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ANAIS DA XI SEMANA BRASILEIRA DO APARELHO DIGESTIVO e número de fragmentos (BxN: 7,4±3,5/ BxP: 6,7±3,5, p=0,3). Dos 22 pacientes com BxN, 12 (54%) foram classificados como Bormann IV. As biópsias foram repetidas em 10 casos, com diagnóstico histológico em 9 (5 deles classificados como anel de sinete). Conclusão: Em nosso serviço, aproximadamente 15% dos pacientes com CGA tiveram biópsias negativas para malignidade na avaliação endoscópica inicial. Este fato pode estar relacionado com o tipo de lesão (Borrmann IV) e o grau de diferenciação tumoral. A reavaliação endoscópica com biópsias auxilia na definição histológica nestes casos. RELEVÂNCIA DA ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA NO DIAGNÓSTICO DA ESOFAGITE DE REFLUXO EM LACTENTES Temário: Endoscopia / Endoscopia digestiva alta Autores / Nome para Referência / Instituição: Rafaela Brito Rocha / Rocha, RB / UFCG; Laissa Wane Cavalcante Rebouças / Rebouças, LWC / UFCG; José Williams Rebouças / Rebouças, JW / UERN; Mateus Dias Américo / Américo, MD / UFCG; Nathaniel dos Santos Sousa / Sousa, NS / UFCG; Helen Melo Oliveira / Oliveira, HM / UFCG; Danielly Hallany de Bessa Cavalcante / Cavalcante, DHB / UFCG; Jéssica de Castro Vidal Sousa / Sousa, JCV / UFCG RESUMO Introdução: A esofagite de refluxo (ER) é associada ao aumento da exposição do esôfago ao ácido. É difícil diagnosticá-la somente por achados clínicos em lactentes, que são incapazes de relatar os clássicos sintomas. O diagnóstico da ER é realizado através da endoscopia digestiva alta (EDA) e do exame histopatológico da mucosa esofágica. Objetivo: Abordar os principais aspectos relacionados à esofagite de refluxo em lactentes, assim como a importância do seu diagnóstico, através do exame de EDA. Casuística e Métodos: Revisão sistemática de literatura, realizada a partir de dados coletados em 27 artigos científicos obtidos nas bases de dados PubMed e BIREME. Foram utilizados os seguintes termos de pesquisa: esofagite de refluxo; endoscopia digestiva alta; lactentes; diagnóstico. Resultados: Os achados endoscópicos estão presentes em 60 a 80% das crianças, sendo a biópsia necessária para a confirmação de esofagite, principalmente nas fases iniciais do processo inflamatório, servindo para graduar sua intensidade. Os resultados da EDA não são fidedignos a ponto de justificar-se o uso isolado desta, sendo fundamental a realização da biópsia para esclarecimento diagnóstico. Conclusão: A endoscopia digestiva alta tornou-se um procedimento essencial para a prática da gastroenterologia pediátrica, ampliando os recursos diagnósticos disponíveis e tornando possível a realização de técnicas terapêuticas na presença de lesões do trato digestivo alto. ESTASE DO TUBO GÁSTRICO PÓSESOFAGECTOMIA SUB TOTAL – TRATAMENTO ENDOSCÓPICO COM DILATAÇÃO HIDROSTÁTICA DO PILORO Temário: Endoscopia / Endoscopia digestiva alta Autores / Nome para Referência / Instituição: Laurici Santos Amaral / Amaral, LS / Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE-SP); Renato Luz Carvalho / Carvalho, RL / Chefe da Clínica Endoscópica HSPE-SP; Luiz Henrique de Souza Fontes / Fontes, LHS / HSPE-SP; Cristiano Coutinho Rudge Barbosa / Barbosa, CCR / HSPE-SP; Vladimir Monteiro Soares de Meireles Filho / Meireles Filho, VMS / HSPE-SP; Eli Kahan Foigel / Foigel, EK / Diretor -médico Endoscopia HSPESP; Daniele Bellini Pereira Teixeira / Teixeira, DBP / HSPE-SP RESUMO Introdução: A estase gástrica após esofagectomia subtotal é uma complicação tardia de baixa prevalência, ocorrendo em aproximadamente apenas 5% dos casos . Dentre as possibilidades terapêuticas incluem-se as medidas clínicas, tratamento endoscópico através da dilatação hidrostática do piloro ou injeção de toxina botulínica e tratamento cirúrgico, através da piloroplastia . Objetivo: Relatar um caso de estase do tubo gástrico, após esofagectomia subtotal trans-hiatal laparoscópica, tratado endoscopicamente com dilatação endoscópica do piloro com balão hidrostático. Casuística: Trata-se de um paciente com megaesôfago chagásico avançado , tratado cirurgicamente através de esofagectomia subtotal sem piloroplastia, que evoluiu com estase do tubo gástrico confirmada pelo exame radiológico contrastado , endoscopia digestiva alta e cintilografia gástrica. Método: Realizada manometria de perfusão do canal pilórico, seguida pela dilatação hidrostática com balão de 30mm por 10cm . Repetida a manometria após o procedimento. Resultado: Houve uma dilatação significativa do canal pilórico com diminuição da pressão, documentada por manometria. Conclusão: Foi evidenciado, neste caso, que a dilatação hidrostática do canal pilórico na estase do tubo gástrico, mostrou-se efetiva . ESTENOSE PILÓRICA RELACIONADA A GASTROENTERITE EOSINOFÍLICA RELATO DE CASO G E D g a s t ro e n t e ro l . e n d o s c . d i g . 2 0 1 2 : 3 1 ( S u p l . 1 ) : 2 8 - 4 7 9 Temário: Endoscopia / Endoscopia digestiva alta Autores / Nome para Referência / Instituição: Leonardo Fayad / Fayad, L / NEGH/DCM/UFSC; Viriato João Leal Cunha / Cunha, V.J.L. / UFSC; Leonardo de Lucca Schiavon / Schiavon, LL / NEGH/DCM/UFSC; Janaína Luz Narciso-Schiavon / NarcisoSchiavon, JL / NEGH/DCM/UFSC; Esther Buzaglo DantasCorrêa / Dantas-Corrêa, EB / NEGH/DCM/UFSC; Daniella Serafin Couto Vieira / Vieira, DSC / UFSC RESUMO Introdução: A gastroenterite eosinofílica é uma entidade rara e de etiologia desconhecida. Caracterizada por infiltrado eosinofílico ao exame histopatológico, o quadro clínico está relacionado à topografia deste infiltrado: mucosa, muscular ou serosa. Métodos: Descrever um caso de estenose pilórica relacionada à gastroenterite eosinofílica em paciente atendido no Serviço de Gastroenterologia do HU/UFSC. Relato de caso: Masculino, 69 anos, história de eructações fétidas, pirose, anorexia e plenitude pós prandial nos últimos 9 meses e perda de 5kg no período. Sem comorbidades ou uso de medicamentos de uso contínuo. História de tabagismo e etilismo. Exame físico inalterado. Bioquímica sérica, hemograma, testes hepáticos e função renal sem anormalidades. EDA evidenciou granularidade de corpo e antro e estenose concêntrica de piloro sem vegetações ou retrações. Histopatologia com aumento de eosinófilos nas camadas mucosa e muscular. TC de abdome evidenciou espessamento parietal da região pilórica com estreitamento do lúmen nesta região. O paciente foi submetido a gastrectomia subtotal e ao exame histopatológico da peça evidenciou-se infiltrado eosinofílico das camadas mucosa e hipertrofia muscular com infiltrado eosinofílico. Conclusões: Identificamos apenas um caso de estenose pilórica relacionado à infiltração transmural por eosinófilos relatado na literatura e acreditamos que esta entidade deve ser lembrada diagnóstico diferencial das estenoses pilóricas de origem benigna. GASTROSTOMIA ENDOSCÓPICA EM PACIENTE COM NEOPLASIA DE CABEÇA E PESCOÇO: COMPARAÇÃO DE DUAS TÉCNICAS Temário: Endoscopia / Endoscopia digestiva alta Autores / Nome para Referência / Instituição: Leonardo Monteiro Vallinoto / Vallinoto, LM / ICESP; Felipe Alves Retes / Retes, FA / ICESP; Fabio Shiguehissa Kawaguti / Kawaguti, FS / ICESP; Bruno Costa Martins / Martins, BC / ICESP; Celia Marques Ferreira / Ferreira, CM / ICESP; Ricardo Sato Uemura / Uemura, RS / ICESP; Fabio Yuji Hondo / Hondo, FY / ICESP; Fauze Maluf Filho / Maluf-Filho, F / ICESP RESUMO ntrodução: A gastrostomia endoscópica (GEP) é hoje o método de escolha para suporte nutricional prolongado em pacientes com neoplasia de cabeça e pescoço (NCP). Objetivos: Comparar a segurança e a taxa de complicação de duas técnicas de gastrostomia em pacientes com NCP. Método: Avaliação retrospectiva de um banco de dados colhido prospectivamente. Resultados: De Dezembro de 2008 a Agosto de 2011, 183 pacientes com NCP foram encaminhados para realização de GEP, sendo este procedimento possível em 180 deles. A técnica de tração (G-T) foi utilizada em 122 pacientes e a de punção com gastropexia (G-P) em 58. Os dois grupos foram semelhantes em relação ao sexo, idade, albumina sérica, índice de Karnofsky e localização do tumor. Houve 14 complicações maiores (10 G-T e 4 G-P), sem diferença estatística entre os dois grupos. Em relação às complicações menores, o grupo G-P apresentou um número maior de casos de sangramento autolimitado (5 G-P e 1 G-T) – p < 0,05. Embora o grupo G-T tenha apresentado um maior número de casos de infecção (11 G-T e 2 G-P), esta diferença não se mostrou significativa. Conclusões: As duas técnicas são seguras e eficazes em pacientes com NCP. A técnica de gastropexia com punção apresenta índices maiores de sangramento, embora, em sua maioria, em pequena quantidade e sem repercussão hemodinâmica. Já a técnica de tração tem maiores taxas de infecção. ACHADOS DIAGNÓSTICOS MAIS FREQUENTES EM PACIENTES ATENDIDOS EM URGÊNCIA ENDOSCÓPICA: ANÁLISE DE UM ANO Temário: Endoscopia / Endoscopia digestiva alta Autores / Nome para Referência / Instituição: Aline Campos de Britto / Britto, AC / HR; Emanuelle Gomes Reis Galvão / Galvão, EGR / HR; Igor Machado Luna / Luna, IM / HR; Júlia Corrêa de Araújo / Araújo, JC / HR; Admar Borges da Costa Junior / Júnior, ABC / HR; Rodrigo de Albuquerque Leitão / Leitão, RA / HR; Kalina Silva de Barros / Barros, KS / HR; Antônio Carlos Coêlho Conrado / Conrado, ACC / HR; RESUMO Introdução: A hemorragia digestiva alta (HDA) é a principal causa de urgência endoscópica, sendo a endoscopia digestiva alta (EDA) o padrão ouro para o diagnóstico e terapêutica. Outras causas de urgências são os corpos estranhos (CE) e as lesões traumáticas. Objetivos: Verificar os achados endoscópicos mais frequentes em pacientes atendidos G E D g a s t ro e n t e ro l . e n d o s c . d i g . 2 0 1 2 : 3 1 ( S u p l . 1 ) : 2 8 - 4 7 9
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