar os filhos? Nenhum pai
é obrigado a receber em casa namorados e
namoradas que não aprovam.
Outra questão que merece ser entendida é o chamado “ficar” muito comum
entre os adolescentes. Esse termo, aliás,
tenta caracterizar um namorico inocente e
sem compromissos, mas pode significar
algo bem mais sério e comprometedor.
O ideal é que os pais antes de
adotarem uma posição permissiva ou conservadora, conversem com os seus filhos
sobre o que é para eles esse tal “ficar”.
Esse jogo erótico-afetivo que envolve os
vínculos sociais na infância e adolescência
são normais e saudáveis ajudando o adolescente a lidar com os seus sentimentos
e frustrações, base para o namoro futuro.
Mas podem também significar compromisso e gerar sofrimentos.
Os pais podem e devem impor
limites, todavia temos que ter em mente que o processo de educação é muito
mais complexo do que imaginamos e vai
além dos discursos verbais. Portanto, antes de qualquer atitude é preciso que nos
perguntemos: qual o exemplo que estou
dando? Saiba: o nosso exemplo de vida,
as nossas experiências do passado e
do presente ensinam muito mais do que
qualquer frase tirada deste artigo.
Romildo R. Almeida
Psicólogo clínico
19 de Junho
om o objetivo de sensibilizar e mobilizar a sociedade em
relação ao alto índice de consumo abusivo de drogas (lícitas
e ilícitas), com a finalidade de
contribuir com a transformação
dessa triste realidade, foi criada
a SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS, que acontece de 19
a 26 de Junho desde 1999 em
todo Território Brasileiro.
Na Diocese de Guarulhos foi assumido o 1º Domingo desta Semana como sendo
o “DIA DA SOBRIEDADE” –
neste ano será 19 de junho,
um dia em que todas as Paróquias e Comunidades, Agentes de Pastorais, enfim todos
os cristãos são chamados a
participar de um itinerário de fé
para que façam a diferença no
mundo, a serem diferentes pela
sobriedade que leva a pessoa
a um controle de seus apetites,
instintos e vícios. Sobriedade
não significa tão somente não
estar embriagado ou dopado
por alguma substância química ou psicoativa, deste modo
é necessário clarear o conceito
de sobriedade, diferenciando-o
do de abstinência.
Não basta manter distância das drogas e dos vícios,
temos de nos aproximar das
virtudes e do amor.Com a abstinência podemos nos afastar
das drogas, mas é com a sobriedade que nos aproximamos
das virtudes, da vida, do bem,
da felicidade e da santidade.
A abstinência é como
a lagarta e a sobriedade é
como a borboleta. Com a abstinência nos arrastamos, com a
sobriedade voamos e damos
mais cor e vida ao mundo.
Com a abstinência podemos
até parar de prejudicar o corpo.
Com a sobriedade ajudamos a
alma, damos vigor, saúde e felicidade à vida toda da pessoa.
Jesus diz que o grão que não
morre não pode dar a vida. A
abstinência é como o grão que
morre, a sobriedade é como o
grão que brota.
Temos de dizer POR
HOJE NÃO a tudo que é mal,
mas também temos que dizer
POR HOJE SIM a tudo que é
bom. A abstinência é NÃO ao
mal, a sobriedade é SIM ao
bem. Através da abstinência
controlamos nosso instinto,
através da sobriedade podemos nos abster do excedente,
do desperdício, com equilíbrio.
É preciso mais do que
a distância das drogas. É preciso um comportamento menos
egoísta e egocêntrico, menos
autoritário e prepotente, não
soberbo nem arrogante.
Trabalhar para que a
pessoa deixe droga é abstinência. Trabalhar para deixar (causa) o que levou (consequência)
ao uso da droga é sobriedade.
É próprio da natureza
da sobriedade dar ao espírito
do sóbrio um equilíbrio, uma
moderação, uma força de vontade que não o permita exceder em nada, em ter longe de si
aquilo que lhe faz mal, seja no
corpo, seja na alma, com sabedoria! Nesse sentido, o sóbrio se abstém do excedente,
de maneira serena, tranquila .
Que neste dia 19 de
Junho de 2016 façamos a opção pelo binômio abstinência/
sobriedade e vamos buscar
o caminho da perfeição pela
descoberta do verdadeiro sentido da vida e tenhamos sempre como Mestre e Pastor o
Cristo Senhor, e que o Espírito
do Senhor seja a força motriz
nesta luta contra as drogas lícitas e ilícitas, que pelo uso ou
abuso, devoram a liberdade,
felicidade e a santidade de tantos homens, mulheres, jovens
e até criança.
Coordenação Diocesana
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
5
Pastoral da Pessoa Idosa
Aconteceu
N
o dia 10 de abril aconteceu, na Paróquia
Nossa Senhora de Fátima - Vila Fátima, a celebração da Santa Missa em Ação de Graças
10 anos de Missão
pelos 10 anos de missão da Pastoral da
Pessoa Idosa na Diocese de Guarulhos,
e a comemoração do aniversário de 28
anos de sacerdócio do Pe. Tarcísio.
“Dai ao nosso coração Sabedoria” (Sl 90). É com este lema que a pastoral tem a missão de cuidar, de promover
e de valorizar a pessoa idosa. O Papa
Francisco nos diz: “Cuidar é ter respeito
por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos, é guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas
elas e de cada uma, especialmente das
crianças e idosos”. Por isso homenageamos a todos os idosos que visitamos
nestes 10 anos e a todos os líderes da Pastoral
da Pessoa Idosa que cuidam e dedicam com
amor o seu tempo, para irem ao encontro dos
mais necessitados e partilhar com eles, na ora-
Festa de Sta Rita da Cássia
N
a mesma data em que a Igreja
ressalta a centralidade do mistério da
Santíssima Trindade e nos faz perceber
que, do coração da Trindade, brota e
corre sem cessar o grande rio da misericórdia divina, a Paróquia Santa Rita de
Cássia – no Jd. Cumbica, comemorou
as festividades de sua padroeira no dia
22 de maio. Com o lema: “Com a misericórdia de Deus, o seu impossível
é possível”, a cada dia da novena um
padre de nossa diocese presidiu a paraliturgia, momento de oração, escuta
da palavra e Adoração ao Santíssimo
Sacramento.
A comunidade anfitriã recebeu
também a visita de diversas comunidades da Diocese.
6
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
Cleide Rodrigues Vieira
Coordenadora de Liturgia
Margarida F.F. Silva
Dom Edmilson
visita unidades prisionais
Jardim Cumbica
Todos os dias a entrada da
imagem se fez de forma solene, acompanhada pelo balé da comunidade. A
missa da manhã, foi presidida por Dom
Edmilson, que em sua homilia ressaltou
a obediência de Santa Rita de Cássia
a Trindade Santa, sua vida de esposa,
mãe, viúva e religiosa.
As festividades litúrgicas encerraram-se na parte da tarde com a procissão pelas ruas do bairro, seguida da
missa presidida pelo Pároco Pe. Renato
Bernardes Duarte e com a presença do
seminarista Fábio Lima (que já passou
pela paróquia em estágio pastoral) e os
atuais Seminarista Roberto e Ricardo.
ção, alegrias e sofrimentos, levando a esperança de uma vida melhor. Contemplando, assim,
o projeto de Jesus “Eu vim para que tenham
vida e vida em abundância” (Jo 10,10).
Agradecemos ao Pe.Tarcísio que implantou a Pastoral nesta diocese, ao Pe. Antônio Zaffani que nos acompanhou durante
alguns anos e ao Pe.José Ayllson nosso atual
assessor, que nos incentivam a Fé, a multiplicar
o saber e a solidariedade Fraterna.
Contamos hoje com 10 Paróquias ativas, 21 comunidades, 574 idosos atendidos e
153 líderes voluntários. Estamos ainda em fase
de crescimento, mas com Fé e união alcançaremos outras paróquias, atendendo, assim,
mais idosos.
N
o mês de fevereiro, correspondendo ao chamado do Papa Francisco neste ano da misericórdia, nosso
pastor Dom Edmilson Caetano visitou os irmãos encarcerados da Penitenciária Adriano Marrey celebrando
missa na capela de um dos raios junto com a Pastoral Carcerária.
Já no mês de maio, com
Pe. Valdocir, assessor diocesano da
Pastoral Carcerária, dona Rosa, coordenadora diocesana, e Claudemir,
responsável pela ação pastoral no
CDP II, Dom Edmilson esteve junto
à diretoria do Centro de Detenção
Provisória II onde fora recebido gentilmente pelo Dr. Emerson, diretor da
unidade. Teve como objetivo preparar uma melhor aproximação da
pastoral tanto com os funcionários
quanto com os encarcerados, pois é
função desta ser presença de Cristo
e de sua Igreja no mundo dos cárceres, já que exercita este serviço
especificamente em benefício dos
presos e seus familiares, funcionários
e autoridades responsáveis pela organização e manutenção do sistema
penitenciário, para o maior bem de
todos, para implantação de políticas
públicas sociais, assim como para
propiciar a esperança, a conscientização, o diálogo e a reconciliação de
nossa sociedade.
Ana Paula Pereira
Pastoral Carcerária
C
Pastoral da Criança
realiza Assembleia Anual
om o tema “O pobre, o excluído sentar- se a
mesa da fraternidade é nossa responsabilidade” e
ancorados na Campanha da Fraternidade que conclamou a repensarmos sobre o Planeta como uma
Casa Comum, a coordenação diocesana da Pastoral da Criança junto as coordenadoras dos ramos
e capacitadoras desta pastoral, estiveram reunidas
nos dias 13 e 14 de maio refletindo sobre a grande importância de nosso cuidado no dia a dia com
o meio ambiente. Estiveram presentes no encontro
representantes da Secretaria do Meio Ambiente e
Serviços Públicos que através de uma bela exposição sobre os caminhos dos resíduos até o descarte
final orientaram os participantes de maneira lúdica
a perceber com um certo impacto, o quanto nosso planeta está sofrendo pela falta de consciência e
cuidados que devemos ter com nosso planeta.
Através de representantes da Secretaria do
trabalho foi possível conhecer algumas iniciativas
sobre economia solidária. Foram dias de formação,
descontração até com a apresentação de cães da
Polícia Militar.
A Palavra do papa sobre a encíclica Laudato Si (Louvado sejas meu Senhor) foi abordada
com maestria pelo Prof. Daniel, destacando nossa
responsabilidade pela nossa mãe terra. “Deus criou
o céu, a terra e tudo que nela existe. E viu que tudo
era bom” (Gn 1).
Na Assembleia anual há o momento de relatarmos o que fizemos durante o ano que se passou e as 6 áreas, apresentaram as atividades com
criatividade, alegria e esperança , pois a missão é
exigente, mas a caminhada não se faz isolado. Tivemos dança circular, que para quem não conhece
pode achar que é apenas uma brincadeira de criança, mas explica Maria Vilma, que a é uma poderosa prática de bem estar e desenvolvimento pesso-
EDM faz homenagem no
Dia das Mães
N
o dia 07/05, a Escola Diocesana de Música realizou, no Centro Diocesano de Pastoral – Bom
Clima, uma apresentação musical
dos alunos para homenagear as
mães pelo seu dia.
Foi um momento de muita emoção com a participação de
familiares e ex-alunos, que prestigiaram os 200 estudantes da EDM
que se revesaram em apresenta-
ções de músicas que faziam declarações para as mães, como a
famosa “Eu sei que vou te amar”.
A EDM oferce diversos
cursos e proporciona momentos
como esse para que seus alunos possam exercitar e vivenciar
a prática de conjunto e tocar para
um público. Saiba mais sobre a
EDM acessando:
www.escoladiosanademusica.
org.br
Aconteceu
al, para dentro da roda se traz sempre o respeito
a Terra, ao Divino, aos povos e culturas diversas.
A espiritualidade do encontrou merece destaque e
ajudou a confirmar a missão dos agentes da pastoral da criança: defender a vida e como Jesus entrar
nas casas, levando paz, alegria sem jamais deixar
de pedir a graça ao Espírito Santo. O padre Gildarte,
assessor da Pastoral da Criança, presidiu a celebração eucaristica e motivou a viver a missão.
Ligia Fonseca - Pastoral da Criança
5º Encontro Diocesano
de Coroinhas
E
m 15 de maio, no Santuário
São Judas Tadeu, aconteceu o 5°
Encontro da Diocesano de Coroinhas, Acólitos e Cerimoniários.
O evento contou com a presença de vários coroinhas, acólitos
e cerimoniários das Paróquias de
nossa Diocese que, durante a Ce-
lebração Eucarística, presidida pelo
Bispo da Diocese de Guarulhos,
Dom Edmilson Amador Caetano,
renovaram os seus votos de serviço nas atividades litúrgicas de suas
comunidades.
O encontro ainda contou
com dinâmicas, muita música e
oração.
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
7
Aconteceu
Diácono Fábio Herculano
8
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
Ordenação Diaconal
Guarulhos ganha 3 novos diáconos Fábio, Rodrigo e Renan
Diácono Rodrigo Lovatel
Diácono Renan Araújo
Liturgia
Bíblia
Iniciação Cristã
processo de inspiração catecumenal
A
pós a ressurreição de Jesus, era
necessário continuar sua proposta de anúncio do Reino. O evento
de Pentecostes inicia o processo de
evangelização e as primeiras comunidades tomam forma, sustentadas
pelos apóstolos. Nas celebrações das
casas se ouvia a Palavra e se repartia
o pão eucarístico. Os que acolhiam a
fé se conscientizavam da necessidade da ajuda mútua, que se estendia
àqueles mais necessitados. No relato
dos Atos dos Apóstolos afirma-se o
acréscimo de mais pessoas que iam
se ajuntando à comunidade e aceitando a salvação (At 2,47).
Este cenário confirma que a
vida de fé era permeada pela liturgia
e pela escuta da Palavra de Deus.
Este processo, chamado de catecumenato, era uma “porta” por onde os
cristãos iniciantes acompanhavamas
várias etapas de conversão de outros
cristãos. Uma vida cristã implicava
também no acolhimento do Evangelho, acarretando uma conversão, na
profissão de fé, no Batismo, na efusão do Espírito Santo e no acesso à
Comunhão Eucarística.A iniciação no
mergulho dos mistérios era feita de
forma gradual, assim os iniciados se
propunham a fazer esse itinerário. Ao
fim do processo, celebrava-se o coroamento dessa iniciação com a recepção dos respectivos sacramentos.
Iniciar significa “colocar para dentro”,
e tem semelhança com o verbo mergulhar, sinal externo do sacramento
do Batismo, que significa a manifestação pelo mergulho de que a pessoa
foi introduzida no mistério.
Mas esse modelo de iniciação
à vida cristã ao estilo catecumenal, tal
e qual faziam as primeiras comunidades, foi se perdendo com o passar
do tempo. O contexto social e a modernidade levaram as pessoas a não
mais precisarem dele. Agora há uma
necessidade de se retomar a essa
prática.A proposta ritual dos sacramentos de iniciação deve seraplicada na vida de batizados e batizadas.
Passa por aí uma vida de fé autêntica,
madura e oriunda no Evangelho de
Jesus Cristo.
Ocorre que o modelo de catequese atual, focado apenas na dou-
trina e nos sacramentos, tornou-se
ineficaz para isso. A perda dos valores
religiosos e éticos atinge a sociedade
como um todo, manchando suas raízes, gerando escândalos, corrupções,
incertezas e outras mazelas.Então só
podemos concluir que há algo de errado nesse processo. “Ninguém nasce
cristão, nós nos tornamos cristãos”,
dizia Tertuliano, Pai da Igreja Antiga.
Ora, a sociedade atual não tem mais
nada de cristão, o Evangelho ainda
não foi totalmente absorvido pela sociedade. É necessário então pensarmos o que significa ser cristãos hoje.
O fato é que agora, quando
se fala de iniciar cristãos na fé da Igreja, fala-se de uma prioridade, e é para
isso que apontam as reflexões atuais.
O RICA (Ritual de Iniciação Cristã de
Adultos), publicado em 1973,propõe
uma pedagogia própria e específica,
cujo relevo é oferecer a uma pessoa ou
candidato um itinerário, um caminho,
para ele vir a se tornar um discípulo,
ou seja, um processo de iniciação à
vida cristãmarcado por celebrações e
ritos, e que culmina com o recebimento de um sinal sacramental. Por isso,
em vez de curso, pensa num percurso
de vida cristã. Essa é a chave.
As comunidades cristãs encontrarão o jeito certo de adaptar as
suas catequeses a esse novo método, também buscando qualificação.
O RICA repropõe essa dimensão da
catequese litúrgica, culminando com
uma nova identidade cristã. Ele mantém aquele primeiro contato que se
preocupavam as primeiras comunidades cristãs, e quer resgatar isso.
Trata-se de falar de uma re-apropriação do processo iniciático para os
catequistas que lidam com crianças,
jovens e adultos.
A catequese de iniciação batismal é ao mesmo tempo uma catequese de inspiração catecumenal, isto
é, os iniciados percorrem o caminho
pascal, dado o itinerário propostopelo RICA, com seus tempos, etapas e
celebrações. Esse é o fio condutor e
o esqueleto de toda catequese.Contudo, a iniciação não termina nos sacramentos. Para o RICA, a iniciação
continua até o tempo da mistagogia.
Eurivaldo Silva Ferreira
Mestre em Teologia
A Videira na Bíblia
A
visão de uma videira carregada
de frutos sempre me impressionou,
seja pela beleza, seja por sua dinâmica: no inverno, quando a planta
perde suas folhas e é podada, parece ter morrido; depois, como que
ressuscita, explodindo em brotos,
folhas, sarmentos e, finalmente, os
frutos. Na Bíblia, aparece relacionada ao simbolismo do povo de Deus
e do próprio Senhor, a verdadeira
videira.
A vinha é uma cultura mediterrânica. A Palestina é conhecida
como terra de bom vinho, ao menos
desde o ano 3000 antes de Cristo.
Após o dilúvio, a primeira árvore do
novo mundo iniciado por Noé é justamente a videira. Nesse contexto,
a Bíblia se refere pela primeira vez
ao vinho (Gn.9,20-24), atribuindo a
Noé a sua descoberta.
1. A videira, uma planta do Paraíso: Um dos sonhos de Israel, quando estava exilado ou emigrado, era
poder ocupar uma terra onde corria
o vinho e abundavam as uvas nas
vinhas e lagares. A vinha era pois
símbolo de riqueza e de bênção.
Associada à figueira, a videira era
símbolo de paz e de bem-estar.
2. A videira e a vinha, figura da
mulher ideal: A mulher abençoada para o homem bendito é comparada à videira: «Tua esposa será
como videira fecunda, na intimidade do teu lar» (Sl 128,3).
3. A vinha, símbolo de Israel, que
Deus ama: Sendo a vinha um sinal
da bênção de Deus, os profetas viram nisso um ponto de partida para
falar do Povo de Israel como Povo
de Deus: «Vou contar em nome do
meu amigo, o cântico do amor que
ele tinha à sua Vinha»… (cfr Isaías
5,1-7). A história de Israel é apresentada através do que pode acontecer a uma vinha: «Arrancastes
uma videira do Egito, expulsastes
outros povos para a plantar… Por
que derrubastes os seus muros, de
modo que a vindime quem quer que
passe pelo caminho»? (Cfr Sl 79)
O relacionamento de amor
entre Israel (esposa) e Deus (esposo) é descrita nestes termos: «Madruguemos pelos vinhedos, vejamos se as videiras rebentam e se
abrem os seus botões. Ali te darei
as minhas carícias». (Ct 7,13)
O drama religioso de Israel,
que se torna infiel à Aliança, compara-se à videira estéril ou à vinha
arrancada.
4. A Vinha, símbolo da Igreja. A
Videira, símbolo de Cristo: O próprio Jesus para falar do reino de
Deus, também se serve da imagem
da vinha, cuidada pelo Pai, o Agricultor, que envia vinhateiros (profetas) e por último o herdeiro (o Filho),
que virá a ser morto. Noutra parábola, para falar do apelo de todos
na construção do Reino, usa a imagem dos trabalhadores contratados
a diferentes horas do dia, para o
trabalho da vinha.
Até para falar da sua união
com os discípulos e da união dos
discípulos entre si, Jesus diz que é
a «videira» e que nós somos os ramos ( cfr Jo.15,1-8).
5. A Vindima, símbolo do Juízo
final: O livro do Apocalipse usa a
imagem da «vindima», isto é, a colheitra das uvas, para falar do Juízo
final e da responsabilidade de cada
um. A videira e a vinha simbolizam
a seriedade e a responsabilidade
com que deve ser vivida a vida cristã: «O Anjo lançou a foice à Terra,
vindimou a vinha da terra e lançou
as uvas no grande lagar da ira de
Deus». (Ap 14,19)
Padre Antonio Bosco da Silva
(fonte: colhido da internet
sem identificação do autor; adaptado)
Na próxima edição:
O Vinho na Bíblia
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
9
Prestação de Contas
Programe-se
DIA
HOR.
ORGANIZAÇÃO
ATIVIDADE
LOCAL
1
9:30
CODIPA
Coordenação
Cúria Diocesana
2
9:30
CP
Cons. Presbíteros
Cúria Diocesana
Clero
Manhã Oraçao
Sem. Diocesano
RCC
Vigília
Catedral
3-5
ECC 1ª Etapa
Catedral
a definir
4-5
Vicentinos
Retiro
a definir
3
3
22:00
4
15:00
Batismo
Reunião coordenadores
CDP - sala
4
15:00
PASCOM
Reunião
CDP - sala
4
14:30
Dízimo
Reun. núcleo
CDP - sala
Fé e Política
Formação equipe diocesana
a definir
4
Coleta Terra Santa
Coleta CF 2016
CATEDRAL
R$ 3.500,00
N.SRA.FÁTIMA - V.FÁTIMA
R$ 14.062,15
STA.TEREZINHA - CUMBICA
R$ 3.120,00
CATEDRAL
R$ 8.775,00
N.S APARECIDA - COCAIA
R$ 2.848,00
N.SRA.DE BONSUCESSO
R$ 8.180,40
S.JUDAS TADEU - TIBAGY
R$ 1.712,00
N.S APARECIDA - COCAIA
R$ 7.464,50
SANTA LUZIA – MIKAIL
R$ 1.636,20
STA.CRUZ–N.S.AP - DUTRA
R$ 7.130,35
STA.CRUZ N.S.AP - DUTRA
R$ 1.600,15
S.VICENTE DE PAULO
R$ 7.100,00
S.FRANCISCO - GOPOUVA
R$ 1.507,80
STA.CRUZ - TABOÃO
R$ 5.639,55
SANTA LUZIA – ALVORADA
R$ 1.306,00
STA.RITA – J.CUMBICA
R$ 5.225,25
4
13:00
Pastoral Criança
Ass. Anual
Loreto
N.SRA.DE BONSUCESSO
R$ 1.268,05
S.FRANCISCO - GOPOUVA
R$ 5.027,10
4
15:00
Terço dos homens
Reunião Diocesana
CDP
SÃO JOSÉ - J.PAULISTA.
R$ 1.214,30
SÃO JOSÉ - J.PAULISTA.
R$ 4.936,85
5
15:00
Apostolado
Reunião
Catedral
STO.ANTONIO - GOPOUVA
R$ 1.155,95
SANTO ALBERTO MAGNO
R$ 4.482,40
5
9h-13h
CRB
Form. núcleo
Mis. Claretianas
S.FRANCISCO - UIRAPURU
R$ 1.150,00
S.JOÃO BATISTA
R$ 3.796,50
11
15-17h
Sobriedade
Reunião
CDP - sala
STO.ANTONIO - V.AUGUSTA
R$ 1.081,05
STO.ANTONIO - GOPOUVA
R$ 3.710,00
11
15h
CDDV
Reunião
Catedral
S.FRANC. ASSIS - NAÇÕES
R$ 1.050,00
SANTA LUZIA – ALVORADA
R$ 3.673,00
11
14:30
IAM
Reunião Assessores
Catedral
SÃO PEDRO APÓSTOLO
R$ 1.019,00
S.JUDAS TADEU - TIBAGY
R$ 3.517,00
11
14:00
Carcerária
Reunião e Formação
Catedral
SANTA MENA
R$ 1.002,25
STO.ANTONIO - PIMENTAS
R$ 3.400,00
11
14:00
SAV/PV
Reunião
Catedral
11
17:00
Terço dos homens
STO.ANTONIO - PIMENTAS
R$ 1.000,00
STA.TEREZINHA - CUMBICA R$ 3.088,00
14
9:30
Economato
Conselho Administrativo
Cúria Diocesana
STA.CRUZ - TABOÃO
R$ 983,70
N.S FÁTIMA-TRANQUILIDADE R$ 3.077,50
14
20:00
For. Bonsucesso
CFP
Sagrado Coração
S.JOÃO BATISTA
R$ 975,50
SÃO GERALDO
R$ 3.065,45
15
20:00
Forania Fátima
CFP
Alvorada
S.JUDAS – JD.ALICE
R$ 900,45
STO.ANTONIO - PARQUE
R$ 3.055,00
15
9:30
CP
Reunião do Clero
Seminario
NS FÁTIMA -TRANQUILIDADE
R$ 860,90
S.ANTONIO - V.AUGUSTA
R$ 2.914,95
16
20:00
Forania Imaculada
CFP
a definir
NS ROSÁRIO - V.ROSALIA
R$ 850,00
S.FRANCISCO - UIRAPURU
R$ 2.783,00
16
9:00
PPI
Reuniao mensal
Sede Diocesana
N.S FÁTIMA - V.FÁTIMA
R$ 818,85
SANTA LUZIA – MIKAIL
R$ 2.498,25
17
19:30
Cebs
Forania Bonsucesso
Bonsucesso
SANTO ALBERTO MAGNO
R$ 737,60
SAG. CORAÇÃO DE JESUS
R$ 2.313,00
17
20:00
Forania Aparecida
CFP
a definir
NS APARECIDA-BELA VISTA
R$ 720,00
S.FRANC. ASSIS - NAÇÕES
R$ 2.150,00
18
8:30
Vicentinos
Reunião Conselho Central
Cumbica
STO.ANTONIO - PARQUE
R$ 700,00
NS.APARECIDA-BELA VISTA R$ 1.800,00
Pastoral Familiar
Noite da ternura
CDP
NS LOURDES - ITAPEGICA
R$ 654,55
SÃO ROQUE - CECAP
R$ 1.664,00
ECC 3ª Etapa
Turmas 2014-2015-2016
Tranquilidade
STA.RITA -JD. PALMIRA
R$ 600,00
N.SRA.FÁTIMA – ARACILIA
R$ 1.500,00
Fé e Política
Formação por forania
a definir
S.VICENTE DE PAULO
R$ 600,00
SAGRADA FAMILIA
R$ 1.470,00
18
18
19:30
18
Sto. Ant.Pimentas
19
14:30
Saúde
Agentes da pastoral
a definir
SAGRADA FAMILIA
R$ 590,00
NS.ROSÁRIO - V.ROSALIA
R$ 1.395,00
19
8:00
RCC
Formação Básica A e B
CDP
SÃO ROQUE - CECAP
R$ 577,80
SÃO PEDRO APÓSTOLO
R$ 1.348,00
19
19:00
PPI
Missa Dia Contra violencia a pessoa idosa
N.SRA.LORETO
R$ 552,60
S.JUDAS – JD.ALICE
R$ 1.326,00
20
20:00
Pastorais Sociais
Reunião Coordenação
Sede Pastoral
21
9:30
Caritas
Conselho deliberativo
CDP
STA.RITA – J.CUMBICA
R$ 550,75
STA.RITA - PALMIRA
R$ 1.317,00
21
10:00
Pastoral Criança
Reuniao
Sede Pastoral
SANTA ROSA DE LIMA
R$ 500,00
SANTA MENA
R$ 1.281,70
23
9:30
CDAE
Conselho economico
Cúria Diocesana
N.SRA.DE GUADALUPE
R$ 477,00
STO.ANTONIO.M.CLARET
R$ 1.200,00
25
8:30
Catequese
Escola
Foranias
N.SRA.FÁTIMA – ARACILIA
R$ 400,00
N.SRA.LORETO
R$ 1.159,75
25
15:00
Escola Diaconal
Encontros aspirantes ao
diaconato
Esc. Ministérios
STO.ANT.MARIA CLARET
R$ 321,00
N.S.LOURDES - ITAPEGICA
R$ 1.086,00
R$ 291,00
NS.APARECIDA-J.V.GALVÃO R$ 1.000,00
26
8:00
RCC
Encontro cura interior
CDP
N. SRA APARECIDA-J.V.GALVÃO
26
15:00
SAV
Enc. Voc. Masculino
Catedral
SAG. CORAÇÃO DE JESUS
R$ 241,00
26
15:00
PASCOM
For. Bonsucesso
Presidente Dutra
SÃO GERALDO
R$ 196,50
CAPELANIA STELLA MARIS
R$ 143,00
TOTAL
R$ 41.412,95
10
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
AREA PAST. S. CORAÇÃO
R$ 950,00
SANTA ROSA DE LIMA
R$ 779,00
CAPELANIA STELLA MARIS
R$ 720,45
N.SRA.DE GUADALUPE
R$ 532,50
TOTAL
R$ 141.594,60
GRANDIOSA QUERMESSE
DE SÃO PEDRO
Vai Acontecer
Paróquia São Pedro Apóstolo
Rua São José, 137, Vila Galvão
11 12 18 19
Barracas - Deliciosos Comes
e Bebes - Jogos divertidos...
Programação do Tríduo de São Pedro
Dia 26 de Junho - Domingo - Santa Missa às 08:00h e 10:00h
15:30h - Tarde de louvor (Presença de Maria Gabriela).
18:00h - Missa pela Cura
Dia 27 de Junho - Segunda - às 19:30h - Missa pela Cura (Pe. Rodrigo Cardoso).
Dia 28 de Junho - Terça - às 19:30h - Missa pela Cura (Pe. Pedro Paulo).
DIA 29 DE JUNHO - QUARTA - DIA DE SÃO PEDRO
- 15:00h - Santa Missa dos Idosos (com a bênção das chaves).
- 19:30h - Santa Missa do Padroeiro (com a bênção das chaves).
* As bênçãos para sua vida «Deus providenciará»
« O que é ligado na terra, será ligado no céu».
Aniversariantes
Nascimento
01 (1967)
01 (1963)
05 (2010)
09 (1986)
22 (1947)
29 (1960)
Pe. José Wagner
Pe. Francisco Antunes
Pe. Wilson Eduardo S. Rodríguez
Pe. Cássio Fernando
Pe. Megumi Nagayama
Pe. Pedro Paulo
Ordenação
11 (2004) Pe. Edivaldo Medeiros
15 (1987) Pe. Antônio Zafani
ATENÇÃO COLABORADORES:
Enviem suas matérias até o dia 15 de cada mês, contendo
no máximo 30 linhas, com corpo 14. Caso venha com um
número maior de linhas, faremos a redução proporcional
do conteúdo.
Sugestões e críticas: [email protected]
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
11
PASCOM Oficial da
Diocese de Guarulhos
Especial
O
Diretório de Comunicação na Igreja no Brasil nos ajuda a compreender
a Pascom e afirma nos números 247 e
248 que a Pastoral da Comunicação ganha sentido na medida em que colabora
com a ação evangelizadora da Igreja,
pois “a evangelização, anúncio do Reino, é comunicação” ( Puebla, n. 1063 ).
Contudo, não se pode reduzir essa pastoral aos meios de comunicação, pois
ela é um elemento articulador da vida e
das relações comunitárias. Compreendendo a Pascom em sua abrangência,
algumas características se destacam,
tais como: 1) colocar-se a serviço de todas as pastorais;2) promover o diálogo
e a comunhão das diversas pastorais; 3)
capacitar os agentes de todas as pastorais na área da comunicação, especialmente a catequese e a liturgia; 4) favorecer o diálogo entre a igreja e os meios
de comunicação, para dar visibilidade
à sua ação evangelizadora;5) envolver
os profissionais e pesquisadores da comunicação nas reflexões da Igreja; e 6)
desenvolver as áreas da comunicação,
como a imprensa, a publicidade e as
relações públicas, nos locais onde não
existem profissionais especificamente
designados.
Missa Diocesana da Comunicação
22/06 - Paróquia São Francisco - Uirapuru
Coordenação Diocesana
CORREIOS
IMPRESSO ESPECIAL
7220993744 - DR/SPM
MITRA DIOCESANA
12
Folha Diocesana de Guarulhos | Junho de 2016
PASCOM IMPLANTADAS – 23 PARÓQUIAS
Catedral N. Sra da Conceição
Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta
Paróquia Santo Antônio – Parque
Santuário São Judas Tadeu
Paróquia Santo Antônio – Gopoúva
Paróquia N.Sra Aparecida – Cocaia
Paróquia N.Sra de Fátima – Vila Fátima
Paróquia N.Sra Aparecida – Bela Vista
Paróquia Santa Mena
Paróquia São José – Jd Paulista
Paróquia Santa Cruz e N.Sra do Carmo – Taboão
Paróquia São João Batista
Paróquia Santa Luzia – Mikail
Paróquia Santa Rosa de Lima
Santuário N.Sra do Bonsucesso
Paróquia Santo Alberto Magno
Paróquia Santa Cruz e N. Sra Aparecida – Pd. Dutra
Paróquia N. Sra de Guadalupe – Jd Fortaleza
Paróquia Santo Antônio – Pimentas
Paróquia São Franciso de Assis – Uirapuru
Paróquia N.Sra de Fátima – Jd Aracília
Paróquia Santa Luzia – Alvorada
Área Pastoral Sagrada Família – Vila Carmela