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ORIGENS DO PLEXO BRAQUIAL DO IGUANA (Iguana iguana) Rozana Cristina Arantes1, Maria de Jesus Veloso Soares1, Ana Kelen Felipe Lima1, Carolina Luciano Dal Sant2, Lhayza Rhaquel Fernandes Saraiva2, Helane Tavares3 1 Professora do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Tocantins; 2Aluna do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Tocantins; 3Técnica do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Tocantins Universidade Federal do Tocantins - Campus Araguaína - Unidade EMVZ - Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, BR 153, Km 112, Zona Rural, Caixa Postal 132, CEP: 77.804-970; Araguaína – TO [email protected] palavra chave: origem, plexo braquial, Iguana O plexo braquial, nos mamíferos, é constituído pelos ramos ventrais dos três últimos nervos cervicais e os dois primeiros nervos torácicos. Este conjunto de nervos supre o membro torácico dos animais com neurônios motores, responsáveis pelas respostas do arco reflexo (1). O iguana (Iguana iguana) é o segundo maior lagarto brasileiro, podendo medir até 110 centímetros, possui um extenso habitat, do México até o Brasil Central. É conhecido como camaleão, em algumas regiões (2). O objetivo do trabalho foi descrever a origem do plexo braquial nesta espécie, tendo em vista a falta de dados anatômicos em relação ao plexo braquial do iguana. O Laboratório de Anatomia da Universidade Federal do Tocantins, Campus de Araguaína, recebeu a doação de 10 iguanas, mortos e congelados, provenientes da Companhia Independente de Policiamento Rodoviário e Ambiental (CIPRA). Realizou-se duas incisões: uma na linha mediana dorsal lateralmente a crista de espinhos, desde a região caudal da cabeça até a inserção da cauda e outra perpendicular a esta, da linha mediana dorsal até a região do antebraço, nos dois antímeros. A pele foi dissecada retirando-se a fáscia muscular e os músculos de toda a região epaxial. O membro torácico foi desconectado do esqueleto axial. Ocorrendo a exposição das vértebras cervicais e torácicas e das costelas, foi retirado as seis primeiras costelas, para a visualização da origem dos nervos que compõem o plexo braquial. Observou-se após a dissecação que os nervos do plexo braquial do iguana tem sua origem nos ramos ventrais dos nervos espinhais, emergem através dos forames intervertebrais das últimas vértebras cervicais e primeira torácica (C5-T1). Os nervos eram constituídos por três ramos grossos, nos dois antímeros, em 100% dos casos, de C6 a C8. Entretanto. no antímero esquerdo, observou-se que em 20% dos casos, ocorria a contribuição de filetes nervosos de C5 e T1. Estes são os primeiros registros a respeito da origem destes nervos. As iguanídeas possuem oito vértebras cervicais e as quatro últimas vértebras apresentam costelas (3, 4). Entretanto, são necessários mais estudos para a elucidação das ramificações dos nervos do plexo braquial e sua comparação como os outros répteis. Referências: 1. Dellman, H.-D.; McClure, R. C., (1986) Sistema Nervoso do Equino. Em: Getty, R., Anatomia dos Animais Domésticos. Editora Guanabara, edição 5, Rio de Janeiro, pp. 592-656. 2. Wieloch, D. R.; Veado, B. V.; Furtado, D. B., (1997) Cadernos da Fundação Zoo-Botânica I – Animais de Zoológico. Editora Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, Belo Horizonte, pp. 27-30. 3. Krause, L., (1978) Osteologia pós-craniana de Tupinambis teguixin (L., 1758) sensu Boulenger, 1885. Parte I: Esqueleto axial (vértebras e costelas) (Lacertilia, Scincomorpha, Teiidae), Revista Brasileira de Biologia, vol. 38, (2), 481-499. 4.Veronese, F. B.; Krause, L., (1997) Esqueleto pré-sacral e sacral dos lagartos teiídeos (Squamata, Teiidae), Revista Brasileira de Zoologia, vol. 14 (1), 15-34.