Ovillois n°119 - Ville de Houilles
Transcription
Ovillois n°119 - Ville de Houilles
SERIE TERRA E AGUA DO INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGApAO AGRONOMICA COMUNICACAO O Potencial Agrïcola da Area do Projecto 400.000 ha na Provincia de Cabo Delgado (Parte Sul) Anexos Por: J. A. JEschweiler Baseado no trabalho do A.J.Brom, F.van der Wal, L.Ekman, J.C.De Grandi e outros tecnicos do Departemento Terra e Agua do INIA 1986 Maputo, Mocambique No.48 SERIE TERRA E AGUA DO INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGACAO AGRONOMICA COMUNICACAO Scanned from original by ISRIC - World Soil Information, as ICSU World Data Centre for Soils. The purpose is to make a safe depository for endangered documents and to make the accrued information available for consultation, following Fair Use Guidelines. Every effort is taken to respect Copyright of the materials within the archives where the identification of the Copyright holder is clear and, where feasible, to contact the originators. For questions please contact [email protected] indicating the item reference number concerned. O Potencial Agrfcola da Area do Projecto 400.000 ha na Provmcia de Cabo Delgado (Parte Sul) Anexos Por: J. A. Eschweiler Baseado no trabalho do A.J.Brom, F.van der Wal, L.Ekman, J.C.De Grandi e outros tecnicos do Departemento Terra e Agua do INIA 1986 Maputo, Mocambique 3>0 No.48 X Pag. INDICE ANEXO A: ASPECTOS DA VEGETAC&O Al: ANEXO B: B2: B3: B4: B5 B6 B7 de plantas encontradas na area de DescricSo geral e caracteristicas morfológicas e quimicas dos tipos de solos distinguidos A ocorrência das unidades de mapeamento - uma inventarizacSo dos tipos de solos presentes em cada qual e urn resumo das caracteristicas pedológicas Problemas taxonómicos dos solos Comentèrios sobre algumas caracteristicas dos solos e sobre uioas complicacSes analiticas Mètodos analiticos Verbete para a descricefo de sondagem Verbete para a descricSo de perfis 15 69 122 123 125 126 127 ASPECTOS ECONÖMICOS E SOCIAIS Cl C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8: C9: CIO: Cll: C12: C13: C14: C15: ANEXO D: espêcies ASPECTOS PEDOLÖGICOS BI: ANEXO C: Notas sobre levantamento Breves antecedentes históricos da regiSo Crèdito agrlcola Prèticas agricolas no sector familiar Investiga$a"o agronomica Projectos agricolas dentro da èrea de estudo SituacSo nutricional Precos de venda de utensllios agricolas ao püblico e ao armazenista praticados pela A6RIC0H en 1985 Tamanho e distribuicSo das machambas do sector familiar DistribuicSo dos tipos de consociacSes Efectivos de anioais doniésticos e de criadores faniiliares por distritos e respectivas regioes agro-ecológicas Efectivos de animais doniésticos no sector estatal Dados denogrèficos Mapa de ocupacSo territorial da regiSo do projécto dos 400.000 ha DistribuicÜo da populacSo (1980) Diagraoa de organizacKo administrativa 129 131 133 138 157 159 162 163 164 165 166 167 171 173 174 ASPECTOS DA AVALIAQSO DA TERRA Dl D2 D3 D4: Exigências das culturas consideradas 0 modelo SLEHSA Sumério da avaliacao das qualidades de terra, da producSo agro-climêtica potencial e da aptidSo ecológica da terra para doze culturas a dois niveis das entradas de factores de producSo por unidade de terra e posicSo fisiogrèfica especlfica Verbete para a avaliacSo dos dados da terra para culturas-de sequeiro ' ï 177 189 194 220 1 ANEXO A: Al: ASPECTOS DA VEGETAQ80 NOTAS SOBRE ESPÈCIES DE PLANTAS ENCONTRADAS NA AREA DO LEVANTAMENTO A seguir apresenta-se uma lista de alguoias espècies de plantas registadas na èrea de estudo, coro notas rel ativas è sua distribuica"o e ecologia. Esta lista aparece dividida era duas: èrvores e arbustos, gramineas e ervas. Sao indicados os nonies locais em Macua e Haconde e notas adicionais de Coates-Palgrave (1977) e outras re ferências oiencionadas no capltulo 2.5 (noroes menos usadas entre parêntesis). F ARVORES E ARBUSTOS Acacia gerrardii NTUKO Pequena èrvore de casca escura, com ramos ascendentes, espinhos erectos e peluda quando jovem. Os rebentos velhos descaniaiD-se, expondo a casca avermelhada imediataraente abaixo. Tem vagens ligeiramente curvas e ocorre com outras Acacias e, particularmente, CombretuiB hereroense, usualraente junto a linhas de drenagem. E muitas vezes co-dominante com Coabretum fragrans era 'dambos' argilosos pretos. Acacia goetiii KWEKWELE Pequena èrvore de copa bastante aberta e fusiforme; sem espinhos fortemente aduncos e foliolos grandes. De ocorrência observada, especialmente, em êreas de solos coluviais e pouco profundos, mas tambèm em depressoes com argila de coloracSo clara. Huitas vezes com 'Brachystegia boehwii Themeda triandra. Acacia macrothyrsa e Terminalia stenostachya ou Andro'pogon gayans e NANLAPA Pequena èrvore ou arbusto, com folhas pendentes pinuladas; poucos espinhos encurvados.- De ocorrência observada em depressoes, em solos iraperfeitamente drenados, com Combretuw fragrans mas muito iocaüzado. Observada apenas na érea de Balama-Namuno. Acacia Acacia nigrescens NAMUNO, NUNKWEKWELE Arvore com tronco nodoso (com protuberancia), espinhos aduncos e foliolos grandes. Possivelmente, apenas em solos mais ricos em cèlcio e com boa drenagem. Nao comum. nilotica . NUNYE Pequena èrvore, difusa, de caule escuro, com espinhos erectos longos, foliolos pequenos e vagens escuras constringidas entre as sementes. De ocorrência localizada, em solos mais fèrteis e bem drenados, muitas vezes com A. goetzii. Usualmente associada com pastoreio. Acacia polyacantha N'ROKA, MUNGA (Maconde) Arvore difusa, de casca esbranquicada, espinhos aduncos. Comum nos solos mais pesados e mais fèrteis onde usualmente constitui um indicativo de èreas antigamente cultivadas. Particularmente, caracterlstica de solos bons para a cultura do algodao e tambèm frequente ao longo das margens dos rios incisos e das bermas das estradas. Acacia robusta NTUKO Arvore com uma folhagem verde escura que parece 'Vestir' os ramos ascendentes. Geralmente ao longo das linhas de drenagem das argilas mais escuras, mas nao comum ou disseminada. Acacia senegal Arvore esguia, com espinhos aduncos em grupos de tres. localizado em matagais ('thickets') de bambd, em solos argilosos vermelhos. Acacia sieberana NTONKORIA Arvore n3o difusa, de casca amarelada que se desfaz era escamas, espinhos brancos e erectos," vagens grossas e lenhosas. Localizada nas linhas de drenagem, em solos argilosos, com 4. gerrardii e Combretua fragrans. Encontrada apenas na èrea de N'ropa. 3 Adansonia digitata BAOBAB (English) Arvore grande e volumosa amplamente disseminada mas na"o comuni, usualmente eni solos mais fèrteis com bom acesso aègua do lencol freètico. Afzelia quanzensis CHAMFUTA(geral), MOKO Grande arvore, difusa, cooi vagens lenhosas grandes, sementes com 'arils' vermeihos e brilhantes. Localizada nos sopès de montanhas, associada.com afloramentos rochosas. Albui aiïiara NAMAHAVE, NYACALE Arvore alta, sem espinhos, com folhas finamente pinuladas, muitas vezes associada com Markhaaia acuainata e caracteristicamente en termiteiras velhas. Albizia harvêyii .......u^.r'.i; :JI,J, , ;,.• JIALA.KAKA ,-,'..„,.,,. Arvore sem espinhos, com foliolos ligeiramente curvos. Comum e 'geralmente associada com termiteiras. Na"o, observada em solos arenosos. Albizia versicolor MPEVERU Arvore de folhas bipinuladas. Associada com Acacia polyacantha, Piliostigaa, Lonchocarpus capassa e Stereospermum em solos mais fèrteis. Muitas vezes em èreas sob perlodo de pousio. AnacardiuiD occidentale CAJU (geral) Grande.arvore, difusa, introduzida. Araplamente disseminada e comum, especialmente junto a povoaQÖes. Muitas vezes com Hangifera e a maior parte das vezes nos solos mais arenosos; n2o observada em solos argilosos vermelhos nem em 'dambos'. Annona senegalensis NREPE Arbusto ou pequena èrvore, com folhas claramente nervadas e de inserc3o alternada. Os frutos sao comestlveis. Comum em mui tos solos, en èreas perturbadas e em èreas sob perlodo de pousio. Antidesma venosum ISOISO, NVESOVESO Arbusto. Comum em èreas perturbadas e em èreas sob perlodo de pousio, nos solos mais arenosos. Azanza, garekeana NROHWO Arvore com folhas simples dobradas em 3 ou 4 seccöes, com frutos comestlveis. Aparentemente em èreas perturbadas, em solos mais fèrteis com Acacia polyacantha e Piliostigma. Baphia massaiensis NIKINIKI Arbusto ou pequena èrvore, de folhas com peciolo grosso. Observado em èreas perturbadas, com Cassia petersiana. Muitas vezes encontrada com Julfiernardia. Bauhenia petersiana MPARI, MPADI(Maconde) Arbusto de folhas em asa de borboleta com vagens lenhosas grandes. Associada a periodos de pousio e perturbacSo, na maior parte das vezes em solos vermelhos na"o muito arenosos. Boscia angustifolia/B. salicifolia EYETO Pu Pequena èrvore, madeira dura e caule torcido. Folhas seapre verde escuras e reunidas em grupos (em 'feixes'). Apenas observada em termiteiras, em solos de coloracao pèlida. 4 Brachystegia allenii . TAKATA,(NKOYI) Arvore de folloios verde-amarelados e com urn rèquis que apresenta uma pequena ranhura. Possui auricolas grandes e persistentes e estüpulas longas na base da folha. Particularmente associada com Terminalia sericea e Loudetia simplex. Muitas vezes dominante em bosques ('woodlands') de miombo, em èreias de coloracao pèlida ou a volta de clareiras de argila de coloracao pèlida era depressoes com urn lencol freètico pouco profundo e concregoes laterlticas. Regenera bem depois de um corte. A casca è utilizada para fazer cordas. Brachystegia boehiaii MUFUTI(geral), MOPU Arbusto ou èrvore. As folhas parecem mais plumosas que nas espècies de Brachystegias nesta èrea. Amplamente disseminada(o) e comuoi, usualmente com Dichrostachys, Coiobretum molle e Lonchocarpus bussei •indica ocorrência de concrecöes laterlticas e drenagem imperfeita, muitas vezes em declives. Casca utilizada para fazer cordas. Brachystegia bussei K0K0R0 As vezes muito localizada, mas usualmente dominante onde ocorre. muitas vezes dominante em bosques ('woodlands') nos declives mais abaixo das montanhas, mas tambèm encontrada em èreas de pousio. Brachystegia manga RUPACOLI (MTUPURI,MPAPA) Arvore, de folha cujo rèquis nao possul ranhura, com 2-3 nervuras dispos'tas em forma de leque nas bases dos folloios. Muito localizada, formando bosques ('woodlands') em algumas montanhas e pedimentos na èrea de Chipembe, mas por outro lado parece ser confusa na identificaclo. i possivel que os nomes locais cubram ambas a B. Manga e a B. spiciformis sem separacSo. Brachystegia spiciformis MSASA(geral),MTUPURI (RUPACOLI) Arvore com folloios cintilantes. Folhas cujos rèquis se apresenta largamente ranhurado com botoes (gomos) axilares grandes. Amplamante disseminada mas raramente dominante. Associada com Erythrophleum e Hyetenocardia, geralménte em solos fèrteis e bem drenados. Brachystegia utilis QUETEHE Arvore com folloios ligeiramente peludos. muito localizada em solos fèrteis, geralmente com outras espècies de Brachystegia. Casca utilizada em cordoaria. Brackenridgea zanguebarica NLUKAMA Pequeno arbusto, de folhas serradas lustrosas. Amplamente disseminado, mas nao è abundante. Espècies tipicas em èreas arenosas sob periodo de pousio. Bridelia cathartica NAPALAPALA Arbusto com folhas lustrosas e de margens enroladas para a pègina inferior, com rebentos que parecem nodosos devido a botöes velhos. Comum em èreas de solos arenosos sob periodo de pousio, com Julbernardia, Burkea africana Burkea e Flacourtia. Os frutos sSo comestlveis. NKARARA Arvore com folhas bipinuladas; com pelos castanho-avermelhados caracterlsticos nos botSes (gomos) apicais. Comum e amplamente disseminada, com Julbernardia em èreas de solos arenosos'sob periodo de pousio. 5 Byrsocarpus orientalis IMJUMJUMJU TULOTULO Arbusto com rebentos com muitas folhas pequenas, parecendo assim, pinulados. Comum em êreas de solos arenosos sob periodo de pousio. Cassia petersiana REPEREPE Arbusto associado com Baphia massaiensis arenosos sob periodo de pousio. CombretUB) collinuBt em êreas dos solos mais NKUPATURA Arvore com folhas grandes de periodos longos, insercao sub-oposta e que se assemelham a couro. Tipicamente encontrada em matagais ('thickets') de bambiï e tambèm em solos argilosos. CoabretUB fragrans ENAMA, NAMA •Pequena ou grande êrvore com folhas grandes dispostas em grupos de tres. Associada com matas tufosas ('clumps') de bambu. Amplamente disseminada, mas muito comum em solos lateriticos pouco profundos, nas orlas das zonas de drenagem. Vulgarmente usada para lenha. CombretUB hereroense RUPANARI Arbusto ou pequena êrvore, com folhas bastante peludas. Trata-se da espècie de ContbretoiB com as mais pequenas folhas. Associado com Acacia gerrardii ê volta de 'dambos' argilosos; frequente em termiteiras. CombretUBi isolle CHINCHIRI Arbusto ou pequena êrvore. Associado com Dichrostachys e Lonchocarpus bussei. Na"o em solos arenosos; ocasionalmente em termiteiras. Co/Bbretuw psidioides RUTCHAPOME, NRULE Arbusto ou pequena êrvore. tachya êreas Comiphora rehaanniana, Associado(a) com Olax obtusifolia, Brachystegia allenii e Terainalia sericea Trisem baixas ou lateriticas de mal drenagem . mollis NAMAPOPO, NREPWE Pequena êrvore espinhosa, de ramos torcidos e casca que se descama. Huito localizada em afloramentos rochosas, associada com Croton gratissimus. Crossopteryx febrifuga NAKUCHACHERE Arbusto ou pequena êrvore cuja lamina foliar apresenta bojos entre as nervuras. Usualmente associado com Brachystegia boehmii ou Combretu® fragrans em êreas com um lencol freêtico ou rocha pouco profunda. Trata-se de uma espècie usada medicinalmente: a casca è utilizada no combate a diarreias e para provocar abortos. As raizes sSo usadas como sabao. Croton gratissitBUS Arbusto com folhas de pêgina inferior prateada. de afloramentos rochosas. Cussonia arbórea Restrita a êreas KAPWAPNA Arbusto pu êrvore, de folhas grandes e caracteristicas; em grupos terminais em ramos 'atarracados'. Associado com Coebretuo fragrans, Pterocarpus angolensis e tufos ('clumps') de bambü. Encontrado em solos mais fèrteis, mas nao em argilas vermelhas ou em 'dambos'. 6 Dalbergia boehwii NRAPESU, KUKWIE Arbusto a grande èrvore. Uma grande èrvore em matagais (' tbickets') de bambd, em solos argilosos, mas tambèm nos outros solos mais pesados onde ela é mais arbustiforrae e pode ser encontrada em ireas sob periodo de pousio com Acècia polyacantha. Dalbergia melanoxylon PAU PRETO(geral), MIKO Arbusto ou pequena èrvore com rebentos espinhosos, folhas pinuladas com pequenos follolos arredondados. Muitas vezes em termiteiras; dita como sendo associada com solos mais ricos em célcio e nao geralmente em solos arenosos. Usada em escultura de madeira e na produ<;a"o de carva"o. Dichapetalum sp. SULU Arvore alta,encontrada apenas uma vez perto de Megama, num bosque (•'woodland') denso na"o perturbado; pensou-se que pudessem ser, possivelmente, umas espècies dos bosques ('woodlands') originais das èreas de solos vermelhos argilosos. Dichrostachys cinerea NTALALA Arbusto de folhas parecidas com as das acacias; com espinhos. Encon-trado em èreas perturbadas, muitas vezes em Brachystegia boehmii e CowbretüB) molle. Pode forroar matagais ('thickets') em èreas severamente pastadas pelo gado bovino. Madeira usada para lenha. Diospyros kir"kii NKULA Pequena èrvore ou arbusto, de folhas verde escuras com manchas pretas, com pelos castanho-rosados caracterlsticos quando jovem. Encontrada em bosques ('woodlands') de miombo, caracteristicamente em èreas baixas ou lateriticas, com urn lencol freètico pouco profundo, mas tambèm associado(a) com Diplorhynchus em solos arenosos. Diplorhynchus condylocarpum ROKOTCHE Arbusto ou èrvore, com folhas pontiagudas de insercao oposta, latex leitoso e frutos carnudos dispostos aos pares. Encontrada num bosque ('woodland') de miondo e em èreas de solos arenosos sob periodo de pousio. Amplamente disseminada e comum. DoiBbeya rotundifolia NAHUTU Pequeno arbusto com folhas grandes. vermelhos argilosos. Erythrophleum africanum Arvore com folhas bipinuladas. Caracteristicamente em solos EHAKARI Encontrada num bosque ('woodland') de miombo, muitas vezes associada com Brachystegia spiciformis e Hymeno- cardia acida, nos solos mais arenosos; algumas vezes encontrada perto de èreas com um lencol freètico pouco profundo, com Brachystegia allenii e Terminalia sericea. Flacourtia indica NTAPIO (Maconde), MUTEMA, NTEMA Arbusto espinhoso, a maior parte das vezes associado com Julbernardia em èreas de solos arenosos sob periodos de pousio. Garcinia livingstonei NPELEPETCHO Pequeno arbusto de folhas verde-azuladas lustrosas que se assemelham a couro, dispostas em grupos de tres. Associado com Maprounea africana e Suartzia madagascariensis. Geralmente em 'dambos' arenosos; è um bom indicador de mal drenagem. 7 Harrisonia abyssinica PUTUKULUWE Arbusto espinhoso e trepadeiro com folhas pinuladas de follolos serrados e peciolados. A maior parte das vezes em solos vermelhos argilosos, particularmente onde aparecam perturbados. Holarrhena pubescens RAKARAKA Arbusto com latex leitoso e frutos longos. boehetii, Markhamia obtusifolia, Acacia Associado com polyacantha, Dalbergia nos solos mais pesados das éreas que estavam em pousio havia muito tempo. Hugon ia orientalis EPALE, PULOTULO Pequeno arbusto, muitas vezes trepadeiro, com casca cortica e folhas que parecem rugosas. Espècies tipicas em èreas dos solos mais arenosos em miombo, sob perlodo de pousio. Hymenocardia acida K0T0K0SI, PUTACOTJE 'Arbusto, com 'glSndulas' alaranjadas nas pèginas inferiores das folhas. Muitas vezes associado com Brachystegia spiciformis e Erythrophleuw. Nos solos mais pesados, persistindo em èreas sob perlodo de pousio. Julbernardia globiflora MPANGALA,(Maconde),MPAKALA Arvore ou arbusto com follolos franjados nas margens, vagens caracteristicamente inseridas em cima da copa, tipica em bosques ('woodlands') de miombo, mas dita como na*o caracterizando quaisquer condicöes especlficas de solo ou de factores de habitat. Encorajada por desbravamento e por cortes muito frequentes; consequentemente muito comum em èreas que estavam em pousio havia pouco tempo (pousios recentes). Na"o encontrada em solos argilosos. Casca usada em cordoaria. Kigelia, africana RIKIRIKI Arvore com folhas compostas grandes, frutos pendentes e que se parecem com salsichas. Ocorrência localizada. Parece indicar èguas perenes a reduzida profundidade, mas na*o aparece em èreas pobremente drenadas. Muitas vezes ao longo de rios. Lannea stuhlaannii Pequena érvore, muitas vezes em terroiteiras velhas. Lonchocarpus bussel Arbusto SIMWYELE (PECHERUWA, NAPICHI, NANTILIA) ou pequena érvore com folhas pinuladas, follolos longos e estreitos. Associado com Brachystegia boehmii, Dicbrostachys e Cota- bretuiï mol I e , particularmente em èreas sob perlodo de pousio. Nao observado na maioria dos solos arenosos. Utilizado na producSo de carvSo. Lonchocarpus capassa NTUMBATI (Maconde), MUYACHALA Arbusto ou pequena érvore, geralmente com 3 follolos verde-azulados grandes, muitas vezes atacados por lagartas mineiras. Caracterlstico em solos argilosos, onde aparece associado com Acacia polyacantha, Piliostigaa e Harkhaaia obt.usifolia. Mangifera indica MANGUEIRA (geral) Grande érvore, difusa, sempre verde. Introduzida e extensivamente plantada no tempo colonial. A maior parte das vezes associada com Anacardiua e comum junto a povoagSes. Frutos comestlveis. 8 Haprounea africana NAKALIKALI Pequena èrvore com follolos ovados de longos peciolos delgados (esguios). Associada com Suartzia e Garcinia, a maipr parte das vezes nas orlas de 'dambos' arenosos. Harkhawia acuminata NTATAVALE Arbusto ou pequena èrvore de folhas pinuladas com follolos pontiagudos, na"o peludo, vagens delgadas e longas com muitas lenticelas. Ocorrência localizada. Encontrado em bosques ('woodland') menos perturbados, em solos vermelhos argilosos. Harkhamia obtusifolia NAMIUNDU(Maconde), NAHUTU Arbusto ou pequena èrvore de folhas verde escuras pinuladas com .follolos sêsseis, longas vagens retorcidas e aveludadas. Associado com Holarrhema pubescens, a maior parte das vezes em solos vermelhos argilosos; mais comum em èreas sob periodo de pousio nestes solos. Madeira usada na contru<;§o de casas. Milletia stuhlmannii HPIRRI (MBOWE, MMYAYA) Grande èrvore de folhas pinuladas; grandes vagens pendentes, retorcidas e (permanecem na èrvore). Muitas vezes com Pteleopsis. Encontrada em solos pouco profundos, particularmente nas partes mais baixas das montanhas e em èreas com afloramentos rochosas. OrwocarpuiB kirkii NIKURUNAMWALE Arbusto de casca cortica sulcada, folhas pinuladas com numerosos follolos. Espècies de èreas sob periodo de pousio, a maior parte das vezes nos solos mais arenosos. Parimari curatellifolia NTUPIO Pequena èrvore ou arbusto. Ocorrência localizada, muitas vezes associada(o) com Garcinia ë Haprounea nas orlas de 'dambos' arenosos ou nas èreas com um lencol freètico pouco profundo. Pericopsis angolensis Arvore ladeando drenados. alguns PhyUanthus reticulatus MWANKA 'dambos' em solos arenosos pobremente NENELE Arbusto formando matagal ('thicket'). Associado com Dalbergia boehmii nos solos da mais pesada textura. Mais comum em èreas sob periodo de pousio. PiJiostigna thonningii NTITIMPWE,(NHEKEHE), MUAKHEE (Maconde) Grande arbusto ou pequena èrvore com grandes folhas tipo asa de borboleta, lustroso e verde escuro e com vagens grandes. Associado com Acacia polyacantha, Lonchocarpus capassa e Stereosperetum em solos vermelhos argilosos. Especialmente comum em èreas perturbadas. Pseudolachnostylis maprouneifolia NTOLO Pequena èrvore associada com Diplorhynehus em èreas sob periodo de pousio, a maior parte das vezes nos solos mais arenosos. Pteleopsis myrtifolia NAPIRI, MLEVA Arbusto a grande èrvore, partes jovens com urn veludo acastanhado. maior parte das vezes em solos rochosos pouco profundos; nao em areias. 9 Pterocarpus angolensis MBILA(geral), MPILA Arvore grande, difusa, com frutos grandes, circulares, hirsutos e alados, que permanecem, frequentemente, na êrvore depois da queda das folhas. Associada com bambd, Cussonia e Combretu® fragrans. Caracteristicamente em bosques ('woodland') de miombo, em solos bem drenados, incluindo declives de montanhas. Pterocarpus rotundifolius ssp. polyanthus Confunde-se com Dalbergia Securidaca boehmii, longepedunculata KOLOTCHE Arbusto baixo e fusiforme. mais arenosos. Steganotaenia KUKWIE mas menos comum. araliacea Em éreas sob perlodo de pousio nos solos KAPWERERA Arbusto com folhas grandes pinuladas e foliolos dentadas; reunidas, .terminalmente, em grupos. Encorajado pelo desbravamento. Encontrado, especialroente, nos solos mais pesados e mais fèrteis, mas n3o em argilas vermelhas. Sterculia africana NTUMPU Arvore grande, difusa, de casca cinzenta-esbranquicada e que se descama. Muito localizada. Caracterlstica de.matagais ('thickets') de bambü nao perturbados, em solos vermelhos argilo sos onde constitui uma êrvore grande e emergente. Sterculia appendiculata Arvore tronco bases e quando picua. mas com Sterculia, NTHILI muito alta com folhagem apenas na parte superior; com urn pèlido-amarelado. Muitas vezes em morros de tèrmites e nas nas ravinas de montanhas; na"o em areias. geralroente deixada determinada êrea è desbravada e consequentemente muito consPossivelmente indica solos muito profundos ou bem drenados um fornecimento seguro de humidade. quinqueloba NTONHA Arvore alta, muito similar a S. appendiculata, mas ramificando-se para baixo. Mais comum que S. appendiculata mas aparentemente em meios similares, embora encontrada mais frequentemente em éreas cultivadas. Stereosper mum kunthianum NK0N0NEL0 Arbusto pequeno a èrvore, de folhas pinuladas com foliolos ascensionalmente encaracolados, com um réquis amarelado. Associado com Aca- cia polyacantha, Piliostigma e Lonchocarpus capassa nos solos mais pesados incluindo èreas sob perlodo de pousio. Particularmente comum em solos vermelhos argilosos e em matagais ('thickets') de bambd. Strychnos aadagascariensis NKULUKO Arbusto a pequena êrvore de ramos rigidos, folhas azul-esverdiadas com tres nervuras medianas, pontos redondos grandes. Associado com Diplorhynchus e a maior parte das vezes em éreas sob perlodo de pousio. Strychnos spinosa NIKOROPALE Arbusto de ramos delgados em forma de arco, armado aduneos, folhas lustrosas com tres nervuras medianas. èreas sob perlodo de pousio, em solos arenosos. com espinhos Encontrado em 10 Suartzia madagascariensis SINJEINJE Arvore pequena com vagens cilindricas longas. Associada com • Maprounea e, algumas vezes, Garcinia e Parinari. Encontrada nas margens de éreas imperfeitamente drenadas, era solos arenosos. Syzygium cordat.ua NTHUKURA Arvore pequena encontrada em éreas de 'dambos' arenosos, muitas vezes associada com o cultivo de arroz. Usada na producSo de carvSo. Tamarindus indica MWEYPA Arvore alta sempre verde, cos una fclhagera densa, profunda e verdeazulada. Encontrada somente em termiteiras velhas das quais é nïuito caracteristica; n§o ein êreas de solos vermelhos argilosos. Terminal ia Sericea KACHANCHE Arvore com casca profundamente sulcada, de raroificacSo simpddica caracteristica, folhas mais ou menos prateadas e com urn sistema radicular pouco profundo. Associada com Brachystegia allenii e Loudetia simplex, formando urn bosque ('woodland') aberto. Encontrada em areia pélida, em éreas com urn lencol freético pouco profundo, a maior parte das vezes associada com laterite. Madeira usada na construclo de casas. Terminalia stenostachya Arvore'associaaa com Acacia goetzii, KACHANCHE Andropogon e Themeda, geraimente em depressSes meihor drenadas, em solos nSo arenosos. Hadeira usada na constru$3o de casas. Uapaca, nitida KOTCHOKORE Arvore pequena sempre verde. Encontrada em 'dambos' arenosos ou êreas com um lencol freético pouco profundo. Vangueria sp, IMCHULULU (KUNAPA) Arbusto com folhas grandes. Associado com (Phyllanthus discoideus. A maior parte das vezes em bosque ('woodland') de miombo nos solos mais arenosos. Vitex mombassae (incl. Arvore 'V.madiensis') NAKUTCHUPA pequena de folhas em forma de palma, enrugados. Associada (NALUKUNAKOMA) com follolos peludos e com Hymenocardia e Brachystegia allenii, em êreas arenosas pobremente drenadas. Vitex payos (ind. 'V.doniana') NHIRO Arvore pequena de folhas em forma de palma, com foliolos verde escuros, que se assemelham a couro. Encontrada em depressies com um lencol freético pouco profundo, muitas vezes associada com arroz, Syzygium cordadum, Vapaca nitida Xeroderris stuhlaannii e Combretum fragrans. NLOTWE Arvore de folhas pinuladas, verde escuras e grandes. As vezes associada com Steganotaenia, possivelmente em solos mais ricos em cêlcio. Xeroaphis obovata PAPA Arbusto com espinhos dispostos aos pares nos nós, com folhas peludas e enrugadas. Associado com Diplorhynchus e Pseudolachnostylis solos arenosos. Espêcies tipicas de éreas sob periodo de pousio. em 11 Xylotheca tettensis Arbusto NKAUKAU de folhas obovadas e com flores brancas grandes. cofl) Markham ia obtusifolia, Dalbergia hoehmii. mais pesados. Holarrhena, Phyllanthus Associado reticulatus e Espêcies de èreas sob perlodo de pousio nos solos GRAHINEAS E ERVAS Andropogon gayanus Graminea rècimos, goetzii WAWORO, NAHALI perene de atè 3 m de altura, com flores expostas era dois com folhas bastante largas. Associada com Themeda, Acacia e Terminalia stenostachya, tipicamente em èreas cerradamente arborizadas e è volta de afloramentos rochosos. mais pesados. Palatèvel ao gado quando jovem. Chloris Usualmente nos solos virgata Anual, atè 50 cm de altura, inflorescência esbranquicada digitada. Ocorrência localizada, usualmente em solos arenosos pèlidos, com drenagem pobre. Digitaria spp. ROTHNE, NTUMPO Perene, atè urn metro de altura; inflorescência delgada e digitada. Em solos arenosos, geralmente em êreas abertas sob perlodo de pousio. Eragrotis aspera Anual atè urn metro de altura; com muitas flores pequenas encontrada em èreas perturbadas e cultivadas. Heteropogon contortus SANO(Maconde), ITIKINA Perene atè 1.5 m de altura; sementes com muitas arestas retorcidas pretas que aderem ès roupas. Amplamente disseminada em todos os tipos de solos, mas onde estes se apresentam perturbados. Heteropogon aelanocarpus Robusta anual atè 2 m de altura; sementes com arestas retorcidas pretas mas na"o peludas. De ocorrência muito localizada, nos solos mais ricos em èreas perturbadas. Hyperthelia dissoluta NDELE(Maconde), HLASI Perene atè 3 m de altura; flores quase escondidas com duas grandes aristas por flor, comum em solos arenosos depois de uma perturba^So, especialmente em èreas sob perlodo de pousio e ao longo das bermas de estradas. Usada para fazer coberturas de colmo em palhotas. Hyparrhenia spp. MLASI(NAMACHI, NIPIPO) Perene atè 3 metros de altura; flores expostas e com mais de duas aristas. Amplamente disseminada e comum, muitas vezes atè mesmo dominante. Em solos pesados e em solos arenosos. Muitas vezes confunde-se com Hyperthelia. Loudetia siwplex Perene atè um.metro de altura. Associada com Brachystegia allenii e Terainalia sericea. Em areias pobremente drenadas e pèlidas usualmente associada com depressoes lateriticas. Nao palatèvel ao gado. 12 Oryza sativa Anual até 75 cm de altura. drenados. Oxytenanthera ARROZ (geral) Cultivada era 'dambos' arenosos pobremente abyssimica BAMBU(geral), METALE Perene, atè 6 m de altura. Amplamente disseminada, ocorrendo em dois habitats. Forma matagais ('thickets') densos em solos vermelhos argilosos, mas, geralmente, ausente em èreas sob perlodo de pousio. Encontrada tambêm em tufos ('clumps'), possivelmente associada com laterite e particularmente, ladeando depressöes arenosas pobremente drenadas. Vulgarmente forma pequenos matagais ('thickets') em morros velhos de têrroites em alguns tipos de bosques ('woodlands') de miombo. Panicu-m maximum Graminea tufosa de atè 1,5 m de altura. Nos solos mais ricos, mas apenas comum nos solos mais pesados. Huito palatével ao gado. Pennisetum polystachion NAMPIVI Perene atè 2 m de altura. Tipica de éreas sob perlodo ou perturbadas, tanto em solos pesados como arenosos. de pousio Pennisetum purpureum CAPIM ELEFANTE (geral) Perene, atè 3 m de altura. Apenas nos solos mais hümidos e mais ricos ém pequenos vales. Huito palatével ao gado. Perotis patens Anual, atè 50 cm de altura; inflorescência 'hirsuta'. arenosos perturbados com uma vegetacSo aberta. Pogonathria Em solos squarrosa Anual, atè 1,5 cm de altura; inflorescência em quatro filamentos verticais. Caracterlstica de èreas sob perlodo de pousio e de perturbacöes em solos arenosos. Rhynchelytrum repens Anual atè 50 cm de altura; arenosos perturbados. Rottboellia exaltata inflorescência avermelhada. Em solos NYAPA Anual atè 3 m de altura. Em èreas sob perlodo de pousio e em éreas perturbadas, em solos vermelhos argilosos. Algumas vezes em termiteiras. Sorghastrum bipennatum Anual, atè 1,5 m de altura. èreas perturbadas. Em èreas sob perlodo de pousio Themeda triandra Perene, Associada NIPUTI atè 1,5 m de altura; com Acacia goetzii, flores murchas agrupadas em feixes. Terminalia stenostachya e Andropogon. Aparenteoente nos mais ricos solos de bosque ('woodland'), vezes em depressöes lateriticas com Brachystegia allenii. Tristachya rehmanniana Perene, e em atè 1,5 m de altura. mas ès NIPUTI, NSAVA Associada com Combretum psidioides Olax obtusifolia. Em depressöes arenosas e lateriticas, com tegia allenii e Terminalia sericea. e Brachys- 13 Urochloa mosaabicensis NANRAPU Perene, baixa, com folhas largas. Associada oom Pennisetuw polystachion em éreas cultivadas ou pastadas, nos solos mais ricos, incluindo solos vermelhos argilosos. Muito palatèvel ao gado. 14 ANEXO B: ASPECTOS PED0LÓ6IC0S BI Descrica"o geral e caracteristicas oorfolögicas e quiaiicas dos solos distinguidos B2 A ocorrência das unidades de napeamento, uma inventarizacSo dos tipos de solos presentes em cada uoia e urn resumo das caracteristicas pedológicas B3 Probleoas taxonomicos dos soios B4 Coaientarios sobre alguoias cooplicacdes analiticas B5 Hdtodos analiticos B6 Verbete para a descricSo de sondagens (INIA) B7 Verbete para a descricSo de perfis (INIA) caracteristicas dos solos e sobre tipos de alguias 15 ANEXO BI DESCRIQXO 6ERAL E CARACTERISTICAS H0RF0LÖ6ICAS E QUINICAS DOS TIPOS DE SOLOS DISTINGUIDOS INDICE Tipo de Solo Pègina A.1.1 A.2.1 A.2.2 A.2.3 A.2.4 A.2.5 A.2.6 A.2.7 A.2.8 A.2.9 A.2.10 A.2.11 A.2.12 A.2.13 A.2.14 A.3.1 A.3.6 A.3.8 A.3.13 A.3.14 A.3.15 A.4.3 A.4.6 A.4.7 17 19 22 22 26 27 30 30 30 31 33 34 35 38 42 42 44 46 46 46 46 49 49 49 BI.2.1 BI.2.2 BI.2.3 BI.2.4 BI.3.3 BI.3.4 50 50 51 56 58 58 B2.2.1 B2.2.2 B2.2.3 B2.3.2 B2.3.3 61 61 63 67 68 16 'pH (ledido 1(4.5 i 4.5-5.0 ! 6.1-5.5 ! 5.6-6.0 1 6.1-6.5 n égua) eitremente acido nito forteteate acido fortetente acido ledianaiente acido leveiente acido ! CAMCTEBISTICA QUIHICA ! 1 Hateria organica (Z) ! Hitrogeoio (Z) ! Fosforo (ppo) S ! { 6.6-7.3 rceutro 7.4-7.8 leveeente alcalino 7.9-8.4 ccderadaesate alcalino 8.5-9.0 fcBrteseote alcalino >9.0 raiito forteKnte alcalino BUITO SAIxO <1 : mw : eeio ALTO i i ! 1-2 (0.1 0-5 i 2-4 ! 0.1-0.2 ! 5-10 )4 >0.2 10-15 )15 0.4-0.7 1.2-2.0 0.4-8.8 )0.7 )2.0 >0.8 10-20 4-6 )20 )6 HUITO ALTO 1 1 II trocavel (ieq/100 gr.solo) ' ! - solos arenosos «101 argila) ! ! - solos argilosos ()40Z argila)! 1 - ratros solos S <0.05 (0.2 <0.1 1 : 0.05-0.1 S 0.1-8.4 i 0.2-0.4 J 0.4-1.2 ! 0.1-0.2 i 0.2-0.4 i i ! Ca trocavel (ieq/100 gr.solo) ! 1 - solos altos ei argila tipo2.l! i - ootros solos 1 (2 <0.5 ! 2-5 ! 0.5-2 1 1 ! 5-10 2-4 • 1 1 { Mg trocavel (leq/lOOgr.solo) 1 1 - solos arenosos S S - solos argilosos • S (0.3 (0.2 1 Ha trocavel (aeq/100 gr. solojl 1 C.T.C. (pH7,teq/100 gr. solo) i S Satoracao das bases (X) S (0.1 <3 (20 ! 0.3-1.0 ! 0.2-0.5 ! 1.0-3.0 3.0-6.0 ! 0.5-1.0 1.0-2.0 )6.0 )2.0 1 0.1-0.3 ! 3 -7.5 1 20-40 J 0.3-0.7 ! 7.5-15 ! 40-60 )2.0 >30 80-100 i 1 i i I — Oaadro Classificaqao dos niveis ds algueas caracteristicas quioicas 0.7-2.0 15-30 ' «H» ' 1 1i i 17 DESCRIQAO GERAL E CARACTERISTICAS HORFOLÖGICAS E OUIHICAS DOS TIPOS DE SOLOS DISTINGUIDOS 4 Solos desenvolvidos gneisses aigaatiticos, ea rochas principalaente gneisses quartziticos, A.l Solos algo excessivaaente Aiiil Solos algo excessivamente e algo excessivamente a beo drenados, principaloente ouito profundos, de areia a areia franca, de cor castanha escura, castanha e laranja sobre aoarela a vernelha. ou algo excessivamente ècidas (gneisses, granodioritos) a ben drenados Este tipo de solo è tipico para: - encostas superiores dos sopès em zonas suavemente ondulados a ondulados coo "interfluves" largos, relativos as unidades do oapa A.b A.b A.b 2.d ' 2.v ' 2d/v Na unidade A.b tambêm forao encontrados solos superficiais e aode2.v radaniénte profundos,atêpedregosos perto de afloraoentos rochosos. Foi d e s c r i t a uoa cova na unidade A.b com as seguintes c a r a c t e r i s - 2.d ticas: Qarateristicas •orfolfaicas: Sabsolo Ganda aravel estrutara : nito fracaMBte desenvolvida partlcolas soltas coBsistncia seco haaido •olbado : solta : solta : nao plastica, nao pegajosa solta solta nao plastica, nao pegajosa pelialas : nao encontradas nao encoatradas poros : ataodantes nito finos e finos abundantes iuito finos e finos •dtas n i t o fioas e finas raiies pottcas Mito finas e finas; nao ba raizes a partir dna profundidade de 70 et Caracterlsticas wloicas Profnd. PH-H20 (co) 0-30 5.1 30-70 5.7 70-140 5.4 Hat.org. H-tot. P-ass. ea Hg (X) (Z) (PPO) ( -«q/lOO 0.4 0.02 2 1.1 0.4 0.6 0.05 4 1.6 0.5 l.é 0.3 I Na gr. de solo 0.20 0.56 0.12 0.15 0.13 0.12 S (Z) 2.3 65 2.4 89 2.2 74 TBT -) 18 Ayajiacao Caiada aravel PÜ-H20 fortMente acido aateria organica nitrogeaio- total fósforo-assiailavel calcio aagaesio sodio extreaaaente baixo baixo : baixo baixo : ledio : aedio Subsolo forterate a aedianaaente acido extreaaaente baixo baixo baixo baixo aedio baixo Classificacao (FAO/WffSl» ) : 'albic Arenosols" .- encostas i n f e r i o r e s , perto da transicao com as encostas mèdias, em zonas suaveniente ondulados, sendo as unidades A.a , A.a e A.b. 2.d 2.v 2.v Foram d e s c r i t a s 2 covas em encostas i n f e r i o r e s da unidade A.a e uma 2.v cova nuroa encosta i n f e r i o r na unidade A.b , com as seguintes carac2.v terrsticas: Caracterlsticas aorfológicas: Caiada aravel Subsolo estrutora «ito fracaaente a •oderadaKBte desenvolvida, anisoforie subangular, fina a aedia aacica porosa, foderadaKnte a debilaeote coerente coosistencia seco traiido aolbado solta a braada solta nao plastica, nao pegajosa solta a branda solta nao plastica, nao pegajosa peliculas nao encontradas nao eacontradas poros abandantes a mitos nito finos, coauns a poocos, finos auitos nito finos, nito poocos a pontos, finos raizes nitas nito finas, conns a nitas finas coauns a poocas raizes de todos os taaaabos 19 Caracteristicas Oulilcas Profund. PH-M20 (Cl) H-tot. P-ass. (Z) (Z) (ppi) 0.060.13 0.010.09 - 0-15 Hat.org. 0-15 6.0-6.4 1.3-2.3 15-75 6.0-6.5 0.2-0.6 75-150 6.0-6.3 - 1-5 - Ca Hg I ( -teq/100 gr. de 2.6- 0.7- 0.102.9 1.2 0.16 0.4- 0.081.01.4 0.7 0.14 0.60.3 0.070.10 1.1 Ma solo 0.120.13 0.120.16 0.100.13 TBT S - ) (Z) 3.5- 74- 5.4 1.6- 2.2 0.9- 1.6 90 7682 7480 AvaliacSo Canda aravel pfHBO •ateria organica nitrogaio-total fosforo-assiiilavel calcio •agoesio potassio sodio Sobsolo levewnte acido extrensente baixo baixo baixo baixo baixo baixo a radio baixo levneote acido baixo a satisfeito bain a Kdio baixo a alto : Kdio Kdio a alto • ledio : baixo Classificacao (FAO/'UKESCO): 'ferralic Arenosols sodic phase" Hais alèm, o tipo de solo A.1.1 foi encontrado em encostas superiores nas unidades A.c e A.c e em encostas medias na unidade A.c . 2.v 3.v 3.v 0 solo nestas posicoes pode ser cascalhento ou menos profundo. Nao foram descritas covas. 4.2 Solos bew, bea a aoderadanente bem e ttoderadamente hem drenados AA2^.1 Solos bem arooderadaroentebem e moderadamente bem drenados, rouito profundos ou menos profundos sobre petro-plintite, de areia a areia franca, de cor cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre castanha, pélida a aoarela e laranja, com manchas a partir duma profundidade de 50 cm e o lencol freètico n2o dentro 100 cm da superficie. Este solo è tipico para encostas inferiores e languas (dambos). ObservacSes nas encostas inferiores foram feitas nas seguintes dades de mapeamento: A.a, A.a , A.b , A.b e A.c l.v 2.d 2.d 2.v 3.v Observacoes nos dambos foram feitos nas unidades A.a , A.a e uni- A.b. l.v 2.d 2.d Foram descritas covas em encostas inferiores nas seguintes unidades A.a (1 cova), A.a (1 cova). A.b (1 cova) e A.b (2 covas) l.v 2.d 2.d 2.v 20 Foi d e s c r i t a 1 cova num darabo na unidade A.a 2.d C a r a c t e r i s t i c a s das covas d e s c r i t a s nas encostas inferiores.£*r§cteristicas Hgrfglógicas Subsolo Caiada aravel estrotora :fracMente deseotolvida, anisoforie subangalar, nito fina a ndia •acica porosa, debilmte coereateraparticulas soltas consisteacia seco :solta a branda branda a ligeiraaente dura solta nao plastica, nao pegajosa htnida •olkado rsolta :nao plastica, B M pegajosa peliculas : B M encortradas oao encontradas poros rnito a abundntes nito fins, conns a nitos fiass, psutos s ccssns wdios conus a nitos nito finos, poucos a ccssss fiess raizes :coms a frenentes nito fins, conas fins. poocas nito fiaas, finas e ndias poacas wdias Caracteristicas Qniiicas Profnd. (ca) 0-13 PH-H20 5.6-6.1 Hat.org. (Z) 0.7-1.5 13-40 5.4-6.4 0.2-0.4 40-130 5.3=6.4 H-tot. (I) 0.030.05 0.020.03 P-ass. (ppi) 2-8 0-2 - Ca Ng I n ( -oeq/100 gr. de solo 1.3- 0.4- 0.06- 0.110.19 2.8 0.8 0.11 0.7- 0.1- 0.04- 0.110.22 1.5 0.5 0.10 0.5- 0.2- 0.04- 0.120.19 1.4 1.3 0.08 Avaliacao Caiada aravel PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assi*ilavel calcio •agwsio : fortemte a levemte acido : extremente baixo a bain : baiio : bain a tvdio : bain a wdio : bain a Mdio Subsolo fortemte a levemte acido extremen te baixo baixo bain baixo •edio TBT -) 2.4- 3.4 1.1- 2.0 0.9- 2.2 S (X) 5382 5184 5996 21 bain baiio baiio a aedio baiio potassio sodio Classificacao (FAO/UNESCO): principaliente 'albic Arenosols, sodic pbase', taabea "ferralic Arenosols, sodic pbase" C a r a c t e r i s t i c a s da cova d e s c r i t a num dambo na unidade A.a 2.d Caracteristicas Horfológicas: Caaada aravel estrutnra Sobsolo : particalas soltas particalas soltas copsisteocia seco boiido •olbado solta solta nao plastica, oao pegajosa ligeiraieate dara solta oao plastica, oao pegajosa peliculas oao encontradas oao eKontradas poros nitos m i t o finos, e oedios •aitos nito finos, f ims e oedios raizes coauns ledias, poucas finas poocas fioas e grosseiras Carayter|sticas Qa|ticas: Profond. (et) 24-65 65-140 ptHOO 6.1 5.8 5.7 Hat.org. H-tot. (Z) (Z) 0.8 0.03 0.4 0.04 P-ass. (PPO) 8 2 Ca Hg ( -teq/100 1.9 0.5 1.0 0.4 1.0 0.4 I Ha TBT gr. de solo - ) 0.09 0.12 2.6 0.08 0.11 1.6 0.10 0.13 1.6 éalisio Canda aravel ptHBO Hteria orgaaica •itroiéfio-total fósfofo-assiiilavel cakio •agotsio potassio '*•* : aediaitaKote <i leveaente acido : altrenneate bain . bain : eedio : bain : bain : bain : bain Oissifiasis US13&SSl: 'caatic Aretosois' Sobsolo •ediaaateate acido eitrenMste bain baiio bain bain bain bain bain S (Z) 69 64 76 22 biZz.2 Solos muito profundos com 60-100 cm de areia a areia franca sobre material franco arenoso a franco argilo arenoso; - bern drenados, de cor castanha e alaranjada sobre laranja, em topos e encostas superiores dos "interfluves" na unidade A.a - l.d bent a moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura e castanha escura sobre amarela, com manchas laranjas, amarelas e pretas a partir duma profundidade de 60 cm, em encostas inferiores nas unidades A.a e A.b . 2.d l.v Na"o foram feitas muitas observacöes. 0^.2^3 Solos principalroente muito profundos com 30-60 cm de areia a areia 'franca sobre material franco arenoso a franco argilo arenoso; - bem drenados, de cor castanha avermelhada escura, castanha e laranja sobre vermelha, em topos, encostas superiores e em encostas medias dos "interfluves" nas unidades A.a , A.a , A.b e A.c l.v 2.d 2.v em transicöes de encosta superior para a encosta media dos nas unidades A.a , A.a , A.a e A.c e em encostas l.v riores na unidade A.c 2.d 2.v 3.v sopes infe- 3.v 2.v bem a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e amarela, em transicöes da encosta media para a encosta inferior dos sopes na unidade A.b , em encostas 2.v inferiores na unidade A.a e em depressoes nas unidades 2.d e A.a , A.a l.d l.v A.a . 2.v Nas transicöes da encosta superior para a encosta media nos sopes na unidade A.a foram encontrados solos muito cascalhentos, 2.v superficiais a profundos. Foram descritas covas na encosta superior dum sope na unidade A.a (1 cova), na transicao da encosta superior para a encosta me2.v dia dum sope na mesma unidade dum sope na unidade A.a 2.d A.a (1 cova) e na encosta inferior 2..v (1 cova). 23 Caracteristicas da cova na encosta s u p e r i o r dum sope na unidade A.a: 2.v Caracteristicas Horfológicas Subsolo Canada aravel estrutura : nito fracaiente desenvolvida, anisoforie subanguiar, fina a iedia particolas sol tas consistencia seco hunido •olnado : solta a branda : nito friavel : nao plastica, nao pegajosa solta a branda nito friavel nao plastica, nao pegajosa peliculas : nao eacontradas nao encontradas poros : conns a nitos nito finos conns a nitos nito finos raizes : nitas grosseiras, conns a freqnentes nito finas e finas nito poncas nito finas e finas Caracteristicas Quiiicas: Profund. plHQO (ei) 0-8 5.1 8-30 4.8-4.9 30-55 cascalbo 4.9 Mat.org. (Z) 2.0 0.6-0.9 H-tot. (Z) 0.19 0.06 1.3 0.09 P-ass. (Pf*) 5 2-3 4 Ca Hg ( -nq/100 1.7 1.0 0.5- 0.30.6 1.2 0.8 0.6 Canada aravel PH-H20 : nito fortewntè a fortenente acido : baixo a extreraente nteria organica baixo oitrogenio-total : baixo a nedio fosforo-assiiilavel : baixo a nedio calcio : baixo nagnesio : principalnente nedio potassio : baixo a nedio sodio : baixo Slassificacjg (FA0/UKESC0): 'ferralic Arenosols' I Ha gr. de solo 0.28 0.13 0.16 0.130.14 0.22 0.15 TBT - ) 3.0 1.12.6 1.7 S (Z) 50 3254 38 Subsolo nito fortenente acido baixo a extrena•ente baixo baixo baixo baixo principalnente nedio nedio baixo C a r a c t e r i s t i c a s da cova na transicSo da encosta superior para a encos- 24 ta m e d i a d u m s o p e n a u n i d a d e A.a : 2.v Este s o l o è mais p r o f u n d o mas f i c a moderadamente profundo com m e t e o r i z a d a a 90 cm da s u p e r f i c i e . Caracteristicas Horfológicas Canada aravel Subsolo estrutura :aoderadaaente fraca desenvolvida, anisoforie subangular, ledia aacica porosa aoderadaaente coerente consistescia seco huaido aolbado :solta a branda :auito friavel :nao plastica, nao pegajosa ligeiraaente dura friavel nao plastica, nao pegajosa peliculas :nao encontradas nao encontradas poros :witos finos coiuns, wito finos raizes :coauns, tuito finas coauns, finas e grosseiras Caracteristicas Oniiicas: Profand. (ei) 0-15 PÜ-H20 5.9-6.1 15-32 5.7 32-90 5.4 rocha «eteorizada Nat.org. H-tot. (Z) (Z) 0.7-0.9 0.060.08 0.04 0.04 0.5 0.3 P-ass. (PP.) 7-10 4 3 l Ca Hg ( -aeq/100 gr. de 1.3- 0.8- 0.111.6 0.9 0.16 0.8 0.4 0.13 0.4 0.7 0.17 êvaliasig Caaada aravel PH-N20 :iedianaiente a leveaente acido •ateria organica :eitresaiente baizo nitrogenio-total fosforo-assinilavel calcio •agnesio potassio sodio rbaiio :§edio a baizo :baizo a aaito baizo :principaliente aedio rbaiio :baizo Subsolo forteaente a aedianaaente acido eitreaaaente baizo baizo baizo •uito baizo aedio baizo baizo Ha TBT solo -) 0.10- 2.30.13 2.8 0.13 1.4 0.14 1.4 S (Z) 7074 60 44 rocha 25 Qlassificaslg (FAO/UJESCO): "ferric Acrisols" C a r a c t e r i s t i c a s da cova na encosta i n f e r i o r duro sope na unidade A.a c 2.d Caracteristicas Korfglógicas: Caiada aravel estrutura consistencia seco buiido lolbado Subsolo :Kiito fracasente a •oderadaoente deseovolvida, gruiosa, aedia particulas soltas :solta ligeirasente dura •uito friavel nao plastica, nao pegajosa :nao plastica, nao pegajosa peliculas .nao encontradas nao encontradas poros :witos, finos •uitos, finos raizes :conns m i t o finos e finas, conms tedias coauns tedias, poucas grosseiras Caracteristicas Ouiiicas: Profund. (ei) 0-16 16-54 PH-H2Ü 54-160 5.5-5.6 5.8 5.5-5.7 Hat.org. (X) 0.7 0.2-0.3 K-tot. (Z) 0.01 0.010.02 P-ass. (ppi) 5 0-1 Ca Kg ( ieq/100 1.8 0.2 1.0- 0.11.1 0.2 1.6- 0.51.9 0.7 I gr. 0.10 0.070.08 0.130.16 Ka solo 0.13 0.11 Avaliasfo: Caiada aravel PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiailavel calcio •agnesio rfortesente a lediana•ente acido :extreBaKflte baiso :baixo :baixo :baixo :baixo a raito baiio potassio sodio :baixo :baixo Subsolo forteeente a •edianaaente acido extremente baixo baixo baixo baixo baixo a auito baixo na caiada arenosa e Mdio a baixo na caiada franca baixo baixo TBT -) 2.2 1.31.5 0.13- 2.50.15 2.7 S (Z) 72 62798083 26 ClassificacSo (FAO/lHESCOh "albic Arenosols0 Ai.2^.4 Solos bem drenados, muito profundos com 10-30 cm de areia a areia franca sobre oiaterial franco arenoso a franco a r g i l o arenoso a franco argiloso. Este t i p o de solo f o i encontrado era topos e encostas superiores " i n t e r f l u v e s " nas unidades A.a e A.a , em encostas medias » H unidades A.a A.c , A . b e 2. v e A.c 2.d ° dos das A A.b , e em encostas inferiores n a s unidades 2.v l.d 2.v Solos m o d e r a d a m e n t e p r o f u n d o s foram e n c o n t r a d o s era e n c o s t a s superiores na unidade A.a e em encostas medias na unidade A.b 2.d 2.v As cores e n c o n t r a d a s n o s topos, encostas superiores e encostas medias nos " i n t e r f l u v e s " s a o : c a s t a n h a , castanha avermelhada e laranja s o bre la'ranja e v e r m e l h a ; as cores encontradas n a s e n c o s t a s inferiores sao castanha escura s o b r e castanha avermelhada escura e a m a r e l a . Foi descrita uma cova na encosta media duro sope na unidade A.b , 2.v com a s s e g u i n t e s c a r a c t e r i s t i c a s : Caracteristicas forfologicas: Caiada aravel Subsolo •oderadaiente desenvolvida, anisoforee subangolar, •edia soderadaaente a «ito fracasente desenvolvida, anisoforee sabangular a angular, ledia a grosseira nao plastica, nao pegajosa pouco plastica, nao pegajosa pelicolas nao encontradas nao encontradas poros nitos auito finos, finos e •edios suitos Kiito finos e finos conns cedios raizes •ditas finas e nito finas freojientes a tuitas Miito finas e finas, poucas a coauns sedias estrotura consistencia solhado 27 Garacteristicas fiuiiicas: Profund. pH-H20 Hat.org. (Cl) 0-27 27-70 70-130 5.9 6.0 6.1 (Z) 1.3 0.5 H-tot. (Z) 0.05 0.05 " ~ P-ass. (PP«) 14 2 ~ Ca Hg ( -•eq/100 1.1 3.8 0.7 2.4 0.3 2.2 I Ha gr. de solo 0.29 0.19 0.35 0.21 0.20 0.21 TBT -) 5.4 3.7 2.9 S (Z) 87 85 87 Avaliaclo Caiada aravel Subsolo PÜ-H20 •edianaiente atcido •ateria orgahica baixo nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio baixo alto ndio -alto Ndio : baixo •edianatente a levetente acido extremente baixo baixo baixo •edio baixo ndio baixo Classifjcasag (FAO/ÜICSC0): 'ferric Luvisols, sodic pbase' ^^2^5 Solos bem drenados, profundos e muito profundos arenoso a f r a n c o a r g i l o a r e n o s o , com uma camada cima era poucos l u g a r e s , de cor castanha escura a da escura e castanha avermelhada sobre castanha melha. de m a t e r i a l f r a n c o delgada de a r e i a era castanha averroelhaavermelhada e v e r - Este tipo de solo è tipico para os topos e as encostas superiores dos "interfluves" das unidades A.a , A.b e A.b Na ultima l.d l.d 2.v unidade este solo tambèm foi encontrado em encostas medias dos sopes. Solos superficiais foram encontradas em encostas superiores dos sopes, na unidade A.b . ^ 2.v Caracterlsticas das covas descritas em topos e encostas superiores do|" "interfluves" na unidade A.b : (§3 2.v Caracterlsticas Horfolfaicas; Caiada aravel Subsolo estrutura :ioderadaiente a Mderada•ente fraca desenvolvida, aoisoforie subangular, principaliente wdia •acica porosa consistencia seco :ligeirawnte dura ligeirawBte dura 28 buiido solhado a dura friavel plastica, pegajosa .-euito friavel a friawel :pouco plastica, pcuco pegajosa pelicolas :nao encootradas discostinuas, provauelceflte ds argila, delgadas poros :&iitos Eüito fiesos e finos, as vezes wdios cossras a euitos caito finos e finos, as vezes poucos eedios raizes :ouitas Eüito finas, coaams a iuitas finas, poucas a cowns eedias saitas a siito poucas caito finas, Eaito poucas a cowns finas, ouito ptwcas a poucas sedias. Caracteristicas Ouisicas: Profund. (es) 0-35 PÜ-H20 35-70 5.9-6.1 70-130 5.5-6.0 5.9-6.2 Hat.org . B-tot. (X) (2) 1.1-l.é 0.040.07 0.3-0.5> 0.03 ~ ~ P-ass. (pps) 1-7 0-2 ~ Ca Bg e Ka ( -eeq/100 gr. de solo 1.9- 0.5- 0.15- 0.132.6 1.2 0.38 0.19 0.7- 0.2- 0.15- 0.192.4 1.1 0.28 0.21 0.9- 0.5- 0.19- 0.19 2.3 1.1 0.27 TBT -) 3.0- 4.1 1.53.0 1.63.5 S (I) 7074 6878 (41) 6588 Ayaliaclp PÜ-H20 lateria organica Bitrogeoio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caaada aravel Subsolo sedianasente a levenente acido baixo baixo baixo a sedio baixo a sedio :baixo a sedio :baixo a sedio : baixo oedianaseate a levessnte acido extreaaEente baixo baixo baixo baixo a csdio baixo a sedio baixo a oedio baixo Qlassificacao (FAO/UHE!>C0): "rhodic Ferralsols °, cos "sodic phase" e ea alpins lugares. C a r a c t e r i s t i c a s das covas ero e n c o s t a s medias A.b 2.v dos sopes na unidade 29 Caracterlsticas Horfológicas: Subsolo Caiada aravel estrutura zwderadawnte a forte•ente desenvolvida, anisoforw subasgolar, fioa a grosseira fracawnte desenvol vida, anisoforw sBbangular, •edia a tacica porosa coosistencia seco :branda branda a ligeira•ente dura wito friavel a friavel nao a pouco plastica, nao a pouco pegajosa boiido :wito friavel nlbado :nao plastica, nao pegajosa pelicolas :nao encontradas nao encontradas por os :Hitos wito finos, cowns a wito finos, poucos a cowns wdios cowns a frequentes wito finos, cowns finos, poucos wdios raizes :wito frequentes a abundan- poucas a cowns a tes wito finas e finas, poucas a cowns wdias finas e finas, poucas wdias Caracterlsticas ttnliicas: Profuiid. (et) 0-25 PH-H2Ö' 5.5-6.4 Hat., org. H-tot. (I) (X) 1.4-0.8 0.04- 25-50 5.8-6.0 0.4-0.7 : 0.06 0.03- P-ass. M 0-2 0-1 0.04 50-130 - 5.8-6.0 Hg I Ha TBT ( -wq/100 gr. de solo - ) 1.1- 0.3- 0.24 0.19- 2.20.20 2.7 0.7 3.6 0.8- 0.1- 0.20- 0.19- 1.72.7 0.4 0.28 0.223.3 0.6- 0.2- 0.16- 0.21- 1.72.1 0.7 0.17 0.24 2.7 Ca èyaliacjo: Caiada aravel PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio : fortewnte a leveoente acido : eitreuwnte baixo a baiio baixo baixo baixo a wdio baixo wdio baixo Subsolo wdianawnte acido extreiawnte baixo baixo baixo baixo a wdio wito baixo a baixo baixo a wdio baixo 30 Qiafsifiycao (FAO/iMESCO): "rbodic Ferralsols, sodic pbase' éi2i6 Solos ben drenados, muito profundos com 40-100 era de are ia a franca sobre argila arenosa a argila. areia Este tipo de solo foi encontrado, de cor laranja sobre vermelha, en encostas raedias dos sopes na unidade A.b , de cor castanha sobre 2.d anarela, em transicoes de encosta media para a encosta inferior dos "interfluves" na unidade A.b , e de cor castanha escura sobre 2.d alaranjada, em encostas inferiores dos "interfluves" na unidade A.c. 3.v Nao foram feitas muitas observacöes. êiti? Solos siuito profundos, oom 20-40 cm de areia a areia frarsca sobre argila arenosa a argila; - bem drenados, de cor castanha escura e castanha avermelhada sobre alaranjada e laranja, em encostas raedias na unidade A.b e en 2.a encostas inferiores na unidade A.a ; l.d moderadamente bem drenados, de cor castanha escura sobre castanha com manchas vermelhas a partir duma profundidade de 40 co e concrecoes de ferro e manganês e petro-plintite na parte inferior do perfil, em transicoes da encosta media para a encosta inferior da unidade A.b . 2.v NSo foram feitas muitas observacöes. A.,2,.8 Solos muito profundos, com 30-60 cm de areia a areia franca e 30-60 cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila; - bem drenados de cor castanha escura sobre vermelha, em encostas superiores na unidade A.a ; - 2.d moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura sobre castanha, em encostas inferiores na unidade A.b . l.v Foi descrita uma cova numa encosta inferior na unidade A.b , com l.v seguintes caracteristicas: as 31 Caracteristicas lorfologicas Caiada aravel Subsolo : aoderadaiente a Mderada•ente fraca desenvolvida, anisoforie subangular, •edia a grosseira estrutura consistencia seco : dara bttiido : nito friavel •olbado : oao plastica, nao pegajosa sacica porosa, aodera daieote a fortetente coerente dura friavel a firae plastica, pegajosa pelicolas : oao encontradas oao encontradas poros : nitos a abundantes finos •uitos a abundantes finos raizes : cowns auito finas e finas •uito poucas a poucas finas A partir duia profundidade de 50 ca, nncbas auito distintas, abruptas, do que a abundência e o taaanho auaentai coa a profundidade de respectivaiente poucas atè auitas e pequenas atè lèdias. Caracteristicas Quliicas: Profund. (ca) 0-50 PÜ-H20 6.2 50-105 5.9-6.2 105-135 6.1 Hat. org. H-tot. |Z) (Z) 0.6-1.6 0.040.09 - P-ass. (ppt) 10-29 - Ca Ng I Ma TBT ( -ieq/100 gr. de solo - ) 2.6- 0.70.19- 0.16- 3.64.7 1.1 0.41 0.17 6.4 2.5- 1.30.13- 0.16 4.24.2 1.4 0.19 5.9 3.9 1.6 0.13 0.24 5.9 S (Z) 7989 8185 78 Ayaliacjo pH-WO •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo levewnte acido wdianaiente a levewnte acido extretaiente baixo baixo alto •edio a alto •edio baixo a «edio baixo extrewwnte baixo a baixo baixo alto a u i t o alto wdio a alto : ledio - wdio : baixo Classificacio (FAO/UNESCO): 'ferric Luvisols' A^2i9 Solos bem d r e n a d o s , muito p r o f u n d o s com 30-60 cm de a r e i a a areia f r a n c a e 10-30 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a , de cor castanha avermelhada escura e 32 laranja sobre vermelha. Este tipo d e s o l o è t l p i c o para t o p o s d e " i n t e r f l u v e s " e encostas superiores nas unidades suavemente onduladas, c o m u m a g r a n d e distê'nc i a e n t r e a s l i n h a s d e dreriagem ( s u p e r i o r a 1 6 0 0 m ) , s e n d o n a s u n i dades A.a e A.a 2.d 2.v F o i d e s c r i t a uma cova na encosta superior dunt sope na unidade 2.v com as s e g u i n t e s caracteristicas: Caracterjsticas §grfglögicas: estrutura consistencia peliculas Caeada aravel Subsolo foderadatente desenvolvida, anisoforie subangular, •edia a grosseira Hiito fracaiente desenvolvida, anisoforie angular, grosseira seco : branda hueido : eaito friavel lolhado : nao plastica, nao pegajosa : nao encontradas friavel plastica, nao pegajosa nao encontradas poros : witos wito finos e finos, poucos Kdios coMins Kiito finos, finos e aedios raizes : coauns Nito finas e finas, poucas Mdias e grosseiras poucas Miitp finas finas Caracteristicas Oylsicas Profand. PÜ-H20 (ei) 0-15 5.3 15-60 5.8 60-130 5.8 Hat. org. H-tot. (Z) (X) 0.03 0.6 0.010.2 0.02 ~ P-ass. (ppi) 5 0-1 ** Ca ( Mg 1.3 0.2 0.5- 0.3- 1.1 0.7 1.2 0.91.4 r •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo Ndianaiente acido •edianaiente a lev •ente acido eitreeatente baixo baixo baixo sedio a baixo baixo •edio baixo eitresannte baixo a baixo baixo ledio a alto oedio sedio : sedio • baixo TBT - ) 0.07 0.17 1.8 0.06- 0.18- 1.40.07 0.19 1.8 0.13- 0.19- 3.0 0.15 0.20 Avaliasfo PH-M20 Ha - •eq/100 gr. de solo S (Z) 80 7080 7983 A.a 33 Classificacao (FAO/UHESCO): 'orthic Ferralsols, sodic pbase* é i ^ l O Solos bem drenados, muito profundos, com 10-30 cm de areia a areia franca e 30-60 cm de material franco argilo arenoso a franco arenoso sobre argila arenosa, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre laranja a vermelha. Este solo è tipico para topos, encostas superiores e encostas medias dos "interfluves". 0 solo foi encontrado nos topos e encostas superiores nas unidades A.a , A.a e A.b e nas encostas medias das unidades A.a e A.c l.d 2.d Foi d e s c r i t a 2.v uma c o v a no t o p o dum 'interfluve' l.d na u n i d a d e A . b 2.v Caracteristicas sorfologjcas Canada aravel estrutura Subsolo •oderadanente fraca a aacica porosa fracaKDte desenvolvida, anisoforie subasgular, fina a grossa. consistencia seco buiido •olbado peliculas branda •uito friavel nao plastica, nao pegajosa dura friavel plastica, pegajosa nao encontradas poucas wito delgadas, provavelnente de argila : m i tos w i t o fioos e finos, witos w i t o finos e poucos wdios finos poros witas «uito finas, coiuns finas, poucas wdias raizes euito poucas w i t o finas, finas e tedias Caracteristicas Ouiiicas Profund. PH-H20 (Cl) Hat. org. H-tot. P-ass. (Z) (Z) (ppi) 0.040.07 0.03 - 7-15 0-28 5.8-4.0 0.8-1.8 28-57 57-150 5.9 6.5 0.4 - 1 - Ca Hg I Ha TBT ( - ieq/100 gr. de solo - ) 2.30.7- 0.14- 0.19-3.40.8 0.15 0.22 4.2 5.3 0.2 0.24 0.19 1.9 2.5 0.7 0.24 0.21 2.2 3.3 S (Z) 7986 73 80 j. v 34 Ayaliaslg PH-H20 •ateria organica oitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio pagnesio Pptassio sodio Caaada aravel Subsolo esdianaeente acido ssdianaMDte a leveeente acido extresaftente baixo baixo baixo radio a baixo baixo sedio baixo extresasente baixo a baixo baixo •edio a alto tedio •edio : eedio : baixo Classificasag (FAO/UMESCO): "orthic Ferralsols° A^-Lll Solos rauito profundos com 10-30 cm de areia a areia franca e 10-30 cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila; bem drenados, de cor castanha escura e castanha avermelhada sobre laranja a vermelha nos topos de "interfluves" e nas encostas superiores e medias, e de cor castanha escura e castanha sobre castanha escura e amarela nas encostas inferiores moderadamente bem drenados, de cor cinzenta sobre amarela nas languas (dambos). Este tipo de solo ê tipico para os topos e as encostas superiores dos "interfluves" nas zonas suavemente onduladas com languas duma largura superior a 200 m, sendo as unidades A.a e A.b 2.d 2.d Este tipo de solo tambem foi encontrado em encostas medias nas unidades A.a e A.b e em encostas inferiores nas unidades A.a e A.c . 2.d 2.v l.d 3.v 0 solo moderadamente drenado foi encontrado em dambos na unidade A.a. Foram descritas 4 covas em topos e encostas superiores dos fluves" na unidade A.a com as seguintes caracteristicas: 2.d Caracteristicas iprfgjpgicas estrutura Caaada aravel Subsolo soderadaeente a fracasente desenvolvida, anisoforee subangular, principalesnte •edia aacica porosa, soderadasente a fortewnte coerente 2.d "inter- 35 coosistencia seco branda buiido wito friavel •olhado nao plastica, nao pegajosa raito ligeirasente dura a dura friavel a friavel pouco plastica a plastica, pouco pegajosa peliculas nao encontradas as vezes poucas superficies voscas, delgadas poros Miitos raito finos e finos, poucos Kdios raizes nitas suito finas e finas, poucas eedias comins a auitos euito finos, poucos a comins finos auito poucas euito finas, finas e tedias Caracteristicas Ouiiicas Profund. pH-H20 (Cl) 5.9-6.5 0-15 5.4-6.0 15-40 40-120 5.2-6.0 Nat. org.M-tot. P-ass. Ca (Z) (Z) (ppfi) ( 0.8-0.9 0.030.05 0.03 3-9 0.7- 0.2- 2.2 0.4 0.4- 0.6- 0.9 0.8 0.9- 0.1- 1.6 1.3 0.3-0.9 - - 1-2 - Hg - eeq/100 I Ha gr. de solo 0.12- 0.190.19 0.22 0.16- 0.180.26 0.24 0.20- 0.200.65 0.22 TBT ) 1.6- 2.8 1.6- 2.5 2.4- 3.4 S (Z) 5183 4567 6785 Avaliacjg PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo forteiente a leveiente acido eitreiaiente baixo baiio baixo a wdio baixo a M d i o baixo priocipaliente sedio baixo fortewnte a aedianaiente acido extreiaiente baixo baixo baixo baixo baixo a aedio baixo a aedio baixo Qlissificasfg (FAO/UNESCO): principaltente "orthic Ferralsols' éi.2^12 Solos rouito p r o f u n d o s com 50-80 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a ; - bera drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha avermelhada e l a r a n j a a v e r m e l h a , nos topos e encostas s u p e r i o r e s e medias dos " i n t e r f l u v e s " na unidade A.a l.d - bem a m o d e r a d a r o e n t e bem d r e n a d o s , d e cor c i n z e n t a e s c u r a sobre castanha a v e r m e l h a d a , em e n c o s t a s medias dos sopes na unidade 36 A.a 2.v Foi descrita uma cova bern drenada no topo dum "interfluve" na dade A.a l.d e uma cova, bem a rooderadamente bem drenada, sope na unidade A.a uni- na encosta media dum 2.v Caracteristicas da unidade A.a : cova bem drenada no topo dum "interfluve" l.d Caracteristicas aorfglógicas Cauda aravel Subsolo fracaeente desenvolvida, anisofom subangular, •edia aacica porosa, forteaente coerente peliculas branda •uito friavel nao plastica, nao pegajosa nao encontradas dura friavel plastica, pegajosa discontinuas, revesti•entos de agregados e superficies voscas, delgada a nderadaaente espessas poros •uitos a abundantes finos suitos a abundantes finos raizes poucas de todos os taeanhos suito poucas a poucas euito finas, finas e grosseiras estrutura consistencia seco huiido •olhado Caracteristicas Quiaicas Profund. PH-H20 (Cl) 0-35 35-75 75-110 6.1 6.4 6.3 Hat. org. H-tot. (Z) 2.1 0.8 - (Z) 0.11 0.03 - P-ass. (ppa) 11 1 - Ca Ng r Ha TBT ( - Kq/lOO gr. de solo - ) 6.3 0.9 0.46 0.17 7.8 3.5 0.7 0.19 0.13 4.5 3.1 1.1 0.23 0.16 4.5 S (Z) 90 86 81 na 37 AvaliasSg Casada aravel PH-H20 eateria organica nitrogenio-total fosforo-assieilavel calcio eagnesio potassio sodio Subsolo • leveoente acido satisfeito eedio alto euito alto • eedio alto : baixo Classificasao (FAO/UiCSCO): leveoente acido extresasente baixo baixo baixo eedio sedio baiio a sedio baixo "ferric Luvisols" C a r a c t e r l s t i c a s da c o v a b e m a m o d e r a d a m e n t e dum s o p e na u n i d a d e A.a : bem dreriada na encosta 2.v Caracterlsticas sgrfglógicas Casada aravel estrutura Subsolo eoderadaeente a fortesente sacica porosa, §odedesenvolvida, anisoforee radaeente coerente subangular, eedia a grosseira coosistencia seco huflido eolhado ligeirasente dura friavel nao plastica, nao pegajosa ligeirasente dura firie plastica, pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : nitos suito finos, finos e aedios, poucos grosseiros coeuns euito finos, finos e eedios, poucos grosseiros Hiitas suito finas, finas e eedias raizes poucas euito finas e finas Caracterlsticas ftilficas Profund. (ei) 0-22 22-68 68-110 PH-H20 Hat. org. H-tot. (Z) (Z) 6.4 1.5 0.06 6.3 1.2 0.04 (ate a profundidade de 38 ca 5.8 P-ass. Ca ( 4.6 1.63.0 1.8 0.4 1.0 0.8 E Ha gr. de solo 0.19 0.22 0.33- 0.210.37 0.22 0.17 0.22 TBT ) 5.4 3.24.5 3.0 S (Z) 95 6983 70 med 38 Ayaliaslg Caiada aravel pJHCO •ateria organica : levecente acido : baixo nitrogeoio-total fosfor o-assiulavel caicio : baixo : baixo : alto •agnesio potassio : baixo a sedio : Mdio sodio : baixo Subsolo leveeente a eedianaeente acido baixo a extreaasente baixo baixo baixo alto, baixo a partir de 70 ce oedio tedio, baixo a partir de 70 ci baixo Qlassificasig (FA0/UHESC0) "orthic Ferralsols' Ai2^13 Solos p r i n c i p a l m e n t e muito p r o f u n d o s com 20-50 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a arenosa a a r g i l a ; bero drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura e l a r a n j a sobre v e r m e l h a , em topos e encostas superiores de " i n t e r f l u v e s " nas unidades A.a , A.a , A.a , A.b e l.d 2.d 2.v 2.v A.c . 3.v bem drenados, de cor castanha avermelhada escura e vermelha, em transicoes da encosta superior para a encosta media na unidade A.a l.v bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura e castanha avermelhada sobre castanha escura a castanha avermelhada escura e laranja a vermelha, em encostas roedias nas unidades A.a, A.b , A.a , A.a , A.b , A.c e A.c l.d l.d 2.d 2.v moderadamente bem drenados, de cor encostas inferiores na unidade A.a 2.v castanha 2.v escuro, 3.v so em l.d Em topos e encostas superiores de "interfluves" foram descritas duas covas na unidade A.a , duas covas na unidade A.b e uma cova na l.d encosta superior dum sope na unidade 2.v A.a 2.d Em encostas medias foram descritas uma cova na unidade A.a 2.v na unidade A.b 2.v e uma 39 SiEiCteristicas forfglógicas destas coyas Caiada aravel Subsolo estrutura •oderadarente a fracatente desenvolvida, anisoforte subangular, principaltente ledia a grosseira aacica porosa, toderadatente coerente consistencia seco buiido tolhado ligeiraaente dura a dura n i t o friavel a friavel pooco plastica, nao a pouco pegajosa dura a nito dura nito friavel a firte plastica, pegajosa peliculas as w i e s , poucas superficies nitas vezes, poucas a discontinuas, delgadas voscas, delgadas (de argila e ferro, revestitentos de agregados e/w superficies voscas por os witos w i t o finos, coeuns a nitos finos, poucos a cotuns Mdios nitos nito finos, poucos a conns finos raizes cowns a Mitas nito finas e finas, poucas a cotuns tedias nito poucas n i t o finas, nito poucas finas e tedias Caracteristicas öyificas das coyas descritas ef topos e encostas superipres dos 'interfluyes' na ynjdade A.a : Profund. (et) 0-12 pH-H20 12-25 5.2-6.0 25-120 5.0-5.6 5.7-5.9 Nat. org. H-tot. (Z) (Z) 1.8-4.6 0.070.12 1.4-2.4 0.050.06 - l.d P-ass. (ppt) 3-7 1-3 - Ca Hg I Na ( - teq/100 gr. de solo 2.61.40.19- 0.154.0 2.7 0.22 0.16 1.7 1.30.08- 0.13 2.1 0.19 1.31.20.06- 0.141.9 1.4 0.15 0.16 Ayaliacjg Caiada aravel PH-H20 tateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio : fortetente a tedianatente acido : baiio a bot : baiio a tedio : baiio a tedio : tedio a baiio : tedio : baiio a tedio : baiio Subsolo nito fortetente a tedianatente acido baiio a eitret. baiio baiio baiio baiio tedio nito baiio a baiio baiio TBT ) 4.4- 7.1 3.3- 4.4 1.3- 1.9 S (Z) 71 80 46 77 48 76 40 PJassificacJg (FAO/UHESCO): 'rbodic Ferralsols' ou 'orthic Ferralsols' QiUcteristicas guificas das covas descritas e» tgggs e encgstas syeeriores dos "interfluves° na unidade A.b 2.v Profand. pfHBO 0-15 Nat. org. H-tot. P-ass. (»•) Ca 1 Kg Ha TBT (Z) (Z) 5.6-5.9 1.1-1.7 0.040.08 4-5 ( - •eq/100 gr. de solo 3.01.00.28- 0.140.29 0.22 3.3 1.1 5.2-5.5 0.3-1.1 0.02- 1-3 1.6- 0.7- 0.13- 0.16- 2.8- 1.8 1.4 0.19 1.6- 0.4- 0.10- 0.16- 2.4- 2.0 1.3 0.16 (Cl) ) 4.6 S (Z) 7582 35 15 57- 65 0.06 0.21 3.5 66 35 - -140 5.1-5.3 - - - 62- 65 3,6 68 Ha TBT - seq/100 gr. de solo - ) S (Z) 80 0.24 Avaliajlg Subsolo Caiada aravel piHi20 «ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio forteseote a fedianaiente acido baixo baixo baixo wdio a baixo •edio - ledio a baixo • baixo - forteiente acido extrenaente baixo baixo baixo baixo •edio a baixo baixo a nüto baixo baixo Classific.ac.ag: (FAO/UHESCO): 'rhodic Ferralsols" a 'ferric Luvisols" Qtr.acteristicas guieicas da cgva descrita na encgsta superior du| sgge na unidade A.a : 2.d Profund. P-ass. (PP») Ca (Z) 0.06 0.06 12 1-2 1.7 0.6-1.1 - - - 1.3 PH-H20 Hat. org. H-tot. 0-12 12-50 6.1 (Z) 1.4 5.8-6.0 50-125 5.5 (Cl) ( 1.51.6 Hg 0.8 0.20.6 0.8 I 0.22 0.210.26 0.27- 0.12 2.8 0.13- 2.10.14 2.5 0.12- 2.5 0.43 0.13 57 62 62 41 Avaliasio Subsolo Caiada aravel pJHBO •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio wdianawnte acido levewnte a wdiana•ente acido • baiio : baiio • alto - baiio - baiio - ledio baiio eitremente baiio baiio baiio baiio baiio baiio a Kdio baiio Qiassificasao (FAO/UNESCO): "rhodic Ferralsols" a "ferric Luvisols" Gitacteristicas gui|icas da cova descrita na encosta •edia na unidade A.a : 2.v Profund. (Cl) 0-20 PH-H20 Hat. org. H-tot. 6.1-6.2 (Z) 1.2 20-70 70-150 6.0 6.0-6.1 0.4 - (Z) 0.05 0.03 - P-ass. (ppe) 3-13 2 - Ca Hg I Ma TBT ( - ieq/100 gr. de solo ) 2.00.6 0.13- 0.12- 2.8 2.1 0.16 0.13 3.0 1.9 0.7 0.16 0.16 3.0 1.91.00.16- 0.16 3.3 Avaliacjo p(t-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo levewnte acido •edianaaente a levewnte acido eitresaiente baiio baiio baiio baiio baiio a wdio •uito baiio a baiio baiio baiio baiio baiio a alto baiio a Mdio baiio a w d i o baiio - baiio Classificajao (FAO/U)ffSCO): 'rhodic Ferralsols" Caracteristicas guiiJicas da cova descrita na encosta aedia na unidade A.b : 2.v & Profund. PH-H20 (Cl) 6.1 6.0 0-23 23-45 45-150 5.8-5.9 Mat. org. M-tot. (I) (2) 2.2 0.08 1.1 0.05 - P-ass. (ppe) Ca 1 0 4.3 2.3 2.6 - ( Hg r Ma TBT S eeq/100 gr. de solo - ) (Z) 0.6 0.22 0.20 5.3 73 0.9 0.36 0.24 3.8 60 0.7 0.22- 0.21- 3.7- 730.26 0.26 3.8 74 Avaliajao Caiada aravel Subsolo PÜ-H20 •ateria organica leveiente acido satisfeito nitrogenio-total fosfor o-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio baiio baixo •edio a alto baixo a tedio baixo a M d i o baixo sedianasente acido baixo ate extreiasente baixo baixo baixo •edio baixo baixo baixo Classificasao (FAO/UNESCO): "rhodic Ferralsols" a 'ferric Luvisols" A^2^14 Solos bem drenados, muito profundos, de argila arenosa a argila, de cor castanha avermelhada escura e vermelha sobre vermelha Este -tipo de solo è tipico para topos, encostas superiores e transicoes para encostas medias dos "interfluves" nas unidades planas a quase planas com uma grande distancia entre as linhas de drenagem (superior a 1600 m ) , sendo as unidades A.a e A.a . l.d Este solo tambem foi encontrado em encostas A.c . l.v superiores na unidade 2.v Nao foram feitas muitas observacöes. A.3 Solos moderadamente imperfeitamente a mal bem a imperfeitamente, drenados imperfeitamente A.r.3^1 Solos moderadamente bem a imper feitamente e imper feitamente a mal drenados, muito profundos, de areia a areia franca, de cor cinzenta escura a castanha escura sobre castanha e palida, com manchas de varias cores a partir duma profundidade de 10 cm; muitas vezes com o lencol freatico dentro 100 cm da superficie. Este tipo de solo foi encontrado em languas (dambos) A.b , A.b e A.b l.d 2.d 2.v Foi descrita uma cova num dambo largo na unidade e nas unidades A.b (moderadamente 2.d bem a imperfeitamente drenada) e uma cova num dambo estreito na unidade A.b (imperfeitamente a mal drenada) 2.v 43 Caracteristicas da c o v a nura dambo l a r g o na u n i d a d e A.b 2.d Caracteristicas igrfglógicas: Caiada aravel Subsolo particulas soltas a lacica porosa consistencia seco huiido •olhado : loderadaiente fraca desenvolvida, anisoforie subangular, fina a Mdia : solta : solta : nao plastica, nao pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : Miito abundantes «lito finos •uitos wito finos é e finos finos raizes : ate U K profundidade de 42 ei finas estrutura solta solta nao plastica, nao pegajosa •ui tas a coiuns wito finas X-* i>., A partir d u n profundidade de 27 ei, poucas a coiuns lanchas alaranjadas, «edias a grandes, distintas e abruptas. Caracteristicas guificas Profund. PH-H20 (ei) 0-27 6.0 27-64 6.0-6.1 64-155 Nat. org. H-tot. (Z) (Z) 1.0 0.05 0.1 0.010.02 6.7 P-ass. Ca Ha:. TBT Ng ( Mq/100 gr. de solo - ) (PPI) 2.3 0.4 0.09 0,12 2.9 5 0.04- 0.10- 1.2- 82- 1.2 0-1 1.0 0.3 0.Ó5 0.12 1.5 1.0 . 0.2 Ö.08 0.35 1.6 Avaliacao PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio : : .: : : : Caiada aravel Subsolo •edianaiente acido •ediana«ente acido a neutro extreiaiente baixo baixo baixo baixo baixo baixo baixo baiio a eitreiaiente baixo baiio baixo a «edio Mdio baixo baiio baiio Glissificacao: (FA0/ÜHESC0): 'albic Arenosols, sodic pbase' C a r a c t e r i s t i c a s da cova num dambo e s t r e i t o l e n c o l f r e a t i c o numa p r o f u n d i d a d e a 85 cm: na unidade 44 Cafacterjsticas io rfologjcas Caaada aravel estrutura Subsoio : eaito fracasente desenvolvida, anisoforee subangular grosseira a aacica porosa particulas soltas : solta .- solta : nao plastico, nao pegajosa solta solta nao plastica, nao pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : auitos auito finos, finos e grosseiros tui tos wito finos, finos e grosseiros consistencia seco buiido aolhado na priaeira casada de 10 ei auitas finas, aedias e grosseiras, a partir de 10 ei poucas grosseiras raizes A partir duia profundidade de 10 C B coauns oanchas laranjas, aedias e grandes, distintas e nitidas. Caracteristicas guiaicas Profund PH-H20 (ca) 0-10 (.1 10-85 6.0 lencol freatico Hat. org. H-tot. (I) 1.0 0.1 P-ass. Ca (Z) (ppai) ( 0.06 0.07 2 0 Hg f Ha TBT S •eq/100 gr. de solo - ) (Z) 0.09 0.19 2.3 80 1.5 0.6 0.06 0.17 1.0 79 0.5 0.2 Avaliacao Caaada aravel PÜ-H20 aateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio aagnesio potassio sodio : aedianasente a leveaente acido baiio a eitreaaeente baixo baiio baiio baiio baiio baiio baiio Subsolo •edianaaente acido eitreaaaente baixo baiio baixo baixo a auito baixo baiio a auito baiio baiio baiio Classificacao iQrfologica (FA0/UHESC0): 'albic Arénosol, sodic phase' ou "eutric Gleysol0 éf.3^.6 Solos rooderadamente bero a imperfeitaniente drenados, com 40-100 era de areia a areia franca sobre a r g i l a arenosa, de cor cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e 45 amarela, com 20-80 cm. manchas de varias cores a partir duma profundidade ... d Este tipo de solo foi encontrado nas languas (dambos) nas unidades A e A.a e ero encostas ïnferiores na unidade 2,d Foi descrita uma cova num dambo na unidade A.a 2.v A.a com as seguintes ca- l.d racteristicas: Caracteristicas forfologicas Caiada aravel : Mderadaiente fraca desenvolvida, anisoforie subangular, fina e Mdia estrutura consistencia seco huiido •olhado. ligeiratente dura n i t o friavel nao plastica, nao pegajosa •;M; -..;;• ...•;; : nao encontradas peliculas •uitos auito finos poros : cowns finas e grosseiras raizes Subsolo tacica porosa, aoderadaiente coerente. • iuito dura fine plastica, auito pegajosa ; -.Mn..; so na caiada .argilosa ; discontimias superficies voscas e revestiientos de agregados,;delgadas., cotuns «ito finos ; ,, na caiada arenqsa wito poucas finas e tedias; na caiada argilosa nao ha • •,*,-, ••;!, "3U !--; i A partir d u n profundidade de 64 ei mitas lanchas, alaranjadas e verielhas, Mdias e grandes, indistintas ate distintas, difusas ate abruptas. ., • nsx,- , -• 'j r,o- > - •; • ?aracteristicas guificas Profund. (Cl) 0-32 32-92 92-140 PH-H20 - 6.1 6.3-6.4 5.5 *> 1 . . . . ft Hat org. H-tot. . P-ass. (Z) (Z) (ppi) 1.8 0.08 1 O.S 0.03 .. <o - l Ha TBT - •eq/100 gr. de solo - ) 0.8 0.30 0.14 6.0 4.7 0.5- 0.10- ,0.10 Ï L91.10.7 0.12 2.0 2.9 1.2 0.15 0.16 4.5 3.0 Ca ,. Hg ( S (Z) 90 ,78 79 76 46 Avaliacao PÜ-H20 Mteria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio ngoesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo levereote acido leveaente acido na caiada arenosa e forteiente acido na caiada argilosa extreiaiente baixo baiio baixo baiio a ssdio ledio sedio ate ouito baiio baiio baiio baiio baizo alto •edio wdio : baiio QliSSlficacag (FM/UNESCO): 'caibic Arenosols' ou 'eutric Fluvisols' éii^S Solos moderadamente bem a imperfeitamente drenados, muito profundos, com 30-60 cm de areia a areia franca e 30-60 cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila, de cor preta e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e amarela, com manchas de varias cores a partir de 40-50 cm e eventualmente concrecoes de ferro. Este tipo de solo so foi encontrado em dambos na unidade A.a . 2.d Nao foram feitas muitas observacoes. A..3..13 Solos moderadamente bem a imperfeitamente e imperfeitamente drenados, muito profundos, com 20-50 cm de material franco arenoso a franco argilo arenoso sobre argila arenosa a argila, de cor cinzenta escura a castanha escura e castanha sobre cinzenta escura a castanha escura e amarela, com manchas de varias cores a partir da superficie ou pelo menos dentro 50 cm da superficie. Este tipo de solo foi encontrado em dambos nas unidades A.a l.d e nos vales das unidades A.a e 2.v e A.b 2.v A.c 2.v Nao foram descritas covas. é i l L H Solos imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, de argila arenosa a argila, de cor preta e cinzenta escura a castanha escura sobre cinzenta escura a castanha escura e cinzenta, com manchas de varias cores e concrecoes de ferro e manganes ja a partir da superficie, com o lencol freatico nao dentro dos primeiros 80 cm. Este tipo de solo foi encontrado em dambos nas unidades A.a e A.b l.d e em vales nas unidades A.b 2.v Nao foram descritas covas. e 2.v A.c 2.v Ai3il5 Solos moderadamente bem a imperfeitamente e imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, estratificados com varias texturas e 47 cores, COB) raanchas a partir de varias profundidades e com o lencol freatico, em alguns casos dentro 100 cm a partir da superficie. Este tipo de solo foi.encontrado .em dambos na unidade A.a e em vales 2.d nas unidades Foi A.a e A.b 2.v 2.v descrita uma cova num dambo na unidade A.a e uma cova num vale 2.d na unidade A.b 2.v Nota-se que estas covas so dao alguns exemplos destes solos e s t r a t i ficados. C a r a c t e r i s t i c a s da cova d e s c r i t a no dambo na unidade A.a (0-30 cm: 2.d m a t e r i a l franco a r g i l o arenoso, 30-70 cm: areia g r o s s e i r a , 70-120 cm: m a t e r i a l franco a r g i l o arenoso com camadas de areia g r o s s e i r a ) : Caracteristicas forfojggicas Caaada aravel estrutura consistencia Subsolo : nderadaiente desenvolvida anisoforie subangular, grosseira tacica porosa, debiliente coerente na caiada arenosa, forte•eote coerente na caiada franca seco : dara huiido nlhado : friavel : plastica, pegajosa solta na caiada arenosa, dura na caiada franca resp. solta e friavel resp. nao plastica, nao pegajosa e plastica pegajosa peliculas : poucas superficies voscas, delgadas discontinuas superficies voscas e revestiientos de agregados, delgados, na caiada franca poros : n i t o s «iito finos resp. abundantes w i t o finos e tuitos niito finos raizes : auitas w i t o finas poucas finas A partir da superficie poucas Mncbas laranjas, ledias, distintas e abruptas. Caracteristicas gyificas 48 Profund. PH-H20 6.0 6.3 6.2 0-30 30-70 70-120 (Z) P-ass. P (ppa) ( Pl 0.15 0.02 20 8 - - Nat. org. H-tot. (Z) 4.8 0.4 (Cl) - Ca Hg f Ha TBT ( - aeq/100 gr. de solo - ) 16.2 1.1 0.75 0.21 18.3 2.6 0.9 0.11 0.14 3.8 7.5 2.0 0.29 0.19 10.0 S (Z) 85 86 86 Ayaliacap Cauda aravel Subsolo PH-H20 u t e r i a organica nitrogenio-total fosforo-assiailavel calcio aedianaaente acido ugnesio •edio potassio so<iio alto baiio leveiente acido eitretaiente baiio baixo •edio •edio na cauda arenosa, wito alto na caaada franca •edio na caaada arenosa, •edio a baixo na caaada franca •edio baixo DM wdio nito alto wito alto Classifkacag (FA0/UHESC0): 'eutric Fluvisols" Caracteristicas da cova d e s c r i t a no v a l e na u n i d a d e s A.b ( 0 1 5 cm: a r e i a , 2.v 15-108 cm; m a t e r i a l franco arenoso); franco argilo arenoso a a r g i l o arenoso, Caracteristicas aprfplggicas estrutura censistencia seco Cauda aravel (0-15 ei) Subsolo •oderadaaente fraca desenvol vida, anisoforte subangular, fina •acica porosa, forte•ente coerente na canada pesada e debil•ente coerente na cauda leve branda ligeirasente dura na cauda pesada, branda na cauda leve resp. friavel, uito friavel resp. wito plastica, pegajosa e nao plastica, nao pegajosa huaido : nito friavel aolhado : nao plastica, nao pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : witos wito fioos e finos cowns wito finos na cauda pesada, witos finos e finos na cauda leve raizes : cowns wito finas e finas cowns a poucas finas 108-130:materia! 49 A partir da saperficie poucas ate aaitas eaachas de varias cores, Esdias ate J peqoenas, distintas e claras a abruptas. Caracteristicas güificas Profuod. PH-H20 (Cl) 0-15 15-108 5.9 6.2-6.3 Nat. org. N-tot. (Z) (Z) 0.5 0.03 1.3 0.07 (ate proftmd. 75 C Ï - 6.4 108-130 P-ass. (PPB) 0 0 ) - Ca Kg i Na TBT - esq/ltë) gr. de solo - ) 1.3 0.5 0.07 0.16 2.0 6.70.90.16- 0.27- 9.611.1 2.5 0.24 0.54 12.8 4.0 1.8 0.12 0.30 6.2 ( S (Z) 73 8387 87 Avaliacao Casada aravel Sobsolo PH-H20 •ateria organica nitrogeoio-total fosforo-assiiilavel calcio Mdiaoaseote acido eitremente baixo baixo baiio baixo •agoesio potassio sodio baixo a wdio baixo baixo leveseote acido baixo a extreo. baixo baixo baixo Kiito alto ua cacada pesada, sedio a alto na caiada leve resp. eedio a alto, aedio resp. baixo a nedio, baixo baixo a cedio Classificacao (FAO/UNESCO): 'eutric Fluvisols' A.4 Solos wal e stal a muito mal drenados Ai.4^3 Solos mal d r e n a d o s , muito p r o f u n d o s , com 3 0 - 6 0 cm de areia a areia franca s o b r e m a t e r i a l f r a n c o a r e n o s o a franco a r g i l o a r e n o s o , d e cor cinzenta e s c u r a e c i n z e n t a sobre c a s t a n h a e s c u r a , com comuns m a n c h a s de v a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o d e n t r o 4 0 cm a partir da s u p e r f i cie. Este tipo d e s o l o foi u m a vez e n c o n t r a d o num d a m b o na u n i d a d e A . a l.d A.,4^6 Solos mal d r e n a d o s , muito p r o f u n d o s , com 4 0 - 1 0 0 cm d e a r e i a , d e cor cinzenta e s c u r a e c a s t a n h a s o b r e argila a r e n o s a , de cor p a l i d a , com m a n c h a s d e V a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o d e n t r o 4 0 cm a partir da superficie. Este tipo de s o l o foi e n c o n t r a d o em languas (dambos) n a s u n i d a d e s A . a l.d A.b l.v Nao foram f e i t a s m u i t a s o b s e r v a c o e s . è A ± 2 Solos m a l d r e n a d o s , m u i t o p r o f u n d o s , com 2 0 - 4 0 cm d e areia a areia franca s o b r e a r g i l a a argila a r e n o s a , de cor c i n z e n t a escura e c i n zenta s o b r e c i n z e n t a , c o m m a n c h a s d e v a r i a s c o r e s e o lencol f r e a t i c o È 50 dentro 40 cm a partir da superficie. Este tipo de solo foi uoia vez encontrado numa unidade A.a langua (dambo) na 2.d BI Solos desenvolvidos en rochas principalnente basicas (gabbros noriticos, netagabbros, gneisses plagioclasicos) Bl.1 Solos ben, ben a noderadanente ben e aoderadaaente ben drenados BIj.2Al Solos muito profundos de material franco argilo arenoso a franco argilo l.imoso a franco argiloso; - bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre vermelha, em topos e em encostas superiores dos "interfluves" na unidade Bl.a 1. d isoderadafiiente bern drenados, de cor preta sobre castanha escura, com ,, poucas manchas a partir duma profundidade de ma is ou menos 35 cm, em encostas inferiores na unidade Bl.a l.d Nao forafli feitas muitas observatjoêes. Bl^.2^2 Solos muito profundos, com 30-60 cm de material franco arenoso a franco argila limoso a franco argiloso sobre argila - bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha avermelhada escura e vermelha, en topos e encostas superiores dos "interfluves" na unidade Bl.a l.d bem a moderadamente bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha escura e alaranjada a laranja, com manchas a partir duma profundidade de mais ou menos 40-60 cm, em encostas medias nas unidades Bl.a e Bl.a e em l.d l.d/v encostas inferiores na unidade Bl.a l.d/v Foi descrita uma cova na encosta media na unidade Bl.a com as se- l.d guintes caracteristicas: (Deve ser anotado que esta cova esta situada numa zona transicional de rocha basica (BI) para rocha acida (A) 51 Caracteristicas iorfologicas Cauda aravel Subsolo estrutura : wderadaaente fraca a iode- •acica porosa radasente desenvolvida, anisoforie subaogular •edia a grosseira consistencia seco huaido lolbado : dura : friavel : plastica, nao pegajosa dura firte plastica, pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : witos wito finos e finos, cotuns wito finos, cowns ledios cotuns finos e cowns •edios raizes : witas wito finas, cotuns finas, poucas ledias poucas finas Caracteristicas guiaicas ' Profund. pH-H20 (Cl) 0-20 20-60 60-120 5.7 5.3 5.4 • * ~ " " — M M Hat. org. H-tot. (Z) (Z) 3.5 0.08 1.5 0.04 P-ass. (ppi) 6 0 Ca ( • 5.3 3.1 4.1 I Ka Hg •eq/100 gr. de solo 2.0 0.36 0.16 1.6 0.17 0.13 1.3 0.11 0.14 TBT • ) 7.9 5.0 5.7 S (I) 66 59 73 Avaliacao PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo •edianaiente acido satisfeito forteiente acido baixo ate extretaiente baiio baixo baixo •edio a alto •edio baixo a wito baixo baixo baiio •edio - alto •edio a alto • Mdio - baixo Classificacag (FA0/UHESC0): 'luvic Phaeozei' 81^2^.3 Solos inuito p r o f u n d o s , com 10-30 cm de m a t e r i a l franco argilo areno so a franco a r g i l o s o sobre argila - bein d r e n a d o s , de cor castanha escura a castanha a v e r m e l h a d escura sobre c a s t a n h a a v e r m e l h a d a e laranja a v e r m e l h a , em topos e n c o s t a s s u p e r i o r e s e e n c o s t a s m e d i a s dos " i n t e r f l u v e s " nas uni d a d e s Bl.a e Bl.a l.d l.d/v 52 bem a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura a castanha escura sobre castanha escura, castanha e alaranjada, com manchas indistintas de varias cores a partir duma profundidade de 50 cm, em encostas medias nas unidades Bl.a e Bl.a e em transicoes de encosta media para a l.d encosta l.d/v inferior nas mesmas unidades (nota-se que riesta ultima posicao as manchas indistintas ja sao presentes a partir duma profundidade de 15 cm) Foram descritas duas covas, bem drenadas em topos e encostas periores na unidade Bl.a , uma cova, bem a moderadamente subem l.d drenada na encosta media na unidade Bl.a e uma cova, moderadamente l.d bem drenada na transicao da encosta roedia para a na unidade Bl.a encosta inferior l.d Visto que uma cova bem drenada foi situada na zona transicional de rocha basica (BI) para rocha acida (A), sendo nao exactamente tipico para , os solos desenvolvidos em rocha BI a descricao das 2 covas nao e juntado. Caracteristicas da cova bem drenada, situada na zona com a rocha BI: Caracteristjcas fprfologicas Casada aravel estrutura : Godaradaoente desenvolvida anisoforue subangular, grosseira consistencia seco huaido solbado : dara : friavel peliculas discontinuas superficies voscas poros fait o poucos euito finos, finos e oedios ranes cosuns euito finas e finas, poucas «edias Subsolo iacica, forteeente coerente firee a euito firee euito plastica, pegajosa nao encontradas poucas euito finas e finas 53 Caracteristicas guiiicas Profund. (ei) 0-28 28-42 42-90 PH-H20 6.3 5.8 5.8 Hat. org. H-tot. (Z) 5.9 2.0 (Z) P-ass (ppi) 0.09 0.07 3 1 Ca Hg I Ha TBT ( - wq/100 gr. de solo - ) 13.0 5.9 0.19 0.22 19.3 S (Z) 86 7.5 4.2 0.07 0.20 12.0 77 6.4 4.1 0.07 0.24 10.8 80 Avaliacjo Subsolo Canda aravel PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio •edianatente acido baixo ate extrei. baixo baixo baixo wito alto alto wito baixo baixo levewnte acido boa ate satisfeito baiio baiio Miito alto alto baiio a m i t o baixo : baixo Classificacao (FAO/UI4ESC0): 'luvic Phaeoz C a r a c t e r i s t i c a s da cova bern drenada, BI para rocha A: s i t u a d a na zona de t r a n s i c a o de rocha Caracteristicas torfologicas Subsolo Canada aravel estrutura : nderadaiente fraca desenvol vida, anisoforw subangular, grosseira •acica porosa consistencia seco nuiido wlnado : ligeirawnte dora : wito friavel : pouco plastica, pouco pegajosa dura a wito dura firte plastica, pouco pegajosa peliculas : nao encontradas nao encontradas poros : «litos w i t o finos, cowns finos cowns w i t o finos, pouco finos raizes : cowns m i t o finas e finas, poucas wito finas poucas ledias Caracteristicas guifkas Profund. PH-H20 (Ci) 0-25 25-55 55-140 6.1 5.3 5.3 Hat. org. H-tot. (Z) 3.0 1.6 - (Z) 0.08 0.04 - P-ass (PPI) 16 9 - Ca Hg I Ha TBT ( - wq/100 gr. de solo - ) 5.2 1.6 0.67 0.16 7.6 2.8 1.6 0.36 0.23 5.0 2.3 1.5 0.31 0.16 4.3 S (Z) 76 59 68 54 Avaliacao Casada aravel plHCO •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Subsolo leveeente acido satisfeito baixo alto alto •edio alto : baixo forteiente acido baixo ate extrei. baixo baixo sedio cedio sedio baixo a aedio baixo Classificacao (FAO/UiiESCO): 'luvic Phaeozees' <i "rhodic Ferralsols" C a r a c t e r i s t i c a s da c o v a b e m a m o d e r a d a m e n t e bem d r e n a d a , na u n i d a d e B l . a : na e n c o s t a l.d Caracteristicas fprfologicas Subsolo Casada aravel estrutura : fracasente desenvolvida, anisoforie subaogolar, grosseira sacica porosa, aoderadatente coereote dura ouito dura friavel friavel pouco plastica, nao pegajosa plastica, pegajosa consistencia seco huiido aolhado peliculas : poucas super f kies voscas, delgadas nao encontradas poros : witos Miito finos, comins finos, poucos wdios coiuns eiito finos, poucos finos coiuns ouito finas, e finas, poucas a coauns finas, poucas tedias coauns ouito finas raizes Caracteristicas guiaicas Profund PH-H20 (ei) 0-23 23-51 51-100 6.2 6.1 6.1 Hat. org. H-tot. (X) 3.9 1.4 - (Z) 0.11 0.04 - P-ass. (ppa) Ca 0 0 7.4 4.0 2.5 - ( i Ha TBT - ieq/100 gr. de solo • ) Hg 5.8 3.6 2.4 0.46 0.25 0.25 0.18 0.16 0.17 13.8 8.4 5.3 S (Z) 86 85 81 media 55 Avaliacao Subsolo Caoada aravel ptt-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio levesente acido satisfeito baixo baixo •uito alto alto : alto • baixo leveaente acido baixo ate extrei. baixo baixo baixo aedio sedio a alto baixo a sedio baixo Gi55§ificacao (FAO/ÜMESCO): °luvic Phaeozeos" C a r a c t e r i s t i c a s da cova moderadamente bem drenada na transicao da media para a encosta i n f e r i o r na unidade Bl.a : l.d Caracteristicas forfojogicas Subsolo Casada aravel euito fracasente desenvol- eacica porosa vida, anisoforse subangular a angular, eedia a grosseira estrutura consistencia seco huoido •olhado : ligeirasente dura : friavel : plastica e pegajosa friavel a firte plastica, pegajosa peliculas : nao enccntradas nao encontradas por os : coauns euito finos e finos Euitos auito finos raizes : mitas euito finas e finas poucas auito finas A partir d u u profundidade de 15 ate 40 ei cosuns eancbas cinzentas escuras, pequenas, indistintas, nitidas; de 40 ate 110 es ciitas aanchas alaranjadas, pequenas a ledias, distintas, nitidas. Caracteristicas guigica§ Profund. PH-H20 Hat. org. M-tot. 6.0 5.9 6.1 (X) 3.1 1.9 0.1 («) 0-15 15-40 40-110 (Z) P-ass. (pps) 0.12 0.07 0.03 B 3 2 Ca Hg 1 Ha TBT ( - seq/100 gr. de solo - ) 0.13 0.149.2 6.2 2.7 0.13 0.16 11.2 6.6 4.3 0.10 0.198.4 4.2 3.9 S (Z) 71 75 85 encosta 56 Avaliacao plHCO sateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caiada aravel Subsolo •edianaiente acido •edianaiente a leveiente acido baixo ate extret. baixo baixo baixo alto a niito alto alto •uito baixo a baixo baixo satisfeito •edio •edio - salto alto • alto : baixo : baixo Classificacao (FAO/UNESCO): 'gleyic Phaeozei* ou 'gleyic Luvisol' iLI^^ Solos p r i n c i p a l m e n t e muito p r o f u n d o s , a r g i l o s o s ; bem drenados, de cor castanha escura a castanha averraelhada escura sobre castanha castanha avermelhada escura e v e r m e l h a , era topos e encostas s u p e r i o r e s dos " i r s t e r f i u v e s " nas unidades Bl.a e Bl.a l.d/v l.d bent a moderadamente bem e moderadamente bem drenados, de cor cinzenta escura a castanha averraelhada escura sobre castanha avermelhada e alaranjada a laranja, com manchas e concrecoes de ferro e manganes a partir dunia profundidade de 30-70 cm, em encostas medias e inferiores na unidade Bl.a e em encostas l.d/v medias na unidade Bl.a l.d Em encostas superiores dos sopes na unidade Bl.a foram encontra- l.d dos solos bem drenados, superficiais e moderadamente profundos sobre rocha meteorizada e/ou petro-plintite. Em encostas medias dos sopes na unidade Bl.a foram encontrados l.d solos bem a moderadamente bem drenados, superficiais e moderadamente profundos sobrerocha meteorizada. Em alguns casos foram observados concrecoes calcareas. Foram descritas 3 covas bem drenadas em topos e/ou encostas superiores na unidade Bl.a e 1 cova bero drenada na mesma posicao na l.d unidade Bl.a , com as seguintes caracteristicas: l.d/v 57 Caracteristicas fprfologicas Subsolo Caiada aravel estrutura : ssderadasente éesenvolvida, anisoforoe subanplar, sedia a grosseira a oacica porosa •acica porosa a fracaaente desenvolvida, anisoforie subangular, grosseira consistencia seco : ligeiraeente dura a dura : miito friavel a friavel : plastica, (pouco) pegajosa ligeiraeente dura a dura friavel plastica, pegajosa : frettuentecente poucas principaliente discon- huaido eolhado peliculas superficies voscas delgadas tinuas a pouco super ficies de pressao, delgadas : niitos m i t o finos e finos, coeuns a Kiitos auito coauns a auito poucos aedios finos, auito poucos a poucos finos poros raizes • : comins s suitas miito finas e finas •uito poucas a poucas •uito finas e finas Caracteristicas guisicas Profund. PH-M20 Nat. org. H-tot. (2) (X) 5.9-6.2 1.6-5.1 (Cl) P-ass. (ppo) Ca ( Hg l Ha - eeq/100 gr. de solo TBT - ) S (X) 0-20 0.12- 1-6 7.8- 1.5- 0.12- 0.11- 10.5- 72- 7.0 0.47 86 4.4- 1.2- 0.06- 0.15- 9.9 3.57.9 7.1 1.67.3 0.10 0.21 17.3 0.07- 0.12- 7.00.12 0.31 15.6 30 0.16 20 - -60 30 5.3-5.9 1.7-4.2 60-120 5.8-6.4 - 0.06- 11.8 0-2 0.15 0.20 Avaliacao Caiada aravel PH-H20 aateria organica : sedianaoente a levesente acido : principaliente bos nitrogenio-total fosforo-assiaikvel calcio : §edio : baixo : raiito alto cagnesio : principaliente ssdia i alto Subsolo principaliente oediananaeente acido principaliente baixo ate extreiaiente baixo principaliente baixo baixo principaliente alto a auito alto principaliente wdio a alto 17.9 8.5- 6980 76 91 58 potassio : principalsente euito baixo a baixo : baiio sodio euito baixo baiïo Classificacag (FAO/UHESCO): principalcente 'fenk Luvisols'; tasbei transicoes para 'chroeic Luvisols' e 'luvic Phaeozeis" BI.3 Solos moderadamente imperfeitamente a mal bem a imperf eitamente, drenados imperf eitamente e B l ^ ^ S Solos moderadamente bem a i m p e r f e i t a m e n t e drenados, muito p r o f u n d o s com 10-30 cm de m a t e r i a l f r a n c o arenoso a f r a n c o a r g i l o arenoso sobre a r g i l a , de cor castanha e s c u r a , com muitas manchas a partir duma p r o f u n d i d a d e de 80 cm. Este t i p o de s o l o f o i encontrado em dambos na unidade Bl.a l.d/v Nao foram f e i t a s m u i t a s observagoes. 81^3^4 Solos imperfeitamente e imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, argiiosos, de cor preta a castanha escura sobre cinzenta escura a castanha escura e alaranjada, com manchas de varias cores e concrecoes de ferro e manganes a partir duma profundidade de 15-45 cm, com em muitos casos fendas na epoca seca. Este tipo de solo foi encontrado em encostas inferiores Bl.a . na unidade l.d e em languas (dambos) nas unidades Bl.a e Bl.a .Em alguns dambos l.d l.d/v foram observadas concrecoes de carbonato de calcio. Foram descritas 2 covas em encostas inferiores na unidade Bl.a e 4 l.d covas em dambos na mesma unidade Bl.a . l.d C a r a c t e r i s t i c a s das covas nas encostas i n f e r i o r e s na unidade Bl.a l.d Caracteristicas aorfolggicas estrutura Canada aravel Subsolo fortecente dssemrolvida, anisoform subangular, fina a eedia sacica porosa a anisoforoe angular, grosseira, auito fracaaente desenvolvida 99 consistencia seco huiido •olhado ligeiraoente dura friavel plastica, pegajosa peliculas as vezes poucas superficies voscas e revestioentos de as vezes discontinuas superficies de pres- agregados, delgados iuitos suito finos e finos, eventualeente poucos grosseiros sao, delgadas poucos suito finos m i tas a abundantes ouito finas e finas, eventualaente suitas oedias e coauns grosseiras ouito poucas a poucas •uito finas poros raizes friavel a euito firoe (Duito) plastica, (iuito) pegajosa A partir duea profundidade de oais ou senos 20 es, poucas ate as vezes auitas, •ancbas de varias cores, pequenas, distintas e difusas ate eventualeente nitidas. Caracteristicas qui|icas Profund. PH-H20 (ei) 0-20 5.9-6.7 20-50 5.3-6.1 50-110 5.0-6.3 Hat-org. B-tot. P-ass. (2) (PPB) (I) 0-3 5.2-5.4 0.200.21 1.9-2.8 0.050.08 Ca Hg I ( -ieq/100 gr. de 11.3- 7.2- 0.5913.1 8.8 0.67 7.5- 6.6- 0.1515.6 8.9 0.72 4.2- 3.8- 0.1211.2 10.4 0.43 Ha TBT S solo - ) (Z) 0.21- 19.4- 8287 0.22 22.8 0.20- 15.1- 8191 0.25 24.9 0.17- 8.6- 5391 Ö.36 22.1 Avaliacao PH-H20 Caaada aravel Subsolo osdianasente acido a neutro forteoente a leveiente acido baixo a satisfeito ate extresaeente baixo baixo baixo alto a suito alto alto a euito alto Quito baixo a wdio baixo a «edio •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio alto baixo auito alto Klit o alto eedio baiio Qiassificacao (FA0/UMESC0): "haplic Pbaeozeos° a °ferric Luvisols' ou °gleyic Phaeozees' C a r a c t e r i s t i c a s das covas em dambos na unidade Bl.a l.d 60 Qai^cteristicas sorfolggicas estrutura consistencia Caaada aravel Subsolo fracaeante a forteaente desenvolvida, principaleente anisoforae subangular, grosseira a suito grosseira fracaaente a toderadaeente desenvolvida, anisoforae angular a prisaatica, grosseira a iuito grosseira suito dura friavel a suito firse principalsente plastica, pegajosa dura a suito dura friavel principaliente plastica, pegajosa seco huaido eolhado peliculas Buitas vezes poucas a discontinuas, principaleente superficies voscas, delgadas, a toderadaeente espessas principalsente discontinuas a continuas superficies de pressao e/ou superficies polidas por deslizaaento, toderadasente espessas a espessas poros principalsente cosuns a •uitos auito finos e finos poucos euito finas raizes cosuns a suitas suito finas e finas nao presentes ou poucas a cosuns suito finas e finas A partir duaa profundidade de aais ou tenos 20 C B cosuns a auitas aanchas de varias cores, pequenas a aedias, indistintas a distintas, difusas a nitidas. Caracterjsticas guisicas Profund. PH-H20 0-20 — 30 20 - -70 Hat-org. (X) (CB) TBT Ca Hg I Ha ( -eeq/100 gr. de solo - ) S (Z) 5.9-6.3 2.0-3.2 0.100.13 0-2 11.2- 6.8- 0.10- 0.18- 18.714.2 10.4 0.17 0.27 24.7 84 90 5.8-6.5 0.9-1.5 0-2 "* 10.8- 7.716.0 12.8 10.8- 7.716.7 13.8 88 95 5.9-7.0 0.030.04 ~* 30 70-130 H-tot. P-ass. (ppa) (Z) *" 0.080.16 0.080.24 0.330.46 0.330.54 18.929.3 18.931.1 Avaliacao PH-H20 Bateria organica nitrogenio-total fosforo-assiailavel calcio aagnesio Caoada aravel Subsolo sedianaaente a leveeente acido satisfeito aedio baiïo alto euito alto iedianaeente acido a neutro baixo a eitrea. baixo baixo baixo alto suito alto 91 98 59 consistencia seco huiido •olhado peliculas poros raizes ligeiracente dura friavel plastica, pegajosa friavel a ouito firee (ouito) plastica, (ouito) pegajosa : as vezes poucas superficies voscas e revestieentos de as vezes discontinuas superficies de pres- agregados, delgados : auitos euito finos e finos, eventualeente poucos grosseiros sao, delgadas poucos euito finos : cuitas a abundantes ouito finas e finas, eventualaente auitas sedias e coauns grosseiras ouito poucas a poucas •uito finas A partir d u n profundidade de oais ou oenos 20 es, poucas ate as vezes suitas, •anchas de varias cores, pequenas, distintas e difusas ate eventualiente nitidas. Qif.act?r.isticas guiiicas Profund. (ei) 0-20 PH-H20 20-50 5.3-6.1 50-110 5.0-6.3 5.9-6.7 Hat-org. ö-tot. P-ass. (PPB) (Z) (I) 0-3 5.2-5.4 0.200.21 1.9-2.8 0.050.08 Ca Hg ( -aeq/100 11.3- 7.213.1 8.8 7.5- 6.615.6 8.9 4.2- 3.811.2 10.4 TBT K Ha S gr. de solo - ) (X) 0.59- 0.2119.4- 820.67 0.22 22.8 87 0.15- 0.20- 15.1- 810.72 0.25 24.9 91 0.12- 0.17- 8.6- 530.43 0.36 22.1 91 Avaliacao PH-H20 Canada aravel Subsolo Eedianacente acido a neutro forteoente a leveiente acido baixo a satisfeito ate extresasente baixo baixo baixo alto a euito alto alto a euito alto ouito baixo a ledio baixo a eedio •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio alto baixo «uito alto euito alto eedio baixo Giassificacag (FA0/ÜÖESC0): "haplic Pbaeozeos" a "ferric Luvisols* ou "gleyic Pbaeozeos0 Caracteristicas das covas em dambos na unidade Bl.a l.d 60 Caracteristicas sorfologicas estrutura consistencia Caeada aravel Subsolo fracaeente a forteeente desenvolvida, principaleente anisoforee subangular, grosseira a luito grosseira fracaeente a eoderadasente desenvolvida, anisoforee sngular a prisaatica, grosseira a •uito grosseira euito dura friavel a ouito firee principaleente plastica, pegajosa dura a euito dura friavel principaleente plastica, pegajosa seco huoido •olhado peliculas euitas vezes poucas a discontinuas, principaleente superficies voscas, delgadas, a eoderadaoente espessas principalsente discontinuas a continuas superficies de pressao e/ou superficies polidas por deslizaeento, eoderadaeente espessas a espessas por os principaleente coeuns a •uitos euito finos e finos poucos euito finas raizes cosuns a suitas Buito finas e finas nao presentes ou poucas a cosuns euito finas e finas A partir duia profundidade de eais ou eenos 20 C B coeuns a auitas eanchas de varias cores, pequenas a eedias, indistintas a distintas, difusas a nitidas. Caracteristicas guieicas Profund. (ce) 0- 20 — 30 20 - -70 PH-H20 Hat-org. (Z) Ca Hg I Ha TBT ( -eeq/100 gr. de solo -) S (Z) 5.9-6.3 2.0-3.2 0.100.13 0-2 11.2- 6.8- 0.10- 0.18- 18.714.2 10.4 0.17 0.27 24.7 84 90 5.8-6.5 0.9-1.5 0-2 — 10.8- 7.716.0 12.8 10.8- 7.716.7 13.8 88 95 5.9-7.0 0.030.04 — 30 70-130 H-tot. P-ass. (ppe) (Z) ~ 0.080.16 0.080.24 0.330.46 0.330.54 18.929.3 18.931.1 Avaliacao PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assieilavel calcio •agnesio Casada aravel Subsolo sedianaeente a leveeente acido satisfeito eedio baiso alto euito alto eedianasente acido a neutro baixo a estree. baiio baixo baixo alto euito alto 91 98 61 cuito baixo baixo potassio sodio principalssnte suito baixo sedio Qlassificacao (FAO/UHESCO): principaloente °pellic Vertisols', taebee "haplic Phaeozeos" ou "vertic Caebisols' Caracteristicas guioicas do solo nus dagbo na zona de transicao da zona co§ rocha basica (Bij para a zona COD rocha acida (Al: Profund. pH-H20 (CB) 0-20 20-70 70-110 6.1 5.9 6.2 Bat-org. (1) 3.6 1.0 - 8-tot. P-ass. (1) (PPQ) 0.10 6 0.04 3 - - Ca Hg i Ha ( -ceq/100 gr. de solo 10.6 3.8 0.23 0.24 7.0 4.9 0.14 0.29 7.3 6.4 0.12 0.36 TBT S - ) (ï) 14.9 84 12.3 88 14.2 92 Avaliacao PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio •agnesio potassio sodio Caoada aravel Subsolo eedianaeente a leveaente acido satisfeito sedio sedio alto alto baiio baixo eedianasente a levesente acido baixo a estreo. baixo baixo baixo sedio tuito alto suito baixo •edio Classificacao (FAO/Ui1ESC0): "pellic Vertisols0 B2 Solos desenvolvidos est rochas tos, associacao de gabbros e principalsiente meta-dacitos) basicas (orto-anfiboli- 12^2^1 Solos bem drenados, muito profundos coiri 30-50 cm de materia] franco argilo arenoso a franco argilo limoso a franco arqiloso sobre argila. Este para sobre tipo de solo foi encontrado em transicoes da encosta superior a encosta media dos sopes na unidade B2.a , de cor laranja vermelha e em encostas medias na unidade 82.b de cor castanha escura sobre castanha avermelhada escura. Nao foram fei tas mui tas observaQÖes. 82^2^2 Solos muito profundos, com 10-30 cm de material franco argilo arenoso a franco argilo limoso a franco argiloso sobre argila limosa a argila; bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha avermelhada escura e vermelha, em topos, 62 encostas superiores e encostas medias nas unidades suavemente onduladas com vales incisos em forma de "V", sendo as unidades B2.a , B2.b e B2.c 2.v 2.v 2.v bero a moderadamente bero e moderadamente bem drenados, de cor preta e castanha escura sobre castanha escura, amarela e laranja, era encostas medias nas unidades B2.a e B2.c , l.d era t r a n s i c o e s da encosta media para a encosta i n f e r i o r na unidade B2.b e em encostas i n f e r i o r e s dos sopes na unidade B2.a l.v Foram d e s c r i t a s 2 covas na encosta i n f e r i o r p e r t o da t r a n s i c a o de rocha basica as s e g u i n t e s c a r a c t e r i s t i c a s : 2.v dum sope na unidade B 2 . a , (B2) para a rocha acida Caractsristicas sorfoiogicas Cauda aravel Subsolo estrutura sodersdasente a suito fraca- sacica porosa, •ente desenvolvida, anisoloderadaiente a forte subangular, varios forteiente coerente taianhos consistencia seco huoido •olhado ligeiraiente dura a dura friavel peliculas as vezes poucas superficies voscas, delgadas discootinuas.delgadas, de argila, tateria organica e/ou ferro poros witos w i t o finos, coeuns finos, itiito poucos a poucas sedios ouitos tuito finos, C O K I H S finos, luito poucos a poucos tedios raizes •uitas w i t o finas, cosuns finas euito poucas a poucas suito finas e finas (pooco) plastica, pouco pegajosa dura a Kiito dura friavel a firie plastica, pegajosa A partir duia profundidade de tais ou M n o s 80 ei tanchas de varias cores, indistintas a distintas, difusas. (A), 2.v com 63 Caracteristicas guigicas Profund. Hat-org. PH-H20 iï) (Cl) 0-17 5.5-5.9 1.5-2.5 17-70 5.4-6.0 0.9-1.5 70-135 5.5-6.0 — tHot. P-ass. (%) (ppo) 0.06- 1 0.08 0.05- 0-1 0.07 — " Ca Hg E Ha TBT ( -Deq/100 ge. de solo - ) 3.0- 1.4- 0.19- 0.16 4.87.2 1.5 0.24 9.1 4.7- 1.0- 0.08- 0.17 5.47.6 2.9 0.13 10.8 4.8- 1.4- 0.07- 0.19 6.46.9 2.9 0.10 10.1 S (Z) 6580 7183 8184 Avaliacao PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assieilavel calcio •agnesio potassio sodio Caoada aravel Subsolo fortecente a esdianaBente acido baiso a satisfeito baiso baiso eedio a ouito alto eedio baiso a oedio baiso forteeente a oediananaoente acido baiso a extreo. baixo baixo baixo alto a cuito alto eedio euito baiso baiso Classificacao (FAO/UÈIESC0): principaloente "ferric Luvisols", as vezes transicoes para "luvic Phaeozeas" B2^2^3 Solos inuito profundos argilosos; - bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha avermelhada escura e laranja a vermelha, em ehcostas superiores na unidade B2.b , ern transicoes da encosta superior para a encosta media nas unidades e B2.a ,e em encostas medias na unidade B2.c B2.a , B2.a l.d l.v . 2.v 2.v moderadamente bem drenados, de cor castanha escura a castanha avermelhada escura sobre castanha escura e laranja, com manchas de varias cores a partir duma profundidade de 40-90 cm com muitas vezes concrecoes de ferro e manganes e as vezes calcareos, tipicos para transicoes da encosta media para a encosta inferior nas unidades quase planas com uma grande distancia entre as linhas de drenagem (superior a 1600 m ) , sendo B2.a e B2.a l.d e em encostas inferiores nas unidades B2.b , B2.b l.v 2.v l.v B2.a 2.v 64 Foram descritas 3 covas ern transicoes da encosta superior para a encosta media num sope na unidade B2.a , 1 cova na transicao da 2.v encosta media para a encosta inferior na unidade B2.a ,1 cova numa l.v encosta inferior na unidade B2.b e 1 cova numa encosta inferior na l.v unidade B2.a 2.v Caracteristicas das covas bem drenadas na t r a n s i c a o s u p e r i o r para a encosta media num sope na unidade B2.a da : (Nota-se que e s t a s covas sao s i t u a d a s p e r t o da t r a n s i c a o de b a s i c a ( B I ) para a rocha a c i d a ) . Caracteristicas gprfplogicas Canada aravel Subsolo estrutura omteradacente f raca desenvolvida, anisoforee subangalar, grosseira a auito grosseira, a oacica porosa oacica cosisistencia seco husido eolhado ligeiraosate dura a dura friavel dura friavel a firse plastica, (pouco) pegajosa peliculas nao encontradas por os coouns a ouitos suito finos, paucos a coouns suito poucos a coouns finos finos e oiito poucos a poucos finos raizes poacas a cuitas oiito finas, cuito poucas a poucas poucas a cocuns finas suito finas, §uito poucas finas (pouco) plastica, pegajosa discontinuas, delgadas, de argila, oateria organica e/ou ferro encosta rocha 65 Caracteristicas gyigicas Profuod. (ei) 0-20 PH-H20 öat-org. 5.4-5.9 2.1-2.8 20-50 4.8-5.6 1.4-1.6 50-130 4.9-5.4 (ï) H-tot. P-ass. (Z) 0.08- 1-1 0.10 0.06 Ca Kg K Ha TBT ( -ceq/100 gr. de solo - ) 3.2- 1.1- 0.39- 0.16- 5.76.8 1.8 0.64 0.17 8.7 1.2- 1.3- 0.24- 0.13- 3.34.5 2.2 0.34 0.17 7.1 1.1- 1.2- 0.16- 0.14- 2.23.6 1.8 0.24 0.17 5.8 S (ï) 5977 4673 3870 Avaliacao Carada aravel Subsolo PH-H20 priiscipalcEiite radiarasente acido principaioente ouito fortesente a fortesente acido gateria organica nitrogenio-total fosforo-assieilavel calcio •agnesio potassio sodio satisfeito baixo baixo ate estres. baixo baixo baixo cedio a alto oedio baixo alto baixo a cedio baixo baixo baixo Classificacao (FAO/UKESCO): principaleente "ferric Luvisols", tasbee °ferric Acrisols' C a r a c t e r i s t i c a s da cova na t r a n s i c a o da encosta media para a encosta infe rior na unidade B2.a e das covas nas encostas i n f e r i o r e s nas unidade l.v B2.a 2.v e B2.b l.v Caracteristicas gprfolpgicas Canada aravel estrutura consistencia seco buoido eolhado : fracaosnte deseavolvida, anisoforee subaagular, fina a cuito grosseira lissiraceate dura a dura auto friavel a friavel plsstica, pegajosa Subsolo oacica porosa, ooderadaoente a fortesente coerente, a aiüsoforse subangular a angular, fina a euito fina, ooderadaeente desenvolvida dura a auto dura friavel (cuito) plastica, (cuito) pegajosa 66 peliculas as vezes poucas superficies voscas, delgadas poucas a discontinuas superficies voscas ou superficies polidas por deslizasento, delgadas por os caiitos finos, finos, poucos coouns a euitos euito finos poucos a cooins finos raizes coiuns a euitas cuito finas, cuito poucas a poucas poucas a coauns finas, cuito ouito finas, euito poucas finas, aedias e poucas a poucas sedias grosseiras a abundantes euito poucos a euitos auito poucos a aedios A partir dusa profundidade de 2S-70 es poucas eanchas de varias cores, sedias, indistintas e difusas. Ei todo o perfil suito poucos a poucos, ate eventualsente frequentes, nodulos pequenos a aedios, duros e esfericos de ferro e sanganes. ïiCIcteristicas guigicas da cova na transicao da encosta aedia gara a encosta inferior na unidade B2.a l.v Profund. (ei) 0-20 20-40 40-110 PH-H20 5.7 6.1 6.3 Hat-« rg. H-tot. P-ass. (Z) 5.4 2.1 (2) (PPS) 0.22 0.11 6 0 - - Ca Hg l Ha TBT ( -ceq/100 gr. de solo - ) 15.7 5.3 0.31 0.24 21.6 13.7 2.3 0.13 0.27 16.4 12.1 3.5 0.13 0.28 16.0 S (2) 78 85 91 Aval iacao PH-H20 •ateria organica Caaada aravel Subsolo eedianaeente acido levesente acido baixo a eedio ate extreoa•ente baixo baixo a tedio baixo euito alto eedio a alto euito baixo baixo boa alto eedio suito alto alto . baixo baixo nitrogenio-total fosforo-assiiilavel calcio tagnesio potassio sodio Classificacao (FAO/UIIESC0): "orthic Luvisols" a 'vertic Luvisols" Caracteristicas; guia;icas da cova na encosta inferior na unidade B2.b 1 u Profund. (ei) 0-14 14-25 25-140 PH-H20 Hat-iurg. 6.0 5.8 5.8 (2) 2.8 1.8 1.0 H-tot. (2) 0.13 0.11 0.06 P-ass. (pps) 5 1 0 Ca Hg E Ha TBT ( -eeq/100 gr. de solo -) 10.7 0.3 0.34 0.19 11.5 7.7 1.3 0.14 0.29 9.4 8.1 1.0 0.10 0.24 9.4 S (2) 80 75 81 67 Avaliacao Caaada aravel Subsolo Gediaraaoente acido balno a satisfeito cedio baiso csito alto baiso a csdio - aito baiso s baixo baiso PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assiuilsvel calcio •agnesio potassio sodio oedianaoente acido baiso ate estres. baiio baiso baixo cuito alto baiso a csdio üuito baiso . baiio Qhssificacag (FAO/UHESC0): "haplic Phaeozess" Caracteristicas guigicas da cova na encosta inferigr duo sgp.e na unidade B2~a ": 2.v Profund. (c>) 0-30 30-70 70-130 PH-H20 Mat-org. 6.2 5.9 5.8 (I) 3.1 3.3 - H-tot. P-ass. (ppo) (ï) 0.09 5 0.10 1 - - Ca Hg E Ha TBT S ( -Deq/100 gr. de solo - ) (X) 3.5 3.2 0.54 0.19 7.4 83 9.0 3.2 0.24 0.20 12.6 75 6.1 2.8 0.16 0.17 9.2 89 Caoada aravel PH-H20 •ateria organica nitrogenio-total fosforo-assisilavel calcio •agnesio potassio sodio levecente acido satisfeito - baiso a oedio • baiso a sedio • cedio alto • Gedio : baiso Subsolo cedianaoente acido satisfeito ate extres. baixo baiso a cedio ate baiso baiso suito alto eedio a alto cuito baiso a baixo baiso Classificacao (FAO/UtJESCO): "luvic Phaeozeos". B2.3 Solos moderadamerite bem a feitamente a mal drenados imperfeitamente, imperfeitamente e imper- 62^3^2 Solos moderadamerite b e m a i m p e r f e i t a m e n t e d r e n a d o s , muitó p r o f u n d o s , com 1 0 - 3 0 c m d e m a t e r i a l f r a n c o a r g i l o a r e n o s o , f r a n c o a r g i l o l i m o s o a franco argilo sobre argila, de c o r c a s t a n h a avermelhada escura sobre cinzenta escura com muitas manchas laranjas a partir duroa profundidade de 40 cm. E s t e t i p o d e s o l o f o i e n c o n t r a d o em v a l e s n a u n i d a d e B 2 . c 2.v 68 Nao foram feitas muitas observacoes. 62^3^3 Solos moderadamente bem a imperfeitamente bem e imperfeitamente a mal drenados, muito profundos, argilosos, com cores respectivas de castanho escuro sobre preto a castanho escuro e olivacea sobre cinzento e castanho, com manchas de varias cores e eventualmente concrecoes de ferro e manganes a partir duma profundidade de 10-20 cm. Este tipo de solo foi encontrado em dambos na unidade B2.a l.d encostas inferiores na unidade B2.a . l.v Nao foram feitas muitas observacoes. e em V 68 ANEXO B2 A OCORRÊNCIA DAS UNIDADES DE HAPEAMENTO, UMA INVENTARIZAC&O DOS TIPÜS DE SOLOS PRESENTES EM CADA UMA, E UM RESUMO DAS CARACTERISTICAS PEDOLOGICAS. INDICE Pagina unidade de mapeainento A.a 72 l.d A.a 75 l.v A.a 77 l.d/v A.a 78 2.d A.a 81 2.v A.a 83 2.d/v A.b 84 l.d A.b 86 l.v A.b 88 2.d A.b 90 2.v 71 INDICE Pagina nidade de mapeamento B2.b 113 l.v B2.b 115 < 2.v B2.c 117 l.v B2.c 118 2.v 82.c 120 3.v B2.b/c 121 2.v Ocorrencia da unidade A^_a l.d tf nï» 11.211 HT)I« I t J I H I p l M W l 1 •IIOAOE OE 1 1I , pasica» FISIACIAFICA TIP» OE S»L» t.a t*s* t eaccsta A.2.4 Ï7Ï «KtS,!... •APEAIEOT» • PI9FBI0I0A0E OE SOL» (ca) kca dreaad* >IÏO >120 cast alar lar kca dreaad* >12« >120 Fa-FOf* F*t(a)-ai(a) cast avtra esc kca dreaad* >120 >120 FO ctai esc, cast esc kta dreaad* >120 >12» as 9*t*s ca* kca dreaad* >120 >120 as vcies caatacta- ! ca* AIA-A*. cast avcra esc,lar vera «ft »«ra kca dreaad* >120 >120 1 Caaada aravel sabsala cast avtra lar OF * a-Fa A.2.12 a.ï.s ! PAITICOLAtlDAOES ; I0IEI0 OE OOSEtTACOES • •«. COÏAS PI»F»HOIOAOE OE LEICOL FtEATIC» (ca) FA,«-FA( 0.2.2 cot CLASSE OE DOEOaSEI TEuata Caaada aravtl saks*l* csayactaca* 1 1 caapactaca* I (Ic»3) lar c*a»acta- 12 F*-FAtA a.2.13 0.2.14 Fa 4(Mcll •ac3) vera eac*sta aedia de Materflave* a.2.io «F FA ( A-AIA cast avtra esc vara kca dreaad* >120 >120 1 *.2.i» OF cast CSC alar kca dreaad* >120 >120 1 cast csc a cast avcra cast avcra a lar kca dreaad* >120 >120 5 kca dreaad* >120 >120 2 FA-A«A *.2.i3 a.2.12 i FA-FA*.A ata-aa | Fa i cast csc i i cast avcra, lar • FA*.A-Aa . 1 •VIBME BE MPEMEITO • i i i i POSICaO FISIOHaFIC* •: a i'.Y ! j TIPO BE SOLO • 1 TEITOta Caaada irarei tabsalo j «.2.13 j Fata cast asc ea*-»e cait asc . «F-Fa cast aaar 1 1 i 1 1 i i 1 i i 1laataa/daaba j a.2.11 j a.2.« j «.2.7 1 1 1 1 1 j a.J.I ! i i i i i i a.O.é j a.2.3 « U Fa-Ftf «-«F «•a-ée »-«F «-«f 1 j j 4.0.3 a.3.13 ] ii i i i i •ia aF-aa<»> j a.3.10 1 j j >120 ! j ] | >120 1 caaaactacaa lllr i : >120 >120 >120 ii 1 1 clat esc, cast esc! laeerfeltaaeate j clat, cast esc 1• 1 0 { 1 1 j caaaactacaa, aaacfias a aartlr de 30 ca caaaactacaa oiSEtracoEt • io. corts 1 1 20 10 >120 100-120 | { | >120 ! { 1 j ! { 1 >120 1 j 10 1 1 >120 i >120 ! j 1 j ! { 1 .1. •OIEIO BE I >120 clai asc. cast esc! aaderailaacate ! clai asc, cast | taaeatii draaada;] | aal druaada j cast asc PttTICBLatlDAOES >120 I ! aoderalaacnte | bca drcaada 1 { aal drcaada larerfcltaacatc { a aal draaad* 1 | { 1. | { 1 1 j cast asc cast esc, cast, aaar • j 1 ! aaderadaaeate | (ca drcaada 1 { bea driaada 1 PI0F010IDADE PIOFOIOIBaBE - BE LEICOL | FIEaTICO (ca) 1 | >120 j bca drcaada 1 1 { bca droaada F«-F«t« i i i • i i CLtSSE BE BIEIaCEB ! i i i i i ata-aa 0 ii ! cast asc aaar cast asc Fa-Faaa at 1 .! COI Caaada aravol tabsala clai esc aaa-«e j 1 >120 >120 1 1 1 | aaacbas a aartlr | de «0 ca 1 1 1 ] aaacbas a aartlr } de 20-30 ca 1 1 1 ! aaacbas a partlr | de 10-15 ca t 1 1 las «eies cascalbe. !aaacbas a aartlr da jïeatra de 100 ca 0 1 S (IcOS) 2 52 3 Ocorrencia da unidade A.a l.v tf HUMDE I E MPEMEDTO : rosicio j Sacasta ft.a ï7» TIP* IE toia FISI*CI«FIC« saaerlor a.2.3 traasiea* «acaita saatrisr a atfla a*t| 'lattrflava* TEITVta Caaafa araval saksala « FA-FAfA cast a*tra tsc «ara *!. cast a»tra asc vtra a.2.1* «.2:13 F«-FA«* 1.2.1 • a-ar a Jetst asc FÜfl jaaar |cast tsc, cast iaaar I lafari«r Sacasta t latar?ia*e : ! laaaaa/faaka z | { COt Caaatfa araval saksala a.i.3 «.2.1 «' Ir' cast a*ara asc a »tra cast avtra asc a vara aaar cast rtOFVIDIBIlE DE LEICOL FIEtTICO (ca) CLASSE si: DIEiaCEl kta tfrtaafo j MOFOMItADE PaiTICSLélIDADES HfREt* DE OBSEt*«COES • ie. c o m E • fat >120 >120 >120 >120 kaa frcaafn j kta aVaaadt j >120 >120 kta a aatfaratfa- ! 120 >120 s 130-140 1 «ks. caa attraallatltt aos 120130 ca >120 a aartir Saackas t <0 ca 130 >129 ! aaackas a aartlr Stata kta tfrtaa-! • Eatfaratfaatatt ta tfrtaaio Eaftrafaaaatt ta fraaaéa 3f S* ca 2 (Ie») ! j d) Ocorrencia da unidade A.a --- . l.d/v «o meao tnOOOO. * M g ds « H M iwuMWflB « w t i » M M i o ö> CMBO Ocorrencia da unidade A.a ITd <* 79 M M »— uo> Ul<* mos» Eu© M « u e » -UO Ja«» «»<M«I M a O wa. • uiiue •«•ae O M J 3 « e* m M k#W o a a> •n o • M O 1 u a o a •o o A « m A M urn « s -i A « u ue a * am M «1 ^«« » «•o O c M N M M M -«IV. o»o«i mm *4 o.oa a 1 • I «a «o • e «ir- a ^s « a =s o in o B o u •e u« eo k » A « l «1^9 <-fl «*• «• w *a« M A ffk » K >m u U«l VI j a - oioai « u a «« «i Oe « a • M A B «1» •e ok * • « B - a » B M M • e * o —o • E »u • N« M o«i umie M O M 53 sr • o 5 *> s UI o « Cl M e N A e M O M *\ «* N M e M o n M IM mm N e O M e »>i —4 P4 M o <M o e •M * • " _ ui a IeM N e e M e M M e e K e M e N M M M M M M M *« e •o A O T» XI o <M «.OU. UIW e e •a •a xE a e «• k « k •o '*" • «I J> e •o xB <o B * k Ti « 1. •W Tl • • •1 J* o Ti B * •1 •> k k Tl •o • •1 • •1 J3 ja .O « ja •« B • 5 « a> k x a Ti a 55 « »•• < k u «i e e n A M • «1 A MS u •k A V M « « • I! s i. • n « m tP. « s 3f w m * ' • «•0 i « U. s u. « u. u. u. i ? 5 ? i « u. « U. « u. UI « • <• aB • • « u si n a« O «1 •1 ** M a u u •1 « • m • »! «1 s5 1"!\ k . «• « ï « u. i ? « « « i * « * . « u. « u. « « u. u. i «• 4 -? ? i « M e è\ 3 U. 1 ï i mt U. 1 • • • •« A 1 Tl • 1 • 1 fM « a « k a 53 3 fi 41 a •«ol »* B B •* a a ueoi a a k B « •rniTi • i » c u. * M M a « k O B « n • ««- w» u IX a a k k mZ u. P4 M « «k M• « M M U«l «14 a r w •c 4 O a k aak. •• • a k « « e • WT> « o. »• «.u. • ja 3 > o OM- ÈS a a • « ja o M M «i k Tl a k Tl «i ja • o Tl B •i k •a J3 o •w W • k O M n « « (« k A •» « o •a aB • k u o B «1 k Tl a. m 80 *S ÏSS urn MUI 7f. v IS • O t- fc. us: SS : t» m •- ••»*•*• mw : SSÏ:5 :r ^S »o *M N k-n csk« il 3 EL H l :L •! IN l I • . I mm I I • m U I « e Ólsü 9«« «• !• ««o •< «aai Ocorrência da unidade A.a "ITv P _ ____ __ 11A I I . » IHTJI» H.Of e MCOB tlUdOO. ftiraa * Mn«no rurpuwCa <*w*« » vabtfw t O* bapot» o*r«» * KK.1Me.S71 • « U «o «MM> Mfl.OCO. • POSICAO FISIOGRAFICA BIIDADE DE RAPEAHEHTO TIPO DE SOLO TEXTORA Caiada aravel COR Caiada aravel 2.v topo e encosta saerlor de "lnterlove" A.2.13 Ï A.2.3 A.2.9 transicao da encosta ssperlor a aedla de sope A.2.3 encosta aedla de "iaterflave* os de sope A.2.13 A.2.12 encosta inferior de "interflave" oo de sope A.l.1 A.3.6 vale A.3.13 A.3.1S PROFORDIDADE DE LEHCOL FREATICO (ca) PROF0NDIDADE DE SOLO (ca) PARTICULARIDADES ben drenjido >120 >120 FAgA-Ag(A) cast esc a cast avera esc. cast vera coapactacao; no sope aaa vei rocha aeteorizada aos 70 ca A-AF cast avera esc bes drenado >120 >120 FA cast avera cascalho a partlr de 30 ca, aalto cascalbento aais profgndo 1 (Ic82) (obs. no sope) A-AF cast avera esc bea dreaado >120 >120 FA-Ag vera rocha aeteorizada aos 90 ce noaa falxa qaartzltica 2 (Icl7) (1 obs.oo sope) A cast avera esc, cast bee drenado >I20 >120 FA-FAgA lar a vera FA-FAg cast esc beo drenido >120 >I20 coapactacao AgA-Ag vera FA cinr esc >120 cast aver ben drenado a aoderadaaente bee drenado >I20 FAgA-AgA aanchas a partlr de 70 co (rocha aeteorizada?) 1 (Ic9) (obs. no sope) A-AF clnz esc, cast esc >120 aaa vez aanchas a partlr de 80 co cast esc, cast pal, alar beo a algo excessivaaente drenado >120 A-AF 4 (Ic84) Ic26) (2 pbs. no sope) A cast >120 aanchas a partlr de 30 co aaar aoderadaaente bes a iaperfeitaoente drenado >120 A-AgA >120 •anchas a partlr de 15 ca concrecpes de ferro e aanganes a partlr de 40 ca aoltos fragaentos einerais FA FAgA cast esc aoderadaaente bea a inperfeitaaente drenado >120 aaar estratificado preta, clnz esc cast esc aoderadaaente bea a aal dre- >120 >120 aanchas a partlr de 2S-3S ca aoitas alcas, blocos de peiroplinttte na saperflcle aoderadaaente bea dremado >120 >120 coapactacao AF cinr esc FA-FAgA cast esc 4 (2 obs. sope) 1 (Ic81) AgA c l m esc, cast esc aaar A.2.3 HOHERO DE . OISERVACOES • HO. COVAS sabsolo sabsolo A.a CLASSE OE OREHAGEB 6 (Ic2I) (1 obs. no sope) 1 Ocorrencia da unidade A.a 27d/v nwatfwtoaa <*» m*m Mpaytfif ntt f t . » I t t n i * * . » C * t l i M M M UVUXO.«sraa « H t m W n W i m d * irop*w • d» b e * * » e * « » d> W » . » m W • M l «a M O » «O.CCD. t 84 •) è . c iii !! i i! I \U < • i • IrH I TJ (O X) •H c CO TJ CO •H ü c «D JH SH O O O lï! I -• UNIOADE DE NAPEARENTO A.b ï~d" POSICAO FISIOCRAFICA —-...___________ —- _ _ _ _ _ TIPO DE SOLO encosta saperior de 'lnterflave' A.2.S encosta aedia de "lnterflave* A.2.13 langna/daebo A.3.I TEXTURA Caaada aravel sabsolo - _ _ _ _ _ _ _ - _ _ —_ _ _ _ _ - . _ _ _ _ _ - . _ • - . - _ _ _ _ - _ - - . _ - _ - - — - • _ - - - - - - - - - FA COR Caaada aravel sabsolo cast averi esc FAgA cast airera esc FAgA cast avera esc AgA-Ag cast avera esc A cast esc aaar A CLASSE DE ORENAGEN PROFONOIDADE DE LENCOL FREATICO (ca) PROFONDIDADE DE SOLO (ca) PARTICOLARIDADES bea drenado >I20 90-120 rocba aetéoriiada bea drenado >I20 >I20 70 95 laperfeltaaente drenado RONERO DE OISERVACOES t NO. COVAS 1 I cascalho de petro-pllntite Ocorrencia da unidade A.b Ï7v SHSS-r- POSICAO FISIOCRAFICA encosta inferior de "ioterflave" COR Canada aravel sabsolo cini esc cast cint esc nar UJO Oh m UllU O H « « O UI NO. BK 1 1 * 1 i ja i •> i . i . l * l « 1 1 1 120 120 PROFONDIDAOE DE LENCOL FREATICO (ca) BB aoderadaaente bea drenada aoderadaaente bea drenada ClASSE OE DRERASEH CA A.2.2 A FA-AiA A-AF FA-FAgA TEITORA Canada aravel sabsolo 8 A.2.8 TIPO DE SOLO 1 1 (Ic80) NUMERO DE ORSERTACOES • NO. COVAS 87 Bj. A Z I ir i IE = - Ocorrencia da unidade 2~.d • * tawoka <*«•«• • m t m , * n * « 3 «wmoBMoao. BIIBADE DE RAPEAIENTO POSICAO FISIOGRAFICA TIPO OE SOLO TEXTORA Canada aravel A.2.1I A-AF-FAgA cast, cast avera AaA-Ag lar. vera A cast esc A-AF alar, lar AF lar FA-FAgA vera A cast avere Ag ïar A lar Ag vera A cast Ag laar A cast esc, cast A-AF pal, aaar, lar sabsolo A.b V.i' topo e encosta-seerioj de'interlave oo de 'sope Ï A.l.I encosta aedia de "interflave* oo de sope A.2.4 A.2.7 A.2.« translcao encosta •edia a inferior de "interflave" A.2.6 encosta inferior de "interflave" on de sope A.2.1 Iangna A.3.1 COR Caaada aravel sabsolo c l m esc pal A.3.14 Ag c i m esc Ag cinr esc CLASSE DE DREIAGEI PROFORDIDADE DE LEICOL FREATICO (ca) PROFDRDIOAOE BE SOLO (Cl) >120 algo excess. drenado >120 bea drenado >120 110 beo drenado >120 >120 bea drenado >120 >I20 bea drenado >I20 >120 >I20 (asa vez aos 100) HONERO OE OBSERVACOES • NO. COVAS >120 bea drenado beo e aoderadaaente bes drenado PARTICOLARIOABES >120 (aaa vet 30 ca) >120 (aaa vei pedras 60 ca) as veies pedregoso 3 (Ic50) (obs.no sope) oedras aos 110 co 1 (obs. no sope) aaa vei aanchas 0 (Ic20) a partir de (2 obs. no sope) 10S ca no solo coa o lencol ir. aos 100 co taabes cascalho de petro plintite aoderadaaente bea a iaperfeitaaente drenado >1S0 >120 aanchas a partir de 27 co laperfeitaaente a aal drenado >120 >120 sinals de sal fendas aanchas a partir de 30 ca 1 (Ic51) Ocorrencia da unidade A.b T.v BHIOAOE DE HAPEANENTO POSICAO FISIOGRAFICA TIPO OE SOLO TEXTUBA Caaada aravel A.b 2.v topo e encosta saperior de 'interflave" OB de sope A.2.5 sibsolo FA-FAgA COS Caaada aravel sabsolo CLASSE OE DRCMAGER PROFUMDIDADE OE LEHCOL FBEATICO. (ei) bea drenado >120 bea drenado >I20 >120 cast esc, cast avera itsc) bea drenado >120 >120 cast esc, cast avera esc bea drenado >120 >120 algo excessivaaente drenado >120 >120 bea a aoderaaente bea drenado >120 bea a aoderadaaente bea drenado >120 >120 (aaa vet 70 ca, no sope e aaa vei 85 ca) cast esci cast avera FAgA-FAg cast avera, vera A.2.I0 A-AF PBOFUNOIDADE DE SOLO (ca) cast esc. cast avera (esc) >120 (no sope a partir de 40-50 ca aaito cascalho) PARTICULARIDADES as veres aaa caaada arenosa delgada na saperflcie fragaentos einerais NUMERO OE OtSERVACOES • MO. COTAS 9 (IclO, Icll e Ic87) (2 obs. no sope) S (Iet) FA«A-AgA Iar, A.2.I3 FA-FAgA vera 4 (IcS, Sc4) AgA-Ag A.2.3 A-AF FA cast avera esc vera A.l.1 A-AF cini esc a cast esc, lar a vera A-AF lar, transicao encosta sapcrior a aedia de "interflave* A.2.13 encosta aedia de "interfl flave" oa de sope A.2.13 vera FA cast esc FAgA-AgA cast esc FA-FAgA cast esc. cast avera esc 100-120 as veies aenos profando coa rocha aeteorizada aos 50-80 ca as veies pedregosos (obs. no sope) pedras a partir de 70-100 ca aanchas a artir de S-70 ca ? FAgA-AgA cast esc, cast avera esc, aaar A.2.4 AF cast avera, vera vera bea drenado >120 >120 FAgA-FAg A.2.5 FA cast avera. vera bea drenado >120 >120 A.2.II FAgA A-FA vera cast esc, cast avera esc lar. vera FAgA-AgA A.2.7 AF-AgA Ag cast avera coapactacao 8 (Ic7) (2 obs. no sope) as vetes aanchas a partir de 95 ca 1 (Icl3) (obs. no sope) coapactacao 3 (Icl5, lelt] no sope) (obs. bea drenado >I20 >120 bea drenado >120 >120 coapactacao ORIDAOE DE HAPEAHENTO POSICAO FISIOGRAFICA transicao encosta aedia a inferior de 'interflave* oa de sope TIPO DE SOLO A.2.7 TEXT0RA Caaada arav«l sobsolo COR Caaada aravel A-AF cast esc «I cast A.2.3 encosta inferior de 'interflave' oa de sope A.l.1 A.2.1 A.3.6 vale A.3.I4 A.3.15 langaa/daabo A.3.13 A.3.4 A.4.4 A.3.1 CLASSE OE DREIIACER PROFVHDIDAOE DE LEKCOL FIEATICO (ca). PROFOHOIOADE DE SOLO (ei) PARTICVLARIDADES HURERO OE 08SERTACOES • HO. COVAS sobsolo alar FA-FAgA ïar A-AF cast esc. cast A-AF aiar alar A-AF cast esc, pal A-AF cast esc, cast pal.aiar bei a aoderadaaente bei drenado >120 100 petro-plintite a partir de 90 ca, aanehas a partir de 40 ca bei a aoderadaaenke bei drenado >120 100 concrecoes a 1 partir de 70 ca (obs. no sope) petro-plintite aos 95 ca algo «xcessivaaente drenado >120 >120 5 (Ic24) (3 obs. no sope) bei,ben a aodemdaaente ben e aodera•ente ben drenado >100 M20 aanehas a partir 7 (Iclf, de varias prolc«7) fondidades (4 obs. no sope) lodemdaiente bei a iaperfeitaiiente drenado 90 >120 aanehas a partir de «0 ca iaperfeitaaente a aal direnado 80 >120 aanehas a partir da saperficie A cast esc A-AgA cint Ag pretj «g cint esc estratificado varij s cores iaperfeitaaente a aal direnado >120 >120 aanehas a partir da saperficie 2 (Ic8«) FAgA cim ésc >120 >120 iaperfeitaaente a aal drenado > 120 >120 aanehas a partir da saperficie concrecoes de ferro aanehas a partir de SO ca 1 cim esc iaperfeitaaente drenado Ag perto da soperficie >120 aanehas a partir da saperficie >120 j j „ « b . e V partir A pal A-Ag cast cast A pal A-Ag cast A cast esc A cast aal dremado iaperfeitaaente a aal drenado 85 1 1 1 (Ic40) Ocorrencia da unidade A.b_ 27d7v 8 N«o«"<M> * » •«*«• Hpograhro* nï* H.ïï i W i l » »,8I1«1 pr na «CW t-ISOOOO. fcrr«o aj K W U «—<B»»«do tvrovn ó» *it**v d Ocorrencia da unidade A.c 2?v UHIDADE DE RAPEAHENTO POSICAO FISIOGRAFICA TIPO DE SOLO TEXTURA Caiada aravel All A ssbsolo A.c 2.v topo e encosta saperior de 'interflive' A A.2.14 A« Ag" encosta ledla de 'Interflive' encosta Inferlor de 'interflave' oe sop* CLASSE DE DREHAGER PKOFUHDIOAOE DE LENCOL FREATICO (ei) PROFURDIOADE DE SOLO algo excesslvaiente drenado >120 >120 cast esc cast esc cast a v e n esc bes. drenado >120 >120 coipactacao bei drenado >120 35-60 rocha leteorlzada/pedras afloraientos rochosos FAgA A.2.4 Ag A-AF cast esc ben drenado >120 FA-FAgA cast 75 >120 bei drenado H20 >120 bei drenado >120 >120 A.2.4 A.3.13 A.3.14 ven A-AF lar cast esc FA-FAgA cast a v e n esc AF cast esc FA lar FAg-FAgL cast cast iiperfeitaiente a ial drenado cast iiperfeita•ente drenado Ag AgA Ag PARTICULARIDADES cast esc aiar A.2.13 A.2.3 vale Caiada aravel sibsolo st esc ROHERO DE OBSERVACOES • RO. COVAS (obs 60 >120 •anchas e concrecoes de Fe e Rn a partir de 3$ ei >120 >120 todo o perfil calcario, concrecoes calcarlas •anchas a partir de 30 ei no sope) Ocorrencia da unidade A.c 3.v 8 ^.2!< i'tni» u. M " t 0NI0A0E OE NAPEANEHTO POSICAO FISIOCBAFICA TIPO DE SOLO TEXJURA Caaada aravel sabsolo A.c 3.v topo e encosta saperlor de "interflsve" oa de sope A.l.I A.2.13 A.2.3 encosta aedia de "iaterflave OB de sope A.l.I A A.2.10 encosta lnferior de 'lnterfluve' A.2.I1 A.2.1 A.2.6 ben drenado >120 >120 coapactacao aaltas alcas bea drenado >120 >120 concrecoes de ferro aos 90 ca (obs. a partir de I30ca petro-pllntlte ven AF vera FA-FAgA vera A cast avera esc algo excessivaaente drenado vera avera esc bea drenado esc >120 >120 75 >120 (oaa vet 85 ca) esc bea drenado >120 >120 >120 >120 AgA A-FA cast esc, aaar aoderadaaente bea drenado >120 70 FAgA-AgA cast esc A-AF cast esc, >120 cast esc bea a aoderadaaente bea drenado >120 AF A-AF cast esc bea drenado >120 >120 AgA-Ag aïar AF-FA-FAgA no sope) rocha aeteoritada coapactacao (1 obs. no sope) avera esc vera cast avera esc cast avera bea drenado vera FAgA HDHERO DE OBSERVACOES * NO. COVAS aos 70 ca 20-301 cascalho; aos 125 ca 50-601 case. As AF-FA PARTICULARIDADES! >120 lar cast cast cast lar, cast PBOFUNOIDADE DE SOLO(ca) >120 cast avera FA-FAgA PSOFDNDIDADE DE LENCOL FSEATICO (cal algo excessivaaente drenado FAlA AgA-Ag A.2.3 sabsolo alar CLASSE DE DBENAGEN A AF A.2.13 COS Caaada aravel ao lado solos saperficials aanchas a partir de 35 ca rocha aeteoriiada fragaentos einerais aanchas a partir de 70 co 53 Ocorrencia da unidade Bl.a ~I7d I «f» } t . ? I i ' 9 m * M.acwi 1 *«o *J co* —fpfwcflo * *Bwydte« ofraaa 99 ouo mot M tu*a uot* ouo «co aiac • uuio M w O •e«> •-4 »«4 U .Hr i. uukava • cw B« U -0«T> o « - « »• in • w «> «inw o-« M«»rex i o-o« « r a » .cm •O-t. » unun cc» •.•«IB «-?««-• « *>^> M«OU ïlillUililiilï 3 5's. a <•> « »«•<« W-V i«SË «•» ">_ •-4 B V a-a) '-?: o« a «o • • 4i.~ :~ *• « M U "U Un M « «I if m i ** I oo M M O I •• n n w *• «•» U k <fl • • k k o •u un «« «« • »«• M » i? H! <m u n «* «• •«u»> II II »u un ««• «• u *• •» •* «•<• m m — U•U U-* < »* n u»• « n <•«. "" «« «I • • • • !! «••• M •1 «1 4* M U k k n SI n uw »« u«< n « ••• U U«l M » ES • -• « u u n n«i « u n «i • »k• U«l n» «<• k *•• aai ** <• •• n u »m u n u n u M <• « 13 iï 111 « m m « uu «• *m•»* o *• n m u u» n « «• « 3 ,! u n 4 h Ocorrencia da unidade Bl.a "ÏTv~ § Ocorrencia da unidade Bl.a ÏTd/v ' i ., _ _ - J I A ii.» i urn» *,»fm»m*—H. o tMOOO. Nnw dB «nww Wirpwintta ovovfe «• vabofio 4» ewp» spofai B t M M N « . t M S . « n * « 3 noNCOD «40.000. ' 4ra vé c#* ^w^BcAa (ft toop^vi É v i ^ POSICAO FISIOGRAFICA TIPO DE SOLO TEXTURA Caaada aravel sabsolo topo e encosta saperior de "interflave- BI.2.4 11.2.3 encosta aedia de 'interflnve' II.2.4 transicao encosta aedla a inferior de "interflave' 11.2.3 encosta inferior langna/daebo 11.3.4 BI.3.3 sobsolo PROFUHOIDADE DE LENCOL FREATICO (ca) PROFOHOIDADE DE SOLO(ca) PARTICULARIDADES bea drenado >120 >120 Ag FAgA-FAg cast avera esc bea drenado >120 >120 Ag vera Ag bea a aoderadaaente bea drenado >120 >I20 bea drenado >120 >120 FA-FAgA cast esc cast esc cast avera esc vera cast esc bea a aodera- >120 >120 alar dreoSSJ "" aanchas a partir de SO ca AgA FAgA-FAg cast esc bea a aodera- >I20 >120 aanchassacpartir Ag Urenat FAgA cast esc, alar cast esc >120 >120 aanchas a partir de <0 ca Urenat iaperfeitaaente drenado >120 >120 aanchas a partir de 30 ca aoderadaaente bea a iaperfeitaannte drenado >120 >120 aanchas a partir da saperficie FAgA-FAg Ag 11.2.2 CLASSE OE DRENAGEN cast esc, cast avera esc cast avera esc, vera Ag Ag 11.2.3 COR Caaada aravel Ag cast esc Ag cast esc A« cim esc FA-FAgA cast esc Ag cast esc aancbas a partir de SO ca "" bea a aodera"" NUMERO DE ORSERVACOES * NO. COVAS Ocorrencia da unidade Bl.a ~2~v SSSSSsüSsSr5» Ocorrencia da unidade Bl.b ~ÏTv Ocorrencia da unidade BiUc 2.v 5 10 dm**» ik» « m w n v x * * » n ' . II,Jï t HTÏU H.flUK • fccvoto* o * « t o* HW.1W6.W *ml »a rtaJB MO000. ;^-i Ocorrencia da unidade Bl.b ~2~.v • "W»p da « « m M U M *•(<•*• L__] nï» Ï 1 . Ï I l i f f l l t K . t t f M I «rMtatml. s ore*** 0» H P B — « co"P* fo**coo Haooo. < M l i M a » w » « t t i ft « a f M M i Ocorrencia da unidade B2.a ~ï7d 1 11.» I W i l * U.BI"» do ncoo U5OC00. ft»mo Ai w w r <— rpmoaa HTM*» d» tttVMM 10B «Si m\ V» t s : s : s* r i . ss , s . t ^o si «: in z ~i o i *« vt >v u * <* vi o s ! : s : s ^ s-i5 e _"•_ ! -JL £ JA S _ J_~r_r « I • _J t *t ^ ** s« sss :s s s s UI 1 O I. • 3 i: 51 ( I trt<: i «i « C© ( _ « « 5= a « o "W «* |I illfi -I is! « I I «/ I > i i l ï!z;:: "i:::: «:-s:"i III K! «II i - EI s s t: * . -: :Ï sis S! . « 4 | (I VIII», *l| M I k > I M —iic i S i S 3!S SiS "Siï n «I « l * t i | O: • • i M i t . £2! «•«« i ïi! *e i o t «"i's: s^i-si LU * t p-O I i « i t» « t o l < l « . s e* i « I • I N O O-J i-ttrt » - « I f4 • < l < CM r» N N . N » • »i o h. l < . fSj » « ai m m IM Bk = iïUt, ill ^ «» !"' Sï S™ ? zz iis^ sr SK s ss s£ i ; i =Ï i2!" a « r « Ocorrencia da unidade B2.a ~ÏTv § > «*» Ï 1 . Ï Ï I UTJU U.1SH» M O M 'ÏMOOO. F»no 6> «mno ntrpntaan «rota d* v«M*> • tatvota* o4r*a O* •»». * M , WT1 • W ) ™ ncoo KO OOD. ONIDAOE DE NAPEANENTO 12.a l.v POSICAO FISIOCRAFICA TIPO DE SOLO translcao encosta soperior a ledia de ' I n t e r f U v e ' 12.2.3 translcao encosta •edia a inferlor de 'interflire" 12.2.3 encosta Inferlor de 'interflive' 82.3.3 translcao encosta inferlor a l a n g u / daibo 12.3.3 TEXTURA COR Caiada aravel caiada aravel sebsolo Ag(L> snbsolo cast a v e n esc Ag(L) cast Ag cast esc Ag cast esc Ag cast esc Ag cast esc «g cast esc Ag preta CLASSE DE DRENAGEN PROFUNOIDADE DE LENCOL FREATICO (ei) PROFONDIDADE DE SOLO(ci) PARTICULARIDAOES NONERO OE OBSERYACOES • NO. COVAS bei drenado >120 >120 coipactacao I lodeiadaiente . bei drenado >120 >120- cores sujas a partir de «Oei por causa dos nodslos de Fe e Nn 1 (Ic23) •oderadaiente bei .'1 iiperfeitiiiente dreniido >120 >120 "•alch" ei clia fendas p r u r n i s ; concrecoes de Fe e Nn a partir de 50 ei •anchas a partir de 20 ei I •oderadaiente bei ) iiperfeitaiente drenado >120 >120 •anchas a partir de 8 ei I ever» esc Ocorrencia da unidade B2.a 5Tv~ <! UHIDADE DE HAPEARERTO POSICAO FISIOSRAFICA TIPO DE SOLO TEXTURA Caaada aravel 12.2.3 9 subsolo (2.a 2.v transicao encosta superior a aedia de sope OR aaada aravel sabsolo CLASSE BE DREHACER PROFUHOIDAOE DE LEHCOL FREATICO (ca) PROFOIDIDADE DE SOLO(ca) PARTICULARIDADES; ast avera esc ven bea drenado >120 >I20 6 (Scl, Sc2 e Se 3) ast averi esc ver* bea drenado >120 >120 bea drenado >120 >120 aoderadaaente bea drenado >120 >120 aanchas a partir de 40 ca concrecoes de ferro e aanganes a partir de 70ca 1 (Sc7) aoderadaaente bea drenado >120 >I20 aanchas a partir de 60 ca <Sc5. (ScCl 0A-A« 12.2.2 Ag HUHERO DE ORSERVACOES • HO. COVAS g era R2.2.1 encosta inferior de sope R2.2.J 12.2.2 AgA-FAg ar g era gA-A« ast esc < ast avera esc ar AgA ast esc ast avera esc ast esc 113 Ocorrencia da unidade B2.b ~2~v g' i ï i . ï i i >«m* «..»(' 1-24OO00. Farno ds vrrvno ntrowona mm»** ria vota mAM <**<• 0» 1MS.4M.mi i W l m n a » 1-4) OCD UNIDAOE DE NAPEANENTO POSICAO FISIOGRAFICA TIPO DE SOLO TEXTURA Caiada aravel B2.2.2 FAg(A) sabsolo 32.b 2.v topo e encosta soperior de 'interflave* oa de sope COR Caiada aravel sabsolo cast esc, cast averi esc CLASSE DE DREHAGEN bei drenado PROFUHDIDAOE DE LENCOL FREATICO (Cl) >120 PROFUHOIOADE OE SOLO(ci) >120 Ag cast averi esc ven B2.2.3 encosta ledia de 'interflove' on de sope 82.2.2 Ajl cast averi esc Ag ven FAgA cast averi esc Ag cast averi esc bei drenado >I20 >120 bei drenado >120 >120 PARTICULARIDAOES! no sope taibei solos coi D U profnndidade de 20 ei e S5ci NUNERO DE OBSERVACOES • NO. COVAS (3 obs.no sope) perto da transicao da rocha 'B' Rara 'A' pode aver oia caiada snperficial de arela coipactacao (1 obs.no sope) B2.2.1 transicao encosta •edia a encosta inferior de sope B2.2.2 encosta inferior de Mnterflove' 82.2.3 FAgL cast esc A« cast averi esc FAgA cast averi esc Ag cast averi esc Ag cast esc Ag cast esc bei drenado >120 >120 1 bei drenado >120 >120 1 •oderadaiente bei drenado >120 >I20 a partlr de 40ci •anchas e concrecoes de ferro! '"6 Ocorrencia da unidade B2.c ~ÏTv 5 .__ _ . - i «M »».«i « n u ü.uiti vato* o * * » * nn.wM.ii7i *nei « • « « HOBO. Ocorrência da unidade B2.c "iTv • f» ÏVÏH WH* w.tli' UHIDAOE DE HAPEAHEIITO POSICAO FISIOGRAFICA TIPO DE SOLO TEXTVRA Caiada aravel COR Caiada aravel sabsolo 12.c 2.v topo e encosta saperior de 'interflave' B2.2.2 encosta icdia de MnterflBve' 12.2.3 82.2.2 vale 12.3.2 PROFVHDIDADE DE LEHCOL FREATICO (ei) ! PROFUHOIDADE DE SOLO(ci) PARTICULARIDAOES | NOHERO DE OBSESVACOES • NO. COVAS sabsolo F-FAj cast averi esc At ven Ag__ cast esc, cast averi esc Ag CLASSE DE DREHAGEH bei drenado >120 ; >120 coipactacao 1 bei drenado >120 { >100 a partir de 100 ei concrecoes de Nn e/oa rocha •eteoriiada 2 bei a loderadaiente bei drenado >120 { >I20 coipactacao •aito poacas •anchas de Fe e Hn 1 •oderadaiente bei a liperfeitaiente drenado >120 | >120 •anchas a partir de 40 ei lar FAgL cast esc Ag nar FAgA cast averi esc Ag c i m esc 1 1 . Ocorrencia da unidade B2.c ~3~v * iMnwdS <*» H u n MxaroKe* "!* » . D I * ) I » fc.Wllêl pr ricou 1ÏW0D0. *»™io ito IMWIC iwimioi» a w t a 1» wnbf*o a • tanpofc» o * « d * 14M.14M W1 *1M7 « n o n f40 000. Ocorrencia da unidade B2.b/c E 122 ANEXO B3: PROBLEMAS TAXONÖHICOS DOS SOLOS O sistema de classifica^ao segundo a FAO-UNESCO (1974) usado, mostrou certas dificuldades na classifica;ao dos solos da Srea de estudo, visto o sistema possuir algumas limitacoes no que respeita S caracterizacao dos horizontes diagnosticos. Muitas vezes, encontravam-se caracteristicas que podiam ser atribuidas tanto a um Luvisol como a urn Ferralsol, isto è: existem critèrios diagnosticos para urn horizonte argilico assim como critèrios para urn horizonte óxico. Os critèrios mais important.es num horizonte argilico sao.urn certo aumento (iluviacao) do conteüdo da argila irelativo a textura do solo) e a presen^a de peiicuias de argila. Um aumento do conteüdo de argila no perfil ocorre frequentemente. Um horizonte eluvial evidente è porèm, dificil de se encontrar. No que respeita a preserna de peiicuias de argila: visto, que em geral, os solos sao fracamente estructurados, muitas vezes nao pos.suem agregados bem formados. Corisequentemerite,riao è fècil reconhecer peiicuias de argila. Caso estivessem presentes e portanto a identificacao de peiicuias de argila è discutivel. Somente atravès da analise micromorfológica se pode provar a existëncia de peiicuias. Para a distincao dum horizonte óxico nao foi feito uso em primeiro lugar do critèrio para a C T O a p a r e n t e mas sim do critèrio da CTC-efectivo, sendo a soisa das bases trocêveis (IN NH4 OAc) juntas ac Al e H determinado atravès de IN KCL, sem solucao tampao. Devido aos factores acima mencionados, muitas vezes nao foi fècil determinar se um horizonte era argilico ou óxico. Assim, os solos foram ciassificados como Luvisol ou como um Ferralsol, dependendo das caracteristicas que pareceram determinantes, as do horizonte argilico ou as do horizonte óxico. 123 ANEXO B4: COMENTARIO SOBRE ALGUMAS CARACTERISTICAS DOS SOLOS E SOBRE ALGUMAS COMPLICAQÖES ANALITICAS Das amostras de solos que foram colhidas nos perfis, analisaram-se as seguintes caracteristicas: textura, pH (tanto era ègua como numa solucao de cloreto de potéssio), o teor de matèria organica, nitrogènio total, fósforo assimilével, carbonatos, a condutividade elèctrica e as bases de troca cèlcio, magnèsio, potéssio, sódio, aluminio e hidrogènio. Os mètodos anallticos segundo os quais as caracteristicas foram analisadas, sao mencionados no Anexo B5. Alguns aspectos das anélises e do uso das cracteristicas neste relatório tem que ser meihor explicados: Pseudo-agregados Os solos desta èrea, especialmente aqueles formados em material de origem bésico, tem o fenómeno de formacao de pseudo-agregados ou microagregados, implicando que particulas de argila se agregam e formam partlculas dum tamanho de limo e/ou areia fina. Estes pseudo-agregados contribuero para um alto teor de limo encontrado nestes solos, dado que a anélise granulomètrica foi feita atravès do mètodo normal (veja anexo B5). Caso a anélise seja realizada, a mesma incluindo um prê tratamento com H202 e HC1, os pseudo-agregados desintegram-se, têndo como resultado dados granulomêtricos mais correctos. Realizou-se a anélise granulomètrica com prètratamento só para uma quantidade limitada de amostras, visto que uma repeticao para todas as amostras nao foi possivel efectuar-se. Onde o pre-tratamento nao foi feito, pelo menos em solos desenvolvidos em material de origem bésica, tem que se considerar e assumir que o teor de limo (ou de areia fina) provavel-: mente seja demasiado alto. Ê evidente que ao mesmo tempo, o teor de argila è demasiado baixo. • Qagacidade de troca catiónica iQTQl e g total de bases trgcéveis X TB Tl A capacidade de troca catiónica è calculada conforme a soma das catioes, sendo isso a soma de cèlcio (Ca), magnèsio (lig), potéssio (K), e sódio (Na) trocével, e hidrogènio (H) e aluminio (Al), tudo medido nuoi ambiente de pH7. Nota-se que o mètodo usado nao è exactamente igual ao mètodo usado para a definicao de critèrios diagnósticos nos sistemas de classificacao de USDA e FAO; consiste numa agitacao e extraccao com acetato de amönia (IN, pH7), em vez duma percolacao com a mesma solucao.. Visto que os dois mètodos nao dao exactamente os mesmos resultados, nao foi usado a CTC para fins de classificacao neste estudo como critèrio maior. 124 A acidez trocêvel, i"ie. H e Al, foi determinada tambèm atravès de extraccSo com cloreto de potèssio, considerando o valor do pH do solo. Se se adicionar H e Al (KC1) ês bases de troca (Ca, Mg, K, Na) obtero-se a chaniada cagacidade de troca catiónica efectiva (CTCE). A CTCE aproxima-se muito mais da capacidade de troca catiónica realistica do solo, dado que foi medida com oraesniovalor do pH do solo e nao a pH7*. Nos solos da èrea do estudo o pH-H20 è geralmente superior a 5.5 o que iiiiplica que a saturacao de alurainio (e hidrogènio) è insignificante. Considerando a CTC-efectivo, isso significa que a parte de Al e H na CTCE ê muito pequena (em geral inferior a 2%) e entao a CTC-efectiva aproxima-se muito do total de bases de troca. Consequentemente o total de bases de troca (TBT) foi usado em todas as avaliacoes feitas. Bases de troca Para avalïar os teores de Ca, Mg, K e Na nos diferentes solos, foram considerados os teores relativos è textura e è mineralogia da argiia (veja quadro 11). Decidiu-se por este mètodo porque è incorrecto fazer a avaliacao para todos os tipos de solos, da roesma maneira. Por exemplo: num solo argiloso com uma capacidade de troca bastante alta, urn teor de potèssio de 0.2 meq/100 gr solo è baixo, somente cobrindo uma parte pequena do complexo catiönico; o raesmo teor de 0.2 meq/100 gr solo porèm, num solo arenoso, com uma capacidade de troca muito mais baixa, jê è bastante alto, sendo uma parte considerèvel do complexo catiönico. * Num pH7 também se mede esses catioes de H e Al, sao os catioes associados a öxidos de Al e Fe. que nao sao trocèveis: YE> ANEXO B5: METODOS ANALITICOS Anèlise granulomètrica: Determinam-se as classes de textura conforme o mêtodo de pipetaca"o, usando a pipeta de Robinson e calcula-se atravès da Lei de Stokes. Utiliza-se os seguintes limites: areia grossa 2 - 0.2 mm areia fina 0.2-0.05 mm limo 0.05-0.002 mm argila 0.002 mm EÜ Mètodo do elèctrodo de vidro; roede-se numa suspensao 1:2.5 tanto o pH-H20 como o pH-KCl Matèria grganica: Obteve-se por multiplicacSo do teor de carbono organico por 1.724. Carbono organico è determinado pelo mètodo de Walkley-Black. yitrogènioitotal: Mètodo de micro-Kjeldahl. Eósfor-Q-assimilêyel: Ëxtraccao por HC1 0.05N e H2S04 0.025N, o chamado mètodo de North Carolina. A absorijao è feita no espectofotómetro a 882 nm. Carbgnatos: Os carbonatos sao determinados pelo mètodo de como padrao o carbonato de cèlcio. Weseroael, utilizando A condutividade elèctrica: A condutividade elèctrica mede-se numa suspensao aquosa 1:2.5 pela ponte elèctrica e expressa-se em mmhos/cm a 25 graus C. Sö se a condutividade for superior a 0.8 mmhos/cm, è determinada a capacidade elèctrica em pasta saturada (CEe). Bases de trgca: Ca, Hg, K e Na determina-se num ambiente de acetato de amónia (IN, pH7). 0 extracto de acetato de amónia è preparado agintado-se durante uma hora. sódio e potassio determina-se no fotómetro de chama. Cèlcio e magnèsio titula-se por compleximetria (EDTA). 0 H e Al mede-se num extracto de acetato de cèlcio (IN, pH7) e num extracto de cloreto de potèssio. 0 CTC (capacidade de troca catiónica) è calculada conforme a soma das catioes (bases de troca e hidrogènio e aluminio de troca). 125 Anèxo B6; Verbete para a descricao de sondagem PBOJECTCh 0 potencial agricola da area do projecto 400.000ha Cabo-Delgado Autor: Localizafa'o Fieiografia RelSvoï D*t*ï / JL • . Ho- de ObBer7Af«f»r TJnldade de Mapa • Classifica$3o: 1 - . Fo•*>£*•» fij>i T . ,._ . •Microrelevo • O-.l 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0..9 1.0 1.1 1.2 JltHiiHe. Declive» „ Ve#Gta$a6/TJj30 de ter f t t ! Material de origea: Clasfie de Ih Hmridade do Afloranontos ou Pedras euoerficlalGErf>^£c>• iall^idade/AlCalinidade » . Prof. Symb, , COr „Len^ol F r , i Koequeado Textura Conslst. HC1 Varloe t 1.3 1.4 1*5 1.6 :i.7 1.8 1.9 2.0 2.1 2.2 - Obeervficoesr INIfi. Numero do p e r f i l s EJPRESO BI RH DESCRTJAO BB FERPIS SE SOLO data/eBtacaö foto no* claBsi ficaoab tempo actual ioina top* FAO/lÈieacp tipo de observ* w o autor(es) coordenados 7" indice c a r t . E locajLizaoao I greliMnar | V-™*1 altitude (m) naterial originfirio Forraacao geologica mineralogia S o fisiografia em geral PcsicSo e declive ($>) fa & f onna do terreno circundante pedras na superffcie hldrica 8 aMoremenios rocnoèos Solica M ndcrotopograria B ërösSö" caracterieticas euperflciais ' fa drenagcm prcfund* de lencol freatica (m) inundapao 8 hümidade de solo ' infil'trapSo ->• interna - oxterna tipo de vegetacao cociposipao cofcertura regional . l o c a l arvores arbustos ervas grainlnea3 solo nu s fa tipo de uso culturas/animais a) b) °5 o 9 5 -emsssmmr % •8 deposicao d) e) f) Anexo B7; Verbete para a descrigao de perfis altura (m) regionalJ local espêciea doainantes regional I local 1 fauna no solo — condicao das praticas agrlqolas (mêtodos de manejo. uso do adubos* rotacóes* rendimentos etc) culturas intensidade de apascentapao pragas/doencas queimadas etc* c a r a c t e r i s t i c a B ESTRÜTÜMl TEXTUEil COR HOKIZONTE s£m- p r o f u n d i - I tran-4 eeco manchas "bolo dade (cm) | s i cao — — — i i ' hfimid4 c o i | 8 «os do T~zr ê "f 1.2 rr J5 p e r f i l COISIS-5 HÖDÜLOS iELE3OT0S| PORES •r-° t+l Q . a 5 o 1 •._» PEDHSGOO O 11 +- 8 a> ca I X » I II 1 I ! II I 1 1 r +», 1 3 f< N | BI «H "" 111 i I 1 1 i § ll ! 1 11 Tnr ii' ! I 1i M I ï 1 I ! T T T -1—i t1 •i I I m ( I llLx «>. J SIMEE I GROSSEI- TBVG3A I 1 1 I >i 1I I U. I I 'I II RDS •ourms COMJIEKISTICAS 128 ANEXO C: ASPECTOS ECONÖMICOS E SOCIAIS 'Cl Breves antecedentes históricos da regiao C2 Crêdito agricola C3 Prêticas agricolas no sector C4 Alguns resultados da investigacao agricola C5 Projectos agricolas dentro da èrea de estudo C6 Situacao nutricional C7 Precos de venda de utensilios agricolas ao armazenista, praticados pela AGRICOM em 1985 piüblico C8 Tamanho e distribuicao das machambas do sector familiar C9 Distribuicao dos tipos de consociacoes CIO Efectivos de animais domèsticos e de criadores familiares por distritos e respectivas regioes agro-ecológicas Cll Efectivos de animais domèsticos no sector estatal C12 Dados demogrèficos C13 Mapa de ocupacao territorial da regiao do projecto dos 400.000 ha C14 DistribuicSo da populacao C15 Diagrama de organizacao familiar (1980) administrativa em Chipembe e ao 129 ANEXfl Cl: FKEVES ANTECEDEMTES HISTÖRICOS DA REGlSO O objectivo deste anexo ê o de assinalar alguns dos antecendentes históricos da regilo e era geral da Provincia de Cabo Delgado que tem determinado como vereoios mais adiante algumas das caracteristicas raais importantes da sua actual estrutura económica e social. A regiao norte de Mozambique caracteriza-se pelo ponto de vista da sua estrutura economico-social, por uraa acentuada preponderancia da agricultura camponesa nas suas forroas menos evoluidas, desde o ponto de vista da produtividade do trabalho, assim como pelo escasso desenvolvimento da agro-indtlstria e da economia de plantacoes. Para o ano de 1970 na regiSo norte do Pais (Cabo Delgado, Niassa e Nampula) a producSo camponesa representava 60% do valor da producao agrlcola regional ,enquanto que no centro e sul do pais esses valores eram de 52% e 49% respectivamente. As plantacSes e as machambas dos colonos representavam 14% contra 39% no centro e 41% no sul (Wuyts, 1978). A explicacao do proeminëncia relativa encontra-se em parte nos seguintes factores: da agricultura camponesa, a) a situacüo co/nunicacao marltimo. geogrèfica que a afastava urn tanto das linhas de entre as colönias inglesas do interior e o litoral b) a falta de regiSes agro-ecologicamente aptas para o desenvolvimento dos principais produtos caracteristicos da economia de plantacSo (cana de acflcar, chè, café etc.) c) a forte resistência oferecida pelas comunidades locais è tracao colonial. pene- Estes elementos explicam tambèm em parte as escassas modificacoes introduzidas na estrutura económica da Provincia pela Companhia do Niassa, Empresa de capitais com concessao, a partir de 1881 para a exploracao dos territórios de Cabo Delgado e Niassa. A diferenca da Cooipanhia da Zambèzia que iniciou em 1882 a exploracSo da sua concessSo sobre a base dos antigos prazos outorgados jè a partir do sèculo XVII a Companhia do Niassa exerceu a sua actividade sobre uma sociedade fortemente èstruturada ém pequenos r'einos afro-islctmicos, em chefaturas e organizacöes pollticas de linhagem. Estas comunidades tradicionais, encontravaiii-se, jè a partir da segunda metade do sèculo XVIII, em contacto com o mundo externo atravès do comèreio de escravos e da venda de vSrios produtos para a exportacSo tais como: borracha, urzela, goma copal, cera e de excedentes da sua produgao de subsistência. Porèm, estas relacoes com o mundo externo n3o eram estritamente de dominacSo como acontecia no interior dos prazos. Consequentemente, a ocupacao efectiva dos territórios concedidos foi extremamente diflei 1 e na prètica só foi totalmente concretizada depois da Primeira Guerra Mundial. A Companhia do Niassa limitou as suas actividades lucrativas a: cobranca do imposto de palhota, exportaeao de mao-de-obra, utilizacSo do trabalho forcado para as machambas dos administradores da Companhia e monopólio de taxas aduaneiras de importacSo e exportacao. Este tipo de empreendimento nSo trouxé, obviamente, nenhuma ou escassas mudancas estruc- 130 turais da sociedade e da economia da regiSo. Em 1926 das expqrtacSes realizadas pela Companhia, 76% provinham de vendas de producSo campónesa superando.portanto a produgao das machambas, dos agentes da administraca'.o. Determinou, no entanto, una drenageoi importante da forca de trabalho atravês da sua exportacao e das migraeoes da populavaó para Niassalandia e Tangarïhica. Tanto a falta de investimentos produtivos como as fórtes migraeoes explicam que em 1929, ano da extincjo da Companhia do Niassa, as exportasSés da Companhia liraitararo-se a 1/14 das exportacöes totais * das colónias apesar do território da concessao corresponder a 1/4 da superflcie total de Mozambique e da populacao ser 1/8 da populacao total do Pais. Nessa altura o desenvolvimento da regiao era quase nulo. Na Provincia da Zaoibèzia, na mesma època, a economia de plantacSo ocupava cerca de 30.000 ha. Contudo, a estrutura social e produtiva da règiSo preservou-se, constituindo a base sobre a qual se realizou a partir dos anos de 1930 a expansSo da producSo algodoeira, mediante o seu cultivo obrigatório e a producSo do cajó. 131 ANEXO C2: CRÈDITO AGRÏCOLA Cerca de 30% do c r è d i t o a ' g r i c o l a no p e r i o d o 1981-1984, foi para a agricultura maioritèria no s e c t o r e s t a t a l . Os j u r o s pagos podem ser observados na t a b e l a a b a i x o : Periodo I Sectores Prcdativos Estatal Eoprestioos para ! •ais deuano 42 ! i CcopeiraÜvo ! 32 ! Faoiliar S ! .I i i i i Eaprestiaos para i ienos de 1 ano ! ! 52 41 32 ! ! ! SI S i I ! SPrivado e outros i i. 42 ! ! 61 Quadro C2.1: Juros praticados pelo Banco Popolar de SssenvoMoento, BPD Foote: FAO, 1982 0 Banco de Mocambique assiste as grandes empresas estatais e plantacoes. Outros crèditos para a agricultura sao providenciados pelo BPD em colaboracSo COID O Ministêrio da Agricultura. 0 BPD tem tambèm delegagSes era -todas as provlncias e adicionalmente existem 24 agencias e 24 delegacöes urbanas. Os crèditos tem sido principalmente fornecidas ès machambas estatias (aproximadamente 80% do total concedido) e cooperativas (15%) e sooiente uma infima percentagem (<1%) è dada ao sector familiar. 0 sector privado beneficia com 5%. As machambas estatais e cooperativas nao tem que fprnecer garantia adicional dos seus emprèstimos verificando-se o contrèrio aos camponeses e machambas privadas. De acordo com a FAO (1982) conclui-se que os maiores obstèculos para uma meihor e optima estratègia de crèdito sao os seguintes: - o actual quadro de pessoal è inadequado em numero e em qualidade para se ocupar do elevado numero de unidades de producao - deve ser projectada funcionamento - as taxas de deliquência tem sido elevadas - existe uma escassez aguda de fundos para suportar as linhas de crèdito na agricultura uma nova politica de emprèstimos e de crescentes Os fundos para os investimentos agrlcolas s3o tambèm disponibilizados atravès de desvios do Orcamento do Estado. 132 As percentagens rèpre^ïntativas dos investimentos realizados agricultura em relagSo ao total de investimentos no Pais foram: 1980 23% 1981 30% 1982 34% Estas cifras correspondem a 2.3, Meticais, respectivamente. 1983 25% 4.2, 4.8, 4.3 e 1.4 na 1984 13% bilioes de Ê de frisar que a reducSo de investimento verificado era 1984 deve-se em parte ao aumento dos gastos na defesa da Pètria. 133 ANEXO C3: PRATICAS AGRlCOLAS NO SECTOR FAMILIAR Algumas observacöes pouco detalhadas tem sido feitas pelo pessoal tècnico do CRED-Mapupulo, no distrito de Montepuez *. 0 documento dé importantes indicacSes sobre a marieira como os caraponeses vizinhos ou seja da èrea cultivain, as razoes de tais praticas, os conhecimentos e os problemas que possuein. Eis num breve sumèrio essas prèticas: a) SelecgSg do lygar eara g cultivg Ouando o caoiponês pretende abrir uma nova machamba, ele procura as èreas na"o habitadas com uma determinada vegetacao e (ou) èrvores como indicativo de fertilidade do solo. Os solos 'franco argilosos' s3o preferidos para as culturas de algodSo, milho, raapira e feijoes enquanto que os solos 'franco-arenosos' sao aptos para as culturas de mandioca e amendoiin. A escolha do lugar è geralmente feita no firn da època das chuvas. Alèm da fertilidade e textura do solo, existem tambèm outros que determinant a localizacao da machamba tais coroo: factores i a distancia da machamba è residência que nao deve ser muito longa ou seja sensivelmente superior a 1 hora de percurso e por outro, os locais muito próximo da zona residencial nao sao propicios devido è invasSo de cabritos, porcos e mesmo ladroes nas machambas.- ii A disponibilidade de égua è um facto bastante relevante pois amiude, os terrenos bastante fèrteis sao rejeitados se tiverero carência de égua. iii b) Areas infestadas de pragas tais como: ratos, termites, bravos e t c , sa"o tambèm abandpnadas pelos camponeses. porcos Pt§P§!iaeSg dg terreng DitLyba Normalmente a derruba è feita manualmente com o uso de instrumentos simples tais como, machados, catanas, foices, etc. Alguns destes instrumen-tos sao adquiridos no mercado e outros sao de fabrico local. S3o praticados dois tipos de derruba a principal diferenca entre eles reside no facto de num tipo, as èrvores serem cortadas quase rente è terra, enquanto que no outro tipo s3o cortadas apenas as èrvores pequenas e os arbustos e as èrvores grandes sa*o podadas. Este amanho no periodo seco. da vegetacSo tem lugar no firn da època das * Documento Tècnico no.1 - Relatório do sector familiar sobre tradicional - Programa CRED-Mapupulo, 1984. chuvas e agricultura 134 Lavoura Após a derruba os troncos das èrvores e outros residuos vegetais sSo queimados e ent seguida a terra è lavrada. Existem dois tipos distintos de lavoura sendo urn superficial e outro profundo. A maioria dos camponëses empregaro a lavoura superficial que è menos dispendiosa se bem que se reconheca que este mètodo nao è ótimo para a infiltracao de ègua e consequentemente haverè maior risco de erosSo. Tambèm se sabe que este mètodo exige posteriorniente inuito niais trabalho para combater as ervas daninhas comparativamente ao mètodo da lavoura profunda. A lavoura profunda è invuigarroente feita, geraimente no primeiro ano e a razao da pouca pratica deste mètodo consiste no maior emprego da forca de trabalho na època seca. Em geral, a terra è lavrada no firn da època das chuvas e durante estacao seca urn ou dois meses antes da època chuvosa. c) a Sementeira As èpocas da sementeira diferem de acordo com o tipo de cultura e com o grupo a que pertencem. Eis o Quadro C3.1 la. Epoca ! i Culturas ! Epoca da Seoenteira S Culturas ! Hilho ! S ! 1 ! S ! i Oezeibro ! Hapira Algodao ! ! Arroz Feijao re-i giraal Aiendoii ! Abobora ! Mov - Dczeibro Dez - Janeiro Hov - Dezwbro Hov - DezMbro Janeiro Hov - DezMbro 2a. Epoca !Epoca da Sewoteira ! ! Feijao regio-'Fevereiro-Harco nal (2.acto) ! ! Feijao jogo 'Fevereiro ! Feijao verde 'Fevereiro ! Feijao preto !Marco [Fevereiro ! Girassol i ! ! ! ! ! ! ! ! i i i • i i i i i i Quadro C3.1 .- Teipo de seaenteira para alguaas culturas A sementeira è feita em covacho, a excepcao do algodSo, isto porque a sementeira em linhas implica um maior emprego da forca de trabalho. Por outro lado, a sementeira em covachos tambèm faz com que a consociacaq de culturas seja menos complicada, especialmente quando ela è feita somente por uma ónica pessoa. Os camponëses raramente fazem os desbastes nos seus cultivos e esta peracao è evitada na època da semente com poucas sementes por covacho na tentativa de economizar a semente e evitar um posterior trabalho. d) Controle das ervas daninhas Na chegam a maioria dos casos sao feitas duas sachas e muito ocasionalmente ser tres. A la. è realizada após a germinacao isto è poucas 135 semanas depois da sementeira. As vezes, se o campo for grande o camporrês pede ajuda aos membros da faróilia ou entao émprega outras pessoas pagandolhes em recompensa cerveja ou comida, sendo dois a tres dias de trabalho correspondentes a urn cesto cheio de mandioca. A 2a. sacha è feita quando a raapira e o sorgo tem cerca de lm altura e no caso do amendoim è feita durante a raroificacao mas antes formacao das vagens. de da 0 arroz e o milho sao sachados na mesma altura e ès vezes faz-se uma unica sacha. Os diferentes tipos de feijoes bem como as culturas da 2a. època no caso concreto do algodÜo, milho e mapira faz-se a 3a. sacha como forma de facilitar as colheitas. e) Colheitas Milho : è feita uma la. colheita entre Fevereiro e Abril para o consumo em fresco (macaroca) e no firn de Abril a Maio è feita a colheita propriamente dita ou seja a colheita da espiga seca; Hapira : o periodo da colheita comeca em Junho e termina em Julho; variedades de ciclo curto sao colhidas em Maio; Arroz : è colhido em Maio e Junho dependendo porèm da variedade Mandioca : a colheita inicia-se nos fins de Abril - inicio de Maio para o consumo fresco ou cozido. Para a secagem e armazenagem a colheita comeca em Junho e prolonga^-se atè Setembro-Outubro. Antes de se secar, a mandioca è descascada e cortada em pedacos de 10-15 cm. Feijao regional : lo ciclo: è colhido em Fevereiro, 3 meses após a sementeira e como a maturacao das vagens nao è sempre ao mesmo tempo entSo a colheita è feita vèrias vezes no mesmo campo. Quando a planta è pequena, as folhas tambèm sao consumidas. as 2. ciclo: a colheita è feita em Maio e Junho. Feijao boere : Éxistem vèrias variedades de ciclos, nomeadamente curto, medio e longo sendo as do ciclo curto colhidas de 3 em 3 meses enquanto que as de ciclo medio e longo colhem-se em Junho-Julho e em Julho-Setembro respectivamente. Feijao preto: è colhido em Junho sendo as folhas da planta tambèm consumidas. Feijao verde: esta cultura nao apreciada pelos camponese è indianos e a colheita tem lugar em Junho-Julho. vendia Amendoim : è colhido de Maio a Junho. Fava : a època da colheita estende-se de Abril (fresco) atè (grao-seco)-, aos Agosto 136 f) SecageiDi consociagao e armazenagein Estas prêticas constituent uma grande preocupacao dos camponeses em virtude de a obtencSo dos produtos agrlcolas ser ponto de trabalho intenso e èrduo. Existem diferentes mètodos e tècnicas em usp. As vezes os produtos sao secos no campo e outras vezes na própria casa e muito ocasionalmente em secadores especialrnente construldos para esse efeito. g) Rotagoès De acordo com o relatdrio do CRED-Hapupulo nao existe urn sistema fixo de rotacSo, existindo porèro, uma tendência de nao colocar a mesma cultura na mesma machamba quando o rendimento obtido nao satisfaz as previsoes do camponês. Por outro lado, se o rendimento for elevado e se se ultrapassar os ~parametros previstos, entao ö camponês aposta na sementeira da mesma cultura repetidas vezes na mesma êrea. Diversos factores influenciam o tipo de rotacab a utilizar tais como: o tipo de solo, existência de pragas e doencas. Como exëmplos de rotasSes temos: lo. 2o. 3o. 4o. ano: ano: ano: ano:' algodao e milho milho e mapira mandioca mapira e feijao A mapira entra amidde como cultura do ultimo ano devido è sua pouca exigê'ncia de elementos nutritivos e após esta cultura a machamba è deixada durante muitos anos em pousio: h) Variedades Existem na êrea muitas variedades das diversas culturas em uso pelo sector familiar que difèrem quanto ao gosto, é capacidade de armazenagein, resistência as doencas, è forma e è qualidade. i) Pr.a9a§ e doencas Existem na regiao numerosas pragas que atacam as culturas. sumèrio feito pelo CRED-Mapupulo è apresentado no öuadro no.C3.2: Um breve 137 . ,_— ! PRAGA ! CULTURA ! EPOCA DO ATA8UE ! 1 Macacos ! Todas as culturas iEB todo o ciclo vegetativo ! 1 i ! Porcos ! Hilho, aapira, aandiocaiHa foraacao do fruto no ! ! asendoii, feijao reg. 'feijao regional pode ser tas-! ! F. jugo Ibea na foraacao das folbas ! i Iepala, gazela e ! antilope S F. boer e, preto, mée S e regional !Ha foroacao das folbas ! ! Raposa e ésquilo i S Aeendoie : ÏSeeenteira e volta na colhei-! :ta : ! i ! Porco espinho, ! Nandioca, eilbo, aapiraiHa foraacao dos tubercolos na! I toupeira, ratos è S alendoii e feijao jugo 'eandioca; foraacao do fruto ! ! perdiz ! Sno aaendois e feijoes ! $ Cóelbo bravo ! Arroz e aaendoia !Ha foraacao das folbas ! S Corvo S Aaendoia !Ha seéenteira e na colbeita ! { Periquitos ! S ! Hilho, aapira, arroz ! aandioca e feijao ! iSeaenteira e colbeita aenos ! !na aandioca que atacae na ! Iforaacao dos tuberculos ! ! Gafanhotos ! I Nandioca ! SCoaei as folbas durante a sua! 'foraacao ! ! Teraites ! Todas as culturas 'Todo o ciclo ! ! Caracol ! ! Aaendoia, eilbo e I aapira !Ha foraacao das folbas ' ! ! ! Brpcas ' Hilho SMa aaturacao ! ! Gochonilbas ! ! ! Nandioca ' ! !Ha foraacao dos tuberculos ! Saté a colbeita no desenvolvi-J iaento do caule e nas estacas i i Lagarta das folbas ! Hilho, aapira e feijao !Ha foraacao das folbas ! ! Lagarta das vagens ! Feijoes ! ! Gorgulbos ! iHa foraacao das vagens ! Hilbo, aapira, feijao 'Ho areazenasento ! e aandioca ! ! ! ! Besouro das folbas S Feijao regional !Ka foraacao das folbas ! Piolbo preto e ! verde ! ! Hapira e feijao I ! !Durante o desenvolvieento na ! 'aapira, no folhaeento e na ! I floracao do feijao ! ! Acares 1 Feijao !Ko folhaeento e floracao ! 'Ha foraacao dos tuberculos ! ! Nosaico de aandioca' Nandioca Quadro C3.2: Pragas nas culturas Fonte: 'Docuaento Técnico' no.l - Belatorio do sector faailiar agricultura tradicional, 1984 ! sobre I I I I I I 139 C4.1: ARROZ* O arroz ê uma c u l t u r a muito comuin nas machambas f a m i l i a r e s , aproveitando as terras baixas onde se acumula bastante humidadè durante a época das chuvas. Nestas condicÖes a densidade de plantas è r e l a t i v a iinente baixa e devido a se u t i l i z a r uma tecnologia t r a d i c i o n a l e v a r i e dades l o c a i s pouco produtivas os rendimentos sao relativamente baixos. Com o o b j e c t i v o de se determinar o e f e i t o das densidades e compassos no rendimento da variedade l o c a l , montou-se urn ensaio de a r r o z , em Hapupulo no qual tambêm se q u a n t i f i c o u a forca dispendida em 4 operacoes culturais. 1 I I Foram f e i t a s 9 repeticdes de cada tratamento, mas devido a erros no delineamento experimental, n3o f o i efectuada a anèlise e s t a t i s t i c a . Os resultados, expressos em média das 9 parcelas de cada tratamento, sao apresentados no Quadro C 4 . 1 . 1 . j Bratawnto | " . 2 1i 6 Densidade (pl/ba) 1 000 000 666 666 500 000 500 000 444 444 444 444 QMpasso (ei) 10 x 10 30 x 15 20 x 10 20x20 30 x 15 30x 30 No. de Plantas/Covacbo 1 3 1 2 2 4 Rendiiento Consufo de forca de trabalbo i i (seg/i2) • i (Ig/ba) («* 2 101 1 500 2 018 1 453 1 695 1 726 122 89 117 84 98 100 Sewoteira 154 40 69 50 43 28 la. sacba 293 93 100 96 87 61 2a. sacba 131 75 63 64 61 57 Desbaste Total 246 126 173 166 80 82 824 334 405 376 277 228 36i: 146 i 178 1 165: 121: 100 | ! • Tota-se COM testenaba o trataaento 6, que ê aproxiiadaieote igoal aojfètodo caaponls t f t de seieoteira: 12-19/12/84, DaTi de colbeita: 5/6/85 Rendiiento aédio geral do ensaio: 1 748 Ig/ba RAiieotos calculados a 13Z de baiidade. OMro C4.1.1: Rendiiento das diferentes densidades e ciMpassos de arroz e forfa de trabalbo utilizada no seo caltivo. CRD Napapulo, 198 I Os resultados mostram que o aumento de rendimento a medida que resce a densidade na"o è linear e que a maior densidade produz somente 22% mais que o tratamento testemunha e a segunda maior tem urn rendimento 11% 'inferior a esta. I I Contrariamente, o tempo utilizado nas operacSes culturais cresce arcadamente com o aumento da densidade. Com um milhao de plantas por hectare, realiza-se 2,6 vezes mais trabalho que no tratamento testemunha •para produzir só 22% mais de arroz. I I I Bruno, A. 1986; A experiência e demonstracao agricolas nos rurais de desenvolvimento: Resultados e conclusöes, HONAP, Maputo centros 140 Tendo era conta que a forca de trabalho è o principal factor de producSo no sistema de producao agricola tradicional, è pouco provèvel que com resultados como os expostos os cainponesés aceitein aumentar as densidades de sementeira nas suas machambas. Isto foi comprovado que coino no caso do arroz, pode tambèm acontecer com outras culturas. Em futuras investigacöes sobre aspectos agronömicos das culturas serè necessêrio quantificar o tempo de trabalho dispendido nas diferentes operacöes culturais coroo complemento da informacao sobre rendiraentos. C4.2: MAPIRA As a n è l i s e s de v a r i a n c i a dos rendimen.tos (ver quadro C 4 . 2 . 1 ) e f e i t o s i g n i f i c a t i v o das v a r i e d a d e s nos d o i s l o c a i s Rodiirato Ciclo Altura (dias) (ei) Af i laten to variedades (Ig/ba) (2) (no. filhos/pl.) 1 019 100 168 379 0,4 Serena 906 89 129 176 0,6 Red Swazi A 879 86 88 112 0,8 DC-75 816 80 117 127 0,4 P-37 792 78 118 124 0,3 Local 778 76 168 110 0,6 Ribaue 635 62 181 396 0,6 50-59 634 62 88 125 0,5 Hbite OSRO 301 29 112 137 0,4 Haüooth Data de seienteira: 18/12/84 Datas de colbeita: 30/4/85 (var. de ciclo curto) 3/7/85 (var. de ciclo longo) Rendiiento lédio geral do ensaio: 751 Ig/ba Deosidade: 41 660 pl/ba ftapasso: 80 i 30 ei Area dtil das parcelas: i2 12, 48 Reodiwntos calcolados a 13Z de htnidade. Quadro C4.2.1: Coiportaiento das variedades e hibridos de lapira no CRD-Hapupulo, 1984/85 revelam 141 Serena, originèria do Uganda, continua a ser uma das variedades de maior rendimento o que coincide com os resultados obtidos por VAN EIJK (1981), ARIYANAYAGAH (1982) e PROGRAMA CRED (1983). 0 seu grao ê de cor encarnada, o que dificulta a sua aceitasao por parte dos camporieses. DC-75 è um hibrido de origem zimbabweana, que teve bons remdimentos, em especial no planalto, em condicöes maïs ou menos semelhantes è sua regiao de origem. Hammouth ê uma variedade nacional, de ciclo longo, muito comprida e de grao branco, que teve uma produtividade bastante alta em Hapupulo nas duas ültimas campanhas. 50-59, originèria da Suazilandia e de grao quase branco, teve em 1982/83 e 1983/84 rendimentos satisfatórios. Isto nao aconteceu nesta campanha, devido ao baixo poder ge.rminativo da semente. Considera-se que este ê um facto circunstancial. Na base dos resultados dos anos anteriores pode-se concluir que 50-59 tem um bom potencial de producÜo para o sector camponês. As variedades locais em geral tem produtividade baixa a média, taxa de afilamento relativamente alta, sao muito altas, sensiveis ao fotoperlodo e em consequência semeadas na època normal sao de ciclo muito longo (170180 dias aproximadamente). Tem grao branco e gozam da preferência dos camporieses, pelo seu sabor doce. Contrariamente, a maioria das variedades melhoradas e hibridos sao de produtividade média a alta, baixo afilamento, baixa altura, insensiveis ao fotoperlodo e de ciclo curto. Ta grao em geral encarnado e conteüdo relativamente alto de tamanho, facto pelo qual sao mais resistentes ao ataque dos pèssaros mas, devido ao seu sabor amargo, sa*o pouco aceites pelas populacöes. Dentro deste grupo, Serena e os hibridos DC-99 e DC-75 sa"o os mais produtivos, tem ciclo um pouco mais longo e sao mais altas que as restantes. Todos estes factores devem ser tidos em conta no caso de se proceder è introducao de semente de mapira no sector camponês. A situacao parece mais clara em relacao ao sector estatal e è producao de alimento para os animais, aonde o maior rendimento e o ciclo curto das variedades melhoradas e hibridos sao vantagens importantes. C4.3: MILHO 0 trabalho de melhoramento do milho foi iniciado em 1978 com a assistencia tècnica e cooperacao da FAO no ambito do Projecto UNDP/FAO MOZ/75/009, cujo programa de actividades consistia no seguinte: - coleccao e avaliacao de germoplasma - avaliacao de variedades locais, exóticas e hibridas - melhoramento das variedades e adaptadas para imediata difusao esfera productiva. introducêfo comercial das melhores variedades exóticas para a na producao 142 - producao de novos hibridos com adaptacao especifica e com potencial de producÜo nas diferentes regiöes ecológicas. alto Tambèni interessa frisar que a DDR (Direccao de Desenvolvimento Rural, Ministèrio de Agricultura) tem levado a cabo urn programa de investigaccio aplicada, que consiste em ensaios varietais de milho, ensaios de adubacao, ensaios de densidades e compassos em coordenacSo com o PN-milho do INIA, se bem que na regië"o de Cabo Delgado ou por outra, no CRED-Mapupulo se tenha trabalhado a uma escala ainda muito reduzida e apresentarem problemas tais como eros§o do solo e muita heterogeneidade na fertilidade dos solos. Tambèm o Programa Nacional de Milho tem realizado ensaios de variedades E 4 , ensaios de compasso x variedade, ensaios de insecticidas x, ensaios de controlo de termites com aplicacao de Dieldrin. Estes ensaios do campo experimental de Chipembe têm sido influenciados pela erosSo que resultara na perda total de semente e provavelmente na perda de grande parte do adubo aplicado aos ensaios R4 e CXV. Nao obstante os elevados coeficientes de variacao ( c v . ) verificados na maioria dos ensaios, devidos ê germinacao irregular provocada pela irregularidade das chuvas, perda de semente pela erosao e heterogeneidade do terreno, os resuitados nos ensaios de milho realizadcs no campo experimental de Chipembe e CRED-Mapupulo, indicam que na maioria dos ensaios a meihor dose de N è de 120 Kgs/ha com uma média de rendiroento de 4.190 Kg/ha. (Ver quadro C 4 . 3 . 1 ) . ! Dose de Azoto • i i • ! Ig/faa • Dose de fosforo, Ig P 0/ba 2 5 0 40 80 2930 2740 3230 3130 2920 3240 4280 4430 3280 4060 5050 4330 i i i i i i i i 3010 3720 4180 i i i i i ! 1 i 1 0 60 120 180 i Media ! (P) • • 1 i • • i i i i i i i i Media (M) S ! 3040 3350 4190 3960 ! ! S ! 3640 ! i Quadro C4.3.1: Rendiwnto de lilho Ig/ha ei Chiperte DNP (P=0,05) = 952 Ig/ha WIP (N) = 548 Ig/ba (P = 0,05) DMP (P 0 ) = 474 Ig/ba (P = 0,05) 2 5 Fonte: J. Rendle, P. Voodhouse, 1985 (a) Presume-se que a resposta do adubo azotado no milho (em chipembe) n3o tem nenhuma relac^o com o teor da matèria organica dos s o l o s , o teor de N nem a relacao C:N, mas sim com a quantidade e regularidade das chuvas sobretudo nos periodos criticos do ciclo vegetativo. Este facto foi confir mado na campanha 83/84 em que o ensaio de milho em Chipembe, indicara urn aumento significativo na producüo de milho com o aumento da dose de 120 Kgs N a 1 8 0 Kgs N/ha. Gracas è boa distribuicao das chuvas que como era de esperar, culminara com os rendimentos relativamente elevados, cerca de 5 tn/ha. 1 143 Quanto è resposta do adubo fosfórico, tudo indica que estè relacionada cooi o teor P 0 assimilêvel que è inferior ao nlvel critico (10 pm), 2 5 fazendo com que haja respostas significativas ao adubo quer no milho quer no algodao. Entretanto, de acordo com os resultados, deduz-se que nos luvissolos a aplicacao de P 0 è provavelroente rentavel caso o fosforo assimilavel do 2 5 solo seja oienor que 16 e 10 ppm para o inilho e algodao respectivamente e os rendimentos respectivos aciroa de 2.5 e 1.5 tn/ha. Por outro lado dada a deficiência de enxofre nos solos em Chipembe e Mapupulo, o superfosfato simples parece ser o adubo mais apropriado; devido ao conteüdo de enxofre (12%) visto que o efeito foi altamehte significativo ero termos de profundidade - urn acréscimo medio de 1.15 tn/ha e tembèm na presenca da acama e resistência da planta è virose. No que diz respeito ao potèssio, nao houve resposta significativa na maioria dos ensaios com excepcüo do realizado em Chipembe. Com o milho hlbrido R200 numa densidade de 50 000 plantas/ha, em que houve alguma indicacao se ben que nao significativa dum pequeno aumento no rendimento de milho porèro ainda existem algumas reservas pelo que seria necessêrio mais estudo. 0 K trocèvel no solo foi de 0.22 meq/100 gr. Em colaboracSo com o Programa de Milho, foi tambèm efectuado em Chipembe, urn ensaio de 4 niveis de adubacöes azotadas x 4 variedades e os sintomas observados nas plantas, sobretudo, na variedade cotaxtla levantaram a hipótese de deficiência de fósforo que fora em parte detectada atraves das anêlises de solo que indicaram baixo teor (0.25 meq/100 g r ) , entretanto nao se fez a anèlise laboratorial das folhas para uma composicao analltica. Como se pode ver no quadro C4.3.2 a meihor variedade foi o Kalahari. S i ! S ! Variedade Ferks 22 Ferks 28 lalabari Cotaxtla 21 Quadro C4.3.2: Miveis de adobacao Igs/H/ba 0 60 120 180 ! 1.35 1.21 1.50 1.04 2.16 2.36 2.38 2.60 2.93 3.05 2.60 2.94 3.02 3.36 3.47 2.85 ! ! ! ! Renditentos «èdios das diferentes variedades do ailho e niveis de azoto(tn/ha grSo a 152 de huaidade) c v . =232 HHS (0.05) H= 0.33 V=0.33 H i V= 0.66 Foote: J. Reodle e P. üoodbonse 1985 (a) 144 No CRED-Hapupulo tambèm foram f e i t o s d i f e r e n t e s ensaios, grande importancia para o sector f a m i l i a r . Bruno (1986) dè informaca"o: que tem uma a seguinte 'Em g e r a l , as variedades u t i l i z a d a s tradicionalmente no sistema a g r i c o l a caroponês tem rendimentos e c a r a c t e r i s t i c a s agronóniicas d i f e r e n t e s das variedades nieihoradas e h i b r i d o s . 0 o b j e c t i v o deste estudo è deteroiinar o comportaoiento dos h i b r i d o s e variedades nieihoradas em relacao ès v a r i e dades l o c a i s , nas condi^öes de baixo n i v e l de factores de producao caracter i s t i c a s do sector f a m i l i a r e tentar i n t e r p r e t a r a preferência dos camponeses pelo seu c u l t i v o ' . 'Em 1984/85 os rendimentos foram em geral muito baixos. Devido aos elevados c o e f i c i e n t e s de variacSo dos ensaios, nao houve diferencas s i g n i f i c a t i v a s entre os rendimentos mèdios das variedades (ver quadro C4.3.3). Cido Rendiiento Altura Variedades PNR-6S1 B-215 ZS-225 R-200 Silver Mine PHR-473 SR-52 latuiani ZS-227 lalabari Local San Andress 7823 (Ig/faa) iz) (dias) (Cï) 535 533 449 410 393 374 329 308 302 282 248 135 100 100 84 77 73 70 61 58 56 53 46 25 113 115 113 UI 135 111 136 109 114 110 120 140 143 142 131 120 143 143 127 142 134 137 91 Data da setenteira: 17.12.84 Data da colheita: 18.05.85 Cocficiente de variacao: 40Z Rendiiento lédio geral do ensaio: 358 Ig/ha Densidade: 41 666 pl/ha ftMpasso: 80 i 30 e i Area o t i l das parcelas: i 2 12, 48 Rendiientos calcalados a 151 de huiidade. Quadro C4.3.3: Coiportaiento das variedades e hibridos de lilho no CRD, Hapupulo. 1984/85 * Rendiientos eipressos coio percentagens do rendiiento laxiio do ensaio f 145 Nos ensaios de milho dos diferentes anos foram incluidos hibridos, variedades melhoradas e locais. Os hibridos R-200 e SR-52 e as variedades México 8049, Hukulu e Populacao 43 tiveram rendimentos consistentemente al tos. Os referidos hibridos tem altos rendimentos nas regiöes de solos fèrteis, mas a sua superioridade diminui em solos pobres ou quando hè severos ataques de doen^as. As variedades locais e White Cango, Kalahari e Silver King tiveram em geral rendimentos relativamente baixos. Silver Mine teve urn comportamento interessante: bons rendimentos em Angónia, o que è lögico devido è sua adaptacao ès condicöes de altitude e tambèm na Moamba, em ensaio com rega e alta infestacSo de 'streak virus', 'mildio. lanugento' e 'brocas' de milho, onde foi a melhor variedade. Nestas condicöes, R-200 teve urn rendimento relativamente baixo. UCA e o hibrido MH-12, originèrios do Malawi, tiveram comportamento promissório, tanto no planalto coroo em zonas de altitude média (Erèti e Ribauè). Os altos coeficientes de variacao nos ensaios constituem uma constante e süo consequência, provavelmente, da condicSo dos ensaios que tenta reproduzir as condicöes da agricultura do sector camponês. Pode-se apreciar uma tendência das variedades locais para serem mais altas, de ciclo um pouco mais longo e com maior resistência è acama que as variedades melhoradas, mas estas caracteristicas nao foram analisadas estatisticamente. Nao foi efectuado trataroento para controlar as pragas e doencas, o objectivo de apreciar a resistência natural das variedades. com Outra caracteristioca própria das variedades locais, è em geral, grao de maior dureza e resistência ès adversas condicöes de arma'zenagem caracteristicas do sector camponês. I de salientar que as macarocas das plantas caidas foram colhidas e debulhadas e o grao proveniente delas estè incluldo no rendimento das parcelas. Nao foi feita a anèlise conjunta das variedades de milho em diferentes locais e anos. Porèm, no Quadro C4.3.4 apresentaro-se os rendimentps comparativos de um hibrido (R-200), 2 variedades de polinizacÜo aberta (Silver Mine e Kalahari) e as variedades locais, em 9 diferentes ensaios. Como se pode apreciar nos resultados expostos, em geral, os hibridos sao sensivelmente mais produtivos que as variedades locais e poderiam constituir uma alternativa vièvel para aumentar a produtividade dos sectores agricolas com maior desenvolvimento tecnológico. Porèm, devido al alto custo da semente, ao facto de esta ser importada e nao se poder manter de um ano para outro, e ès suas maiores exigências em factores de producao, a semente hibrida nao è adequada para a situacao actual da agricultura camponesa. (Bruno, 1985). 146 1982/83 ! Variedades ! e hibridos ! 1983/84 1984/85 : x ; zdo i valor Iapala ! Hapai i Langua ! Iapala Hapai i Langua i «. U M ! N. U M ' Napup. ! MUM 1 111 2 247 855 ! 4643 1 255 811 3 969 ! 1 182 410 ! 1 831 : ïoo • Silver Mine 527 1 034 920 S 2 128 1 133 1 526 3804 ! 894 393 ! 1 373 : ! lalabari 521 1 265 648 ! 2 970 948 676 1 851 852 282 i 1112 ' 61 S Var. locais 375 1 495 431 ! 2 449 930 747 2 477 248 ! 1 133 1 62 S B-200 1 m. Ouadro C4.3.4: Rendiiento cowarativo de alguias variedades e hibridos de •ilho As variedades m e l h o r a d a s , nestas condicoes, nao apresentam uma clara superioridade sobre as variedades locais. Em termos g e r a i s , as observa^Öes dos sistemas de agricultura tradicional e resultados de tres anos de experimentacao em vèrios locais, sugerem que as variedades locais mostraui-se adaptadas ao tipo de agricultura no qual estao integradas e que erobora tenhani uma produtividade relativamente baixa, parecem favorèveis para o sector faroiliar. Uma politica nacional de distribuicao de sementes aos camponeses deverè ter muito em conta este facto. Arranjos espaciais Para se estudar este a s p e c t o , estreitamente ligado a densidades e c o m p a s s o s , fizeram-se ensaios em 3 locais durante a ültima c a m p a n h a , para complementar o estudo coiaesado em 1983/84. (Ver quadró C 4 . 3 . 5 ) . Na agricultura camponesa de H o c a m b i q u e , a sementeira de milho faz-se possibilitanto o desenvolvimento de 4 ou .5 plantas em cada c o v a c h o , quer na sementeira em linhas, quer na irregular. Este aspecto parece estar intimamente relacionado com a economia da ègua no solo e atravès dele o camponês busca rendimentos estèveis ao longo dos anos. A referida distribuigüo espacial facilita semear uma ou mais culturas em consociacSo com o milho. Frequentèmente os tècnicos recomendam o desbaste, pensando que concorrência das vèrias plantas num covacho è altamente prejudicial. Porèm, os resultados dos 6 ensaios de arranjos espaciais realizados em 1983/84 e 1984/85 nao demonstrant em caso nenhum que o tratamento de uma planta por covacho (desbaste) seja superior (BRUNO e DUHART, 1 9 8 5 ) . Isto significa que para uma deteroinada densidade de sementeira, a distribuicao espacial das plantas n3o è um factor que tenha influência no rendimento da cultura. 7s 147 Cospasso Ho. plantas/ Rendioento Ciclo Altara ! Variedades (CD) S ! Silver Mine 80s 80 x 80 x 80 x 80 x 80 80 80 80 80 Local ï x x x x 30 60 90 120 150 30 60 90 120 150 covacho (kg/ba) (X) (dias) (et) 1 2 3 4 5 398 375 533 543 55 52 50 73 75 116 116 116 116 116 150 152 147 157 181 443 61 116 157 561 728 500 514 377 77 100 69 71 52 119 119 119 119 119 133 167 157 151 145 536 74 119 151 1 2 3 4 5 JOv Data de setenteira: 18.12.84 Data de colheita: 17.6.85 Reodiiento tédio geral do ensaio: 490 Ig/ha Deosidade: 41 660 pl/ba Area dtil das parcelas: i2 28,8 Rendiientos calcolados a 15Z de bniidade Nlo M diferenca significativa entre trataeentos nes entre variedades. Quadro C4.3.5: Efeito de diferentes arranjos espaciais ei duas variedades de oilbo no CRS Napupulo, 1984/85 ANEXO C 4 . 4 : AMENDOIM Infelizmente, quer no p e r i o d o c o l o n i a l , quer após a i n d e p e n d ê n c i a realizou-se pouco ou quase nenhumas experinientacoes da c u l t u r a do amendoim na P r o y i n c i a de Cabo Delgado. Após a independência f o i formulado um p r o j e c t o n a c i o n a l de melhoramento de amendoim sediado na Faculdade de Agronomia e S i l v i c u l t u r a tendo iniciado o seu programa de t r a b a l h o era 1980. Este p r o j e c t o è financiado p e l a U n i v e r s i d a d e Eduardo Mondlane, INIA, INS e I n t e r n a t i o n a l Development Research Centre (IDRC). Este p r o j e c t o t i n h a os s e g u i n t e s a) b) c) d) e) objectivos: coleccSo de germoplasma do m a t e r i a l l o c a l e e x ó t i c o existente e c r i a c S o de um banco g e n è t i c o seleccao de melhores c u l t u r a s em termos de rendimento, r e s i s t ê n c i a c o n t r a as doencas e p r a g a s , a d a p t a b i l i d a d e aos d i f e r e n t e s t i p o s de s o l o s e zonas c l i m è t i c a s multiplicacao da semente determinacao do teor e proteina dos cultivares com coleccSo e recombinacio das linhas possuidoras de caracteristicas genèticas favorèveis estudo dos actuais sistemas de cultivo em Mocambique com vista a a p e r f e i c o é - l o s 148 f) g) realizacao de ensaios de prèticas de culturas treino do pessoal mocambicano no campo de amendoim melhoramento do Algumas pesquisas realizadas em Balama na Campanha 78/79 mostraram a superioridade da variedade Makulu RMD sobre 9 variedades locais de amendoim da Provincia de Cabo Delgado. Algumas variedades que sao recomendadas para o cultivo no Norte do Pais, sao nomeadamente RMP-12, 57-422 e 69-101, sendo variedades de ciclo longo (150-180 dias). 0 departamerito de Desenvolvimento Rural, levara a cabo na campanha 1983/84 urn programa de investigaQao aplicado em coordenacao com o Projecto do amendolm tendo consistido em ensaios experimentais no CRED-Mapupulo ('technical on station trials' e parcelas demonstrativas nas machambas dos camponeses e cooperativas ('adaptive on-farm trials'). No ensaio de Mapupulo (ver quadro C4.4.1) foram incluidas as mesmas variedades regionais da provincia de Cabo Delgado que no ano anterior as quais foram misturadas com algumas variedades estrangeiras. Curiosamente, os rendimentos das variedades locais foram em geral, bastante superiores aos outros. A média das 5 melhores variedades locais foram em gerai, bastante superiores aos outros. A média das 5 melhores variedades locais foi de 838 Kg/ha e das 5 melhores estrangeiras, 599 Kg/ha. Janchuro, Massasse (Nivaco) e Nachingwea, que foram as melhores variedades neste ensaio, tambèm o foram no ensaio de Mapupulo 1983/84. Tambèm foi realizada a anèlise de variancia conjunta para um grupo de variedades que foi inclüido em 6 ensaios, nas tres campanhas. Os resultados apresentamse no Ouadro C4.4.2. 'Os resultados que demonstram a superioridade de 57-422, 69-101 e RMP-12 coincidem em geral com os obtidos por MALITHANO, RAMANAIAH e outros (1982, 1983, 1984) trabalhando para a Universidade Eduardo Mondlane. Nesta base considera-se necessèria a distribui^So de semente das referidas variedades aos produtores'. 'Densidades e compassos^ No sistema agricola tradicional de Mocarobique o amendolm semeia-se sem qualquer arranjo linear e em baixas densidades (35 000 - 50 000 pl/ha). Estas densidades sao uma das causas dos limitados rendimentos da cultura. A distribuicSo de novas variedades com hèbito semi-erecto ou erecto exige um conhecimento das densidades e compassos mais adequados, que possibilite obter o seu mèximo rendimento. Com o objectivo de determinar o efeito dessas varièveis no rendimento do amendolm, foi realizado um ensaio em Mapupulo. Os resultados apresentam-se no Ouadro C4.4.3. 149 1 1 Bendioéoto Ciclo Habito ! SE E SE ] ! i SE : E ! SE : È i E SE SE : : : ! Variedades (Z) (Ig/ha) ! ! ! i ! ! ! ! i 1 { S S i ! I Jancourro Nassasse (Nivaco) Hachingoea Nassasse (Hecute) Hanhuro RHM2 69-101 Hpovira Ntessa Nakulu Bed Senegal Flaoingo Egret Plover SvalloH Valencia fi-2 (dias) 100 92 80 80 76 75 71 70 67 61 60 39 38 30 24 11 978 900 784 783 748 731 694 683 660 596 590 385 374 295 239 105 113 117 113 121 117 120 113 113 120 114 113 113 120 93 93 93 R i SE SE : : E i SE : SE-E ! Data de seoenteira: 19.12.84 E = erecto Data de colbeita: 28.5.85 SE = seii erecto Coeficiente de variacao; 292 B = rasteiro Rendiiento ledio geral do ensaio: 596 Ig/ha Densidade: 111 111 pl/ha Coopasso: 45 x 20 Area util das parcelas: 8,4 «2 Beódioeotos de awndoii descascado calculados a 122 de huaidade. Oaadro C4.4.1: Cooportaoento das variedades de aoendoio no CRD Hapupalo, 1984/85 1982/83 S Variedades 57-422 Senegal 69-101 RHP-12 : AH-175 ! • i • 1984/85 i • Iapala J i 1 ! 1983/84 ! ! ! i : S Locai Iapala ! 1 596 647 1 126 774 723 683 ! Iapala i ! ! ! i i 1 066 1 168 1 241 1 147 669 941 Iapala 701 642 791 1215 765 603 Hapai 1 1 1 1 1 *1 697 833 671 890 295 483 _ X i Iapala Napup. i i ! 1 011 S 912 S 1 274 I 988 l 535 ! 795 «732 •i 1 134 593 694 731 «15 966 «419 1 • i i • i • • i 1 133 1 124 717 821 i Zdo S valor ! laiiio ! ! 100 85 : ïoo ! : ! • Valores 'faltantes' (calculados) Coeficiente de variacao conjunta: 212 Rendiiento oédio geral: 983 Kg/ha Rendioentos de aoendoio descascado calcalados a 122 de huoidade. Ouadro C4.4.2: Rendioento cooparativo e anaUise de variSncia de alguoas variedades de aoendoio 99 63 72 150 Rendiiento Coapasso Densidade (pl/ba) 55 74 83 111 167 (Cl) 000 000 000 000 000 60 45 60 45 60 i x x X x 30 30 20 20 10 (Kg/ha) (2) 598 648 940 727 710 64 69 100 77 76 Data de setenteira: 20.12.84 Coeficiente de variac3o: 12Z Rendiiento lédio geral do ensaio: 725 Eg/ha Area dtil das parcelas: 59,4 §2 Rendiientos de atendoii descascado calculados a 12Z de huiidade. Hao hé diferenga significativa entre densidades e coipassos. Ouadro C4.4.3: Efeito de diferentes densidades e coipassos DO rendiiento da variedade de aiendofi RHP-12 no CRD, Hapupulo, 1984-85. A meihor densidade para e s t a v a r i e d a d e s e m i - e r e c t a parece situar-se em v o l t a de 80 000 - 90 000 p l / h a . Porèm, a f a l t a de r e s u i t a d o s c o n c i u d e n tes sugere que o estudo deverè ser aprofundado nos próximos anos, i n c l u l n d o d i f e r e n t e s compassos para cada d e n s i d a d e ' . ANEXO C-4.5: SOJA Era 1980 è formulado o Projecto UNDP/FAO MOZ/80/020 ' Desenvolvimento de Soja' que iniciou as suas actividades em pleno, na campanha 1980/81, tendo realizado ensaios em todo o Pais. No caso concreto do Norte, foraro realizados ensaios varietais e ensaios agronómicos nas estacöes experimentais de Lichinga ( no Niassa), Chipembe (em Cabo Delgado), Ribauè, Mutuali e Namapa (em Naropula) bem como nas empresas estatais de Lioma, CAREL (na Zambèzia), de Angónia, CAIA (em Tete) ,de Unango e Matama (no Niassa) e ainda no sector cooperativo. No caso concreto de Chipembe, foram realizados os seguintes ensaios: a) Ensaios ISVEX (International Soyabean Variety Experiment) com vista a avaliar o potencial de rendimentos, caracteristicas fenológicas e fenomètricas de 16 cultivares. b) Ensaios regionais de 6 variedades nas campanhas 80/81 e 81/82. c) Ensaio nacional de 16 variedades na campanha 83/84. De acordo com os resuitados destes ensaios varietais, IAC-6, IAC-7 e UFV-1 (1540, 1820, 1730 Kg/ha respectivamente) apresentaram-se como sendo os mais promissores se bem que esta óltima apresenta uma altura de insercSo da la. vagem muito baixa quando seroeado fora da època optima da sementeira e nao permitindo desta forma uma económica colheita mecanica. As variedades Cristalina e DOKO sao altamente recomendadas para o sector estatal e estao jè em processo de multiplicacao de semente na Estacao Agrèria de Lichinga para uma futura difusao. 151 öuanto ao sector familiar se bein que nao tenham sido realizadös ensaios especialmente virados a este sector p r o d u t i v ö , o IAC-7 apresenta-se como a variedade a reconiendar em virtude de possuir uma alta capacidade de nodulacao sein i n o c u l a n t e , bem como uma relativa boa conservacao da v i a b i l i dade da semente duna campanha para outra. ANEXO C 4 . 6 : MANDIOCA Em 1 9 8 2 , formula-se no Departamento de Agronomia e Sistemas de Producao do INIA,. um Projecto de mandioca com o objectivo de realizar urn levantamento e programa de investiga«,ao dos sistemas de producao no Norte do Pais. No caso de Cabo D e l g a d o , foram realizadas na campanha 1984/85 dóis testes de variedades novas do IITA (International Institute of Tropical A g r i c u l t u r e ) , sendo um de l'O variedades nas Zonas Verdes em Pemba e outro com o mesmo numero de entradas em Montepuez no C R E D - M a p u p u l o . Tambèm foram semeadas na campanha 83/84 em Hapupulo dois ensaios sendo um de vèriedades e outro de consocia<;a"o mandioca + amendoiro. Bruno (1986) escreveu o seguinte sobre os resultados: ''As variedades M u a l i a , N i v a k h o l e , Cigoma e Imbuana integram o meihor g r u p o , sem diferencas significativas entre si e bastarite superiores ès restantes (ver quadro C 4 . 6 . 1 ) . As m e s m a s , è excepcao de Imbuana, foram tambêm superio.res ès outras no ensaio do ano anterior ho mesmo local. Todas as variedades regionais incluldas no ensaio apresentaram alto grau de infeccao da doenca 'mosaico da mandioca', causada por v i r u s . Este è um problema geral da cultura em todo o P a i s , e determina quebras de rendimento e pode atè c a u s a r , em ultimo g r a u , a destruicao do m a n d i o c a l . A substituisao das variedades susceptivèis e resistentes a adopcao de p r è t i cas culturais e p r e v e n t i v a s , como a rota^ao de c u l t u r a s , sao medidas que devero ser tomadas peremptoriamente a firn de controlar economicaaiente a doenca''. Bendiesfito (peso seco) S Bendisento (peso fresco) z Variedades (gg/ha) ! Hualia ! Nivakhole ! Iriwana ! Cigoia ! Kcirikbano ! Hikhataie > Hjarasaliti 4 4 4 3 2 2 2 378 168 122 997 596 242 196 ; (1) (Bg/ha) casca i ICO 95 94 91 59 51 50 13 363 12 031 12 425 11 788 8 281 7 188 7344 19,3 ! 16,9 ! 21,4 ! 18,5 ! 23,5 ! 22,8 ! 19,1 ! Data de plantacao: 13.12.84 Data de colbeita: 26.9.85 Coeficiente de variacSo: 282 Rendiiento eédio geral do ensaio: 3 386 Kg/ha Deosidade: 10 000 pl/ba Coapasso: 1 x li Area u t i l das parcelas: 16 £32 Ouadro C4.6.1: CogwrtaBSSBêo das vsiriedate regioaais de oandioca no CSEB, Hapupulo 1984/85 152 ANEXO C4.7: GERGELIM A partir de 1977 foram introduzidas 37 variedades exóticas e foram realizados também ensaios de èpocas de sementeira, ensaios de compassos, ensaios de densidade em Chipembe. Os resultados do ensaio varietal realizado em Chipembe nao obstante, o elevado coeficiehte de variacao 37% - revelam que a variedade local regional 1 e a variedade introduzida (Venezuela) SI apresentaram o maior rendimento medio por ha, respectivamente 528 e 350 Kgs. ANEXO C4.8: ALGÜD80 Foram feitos ensaios em diferentes niveis de aduba^ao fósforo em Chipembe (Rendle e Woodhouse, 1985d). com azoto e Segundo os resultados dos ensaios, a resposta ao adubo azotado levanta uma série de düvidas visto que nao houve nenhum efeito de N que se supöe estar relacionado hipoteticamente com a deficiëncia do potèssio (0.2 meq/100 gr) e ainda com o forte ataque de murcha bacteriana. Porèm, noutro ensaio houve de facto um efeito significativo do azoto dando um aumento de 30% com 30 Kgs de N/ha. Elevadas doses de azoto (60 kgs N/ha) sao desvantajosos pois provocaram uma infestatao de Xanthomonos malvacearum. A resposta ao adubo fosfórico tambèm è controversa pois no ensaio da nao resposta ao adubo azotado houve um efeito significativo, se bern que nao tenha havido diferencas significativas entre 40 e 80 Kgs de P 0 /ha sendo 2 5 na ordem de 40% o aumento de produ^So depois de aplicadas estas doses. No ensaio em que houve resposta ao adubo azotado nao houve nenhum efeito do fósforo. ! Bose de Azoto IgN/ha ! i ': Dose de fósforo fg P 0 /ba 2 5 0 i i i i • i i i i i i i 40 80 1351 1379 1380 : lus i ! 1093 1202 1388 1225 ! 945 1272 1370 .' 1196 ! ! 943 1 1 Nedia ! Media ! OOO 007 : 1219 : ; 1203 i M P (0,05) -- 269 Ig/ha C.V.= 151 M P (P 0 ) = 155 Ig/ha (P-0,05) 25 Quadro C4.8.1: Rendiiento do algodao-caroco Ig/ha ea Chipeabe (caipanha 1980/81) Fonte: J. Rendle e P. Hoodhouse, 1985(d) 153 tr f-', pi- Na èrea do ensaio.de algodao de 1980/81 foi re-semeada a mesma cultura nao se tendo aplicado o adubo fosfórico. Houve todavia una infestacao f oir te v de Xanthpiponas roalvacearui» em particular nos j talhoes>que receberam azpto e consequenteroente na"ö houve resppsta positiva ao adubo azotado nps rendimentos^obtidos. Por outro lado, os resulta,dos r .revelam uraa resposta positiva muito significativa. 0 fósforo residual do ano anterior dando urn aumentp.de £ 0 % na produgSo de algodao-caroco. rgs/M/ha Apiïcados Media ïgs P 0 /ba aplicados 25 0 30 60 Hedia : o 40 80 ! ! ! ! 855 766 863 838 1372 1428 1254 1351 1183 1253 1333 1256 ! i ! i 1147 1149 1150 - MP (0,05) - 326 Ig/ba C V . =222 Ouadro C4.8.2: Rendiiento do algodSo-caroco, 1981/82) Fonte: J . Rendle e P. Uoodbouse, 1985(e) Kg/ha ea Chipeabe (caapanha Se bem que o C V . tenha s i d o a l t o , f o i v i s u a l m e n t e observado que no inicio da f r u t i f i c a c a o as p l a n t a s mostraram um e f e i t o p o s i t i v o do fósforo aplicado na campanha a n t e r i o r e ainda do a p l i c a d o na campanha 81/82 nos . t a l h ö e s que nao tenhaoi r e c e b i d o a n t e r i o r m e n t e . ANEX0 C4.9: CAJ0 Soube-se junto è Secretaria de Estado de Caju que no ambito da Rede de Extensao e Foroento do C a j ó , forani prograniadas duas unidades de apoio, uina jè existente em Macomia e a outra em Nandule. Estas Unidades de Apoio que dependen) dos servicos provinciais de cajil hierèrquico estao concebidas para desenvolverem as seguintes actividades: a) instalacao vendidas; de viveiros para a multiplicacSo de mudas a serem b) identifica<;ao de semente de boa qualidade; c) campos de multiplicacSo de semente de todos os cereais produzidos e consumidos na regiÜo, etc. Tambêm estè formulado urn prograroa de controle de oidiuro - doenca de muita importancia económica pois reduz as producöes na ordem de 70-80% e posterior determinacêio de mètodos de combate, com o enxofre è semelhanca da 154 Tanzania, coro 6 tratamentos no inicio da floracao intercalados num intervalo de 10 dias. ANEXO C4.10: CONSOCIACOES (Excerto de Bruno, 1986) 'Devido ê importancia desta prètica cultural no sistema agricola caoponês, em todas as regioes do Pais, foi estudada durante as duas campanhas nos vèrios Centros Rurais de Desenvolvimento. Os ensaios de 1984/85 incluiram milho das variedades Silver locais, amendoim e feijSes nhemba e manteiga de variedades locais. Mine e Na maior parte do Pais em zonas baixas ou de altitude média, a consociacSo de culturas è feita de uma maneira irregular, jè que normalmente nao se faz sementeira em linhas. Porèm, como este modelo è quase irreproduzivel no campo experimental, o ensaio de Mapupulo foi realizado semeando linhas intercaladas das 2 culturas. Nos planaltos, as sementeiras sao feitas era camalhoes. No sistema agricola de Angónia, por exemplo, têm-se grupos de 4 ou 5 plantas de milho separadas 80 - 100 cm dentro da linha e entre estes covachos, 1 ou 2 plantas de amendoim ou feijao manteiga. Este normalmente trepa sobre o milho. No campo experimental de Mtengo Umodzi (Angonia, Tete) de 1983/84 e 1984/85 este modelo foi reproduzido no ensaio. 0 L.E.R. •(Land Equivalent Ratio) ê utilizado actualmente como o principal critèrio para comparar os rendimentos das culturas puras e consociadas e coro base nele foram avaliados os resultados dos ensaios nos Centros Rurais de Desenvolvimento. Foi definido por KAAS (1978), WILLEY (1979) e MEAD e WILLEY (1979) como a èrea relativa com culturas exclusivas necessêrias para produzir os rendimentos obtidos em consociacao. A modo de exemplo, se tivermos duas culturas A e B: Rendimento A consociado L.E.R. = Rendimento B consociado + Rendimento A puro Rendimento B puro Se o L.E.R. for maior que 1, hè vantagens para a consociacao, se for menor que 1 a cultura exclusiva è mais produtiva; finalmente, se o L.E.R. = 1, nao hè vantagens para nenhuro dos dois sistemas. 155 Milho S Caltura Consociada L.E.R. Culturas Deas. coas. Puro Dens. cons. Paro Cotsoc. Consoc. Deas. pura ! ! S Nilbo (VI) • atendoii Nilbo (V2) • aKDdoii ! 1 ! I Nilbo (VI) * f. nherta Nilbo (V2) • f. ohetba . Deus. para 532 184 1 350 456 1/2 0,35 «• 1,30=1,65 701 200 1 350 409 1/2 0,29 • 1,17=1,46 532 417 1 211 141 3/4 X =1,56 0,78 • 0,67-1.45 701 585 1 211 186 3/4 0,83 * 0,88=1.71 X Datas de sewnteira: lilbo - 22.12.84 aiendoii - 26.12.84 feijao oheaba - 12.02.85 Cofpassos:iilbo e feijao nheaba- 80 i 30 e i , 1 pl/covacho aiendoii - 40 x 20 e i , lpl/covacho Arranjo espacial na consociatfo: linhas siaples alternadas Variedades: ailbo - Silver Mine e local aaendoia e feijfo nheeba - variedades locais. Rendiaeatos corrigidos a 15Z de hoiidade para o ailbo, 12Z para o aaeadoia descascado e 131 para o feijao nheiba Ouadro C4.10.1: Renditento (Ig/ha) e valores de L.E.R. obtidos no ensaio de consociaclo no CREO, Napupulo, 1984/85 Dos resultados de expostos podeni-se fazer C4.10.1). 3 anos de ensaios e em p a r t i c u l a r alguaas observac8es preliminares dos quadros (ver quadro - em geral a consociacSo apresenta vantagens en relacao è monocultura. - normalmente os valores de L.E.R. de milho + f e i j a o nhemba sao maiores do que os de milho + amendoim (nao f o i o caso de Hapupulo 84/85, em que sao i g u a i s ) , devido a que a c u l t u r a consociada è seoieada 25-40 dias ma i s tarde do que o milho e portanto faz menor concorrência è c u l t u r a p r i n c i p a l . - os L.E.R. p a r c i a i s por c u l t u r a sa*o urn pouco maiores com as v a r i e dades l o c a i s de milho do que com Silver Mine, o que sugere uma adaptacao por seleccao natural a este t i p o de a g r i c u l t u r a . Os mesmos valores revelam que o milho sofre mais a concorrência com o amendoim do que com os f e i j ö e s nhemba e manteiga. 0 f e i j S o manteiga sofre mais a concorrência com o milho do que amendoim. o =1.58 lbb A superioridade da consociatao em relacao a monocultura, baseia-se numa maior eficiência no aproveitamento dos recursos naturais (luz, ègua, elementos minerais), num controlo mais eficaz das ervas daninhas, no facto de que ês vezes constitui uma barreira é difusao das pragas e doencas e, finalmente, na possibilidade de se produzir uma transferência de azoto que beneficia a outra cultura (SINGH, 1983) quando uma delas é uma legureinosa. Inquèritos feitos pelo Programa CRED e peJa Universidade Eduardo Mondlane revelam a importancia de factores tais como as necessidades e hèbitos alimentares das populacóes, a possibilidade de fazer colheitas continuas na mesma èrea, de culturas que vao amadurecer em tempos diferentes e o uso e distribuicao eficiente da mSo de obra, evitando longas deslotacöes para machambas distantes, concentrando todo o esforco numa érea da qua! obtêm alimentacao suficiente. Mas talvez a principal vantagem da consociagafo esteja no facto de se falhar uma cultura, a outra pode compensar. Esta seguranca de colheita parece eonstituir a base principal da preferência das popula^Öes camponesas por este sistema de agricultura, que assegura a sua sobrevivëncia atravès da minimizaQao dos riscos de producao. 157 ANEXO C5: PROJECTOS AGRICOLAS DENTRO DA AREA DE ESTUDO Q ELQJecto dos 40CLQ0Q hectares Este projecto foi considerado pelo Plano Prospectivo Indicativo cooio urn dos 10 projectos vastos na agricultura e COIDO tal deveria receber a grande parte dos investimentos agricolas realizados no Pais. Tendo iniciado eoi 1981, tinha cooio finalidade a direccao e gestao das jè existentes empresas estatais na èrea abrangida pelo projecto. Enormes investimentos foram feitos em equipamento e na construcao do complexo de regadio de Chipembe. Originalmente estava vocacionado tambèm para desenvolver diferentes tipos de actividades de desenvolvimento rural e atravês de outros sectores. Diversos centros para o desenvolvimento rural forain planificados, com vista a ministrar cursos e trabalho de extensSó. Tambèm foi planeado o apoio ao sector cooperativo atravès da prestacao de servicos tais COIDO preparacao das terras, etc. Contudo, principalmente devido ao insuficiente quadro de pessoal qualificado no projecto e tambèm parcialmente pela falta de clareza na definiQao de prioridades na utilizaca*o de recursos fez com que de imediato os problemas de producao tenham constituldo uma maior preocupacao comprometendo é partida todos os pressupostos do desenvolvimento rural. Urn aspecto interessante è o impacto que a cooperacao com a Romen ia tem tido na evolucao do projecto e a forma como ela se tem desenvolvido. A Repübljca da Romènia tem fornecido capital,tècnicos e equipamento intensivo de campo em troca de uma elevada parte do algodSo produzido . na èrea do Projecto. Estes interesses tem consequentemente desvirtuado a atencao do projecto na implementacao de actividades do desenvolvimento rural viradas para o sector familiar. Ö Projecto iQuidadgs de Sadde Primèria - CSP/1-80 Este projecto meramente virado ès questöes de saude e desenvolvimento rural abrange as partes sul de Chiüre e Namuno e tambèm alguns distritos a Norte da provincia de Nampula. 0 maior resultado deste projecto ê o estudo preciso e detalhado sobre as condicdes de vida na èrea fornecido nos diferentes volumes publicados. De acordo com este estudo, o projecto tencionou e tenciona iniciar as actividades de desenvolvimento rural na èrea. 0 lo. Centro deste mas, devido è alarmante abandonado e doravante das e o equipamento tem Projecto foi estabelecido em 1983 em Chiüre - Velho situacao de seguranca, este Centro foi parcialmente algumas das construcoes do Centro tem sido destruldesaparecido. Actualmente nenhuma actividade estè sendo levada a cabo pelo em Cabo Delgado. Projecto 158 Estimulaslg da cgmercializagag agrlcola no distrito de Namung O projecto iniciado por uma organizagao Sueca nao gbvernauiental tem como objectivo estimular a comercializacao do excedente agrlcola do sector familiar durante um periodo de 3 anos. Este projecto tambèm recëbe urn certo financiamento da ASDI. Roupa e outros bens de consumo doados sao colectados na Suècia e transportados para Namuno, onde a AGRICOM os utiliza em troca de produtos agrlcolas. Tambèm sabao e capulanas provenientes do Zimbabwe e da Tanzania respectivamente serao comprados pelo Projecto para o mesroo firn com vista a fornecer ero Namuno gèneros de troca no valor de 500 MT/familia. Na totalidade estima-se que o projecto durante o bens de troca no valor de 75.000 contos. triênio De acordo com o documento do projecto o aumento total comercializada nos tres anos è estimado em 5.400 toneladas. Estes bens deverao seguintes proporcöes: cereais oleaginosas - 40% 20% ser repartidos pelas caju algodao diferentes - 10% 30% da fornecerè produ^So culturas nas 159 ANEX0éC6Sn S I T ; U A Q * 0 L N U T 8 Ï C I 0 N A L eb sioq ,.iortbd ; r ^ s 0> • jfitu ..•<•! o •> S' . , ei-; r =)V!.>' o- . - J ': • .• .;-, •:;.- ; Êèffluito escassène pobrej aünformacao »refer,ente a=este aspecto. Porèni2béflibU978 i:Odrelatórionda . v i s i t a efectuada a uma aldeia cooiunal no d i s t r i t o o d e e M o n t e p u e z , sbtece^alguns considerandos a respeito da situaca"o alimentar: A mapira constitue na aldeia o alimento de consumo geral seguida pela mandioca, milho, mexoeira e arroz, os feijoès, o amendoim e a fava. 0 gado bovino e o sulno praticamente nao existem e a produvao de vegetais e frutas è tambèm insignificante sendo assim, existem razoes lógicas para se afirmar que a populacSo tem sèrios problemas de carècter alimentar visto que passados apenas 2 meses após a colheita, os celeiros familiares só contèm um stock de milho e mapira apenas suficiente para mais uns, dois ou tres meses. As familias vêm-se na contingência de comerero apenas uma refeigSo dièria isto è ao anoitecer. 0 pequeno almoco na manna seguinte è constituido de sobras do jantar anterior e durante o dia nSo comem absolutamente mais nada até ao próximo jantar. Baseando-se no tipo corrente de producao alimentar e nas quantidades de alimentos armazenados nos celeiros durante o mes de Julho, pode-se admitir que as familias aderem a dois padroes dietèticos: um baseado nos cereais durante a êpoca seca e imediatamente após a colheita do grSo; e o outro na mandioca no firn da època seca e durante a estacao chuvosa. Obviamente que esta situaQao levanta um problema nutricional da nao existëncia de alimentos ao longo do ano, agravado ainda pela subnutricao de cereais pela pouca nutrividade da mandioca durante a estacao chuvosa. 0 padrao da deteriorada dieta coincide com 2 factores conjunto debilitam o estado sanitério da populacao.- que no seu a) a nSo satisfacao das elevadas necessidades energèticas relacionadas com o trabalho pesado e èrduo do campo; b) a alta vulnerabilidade causada pelo ataque de malèria que è muito frequente na època chuvosa *. Contudo, apesar da fraca representatividade, ê clarividente que a situacao alimentar na èrea de estudo è satisfatória. Este aspecto estè bem reflectido na alta taxa de mortalidade infantil constatada pelo Projecto CSP/1-80, na órdem dos 218Z. Na êrea do estudo do referido projecto, o periodo mais crltico para as criancas tem sido o firn da amamentacSo, visto frequentemente o alimento substituto do leite materno na"o ser suficiente por um lado e nao ter boa composicao e qualidade por outro. * Cgnsiderasöes e recomendac.ges sgbre as relagges existentes entre enggrama agricola e g estado de saüde das pgeulagSes das aldeias Monteeyez, 1978 Extraido de:'Report of the WCARRAD Follow up of inter agency mission Mozambique, FAO, 1985. < g de to 160 Entretarito, se admitirmos que r»%) existe fome generalizada, nao è menos verdade afirmar que os niveis ^e.consumo sao baixos, pois de acordo com a investigacao levada a cabo pelo Projecto C S P / 1 - 8 0 , constatou-se uma falta de bens de consumo bêsicos no conjunto das 101 aldeias comunais investigadas. Eis a c i t a c a o : "... em todas as aldeias comunais encontrou-se una insuficiência grave de abastecimento em produtos bèsicos e metade das aldeias referiram faltam todos os artigos de p r i meira n e c e s s i d a d e . . . ' ' . Particularmente a situacao alimentar em Namuno foi quase nenhuma das aldeias investigadas pelo CSP/1-80, sequer aigum 'artigo de primeira n e c e s s i d a d e ' . drèstica, pois tinha recebido Nesta investigacao, realizaram-se inquèritos aos camponeses com a finalidade de se saber se a producao agricola foi suficiente e caso na"o tenha diso, que produtos especificos foram insuficientes, bem como as razöes de tal insuficiência. As respostas dos camponeses ês questoes levantadas estao apresentadas no quadro C 6 . 1 . ! NAMMO DISTIITO .'HUMHEIA ! INSUFICIEMTES ! i 1 ! ' 2 i ! 3 ! ! HOTIVOS i . Nandioca Feijao Napira i CHIUtt DISTRITO 1 i NACHOEA ! CHIURE VELHO ! { ! Napira ! Nandioca ! Feijao ! ! Napira ! Hilho ! Feijao ! i Napira i Feijao ! Aaendoia ! i Falta de te*o ! Outros ! Terra pobre ! J ! Falta de tetpo ! ! Falta de terra ! ! Outros ! ! i 1 ! Outros ! Outros 2 ! Falta de te*K>! Aninis 3 ! Secas S Falta de tevo NIVENENE i ! ! i ! Quadro Cé.1: Produtos agricolas insuficientes e as razoes de tal insuficiência segundo os cavoneses ei algutas aldeias coMinais Fonte: Relatdrio do CSP/1-80 parte II, Toto 2. Na estimativa de niveis e padroes de consumo, tornar em linha de conta, a pesca, a caca e a colecta. è imprescindivel De acordo com o Projecto C S P / 1 - 8 0 , foi constatado que a populacao da grande maioria das aldeias comunais praticam a caca e a pesca se bem que infelizmente nao existem dados quantitativos a respeito destas actividades complementares. Todavia, reconhece-se que tradicionalmente, a caca e a colecta contribuem significativamente para a alimentacao da populagao mocambicana. 161 libds e g pagel da religiag na aliroentacjo O estudo CSP/1-80, revela que è consenso comum de que a roulher grèvida deve evitar corner ovos, carne de porco e de javali, pois caso contrério os filhos que vao nascer podem nascer com algumas caracteristicas destes animais. A titulo elucidativo, houve nuroa aldeia comunal a seguinte afirmacSo: '0 hooiern na familia è quem meihor se alimenta porques existem certas espécies de animais que tradicionalmente nao devero ser utilizadas pelas mulheres'.(Informacao geral sobre as aldeias comunais, Vol.2, Tomo 3, 1981). Tambèm a carne de porco ê atè certo ponto rejeitada, isto devido è existência na érea de pessoas que praticaro a religiao islamica. 162 ANEXO C 7 : PRECOS DE VENDA AO POBLICO PRATICADOS PELA A6RIC0H UTEHSILIO ENXADA CATAMAS FOICES MACHAMS LIHAS FOROUILHAS ARCOS P/SERRA LANIHAS P/SERRA SERROTES P/PODA TESOURAS P/PODA CHARRUAS FACAS (HACHETES) ANCIMttS PRECO(Jf£TICAL POR UNIDAOE) AO CMPOHES 150.00 260.00 60.00 190.00 80.00 196.00 215.00 80.00 100.00 168.00 4.000.00 105.00 100.00 Fonte: Divisao Coiercial ünidade de Planificacao e Estatistica, AGRICOH 1985 AO «RHAZEHISTA 118.4 207.05 66.20 199.38 66.60 195.20 189.20 65.00 81.80 163 ANEXO C8: TAHANHO E DISTRIBUICftO DAS HACHAHBAS DO SECTOR FAHILIAR REGIAO AGROECOLOGICA * CABO DEL8AD0 ! C2 C3 1.15 2.7 149.946 ! ! i 1.58 3.8 15.022 1.68 3.6 44.201 2.883 8.444 28.085 37.972 49.200 16.868 5.111 1.206 177 i ! ! ! ! ! ! i ! 'Area Mdia 'No.Mdio de parcelas lm. de Agricultores 'Eiploracoes (ei ba) ' M M S de 0.1b ! 0.1-0.2 { 0.2-0.5 ! 0.5-1 ! 1-2 ! 2-3 i' 3-4 ! 4-5 i Mis de 5 i C4 ! 1.40 3.1 9.283 ! ! ! tPara a localizacio destas regiöes ver quadro 30 (conforie Carvalho, 1969). Ouadro 08.1: Area lédia, no. de parcelas e de agricultores por regilo agroecologica e distribuicao das classes de taianho das exploraties na Provincia de Cabo Delgado Fonte: Recenseaiento Agricola de Hocaibique - Distrito de Cabo Delgado,1962 REGIAO A6R0EC0L06ICA * C2 !Mo. Total F a i l i a s S 1 pessoa * 2 pessoas ! 3-4 pessoas S 5-7 pessoas i 8 e Mis ! 15.022 ! 696 j 4.038 ! 5.278 S 3.847 ! 1.163 ! ! ! i ! ' 0 1 2 3-4 5-6 Muloer es i pessoa ! 180 pessoa S 10.592 pessoas ! 2.281 pessoas ! 628 pessoas ! ! ! Fjpresarios i fetininos ! 1.341 C3 C4 ! 44.201 2.425 12.291 15.971 10.529 2.985 4.283 972 1.717 3.694 2.495 405 ! ! ! ! ! i 1.264 31.744 6.985 373 5.395 1.782 210 ! ! .' ! 954 3.250 i 1.523 ! «Para a localizacio destas regioes ver quadro 30 (conforie Carvalho, 1969) Ouadro C8.2: Distribuieio das exploraties agrkoias pelo taianho da faiilia e pelo ndiefo de lulheres por agricultor. Fonte: Recenseaiento Agricola de Mocaibique, Distrito de Cabo Delgado,1962 164 ANEXO C9: DISTRIBUIQA'0 DOS T I P O S DE TIPO DE CONSOCIACAO CONSOCIACOES PERCENTAGEH M AREA COH CULTURAS COHSOCIADAS (TOTAL 1001) Cl C2 C3 C4 C5 Hilbo • Handioca 76 54 21 44 3 Aiendoii • Handioca - 14 23 16 - Feijao • Handioca 8 6 22 8 0 Kilho • Hapira 7 7 3 7 7 Feijao • Hexoeira - - - - 41 Feijao • Atendoii • Handioca - <1 4 ü - Feijao • Hexoeira + Handioca - - - - 22 Reioeira • Handioca - - (1 - 16 Hilho • Acendoii • Handioca - 5 4 8 - Hilho • Handioca • Feijao 9 2 4 4 - Feijao * Hilho - <1 (1 2 - 100 89 82 90 95 TOTAL Ouadro C9.1: Percentagei dos vèrios tipos de consociacSo para os distritos Hecufi (Cl), Chiure (C2), Hontepoez • Hawno (C3), Ancuabe + Heluco (C4), Perta (C5) Fonte: Recenseaiento Agrlcola de Hocaibique (1962) CULTURAS COHSOCIADAS Z EH RELACAO AO TOTAL DE CULTURAS COHSOCIADAS Hilbo • Handioca 25 Hilbo • Handioca • Feijao boere 12 Hilbo • Hapira 12 Handioca • Aiendoii 10 Hilbo • Aaendoii • Handioca 7 Hilbo • Feijao boere 6 1/2 Handioca • Feijao boere 5 TOTAL Ouadro C9.2: 77 1/2 Presenca relativa das culturas consorciadas no distrito de Hontepuez (19821983) Fonte: Bruno, Brigatti (1983) ANEXO CIO: EFECTIVOS DE ANIMAIS DOMESTICOS E DE CRIADORES FAMILIARES POR DISTRITOS E RESPECTIVAS REGIOES AGRO-CLIMATICAS - PROVINCIA DE CABO DELGADO ! DISTRITO ! CABRITOS i 6ALINHAS ! PATOS 'NO. Total de Agricultores ! Efectivo total ' Efectivo Total ' Efectivo Total ! No. Agricultores i No. Agricultores ! No. Agricultores ! Cabritos/Agricultor ! Galinhas/Agricultor! Patos/Agricultor 1 CHIURE ! 15.022 C2 ! HONTEPUEZ-NAHUNO C3 ! 44.201 ! ANCUABE ! HELÜCO ! 9.283 C4 ! ! ! : : i : 4.611 989 (71) 4.7 ! i ! 109.548 ! 9.409(631)! 11.6 ! 8.139 2.346 (16Z) 3.5 1.420 446 (1Z) 3.2 ! ! i 327.303 ! 31.039 (70Z)i 10.5.' 28.966 6.975 (16Z) 4.2 ! i ! 53.671 i 6.286 (681)! 8.5 ! 4.163 1.004 (HZ) 4.2 sis 81 (1Z) 6.4 COELHOS ! SUINOS : POMBOS i PERUS ! Efectivo Total ! Efectivo Total ! Efectivo Total { Efectivo Total! No. Agricultores i No. Agricultores ! No. Agricultores SNo. Agricultores! Coelhos/Agricultor! Suinos/Agricultor ! Poabos/Agricultor •'Perus/Agricultor! Fonte: 'Recenseaiento Agricola de Hocaabique - Distrito de Cabo delgado, 1962-H. Agricultura 1963 3.760 ! 702 (51) ! 5.4 ! 338 i 83 (21) ! 4.1 ! J • • i 21.428 ! 3.490 (23Z) ! 6.1 i i • i i 65.965 9.141 (21Z) 7.2 i i i i i 1 6.917 1.069 (12Z) 6.5 | 160 ! 32 (2Z) ! 5 ! - - | ] 166 ANEXO C l l : ! ü.P. 1 HflffnHfl EFECTIVOS DE ANIHAIS DOMESTICOS NO SECTOR ESTATAL, BOVINOS SUIHOS COELHOS 331 313 118 41 ! HECUTE : IMPIRI ! ! ! ! ! ! ! ! MACUBA HAPUA PEREVERE CHIÜRE CONPLEXO SUIHOS AVIAftIO CHIPOBE NUA6IDE 16 16 34 CABRITOS PATOS 34 9 65 22 10 24 34 18 36 40 247 455 94 425 212 54 1985 6ALIHHAS - 11 16 - 46 1.560 , 36 829 104 433 Fonte: Metorando do Di reetor, Projecto dos 400.000 ba, 26.7.1985 230 167 ANEXO C12: DADOS DEMOGRAFICOS Ouadro C12.1: Taxa de cresciroento populacional por distritos Öuadro C12.2: Saldos migratorios internos inter-distritais e provinciais Quadro C12.3: Populacao economicamente activa na agricultura, a sua distribui^So segundo o sector produtivo e por distrito Provincia de Cabo Delgado Ouadro Alguns indicadpres referentes ès familias distrito - Provincia de Cabo Delgado C12.4: agrlcolas por 168 ! DISTRITO TAXA DE CRESCIKEHTO DA POPULACAO ! 1960-1970 1970-1980 1960-1980 ! : PEHBA 3.38 3.73 3.56 (*) ! ! HECUFI 2.86 1.33 2.09 (**) ! ! HOHTEPUEZ 3.00(4**) 2.71 3.22 (***) ! ! NAHUHO ! OUISSAHGA ! TOTAL 4.14 1.54 2.46 2.00 (****) ! -0.05 5.13 2.51 ! Ouadro C12.1: Taxa de cresciiento popolacional por distritos. Provincia de Cabo Delgado Foote: Elaborado C M base nos Censos Populacionais de 1960, 1970 e 1980 * Taxa de cresciiento conjunto do Distrito de Peiba, propriaiente dito, a cidade de Peifca e o actual distritc de Ancuabs ** Taxa de cresciiento dos distritos de Hecófi e Chiore *** Taxa de cresciiento dos distritos de Hontepuez e Mamino **** Taxa de cresciiento dos distritos de Quissanga e Heluco SALDO INTER-DISTRITAL ! ! ! ! ! ! ! ! CIDADE PEHBA DISTRITO PEHBA ANCUABE HECUFI CHIURE HONTEPUEZ NAHUHO TOTAL PROVINCIA SALDO IHTER-PROVIHCIAL A ! DISTRITO • • + - 4 304 2202 42 1 308 988 2096 1 177 4399 B - 5 744 - 808 4 - 1 -2 • • -15 898 485 140 218 012 Ouadro C12.2: Saldos ligratörios internos inter-distritais e interprovindais (1975 - 1980) Fonte: 'ClassificacSo dos distritos", INPF, (1985) SALDO HIGRATORIO-IHTERNO GLOBAL (A + B) - 1 440 - 3 010 46 - 3206 - 3 473 • 2 236 + 1 395 -19 411 POPULACM ECOHOffICAIEHTE ACTIVA HA AGRICULTURA i SECTOR ESTATAL SECTOR FAHILIAR SECTOR PRIVADO ! (HITROS SECTOR COOPERATIVO DISTBITO iEFECTIVO TOTAL ! da !no. pes. iprov.Z IKDICE DE HASCULIHIDADE COKTA PROPRIA SEK EHPREGADOS X TRABALHADOR FAHILIAR I IKDICC DE HASCULIHIDADE TOTAL IKDICE DE HASCULIHIDADE Z EHPREGADOS PATROES X X IKDICE ! DE "J HASCULIHIDADE ! TOTAL i IKDICE ! DE IHASCULIHIDADE TOTAL IKDICE DE HASCULIHIDADE X X 5.1 43 48 51 52 0.3 81 0.04 0.03 79 ! 0.05 ! 64 0.4 39 : i2.o 1 42 51 47 «2 0.5 84 0.1 0.02 76 1 0.3 ! 46 0.9 37 ! 2.3 39 44 55 39 0.2 81 0.2 - 94 1 0.1 ! 43 1.1 28 i5.9 42 51 46 42 1.1 88 0.5 0.1 74 ! 0.3 : 54 1.0 36 17.5 43 50 48 43 0.6 86 0.2 0.04 81 ! 0.1 ! 34 1.4 38 40 49 48 40 0.6 86 0.3 0.04 60 ! 0.2 : 43 1.2 35 I AHCUABE ! 21.763 ! ! CHIUff i SJ.S24 ! KEIUCO ! i 9.797 1 1 i HONTEPUE7 i 67.990 : 1 ! KAIWHO ! 74.918 i'TOTAL M PROV. 1428.966 i i1 i i Ouadro C12.3: Populacao econoiicaiente activa na agricultura, a sua distribuicao percentual segundo o sector produtivo por distrito-Provlncia de Cabo De)gado (1980) Fonte: Eliborado coi base no Censo Populacional de 1980 170 ! DISTRITO ! ANCUABE 2.09 4.41 ! CHIURE 2.03 4.03 ! HONTEPUEZ 1.93 3.80 ! NAKÜNO 1.99 3.87 ! KELUCO 1.96 4.72 !TOTAL DA PROVIMCIA 1.92 4.33 iCOEFICIENTE DE iVARIACAO 5.102 12.071 RELACAO ENTRE COHSUHIDORES E TRABALHADORES NAS FAMILIAS A6RIC0LAS TAMAHHO MEDIO DA FAMILIA Ouadro C12.4: Alguns indicadores referentes ès faiilias agrlcolas por distrito. Provlncia de Cabo Delgado (1980) Fonie: Eiaborade C M base D C Cênse röpulacional de 1980 39° •4^-7 (.0° __L_ > Meluco r-12°30 i o i 1 I \ I o / —-f\V\ya3yide o Mirate V .PEMBA O ~ o^**° Yb O ° \ ''MONTEPUEZ >T- V o • 0 .—."AO \ o o o / /v \S/ y'o o V « o 7<4 y Mortda / >o - o „ f BalomoJ n \ <K \ o . \ rf O X. MECUFIWtó >J QOVO ^^~~ \ o /o) ° \Mazeze „^—^ /oy \ 0 o >v- Q \ o JK %5j r;" _ r0 \ ƒ b o o 10 NAMUNOJ o""^ o I \ f v -(I) . .4' V. o ° — \ o K • ESCALA 1:1.000.000 0 20 UMms • y o? o / i O o o O O ~\° o / o er **? Anexo C13: MAPA DE 0CUPA£A0 TERRITORIAL DA REGIAO DO PRCUECTO DOS 4 0 0 0 0 0 - CABO DELGADO (Parte Sul da Provihcia) Maehocc BASE CARTOGRARCA: Reducao do mapa a «scala 1:250.000 do Projecto dos 400000ha (Cobo Delgado) do ano 1981. FONTE: Instiluto Nocional de Planeamento Fisico Ocs: Poncio Ktociel / PEO/B612' 172 LEGENDA Capital provincial Sede do distrito Sede da localidade Aldeia comunal Aeroporto Pista de aterragem Fabrica Escola secundaria Minas e pedreiros Serracao Estrada alcatroada Estrada em terra Rios L i r a i t e da p r o v i n c i a L i m i t e do d i s t r i t o _ Limite da localidade tik WKms LEGENDA Mil pessoas Anexo C14-. DISTRIBUICAO ESPACIAL DA POPULACAO EM 1980 CABO DELGADO (Parte Sul da Provfncia) .V FDNTE: Recmseanento. « 8 0 . . -Dis: P • mcieÜPÉD» ANEXO CIS: DIAGRAHA DA ORGANIZACftO ADHINISTRATIVA HIVEL PROVINCIAL PEHBA KECAHAGRO IDIRECCAO PROVINCIAL DE AGRICULTURA CABODELGADO PROJECTO FO-7 i . HIVEL DISTRITAL 4 POSTOS FIXOS 11 BRIGADAS HOVEIS ARNA2EH i'AHCUABE DDA HOHTEPUE2 PROJECTO CSP/1-80 i i i i DDA HAHUHO DDA CHIURE CENTRO DE APOIO CHIURE - VELHO >] * RETALHISTAS AHGUABE .' i NONTEPUE2 23 ! ! 52 COOPERATIVAS DE COHSUHO MAHUHO 45 CHIURE 55 175 '\ \ ' u NIVEL PROVIKCIAL PEKM C03PLEX0 K SUIBOSfiE KONTEPUEZ FAIBICA DE BESCABOCflKEOTO BE & 6 0 M O E. ilÊODAO K CSS0DEL6A90 FO«flO UP UP 14 RE6I0ES ECÖ8Ö8ICAS BEPAITANEHTO DO SECTOR FAKILIAR UP UP UP ! __ I I 176 ANEXO D ; ASPECTOS DA AVALIAC«0 DE TERRA Dl Exigências das culturas consideradas D2 0 modelo SLEMSA D3 Sumario da avaliacao das qualidades de terra, da producao agrocl matica potencial e da aptidao ecoiogica da terra para doze cultura dois niveis de entradas de factores de producao por unidade de terr posicao fisiografica especifica D4 Verbete para a avaliacao dos dados da terra para culturas de seque 177 ANEXO Dl : EXIGENCIAS DAS CULTURAS ALGODAO (6ossypium hirstum) SQLO/IERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Inundaf ao/encharcamerito Requisitos de fertilidade Reaccao Tolerancia. a salinidade Perigo de er osao Altitude media è optima mais que 80 cm, nunimo 45 cm moderada boa a moderadamente boa tolera periodos curtos moderada a alta (N 100-180; P 20-60;-.' K 50-80 Kg/ha/ciclo.de crescimento) pH 5.0 - 8.0, óptimo 6.5 - 7. al ta alto menos que 500 m. normalmente CLIMAX Temperatura média dia'ria Requisitos de agua Humidade relativa Vento 20 - 32 oC, optima 25 - 28 oC 100 - 150 mm/mès (700 - 1300 mm durante o ciclo de crescimento) precisa de urn periodo relativamente seco antes da flora^ao e para a colheita baixa a moderada nao importante CICL0 de CRESCIMENI0 150 - 210 dias RENDIMENT0 Mundo: Bom: 4.5 t/ha algodao caroco ou 1.5 t/ha, fibra Rendimento economico: 0.8-2 t/ha, algodao caroco. Paises menos desenvolvidos, 780 Kg/ha. Resistência a seca 178 AMENDOIM (Ar ach is hypogaea) SQLO/IERRA Textura pesada e pedregosa ou solos muito empe drados nao sao aptos mais de 80 cm, mas pelo menos 25 cm Profundidade : moderada a rapida, ou vagarosa boa a urn tanto ou quanto excessiva Permeabilidade nao tolera encharcamento Drenagem moderada a baixa (N 10-20; P 15-40; K 25-40 Inundafao/encharcamento Requisitos de fertilidade: Kg/ha/ciclo de crescimento) pH 5.0 - 8.0, óptimo 5.3-6.6 Reacqao baixa Tolerancia "a salinidade moderado Perigo de erosao menos que 1500 m Altitude Textura CLIMA Temperatura média diaria Requisitos de agua Resistência a seca Humidade relativa Vento 20-35 oC, optima 22-28 oC mais de 100 mm/mes (500-700 mm durante o cicl de crescimento) tolera curtos perfodos de seca, perfodos seco necessarios durante a colheita baixa a alta nao importante CICL0 de QRESCIMENIQ : 90 a 150 dias RENDIMENT0 : Mundo: Muito Bom: 2.5 t/ha Bom : 1.3 t/ha Medio : 0.6-1 t-/ha Pafses menos desenvolvidos, 800 Kg/ha. 179 ARROZ alagadg (Qryza spp) SQLQZIERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Iriuridacao/ericharcamento R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e Reaccao . Tolerancia a salinidade Topografia Altitude solos pesados (textura fina) para evitar perdas de a'gua por percolacao mais de 50 cm moderada a vagarosa; areas permeaveis devem ter o 1 en9o1 freatico a reduzida profundidade ou serem 'puddled't'*) para manter a agua a superficie; alta tolerancia a deficiência de oxygenio moderadamente ma' a muitd ma tol era curtos periodos de inunda^ao moderada a alta (N 100-150; P 20-40; K 80-120 Kg/ha/ciclo de crescimento) pH; 4.0-7.0, o'ptimo 5.0-6.0 moderada plana ou com declives em terra^os menos que 2000 m. QLIMA Temperatura media dia'ria Requisitos de agua Resistência a seca Humidade relativa Vento 18-35 oC, optima 22-30 oC mais de 200 mm/roês; as machambas devem ser inundadas ou saturadas tolera apenas periodos muito curtos com superficie do solo seca tolera humidade muito alta mas a ocorrência de pragas e/ou doencas e muito mais frequente nao importante CIQL0 de CRESCIMENIO : 90 a 150 dias, dependendo da variedade e da altitude RENDIMENT0 : Mundo: Medio: 1.5-2 t/ha Bom : 3-5 t/ha Paises menos desenvolvidos 1.8 t/ha (*') Processo de preparaca'o do solo que consiste no manuseamento deste quando molhado, com o objectivo de reduzir a sua porosidade e criar uma camada pouco permeavel a pequena profundidade. 180 BAJATA DOCE (Impomoea balata) SOLO/IERRA Textur a Profun dida de Permea bili dade Drenag em Inunda cao/ enchtrcamento Requis itos de rertilidade Reac^a o Tol erancia a silinidade Perigo de eros5o Altitu de em geral solos de téxtura media superior a 80 cm, minimo 30 cm moderada boa a imperfeita nao tolerante moderada abaixa (em particular pH 4.0 a 7.5, optimo 5.8-6.5 nenhuma moderado menos que 2000 m CLIMA Temperatura média dia'ria Requisitos de agua Resistência a seca Humidade relativa Vent o 15 a 30 oC, optima 22 a 25 oC superior a 100 mm/mes tolera curtos perfodos de seca moderada a alta nao importante QICLO de QRESCIMENÏQ 120 a 200 dias RENDIMENTO Mundo: Bom : 50 t/ha Medio: 5-10 t/ha Rendimento economico; 10-20 t/ha tuberculos Paises menos desenvolvidos, 6.3 t/ha 181 EEIJAO MUNGO (Phaseolus spp.) SOLO/IERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Inundaclio/encharcamerito Requisitos de fertilidade Reaccao Tolerancia a salinidade Perigo de erosao Altitude media a grosseira 80-100 cm, minimo 25 cm rapida a moderada boa a moderadamente boa apen as pen'odos muito curtos moderada pH 5.5-8.0,. quase neutro e' meihor nenhuma moderado menos que 1500 m CLIMA Temperatura media dia'ria Requisitos de a'gua Resistencia a. seca Humidade relativa Vento 20-30 oC, optima 24-27 oC moderada (nao menos que 100 mm/mes; 300-500 rom/ciclo de crescimento). É importante ter uma distribuicao uniforme ao longo do perfodo de crescimento. nenhuma moderada nao importante CICLQ de CRESCIMENK) 80 a 130 dias RENDIMENT0 A f r i c a ; Medio : 0.2 a 0.7 t/h; t/ha Bom Huito Bom: 2.5 t/ha 182 GIRASSOL (Helianthus annuus) SQLQZIERRA Textura Profund i d a d e Permeab i l i d a d e Drenage 0) Inundaf ao/ench arcamento Requisi tos de ferti1idade Reaccao Toleran c 1 a a salinidade Perigo de eros ao A i t i t u de solos de textura medi. superior a 50 cm moderada boa n a o toierante moderada (N 50-100 P20-45; K 60-125 Kg/ha/ciclo de crestimento) pH 6.0 a 7.5 moderada moderado para óptisias condicoes em areas tropicais, média a a 11 a CLJMA Temperatura media diaria: 15 a 30 oC, mais ou menos 23 oC para optimas condicöes Requisitos 'de a'gua : 600-800 mm dist.ribu.idos uni f ormemente ao longo do ei cl o de eresciment o Resistência a seca : moderada Humidade relativa : moderada; humidade alta estimula as doencas fuhgosas Vento : ventos fortes podem causar a acama CICL0 de CRESCIMENIO 90 a 150 dias RENDIMENT0 Mundo: Medio: 1.0-1.5 t/ha Pafses menos desenvolvidos, 800 Kg/ha 183 MANDIOCA (Manihot esculenta) SQLO/IERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Inundafaio/encharcainento Requisitos de fertilidade Reacclo Tolerancia a salinidade Perigo de erosao Altitude média a grosseira;tolera tarobem uma textura muito grosseira superior a 100 cm para óptimas condic/oes mas mfnimo 50 cm moderada boa a moderadaroente boa nao tolera moderada, mas produz tambem ent solos com baixa fertilidade pH 4.5 a 7.5, óptimo 5.0 a 7.0 muito baixa moderado a alto menos que 1500 m GLIMA Teroperatura média diaria Requisitos de agua Resistência a seca Humidade relativa Vento 20-30 oC, optima 26 a rnais de 100 mm/mes, em areas de baixa alta: tolera periodos baixa a alta nao importante 28 oC mas tambem dara rendimento e instavel pluviosidade secos de alguns meses CICL0 de CRESCIMENT0 ate 2 anos; a colheita pode coroecar aos 6 meses e durar ate aos 18, de acordo com as variedades e condicoes de crescimento RENDIMENTO Hundo; Medio: 7 a 10 t/ha Bom : 25 t/ha Rendimentos economicos: 10-25 t/ha , tube'rculos Pafses menos desenvolvidos, 9.5 t/ha 'SV/^!- -':,AK 184 •j H^'<i . ' >.i. •tóc-m-tw--ï^vï ^ ' . . ^ ^ 0 ^ m$fèv$< MAPIRA (SorghuB) ; ;: '\ vulgafë) •••'•J,- i. ' •& : soLO/iEBB* ' ï<l: :-HVVi 1 :• * • •' • .i:'? ; ,'-H v'* ^ h > ^ : ? >>';i *V* ,?'.!• i Textura .'j ,'^ . V.-:, '..:• 'media',-mas ;tan)bem s o l o s ' f i'nds"è'-. 'gró'ss'eirös ; ! : Pr.ofundida.de -<> , ' . - : . ' U - ' •'- s u p e r i o r a ?60. era,': miriimo .30. Cm • •. PeripeabilijJadé;' _•!.;.\] ; ^ i ^ ; : ) . t f l i o d e r , a d a . | . - J •;, \-'\; ,.;.'•;.,•- • %'.•• ,;;. :i ;.• ..-,• -ï>v-.' .'.;.• - . ••}••' Drenagem i'-'.'••;.'*H' ''''-"•, b o a a modëradairierïtë boa '"'.;'.:,.'. ':-. :;'>l •!••>'.".'• '[•;•••,'.P.'..;' Inundacgo/enchafqafflènTO ri periotóos c u r t o s s'ao toliêr'a'do.s" •'.•'. • ••;'••; | ^ : , •"': ;.;'•:"••;.; R e q u i s i t o s de f e V t i l i d a d e s i moderada, >em p a r t i c u l a r 'N ( N ; 1 0 0 ü 1 8 t i ; : P 2 0 ' 4 S ; ',. .; K 35-80 K g / h a / c i c l o de c r e s c i m é n t o ) Reac^lio • ':' ::; pH 5 . 0 - 8 . 5 , óptimo 5 . 5 - 7 . 0 '>•':''• i' T o l e r a n e i a ; ^ s a f ' i n i d a t i e • rv b a i x a a moderada ;•.•' P e r i g o de eresari ;* a l t o , Altitude :"'menos-' que 1500 m CLIMA •{.. • 3 •. ; ••'' • ' ; :'-. - ••. •• < •',, -;;' «•'•..•'.,-V •'>.••'• .; i • - Temperatura media di'aVia :r 18-35- oC, o'pt'ima -24-28 'oC . Requisitos de agua :; 150 'mm/mes (mais; ou menos 450-65Ó mm'.durante , ciclo de cresciménto) .-• . :x Resistência a seca :, tolera periodos secos de até tres semanas Humidade relativa : ;: • • :. baixa a moderada Vento . : pode causar a acama CJQLQ .-.': - ; i •'..-":: d§ QBISGifJiBÏQ v- ? ioo a i40 dias ••• • - '' l BINDÏÖENÏQ '.•!••• •>,'.» ' f ' :| •[ i- / ' . f /: • ':>y • ''" • 'ï . Mldioc ; . .'[..Bom-" '; 1 , f-., i 1 • :'; Hundd: ! : i - ' r A $ '•' •••! * 0.5-D.5 ". .^ 3 - 4 tf/Ha • t/Ka /,. ,K vj '• .ij.-), " '.'Muitö Bom-i 6.5 t / h a '*. ,• ftendi'mento^'econonrico ; :2-6 t / h a •* i ' ; '. Pafses menos desenvolvi'dos, 730 Kg/ha • ^. T f : u - - / • • . ; • . . . *'r.->\' ^ 1. >• •• t i • ( • • ' ' 'ri • - i ' :? !• 4 ' {/ •' • • • .; 'i Il ' • i. -\ • * 'V -. f' 's •• " !•' ;•-? .• ' • : •••*- te:-. . : % • $ • ' • ' • . \,-:. • ' ' . ''r-i:'-.': ' r 1 ' t •-.'• • : ' •' ' •'"i; 'i4 -:' - - ,;i|.:;;• l'i . i \ : ' . • • . ' ! , •"' f . ' . . • ' • • • ' ' : . 'i • ' • • ' ! ' • • •'. ï i. •'IV' \ : • i t ' 1 ^ ; ! • ' ! ' • » • ^ ••••• '! !\ - -.:.•.< '.. '».' •.f'.-.f- . 1. ' r> P ' .••; »'' "; '* f *•• ? II 185 MEXOEIRA (Eleusine coracana) SQLO/IERRA Textura Profundidade Peraeabilidade Drenage» Inunda^ao/encharcamento R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e Reaccao Tolerancia a s a l i n i d a d e Perigo de e r o s a o Altitude siedi mini ma 30 cm, o p t i m a ra'pi da boa nao t o 1 e r a baix a a m o d e r a d a PH 5 .0 a 8.0 baix a node rado a alto men o s q u e 1 2 0 0 9) >60 cm CLIMA Teeperatura média d i a r i a Requisitos de agua Resistencia a seca Hutidade r e l a t i v a Vento CICL0 de CRESCIMENIQ RENDIMENT0 2 5 - 2 8 oC para c o n d i c o e s ó p t i m a s tao b a i x o s como 5 0 0 - 6 0 0 m m / a n o (40-50 « m / m e s ) m o d e r a d a ; r e s i s t e a seca por um p e n ' o d o <1 m ê s baixa pode causar a ac'ama : 90 a 120 dias Mundo.- Medio: 0.8-1.5 t/ha Bom : 2 t/ha Paises menos desenvolvidos, 600 Kg/ha 186 MILHO {Zea aays) SQLO/IERRA Textura Profundidade Pemeabilidade Drenagea Inundafao/encharcamento R e q u i s i t o s de f e r t i l i d a d e Reaccao Tolerancia a salinidade Perigo de erosa'o Altitude media superior a 80 cm, minima 30 cm moderada boa a moderadamente boa nSo e tolerado o e n c h a r c a m e n t o alta, em particular N (N 1 0 0 - 2 0 0 ; P 50-80; K 60100 Kg/ha/ciclo de c r e s c i m e n t o ) pH 5.0 a 8.0, entre 5.5-7.0 para optioias condifóes baixa alto menos que 1500 m CLIMA Temperatura media diaria Requisitos de agua Resistencia a seca Humidade relativa Vento 18-30 o C , optima 20-28 oC 150 m m / m e s; (500-800 ITI m d u r a n t e o c i m e n t o ) ; necessfta de p e r f o d o s relativamente secos durante a colheita baixa baixa a moderada pode causar a acama CICL0 de CRESCIMENTO 100 a 140 dias.novas variedades menos de 100 dias RENDIMENT0 Mundo: Medio 1.3 t/ha Bom 2-4 t/ha Muito Bom 4-8 t/ha Rendimento económico 3-8 t/ha grao Paises menos d e s e n v o l v i d o s , 1.3 t/ha 187 SOJA (Glycin maxima) SOLO/IERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Inundacao/enehar camento Requisitos de fertilidade Reaccao Tolerancia a salinidade Perigo de erosao Altitude média; nao nos solos de textura grosseira superior a 80 cm, miViinio 40 cm moderada a rapida, ou vagarosa boa a moderadamente boa só periodos muito curtos moderada a baixa ( N 10-20; P 15-30; K 25-60 Kg/ha/cicio d pH 4.5 a 7.5, optimo 6.0 a 7.0 baixa a moderada moderado menos que 2000 m CLIMA Temperatura média dia'ria Requisitos de agua Resistência a seca Humidade relativa Vento 18-30 *C, optima 20-26 *C 100-150 mm/mès tolera periodos curtos (de mais ou menos duas semanas) baixa a moderada nao importante CICL0 de CRESCIMENIQ 90-140 dias RENDIMENT0 Mundo: Medio: 2 t/ha Bom : 3.5 t/ha Paises menos desenvolvidos, 1.1 t/ha 188 IQBACO (Nicotiana tabacua) SQLQZIERRA Textura Profundidade Permeabilidade Drenagem Inunda^ao/encharcamento : Requisitos de fertilidade: Reaccao Tolerancia a salinidade Perigo de erosao Altitude media a grosseira superior a 60 cm rapida a moderada boa a moderadamente boa resistência nenbuma oioderada a alta, em particular K (N 40-80; P 3090;K 50-110 Kg/ha/ciclo de crescimento) pH 5.0 a 7.5, óptimo 5.5 a 6.0 baixa a moderada moderado 50 a 1500 m, dependendo da variedade QLIMA Temperatura média diaria Requisitos de agua Resistência a seca Humidt Vento 15-35 oC, optima 20-30 oC 150-250 mm/mis (400-600 mm durante o ciclo de crescimento) baixa; periodo seco favoravel durante a colheita tn f\ Aa V s H i MlUUt, I viuu nao importante CICLO de CRESCIMENÏ0 90-120 dias / mais 40-60 dias RENDIMENT0 Mundo: Medio: 0.5 a 1 t/ha ("flue-cu red" folha) Bom : 2 t/ha Pafses menos desenvolvidos, 850 Kg/ha 189 ANEXO D2 - O MODELO SLEMSA - O m o d e l } SLEMSA (Elwell et. a l . , 1980) considera quatro factores principais de ?rosao do solo, que sao; clima, solo, cultura e forma do terreno, trataido-os como entidades separadas dentro de si. Cada entidade e determinada p o - uma ou mais 'variaveis de c o n t r o l ' que sao: 1. 2. 3. 4. Energia sazonal da chuva ( E ) , em Joules/m2; Indice de erodibilidade do solo ( f ) ; Percentages* de energia sazonal da chuva interceptada pelas culturas ( i ) ; Percentages) de inclinacao e comprimerito do declive, esi metros (S e L ) . 0 modelo principal Z - veja figura D2.1 - consiste em tres •odelos individuais relacionados com as 'variaveis de control' acima cionadas do seguinte modo: 1. Urn sub-modelo principal K - f(E,f) submen- K que estima a perda de solo em solo nu, 2. Urn sub-modelo C que toma em conta as praticas de cultivo, C = f(i) 3. Urn sub-modelo X que ajusta as diferencas na topografia, X = f(S,L) Estes tres sub-modelos interactuam como simples factores de um produto no modelo principal Z, o qual permite predizer o montante anual de perda de solo em t/ha (erosao l a m i n a r ) : Z = K.c.X Os sub-modelos K e C foram derivados de experimentacoes levadas a cabo no Zimbabwe, enquanto que a aproxisiacao dos parametros para o modelo X foi adaptada da Equacao Universal de Perda de Solo (Universal Soil Loss Equation ( U S L E ) ) . As varias 'variaveis de c o n t r o l ' foram avaliadas separadamente usando quer noiiogramas, quer aplicando sieples relacoes matematicas. A variavel E foi obtida de cartas de p r e c i p i t a c a o ; o factor erodibilidade dos solos f foi avaliado tomando em conta p r o p r i e d a d e s intrinsecas dos solos (conbinacoes de textura da camada aravel e do subsolo) e classi f icacao dos mesiios veja tabela D 2 . 1 . 0 factor i foi estimado para varias culturas, de acordo com as suas datas de plantacao e s p e r a d a . Os factores S e L de topografia relacionam-se com o sub-modelo X da seguinte maneira: X --N/T(0.7t. + 0.53 S + 0.076 S2)/25.65 (para S>1X) (J) X = S V T / ( 1 0 . 7 4 2 S + 8.036) (para S<12) (2) 190 Sao os seguintes os dados que se exigem como entradas para o m o d e l o : - Precipitacao media anua] ( m m ) ; - Tipo de solo e c a r a c t e r i s t i c a s texturais; - Percentagem de energia da p r e c i p i t a c a o , considerando a cobertura do terreno (percentagem de cobertura, data de emergencia e p r o d u c a o da c u l t u r a ) ; - Comprimento do d e c J i v e , em n e t r o s ; - Gradiante do d e c l i v e , em p e r c e n t a g e m ; Na tabela D2.2 apresenta-se um exemplo de calculo para a unidade Aa. ld REFERENCIAS Elwell, H.A. 1980 DESIGN OF SAFE ROTATIONAL CONEX. Min. of Agr. SALISBURY SYSTEMS 191 I ! IMIDADE DE SOLO TEXTURA BA CAHAOA ARAVEL FIHA GROSSEIRA KEMA TIPO BE SUBSTRATO 2/ i GROSSEIRO MEDIO FIHO J FASE LITICA ! ! -1,5 -1.5 -1.5 ! 6.0 - 5.5 4.5 5.5 5.0 6.0 - -0,5 ,' -0.5 ! -0.5 , .' CHROHIC CAHBISOL .' EUTRIC CAHBISOL - 3.5 4.0 4.0 4.5 - -0.5 -0.5 , -1.5 -1.5 .' ORTHIC FERRALSOL ! XAHTHIC FERRALSOL ! RHODIC FERRALSOL ! HUHIC FERRALSOL - 5.0 6.5 - 5.5 - - 5.0 5.5 6.0 -0.5 , -1.5 ! -0.5 ! -0.5 , -1.5 -1.5 -1.5 -1.0 ! ! ! .' LITHOSOL - 2.5 4.0 ! ORTHIC LUVISOL ! CHROHIC LUVISOL ! FERRIC LUVISOL ! GLEYIC LUVISOL .' ALBIC LUVISOL 4.5 4.5 5.0 4.5 4.0 5.0 5.0 5.5 5.0 5.0 5.5 5.5 6.0 5.5 -0.5 -0.5 , -0.5 -0.5 -0.5 -1.5 -1.5 -1.5 -1.5 -1.5 ! ! ! HAPLIC PHAEOZEH 1 GliYIC PHAEOZEH ! LUVIC PHAEOZEH - 5.5 4.5 5.0 6.0 5.0 5.5 - -0.5 -0.5 -0.5 -1.5 -1.5 -1.5 ! ! EUTRIC HITOSOL ,' DYSTRIC HITOSOL i HUHIC HITOSOL - 5.5 5.5 6.0 5.5 5.5 6.5 - - -1.5 -1.5 -1.0 ! ! J i CAHBIC AREHOSOL ! LUVIC AREHOSOL i FERRALIC AREHOSOL ! ALBIC AREHOSOL 6.0 6.0 6.5 6.0 - - -1.0 -1.0 -1.0 -1.0 • -. - -1.5 -1.5 -1-5 -1.5 1 ! ! ,' ! EUTRIC REGOSOL 6.0 6.0 - -0.5 - -1.5 ! - 5.0 - -0.5 ! - HAO APLICAVEL HAO APLICAVEL -1.0 -1.5 ! ! HAO APLICAVEL -0.5 ! FERBIC ACRISOL .' GLEYIC ACRISOL .' HUHIC ACRISOL ! PELLIC VERTISOL 4.5 4.0 , • - ! EUTRIC PLAHOSOL .' SOLODIC PLAHOSOL ! 3.5 3.0 4.5 4.0 ! ORTHIC SOLOHETZ 2.0 2.5 , -0,5 -0.5 - -1.0 - - HAO APLICAVEL -0.5 -0.5 -0.5 -0.5 -0.5 - - ' 2.5 ! 0 ! ORTHIC SOLOHCHAI .' GLEYIC SOLOHCHAI • 2.5 2.5 3.0 3.0 3.0 3.0 1 HAO APLICAVEL HAO APLICAVEL ' -0.5 -0.5 ! ! 1/: 'Gleysols' e 'Fluvisols' nao considerados por estare* sujeitos a erosao ei ravinas. 2/: Apenas aplicavel qoando as classes texturais da casada aravel e do substrato sao diferentes; alei disso, aplicar substrato 0.5 para nidancas abruptas de textura, ocorrendo a usa profundidade inferior a 8 ei, e/ou subsolos cotpactos. TABELA 02.1 : Factor es sogeridos de eriodibilidade dos solos -erosao laiinar-, C M O tipo de substrato e •odificadores liticos - adaptado do SLEHSA. TABELA D2.2 : ESTIHATIVA DA PERDA POTEHCIAL AHUAL DE SOLO (TOH/HA/AHO) - EROSAO LAHIHAR POR UHIDADE DE HAPEAHENTO Aa ld UHIDADE Dfc ! ! GRADIEHTE ! i 1MPEAHEHTO i i i A.a Dh ! DECLIVE ! (I) i i i ! TIPO i FACTOR Dt i ut SOLO (FAO) i ! 2/! i rALlUK lürO rAKA iERODIBILIDADE! ! ! i i f*\ lil PERDA POTEHCIAL DO SOLO (TH/HA/AHO) i 1 ! 3 ! E-16X10 i 2 ! 3 2 J/H ! E-I8xl0 J/H ! 3 ! E-20il0 2 J/H i i i i ! ! 3 ! E-2I.5xlO 2 J/H ! ! i i i i : i i i i i i i i i • i i i i i i ! ! ! IL-SL ,'L-lOOi !L-50i !L-SL !L100i!L-50i !L=SL !L-100l!L-50i!L-SL !L-100i!L-50llL-SL !L-100iiL-50ii TOPO+Enc sup.i 1 ! SL=500 • ,' RHODIC FERRALSOL .' .' ORTHIC FERRALSOL .' 4.5 4.5 Ü.19 ,' 0.53 ! 0.38 1 84 ! 37 11.19 i 0.53 ! 0.38 ! 84 ! 37 ! 27 ! 27 !133 ,' 59 Ü33 ! 59 ! 42 1200 i 89 ! 42 1200 ! 89 ! 64 ! 266 ! 118 ! 85 ! ! 64 ! 266 ! 118 i 85 ! Ene. K d i a ! ! FERRIC LUVISOL 5.5 ! ! ! ! ! 10.83 ! 0.83 i 0.58 ! 41 ! 18 ! i 13 ! ! { 7 2 ! 32 ! ! ! 1 23 1118 ! 52 ! ! ! ! ! ! 37 ! 165 ! 73 ! 53 ! i i I i i • • .'41 1 65 ! 92 ! l.d r „ :-r bnc. i n t . ! 2 ! SL-100 • ! ! i « i i I • 2 i • i • ,'0.58 ! 0.83 ! 0.58 ! 41 ! 58 ! SL= 5 0 i ! FERRIC LUVISOL ! 4.5 I i i • t i i i I i • i ! ,' 65 ! 98 !140 • i • i • i CD i * t ! 98 ! 130 ! 185 !130 ! 1: Ler pela Tabela D2.1 2: Calculado por recurso a fornula (1) 3: Valores da perda actual de solo ei terras cultivadas obtea-se lultiplicando os valores da perda potencial por i=0,06 e i=0,24 no caso do lilho e do algodao, respectivaiente. RO.D2.1: ESBOCO DO SLEMSA 193 SISTE M A S FlSICOS CULTURA CLIMA Intercepqóo de Energio Energio do Chuvo SOLO Erodibilidode do Solo mdinocóo do Declive Comprimé nto do Declive VARIAVEIS DE CONTROLE SUB-MODELOS FuncÓO / ^ ^ \ ( C l do .Culture \ ^ y MODELO PRINCIPAL Perdo de Solo / ^ ^ N ern Solo Nü ( K } (t/ho/ono) V _ > / Perdo de Solo em Terra Cultivodo (t/ha/ono) SIMBOLO VARIAVEIS D€ CONTROLE E Funcóo do Topografi •Ó Z^KCX EXPLICACAO UNIDADE Energio sazonal do Chuvo J/m2 F Erodibilidode do S o l o Indice i Energio do Chuvo intercept.p/Cultura Percentagem S Inclinocóo do Declive L C o m p r i m e n t o do Declive Percentogem m SUB-MODELCE K Condicóo do Solo nü C Folhogem do Culturo X Topogrofio RESULTADO Z Perdo medio onuol previsto de Solo=KCX ton/ha ANEXO D3; SUHARIO DA AVALIAQJtO DAS OUALIDADES DE TERRA.DA PRODUC* AGRO-CLIHATICA POTENCIAL E DA APTIDitO ECOLOGICA DA TERRA PARA DOZE CULTURAS POR UNIDADE DE TERRA E POSIC*0 FISIOGRAFICA ESPEC1 i i Aa ! Unidade de lapeaiento Area :9S0 Ii2 ! Posicac) fisiografica:Topos e encostas superiores ld i r ! Cultura ,' ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! Hilho Hapira Heioeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao Condicoes de Enraiz. SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI ! Perc. dt1 ocorr.: 80 n X Disp. Cap. öe ret. oe Hutr. Hutr. S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 M • Drenagei Disponib. de Huiidade SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI c e Prod. Agro-Clii. Pot'. PC165-180 NiA ! Hifi SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA NiB NiA ! NiB SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI SI SI S2 SI SI S3 S2x S2x S2x S4c S2x S2x S2x S2x S2x S2x S2x NiA ! NiB S2x S2x S2x S3c S2x S2x S2x S2x S2x S2x S2x S3n S3n S2bnc S3c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3nc Risco de Erosao 900 - ïooo: looo-noo: 1100-1200 pes. Sitl; Slt2; Sit3; Si 14; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl: Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI Sitl; Slt2; Sot3; Sut4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! Sitl; ! Slt2; ,' Slt3; ! Slt4; SI SI SI SI Sntl; S»t2; Slt3; S«t4; S2 SI SI SI ! ! ! ! Sitl: Slt2; Slt3; Slt4; S2 SI S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! n.a ! n.a seo aedidas de conservacao de solo; conprisento da «achasba na direccao do declive - 100 razoaveliente bei alinhados; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 100 • ledidas de conservacao de solo; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 50 i razoaveliente bei alinhados; coipriiento da lachaiba na direccao do declive - 50 • PC : a duracao do periodo de cresciiento (ei dias) NiA : nivel alto de entradas de factores de producao NiB : nivel baixo de entradas de factores de producao n.a : nao aplicavel Classes de aptidao,- Sbiuito apta, S2:apta, S3:ioderadaiente apta, S4:iarginaliente apta, H:nao apta Para uia explicacao destas tabelas veja capitulo 4. Hecanizacao (precipitacao anual, ei ••) n.a ! Arroz alagado Notas.- sit- sisteia de lanejaiento de terra sitl: coi lachaibas e» éreas planas ou quase planas, sit2: lachaibas coi sisteias de cultivo ei caialhoes sit3= lachaibas ei areas planas ou quase planas, sei sit4: lachaibas coi sisteias de cultivo ei caialhoes S3n S3n S2bn S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3nc PC180-195 k q SI Hanejat lidade lig- SI Sl/2 Aa Area : 28 U 2 ! Posicao fisiografica: Encosta inferior Unidade de iapeaiento: ! Perc. de ocorr..- 13Ï Iv r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Nutr. W • Drenagei Disponib. de Huiidade c Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 PC 180-195 HiA ,' HJB NiA Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendois Soja Batata doce Feijao iungo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI -1 e SI SI SI S4 SI si ! SI ! SI ! SI ,' S4 ! SI : si si : si Sl si Sl Sl ! SI : si ! Sl ! S3 Sl Sl S2 S3 Sl Sl Sl Sl Sl Sl Sl ! NiB Sl Sl S2 S3 Sl S2 Sl S2 Sl Sl S3 Risco de Erosao Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S4n S4n S3n S4nc S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n PC180-195 NiA S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x ! NiB S4n S4n S3n S3nc S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n k q Hecanizacao (precipitacao anual, ee Ü ) Haneja lidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Sl ! Sitl; Sl ! Sl ! Sit2; Sl i Sl ! Sit3; Sl ! Sl ! Sit4; Sl i Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Sl Sl Sl Sl Sitl: Sit2; Sit3; Sit4; Sl ! Sl ! Sl I Sl ,' Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Sl Sl Sl Sl ! ! .' ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Sl Sl Sl Sl Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Sl ! Sitl; Sl ! Sit2; Sl ! Sit3: Sl ! Sit4; S2 SJ S2 Sl ! ! ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; S3 S2 S2 Sl ! n.a n.a ! n.a Sl Sl ! Sl UI ! ! Unidade de lapeaiento: ! Aa 1 r ! Cultura ' 2d Condicoes de Enraiz. n ' X Disp. Cap. de de ret. Hutr. Hutr. Area : 750 Ki2i Posicao fisiografica .-Topos de interfluves e encos-i Perc. de ocorr.: ! tas superiores ! H • Drenagei Disponib. de Huiidade 751 c e Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA ! NiB PC 180-195 NiA ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB PC180-195 NiA .' NiB q k Hecanizacao Hanejat lidade Risco de Erosao (precipitacao anual, ei n ) 900 - ïooo i ïooo-iioo : 1100-1200 pes. ! lig. 1 1 ! ! ! ! ! ! i ! ! ! ! Hiiho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao ! Arroz alagado S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S4 ' S4 1 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 SI SI SI SI SJ si S4 SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S4n S4n S3n S4c S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S4n S4n S3n S3nc S4n S4n S4h S4n S4n S4n S4n Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI ! Sitl; SI SI ! Slt2; SI SI ! Slt3; SI SI ! Slt4; SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI .' Sitl; SI ! SI .' Slt2; SI ! SI ! Slt3; SI ! SI ! Slt4; SI ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; NI S4 S4 S3 n.a ! ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a S4 S3 S3 S2 ! ! ! ! ! sib : si SI n.a CO O) Aa * Unidade de wpeaiento: i 2d • Arroz alagado i Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. H Drenagei i Disponib. de Huiidade SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 Slb Slb Slb S2 S2 Slb Slb Slb Slb Slb S2 H H M H H M e c • Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA ,' NiB Hilho Mapira Heioeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao iungo Girassol Tabaco Algodao ! Perc. de ocorr.: 52 • r Cultura i Area : 50 Ïi2 ! Posicao fisiografica: Encosta inferior SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 NiA i NiB SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 NiA ,' NiB NiA S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x ! ! ! ! ! ! ! ! ! ,' ! S4n S4n S3n S4c S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n i NiB S4n S4n S3n S3nc S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n q k Risco de Erosao (precipitacao anual, ei !•) Hecanizacao 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. Siti; si : sitl; si : ssti; S2 Hanejabiiidade ! lig. Slb ! SI ,, si Sit2; SI ! Sit2; SI ! Sit2; SI Slt3; SI ! Sit3; SI ! Sit3; SI Sit4; SI ! Sit4; SI ! Sit4; SI siti; si : Siti; si : sati,- si Sit2: SI Sit3; SI Sit4; SI ! Sit2; SI ! Sit2; SI ! Sit3; SI ! Sit3; SI ! Sit4; SI i Sit4; SI Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; ,' ,' ! .' n.a S3 S2 S2 SI ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; S4 S3 S3 S2 n.a ! Sitl; ! Sit2; ! Sit3; ! Sit4; ! N2 NI S4 S3 n.a CO Aa Area : 50 W, Unidade de lapeaiento Posicao fisiografica: Langua ! Perc. de ocorr.: 51 2u r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Nutr. N Drenagei c • Disponib. de Kuiidade e Prod. Agro-Clis. Pot. PC165-180 PC 180 195 Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB NiA ! NiB NIA i NiB PC180-195 NiA ! NiB k q Risco de Erosao (precipitacao anual, ei ••) Hecanizacao Hanc.~: ï>ilidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. SI SI SI Sl/4 Sl/4 Sl/4 Sl/4 Sl/3b Sl/4b SI SI SI SI SI SI SJ S! S2 SI SI S2 Nf Nf Nf S2/4H S2/3H S2/4M Nf N f N f S2/4« S2/3N S2/4w Sitl; Slt2; Slt3; ! Sitl; .' Sit2; ! Slt3; ! ! 1 Sitl; Slt2; Slt3; Handioca SI Sl/4 Sl/N S4 S4 33 S3 Nf S4/NH •Hf S3/N» Sit4; i Sit4 ; i Sit4; Aiendoia SI Sl/4 Sl/N SI SI SJ SI N f S3/N» N f. S3/NN Soja SI Sl/4 Sl/4b SI SI SI S2 Nf S2/4M N f S2/4w Sntl; i Sitl; ! Sitl; N Batata doce Feijao tungo Girassol labaco Algodao SI SI SI SI SI Sl/4 Sl/4 Sl/4 Sl/4 Sl/4 Sl/4b Sl/4b Sl/4b Sl/4b SI/4b SI SI SI SI SI SI SI SI si S3 31 SI SI SI SI SI S2 . SI SI S3 H'f Nf N f Nf N f S2/4» S2/4n S2/4M S2/4M S3/4n N N N N N S2/4« S2/4N S2/4w S2/4N S3/4n S»t2; Snt3; Sot4; ! Slt2; ,' Slt3; ! Slt4; ! ,' i Slt2; Slt3; Slt4; * Aptidao da zona teriic Sotl; Süt2; Süt3; Sdt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; i i ! i Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Arroz alagado SI Sl/4 S2b SI* Si* SI* n.a ! n.a i n.a S2/4 f f f f f SI* S2/3nM S2/4nN S2/3X» S2/4nN SI SI Hilho Hapira Hexoeira ! SI • • inundacao (nivel alto) CO 00 i Aa Area ;466 Ki2 ! Posicao fisiografica:Topo de 'interfluve' e encos-I Perc. de ocorr.: 75Z ! ta superior ,' (Inidade de lapeaiento: 2v ~" Cultura r Condicoes de Enraiz. r n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Nutr. H Drenagei c • Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/3 Sl/3 Sl/3 Sl/3 Sl/3 Sl/2 Sl/2 Sl/2 S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI -1 e SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI PC 180-195 ,' NiB NiA SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI ,' NiB SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 NiA .' NiB NiA S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S4n S4n S3n S4c S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n i NiB S4n S4n S3n S3nc S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n q k Risco de Erosao Hecanizacao (precipitacao anual, ei ••) Hanejabilidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI .' SI ! SI ! SI ! SI SI SI SI i ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S2 Slb ! SI SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Sit4; SI .' Sitl; SI SI ! Slt2; SI SI ! Slt3; SI SI i Slt4; SI .' ! ! .' Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Sit4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; NI S4 S4 S3 n.a ,' ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Sit2: Slt3; Sit4; n.a S4 S3 S3 S2 i SI n.a i Aa Area :118ïi2 ! Posicao fisiografica: Encosta ledia Unidade de lapeaiento: ! Perc. de ocorr.: 19Ï 2v r Cultura n X Condicoes Disp. Cap. ' de de ret. de Hutr. Nutr. Enraiz. Disponib. de Huiidade Drenagei e c • H Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA ! HiB PC 180-195 NiA i NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA i NiB PC180-195 NiA ,' NiB q k Hecanizacao Haneja lidade Risco de Erosao (precipitacao anual, ei n ) 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. i i Nilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao tungo Girassol Tabaco Aigodao Arroz alagado Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 IS3/4 'S3/4 S2b/3b S2b/3b 'S3/4 'S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 Slb Slb Slb S2 S2 Slb Slb Slb Slb Slb Sl/2 • SI SI SI S4 SI SI ! ! ! ! ! J SI SI SI S4 SI SI si : si Si ! Si SI ! Si si : si SI ! S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x,'S2b/3n S4c !S4c S2/3xiS3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x,'S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x S4/3x S2/3x S3c S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S3/4n S3/4n S2b/3n S3c S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S2 SI SI SI S2 SI S2 SI ! ! ,' ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 sib S2 S2 SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI ! Sitl; SI SI ! Slt2; SI SI ! Slt3; SI Si i Sit4; SI ,' ! ,' i Sitl; Slt2; Slt3; S|t4; S2 SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Hl S4 S3 S2 .' ! ,' ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; N3 N2 N3 N2 na ! ! ! .' Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ,' ! .' ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! n.a N3 N2 NI S4 .! n.a : si SI • i Aa Area :25 Ki2! Unidade de lapeaiento-. 2v r Cultura Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado i i Condicoes de Enraiz. SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI Posicao fisiografica: Encosta inferior ! Perc. de ocorr.: 41 i n x Disp. Cap. de ret. de Nutr. Hutr. S3b/4 S3b/4 S3b S3b S3b/4 S3b/4 S3b/4 S3b/4 S3b/4 S3b/4 S3b/4 S4 w Drenagei SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI i c • Disponib. de Huiidade -1 -1 -1 -1 -1 -1 e Prod. Agro-Clii. Pot. PC165180 PC 180-195 NiA ! HiB NiA ! HiB SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 NiA ! NiB NiA ! NiB S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x !S3/4n !S3/4n !S3n !S3nc !S3/4n !S3/4n !S3/4n !S3/4n !S3/4n !S3/4n !S3/4n S3/4n S3/4n S3nn S4cn S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n q k Risco de Erosao Hecanizacao (precipitacao anual, ei ••) Haneja lidade 900 - ïooo: looo-noo 11100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! .' ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S2 Slb ! SI SI SI SI Sitl; Sitl; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ,' ! Sitl; Sit2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S4 S3 S3 S2 i ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; N2 NI S4 SI ! n.a n.a ! n.a SI £ Ab Area Unidade de lapeaiento: Posicao fisiografica: Encosta inferioir : 5 Ïi2 ! ! 'ere. de ocorr.:16Z lv n r Cultura Condicoes de Enraiz. 1 X Disp. Cap. de de ret. Mutr. Hutr. H Drenagei Disponib. de Huiidade e c • Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 PC 180-195 NiA .' Hifi NiA Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 Slb Slb S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S3 S3 S2 S2 S2 S2 S2 S3 -1 -1 -1 -1 -1 SI si si S4 si SI si SI SI SI SI ! : : ! : ! : ! ! ! ! SI si si S4 si SI si SI SI SI S3 ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB S2rx S2rx S2rx S4c S2rx S2rx S2rx S2rx S2rx S2rx S2rx S2nw S2nn S2nw S4c PC180-195 NiA ! NiB k Risco de Erosao (precipitacao anual, ei u ) Hecanizacao Haneja lidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI ! Sitl; SI i SI ! Slt2; SI ! SI ! Slt3; SI ! SI ! Slt4; SI ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Sit4; SI ! Sitl; SI ! SI ! Slt2; SI ! SI ! Slt3; SI ! SI ! Slt4; SI ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3H S2nw S2nw S2nw S2n« S2nu S3c : q SI ! SI SI PC 180-195 e zona 1100-1200 n.a siti; si : siti; S2 : siti; Slt2; SI ! Slt3; SI ! Slt2; Slt3; SI ! Slt4; S2 ! Slt3; Slt4; SI .' Slt4; SI ! Slt4; Arroz alagado n.a ! n.a ! n.a ro o ro Ab Unidade de lapeaiento: Area .- 185Ki2! Posicao fisiografica.-Encosta superior ! Perc. de ocorr.: 45Ï 2d r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. H Drenagei e c • Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA ! NiB PC 180-195 NiA ! NlB Aptidao ecol. da terra PC165-180 HiA i NiB PC180-195 NiA ! NiB q Arroz alagado SI SI SI SI SI si SI SI SI SI SI S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI -1 SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S4n S4n S3n S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n ! Risco de Erosao (precipitacao anual, ei is) Hecanizacao Hanejabi- ! lidade ! 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. i Hilho Hapira Hexoeira Handioca . Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao :. k Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; i i SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Si! Si! Si! Si! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI! Si! Si! Si! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S4! S3! S3! S2! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! n.a n.a ! Slb ! SI SI PC 180-195 e zona 1100-1200 n.a. ! ! ! n.a l\3 O W Ab ' Area ünidade de lapeaiento: : 49lfi2 ! Posicao fisiografica: Encosta inferior ! 1'ere. de ocorr.: 121 2d r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de de ret. Nutr. Nutr. M Drenagei Oisponib. de Huiidade e c • Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 KiA ! HiB PC 180-195 HiA ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB PC180-195 NiA ! NiB k q Risco de Erosao (precipitacao anual, ei ••) Hanejabilidade Hecanizacao 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. • • Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Fei jao mngo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI -1 SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 33x! 33x! 33x! 54c! S3x! S3x! S3x! S3x! S3x! S3x! S3x! S3n S3n S2bn S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3n Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Sl13; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI i ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ,' Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S4 S3 S3 S2 ! ! ! ! Sitl; Slt2; Sit3; Slt4; ! n.a ! n.a n.a Slb ! SI SI PC 180-195 e zona 1100-1200 n.a. ro 2 : ! ! Ab Unidade de Bapeaaento: Area : 33Ka2 ! r ! Cultura Posicao fisiografica: Cangua i Perc. de ocorr.: 81 2d Condicoes de Enraiz. n x Disp. Cap. de de ret. Hutr. Hutr. H Drenagea B Disponib. de Husidade c e Prod. Agro-Clia. Pot. Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC 180-195 PC165-180 NiA 1 HiB NiA ! NiB NiA ! NiB PC180-195 NiA ! NiB q k Hecanizacao Hanejab lidade Risco de Erosao (precipitacao anual, es as) 900 - ïooo ! ïooo-iioo : 1100-1200 pes. ! lig. I 1 : Hilho ! Hapira i Hexoeira 1 Handioca ! Aaendois ! Soja ! Batata doce ! Feijao aungo ' Girassol Tabaco Algodao ! Arroz alagado SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 Slb Slb Slb S2 S2 Slb Slb Slb Slb Slb S2 S2b -1 SI SI SI S4 ! SI ! SI ! SI ! S4 si si SI si SI si si : : ! : ! : : si si SI si Si si S3 SI* ! SI* N f Nf Nf Nf Nf Nf Nf Hf Nf Nf Nf S3x S4n S4n S3n S4c S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n S4n Sitl; Sat2; Sflt3; SBt4; ! i ! ! SBtl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! SBtl; Sat2; Sst3; Sat4; SBtl; SBt2; SBt3; Sat4; ! ! i ! SBtl; SBt2; SBt3; Sat4; ! ! ! i SBtl; SBt2; Sat3; Sat4; SBtl; Slt2; Sat3; Sflt4; ! ! ! ! SBtl: Sat2; Sat3; Sat4; ! ! i ! SBtl; Sat2; Slt3: S»t 4; n.a ! n.a ! n.a SI si : si PC 180-195 e zona 1100-1200 n.a. f inundacao (nivel alto) N * Aptidao para a zo teraal 8 UI Ab 1 1 2v Area: 1758Ï12! i Unidade de iapeaiento: r Cultura Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoit Soja Batata doce Feijao iungo Girassol Tabaco Aigodao Arroz alagado Condicoes de Enraiz. Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3/4 w Drenagei SI SI SI SI SI Si SI SI SI SI SI 1 1 Posicao fisiografica.-Topo de 'interfluve'e encosta superior Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA i NiB SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 q k Hecanizacao Hanejabilidade e c • Disponib. de Huiidade ! Perc. de ocorr.: 45X !. Aptidao ecol. da terra PC 180-195 PC165-180 NiA ,' NiB NiA ,' NiB SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 S2/3x S2/3x S2/3x S4c S2/3x 32/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S3n S3n S3n S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3nc PC180-195 NiA ,' NiB S2/3x! S2/3xJ S2/3x! S3c ! S2/3x! S2/3x! S2/3x! S2/3x! S2/3x! S2/3x! S2/3x! S3n S3n S3n S3nc S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3nc Risco de Erosao (precipitacao anual, ei ••) 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Sit2; Slt3; Sit4; SI SI SI SI ! ! i ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; S2 Slb SI SI SI Sitl; Sit2; Sit3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI i .' i ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI Sltl; Sit2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Sit4; S4 S3 S3 S2 ! Sltl; NI ! Sit2; S4 ! Sit3; S4 ! ' Slt4; S3 ! n.a n.a ! ! SI SI n.a 8 Ab Area :1367Ki2 ! Unidade de aapeaaento: Posicao fisiografica: Encosta aedia ! Perc. de ocorr.: 35Ï 2v r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. M Drenagea a Disponib. de Huaidade c Prod. Agro-Clie. Pot. PC165-180 HiA ! HiB Hilho Hapira Nexoeira Handioca AaendoiQ Soja Batata doce Feijao aungo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado S1/S2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 S3/4 S3/4 S2b/3b S2b/3b S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI e SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 HiA ! HiB SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 HiA ! HiB HiA S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S2b/3n S4c !S4c S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x!S3/4n S2/3x S2/3x S2/3x S3c S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x S2/3x ! HiB S3/4n S3/4n S2b/3n S3c S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n q k Risco de Erosao Hecanizacao (precipitacao anual, ea as) Hanéjabilidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Satl: Sat2; SBt3; Sat4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; S4 S3 S3 S2 1 ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; H2 Slb ! SI Hl S4 S3 Satl; Sat2; Sat3; Sat4; S2 SI SI SI ! ! ! ! Satl; Slt2; Sat3; Sat4; S3 S2 S2 SI i ! ,' ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; Hl S4 S3 S2 Satl; Sat2; Sat3; Slt4; H3 H2 H3 H2 i ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Slt4; H3 N2 N3 N2 ! ! ! ! Satl; Sat2; Sit3; Slt4; H3 H2 H3 H2 ! n.a n.a i n.a SI IV) o Ab 1 Unidade de lapeaiento: Posicao fisiografica: Encosta inferio r Area :625li2 ! ! 'ere. de ocorr.: 161 2v r Cultura Hilho Napira Nexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado Condicoes de Enraiz. SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI n X Disp. Cap. de de ret. Hutr. Nutr. S3/4 S3/4 S3 S3 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S3/4 S4 H Drenagei SI SI SI Sl/2 Sl/2 SI SI SI SI SI Sl/2 c • Disponib. de Huiidade -1 -1 -1 -1 -1 -1 e Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 PC 180-195 NiA ! Ni8 NiA ! NiB SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 SI SI S3 Aptidao ecol. da terra PC165-180 NiA ! NiB S3x S3x S3x S4c S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3/4n S3/4n S3n S4c S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n PC180-195 NiA S3x S3x S3x S3xc S3x S3x S3x S3x S3x S3x S3x ,' NiB S3/4n S3/4n S3nc S3nc S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n S3/4n q k Hecanizacao Nanejabi lidade Risco de Erosao (precipitacao anual, ei •§) 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Sit3; Slt4; S2 SI SI SI S2 SI S2 SI ! ! ! ! Sltl; Slt2; Sit3; Sit4; S3 S2 S3 S2 Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; SI ! Sltl; SI SI ! Slt2; SI SI ! Slt3; SI SI ! Slt4; SI ! i ! ! Sltl; Slt2; Sit3; Slt4; S2 SI S2 SI Sltl; Sit2; Slt3; Slt4; NI S4 S3 S2 ! ! ! ! Sltl; Sit2; Sit3; Slt4; N3 N2 N3 N2 n.a ! ! ! ! Sltl; Slt2; Sit3; Slt4; ! ! ,' ! Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; ! n.a N3 N2 NI S4 i SI Slb ,' SI - n.a 8 i Ab 'ere. dt1 ocorr.: 2Ï Area :78Ka2 ! Posicao fisiografic<i: 'Langua' Unidade de aapeaaento: 2v r Cultura Condicoes de Enraiz. n H I Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. Drenagei a Disponib. de Huaidade e c Prod. Agro-Clia. Pot. PC165-180 NiA ! NiB PC 180-195 NiA Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 NiA ! NiB ! NiB NiA .' NiB ! ! ! ! ! ! Nf H f Hf Nf Nf H f N f Nf H f Nf H f S4n Nf Nf S4n S3bnw N f Nf S4CH S4nw N f Nf S4n Nf S4n Nf S4n Nf S4n Nf S4n S4nw N f S4n S4n S3bnM S3bn S4n S4n S4n S4n S4n S4nw S4nw S3x S4n S4n k q Risco de Erosao (precipitacao anual, ea aa) Hanejabilidade Hecanizacao 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. i Hilho Hapira Hexóeira Handioca Aaendois Soja Batata doce Feijao aungo Girassol Tabaco Algodao SI S2 S2 S3 S2 S3 S3 S3 S2 S2 S3 S4 S4 S3b S3b S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S4 S3b S2b S3b S4 S4 S3 S3 S3 S3 S3b S4 SI SI SI S4 si SI si SI SI SI si Arroz alagado S2 S4 ! ! ! ! : ! : ! ! ! : SI SI SI S4 si SI si SI SI SI S3 SI 51 52 53 Si SI SI SI S2 S3 SI S2 si : si si : S2 si : si si : si Sl ! S3 S2 si* : si* S3x Satl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! Sitl; Sat2; Sat3; Slt4; Satl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; Satl; Sat2: Sat3; Sat4 ; ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; n.a ! n.a ! n.a Sl si : si f inundacao (nivel alto) N * Aptidao para a zona teraal SI* ! Sl* 10 i Ab Area :78Ki2 ! Unidade de lapeaiento: Posicao fisiografica: val 3 ! Perc. de ocorr.: 21 i • 2v r 1 1 Cultura i i : n X Condicoes ' Disp. Cap. de ret. de ! de Hutr. Nutr. Enraiz. H Drenagei c i Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clio. Pot. PC165-180 NiA i NiB Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S2 S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 Arroz alagado S2 S3 SI e PC 180-195 NiA i NiB Risco de Erosao Aptidao ecol. da terra PCI65-180 PC180-195 NiA ! NiB NiA i NiB Nf N f Nf Nf Nf Nf Nf Nf Nf Nf Nf S4 S3b S4 N N S4 S4 S4 S4 S4 S4b SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI S2 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI S2 S3 SI S2 SI S2 S2 SI S3 Hf Nf Nf Nf Nf Nf Nf N1 Nf Nf N1 S2 SI* SI* SI* SI* S2rx S3n S4H S3bw S4H HH NH S4H S4M S4H S4N S4H S4bH S2rx S4H S3bu S4w H H N H S4H S4H S4H S4K k q (precipitacao anual, ei I I ) 900 - ïooo : ïooo-iioo : 1100-1200 Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! i ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; i ! i I Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ! ,' Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ,' ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! 1 i Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a ! n.a ! n.a Hecanizacao pes. Hanejabilidade ! lig. SI Slb ! SI f inundacao (nivel alto) H S4H S4bw S3n •Aptidao para a zona terial I\3 O Bla Unidade de lapeaiento: Area : 494Ki2! ! ld r Condicoes de Enraiz. Cultura Hilho Hapira Héxoeira Handioca Aiendoio Soja Batata doce Feijao u n g o Girassol Tabaco Algodao Arroz alagado , ' SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI n . X Oisp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. S2/3 S2/3 Slb/2b SJb/2b S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 'S2/3 SI N Drenagei SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI Posicao fisiografica: Topo de 'interfluve' e encosta superior c • Disponib. de Huiidade ! Perc. de ocorr.: 80Ï ! e Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 HiA ! HiB SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 HiA ! HiB Risco de Erosao Aptidao ecol. da terra PC165-180 HiA ! HiB SI !S2/3n SI !S2/3n SI !Slb/2bn S4c!S4c SI !S2/3n SI ,'S2/3n SI !S2/3n SI !S2/3n SI !S2/3n SI !S2/3n SI !S3c PC180-I95 HiA ! HiB k q (precipitacao anual, es si) Hecanizacao Hanejabilidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 ' pes. ! lig. Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI i ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sffltl; Slt2; Sfflt3; Slt4; siti; si : siti; si : ssti; SI S3 ! SI PC 180-195 e zona 1100-1200 n.a Slt2; SI ! Slt2; SI ! Sfflt2; Slt3; SI ! Slt3; SI ! Slt3; Slt4; SI ! Slt4; SI ,' Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a S2 SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! n.a S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! n.a ro Bla Area :62ïi2 ! Posicao fisiografica: Encosta ledia Unidade de lapeaiento: ! Perc. de ocorr.:10I ld r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de de ret. Hutr. Hutr. Drenagei : Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 HiA ! HiB Slb/2 eoeoeoeoeoeoeoeoeoeoco S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 eoeoeoeoeoeoeoeoeoeoco Arroz alagado eocoeoeoeocoeocoeoeoco Hilho Hapira Nexoeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao e c • H SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 HiA ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 HiA .' NiB SI ! S3n SI ! S3n SI ,' S2bn S4c! S4c SI ! S3n SI ! S3n SI ! S3n SI ! S3n SI ! S3n SI i S3n SI ! S3n PC180-195 k q Risco de Erosao (precipitacao anual, et n ) Hahejabilidade Hecanizacao NiA ,' HiB 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sotl; Sot2; Sot3; Sot4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI 1 i ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sotl; S0t2; Sit3; Slt4; SI SI SI SI ! i ! ! Sitl; Sit2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! i ! ! Sitl; Slt2;. Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ,' ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S4 S3 S3 S2 ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a ! n.a SI ! SI S2 PC 180-195 zona 1100-1200 n.a ! n.a l\3 Bla Unidade de iapeaiento: ! Perc. de ocorr.: 51 Area :31li2 ! Posicao fisiografica:Encosta inferior ld r Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de de ret. Hutr. Hutr. H Drenagei c • Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 Arroz alagado SI/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 Sl/2 S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 SI S3b S2b S3b S4 S4 S3 S3 S3 S3 S3b S4 ! NiB COCOCOCOCOCOCOCOCOCOCO Hilho Napira Nexoeira Nandioca Aiendois Soja Batata doce Feijao iungo Girassol labaco Algodao COCOCOCOCOCOCOCOCOCOCO HiA q k Hecanizacao Naneja e PC 180-195 HiA ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 HiA ! HiB S3bN S2bH S3bw S4wc S3bM S3n S3bH S4»c Risco de Erosao PCI80-195 HiA ! (precipitacao anual, ei ••) HiB 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Sit2; Sit3; sit4; SI SI SI si ! ! ! : Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI si ! ! ! : Sitl Sit2, Sit3 s«t4 S3« S3bw S3nu S3nH S3nu S3nw S3bw Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; Si SI SI SI ! ! ! ! Sitl: Sit2: Sit3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl Sit2 Sit3 Sit4 S4H S4M Sitl; Sit2 ; Sit3; Sit4; SI si SI SI ! : ! ! Sitl; Sit2 ; Sit3: Sit4: S2 si S2 SI ! : ! ! Sitl s«t2 Sit3 Sit4 S4H S3H S3H S3H lidade ,S4N n.a ! n.a ! n.(i SI ! SI S2 PC 180-195 zona 1100-1200 n.a Bla Area Unidade de lapeaiento: :31ïi2 ! Posicao fisiografica: 'Languas' ! Perc. de ocorr.: 51 ld r Cultura Nilho Napira Neioeira Nandioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao Condicoes de Enraiz. SI SI SI si SI SI SI SI SI SI SI n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 SI H Drenagei S4 S3b S4 N N S4 S4 S4 S4 S4 S4b Disponib. de Huiidade e c • Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 NiA i NiB SI SI SI S4 SI SI SI SJ SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 PC 180-195 NiA ! NiB Risco de Erosao Aptiidao ecol. da terra PCI65-180 NiA ! NiB N H N N N N N N N N N f f f f f f f f f f f ! S4H ! S3bN .' S4w !N H !N « ! S4H ! S4H ! S4M ! S4N ! S4M ! S4bH 1 1 1 1 ( PC180-195 NiA ! NiB k q (precipitacao anual, ei ••) Necanizacao Nanejabilidade 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Sit3; Slt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ! i Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ,' ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl; Sit2; Slt3; Slt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; ! ! ! ! Sitl; Slt2; Stt3; Slt4; n.a ,' n.a ! n.a SI S3 ! SI f inundacao (nivel alto) N PC 180-195 n.a 1 1 1 Arroz alagado SI S3 S2 SI* SI* S2w ! S3n •Aptidao da zona teriica ! ! ! Bla Area :386ïa2 ! Posicao fisiografica: Topo de 'interfluve' e ! encosta superior Unidade de aapeaaento.ld/v r ! Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. H a c Disponib. de Huaidade Prod. Agro-Clia. Pot. Drenagei PC165-180 HiA ! NiB ! Perc. de ocorr.: 75Z ! • PC 180-195 NiA i NiB PC165-180 HiA i NiB PC180-195 NiA Hilho Hapira ,Heioeira Handioca Aaendoifl Soja Batata doce Feijao aungo Girassol Tabaco Algodao ! Arroz alagado SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI si SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI S3 SI SI SI S4c SI SI SI SI SI SI SI S3n S3n S2bn S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3n k Hecanizacao Hanejabilidade Risco de Erosao ! (precipitacao anual, ei ai) ! NiB 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 ' pes. ! lig. i .' ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! q .,..', e Aptidao ecol. da terra 5 '' "". r .••.-.' --!' SI SBtl; SBt2; Sat3; SBt4; SI SI SI SI ! ! ! ! SBtl; SBt2; Sat3; SBt4; SI SI SI SI ! ! ! ! SBtl; Süt2; Sat3; Slt4; SBtl; SBt2; Sat3; SBt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Satl; Sat2; Sat3; Sat4; SI SI SI SI ! i ! .' SBtl; ' SBt2; Sat3: : Sst4; : S3 i SI PC 180-195 zona 1100-1200 n.a • '' i SBtl; Sat2; SBt3; SBt4; n.a S2 SI SI SI ! ! ! ! ! SBtl; SBt2: SBt3; Sat4; • • • f i c''. ; ! f-; 3 '<\r S3 ! Sitl; S2 ,' Slt2; S2 ! Sat3; SI ! SBt4; n.a i n.a e t ! ! lv ! Cultura Hilho Hapira Heioeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao tungo Girassol Tabaco Algodao ! Arroz alagado Condicoes de Enraiz. SI SI SI SI si Si Si SI SI SI SI i i i i . ! Area :32Ki2 ! ! ! Unidade de lapeaiento: r ! i ! ! ! i ! ! 1 ! ! i i 62a n X ! » Disp. ' Cap. de ret. ! Drenagei de Nutr. Hutr. S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 ! ! si Slb Slb Slb S2 S2 Slb Slb Slb Slb Slb S2 Posicao fisiografica:Transicao encosta ledia inferior' c .' • Disponib. de Huiidade ! Perc. de ocorr.:15Z ! e Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 HiA i NiB Si SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI S4 SI SI SI SI SI SI SI PC 180-195 Aptidao ecol. da terra PC165-180 PC180-195 NiA ! HiB HiA ! NiB HiA ! NiB SI 51 52 53 si ! ! ! ! : SI SI S2 S3 si SlbH SlbH SlbH S4c si si si si si SI : : : : : ! S2 si S2 si si S3 S2H SlbH SlbH SlbH SlbH SlbH S2H S3n S3n S2bn S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3n SlbH SlbH S2c S3c SlbH SlbH SlbH SlbH SlbH SlbH S2H S3n S3n S2bn S3c S3n S3n 1 S3n S3n S3n S3n S3n ! k q Risco de Erosao Hecanizacao (precipitacao anual, ei ••) Hanejabilidade 900 - IOOO : ïooo-iioo ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Slt3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Slt3; Sit4; SI Slb SI SI SI Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI .' 1 ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI i ! ! i Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; SI SI SI SI Sitl; Sit2; Sit3; Sat4; S2 SI SI SI ! ! 1 ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; S2 SI S2 SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Sit3; Sit4; S3 S2 S2 SI i o.a ! n.a n.a ! SI S2 5 B2a Area : 27Ki2 ! Unidade de lapeaiento: Posicao fisiografica:Encosta sup/iedia de sope ! Pèrc. de ocorr.:70ï 2v Cultura Condicoes de Enraiz. n X Disp. Cap. de de ret. Hutr. Hutr. H Drenagei Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 S2/3 cococococococococoeoco S2/3 S2/3 S2 S2 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 coeocococococoeoeococo Arroz alagado cococococococococoeoco HiA Hilho Hapira Hexoeira Handioca Aiendoie Soja Batatd doce Feijao lungo Girassol Tabaco Algodao» e c '•§ ! NiB cococococococococoeoco r PC 180-195 NiA ! NiB HiA ! HiB Sl/2x!S2/3n Sl/2x.S2/3n Sl/2x!S2n S4c !S4c Sl/2x!S2/3n Sl/2x!S2/3n SI/2xiS2/3n Sl/2x!S2/3n Sl/2x!S2/3n Sl/2x!S2/3n Sl/2x!S3cn PC180-195 HiA k Hecanizacao Hanejabi lidade Risco de Erosao Aptidao ecol. da terra PC165-180 q (precipitacao anual, ei ai) ,' HiB 900 - 1000 ! ïooo-iioo : 1100-1200 pes. ! lig. Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! i ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! i .' Sitl; Slt2; Sfflt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! ! i i Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; SI SI SI SI ! i ! i Sitl: Sfit2; Slt3; Slt4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S4 S3 S3 S2 ! ! ! ! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a ! n.a S3 Slb ! SI PC 180-195 zona 1100-1200 n.a ! n.a H 62a Unidade de lapeaiento: Area :J1 Ka? ! Posicao fisiografica: Encosta inferior de sope ! Perc. de ocorr.: 281 2v r Cultura Condicoes de Enraiz. n i Disp. Cap. de ret. de Hutr. Hutr. H Drenagei c B Disponib. de Huiidade e Prod. Agro-Oii. Pot. PC165-180 NiA ! HiB PC 180-195 HiA i' HiB Aptidao ecol. da terra PC165-180 HiA ! HiB Risco de Erosao PC180-195 HiA ! k q (precipitacao anual, ei n ) Hecanizacao Hanejabilidade HiB 900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. S2/3 S2/3 S2 S2 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 S2/3 Sl/2 Slb Slb Slb S2 S2 Slb Slb Slb Slb Slb S2 cococococococococococo Arroz alagado cococococococococococo Hilho Kapira Heioeira Handioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao mngo Girassol Tabaco Algodao cococococococococococo 1 1 Slbu Slbw S1I)H S4e S2M Sik Slbw SlbH SlbH SlbH S2M S2/3n S2/3n S2n S4c S2/3n S2/3n S2/3n S2/3n S2/3r> S2/3n S3c Sltl; SBt2; Slt3; Slt4; S2 SI SI SI ! ! ! ! Sltl; Slt2; Slt3; Sit4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; Sltl; Slt2; Sit3; Slt4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; S2 SI SI SI ! ! ! ! Sltl; Slt2; Sit3; Slt4; Sltl; Sit2; Slt3; Slt4; H2 Hl S4 S3 ! ! ! ! Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; H3 H2 H3 H2 ! ! ! ! Sltl; Slt2; Slt3; Slt4; n.a ! n.a sib : si S2/3 PC 180-195 zona 1100-1200 n.a ! n.a oo B2b Unidade de lapeaiento: Area : 20li2 ! Posicao fisiograficarEncosta inferior ! Perc. de ocorr.:18I lv r Cultura Condicoes de Enraiz. n i Disp. Cap. de de ret. Nutr. Mutr. w Drenagei c • Disponib. de Huiidade Prod. Agro-Clii. Pot. PC165-180 SI S2 S2 S2 S3 S3 S2 S2 ' S2 S2 ' S2 ! S3 ! NiB cococococococococococo Arro; alaqado cococococococococococo Mapira Meioeira Mandioca Aiendoii Soja Batata doce Feijao «ingo Girassol Tabaco Algodao S3 S3 S2b S2b S3 S3 S3 S3 S3 S3 S3 COCOCOCOCOCOCOCOCOCOCO NiA Milho e PC 180-195 NiA ! NiB Aptidao ecol. da terra PC165180 NiA ! NiB S2« S2w S2« S4c S3H S2H S2H S2W S2n S2w S3M S3n S3n S2bn S4c S3n S3n S3n S3n S3n S3n S3nc ! k Mecanizacao nanejao lidade Risco de Erosao PC180-195 NiA q (precipitacao anual, ei ••) NiB900 - 1000 ! 1000-1100 ! 1100-1200 pes. ! lig. Sitl: Slt2; Slt3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Slt2; Sit3; Slt4; Si! Si! Si! Si! Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; Sitl: Slt2: Slt3; Sit4; SI SI SI SI ! ! ! ! Sitl; Sit2; Slt3; Slt4; SI! Si! Si! SI! Sitl; Sit2; Slt3; Sit4; Sitl; Slt2; Slt3; Slt4; S3 S2 S2 SI ! ! ! ! Sitl: Slt2; Sit3; Slt4; S4! S3! S3! S2! Sitl; Sit2; Sit3; Slt4; n.a ! n.a ! n.a Slb ! SI Sl/2 PC 180-195 zona 1100-1200 n.a FOLHA DE AVALTACAO DOS DADOG DE TERRA AiarA: QUAL.EOOL.DA TERRA CARACTERTSTICAS DIAGNOSTICAS DA TERRA OGP: (AL)T: P/ET: PROF. OT II_ QT I QT II T %N TEB UNIHADK DK T H ^ R A : PADRAO: QT II "TER) DE SOLO: QT II OAS. DREN. SOLO Ca/Wg Mg/K CBS: DISP NüTR APTIDAO ECOL. DA TERRA DISP. DREN. HUMTD. QT VI QT IV Q T i n QT I I QT I I & PNRAIZ. fROD.ACro.CLI. POTENCIAL CULTURA (VARIEDADE) MHHO NA NA NB QT 1 + QT NB II MAPIRA & QT V I CBS: .4 AMENDOIM 4 0-30 SOJA 30-100 r~' •QT V- QT IV BATATA OASSTF. DOCE TRIGO MANDIOCA TBCT. PROF. CAMADA _ARAVEL ESTRÜTURA OONSTST. QT V I I e .QT V I I I FEIJAO •-QI_V1 GIRASSÖL SUBS. 2 QT VIj e CASCAIH) PROF. EFEC. QT RISOO DE EROSAO ENERGIA IX TEJCT: TIPO DE SOLO 'T"" QT V I I I VII QT QT TABACO CBS. UMTEAOOES! AO ENRATZAMEWTOr QT V I I I J3T VII PEDRAS CBS: ~i ROCHAS QT V I (FAO) MBCAN. R MANEJ. R DECLIVE \%) CHJVA ALGCDAO BATATA OOMUM |£ SUBS. 1 QT V I I I QT TX % PEDRAS CASCAL. CBS. QT VIII QT VECfMZfiCAO R K: 1: Shit 2: Snit 3: Smt 4: Smt 5: Sknt 6: PESADA QT V I I I LIGEIRA QT VIII Hor.AiTg.Abn. IX QT I X Smt LBO DE TERRA/OCBERTURA VEGETAL: IX MANEJABILIDADE QT IX QT IX QT V I I IRETENCAO DE NUTRUNTES QT V BAIXD SUMARIO/USO DE TERRA REOCNENDADO R DflER. EROBAO ANTERIOR: R ALTO CARACIERTSTICAS DA SUPERFICIE Anexo D 4 ; Verbete para a avaliajao dos dados de terra para culturas em sequeiro. F: 221 ANEXO E; ASPECTOS DA AVALIACftO ECONOMICA El Hodelo para reestruturacao das aldeias comunais E2 Estimacao dos investiroentos 222 ANEXO El; MODELO PARA REESTRUTURAQXO DAS ALDEIAS COHUHAIS Estas aldeias satèlites sao descentralizadas coat aglomerados de casas numa èrea superior a 5 km, de preferencia atè 3 km de distancia das princi-^ pais aldeias centrais. 0 tamanho e o numero das aldeias depende da por cao de èrea cultivèvel da Sréa total. Em Chiure varia de 90% coai < 180 dias do periodo de crescimento e < 1100 n>m pluviosidade/ano para 60% daquelas cofl valores limites acima destes. 0 cèlculo seguinte permi te ter uma idèia do tamanho: Considerando una èrea onde 90Z desta pode ser usada para a agricultura e com una populacSo total de 2200 habitantes, onde 1100 pessoas sao considerados activos na agricultura, se a intensidade do cultivo for R=20 e a area cultivada ou por cultivar for de 75ha (252 a mais do que actualmente) podem ser feitas as seguintes èstimativas: quando todas as pessoas que vivem nuoa aldeia central e os terrenos de cultivo mais distantes ficarem a 5 km de distancia. Como a velocidade média de andamento pode ser considerada atè 3 km/h, o produtor tem que dispender 3.4 horas por dia a andar. Hais precisamente, os perlodos de pousio seriam considerados muito ma is baixos, resultando numa subutilizacSo dos recursos da terra. Por outro lado, a producao/por activo seria baixa devido ao menor tempo efectivo dispendido que seria disponlvel para o cultivo e consequentemente diminuia a fertilidade do solo. Se por sua vez, 300 pessoas activas na agricultura viverem na aldeia central e as outras 800 nas aldeias satèlites localizadas num raio de 3 km da aldeia central e a 2 km de distancia umas das outras, existe lugar para 10 aldeias com =40 activos/aldeia. Estas deveriam ter os seiis terrenos numa distancia mèxima de 1 km, implicando o tempo mèximo de viagem por dia igual a 40 minutos. Os lucros seriam muito importantes se ent termos de economia de tempo, este fosse dedicado é producSo e em termos de fertilidade do solo devido é possibilidade de suficientes periodos de pousio. Se for necessèrio, è possivel construir aldeias maiores de uma forma similar, adicionando outra (aldeia) num raio de 5 km de distancia da aldeia central, contendo mais 15 aldeias com o adicional de 1200 activos. Contudo, isto n3o è recomendavel dado que a distancia da aldeia central deve ser tSo grande que possa realmente permitir o acesso és facilidades da aldeia Principal. 223 ANEXO E 2 ; ESTIHACXO DOS INVESTIMENTOS IntrodugSo Nao temos tido possibilidade de examinar e estimar todos os investimentos necessSrios ligados és diferentes alternativas e suas respectivas variantes. Contudo, os cSlculos feitos, fornecem informacao suficiente sobre a grandeza da necessidade de investimento de capital nas vèrias variantes. As seguintes formas de investimento foram tomadas em consideracao: 1. 2. 3. 4. 5. Conhecimento atravès da investigacao Formaca'o de capital humana atravès da extensao rural Traccoio animal Beneficiacoes necessèrios no sector agricola moderno Infraestruturas (construcSo de estradas) A taxa de investimento foi calculada, de comparacao. de forma a adquirir-se urn grau Geralmente, o elevado crescimento da producSo agricola, requer um investimento elevado. As variantes realcando um output mais elevado por hectare, tem investimentos mais elevados na investigacao e extensao. Os investimentos relacionados com a mecanizacao sao importantes nas variantes onde a expansao da èrea è crucial enquanto que investimentos na investigacao sao'roais baixos nestas variantes se comparadas és variantes onde o output/ha è elevado. Os investimentos de capital humano sao muito baixos nas alternativas D e E onde o sector moderno se expande. A construcSo de estradas è considerada mais necessèriö quando uma grande parte de terreno arêvel è usada. Mais especificamente, os investimentos foram calculados do seguinte modo: InyestigagSg Uma certa percentagem da média do valor do produto bruto, ano 1991 e ano 2010 oscilando de 0,52 a 2,5% foi considerado ser a despesa necessèria na criacSo do conhecimento. A despesa mais elevada ocorre na variante D e H numa alternativa muito elevada de crescimento. Extensao Um numero especifico de famllias produtoras/extensionistas foi definido para as diferentes variedades. Os nlveis salariais tambèm se.diferenciam indicando uma diferenca na qualidade dos extensionistas. Para cobrir custos extras, foi calculado um certo custo extra adicionando 18% a. 35% do custo de salario. 0 total derivou da multiplicacao por 20 da média para 1991 e 2010. Iracjao animal Os gastos foram estimados calculando o investimento atè 500 US$, para um par de animais de traccao e equipamento, sendo os anos de vida de 5 anos e a capacidade por unidade de 4ha. Assim, o investimento por hectare e por ano è igual a 25US$. 0 224 investimento total è derivado da multiplicacao deste numero com a média por Srea cultivada por tracca*o animal, ano 1 e ano 20 e com a numero de anos do periodo considerado. Ma.9yiQa.tia agricola no sector moderno 0 custo de uma unidade de mecanizacüo com a capacidade de 39ha estè estimada em 20.000 US$. 0 seu tempo de dura^ao calcula-se em 8 anos e os custos alternativos de capital em 5%. Esta suposi^So dè urn custo do investimento anual por hectare de 80 US$. 0 investimento total acima do periodo, foi obtido da mesma forma que para a traccSo animal. Na variante D e l para alta e muito alta estacafo de crescimento, foram utilizados custos mais altos por hectare supondo que estas variantes necessitam de equipamento mais sofisticado devido ao verdadeiro aparecimento de valor muito alto de output/ha. ConstrucÜo de estradas 0 custo por km de construcao estS estimado em 56.000 US$. Com base na média de 7 km de estrada por 100 km2 para a regiao foram previstos niveis de crescimento diferentes da cobertura da rede de estradas, para as vèrias variantes. 0 alto e o mais elevado desenvolvimento de alternativas tem geralmente investimëntos mais altos, S excepcao dos sectores modernos, variantes D e E que se supoêm mais concentrados geograficamente.
Documents pareils
Ovillois n°125 - Ville de Houilles
Joly, et de Paule Dang, déléguée de quartier, les habitants ont pu exprimer leurs
souhaits et leurs observations sur des
questions relevant de la vie quotidienne,
que ce soit en matière de stationn...