Liste des Pharmaciens Adhérents - CNAM Tunisie Nouveau régime
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VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica ÀREAS DE CONHECIMENTO 1 - CIÊNCIAS DA SAÚDE 7 VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 8 EFEITO DA INGESTÃO DE MIX ENCAPSULADO DE ÓLEOS DE LINHAÇA E GERGELIM E PEPITAS DE GIRASSOL NA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE ESTUDANTES PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA DE NÍVEL LEVE A MODERADO Bolsista: Cinthia Muniz Lima Orientador: Profa. Dra. Taciana Davanço Co-orientador:Prof. Dr. Wanderley Carvalho Curso: Nutrição INTRODUÇÃO: Vários estudos tem mostrado a importância dos ômegas (ω3, ω6 e ω9), os quais são ácidos graxos que necessitam ser ingeridos através da dieta (LISBOA, CASTRO, 2012; TAKAHASHI, 2005). Nos estudos epidemiológicos na área de nutrição, várias metodologias são utilizadas para avaliar o estado nutricional de indivíduos, mas apenas avaliações dietéticas apresentam potencial necessário para identificar deficiências vitamínicas e minerais, como o Registro Alimentar de 3 dias (LOPES et al., 2003; BONOMO, 2000), e o Questionário de Frequência Alimentar (FISBERG et al, 2008; SLATER et al, 2003). A respeito da composição corporal, o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) continua sendo amplamente aplicado (SALES et al, 2013). Neste estudo, os valores de VO2máx foram utilizados para avaliar a condição aeróbica do indivíduo pelo teste de 1200 metros de caminhada (POLLOCK; WILMORE, 1993). OBJETIVO: Verificar o efeito de Mix encapsulado de óleos de linhaça, gergelim e pepitas de girassol na composição corporal de estudantes praticantes de atividade física de nível leve a moderado. MATERIAL E METODO: Foi realizada a ingestão do Mix encapsulado de óleos de linhaça, gergelim e pepitas de girassol duas vezes ao dia. Analisaram-se o Registro Alimentar de 3 dias, o Questionário de Frequência Alimentar, os valores de VO2máx em duas coletas e a avaliação antropométrica em três coletas. Os dados alimentares foram analisados pelo software AVANUTRI e a análise estatística foi realizada utilizando o programa SPSS (STATISTICAL PACKAGE FOR THE SOCIAL SCIENCES). RESULTADOS: Em relação ao Registro Alimentar de 3 dias, os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) apresentaram valores de 54,94 (±12,20), 26,15 (±9,06) e 18,88 (±5,81) respectivamente na primeira coleta e 54,00 (±3,77), 27,38 (±3,45) e 25,28 (±14,20) na segunda coleta, pelo teste t de Student, sem diferença estatística (p>0,005). O mesmo comportamento foi detectado ao se analisar os valores relativos aos micronutrientes. O Questionário de Frequência Alimentar revelou que os grupos de alimentos não apresentaram diferença estatística antes e após a suplementação (p>0,005). Quanto à Composição Corporal, os números foram avaliados pelo Teste de Friedman e apresentaram os valores de peso: 1ª coleta, 71,47 (±18,05); 2ª coleta, 70,90 (±17,32) e 3ª coleta, 63,09 (±9,55). Para o IMC, os valores foram: 1ª coleta, 27,69 (±6,12); 2ª coleta, 27,90 (±6,19) e 3ª coleta, 24,88 (±3,89). O percentual de gordura corporal esteve nos seguintes patamares: 1ª coleta, 31,54 (±7,12); 2ª coleta, 34,57 (±7,34) e 3ª coleta, 37,02 (±6,02). Estes mostraram mudanças na média geral, mas sem alteração estatística (p>0,005). Ao analisar os dados VO2máx [1ª coleta: 2,51 (±0,24) e 2ª coleta: 2,42 (±0,33)], estes apresentaram p>0,005. Os dados avaliados de Frequência Cardíaca apresentaram diferença estatística (p=0,002) entre as coletas (1ª coleta: 97,62 (±14,46) e 2ª coleta: 85,87 (±14,96), evidenciando melhora no condicionamento físico dos sujeitos em questão. CONCLUSÃO: Considerando-se que a suplementação com ácidos graxos ômega ocorreu concomitante à prática de atividade física, não há como dizer que os óleos foram os responsáveis por tais resultados. Deste modo, torna-se visível a necessidade de mais estudos na área e que estes contenham um espaço amostral maior do que o apresentado. PALAVRAS-CHAVE: Ácidos graxos ômega, suplementação, emagrecimento. VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 9 REFERÊNCIAS: 1. BONOMO, E. Como medir a ingestão alimentar. Obesidade e anemia carencial na adolescência: Simpósio. São Paulo - Instituto Danone, 2000. p. 117-125. 2. FISBERG, R.M., COLUCCI, A.C.A., MORIMOTO, J.M., MARCHIONI, D.M.L. Questionário de frequência alimentar para adultos com base em estudo populacional. Rev. Saúde Pública, 2008, 42(3):500-4. 3. LISBOA, W.C., CASTRO, T.G Lipídeos: definições, classificações, funções, metabolismo, fontes alimentares e recomendações. Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública - Departamento de Nutrição. Disponível em <http://www.fsp.usp.br/~marlyac/lipideos.pdf> [s.d.] Acessado em 24 out. 2012. 4. LOPES, A.C.S., CAIFFA, W.T., MINGOTI, S.A., LIMA-COSTA, M.F.F. Ingestão alimentar em estudos epidemiológicos. Rev. Bras. Epidemiol. Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Belo Horizonte, 2003. 5. POLLOCK ML, WILMORE JH. Exercícios na saúde e na doença. 2ª ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1993. 6. SALES, M.M., BROWNE, R.A.V., MORAES, F.J.V.N., ASANO, R.Y., CAMPBELL, C.S.G., SIMÕES, H.G. Índice de Massa Corporal estima percentual de gordura corporal calculado pela espessura de dobras cutâneas em mulheres adultas. Rev. Bras. Ciência e Movimento, 2013; 21(2)5-10. 7. SLATER, B., PHILLIPI, S.T., MARCHIONI, D., FISBERG, R.M.Validação de questionários de frequência alimentar – QFA: considerações metodológicas. Rev. Bras. Epidemiol. Vol 6 nº3, 2003. 8. TAKAHASHI, N.S. Importância dos ácidos graxos essenciais. Instituto da Pesca, 2005. SUPORTE FINANCEIRO: PIBIC/CNPQ Patrocinadora do suplemento: Vital Âtman VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 10 ANÁLISE DO CICLO CIRCADIANO DO CORTISOL, INTENSIDADE DA DOR E ÍNDICE DE ESTRESSE PERCEBIDO, DE PACIENTES COM FIBROMIALGIA SUBMETIDOS A TRATAMENTO COM MASSOTERAPIA Bolsista: Felipe Rodrigues de Oliveira Orientador: Danilo Roberto Xavier de Oliveira Crege Curso: Fisioterapia INTRODUÇÃO: A fibromialgia (FM) é uma síndrome crônica dolorosa de etiologia não determinada, entretanto, estudos recentes apontam como possíveis causa da FM, a predisposição genética, aliada a fatores externos como traumas e infecções, promovendo assim quadros sintomatológicos importantes, que são resultantes de alterações hormonais e no eixo hipotálamo–hipófise–adrenal (SILVA et al., 2011; SMITH; HARRIS, 2011; JUNIOR; GOLDENFUN; SIENA, 2012). O estresse é a resposta biológica do corpo frente a fatores agressores que desestabilizam o equilíbrio do organismo. Estudos mostraram que o estresse está presente em cerca de 30 a 45% dos pacientes fibromiálgicos e alguns estudos indicam que os pacientes com FM teriam uma disfunção nessa regulação, que no longo prazo, causaria a tensão muscular e a exacerbação da dor presente no quadro clínico (SHUSTER et al., 2009; GUYTON & HALL, 2011). Sendo assim, é necessário que sejam realizadas propostas de tratamento, a fim de melhorar a qualidade de vida desses pacientes. OBJETIVO: Analisar o índice de estresse percebido, a intensidade da dor e concentrações salivares de cortisol, de pacientes fibromiálgicos, submetidos a tratamento com massoterapia. MATERIAL E MÉTODO: A pesquisa foi realizada em laboratório no Centro Universitário Padre Anchieta, com aprovação prévia do comitê de Ética e Pesquisa (registro nº. 71854/12). Foram selecionadas 13 pacientes do sexo feminino com idade acima de 18 anos e diagnóstico de Fibromialgia. As pacientes foram submetidas ao tratamento de massoterapia, sendo duas sessões semanais com duração de cinquenta minutos, durante um período de três meses, totalizando 24 sessões. A avaliação do índice de estresse percebido foi realizada com a aplicação do Questionário de Estresse Percebido (QEP), para quantificação da dor o questionário de escolha foi o McGill. Amostras de saliva também foram coletadas para determinação do cortisol salivar. Os questionários foram aplicados antes do início das sessões de tratamento e ao final de cada um dos três meses de tratamento, totalizando quatro avaliações. As coletas de saliva respeitaram a mesma periodicidade. Os resultados estão apresentados em média + SEM. A análise estatística foi realizada com o teste t de Student, considerando as diferenças significativas quando p < 0,05. RESULTADOS: Após a análise dos Questionários de Estresse Percebido (QEP) foi possível observar uma diferença significativa quando comparado o primeiro QEP com os questionários aplicados ao final do primeiro (QEP-2), segundo (QEP-3) e do último mês de tratamento (QEP-4): QEP-1 vs. QEP-2 (0,87 + 0,02 vs. 0,76 + 0,02 p<0,05); QEP-1 vs. QEP3 (0,87 + 0,02 vs. 0,67 + 0,04 p<0,05); QEP-1 vs. QEP-4 (0,87 + 0,02 vs. 0,65 + 0,05 p<0,05). A comparação do QEP-4, também apresentou diferença significativa quando comparado ao QEP-2. QEP2 vs. QEP4 (0,76 + 0,02 vs. 0,65 + 0,05 p<0,05; QEP-2 vs. QEP4 (0,73 vs. 0,63 p<0,05). Os resultados mostraram que as pacientes apresentaram melhora no índice de estresse percebido. Para os resultados questionário McGill (BrMQP), não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas (BrMQP-1: 42,46 + 2,04; BrMQP-2: 40,27 + 1,69; BrMQP-3: 39,36 + 2,97; BrMQP-4: 35,37 + 3,71). CONCLUSÃO: O presente estudo demonstrou que a massagem sueca interfere de forma positiva no índice de estresse percebido, apesar de não verificarmos redução no índice de dor pelo questionário McGill. Além disso, foi possível constatar que a massoterapia pode ser utilizada de forma efetiva no tratamento da fibromialgia, pois atua no alívio da dor, da tensão, da depressão, da sensação VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 11 de peso no corpo, da fadiga, alterações de humor e consequentemente na melhora da qualidade de vida dos indivíduos. PALAVRAS CHAVES: Fibromialgia, Massoterapia, Estresse, Dor, Cortisol REFERÊNCIAS: 1. GUYTON, A.C.; HALL J.E. Tratado de fisiologia médica. 11ª edição, Elsevier, 2011. 2. SILVA, L.C.; OLIVEIRA, D.A.; MARTINS, H.A.; MEDEIROS, F.L.; ARAÚJO, L.C.; SERVA, W.A.; COSTA NETO, J.J.; MEDEIROS, P.L.; SILVA, S.C.; CARVALHO, M.F.; SAMPAIO, M.C.; COUCEIRO, T.C.; AMORIM, J.A.; GATIS, M.C.; VIEIRA, L.P.; PEREICA, C.A.; SILVA-NETO, R.P.; SOUZA, R.P.; ANDRADE-VALENÇA, L.P.; PERES, M.F.; VALENÇA, M.M. Fibromigrânea: uma nova denominação para uma velha doença? Headache Medicine. 2(3):89-95, 2011. 3. SMITH, H.S.; HARRIS, R.; CLAUW, D. Fibromyalgia: An afferent processing disorder leading to a complex pain generalized syndrome. Pain Physician. 14:E217-E245, 2011. 4. JUNIOR MH, GOLDENFUM MA, SIENA CAF. Fibromyalgia: occupational aspects. Rev. Assoc. Med. Bras. 58(3):358-365, 2012. Clinical and 5. SHUSTER, J.; McCORMACK, J.; PILLAI RIDDELL, R.; TOPLAK, M.E. Understand the phychosocial profile of women with fibromyalgia syndrome. Pan Res. Manage. 14(3), 2009. APOIO FINANCEIRO: PIBIC/CNPq VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 12 ESTUDO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DO EXTRATO GLICÓLICO DE ROMÃ Bolsista: Natália Alves Pagliari Orientador: Aparecida Érica Bighetti Ribas Co- orientador: Patrícia Gisela Sampaio Reolon Curso: Farmácia INTRODUÇÃO: Os antioxidantes são substâncias que tem a capacidade de reduzir ou bloquear as reações de oxidação induzidas pelas ações de radicais livres no organismo que favorecem o envelhecimento celular (SCOTTI et al., 2007). O consumo de alimentos ricos em antioxidantes protege o corpo das ações dos radicais livres. As frutas contêm substâncias que possuem esse potencial, sendo os principais antioxidantes a vitamina C, carotenóides e compostos fenólicos onde há estudos para demonstrarem as suas utilizações na tentativa de prevenir e atenuar o envelhecimento celular (KAUR e KAPOOR, 2001). Alguns desses compostos antioxidantes, principalmente os compostos fenólicos, estão presentes no Extrato de Romã (BIANCHI e ANTUNES, 1999; MALACRIDA e MOTTA, 2006). OBJETIVOS: O objetivo desse trabalho foi a determinação da presença de substâncias ativas antioxidantes presentes no Extrato glicólico de Romã, a partir do teste do poder redutor (OLIVEIRA et al., 2011; RIBEIRO, 2006), assim como a comprovação de sua atividade antioxidante, baseando-se no teste de redução do radical DPPH (SOUSA et al., 2007; MAURIUTTI e BRAGAGNOLO, 2007; MORAIS et al., 2013). MATERIAL E METODO: Para a determinação qualitativa de substâncias antioxidantes utilizou-se o Teste do Poder Redutor, que se baseia na redução de íons ferricianeto. E para a determinação quantitativa, utilizou-se o Teste do DPPH, utilizando-se como padrão o ácido gálico, e por meio de análises espectrofotométricas em 517 nm, a atividade antioxidante foi calculada em porcentagem (AA%). Para efeito de comparação de AA% do Extrato de Romã com o padrão ácido gálico, utilizaram-se para ambas as soluções diferentes concentrações expressas em porcentagem em volume (0,045%, 0,04%, 0,035%, 0,03%, 0,025% e 0,02%) Foram calculadas também valores de IC50 (Concentração Inibitória) para o Extrato de Romã e para o padrão de ácido gálico, a partir de medidas espectrofotométricas em 517 nm, após 30 minutos de incubação. RESULTADOS: No Teste do Poder Redutor, os antioxidantes presentes na amostra de Extrato de Romã tem a capacidade de serem agentes redutores do íon ferro (Fe3+ a Fe2+). Essa propriedade da substância antioxidante foi investigada como forma de confirmar sua presença no Extrato da Romã. Notou-se a mudança da coloração da solução de amarelo para verde, sendo comprovada com medidas espectrofotométricas em 700 nm, apresentando alta clareza na descoberta da presença de antioxidante no Extrato de Romã. O Teste de DPPH baseia-se na capacidade de redução do radical DPPH, cuja captura de hidrogênios altera gradualmente sua coloração de violeta para amarelo, o que pode ser quantificado espectrofotometricamente em 517 nm (MORAIS et al., 2013). Os valores obtidos de AA%, e seus desvios padrão, nas diferentes concentrações para a amostra do Extrato de Romã foram respectivamente (96,83 ± 0,08), (96,64 ± 0,08), (95,98 ± 0,30), (95,51 ± 0,16), (95,08 ± 0,16) e (94,70 ± 0,08), e para o padrão foram (98,53 ± 0,22), (98,40 ± 0,60), (97,59 ± 0,71), (95,27 ± 0,36), (94,89 ± 0,65) e (94,61 ± 0,28). O IC50 expressa a concentração de antioxidante necessária para reduzir em 50 % a concentração inicial de DPPH, comprovando realmente a presença de antioxidante no Extrato de Romã. Os valores calculados foram de 0,636 µg/mL para o Extrato de Romã e de 0,257 µg/mL para o padrão. Quanto menor o valor de IC50, maior a atividade antioxidante. CONCLUSÕES: Conclui-se por meio do estudo do poder redutor das substâncias antioxidantes no Extrato de Romã a indicação qualitativa de suas presenças ao verificar visualmente e espectrofotometricamente a mudança de coloração das soluções de amarela para verde, VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 13 caracterizando a mudança de íons ferricianeto, ferro III, para ferrocianeto, ferro II. O Teste da redução do radical DPPH mostra, quantitativamente, a presença de atividade antioxidante no Extrato de Romã, a partir das porcentagens de atividade antioxidante (AA%) em diferentes concentrações do Extrato. Mostrando ainda que quanto maior a concentração de antioxidante no Extrato de Romã, maior será sua atividade antioxidante, pois maior foi o consumo do radical DPPH. Além disso, o valor de IC50 encontrado para o Extrato comprova a efetiva atividade antioxidante dos componentes presentes no Extrato de Romã, justificando seu uso em produtos cosméticos de prevenção ao envelhecimento cutâneo. PALAVRAS CHAVES: Romã, Antioxidante, Poder redutor, DPPH, IC50. REFERÊNCIAS: 1. BIANCHI, M. L. P.; ANTUNES, L. M. G. Radicais livres e os principais antioxidantes da dieta. Revista de Nutrição. v.12, n. 2, p.123-130, 1999. 2. KAUR, C.; KAPOOR, C. H. Os antioxidantes em frutas e legumes - de saúde do milênio. International Journal of Science and Technology, v. 36, n. 7, p. 703-725, 2001. 3. MALACRIDA, C. R.; MOTTA, S. Antocianinas em suco de uva: composição e estabilidade. Boletim do Centro de Pesquisa e Processamento de Alimentos. v. 24, n. 1, p. 59-82, 2006. 4. MARIUTTI, L.R.B.; BRAGAGNOLO, N. Revisão: Antioxidantes Naturais da Família Lamiaceae Aplicação em Produtos Alimentícios. Brazilian Journal of Food Technology, v.10, n.2, p.96-103, 2007. 5. MORAIS, S. M.; LIMA, K. S. B.; SIQUEIRA, S. M. C.; CAVALCANTI, E. S. B.; SOUZA, M. S. T.; MENEZES, J. E. S. A.; TREVIZAN, M. T. S. Correlação entre as atividades antiradical, antiacetilcolinesterase e teor de fenóis totais de extratos de plantas medicinais de farmácias vivas. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 15, n. 4, 2013. 6. OLIVEIRA, D. S.; AQUINO, P. P.; RIBEIRO, S. M. R.; PROENÇA, R. P. C.; PINHEIRO-SANT’ANA, H. M. Vitamina C, carotenóides, fenólicos totais e atividade antioxidante de goiaba, manga e mamão procedentes da Ceasa do Estado de Minas Gerais. Acta Scientiarum Health Sciences. v. 33, n. 1, p. 89-98, 2011. 7. RIBEIRO, S. M. R. Caracterização e avaliação do potencial antioxidante de mangas (Mangifera indica L.) cultivadas no Estado de Minas Gerais. Tese (Doutorado em Bioquímica Agrícola) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, Minas Gerais, 2006. 8. SCOTTI, L.; SCOTTI, M. T.; CARDOSO, C.; PAULETTI, P.; CASTRO-GAMBOA, I.; BOLZANI, V. S.; VELASCO, M. V. R.; MENEZES, C. M. S.; FERREIRA, E. I. Modelagem molecular aplicada ao desenvolvimento de moléculas com atividade antioxidante visando ao uso cosmético. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. v. 43, n. 2, p. 153-166, 2007. 9. SOUSA, C. M. M.; SILVA H. R.; VIEIRA-JUNIOR, G. M.; AYRES, M. C. C.; COSTA, C. L. S.; ARAÚJO, D. S.; CAVALCANTE, L. C. D.; BARROS, E. D. S.; ARAÚJO, P. VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 14 B. M.; BRANDÃO, M. S.; CHAVES, M. H. Fenóis totais e atividade antioxidante de cinco plantas medicinais. Química Nova, v. 30, n. 2, p. 351-355, 2007. SUPORTE FINANCEIRO: BIC VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 15 AVALIAÇÃO DE MÉTODOS ESTÉTICOS DE REDUÇÃO DE GORDURA LOCALIZA EM MULHERES SEDENTÁRIAS Bolsista: Fernanda Oliveira Leite Orientador: Aparecida Érica Bighetti Ribas INTRODUÇÃO: O tecido adiposo é o local mais comum para o acúmulo de gordura, resultando na formação de depressões principalmente na região abdominal, pélvica e membros inferiores (Peneda, 2009). Quando a gordura estocada se torna localizada, apresenta resistência ao emagrecimento (Mello et al, 2012). Procedimentos não invasivos como o ultrassom (US) 3mHz vêm sendo utilizados (Niwa et al, 2010) e para potencializar o tratamento, o uso de um ativo cosmético com função lipolítica associada ou não à massagem modeladora (Beloni, 2010). OBJETIVO(S): Os objetivos do projeto foram avaliar os métodos estéticos de redução de gordura localizada da região infrabdominal e suas associações, além do grau de satisfação das voluntárias com os tratamentos. As comparações foram realizadas entre o uso do ultrassom, da massagem modeladora e de cosmético com ativos lipolíticos, bem como a associação dos três métodos. MATERIAL E METODO: Avaliou-se 30 mulheres na faixa etária de 35 a 45 anos, saudáveis, sedentárias, com confirmação clínica de gordura localizada da região infrabdominal, sendo realizadas 12 sessões, duas vezes por semana, onde as mesmas divididas em três grupos de 10 mulheres: Grupo A (ultrassom com gel base), Grupo B (ultrassom + Massagem modeladora) e o Grupo C (ultrassom + massagem modeladora com ativos lipolíticos). A fim de quantificação foi utilizada a fita métrica e adipômetro (Marins e Giannichi, 2003). Os resultados foram apresentados como registro fotográfico, grau de satisfação das voluntárias e análise estatística das medidas antropométricas, utilizando o teste de Wilcoxon do programa Bioest 5.4, teste T pareado e teste T independente quando necessário. RESULTADOS: No grupo A, apenas com o uso de US não ocorreu diminuição da circunferência abdominal proporcionada pelo tratamento, da primeira para a última sessão (p = 1,182). Para o grupo B, o tratamento do US + massagem modeladora, não proporcionou diminuição estatística significativa na região infrabdominal quando comparada a primeira com a última sessão (p =7.906); Já o uso de US associado à massagem e ativos lipolíticos (grupo C) também não mostrou redução significativa, em centímetros, da região infrabdominal (p = 6,280). Com relação às análises de prega abdominal não houve redução estatística para nenhum dos grupos. A análise estatística não elucidou significância na redução adipométrica da prega suprailíaca, com exceção do Grupo C, onde existiu de maneira concreta uma redução da adiposidade abdominal na região infrabdominal, o que apresentou maior redução em relação aos outros grupos (p=0,0515). Com relação ao grau de satisfação das voluntárias, obteve-se alto índice de satisfação, entre todas as 30 voluntárias. Este nível de satisfação apresenta unanimidade decorrente a alguns fatores como, gratuidade do tratamento, melhora da autoestima e do contorno corporal. É possível observar um aumento gradativo da opção “muito satisfeita”, entre os grupos, iniciando no grupo A com 4 voluntárias, passando para 6 no Grupo B chegando a 7 no grupo C. Os resultados obtidos coma o “grau de satisfação” das voluntárias deixa claro que embora os resultados estatísticos não tenham apresentado significância para a maioria dos testes realizados, uma pequena redução da gordura abdominal já agrada a maioria das voluntárias. CONCLUSÃO(ÕES): O uso de ultrassom associado a massagem modeladora não foi eficaz na redução da gordura localizada. A utilização isolada do ultrassom e a presença ou não de ativos lipolíticos apresentaram redução não tão significativa, tendo todos proporcionando grande satisfação pessoal e melhora da autoestima. VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 16 PALAVRAS CHAVES: gordura localizada, ultrassom, massagem modeladora, ativos lipolíticos. REFERÊNCIAS: 1. Beloni, C. R. R. pela Análise do perfil lipídico sérico em mulheres após terapia por ultrassom de 3 MHz e gel condutor de cafeína a 5%. Dissertação de Mestrado, p2532, 2010 2. Mello, N.R.; Monteiro, F.M.A.C.; Pontes, G.A.R.; Mello, S.M.B. Eletrolipólise por meio da estimulação nervosa elétrica transcutânea (Tens) na região abdominal em pacientes sedentárias e ativas. Fisioter. mov.vol.25 no.1CuritibaJan. /Mar. 2012 3. Niwa, A.B.M; Shono, M.; Mônaco, P.; Prado, G.; Osório, N. Experiência no uso do ultrassom focado no tratamento da gordura localizada em120 pacientes. Surg Cosmet Dermatol, 2(4) :323-5, 2010. 4. Pereda, M.C.V. Avaliação dos efeitos dos óleo extraído dos grãos verdes de Coffea arábica L. e dos fitoesteróis de Brassica campestres L. Na melhora da celulite e da gordura localizada. Tese de Doutorado., 2009, p46-48. SUPORTE FINANCEIRO: PIBIC/CNPq VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 17 ESTUDO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE FORMULAÇÕES COSMÉTICAS DA EMPRESA MEZZO DERMOCOSMÉTICOS Aluna: Cintia Prado de Gusmão Orientadora: Dra. Aparecida Érica Bighetti Ribas Co- orientadora: Ms. Patrícia Gisela Sampaio Reolon Curso Farmácia INTRODUÇÃO: Antioxidantes são substâncias que tem como característica diminuir ou bloquear as reações de oxidação induzidas pelos radicais livres. A pele, por sua área extensa e função protetora do organismo ao meio, fica muito exposta ao ataque radicalar, sendo a defesa antioxidante constantemente requisitada (SCOTTI et al., 2007). Dessa maneira, há uma tendência da indústria cosmética em inovar e desenvolver novas formulações com ativos que retardam o envelhecimento cutâneo (SCOTTI et al., 2007; MARTINI et al., 2011). OBJETIVO: Esse trabalho teve como objetivo a utilização do teste de redução do radical DPPH em amostras de dois diferentes produtos cosméticos acabados para a averiguação de suas atividades antioxidantes, expressas em IC50. MATERIAL E MÉTODO: Para o teste do radical DPPH, usou-se como padrão o ácido gálico. Foram obtidos os espectros de absorbância das diferentes soluções no λmax de 517 nm. A periodicidade das medidas espectrofotométricas foi no tempo inicial e após 30 minutos para realizar o cálculo do IC50. Nos intervalos das medições, as soluções eram mantidas a temperatura ambiente e sob o abrigo de luz. Para a obtenção dos espectros no visível, usaram-se as respectivas diluições como branco, sem adição do DPPH e calculou-se a atividade antioxidante em porcentagem (AA%). Para efeito de comparação de AA % das amostras com o padrão ácido gálico, utilizaram-se soluções dos produtos cosméticos e do padrão com diferentes concentrações, em porcentagem. Com os valores obtidos construiuse um gráfico de AA % versus concentração em µg/mL, e, em seguida, determinou-se, por meio de uma regressão linear, a equação da reta correspondente aos dados obtidos experimentalmente. Para o cálculo do IC50 utilizou-se a equação da reta, substituindo-se o valor de y por 50 para obtenção da concentração da amostra com capacidade de reduzir a 50 % o DPPH. RESULTADOS: O Teste do DPPH baseia-se na redução do radical DPPH, cuja captura de hidrogênio altera gradualmente sua coloração de violeta para amarelo, passando para sua forma estável DPPH-H, o que pode ser quantificado espectrofotometricamente em 517 nm. A sigla IC50 significa concentração inibitória e é uma medida da eficácia de um antioxidante, em função de um processo biológico ou bioquímico. Assim, essa medida indica o quanto de um determinado antioxidante é necessário para inibir o processo de redução do radical DHHP pela metade. Dessa forma, nos indica, possivelmente, a eficiência do antioxidante da amostra cosmética acabada quando requisitado a inibir o processo oxidativo da pele (ARBOS et al., 2010; GARCIA et al., 2011). A partir dos valores calculados de AA % foi possível obter uma equação da reta, para posterior cálculo de IC50, substituindo-se o Y por 50. Assim, as concentrações foram de 0,52 µg/mL para o padrão ácido gálico (quando testado para comparação com o Sérum) e de 1,98 µg/mL para a amostra cosmética Sérum. A concentração de Ácido Gálico foi de 0,51 µg/mL (quando testado para comparação com o cosmético com vitamina C) e 1,02 µg/mL para a amostra cosmética com vitamina C. Ou seja, serão necessárias essas concentrações, em µg/mL, para a redução de 50 % do radical DPPH. CONCLUSÃO: Os resultados encontrados, a partir dos valores de IC50 para os produtos Sérum com Coenzima Q10 e do Fluído Hidratante com vitamina C, comprovaram uma efetiva atividade antioxidante dos ativos presentes nessas amostras cosméticas, justificando suas utilizações VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 18 na prevenção do envelhecimento cutâneo. A amostra com vitamina C mostrou um valor de IC50 menor que da amostra de Sérum com Coenzima Q10, o que indica maior atividade antioxidante. PALAVRAS CHAVES: Antioxidante, DPPH, IC50. REFERÊNCIAS: 1. ARBOS, K. A.; FREITAS, R. J. S.; STERTZ, S. C.; DORNAS, M. F. Atividade antioxidante e teor de fenólicos totais em hortaliças orgânicas e convencionais. Ciência e Tecnologia de Alimentos. v.30, n.2, p. 501-506, abr/jun., 2010. 2. GARCIA, B. H.; KRAUSS, L. A.; SARTOR, C. F. P.; FELIPE, D. F. Estudo da atividade antioxidante dos extratos de própolis e Pereskiaaculeata. Anais Eletrônico VII EPCC – Encontro Internacional de Produção Científica CESUMAR, Maringá, Paraná: CESUMAR, out., 2011. 3. MARTINI, P. C.; MELLO, G. W.; ALMEIDA, C.; MICHELIN, D. C.; ISAAC, V. L. B.; CHIARI, B. G. Avaliação da atividade antioxidante de extratos de laranja (Citrussp) para o desenvolvimento de fitocosmético e o controle de qualidade microbiológico. Cosmetics&Toiletries (Brasil). v. 23, p. 110, mai/jun, 2011. Disponível em: < http://www.cosmeticsonline.com.br >. Acesso em: 09 nov. 2013. 4. SCOTTI, L.; SCOTTI, M. T.; CARDOSO, C.; PAULETTI, P.; CASTRO-GAMBOA, I.; BOLZANI, V. S.; VELASCO, M. V. R.; MENEZES, C. M. S.; FERREIRA, E. I. Modelagem molecular aplicada ao desenvolvimento de moléculas com atividade antioxidante visando ao uso cosmético. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. v. 43, n. 2, p. 153-166, abril/jun., 2007. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbcf/v43n2/01.pdf >. Acesso em: 05 jul. 2013. VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 19 UTILIZAÇÃO DE MATRIZ DE ELASTINA DERIVADA DE CARTILAGEM AURICULAR BOVINA NA REGENERAÇÃO DE DEFEITOS CRANIANOS EM RATOS Bolsista: Ewerton Alexandre Galdeano Orientador: Prof. Dr. Marcelo Rodrigues da Cunha Curso: Fisioterapia INTRODUÇÃO: A engenharia tecidual vêm se destacando nas terapias regenerativas pela fabricação e aperfeiçoamento de novos biodispositivos para estimular uma adequada regeneração óssea em situações clínicas onde há a necessidade de enxertia. É nesta vertente que surge a membrana de elastina derivada da cartilagem auricular com propriedades osteogênicas, capaz de oferecer suporte tridimensional e indutor para a regeneração de lesões ósseas (CUNHA et al., 2011; DAAMEN et al., 2007; TAMPIERI et al., 2011; NASCIMENTO et al., 2012). OBJETIVOS: Analisar qualitativo e quantitativamente o processo de neoformação óssea, durante o reparo de defeitos ósseos criados em ratos e enxertados com matriz de elastina, derivada da cartilagem auricular bovina e mineralizada com fosfato de cálcio. MÉTODOS: A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Experimentação Animal (CEUA) da Unianchieta (Processo 002/2013) e utilizou 15 ratos Wistar (Rattus norvegicus) machos, com 15 semanas de idade e peso médio de 330 gramas. Os animais foram divididos em: G1, grupo controle sem implante; G2, grupo que recebeu a membrana de elastina não mineralizada; G3, recebeu a membrana de elastina mineralizada com fosfato de cálcio. Após anestesia dos animais, foi criada uma falha óssea de 5mm de diâmetro na calota craniana, seguida da implantação da matriz e sutura dos tecidos. Os sacrifícios ocorreram com 8 semanas de pós-cirúrgico (ROJBANI et al., 2011) As amostras foram submetidas às análises macroscópica, radiológica e histológica, utilizando colorações de Tricrômico de Masson e Picrosirius Red, que permitiram a visualização e demarcação do osso receptor e do osso neoformado. Estereologia foi utilizada para quantificar o volume de osso formado na área receptora de acordo com o princípio de DELESSE, com o uso do retículo quadriculado de 100 pontos. Os valores obtidos foram submetidos ao programa estatístico BioEstat, aplicando os testes ANOVA seguido de Tukey, com nível de significância p<0.05. RESULTADOS: Na análise macroscópica notou-se biocompatibilidade do implante, devido a ausência de sinais de processos inflamatórios. A radiologia demonstrou a integridade anatômica do contorno do defeito ósseo e imagem radiolúcida do centro da área cirúrgica. Na histologia, observou-se formação de osso novo nas bordas da lesão óssea em todos os grupos. Em G2 e G3, ocorreu maior proliferação do tecido ósseo imaturo ao longo de toda extensão da área receptora e infiltrando para o interior do implante. Na morfometria da área (%) de osso formado, notou-se os valores 19,25±1,5000; 67,00±8,8318; 41,75±5,3151, para os grupos G1, G2 e G3, respectivamente. A análise estatística revelou diferenças entre os grupos, sendo o maior valor para o G2. CONCLUSÃO: As matrizes de elastina demostraram características osteogênicas importantes para o reparo ósseo. PALAVRAS CHAVE: elastina, cartilagem auricular, regeneração óssea. REFERÊNCIAS: 1. CUNHA, M.R.; GUSHIKEN, V.O.; MARDEGAN, I.J.P.; IATECOLA, A.; PETTIAN, M.; SANTOS JR, A.R. Osteoconductive capacity of hydroxyapatite implanted into the skull of diabetics. The Journal of Craniofacial Surgery. v.22, n. 6, p. 2048-60, abr/jul., 2011. Disponível em: < www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22067859>. Acesso em: 12 junho 2012. VII Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica 20 2. DAAMEN, W.F.; HAFMANS, T.; VEERKAMP, J.H.; VAN KUPPEVELT, T.H. Elastin as a Biomaterial for tissue engineering. Biomaterials. v.28, n. 30, p. 4378-98, 2007. Disponível em: < www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17631957>. Acesso em: 24 fevereiro 2014. 3. NASCIMENTO DL, VULCANI VAS, MARTINS VCA, PLEPIS AMG. Mineralização de matriz derivada de cartilagem auricular. Congresso Latino Americano de Órgãos Artificiais e Biomateriais. v.1, n. 1, p. 1-6, 2012. Disponível em: < www.metallum.com.br/7colaob/resumos /trabalhos_completos/01-163.doc>. Acesso em: 22 agosto 2012. 4. TAMPIERI A, SPRIO S, SANDRI M, VALENTINI F. Mimicking natural biomineralization processes: A new tool for osteochondral scaffold development. Trends in Biotechnology. v.29, n. 10, p. 526-535, out., 2011. Disponível em: < www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21645938> Acesso em: 11 setembro 2012. 5. ROJBANI H, NYAN M, OHYA K, KASUGAI S. Evaluation of the osteoconductivity of α-tricalcium phosphate, β-tricalcium phosphate, and hydroxyapatite combined with or without simvastatin in rat calvarial defect. Journal of Biomedical Materials Research Part A: Applied Biomaterials. v.98, n. 4, p. 488-98, jan/mar., 2011. Disponível em: <www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21681941> Acesso em: 11 setembro 2012. APOIO FINANCEIRO: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP/ Processo 2012/24663-6) na modalidade de Iniciação Científica.
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