Ovillois n°119 - Ville de Houilles

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Ovillois n°119 - Ville de Houilles
SERIE TERRA E AGUA
DO
INSTITUTO
NACIONAL
DE
INVESTIGApAO
AGRONOMICA
COMUNICACAO
O Potencial Agrïcola da Area do Projecto
400.000 ha na Provincia de Cabo Delgado
(Parte Sul)
Anexos
Por: J. A. JEschweiler
Baseado no trabalho do A.J.Brom, F.van der Wal, L.Ekman, J.C.De Grandi
e outros tecnicos do Departemento Terra e Agua do INIA
1986
Maputo, Mocambique
No.48
SERIE TERRA E AGUA
DO
INSTITUTO
NACIONAL
DE
INVESTIGACAO
AGRONOMICA
COMUNICACAO
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O Potencial Agrfcola da Area do Projecto
400.000 ha na Provmcia de Cabo Delgado
(Parte Sul)
Anexos
Por: J. A. Eschweiler
Baseado no trabalho do A.J.Brom, F.van der Wal, L.Ekman, J.C.De Grandi
e outros tecnicos do Departemento Terra e Agua do INIA
1986
Maputo, Mocambique
3>0
No.48
X
Pag.
INDICE
ANEXO A:
ASPECTOS DA VEGETAC&O
Al:
ANEXO B:
B2:
B3:
B4:
B5
B6
B7
de plantas encontradas
na
area
de
DescricSo geral e caracteristicas morfológicas e quimicas
dos tipos de solos distinguidos
A ocorrência das unidades de mapeamento - uma inventarizacSo
dos tipos de solos presentes em cada qual e urn resumo das
caracteristicas pedológicas
Problemas taxonómicos dos solos
Comentèrios sobre algumas caracteristicas dos solos e sobre
uioas complicacSes analiticas
Mètodos analiticos
Verbete para a descricefo de sondagem
Verbete para a descricSo de perfis
15
69
122
123
125
126
127
ASPECTOS ECONÖMICOS E SOCIAIS
Cl
C2
C3
C4
C5
C6
C7
C8:
C9:
CIO:
Cll:
C12:
C13:
C14:
C15:
ANEXO D:
espêcies
ASPECTOS PEDOLÖGICOS
BI:
ANEXO C:
Notas sobre
levantamento
Breves antecedentes históricos da regiSo
Crèdito agrlcola
Prèticas agricolas no sector familiar
Investiga$a"o agronomica
Projectos agricolas dentro da èrea de estudo
SituacSo nutricional
Precos de venda de utensllios agricolas ao püblico e ao
armazenista praticados pela A6RIC0H en 1985
Tamanho e distribuicSo das machambas do sector familiar
DistribuicSo dos tipos de consociacSes
Efectivos de anioais doniésticos e de criadores faniiliares
por distritos e respectivas regioes agro-ecológicas
Efectivos de animais doniésticos no sector estatal
Dados denogrèficos
Mapa de ocupacSo territorial da regiSo do projécto dos
400.000 ha
DistribuicÜo da populacSo (1980)
Diagraoa de organizacKo administrativa
129
131
133
138
157
159
162
163
164
165
166
167
171
173
174
ASPECTOS DA AVALIAQSO DA TERRA
Dl
D2
D3
D4:
Exigências das culturas consideradas
0 modelo SLEHSA
Sumério da avaliacao das qualidades de terra, da producSo
agro-climêtica potencial e da aptidSo ecológica da terra
para doze culturas a dois niveis das entradas de factores de
producSo por unidade de terra e posicSo fisiogrèfica especlfica
Verbete para a avaliacSo dos dados da terra para culturas-de
sequeiro
'
ï
177
189
194
220
1
ANEXO A:
Al:
ASPECTOS DA VEGETAQ80
NOTAS SOBRE ESPÈCIES DE PLANTAS ENCONTRADAS NA AREA DO LEVANTAMENTO
A seguir apresenta-se uma lista de alguoias espècies de plantas registadas na èrea de estudo, coro notas rel ativas è sua distribuica"o e ecologia.
Esta lista aparece dividida era duas:
èrvores e arbustos, gramineas e
ervas. Sao indicados os nonies locais em Macua e Haconde e notas adicionais
de Coates-Palgrave (1977) e outras re ferências oiencionadas no capltulo 2.5
(noroes menos usadas entre parêntesis).
F
ARVORES E ARBUSTOS
Acacia
gerrardii
NTUKO
Pequena èrvore de casca escura, com ramos ascendentes, espinhos
erectos e peluda quando jovem.
Os rebentos velhos descaniaiD-se,
expondo a casca avermelhada imediataraente abaixo. Tem vagens ligeiramente curvas e ocorre com outras Acacias e, particularmente, CombretuiB hereroense,
usualraente junto a linhas de drenagem.
E muitas
vezes co-dominante com Coabretum fragrans era 'dambos' argilosos pretos.
Acacia
goetiii
KWEKWELE
Pequena èrvore de copa bastante aberta e fusiforme;
sem espinhos
fortemente aduncos e foliolos grandes. De ocorrência observada,
especialmente, em êreas de solos coluviais e pouco profundos, mas
tambèm em depressoes com argila de coloracSo clara. Huitas vezes com
'Brachystegia
boehwii
Themeda
triandra.
Acacia
macrothyrsa
e Terminalia
stenostachya
ou Andro'pogon gayans e
NANLAPA
Pequena èrvore ou arbusto, com folhas pendentes pinuladas;
poucos
espinhos encurvados.- De ocorrência observada em depressoes, em solos
iraperfeitamente drenados, com Combretuw fragrans mas muito iocaüzado. Observada apenas na érea de Balama-Namuno.
Acacia
Acacia
nigrescens
NAMUNO, NUNKWEKWELE
Arvore com tronco nodoso (com protuberancia), espinhos aduncos e
foliolos grandes.
Possivelmente, apenas em solos mais ricos em
cèlcio e com boa drenagem. Nao comum.
nilotica
.
NUNYE
Pequena èrvore, difusa, de caule escuro, com espinhos erectos longos,
foliolos pequenos e vagens escuras constringidas entre as sementes.
De ocorrência localizada, em solos mais fèrteis e bem drenados,
muitas vezes com A. goetzii. Usualmente associada com pastoreio.
Acacia polyacantha
N'ROKA, MUNGA (Maconde)
Arvore difusa, de casca esbranquicada, espinhos aduncos. Comum nos
solos mais pesados e mais fèrteis onde usualmente constitui um indicativo de èreas antigamente cultivadas. Particularmente, caracterlstica de solos bons para a cultura do algodao e tambèm frequente ao
longo das margens dos rios incisos e das bermas das estradas.
Acacia
robusta
NTUKO
Arvore com uma folhagem verde escura que parece 'Vestir' os ramos
ascendentes. Geralmente ao longo das linhas de drenagem das argilas
mais escuras, mas nao comum ou disseminada.
Acacia
senegal
Arvore esguia, com espinhos aduncos em grupos de tres. localizado em
matagais ('thickets') de bambd, em solos argilosos vermelhos.
Acacia
sieberana
NTONKORIA
Arvore n3o difusa, de casca amarelada que se desfaz era escamas,
espinhos brancos e erectos," vagens grossas e lenhosas.
Localizada
nas linhas de drenagem, em solos argilosos, com 4. gerrardii
e Combretua fragrans.
Encontrada apenas na èrea de N'ropa.
3
Adansonia digitata
BAOBAB (English)
Arvore grande e volumosa amplamente disseminada mas na"o comuni, usualmente eni solos mais fèrteis com bom acesso aègua do lencol freètico.
Afzelia quanzensis
CHAMFUTA(geral), MOKO
Grande arvore, difusa, cooi vagens lenhosas grandes, sementes com
'arils' vermeihos e brilhantes.
Localizada nos sopès de montanhas,
associada.com afloramentos rochosas.
Albui
aiïiara
NAMAHAVE, NYACALE
Arvore alta, sem espinhos, com folhas finamente pinuladas,
muitas
vezes associada com Markhaaia acuainata e caracteristicamente en
termiteiras velhas.
Albizia
harvêyii
.......u^.r'.i; :JI,J, , ;,.•
JIALA.KAKA
,-,'..„,.,,.
Arvore sem espinhos, com foliolos ligeiramente curvos. Comum e
'geralmente associada com termiteiras.
Na"o, observada em solos arenosos.
Albizia
versicolor
MPEVERU
Arvore de folhas bipinuladas. Associada com Acacia
polyacantha,
Piliostigaa,
Lonchocarpus capassa e Stereospermum em solos mais fèrteis. Muitas vezes em èreas sob perlodo de pousio.
AnacardiuiD occidentale
CAJU (geral)
Grande.arvore, difusa, introduzida. Araplamente disseminada e comum,
especialmente junto a povoaQÖes.
Muitas vezes com Hangifera
e a
maior parte das vezes nos solos mais arenosos;
n2o observada em
solos argilosos vermelhos nem em 'dambos'.
Annona senegalensis
NREPE
Arbusto ou pequena èrvore, com folhas claramente nervadas e de inserc3o alternada. Os frutos sao comestlveis. Comum em mui tos solos, en
èreas perturbadas e em èreas sob perlodo de pousio.
Antidesma venosum
ISOISO, NVESOVESO
Arbusto.
Comum em èreas perturbadas e em èreas sob perlodo de pousio, nos solos mais arenosos.
Azanza, garekeana
NROHWO
Arvore com folhas simples dobradas em 3 ou 4 seccöes, com frutos
comestlveis.
Aparentemente em èreas perturbadas, em solos mais fèrteis com Acacia polyacantha e Piliostigma.
Baphia massaiensis
NIKINIKI
Arbusto ou pequena èrvore, de folhas com peciolo grosso.
Observado
em èreas perturbadas, com Cassia petersiana.
Muitas vezes encontrada
com
Julfiernardia.
Bauhenia petersiana
MPARI, MPADI(Maconde)
Arbusto de folhas em asa de borboleta com vagens lenhosas grandes.
Associada a periodos de pousio e perturbacSo, na maior parte das
vezes em solos vermelhos na"o muito arenosos.
Boscia angustifolia/B.
salicifolia
EYETO
Pu Pequena èrvore, madeira dura e caule torcido. Folhas seapre verde
escuras e reunidas em grupos (em 'feixes').
Apenas observada em
termiteiras, em solos de coloracao pèlida.
4
Brachystegia
allenii
.
TAKATA,(NKOYI)
Arvore de folloios verde-amarelados e com urn rèquis que apresenta uma
pequena ranhura. Possui auricolas grandes e persistentes e estüpulas
longas na base da folha.
Particularmente associada com
Terminalia
sericea e Loudetia simplex.
Muitas vezes dominante em bosques ('woodlands') de miombo, em èreias de coloracao pèlida ou a volta de
clareiras de argila de coloracao pèlida era depressoes com urn lencol
freètico pouco profundo e concregoes laterlticas.
Regenera bem depois de um corte. A casca è utilizada para fazer cordas.
Brachystegia
boehiaii
MUFUTI(geral), MOPU
Arbusto ou èrvore. As folhas parecem mais plumosas que nas espècies
de Brachystegias
nesta èrea. Amplamente disseminada(o) e comuoi,
usualmente
com Dichrostachys,
Coiobretum molle
e Lonchocarpus
bussei
•indica ocorrência de concrecöes laterlticas e drenagem imperfeita,
muitas vezes em declives. Casca utilizada para fazer cordas.
Brachystegia
bussei
K0K0R0
As vezes muito localizada, mas usualmente dominante onde ocorre.
muitas vezes dominante em bosques ('woodlands') nos declives mais
abaixo das montanhas, mas tambèm encontrada em èreas de pousio.
Brachystegia manga
RUPACOLI (MTUPURI,MPAPA)
Arvore, de folha cujo rèquis nao possul ranhura, com 2-3 nervuras
dispos'tas em forma de leque nas bases dos folloios. Muito localizada,
formando bosques ('woodlands') em algumas montanhas e pedimentos na
èrea de Chipembe, mas por outro lado parece ser confusa na identificaclo. i possivel que os nomes locais cubram ambas a B. Manga e a B.
spiciformis sem separacSo.
Brachystegia
spiciformis
MSASA(geral),MTUPURI (RUPACOLI)
Arvore com folloios cintilantes. Folhas cujos rèquis se apresenta
largamente ranhurado com botoes (gomos) axilares grandes. Amplamante
disseminada mas raramente dominante. Associada com Erythrophleum
e
Hyetenocardia, geralménte em solos fèrteis e bem drenados.
Brachystegia
utilis
QUETEHE
Arvore com folloios ligeiramente peludos. muito localizada em solos
fèrteis, geralmente com outras espècies de Brachystegia.
Casca utilizada em cordoaria.
Brackenridgea
zanguebarica
NLUKAMA
Pequeno arbusto, de folhas serradas lustrosas. Amplamente disseminado, mas nao è abundante. Espècies tipicas em èreas arenosas sob
periodo de pousio.
Bridelia cathartica
NAPALAPALA
Arbusto com folhas lustrosas e de margens enroladas para a pègina
inferior, com rebentos que parecem nodosos devido a botöes velhos.
Comum em èreas de solos arenosos sob periodo de pousio, com
Julbernardia,
Burkea
africana
Burkea
e Flacourtia.
Os frutos sSo comestlveis.
NKARARA
Arvore com folhas bipinuladas;
com pelos castanho-avermelhados
caracterlsticos nos botSes (gomos) apicais. Comum e amplamente disseminada, com Julbernardia
em èreas de solos arenosos'sob periodo de
pousio.
5
Byrsocarpus
orientalis
IMJUMJUMJU
TULOTULO
Arbusto com rebentos com muitas folhas pequenas, parecendo assim,
pinulados. Comum em êreas de solos arenosos sob periodo de pousio.
Cassia
petersiana
REPEREPE
Arbusto associado com Baphia massaiensis
arenosos sob periodo de pousio.
CombretUB) collinuBt
em êreas
dos solos
mais
NKUPATURA
Arvore com folhas grandes de periodos longos, insercao sub-oposta e
que se assemelham a couro. Tipicamente encontrada em matagais ('thickets') de bambiï e tambèm em solos argilosos.
CoabretUB fragrans
ENAMA, NAMA
•Pequena ou grande êrvore com folhas grandes dispostas em grupos de
tres.
Associada com matas tufosas ('clumps') de bambu.
Amplamente
disseminada, mas muito comum em solos lateriticos pouco profundos,
nas orlas das zonas de drenagem. Vulgarmente usada para lenha.
CombretUB hereroense
RUPANARI
Arbusto ou pequena êrvore, com folhas bastante peludas. Trata-se da
espècie de ContbretoiB com as mais pequenas folhas.
Associado com
Acacia gerrardii
ê volta de 'dambos' argilosos;
frequente em termiteiras.
CombretUBi isolle
CHINCHIRI
Arbusto ou pequena êrvore.
Associado com Dichrostachys
e Lonchocarpus bussei.
Na"o em solos arenosos; ocasionalmente em termiteiras.
Co/Bbretuw psidioides
RUTCHAPOME, NRULE
Arbusto ou pequena êrvore.
tachya
êreas
Comiphora
rehaanniana,
Associado(a) com Olax obtusifolia,
Brachystegia
allenii
e Terainalia
sericea
Trisem
baixas ou lateriticas de mal drenagem .
mollis
NAMAPOPO, NREPWE
Pequena êrvore espinhosa, de ramos torcidos e casca que se descama.
Huito localizada em afloramentos rochosas, associada com
Croton
gratissimus.
Crossopteryx
febrifuga
NAKUCHACHERE
Arbusto ou pequena êrvore cuja lamina foliar apresenta bojos entre as
nervuras. Usualmente associado com Brachystegia
boehmii ou Combretu®
fragrans
em êreas com um lencol freêtico ou rocha pouco profunda.
Trata-se de uma espècie usada medicinalmente: a casca è utilizada no
combate a diarreias e para provocar abortos.
As raizes sSo usadas
como sabao.
Croton gratissitBUS
Arbusto com folhas de pêgina inferior prateada.
de afloramentos rochosas.
Cussonia
arbórea
Restrita a
êreas
KAPWAPNA
Arbusto pu êrvore, de folhas grandes e caracteristicas;
em grupos
terminais em ramos 'atarracados'.
Associado com Coebretuo
fragrans,
Pterocarpus
angolensis
e tufos ('clumps') de bambü.
Encontrado em
solos mais fèrteis, mas nao em argilas vermelhas ou em 'dambos'.
6
Dalbergia boehwii
NRAPESU, KUKWIE
Arbusto a grande èrvore.
Uma grande èrvore em matagais (' tbickets')
de bambd, em solos argilosos, mas tambèm nos outros solos mais pesados onde ela é mais arbustiforrae e pode ser encontrada em ireas sob
periodo de pousio com Acècia polyacantha.
Dalbergia melanoxylon
PAU PRETO(geral), MIKO
Arbusto ou pequena èrvore com rebentos espinhosos, folhas pinuladas
com pequenos follolos arredondados.
Muitas vezes em termiteiras;
dita como sendo associada com solos mais ricos em célcio e nao geralmente em solos arenosos. Usada em escultura de madeira e na produ<;a"o
de carva"o.
Dichapetalum sp.
SULU
Arvore alta,encontrada apenas uma vez perto de Megama, num bosque
(•'woodland') denso na"o perturbado;
pensou-se que pudessem ser, possivelmente, umas espècies dos bosques ('woodlands') originais das
èreas de solos vermelhos argilosos.
Dichrostachys cinerea
NTALALA
Arbusto de folhas parecidas com as das acacias;
com espinhos.
Encon-trado em èreas perturbadas, muitas vezes em Brachystegia
boehmii
e CowbretüB) molle.
Pode forroar matagais ('thickets') em èreas
severamente pastadas pelo gado bovino. Madeira usada para lenha.
Diospyros kir"kii
NKULA
Pequena èrvore ou arbusto, de folhas verde escuras com manchas pretas, com pelos castanho-rosados caracterlsticos quando jovem. Encontrada em bosques ('woodlands') de miombo, caracteristicamente em
èreas baixas ou lateriticas, com urn lencol freètico pouco profundo,
mas tambèm associado(a) com Diplorhynchus
em solos arenosos.
Diplorhynchus condylocarpum
ROKOTCHE
Arbusto ou èrvore, com folhas pontiagudas de insercao oposta, latex
leitoso e frutos carnudos dispostos aos pares. Encontrada num bosque
('woodland') de miondo e em èreas de solos arenosos sob periodo de
pousio. Amplamente disseminada e comum.
DoiBbeya rotundifolia
NAHUTU
Pequeno arbusto com folhas grandes.
vermelhos argilosos.
Erythrophleum africanum
Arvore com folhas bipinuladas.
Caracteristicamente
em solos
EHAKARI
Encontrada num bosque ('woodland') de
miombo, muitas vezes associada com Brachystegia
spiciformis
e Hymeno-
cardia
acida,
nos solos mais arenosos;
algumas vezes encontrada
perto de èreas com um lencol freètico pouco profundo, com Brachystegia allenii
e Terminalia sericea.
Flacourtia indica
NTAPIO (Maconde), MUTEMA, NTEMA
Arbusto espinhoso, a maior parte das vezes associado com
Julbernardia
em èreas de solos arenosos sob periodos de pousio.
Garcinia livingstonei
NPELEPETCHO
Pequeno arbusto de folhas verde-azuladas lustrosas que se assemelham
a couro, dispostas em grupos de tres. Associado com Maprounea
africana e Suartzia madagascariensis.
Geralmente em 'dambos' arenosos;
è um bom indicador de mal drenagem.
7
Harrisonia
abyssinica
PUTUKULUWE
Arbusto espinhoso e trepadeiro com folhas pinuladas de follolos
serrados e peciolados. A maior parte das vezes em solos vermelhos
argilosos, particularmente onde aparecam perturbados.
Holarrhena
pubescens
RAKARAKA
Arbusto com latex leitoso e frutos longos.
boehetii,
Markhamia
obtusifolia,
Acacia
Associado com
polyacantha,
Dalbergia
nos solos mais
pesados das éreas que estavam em pousio havia muito tempo.
Hugon ia orientalis
EPALE, PULOTULO
Pequeno arbusto, muitas vezes trepadeiro, com casca cortica e folhas
que parecem rugosas. Espècies tipicas em èreas dos solos mais arenosos em miombo, sob perlodo de pousio.
Hymenocardia acida
K0T0K0SI, PUTACOTJE
'Arbusto, com 'glSndulas' alaranjadas nas pèginas inferiores das folhas. Muitas vezes associado com Brachystegia
spiciformis
e Erythrophleuw.
Nos solos mais pesados, persistindo em èreas sob perlodo de
pousio.
Julbernardia globiflora
MPANGALA,(Maconde),MPAKALA
Arvore ou arbusto com follolos franjados nas margens, vagens caracteristicamente inseridas em cima da copa, tipica em bosques ('woodlands') de miombo, mas dita como na*o caracterizando quaisquer condicöes especlficas de solo ou de factores de habitat.
Encorajada por
desbravamento e por cortes muito frequentes;
consequentemente muito
comum em èreas que estavam em pousio havia pouco tempo (pousios
recentes).
Na"o encontrada em solos argilosos.
Casca usada em cordoaria.
Kigelia,
africana
RIKIRIKI
Arvore com folhas compostas grandes, frutos pendentes e que se parecem com salsichas. Ocorrência localizada.
Parece indicar èguas
perenes a reduzida profundidade, mas na*o aparece em èreas pobremente
drenadas. Muitas vezes ao longo de rios.
Lannea
stuhlaannii
Pequena érvore, muitas vezes em terroiteiras velhas.
Lonchocarpus bussel
Arbusto
SIMWYELE (PECHERUWA,
NAPICHI, NANTILIA)
ou pequena érvore com folhas pinuladas, follolos longos e
estreitos.
Associado com Brachystegia
boehmii,
Dicbrostachys
e Cota-
bretuiï
mol I e , particularmente em èreas sob perlodo de pousio. Nao
observado na maioria dos solos arenosos. Utilizado na producSo de
carvSo.
Lonchocarpus capassa
NTUMBATI
(Maconde), MUYACHALA
Arbusto ou pequena érvore, geralmente com 3 follolos verde-azulados
grandes, muitas vezes atacados por lagartas mineiras. Caracterlstico
em solos argilosos, onde aparece associado com Acacia
polyacantha,
Piliostigaa
e Harkhaaia
obt.usifolia.
Mangifera indica
MANGUEIRA (geral)
Grande érvore, difusa, sempre verde.
Introduzida e extensivamente
plantada no tempo colonial. A maior parte das vezes associada com
Anacardiua e comum junto a povoagSes. Frutos comestlveis.
8
Haprounea africana
NAKALIKALI
Pequena èrvore com follolos ovados de longos peciolos delgados (esguios). Associada com Suartzia e Garcinia,
a maipr parte das vezes
nas orlas de 'dambos' arenosos.
Harkhawia acuminata
NTATAVALE
Arbusto ou pequena èrvore de folhas pinuladas com follolos pontiagudos, na"o peludo, vagens delgadas e longas com muitas lenticelas.
Ocorrência localizada. Encontrado em bosques ('woodland') menos
perturbados, em solos vermelhos argilosos.
Harkhamia obtusifolia
NAMIUNDU(Maconde), NAHUTU
Arbusto ou pequena èrvore de folhas verde escuras pinuladas com
.follolos sêsseis, longas vagens retorcidas e aveludadas. Associado
com Holarrhema pubescens,
a maior parte das vezes em solos vermelhos
argilosos; mais comum em èreas sob periodo de pousio nestes solos.
Madeira usada na contru<;§o de casas.
Milletia stuhlmannii
HPIRRI (MBOWE, MMYAYA)
Grande èrvore de folhas pinuladas; grandes vagens pendentes, retorcidas e (permanecem na èrvore). Muitas vezes com Pteleopsis.
Encontrada em solos pouco profundos, particularmente nas partes mais
baixas das montanhas e em èreas com afloramentos rochosas.
OrwocarpuiB kirkii
NIKURUNAMWALE
Arbusto de casca cortica sulcada, folhas pinuladas com numerosos
follolos. Espècies de èreas sob periodo de pousio, a maior parte das
vezes nos solos mais arenosos.
Parimari curatellifolia
NTUPIO
Pequena èrvore ou arbusto. Ocorrência localizada, muitas vezes associada(o) com Garcinia ë Haprounea nas orlas de 'dambos' arenosos ou
nas èreas com um lencol freètico pouco profundo.
Pericopsis angolensis
Arvore ladeando
drenados.
alguns
PhyUanthus reticulatus
MWANKA
'dambos' em solos arenosos
pobremente
NENELE
Arbusto formando matagal ('thicket').
Associado com Dalbergia
boehmii nos solos da mais pesada textura. Mais comum em èreas
sob periodo de pousio.
PiJiostigna thonningii
NTITIMPWE,(NHEKEHE),
MUAKHEE (Maconde)
Grande arbusto ou pequena èrvore com grandes folhas tipo asa de
borboleta, lustroso e verde escuro e com vagens grandes. Associado
com
Acacia
polyacantha,
Lonchocarpus capassa e Stereosperetum
em
solos vermelhos argilosos. Especialmente comum em èreas perturbadas.
Pseudolachnostylis maprouneifolia
NTOLO
Pequena èrvore associada com Diplorhynehus
em èreas sob periodo de
pousio, a maior parte das vezes nos solos mais arenosos.
Pteleopsis myrtifolia
NAPIRI, MLEVA
Arbusto a grande èrvore, partes jovens com urn veludo acastanhado.
maior parte das vezes em solos rochosos pouco profundos; nao em
areias.
9
Pterocarpus
angolensis
MBILA(geral), MPILA
Arvore grande, difusa, com frutos grandes, circulares, hirsutos e
alados, que permanecem, frequentemente, na êrvore depois da queda das
folhas.
Associada com bambd, Cussonia e Combretu® fragrans.
Caracteristicamente em bosques ('woodland') de miombo, em solos bem drenados, incluindo declives de montanhas.
Pterocarpus
rotundifolius
ssp.
polyanthus
Confunde-se com Dalbergia
Securidaca
boehmii,
longepedunculata
KOLOTCHE
Arbusto baixo e fusiforme.
mais arenosos.
Steganotaenia
KUKWIE
mas menos comum.
araliacea
Em éreas sob perlodo de pousio nos solos
KAPWERERA
Arbusto com folhas grandes pinuladas e foliolos dentadas;
reunidas,
.terminalmente, em grupos. Encorajado pelo desbravamento. Encontrado, especialroente, nos solos mais pesados e mais fèrteis, mas n3o em
argilas vermelhas.
Sterculia
africana
NTUMPU
Arvore grande, difusa, de casca cinzenta-esbranquicada e
que se
descama.
Muito localizada. Caracterlstica de.matagais ('thickets')
de bambü nao perturbados, em solos vermelhos argilo
sos onde
constitui uma êrvore grande e emergente.
Sterculia
appendiculata
Arvore
tronco
bases e
quando
picua.
mas com
Sterculia,
NTHILI
muito alta com folhagem apenas na parte superior;
com urn
pèlido-amarelado.
Muitas vezes em morros de tèrmites e nas
nas ravinas de montanhas; na"o em areias. geralroente deixada
determinada êrea è desbravada e consequentemente muito consPossivelmente indica solos muito profundos ou bem drenados
um fornecimento seguro de humidade.
quinqueloba
NTONHA
Arvore alta, muito similar a S. appendiculata,
mas ramificando-se
para baixo.
Mais comum que S. appendiculata
mas aparentemente em
meios similares, embora encontrada mais frequentemente em éreas cultivadas.
Stereosper mum kunthianum
NK0N0NEL0
Arbusto pequeno a èrvore, de folhas pinuladas com foliolos ascensionalmente encaracolados, com um réquis amarelado. Associado com Aca-
cia
polyacantha,
Piliostigma
e Lonchocarpus capassa nos solos mais
pesados incluindo èreas sob perlodo de pousio. Particularmente comum
em solos vermelhos argilosos e em matagais ('thickets') de bambd.
Strychnos
aadagascariensis
NKULUKO
Arbusto a pequena êrvore de ramos rigidos, folhas azul-esverdiadas
com tres nervuras medianas, pontos redondos grandes.
Associado com
Diplorhynchus
e a maior parte das vezes em éreas sob perlodo de
pousio.
Strychnos
spinosa
NIKOROPALE
Arbusto de ramos delgados em forma de arco, armado
aduneos, folhas lustrosas com tres nervuras medianas.
èreas sob perlodo de pousio, em solos arenosos.
com espinhos
Encontrado em
10
Suartzia
madagascariensis
SINJEINJE
Arvore pequena com vagens cilindricas longas. Associada com
• Maprounea e, algumas vezes, Garcinia e Parinari.
Encontrada nas
margens de éreas imperfeitamente drenadas, era solos arenosos.
Syzygium cordat.ua
NTHUKURA
Arvore pequena encontrada em éreas de 'dambos' arenosos, muitas vezes
associada com o cultivo de arroz. Usada na producSo de carvSo.
Tamarindus indica
MWEYPA
Arvore alta sempre verde, cos una fclhagera densa, profunda e verdeazulada. Encontrada somente em termiteiras velhas das quais é nïuito
caracteristica; n§o ein êreas de solos vermelhos argilosos.
Terminal ia Sericea
KACHANCHE
Arvore com casca profundamente sulcada, de raroificacSo simpddica
caracteristica, folhas mais ou menos prateadas e com urn sistema
radicular pouco profundo. Associada com Brachystegia allenii
e Loudetia simplex,
formando urn bosque ('woodland') aberto. Encontrada
em areia pélida, em éreas com urn lencol freético pouco profundo, a
maior parte das vezes associada com laterite. Madeira usada na
construclo de casas.
Terminalia stenostachya
Arvore'associaaa com Acacia goetzii,
KACHANCHE
Andropogon e Themeda, geraimente
em depressSes meihor drenadas, em solos nSo arenosos. Hadeira usada
na constru$3o de casas.
Uapaca, nitida
KOTCHOKORE
Arvore pequena sempre verde. Encontrada em 'dambos' arenosos ou
êreas com um lencol freético pouco profundo.
Vangueria sp,
IMCHULULU (KUNAPA)
Arbusto com folhas grandes. Associado com (Phyllanthus
discoideus.
A maior parte das vezes em bosque ('woodland') de miombo nos solos
mais arenosos.
Vitex mombassae (incl.
Arvore
'V.madiensis')
NAKUTCHUPA
pequena de folhas em forma de palma,
enrugados.
Associada
(NALUKUNAKOMA)
com follolos peludos e
com Hymenocardia e Brachystegia
allenii,
em
êreas arenosas pobremente drenadas.
Vitex payos (ind.
'V.doniana')
NHIRO
Arvore pequena de folhas em forma de palma, com foliolos verde escuros, que se assemelham a couro. Encontrada em depressies com um
lencol freético pouco profundo, muitas vezes associada com arroz,
Syzygium cordadum, Vapaca nitida
Xeroderris
stuhlaannii
e Combretum fragrans.
NLOTWE
Arvore de folhas pinuladas, verde escuras e grandes. As vezes associada com Steganotaenia,
possivelmente em solos mais ricos em cêlcio.
Xeroaphis obovata
PAPA
Arbusto com espinhos dispostos aos pares nos nós, com folhas peludas
e
enrugadas.
Associado com Diplorhynchus
e
Pseudolachnostylis
solos arenosos. Espêcies tipicas de éreas sob periodo de pousio.
em
11
Xylotheca tettensis
Arbusto
NKAUKAU
de folhas obovadas e com flores brancas grandes.
cofl) Markham ia obtusifolia,
Dalbergia hoehmii.
mais pesados.
Holarrhena,
Phyllanthus
Associado
reticulatus
e
Espêcies de èreas sob perlodo de pousio nos solos
GRAHINEAS E ERVAS
Andropogon gayanus
Graminea
rècimos,
goetzii
WAWORO, NAHALI
perene de atè 3 m de altura, com flores expostas era dois
com folhas bastante largas. Associada com Themeda, Acacia
e Terminalia
stenostachya,
tipicamente em èreas cerradamente
arborizadas e è volta de afloramentos rochosos.
mais pesados. Palatèvel ao gado quando jovem.
Chloris
Usualmente nos solos
virgata
Anual, atè 50 cm de altura, inflorescência esbranquicada digitada.
Ocorrência localizada, usualmente em solos arenosos pèlidos, com
drenagem pobre.
Digitaria
spp.
ROTHNE, NTUMPO
Perene, atè urn metro de altura;
inflorescência delgada e digitada.
Em solos arenosos, geralmente em êreas abertas sob perlodo de pousio.
Eragrotis aspera
Anual atè urn metro de altura;
com muitas flores pequenas encontrada
em èreas perturbadas e cultivadas.
Heteropogon contortus
SANO(Maconde), ITIKINA
Perene atè 1.5 m de altura;
sementes com muitas arestas retorcidas
pretas que aderem ès roupas. Amplamente disseminada em todos os
tipos de solos, mas onde estes se apresentam perturbados.
Heteropogon aelanocarpus
Robusta anual atè 2 m de altura; sementes com arestas retorcidas
pretas mas na"o peludas.
De ocorrência muito localizada, nos solos
mais ricos em èreas perturbadas.
Hyperthelia dissoluta
NDELE(Maconde), HLASI
Perene atè 3 m de altura;
flores quase escondidas com duas grandes
aristas por flor, comum em solos arenosos depois de uma perturba^So,
especialmente em èreas sob perlodo de pousio e ao longo das bermas de
estradas. Usada para fazer coberturas de colmo em palhotas.
Hyparrhenia spp.
MLASI(NAMACHI, NIPIPO)
Perene atè 3 metros de altura;
flores expostas e com mais de duas
aristas. Amplamente disseminada e comum, muitas vezes atè mesmo
dominante.
Em solos pesados e em solos arenosos. Muitas vezes
confunde-se com
Hyperthelia.
Loudetia siwplex
Perene atè um.metro de altura.
Associada com Brachystegia
allenii e
Terainalia sericea.
Em areias pobremente drenadas e pèlidas
usualmente associada com depressoes lateriticas.
Nao palatèvel ao
gado.
12
Oryza sativa
Anual até 75 cm de altura.
drenados.
Oxytenanthera
ARROZ (geral)
Cultivada era 'dambos' arenosos pobremente
abyssimica
BAMBU(geral), METALE
Perene, atè 6 m de altura. Amplamente disseminada, ocorrendo em dois
habitats. Forma matagais ('thickets') densos em solos vermelhos
argilosos, mas, geralmente, ausente em èreas sob perlodo de pousio.
Encontrada tambêm em tufos ('clumps'), possivelmente associada com
laterite e particularmente, ladeando depressöes arenosas pobremente
drenadas. Vulgarmente forma pequenos matagais ('thickets') em morros
velhos de têrroites em alguns tipos de bosques ('woodlands') de miombo.
Panicu-m maximum
Graminea tufosa de atè 1,5 m de altura. Nos solos mais ricos, mas
apenas comum nos solos mais pesados. Huito palatével ao gado.
Pennisetum polystachion
NAMPIVI
Perene atè 2 m de altura.
Tipica de éreas sob perlodo
ou perturbadas, tanto em solos pesados como arenosos.
de pousio
Pennisetum purpureum
CAPIM ELEFANTE (geral)
Perene, atè 3 m de altura.
Apenas nos solos mais hümidos e mais
ricos ém pequenos vales. Huito palatével ao gado.
Perotis
patens
Anual, atè 50 cm de altura;
inflorescência 'hirsuta'.
arenosos perturbados com uma vegetacSo aberta.
Pogonathria
Em solos
squarrosa
Anual, atè 1,5 cm de altura;
inflorescência em quatro filamentos
verticais. Caracterlstica de èreas sob perlodo de pousio e de
perturbacöes em solos arenosos.
Rhynchelytrum repens
Anual atè 50 cm de altura;
arenosos perturbados.
Rottboellia
exaltata
inflorescência avermelhada.
Em solos
NYAPA
Anual atè 3 m de altura.
Em èreas sob perlodo de pousio e em éreas
perturbadas, em solos vermelhos argilosos. Algumas vezes em termiteiras.
Sorghastrum bipennatum
Anual, atè 1,5 m de altura.
èreas perturbadas.
Em èreas sob perlodo de pousio
Themeda triandra
Perene,
Associada
NIPUTI
atè 1,5 m de altura;
com Acacia goetzii,
flores murchas agrupadas em feixes.
Terminalia
stenostachya e Andropogon.
Aparenteoente nos mais ricos solos de bosque ('woodland'),
vezes em depressöes lateriticas com Brachystegia
allenii.
Tristachya
rehmanniana
Perene,
e em
atè 1,5 m de altura.
mas ès
NIPUTI, NSAVA
Associada com Combretum psidioides
Olax obtusifolia.
Em depressöes arenosas e lateriticas, com
tegia allenii
e Terminalia
sericea.
e
Brachys-
13
Urochloa
mosaabicensis
NANRAPU
Perene, baixa, com folhas largas. Associada oom Pennisetuw
polystachion em éreas cultivadas ou pastadas, nos solos mais ricos, incluindo solos vermelhos argilosos. Muito palatèvel ao gado.
14
ANEXO B:
ASPECTOS PED0LÓ6IC0S
BI
Descrica"o geral e caracteristicas oorfolögicas e quiaiicas dos
solos distinguidos
B2
A ocorrência das unidades de napeamento, uma inventarizacSo dos tipos de
solos presentes em cada uoia e urn resumo das caracteristicas pedológicas
B3
Probleoas taxonomicos dos soios
B4
Coaientarios sobre alguoias
cooplicacdes analiticas
B5
Hdtodos analiticos
B6
Verbete para a descricSo de sondagens (INIA)
B7
Verbete para a descricSo de perfis (INIA)
caracteristicas
dos solos
e
sobre
tipos
de
alguias
15
ANEXO BI
DESCRIQXO 6ERAL E CARACTERISTICAS H0RF0LÖ6ICAS E
QUINICAS DOS TIPOS DE SOLOS DISTINGUIDOS
INDICE
Tipo de Solo
Pègina
A.1.1
A.2.1
A.2.2
A.2.3
A.2.4
A.2.5
A.2.6
A.2.7
A.2.8
A.2.9
A.2.10
A.2.11
A.2.12
A.2.13
A.2.14
A.3.1
A.3.6
A.3.8
A.3.13
A.3.14
A.3.15
A.4.3
A.4.6
A.4.7
17
19
22
22
26
27
30
30
30
31
33
34
35
38
42
42
44
46
46
46
46
49
49
49
BI.2.1
BI.2.2
BI.2.3
BI.2.4
BI.3.3
BI.3.4
50
50
51
56
58
58
B2.2.1
B2.2.2
B2.2.3
B2.3.2
B2.3.3
61
61
63
67
68
16
'pH (ledido
1(4.5
i 4.5-5.0
! 6.1-5.5
! 5.6-6.0
1 6.1-6.5
n égua)
eitremente acido
nito forteteate acido
fortetente acido
ledianaiente acido
leveiente acido
! CAMCTEBISTICA QUIHICA
!
1 Hateria organica (Z)
! Hitrogeoio (Z)
! Fosforo (ppo)
S
!
{
6.6-7.3 rceutro
7.4-7.8 leveeente alcalino
7.9-8.4 ccderadaesate alcalino
8.5-9.0 fcBrteseote alcalino
>9.0 raiito forteKnte alcalino
BUITO SAIxO
<1
:
mw
: eeio
ALTO
i
i
!
1-2
(0.1
0-5
i 2-4
! 0.1-0.2
! 5-10
)4
>0.2
10-15
)15
0.4-0.7
1.2-2.0
0.4-8.8
)0.7
)2.0
>0.8
10-20
4-6
)20
)6
HUITO ALTO
1
1
II trocavel (ieq/100 gr.solo) '
! - solos arenosos «101 argila) !
! - solos argilosos ()40Z argila)!
1 - ratros solos
S
<0.05
(0.2
<0.1
1
: 0.05-0.1 S 0.1-8.4
i 0.2-0.4 J 0.4-1.2
! 0.1-0.2 i 0.2-0.4
i
i
! Ca trocavel (ieq/100 gr.solo) !
1 - solos altos ei argila tipo2.l!
i - ootros solos
1
(2
<0.5
!
2-5
! 0.5-2
1
1
!
5-10
2-4
•
1
1
{ Mg trocavel (leq/lOOgr.solo) 1
1 - solos arenosos
S
S - solos argilosos •
S
(0.3
(0.2
1 Ha trocavel (aeq/100 gr. solojl
1 C.T.C. (pH7,teq/100 gr. solo) i
S Satoracao das bases (X)
S
(0.1
<3
(20
! 0.3-1.0
! 0.2-0.5
! 1.0-3.0 3.0-6.0
! 0.5-1.0 1.0-2.0
)6.0
)2.0
1 0.1-0.3
! 3 -7.5
1 20-40
J 0.3-0.7
! 7.5-15
! 40-60
)2.0
>30
80-100
i
1
i
i
I —
Oaadro
Classificaqao dos niveis ds algueas caracteristicas quioicas
0.7-2.0
15-30
'
«H» '
1
1i
i
17
DESCRIQAO
GERAL E CARACTERISTICAS HORFOLÖGICAS E OUIHICAS DOS TIPOS DE
SOLOS DISTINGUIDOS
4
Solos desenvolvidos
gneisses aigaatiticos,
ea rochas principalaente
gneisses quartziticos,
A.l
Solos algo excessivaaente
Aiiil
Solos algo excessivamente e algo excessivamente a beo drenados,
principaloente ouito profundos, de areia a areia franca, de cor
castanha escura, castanha e laranja sobre aoarela a vernelha.
ou algo excessivamente
ècidas
(gneisses,
granodioritos)
a ben drenados
Este tipo de solo è tipico para:
- encostas superiores dos sopès em zonas suavemente ondulados a
ondulados coo "interfluves" largos, relativos as unidades do oapa
A.b
A.b
A.b
2.d ' 2.v ' 2d/v
Na unidade A.b tambêm forao encontrados solos superficiais e aode2.v
radaniénte profundos,atêpedregosos perto de afloraoentos rochosos.
Foi d e s c r i t a uoa cova na unidade A.b com as seguintes c a r a c t e r i s -
2.d
ticas:
Qarateristicas •orfolfaicas:
Sabsolo
Ganda aravel
estrutara
: nito fracaMBte desenvolvida
partlcolas soltas
coBsistncia seco
haaido
•olbado
: solta
: solta
: nao plastica, nao pegajosa
solta
solta
nao plastica, nao pegajosa
pelialas
: nao encontradas
nao encoatradas
poros
: ataodantes nito finos e finos
abundantes iuito finos e
finos
•dtas n i t o fioas e finas
raiies
pottcas Mito finas e finas;
nao ba raizes a partir dna
profundidade de 70 et
Caracterlsticas wloicas
Profnd. PH-H20
(co)
0-30
5.1
30-70
5.7
70-140
5.4
Hat.org. H-tot. P-ass.
ea
Hg
(X)
(Z)
(PPO) ( -«q/lOO
0.4
0.02
2
1.1 0.4
0.6
0.05
4
1.6 0.5
l.é 0.3
I
Na
gr. de solo
0.20 0.56
0.12 0.15
0.13 0.12
S
(Z)
2.3 65
2.4 89
2.2 74
TBT
-)
18
Ayajiacao
Caiada aravel
PÜ-H20
fortMente acido
aateria organica
nitrogeaio- total
fósforo-assiailavel
calcio
aagaesio
sodio
extreaaaente baixo
baixo
: baixo
baixo
: ledio
: aedio
Subsolo
forterate a aedianaaente
acido
extreaaaente baixo
baixo
baixo
baixo
aedio
baixo
Classificacao (FAO/WffSl» ) : 'albic Arenosols"
.-
encostas i n f e r i o r e s , perto da transicao com as encostas mèdias,
em zonas suaveniente ondulados, sendo as unidades A.a , A.a e A.b.
2.d
2.v
2.v
Foram d e s c r i t a s 2 covas em encostas i n f e r i o r e s da unidade A.a e uma
2.v
cova nuroa encosta i n f e r i o r na unidade A.b , com as seguintes carac2.v
terrsticas:
Caracterlsticas aorfológicas:
Caiada aravel
Subsolo
estrutora
«ito fracaaente a
•oderadaKBte desenvolvida, anisoforie subangular, fina a aedia
aacica porosa,
foderadaKnte a
debilaeote coerente
coosistencia seco
traiido
aolbado
solta a braada
solta
nao plastica, nao pegajosa
solta a branda
solta
nao plastica, nao
pegajosa
peliculas
nao encontradas
nao eacontradas
poros
abandantes a mitos
nito finos, coauns
a poocos, finos
auitos nito
finos, nito
poocos a pontos,
finos
raizes
nitas nito finas,
conns a nitas finas
coauns a poocas
raizes de todos
os taaaabos
19
Caracteristicas Oulilcas
Profund. PH-M20
(Cl)
H-tot.
P-ass.
(Z)
(Z)
(ppi)
0.060.13
0.010.09
-
0-15
Hat.org.
0-15
6.0-6.4
1.3-2.3
15-75
6.0-6.5
0.2-0.6
75-150
6.0-6.3
-
1-5
-
Ca
Hg I
( -teq/100 gr. de
2.6- 0.7- 0.102.9 1.2 0.16
0.4- 0.081.01.4 0.7 0.14
0.60.3 0.070.10
1.1
Ma
solo
0.120.13
0.120.16
0.100.13
TBT
S
- ) (Z)
3.5- 74-
5.4
1.6-
2.2
0.9-
1.6
90
7682
7480
AvaliacSo
Canda aravel
pfHBO
•ateria organica
nitrogaio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agoesio
potassio
sodio
Sobsolo
levewnte acido
extrensente baixo
baixo
baixo
baixo
baixo
baixo a radio
baixo
levneote acido
baixo a satisfeito
bain a Kdio
baixo a alto
: Kdio
Kdio a alto
• ledio
: baixo
Classificacao (FAO/'UKESCO): 'ferralic Arenosols sodic phase"
Hais alèm, o tipo de solo A.1.1 foi encontrado em encostas superiores
nas unidades A.c
e
A.c e em encostas medias na unidade A.c .
2.v
3.v
3.v
0 solo nestas posicoes pode ser cascalhento ou menos profundo.
Nao foram descritas covas.
4.2
Solos bew, bea a aoderadanente
bem e ttoderadamente hem drenados
AA2^.1 Solos bem arooderadaroentebem e moderadamente bem drenados, rouito
profundos ou menos profundos sobre petro-plintite, de areia a areia
franca, de cor cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre
castanha, pélida a aoarela e laranja, com manchas a partir duma
profundidade de 50 cm e o lencol freètico n2o dentro 100 cm da
superficie.
Este solo è tipico para encostas inferiores e languas (dambos).
ObservacSes nas encostas inferiores foram feitas nas seguintes
dades de mapeamento: A.a, A.a , A.b , A.b e A.c
l.v
2.d
2.d
2.v
3.v
Observacoes nos dambos foram feitos nas unidades A.a , A.a
e
uni-
A.b.
l.v
2.d
2.d
Foram descritas covas em encostas inferiores nas seguintes unidades
A.a (1 cova), A.a (1 cova). A.b (1 cova) e A.b (2 covas)
l.v
2.d
2.d
2.v
20
Foi d e s c r i t a 1 cova num darabo na unidade A.a
2.d
C a r a c t e r i s t i c a s das covas d e s c r i t a s nas encostas inferiores.£*r§cteristicas Hgrfglógicas
Subsolo
Caiada aravel
estrotora
:fracMente deseotolvida,
anisoforie
subangalar,
nito fina a ndia
•acica porosa,
debilmte
coereateraparticulas soltas
consisteacia seco
:solta a branda
branda a ligeiraaente dura
solta
nao plastica, nao
pegajosa
htnida
•olkado
rsolta
:nao plastica, B M pegajosa
peliculas
: B M encortradas
oao encontradas
poros
rnito a abundntes nito
fins, conns a nitos
fiass, psutos s ccssns
wdios
conus a nitos
nito finos, poucos
a ccssss fiess
raizes
:coms a frenentes nito
fins, conas fins.
poocas nito fiaas,
finas e ndias
poacas wdias
Caracteristicas Qniiicas
Profnd.
(ca)
0-13
PH-H20
5.6-6.1
Hat.org.
(Z)
0.7-1.5
13-40
5.4-6.4
0.2-0.4
40-130
5.3=6.4
H-tot.
(I)
0.030.05
0.020.03
P-ass.
(ppi)
2-8
0-2
-
Ca
Ng
I
n
( -oeq/100 gr. de solo
1.3- 0.4- 0.06- 0.110.19
2.8 0.8 0.11
0.7- 0.1- 0.04- 0.110.22
1.5 0.5 0.10
0.5- 0.2- 0.04- 0.120.19
1.4 1.3 0.08
Avaliacao
Caiada aravel
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assi*ilavel
calcio
•agwsio
: fortemte a levemte
acido
: extremente baixo a
bain
: baiio
: bain a tvdio
: bain a wdio
: bain a Mdio
Subsolo
fortemte a
levemte acido
extremen te
baixo
baixo
bain
baixo
•edio
TBT
-)
2.4-
3.4
1.1-
2.0
0.9-
2.2
S
(X)
5382
5184
5996
21
bain
baiio
baiio a aedio
baiio
potassio
sodio
Classificacao (FAO/UNESCO): principaliente 'albic Arenosols, sodic pbase',
taabea "ferralic Arenosols, sodic pbase"
C a r a c t e r i s t i c a s da cova d e s c r i t a num dambo na unidade
A.a
2.d
Caracteristicas Horfológicas:
Caaada aravel
estrutnra
Sobsolo
: particalas soltas
particalas soltas
copsisteocia seco
boiido
•olbado
solta
solta
nao plastica, oao pegajosa
ligeiraieate dara
solta
oao plastica, oao
pegajosa
peliculas
oao encontradas
oao eKontradas
poros
nitos m i t o finos,
e oedios
•aitos nito finos,
f ims e oedios
raizes
coauns ledias, poucas
finas
poocas fioas e
grosseiras
Carayter|sticas Qa|ticas:
Profond.
(et)
24-65
65-140
ptHOO
6.1
5.8
5.7
Hat.org. H-tot.
(Z)
(Z)
0.8
0.03
0.4
0.04
P-ass.
(PPO)
8
2
Ca
Hg
( -teq/100
1.9
0.5
1.0
0.4
1.0
0.4
I
Ha
TBT
gr. de solo - )
0.09
0.12 2.6
0.08
0.11 1.6
0.10
0.13 1.6
éalisio
Canda aravel
ptHBO
Hteria orgaaica
•itroiéfio-total
fósfofo-assiiilavel
cakio
•agotsio
potassio
'*•*
: aediaitaKote <i leveaente
acido
: altrenneate bain
. bain
: eedio
: bain
: bain
: bain
: bain
Oissifiasis US13&SSl:
'caatic Aretosois'
Sobsolo
•ediaaateate acido
eitrenMste bain
baiio
bain
bain
bain
bain
bain
S
(Z)
69
64
76
22
biZz.2 Solos muito profundos com 60-100 cm de areia a areia franca sobre
material franco arenoso a franco argilo arenoso;
- bern drenados, de cor castanha e alaranjada sobre laranja, em
topos e encostas superiores dos "interfluves" na unidade A.a
-
l.d
bent a moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura e castanha escura sobre amarela, com manchas laranjas, amarelas e pretas a
partir duma profundidade de 60 cm, em encostas inferiores nas
unidades A.a e A.b .
2.d
l.v
Na"o foram feitas muitas observacöes.
0^.2^3 Solos principalroente muito profundos com 30-60 cm de areia a areia
'franca sobre material franco arenoso a franco argilo arenoso;
- bem drenados, de cor castanha avermelhada escura, castanha e
laranja sobre vermelha, em topos, encostas superiores e em encostas medias dos "interfluves" nas unidades A.a , A.a , A.b e A.c
l.v
2.d
2.v
em transicöes de encosta superior para a encosta media dos
nas unidades
A.a ,
A.a , A.a
e A.c e em encostas
l.v
riores na unidade A.c
2.d
2.v
3.v
sopes
infe-
3.v
2.v
bem a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor
cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e amarela, em transicöes da encosta
media
para a encosta inferior dos sopes na unidade A.b , em encostas
2.v
inferiores na unidade A.a e em depressoes nas unidades
2.d
e
A.a
, A.a
l.d
l.v
A.a .
2.v
Nas transicöes da encosta superior para a encosta media nos sopes
na unidade A.a foram encontrados solos muito
cascalhentos,
2.v
superficiais a profundos.
Foram descritas covas na encosta superior dum sope na unidade
A.a (1 cova), na transicao da encosta superior para a encosta me2.v
dia dum sope na mesma unidade
dum
sope na unidade
A.a
2.d
A.a
(1 cova) e na encosta inferior
2..v
(1 cova).
23
Caracteristicas
da cova na encosta s u p e r i o r
dum sope na unidade
A.a:
2.v
Caracteristicas Horfológicas
Subsolo
Canada aravel
estrutura
: nito fracaiente
desenvolvida, anisoforie subanguiar,
fina a iedia
particolas sol tas
consistencia seco
hunido
•olnado
: solta a branda
: nito friavel
: nao plastica,
nao pegajosa
solta a branda
nito friavel
nao plastica,
nao pegajosa
peliculas
: nao eacontradas
nao encontradas
poros
: conns a nitos nito
finos
conns a nitos
nito finos
raizes
: nitas grosseiras,
conns a freqnentes
nito finas e finas
nito poncas nito
finas e finas
Caracteristicas Quiiicas:
Profund. plHQO
(ei)
0-8
5.1
8-30
4.8-4.9
30-55
cascalbo
4.9
Mat.org.
(Z)
2.0
0.6-0.9
H-tot.
(Z)
0.19
0.06
1.3
0.09
P-ass.
(Pf*)
5
2-3
4
Ca
Hg
( -nq/100
1.7 1.0
0.5- 0.30.6
1.2
0.8 0.6
Canada aravel
PH-H20
: nito fortewntè a
fortenente acido
: baixo a extreraente
nteria organica
baixo
oitrogenio-total
: baixo a nedio
fosforo-assiiilavel
: baixo a nedio
calcio
: baixo
nagnesio
: principalnente nedio
potassio
: baixo a nedio
sodio
: baixo
Slassificacjg (FA0/UKESC0): 'ferralic Arenosols'
I
Ha
gr. de solo
0.28 0.13
0.16 0.130.14
0.22 0.15
TBT
- )
3.0
1.12.6
1.7
S
(Z)
50
3254
38
Subsolo
nito fortenente
acido
baixo a extrena•ente baixo
baixo
baixo
baixo
principalnente nedio
nedio
baixo
C a r a c t e r i s t i c a s da cova na transicSo da encosta superior para a encos-
24
ta m e d i a d u m s o p e n a u n i d a d e
A.a :
2.v
Este s o l o è mais p r o f u n d o mas f i c a moderadamente profundo com
m e t e o r i z a d a a 90 cm da s u p e r f i c i e .
Caracteristicas Horfológicas
Canada aravel
Subsolo
estrutura
:aoderadaaente fraca
desenvolvida, anisoforie
subangular, ledia
aacica porosa
aoderadaaente
coerente
consistescia seco
huaido
aolbado
:solta a branda
:auito friavel
:nao plastica, nao pegajosa
ligeiraaente dura
friavel
nao plastica,
nao pegajosa
peliculas
:nao encontradas
nao encontradas
poros
:witos finos
coiuns, wito finos
raizes
:coauns, tuito finas
coauns, finas e
grosseiras
Caracteristicas Oniiicas:
Profand.
(ei)
0-15
PÜ-H20
5.9-6.1
15-32
5.7
32-90
5.4
rocha «eteorizada
Nat.org.
H-tot.
(Z)
(Z)
0.7-0.9
0.060.08
0.04
0.04
0.5
0.3
P-ass.
(PP.)
7-10
4
3
l
Ca
Hg
( -aeq/100 gr. de
1.3- 0.8- 0.111.6 0.9 0.16
0.8 0.4 0.13
0.4 0.7 0.17
êvaliasig
Caaada aravel
PH-N20
:iedianaiente a leveaente
acido
•ateria organica
:eitresaiente baizo
nitrogenio-total
fosforo-assinilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
rbaiio
:§edio a baizo
:baizo a aaito baizo
:principaliente aedio
rbaiio
:baizo
Subsolo
forteaente a
aedianaaente
acido
eitreaaaente
baizo
baizo
baizo
•uito baizo
aedio
baizo
baizo
Ha
TBT
solo
-)
0.10- 2.30.13 2.8
0.13 1.4
0.14 1.4
S
(Z)
7074
60
44
rocha
25
Qlassificaslg (FAO/UJESCO): "ferric Acrisols"
C a r a c t e r i s t i c a s da cova na encosta i n f e r i o r
duro sope na unidade A.a
c
2.d
Caracteristicas Korfglógicas:
Caiada aravel
estrutura
consistencia
seco
buiido
lolbado
Subsolo
:Kiito fracasente a
•oderadaoente deseovolvida, gruiosa, aedia
particulas soltas
:solta
ligeirasente dura
•uito friavel
nao plastica, nao
pegajosa
:nao plastica, nao pegajosa
peliculas
.nao encontradas
nao encontradas
poros
:witos, finos
•uitos, finos
raizes
:conns m i t o finos e finas,
conms tedias
coauns tedias,
poucas grosseiras
Caracteristicas Ouiiicas:
Profund.
(ei)
0-16
16-54
PH-H2Ü
54-160
5.5-5.6
5.8
5.5-5.7
Hat.org.
(X)
0.7
0.2-0.3
K-tot.
(Z)
0.01
0.010.02
P-ass.
(ppi)
5
0-1
Ca
Kg
( ieq/100
1.8
0.2
1.0- 0.11.1
0.2
1.6- 0.51.9
0.7
I
gr.
0.10
0.070.08
0.130.16
Ka
solo
0.13
0.11
Avaliasfo:
Caiada aravel
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiailavel
calcio
•agnesio
rfortesente a lediana•ente acido
:extreBaKflte baiso
:baixo
:baixo
:baixo
:baixo a raito baiio
potassio
sodio
:baixo
:baixo
Subsolo
forteeente a
•edianaaente acido
extremente baixo
baixo
baixo
baixo
baixo a auito
baixo na caiada
arenosa e Mdio a
baixo na caiada
franca
baixo
baixo
TBT
-)
2.2
1.31.5
0.13- 2.50.15 2.7
S
(Z)
72
62798083
26
ClassificacSo (FAO/lHESCOh "albic Arenosols0
Ai.2^.4
Solos bem drenados, muito profundos com 10-30 cm de areia a areia
franca sobre oiaterial franco arenoso a franco a r g i l o arenoso a franco
argiloso.
Este t i p o de solo f o i encontrado era topos e encostas superiores
" i n t e r f l u v e s " nas unidades
A.a e A.a , em encostas medias
» H
unidades
A.a
A.c , A . b e
2. v
e A.c
2.d
°
dos
das
A
A.b , e em encostas inferiores n a s unidades
2.v
l.d
2.v
Solos m o d e r a d a m e n t e p r o f u n d o s foram e n c o n t r a d o s era e n c o s t a s superiores na unidade A.a e em encostas medias na unidade A.b
2.d
2.v
As cores e n c o n t r a d a s n o s topos, encostas superiores e encostas medias
nos " i n t e r f l u v e s " s a o : c a s t a n h a , castanha avermelhada e laranja s o bre la'ranja e v e r m e l h a ; as cores encontradas n a s e n c o s t a s inferiores
sao castanha escura s o b r e castanha avermelhada escura e a m a r e l a .
Foi descrita uma cova na encosta media duro sope na unidade A.b ,
2.v
com a s s e g u i n t e s c a r a c t e r i s t i c a s :
Caracteristicas forfologicas:
Caiada aravel
Subsolo
•oderadaiente desenvolvida,
anisoforee subangolar,
•edia
soderadaaente a «ito
fracasente desenvolvida,
anisoforee sabangular
a angular, ledia a grosseira
nao plastica, nao pegajosa
pouco plastica, nao pegajosa
pelicolas
nao encontradas
nao encontradas
poros
nitos auito finos, finos e
•edios
suitos Kiito finos e finos
conns cedios
raizes
•ditas finas e nito finas
freojientes a tuitas Miito
finas e finas, poucas a
coauns sedias
estrotura
consistencia
solhado
27
Garacteristicas fiuiiicas:
Profund.
pH-H20 Hat.org.
(Cl)
0-27
27-70
70-130
5.9
6.0
6.1
(Z)
1.3
0.5
H-tot.
(Z)
0.05
0.05
"
~
P-ass.
(PP«)
14
2
~
Ca
Hg
( -•eq/100
1.1
3.8
0.7
2.4
0.3
2.2
I
Ha
gr. de solo
0.29
0.19
0.35
0.21
0.20
0.21
TBT
-)
5.4
3.7
2.9
S
(Z)
87
85
87
Avaliaclo
Caiada aravel
Subsolo
PÜ-H20
•edianaiente atcido
•ateria orgahica
baixo
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
baixo
alto
ndio
-alto
Ndio
: baixo
•edianatente a
levetente acido
extremente
baixo
baixo
baixo
•edio
baixo
ndio
baixo
Classifjcasag (FAO/ÜICSC0): 'ferric Luvisols, sodic pbase'
^^2^5
Solos bem drenados,
profundos e muito profundos
arenoso a f r a n c o a r g i l o a r e n o s o ,
com uma camada
cima era poucos l u g a r e s , de cor castanha escura a
da escura e castanha avermelhada sobre castanha
melha.
de m a t e r i a l f r a n c o
delgada de a r e i a era
castanha averroelhaavermelhada e v e r -
Este tipo de solo è tipico para os topos e as encostas superiores
dos "interfluves" das unidades A.a , A.b e A.b
Na ultima
l.d
l.d
2.v
unidade este solo tambèm foi encontrado em encostas medias dos sopes.
Solos superficiais foram encontradas em encostas superiores dos sopes,
na unidade A.b .
^
2.v
Caracterlsticas das covas descritas em topos e encostas superiores do|"
"interfluves" na unidade A.b :
(§3
2.v
Caracterlsticas Horfolfaicas;
Caiada aravel
Subsolo
estrutura
:ioderadaiente a Mderada•ente fraca desenvolvida,
aoisoforie subangular,
principaliente wdia
•acica porosa
consistencia seco
:ligeirawnte dura
ligeirawBte dura
28
buiido
solhado
a dura
friavel
plastica, pegajosa
.-euito friavel a friawel
:pouco plastica, pcuco
pegajosa
pelicolas
:nao encootradas
discostinuas,
provauelceflte ds
argila, delgadas
poros
:&iitos Eüito fiesos e finos,
as vezes
wdios
cossras a euitos
caito finos e
finos, as vezes
poucos eedios
raizes
:ouitas Eüito finas, coaams
a iuitas finas, poucas a
cowns eedias
saitas a siito
poucas caito finas,
Eaito poucas a
cowns finas,
ouito ptwcas a
poucas sedias.
Caracteristicas Ouisicas:
Profund.
(es)
0-35
PÜ-H20
35-70
5.9-6.1
70-130
5.5-6.0
5.9-6.2
Hat.org .
B-tot.
(X)
(2)
1.1-l.é
0.040.07
0.3-0.5> 0.03
~
~
P-ass.
(pps)
1-7
0-2
~
Ca
Bg
e
Ka
( -eeq/100 gr. de solo
1.9- 0.5- 0.15- 0.132.6
1.2 0.38 0.19
0.7- 0.2- 0.15- 0.192.4
1.1 0.28 0.21
0.9- 0.5- 0.19- 0.19
2.3
1.1 0.27
TBT
-)
3.0-
4.1
1.53.0
1.63.5
S
(I)
7074
6878 (41)
6588
Ayaliaclp
PÜ-H20
lateria organica
Bitrogeoio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caaada aravel
Subsolo
sedianasente a levenente
acido
baixo
baixo
baixo a sedio
baixo a sedio
:baixo a sedio
:baixo a sedio
: baixo
oedianaseate a levessnte acido
extreaaEente baixo
baixo
baixo
baixo a csdio
baixo a sedio
baixo a oedio
baixo
Qlassificacao (FAO/UHE!>C0): "rhodic Ferralsols °, cos "sodic phase" e
ea alpins lugares.
C a r a c t e r i s t i c a s das covas ero e n c o s t a s medias
A.b
2.v
dos
sopes
na
unidade
29
Caracterlsticas Horfológicas:
Subsolo
Caiada aravel
estrutura
zwderadawnte a forte•ente desenvolvida,
anisoforw subasgolar,
fioa a grosseira
fracawnte desenvol vida, anisoforw sBbangular,
•edia a tacica
porosa
coosistencia seco
:branda
branda a ligeira•ente dura
wito friavel a
friavel
nao a pouco plastica, nao a pouco
pegajosa
boiido
:wito friavel
nlbado
:nao plastica, nao pegajosa
pelicolas
:nao encontradas
nao encontradas
por os
:Hitos wito finos, cowns
a wito finos, poucos a
cowns wdios
cowns a frequentes wito finos,
cowns finos,
poucos wdios
raizes
:wito frequentes a abundan-
poucas a cowns a
tes wito finas e finas,
poucas a cowns wdias
finas e finas,
poucas wdias
Caracterlsticas ttnliicas:
Profuiid.
(et)
0-25
PH-H2Ö'
5.5-6.4
Hat., org. H-tot.
(I)
(X)
1.4-0.8
0.04-
25-50
5.8-6.0
0.4-0.7
:
0.06
0.03-
P-ass.
M
0-2
0-1
0.04
50-130
-
5.8-6.0
Hg
I
Ha
TBT
( -wq/100 gr. de solo - )
1.1- 0.3- 0.24 0.19- 2.20.20
2.7 0.7
3.6
0.8- 0.1- 0.20- 0.19- 1.72.7 0.4 0.28 0.223.3
0.6- 0.2- 0.16- 0.21- 1.72.1 0.7 0.17 0.24 2.7
Ca
èyaliacjo:
Caiada aravel
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
: fortewnte a leveoente
acido
: eitreuwnte baixo a
baiio
baixo
baixo
baixo a wdio
baixo
wdio
baixo
Subsolo
wdianawnte acido
extreiawnte baixo
baixo
baixo
baixo a wdio
wito baixo a baixo
baixo a wdio
baixo
30
Qiafsifiycao (FAO/iMESCO): "rbodic Ferralsols, sodic pbase'
éi2i6 Solos ben drenados, muito profundos com 40-100 era de are ia a
franca sobre argila arenosa a argila.
areia
Este tipo de solo foi encontrado, de cor laranja sobre vermelha, en
encostas raedias dos sopes na unidade A.b , de cor castanha sobre
2.d
anarela, em transicoes de encosta media para a encosta inferior dos
"interfluves" na unidade A.b , e de cor castanha escura sobre
2.d
alaranjada, em encostas inferiores dos "interfluves" na unidade
A.c.
3.v
Nao foram feitas muitas observacöes.
êiti? Solos siuito profundos, oom 20-40 cm de areia a areia frarsca sobre
argila arenosa a argila;
- bem drenados, de cor castanha escura e castanha avermelhada sobre
alaranjada e laranja, em encostas raedias na unidade A.b
e en
2.a
encostas inferiores na unidade
A.a ;
l.d
moderadamente bem drenados, de cor castanha escura sobre castanha
com
manchas vermelhas a partir duma profundidade de 40 co e
concrecoes de
ferro e manganês e petro-plintite na parte inferior do perfil, em transicoes da encosta media para a encosta
inferior da unidade A.b .
2.v
NSo foram feitas muitas observacöes.
A.,2,.8 Solos muito profundos, com 30-60 cm de areia a areia franca e 30-60
cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila
arenosa a argila;
- bem drenados de cor castanha escura sobre vermelha, em encostas
superiores na unidade A.a ;
-
2.d
moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura sobre castanha,
em encostas inferiores na unidade A.b .
l.v
Foi descrita uma cova numa encosta inferior na unidade
A.b , com
l.v
seguintes caracteristicas:
as
31
Caracteristicas lorfologicas
Caiada aravel
Subsolo
: aoderadaiente a Mderada•ente fraca desenvolvida,
anisoforie subangular,
•edia a grosseira
estrutura
consistencia
seco
: dara
bttiido : nito friavel
•olbado : oao plastica, nao pegajosa
sacica porosa, aodera
daieote a fortetente
coerente
dura
friavel a firae
plastica, pegajosa
pelicolas
: oao encontradas
oao encontradas
poros
: nitos a abundantes finos
•uitos a abundantes
finos
raizes
: cowns auito finas e finas
•uito poucas a poucas
finas
A partir duia profundidade de 50 ca, nncbas auito distintas, abruptas, do que a
abundência e o taaanho auaentai coa a profundidade de respectivaiente poucas atè
auitas e pequenas atè lèdias.
Caracteristicas Quliicas:
Profund.
(ca)
0-50
PÜ-H20
6.2
50-105
5.9-6.2
105-135
6.1
Hat. org. H-tot.
|Z)
(Z)
0.6-1.6 0.040.09
-
P-ass.
(ppt)
10-29
-
Ca
Ng
I
Ma
TBT
( -ieq/100 gr. de solo - )
2.6- 0.70.19- 0.16- 3.64.7
1.1
0.41 0.17
6.4
2.5- 1.30.13- 0.16
4.24.2
1.4
0.19
5.9
3.9
1.6
0.13 0.24
5.9
S
(Z)
7989
8185
78
Ayaliacjo
pH-WO
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
levewnte acido
wdianaiente a levewnte
acido
extretaiente baixo
baixo
alto
•edio a alto
•edio
baixo a «edio
baixo
extrewwnte baixo a baixo
baixo
alto a u i t o alto
wdio a alto
: ledio
- wdio
: baixo
Classificacio (FAO/UNESCO): 'ferric Luvisols'
A^2i9 Solos bem d r e n a d o s ,
muito p r o f u n d o s com 30-60 cm de a r e i a
a areia
f r a n c a e 10-30 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o
arenoso
sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a ,
de cor castanha avermelhada escura e
32
laranja sobre
vermelha.
Este
tipo
d e s o l o è t l p i c o para t o p o s d e " i n t e r f l u v e s "
e encostas
superiores nas unidades suavemente onduladas,
c o m u m a g r a n d e distê'nc i a e n t r e a s l i n h a s d e dreriagem ( s u p e r i o r a 1 6 0 0 m ) , s e n d o n a s u n i dades
A.a e A.a
2.d
2.v
F o i d e s c r i t a uma cova na encosta
superior
dunt
sope na unidade
2.v
com as s e g u i n t e s
caracteristicas:
Caracterjsticas §grfglögicas:
estrutura
consistencia
peliculas
Caeada aravel
Subsolo
foderadatente desenvolvida,
anisoforie subangular,
•edia a grosseira
Hiito fracaiente
desenvolvida,
anisoforie angular,
grosseira
seco
: branda
hueido : eaito friavel
lolhado : nao plastica, nao pegajosa
: nao encontradas
friavel
plastica, nao pegajosa
nao encontradas
poros
: witos wito finos e finos,
poucos Kdios
coMins Kiito finos,
finos e aedios
raizes
: coauns Nito finas e finas,
poucas Mdias e grosseiras
poucas Miitp finas
finas
Caracteristicas Oylsicas
Profand. PÜ-H20
(ei)
0-15
5.3
15-60
5.8
60-130
5.8
Hat. org. H-tot.
(Z)
(X)
0.03
0.6
0.010.2
0.02
~
P-ass.
(ppi)
5
0-1
**
Ca
(
Mg
1.3
0.2
0.5-
0.3-
1.1
0.7
1.2
0.91.4
r
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
Ndianaiente acido
•edianaiente a lev
•ente acido
eitreeatente baixo
baixo
baixo
sedio a baixo
baixo
•edio
baixo
eitresannte baixo a baixo
baixo
ledio a alto
oedio
sedio
: sedio
• baixo
TBT
- )
0.07 0.17 1.8
0.06- 0.18- 1.40.07 0.19 1.8
0.13- 0.19- 3.0
0.15 0.20
Avaliasfo
PH-M20
Ha
- •eq/100 gr. de solo
S
(Z)
80
7080
7983
A.a
33
Classificacao (FAO/UHESCO): 'orthic Ferralsols, sodic pbase*
é i ^ l O Solos bem drenados, muito profundos, com 10-30 cm de areia a areia
franca e 30-60 cm de material franco argilo arenoso a franco arenoso
sobre argila arenosa, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura sobre laranja a vermelha.
Este solo è tipico para topos, encostas superiores e encostas medias
dos "interfluves".
0 solo foi encontrado nos topos e encostas superiores nas unidades
A.a , A.a e A.b e nas encostas medias das unidades
A.a
e A.c
l.d
2.d
Foi d e s c r i t a
2.v
uma c o v a no t o p o dum
'interfluve'
l.d
na u n i d a d e A . b
2.v
Caracteristicas sorfologjcas
Canada aravel
estrutura
Subsolo
•oderadanente fraca a
aacica porosa
fracaKDte desenvolvida,
anisoforie subasgular, fina
a grossa.
consistencia
seco
buiido
•olbado
peliculas
branda
•uito friavel
nao plastica, nao pegajosa
dura
friavel
plastica, pegajosa
nao encontradas
poucas wito delgadas,
provavelnente de argila
: m i tos w i t o fioos e finos, witos w i t o finos e
poucos wdios
finos
poros
witas «uito finas, coiuns
finas, poucas wdias
raizes
euito poucas w i t o
finas, finas e tedias
Caracteristicas Ouiiicas
Profund.
PH-H20
(Cl)
Hat. org. H-tot.
P-ass.
(Z)
(Z)
(ppi)
0.040.07
0.03
-
7-15
0-28
5.8-4.0
0.8-1.8
28-57
57-150
5.9
6.5
0.4
-
1
-
Ca
Hg
I
Ha
TBT
( - ieq/100 gr. de solo - )
2.30.7- 0.14- 0.19-3.40.8
0.15 0.22
4.2
5.3
0.2
0.24 0.19
1.9
2.5
0.7
0.24 0.21
2.2
3.3
S
(Z)
7986
73
80
j. v
34
Ayaliaslg
PH-H20
•ateria organica
oitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
pagnesio
Pptassio
sodio
Caaada aravel
Subsolo
esdianaeente acido
ssdianaMDte a leveeente acido
extresaftente baixo
baixo
baixo
radio a baixo
baixo
sedio
baixo
extresasente baixo a baixo
baixo
•edio a alto
tedio
•edio
: eedio
: baixo
Classificasag (FAO/UMESCO): "orthic Ferralsols°
A^-Lll Solos rauito profundos com 10-30 cm de areia a areia franca e 10-30
cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila
arenosa a argila;
bem drenados, de cor castanha escura e castanha avermelhada sobre
laranja a vermelha nos topos de "interfluves" e nas encostas
superiores e medias, e de cor castanha escura e castanha sobre
castanha escura e amarela nas encostas inferiores
moderadamente bem drenados, de cor cinzenta sobre amarela nas
languas (dambos).
Este tipo de solo ê tipico para os topos e as encostas superiores
dos
"interfluves" nas zonas suavemente onduladas com languas duma
largura superior a 200 m, sendo as unidades A.a
e A.b
2.d
2.d
Este tipo de solo tambem foi encontrado em encostas medias nas unidades A.a e A.b e em encostas inferiores nas unidades A.a e A.c .
2.d
2.v
l.d
3.v
0 solo moderadamente drenado foi encontrado em dambos na unidade A.a.
Foram descritas 4 covas em topos e encostas superiores dos
fluves" na unidade A.a com as seguintes caracteristicas:
2.d
Caracteristicas iprfgjpgicas
estrutura
Caaada aravel
Subsolo
soderadaeente a fracasente
desenvolvida, anisoforee
subangular, principalesnte
•edia
aacica porosa, soderadasente a fortewnte
coerente
2.d
"inter-
35
coosistencia
seco
branda
buiido
wito friavel
•olhado
nao plastica, nao pegajosa
raito
ligeirasente dura a
dura
friavel a
friavel
pouco plastica a
plastica, pouco
pegajosa
peliculas
nao encontradas
as vezes poucas
superficies voscas,
delgadas
poros
Miitos raito finos e finos,
poucos Kdios
raizes
nitas suito finas e finas,
poucas eedias
comins a auitos euito
finos, poucos a comins
finos
auito poucas euito
finas, finas e tedias
Caracteristicas Ouiiicas
Profund.
pH-H20
(Cl)
5.9-6.5
0-15
5.4-6.0
15-40
40-120
5.2-6.0
Nat. org.M-tot.
P-ass.
Ca
(Z)
(Z)
(ppfi)
(
0.8-0.9
0.030.05
0.03
3-9
0.7-
0.2-
2.2
0.4
0.4-
0.6-
0.9
0.8
0.9-
0.1-
1.6
1.3
0.3-0.9
-
-
1-2
-
Hg
- eeq/100
I
Ha
gr. de solo 0.12- 0.190.19 0.22
0.16- 0.180.26 0.24
0.20- 0.200.65 0.22
TBT
)
1.6-
2.8
1.6-
2.5
2.4-
3.4
S
(Z)
5183
4567
6785
Avaliacjg
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
forteiente a leveiente
acido
eitreiaiente baixo
baiio
baixo a wdio
baixo a M d i o
baixo
priocipaliente sedio
baixo
fortewnte a
aedianaiente acido
extreiaiente baixo
baixo
baixo
baixo
baixo a aedio
baixo a aedio
baixo
Qlissificasfg (FAO/UNESCO): principaltente "orthic Ferralsols'
éi.2^12 Solos
rouito
p r o f u n d o s com 50-80 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a
f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a ;
- bera drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura
sobre castanha
avermelhada e l a r a n j a a v e r m e l h a ,
nos topos e
encostas s u p e r i o r e s e medias dos " i n t e r f l u v e s " na unidade
A.a
l.d
- bem a m o d e r a d a r o e n t e bem d r e n a d o s , d e cor c i n z e n t a e s c u r a
sobre
castanha
a v e r m e l h a d a , em e n c o s t a s medias dos sopes na unidade
36
A.a
2.v
Foi descrita uma cova bern drenada no topo dum "interfluve" na
dade A.a
l.d
e uma cova, bem a rooderadamente bem drenada,
sope na unidade A.a
uni-
na encosta media
dum
2.v
Caracteristicas da
unidade
A.a :
cova
bem drenada no topo dum
"interfluve"
l.d
Caracteristicas aorfglógicas
Cauda aravel
Subsolo
fracaeente desenvolvida,
anisofom subangular,
•edia
aacica porosa,
forteaente coerente
peliculas
branda
•uito friavel
nao plastica, nao pegajosa
nao encontradas
dura
friavel
plastica, pegajosa
discontinuas, revesti•entos de agregados e
superficies voscas,
delgada a nderadaaente
espessas
poros
•uitos a abundantes finos
suitos a abundantes
finos
raizes
poucas de todos os taeanhos
suito poucas a poucas
euito finas, finas e
grosseiras
estrutura
consistencia
seco
huiido
•olhado
Caracteristicas Quiaicas
Profund.
PH-H20
(Cl)
0-35
35-75
75-110
6.1
6.4
6.3
Hat. org. H-tot.
(Z)
2.1
0.8
-
(Z)
0.11
0.03
-
P-ass.
(ppa)
11
1
-
Ca
Ng
r
Ha
TBT
( - Kq/lOO gr. de solo - )
6.3
0.9
0.46 0.17 7.8
3.5
0.7
0.19 0.13 4.5
3.1
1.1
0.23 0.16 4.5
S
(Z)
90
86
81
na
37
AvaliasSg
Casada aravel
PH-H20
eateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assieilavel
calcio
eagnesio
potassio
sodio
Subsolo
• leveoente acido
satisfeito
eedio
alto
euito alto
• eedio
alto
: baixo
Classificasao (FAO/UiCSCO):
leveoente acido
extresasente baixo
baixo
baixo
eedio
sedio
baiio a sedio
baixo
"ferric Luvisols"
C a r a c t e r l s t i c a s da c o v a b e m a m o d e r a d a m e n t e
dum s o p e na u n i d a d e
A.a
:
bem dreriada
na
encosta
2.v
Caracterlsticas sgrfglógicas
Casada aravel
estrutura
Subsolo
eoderadaeente a fortesente
sacica porosa, §odedesenvolvida, anisoforee
radaeente coerente
subangular, eedia a grosseira
coosistencia
seco
huflido
eolhado
ligeirasente dura
friavel
nao plastica, nao pegajosa
ligeirasente dura
firie
plastica, pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: nitos suito finos, finos
e aedios, poucos grosseiros
coeuns euito finos,
finos e eedios, poucos
grosseiros
Hiitas suito finas, finas e
eedias
raizes
poucas euito finas e
finas
Caracterlsticas ftilficas
Profund.
(ei)
0-22
22-68
68-110
PH-H20
Hat. org. H-tot.
(Z)
(Z)
6.4
1.5
0.06
6.3
1.2
0.04
(ate a profundidade de 38 ca
5.8
P-ass.
Ca
(
4.6
1.63.0
1.8
0.4
1.0
0.8
E
Ha
gr. de solo 0.19 0.22
0.33- 0.210.37 0.22
0.17 0.22
TBT
)
5.4
3.24.5
3.0
S
(Z)
95
6983
70
med
38
Ayaliaslg
Caiada aravel
pJHCO
•ateria organica
: levecente acido
: baixo
nitrogeoio-total
fosfor o-assiulavel
caicio
: baixo
: baixo
: alto
•agnesio
potassio
: baixo a sedio
: Mdio
sodio
: baixo
Subsolo
leveeente a eedianaeente acido
baixo a extreaasente
baixo
baixo
baixo
alto, baixo a partir
de 70 ce
oedio
tedio, baixo a partir
de 70 ci
baixo
Qlassificasig (FA0/UHESC0) "orthic Ferralsols'
Ai2^13 Solos p r i n c i p a l m e n t e muito p r o f u n d o s com 20-50 cm de m a t e r i a l f r a n c o
arenoso a f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a ;
bero drenados,
de cor castanha escura
a castanha
avermelhada
escura e l a r a n j a sobre v e r m e l h a ,
em topos e encostas
superiores
de " i n t e r f l u v e s " nas unidades A.a
,
A.a
,
A.a
,
A.b
e
l.d
2.d
2.v
2.v
A.c .
3.v
bem drenados, de cor castanha avermelhada escura e vermelha, em
transicoes da encosta superior para a encosta media na unidade
A.a
l.v
bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura e castanha avermelhada sobre castanha escura a castanha
avermelhada escura e laranja a vermelha, em encostas roedias nas
unidades A.a,
A.b
,
A.a , A.a , A.b , A.c
e A.c
l.d
l.d
2.d
2.v
moderadamente bem drenados, de cor
encostas inferiores na unidade A.a
2.v
castanha
2.v
escuro,
3.v
so em
l.d
Em topos e encostas superiores de "interfluves" foram descritas duas
covas na unidade A.a , duas covas na unidade A.b e uma cova na
l.d
encosta superior dum sope na unidade
2.v
A.a
2.d
Em encostas medias foram descritas uma cova na unidade
A.a
2.v
na unidade
A.b
2.v
e
uma
39
SiEiCteristicas forfglógicas destas coyas
Caiada aravel
Subsolo
estrutura
•oderadarente a fracatente
desenvolvida, anisoforte
subangular, principaltente
ledia a grosseira
aacica porosa,
toderadatente
coerente
consistencia seco
buiido
tolhado
ligeiraaente dura a dura
n i t o friavel a friavel
pooco plastica, nao a pouco
pegajosa
dura a nito dura
nito friavel a firte
plastica, pegajosa
peliculas
as w i e s , poucas superficies nitas vezes, poucas a
discontinuas, delgadas
voscas, delgadas
(de argila e ferro,
revestitentos de
agregados e/w
superficies voscas
por os
witos w i t o finos, coeuns
a nitos finos, poucos a
cotuns Mdios
nitos nito finos,
poucos a conns finos
raizes
cowns a Mitas nito finas
e finas, poucas a cotuns
tedias
nito poucas n i t o
finas, nito poucas
finas e tedias
Caracteristicas öyificas das coyas descritas ef topos e encostas
superipres dos 'interfluyes' na ynjdade A.a :
Profund.
(et)
0-12
pH-H20
12-25
5.2-6.0
25-120
5.0-5.6
5.7-5.9
Nat. org. H-tot.
(Z)
(Z)
1.8-4.6
0.070.12
1.4-2.4
0.050.06
-
l.d
P-ass.
(ppt)
3-7
1-3
-
Ca
Hg
I
Na
( - teq/100 gr. de solo 2.61.40.19- 0.154.0
2.7
0.22 0.16
1.7
1.30.08- 0.13
2.1
0.19
1.31.20.06- 0.141.9
1.4
0.15 0.16
Ayaliacjg
Caiada aravel
PH-H20
tateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
: fortetente a tedianatente acido
: baiio a bot
: baiio a tedio
: baiio a tedio
: tedio a baiio
: tedio
: baiio a tedio
: baiio
Subsolo
nito fortetente
a tedianatente acido
baiio a eitret. baiio
baiio
baiio
baiio
tedio
nito baiio a baiio
baiio
TBT
)
4.4-
7.1
3.3-
4.4
1.3-
1.9
S
(Z)
71
80
46
77
48
76
40
PJassificacJg (FAO/UHESCO): 'rbodic Ferralsols' ou 'orthic Ferralsols'
QiUcteristicas guificas das covas descritas e» tgggs e encgstas
syeeriores dos "interfluves° na unidade A.b
2.v
Profand.
pfHBO
0-15
Nat. org. H-tot.
P-ass.
(»•)
Ca
1
Kg
Ha
TBT
(Z)
(Z)
5.6-5.9
1.1-1.7
0.040.08
4-5
( - •eq/100 gr. de solo
3.01.00.28- 0.140.29 0.22
3.3
1.1
5.2-5.5
0.3-1.1
0.02-
1-3
1.6-
0.7-
0.13- 0.16- 2.8-
1.8
1.4
0.19
1.6-
0.4-
0.10- 0.16- 2.4-
2.0
1.3
0.16
(Cl)
)
4.6
S
(Z)
7582
35
15
57-
65
0.06
0.21
3.5
66
35
- -140
5.1-5.3
-
-
-
62-
65
3,6
68
Ha
TBT
- seq/100 gr. de solo
- )
S
(Z)
80
0.24
Avaliajlg
Subsolo
Caiada aravel
piHi20
«ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
forteseote a fedianaiente acido
baixo
baixo
baixo
wdio a baixo
•edio
- ledio a baixo
• baixo
-
forteiente acido
extrenaente baixo
baixo
baixo
baixo
•edio a baixo
baixo a nüto baixo
baixo
Classific.ac.ag: (FAO/UHESCO): 'rhodic Ferralsols" a 'ferric Luvisols"
Qtr.acteristicas guieicas da cgva descrita na encgsta superior du| sgge na
unidade A.a :
2.d
Profund.
P-ass.
(PP»)
Ca
(Z)
0.06
0.06
12
1-2
1.7
0.6-1.1
-
-
-
1.3
PH-H20
Hat. org. H-tot.
0-12
12-50
6.1
(Z)
1.4
5.8-6.0
50-125
5.5
(Cl)
(
1.51.6
Hg
0.8
0.20.6
0.8
I
0.22
0.210.26
0.27-
0.12 2.8
0.13- 2.10.14 2.5
0.12- 2.5
0.43
0.13
57
62
62
41
Avaliasio
Subsolo
Caiada aravel
pJHBO
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
wdianawnte acido
levewnte a wdiana•ente acido
• baiio
: baiio
• alto
- baiio
- baiio
- ledio
baiio
eitremente baiio
baiio
baiio
baiio
baiio
baiio a Kdio
baiio
Qiassificasao (FAO/UNESCO): "rhodic Ferralsols" a "ferric Luvisols"
Gitacteristicas gui|icas da cova descrita na encosta
•edia na unidade A.a :
2.v
Profund.
(Cl)
0-20
PH-H20
Hat. org. H-tot.
6.1-6.2
(Z)
1.2
20-70
70-150
6.0
6.0-6.1
0.4
-
(Z)
0.05
0.03
-
P-ass.
(ppe)
3-13
2
-
Ca
Hg
I
Ma
TBT
( - ieq/100 gr. de solo
)
2.00.6
0.13- 0.12- 2.8
2.1
0.16 0.13 3.0
1.9
0.7
0.16 0.16 3.0
1.91.00.16- 0.16 3.3
Avaliacjo
p(t-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
levewnte acido
•edianaaente a levewnte
acido
eitresaiente baiio
baiio
baiio
baiio
baiio a wdio
•uito baiio a baiio
baiio
baiio
baiio
baiio a alto
baiio a Mdio
baiio a w d i o
baiio
- baiio
Classificajao (FAO/U)ffSCO): 'rhodic Ferralsols"
Caracteristicas guiiJicas da cova descrita na encosta aedia na unidade A.b :
2.v
&
Profund.
PH-H20
(Cl)
6.1
6.0
0-23
23-45
45-150
5.8-5.9
Mat. org. M-tot.
(I)
(2)
2.2
0.08
1.1
0.05
-
P-ass.
(ppe)
Ca
1
0
4.3
2.3
2.6
-
(
Hg
r
Ma
TBT
S
eeq/100 gr. de solo - )
(Z)
0.6
0.22 0.20 5.3
73
0.9
0.36 0.24 3.8
60
0.7
0.22- 0.21- 3.7- 730.26 0.26 3.8
74
Avaliajao
Caiada aravel
Subsolo
PÜ-H20
•ateria organica
leveiente acido
satisfeito
nitrogenio-total
fosfor o-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
baiio
baixo
•edio a alto
baixo a tedio
baixo a M d i o
baixo
sedianasente acido
baixo ate extreiasente
baixo
baixo
baixo
•edio
baixo
baixo
baixo
Classificasao (FAO/UNESCO): "rhodic Ferralsols" a 'ferric Luvisols"
A^2^14 Solos bem drenados, muito profundos, de argila arenosa a argila, de
cor castanha avermelhada escura e vermelha sobre vermelha
Este -tipo de solo è tipico para topos, encostas superiores e transicoes para encostas medias dos "interfluves" nas unidades planas a
quase planas com uma grande distancia entre as linhas de drenagem
(superior a 1600 m ) , sendo as unidades A.a e A.a .
l.d
Este solo tambem foi encontrado em encostas
A.c .
l.v
superiores
na
unidade
2.v
Nao foram feitas muitas observacöes.
A.3
Solos
moderadamente
imperfeitamente
a mal
bem a imperfeitamente,
drenados
imperfeitamente
A.r.3^1
Solos moderadamente bem a imper feitamente e imper feitamente a mal
drenados, muito profundos, de areia a areia franca, de cor cinzenta escura a castanha escura sobre castanha e palida, com
manchas de varias cores a partir duma profundidade de 10 cm;
muitas vezes com o lencol freatico dentro 100 cm da superficie.
Este tipo de solo foi encontrado em languas (dambos)
A.b , A.b e A.b
l.d
2.d
2.v
Foi descrita uma cova num dambo largo na unidade
e
nas unidades
A.b (moderadamente
2.d
bem a imperfeitamente drenada) e uma cova num dambo estreito na unidade
A.b (imperfeitamente a mal drenada)
2.v
43
Caracteristicas
da c o v a nura dambo l a r g o
na u n i d a d e
A.b
2.d
Caracteristicas igrfglógicas:
Caiada aravel
Subsolo
particulas soltas a
lacica porosa
consistencia seco
huiido
•olhado
: loderadaiente fraca
desenvolvida, anisoforie
subangular, fina a Mdia
: solta
: solta
: nao plastica, nao pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: Miito abundantes «lito finos •uitos wito finos é
e finos
finos
raizes
: ate U K profundidade de
42 ei finas
estrutura
solta
solta
nao plastica, nao
pegajosa
•ui tas a coiuns wito
finas
X-*
i>.,
A partir d u n profundidade de 27 ei, poucas a coiuns lanchas alaranjadas, «edias
a grandes, distintas e abruptas.
Caracteristicas guificas
Profund. PH-H20
(ei)
0-27
6.0
27-64
6.0-6.1
64-155
Nat. org. H-tot.
(Z)
(Z)
1.0
0.05
0.1
0.010.02
6.7
P-ass. Ca
Ha:. TBT
Ng
(
Mq/100
gr.
de
solo
- )
(PPI)
2.3
0.4
0.09 0,12 2.9
5
0.04- 0.10- 1.2- 82- 1.2
0-1
1.0
0.3
0.Ó5 0.12 1.5
1.0 . 0.2
Ö.08 0.35 1.6
Avaliacao
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
:
:
.:
:
:
:
Caiada aravel
Subsolo
•edianaiente acido
•ediana«ente acido a
neutro
extreiaiente baixo
baixo
baixo
baixo
baixo
baixo
baixo
baiio a eitreiaiente baixo
baiio
baixo a «edio
Mdio
baixo
baiio
baiio
Glissificacao: (FA0/ÜHESC0): 'albic Arenosols, sodic pbase'
C a r a c t e r i s t i c a s da cova num dambo e s t r e i t o
l e n c o l f r e a t i c o numa p r o f u n d i d a d e a 85 cm:
na unidade
44
Cafacterjsticas io rfologjcas
Caaada aravel
estrutura
Subsoio
: eaito fracasente desenvolvida, anisoforee subangular
grosseira a aacica porosa
particulas soltas
: solta
.- solta
: nao plastico, nao pegajosa
solta
solta
nao plastica, nao
pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: auitos auito finos, finos
e grosseiros
tui tos wito finos,
finos e grosseiros
consistencia
seco
buiido
aolhado
na priaeira casada de 10 ei auitas finas, aedias e
grosseiras, a partir de 10 ei poucas grosseiras
raizes
A partir duia profundidade de 10 C B coauns oanchas laranjas, aedias e grandes,
distintas e nitidas.
Caracteristicas guiaicas
Profund
PH-H20
(ca)
0-10
(.1
10-85
6.0
lencol
freatico
Hat. org. H-tot.
(I)
1.0
0.1
P-ass.
Ca
(Z)
(ppai)
(
0.06
0.07
2
0
Hg
f
Ha
TBT
S
•eq/100 gr. de solo - )
(Z)
0.09 0.19 2.3 80
1.5 0.6
0.06 0.17 1.0 79
0.5 0.2
Avaliacao
Caaada aravel
PÜ-H20
aateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
aagnesio
potassio
sodio
: aedianasente a leveaente
acido
baiio a eitreaaeente baixo
baiio
baiio
baiio
baiio
baiio
baiio
Subsolo
•edianaaente acido
eitreaaaente baixo
baiio
baixo
baixo a auito baixo
baiio a auito baiio
baiio
baiio
Classificacao iQrfologica (FA0/UHESC0): 'albic Arénosol, sodic phase' ou "eutric Gleysol0
éf.3^.6 Solos rooderadamente bero a imperfeitaniente drenados, com 40-100 era de
areia a areia franca sobre a r g i l a arenosa, de cor cinzenta escura a
castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e
45
amarela, com
20-80 cm.
manchas de varias cores a partir duma profundidade
...
d
Este tipo de solo foi encontrado nas languas (dambos) nas unidades A
e A.a
e ero encostas ïnferiores na unidade
2,d
Foi descrita uma cova num dambo na unidade
A.a
2.v
A.a com as seguintes ca-
l.d
racteristicas:
Caracteristicas forfologicas
Caiada aravel
: Mderadaiente fraca desenvolvida, anisoforie subangular, fina e Mdia
estrutura
consistencia seco
huiido
•olhado.
ligeiratente dura
n i t o friavel
nao plastica, nao pegajosa
•;M;
-..;;• ...•;;
: nao encontradas
peliculas
•uitos auito finos
poros
: cowns finas e grosseiras
raizes
Subsolo
tacica porosa, aoderadaiente coerente. •
iuito dura
fine
plastica, auito
pegajosa ; -.Mn..;
so na caiada .argilosa ;
discontimias superficies
voscas e revestiientos
de agregados,;delgadas.,
cotuns «ito finos ;
,,
na caiada arenqsa wito
poucas finas e tedias;
na caiada argilosa nao
ha
• •,*,-,
••;!,
"3U
!--; i
A partir d u n profundidade de 64 ei mitas lanchas, alaranjadas e verielhas,
Mdias e grandes, indistintas ate distintas, difusas ate abruptas.
.,
• nsx,- , -• 'j r,o-
> - •; • ?aracteristicas guificas
Profund.
(Cl)
0-32
32-92
92-140
PH-H20
-
6.1
6.3-6.4
5.5
*> 1 . . . . ft
Hat org. H-tot. . P-ass.
(Z)
(Z)
(ppi)
1.8
0.08
1
O.S
0.03
.. <o
-
l
Ha
TBT
- •eq/100 gr. de solo - )
0.8 0.30 0.14 6.0
4.7
0.5- 0.10- ,0.10 Ï L91.10.7 0.12
2.0
2.9
1.2 0.15 0.16 4.5
3.0
Ca ,. Hg
(
S
(Z)
90
,78
79
76
46
Avaliacao
PÜ-H20
Mteria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
ngoesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
levereote acido
leveaente acido na caiada
arenosa e forteiente acido
na caiada argilosa
extreiaiente baixo
baiio
baixo
baiio a ssdio
ledio
sedio ate ouito baiio
baiio
baiio
baiio
baizo
alto
•edio
wdio
: baiio
QliSSlficacag (FM/UNESCO): 'caibic Arenosols' ou 'eutric Fluvisols'
éii^S
Solos moderadamente bem a imperfeitamente drenados, muito profundos,
com 30-60 cm de areia a areia franca e 30-60 cm de material franco
arenoso a franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila, de
cor preta e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e
amarela, com manchas de varias cores a partir de 40-50 cm e eventualmente concrecoes de ferro.
Este tipo de solo so foi encontrado em dambos na unidade A.a .
2.d
Nao foram feitas muitas observacoes.
A..3..13 Solos moderadamente bem a imperfeitamente e imperfeitamente drenados,
muito profundos, com 20-50 cm de material franco arenoso a
franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila, de cor cinzenta
escura a castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha
escura e amarela, com manchas de varias cores a partir da superficie
ou pelo menos dentro 50 cm da superficie.
Este tipo de solo foi encontrado em dambos nas unidades
A.a
l.d
e nos vales das unidades
A.a
e
2.v
e
A.b
2.v
A.c
2.v
Nao foram descritas covas.
é i l L H Solos imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, de argila
arenosa a argila, de cor preta e cinzenta escura a castanha escura
sobre cinzenta escura a castanha escura e cinzenta, com manchas de
varias cores e concrecoes de ferro e manganes ja a partir da superficie, com o lencol freatico nao dentro dos primeiros 80 cm.
Este tipo de solo foi encontrado em dambos nas unidades A.a e A.b
l.d
e em vales nas unidades
A.b
2.v
Nao foram descritas covas.
e
2.v
A.c
2.v
Ai3il5 Solos moderadamente bem a imperfeitamente e imperfeitamente a mal
drenados, muito profundos, estratificados com varias texturas e
47
cores, COB) raanchas a partir de varias profundidades e com o lencol
freatico, em alguns casos dentro 100 cm a partir da superficie.
Este tipo de solo foi.encontrado .em dambos na unidade A.a e em vales
2.d
nas unidades
Foi
A.a
e A.b
2.v
2.v
descrita uma cova num dambo na unidade
A.a e uma cova num vale
2.d
na unidade
A.b
2.v
Nota-se que estas covas so dao alguns exemplos destes solos e s t r a t i ficados.
C a r a c t e r i s t i c a s da cova d e s c r i t a no dambo na unidade A.a (0-30 cm:
2.d
m a t e r i a l franco a r g i l o arenoso, 30-70 cm: areia g r o s s e i r a ,
70-120
cm: m a t e r i a l franco a r g i l o arenoso com camadas de areia g r o s s e i r a ) :
Caracteristicas forfojggicas
Caaada aravel
estrutura
consistencia
Subsolo
: nderadaiente desenvolvida
anisoforie subangular,
grosseira
tacica porosa,
debiliente coerente na
caiada arenosa, forte•eote coerente na
caiada franca
seco
: dara
huiido
nlhado
: friavel
: plastica, pegajosa
solta na caiada
arenosa, dura na
caiada franca
resp. solta e friavel
resp. nao plastica,
nao pegajosa e plastica pegajosa
peliculas
: poucas superficies voscas,
delgadas
discontinuas superficies voscas e
revestiientos de agregados, delgados, na
caiada franca
poros
: n i t o s «iito finos
resp. abundantes w i t o
finos e tuitos niito
finos
raizes
: auitas w i t o finas
poucas finas
A partir da superficie poucas Mncbas laranjas, ledias, distintas e abruptas.
Caracteristicas gyificas
48
Profund.
PH-H20
6.0
6.3
6.2
0-30
30-70
70-120
(Z)
P-ass.
P
(ppa)
(
Pl
0.15
0.02
20
8
-
-
Nat. org. H-tot.
(Z)
4.8
0.4
(Cl)
-
Ca
Hg
f
Ha
TBT
( - aeq/100 gr. de solo - )
16.2
1.1 0.75 0.21 18.3
2.6
0.9 0.11 0.14 3.8
7.5
2.0 0.29 0.19 10.0
S
(Z)
85
86
86
Ayaliacap
Cauda aravel
Subsolo
PH-H20
u t e r i a organica
nitrogenio-total
fosforo-assiailavel
calcio
aedianaaente acido
ugnesio
•edio
potassio
so<iio
alto
baiio
leveiente acido
eitretaiente baiio
baixo
•edio
•edio na cauda arenosa,
wito alto na caaada franca
•edio na caaada arenosa,
•edio a baixo na caaada franca
•edio
baixo
DM
wdio
nito alto
wito alto
Classifkacag (FA0/UHESC0): 'eutric Fluvisols"
Caracteristicas
da cova d e s c r i t a
no v a l e na u n i d a d e s
A.b
( 0 1 5 cm: a r e i a ,
2.v
15-108 cm; m a t e r i a l
franco arenoso);
franco argilo
arenoso a a r g i l o
arenoso,
Caracteristicas aprfplggicas
estrutura
censistencia
seco
Cauda aravel (0-15 ei)
Subsolo
•oderadaaente fraca desenvol vida, anisoforte subangular, fina
•acica porosa, forte•ente coerente na
canada pesada e debil•ente coerente na
cauda leve
branda
ligeirasente dura na
cauda pesada, branda
na cauda leve
resp. friavel, uito
friavel
resp. wito plastica,
pegajosa e nao plastica, nao pegajosa
huaido
: nito friavel
aolhado
: nao plastica, nao pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: witos wito fioos e finos
cowns wito finos na
cauda pesada, witos
finos e finos na cauda leve
raizes
: cowns wito finas e finas
cowns a poucas finas
108-130:materia!
49
A partir da saperficie poucas ate aaitas eaachas de varias cores, Esdias ate
J
peqoenas, distintas e claras a abruptas.
Caracteristicas güificas
Profuod.
PH-H20
(Cl)
0-15
15-108
5.9
6.2-6.3
Nat. org. N-tot.
(Z)
(Z)
0.5
0.03
1.3
0.07
(ate proftmd. 75 C Ï
-
6.4
108-130
P-ass.
(PPB)
0
0
)
-
Ca
Kg
i
Na
TBT
- esq/ltë) gr. de solo
- )
1.3
0.5
0.07
0.16 2.0
6.70.90.16- 0.27- 9.611.1
2.5
0.24
0.54 12.8
4.0
1.8
0.12
0.30 6.2
(
S
(Z)
73
8387
87
Avaliacao
Casada aravel
Sobsolo
PH-H20
•ateria organica
nitrogeoio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
Mdiaoaseote acido
eitremente baixo
baixo
baiio
baixo
•agoesio
potassio
sodio
baixo a wdio
baixo
baixo
leveseote acido
baixo a extreo. baixo
baixo
baixo
Kiito alto ua cacada
pesada, sedio a alto na
caiada leve
resp. eedio a alto, aedio
resp. baixo a nedio, baixo
baixo a cedio
Classificacao (FAO/UNESCO): 'eutric Fluvisols'
A.4
Solos
wal
e stal a muito
mal
drenados
Ai.4^3 Solos mal d r e n a d o s , muito p r o f u n d o s , com 3 0 - 6 0 cm de areia a areia
franca s o b r e m a t e r i a l f r a n c o a r e n o s o a franco a r g i l o a r e n o s o , d e cor
cinzenta e s c u r a e c i n z e n t a sobre c a s t a n h a e s c u r a , com comuns m a n c h a s
de v a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o d e n t r o 4 0 cm a partir da s u p e r f i cie.
Este tipo d e s o l o foi u m a vez e n c o n t r a d o num d a m b o na u n i d a d e A . a
l.d
A.,4^6 Solos mal d r e n a d o s , muito p r o f u n d o s , com 4 0 - 1 0 0 cm d e a r e i a , d e cor
cinzenta e s c u r a e c a s t a n h a s o b r e argila a r e n o s a , de cor p a l i d a , com
m a n c h a s d e V a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o d e n t r o 4 0 cm a partir da
superficie.
Este tipo de s o l o foi e n c o n t r a d o em languas (dambos) n a s u n i d a d e s A . a
l.d
A.b
l.v
Nao foram f e i t a s m u i t a s o b s e r v a c o e s .
è A ± 2 Solos m a l d r e n a d o s , m u i t o p r o f u n d o s , com 2 0 - 4 0 cm d e areia a areia
franca s o b r e a r g i l a a argila a r e n o s a , de cor c i n z e n t a escura e c i n zenta s o b r e c i n z e n t a , c o m m a n c h a s d e v a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o
È
50
dentro 40 cm a partir da superficie.
Este tipo de solo foi uoia vez encontrado numa
unidade A.a
langua
(dambo)
na
2.d
BI
Solos desenvolvidos en rochas principalnente basicas (gabbros noriticos, netagabbros, gneisses plagioclasicos)
Bl.1
Solos ben, ben a noderadanente ben e aoderadaaente ben drenados
BIj.2Al Solos muito profundos de material franco argilo arenoso a franco
argilo l.imoso a franco argiloso;
- bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura sobre vermelha, em topos e em encostas superiores dos
"interfluves" na unidade Bl.a
1. d
isoderadafiiente bern drenados, de cor preta sobre castanha escura,
com ,, poucas manchas a partir duma profundidade de ma is ou menos
35 cm, em encostas inferiores na unidade Bl.a
l.d
Nao forafli feitas muitas observatjoêes.
Bl^.2^2 Solos muito profundos, com 30-60 cm de material franco arenoso a
franco argila limoso a franco argiloso sobre argila
- bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura sobre castanha avermelhada escura e vermelha, en topos e
encostas superiores dos "interfluves" na unidade Bl.a
l.d
bem a moderadamente bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha escura e alaranjada a
laranja, com manchas a partir duma profundidade de mais ou menos
40-60 cm, em encostas medias nas unidades Bl.a e Bl.a e em
l.d
l.d/v
encostas inferiores na unidade Bl.a
l.d/v
Foi descrita uma cova na encosta media na unidade
Bl.a com as se-
l.d
guintes caracteristicas:
(Deve ser anotado que esta cova esta situada numa zona transicional
de rocha basica (BI) para rocha acida (A)
51
Caracteristicas iorfologicas
Cauda aravel
Subsolo
estrutura
: wderadaaente fraca a iode- •acica porosa
radasente desenvolvida,
anisoforie subaogular
•edia a grosseira
consistencia seco
huaido
lolbado
: dura
: friavel
: plastica, nao pegajosa
dura
firte
plastica, pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: witos wito finos e finos, cotuns wito finos,
cowns ledios
cotuns finos e cowns
•edios
raizes
: witas wito finas, cotuns
finas, poucas ledias
poucas finas
Caracteristicas guiaicas
'
Profund.
pH-H20
(Cl)
0-20
20-60
60-120
5.7
5.3
5.4
• * ~ " "
—
M M
Hat. org. H-tot.
(Z)
(Z)
3.5
0.08
1.5
0.04
P-ass.
(ppi)
6
0
Ca
(
•
5.3
3.1
4.1
I
Ka
Hg
•eq/100 gr. de solo
2.0
0.36 0.16
1.6
0.17 0.13
1.3
0.11 0.14
TBT
•
)
7.9
5.0
5.7
S
(I)
66
59
73
Avaliacao
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
•edianaiente acido
satisfeito
forteiente acido
baixo ate extretaiente
baiio
baixo
baixo
•edio a alto
•edio
baixo a wito baixo
baixo
baiio
•edio
- alto
•edio a alto
• Mdio
- baixo
Classificacag (FA0/UHESC0): 'luvic Phaeozei'
81^2^.3 Solos inuito p r o f u n d o s , com 10-30 cm de m a t e r i a l franco argilo areno
so a franco a r g i l o s o sobre argila
- bein d r e n a d o s , de cor castanha escura a castanha a v e r m e l h a d
escura sobre c a s t a n h a a v e r m e l h a d a e laranja a v e r m e l h a , em topos
e n c o s t a s s u p e r i o r e s e e n c o s t a s m e d i a s dos " i n t e r f l u v e s " nas uni
d a d e s Bl.a e Bl.a
l.d
l.d/v
52
bem a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor
cinzenta escura a castanha escura sobre castanha escura, castanha
e alaranjada, com manchas indistintas de varias cores a partir
duma profundidade de 50 cm, em encostas medias nas unidades Bl.a
e
Bl.a
e
em
transicoes de encosta
media
para
a
l.d
encosta
l.d/v
inferior nas mesmas unidades (nota-se que riesta ultima posicao as
manchas indistintas ja sao presentes a partir duma profundidade
de 15 cm)
Foram descritas duas covas, bem drenadas em topos e encostas
periores na unidade Bl.a
, uma cova, bem a moderadamente
subem
l.d
drenada na encosta media na unidade
Bl.a
e uma cova, moderadamente
l.d
bem drenada na transicao da encosta roedia para a
na unidade Bl.a
encosta
inferior
l.d
Visto que uma cova bem drenada foi situada na zona transicional de
rocha basica (BI) para rocha acida (A), sendo nao exactamente tipico
para , os solos desenvolvidos em rocha BI a descricao das 2 covas nao
e juntado.
Caracteristicas da cova bem drenada, situada na zona com a rocha BI:
Caracteristjcas fprfologicas
Casada aravel
estrutura
: Godaradaoente desenvolvida
anisoforue subangular,
grosseira
consistencia seco
huaido
solbado
: dara
: friavel
peliculas
discontinuas superficies
voscas
poros
fait o poucos euito finos,
finos e oedios
ranes
cosuns euito finas e finas,
poucas «edias
Subsolo
iacica, forteeente
coerente
firee a euito firee
euito plastica,
pegajosa
nao encontradas
poucas euito finas
e finas
53
Caracteristicas guiiicas
Profund.
(ei)
0-28
28-42
42-90
PH-H20
6.3
5.8
5.8
Hat. org. H-tot.
(Z)
5.9
2.0
(Z)
P-ass
(ppi)
0.09
0.07
3
1
Ca
Hg
I
Ha
TBT
(
- wq/100 gr. de solo - )
13.0
5.9
0.19 0.22 19.3
S
(Z)
86
7.5
4.2
0.07
0.20
12.0
77
6.4
4.1
0.07
0.24
10.8
80
Avaliacjo
Subsolo
Canda aravel
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
•edianatente acido
baixo ate extrei. baixo
baixo
baixo
wito alto
alto
wito baixo
baixo
levewnte acido
boa ate satisfeito
baiio
baiio
Miito alto
alto
baiio a m i t o baixo
: baixo
Classificacao (FAO/UI4ESC0): 'luvic Phaeoz
C a r a c t e r i s t i c a s da cova bern drenada,
BI para rocha A:
s i t u a d a na zona de t r a n s i c a o de rocha
Caracteristicas torfologicas
Subsolo
Canada aravel
estrutura
: nderadaiente fraca desenvol vida, anisoforw subangular, grosseira
•acica porosa
consistencia seco
nuiido
wlnado
: ligeirawnte dora
: wito friavel
: pouco plastica, pouco
pegajosa
dura a wito dura
firte
plastica, pouco pegajosa
peliculas
: nao encontradas
nao encontradas
poros
: «litos w i t o finos, cowns
finos
cowns w i t o finos,
pouco finos
raizes
: cowns m i t o finas e finas,
poucas wito finas
poucas ledias
Caracteristicas guifkas
Profund.
PH-H20
(Ci)
0-25
25-55
55-140
6.1
5.3
5.3
Hat. org. H-tot.
(Z)
3.0
1.6
-
(Z)
0.08
0.04
-
P-ass
(PPI)
16
9
-
Ca
Hg
I
Ha
TBT
(
- wq/100 gr. de solo - )
5.2
1.6
0.67 0.16 7.6
2.8
1.6
0.36 0.23 5.0
2.3
1.5
0.31 0.16 4.3
S
(Z)
76
59
68
54
Avaliacao
Casada aravel
plHCO
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Subsolo
leveeente acido
satisfeito
baixo
alto
alto
•edio
alto
: baixo
forteiente acido
baixo ate extrei. baixo
baixo
sedio
cedio
sedio
baixo a aedio
baixo
Classificacao (FAO/UiiESCO): 'luvic Phaeozees' <i "rhodic Ferralsols"
C a r a c t e r i s t i c a s da c o v a b e m a m o d e r a d a m e n t e bem d r e n a d a ,
na u n i d a d e B l . a :
na e n c o s t a
l.d
Caracteristicas fprfologicas
Subsolo
Casada aravel
estrutura
: fracasente desenvolvida,
anisoforie subaogolar,
grosseira
sacica porosa, aoderadatente coereote
dura
ouito dura
friavel
friavel
pouco plastica, nao pegajosa plastica, pegajosa
consistencia seco
huiido
aolhado
peliculas
: poucas super f kies voscas,
delgadas
nao encontradas
poros
: witos Miito finos, comins
finos, poucos wdios
coiuns eiito finos,
poucos finos
coiuns ouito finas, e finas, poucas a coauns finas,
poucas tedias
coauns ouito finas
raizes
Caracteristicas guiaicas
Profund
PH-H20
(ei)
0-23
23-51
51-100
6.2
6.1
6.1
Hat. org. H-tot.
(X)
3.9
1.4
-
(Z)
0.11
0.04
-
P-ass.
(ppa)
Ca
0
0
7.4
4.0
2.5
-
(
i
Ha
TBT
- ieq/100 gr. de solo
• )
Hg
5.8
3.6
2.4
0.46
0.25
0.25
0.18
0.16
0.17
13.8
8.4
5.3
S
(Z)
86
85
81
media
55
Avaliacao
Subsolo
Caoada aravel
ptt-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
levesente acido
satisfeito
baixo
baixo
•uito alto
alto
: alto
• baixo
leveaente acido
baixo ate extrei. baixo
baixo
baixo
aedio
sedio a alto
baixo a sedio
baixo
Gi55§ificacao (FAO/ÜMESCO): °luvic Phaeozeos"
C a r a c t e r i s t i c a s da cova moderadamente bem drenada na transicao da
media para a encosta i n f e r i o r na unidade Bl.a :
l.d
Caracteristicas forfojogicas
Subsolo
Casada aravel
euito fracasente desenvol- eacica porosa
vida, anisoforse subangular
a angular, eedia a grosseira
estrutura
consistencia seco
huoido
•olhado
: ligeirasente dura
: friavel
: plastica e pegajosa
friavel a firte
plastica, pegajosa
peliculas
: nao enccntradas
nao encontradas
por os
: coauns euito finos e finos
Euitos auito finos
raizes
: mitas euito finas e finas
poucas auito finas
A partir d u u profundidade de 15 ate 40 ei cosuns eancbas cinzentas escuras,
pequenas, indistintas, nitidas; de 40 ate 110 es ciitas aanchas alaranjadas,
pequenas a ledias, distintas, nitidas.
Caracteristicas guigica§
Profund.
PH-H20
Hat. org. M-tot.
6.0
5.9
6.1
(X)
3.1
1.9
0.1
(«)
0-15
15-40
40-110
(Z)
P-ass.
(pps)
0.12
0.07
0.03
B
3
2
Ca
Hg
1
Ha
TBT
( - seq/100 gr. de solo - )
0.13 0.149.2
6.2 2.7
0.13 0.16
11.2
6.6 4.3
0.10 0.198.4
4.2 3.9
S
(Z)
71
75
85
encosta
56
Avaliacao
plHCO
sateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caiada aravel
Subsolo
•edianaiente acido
•edianaiente a leveiente
acido
baixo ate extret. baixo
baixo
baixo
alto a niito alto
alto
•uito baixo a baixo
baixo
satisfeito
•edio
•edio
- salto alto
• alto
: baixo
: baixo
Classificacao (FAO/UNESCO): 'gleyic Phaeozei* ou 'gleyic Luvisol'
iLI^^
Solos p r i n c i p a l m e n t e muito p r o f u n d o s , a r g i l o s o s ;
bem drenados,
de cor castanha escura a castanha
averraelhada
escura sobre castanha
castanha avermelhada escura e v e r m e l h a ,
era topos e encostas s u p e r i o r e s dos " i r s t e r f i u v e s " nas
unidades
Bl.a
e Bl.a
l.d/v
l.d
bent a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor
cinzenta escura a castanha averraelhada escura sobre castanha
avermelhada e alaranjada a laranja, com manchas e concrecoes
de ferro e manganes a partir dunia profundidade de 30-70 cm, em
encostas medias e inferiores na
unidade Bl.a e em encostas
l.d/v
medias na unidade
Bl.a
l.d
Em encostas superiores dos sopes na unidade
Bl.a
foram
encontra-
l.d
dos solos bem drenados, superficiais e moderadamente profundos
sobre rocha meteorizada e/ou petro-plintite.
Em encostas medias dos sopes na unidade Bl.a foram encontrados
l.d
solos bem a moderadamente bem drenados, superficiais e moderadamente profundos sobrerocha meteorizada.
Em alguns casos foram observados concrecoes calcareas.
Foram descritas 3 covas bem drenadas em topos e/ou encostas superiores na unidade Bl.a e 1 cova bero drenada na mesma posicao na
l.d
unidade Bl.a , com as seguintes caracteristicas:
l.d/v
57
Caracteristicas fprfologicas
Subsolo
Caiada aravel
estrutura
: ssderadasente éesenvolvida,
anisoforoe subanplar,
sedia a grosseira a oacica
porosa
•acica porosa a fracaaente desenvolvida,
anisoforie subangular,
grosseira
consistencia seco
: ligeiraeente dura a dura
: miito friavel a friavel
: plastica, (pouco) pegajosa
ligeiraeente dura a
dura
friavel
plastica, pegajosa
: frettuentecente poucas
principaliente discon-
huaido
eolhado
peliculas
superficies voscas
delgadas
tinuas a pouco super
ficies de pressao,
delgadas
: niitos m i t o finos e finos, coeuns a Kiitos auito
coauns a auito poucos aedios finos, auito poucos a
poucos finos
poros
raizes
•
: comins s suitas miito finas
e finas
•uito poucas a poucas
•uito finas e finas
Caracteristicas guisicas
Profund.
PH-M20
Nat. org. H-tot.
(2)
(X)
5.9-6.2
1.6-5.1
(Cl)
P-ass.
(ppo)
Ca
(
Hg
l
Ha
- eeq/100 gr. de solo
TBT
- )
S
(X)
0-20
0.12-
1-6
7.8-
1.5-
0.12- 0.11- 10.5-
72-
7.0
0.47
86
4.4-
1.2-
0.06- 0.15-
9.9
3.57.9
7.1
1.67.3
0.10 0.21 17.3
0.07- 0.12- 7.00.12 0.31 15.6
30
0.16
20
- -60
30
5.3-5.9
1.7-4.2
60-120
5.8-6.4
-
0.06-
11.8
0-2
0.15
0.20
Avaliacao
Caiada aravel
PH-H20
aateria organica
: sedianaoente a levesente acido
: principaliente bos
nitrogenio-total
fosforo-assiaikvel
calcio
: §edio
: baixo
: raiito alto
cagnesio
: principaliente ssdia i alto
Subsolo
principaliente oediananaeente acido
principaliente baixo
ate extreiaiente baixo
principaliente baixo
baixo
principaliente alto a auito
alto
principaliente wdio a alto
17.9
8.5-
6980
76
91
58
potassio
: principalsente euito baixo
a baixo
: baiio
sodio
euito baixo
baiïo
Classificacag (FAO/UHESCO): principalcente 'fenk Luvisols'; tasbei transicoes para
'chroeic Luvisols' e 'luvic Phaeozeis"
BI.3
Solos
moderadamente
imperfeitamente
a mal
bem a imperf eitamente,
drenados
imperf eitamente
e
B l ^ ^ S Solos moderadamente bem a i m p e r f e i t a m e n t e drenados,
muito p r o f u n d o s
com 10-30 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o
arenoso
sobre a r g i l a ,
de cor castanha e s c u r a ,
com muitas manchas a
partir
duma p r o f u n d i d a d e de 80 cm.
Este t i p o de s o l o f o i encontrado em dambos na unidade
Bl.a
l.d/v
Nao foram f e i t a s m u i t a s
observagoes.
81^3^4 Solos imperfeitamente e imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, argiiosos, de cor preta a castanha escura sobre cinzenta
escura a castanha escura e alaranjada, com manchas de varias cores e
concrecoes de ferro e manganes a partir duma profundidade de 15-45
cm, com em muitos casos fendas na epoca seca.
Este tipo de solo foi encontrado em encostas inferiores
Bl.a .
na
unidade
l.d
e em languas (dambos) nas unidades
Bl.a
e
Bl.a .Em alguns dambos
l.d
l.d/v
foram observadas concrecoes de carbonato de calcio.
Foram descritas 2 covas em encostas inferiores na unidade
Bl.a
e 4
l.d
covas em dambos na mesma unidade
Bl.a .
l.d
C a r a c t e r i s t i c a s das covas nas encostas i n f e r i o r e s na unidade
Bl.a
l.d
Caracteristicas aorfolggicas
estrutura
Canada aravel
Subsolo
fortecente dssemrolvida,
anisoform subangular,
fina a eedia
sacica porosa a
anisoforoe angular,
grosseira, auito
fracaaente desenvolvida
99
consistencia seco
huiido
•olhado
ligeiraoente dura
friavel
plastica, pegajosa
peliculas
as vezes poucas superficies
voscas e revestioentos de
as vezes discontinuas
superficies de pres-
agregados, delgados
iuitos suito finos e finos,
eventualeente poucos grosseiros
sao, delgadas
poucos suito finos
m i tas a abundantes ouito
finas e finas, eventualaente
suitas oedias e coauns
grosseiras
ouito poucas a poucas
•uito finas
poros
raizes
friavel a euito firoe
(Duito) plastica,
(iuito) pegajosa
A partir duea profundidade de oais ou senos 20 es, poucas ate as vezes auitas,
•ancbas de varias cores, pequenas, distintas e difusas ate eventualeente
nitidas.
Caracteristicas qui|icas
Profund.
PH-H20
(ei)
0-20
5.9-6.7
20-50
5.3-6.1
50-110
5.0-6.3
Hat-org. B-tot. P-ass.
(2)
(PPB)
(I)
0-3
5.2-5.4 0.200.21
1.9-2.8 0.050.08
Ca
Hg I
( -ieq/100 gr. de
11.3- 7.2- 0.5913.1 8.8 0.67
7.5- 6.6- 0.1515.6 8.9 0.72
4.2- 3.8- 0.1211.2 10.4 0.43
Ha
TBT
S
solo - )
(Z)
0.21- 19.4- 8287
0.22 22.8
0.20- 15.1- 8191
0.25 24.9
0.17- 8.6- 5391
Ö.36 22.1
Avaliacao
PH-H20
Caaada aravel
Subsolo
osdianasente acido
a neutro
forteoente a leveiente
acido
baixo a satisfeito ate
extresaeente baixo
baixo
baixo
alto a suito alto
alto a euito alto
Quito baixo a wdio
baixo a «edio
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
alto
baixo
auito alto
Klit o alto
eedio
baiio
Qiassificacao (FA0/UMESC0): "haplic Pbaeozeos° a °ferric Luvisols' ou
°gleyic Phaeozees'
C a r a c t e r i s t i c a s das covas em dambos na unidade
Bl.a
l.d
60
Qai^cteristicas sorfolggicas
estrutura
consistencia
Caaada aravel
Subsolo
fracaeante a forteaente
desenvolvida, principaleente
anisoforae subangular,
grosseira a suito grosseira
fracaaente a toderadaeente desenvolvida,
anisoforae angular a
prisaatica, grosseira a
iuito grosseira
suito dura
friavel a suito firse
principalsente plastica,
pegajosa
dura a suito dura
friavel
principaliente plastica,
pegajosa
seco
huaido
eolhado
peliculas
Buitas vezes poucas a discontinuas, principaleente
superficies voscas, delgadas,
a toderadaeente espessas
principalsente discontinuas a continuas superficies de pressao e/ou
superficies polidas por
deslizaaento, toderadasente espessas a espessas
poros
principalsente cosuns a
•uitos auito finos e finos
poucos euito finas
raizes
cosuns a suitas suito finas
e finas
nao presentes ou poucas
a cosuns suito finas e
finas
A partir duaa profundidade de aais ou tenos 20 C B cosuns a auitas aanchas de varias cores, pequenas
a aedias, indistintas a distintas, difusas a nitidas.
Caracterjsticas guisicas
Profund.
PH-H20
0-20
—
30
20
- -70
Hat-org.
(X)
(CB)
TBT
Ca
Hg
I
Ha
( -eeq/100 gr. de solo - )
S
(Z)
5.9-6.3
2.0-3.2
0.100.13
0-2
11.2- 6.8- 0.10- 0.18- 18.714.2 10.4 0.17 0.27 24.7
84
90
5.8-6.5
0.9-1.5
0-2
"*
10.8- 7.716.0 12.8
10.8- 7.716.7 13.8
88
95
5.9-7.0
0.030.04
~*
30
70-130
H-tot. P-ass.
(ppa)
(Z)
*"
0.080.16
0.080.24
0.330.46
0.330.54
18.929.3
18.931.1
Avaliacao
PH-H20
Bateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiailavel
calcio
aagnesio
Caoada aravel
Subsolo
sedianaaente a leveeente
acido
satisfeito
aedio
baiïo
alto
euito alto
iedianaeente acido a
neutro
baixo a eitrea. baixo
baixo
baixo
alto
suito alto
91
98
59
consistencia seco
huiido
•olhado
peliculas
poros
raizes
ligeiracente dura
friavel
plastica, pegajosa
friavel a ouito firee
(ouito) plastica,
(ouito) pegajosa
: as vezes poucas superficies
voscas e revestieentos de
as vezes discontinuas
superficies de pres-
agregados, delgados
: auitos euito finos e finos,
eventualeente poucos grosseiros
sao, delgadas
poucos euito finos
: cuitas a abundantes ouito
finas e finas, eventualaente
auitas sedias e coauns
grosseiras
ouito poucas a poucas
•uito finas
A partir d u n profundidade de oais ou oenos 20 es, poucas ate as vezes suitas,
•anchas de varias cores, pequenas, distintas e difusas ate eventualiente
nitidas.
Qif.act?r.isticas guiiicas
Profund.
(ei)
0-20
PH-H20
20-50
5.3-6.1
50-110
5.0-6.3
5.9-6.7
Hat-org. ö-tot. P-ass.
(PPB)
(Z)
(I)
0-3
5.2-5.4 0.200.21
1.9-2.8 0.050.08
Ca Hg
( -aeq/100
11.3- 7.213.1 8.8
7.5- 6.615.6 8.9
4.2- 3.811.2 10.4
TBT
K
Ha
S
gr. de solo - ) (X)
0.59- 0.2119.4- 820.67 0.22 22.8
87
0.15- 0.20- 15.1- 810.72 0.25 24.9
91
0.12- 0.17- 8.6- 530.43 0.36 22.1
91
Avaliacao
PH-H20
Canada aravel
Subsolo
Eedianacente acido
a neutro
forteoente a leveiente
acido
baixo a satisfeito ate
extresasente baixo
baixo
baixo
alto a euito alto
alto a euito alto
ouito baixo a ledio
baixo a eedio
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
alto
baixo
«uito alto
euito alto
eedio
baixo
Giassificacag (FA0/ÜÖESC0): "haplic Pbaeozeos" a "ferric Luvisols* ou
"gleyic Pbaeozeos0
Caracteristicas
das covas em dambos na unidade
Bl.a
l.d
60
Caracteristicas sorfologicas
estrutura
consistencia
Caeada aravel
Subsolo
fracaeente a forteeente
desenvolvida, principaleente
anisoforee subangular,
grosseira a luito grosseira
fracaeente a eoderadasente desenvolvida,
anisoforee sngular a
prisaatica, grosseira a
•uito grosseira
euito dura
friavel a ouito firee
principaleente plastica,
pegajosa
dura a euito dura
friavel
principaleente plastica,
pegajosa
seco
huoido
•olhado
peliculas
euitas vezes poucas a discontinuas, principaleente
superficies voscas, delgadas,
a eoderadaoente espessas
principalsente discontinuas a continuas superficies de pressao e/ou
superficies polidas por
deslizaeento, eoderadaeente espessas a espessas
por os
principaleente coeuns a
•uitos euito finos e finos
poucos euito finas
raizes
cosuns a suitas Buito finas
e finas
nao presentes ou poucas
a cosuns euito finas e
finas
A partir duia profundidade de eais ou eenos 20 C B coeuns a auitas eanchas de varias cores, pequenas
a eedias, indistintas a distintas, difusas a nitidas.
Caracteristicas guieicas
Profund.
(ce)
0- 20
—
30
20
- -70
PH-H20
Hat-org.
(Z)
Ca
Hg
I
Ha
TBT
( -eeq/100 gr. de solo -)
S
(Z)
5.9-6.3
2.0-3.2
0.100.13
0-2
11.2- 6.8- 0.10- 0.18- 18.714.2 10.4 0.17 0.27 24.7
84
90
5.8-6.5
0.9-1.5
0-2
—
10.8- 7.716.0 12.8
10.8- 7.716.7 13.8
88
95
5.9-7.0
0.030.04
—
30
70-130
H-tot. P-ass.
(ppe)
(Z)
~
0.080.16
0.080.24
0.330.46
0.330.54
18.929.3
18.931.1
Avaliacao
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assieilavel
calcio
•agnesio
Casada aravel
Subsolo
sedianaeente a leveeente
acido
satisfeito
eedio
baiso
alto
euito alto
eedianasente acido a
neutro
baixo a estree. baiio
baixo
baixo
alto
euito alto
91
98
61
cuito baixo
baixo
potassio
sodio
principalssnte suito baixo
sedio
Qlassificacao (FAO/UHESCO): principaloente °pellic Vertisols', taebee
"haplic Phaeozeos" ou "vertic Caebisols'
Caracteristicas guioicas do solo nus dagbo na zona de transicao da zona
co§ rocha basica (Bij para a zona COD rocha acida (Al:
Profund.
pH-H20
(CB)
0-20
20-70
70-110
6.1
5.9
6.2
Bat-org.
(1)
3.6
1.0
-
8-tot. P-ass.
(1) (PPQ)
0.10 6
0.04 3
- -
Ca Hg i
Ha
( -ceq/100 gr. de solo
10.6 3.8 0.23 0.24
7.0 4.9 0.14 0.29
7.3 6.4 0.12 0.36
TBT S
- ) (ï)
14.9 84
12.3 88
14.2 92
Avaliacao
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caoada aravel
Subsolo
eedianaeente a leveaente
acido
satisfeito
sedio
sedio
alto
alto
baiio
baixo
eedianasente a levesente acido
baixo a estreo. baixo
baixo
baixo
sedio
tuito alto
suito baixo
•edio
Classificacao (FAO/Ui1ESC0): "pellic Vertisols0
B2
Solos desenvolvidos
est rochas
tos, associacao
de gabbros e
principalsiente
meta-dacitos)
basicas
(orto-anfiboli-
12^2^1 Solos bem drenados, muito profundos coiri 30-50 cm de materia] franco
argilo arenoso a franco argilo limoso a franco arqiloso sobre argila.
Este
para
sobre
tipo de solo foi encontrado em transicoes da encosta superior
a encosta media dos sopes na unidade B2.a , de cor laranja
vermelha
e em encostas medias na unidade 82.b
de cor
castanha escura sobre castanha avermelhada escura.
Nao foram fei tas mui tas observaQÖes.
82^2^2 Solos muito profundos, com 10-30 cm de material franco argilo arenoso a franco argilo limoso a franco argiloso sobre argila limosa a
argila;
bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura
sobre castanha avermelhada escura e vermelha, em topos,
62
encostas
superiores e encostas medias nas unidades suavemente
onduladas com
vales incisos em forma de "V", sendo as unidades
B2.a
, B2.b
e
B2.c
2.v
2.v
2.v
bero a moderadamente bero e moderadamente bem drenados, de cor
preta e
castanha escura sobre castanha escura, amarela e
laranja, era encostas
medias nas unidades B2.a
e
B2.c
,
l.d
era t r a n s i c o e s da encosta media para a encosta i n f e r i o r na unidade
B2.b e em encostas i n f e r i o r e s dos sopes na unidade
B2.a
l.v
Foram d e s c r i t a s 2 covas na encosta i n f e r i o r
p e r t o da t r a n s i c a o de rocha basica
as s e g u i n t e s c a r a c t e r i s t i c a s :
2.v
dum sope na unidade B 2 . a ,
(B2) para a rocha acida
Caractsristicas sorfoiogicas
Cauda aravel
Subsolo
estrutura
sodersdasente a suito fraca- sacica porosa,
•ente desenvolvida, anisoloderadaiente a
forte subangular, varios
forteiente coerente
taianhos
consistencia seco
huoido
•olhado
ligeiraiente dura a dura
friavel
peliculas
as vezes poucas superficies
voscas, delgadas
discootinuas.delgadas,
de argila, tateria
organica e/ou ferro
poros
witos w i t o finos, coeuns
finos, itiito poucos a
poucas sedios
ouitos tuito finos,
C O K I H S finos, luito
poucos a poucos tedios
raizes
•uitas w i t o finas, cosuns
finas
euito poucas a poucas
suito finas e finas
(pooco) plastica, pouco
pegajosa
dura a Kiito dura
friavel a firie
plastica, pegajosa
A partir duia profundidade de tais ou M n o s 80 ei tanchas de varias cores,
indistintas a distintas, difusas.
(A),
2.v
com
63
Caracteristicas guigicas
Profund.
Hat-org.
PH-H20
iï)
(Cl)
0-17
5.5-5.9
1.5-2.5
17-70
5.4-6.0
0.9-1.5
70-135
5.5-6.0
—
tHot. P-ass.
(%)
(ppo)
0.06- 1
0.08
0.05- 0-1
0.07
—
"
Ca
Hg E
Ha
TBT
( -Deq/100 ge. de solo - )
3.0- 1.4- 0.19- 0.16 4.87.2 1.5 0.24
9.1
4.7- 1.0- 0.08- 0.17 5.47.6 2.9 0.13
10.8
4.8- 1.4- 0.07- 0.19 6.46.9 2.9 0.10
10.1
S
(Z)
6580
7183
8184
Avaliacao
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assieilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
Caoada aravel
Subsolo
fortecente a esdianaBente acido
baiso a satisfeito
baiso
baiso
eedio a ouito alto
eedio
baiso a oedio
baiso
forteeente a oediananaoente acido
baiso a extreo. baixo
baixo
baixo
alto a cuito alto
eedio
euito baiso
baiso
Classificacao (FAO/UÈIESC0): principaloente "ferric Luvisols", as vezes
transicoes para "luvic Phaeozeas"
B2^2^3 Solos inuito profundos argilosos;
- bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada
escura
sobre castanha avermelhada escura e laranja a vermelha,
em ehcostas superiores na unidade
B2.b , ern transicoes da
encosta superior para a encosta media nas unidades
e
B2.a
,e em encostas medias na unidade
B2.c
B2.a
, B2.a
l.d
l.v
.
2.v
2.v
moderadamente bem drenados, de cor castanha escura a castanha
avermelhada escura sobre castanha escura e laranja, com manchas
de varias cores a partir duma profundidade de 40-90 cm com muitas
vezes concrecoes de ferro e manganes e as vezes calcareos, tipicos para
transicoes da encosta media para a encosta inferior
nas unidades quase planas com uma grande distancia entre as
linhas de drenagem (superior a 1600 m ) , sendo B2.a
e
B2.a
l.d
e em encostas inferiores nas unidades
B2.b , B2.b
l.v
2.v
l.v
B2.a
2.v
64
Foram descritas 3 covas ern transicoes da encosta superior para a
encosta media num sope na unidade B2.a , 1 cova na transicao da
2.v
encosta media para a encosta inferior na unidade
B2.a
,1 cova numa
l.v
encosta inferior na unidade
B2.b
e 1 cova numa encosta inferior na
l.v
unidade
B2.a
2.v
Caracteristicas
das covas bem drenadas na t r a n s i c a o
s u p e r i o r para a encosta media num sope na unidade B2.a
da
:
(Nota-se que e s t a s covas sao s i t u a d a s p e r t o da t r a n s i c a o de
b a s i c a ( B I ) para a rocha a c i d a ) .
Caracteristicas gprfplogicas
Canada aravel
Subsolo
estrutura
omteradacente f raca desenvolvida, anisoforee subangalar, grosseira a auito
grosseira, a oacica porosa
oacica
cosisistencia seco
husido
eolhado
ligeiraosate dura a dura
friavel
dura
friavel a firse
plastica, (pouco)
pegajosa
peliculas
nao encontradas
por os
coouns a ouitos suito finos, paucos a coouns suito
poucos a coouns finos
finos e oiito poucos a
poucos finos
raizes
poacas a cuitas oiito finas, cuito poucas a poucas
poucas a cocuns finas
suito finas, §uito
poucas finas
(pouco) plastica, pegajosa
discontinuas,
delgadas, de argila,
oateria organica e/ou
ferro
encosta
rocha
65
Caracteristicas gyigicas
Profuod.
(ei)
0-20
PH-H20
öat-org.
5.4-5.9
2.1-2.8
20-50
4.8-5.6
1.4-1.6
50-130
4.9-5.4
(ï)
H-tot. P-ass.
(Z)
0.08- 1-1
0.10
0.06
Ca
Kg K
Ha
TBT
( -ceq/100 gr. de solo - )
3.2- 1.1- 0.39- 0.16- 5.76.8 1.8 0.64 0.17 8.7
1.2- 1.3- 0.24- 0.13- 3.34.5 2.2 0.34 0.17 7.1
1.1- 1.2- 0.16- 0.14- 2.23.6 1.8 0.24 0.17 5.8
S
(ï)
5977
4673
3870
Avaliacao
Carada aravel
Subsolo
PH-H20
priiscipalcEiite radiarasente acido
principaioente ouito
fortesente a fortesente
acido
gateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assieilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
satisfeito
baixo
baixo ate estres. baixo
baixo
baixo
cedio a alto
oedio
baixo
alto
baixo a cedio
baixo
baixo
baixo
Classificacao (FAO/UKESCO): principaleente "ferric Luvisols", tasbee
°ferric Acrisols'
C a r a c t e r i s t i c a s da cova na t r a n s i c a o da encosta media para a encosta
infe
rior
na unidade B2.a e das covas nas encostas i n f e r i o r e s
nas
unidade
l.v
B2.a
2.v
e
B2.b
l.v
Caracteristicas gprfolpgicas
Canada aravel
estrutura
consistencia seco
buoido
eolhado
: fracaosnte deseavolvida,
anisoforee subaagular,
fina a cuito grosseira
lissiraceate dura a dura
auto friavel a friavel
plsstica, pegajosa
Subsolo
oacica porosa,
ooderadaoente a fortesente
coerente, a aiüsoforse
subangular a angular,
fina a euito fina,
ooderadaeente desenvolvida
dura a auto dura
friavel
(cuito) plastica,
(cuito) pegajosa
66
peliculas
as vezes poucas superficies
voscas, delgadas
poucas a discontinuas
superficies voscas ou
superficies polidas
por deslizasento,
delgadas
por os
caiitos
finos,
finos,
poucos
coouns a euitos euito finos
poucos a cooins finos
raizes
coiuns a euitas cuito finas, cuito poucas a poucas
poucas a coauns finas, cuito ouito finas, euito
poucas finas, aedias e
poucas a poucas sedias
grosseiras
a abundantes euito
poucos a euitos
auito poucos a
aedios
A partir dusa profundidade de 2S-70 es poucas eanchas de varias cores, sedias,
indistintas e difusas.
Ei todo o perfil suito poucos a poucos, ate eventualsente frequentes, nodulos
pequenos a aedios, duros e esfericos de ferro e sanganes.
ïiCIcteristicas guigicas da cova na transicao da encosta aedia gara a
encosta inferior na unidade B2.a
l.v
Profund.
(ei)
0-20
20-40
40-110
PH-H20
5.7
6.1
6.3
Hat-« rg.
H-tot. P-ass.
(Z)
5.4
2.1
(2)
(PPS)
0.22
0.11
6
0
-
-
Ca
Hg
l
Ha
TBT
( -ceq/100 gr. de solo - )
15.7 5.3 0.31 0.24 21.6
13.7 2.3 0.13 0.27 16.4
12.1 3.5 0.13 0.28 16.0
S
(2)
78
85
91
Aval iacao
PH-H20
•ateria organica
Caaada aravel
Subsolo
eedianaeente acido
levesente acido
baixo a eedio ate extreoa•ente baixo
baixo a tedio
baixo
euito alto
eedio a alto
euito baixo
baixo
boa
alto
eedio
suito alto
alto
. baixo
baixo
nitrogenio-total
fosforo-assiiilavel
calcio
tagnesio
potassio
sodio
Classificacao (FAO/UIIESC0): "orthic Luvisols" a 'vertic Luvisols"
Caracteristicas; guia;icas da cova na encosta inferior na unidade B2.b
1 u
Profund.
(ei)
0-14
14-25
25-140
PH-H20
Hat-iurg.
6.0
5.8
5.8
(2)
2.8
1.8
1.0
H-tot.
(2)
0.13
0.11
0.06
P-ass.
(pps)
5
1
0
Ca
Hg
E
Ha
TBT
( -eeq/100 gr. de solo -)
10.7 0.3 0.34 0.19 11.5
7.7 1.3 0.14 0.29 9.4
8.1 1.0 0.10 0.24 9.4
S
(2)
80
75
81
67
Avaliacao
Caaada aravel
Subsolo
Gediaraaoente acido
balno a satisfeito
cedio
baiso
csito alto
baiso a csdio
- aito baiso s baixo
baiso
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assiuilsvel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
oedianaoente acido
baiso ate estres. baiio
baiso
baixo
cuito alto
baiso a csdio
üuito baiso .
baiio
Qhssificacag (FAO/UHESC0): "haplic Phaeozess"
Caracteristicas guigicas da cova na encosta inferigr duo sgp.e na unidade
B2~a ":
2.v
Profund.
(c>)
0-30
30-70
70-130
PH-H20
Mat-org.
6.2
5.9
5.8
(I)
3.1
3.3
-
H-tot. P-ass.
(ppo)
(ï)
0.09
5
0.10
1
-
-
Ca
Hg E
Ha TBT S
( -Deq/100 gr. de solo - ) (X)
3.5 3.2 0.54 0.19 7.4 83
9.0 3.2 0.24 0.20 12.6 75
6.1 2.8 0.16 0.17 9.2 89
Caoada aravel
PH-H20
•ateria organica
nitrogenio-total
fosforo-assisilavel
calcio
•agnesio
potassio
sodio
levecente acido
satisfeito
- baiso a oedio
• baiso a sedio
• cedio
alto
• Gedio
: baiso
Subsolo
cedianaoente acido
satisfeito ate extres. baixo
baiso a cedio ate baiso
baiso
suito alto
eedio a alto
cuito baiso a baixo
baiso
Classificacao (FAO/UtJESCO): "luvic Phaeozeos".
B2.3
Solos
moderadamerite bem a
feitamente
a mal
drenados
imperfeitamente,
imperfeitamente
e imper-
62^3^2 Solos moderadamerite b e m a i m p e r f e i t a m e n t e d r e n a d o s , muitó p r o f u n d o s ,
com 1 0 - 3 0 c m d e m a t e r i a l f r a n c o a r g i l o a r e n o s o , f r a n c o a r g i l o l i m o s o
a franco argilo sobre argila,
de c o r c a s t a n h a
avermelhada
escura
sobre
cinzenta
escura
com muitas manchas laranjas a partir
duroa
profundidade de 40 cm.
E s t e t i p o d e s o l o f o i e n c o n t r a d o em v a l e s n a u n i d a d e B 2 . c
2.v
68
Nao foram feitas muitas observacoes.
62^3^3 Solos moderadamente bem a imperfeitamente bem e imperfeitamente a
mal drenados, muito profundos, argilosos, com cores respectivas de
castanho escuro sobre preto a castanho escuro e olivacea sobre
cinzento e castanho, com manchas de varias cores e eventualmente
concrecoes de ferro e manganes a partir duma profundidade de 10-20
cm.
Este tipo de solo foi encontrado em dambos
na
unidade
B2.a
l.d
encostas inferiores na unidade
B2.a .
l.v
Nao foram feitas muitas observacoes.
e
em
V
68
ANEXO B2
A OCORRÊNCIA DAS UNIDADES DE HAPEAMENTO, UMA INVENTARIZAC&O DOS TIPÜS DE SOLOS
PRESENTES EM CADA UMA, E UM RESUMO DAS CARACTERISTICAS PEDOLOGICAS.
INDICE
Pagina
unidade de mapeainento
A.a
72
l.d
A.a
75
l.v
A.a
77
l.d/v
A.a
78
2.d
A.a
81
2.v
A.a
83
2.d/v
A.b
84
l.d
A.b
86
l.v
A.b
88
2.d
A.b
90
2.v
71
INDICE
Pagina
nidade de mapeamento
B2.b
113
l.v
B2.b
115
< 2.v
B2.c
117
l.v
B2.c
118
2.v
82.c
120
3.v
B2.b/c
121
2.v
Ocorrencia da unidade
A^_a
l.d
tf
nï» 11.211 HT)I« I t J I H I p l M W l
1 •IIOAOE OE
1
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>120
>120
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| aal druaada
j
cast asc
PttTICBLatlDAOES
>120
I
! aoderalaacnte
| bca drcaada
1
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larerfcltaacatc
{ a aal draaad*
1
|
{
1.
|
{
1
1
j
cast asc
cast esc, cast,
aaar
•
j
1
! aaderadaaeate
| (ca drcaada
1
{ bea driaada
1 PI0F010IDADE
PIOFOIOIBaBE
- BE LEICOL
| FIEaTICO (ca)
1
|
>120
j bca drcaada
1
1
{ bca droaada
F«-F«t«
i
i
i
•
i
i
CLtSSE BE
BIEIaCEB
!
i
i
i
i
i
ata-aa
0
ii
!
cast asc
aaar
cast asc
Fa-Faaa
at
1
.!
COI
Caaada aravol
tabsala
clai esc
aaa-«e
j
1
>120
>120
1
1
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DE LEICOL
FIEtTICO (ca)
CLASSE si:
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MOFOMItADE
PaiTICSLélIDADES
HfREt* DE
OBSEt*«COES
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Ocorrência da unidade
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•
POSICAO
FISIOGRAFICA
BIIDADE DE
RAPEAHEHTO
TIPO DE
SOLO
TEXTORA
Caiada aravel
COR
Caiada aravel
2.v
topo e encosta saerlor de "lnterlove"
A.2.13
Ï
A.2.3
A.2.9
transicao da encosta ssperlor a aedla
de sope
A.2.3
encosta aedla de
"iaterflave* os de
sope
A.2.13
A.2.12
encosta inferior
de "interflave" oo
de sope
A.l.1
A.3.6
vale
A.3.13
A.3.1S
PROFORDIDADE
DE LEHCOL
FREATICO (ca)
PROF0NDIDADE
DE SOLO
(ca)
PARTICULARIDADES
ben drenjido
>120
>120
FAgA-Ag(A)
cast esc a cast
avera esc. cast
vera
coapactacao; no
sope aaa vei rocha
aeteorizada aos
70 ca
A-AF
cast avera esc
bes drenado
>120
>120
FA
cast avera
cascalho a partlr
de 30 ca, aalto
cascalbento aais
profgndo
1 (Ic82)
(obs. no
sope)
A-AF
cast avera esc
bea dreaado
>120
>120
FA-Ag
vera
rocha aeteorizada
aos 90 ce noaa
falxa qaartzltica
2 (Icl7)
(1 obs.oo
sope)
A
cast avera esc, cast
bee drenado
>I20
>120
FA-FAgA
lar a vera
FA-FAg
cast esc
beo drenido
>120
>I20
coapactacao
AgA-Ag
vera
FA
cinr esc
>120
cast aver
ben drenado
a aoderadaaente
bee drenado
>I20
FAgA-AgA
aanchas a partlr
de 70 co
(rocha aeteorizada?)
1 (Ic9)
(obs. no
sope)
A-AF
clnz esc, cast esc
>120
aaa vez aanchas a
partlr de 80 co
cast esc, cast pal,
alar
beo a algo
excessivaaente
drenado
>120
A-AF
4 (Ic84)
Ic26)
(2 pbs. no
sope)
A
cast
>120
aanchas a partlr
de 30 co
aaar
aoderadaaente
bes a iaperfeitaoente drenado
>120
A-AgA
>120
•anchas a partlr
de 15 ca
concrecpes de
ferro e aanganes
a partlr de 40 ca
aoltos fragaentos
einerais
FA
FAgA
cast esc
aoderadaaente
bea a inperfeitaaente drenado
>120
aaar
estratificado
preta, clnz esc
cast esc
aoderadaaente
bea a aal dre-
>120
>120
aanchas a partlr
de 2S-3S ca
aoitas alcas,
blocos de peiroplinttte na
saperflcle
aoderadaaente
bea dremado
>120
>120
coapactacao
AF
cinr esc
FA-FAgA
cast esc
4
(2 obs.
sope)
1 (Ic81)
AgA
c l m esc, cast esc
aaar
A.2.3
HOHERO DE .
OISERVACOES
• HO. COVAS
sabsolo
sabsolo
A.a
CLASSE OE
OREHAGEB
6 (Ic2I)
(1 obs. no
sope)
1
Ocorrencia da unidade
A.a
27d/v
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UNIOADE DE
NAPEARENTO
A.b
ï~d"
POSICAO
FISIOCRAFICA
—-...___________ —- _ _ _ _ _
TIPO DE
SOLO
encosta saperior
de 'lnterflave'
A.2.S
encosta aedia de
"lnterflave*
A.2.13
langna/daebo
A.3.I
TEXTURA
Caaada aravel
sabsolo
- _ _ _ _ _ _ _ - _ _ —_ _ _ _ _ - . _ _ _ _ _ - . _ • - . - _ _ _ _ - _ - - . _ - _ - - — - • _ - - - - - - - - -
FA
COR
Caaada aravel
sabsolo
cast averi esc
FAgA
cast airera esc
FAgA
cast avera esc
AgA-Ag
cast avera esc
A
cast esc
aaar
A
CLASSE DE
ORENAGEN
PROFONOIDADE
DE LENCOL
FREATICO (ca)
PROFONDIDADE
DE SOLO
(ca)
PARTICOLARIDADES
bea drenado
>I20
90-120
rocba aetéoriiada
bea drenado
>I20
>I20
70
95
laperfeltaaente
drenado
RONERO DE
OISERVACOES
t NO. COVAS
1
I
cascalho de
petro-pllntite
Ocorrencia da unidade
A.b
Ï7v
SHSS-r-
POSICAO
FISIOCRAFICA
encosta inferior
de "ioterflave"
COR
Canada aravel
sabsolo
cini esc
cast
cint esc
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120
120
PROFONDIDAOE
DE LENCOL
FREATICO (ca)
BB
aoderadaaente
bea drenada
aoderadaaente
bea drenada
ClASSE OE
DRERASEH
CA
A.2.2
A
FA-AiA
A-AF
FA-FAgA
TEITORA
Canada aravel
sabsolo
8
A.2.8
TIPO DE
SOLO
1
1 (Ic80)
NUMERO DE
ORSERTACOES
• NO. COVAS
87
Bj.
A Z
I ir
i
IE = -
Ocorrencia da unidade
2~.d
• * tawoka <*«•«• • m t m , * n * « 3 «wmoBMoao.
BIIBADE DE
RAPEAIENTO
POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO OE
SOLO
TEXTORA
Canada aravel
A.2.1I
A-AF-FAgA
cast, cast avera
AaA-Ag
lar. vera
A
cast esc
A-AF
alar, lar
AF
lar
FA-FAgA
vera
A
cast avere
Ag
ïar
A
lar
Ag
vera
A
cast
Ag
laar
A
cast esc, cast
A-AF
pal, aaar, lar
sabsolo
A.b
V.i'
topo e encosta-seerioj de'interlave oo de 'sope
Ï
A.l.I
encosta aedia de
"interflave* oo de
sope
A.2.4
A.2.7
A.2.«
translcao encosta
•edia a inferior
de "interflave"
A.2.6
encosta inferior
de "interflave"
on de sope
A.2.1
Iangna
A.3.1
COR
Caaada aravel
sabsolo
c l m esc
pal
A.3.14
Ag
c i m esc
Ag
cinr esc
CLASSE DE
DREIAGEI
PROFORDIDADE
DE LEICOL
FREATICO (ca)
PROFDRDIOAOE
BE SOLO (Cl)
>120
algo excess.
drenado
>120
bea drenado
>120
110
beo drenado
>120
>120
bea drenado
>120
>I20
bea drenado
>I20
>120
>I20
(asa vez aos 100)
HONERO OE
OBSERVACOES
• NO. COVAS
>120
bea drenado
beo e aoderadaaente bes
drenado
PARTICOLARIOABES
>120
(aaa vet 30 ca)
>120
(aaa vei pedras
60 ca)
as veies pedregoso
3 (Ic50)
(obs.no sope)
oedras aos
110 co
1
(obs. no sope)
aaa vei aanchas
0 (Ic20)
a partir de
(2 obs. no sope)
10S ca no solo
coa o lencol ir.
aos 100 co taabes
cascalho de petro
plintite
aoderadaaente
bea a iaperfeitaaente
drenado
>1S0
>120
aanchas a partir
de 27 co
laperfeitaaente a aal
drenado
>120
>120
sinals de sal
fendas
aanchas a partir
de 30 ca
1 (Ic51)
Ocorrencia da unidade
A.b
T.v
BHIOAOE DE
HAPEANENTO
POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO OE
SOLO
TEXTUBA
Caaada aravel
A.b
2.v
topo e encosta
saperior de 'interflave" OB de sope
A.2.5
sibsolo
FA-FAgA
COS
Caaada aravel
sabsolo
CLASSE OE
DRCMAGER
PROFUMDIDADE
OE LEHCOL
FBEATICO. (ei)
bea drenado
>120
bea drenado
>I20
>120
cast esc, cast
avera
itsc)
bea drenado
>120
>120
cast esc, cast
avera esc
bea drenado
>120
>120
algo excessivaaente drenado
>120
>120
bea a aoderaaente bea
drenado
>120
bea a aoderadaaente bea
drenado
>120
>120
(aaa vet 70 ca,
no sope e aaa vei
85 ca)
cast esci cast
avera
FAgA-FAg
cast avera, vera
A.2.I0
A-AF
PBOFUNOIDADE
DE SOLO (ca)
cast esc. cast
avera (esc)
>120
(no sope a partir
de 40-50 ca aaito
cascalho)
PARTICULARIDADES
as veres aaa
caaada arenosa
delgada na
saperflcie
fragaentos einerais
NUMERO OE
OtSERVACOES
• MO. COTAS
9 (IclO,
Icll e
Ic87)
(2 obs. no sope)
S (Iet)
FA«A-AgA
Iar,
A.2.I3
FA-FAgA
vera
4 (IcS, Sc4)
AgA-Ag
A.2.3
A-AF
FA
cast avera esc
vera
A.l.1
A-AF
cini esc a cast
esc, lar a vera
A-AF
lar,
transicao encosta
sapcrior a aedia de
"interflave*
A.2.13
encosta aedia de
"interfl
flave" oa de
sope
A.2.13
vera
FA
cast esc
FAgA-AgA
cast esc
FA-FAgA
cast esc. cast
avera esc
100-120
as veies aenos
profando coa
rocha aeteorizada aos 50-80
ca as veies
pedregosos
(obs.
no sope)
pedras a partir
de 70-100 ca
aanchas a
artir de
S-70 ca
?
FAgA-AgA
cast esc, cast
avera esc, aaar
A.2.4
AF
cast avera, vera
vera
bea drenado
>120
>120
FAgA-FAg
A.2.5
FA
cast avera. vera
bea drenado
>120
>120
A.2.II
FAgA
A-FA
vera
cast esc, cast
avera esc
lar. vera
FAgA-AgA
A.2.7
AF-AgA
Ag
cast avera
coapactacao
8 (Ic7)
(2 obs. no sope)
as vetes
aanchas a
partir de 95 ca
1 (Icl3)
(obs. no sope)
coapactacao
3 (Icl5,
lelt]
no sope)
(obs.
bea drenado
>I20
>120
bea drenado
>120
>120
coapactacao
ORIDAOE DE
HAPEAHENTO
POSICAO
FISIOGRAFICA
transicao encosta
aedia a inferior
de 'interflave* oa
de sope
TIPO DE
SOLO
A.2.7
TEXT0RA
Caaada arav«l
sobsolo
COR
Caaada aravel
A-AF
cast esc
«I
cast
A.2.3
encosta inferior
de 'interflave' oa
de sope
A.l.1
A.2.1
A.3.6
vale
A.3.I4
A.3.15
langaa/daabo
A.3.13
A.3.4
A.4.4
A.3.1
CLASSE OE
DREIIACER
PROFVHDIDAOE
DE LEKCOL
FIEATICO (ca).
PROFOHOIOADE
DE SOLO (ei)
PARTICVLARIDADES
HURERO OE
08SERTACOES
• HO. COVAS
sobsolo
alar
FA-FAgA
ïar
A-AF
cast esc. cast
A-AF
aiar alar
A-AF
cast esc, pal
A-AF
cast esc, cast
pal.aiar
bei a aoderadaaente bei
drenado
>120
100
petro-plintite
a partir de
90 ca, aanehas
a partir de
40 ca
bei a aoderadaaenke bei
drenado
>120
100
concrecoes a
1
partir de 70 ca (obs. no sope)
petro-plintite
aos 95 ca
algo «xcessivaaente drenado
>120
>120
5 (Ic24)
(3 obs. no sope)
bei,ben a
aodemdaaente
ben e aodera•ente ben
drenado
>100
M20
aanehas a partir
7 (Iclf,
de varias prolc«7)
fondidades
(4 obs. no sope)
lodemdaiente
bei a iaperfeitaiiente
drenado
90
>120
aanehas a partir
de «0 ca
iaperfeitaaente
a aal direnado
80
>120
aanehas a partir
da saperficie
A
cast esc
A-AgA
cint
Ag
pretj
«g
cint esc
estratificado
varij s cores
iaperfeitaaente
a aal direnado
>120
>120
aanehas a partir
da saperficie
2 (Ic8«)
FAgA
cim ésc
>120
>120
iaperfeitaaente
a aal drenado
> 120
>120
aanehas a partir
da saperficie
concrecoes de
ferro
aanehas a partir
de SO ca
1
cim esc
iaperfeitaaente
drenado
Ag
perto da soperficie
>120
aanehas a partir
da saperficie
>120
j j „ « b . e V partir
A
pal
A-Ag
cast
cast
A
pal
A-Ag
cast
A
cast esc
A
cast
aal dremado
iaperfeitaaente
a aal drenado
85
1
1
1 (Ic40)
Ocorrencia da unidade
A.b_
27d7v
8
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Ocorrencia da unidade
A.c
2?v
UHIDADE DE
RAPEAHENTO
POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXTURA
Caiada aravel
All
A
ssbsolo
A.c
2.v
topo e encosta
saperior de 'interflive'
A
A.2.14
A«
Ag"
encosta ledla de
'Interflive'
encosta Inferlor
de 'interflave' oe
sop*
CLASSE DE
DREHAGER
PKOFUHDIOAOE
DE LENCOL
FREATICO (ei)
PROFURDIOADE
DE SOLO
algo excesslvaiente drenado
>120
>120
cast esc
cast esc
cast a v e n esc
bes. drenado
>120
>120
coipactacao
bei drenado
>120
35-60
rocha leteorlzada/pedras
afloraientos
rochosos
FAgA
A.2.4
Ag
A-AF
cast esc
ben drenado
>120
FA-FAgA
cast
75
>120
bei drenado
H20
>120
bei drenado
>120
>120
A.2.4
A.3.13
A.3.14
ven
A-AF
lar
cast esc
FA-FAgA
cast a v e n esc
AF
cast esc
FA
lar
FAg-FAgL
cast
cast
iiperfeitaiente a ial drenado
cast
iiperfeita•ente drenado
Ag
AgA
Ag
PARTICULARIDADES
cast esc
aiar
A.2.13
A.2.3
vale
Caiada aravel
sibsolo
st esc
ROHERO DE
OBSERVACOES
• RO. COVAS
(obs
60
>120
•anchas e concrecoes de Fe e
Rn a partir de
3$ ei
>120
>120
todo o perfil
calcario, concrecoes calcarlas
•anchas a partir
de 30 ei
no sope)
Ocorrencia da unidade
A.c
3.v
8
^.2!<
i'tni» u. M " t
0NI0A0E OE
NAPEANEHTO
POSICAO
FISIOCBAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXJURA
Caaada aravel
sabsolo
A.c
3.v
topo e encosta
saperlor de "interflsve" oa de sope
A.l.I
A.2.13
A.2.3
encosta aedia de
"iaterflave OB de
sope
A.l.I
A
A.2.10
encosta lnferior
de 'lnterfluve'
A.2.I1
A.2.1
A.2.6
ben drenado
>120
>120
coapactacao
aaltas alcas
bea drenado
>120
>120
concrecoes de
ferro aos 90 ca
(obs.
a partir de I30ca
petro-pllntlte
ven
AF
vera
FA-FAgA
vera
A
cast avera esc algo excessivaaente drenado
vera
avera esc bea drenado
esc
>120
>120
75
>120
(oaa vet 85 ca)
esc
bea drenado
>120
>120
>120
>120
AgA
A-FA
cast esc, aaar
aoderadaaente
bea drenado
>120
70
FAgA-AgA
cast esc
A-AF
cast esc,
>120
cast esc
bea a aoderadaaente bea drenado
>120
AF
A-AF
cast esc
bea drenado
>120
>120
AgA-Ag
aïar
AF-FA-FAgA
no sope)
rocha aeteoritada
coapactacao
(1 obs. no sope)
avera esc
vera
cast avera esc
cast avera
bea drenado
vera
FAgA
HDHERO DE
OBSERVACOES
* NO. COVAS
aos 70 ca 20-301
cascalho; aos 125
ca 50-601 case.
As
AF-FA
PARTICULARIDADES!
>120
lar
cast
cast
cast
lar,
cast
PBOFUNOIDADE
DE SOLO(ca)
>120
cast avera
FA-FAgA
PSOFDNDIDADE
DE LENCOL
FSEATICO (cal
algo excessivaaente drenado
FAlA
AgA-Ag
A.2.3
sabsolo
alar
CLASSE DE
DBENAGEN
A
AF
A.2.13
COS
Caaada aravel
ao lado solos
saperficials
aanchas a partir
de 35 ca
rocha aeteoriiada
fragaentos einerais
aanchas a partir
de 70 co
53
Ocorrencia da unidade
Bl.a
~I7d
I
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1
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Ocorrencia da unidade
Bl.a
"ÏTv~
§
Ocorrencia da unidade
Bl.a
ÏTd/v
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POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXTURA
Caaada aravel
sabsolo
topo e encosta
saperior
de "interflave-
BI.2.4
11.2.3
encosta aedia de
'interflnve'
II.2.4
transicao encosta
aedla a inferior
de "interflave'
11.2.3
encosta inferior
langna/daebo
11.3.4
BI.3.3
sobsolo
PROFUHOIDADE
DE LENCOL
FREATICO (ca)
PROFOHOIDADE
DE SOLO(ca)
PARTICULARIDADES
bea drenado
>120
>120
Ag
FAgA-FAg
cast avera esc
bea drenado
>120
>120
Ag
vera
Ag
bea a aoderadaaente bea
drenado
>120
>I20
bea drenado
>120
>120
FA-FAgA
cast esc
cast esc
cast avera esc
vera
cast esc
bea a aodera-
>120
>120
alar
dreoSSJ ""
aanchas a partir
de SO ca
AgA
FAgA-FAg
cast esc
bea a aodera-
>I20
>120
aanchassacpartir
Ag
Urenat
FAgA
cast esc, alar
cast esc
>120
>120
aanchas a partir
de <0 ca
Urenat
iaperfeitaaente drenado
>120
>120
aanchas a
partir de 30 ca
aoderadaaente
bea a iaperfeitaannte
drenado
>120
>120
aanchas a partir
da saperficie
FAgA-FAg
Ag
11.2.2
CLASSE OE
DRENAGEN
cast esc, cast
avera esc
cast avera esc,
vera
Ag
Ag
11.2.3
COR
Caaada aravel
Ag
cast esc
Ag
cast esc
A«
cim esc
FA-FAgA
cast esc
Ag
cast esc
aancbas a partir
de SO ca
""
bea a aodera""
NUMERO DE
ORSERVACOES
* NO. COVAS
Ocorrencia da unidade
Bl.a
~2~v
SSSSSsüSsSr5»
Ocorrencia da unidade
Bl.b
~ÏTv
Ocorrencia da unidade
BiUc
2.v
5
10 dm**» ik» « m w n v x * * » n ' . II,Jï t HTÏU H.flUK
• fccvoto* o * « t o* HW.1W6.W *ml
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Ocorrencia da unidade
Bl.b
~2~.v
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Ocorrencia da unidade
B2.a
~ï7d
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Ocorrencia da unidade
B2.a
~ÏTv
§
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• tatvota* o4r*a O* •»». * M , WT1 • W ) ™ ncoo KO OOD.
ONIDAOE DE
NAPEANENTO
12.a
l.v
POSICAO
FISIOCRAFICA
TIPO DE
SOLO
translcao encosta
soperior a ledia
de ' I n t e r f U v e '
12.2.3
translcao encosta
•edia a inferlor
de 'interflire"
12.2.3
encosta Inferlor
de 'interflive'
82.3.3
translcao encosta
inferlor a l a n g u /
daibo
12.3.3
TEXTURA
COR
Caiada aravel
caiada aravel
sebsolo
Ag(L>
snbsolo
cast a v e n esc
Ag(L)
cast
Ag
cast esc
Ag
cast esc
Ag
cast esc
Ag
cast esc
«g
cast esc
Ag
preta
CLASSE DE
DRENAGEN
PROFUNOIDADE
DE LENCOL
FREATICO
(ei)
PROFONDIDADE
DE SOLO(ci)
PARTICULARIDAOES
NONERO OE
OBSERYACOES
• NO. COVAS
bei drenado
>120
>120
coipactacao
I
lodeiadaiente
. bei drenado
>120
>120-
cores sujas
a partir de «Oei
por causa dos
nodslos de Fe e
Nn
1 (Ic23)
•oderadaiente
bei .'1 iiperfeitiiiente
dreniido
>120
>120
"•alch" ei clia
fendas p r u r n i s ;
concrecoes de Fe
e Nn a partir de
50 ei
•anchas a partir
de 20 ei
I
•oderadaiente
bei ) iiperfeitaiente
drenado
>120
>120
•anchas a partir
de 8 ei
I
ever» esc
Ocorrencia da unidade
B2.a
5Tv~
<!
UHIDADE DE
HAPEARERTO
POSICAO
FISIOSRAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXTURA
Caaada aravel
12.2.3
9
subsolo
(2.a
2.v
transicao encosta
superior a aedia
de sope
OR
aaada aravel
sabsolo
CLASSE BE
DREHACER
PROFUHOIDAOE
DE LEHCOL
FREATICO (ca)
PROFOIDIDADE
DE SOLO(ca)
PARTICULARIDADES;
ast avera esc
ven
bea drenado
>120
>I20
6 (Scl,
Sc2 e
Se 3)
ast averi esc
ver*
bea drenado
>120
>120
bea drenado
>120
>120
aoderadaaente
bea drenado
>120
>120
aanchas a partir
de 40 ca
concrecoes de
ferro e aanganes
a partir de 70ca
1 (Sc7)
aoderadaaente
bea drenado
>120
>I20
aanchas a partir
de 60 ca
<Sc5.
(ScCl
0A-A«
12.2.2
Ag
HUHERO DE
ORSERVACOES
• HO. COVAS
g
era
R2.2.1
encosta inferior de
sope
R2.2.J
12.2.2
AgA-FAg
ar
g
era
gA-A«
ast esc
<
ast avera esc
ar
AgA
ast esc
ast avera esc
ast esc
113
Ocorrencia da unidade
B2.b
~2~v
g'
i ï i . ï i i >«m* «..»('
1-24OO00. Farno ds vrrvno ntrowona mm»** ria vota
mAM <**<• 0» 1MS.4M.mi i W l m n a » 1-4) OCD
UNIDAOE DE
NAPEANENTO
POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXTURA
Caiada aravel
B2.2.2
FAg(A)
sabsolo
32.b
2.v
topo e encosta
soperior de 'interflave* oa de sope
COR
Caiada aravel
sabsolo
cast esc, cast
averi esc
CLASSE DE
DREHAGEN
bei drenado
PROFUHDIDAOE
DE LENCOL
FREATICO (Cl)
>120
PROFUHOIOADE
OE SOLO(ci)
>120
Ag
cast averi esc
ven
B2.2.3
encosta ledia de
'interflove' on de
sope
82.2.2
Ajl
cast averi esc
Ag
ven
FAgA
cast averi esc
Ag
cast averi esc
bei drenado
>I20
>120
bei drenado
>120
>120
PARTICULARIDAOES!
no sope taibei
solos coi D U
profnndidade de
20 ei e S5ci
NUNERO DE
OBSERVACOES
• NO. COVAS
(3 obs.no sope)
perto da transicao da rocha 'B'
Rara 'A' pode
aver oia caiada
snperficial de
arela
coipactacao
(1 obs.no sope)
B2.2.1
transicao encosta
•edia a encosta
inferior de sope
B2.2.2
encosta inferior
de Mnterflove'
82.2.3
FAgL
cast esc
A«
cast averi esc
FAgA
cast averi esc
Ag
cast averi esc
Ag
cast esc
Ag
cast esc
bei drenado
>120
>120
1
bei drenado
>120
>120
1
•oderadaiente
bei drenado
>120
>I20
a partlr de 40ci
•anchas e concrecoes de ferro!
'"6
Ocorrencia da unidade
B2.c
~ÏTv
5
.__ _ . - i «M »».«i « n u ü.uiti
vato* o * * » * nn.wM.ii7i *nei « • « « HOBO.
Ocorrência da unidade
B2.c
"iTv
• f» ÏVÏH WH* w.tli'
UHIDAOE DE
HAPEAHEIITO
POSICAO
FISIOGRAFICA
TIPO DE
SOLO
TEXTVRA
Caiada aravel
COR
Caiada aravel
sabsolo
12.c
2.v
topo e encosta
saperior de 'interflave'
B2.2.2
encosta icdia de
MnterflBve'
12.2.3
82.2.2
vale
12.3.2
PROFVHDIDADE
DE LEHCOL
FREATICO (ei)
!
PROFUHOIDADE
DE SOLO(ci)
PARTICULARIDAOES
|
NOHERO DE
OBSESVACOES
• NO. COVAS
sabsolo
F-FAj
cast averi esc
At
ven
Ag__
cast esc, cast
averi esc
Ag
CLASSE DE
DREHAGEH
bei drenado
>120
;
>120
coipactacao
1
bei drenado
>120
{
>100
a partir de 100
ei concrecoes de
Nn e/oa rocha
•eteoriiada
2
bei a loderadaiente bei
drenado
>120
{
>I20
coipactacao
•aito poacas
•anchas de Fe e
Hn
1
•oderadaiente
bei a liperfeitaiente
drenado
>120
|
>120
•anchas a partir
de 40 ei
lar
FAgL
cast esc
Ag
nar
FAgA
cast averi esc
Ag
c i m esc
1
1
.
Ocorrencia da unidade
B2.c
~3~v
* iMnwdS <*» H u n MxaroKe* "!* » . D I * ) I » fc.Wllêl pr
ricou 1ÏW0D0. *»™io ito IMWIC iwimioi» a w t a 1» wnbf*o a
• tanpofc» o * « d * 14M.14M W1 *1M7 « n o n f40 000.
Ocorrencia da unidade
B2.b/c
E
122
ANEXO B3:
PROBLEMAS TAXONÖHICOS DOS SOLOS
O sistema de classifica^ao segundo a FAO-UNESCO (1974) usado, mostrou
certas dificuldades na classifica;ao dos solos da Srea de estudo, visto o
sistema possuir
algumas limitacoes no que respeita S caracterizacao
dos
horizontes diagnosticos.
Muitas vezes, encontravam-se caracteristicas que
podiam ser atribuidas tanto a um Luvisol como a urn Ferralsol, isto è:
existem critèrios diagnosticos
para urn horizonte argilico assim
como
critèrios para urn horizonte óxico.
Os critèrios mais important.es num horizonte argilico sao.urn certo
aumento
(iluviacao) do conteüdo da argila irelativo a textura do solo) e a
presen^a de peiicuias de argila.
Um aumento do conteüdo de argila no
perfil ocorre frequentemente.
Um horizonte eluvial evidente è porèm,
dificil de se encontrar.
No que respeita a preserna de peiicuias de argila:
visto, que em geral, os solos sao fracamente estructurados, muitas
vezes nao pos.suem agregados bem formados.
Corisequentemerite,riao è fècil
reconhecer
peiicuias de argila.
Caso estivessem presentes e portanto a
identificacao de peiicuias de argila è discutivel.
Somente atravès da
analise micromorfológica se pode provar a existëncia de peiicuias.
Para a
distincao dum horizonte óxico nao foi feito uso em primeiro lugar do
critèrio para a C T O a p a r e n t e mas sim do critèrio da CTC-efectivo, sendo a
soisa das bases trocêveis (IN NH4 OAc) juntas ac Al e H determinado atravès
de IN KCL, sem solucao tampao.
Devido aos factores acima mencionados, muitas vezes nao foi
fècil
determinar
se um horizonte era argilico ou óxico.
Assim, os solos foram
ciassificados como Luvisol ou como um Ferralsol, dependendo das caracteristicas que pareceram determinantes, as do horizonte argilico ou as do
horizonte óxico.
123
ANEXO B4: COMENTARIO SOBRE ALGUMAS CARACTERISTICAS DOS SOLOS E SOBRE ALGUMAS COMPLICAQÖES ANALITICAS
Das amostras de solos que foram colhidas nos perfis, analisaram-se as
seguintes caracteristicas: textura, pH (tanto era ègua como numa solucao de
cloreto de potéssio), o teor de matèria organica, nitrogènio total, fósforo
assimilével, carbonatos, a condutividade elèctrica e as bases de troca
cèlcio, magnèsio, potéssio, sódio, aluminio e hidrogènio.
Os mètodos
anallticos segundo os quais as caracteristicas foram analisadas, sao mencionados no Anexo B5.
Alguns aspectos das anélises e do uso das cracteristicas neste relatório tem que ser meihor explicados:
Pseudo-agregados
Os solos desta èrea, especialmente aqueles formados em material de
origem bésico, tem o fenómeno de formacao de pseudo-agregados ou microagregados, implicando que particulas de argila se agregam e formam partlculas dum tamanho de limo e/ou areia fina.
Estes pseudo-agregados contribuero para um alto teor de limo encontrado nestes solos, dado que a anélise granulomètrica foi feita atravès do
mètodo normal
(veja anexo B5).
Caso a anélise seja realizada, a mesma
incluindo um prê tratamento com H202
e HC1, os pseudo-agregados desintegram-se, têndo como resultado dados granulomêtricos mais correctos.
Realizou-se a anélise granulomètrica com prètratamento só para uma
quantidade limitada de amostras, visto que uma repeticao para todas as
amostras nao foi possivel efectuar-se.
Onde o pre-tratamento nao foi
feito, pelo menos em solos desenvolvidos em material de origem bésica, tem
que se considerar e assumir que o teor de limo (ou de areia fina) provavel-:
mente seja demasiado alto. Ê evidente que ao mesmo tempo, o teor de argila
è demasiado baixo. •
Qagacidade de troca catiónica iQTQl e g total de bases trgcéveis X TB Tl
A capacidade de troca catiónica è calculada conforme a soma das
catioes, sendo isso a soma de cèlcio (Ca), magnèsio (lig), potéssio (K), e
sódio (Na) trocével, e hidrogènio (H) e aluminio (Al), tudo medido nuoi
ambiente de pH7.
Nota-se que o mètodo usado nao è exactamente igual ao mètodo usado
para a definicao de critèrios diagnósticos nos sistemas de classificacao de
USDA e FAO;
consiste numa agitacao e extraccao com acetato de amönia (IN,
pH7), em vez duma percolacao com a mesma solucao..
Visto que os dois mètodos nao dao exactamente os mesmos resultados,
nao foi usado a CTC para fins de classificacao neste estudo como critèrio
maior.
124
A acidez trocêvel, i"ie. H e Al, foi determinada tambèm atravès de
extraccSo com cloreto de potèssio, considerando o valor do pH do solo. Se
se adicionar H e Al (KC1) ês bases de troca (Ca, Mg, K, Na) obtero-se a
chaniada cagacidade de troca catiónica efectiva (CTCE).
A CTCE aproxima-se
muito mais da capacidade de troca catiónica realistica do solo, dado que
foi medida com oraesniovalor do pH do solo e nao a pH7*.
Nos solos da èrea do estudo o pH-H20 è geralmente superior a 5.5 o
que iiiiplica que a saturacao de alurainio (e hidrogènio) è insignificante.
Considerando a CTC-efectivo, isso significa que a parte de Al e H na CTCE ê
muito pequena (em geral inferior a 2%) e entao a CTC-efectiva aproxima-se
muito do total de bases de troca.
Consequentemente o total de bases de
troca (TBT) foi usado em todas as avaliacoes feitas.
Bases de troca
Para avalïar os teores de Ca, Mg, K e Na nos diferentes solos, foram
considerados os teores relativos è textura e è mineralogia da argiia (veja
quadro 11). Decidiu-se por este mètodo porque è incorrecto fazer a avaliacao para todos os tipos de solos, da roesma maneira. Por exemplo: num solo
argiloso com uma capacidade de troca bastante alta, urn teor de potèssio de
0.2 meq/100 gr solo è baixo, somente cobrindo uma parte pequena do complexo
catiönico;
o raesmo teor de 0.2 meq/100 gr solo porèm, num solo arenoso,
com uma capacidade de troca muito mais baixa, jê è bastante alto, sendo uma
parte considerèvel do complexo catiönico.
*
Num pH7 também se mede esses catioes de H e Al,
sao os catioes associados a öxidos de Al e Fe.
que nao sao trocèveis:
YE>
ANEXO B5:
METODOS ANALITICOS
Anèlise granulomètrica:
Determinam-se as classes de textura conforme o mêtodo de
pipetaca"o, usando a pipeta de Robinson e calcula-se atravès da Lei
de Stokes.
Utiliza-se os seguintes limites:
areia grossa
2 - 0.2
mm
areia fina
0.2-0.05
mm
limo
0.05-0.002 mm
argila
0.002 mm
EÜ
Mètodo do elèctrodo de vidro;
roede-se numa suspensao 1:2.5
tanto o pH-H20 como o pH-KCl
Matèria grganica:
Obteve-se por multiplicacSo do teor de carbono organico por 1.724.
Carbono organico è determinado pelo mètodo de Walkley-Black.
yitrogènioitotal:
Mètodo de micro-Kjeldahl.
Eósfor-Q-assimilêyel:
Ëxtraccao por HC1 0.05N e H2S04 0.025N, o chamado mètodo de North
Carolina. A absorijao è feita no espectofotómetro a 882 nm.
Carbgnatos:
Os carbonatos sao determinados pelo mètodo de
como padrao o carbonato de cèlcio.
Weseroael,
utilizando
A condutividade elèctrica:
A condutividade elèctrica mede-se numa suspensao aquosa 1:2.5 pela
ponte elèctrica e expressa-se em mmhos/cm a 25 graus C.
Sö se a
condutividade for superior a 0.8 mmhos/cm, è determinada a capacidade
elèctrica em pasta saturada (CEe).
Bases de trgca:
Ca, Hg, K e Na determina-se num ambiente de acetato de amónia (IN,
pH7). 0 extracto de acetato de amónia è preparado agintado-se durante uma hora.
sódio e potassio determina-se no fotómetro de chama.
Cèlcio e magnèsio titula-se por compleximetria (EDTA).
0 H e Al mede-se num extracto de acetato de cèlcio (IN, pH7) e num
extracto de cloreto de potèssio.
0 CTC (capacidade de troca catiónica) è calculada conforme a soma das
catioes (bases de troca e hidrogènio e aluminio de troca).
125
Anèxo B6; Verbete para a descricao de sondagem
PBOJECTCh 0 potencial agricola da area do projecto 400.000ha Cabo-Delgado
Autor:
Localizafa'o
Fieiografia
RelSvoï
D*t*ï
/ JL
•
. Ho- de ObBer7Af«f»r
TJnldade de Mapa •
Classifica$3o:
1
-
. Fo•*>£*•» fij>i T . ,._
.
•Microrelevo •
O-.l
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
0..9
1.0
1.1
1.2
JltHiiHe.
Declive» „
Ve#Gta$a6/TJj30 de ter f t t !
Material de origea:
Clasfie de Ih
Hmridade do
Afloranontos ou Pedras euoerficlalGErf>^£c>•
iall^idade/AlCalinidade »
.
Prof. Symb,
,
COr
„Len^ol F r , i
Koequeado Textura Conslst. HC1
Varloe
t
1.3
1.4
1*5
1.6
:i.7
1.8
1.9
2.0
2.1
2.2
-
Obeervficoesr
INIfi.
Numero do p e r f i l s
EJPRESO BI RH DESCRTJAO BB FERPIS SE SOLO
data/eBtacaö
foto no*
claBsi ficaoab
tempo actual
ioina top*
FAO/lÈieacp
tipo de observ*
w
o autor(es)
coordenados
7"
indice c a r t .
E
locajLizaoao
I
greliMnar
| V-™*1
altitude (m)
naterial originfirio
Forraacao geologica
mineralogia
S
o fisiografia em geral
PcsicSo e declive ($>)
fa
& f onna do terreno circundante
pedras na superffcie
hldrica
8
aMoremenios rocnoèos
Solica
M
ndcrotopograria
B
ërösSö"
caracterieticas
euperflciais '
fa drenagcm
prcfund* de lencol freatica (m)
inundapao
8
hümidade de solo '
infil'trapSo
->• interna
- oxterna
tipo de vegetacao
cociposipao
cofcertura
regional . l o c a l
arvores
arbustos
ervas
grainlnea3
solo nu
s
fa
tipo de uso
culturas/animais
a)
b)
°5
o
9
5
-emsssmmr
%
•8
deposicao
d)
e)
f)
Anexo B7; Verbete para a descrigao de perfis
altura (m)
regionalJ local
espêciea doainantes
regional
I
local
1
fauna no solo
—
condicao das
praticas agrlqolas (mêtodos de manejo.
uso do adubos* rotacóes* rendimentos etc) culturas
intensidade de
apascentapao
pragas/doencas queimadas etc*
c a r a c t e r i s t i c a B
ESTRÜTÜMl TEXTUEil
COR
HOKIZONTE
s£m- p r o f u n d i - I tran-4 eeco
manchas
"bolo dade (cm) | s i cao — — —
i
i ' hfimid4 c o i |
8 «os
do
T~zr
ê
"f
1.2
rr
J5
p e r f i l
COISIS-5 HÖDÜLOS iELE3OT0S| PORES
•r-°
t+l
Q
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PEDHSGOO
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I 1
1
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U.
I I
'I
II
RDS
•ourms
COMJIEKISTICAS
128
ANEXO C:
ASPECTOS ECONÖMICOS E SOCIAIS
'Cl
Breves antecedentes históricos da regiao
C2
Crêdito agricola
C3
Prêticas agricolas no sector
C4
Alguns resultados da investigacao agricola
C5
Projectos agricolas dentro da èrea de estudo
C6
Situacao nutricional
C7
Precos de venda de utensilios agricolas ao
armazenista, praticados pela AGRICOM em 1985
piüblico
C8
Tamanho e distribuicao das machambas do sector
familiar
C9
Distribuicao dos tipos de consociacoes
CIO
Efectivos de animais domèsticos e de criadores familiares por
distritos e respectivas regioes agro-ecológicas
Cll
Efectivos de animais domèsticos no sector estatal
C12
Dados demogrèficos
C13
Mapa de ocupacao territorial da regiao do projecto dos
400.000 ha
C14
DistribuicSo da populacao
C15
Diagrama de organizacao
familiar
(1980)
administrativa
em Chipembe
e
ao
129
ANEXfl Cl: FKEVES ANTECEDEMTES HISTÖRICOS DA REGlSO
O objectivo deste anexo ê o de assinalar alguns dos antecendentes
históricos da regilo e era geral da Provincia de Cabo Delgado que tem
determinado como vereoios mais adiante algumas das caracteristicas raais
importantes da sua actual estrutura económica e social.
A regiao norte de Mozambique caracteriza-se pelo ponto de vista da
sua estrutura economico-social,
por uraa acentuada preponderancia da
agricultura camponesa nas suas forroas menos evoluidas, desde o ponto de
vista da produtividade do trabalho, assim como pelo escasso desenvolvimento
da agro-indtlstria e da economia de plantacoes.
Para o ano de 1970 na
regiSo norte do Pais (Cabo Delgado, Niassa e Nampula) a producSo camponesa
representava 60% do valor da producao agrlcola regional ,enquanto que
no
centro e sul do pais esses valores eram de 52% e 49% respectivamente. As
plantacSes e as machambas dos colonos representavam 14% contra 39% no
centro e 41% no sul (Wuyts, 1978).
A explicacao do proeminëncia relativa
encontra-se em parte nos seguintes factores:
da
agricultura
camponesa,
a)
a situacüo
co/nunicacao
marltimo.
geogrèfica que a afastava urn tanto das linhas de
entre as colönias inglesas do interior e o litoral
b)
a falta de regiSes agro-ecologicamente aptas para o desenvolvimento dos principais produtos caracteristicos da economia de
plantacSo (cana de acflcar, chè, café etc.)
c)
a forte resistência oferecida pelas comunidades locais è
tracao colonial.
pene-
Estes elementos explicam tambèm em parte as escassas modificacoes
introduzidas na estrutura económica da Provincia pela Companhia do Niassa,
Empresa de capitais com concessao, a partir de 1881 para a exploracao dos
territórios de Cabo Delgado e Niassa.
A diferenca da Cooipanhia da Zambèzia que iniciou em 1882 a exploracSo
da sua concessSo sobre a base dos antigos prazos outorgados jè a partir do
sèculo XVII a Companhia do Niassa exerceu a sua actividade sobre uma sociedade fortemente èstruturada ém pequenos r'einos afro-islctmicos, em chefaturas e organizacöes pollticas de linhagem.
Estas comunidades tradicionais,
encontravaiii-se, jè a partir da segunda metade do sèculo XVIII, em contacto
com o mundo externo atravès do comèreio de escravos e da venda de vSrios
produtos para a exportacSo tais como: borracha, urzela, goma copal, cera e
de excedentes da sua produgao de subsistência. Porèm, estas relacoes com o
mundo externo n3o eram estritamente de dominacSo como acontecia no interior
dos prazos. Consequentemente, a ocupacao efectiva dos territórios concedidos foi extremamente diflei 1 e na prètica só foi totalmente concretizada
depois da Primeira Guerra Mundial.
A Companhia do Niassa limitou as suas actividades lucrativas a:
cobranca do imposto de palhota, exportaeao de mao-de-obra, utilizacSo do
trabalho forcado para as machambas dos administradores da Companhia e
monopólio de taxas aduaneiras de importacSo e exportacao.
Este tipo de
empreendimento nSo trouxé, obviamente, nenhuma ou escassas mudancas estruc-
130
turais da sociedade e da economia da regiSo.
Em 1926 das expqrtacSes
realizadas pela Companhia, 76% provinham de vendas de producSo campónesa
superando.portanto a produgao das machambas, dos agentes da administraca'.o.
Determinou, no entanto, una drenageoi importante da forca de trabalho
atravês da sua exportacao e das migraeoes da populavaó para Niassalandia e
Tangarïhica.
Tanto a falta de investimentos produtivos como as fórtes
migraeoes explicam que em 1929, ano da extincjo da Companhia do Niassa, as
exportasSés da Companhia liraitararo-se a 1/14 das exportacöes totais * das
colónias apesar do território da concessao corresponder a 1/4 da superflcie
total de Mozambique e da populacao ser 1/8 da populacao total do Pais.
Nessa altura o desenvolvimento da regiao era quase nulo.
Na Provincia da Zaoibèzia, na mesma època, a economia de plantacSo
ocupava cerca de 30.000 ha.
Contudo, a estrutura social e produtiva da
règiSo preservou-se, constituindo a base sobre a qual se realizou a partir
dos anos de 1930 a expansSo da producSo algodoeira, mediante o seu cultivo
obrigatório e a producSo do cajó.
131
ANEXO C2:
CRÈDITO AGRÏCOLA
Cerca de 30% do c r è d i t o a ' g r i c o l a no p e r i o d o 1981-1984,
foi
para a
agricultura
maioritèria
no s e c t o r e s t a t a l .
Os j u r o s
pagos podem ser
observados na t a b e l a a b a i x o :
Periodo
I
Sectores Prcdativos
Estatal
Eoprestioos para !
•ais deuano
42
!
i
CcopeiraÜvo
!
32
! Faoiliar
S
!
.I
i
i
i
i
Eaprestiaos para i
ienos de 1 ano
!
!
52
41
32
!
!
!
SI
S
i
I
!
SPrivado e outros
i
i.
42
!
!
61
Quadro C2.1: Juros praticados pelo Banco Popolar de SssenvoMoento, BPD
Foote: FAO, 1982
0 Banco de Mocambique assiste as grandes empresas estatais e
plantacoes. Outros crèditos para a agricultura sao providenciados pelo BPD
em colaboracSo COID O Ministêrio da Agricultura.
0 BPD tem tambèm
delegagSes era -todas as provlncias e adicionalmente existem 24 agencias e
24 delegacöes urbanas.
Os crèditos tem sido principalmente fornecidas ès machambas estatias
(aproximadamente 80% do total concedido) e cooperativas (15%) e sooiente uma
infima percentagem
(<1%) è dada ao sector familiar.
0 sector privado
beneficia com 5%.
As machambas estatais e cooperativas nao tem que fprnecer garantia
adicional dos seus emprèstimos verificando-se o contrèrio aos camponeses e
machambas privadas.
De acordo com a FAO (1982) conclui-se que os maiores obstèculos para
uma meihor e optima estratègia de crèdito sao os seguintes:
-
o actual quadro de pessoal è inadequado em numero e em qualidade
para se ocupar do elevado numero de unidades de producao
-
deve ser projectada
funcionamento
-
as taxas de deliquência tem sido elevadas
-
existe uma escassez aguda de fundos para suportar as
linhas de crèdito na agricultura
uma
nova
politica
de
emprèstimos
e
de
crescentes
Os fundos para os investimentos agrlcolas s3o tambèm disponibilizados
atravès de desvios do Orcamento do Estado.
132
As percentagens rèpre^ïntativas dos investimentos realizados
agricultura em relagSo ao total de investimentos no Pais foram:
1980
23%
1981
30%
1982
34%
Estas cifras correspondem a 2.3,
Meticais, respectivamente.
1983
25%
4.2,
4.8,
4.3 e 1.4
na
1984
13%
bilioes
de
Ê de frisar que a reducSo de investimento verificado era 1984 deve-se
em parte ao aumento dos gastos na defesa da Pètria.
133
ANEXO C3:
PRATICAS AGRlCOLAS NO SECTOR
FAMILIAR
Algumas observacöes pouco detalhadas tem sido feitas pelo
pessoal
tècnico do CRED-Mapupulo,
no distrito de Montepuez *.
0 documento dé
importantes indicacSes sobre a marieira como os caraponeses vizinhos ou seja
da èrea cultivain, as razoes de tais praticas, os conhecimentos e os
problemas que possuein. Eis num breve sumèrio essas prèticas:
a)
SelecgSg do lygar eara g cultivg
Ouando o caoiponês pretende abrir uma nova machamba,
ele procura
as
èreas na"o habitadas
com uma determinada vegetacao e (ou) èrvores
como
indicativo de fertilidade
do solo.
Os solos
'franco argilosos' s3o
preferidos para as culturas de algodSo, milho, raapira e feijoes enquanto
que os solos 'franco-arenosos' sao aptos para as culturas de mandioca e
amendoiin.
A escolha
do lugar è geralmente feita no firn da època
das
chuvas.
Alèm da fertilidade e textura do solo, existem tambèm outros
que determinant a localizacao da machamba tais coroo:
factores
i
a distancia da machamba è residência que nao deve ser muito longa
ou seja sensivelmente superior a 1 hora de percurso e por
outro,
os locais muito próximo da zona residencial nao sao
propicios
devido è invasSo de cabritos, porcos e mesmo ladroes nas machambas.-
ii
A disponibilidade de égua è um facto bastante
relevante
pois
amiude, os terrenos bastante fèrteis sao rejeitados se tiverero
carência de égua.
iii
b)
Areas infestadas de pragas tais como:
ratos, termites,
bravos e t c , sa"o tambèm abandpnadas pelos camponeses.
porcos
Pt§P§!iaeSg dg terreng
DitLyba
Normalmente a derruba è feita manualmente com o uso de
instrumentos
simples
tais como,
machados,
catanas, foices, etc.
Alguns
destes
instrumen-tos sao adquiridos no mercado e outros sao de fabrico local. S3o
praticados dois tipos de derruba a principal diferenca entre eles reside no
facto de num tipo, as èrvores serem cortadas quase rente è terra, enquanto
que no outro tipo s3o cortadas apenas as èrvores pequenas e os arbustos e
as èrvores grandes sa*o podadas.
Este amanho
no periodo seco.
da vegetacSo
tem lugar no firn da època
das
*
Documento Tècnico no.1 - Relatório do sector familiar sobre
tradicional - Programa CRED-Mapupulo, 1984.
chuvas
e
agricultura
134
Lavoura
Após a derruba os troncos das èrvores e outros residuos vegetais sSo
queimados e ent seguida a terra è lavrada. Existem dois tipos distintos de
lavoura sendo urn superficial e outro profundo.
A maioria dos camponëses
empregaro a lavoura superficial que è menos dispendiosa se bem que se
reconheca que este mètodo nao è ótimo para a infiltracao de ègua e
consequentemente haverè maior risco de erosSo.
Tambèm se sabe que este
mètodo exige posteriorniente inuito niais trabalho para combater as ervas
daninhas comparativamente ao mètodo da lavoura profunda.
A lavoura profunda è invuigarroente feita, geraimente no primeiro ano
e a razao da pouca pratica deste mètodo consiste no maior emprego da forca
de trabalho na època seca.
Em geral, a terra è lavrada no firn da època das chuvas e durante
estacao seca urn ou dois meses antes da època chuvosa.
c)
a
Sementeira
As èpocas da sementeira diferem de acordo com o tipo de cultura e com
o grupo a que pertencem.
Eis o Quadro C3.1
la. Epoca
!
i Culturas ! Epoca da Seoenteira S Culturas
! Hilho
!
S
!
1
!
S
!
i Oezeibro
!
Hapira
Algodao !
!
Arroz
Feijao re-i
giraal
Aiendoii !
Abobora !
Mov - Dczeibro
Dez - Janeiro
Hov - Dezwbro
Hov - DezMbro
Janeiro
Hov - DezMbro
2a. Epoca
!Epoca da Sewoteira !
! Feijao regio-'Fevereiro-Harco
nal (2.acto) !
! Feijao jogo 'Fevereiro
! Feijao verde 'Fevereiro
! Feijao preto !Marco
[Fevereiro
! Girassol
i
!
!
!
!
!
!
!
!
i
i
i
•
i
i
i
i
i
i
Quadro C3.1 .- Teipo de seaenteira para alguaas culturas
A sementeira è feita em covacho, a excepcao do algodSo, isto porque a
sementeira em linhas implica um maior emprego da forca de trabalho.
Por
outro lado, a sementeira em covachos tambèm faz com que a consociacaq de
culturas seja menos complicada, especialmente quando ela è feita somente
por uma ónica pessoa.
Os camponëses raramente fazem os desbastes nos seus cultivos e esta
peracao è evitada na època da semente com poucas sementes por covacho na
tentativa de economizar a semente e evitar um posterior trabalho.
d)
Controle das ervas daninhas
Na
chegam
a
maioria dos casos sao feitas duas sachas e muito ocasionalmente
ser tres. A la. è realizada após a germinacao isto è poucas
135
semanas depois da sementeira.
As vezes, se o campo for grande o camporrês
pede ajuda aos membros da faróilia ou entao émprega outras pessoas pagandolhes em recompensa cerveja ou comida, sendo dois a tres dias de trabalho
correspondentes a urn cesto cheio de mandioca.
A 2a. sacha è feita quando a raapira e o sorgo tem cerca de lm
altura e no caso do amendoim è feita durante a raroificacao mas antes
formacao das vagens.
de
da
0 arroz e o milho sao sachados na mesma altura e ès vezes faz-se uma
unica sacha.
Os diferentes tipos de feijoes bem como as culturas da 2a. època no
caso concreto do algodÜo, milho e mapira faz-se a 3a. sacha como forma de
facilitar as colheitas.
e)
Colheitas
Milho
: è feita uma la. colheita entre Fevereiro e Abril para o
consumo em fresco (macaroca) e no firn de Abril a Maio è
feita a colheita propriamente dita ou seja a colheita da
espiga seca;
Hapira
: o periodo da colheita comeca em Junho e termina em Julho;
variedades de ciclo curto sao colhidas em Maio;
Arroz
: è colhido em Maio e Junho dependendo porèm da variedade
Mandioca
: a colheita inicia-se nos fins de Abril - inicio de Maio
para o consumo fresco ou cozido. Para a secagem e armazenagem
a colheita comeca em Junho e prolonga^-se atè Setembro-Outubro. Antes de se secar, a mandioca è descascada e cortada em
pedacos de 10-15 cm.
Feijao
regional
: lo ciclo: è colhido em Fevereiro, 3 meses após a sementeira
e como
a maturacao das vagens nao è sempre ao mesmo tempo
entSo a colheita è feita vèrias vezes no mesmo campo. Quando
a planta è pequena, as folhas tambèm sao consumidas.
as
2. ciclo: a colheita è feita em Maio e Junho.
Feijao
boere
: Éxistem vèrias variedades de ciclos, nomeadamente curto,
medio e longo sendo as do ciclo curto colhidas de 3 em 3
meses enquanto que as de ciclo medio e longo colhem-se em
Junho-Julho e em Julho-Setembro respectivamente.
Feijao preto: è colhido em Junho sendo as folhas da planta tambèm consumidas.
Feijao verde: esta cultura nao apreciada pelos camponese è
indianos e a colheita tem lugar em Junho-Julho.
vendia
Amendoim
: è colhido de Maio a Junho.
Fava
: a època da colheita estende-se de Abril (fresco) atè
(grao-seco)-,
aos
Agosto
136
f)
SecageiDi consociagao e armazenagein
Estas prêticas constituent uma grande preocupacao dos camponeses
em
virtude de a obtencSo dos produtos agrlcolas ser ponto de trabalho
intenso
e èrduo. Existem diferentes mètodos e tècnicas em usp.
As vezes os produtos sao secos no campo e outras vezes na própria
casa e muito ocasionalmente em secadores especialrnente construldos
para
esse efeito.
g)
Rotagoès
De acordo com o relatdrio do CRED-Hapupulo nao existe urn sistema fixo
de rotacSo, existindo porèro, uma tendência de nao colocar a mesma cultura
na mesma machamba quando o rendimento obtido nao satisfaz as previsoes do
camponês.
Por outro lado, se o rendimento for elevado e se se ultrapassar
os ~parametros previstos, entao ö camponês aposta na sementeira da mesma
cultura repetidas vezes na mesma êrea.
Diversos factores influenciam o tipo de rotacab a utilizar tais como:
o tipo de solo, existência de pragas e doencas.
Como exëmplos de rotasSes temos:
lo.
2o.
3o.
4o.
ano:
ano:
ano:
ano:'
algodao e milho
milho e mapira
mandioca
mapira e feijao
A mapira entra amidde como cultura do ultimo ano devido è sua
pouca
exigê'ncia de elementos nutritivos e após esta cultura a machamba è deixada
durante muitos anos em pousio:
h)
Variedades
Existem
na êrea muitas variedades das diversas culturas em uso pelo
sector familiar que difèrem quanto ao gosto, é capacidade de armazenagein,
resistência as doencas, è forma e è qualidade.
i)
Pr.a9a§ e doencas
Existem na regiao numerosas pragas que atacam as culturas.
sumèrio feito pelo CRED-Mapupulo è apresentado no öuadro no.C3.2:
Um breve
137
.
,_—
!
PRAGA
!
CULTURA
! EPOCA DO ATA8UE
!
1
Macacos
! Todas as culturas
iEB todo o ciclo vegetativo
!
1
i
!
Porcos
! Hilho, aapira, aandiocaiHa foraacao do fruto no
!
! asendoii, feijao reg. 'feijao regional pode ser tas-!
! F. jugo
Ibea na foraacao das folbas !
i Iepala, gazela e
! antilope
S F. boer e, preto, mée
S e regional
!Ha foroacao das folbas
!
! Raposa e ésquilo
i
S Aeendoie
:
ÏSeeenteira e volta na colhei-!
:ta
:
!
i
! Porco espinho,
! Nandioca, eilbo, aapiraiHa foraacao dos tubercolos na!
I toupeira, ratos è S alendoii e feijao jugo 'eandioca; foraacao do fruto !
! perdiz
!
Sno aaendois e feijoes
!
$ Cóelbo bravo
! Arroz e aaendoia
!Ha foraacao das folbas
!
S Corvo
S Aaendoia
!Ha seéenteira e na colbeita !
{ Periquitos
!
S
! Hilho, aapira, arroz
! aandioca e feijao
!
iSeaenteira e colbeita aenos !
!na aandioca que atacae na
!
Iforaacao dos tuberculos
!
! Gafanhotos
!
I Nandioca
!
SCoaei as folbas durante a sua!
'foraacao
!
! Teraites
! Todas as culturas
'Todo o ciclo
!
! Caracol
!
! Aaendoia, eilbo e
I aapira
!Ha foraacao das folbas
'
!
!
! Brpcas
' Hilho
SMa aaturacao
!
! Gochonilbas
!
!
! Nandioca
'
!
!Ha foraacao dos tuberculos !
Saté a colbeita no desenvolvi-J
iaento do caule e nas estacas i
i Lagarta das folbas ! Hilho, aapira e feijao !Ha foraacao das folbas
!
! Lagarta das vagens ! Feijoes
!
! Gorgulbos
!
iHa foraacao das vagens
! Hilbo, aapira, feijao 'Ho areazenasento
! e aandioca
!
!
!
! Besouro das folbas S Feijao regional
!Ka foraacao das folbas
! Piolbo preto e
! verde
!
! Hapira e feijao
I
!
!Durante o desenvolvieento na !
'aapira, no folhaeento e na !
I floracao do feijao
!
! Acares
1 Feijao
!Ko folhaeento e floracao
!
'Ha foraacao dos tuberculos
!
! Nosaico de aandioca' Nandioca
Quadro C3.2: Pragas nas culturas
Fonte: 'Docuaento Técnico' no.l - Belatorio do sector faailiar
agricultura tradicional, 1984
!
sobre
I
I
I
I
I
I
139
C4.1:
ARROZ*
O arroz ê uma c u l t u r a muito comuin nas machambas f a m i l i a r e s , aproveitando as terras baixas onde se acumula bastante humidadè durante a
época das chuvas.
Nestas condicÖes a densidade de plantas è r e l a t i v a iinente baixa e devido a se u t i l i z a r uma tecnologia t r a d i c i o n a l e v a r i e dades l o c a i s pouco produtivas os rendimentos sao relativamente baixos.
Com o o b j e c t i v o de se determinar o e f e i t o das densidades e compassos no rendimento da variedade l o c a l , montou-se urn ensaio de a r r o z , em
Hapupulo no qual tambêm se q u a n t i f i c o u a forca dispendida em 4 operacoes
culturais.
1
I
I
Foram f e i t a s 9 repeticdes de cada tratamento, mas devido a erros
no delineamento experimental, n3o f o i efectuada a anèlise e s t a t i s t i c a .
Os resultados, expressos em média das 9 parcelas de cada tratamento, sao
apresentados no Quadro C 4 . 1 . 1 .
j
Bratawnto
|
"
.
2
1i
6
Densidade
(pl/ba)
1 000 000
666 666
500 000
500 000
444 444
444 444
QMpasso
(ei)
10 x 10
30 x 15
20 x 10
20x20
30 x 15
30x 30
No. de
Plantas/Covacbo
1
3
1
2
2
4
Rendiiento
Consufo de forca de trabalbo
i
i
(seg/i2)
•
i
(Ig/ba)
(«*
2 101
1 500
2 018
1 453
1 695
1 726
122
89
117
84
98
100
Sewoteira
154
40
69
50
43
28
la. sacba
293
93
100
96
87
61
2a. sacba
131
75
63
64
61
57
Desbaste
Total
246
126
173
166
80
82
824
334
405
376
277
228
36i:
146 i
178 1
165:
121:
100 |
!
• Tota-se COM testenaba o trataaento 6, que ê aproxiiadaieote igoal
aojfètodo caaponls
t f t de seieoteira: 12-19/12/84,
DaTi de colbeita:
5/6/85
Rendiiento aédio geral do ensaio: 1 748 Ig/ba
RAiieotos calculados a 13Z de baiidade.
OMro C4.1.1: Rendiiento das diferentes densidades e ciMpassos de arroz e forfa de trabalbo utilizada no seo caltivo. CRD Napapulo, 198
I
Os resultados mostram que o aumento de rendimento a
medida que
resce a densidade na"o è linear e que a maior densidade produz somente 22%
mais que o tratamento testemunha e a segunda maior tem urn rendimento 11%
'inferior a esta.
I
I
Contrariamente, o tempo utilizado nas operacSes culturais cresce
arcadamente com o aumento da densidade.
Com um milhao de plantas por
hectare, realiza-se 2,6 vezes mais trabalho que no tratamento testemunha
•para produzir só 22% mais de arroz.
I
I
I
Bruno,
A. 1986;
A experiência e demonstracao agricolas nos
rurais de desenvolvimento:
Resultados e conclusöes, HONAP, Maputo
centros
140
Tendo era conta que a forca de trabalho è o principal factor de
producSo no sistema de producao agricola tradicional, è pouco provèvel que
com resultados como os expostos os cainponesés aceitein aumentar as densidades de sementeira nas suas machambas.
Isto foi comprovado que coino no
caso do arroz, pode tambèm acontecer com outras culturas.
Em futuras investigacöes sobre aspectos agronömicos das culturas serè
necessêrio quantificar o tempo de trabalho dispendido nas diferentes operacöes culturais coroo complemento da informacao sobre rendiraentos.
C4.2:
MAPIRA
As a n è l i s e s de v a r i a n c i a dos rendimen.tos (ver quadro C 4 . 2 . 1 )
e f e i t o s i g n i f i c a t i v o das v a r i e d a d e s nos d o i s l o c a i s
Rodiirato
Ciclo
Altura
(dias)
(ei)
Af i laten to
variedades
(Ig/ba)
(2)
(no. filhos/pl.)
1 019
100
168
379
0,4
Serena
906
89
129
176
0,6
Red Swazi A
879
86
88
112
0,8
DC-75
816
80
117
127
0,4
P-37
792
78
118
124
0,3
Local
778
76
168
110
0,6
Ribaue
635
62
181
396
0,6
50-59
634
62
88
125
0,5
Hbite OSRO
301
29
112
137
0,4
Haüooth
Data de seienteira: 18/12/84
Datas de colbeita: 30/4/85 (var. de ciclo curto)
3/7/85 (var. de ciclo longo)
Rendiiento lédio geral do ensaio: 751 Ig/ba
Deosidade: 41 660 pl/ba ftapasso: 80 i 30 ei
Area dtil das parcelas: i2 12, 48
Reodiwntos calcolados a 13Z de htnidade.
Quadro C4.2.1: Coiportaiento das variedades e hibridos de lapira no CRD-Hapupulo, 1984/85
revelam
141
Serena, originèria do Uganda, continua a ser uma das variedades de
maior rendimento o que coincide com os resultados obtidos por VAN EIJK
(1981), ARIYANAYAGAH (1982) e PROGRAMA CRED (1983).
0 seu grao ê de cor
encarnada, o que dificulta a sua aceitasao por parte dos camporieses. DC-75
è um hibrido de origem zimbabweana, que teve bons remdimentos, em especial
no planalto, em condicöes maïs ou menos semelhantes è sua regiao de origem.
Hammouth ê uma variedade nacional, de ciclo longo, muito comprida e de grao
branco, que teve uma produtividade bastante alta em Hapupulo nas duas
ültimas campanhas.
50-59, originèria da Suazilandia e de grao quase branco, teve em 1982/83 e 1983/84 rendimentos satisfatórios. Isto nao aconteceu nesta campanha, devido ao baixo poder ge.rminativo da semente. Considera-se que este ê um facto circunstancial.
Na base dos resultados dos anos
anteriores pode-se concluir que 50-59 tem um bom potencial de producÜo para
o sector camponês.
As variedades locais em geral tem produtividade baixa a média, taxa
de afilamento relativamente alta, sao muito altas, sensiveis ao fotoperlodo
e em consequência semeadas na època normal sao de ciclo muito longo (170180 dias aproximadamente).
Tem grao branco e gozam da preferência dos
camporieses, pelo seu sabor doce.
Contrariamente, a maioria das variedades melhoradas e hibridos sao de
produtividade média a alta, baixo afilamento, baixa altura, insensiveis ao
fotoperlodo e de ciclo curto.
Ta grao em geral encarnado e conteüdo relativamente alto de tamanho, facto pelo qual sao mais resistentes ao ataque
dos pèssaros mas, devido ao seu sabor amargo, sa*o pouco aceites pelas
populacöes.
Dentro deste grupo, Serena e os hibridos DC-99 e DC-75 sa"o os
mais produtivos, tem ciclo um pouco mais longo e sao mais altas que as
restantes.
Todos estes factores devem ser tidos em conta no caso de se proceder
è introducao de semente de mapira no sector camponês.
A situacao parece
mais clara em relacao ao sector estatal e è producao de alimento para os
animais, aonde o maior rendimento e o ciclo curto das variedades melhoradas
e hibridos sao vantagens importantes.
C4.3:
MILHO
0
trabalho de melhoramento do milho foi iniciado em 1978 com a
assistencia tècnica e cooperacao da FAO no ambito do Projecto UNDP/FAO
MOZ/75/009, cujo programa de actividades consistia no seguinte:
-
coleccao e avaliacao de germoplasma
-
avaliacao de variedades locais, exóticas e hibridas
-
melhoramento das variedades e adaptadas para imediata difusao
esfera productiva.
introducêfo
comercial
das
melhores
variedades
exóticas
para
a
na
producao
142
-
producao de novos hibridos com adaptacao especifica e com
potencial de producÜo nas diferentes regiöes ecológicas.
alto
Tambèni interessa frisar que a DDR (Direccao de Desenvolvimento Rural,
Ministèrio de Agricultura) tem levado a cabo urn programa de
investigaccio
aplicada, que consiste em ensaios varietais de milho, ensaios de adubacao,
ensaios de densidades e compassos em coordenacSo com o PN-milho do INIA, se
bem que na regië"o de Cabo Delgado ou por outra, no CRED-Mapupulo se tenha
trabalhado
a uma escala ainda muito reduzida e apresentarem problemas tais
como eros§o do solo e muita heterogeneidade na fertilidade dos solos.
Tambèm o Programa Nacional
de Milho
tem realizado ensaios de
variedades E 4 , ensaios de compasso x variedade, ensaios de insecticidas x,
ensaios de controlo de termites com aplicacao de Dieldrin.
Estes
ensaios
do campo experimental de Chipembe têm sido influenciados pela erosSo que
resultara
na perda total de semente e provavelmente na perda de grande
parte do adubo aplicado aos ensaios R4 e CXV.
Nao obstante os elevados coeficientes de variacao ( c v . ) verificados
na maioria dos ensaios, devidos ê germinacao
irregular
provocada
pela
irregularidade
das chuvas, perda de semente pela erosao e heterogeneidade
do terreno, os resuitados nos ensaios de milho realizadcs no campo experimental de Chipembe e CRED-Mapupulo, indicam que na maioria dos ensaios a
meihor
dose de N è de 120 Kgs/ha com uma média de rendiroento de
4.190
Kg/ha. (Ver quadro C 4 . 3 . 1 ) .
! Dose de Azoto
•
i
i
•
!
Ig/faa
•
Dose de fosforo, Ig P 0/ba
2 5
0
40
80
2930
2740
3230
3130
2920
3240
4280
4430
3280
4060
5050
4330
i
i
i
i
i
i
i
i
3010
3720
4180
i
i
i
i
i
!
1
i
1
0
60
120
180
i Media
! (P)
•
•
1
i
•
•
i
i
i
i
i
i
i
i
Media
(M)
S
!
3040
3350
4190
3960
!
!
S
!
3640
!
i
Quadro C4.3.1: Rendiwnto de lilho Ig/ha ei Chiperte
DNP (P=0,05) = 952 Ig/ha
WIP (N) = 548 Ig/ba (P = 0,05)
DMP (P 0 ) = 474 Ig/ba (P = 0,05)
2 5
Fonte: J. Rendle, P. Voodhouse, 1985 (a)
Presume-se que a resposta do adubo azotado no milho (em chipembe) n3o
tem nenhuma relac^o com o teor da matèria organica dos s o l o s , o teor de N
nem a relacao C:N, mas sim com a quantidade e regularidade das chuvas
sobretudo nos periodos criticos do ciclo vegetativo. Este facto foi confir
mado na campanha 83/84 em que o ensaio de milho em Chipembe, indicara urn
aumento significativo na producüo de milho com o aumento da dose de 120 Kgs
N a 1 8 0 Kgs N/ha.
Gracas è boa distribuicao das chuvas que como era de
esperar, culminara
com os rendimentos relativamente elevados, cerca de 5
tn/ha.
1
143
Quanto è resposta do adubo fosfórico, tudo indica que estè relacionada cooi o teor P 0
assimilêvel que è inferior ao nlvel critico (10 pm),
2 5
fazendo com que haja respostas significativas ao adubo quer no milho quer
no algodao.
Entretanto, de acordo com os resultados, deduz-se que nos luvissolos
a aplicacao de P 0
è provavelroente rentavel caso o fosforo assimilavel do
2 5
solo seja oienor que 16 e 10 ppm para o inilho e algodao respectivamente e os
rendimentos respectivos aciroa de 2.5 e 1.5 tn/ha.
Por outro lado dada a
deficiência de enxofre nos solos em Chipembe e Mapupulo, o superfosfato
simples parece ser o adubo mais apropriado; devido ao conteüdo de enxofre
(12%) visto que o efeito foi altamehte significativo ero termos de profundidade - urn acréscimo medio de 1.15 tn/ha e tembèm na presenca da acama e
resistência da planta è virose.
No que diz respeito ao potèssio, nao houve resposta significativa na
maioria dos ensaios com excepcüo do realizado em Chipembe.
Com o milho
hlbrido R200 numa densidade de 50 000 plantas/ha, em que houve alguma
indicacao se ben que nao significativa dum pequeno aumento no rendimento de
milho porèro ainda existem algumas reservas pelo que seria necessêrio mais
estudo. 0 K trocèvel no solo foi de 0.22 meq/100 gr.
Em colaboracSo
com o Programa de Milho, foi tambèm efectuado em
Chipembe, urn ensaio de 4 niveis de adubacöes azotadas x 4 variedades e os
sintomas observados nas plantas, sobretudo, na variedade cotaxtla levantaram a hipótese de deficiência de fósforo que fora em parte detectada
atraves das anêlises de solo que indicaram baixo teor (0.25 meq/100 g r ) ,
entretanto nao se fez a anèlise laboratorial das folhas para uma composicao
analltica.
Como se pode ver no quadro C4.3.2 a meihor variedade foi o Kalahari.
S
i
!
S
!
Variedade
Ferks 22
Ferks 28
lalabari
Cotaxtla 21
Quadro C4.3.2:
Miveis de adobacao
Igs/H/ba
0
60
120
180
!
1.35
1.21
1.50
1.04
2.16
2.36
2.38
2.60
2.93
3.05
2.60
2.94
3.02
3.36
3.47
2.85
!
!
!
!
Renditentos «èdios das diferentes variedades do ailho e
niveis de azoto(tn/ha grSo a 152 de huaidade)
c v . =232
HHS (0.05) H= 0.33
V=0.33
H i V= 0.66
Foote: J. Reodle e P. üoodbonse 1985 (a)
144
No CRED-Hapupulo tambèm foram f e i t o s d i f e r e n t e s ensaios,
grande importancia para o sector f a m i l i a r .
Bruno (1986) dè
informaca"o:
que tem uma
a seguinte
'Em g e r a l , as variedades u t i l i z a d a s tradicionalmente no sistema
a g r i c o l a caroponês tem rendimentos e c a r a c t e r i s t i c a s agronóniicas d i f e r e n t e s
das variedades nieihoradas e h i b r i d o s . 0 o b j e c t i v o deste estudo è deteroiinar
o comportaoiento dos h i b r i d o s e variedades nieihoradas em relacao ès v a r i e dades l o c a i s , nas condi^öes de baixo n i v e l de factores de producao caracter i s t i c a s do sector f a m i l i a r e tentar i n t e r p r e t a r a preferência dos camponeses pelo seu c u l t i v o ' .
'Em 1984/85 os rendimentos foram em geral muito baixos.
Devido aos
elevados c o e f i c i e n t e s de variacSo dos ensaios, nao houve diferencas s i g n i f i c a t i v a s entre os rendimentos mèdios das variedades (ver quadro C4.3.3).
Cido
Rendiiento
Altura
Variedades
PNR-6S1
B-215
ZS-225
R-200
Silver Mine
PHR-473
SR-52
latuiani
ZS-227
lalabari
Local
San Andress 7823
(Ig/faa)
iz)
(dias)
(Cï)
535
533
449
410
393
374
329
308
302
282
248
135
100
100
84
77
73
70
61
58
56
53
46
25
113
115
113
UI
135
111
136
109
114
110
120
140
143
142
131
120
143
143
127
142
134
137
91
Data da setenteira: 17.12.84
Data da colheita:
18.05.85
Cocficiente de variacao: 40Z
Rendiiento lédio geral do ensaio: 358 Ig/ha
Densidade: 41 666 pl/ha
ftMpasso: 80 i 30 e i
Area o t i l das parcelas: i 2 12, 48
Rendiientos calcalados a 151 de huiidade.
Quadro C4.3.3: Coiportaiento das variedades e hibridos de lilho no CRD, Hapupulo. 1984/85
* Rendiientos eipressos coio percentagens do rendiiento laxiio do ensaio
f
145
Nos ensaios de milho dos diferentes anos foram incluidos hibridos,
variedades melhoradas e locais.
Os hibridos R-200 e SR-52 e as variedades
México 8049, Hukulu e Populacao 43 tiveram rendimentos consistentemente
al tos.
Os referidos hibridos tem altos rendimentos nas regiöes de solos
fèrteis, mas a sua superioridade diminui em solos pobres ou quando hè
severos ataques de doen^as.
As variedades locais e White Cango, Kalahari e Silver King tiveram em
geral rendimentos relativamente baixos.
Silver Mine teve urn comportamento
interessante:
bons rendimentos em Angónia, o que è lögico devido è sua
adaptacao ès condicöes de altitude e tambèm na Moamba, em ensaio com rega e
alta infestacSo de 'streak virus', 'mildio. lanugento' e 'brocas' de milho,
onde foi a melhor variedade.
Nestas condicöes, R-200 teve urn rendimento
relativamente baixo.
UCA e o hibrido MH-12, originèrios do Malawi, tiveram comportamento
promissório, tanto no planalto coroo em zonas de altitude média
(Erèti e
Ribauè).
Os altos coeficientes de variacao nos ensaios constituem uma constante e süo consequência, provavelmente, da condicSo dos ensaios que tenta
reproduzir as condicöes da agricultura do sector camponês.
Pode-se apreciar uma tendência das variedades locais para serem mais
altas, de ciclo um pouco mais longo e com maior resistência è acama que as
variedades melhoradas, mas estas caracteristicas nao foram analisadas estatisticamente.
Nao foi efectuado trataroento para controlar as pragas e doencas,
o objectivo de apreciar a resistência natural das variedades.
com
Outra caracteristioca própria das variedades locais, è em geral, grao
de maior dureza e resistência ès adversas condicöes de arma'zenagem caracteristicas do sector camponês.
I de salientar que as macarocas das plantas
caidas foram colhidas e debulhadas e o grao proveniente delas estè incluldo
no rendimento das parcelas.
Nao foi feita a anèlise conjunta das variedades de milho em diferentes locais e anos.
Porèm, no Quadro C4.3.4 apresentaro-se os rendimentps
comparativos de um hibrido (R-200), 2 variedades de polinizacÜo aberta
(Silver Mine e Kalahari) e as variedades locais, em 9 diferentes ensaios.
Como se pode apreciar nos resultados expostos, em geral, os hibridos
sao sensivelmente mais produtivos que as variedades locais e poderiam
constituir uma alternativa vièvel para aumentar a produtividade dos sectores agricolas com maior desenvolvimento tecnológico.
Porèm, devido al
alto custo da semente, ao facto de esta ser importada e nao se poder manter
de um ano para outro, e ès suas maiores exigências em factores de producao,
a semente hibrida nao è adequada para a situacao actual da agricultura
camponesa.
(Bruno, 1985).
146
1982/83
! Variedades
! e hibridos
!
1983/84
1984/85
:
x
; zdo
i valor
Iapala ! Hapai i Langua
! Iapala
Hapai i Langua i «. U M ! N. U M ' Napup.
! MUM
1 111
2 247
855
! 4643
1 255
811
3 969
! 1 182
410
! 1 831
: ïoo
• Silver Mine
527
1 034
920
S 2 128
1 133
1 526
3804
!
894
393
! 1 373
:
! lalabari
521
1 265
648
! 2 970
948
676
1 851
852
282
i 1112 '
61
S Var. locais
375
1 495
431
! 2 449
930
747
2 477
248
! 1 133 1
62
S B-200
1 m.
Ouadro C4.3.4: Rendiiento cowarativo de alguias variedades e hibridos de •ilho
As variedades m e l h o r a d a s , nestas condicoes, nao apresentam uma clara
superioridade sobre as variedades locais.
Em termos g e r a i s , as observa^Öes dos sistemas de agricultura tradicional e resultados de tres anos de experimentacao em vèrios locais, sugerem que as variedades locais mostraui-se adaptadas ao tipo de agricultura no
qual estao integradas e que erobora tenhani uma produtividade
relativamente
baixa, parecem favorèveis para o sector faroiliar. Uma politica nacional de
distribuicao
de sementes aos camponeses deverè ter muito em conta
este
facto.
Arranjos
espaciais
Para se estudar este a s p e c t o , estreitamente ligado a densidades
e
c o m p a s s o s , fizeram-se ensaios em 3 locais durante a ültima c a m p a n h a , para
complementar o estudo coiaesado em 1983/84. (Ver quadró C 4 . 3 . 5 ) .
Na agricultura camponesa de H o c a m b i q u e , a sementeira de milho faz-se
possibilitanto o desenvolvimento de 4 ou .5 plantas em cada c o v a c h o , quer na
sementeira em linhas, quer na irregular.
Este aspecto parece estar intimamente relacionado com a economia
da
ègua no solo e atravès dele o camponês busca rendimentos estèveis ao
longo
dos anos.
A referida distribuigüo espacial facilita semear uma ou
mais
culturas em consociacSo com o milho.
Frequentèmente
os tècnicos recomendam o desbaste,
pensando que
concorrência das vèrias plantas num covacho è altamente prejudicial.
Porèm, os resultados dos 6 ensaios de arranjos espaciais
realizados
em 1983/84 e 1984/85 nao demonstrant em caso nenhum que o tratamento de uma
planta por covacho (desbaste) seja superior (BRUNO e DUHART, 1 9 8 5 ) .
Isto
significa que para uma deteroinada densidade de sementeira, a distribuicao
espacial das plantas n3o è um factor que tenha influência no rendimento
da
cultura.
7s
147
Cospasso
Ho. plantas/
Rendioento
Ciclo
Altara
! Variedades
(CD)
S
!
Silver Mine
80s
80 x
80 x
80 x
80 x
80
80
80
80
80
Local
ï
x
x
x
x
30
60
90
120
150
30
60
90
120
150
covacho
(kg/ba)
(X)
(dias)
(et)
1
2
3
4
5
398
375
533
543
55
52
50
73
75
116
116
116
116
116
150
152
147
157
181
443
61
116
157
561
728
500
514
377
77
100
69
71
52
119
119
119
119
119
133
167
157
151
145
536
74
119
151
1
2
3
4
5
JOv
Data de setenteira: 18.12.84
Data de colheita: 17.6.85
Reodiiento tédio geral do ensaio: 490 Ig/ha
Deosidade: 41 660 pl/ba
Area dtil das parcelas: i2 28,8
Rendiientos calcolados a 15Z de bniidade
Nlo M diferenca significativa entre trataeentos nes entre variedades.
Quadro C4.3.5: Efeito de diferentes arranjos espaciais ei duas variedades de oilbo no CRS Napupulo, 1984/85
ANEXO C 4 . 4 :
AMENDOIM
Infelizmente,
quer
no p e r i o d o c o l o n i a l ,
quer após a i n d e p e n d ê n c i a
realizou-se
pouco ou quase nenhumas experinientacoes da c u l t u r a do amendoim
na P r o y i n c i a de Cabo Delgado.
Após a independência f o i formulado um p r o j e c t o n a c i o n a l
de melhoramento de amendoim sediado na Faculdade de Agronomia e S i l v i c u l t u r a
tendo
iniciado
o seu programa de t r a b a l h o era 1980.
Este p r o j e c t o è
financiado
p e l a U n i v e r s i d a d e Eduardo Mondlane,
INIA,
INS e I n t e r n a t i o n a l Development
Research Centre (IDRC).
Este p r o j e c t o t i n h a os s e g u i n t e s
a)
b)
c)
d)
e)
objectivos:
coleccSo de germoplasma do m a t e r i a l l o c a l e e x ó t i c o
existente
e c r i a c S o de um banco g e n è t i c o
seleccao
de melhores c u l t u r a s
em termos
de
rendimento,
r e s i s t ê n c i a c o n t r a as doencas e p r a g a s , a d a p t a b i l i d a d e aos d i f e r e n t e s t i p o s de s o l o s e zonas c l i m è t i c a s
multiplicacao da semente
determinacao
do teor e proteina dos cultivares com coleccSo e
recombinacio
das
linhas
possuidoras
de
caracteristicas
genèticas favorèveis
estudo dos actuais sistemas de cultivo
em Mocambique com
vista a a p e r f e i c o é - l o s
148
f)
g)
realizacao de ensaios de prèticas de culturas
treino do pessoal mocambicano no campo de
amendoim
melhoramento
do
Algumas pesquisas realizadas em Balama na Campanha 78/79 mostraram a
superioridade da variedade Makulu RMD sobre 9 variedades locais de amendoim
da Provincia de Cabo Delgado.
Algumas variedades que sao recomendadas para o cultivo no Norte do
Pais, sao nomeadamente RMP-12, 57-422 e 69-101, sendo variedades de ciclo
longo (150-180 dias).
0 departamerito de Desenvolvimento Rural, levara a cabo na campanha
1983/84 urn programa de investigaQao aplicado em coordenacao com o Projecto
do amendolm tendo consistido em ensaios experimentais no CRED-Mapupulo
('technical on station trials' e parcelas demonstrativas nas machambas dos
camponeses e cooperativas ('adaptive on-farm trials').
No ensaio de Mapupulo (ver quadro C4.4.1) foram incluidas as mesmas
variedades regionais da provincia de Cabo Delgado que no ano anterior as
quais foram misturadas com algumas variedades estrangeiras.
Curiosamente,
os rendimentos das variedades locais foram em geral, bastante superiores
aos outros.
A média das 5 melhores variedades locais foram em gerai,
bastante superiores aos outros.
A média das 5 melhores variedades locais
foi de 838 Kg/ha e das 5 melhores estrangeiras, 599 Kg/ha.
Janchuro,
Massasse
(Nivaco) e Nachingwea, que foram as melhores variedades neste
ensaio, tambèm o foram no ensaio de Mapupulo 1983/84.
Tambèm foi realizada a anèlise de variancia conjunta para um grupo de
variedades que foi inclüido em 6 ensaios, nas tres campanhas. Os resultados apresentamse no Ouadro C4.4.2.
'Os resultados que demonstram a superioridade de 57-422, 69-101 e
RMP-12 coincidem em geral com os obtidos por MALITHANO, RAMANAIAH e outros
(1982, 1983, 1984) trabalhando para a Universidade Eduardo Mondlane. Nesta
base considera-se necessèria a distribui^So de semente das referidas variedades aos produtores'.
'Densidades e compassos^
No sistema agricola tradicional de Mocarobique o amendolm semeia-se
sem qualquer arranjo linear e em baixas densidades (35 000 - 50 000 pl/ha).
Estas densidades sao uma das causas dos limitados rendimentos da cultura.
A distribuicSo de novas variedades com hèbito semi-erecto ou erecto
exige um conhecimento das densidades e compassos mais adequados, que possibilite obter o seu mèximo rendimento.
Com o objectivo de determinar o
efeito dessas varièveis no rendimento do amendolm, foi realizado um ensaio
em Mapupulo. Os resultados apresentam-se no Ouadro C4.4.3.
149
1
1
Bendioéoto
Ciclo
Habito
!
SE
E
SE
]
!
i
SE
:
E
!
SE
:
È
i
E
SE
SE
:
:
:
! Variedades
(Z)
(Ig/ha)
!
!
!
i
!
!
!
!
i
1
{
S
S
i
!
I
Jancourro
Nassasse (Nivaco)
Hachingoea
Nassasse (Hecute)
Hanhuro
RHM2
69-101
Hpovira
Ntessa
Nakulu Bed
Senegal
Flaoingo
Egret
Plover
SvalloH
Valencia fi-2
(dias)
100
92
80
80
76
75
71
70
67
61
60
39
38
30
24
11
978
900
784
783
748
731
694
683
660
596
590
385
374
295
239
105
113
117
113
121
117
120
113
113
120
114
113
113
120
93
93
93
R
i
SE
SE
:
:
E
i
SE
:
SE-E
!
Data de seoenteira: 19.12.84
E = erecto
Data de colbeita: 28.5.85
SE = seii erecto
Coeficiente de variacao; 292
B = rasteiro
Rendiiento ledio geral do ensaio: 596 Ig/ha
Densidade: 111 111 pl/ha
Coopasso: 45 x 20
Area util das parcelas: 8,4 «2
Beódioeotos de awndoii descascado calculados a 122 de huaidade.
Oaadro C4.4.1: Cooportaoento das variedades de aoendoio no CRD
Hapupalo, 1984/85
1982/83
S Variedades
57-422
Senegal
69-101
RHP-12
: AH-175
!
•
i
•
1984/85
i
•
Iapala
J
i
1
!
1983/84
!
!
!
i
:
S Locai Iapala !
1 596
647
1 126
774
723
683
! Iapala
i
!
!
!
i
i
1 066
1 168
1 241
1 147
669
941
Iapala
701
642
791
1215
765
603
Hapai
1
1
1
1
1
*1
697
833
671
890
295
483
_
X
i Iapala
Napup.
i
i
! 1 011
S
912
S 1 274
I
988
l
535
!
795
«732
•i 1 134
593
694
731
«15
966
«419
1
•
i
i
•
i
•
•
i
1 133
1 124
717
821
i Zdo
S valor
! laiiio
!
!
100
85
: ïoo
!
:
!
• Valores 'faltantes' (calculados)
Coeficiente de variacao conjunta: 212
Rendiiento oédio geral: 983 Kg/ha
Rendioentos de aoendoio descascado calcalados a 122 de huoidade.
Ouadro C4.4.2: Rendioento cooparativo e anaUise de variSncia de alguoas variedades de aoendoio
99
63
72
150
Rendiiento
Coapasso
Densidade
(pl/ba)
55
74
83
111
167
(Cl)
000
000
000
000
000
60
45
60
45
60
i
x
x
X
x
30
30
20
20
10
(Kg/ha)
(2)
598
648
940
727
710
64
69
100
77
76
Data de setenteira: 20.12.84
Coeficiente de variac3o: 12Z
Rendiiento lédio geral do ensaio: 725 Eg/ha
Area dtil das parcelas: 59,4 §2
Rendiientos de atendoii descascado calculados a 12Z de huiidade.
Hao hé diferenga significativa entre densidades e coipassos.
Ouadro C4.4.3: Efeito de diferentes densidades e coipassos DO rendiiento
da variedade de aiendofi RHP-12 no CRD, Hapupulo, 1984-85.
A meihor densidade para e s t a v a r i e d a d e s e m i - e r e c t a parece
situar-se
em v o l t a de 80 000 - 90 000 p l / h a .
Porèm, a f a l t a de r e s u i t a d o s c o n c i u d e n tes sugere que o estudo deverè ser aprofundado nos próximos anos, i n c l u l n d o
d i f e r e n t e s compassos para cada d e n s i d a d e ' .
ANEXO C-4.5:
SOJA
Era 1980 è formulado o Projecto UNDP/FAO MOZ/80/020 ' Desenvolvimento
de Soja' que iniciou as suas actividades em pleno, na campanha 1980/81,
tendo realizado ensaios em todo o Pais.
No caso concreto do Norte, foraro
realizados ensaios varietais e ensaios agronómicos nas estacöes experimentais de Lichinga ( no Niassa), Chipembe (em Cabo Delgado), Ribauè, Mutuali
e Namapa (em Naropula) bem como nas empresas estatais de Lioma, CAREL (na
Zambèzia), de Angónia, CAIA (em Tete) ,de Unango e Matama (no Niassa) e
ainda no sector cooperativo.
No caso concreto de Chipembe, foram realizados os seguintes ensaios:
a)
Ensaios ISVEX (International Soyabean Variety Experiment) com
vista a avaliar o potencial de rendimentos, caracteristicas
fenológicas e fenomètricas de 16 cultivares.
b)
Ensaios regionais de 6 variedades nas campanhas 80/81 e 81/82.
c)
Ensaio nacional de 16 variedades na campanha 83/84.
De acordo com os resuitados destes ensaios varietais, IAC-6, IAC-7 e
UFV-1 (1540, 1820, 1730 Kg/ha respectivamente) apresentaram-se como sendo
os mais promissores se bem que esta óltima apresenta uma altura de insercSo
da la. vagem muito baixa quando seroeado fora da època optima da sementeira
e nao permitindo desta forma uma económica colheita mecanica.
As variedades Cristalina e DOKO sao altamente recomendadas para o sector estatal e
estao jè em processo de multiplicacao de semente na Estacao Agrèria de
Lichinga para uma futura difusao.
151
öuanto ao sector
familiar se bein que nao tenham sido
realizadös
ensaios especialmente virados a este sector p r o d u t i v ö , o IAC-7 apresenta-se
como a variedade a reconiendar em virtude de possuir uma alta capacidade de
nodulacao sein i n o c u l a n t e , bem como uma relativa boa conservacao da v i a b i l i dade da semente duna campanha para outra.
ANEXO C 4 . 6 :
MANDIOCA
Em 1 9 8 2 , formula-se no Departamento de Agronomia e Sistemas de Producao do INIA,. um Projecto de mandioca com o objectivo de realizar urn levantamento e programa de investiga«,ao dos sistemas de producao no Norte do
Pais.
No caso de Cabo D e l g a d o , foram realizadas na campanha 1984/85 dóis
testes de variedades novas do IITA (International Institute of
Tropical
A g r i c u l t u r e ) , sendo um de l'O variedades nas Zonas Verdes em Pemba e outro
com o mesmo numero de entradas em Montepuez no C R E D - M a p u p u l o . Tambèm foram
semeadas na campanha 83/84 em Hapupulo dois ensaios sendo um de
vèriedades
e outro de consocia<;a"o mandioca + amendoiro.
Bruno (1986) escreveu o seguinte sobre os resultados:
''As variedades M u a l i a , N i v a k h o l e , Cigoma e Imbuana integram o meihor
g r u p o , sem diferencas significativas entre si e bastarite superiores
ès
restantes
(ver quadro C 4 . 6 . 1 ) .
As m e s m a s , è excepcao de Imbuana,
foram
tambêm superio.res ès outras no ensaio do ano anterior ho mesmo local.
Todas as variedades regionais incluldas no ensaio apresentaram
alto
grau de infeccao da doenca 'mosaico da mandioca', causada por v i r u s . Este
è um problema geral da cultura em todo o P a i s , e determina quebras de
rendimento e pode atè c a u s a r , em ultimo g r a u , a destruicao do m a n d i o c a l . A
substituisao das variedades susceptivèis e resistentes a adopcao de p r è t i cas culturais e p r e v e n t i v a s , como a rota^ao de c u l t u r a s , sao medidas que
devero ser tomadas peremptoriamente a firn de controlar
economicaaiente a
doenca''.
Bendiesfito (peso seco)
S
Bendisento (peso fresco)
z
Variedades
(gg/ha)
! Hualia
! Nivakhole
! Iriwana
! Cigoia
! Kcirikbano
! Hikhataie
> Hjarasaliti
4
4
4
3
2
2
2
378
168
122
997
596
242
196
;
(1)
(Bg/ha)
casca i
ICO
95
94
91
59
51
50
13 363
12 031
12 425
11 788
8 281
7 188
7344
19,3 !
16,9 !
21,4 !
18,5 !
23,5 !
22,8 !
19,1 !
Data de plantacao: 13.12.84
Data de colbeita: 26.9.85
Coeficiente de variacSo: 282
Rendiiento eédio geral do ensaio: 3 386 Kg/ha
Deosidade: 10 000 pl/ba
Coapasso: 1 x li
Area u t i l das parcelas: 16 £32
Ouadro C4.6.1: CogwrtaBSSBêo das vsiriedate regioaais de oandioca no CSEB, Hapupulo 1984/85
152
ANEXO C4.7:
GERGELIM
A partir de 1977 foram introduzidas 37 variedades exóticas e foram
realizados também ensaios de èpocas de sementeira, ensaios de compassos,
ensaios de densidade em Chipembe.
Os resultados do ensaio varietal realizado em Chipembe nao obstante, o
elevado coeficiehte de variacao 37% - revelam que a variedade local
regional 1 e a variedade introduzida (Venezuela) SI apresentaram o maior
rendimento medio por ha, respectivamente 528 e 350 Kgs.
ANEXO C4.8:
ALGÜD80
Foram feitos ensaios em diferentes niveis de aduba^ao
fósforo em Chipembe (Rendle e Woodhouse, 1985d).
com
azoto
e
Segundo os resultados dos ensaios, a resposta ao adubo azotado levanta
uma série de düvidas visto que nao houve nenhum efeito de N que se supöe
estar relacionado hipoteticamente com a deficiëncia do potèssio (0.2
meq/100 gr) e ainda com o forte ataque de murcha bacteriana. Porèm, noutro
ensaio houve de facto um efeito significativo do azoto dando um aumento de
30% com 30 Kgs de N/ha.
Elevadas doses de azoto (60 kgs N/ha) sao desvantajosos pois provocaram uma infestatao de Xanthomonos malvacearum.
A resposta ao adubo fosfórico tambèm è controversa pois no ensaio da
nao resposta ao adubo azotado houve um efeito significativo, se bern que nao
tenha havido diferencas significativas entre 40 e 80 Kgs de P 0 /ha sendo
2 5
na ordem de 40% o aumento de produ^So depois de aplicadas estas doses.
No
ensaio em que houve resposta ao adubo azotado nao houve nenhum efeito do
fósforo.
!
Bose de Azoto
IgN/ha
!
i
':
Dose de fósforo fg P 0 /ba
2 5
0
i
i
i
i
•
i
i
i
i
i
i
i
40
80
1351
1379
1380
: lus i
! 1093
1202
1388
1225
! 945
1272
1370
.' 1196 !
! 943
1
1
Nedia
! Media !
OOO
007
: 1219 :
; 1203 i
M P (0,05) -- 269 Ig/ha
C.V.= 151
M P (P 0 ) = 155 Ig/ha (P-0,05)
25
Quadro C4.8.1: Rendiiento do algodao-caroco Ig/ha ea Chipeabe (caipanha
1980/81)
Fonte: J. Rendle e P. Hoodhouse, 1985(d)
153
tr
f-',
pi-
Na èrea do ensaio.de algodao de 1980/81 foi re-semeada a mesma cultura
nao se tendo aplicado o adubo fosfórico.
Houve todavia una infestacao
f oir te v de Xanthpiponas roalvacearui» em particular nos j talhoes>que
receberam
azpto e consequenteroente na"ö houve resppsta positiva ao adubo azotado nps
rendimentos^obtidos.
Por outro lado, os resulta,dos r .revelam uraa resposta
positiva muito significativa.
0 fósforo residual do ano anterior dando urn
aumentp.de £ 0 % na produgSo de algodao-caroco.
rgs/M/ha
Apiïcados
Media
ïgs P 0 /ba aplicados
25
0
30
60
Hedia
:
o
40
80
!
!
!
!
855
766
863
838
1372
1428
1254
1351
1183
1253
1333
1256
!
i
!
i
1147
1149
1150
-
MP (0,05) - 326 Ig/ba
C V . =222
Ouadro C4.8.2:
Rendiiento do algodSo-caroco,
1981/82)
Fonte: J . Rendle e P. Uoodbouse, 1985(e)
Kg/ha
ea Chipeabe
(caapanha
Se bem que o C V .
tenha s i d o a l t o ,
f o i v i s u a l m e n t e observado que no
inicio
da f r u t i f i c a c a o as p l a n t a s mostraram um e f e i t o p o s i t i v o do
fósforo
aplicado
na campanha a n t e r i o r e ainda do a p l i c a d o na campanha 81/82
nos
. t a l h ö e s que nao tenhaoi r e c e b i d o a n t e r i o r m e n t e .
ANEX0 C4.9:
CAJ0
Soube-se junto è Secretaria de Estado de Caju que no ambito da Rede de
Extensao e Foroento do C a j ó , forani prograniadas duas unidades de apoio, uina
jè existente em Macomia e a outra em Nandule.
Estas Unidades de Apoio que
dependen) dos servicos provinciais de cajil hierèrquico estao concebidas para
desenvolverem as seguintes actividades:
a)
instalacao
vendidas;
de
viveiros para a multiplicacSo de
mudas
a
serem
b)
identifica<;ao de semente de boa qualidade;
c)
campos de multiplicacSo de semente de todos os cereais produzidos
e consumidos na regiÜo, etc.
Tambêm estè formulado urn prograroa de controle de oidiuro - doenca de
muita importancia económica pois reduz as producöes na ordem de 70-80% e
posterior determinacêio de mètodos de combate, com o enxofre è semelhanca da
154
Tanzania, coro 6 tratamentos no inicio da floracao intercalados num intervalo de 10 dias.
ANEXO C4.10:
CONSOCIACOES (Excerto de Bruno, 1986)
'Devido ê importancia desta prètica cultural no sistema
agricola
caoponês, em todas as regioes do Pais, foi estudada durante as duas campanhas nos vèrios Centros Rurais de Desenvolvimento.
Os ensaios de 1984/85 incluiram milho das variedades Silver
locais, amendoim e feijSes nhemba e manteiga de variedades locais.
Mine
e
Na maior parte do Pais em zonas baixas ou de altitude média, a consociacSo de culturas è feita de uma maneira irregular, jè que normalmente nao
se faz sementeira em linhas.
Porèm, como este modelo è quase irreproduzivel no campo experimental, o ensaio de Mapupulo foi realizado
semeando
linhas intercaladas das 2 culturas.
Nos planaltos, as sementeiras sao feitas era camalhoes.
No sistema
agricola de Angónia, por exemplo, têm-se grupos de 4 ou 5 plantas de milho
separadas 80 - 100 cm dentro da linha e entre estes covachos, 1 ou 2
plantas de amendoim ou feijao manteiga.
Este normalmente trepa sobre o
milho. No campo experimental de Mtengo Umodzi (Angonia, Tete) de 1983/84 e
1984/85 este modelo foi reproduzido no ensaio.
0 L.E.R. •(Land Equivalent Ratio) ê utilizado actualmente como o principal critèrio para comparar os rendimentos das culturas puras e consociadas e coro base nele foram avaliados os resultados dos ensaios nos Centros
Rurais de Desenvolvimento. Foi definido por KAAS (1978), WILLEY (1979) e
MEAD e WILLEY (1979) como a èrea relativa com culturas exclusivas necessêrias para produzir os rendimentos obtidos em consociacao.
A modo de exemplo, se tivermos duas culturas A e B:
Rendimento A consociado
L.E.R. =
Rendimento B consociado
+
Rendimento A puro
Rendimento B puro
Se o L.E.R. for maior que 1, hè vantagens para a consociacao, se for
menor que 1 a cultura exclusiva è mais produtiva;
finalmente, se o L.E.R.
= 1, nao hè vantagens para nenhuro dos dois sistemas.
155
Milho
S
Caltura Consociada
L.E.R.
Culturas
Deas. coas.
Puro
Dens. cons.
Paro
Cotsoc.
Consoc.
Deas. pura
!
!
S
Nilbo (VI)
• atendoii
Nilbo (V2)
• aKDdoii
!
1
!
I
Nilbo (VI)
* f. nherta
Nilbo (V2)
• f. ohetba
.
Deus. para
532
184
1
350
456
1/2
0,35 «• 1,30=1,65
701
200
1
350
409
1/2
0,29 • 1,17=1,46
532
417
1
211
141
3/4
X =1,56
0,78 • 0,67-1.45
701
585
1
211
186
3/4
0,83 * 0,88=1.71
X
Datas de sewnteira: lilbo
- 22.12.84
aiendoii
- 26.12.84
feijao oheaba - 12.02.85
Cofpassos:iilbo e feijao nheaba- 80 i 30 e i , 1 pl/covacho
aiendoii - 40 x 20 e i , lpl/covacho
Arranjo espacial na consociatfo: linhas siaples alternadas
Variedades:
ailbo
- Silver Mine e local
aaendoia e feijfo nheeba - variedades locais.
Rendiaeatos corrigidos a 15Z de hoiidade para o ailbo, 12Z para o aaeadoia descascado e 131 para o feijao nheiba
Ouadro C4.10.1: Renditento (Ig/ha) e valores de L.E.R. obtidos no ensaio de consociaclo no CREO, Napupulo, 1984/85
Dos resultados de
expostos podeni-se fazer
C4.10.1).
3 anos de ensaios e em p a r t i c u l a r
alguaas observac8es preliminares
dos quadros
(ver quadro
-
em geral a consociacSo apresenta vantagens en relacao è monocultura.
-
normalmente os valores de L.E.R. de milho + f e i j a o nhemba sao
maiores do que os de milho + amendoim (nao f o i o caso de
Hapupulo 84/85, em que sao i g u a i s ) , devido a que a c u l t u r a consociada
è seoieada 25-40 dias ma i s tarde do que o milho e
portanto faz menor concorrência è c u l t u r a p r i n c i p a l .
-
os L.E.R. p a r c i a i s por c u l t u r a sa*o urn pouco maiores com as v a r i e dades l o c a i s de milho do que com Silver Mine, o que sugere uma
adaptacao por seleccao natural a este t i p o de a g r i c u l t u r a .
Os mesmos valores revelam que o milho sofre mais a concorrência
com o amendoim do que com os f e i j ö e s nhemba e manteiga.
0 f e i j S o manteiga sofre mais a concorrência com o milho do que
amendoim.
o
=1.58
lbb
A superioridade da consociatao em relacao a monocultura,
baseia-se
numa maior eficiência no aproveitamento dos recursos naturais
(luz, ègua,
elementos minerais), num controlo mais eficaz das ervas daninhas, no facto
de que ês vezes constitui uma barreira é difusao das pragas e doencas e,
finalmente, na possibilidade de se produzir uma transferência de azoto que
beneficia a outra cultura (SINGH, 1983) quando uma delas é uma legureinosa.
Inquèritos
feitos pelo Programa CRED e peJa Universidade
Eduardo
Mondlane
revelam
a importancia de factores tais como as necessidades e
hèbitos alimentares
das populacóes, a possibilidade de fazer
colheitas
continuas na mesma èrea, de culturas que vao amadurecer em tempos diferentes e o uso e distribuicao eficiente da mSo de obra, evitando
longas
deslotacöes para machambas distantes, concentrando todo o esforco numa érea
da qua! obtêm alimentacao suficiente.
Mas talvez a principal vantagem da consociagafo esteja no facto de se
falhar uma cultura, a outra pode compensar.
Esta seguranca de colheita
parece eonstituir a base principal da preferência das popula^Öes camponesas
por este sistema de agricultura,
que assegura a sua sobrevivëncia atravès
da minimizaQao dos riscos de producao.
157
ANEXO C5:
PROJECTOS AGRICOLAS DENTRO DA AREA DE ESTUDO
Q ELQJecto dos 40CLQ0Q hectares
Este projecto foi considerado pelo Plano Prospectivo Indicativo cooio
urn dos 10 projectos vastos na agricultura e COIDO tal deveria receber a
grande parte dos investimentos agricolas realizados no Pais.
Tendo iniciado eoi 1981, tinha cooio finalidade a direccao e gestao das
jè existentes empresas estatais na èrea abrangida pelo projecto.
Enormes investimentos foram feitos em equipamento e na construcao do
complexo de regadio de Chipembe.
Originalmente estava vocacionado tambèm
para desenvolver diferentes tipos de actividades de desenvolvimento rural e
atravês de outros sectores.
Diversos centros para o desenvolvimento rural
forain planificados, com vista a ministrar cursos e trabalho de extensSó.
Tambèm foi planeado o apoio ao sector cooperativo atravès da prestacao de
servicos tais COIDO preparacao das terras, etc.
Contudo, principalmente devido ao insuficiente quadro de pessoal
qualificado no projecto e tambèm parcialmente pela falta de clareza na
definiQao de prioridades na utilizaca*o de recursos fez com que de imediato
os
problemas de producao tenham constituldo uma maior
preocupacao
comprometendo é partida todos os pressupostos do desenvolvimento rural. Urn
aspecto interessante è o impacto que a cooperacao com a Romen ia tem tido na
evolucao do projecto e a forma como ela se tem desenvolvido.
A Repübljca da Romènia tem fornecido capital,tècnicos e equipamento
intensivo de campo em troca de uma elevada parte do algodSo produzido . na
èrea do Projecto.
Estes interesses tem consequentemente desvirtuado a atencao
do
projecto na implementacao de actividades do desenvolvimento rural viradas
para o sector familiar.
Ö Projecto iQuidadgs de Sadde Primèria - CSP/1-80
Este projecto meramente virado ès questöes de saude e desenvolvimento
rural abrange as partes sul de Chiüre e Namuno e tambèm alguns distritos a
Norte da provincia de Nampula.
0 maior resultado deste projecto ê o estudo preciso e detalhado sobre
as condicdes de vida na èrea fornecido nos diferentes volumes publicados.
De acordo com este estudo, o projecto tencionou e tenciona iniciar as
actividades de desenvolvimento rural na èrea.
0 lo. Centro deste
mas, devido è alarmante
abandonado e doravante
das e o equipamento tem
Projecto foi estabelecido em 1983 em Chiüre - Velho
situacao de seguranca, este Centro foi parcialmente
algumas das construcoes do Centro tem sido destruldesaparecido.
Actualmente nenhuma actividade estè sendo levada a cabo pelo
em Cabo Delgado.
Projecto
158
Estimulaslg da cgmercializagag agrlcola no distrito de Namung
O projecto iniciado por uma organizagao Sueca nao gbvernauiental
tem
como objectivo estimular a comercializacao do excedente agrlcola do sector
familiar durante um periodo de 3 anos.
Este projecto tambèm
recëbe urn
certo financiamento da ASDI.
Roupa e outros bens de consumo doados sao colectados na Suècia e
transportados para Namuno, onde a AGRICOM os utiliza em troca de produtos
agrlcolas. Tambèm sabao e capulanas provenientes do Zimbabwe e da Tanzania
respectivamente serao comprados pelo Projecto para o mesroo firn com vista a
fornecer ero Namuno gèneros de troca no valor de 500 MT/familia.
Na totalidade estima-se que o projecto durante o
bens de troca no valor de 75.000 contos.
triênio
De acordo com o documento do projecto o aumento total
comercializada nos tres anos è estimado em 5.400 toneladas.
Estes bens deverao
seguintes proporcöes:
cereais
oleaginosas
-
40%
20%
ser
repartidos pelas
caju
algodao
diferentes
-
10%
30%
da
fornecerè
produ^So
culturas
nas
159
ANEX0éC6Sn S I T ; U A Q * 0 L N U T 8 Ï C I 0 N A L
eb
sioq
,.iortbd
;
r ^ s
0> • jfitu ..•<•! o •> S'
. ,
ei-;
r
=)V!.>'
o-
. - J ': • .•
.;-,
•:;.-
;
Êèffluito escassène pobrej aünformacao »refer,ente a=este aspecto.
Porèni2béflibU978 i:Odrelatórionda . v i s i t a efectuada a uma aldeia cooiunal no
d i s t r i t o o d e e M o n t e p u e z , sbtece^alguns considerandos a respeito da situaca"o
alimentar:
A mapira constitue na aldeia o alimento de consumo geral seguida pela
mandioca, milho, mexoeira e arroz, os feijoès, o amendoim e a fava.
0 gado bovino e o sulno praticamente nao existem e a produvao de vegetais e
frutas è tambèm insignificante sendo assim, existem razoes lógicas para se
afirmar que a populacSo tem sèrios problemas de carècter alimentar visto
que passados apenas 2 meses após a colheita, os celeiros familiares só
contèm um stock de milho e mapira apenas suficiente para mais uns, dois ou
tres meses.
As familias vêm-se na contingência de comerero apenas uma refeigSo
dièria isto è ao anoitecer.
0 pequeno almoco na manna seguinte è
constituido de sobras do jantar anterior e durante o dia nSo comem
absolutamente mais nada até ao próximo jantar.
Baseando-se no tipo corrente de producao alimentar e nas quantidades
de alimentos armazenados nos celeiros durante o mes de Julho, pode-se
admitir que as familias aderem a dois padroes dietèticos:
um baseado nos
cereais durante a êpoca seca e imediatamente após a colheita do grSo;
e o
outro na mandioca no firn da època seca e durante a estacao chuvosa.
Obviamente que esta situaQao levanta um problema nutricional da nao
existëncia de alimentos ao longo do ano, agravado ainda pela subnutricao de
cereais pela pouca nutrividade da mandioca durante a estacao chuvosa.
0 padrao da deteriorada dieta coincide com 2 factores
conjunto debilitam o estado sanitério da populacao.-
que
no
seu
a)
a
nSo
satisfacao das elevadas
necessidades
energèticas
relacionadas com o trabalho pesado e èrduo do campo;
b)
a alta vulnerabilidade causada pelo ataque de malèria que è muito frequente na època chuvosa *.
Contudo, apesar da fraca representatividade, ê clarividente que a
situacao alimentar na èrea de estudo è satisfatória. Este aspecto estè bem
reflectido na alta taxa de mortalidade infantil constatada pelo Projecto
CSP/1-80, na órdem dos 218Z.
Na êrea do estudo do referido projecto, o
periodo mais crltico para as criancas tem sido o firn da amamentacSo, visto
frequentemente o alimento substituto do leite materno na"o ser suficiente
por um lado e nao ter boa composicao e qualidade por outro.
*
Cgnsiderasöes e recomendac.ges sgbre as relagges existentes entre
enggrama agricola e g estado de saüde das pgeulagSes das aldeias
Monteeyez, 1978
Extraido de:'Report of the WCARRAD Follow up of inter agency
mission
Mozambique, FAO, 1985.
<
g
de
to
160
Entretarito, se admitirmos que r»%) existe fome generalizada,
nao è
menos
verdade
afirmar
que os niveis ^e.consumo sao baixos, pois
de
acordo com a investigacao levada a cabo pelo Projecto C S P / 1 - 8 0 ,
constatou-se uma falta de bens de consumo bêsicos no conjunto das 101
aldeias
comunais investigadas.
Eis a c i t a c a o :
"... em todas as aldeias comunais
encontrou-se una insuficiência grave de abastecimento em produtos
bèsicos
e metade das aldeias referiram faltam todos os artigos de p r i meira n e c e s s i d a d e . . . ' ' .
Particularmente a situacao alimentar em Namuno foi
quase nenhuma
das aldeias investigadas pelo CSP/1-80,
sequer aigum 'artigo de primeira n e c e s s i d a d e ' .
drèstica,
pois
tinha
recebido
Nesta investigacao,
realizaram-se inquèritos aos camponeses com a
finalidade
de se saber se a producao agricola foi suficiente e caso na"o
tenha diso, que produtos especificos foram insuficientes, bem como
as
razöes de tal insuficiência.
As respostas dos camponeses ês
questoes
levantadas estao apresentadas no quadro C 6 . 1 .
!
NAMMO DISTIITO
.'HUMHEIA
! INSUFICIEMTES
!
i
1 !
'
2 i
!
3 !
! HOTIVOS
i
.
Nandioca
Feijao
Napira
i
CHIUtt DISTRITO
1
i NACHOEA
! CHIURE VELHO
!
{
! Napira
! Nandioca
! Feijao
!
! Napira
! Hilho
! Feijao
!
i Napira
i Feijao
! Aaendoia
!
i Falta de te*o
! Outros
! Terra pobre
!
J
! Falta de tetpo !
! Falta de terra !
! Outros
!
!
i
1 ! Outros
! Outros
2 ! Falta de te*K>! Aninis
3 ! Secas
S Falta de tevo
NIVENENE
i
!
!
i
!
Quadro Cé.1:
Produtos agricolas insuficientes e as razoes de tal insuficiência segundo os
cavoneses ei algutas aldeias coMinais
Fonte: Relatdrio do CSP/1-80 parte II, Toto 2.
Na estimativa
de niveis e padroes de consumo,
tornar em linha de conta, a pesca, a caca e a colecta.
è
imprescindivel
De acordo com o Projecto C S P / 1 - 8 0 , foi constatado que a populacao
da grande maioria das aldeias comunais praticam a caca e a pesca se
bem
que infelizmente
nao existem dados quantitativos
a respeito
destas
actividades complementares.
Todavia,
reconhece-se
que tradicionalmente,
a caca e a colecta
contribuem
significativamente para a alimentacao da populagao
mocambicana.
161
libds e g pagel da religiag na aliroentacjo
O estudo CSP/1-80, revela que è consenso comum de que a roulher
grèvida deve evitar corner ovos, carne de porco e de javali, pois caso
contrério os filhos que vao nascer podem nascer com algumas caracteristicas destes animais.
A titulo elucidativo, houve nuroa aldeia comunal a seguinte afirmacSo:
'0 hooiern na familia è quem meihor se alimenta porques
existem
certas espécies de animais que tradicionalmente nao devero ser utilizadas
pelas mulheres'.(Informacao geral sobre as aldeias comunais, Vol.2, Tomo
3, 1981).
Tambèm a carne de porco ê atè certo ponto rejeitada, isto devido è
existência na érea de pessoas que praticaro a religiao islamica.
162
ANEXO C 7 :
PRECOS DE VENDA AO POBLICO PRATICADOS PELA A6RIC0H
UTEHSILIO
ENXADA
CATAMAS
FOICES
MACHAMS
LIHAS
FOROUILHAS
ARCOS P/SERRA
LANIHAS P/SERRA
SERROTES P/PODA
TESOURAS P/PODA
CHARRUAS
FACAS (HACHETES)
ANCIMttS
PRECO(Jf£TICAL POR UNIDAOE)
AO CMPOHES
150.00
260.00
60.00
190.00
80.00
196.00
215.00
80.00
100.00
168.00
4.000.00
105.00
100.00
Fonte: Divisao Coiercial
ünidade de Planificacao e Estatistica, AGRICOH 1985
AO «RHAZEHISTA
118.4
207.05
66.20
199.38
66.60
195.20
189.20
65.00
81.80
163
ANEXO C8: TAHANHO E DISTRIBUICftO DAS HACHAHBAS DO SECTOR FAHILIAR
REGIAO AGROECOLOGICA *
CABO DEL8AD0
!
C2
C3
1.15
2.7
149.946
!
!
i
1.58
3.8
15.022
1.68
3.6
44.201
2.883
8.444
28.085
37.972
49.200
16.868
5.111
1.206
177
i
!
!
!
!
!
!
i
!
'Area Mdia
'No.Mdio de parcelas
lm. de Agricultores
'Eiploracoes (ei ba)
' M M S de 0.1b
! 0.1-0.2
{ 0.2-0.5
! 0.5-1
!
1-2
!
2-3
i' 3-4
!
4-5
i Mis de 5
i
C4
!
1.40
3.1
9.283
!
!
!
tPara a localizacio destas regiöes ver quadro 30 (conforie Carvalho, 1969).
Ouadro 08.1: Area lédia, no. de parcelas e de agricultores por regilo agroecologica e distribuicao das
classes de taianho das exploraties na Provincia de Cabo Delgado
Fonte: Recenseaiento Agricola de Hocaibique - Distrito de Cabo Delgado,1962
REGIAO A6R0EC0L06ICA *
C2
!Mo. Total F a i l i a s
S
1 pessoa
*
2 pessoas
!
3-4 pessoas
S
5-7 pessoas
i
8 e Mis
! 15.022
!
696
j 4.038
! 5.278
S 3.847
! 1.163
!
!
!
i
!
'
0
1
2
3-4
5-6
Muloer es i
pessoa !
180
pessoa S 10.592
pessoas ! 2.281
pessoas !
628
pessoas !
!
!
Fjpresarios i
fetininos
!
1.341
C3
C4
!
44.201
2.425
12.291
15.971
10.529
2.985
4.283
972
1.717
3.694
2.495
405
!
!
!
!
!
i
1.264
31.744
6.985
373
5.395
1.782
210
!
!
.'
!
954
3.250
i
1.523
!
«Para a localizacio destas regioes ver quadro 30 (conforie Carvalho, 1969)
Ouadro C8.2: Distribuieio das exploraties agrkoias pelo taianho da
faiilia e pelo ndiefo de lulheres por agricultor.
Fonte: Recenseaiento Agricola de Mocaibique, Distrito de Cabo Delgado,1962
164
ANEXO C9:
DISTRIBUIQA'0 DOS T I P O S DE
TIPO DE CONSOCIACAO
CONSOCIACOES
PERCENTAGEH M AREA COH CULTURAS COHSOCIADAS (TOTAL 1001)
Cl
C2
C3
C4
C5
Hilbo • Handioca
76
54
21
44
3
Aiendoii • Handioca
-
14
23
16
-
Feijao • Handioca
8
6
22
8
0
Kilho • Hapira
7
7
3
7
7
Feijao • Hexoeira
-
-
-
-
41
Feijao • Atendoii • Handioca
-
<1
4
ü
-
Feijao • Hexoeira + Handioca
-
-
-
-
22
Reioeira • Handioca
-
-
(1
-
16
Hilho • Acendoii • Handioca
-
5
4
8
-
Hilho • Handioca • Feijao
9
2
4
4
-
Feijao * Hilho
-
<1
(1
2
-
100
89
82
90
95
TOTAL
Ouadro C9.1:
Percentagei dos vèrios tipos de consociacSo para os distritos Hecufi (Cl),
Chiure (C2), Hontepoez • Hawno (C3), Ancuabe + Heluco (C4), Perta (C5)
Fonte: Recenseaiento Agrlcola de Hocaibique (1962)
CULTURAS COHSOCIADAS
Z EH RELACAO AO TOTAL DE CULTURAS COHSOCIADAS
Hilbo • Handioca
25
Hilbo • Handioca • Feijao boere
12
Hilbo • Hapira
12
Handioca • Aiendoii
10
Hilbo • Aaendoii • Handioca
7
Hilbo • Feijao boere
6 1/2
Handioca • Feijao boere
5
TOTAL
Ouadro C9.2:
77 1/2
Presenca relativa das culturas consorciadas no distrito de Hontepuez (19821983)
Fonte: Bruno, Brigatti (1983)
ANEXO CIO: EFECTIVOS DE ANIMAIS DOMESTICOS E DE CRIADORES FAMILIARES POR DISTRITOS E RESPECTIVAS REGIOES AGRO-CLIMATICAS
- PROVINCIA DE CABO DELGADO
! DISTRITO
!
CABRITOS
i
6ALINHAS
!
PATOS
'NO. Total de Agricultores ! Efectivo total
' Efectivo Total
' Efectivo Total
! No. Agricultores i No. Agricultores
! No. Agricultores
! Cabritos/Agricultor ! Galinhas/Agricultor! Patos/Agricultor
1 CHIURE
! 15.022
C2
! HONTEPUEZ-NAHUNO C3
! 44.201
! ANCUABE
! HELÜCO
! 9.283
C4
!
!
!
:
:
i
:
4.611
989 (71)
4.7
!
i
!
109.548
!
9.409(631)!
11.6 !
8.139
2.346 (16Z)
3.5
1.420
446 (1Z)
3.2
!
!
i
327.303
!
31.039 (70Z)i
10.5.'
28.966
6.975 (16Z)
4.2
!
i
!
53.671
i
6.286 (681)!
8.5 !
4.163
1.004 (HZ)
4.2
sis
81 (1Z)
6.4
COELHOS
!
SUINOS
:
POMBOS
i
PERUS
!
Efectivo Total ! Efectivo Total ! Efectivo Total
{ Efectivo Total!
No. Agricultores i No. Agricultores ! No. Agricultores SNo. Agricultores!
Coelhos/Agricultor! Suinos/Agricultor ! Poabos/Agricultor •'Perus/Agricultor!
Fonte: 'Recenseaiento Agricola de Hocaabique - Distrito de Cabo delgado, 1962-H. Agricultura 1963
3.760
!
702 (51) !
5.4 !
338
i
83 (21) !
4.1 !
J
•
•
i
21.428
!
3.490 (23Z) !
6.1
i
i
•
i
i
65.965
9.141 (21Z)
7.2
i
i
i
i
i
1
6.917
1.069 (12Z)
6.5 |
160
!
32 (2Z) !
5 !
-
-
|
]
166
ANEXO C l l :
! ü.P.
1
HflffnHfl
EFECTIVOS DE ANIHAIS DOMESTICOS NO SECTOR ESTATAL,
BOVINOS
SUIHOS
COELHOS
331
313
118
41
! HECUTE
:
IMPIRI
!
!
!
!
!
!
!
!
MACUBA
HAPUA
PEREVERE
CHIÜRE
CONPLEXO SUIHOS
AVIAftIO
CHIPOBE
NUA6IDE
16
16
34
CABRITOS
PATOS
34
9
65
22
10
24
34
18
36
40
247
455
94
425
212
54
1985
6ALIHHAS
-
11
16
-
46
1.560
,
36
829
104
433
Fonte: Metorando do Di reetor, Projecto dos 400.000 ba, 26.7.1985
230
167
ANEXO C12:
DADOS DEMOGRAFICOS
Ouadro C12.1:
Taxa de cresciroento populacional por distritos
Öuadro C12.2:
Saldos migratorios internos inter-distritais e provinciais
Quadro C12.3:
Populacao economicamente activa na agricultura, a sua distribui^So segundo o sector produtivo e por distrito Provincia de Cabo Delgado
Ouadro
Alguns indicadpres
referentes ès familias
distrito - Provincia de Cabo Delgado
C12.4:
agrlcolas
por
168
!
DISTRITO
TAXA DE CRESCIKEHTO DA POPULACAO
!
1960-1970
1970-1980
1960-1980
!
: PEHBA
3.38
3.73
3.56 (*)
!
!
HECUFI
2.86
1.33
2.09 (**)
!
!
HOHTEPUEZ
3.00(4**)
2.71
3.22 (***)
!
!
NAHUHO
!
OUISSAHGA
!
TOTAL
4.14
1.54
2.46
2.00 (****) !
-0.05
5.13
2.51
!
Ouadro C12.1:
Taxa de cresciiento popolacional por distritos.
Provincia de Cabo Delgado
Foote: Elaborado C M base nos Censos Populacionais de 1960, 1970 e 1980
*
Taxa de cresciiento conjunto do Distrito de Peiba, propriaiente
dito, a cidade de Peifca e o actual distritc de Ancuabs
**
Taxa de cresciiento dos distritos de Hecófi e Chiore
*** Taxa de cresciiento dos distritos de Hontepuez e Mamino
**** Taxa de cresciiento dos distritos de Quissanga e Heluco
SALDO INTER-DISTRITAL
!
!
!
!
!
!
!
!
CIDADE PEHBA
DISTRITO PEHBA
ANCUABE
HECUFI
CHIURE
HONTEPUEZ
NAHUHO
TOTAL PROVINCIA
SALDO IHTER-PROVIHCIAL
A
! DISTRITO
•
•
+
-
4 304
2202
42
1 308
988
2096
1 177
4399
B
- 5 744
- 808
4
- 1
-2
•
•
-15
898
485
140
218
012
Ouadro C12.2: Saldos ligratörios internos inter-distritais e interprovindais (1975 - 1980)
Fonte: 'ClassificacSo dos distritos", INPF, (1985)
SALDO HIGRATORIO-IHTERNO
GLOBAL (A + B)
- 1 440
- 3 010
46
- 3206
- 3 473
• 2 236
+ 1 395
-19 411
POPULACM ECOHOffICAIEHTE
ACTIVA HA AGRICULTURA
i
SECTOR ESTATAL
SECTOR FAHILIAR
SECTOR PRIVADO
!
(HITROS
SECTOR COOPERATIVO
DISTBITO
iEFECTIVO
TOTAL
! da
!no. pes. iprov.Z
IKDICE
DE
HASCULIHIDADE
COKTA PROPRIA
SEK
EHPREGADOS
X
TRABALHADOR
FAHILIAR
I
IKDICC
DE
HASCULIHIDADE
TOTAL
IKDICE
DE
HASCULIHIDADE
Z
EHPREGADOS
PATROES
X
X
IKDICE
!
DE
"J
HASCULIHIDADE !
TOTAL
i IKDICE
!
DE
IHASCULIHIDADE
TOTAL
IKDICE
DE
HASCULIHIDADE
X
X
5.1
43
48
51
52
0.3
81
0.04
0.03
79
!
0.05 !
64
0.4
39
: i2.o
1
42
51
47
«2
0.5
84
0.1
0.02
76
1
0.3
!
46
0.9
37
!
2.3
39
44
55
39
0.2
81
0.2
-
94
1
0.1
!
43
1.1
28
i5.9
42
51
46
42
1.1
88
0.5
0.1
74
!
0.3
:
54
1.0
36
17.5
43
50
48
43
0.6
86
0.2
0.04
81
!
0.1
!
34
1.4
38
40
49
48
40
0.6
86
0.3
0.04
60
!
0.2
:
43
1.2
35
I
AHCUABE
! 21.763 !
!
CHIUff
i SJ.S24
!
KEIUCO
!
i
9.797
1
1
i
HONTEPUE7
i 67.990 :
1
!
KAIWHO
! 74.918
i'TOTAL M PROV. 1428.966
i
i1
i
i
Ouadro C12.3: Populacao econoiicaiente activa na agricultura, a sua distribuicao percentual segundo o sector produtivo por distrito-Provlncia de Cabo De)gado (1980)
Fonte: Eliborado coi base no Censo Populacional de 1980
170
!
DISTRITO
!
ANCUABE
2.09
4.41
!
CHIURE
2.03
4.03
!
HONTEPUEZ
1.93
3.80
!
NAKÜNO
1.99
3.87
!
KELUCO
1.96
4.72
!TOTAL DA PROVIMCIA
1.92
4.33
iCOEFICIENTE DE
iVARIACAO
5.102
12.071
RELACAO ENTRE COHSUHIDORES E
TRABALHADORES NAS FAMILIAS A6RIC0LAS
TAMAHHO MEDIO DA
FAMILIA
Ouadro C12.4: Alguns indicadores referentes ès faiilias agrlcolas por distrito.
Provlncia de Cabo Delgado (1980)
Fonie: Eiaborade C M base D C Cênse röpulacional de 1980
39°
•4^-7
(.0°
__L_
> Meluco
r-12°30
i
o
i
1
I
\
I
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—-f\V\ya3yide
o
Mirate
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°
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''MONTEPUEZ
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ESCALA 1:1.000.000
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20
UMms
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O O
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o er
**?
Anexo C13: MAPA DE 0CUPA£A0 TERRITORIAL DA REGIAO DO
PRCUECTO DOS 4 0 0 0 0 0 -
CABO DELGADO
(Parte Sul da Provihcia)
Maehocc
BASE CARTOGRARCA: Reducao do mapa a «scala 1:250.000 do Projecto dos 400000ha (Cobo Delgado) do ano 1981.
FONTE: Instiluto Nocional
de Planeamento Fisico
Ocs: Poncio Ktociel / PEO/B612'
172
LEGENDA
Capital provincial
Sede do distrito
Sede da localidade
Aldeia comunal
Aeroporto
Pista de aterragem
Fabrica
Escola secundaria
Minas e pedreiros
Serracao
Estrada alcatroada
Estrada em terra
Rios
L i r a i t e da p r o v i n c i a
L i m i t e do d i s t r i t o _
Limite da localidade
tik
WKms
LEGENDA
Mil pessoas
Anexo C14-. DISTRIBUICAO ESPACIAL DA POPULACAO EM 1980
CABO DELGADO
(Parte Sul da Provfncia)
.V
FDNTE: Recmseanento. « 8 0 .
. -Dis: P • mcieÜPÉD»
ANEXO CIS:
DIAGRAHA DA ORGANIZACftO ADHINISTRATIVA
HIVEL PROVINCIAL
PEHBA
KECAHAGRO
IDIRECCAO PROVINCIAL DE
AGRICULTURA
CABODELGADO
PROJECTO
FO-7
i
.
HIVEL
DISTRITAL
4 POSTOS
FIXOS
11 BRIGADAS
HOVEIS
ARNA2EH
i'AHCUABE
DDA
HOHTEPUE2
PROJECTO
CSP/1-80
i
i
i
i
DDA
HAHUHO
DDA
CHIURE
CENTRO DE APOIO
CHIURE - VELHO
>]
*
RETALHISTAS
AHGUABE .' i NONTEPUE2
23 ! ! 52
COOPERATIVAS
DE
COHSUHO
MAHUHO
45
CHIURE
55
175
'\ \ '
u
NIVEL PROVIKCIAL PEKM
C03PLEX0 K
SUIBOSfiE
KONTEPUEZ
FAIBICA DE BESCABOCflKEOTO BE & 6 0 M O
E. ilÊODAO K
CSS0DEL6A90
FO«flO
UP
UP
14 RE6I0ES
ECÖ8Ö8ICAS
BEPAITANEHTO DO
SECTOR FAKILIAR
UP
UP
UP !
__
I
I
176
ANEXO D ; ASPECTOS DA AVALIAC«0 DE TERRA
Dl
Exigências das culturas consideradas
D2
0 modelo SLEMSA
D3
Sumario da avaliacao das qualidades de terra, da producao
agrocl
matica potencial e da aptidao ecoiogica da terra para doze cultura
dois niveis de entradas de factores de producao por unidade de terr
posicao fisiografica especifica
D4
Verbete para a avaliacao dos dados da terra para culturas de
seque
177
ANEXO Dl : EXIGENCIAS DAS CULTURAS
ALGODAO
(6ossypium
hirstum)
SQLO/IERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Inundaf ao/encharcamerito
Requisitos de fertilidade
Reaccao
Tolerancia. a salinidade
Perigo de er osao
Altitude
media è optima
mais que 80 cm, nunimo 45 cm
moderada
boa a moderadamente boa
tolera periodos curtos
moderada a alta (N 100-180; P 20-60;-.' K 50-80
Kg/ha/ciclo.de crescimento)
pH 5.0 - 8.0, óptimo 6.5 - 7.
al ta
alto
menos que 500 m. normalmente
CLIMAX
Temperatura média dia'ria
Requisitos de agua
Humidade relativa
Vento
20 - 32 oC, optima 25 - 28 oC
100 - 150 mm/mès (700 - 1300 mm durante o ciclo
de crescimento)
precisa de urn periodo relativamente seco antes
da flora^ao e para a colheita
baixa a moderada
nao importante
CICL0 de CRESCIMENI0
150 - 210 dias
RENDIMENT0
Mundo: Bom: 4.5 t/ha algodao caroco ou 1.5 t/ha,
fibra
Rendimento economico: 0.8-2 t/ha, algodao caroco.
Paises menos desenvolvidos, 780 Kg/ha.
Resistência a seca
178
AMENDOIM
(Ar ach is
hypogaea)
SQLO/IERRA
Textura pesada e pedregosa ou solos muito empe
drados nao sao aptos
mais de 80 cm, mas pelo menos 25 cm
Profundidade
: moderada a rapida, ou vagarosa
boa a urn tanto ou quanto excessiva
Permeabilidade
nao tolera encharcamento
Drenagem
moderada a baixa (N 10-20; P 15-40; K 25-40
Inundafao/encharcamento
Requisitos de fertilidade: Kg/ha/ciclo de crescimento)
pH 5.0 - 8.0, óptimo 5.3-6.6
Reacqao
baixa
Tolerancia "a salinidade
moderado
Perigo de erosao
menos
que 1500 m
Altitude
Textura
CLIMA
Temperatura média diaria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidade relativa
Vento
20-35 oC, optima 22-28 oC
mais de 100 mm/mes (500-700 mm durante o cicl
de crescimento)
tolera curtos perfodos de seca, perfodos seco
necessarios durante a colheita
baixa a alta
nao importante
CICL0 de QRESCIMENIQ
: 90 a 150 dias
RENDIMENT0
: Mundo: Muito Bom: 2.5 t/ha
Bom
: 1.3 t/ha
Medio : 0.6-1 t-/ha
Pafses menos desenvolvidos, 800 Kg/ha.
179
ARROZ alagadg
(Qryza spp)
SQLQZIERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Iriuridacao/ericharcamento
R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e
Reaccao .
Tolerancia a salinidade
Topografia
Altitude
solos pesados (textura fina) para evitar perdas
de a'gua por percolacao
mais de 50 cm
moderada a vagarosa; areas permeaveis devem ter
o 1 en9o1 freatico a reduzida profundidade ou
serem 'puddled't'*) para manter a agua a superficie; alta tolerancia a deficiência de oxygenio
moderadamente ma' a muitd ma
tol era curtos periodos de inunda^ao
moderada a alta (N 100-150; P 20-40; K 80-120
Kg/ha/ciclo de crescimento)
pH; 4.0-7.0, o'ptimo 5.0-6.0
moderada
plana ou com declives em
terra^os
menos que 2000 m.
QLIMA
Temperatura media dia'ria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidade relativa
Vento
18-35 oC, optima 22-30 oC
mais de 200 mm/roês; as machambas devem ser
inundadas ou saturadas
tolera apenas periodos muito curtos com superficie do solo seca
tolera humidade muito alta mas a ocorrência de
pragas e/ou doencas e muito mais frequente
nao importante
CIQL0 de CRESCIMENIO
: 90 a 150 dias, dependendo da variedade e da altitude
RENDIMENT0
: Mundo: Medio: 1.5-2 t/ha
Bom :
3-5 t/ha
Paises menos desenvolvidos 1.8 t/ha
(*')
Processo de preparaca'o do solo que consiste no
manuseamento deste quando molhado, com o objectivo de
reduzir a sua porosidade e criar uma camada pouco permeavel
a pequena profundidade.
180
BAJATA DOCE
(Impomoea
balata)
SOLO/IERRA
Textur a
Profun dida de
Permea bili dade
Drenag em
Inunda cao/ enchtrcamento
Requis itos de rertilidade
Reac^a o
Tol erancia a silinidade
Perigo de eros5o
Altitu de
em geral solos de téxtura media
superior a 80 cm, minimo 30 cm
moderada
boa a imperfeita
nao tolerante
moderada abaixa (em particular
pH 4.0 a 7.5, optimo 5.8-6.5
nenhuma
moderado
menos que 2000 m
CLIMA
Temperatura média dia'ria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidade relativa
Vent o
15 a 30 oC, optima 22 a 25 oC
superior a 100 mm/mes
tolera curtos perfodos de seca
moderada a alta
nao importante
QICLO de QRESCIMENÏQ
120 a 200 dias
RENDIMENTO
Mundo:
Bom : 50 t/ha
Medio: 5-10 t/ha
Rendimento economico; 10-20 t/ha tuberculos
Paises menos desenvolvidos, 6.3 t/ha
181
EEIJAO MUNGO
(Phaseolus
spp.)
SOLO/IERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Inundaclio/encharcamerito Requisitos de fertilidade
Reaccao
Tolerancia a salinidade
Perigo de erosao
Altitude
media a grosseira
80-100 cm, minimo 25 cm
rapida a moderada
boa a moderadamente boa
apen as pen'odos muito curtos
moderada
pH 5.5-8.0,. quase neutro e' meihor
nenhuma
moderado
menos que 1500 m
CLIMA
Temperatura media dia'ria
Requisitos de a'gua
Resistencia a. seca
Humidade relativa
Vento
20-30 oC, optima 24-27 oC
moderada
(nao menos que 100 mm/mes; 300-500
rom/ciclo de crescimento). É importante ter uma
distribuicao uniforme ao longo do perfodo de
crescimento.
nenhuma
moderada
nao importante
CICLQ de CRESCIMENK)
80 a 130 dias
RENDIMENT0
A f r i c a ; Medio
: 0.2 a 0.7 t/h;
t/ha
Bom
Huito Bom: 2.5 t/ha
182
GIRASSOL
(Helianthus
annuus)
SQLQZIERRA
Textura
Profund i d a d e
Permeab i l i d a d e
Drenage 0)
Inundaf ao/ench arcamento
Requisi tos de ferti1idade
Reaccao
Toleran c 1 a a salinidade
Perigo de eros ao
A i t i t u de
solos de textura medi.
superior a 50 cm
moderada
boa
n a o toierante
moderada (N 50-100 P20-45; K 60-125 Kg/ha/ciclo
de crestimento)
pH 6.0 a 7.5
moderada
moderado
para óptisias condicoes em areas tropicais, média
a a 11 a
CLJMA
Temperatura
media diaria: 15 a 30 oC, mais ou menos 23 oC para optimas
condicöes
Requisitos 'de a'gua
: 600-800 mm dist.ribu.idos uni f ormemente ao longo
do ei cl o de eresciment o
Resistência a seca
: moderada
Humidade relativa
: moderada; humidade alta estimula as doencas
fuhgosas
Vento
: ventos fortes podem causar a acama
CICL0 de CRESCIMENIO
90 a 150 dias
RENDIMENT0
Mundo: Medio: 1.0-1.5 t/ha
Pafses menos desenvolvidos, 800 Kg/ha
183
MANDIOCA
(Manihot
esculenta)
SQLO/IERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Inundafaio/encharcainento
Requisitos de fertilidade
Reacclo
Tolerancia a salinidade
Perigo de erosao
Altitude
média
a grosseira;tolera
tarobem uma textura
muito grosseira
superior
a 100 cm para óptimas condic/oes mas
mfnimo 50 cm
moderada
boa a moderadaroente boa
nao tolera
moderada, mas produz tambem ent solos com baixa
fertilidade
pH 4.5 a 7.5, óptimo 5.0 a 7.0
muito baixa
moderado a alto
menos que 1500 m
GLIMA
Teroperatura média diaria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidade relativa
Vento
20-30 oC, optima 26 a
rnais de 100 mm/mes,
em areas de baixa
alta: tolera periodos
baixa a alta
nao importante
28 oC
mas tambem dara rendimento
e instavel
pluviosidade
secos de alguns meses
CICL0 de CRESCIMENT0
ate 2 anos; a colheita pode coroecar aos 6 meses
e durar ate aos 18, de acordo com as variedades
e condicoes de crescimento
RENDIMENTO
Hundo;
Medio: 7 a 10 t/ha
Bom
: 25 t/ha
Rendimentos economicos: 10-25 t/ha , tube'rculos
Pafses menos desenvolvidos, 9.5 t/ha
'SV/^!- -':,AK
184
•j
H^'<i . '
>.i. •tóc-m-tw--ï^vï ^ ' . . ^ ^ 0 ^ m$fèv$<
MAPIRA
(SorghuB)
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vulgafë)
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• .i:'? ; ,'-H v'* ^ h > ^ : ? >>';i *V*
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i
Textura
.'j ,'^ .
V.-:, '..:• 'media',-mas ;tan)bem s o l o s ' f i'nds"è'-. 'gró'ss'eirös
; ! :
Pr.ofundida.de -<> , ' . - : . ' U - ' •'- s u p e r i o r a ?60. era,': miriimo .30. Cm
• •.
PeripeabilijJadé;' _•!.;.\] ; ^ i ^ ; : ) . t f l i o d e r , a d a . | . - J •;, \-'\; ,.;.'•;.,•- • %'.•• ,;;. :i ;.• ..-,• -ï>v-.' .'.;.• - . ••}••'
Drenagem
i'-'.'••;.'*H' ''''-"•, b o a a modëradairierïtë boa '"'.;'.:,.'. ':-. :;'>l •!••>'.".'• '[•;•••,'.P.'..;'
Inundacgo/enchafqafflènTO
ri periotóos c u r t o s s'ao toliêr'a'do.s" •'.•'. • ••;'••; | ^ : , •"': ;.;'•:"••;.;
R e q u i s i t o s de f e V t i l i d a d e s i moderada, >em p a r t i c u l a r 'N ( N ; 1 0 0 ü 1 8 t i ; : P 2 0 ' 4 S ;
',.
.; K 35-80 K g / h a / c i c l o de c r e s c i m é n t o )
Reac^lio
•
':'
::; pH 5 . 0 - 8 . 5 , óptimo 5 . 5 - 7 . 0
'>•':''•
i'
T o l e r a n e i a ; ^ s a f ' i n i d a t i e • rv b a i x a a moderada
;•.•'
P e r i g o de eresari
;* a l t o ,
Altitude
:"'menos-' que 1500 m
CLIMA
•{..
• 3 •.
; ••'' • ' ; :'-.
- ••. ••
< •',,
-;;' «•'•..•'.,-V •'>.••'• .; i • -
Temperatura media di'aVia :r 18-35- oC, o'pt'ima -24-28 'oC .
Requisitos de agua
:; 150 'mm/mes (mais; ou menos 450-65Ó mm'.durante
, ciclo de cresciménto)
.-• . :x
Resistência a seca
:, tolera periodos secos de até tres semanas
Humidade relativa
: ;: • • :. baixa a moderada
Vento
. : pode causar a acama
CJQLQ
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II
185
MEXOEIRA
(Eleusine
coracana)
SQLO/IERRA
Textura
Profundidade
Peraeabilidade
Drenage»
Inunda^ao/encharcamento
R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e
Reaccao
Tolerancia a s a l i n i d a d e
Perigo de e r o s a o
Altitude
siedi
mini ma 30 cm, o p t i m a
ra'pi da
boa
nao t o 1 e r a
baix a a m o d e r a d a
PH 5 .0 a 8.0
baix a
node rado a alto
men o s q u e 1 2 0 0 9)
>60 cm
CLIMA
Teeperatura média d i a r i a
Requisitos de agua
Resistencia a seca
Hutidade r e l a t i v a
Vento
CICL0 de CRESCIMENIQ
RENDIMENT0
2 5 - 2 8 oC para c o n d i c o e s ó p t i m a s
tao b a i x o s como 5 0 0 - 6 0 0 m m / a n o (40-50 « m / m e s )
m o d e r a d a ; r e s i s t e a seca por um p e n ' o d o <1 m ê s
baixa
pode causar a ac'ama
: 90 a 120 dias
Mundo.-
Medio: 0.8-1.5 t/ha
Bom
: 2 t/ha
Paises menos desenvolvidos, 600 Kg/ha
186
MILHO
{Zea aays)
SQLO/IERRA
Textura
Profundidade
Pemeabilidade
Drenagea
Inundafao/encharcamento
R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e
Reaccao
Tolerancia a salinidade
Perigo de erosa'o
Altitude
media
superior a 80 cm, minima 30 cm
moderada
boa a moderadamente boa
nSo e tolerado o e n c h a r c a m e n t o
alta, em particular N (N 1 0 0 - 2 0 0 ; P 50-80; K 60100 Kg/ha/ciclo de c r e s c i m e n t o )
pH 5.0 a 8.0, entre 5.5-7.0 para optioias condifóes
baixa
alto
menos que 1500 m
CLIMA
Temperatura media diaria
Requisitos de agua
Resistencia a seca
Humidade relativa
Vento
18-30 o C , optima 20-28 oC
150 m m / m e s; (500-800 ITI m d u r a n t e o
c i m e n t o ) ; necessfta
de p e r f o d o s relativamente
secos durante a colheita
baixa
baixa a moderada
pode causar a acama
CICL0 de CRESCIMENTO
100 a 140 dias.novas variedades menos de 100 dias
RENDIMENT0
Mundo:
Medio
1.3 t/ha
Bom
2-4 t/ha
Muito Bom
4-8 t/ha
Rendimento económico 3-8 t/ha grao
Paises menos d e s e n v o l v i d o s , 1.3 t/ha
187
SOJA
(Glycin
maxima)
SOLO/IERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Inundacao/enehar camento
Requisitos de fertilidade
Reaccao
Tolerancia a salinidade
Perigo de erosao
Altitude
média; nao nos solos de textura grosseira
superior a 80 cm, miViinio 40 cm
moderada a rapida, ou vagarosa
boa a moderadamente boa
só periodos muito curtos
moderada a baixa ( N 10-20; P 15-30; K 25-60 Kg/ha/cicio d
pH 4.5 a 7.5, optimo 6.0 a 7.0
baixa a moderada
moderado
menos que 2000 m
CLIMA
Temperatura média dia'ria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidade relativa
Vento
18-30 *C, optima 20-26 *C
100-150 mm/mès
tolera periodos curtos (de mais ou menos duas semanas)
baixa a moderada
nao importante
CICL0 de CRESCIMENIQ
90-140 dias
RENDIMENT0
Mundo:
Medio: 2 t/ha
Bom
: 3.5 t/ha
Paises menos desenvolvidos, 1.1 t/ha
188
IQBACO
(Nicotiana
tabacua)
SQLQZIERRA
Textura
Profundidade
Permeabilidade
Drenagem
Inunda^ao/encharcamento
:
Requisitos de fertilidade:
Reaccao
Tolerancia a salinidade
Perigo de erosao
Altitude
media a grosseira
superior a 60 cm
rapida a moderada
boa a moderadamente boa
resistência nenbuma
oioderada a alta, em particular K (N 40-80; P 3090;K 50-110 Kg/ha/ciclo de crescimento)
pH 5.0 a 7.5, óptimo 5.5 a 6.0
baixa a moderada
moderado
50 a 1500 m, dependendo da variedade
QLIMA
Temperatura média diaria
Requisitos de agua
Resistência a seca
Humidt
Vento
15-35 oC, optima 20-30 oC
150-250 mm/mis
(400-600 mm durante o ciclo de
crescimento)
baixa; periodo seco favoravel durante a colheita
tn f\ Aa V s H i
MlUUt, I
viuu
nao importante
CICLO de CRESCIMENÏ0
90-120 dias / mais 40-60 dias
RENDIMENT0
Mundo: Medio: 0.5 a 1 t/ha ("flue-cu red" folha)
Bom
: 2 t/ha
Pafses menos desenvolvidos, 850 Kg/ha
189
ANEXO D2
- O MODELO SLEMSA -
O m o d e l } SLEMSA (Elwell et. a l . , 1980) considera quatro
factores
principais de ?rosao do solo, que sao; clima, solo, cultura e forma
do
terreno, trataido-os como entidades separadas dentro de si. Cada entidade e
determinada p o - uma ou mais 'variaveis de c o n t r o l ' que sao:
1.
2.
3.
4.
Energia sazonal da chuva ( E ) , em Joules/m2;
Indice de erodibilidade do solo ( f ) ;
Percentages* de energia sazonal da chuva interceptada pelas culturas ( i ) ;
Percentages) de inclinacao e comprimerito do declive, esi metros (S e L ) .
0 modelo principal
Z - veja figura D2.1 - consiste em tres
•odelos individuais relacionados com as 'variaveis de control' acima
cionadas do seguinte modo:
1. Urn sub-modelo principal
K - f(E,f)
submen-
K que estima a perda de solo em solo nu,
2. Urn sub-modelo C que toma em conta as praticas de cultivo,
C = f(i)
3. Urn sub-modelo X que ajusta as diferencas na topografia,
X = f(S,L)
Estes tres sub-modelos interactuam como simples factores de um produto
no modelo principal Z, o qual permite predizer o montante anual de perda de
solo em t/ha (erosao l a m i n a r ) :
Z = K.c.X
Os sub-modelos K e C foram derivados de experimentacoes levadas a cabo
no Zimbabwe, enquanto que a aproxisiacao dos parametros para o modelo X foi
adaptada da Equacao Universal de Perda de Solo (Universal Soil Loss Equation ( U S L E ) ) .
As varias 'variaveis de c o n t r o l ' foram avaliadas separadamente usando
quer noiiogramas, quer aplicando sieples relacoes matematicas. A variavel E
foi obtida de cartas de p r e c i p i t a c a o ;
o factor erodibilidade dos solos f
foi avaliado tomando em conta p r o p r i e d a d e s intrinsecas dos solos (conbinacoes de textura da camada aravel e do subsolo) e classi f icacao dos mesiios veja tabela D 2 . 1 . 0 factor i foi estimado para varias culturas, de acordo
com as suas datas de plantacao e s p e r a d a . Os factores S e L de
topografia
relacionam-se com o sub-modelo X da seguinte maneira:
X --N/T(0.7t. + 0.53 S + 0.076 S2)/25.65
(para S>1X)
(J)
X = S V T / ( 1 0 . 7 4 2 S + 8.036)
(para S<12)
(2)
190
Sao os seguintes os dados que se exigem como entradas para o m o d e l o :
- Precipitacao media anua] ( m m ) ;
- Tipo de solo e c a r a c t e r i s t i c a s texturais;
- Percentagem
de energia da p r e c i p i t a c a o , considerando
a
cobertura
do terreno (percentagem de cobertura, data
de
emergencia e p r o d u c a o da c u l t u r a ) ;
- Comprimento do d e c J i v e , em n e t r o s ;
- Gradiante do d e c l i v e , em p e r c e n t a g e m ;
Na tabela D2.2 apresenta-se um exemplo de calculo para a unidade Aa.
ld
REFERENCIAS
Elwell, H.A.
1980
DESIGN OF SAFE ROTATIONAL
CONEX. Min. of Agr.
SALISBURY
SYSTEMS
191
I
!
IMIDADE DE
SOLO
TEXTURA BA CAHAOA ARAVEL
FIHA
GROSSEIRA KEMA
TIPO BE SUBSTRATO 2/ i
GROSSEIRO MEDIO FIHO J
FASE
LITICA
!
!
-1,5
-1.5
-1.5
!
6.0
-
5.5
4.5
5.5
5.0
6.0
-
-0,5 ,'
-0.5 !
-0.5 ,
.' CHROHIC CAHBISOL
.' EUTRIC CAHBISOL
-
3.5
4.0
4.0
4.5
-
-0.5
-0.5 ,
-1.5
-1.5
.' ORTHIC FERRALSOL
! XAHTHIC FERRALSOL
! RHODIC FERRALSOL
! HUHIC FERRALSOL
-
5.0
6.5
-
5.5
-
-
5.0
5.5
6.0
-0.5 ,
-1.5 !
-0.5 !
-0.5 ,
-1.5
-1.5
-1.5
-1.0
!
!
!
.' LITHOSOL
-
2.5
4.0
! ORTHIC LUVISOL
! CHROHIC LUVISOL
! FERRIC LUVISOL
! GLEYIC LUVISOL
.' ALBIC LUVISOL
4.5
4.5
5.0
4.5
4.0
5.0
5.0
5.5
5.0
5.0
5.5
5.5
6.0
5.5
-0.5
-0.5 ,
-0.5
-0.5
-0.5
-1.5
-1.5
-1.5
-1.5
-1.5
!
!
! HAPLIC PHAEOZEH
1 GliYIC PHAEOZEH
! LUVIC PHAEOZEH
-
5.5
4.5
5.0
6.0
5.0
5.5
-
-0.5
-0.5
-0.5
-1.5
-1.5
-1.5
!
! EUTRIC HITOSOL
,' DYSTRIC HITOSOL
i HUHIC HITOSOL
-
5.5
5.5
6.0
5.5
5.5
6.5
-
-
-1.5
-1.5
-1.0
!
!
J
i CAHBIC AREHOSOL
! LUVIC AREHOSOL
i FERRALIC AREHOSOL
! ALBIC AREHOSOL
6.0
6.0
6.5
6.0
-
-
-1.0
-1.0
-1.0
-1.0
• -.
-
-1.5
-1.5
-1-5
-1.5
1
!
!
,'
! EUTRIC REGOSOL
6.0
6.0
-
-0.5
-
-1.5
!
-
5.0
-
-0.5
!
-
HAO APLICAVEL
HAO APLICAVEL
-1.0
-1.5
!
!
HAO APLICAVEL
-0.5
! FERBIC ACRISOL
.' GLEYIC ACRISOL
.' HUHIC ACRISOL
! PELLIC VERTISOL
4.5
4.0
,
• -
! EUTRIC PLAHOSOL
.' SOLODIC PLAHOSOL !
3.5
3.0
4.5
4.0
! ORTHIC SOLOHETZ
2.0
2.5
,
-0,5
-0.5
-
-1.0
-
-
HAO APLICAVEL
-0.5
-0.5
-0.5
-0.5
-0.5
-
-
'
2.5
!
0
! ORTHIC SOLOHCHAI
.' GLEYIC SOLOHCHAI •
2.5
2.5
3.0
3.0
3.0
3.0
1
HAO APLICAVEL
HAO APLICAVEL
'
-0.5
-0.5
!
!
1/: 'Gleysols' e 'Fluvisols' nao considerados por estare* sujeitos a erosao ei ravinas.
2/: Apenas aplicavel qoando as classes texturais da casada aravel e do substrato sao diferentes;
alei disso, aplicar substrato 0.5 para nidancas abruptas de textura, ocorrendo a usa profundidade inferior a 8 ei, e/ou subsolos cotpactos.
TABELA 02.1 : Factor es sogeridos de eriodibilidade dos solos -erosao laiinar-, C M O tipo de substrato
e •odificadores liticos - adaptado do SLEHSA.
TABELA D2.2 : ESTIHATIVA DA PERDA POTEHCIAL AHUAL DE SOLO (TOH/HA/AHO) - EROSAO LAHIHAR POR UHIDADE DE HAPEAHENTO Aa
ld
UHIDADE
Dfc
!
! GRADIEHTE !
i
1MPEAHEHTO
i
i
i A.a
Dh
! DECLIVE
!
(I)
i
i
i
!
TIPO
i
FACTOR
Dt
i
ut
SOLO
(FAO)
i
!
2/!
i rALlUK lürO rAKA
iERODIBILIDADE!
!
!
i
i
f*\
lil
PERDA POTEHCIAL DO SOLO (TH/HA/AHO)
i
1
!
3
! E-16X10
i
2 !
3
2
J/H
! E-I8xl0
J/H
!
3
! E-20il0
2
J/H
i
i
i
i
!
!
3
! E-2I.5xlO
2
J/H
!
!
i
i
i
i
:
i
i
i
i
i
i
i
i
i
•
i
i
i
i
i
i
!
!
!
IL-SL
,'L-lOOi !L-50i !L-SL !L100i!L-50i !L=SL !L-100l!L-50i!L-SL !L-100i!L-50llL-SL !L-100iiL-50ii
TOPO+Enc sup.i
1
! SL=500 •
,' RHODIC FERRALSOL .'
.' ORTHIC FERRALSOL .'
4.5
4.5
Ü.19 ,' 0.53 ! 0.38 1 84 ! 37
11.19 i 0.53 ! 0.38 ! 84 ! 37
! 27
! 27
!133 ,' 59
Ü33 ! 59
! 42 1200 i 89
! 42 1200 ! 89
! 64 ! 266 ! 118 ! 85 !
! 64 ! 266 ! 118 i 85 !
Ene. K d i a
!
! FERRIC LUVISOL
5.5
!
!
!
!
!
10.83 ! 0.83 i 0.58 ! 41 ! 18
!
i 13
!
!
{ 7 2 ! 32
!
!
!
1 23 1118 ! 52
!
!
!
!
!
! 37 ! 165 ! 73 ! 53 !
i
i
I
i
i
•
•
.'41
1 65 ! 92
! l.d
r „
:-r
bnc. i n t .
!
2
! SL-100 •
!
!
i
«
i
i
I
•
2
i
•
i
•
,'0.58
! 0.83 ! 0.58 ! 41 ! 58
! SL= 5 0 i ! FERRIC LUVISOL
!
4.5
I
i
i
•
t
i
i
i
I
i
•
i
!
,' 65 ! 98 !140
•
i
•
i
•
i
CD
i
*
t
! 98 ! 130 ! 185 !130 !
1: Ler pela Tabela D2.1
2: Calculado por recurso a fornula (1)
3: Valores da perda actual de solo ei terras cultivadas obtea-se lultiplicando os valores da perda potencial por i=0,06 e i=0,24 no caso do lilho e do algodao, respectivaiente.
RO.D2.1: ESBOCO DO SLEMSA
193
SISTE M A S
FlSICOS
CULTURA
CLIMA
Intercepqóo
de Energio
Energio
do Chuvo
SOLO
Erodibilidode
do Solo
mdinocóo
do Declive
Comprimé nto
do Declive
VARIAVEIS DE
CONTROLE
SUB-MODELOS
FuncÓO / ^ ^ \
( C l
do
.Culture \ ^ y
MODELO PRINCIPAL
Perdo de Solo / ^ ^ N
ern Solo Nü (
K
}
(t/ho/ono)
V _ > /
Perdo de Solo em
Terra Cultivodo
(t/ha/ono)
SIMBOLO
VARIAVEIS D€
CONTROLE
E
Funcóo
do
Topografi
•Ó
Z^KCX
EXPLICACAO
UNIDADE
Energio sazonal do Chuvo
J/m2
F
Erodibilidode do S o l o
Indice
i
Energio do Chuvo intercept.p/Cultura Percentagem
S
Inclinocóo do Declive
L
C o m p r i m e n t o do Declive
Percentogem
m
SUB-MODELCE
K
Condicóo do Solo nü
C
Folhogem do Culturo
X
Topogrofio
RESULTADO
Z
Perdo medio onuol previsto de Solo=KCX
ton/ha
ANEXO D3; SUHARIO DA AVALIAQJtO DAS OUALIDADES DE TERRA.DA PRODUC* AGRO-CLIHATICA POTENCIAL E DA APTIDitO ECOLOGICA DA TERRA PARA DOZE CULTURAS POR UNIDADE DE TERRA E POSIC*0 FISIOGRAFICA ESPEC1
i
i
Aa
! Unidade de lapeaiento
Area :9S0 Ii2 ! Posicac) fisiografica:Topos e encostas superiores
ld
i
r
! Cultura
,'
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
Hilho
Hapira
Heioeira
Handioca
Aiendoii
Soja
Batata doce
Feijao lungo
Girassol
Tabaco
Algodao
Condicoes
de
Enraiz.
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
! Perc. dt1 ocorr.: 80
n
X
Disp. Cap.
öe ret.
oe
Hutr. Hutr.
S3
S3
S2b
S2b
S3
S3
S3
S3
S3
S3
S3
S3
M
•
Drenagei
Disponib.
de
Huiidade
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
c
e
Prod. Agro-Clii. Pot'.
PC165-180
NiA
! Hifi
SI
SI
SI
S4
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
S4
SI
SI
SI
SI
SI
SI
S3
PC 180-195
Aptidao ecol. da terra
PC165-180
NiA
NiB
NiA ! NiB
SI
SI
S2
S3
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
S2
S3
SI
SI
SI
S2
SI
SI
S3
S2x
S2x
S2x
S4c
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
NiA
! NiB
S2x
S2x
S2x
S3c
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
S2x
S3n
S3n
S2bnc
S3c
S3n
S3n
S3n
S3n
S3n
S3n
S3nc
Risco de Erosao
900 - ïooo: looo-noo: 1100-1200 pes.
Sitl;
Slt2;
Sit3;
Si 14;
SI
SI
SI
SI
!
!
!
!
Sitl:
Slt2;
Slt3;
Slt4;
SI
SI
SI
SI
!
!
!
!
Sitl;
Slt2;
Slt3;
Slt4;
SI
SI
SI
SI
Sitl;
Slt2;
Sot3;
Sut4;
SI
SI
SI
SI
!
!
!
!
Sitl;
Slt2;
Slt3;
Slt4;
SI
SI
SI
SI
! Sitl;
! Slt2;
,' Slt3;
! Slt4;
SI
SI
SI
SI
Sntl;
S»t2;
Slt3;
S«t4;
S2
SI
SI
SI
!
!
!
!
Sitl:
Slt2;
Slt3;
Slt4;
S2
SI
S2
SI
!
!
!
!
Sitl;
Slt2;
Slt3;
Slt4;
S3
S2
S2
SI
!
n.a
!
n.a
seo aedidas de conservacao de solo; conprisento da «achasba na direccao do declive - 100
razoaveliente bei alinhados; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 100 •
ledidas de conservacao de solo; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 50 i
razoaveliente bei alinhados; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 50 •
PC : a duracao do periodo de cresciiento (ei dias)
NiA : nivel alto de entradas de factores de producao
NiB : nivel baixo de entradas de factores de producao
n.a : nao aplicavel
Classes de aptidao,- Sbiuito apta, S2:apta, S3:ioderadaiente apta, S4:iarginaliente apta, H:nao apta
Para uia explicacao destas tabelas veja capitulo 4.
Hecanizacao
(precipitacao anual, ei ••)
n.a
! Arroz alagado
Notas.- sit- sisteia de lanejaiento de terra
sitl: coi lachaibas e» éreas planas ou quase planas,
sit2: lachaibas coi sisteias de cultivo ei caialhoes
sit3= lachaibas ei areas planas ou quase planas, sei
sit4: lachaibas coi sisteias de cultivo ei caialhoes
S3n
S3n
S2bn
S4c
S3n
S3n
S3n
S3n
S3n
S3n
S3nc
PC180-195
k
q
SI
Hanejat
lidade
lig-
SI
Sl/2
Aa
Area : 28 U 2 ! Posicao fisiografica: Encosta inferior
Unidade de iapeaiento:
! Perc. de ocorr..-
13Ï
Iv
r
Cultura
Condicoes
de
Enraiz.
n
X
Disp. Cap.
de ret.
de
Hutr. Nutr.
W
•
Drenagei
Disponib.
de
Huiidade
c
Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
PC 180-195
HiA ,' HJB NiA
Hilho
Hapira
Hexoeira
Handioca
Aiendois
Soja
Batata doce
Feijao iungo
Girassol
Tabaco
Algodao
Arroz alagado
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S2
S4
S4
S3b
S3b
S4
S4
S4
S4
S4
S4
S4
S4
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
SI
-1
e
SI
SI
SI
S4
SI
si
! SI
! SI
! SI
,' S4
! SI
: si
si
: si
Sl
si
Sl
Sl
! SI
: si
! Sl
! S3
Sl
Sl
S2
S3
Sl
Sl
Sl
Sl
Sl
Sl
Sl
! NiB
Sl
Sl
S2
S3
Sl
S2
Sl
S2
Sl
Sl
S3
Risco de Erosao
Aptidao ecol. da terra
PC165-180
NiA ! NiB
S3x
S3x
S3x
S4c
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S4n
S4n
S3n
S4nc
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
PC180-195
NiA
S3x
S3x
S3x
S3xc
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
! NiB
S4n
S4n
S3n
S3nc
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
S4n
k
q
Hecanizacao
(precipitacao anual, ee Ü )
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Risco de Erosao
Hecanizacao
(precipitacao anual, ei ••)
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900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
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Area :118ïi2 ! Posicao fisiografica: Encosta ledia
Unidade de lapeaiento:
! Perc. de ocorr.: 19Ï
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Cultura
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Condicoes Disp. Cap.
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Huiidade
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Haneja
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Risco de Erosao
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900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
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Area :25 Ki2!
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Cultura
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Batata doce
Feijao lungo
Girassol
Tabaco
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Arroz alagado
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Huiidade
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-1
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Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165180
PC 180-195
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Aptidao ecol. da terra
PC165-180
PC180-195
NiA ! NiB
NiA
! NiB
S3x
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S4c
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S3x
S3x
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S4cn
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
q
k
Risco de Erosao
Hecanizacao
(precipitacao anual, ei ••)
Haneja
lidade
900 - ïooo: looo-noo 11100-1200 pes. ! lig.
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Posicao fisiografica: Encosta inferioir
: 5 Ïi2 !
! 'ere. de ocorr.:16Z
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n
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Cultura
Condicoes
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Enraiz.
1
X
Disp. Cap.
de
de ret.
Mutr. Hutr.
H
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Disponib.
de
Huiidade
e
c
•
Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
PC 180-195
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Hapira
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PC165-180
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Posicao fisiografica.-Encosta superior
! Perc. de ocorr.: 45Ï
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Cultura
Condicoes
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n
X
Disp. Cap.
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Hutr. Hutr.
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Disponib.
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Prod. Agro-Clii. Pot.
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PC 180-195
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Aptidao ecol. da terra
PC165-180
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NiA
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zona 1100-1200
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: 49lfi2 !
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! 1'ere. de ocorr.: 121
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Cultura
Condicoes
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Risco de Erosao
(precipitacao anual, ei ••)
Hanejabilidade
Hecanizacao
900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
•
•
Hilho
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Handioca
Aiendoii
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Girassol
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Algodao
Arroz alagado
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PC165-180
PC 180-195
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zona 1100-1200
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(nivel alto)
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Area: 1758Ï12!
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Cultura
Hilho
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Posicao fisiografica.-Topo de 'interfluve'e
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PC165-180
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e
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•
Disponib.
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! Perc. de ocorr.: 45X
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Aptidao ecol. da terra
PC 180-195
PC165-180
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S3n
S3n
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Risco de Erosao
(precipitacao anual, ei ••)
900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
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8
Ab
Area :1367Ki2 !
Unidade de aapeaaento:
Posicao fisiografica: Encosta aedia
! Perc. de ocorr.: 35Ï
2v
r
Cultura
Condicoes
de
Enraiz.
n
X
Disp. Cap.
de ret.
de
Hutr. Hutr.
M
Drenagea
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Disponib.
de
Huaidade
c
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PC165-180
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Hilho
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PC165-180
PC180-195
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q
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Risco de Erosao
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900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
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i
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SI
IV)
o
Ab
1
Unidade de lapeaiento:
Posicao fisiografica: Encosta inferio r
Area :625li2 !
! 'ere. de ocorr.: 161
2v
r
Cultura
Hilho
Napira
Nexoeira
Handioca
Aiendoii
Soja
Batata doce
Feijao lungo
Girassol
Tabaco
Algodao
Arroz alagado
Condicoes
de
Enraiz.
SI
SI
SI
SI
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SI
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SI
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SI
SI
n
X
Disp. Cap.
de
de ret.
Hutr. Nutr.
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S3/4
S3
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S3/4
S3/4
S3/4
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Drenagei
SI
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Sl/2
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SI
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SI
SI
Sl/2
c
•
Disponib.
de
Huiidade
-1
-1
-1
-1
-1
-1
e
Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
PC 180-195
NiA
! Ni8
NiA
! NiB
SI
SI
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S2
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Aptidao ecol. da terra
PC165-180
NiA ! NiB
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S3x
S3x
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S3/4n
S3/4n
S3/4n
PC180-195
NiA
S3x
S3x
S3x
S3xc
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
S3x
,' NiB
S3/4n
S3/4n
S3nc
S3nc
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
S3/4n
q
k
Hecanizacao
Nanejabi
lidade
Risco de Erosao
(precipitacao anual, ei •§)
900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
Sitl;
Slt2;
Sit3;
Slt4;
S2
SI
SI
SI
S2
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S2
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!
!
!
!
Sltl;
Slt2;
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S3
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S2
Sltl;
Slt2;
Slt3;
Slt4;
SI ! Sltl; SI
SI ! Slt2; SI
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Posicao fisiografica: 'Languas'
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Hilho
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Soja
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! Arroz alagado
Condicoes
de
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! Area :32Ki2 !
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Unidade de lapeaiento:
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Disp. ' Cap.
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Posicao fisiografica:Transicao encosta ledia
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Disponib.
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! Perc. de ocorr.:15Z
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Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
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PC 180-195
Aptidao ecol. da terra
PC165-180
PC180-195
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52
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SlbH
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SlbH
SlbH
SlbH
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S2bn
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S3n
S3n
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Risco de Erosao
Hecanizacao
(precipitacao anual, ei ••)
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B2a
Area : 27Ki2 !
Unidade de lapeaiento:
Posicao fisiografica:Encosta sup/iedia de sope
! Pèrc. de ocorr.:70ï
2v
Cultura
Condicoes
de
Enraiz.
n
X
Disp. Cap.
de
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Hutr. Hutr.
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Drenagei
Disponib.
de
Huiidade
Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
S2/3
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S2/3
S2/3
S2
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S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
coeocococococoeoeococo
Arroz alagado
cococococococococoeoco
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cococococococococoeoco
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PC 180-195
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Sl/2x!S2/3n
Sl/2x!S2/3n
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PC180-195
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Hecanizacao
Hanejabi
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Risco de Erosao
Aptidao ecol. da terra
PC165-180
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(precipitacao anual, ei ai)
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PC 180-195
zona 1100-1200
n.a
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H
62a
Unidade de lapeaiento:
Area :J1 Ka? !
Posicao fisiografica: Encosta inferior de sope
! Perc. de ocorr.: 281
2v
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Cultura
Condicoes
de
Enraiz.
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Disp. Cap.
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de
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Disponib.
de
Huiidade
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Prod. Agro-Oii. Pot.
PC165-180
NiA
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PC 180-195
HiA
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Aptidao ecol. da terra
PC165-180
HiA ! HiB
Risco de Erosao
PC180-195
HiA
!
k
q
(precipitacao anual, ei n )
Hecanizacao
Hanejabilidade
HiB 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
S2/3
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S2
S2
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
S2/3
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S2
S2
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Slb
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cococococococococococo
Arroz alagado
cococococococococococo
Hilho
Kapira
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Handioca
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Soja
Batata doce
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Girassol
Tabaco
Algodao
cococococococococococo
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sib : si
S2/3
PC 180-195
zona 1100-1200
n.a
! n.a
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B2b
Unidade de lapeaiento:
Area : 20li2 !
Posicao fisiograficarEncosta inferior
! Perc. de ocorr.:18I
lv
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Cultura
Condicoes
de
Enraiz.
n
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Disp. Cap.
de
de ret.
Nutr. Mutr.
w
Drenagei
c
•
Disponib.
de
Huiidade
Prod. Agro-Clii. Pot.
PC165-180
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S2
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cococococococococococo
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cococococococococococo
Mapira
Meioeira
Mandioca
Aiendoii
Soja
Batata doce
Feijao «ingo
Girassol
Tabaco
Algodao
S3
S3
S2b
S2b
S3
S3
S3
S3
S3
S3
S3
COCOCOCOCOCOCOCOCOCOCO
NiA
Milho
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PC 180-195
NiA
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Aptidao ecol. da terra
PC165180
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!
k
Mecanizacao
nanejao
lidade
Risco de Erosao
PC180-195
NiA
q
(precipitacao anual, ei ••)
NiB900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig.
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SI
Sl/2
PC 180-195
zona 1100-1200
n.a
FOLHA DE AVALTACAO DOS DADOG DE TERRA
AiarA:
QUAL.EOOL.DA TERRA
CARACTERTSTICAS DIAGNOSTICAS DA TERRA
OGP:
(AL)T:
P/ET:
PROF.
OT
II_
QT
I
QT
II
T
%N
TEB
UNIHADK DK T H ^ R A :
PADRAO:
QT
II
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QT
II
OAS.
DREN. SOLO
Ca/Wg
Mg/K
CBS:
DISP
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APTIDAO ECOL.
DA TERRA
DISP.
DREN.
HUMTD.
QT VI QT IV Q T i n QT I I
QT I I
&
PNRAIZ.
fROD.ACro.CLI.
POTENCIAL
CULTURA
(VARIEDADE)
MHHO
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NA
NB
QT 1 + QT
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II
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& QT V I
CBS:
.4
AMENDOIM
4
0-30
SOJA
30-100
r~'
•QT V-
QT IV
BATATA
OASSTF.
DOCE
TRIGO
MANDIOCA
TBCT.
PROF.
CAMADA
_ARAVEL
ESTRÜTURA
OONSTST.
QT V I I e .QT V I I I
FEIJAO
•-QI_V1
GIRASSÖL
SUBS. 2
QT VIj
e
CASCAIH)
PROF. EFEC.
QT
RISOO DE EROSAO
ENERGIA
IX
TEJCT:
TIPO DE SOLO
'T""
QT V I I I
VII
QT
QT
TABACO
CBS. UMTEAOOES!
AO ENRATZAMEWTOr
QT V I I I
J3T VII
PEDRAS
CBS:
~i
ROCHAS
QT V I
(FAO)
MBCAN. R
MANEJ. R
DECLIVE \%)
CHJVA
ALGCDAO
BATATA OOMUM
|£
SUBS. 1
QT V I I I
QT TX
% PEDRAS
CASCAL. CBS.
QT
VIII
QT
VECfMZfiCAO
R
K:
1:
Shit
2:
Snit
3:
Smt
4:
Smt
5:
Sknt
6:
PESADA QT V I I I
LIGEIRA
QT
VIII
Hor.AiTg.Abn.
IX
QT I X
Smt
LBO DE TERRA/OCBERTURA VEGETAL:
IX
MANEJABILIDADE
QT
IX
QT
IX
QT V I I
IRETENCAO DE NUTRUNTES
QT V
BAIXD SUMARIO/USO DE TERRA REOCNENDADO
R DflER.
EROBAO ANTERIOR:
R
ALTO
CARACIERTSTICAS
DA SUPERFICIE
Anexo D 4 ; Verbete para a avaliajao dos dados de terra para culturas em sequeiro.
F:
221
ANEXO E;
ASPECTOS DA AVALIACftO ECONOMICA
El
Hodelo para reestruturacao das aldeias comunais
E2
Estimacao dos investiroentos
222
ANEXO El;
MODELO PARA REESTRUTURAQXO DAS ALDEIAS COHUHAIS
Estas aldeias satèlites sao descentralizadas coat aglomerados de casas
numa èrea superior a 5 km, de preferencia atè 3 km de distancia das princi-^
pais aldeias centrais.
0 tamanho e o numero das aldeias depende da por cao
de èrea cultivèvel da Sréa total.
Em Chiure varia de 90% coai < 180 dias
do periodo de crescimento e < 1100 n>m pluviosidade/ano para 60% daquelas
cofl valores limites acima destes.
0 cèlculo seguinte permi te ter uma idèia do tamanho:
Considerando una èrea onde 90Z desta pode ser usada para a agricultura e com una populacSo total de 2200 habitantes, onde 1100 pessoas sao
considerados activos na agricultura, se a intensidade do cultivo for R=20 e
a area cultivada ou por cultivar for de 75ha (252 a mais do que actualmente) podem ser feitas as seguintes èstimativas: quando todas as pessoas que
vivem nuoa aldeia central e os terrenos de cultivo mais distantes ficarem a
5 km de distancia. Como a velocidade média de andamento pode ser considerada atè 3 km/h, o produtor tem que dispender 3.4 horas por dia a andar.
Hais precisamente, os perlodos de pousio seriam considerados muito ma is
baixos, resultando numa subutilizacSo dos recursos da terra. Por outro
lado, a producao/por activo seria baixa devido ao menor tempo efectivo
dispendido que seria disponlvel para o cultivo e consequentemente diminuia
a fertilidade do solo.
Se por sua vez, 300 pessoas activas na agricultura viverem na aldeia
central e as outras 800 nas aldeias satèlites localizadas num raio de 3 km
da aldeia central e a 2 km de distancia umas das outras, existe lugar para
10 aldeias com =40 activos/aldeia.
Estas deveriam ter os seiis terrenos
numa distancia mèxima de 1 km, implicando o tempo mèximo de viagem por dia
igual a 40 minutos.
Os lucros seriam muito importantes se ent termos de economia de tempo,
este fosse dedicado é producSo e em termos de fertilidade do solo devido é
possibilidade de suficientes periodos de pousio.
Se for necessèrio, è possivel construir aldeias maiores de uma forma
similar, adicionando outra (aldeia) num raio de 5 km de distancia da aldeia
central, contendo mais 15 aldeias com o adicional de 1200 activos. Contudo, isto n3o è recomendavel dado que a distancia da aldeia central deve ser
tSo grande que possa realmente permitir o acesso és facilidades da aldeia
Principal.
223
ANEXO E 2 ; ESTIHACXO DOS INVESTIMENTOS
IntrodugSo
Nao temos tido possibilidade de examinar e estimar todos os investimentos necessSrios ligados és diferentes alternativas e suas
respectivas
variantes.
Contudo, os cSlculos feitos, fornecem informacao
suficiente
sobre a grandeza da necessidade de investimento de capital nas vèrias
variantes.
As seguintes formas de investimento foram tomadas em consideracao:
1.
2.
3.
4.
5.
Conhecimento atravès da investigacao
Formaca'o de capital humana atravès da extensao rural
Traccoio animal
Beneficiacoes necessèrios no sector agricola moderno
Infraestruturas (construcSo de estradas)
A taxa de investimento foi calculada,
de comparacao.
de forma a adquirir-se urn grau
Geralmente, o elevado crescimento da producSo agricola, requer um
investimento elevado.
As variantes realcando um output mais elevado por
hectare, tem investimentos mais elevados na investigacao e extensao.
Os
investimentos relacionados com a mecanizacao sao importantes nas variantes
onde a expansao da èrea è crucial enquanto que investimentos na investigacao sao'roais baixos nestas variantes se comparadas és variantes onde o
output/ha è elevado.
Os investimentos de capital humano sao muito baixos nas alternativas
D e E onde o sector moderno se expande.
A construcSo de estradas è considerada mais necessèriö quando uma grande parte de terreno arêvel è usada.
Mais especificamente, os investimentos foram calculados do seguinte modo:
InyestigagSg
Uma certa percentagem da média do valor do produto bruto, ano 1991 e
ano 2010 oscilando de 0,52 a 2,5% foi considerado ser a despesa necessèria
na criacSo do conhecimento.
A despesa mais elevada ocorre na variante D e
H numa alternativa muito elevada de crescimento.
Extensao
Um numero especifico de famllias produtoras/extensionistas foi definido para as diferentes variedades. Os nlveis salariais tambèm se.diferenciam indicando uma diferenca na qualidade dos extensionistas.
Para cobrir
custos extras, foi calculado um certo custo extra adicionando 18% a. 35% do
custo de salario.
0 total derivou da multiplicacao por 20 da média
para
1991 e 2010.
Iracjao animal
Os gastos foram estimados calculando o investimento atè 500 US$, para
um par de animais de traccao e equipamento, sendo os anos de vida de 5 anos
e a capacidade por unidade de 4ha.
Assim,
o
investimento
por hectare e por ano è igual
a
25US$.
0
224
investimento total è derivado da multiplicacao deste numero com a média por
Srea cultivada por tracca*o animal, ano 1 e ano 20 e com a numero de anos do
periodo considerado.
Ma.9yiQa.tia agricola no sector
moderno
0 custo de uma unidade de mecanizacüo com a capacidade de 39ha
estè
estimada em 20.000 US$.
0 seu tempo de dura^ao calcula-se em 8 anos e os
custos alternativos de capital em 5%.
Esta suposi^So dè urn custo do investimento anual por hectare de 80
US$.
0 investimento total acima do periodo, foi obtido da mesma forma que
para a traccSo animal.
Na variante D e l para alta e muito alta estacafo de
crescimento,
foram utilizados custos mais altos por hectare supondo que estas variantes
necessitam
de equipamento mais sofisticado devido ao verdadeiro
aparecimento de valor muito alto de output/ha.
ConstrucÜo de estradas
0 custo por km de construcao estS estimado em 56.000 US$. Com base na
média de 7 km de estrada por 100 km2 para a regiao foram previstos
niveis
de crescimento diferentes da cobertura da rede de estradas, para as vèrias
variantes.
0 alto e o mais elevado desenvolvimento de alternativas
tem
geralmente
investimëntos
mais altos, S excepcao dos sectores
modernos,
variantes D e E que se supoêm mais concentrados geograficamente.